Saúde
em
exame
Informativo Médico
E
ditorial
Edição 02 • Julho 2006
N
esta Edição:
Prezado(a) Colega,
Este mês a Diagnósticos da América comemora mais
uma importante aquisição: o LabPasteur, líder do mercado de análises clínicas de Fortaleza/ CE. A alta qualidade
da área técnica e o reconhecimento da classe médica e
dos serviços prestados pelo LabPasteur foram os principais diferenciais competitivos que levaram ao fechamento da operação.
Aproveitamos este momento para mostrar a você como
conseguimos cada vez mais ampliar a excelência de nossos serviços ao aumentar a quantidade de atendimentos.
A matéria principal desta edição apresenta os nossos
núcleos técnicos operacionais, onde são processados
cerca de 2,5 milhões de exames por mês, com toda qualidade e confiança que são inerentes às nossas marcas.
página
2
NTO: Fazer mais para
fazer melhor
página
4
Diagnóstico Laboratorial de Hepatites
Falamos também sobre a principal causa de mortes no
ocidente, as doenças arteriais coronárias, e sobre os
mais recentes avanços tecnológicos no seu diagnóstico.
Em outra matéria, dividimos com você um caso clínico
que nos chama a atenção para um dos problemas que
poderemos enfrentar com a chegada do Jogos Pan
Americanos 2007: o choque térmico.
página
Angiotomografia de Coronárias
página
Uma boa leitura!
10
Endoscopia:
Tecnologia e equipe especializada
aliadas ao diagnóstico mais preciso
página
11
Lazer & Cultura
Vinho realmente faz bem à saúde?
página
Dr. Luiz Gastão Mange Rosenfeld
VICE-PRESIDENTE MÉDICO
DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA
8
Caso clínico “Heat Stroke”
página
Para finalizar, trazemos uma agenda dos principais congressos e simpósios dos próximos meses. Como nem
tudo é trabalho, voltamos também a falar sobre vinhos.
Dessa vez, abordando os seus benefícios para a saúde e
as recentes descobertas da ciência nesse campo.
6
12
Agenda:
Congressos, Eventos e Cursos
Envie suas sugestões até dia 02/08 para a próxima edição do Saúde em Exame: diagnosticosdaamerica@diagnosticosdaamerica.com.br
Fazer mais para
fazer melhor
Níveis de automação elevados levam mais qualidade para exames processados
diariamente pela maior rede de medicina diagnóstica da América Latina
Mundialmente, graças às tecnologias atualmente disponíveis nos
equipamentos de laboratório clínico,
que permitem a consolidação de
grandes núcleos técnicos centralizados com equipamentos automáticos, já é possível a realização
de milhares de testes por hora, no
caso de exames de maior freqüência, com qualidade e produtividade
ímpares. Em conseqüência da
centralização das amostras, mesmo
os exames de baixa freqüência,
tendem a apresentar um aumento
significativo nessas centrais e
acabam por ser também beneficiados pelos processos de automação.
Os núcleos técnicos recebem
amostras de vários milhares de
pacientes por dia. Eles são atendidos em unidades descentralizadas,
o que possibilita o aumento de produtividade. A tecnologia da informação hoje suporta, em um processo com absoluta segurança, um sistema de cadastramento único de
pacientes, com identificação de
amostra por código de barras e a
transmissão e impressão de resultados à distância. Os níveis de
automação são elevados para
quase todos os tipos de exames e o
controle da qualidade muito mais
rigoroso, que aliado aos controles de
processo, proporciona coeficientes
de variação extremamente baixos.
Para a manutenção desses núcleos
técnicos, a disponibilidade de capital é fundamental para investimentos em equipamentos e na sua
atualização, para o suporte à logística envolvida na movimentação de
amostras e para a montagem de
uma estrutura física de produção,
capaz de atender às necessidades
de processamento de grandes
volumes, disponibilidade esta cada
vez mais acessível apenas a empresas de grande porte e comprovado
crescimento sustentado.
A Diagnósticos da América S. A. —
DASA — processa exames de
análises clínicas em sete regiões
metropolitanas do Brasil, conforme
apresentado no quadro 1, e atende
as solicitações de médicos e
clientes em suas marcas prestadoras de serviços de análises clínicas
em medicina diagnóstica. Para
garantir a execução rápida e precisa
dos exames, a DASA possui um
parque instalado de última geração
que compreende seis laboratórios
centrais (São Paulo, Rio de Janeiro,
Curitiba, Cascavel, no oeste do
Paraná, Brasília e Fortaleza), 15
laboratórios instalados em hospitais
e serviços de emergência nestas
regiões, além de um laboratório de
referência para a execução de
exames especializados de baixa
freqüência.
SÃO PAULO
RIO DE
JANEIRO
CURITIBA
Club DA
Club DA
Frischmann
Aisengart
Delboni
Auriemo
Lâmina
Delboni
Auriemo
Lavoisier
Bronstein
Curitiba
Santa Casa
O diretor de produção da DASA,
Maurício Viécili, explica que as instalações da empresa utilizam o que
existe de mais moderno em tecnologia de produção laboratorial,
com toda a infra-estrutura dos laboratórios concebida para excelência
em qualidade e produtividade.
“Todos os equipamentos e o
sistema de informação laboratorial
são de última geração, proporcionando a realização dos exames nos
menores prazos, com total automação e o uso das metodologias
analíticas mais modernas existentes”, diz.
A DASA NOS HOSPITAIS
O segmento de laboratório clínico
hospitalar também passou por
forte transformação nos últimos
cinco anos. Foram desenvolvidos
equipamentos automáticos de
pequeno e médio porte, com alta
velocidade de execução e baixíssimos níveis de interferência;
sistemas precisos de beira de leito
(point of care) e exames com alto
valor preditivo, que facilitaram e
solidificaram a decisão médica.
“Em gestão de saúde hospitalar, a
visão comum é de que quanto
mais curta a permanência do
paciente, mais efetivos são os
resultados e menores serão os
custos do paciente internado”,
explica Viécili.
CASCAVEL
BRASÍLIA
SALVADOR
FORTALEZA
Alvaro
Pasteur
Image
Memorial
LabPasteur
Os modelos de laboratório hospitalar da Diagnósticos da América são
focados na rápida execução dos
exames que suportam as mais freqüentes decisões clínicas. Esses
são realizados no próprio hospital
por uma equipe técnica treinada e
com o apoio de equipamentos que
permitem a rápida execução dos
exames, com baixo nível de interferência e alta precisão técnica.
A ampla gama de exames complementares que suportam a decisão
nos casos clínicos mais complexos
é disponibilizada pela DASA nos
núcleos técnicos centralizados, no
laboratório de referência do grupo e
também no exterior. De acordo com
Viécili, são mais de mil tipos de
exames que abrangem diversas
especialidades com custos competitivos e atendem as necessidades
do hospital e de seus pacientes.
O modelo de atuação está presente
em 15 hospitais e clínicas e oferece
exames de análises clínicas e de
imagem.
Na página oposta:
Núcleo Técnico Operacional, SP
Abaixo: LabCart
QUALIDADE CERTIFICADA
NO BRASIL E EXTERIOR
Toda essa estrutura de realização
de exames, que hoje emprega
mais de 600 profissionais nas
suas áreas produtivas, incluindo
cerca de 70 médicos dedicados
ao diagnóstico laboratorial, é
reconhecida e certificada dentro
de padrões internacionais de
qualidade. Os laboratórios da
DASA são acreditados por dois
programas para laboratórios
médicos; um nacional, o PALC,
da Sociedade Brasileira de
Patologia Clínica e Medicina
Laboratorial, e outro internacional,
o CAP, do Colégio Americano de
Patologistas, a mais antiga instituição certificadora de laboratórios
clínicos em todo o mundo, que
hoje acredita e promove o desenvolvimento da qualidade analítica
em cerca de seis mil laboratórios.
No Brasil, além dos laboratórios
da DASA de São Paulo e do Rio
de Janeiro, apenas outros quatro
laboratórios são acreditados:
CEDAP/ Joinville (SC), Previlab/
Piracicaba (SP), Laboratório
Santa Luzia/ Florianópolis (SC) e
LCA/ São Paulo (SP), conforme
pode ser verificado no site do
CAP (www.cap.org).
Todos os processos e procedimentos realizados pela DASA são
reconhecidos pelos mais respeitados órgãos nacionais e internacionais. “Para assegurar e comprovar sua qualidade, a DASA foi
buscar as mais rigorosas certificações de qualidade, como ISO
9001:2000 e INMETRO, além das
acreditações do PALC e CAP”,
afirma Viécili. Além disso, pensando na saúde e segurança de seus
funcionários e na consciência e
respeito ao meio ambiente e
comunidade, a Diagnósticos da
América formatou seu sistema
integrado de gestão e é hoje a
única empresa do segmento a
obter ambas as certificações ISO
14001 e OHSAS 18001. Segundo
o “Institute of Medicine” (IOM),
organização ligada ao NIH nos
Estados Unidos, a qualidade dos
resultados é positivamente influenciada pela quantidade. Um estudo
realizado pelo IOM em 1998
demonstrou que “Quanto mais
testes são realizados, melhor é a
sua execução e maiores são a
consistência e a precisão dos
resultados obtidos”. Esta evidência
corrobora um ditado que valoriza a
experiência em medicina:
“Quem faz mais, faz melhor...”
Infra-Estrutura: Produção de Análises Clínicas
Testes Produzidos em 2005
29,2 milhões
Menu de Exames
3.000
Laboratórios Centrais
5
Laboratório de Referência
1
Laboratórios Hospitalares
15
Certificações
ISO 9000/2000
Acreditações
CAP, PALC
Equipamentos em Operação
700
Equipamentos de Grande Porte
300
Equipe de Produção
620
Médicos
70
•
•
•
•
•
Experiência e qualidade no gerenciamento de SADT em hospitais
Ampla gama de exames e agilidade na liberação dos resultados
Processos confiáveis e resultados seguros
Equipe especializada e qualificada para atendimento hospitalar
Apoio Médico especializado na indicação de exames e interpretação
de resultados, de forma a permitir que o médico do paciente possa
orientar rapidamente o diagnóstico ou terapêutica
Diagnóstico
Laboratorial de
Hepatites
O diagnóstico etiológico das hepatites virais permanece um desafio
para o médico. Um grande número
de agentes etiológicos, associado
às manifestações clínicas semelhantes, independente do agente etiológico causador da infecção,
aumenta a importância da história
epidemiológica e da busca dos marcadores sorológicos para a definição
do real patógeno causador da
infecção. Diferentes estágios da
doença complicam ainda mais a
interpretação dos marcadores
sorológicos, que podem diferenciar
um quadro agudo de hepatite crônica. Freqüentemente se evidencia a
presença de marcadores indicando
hepatite viral em atividade, com
apresentações clínicas completamente assintomáticas ou oligossintomáticas. Os vírus A, B e C são
responsáveis pela grande maioria
das hepatites infecciosas. Assim,
faremos uma breve revisão da
importância dos marcadores para
cada um dos agentes etiológicos em
cada fase da doença.
Dentre os marcadores não sorológicos, as transaminases hepáticas são
as enzimas que mais se relacionam
com o dano hepático causado
pelos vírus hepatotróficos. O aumento destas enzimas ocorre precocemente após a infecção, às vezes
precedendo o aparecimento dos
anticorpos específicos ou da detecção dos antígenos virais.
HEPATITE A
Em relação à hepatite A, a interpretação é facilitada pela presença de
apenas dois marcadores de
importância. Os anticorpos da
classe IgM são os marcadores de
infecção aguda, e quando positivos,
fazem o diagnóstico de doença
aguda pelo vírus A. Como a hepatite
A não evolui para cronificação, a
detecção do anticorpo IgG, na
ausência do IgM, denota apenas
infecção passada ou exposição ao
antígeno viral através de vacinação
específica.
HEPATITE B
O diagnóstico da hepatite pelo vírus
B é mais complicado. A combinação
de detecção de dois antígenos virais
(HBsAg e HBeAg) e de quatro anticorpos diferentes contra componentes virais (Anti HBs, Anti HBc,
Anti HBc IgM e Anti HBe), fazem a
diferenciação diagnóstica entre
doença crônica e aguda, além de
fornecer informação prognóstica em
relação à cura e gravidade da
infecção. A detecção da proteína de
superfície do vírus B (HBsAg) mostra
sempre a presença de viremia, mas
isoladamente não consegue diferenciar a doença aguda da doença
crônica. A associação do HBsAg
com o anticorpo de classe IgM
contra a proteína do núcleo (“core”)
do vírus, o Anti HBc IgM, define o
diagnóstico de hepatite B aguda. A
presença do HBsAg, associado ao
Anti HBc total positivo, com Anti
HBc IgM negativo, diagnostica
Hepatite B crônica. O desaparecimento do HBsAg e o aparecimento
do seu anticorpo correspondente, o
Anti HBs, demonstra resolução do
quadro infeccioso hepático. Os
pacientes vacinados terão a presença apenas do Anti HBs com
ausência dos outros marcadores do
vírus B. A associação de Anti HBs e
Anti HBc está presente no paciente
com passado de hepatite B, mas
com cura da doença.
O antígeno E (HBeAg), também uma
proteína do núcleo, está presente
sempre que ocorre replicação viral.
Sua detecção, tanto nos quadros
agudos como crônicos, mostra que
o vírus está se replicando, o que representa sinal de mau prognóstico e
maior gravidade da doença. Quando
este antígeno se negativa e surge o
anticorpo correspondente (Anti
HBe), reduzem-se as chances de
cronificação nos pacientes com
hepatite aguda. Nos pacientes com
hepatite B crônica, a presença do
anticorpo Anti HBe não denota cura,
uma vez que em situações onde o
vírus se torna replicativo, há um
retorno da detecção do HBeAg no
sangue.
HEPATITE C
Em relação à hepatite C, existe apenas a detecção do anticorpo (anti
HCV) como marcador de exposição
ao vírus. Como grande parte dos
pacientes expostos ao vírus C evolui
com doença crônica, é mandatória a
detecção do RNA viral por métodos
de biologia molecular para todos os
pacientes portadores de Anti HCV
detectável. A presença de RNA
qualitativo positivo demonstra doença em atividade, enquanto que a
não detecção do RNA viral significa
exposição passada com cura. Na
tabela ao lado demonstramos as
principais combinações destes marcadores com sua interpretação.
Marcadores sorológicos e sua interpretação
Hepatite A
Marcador
Interpretação
Anti HAV IgM
Quando positivo, significa Hepatite A aguda,
independente do marcador IgG
Anti HAV IgG
Positivo em vacinados e em infecção prévia
ao vírus A
Hepatite B
Marcador
Interpretação
HBs Ag positivo e Anti HBc IgM positivo
Hepatite B aguda
HBs Ag positivo, Anti HBc IgM ausente,
Anti HBc total positivo
Hepatite B crônica
Anti HBs positivo e Anti HBc positivo
Infecção prévia curada pelo vírus B.
Anti HBs positivo isoladamente
Vacinação para vírus B.
HBeAg positivo
Significa replicação viral tanto na Hepatite B aguda
como crônica. Nos pacientes com Hepatite B
crônica, pode estar presente junto com Anti HBe.
Anti HBe
Sua positivação na Hepatite B aguda aumenta as
chances de cura do paciente.
Hepatite C
Marcador
Interpretação
Anti HCV
Quando positivo, denota exposição ao vírus C.
Necessita da realização do PCR RNA do vírus C
para definição de cura ou cronificação. Quando
positivo, significa infecção crônica e quando
negativo, significa cura da doença.
Angiotomografia de Coronárias
INTRODUÇÃO
A doença arterial coronária é a
principal causa de morte nas
nações do ocidente. A aterosclerose é uma doença heterogênea
de comprometimento sistêmico
que pode se manifestar por
placas fibrosas ou calcificadas
estáveis, placas lipídicas instáveis
ou placas mistas. A composição
da placa é um fator importante na
previsão de possíveis roturas e
complicações clínicas, como o
infarto agudo do miocárdio.
Placas com acúmulo lipídico
extracelular e necrose central
envoltas por uma fina capa
fibrosa são mais propensas a
romper e desencadear eventos
fatais. A detecção das placas
instáveis, acompanhada pela
terapêutica de redução dos
fatores de risco, configuram
atualmente a forma ideal para o
controle da doença.
Tradicionalmente, a identificação
da doença por imagem é feita de
forma invasiva pela cineangiocoronariografia ou cateterismo
cardíaco, que demanda a introdução de um catéter em uma
artéria periférica, seu deslocamento até os vasos cardíacos, a
injeção de contraste iodado e o
acompanhamento por radioscopia em tempo real. O cateterismo cardíaco demonstra a
oclusão arterial ou a estenose
mas, por ser um luminograma,
não informa o tamanho e a composição da placa presente na
parede do vaso em questão. Se a
placa não determinar redução da
luz do vaso, ela não será detectada, o que pode ser fatal, já que
até 2/3 dos infartos do miocárdio
são causados por placas não
obstrutivas, e entre 20% e 40%
dos pacientes com risco para
evento isquêmico agudo possuem cateterismo normal. Além
disso, por ser um exame invasivo, algumas complicações podem ocorrer durante ou após o
procedimento, incluindo sangramento, infecção, acidente vascular cerebral, dissecção coronari-
ana e até morte. A grande vantagem do cateterismo é a sua
disponibilidade como recurso
terapêutico através da dilatação
do segmento estenótico por
balão e a colocação de “stents”.
Não obstante, somente 1/3 dos
cateterismos cardíacos feitos nos
EUA são acompanhados por
um procedimento terapêutico,
enquanto que os outros 2/3 são
realizados somente para fins
diagnósticos.
Durante os últimos anos, um
rápido progresso vem sendo
experimentado nas modalidades
de exame que demonstram de
forma não invasiva a doença
arterial coronária. Neste contexto, a tomografia computadorizada (TC) vem ocupando posição
de liderança, sendo até o
momento, superior à ressonância magnética cardíaca.
O estudo por imagem do coração
é um procedimento desafiador,
especialmente em decorrência
das distorções (artefatos) geradas pelos batimentos (movimentação) do órgão. A angiotomografia de coronárias iniciou o seu
caminho através da EBCT
(“electron-beam CT”) e mais
recentemente evoluiu com o
surgimento da tecnologia de
múltiplos detectores ou múltiplos
canais (MDTC). O exame é realizado com monitorização eletrocardiográfica contínua pelo aparelho, para a sincronização dos
dados obtidos do ciclo cardíaco
do paciente, sendo estes então
localizados espacialmente em
cada fase cardíaca (desde a sístole até a diástole).
mações morfológicas, tanto do
miocárdio como das artérias
coronárias. As artérias coronárias
são de pequeno diâmetro e de
trajeto complexo. O calibre
destes vasos varia desde 4 a
5mm no tronco coronariano
esquerdo até 1mm na porção
distal da artéria descendente
anterior. Tomógrafos de 16
canais
oferecem
resolução
isotrópica efetiva de 0,6mm, o
que aumenta bastante a capacidade de detecção de doenças ao
longo destes vasos. Além disso,
por causa da natureza seccional
da TC, a parede arterial também
é estudada com detalhe, sendo
possível a caracterização das
placas ateroscleróticas, fato
determinante no tratamento e
prognóstico dos pacientes, já
que as placas não calcificadas e
mistas são vulneráveis, ao contrário daquelas calcificadas que
são consideradas estáveis.
O EXAME
O pós-processamento das informações é outro fator de forte
impacto, tornando possível a
elaboração de imagens tridimensionais, funcionais e até a navegação virtual. Na MDTC, imagens
de finas fatias do coração
(menores que 1mm de espessura) e a grande velocidade
permitem a aquisição de infor-
O exame não tem muita diferença
técnica quando comparado a
uma tomografia do tórax.
O paciente deve estar em jejum
de pelo menos 3 horas e apresentar ritmo cardíaco regular e
menor que 60bpm, o que é
obtido através do uso de betabloqueadores ou bloqueadores
de canal de cálcio por via oral ou
venosa. O exame é realizado com
o paciente em apnéia curta e é
dividido em duas partes. A
primeira fase visa detectar e
quantificar o cálcio coronário, não
sendo necessário portanto o uso
do contraste iodado. Na segunda
fase é feito o estudo específico
das artérias coronárias, através
da injeção do agente de contraste iodado por bomba infusora. Após a finalização do exame,
os dados são cuidadosamente
revisados e trabalhados pelo
médico em uma estação de trabalho (“workstation”), sendo
então geradas as imagens
tridimensionais e o laudo.
Para reduzir os artefatos provocados pelos batimentos cardíacos, as imagens devem ser
geradas na diástole, que é a fase
do ciclo cardíaco onde há menor
movimento. Como o exame
depende de um ritmo cardíaco
regular, a presença de fibrilação
atrial e extra-sístoles freqüentes
prejudicam a análise final do
exame, tornando-se contra-indicações relativas. A presença de
extra-sístoles esporádicas (menor que seis batimentos por
minuto) geralmente não configura
grande problema, uma vez que é
possível se editar o eletrocardiograma adquirido e excluir determinado batimento ectópico.
ESCORE DE CÁLCIO
A presença de focos calcificados
de alta densidade na parede das
artérias coronárias é indicativa da
presença de aterosclerose. O cálcio coronariano tem um papel
potencial de indicar pacientes
vulneráveis a síndromes coronarianas agudas, sendo considerado como um fator de risco,
podendo no futuro fazer parte da
estratificação de riscos de
Framingham. Indivíduos assintomáticos realizam o exame com
o objetivo da prevenção primária.
O algoritmo mais utilizado para a
quantificação do cálcio coronariano é o escore semi-quantitativo,
baseado na análise corte a corte
descrita por Agatston.
ANGIOTOMOGRAFIA
CORONARIANA
Além do diagnóstico da doença
coronariana aterosclerótica, a
angiotomografia tem se mostrado capaz de detectar anomalias
anatômicas e avaliar a patência
das pontes vasculares (enxertos).
O estudo de “stents” ainda é limitado em virtude dos artefatos
gerados pelo material metálico.
Acima: Visão inferior da
reconstrução tridimensional do
coração, evidenciando terço distal
da coronária direita e seus ramos.
Na página oposta:
Visão anterior da reconstrução
tridimensional do coração,
evidenciando tronco de coronária
esquerda e seus ramos.
Por causa dos padrões distintos
dos movimentos das artérias
coronárias, as reconstruções em
diferentes fases do ciclo cardíaco
são necessárias para a visualização adequada de um vaso
específico. A freqüência cardíaca
do paciente é inversamente relacionada com a qualidade da
imagem produzida, por isso são
utilizadas drogas cronotrópicas
negativas para reduzir a freqüência cardíaca abaixo de 60 bpm.
A densificação coronária pelo
agente de contraste iodado deve
ser alta o suficiente para detectar
lesões estenóticas, mas não tão
alta a ponto de impedir a identificação de calcificações parietais.
A infusão de solução salina imediatamente após a injeção do
contraste ajuda a reduzir os artefatos gerados pela alta concentração do meio de contraste na
veia cava superior e coração
direito. Quanto mais rápido for o
tomógrafo, menor será o volume
de contraste necessário e conseqüentemente menos intensa será
a sua ação nefrotóxica.
FUNÇÃO CARDÍACA
O acesso não invasivo à função
cardíaca é normalmente feito
pelo ecocardiograma e pela
ressonância magnética cardíaca.
Em pacientes submetidos ao
cateterismo cardíaco, o volume
ventricular esquerdo e a função
cardíaca também podem ser
determinados. Tanto o ecocardiograma como o cateterismo
utilizam métodos geométricos de
suposição para o cálculo do
volume ventricular.
Os dados axiais obtidos na tomografia permitem a obtenção de
cálculos tridimensionais do coração. A tomografia sincronizada
ao ECG permite que as imagens
axiais possam ser reconstruídas
em qualquer fase do ciclo cardíaco. Normalmente, as reconstruções são feitas somente na
diástole para minimizar a influência dos artefatos de movimento.
Entretanto, parâmetros básicos
da função cardíaca, como a
fração de ejeção ventricular direita e esquerda e a espessura da
parede miocárdica, podem ser
adquiridos por meio de técnicas
de reconstrução volumétrica durante o final da sístole e o final da
diástole. Imagens dos eixos curto
e longo do coração são usadas
para facilitar a segmentação ventricular em diferentes fases do
ciclo cardíaco. Estudos recentes
demonstram boa correlação
entre estes parâmetros obtidos
pela MDTC e os outros métodos
tradicionais.
Diagnósticos da América:
Caso clínico
“Heat Stroke”
Caso apresentado pela equipe do
CTI do Hospital Pró-Cardíaco (RJ),
no XII Congresso Brasileiro de
Terapia Intensiva, realizado em
Olinda, Recife, em abril de 2006.
CASO CLÍNICO
Um jovem inglês de 32 anos, há
seis meses morador do Rio de
Janeiro, sem comorbidades
prévias, participante de uma corrida de 10km, para a qual não se
preparou anteriormente, em ambiente cuja temperatura oscilava em
torno de 35º C e umidade do ar
acima de 70%. História pregressa:
ingestão de duas latas de cerveja
nas últimas 24 horas e uso de um
comprimido de anti-inflamatório
não esteroidal (AINES). A partir do
quinto quilômetro da prova, iniciou
alteração do comportamento,
desorientação e agitação psicomotora. Ao término do percurso,
apresentou agressividade, seguida
de síncope. No primeiro atendimento foi sedado com benzodiazepínico – (diazepam) e hidratado até ser transferido para o
hospital mais próximo, onde foi
medicado com betabloqueador
(metoprolol) para taquicardia e
novamente sedado com dose de
diazepam para controle de agitação psicomotora. Foi então
transferido para nossa unidade
hospitalar, onde chegou ainda
com sinais de desidratação,
oligúrico e prostrado. O exame
físico demonstrava Tax 39°C, FC
132, PA 160x80, FR 22, lactato de
5mmol (VR-1.5), acidose metabólica e hemoglobinúria. Mantida
a hidratação, foi iniciada alcaliniza-
ção da urina, além de monitorização de enzimas musculares e
hepáticas. Ainda no 3º dia, apresentava colúria, oligúria, plaquetopenia e consumo dos fatores de
coagulação, com elevação do
complexo trombina-antitrombina
(TAT), D dímero, fragmento 1,2 e
redução dos níveis de fatores de
síntese hepática, com alargamento do INR (Tabela 1). No decorrer
do terceiro dia de internação, foi
diagnosticada insuficiência hepática aguda, sendo então admitido
no Centro de Terapia Intensiva
(CTI). Neste setor, o paciente
apresentava um índice de gravidade Apache II nas primeiras 24h
de terapia intensiva de 10 pontos
(baixo), um índice DIC score
(índice para coagulação intravascular disseminada): 8 (elevado) e
um índice SOFA (índice de disfunção orgânica): 8 (elevado), indicando a extrema gravidade clínica. Apesar da falência hepática
grave, como demonstrado pela
fibrinólise e falência da função
coagulante hepática (Tabela 1), o
paciente não preenchia os
critérios para transplante hepático, baseado nos critérios do
King’s College. Foi tratado com
administração de aprotinina juntamente com as medidas habituais
de suporte de insuficiência hepática, além de reposição volêmica e
nutricional adequadas. Houve
recuperação da função hepática
no decorrer de seis dias, após os
quais o paciente recebeu alta da
UTI. No 12º dia de internação,
recebeu alta hospitalar, sem
seqüelas.
DISCUSSÃO
“Heat Stroke” ou choque térmico
é definido pela elevação da temperatura corporal central acima
de 40ºC, acompanhada de pele
seca e quente, náuseas, vômitos,
desidratação e, nos casos graves,
rabdomiólise e insuficiência renal
aguda, além de alterações do sistema nervoso central (SNC), como
convulsões, delírio e até mesmo
coma. Do ponto de vista humoral,
ocorre associação de hipertermia
com resposta inflamatória sistêmica, o que pode resultar inclusive
em disfunção de múltiplos órgãos.
Neste caso, a história de esforço
acentuado, realizado por atleta
com baixo condicionamento físico, sem outras causas para falência hepática, como uso de
medicamentos ou infecção por
vírus de hepatite, levaram ao diagnóstico de “heat stroke”, corroborado pelos exames laboratoriais,
demonstrando elevação das enzimas musculares e das enzimas
hepáticas e alteração dos marcadores de coagulação.
CONCLUSÃO
Faltando pouco mais de um ano
para os jogos Pan Americanos na
cidade do Rio de Janeiro e lembrando que a temperatura desta
cidade equipara-se às das
regiões mais áridas durante o
verão, ressaltamos a importância
dessa patologia comum em
ambientes quentes, com pouca
umidade do ar ou em atletas
pouco preparados, que executam esforço físico além de suas
capacidades.
Exames laboratoriais demonstrando a grave disfunção
hepática e da coagulação, com posterior recuperação
Exames
Admissão(D1)
Fase aguda (D4)
Convalescença (D8)
Leucócitos
11.000
6.100
8.900
Plaquetas
138.000
42.000
203.000
PCRt
0,3
0,2
0,7
Hemoglobinúria
++
++
-
Mioglobina
2.421
300
465
Lactato
5,9
5,0
2,6
CPK
4.250
10.220
5.583
U
43
19
26
Cr
1,8
0,9
1,1
LDH
16.158
12.000
835
TGO
114
3.836
210
TGP
79
6.001
1.326
Gama GT
139
253
116
Bilirrubinas
2,5
7,4
5,5
TAT
25,5
107
<2,0
PAI
6,7
11,3
4,18
Fragmento 1, 2
0,7
0,7
0,9
Fibrinogênio
212
66
166
Fator V
9
73
101
INR
3,67
5,67
1,23
D dímero
7.972
53.049
5.023
Proteína C
44
23
49
Antitrombina III
78
51
58
Valores em vermelho fora do padrão de normalidade.
Endoscopia: Tecnologia e equipe especializada
aliadas ao diagnóstico mais preciso
O Setor de Gastroenterologia da Diagnósticos
da América tem como proposta aliar alta
tecnologia com recursos humanos altamente
capacitados. Composto pelas unidades ambulatorial e hospitalar, atua nas áreas de endoscopia digestiva, respiratória e motilidade do
aparelho digestivo.
Nas unidades ambulatoriais, realizamos exames
focados no diagnóstico das diversas afecções
que podem acometer o aparelho digestivo e
respiratório superior através dos seguintes
exames: Endoscopia Digestiva Alta, Colonoscopia, Cápsula Endoscópica, Manometria,
pHmetria do esôfago e Laringoscopia. No setor
hospitalar, além dos exames já referidos, realizamos outros procedimentos diagnósticos,
como Colangiopancreatografia, Ultra-sonografia endoscópica, Broncoscopia e uma vasta
gama de procedimentos terapêuticos, como
Papilotomia, retirada de cálculos biliares, colocação de próteses esofagianas e biliares,
punções por ultra-sonografia endoscópica, ressecção e ablação com laser de argônio, entre
outros.
O Serviço de Endoscopia conta com equipe
profissional qualificada, garantindo qualidade
dos exames. Os laudos informatizados com
captura e edição de imagem, que são entregues
aos pacientes imediatamente após o exame,
proporcionam relatórios com alto padrão de
documentação e maior clareza de informações.
Os equipamentos utilizados são de última
geração e o sistema de limpeza e desinfecção
obedece rigorosamente aos critérios da
Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva –
SOBED. Além da eficiência dos exames, contamos com a maior segurança. Os procedimentos
são realizados sob sedação consciente, individualizada e o paciente monitorizado durante
todo o procedimento.
Acima: Imagens de úlcera péptica gástrica
Nosso crescimento e reconhecimento resultam
do investimento contínuo em profissionais
qualificados e experientes, qualidade e tecnologia. Estamos sempre à disposição da
classe médica para dar total suporte nos
diagnósticos, esclarecendo dúvidas sobre exames, preparo ou quaisquer outras informações
relacionadas à área de medicina diagnóstica.
Lazer & Cultura
Vinho realmente faz bem à saúde?
Mundialmente, pesquisas indicam que consumo da bebida pode beneficiar a saúde, mas seu teor
alcóolico não pode ser esquecido
Com benefícios para a saúde conhecidos desde os
tempos mais remotos, o vinho acumula hoje inúmeras
pesquisas de respeitadas instituições do mundo inteiro,
que buscam comprovar suas influências positivas no
corpo humano. Seus ganhos mais populares estão
relacionados à prevenção das doenças coronarianas,
mas há estudos que alertam para sua eficácia no
combate a muitos outros males, como a doença de
Alzheimer, herpes, cálculos renais e até o câncer.
Na opinião do médico Alexandre Murad, responsável
pelo setor de Cardiologia da Diagnósticos da América –
DASA, está provado que, ao ser consumido moderadamente, o vinho diminui os riscos de doenças coronarianas, além de prevenir a ação de tromboses, derrames
e acidentes vasculares cerebrais isquêmicos. “O vinho
ou o suco de uva por si só já são responsáveis pela
elevação das HDL (o bom colesterol) no sangue, além
de diminuir a agregação das plaquetas. Associados os
dois efeitos, o resultado será sempre benéfico à
proteção do coração”, diz.
Os estudos realizados por todo o mundo atestam
também outras vantagens para o consumo da bebida.
Entre elas, estão a prevenção do desenvolvimento de
pedras nos rins e a diminuição das taxas de Doença de
Alzheimer, além de alguns fatores exclusivos para as
mulheres, como a diminuição dos sinais da
menopausa, o auxílio no combate a osteoporose e a
inibição do envelhecimento da pele. As pesquisas
divulgadas mais recentemente apontam o resveratrol,
substância encontrada na uva que elimina as plaquetas
que provocam coágulos e entopem as artérias, como
um possível aliado na luta contra o câncer e a herpes.
Já na Antiguidade, Hipócrates (460 – 370 a.C.), o pai
da medicina, utilizava o vinho no tratamento de diversas
doenças agudas e crônicas. A bebida era utilizada
como diurético, purgativo, anti-térmico, anti-séptico e
também no tratamento de casos de depressão.
Grande parte da literatura médica moderna que
relaciona os benefícios do vinho para a saúde é da
época dos congressos internacionais da Sociedade
dos Médicos Amigos do Vinho, fundada em 1930 pelo
médico Georges Portmann, em Bourdeaux, EUA.
Mas foi somente na década de 60, com o chamado
“Paradoxo Francês”, que o tema ganhou força mundialmente. Nessa época, descobriu-se que os franceses,
apesar de suas dietas ricas em gorduras saturadas,
fumo e sedentarismo, possuíam taxas de doenças
coronarianas bem abaixo das registradas na população
americana. Os estudos sugeriram que o segredo
poderia ser um cálice ou dois de vinho tinto acompanhando as refeições. Desde então, como era de se
esperar, grandes universidades e respeitadas entidades
científicas formaram grupos para conduzir estudos
acerca dos efeitos do vinho no organismo humano.
Mesmo com tantos benefícios conhecidos, a indicação
do consumo de vinho não faz parte, pelo menos por
enquanto, do receituário médico. Como bebida de teor
alcoólico, o vinho continua a ter efeitos adversos que
não podem ser deixados de lado. Entre eles, o Dr.
Alexandre Murad destaca o alcoolismo, distúrbios de
comportamento, síndrome fetal alcoólica, hipertensão
arterial, arritmias, miocardiopatias e até mesmo a morte
súbita. E as pesquisas continuam, o que nos faz acreditar que muitas revelações podem ainda estar por vir.
A
genda
XIV Congresso Internacional da
Sociedade Brasileira de
Oftalmologia
20 a 22/07/2006
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2557-7728
sbo@sboportal.org.br
www.sboportal.com.br
XIV Congresso da Sociedade
Brasileira de Hipertensão
03 a 05/08/2006
Curitiba – PR
Tel: (41) 3022-1247
ekipe@ekipedeeventos.com.br
www.sbh.org.br/sbh2006
XXII Congresso Brasileiro de
Neurologia
19 a 23/08/2006
Recife – PE
Tel: (71) 2104-3477
www.neuro2006.com.br
II Congresso de Terapia Intensiva
Pediátrica Neonatal
24 a 26/08/2006
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2512-9930
www.terapiaintensivarj.com.br
27º Congresso Brasileiro em
Endocrinologia e Metabologia
06 a 09/09/2006
Recife - PE
Tel: (81) 3423-1300
secretaria@assessor-pe.com.br
www.endocrinologiape.com.br
X Congresso Brasileiro de Controle de
Infecção e Epidemiologia Hospitalar
11 a 15/09/2006
Porto Alegre - RS
Tel: (51) 3061-2957
inscricoes@abev.com.br
www.abev.com.br/controledeinfeccao
VII Congresso Luso-Brasileiro de
Mastologia
20 a 23/09/2006
Natal – RN
Tel: (84) 3201-0898
prontoeventos@terra.com.br
www.mamaemnatal.com.br
Sepse 2006 “Da Bancada à
Beira do Leito”
15 e 16/09/2006
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2512-0666
sepse@metodoeventosrio.com.br
www.metodoeventosrio.com.br
33º Congresso Brasileiro de
Pediatria
06 a 11/10/2006
Recife- PE
Tel: (11) 3068-8595
fsbp@sbp.com.br
www.cbpediatria2006.sbp.com.br
I Simpósio Internacional de
Clínica Médica
15 a 17/09/2006
Armação de Búzios – RJ
Tel: (21) 2723-9243
sbcm.rol@terra.com.br
www.sbcmrj.org.br
VI Congresso Brasileiro de DST/
II Congresso Brasileiro de Aids
17 a 20/09/2006
Santos – SP
Tel: (11) 3361-3056
dst_aids@eventus.com.br
www.dstsaopaulo.org.br/congresso
40º Congresso de Patologia
Clínica Medicina Laboratorial
19 a 22/09/2006
Curitiba – PR
Tel: (21) 3077-1400
www.cbpcml.org.br
Excelência em Medicina Diagnóstica ao alcance de todos
Rio de Janeiro
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Bahia
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Brasília
Saúde em Exame é uma publicação trimestral da Diagnósticos da América S. A.
Presidente do Conselho de Administração: Dr. Caio Auriemo
CREMESP: 13707 Vice-Presidente Médico: Dr. Luiz Gastão Mange Rosenfeld Conhecimento Médico: Dr. Octavio Fernandes
Assessoria Científica: Dr. Alberto Chebabo Colaboraram nesta edição: Cláudia Telles, Flávio Brasil, Luiz Felipe Bandeira de Mello, Alberto Chebabo,
Décio Chinzon, Ana Tereza Pugas, Maurício Viécili, Alexandre Murad Coordenação: Hilton Mello - Marketing Diagnósticos da América
Projeto Gráfico e Diagramação: Graphic Designers Jornalista Responsável: Kátia Obertopp MTB 42622
Outras informações sobre os assuntos técnicos veiculados nesta publicação podem ser obtidas no Canal do Médico.
Canal do Médico SP: (11) 3047-4484 RJ: (21) 2227-8090 PR: 0800-414100 / (41) 3340-8200 DF: (61) 3346-3121
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