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Nº 5 |Junho 2008
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Agenda/Destaques
E‐boletim da Associação Portuguesa de Antropologia
www.apantropologia.net
Encontrando­nos no final do ano lectivo 2007­2008, começam a ser anunciados os
diferentes programas de pós­graduação em Antropologia (ver secção Oportunidades).
Destacamos ainda a inauguração de uma secção Multimédia, com links para vídeos
recentemente disponibilizados sobre a antropologia contemporânea.
Ruy Blanes, responsável pelo e­boletim da APA
N ESTE N Ú MER O
Notícias APA
Actualidade
Multimedia
Oportunidades
NOTÍCIAS DA APA
Acontecerá
Publicações
Aconteceu
Publicação de notícias
no e­boletim
A política de divulgação
vigente na APA à
seguinte:
1) o principal canal de
divulgação é este
boletim semestral, que
inclui informação
relativa às actividades
da APA, notícias no
âmbito do World Council
of Anthropological
Associations, notícias
de actualidade
antropológica, eventos e
lançamentos editoriais
(sempre relacionados com
a antropologia
portuguesa ou de
interesse explícito para
a mesma); 2) o boletim é editado
no final de Janeiro e
Junho de cada ano.
Pedimos que os
interessados em enviar
material para divulgação
tenham estas datas em
conta, enviando a
informação com a devida
antecedência, de forma a
que não se perca
informação não enviada
em tempo útil; 3) serão divulgadas
através da mailing list
informações de caracter
urgente e pontual. Reiteramos o nosso apelo
para as vossas
contribuições, que podem
enviar para
divulgacao
@apantropologia.net
(Ruy Blanes, responsável
pelo e­boletim da APA) NOTÍCIAS APA
IV CONGRESSO DE ANTROPOLOGIA DA APA: Queremos lembrar todos os sócios que a data e local do
próximo congresso da APA já estão determinados: será de 9 a 12 de Setembro de 2009 em Lisboa. Até ao
final de Novembro iremos anunciar o tema do Congresso e abrir as candidaturas para os Grupos de
Trabalho. Depois de aceites os grupos de trabalho, abrirão candidaturas entre Janeiro e Fevereiro de 2009
para as comunicações. A Comissão de Programa do Congresso (ver constituição no último e­boletim) já
teve uma primeira reunião. Estamos a trabalhar para fazer com que este congresso seja um evento
dinâmico e contamos com a participação de todos.
ACTAS III CONGRESSO: As cópias em CD das actas do último congresso já foram enviadas para todos
os autores de artigos. Se algum dos sócios tem um texto publicado nas Actas e não recebeu a cópia em CD
por favor contacte o secretariado da APA através do nosso e­mail apa@ics.ul.pt.
QUERES COLABORAR NO E­BOLETIM DA APA?: No âmbito da política de divulgação e participação da
APA, procuramos colaboradores para o e­boletim. Estamos abertos a ideias e propostas, mas para já
pensamos essencialmente em dois perfis:
Autor: contribuição de textos sobre a antropologia em Portugal, para as nossas secções
(Dossier, Recordação, etc.).
Editor de secção: responsável pela compilação e edição de informação para o e­boletim
(Publicações, Multimédia, Acontecerá, etc.).
Quem estiver interessado poderá contactar directamente o responsável pelo e­boletim, Ruy Blanes.
NÚMERO DE SÓCIOS DA APA: A campanha de actualização das quotas e da base de dados dos sócios
da APA permitiu­nos determinar o número de sócios activos da APA. Definindo como sócios activos aqueles
que pagaram pelo menos uma anuidade das quotas desde 2005, podemos afirmar agora com segurança
que a APA tem 228 sócios activos. PROJECTOS DA APA
O PERFIL DOS ANTROPÓLOGOS: O projecto O Perfil dos Antropólogos deu início às suas primeiras
actividades. Fizemos uma primeira reunião com a equipe principal deste projecto. Esta equipe é constituída
por antropólogos que se formaram em diversos departamentos onde a antropologia é leccionada em
Portugal. Estamos a elaborar o primeiro guião de entrevistas e começaremos a fazer as primeiras
entrevistas em breve.
Este projecto é de enorme relevância para a antropologia em Portugal e está a ser muito bem
recebido a nível internacional. A Direcção da APA organizou uma sessão pública que ocorreu no ISCTE no
dia 2 de Julho. Esta sessão foi organizada em conjunto com a Universidade Nova e teve como objectivo
divulgar o propósito deste estudo, explicando a estratégia de conhecimento da diversidade de práticas
desenvolvidas pelos antropólogos em Portugal. A investigação assenta em dois princípios metodológicos da
própria antropologia: o uso de metodologias qualitativas e a interpretação comparativa dos dados. Partimos
da ideia de que a antropologia não é uma profissão previamente definida, sendo por isso fundamental
conhecermos quais as instituições/organizações nacionais e internacionais onde os antropólogos formados
em Portugal têm vindo a trabalhar.
Tendo em vista a interpretação comparativa deste estudo, o projecto está a ser debatido a nível
internacional. Por um lado, a APA está a colaborar com um debate desenvolvido a nível Europeu sobre a
antropologia na Europa. Por outro lado, aproveitei a oportunidade de ter participado num encontro mundial
da antropologia para divulgar e debater este trabalho (ver secção O conselho mundial de associações de
antropologia). (Susana de Matos Viegas, Presidente da Direcção da APA)
SEMINÁRIOS A Antropologia em actuações profissionais (APA/ICS): No âmbito do projecto O PERFIL
DOS ANTROPÓLOGOS a APA deu início a um ciclo de debates sobre a prática da antropologia – uma
iniciativa APA/ICS. Os seminários têm como objectivo debater informalmente formas de actuação
profissional e/ou de intervenção social e política sustentadas no saber e nas práticas antropológicas.
Convidamos os sócios a juntarem­se ao debate. O primeiro seminário realizou­se no dia 24 de Junho de 2008, partindo da apresentação de uma experiência
de antropologia aplicada (ver secção eventos no site da APA). Incentivamos todos os sócios a propor a
realização de seminários, convidando antropólogos que estejam a desenvolver trabalho na esfera
profissional da antropologia para fazerem uma apresentação sobre o seu trabalho, ajudando­nos a pensar
sobre a diversidade de práticas da antropologia na actualidade. O seminário pode ser proposto e
organizado por qualquer um dos sócios e realizado na instituição/universidade que lhe seja mais
conveniente. Conto com a vossa colaboração, contactando­me directamente para o meu endereço de e­
mail: smviegas@ics.ul.pt.
(Susana de Matos Viegas, Presidente da Direcção da APA)
O CONSELHO MUNDIAL DE ASSOCIAÇÕES DE ANTROPOLOGIA (World Council of
Anthropological Associations) – Reunião de OSAKA, Julho de 2008
A Associação Portuguesa de Antropologia é membro do World Council of Anthropological Associations
(WCAA) desde 2005. Na qualidade de presidente da Associação e Delegada Internacional da APA no
WCAA (cf. http://www.wcaanet.org) participei na segunda reunião mundial deste conselho – OSAKA 10­13
DE JULHO DE 2008.
O WCAA é um conselho mundial de antropologia constituído por uma rede de associações e organizações
nacionais e regionais de antropologia que conta com a participação de associações de todos os
continentes. De momento o conselho reúne 21 associações de antropologia, contando com as associações
numericamente maiores ­ da América (AAA), Japão (JASCA), Europa (EASA) ­ e ainda com a associação
da África do Sul, Pan­africana, Brasileira, da América Latina, do México, da Russia, da Alemanha, do
Canadá, da Índia, da Nova Zelândia, da Austrália, da França, da Grã­bretanha, da Catalunha, da Alemanha.
O Conselho formou­se numa reunião realizada no Recife em 2004 na qual a APA ainda não estava
presente. Estivemos agora na reunião de OSAKA, a qual foi fundamental para a consolidação do conselho.
O facto da maioria dos membros ter participado foi, por si só, uma demonstração do enorme interesse
mundial na sua existência.
Escrevo­vos de OSAKA, tendo terminado há apenas umas horas a última sessão de trabalho do
conselho. Esta última sessão foi uma apresentação pública na Universidade de Osaka sobre a cooperação
entre as antropologias a nível mundial. Tive oportunidade de falar sobre assuntos que têm vindo a ser
estratégicos na actuação da APA e que considerei de interesse global, nomeadamente: o conhecimento das
práticas antropológicas profissionais, em nome de uma antropologia implicada no mundo; a importância de
defender, ao nível global, práticas fundacionais da produção de conhecimentos em antropologia. Estas
práticas estão ameaçadas, por um lado, pelas políticas de avaliação da ciência que pretendem seguir o
modelo das ciências exactas (ver carta da APA ao Ministro da Ciência – site APA), que não valorizam a
publicação científica assinada em nome individual e que tendem a desvalorizar a publicação em livros,
nomeadamente aquela de etnografias e monografias que é tão central à antropologia. Salientei ainda a
importância de não esquecermos que se as publicações em inglês nos permitem aceder a um diálogo
científico internacional, a publicação nas diferentes línguas “nativas” dos antropólogos não pode ser
menosprezada. Sublinhei a importância dos fóruns de debate na língua “nativa” (aspecto que foi muito bem
acolhido pelos antropólogos de língua castelhana, alemã, russa, japonesa) lembrando como constituem
fóruns transnacionais, já que não só vários países onde neste momento a antropologia tem uma expressão
muito significativa partilham a mesma língua, como o facto de que, pela natureza das práticas de
investigação antropológicas envolverem conhecer a língua dos países onde se faz trabalho de campo,
antropólogos de diferentes nacionalidades falarem as línguas dos países onde realizaram as suas
investigações de campo (ver apresentação).
A APA está muito empenhada em consolidar este fórum do debate da antropologia em língua
portuguesa com todos os antropólogos que pelas diversas razões acima apontadas podem desenvolver o
debate antropológico em português. O Congresso de 2009 será um marco de efectivação desta estratégia,
envolvendo no seu programa antropólogos de várias nacionalidades.
A reunião de OSAKA constituiu um fórum de debate estrategicamente importante para a defesa
destas ideias. Foi também uma reunião histórica para a consolidação da cooperação entre as antropologias
no mundo. Durante dois dias debatemos o acordo inicial da formação do WCAA e acordámos no texto final
da sua constituição.
Osaka, 13 de Julho de 2008. (Susana de Matos Viegas, Presidente da Direcção da APA)
NOVOS CONTACTOS
De forma a poder facilitar o contacto e interacção entre a direcção, o secretariado e os sócios, a APA criou
e­mails específicos para responder às diversas solicitações:
Divulgação: divulgacao@apantropologia.net
Sócios: socios@apantropologia.net
Presidência: presidente@apantropologia.net
NOVOS SÓCIOS
A APA saúda publicamente a admissão dos novos sócios: Patrícia Alexandra Domingues (nº 659);
Fernando de Pinho (nº 660); Luís Miguel Poupinha (nº 661); Miguel Alexandre dos Reis (nº 662); Marta
Antunes Maia (nº 663); Maria Johanna Krom (nº 664); José Francisco Curate (nº 665); Sara Isabel Gomes
(nº 666); Patrícia Alexandra Cabral (nº667); Ana Lúcia Gomes Fonseca (nº 668); Ines Hasselberg (nº 669);
Francisco Neto (nº 670); António Manuel Oliveira (nº 671); Artur Jorge Quintal (nº 672); Irene Rodrigues (nº
673); Valêncio Manoel (nº 674).
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ACTUALIDADE
JILL DIAS (1944­2008)
É com muita tristeza que vimos partir, em Abril deste ano, a nossa colega Jill Dias. Antropóloga catedrática
da Universidade Nova de Lisboa, investigadora do Instituto de Investigação Científica e Tropical, Jill Dias é
uma figura fundamental nos estudos portugueses sobre África durante as últimas décadas. A sua obra,
reconhecida nacional e internacionalmente, influenciou largamente a investigação contemporânea na
Antropologia Colonial e Pós­Colonial e na História da África Lusófona. Através das suas aulas na FCSH,
formou gerações de antropólogos em Portugal.
Poderão ler um texto em sua homenagem na página do CRIA. Também se pode encontrar no blog ma­
schamba uma nota de Raul iturra em sua recordação: «(...) Jill Dias faleceu como viveu: a trabalhar e em
dias prévios ao Día do Trabalhador, comemorado a 1 de Maio após matança de operários en Chicago ao
começo do Século XX. Esse día vitimou, praticamente, a Prof. Jill Dias. No entanto, essa entrada na
eternidade fica patente e material na sua imensa obra escrita sobre a África ex­lusófona, na memória dos
seus estudantes de todo tipo de graus e no saber que transferia aos que com ela falavam. Doce e calma,
não perdemos uma amiga, ganhámos ume eternidade que fica na nossa memória material de trocas com
ela e na sua obra toda.»
RUTH CARDOSO (1930­2008)
Esta data também marca o falecimento de uma figura fundamental da antropologia brasileira: Ruth Cardoso.
Omar Ribeiro Thomaz relembra­a saudosamente ela que, mais ainda que primeira­dama do Brasil, foi uma
antropóloga de destaque internacional que muito marcou a nossa disciplina: «Parece que nós antropólogos estamos condenados a ter um especial interesse pela vida – e pela morte.
Como esquecer a trajectória de quem foi uma pioneira, que fez pesquisa com camponeses e nipo­
descendentes nas décadas de 1950 e 1960; que, tendo sido orientada por Eunice Durham, foi orientadora,
entre muitos outros, da Lygia Sigaud, da Giralda Seyferth, da Guita Debert, da Mariza Correa, do F.
Magnani, da Maria Filomena Grigori, da Teresa Caldeira, da Esther Hamburguer... No Cebrap foi minha
supervisora assim como chefe, co­orientadora e professora marcante de tantos outros: Paula Montero,
Alba Zaluar, Gilberto Velho, eu próprio... e foi uma desbravadora nos estudos de etnicidade, de género, nos
estudos sobre movimentos sociais... em tanta coisa! E esteve com vocês no Luso­Afro­Brasileiro que
organizaram no ICS! Ao longo dos anos que trabalhei com ela, minha pesquisa estava longe de seu
horizonte de preocupações, mas estava sempre disposta a conversar comigo com interesse e, pasme, leu
minha tese e a comentou comigo num começo de noite na Calçada do Bar­balcão, quando já vivia em
Brasília com seu marido presidente. Manifestava uma simpatia genuína por minhas obsessões lusófonas e
africanas num período em que pouco se falava ainda dessas coisas por aqui... Estamos produzindo um
pequeno dossier em Novos Estudos Cebrap, com um texto em sua memória e um artigo inédito. Sua morte
foi mais dura do que muitos podem imaginar.»
Cristiana Bastos (ICS­UL), enviou­nos a seguinte nota pessoal: «Prendeu­me no jornal de hoje uma
fotografia da Ruth Cardoso para ler, incrédula, que não era a propósito de mais uma inovação sua na acção
social e política ou no seu regresso à antropologia ­­ que testemunhámos com entusiasmo na reunião da
ABA de Goiânia em 2006 ­­ mas para noticiar a sua morte por enfarte. Nos ultimos meses perdemos pelo
menos três antropólogas muito estimadas ­ da venerável idade da Germaine Tillion à falta inconcebível da
Jill Dias ­ por isso não posso deixar de parar um bocadinho para lhes fazer uma homenagem e celebrar o
que afinal é um universo de referência que todos nós vamos construindo em conjunto... »
BASE DE DADOS: DISCURSOS E SABERES SOBRE RAÇA: BIBLIOGRAFIA
PORTUGUESA (1870­1970)
Foi lançada, a 25 de Junho de 2008, no ICS, a base de dados "Discursos e Saberes sobre Raça:
Bibliografia Portuguesa (1870­1970)". O lançamento será levado a cabo por Patrícia Ferraz de Matos (ICS).
A realização desta base de dados ocorreu no âmbito do projecto de investigação "Poder e Diferenciação na
Costa da Bahia. Identidades Culturais, Etnicidade e Raça em Contextos Multiétnicos ", financiado pela
Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pelo CEAS (Centro de Estudos de Antropologia Social –
ISCTE), sob a coordenação científica de Miguel Vale de Almeida , tendo como equipa de investigação Miguel
Vale de Almeida e Susana de Matos Viegas.
Este trabalho constitui um instrumento de informação para estudiosos e investigadores da temática da
"raça" e do colonialismo português e irá estar disponível a partir desta data (25 de Junho) na página on­line
do CEAS.
Mais informação no site do centro.
EASA 2008 ­ LJUBLJANA, ESLOVÉNIA
Já está disponível o programa detalhado do 10th EASA Biennial Conference: Experiencing Diversity and
Mutuality, que terá lugar entre os dias 26 e 30 de Agosto de 2008 na cidade de Ljubljana, Eslovénia. Mais
informação no site do congresso.
MARIA CARDEIRA DA SILVA PREMIADA
A antropóloga Maria Cardeira da Silva, da FCSH­UNL, foi galardoada recentemente com o prémio 'IL LAZIO
TRA EUROPA E MEDITERRANEO, para a área das Ciências Humanas'. Este prémio é atribuído todos os
anos pela região do Lazio e pela Fondazione Casa delle Regioni del Mediterraneo a pessoas seleccionadas
entre as sugeridas pelas embaixadas dos diferentes países do Mediterrâneo em Itália. Distingue actividade
e investimento em torno das relações entre as duas margens do Mediterrâneo em cinco modalidades. Os
nossos parabéns! Mais informação aqui. PAULA GODINHO PREMIADA
A antropóloga Paula Godinho, da FCSH­UNL, também foi recentemente galardoada, desta vez com o
Prémio Xesús Taboada Chivite pelo trabalho "Ouvir o galo cantar duas vezes. Identificações locais, culturas
de orla e construção de nações na fronteira entre Portugal e a Galiza". Este prémio é organizado pela
Comarca de Verín e visa premiar investigações científicas no âmbito da arqueologia, antropologia e história.
Igualmente, os nossos parabéns!
ESCOLA DE VERÃO: USOS POLÍTICOS DA CULTURA
O Centro de Estudos de Etnologia Portuguesa e o CRIA também promovem um curso de verão, que terá
lugar entre os dias 1 e 5 de Setembro de 2008. Mais informação aqui.
16TH WORLD CONGRESS OF THE IUAES (KUNMING, CHINA)
A organização do 16º Congresso Mundial da International Union of Anthropological and Ethnological
Sciences, a ter lugar entre os dias 15 e 23 de Julho de 2008, em Kunming, na China, anunciou o adiamento
do evento para 2009. Mais informação no site do congresso.
PORTUGUESE JOURNAL OF SOCIAL SCIENCE
A revista Portuguese Journal of Social Science (PJSS) aceita contribuições de várias áreas das
Ciências Sociais: Antropologia, Economia, História, Psicologia Social, Sociologia, Ciência Política,
Demografia, Geografia, entre outras. Mais informação aqui.
KULA ­ KURSOS, LIVRES, ANTROPOLOGIA
A iniciativa Kula ­ cursos livres em antropologia ­ continua a pedir propostas para a futuros cursos. Para
mais info ver aqui.
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MULTIMEDIA
AMERICAN ANTHROPOLOGICAL ASSOCIATION: DOING ANTHROPOLOGY
A Associação Americana de Antropologia patrocinou o lançamento de um pequeno vídeo educativo sobre
investigação e trabalho de campo etnográfico. Mais informação no site da AAA.
ROYAL ANTHROPOLOGICAL INSTITUTE: INSIDE ANTHROPOLOGY
Também o Royal Anthropological Institute tinha lançado, em 2007, a propósito do London Anthropology Day,
um pequeno documentário, intitulado "Inside Anthropology". O vídeo pode ser consultado no Youtube .
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OPORTUNIDADES
PÓS­GRADUAÇÃO ISCTE
O Departamento de Antropologia do ISCTE oferece, para o ano lectivo de 2008­2009, os seguintes
mestrados:
­ Globalização, migrações e multiculturalismo (ver aqui)
­ Imagem e comunicação (ver aqui)
­ Risco, Trauma e Sociedade (ver aqui)
­ Museologia: Conteúdos Expositivos (ver aqui)
O Departamento oferece também um novo programa de Doutoramento em Antropologia, com a duração de
3 anos. Recordamos que o período de inscrições se encontra aberto até Julho. Mais informação aqui.
ICS: PROGRAMA DE FORMAÇÃO AVANÇADA EM ANTROPOLOGIA SOCIAL E CULTURAL
O ICS divulgou o seu Programa de Formação Avançada em Antropologia Social e Cultural, no âmbito do
qual desenvolverá o III Mestrado em Antropologia Social e Cultural (2008­2010) e o I Doutoramento
em Antropologia (2008­2012).
Mais informação sobre prazos de candidatura, condições de acesso, plano de estudos, etc., pode ser
encontrada no site do Programa.
PÓS­GRADUAÇÃO FCSH­UNL
O Departamento de Antropologia da FCSH­UNL organiza, para 2008­2009, os seguintes cursos de
mestrado:
­ Mestrado em Antropologia ­ Culturas em Cena e Turismo (info aqui).
­ Mestrado em Antropologia ­ Natureza e Conservação (info aqui).
­ Mestrado em Migrações, Inter­Etnicidades e Transnacionalismo (info aqui).
MESTRADOS ISCSP
O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa também abriu a fase
de candidaturas para o seu programa de mestrado em Antropologia. Mais informação no site do ISCSP.
UNIVERSIDADE DE COIMBRA
O Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra anunciou a realização do curso de Mestrado
em Antropologia Social e Cultural. Mais info aqui.
UNIVERSIDADE DE ÉVORA
O Departamento de Sociologia da Universidade de Évora divulgou o curso de II Ciclo em Antropologia para
o ano lectivo de 2008­2009. Poderá encontrar toda a informação (incluíndo Plano de Estudos) aqui.
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plano de estudosgrupo de investigadores
ACONTECERÁ
ENCONTRO SOBRE "COMBATES DE ANIMAIS"
Vai decorrer, de 23 a 26 de Outubro de 2008, em Montalegre, um encontro sobre "OS COMBATES DE
ANIMAIS: HISTÓRIA E ETNOGRAFIA DE UMA "TRADIÇÃO", ANTROPOLOGIA DA CONSTITUIÇÃO DO
"INTOLERÁVEL". A Organização é do CRIA e do IDEMEC (Aix­en­Provence). Para mais informações:
Jean­Yves Durand, Universidade do Minho, jydurand@yahoo.com
VIDEO­WORKSHOP EM ANTROPOLOGIA VISUAL, ITÁLIA
O ISTITUTO SUPERIORE ETNOGRAFICO DELLA SARDEGNA NUORO, SARDEGNA (ITALY)em
colaboração com David r Judith MacDougall do Centre for Cross­Cultural Research, Australian National
University, oferecerá um "vídeo­workshop" de 7 dias em Antropologia Visual. O Workshop decorrerá entre
6 e 12 de Setembro de 2008 no Istituto Superiore Etnografico della Sardegna in Nuoro. Mais informação
aqui.
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PUBLICAÇÕES
ON MARGINS OF RELIGION
Frances Pine (Max Planck Institute) e João Pina Cabral (ICS­UL), editores, 2008, On the Margins of
Religion . Oxford: Berghahn Books.
Com contribuições de João Vasconcelos e Ramon Sarró, entre outros.
ETNOGRÁFICA 12 (1), JUNHO DE 2007
Editada pelo CEAS/CRIA. Número especial sobre Outros nomes, histórias cruzadas: os nomes de pessoa
em português (coordenado por João Pina Cabral).
ARQUIVOS DA MEMÓRIA Nº 3 (NOVA SÉRIE)
Editada pelo CEEP ­ Centro de Estudos de Etnologia Portuguesa. Número temático sobre Mundos urbanos
e contemporaneidade. Artigos disponíveis no site do CEEP.
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ACONTECEU
Para informação sobre eventos passados na área da antropologia em Portugal e para consultar números
anteriores deste e­boletim, consulte a nossa página web, secção de notícias.
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e-Boletim APA 05 - Associação Portuguesa de Antropologia