FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS
FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
PATOS-PB
2011/2015
ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR
ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR
Diretor-Presidente:
João Leuson Palmeira Gomes Alves
Diretor Financeiro:
José Alberto Alves Monteiro
Diretor Administrativo:
Francisco Lopes de Lacerda
Coordenação Acadêmica:
Alana Candeia de Mélo
Elzenir Pereira de Oliveira Almeida
Luzia Mendonça Torres
Secretária Geral:
Sylvania Palmeira Gomes Alves
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
ADMINISTRAÇÃO BÁSICA
Coordenadora do Curso de Ciências Econômicas
Roberta Trindade Martins Lira
Coordenador do Curso em Sistemas de Informação
Pablo Suárez Ribeiro
Coordenador do Curso de Direito
André de Sousa Alves
Coordenador do Curso de Educação Física
Severino Leão de Albuquerque Neto
Coordenadora do curso Licenciatura Plena em Pedagogia
Edilene Araújo dos Santos
Coordenadora dos Cursos de Licenciatura Plena em Geografia, História e Letras
Maria do Socorro de Lucena Silva
Coordenador do Curso de Bacharelado em Enfermagem
Carlos Bezerra de Lima
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Fisioterapia
Rayne Borges Torres
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Odontologia
Fátima RoneivaAlves Fonseca
Coordenador do Curso de Bacharelado em Comunicação Social
Flaubert Cirilo Jerônimo de Paiva
Coordenador do Curso de Bacharelado em Biomedicina
Marcos Cezar Feitosa de Paula Machado
Coordenador do Curso de Bacharelado em Psicologia
Suenny Fonseca de Oliveira
Coordenador do Curso de Bacharelado em Nutrição
Christine Leite Cavalcanti
COORDENADORES DOS ÓRGÃOS DE APOIO TÉCNICO E
ADMINISTRATIVO
Coordenador da Comissão Própria de Avaliação (CPA)
Artur Correia da Silva Neto
Coordenador de Pesquisa e Extensão
Flávio Franklin Ferreira de Almeida
Coordenador dos Laboratórios da Área de Saúde
Evaldo Ferreira da Silva
Coordenadora de Estágio do Curso de Bacharelado em Enfermagem
Érica Surama Ribeiro César Alves
Coordenadora do Núcleo de Apoio Didático Pedagógico (NADIP)
Coordenadora de Programa de Aperfeiçoamento e Complementação de Estudos
Pedagógicos (PACEP)
Sara Maria de Lacerda Nóbrega
Coordenadora de Monitoria
Roberta Micheline de Queiroz Magalhães
Coordenador do Comitê de Ética e Pesquisa
Flaubert Cirilo Jerônimo de Paiva
APRESENTAÇÃO
Apresentamos à comunidade acadêmica das Faculdades Integradas de Patos – FIP - e à
comunidade em geral, o Plano de Desenvolvimento Institucional, para o período 20112015. O PDI foi elaborado a partir das diversas contribuições de atores que participam da
construção da instituição e observam as transformações nos modos de produção e organização
da sociedade. Nele estão contidas as definições de missão, diretrizes e proposições para o
período , evidenciando os princípios, desafios, objetivos e metas globais a serem alcançados,
definidos com base na análise situacional realizada e na visão dos diversos cenários possíveis,
concentrando seu pensamento estratégico nos problemas, e não nos setores, e em políticas
claramente direcionadas para a vida acadêmica em toda a sua amplitude.
Com essa perspectiva as Faculdades Integradas de Patos esperam que todos os seus
setores sejam capazes de desenvolver seu projeto institucional através de um processo de
planejamento contínuo e participativo, culturalmente incorporado ao seu cotidiano, de
maneira que possa articular e desenvolver o máximo de sua qualificação técnica, formar com
o máximo de qualificação social, reafirmando, assim, os seus valores no desenvolvimento da
sua missão de instituição de ensino superior, na produção, difusão e avanço das fronteiras do
conhecimento universal, mas, ao mesmo tempo, comprometendo-se com o avanço e
transformações da realidade local da coletividade.
Este Plano de Desenvolvimento Institucional se pauta e se fundamenta na gestão
democrática, na defesa do ensino de qualidade na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão interligados com seu compromisso social, no desenvolvimento sustentável, na
igualdade de condições de acesso e permanência do discente na Instituição.
O Plano de Desenvolvimento Institucional busca traçar os caminhos a serem seguidos
pela Instituição nos próximos cinco anos dentro dos princípios estratégicos levantados,
aproveitando suas potencialidades e oportunidades de ambiente acadêmico, tecnológico e
cientifico. O PDI das FIP está estruturado em objetivos, estratégias e ações a serem
distribuídas em áreas pertinentes a sua competência como o ensino de graduação, a infraestrutura física e logística, a inserção da Faculdade em sua área de atuação, a gestão
institucional, incluindo a estrutura organizacional, além de abordar o histórico e o perfil
institucional.
I. PERFIL INSTITUCIONAL
1. HISTÓRICO DA MANTENEDORA - FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS
1.1 APRESENTAÇÃO
A Fundação Francisco Mascarenhas é uma entidade jurídica, com finalidade
educacional, com sede e foro na cidade de Patos, Estado da Paraíba. É dotada de autonomia
administrativa e econômico–financeira, organizada como Instituição Educacional, exercida na
forma da legislação em vigor. Foi instituída no dia 10 de maio de 1964 e declarada de
utilidade pública pelo Decreto Estadual nº 3.722, de 15 de outubro de 1973, publicado no
Diário Oficial em 18.10.1973 e pela Lei Municipal 780, de 04 de maio de 1966. Com
personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, tem seu primeiro Estatuto
registrado no Registro Civil de Pessoas Jurídicas no Cartório Dinamérico Wanderley, no
Livro 1-A, na cidade de Patos-PB, sob número 64, de novembro de 1969. Em 1º de maio de
1991, foi alterado o Estatuto, tendo sido registrado no Cartório do 3º Ofício e publicado no
Diário Oficial, em 27.01.1995
A Fundação Francisco Mascarenhas é uma Instituição de Ensino Superior,
mantenedora das Faculdades Integradas de Patos, que por sua vez, mantém quinze cursos de
graduação e um programa de pós-graduação lato sensu.
.
1.2 LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
A Fundação Francisco Mascarenhas localiza-se no município de Patos, no Estado da
Paraíba, inserida na Microrregião de Patos. Tem uma posição privilegiada do ponto de vista
geográfico, polarizando mais de 30 municípios, não somente do Estado da Paraíba, como
também do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.
É uma Instituição que, do ponto de vista geográfico, encontra-se bem situada no
interior do Estado da Paraíba, exercendo uma grande influência não só em nível estadual, mas
também, em nível de Região Nordeste, a exemplo do interior dos Estados de Pernambuco,
Ceará e Rio Grande do Norte, Maranhão entre outras. Apresenta uma excelente estrutura
física, funcionando os seus Cursos, em prédios próprios, localizados no bairro do Belo
Horizonte (Unidade I) e no centro da Cidade de Patos-PB (Unidade II).
Hoje, em razão do processo de evolução, a FFM, por meio de uma proposta acadêmica
moderna, vem expandindo suas atividades, visando à preparação de recursos humanos
altamente qualificados demandados pela política de desenvolvimento nacional. Por isso, vem
sendo reconhecida como um importante centro de produção de conhecimento e de sua difusão
a um número maior de pessoas, por meio das atividades de ensino, pesquisa, extensão e pósgraduação.
1.3 MISSÃO DA MANTENEDORA
A Fundação Francisco Mascarenhas é uma Instituição educacional que tem como
missão criar e manter Instituições de Ensino, especialmente de nível superior, apoiar o
desenvolvimento de programas de pesquisa e extensão que venham contribuir para o
desenvolvimento sócio-cultural e econômico da região onde está inserida.
1.4 EXPERIÊNCIA NA ÁREA EDUCACIONAL
A Fundação Francisco Mascarenhas foi fundada no dia 1º de Maio de 1964 com o
objetivo constituído de promover o ensino universitário na cidade de Patos, Estado da Paraíba
e regiões circunvizinhas.
Os Cursos mantidos pela Fundação Francisco Mascarenhas são: Bacharelado em
Enfermagem, Bacharelado em Biomedicina, Bacharelado em Fisioterapia, Bacharelado em
Odontologia, Bacharelado em Psicologia, Bacharelado em Nutrição, Bacharelado em
Educação Física, Bacharelado em Jornalismo, Bacharelado em Sistemas de Informação,
Bacharelado em Ciências Econômicas, Bacharelado em Direito, e Licenciaturas Plena em
Letras, História, Geografia e Pedagogia.
1.5 APRESENTAÇÃO DAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS
As Faculdades Integradas de Patos-FIP, com sede e foro na cidade de Patos-Paraíba,
foi credenciada segundo Portaria nº. 3676, de 19 de Dezembro de 2002, publicada na seção 1
do DOU sob nº 247, de 23 de Dezembro de 2002. Representa uma Instituição de Ensino
Superior, mantida pela Fundação Francisco Mascarenhas, Pessoa Jurídica de direito privado,
com fins lucrativos, Fundação Francisco Mascarenhas, registrada no Cartório do 2º. Ofício de
Notas na Cidade de Patos-Paraíba sob Nº de Registro 15.221, protocolado no "Livro A 15",
com sede e foro também na cidade de Patos-Paraíba, à Rua Floriano Peixoto, 223, Centro. Os
cursos mantidos pelas FIP podem ser observados na Tabela 1 com seus respectivos atos de
reconhecimento/autorização.
Tabela 1. Cursos de graduação mantidos pela FFM e respectivos atos de reconhecimento
Curso/Habilitação
Autorização /Reconhecimento
Nº de vagas/semestre
autorizadas por turno
Vagas
Turno
Nº de
alunos
por
turma
1. Geografia
(Licenciatura)
Reconhecido/Decreto 81.094 DOU de
21/12/77
50
N
50
2. História
(Licenciatura)
Reconhecido /Decreto 81.094 DOU de
21/12/77
60
N
50
3. Ciências
(Bacharelado)
Econômicas Reconhecido/Decreto 81.176 DOU de
03/01/78
75
N
50
4. Letras
(Licenciatura)
Reconhecido /Decreto 83.857 DOU
de 15/08/79
50
N
50
5. Pedagogia
Reconhecido /Portaria 2.186 DOU de
28/11/97
75
N
50
60
N
50
50
N
50
75
MeV
50
6. Sistemas de Informação- Reconhecido/Portaria 4552, de 28 de
Informática
dezembro de 2005
DOU Nº 250
(Bacharelado)
29/12/2005
7. Comunicação Social
- Jornalismo
(Bacharelado)
8. Enfermagem
(Bacharelado)
Reconhecido/Portaria 677, de 27 de
setembro de 2006
DOU Nº 187
28/09/2006
Reconhecido/Portaria 677, de 27 de
setembro de 2006
DOU Nº 187
28/09/2006
9. Direito
(Bacharelado)
Autorizado / Portaria
4.414, DOU de 30/12/2004
50
N
50
10. Biomedicina
(Bacharelado)
Reconhecido/Portaria 66, de 11 de
janeiro de 2011
DOU Nº 09
13/01/2011
100
MeN
50
11. Fisioterapia
(Bacharelado)
Reconhecido/Portaria 1910, de 18 de
novembro de 2010
DOU Nº 221
19/11/2010
100
MeV
50
12. Odontologia
(Bacharelado)
Autorizado / Portaria 106 de
08/02/2008 publicado no DOU de
11/02/2008
120
MeN
60
13. Educação Física
(Bacharelado)
Autorizado / Portaria 174 de
10/02/2009 publicado no DOU de
10/02/2009
100
MeN
50
14. Psicologia
( Bacharelado)
Autorizado / Portaria 333 de
03/02/2011 publicado no DOU de
04/02/2011
60
MeN
30
15. Nutrição
( Bacharelado)
Autorizado / Portaria 276 de
20/07/2011 publicado no DOU de
21/07/2011
120
MeN
30
Atualmente as FIP promovem cursos de pós-graduação lato sensu com o objetivo de
melhor qualificar seus egressos, bem como os profissionais que atuam na área por onde ela
tem influencia. Ainda, na busca de um melhor aprimoramento profissional mantém um
Laboratório Escola de Análises Clínicas, de responsabilidade do Curso de Biomedicina
(BIOLAB); uma Clínica Escola de Fisioterapia, de responsabilidade do Curso de Fisioterapia;
uma Clínica Escola de Odontologia, de responsabilidade do Curso de Odontologia; e uma
Clínica Escola de Enfermagem, que trabalha conjuntamente ao Curso de Enfermagem com a
possibilidade de atuação na perspectiva interdisciplinar. Estes serviços destinados, por um
lado, ao ensino e ao aperfeiçoamento técnico dos estudantes, e, por outro lado, direcionado à
prestação e promoção da saúde, além de prevenção de doenças na comunidade assistida,
integram o aluno aos problemas sociais e sanitários da localidade em que atua ao mesmo
tempo em que promove sua qualificação em situações de uma vivência real de
atendimento.Mantém também o Núcleo de Prática Jurídica (PRAJUR) que, além de atender as
atividades acadêmicas, presta serviços jurídicos à comunidade, especialmente aquelas menos
favorecidas.
As Faculdades Integradas de Patos mantém convênios com Secretarias Municipais de
Saúde e Prefeituras Municipais de mais de 40 cidades circunvizinhas nos estados da Paraíba,
Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará para realização de estágios supervisionados
curriculares e extracurriculares. Deste modo, os convênios firmados têm como objetivo
implantar um Programa de Ensino Integrado entre Faculdade-Instituição, através de Estágios
Interiorizados, visando o aperfeiçoamento e a especialização com formação prática dos
estágios dos cursos de saúde das Faculdades Integradas de Patos (FIP).
As FIP têm ainda convênios com hospitais, maternidades, clínicas médicas,
Organizações Não Governamentais (ONG), além de empresas e outras entidades públicas,
particulares e filantrópicas, na cidade de Patos, Paraíba, para a realização de estágios
curriculares. Estes convênios visam o aperfeiçoamento técnico e a capacitação prática dos
estagiários dos cursos das FIP, de acordo com o currículo mínimo dos respectivos cursos
determinado pelo Ministério da Educação, bem como proporcionar uma integração entre os
acadêmicos e a comunidade atendida, objetivando sempre a melhoria da assistência à
população.
O ensino nas FIP representa uma função humana e sócio-cultural ampla,
fundamentada no indivíduo, na sociedade e na cultura. A responsabilidade da Fundação
Francisco Mascarenhas está intimamente ligada aos instrumentos de preparação dos
profissionais para o mercado e soluções dos problemas imediatos das populações carentes da
região. Através dos seus cursos de graduação e de pós-graduação (Lato sensu), as FIP busca
espaços privilegiados na produção, conservação, ampliação e transmissão do saber
enfatizando a necessidade de uma formação continuada e ininterrupta ao longo da vida
profissional de seus educandos no intuito de se adequarem às transformações e exigências do
mundo globalizado, bem como para o desenvolvimento de habilidades gerais e específicas
para o enfrentamento das realidades, expectativas e soluções de problemas encontrados no
cotidiano de sua prática profissional.
Nesse direcionamento, as FIP continuará a trilhar o caminho do ensino, da pesquisa e
da extensão para melhor desenvolver suas funções e obrigações no campo da educação com a
meta de colocar no mercado de trabalho, profissionais com formação básica consistente, com
capacidade adaptativa de relacionar o aprendizado recebido na instituição à prática
profissional e de estabelecer relações interpessoais satisfatórias no âmbito laboral, que
buscam atuar com criatividade, competência, responsabilidade e ética na sua área de
formação.
IDENTIFICAÇÃO DA MANTENDEDORA
Fundação Francisco Mascarenhas
Presidente: João Leuson Palmeira Gomes Alves
Endereço: Rua Floriano Peixoto, 223 - Centro
Patos – Paraíba
CEP 58.700 -300
Fone/Fax: (83) 421.2742
E-mail: ffmascarenhas@uol.com.br
Home – page: www.ffm.com.br
Entidade mantida: FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS – FIP
2. HISTÓRICO DA MANTIDA - FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS
As Faculdades Integradas de Patos - FIP, com sede em Patos, Estado da Paraíba, é um
estabelecimento particular de ensino superior, mantido pela Fundação Francisco Mascarenhas,
pessoa jurídica de direito privado, com fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Patos,
Estado da Paraíba, mantendo 15 (quinze) Cursos Superiores: Bacharelado em Enfermagem,
Bacharelado em Biomedicina, Bacharelado em Fisioterapia, Bacharelado em Odontologia,
Bacharelado em Psicologia, Bacharelado em Nutrição, Bacharelado em Educação Física,
Bacharelado em Jornalismo, Bacharelado em Sistemas de Informação, Bacharelado em
Ciências Econômicas, Bacharelado em Direito, e Licenciaturas Plena em Letras, História,
Geografia e Pedagogia.
Esta Instituição de Ensino Superior localiza-se na porção Central do Estado da
Paraíba, com uma área de 508,7 Km2, correspondendo a apenas 0,79% do território do Estado.
Sua sede localiza-se na porção central do Estado, com vetores viários interligando toda a
Paraíba e acesso aos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará. O município está
inserido na Mesorregião do Sertão Paraibano, em terras da Bacia do Rio Espinharas,
correspondente a Depressão do Alto Piranhas.
A sede do município fica a 245 metros altitude do nível do mar, distando cerca de 320
quilômetros da capital do Estado – João Pessoa. Tem sua posição geográfica determinada
pelos paralelos 7001’28” de Latitude Sul e 37016’48” Longitude Oeste. O seu território
estende-se pelas áreas aplainadas do Sertão Paraibano, conhecida como Depressão de Patos,
que faz parte do conjunto de depressões periféricas e interplanálticas semi-áridas que
circundam o Planalto da Borborema na Paraíba. Climaticamente, ela está incluída no domínio
semi-árido subequatorial e tropical que constitui o chamado Polígono das Secas.
Antes da criação das Faculdades Integradas de Patos, existiam 04 (quatro) Faculdades
e 06 (seis) cursos superiores: Faculdades de Ciências Econômicas (Ciências Econômicas),
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos (Licenciaturas Plena em Letras, História e
Geografia), Faculdade de Educação de Patos (Pedagogia) e Faculdade de Informática de Patos
(Bacharelado em Sistemas de Informação).
As Faculdades Integradas de Patos foi credenciada por meio da Portaria nº 3.676, de
25 de dezembro de 2002, integrando as 04 (quatro) Faculdades citadas. Em 26 de setembro de
2005, através da Portaria Nº 3.335/2005 foram integradas às Faculdades Integradas de Patos,
os Cursos de Jornalismo e de Enfermagem. Por meio da Portaria nº 920, de 7 de novembro de
2007 ocorreu a incorporação da Faculdade de Direito de Patos (2305), credenciada por meio
da Portaria Ministerial nº 4.414 de 30/12/2004, com sede à Rua Horácio Nóbrega, s/n - Patos,
Paraíba, às Faculdades Integradas de Patos, assumindo responsabilidade integral pelo curso de
Direito. No ano de 2006, foram autorizados os funcionamentos de mais dois Cursos:
Biomedicina e Fisioterapia. Em 2008 o curso de Odontologia foi autorizado, em 2009 o curso
de Educação Física e no ano (2011) foram os Cursos de Psicologia e Nutrição.
A Mantenedora solicitou a integração dos seus diversos cursos, para que se cumpram
os seguintes objetivos:

Consolidar a integração dos seus Cursos Superiores com a sociedade, tendo como
resultados a ampliação e diversificação de serviços, a realização de cursos de
extensão e especialização e a materialização de projetos de pesquisas
interdisciplinares.

Implantação de uma nova estrutura organizacional, que possibilite a participação
de docentes, discentes e representantes da comunidade nos órgãos colegiados.

Viabilizar a implementação de um novo modelo didático-pedagógico, voltado para
a realidade local e regional.

Fortalecer o ensino superior, através da melhoria da qualidade do ensino, da
pesquisa e da extensão.
3. INSERÇÃO REGIONAL COM ÊNFASE NA RESPONSABILIDADE SOCIAL EM
RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES PROPOSTAS E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
As Faculdades Integradas de Patos baseia suas ações no compromisso que as
instituições devem ter com a sociedade. Visando cumprir com o Programa de
Responsabilidade Social, trabalha as bases da ação responsável com relação aos diversos
públicos interessados e procura direcionar suas ações educativas no sentido de proporcionar
uma educação crítica e construtiva, dentro dos princípios éticos, fundamentais ao convívio
social e profissional.
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Nº 9394/96), a função
primordial da educação é o preparo para o exercício da cidadania. Nesse sentido, entende-se
que o exercício da cidadania não se traduz apenas pela defesa de interesses próprios e
particulares, mas pela necessidade de agir sobre uma determinada realidade, intervindo e
promovendo mudanças significativas.
Sua condição, enquanto Instituição de Ensino Superior localizada no sertão da Paraíba
possibilita ocupar lugar de extrema relevância pela possibilidade que lhe é inerente de influir
positivamente em todos os níveis de relacionamento humano: local e regional. No âmbito de
sua atuação, tem oferecido ensino de qualidade na direção do desenvolvimento
social,
interagindo positivamente nos setores da ciência, da economia e da cultura, fortalecendo o
saber universitário como prática do cotidiano que visa, prioritariamente, promover o
desenvolvimento social e regional.
Atuando no Estado da Paraíba há mais de 40 anos, já adquiriu penetração e conceito
na sociedade local e regional, tendo em vista os serviços prestados à educação brasileira,
através do oferecimento de uma educação de qualidade. Para tanto, tem procurado investir
continuamente para fortalecer, cada vez mais o seu staff como uma IES pioneira no ensino
superior no interior do Estado. Dentre os muitos investimentos feitos pela Instituição,
destacam-se os seguintes: buscou para compor seu quadro, profissionais de reconhecida
competência, treinou pessoal interno, realizou eventos variados com participação de toda a
comunidade acadêmica, construiu, em conjunto com o corpo docente, o seu Plano de
Desenvolvimento Institucional, construiu novas instalações, ampliou o acervo bibliográfico e
criou salas de informática. Rediscutiu os projetos pedagógicos e os adequou às Diretrizes
Curriculares Nacionais propostas pelo MEC, ampliou o seu quadro docente e técnicoadministrativo, implementou o sistema de reuniões sistemáticas do corpo docente e técnicoadministrativo, iniciou o processo de avaliação institucional, rediscutiu o seu Regimento
Interno, compôs os seus conselhos internos, realizou projetos de extensão comunitária e
desenvolveu projetos de pós-graduação lato sensu.
Embasa seus pressupostos pedagógicos na idéia de que só pela educação, no seu
sentido mais amplo, é que se viabilizará a formação de um cidadão na verdadeira acepção da
palavra e não tão somente um profissional preparado para o mercado de trabalho.
Uma ciência sem preocupação social tende a ser vazia, como vazia pode tornar-se uma
administração acadêmica distanciada da sua realidade social. Uma das metas a atingir é
oferecer à população uma educação de qualidade. O reforço de sustentação dessa proposta se
dará na busca e manutenção da trilogia ensino – pesquisa – extensão, proposto pelo Governo
Federal para o Ensino Superior Brasileiro, e na eleição de vários pontos como indicadores de
referência para indicar nossas Diretrizes Pedagógicas, destacando-se entre eles o
compromisso social, que visa, prioritariamente, contribuir para a redução das desigualdades
sociais, regionais e promover ações afirmativas que viabilizem a igualdade de condições com
vistas à inclusão social.
As diretrizes pedagógicas de todos os cursos por ela mantidos são pautadas nos
seguintes pontos:
1. Minimização da especialização excessiva, em nível de graduação, evitando-se a
fragmentação do conhecimento;
2. Inclusão de temas que propiciem a reflexão sobre o caráter ético e humanístico do
profissional, enfatizando o empreendedorismo, prioritariamente nas áreas em que
vai atuar;
3. Inclusão de atividades complementares dos cursos a serem oferecidas sobre a
forma de painéis e eventos possibilitando o desenvolvimento de ações
interdisciplinares e abordagem de temas emergentes nas áreas de conhecimento;
4. Adequação às especificidades regionais;
5. Efetivação de estágios curriculares seqüenciados ao longo dos cursos sobre
supervisão docente de forma a atender a relação teoria X prática;
6. Institucionalizar programas de extensão e de pesquisa estimulando as relações com
a comunidade de seu entorno e a realização e divulgação da produção científica
docente e discente;
7. Implementação de atividade de ensino, iniciação científica e programas de
extensão que contribuam para agregar conhecimentos, habilidades e gerar
mudanças de atitudes no educando, estimulando-os para tomada ágil e competente
de decisões, desenvolvimento da criatividade pessoal e estímulo ao autodesenvolvimento.
4. MISSÃO INSTITUCIONAL
As Faculdades Integradas de Patos - FIP têm por missão, educar, produzir e
disseminar o saber, contribuindo para formação profissional, pessoal e social necessária ao
mundo do trabalho, comprometendo-se com a construção de uma sociedade pluricultural,
ética e justa.
Dentro da nova organização da economia mundial, ampla adoção dos conceitos de
globalização, flexibilidade, qualidade total e competitividade são conseqüências das novas
formas de sociabilidade capitalista. Nas perspectivas adotadas na contemporaneidade, o
ensino superior deve ser estruturado e avaliado dentro dos parâmetros da produtividade e
eficiência empresarial. Entretanto, numa instituição que assume um compromisso social, essas
considerações devem ser balizadas.
A missão institucional, dentro do processo formal de educação, ultrapassa em muito as
ações exteriorizadas numa sala de aula. Múltiplas relações estão presentes, justificando-a,
fundamentando-a, orientando-a ou objetivando-a. Nesse sentido, ela deve ser analisada e
entendida na sua estreita vinculação com o objetivo de desenvolvimento integral do aluno,
enquanto indivíduo e sujeito social, e em relação às dimensões das diferentes áreas do
conhecimento.
5. PRINCIPIOS
As FIP têm por princípios:
1. a promoção da educação integral do homem, baseada em um ensino de alto
padrão;
2. a integração societária que as tornem articuladas internamente e as façam
partícipes da comunidade na qual se integra;
3. o desenvolvimento organizacional planejado;
4. a promoção e o aprimoramento da cultura e, em especial, da nordestina.
6. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E QUANTIFICAÇÃO DAS METAS COM
CRONOGRAMA
Para cumprir a sua missão, a FIP estabeleceu os seguintes objetivos para o período
de vigência do PDI (2011/2015):
1. Consolidar o papel da Faculdades Integradas de Patos no desenvolvimento social e
econômico local e regional.
2. Qualificar o ensino, pesquisa e extensão, ampliando sua inserção na sociedade.
3. Estimular a realização de eventos acadêmicos, culturais e artísticos.
4. Ampliar e consolidar a articulação do ensino de graduação e pós-graduação.
5. Fortalecer e ampliar a articulação das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
6. Fortalecer a atuação dos órgãos colegiados das Faculdades Integradas de Patos.
7. Promover revisão e atualização dos instrumentos normativos das Faculdade
Integradas de Patos.
8. Promover a extensão como eixo integrante das Faculdades Integradas de Patos
com os segmentos da sociedade local e regional.
9. Estimular a integração dos docentes e técnicos administrativos nos órgãos
colegiados das Faculdades Integradas de Patos.
10. Melhorar os ambientes educacionais e administrativos das Faculdades Integradas
de Patos.
11. Implementar os meios de comunicação interna e externa.
12. Implantar ações que possibilitem cursos que apresentam procura inferior nos
últimos anos.
13. Consolidar o PPC dos Cursos de Graduação das Faculdades Integradas de Patos.
14. Pomover a interdisciplinaridade nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
A Tabela 2 apresenta a quantificação das metas estabelecidas para a FIP com o
cronograma de sua realização de vigência do PDI (2011-2015):
Tabela 2. Metas da FIP para o período 2011-2015.
I GESTÃO
1.1 Consolidação da CPA
1.2 Desenvolvimento de Projetos culturais, artísticos e
esportivos
1.3 Realização de Programa de acompanhamento de
apoio ao egresso
2011
100%
2012
100%
2013
100%
2014
100%
2015
100%
RESPONSÁVEL
Direção Geral
02
02
02
02
02
CPA
-
01
-
-
-
1.4 Realização de um projeto de ação social
01
01
01
01
01
1.5 Otimização do sistema de informações acadêmicas
1.6 Atualização dos instrumentos normativos das
Faculdades Integradas de Patos.
1.7 Inserção de representante dos técnicosadministrativos nos órgãos Colegiados das Faculdades
Integradas de Patos.
1.8 Ampliação do acervo bibliográfico
1.9 Implantação de um sistema de auto-avaliação nos
cursos de graduação e pós-graduação.
1.10 Porporcionar uma qualificação dos servidores
técnico-administrativos
01
01
01
01
01
Coord. Acadêmica/
Coord. Cursos
Coord. Acadêmica/
Coord. Cursos e Professores
Direção Geral
100%
-
-
-
-
Conselho de Curso
01
-
-
-
-
Conselho de Curso
20%
20%
20%
20%
20%
Direção Geral
01
01
01
01
01
DireçãoGeral/CPA
01
01
01
01
01
Coord. Acadêmica/
NADIP
II ENSINO
2.1 Implantação de novos cursos de graduação.
2.2 Aumento do número de vagas anuais para o Curso
de Direito.
2.3 Implantação de cursos tecnólogos
2.4 Implantação do Curso de licenciatura Plena em
Educação Física.
2.5 Implementação de um programa de apoio a os
cursos com baixa demanda.
2011
2012
2013
2014
2015
02
02
02
02
02
100%
-
-
-
-
01
02
02
02
02
-
-
-
01
-
-
-
01
01
01
01
CPA
100%
100%
100%
100%
Coord. de Curso
10%
10%
10%
10%
Coord. Acadêmica/
Coord. de Cursos
100%
100%
100%
100%
Conselho de Curso
100%
100%
100%
100%
Coord. Acadêmica/
Coord. de Pós-Graduação
01
01
2.6 Realização da Avaliação dos Programas
01
Institucionais.
2.7 Atualização dos PPC dos Cursos das Faculdades
100%
Integradas de Patos.
2.8 Aumento do número de professores doutores e
10%
mestres em cada curso.
2.9 Consolidação dos Órgãos Colegiados dos Cursos
100%
de Graduação.
2.10 Articular o Ensino de Graduação a Pós-Graduação
100%
Lato Sensu.
2.11. Oferecer um treinamento e qualificação para
docentes dirigentes de órgãos acadêmico e 01
administrativos
01
01
01
01
RESPONSÁVEL
Direção Geral/
Coord. Acadêmica
Direção Geral/
Coord. Acadêmica
Direção Geral/
Coord. Acadêmica
Direção Geral/
Coord. Acadêmica
Direção Geral/
Coord. Acadêmica/
Cursos
Coord. Acadêmica/
NADIP
III PESQUISA E EXTENSÃO
3.1 Consolidar as linhas de Pesquisa propostas na
Instituição.
3.2 Valorização e divulgação dos Projetos de Pesquisa
da COOPEX.
3.3 Implementar e fortalecer programas de extensão
considerados, pela comunidade acadêmica, como
prioritários e de relevância para o processo de
aprendizagem do educando.
3.4 Implantar, anualmente, pelo menos, um curso de
extensão, por curso de graduação;
3.5 Incentivar a produção científica dos professores e
a publicação de pelo menos um trabalho anual em
revistas indexadas, nacionais e internacionais;
3.6 Providenciar a publicação, de uma revista
científica como meio de vincular a produção
intelectual de professores e alunos.
3.7 Articulação junto a instituições que oferecem
Cursos MINTER e DINTER.
3.8 Promoção de um evento anual para a comunidade
externa.
3.9 Realização de projetos de inclusão social, de
ações educativas coerentes com as necessidades
locais.
2011
2012
2013
2014
2015
RESPONSÁVEL
100%
100%
100%
100%
100%
COOPEX/Conselho de Curso
100%
100%
100%
100%
100%
COOPEX
100%
100%
100%
100%
100%
COOPEX
01
01
01
01
01
COOPEX
01
01
01
01
01
COOPEX
01
01
01
01
01
Direção Geral/Coord.
Acadêmica/Coord. de
Curso
01
01
-
01
-
Coord. Acadêmica
01
01
01
01
01
COOPEX
01
01
01
01
01
COOPEX/ Coord. de
Curso
7 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
7.1 AUTONOMIA DA IES EM RELAÇÃO À MANTENEDORA
A organização administrativa das Faculdades integradas de Patos (FIP), com sede na
cidade de Patos , Estado da
Organizacional
Paraíba, esta explicitada no TÍTULO II - Da
Estrutura
e Administrativa de seu Regimento Interno. A estrutura atual da FIP
compreende: Órgãos da Administração Superior (Congregação, Conselho de Curso, Diretoria
Geral, Diretoria Geral Adjunta, Diretoria Administrativa, Colegiado do Curso, Coordenações
de Cursos de Graduação, Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Coordenação
Acadêmica, Comissão Própria de Avaliação; Órgãos de Serviços técnico-Administrativos
(Secretaria Geral, Secretaria Adjunta, Secretaria Administrativa e de Serviços Gerais,
Tesouraria, Sistema de Bibliotecas. A composição, as atribuições e competências e as
instancias de decisão de cada uma dessas unidades estão definidas no Regimento Interno.
A IES rege-se:
I.
II.
pela legislação do ensino;
pelas normas da Mantenedora, no que couber;
III.
pelo Regimento Interno;
IV.
por atos normativos expedidos pelos órgãos internos de sua administração.
É da competência da Fundação Francisco Mascarenhas (Mantenedora) promover os
meios necessários para que as FIP possam funcionar. Ela coloca à disposição das FIP, os bens
móveis e imóveis do seu patrimônio e assegura-lhe os suficientes recursos financeiros. Esses
recursos são gerados pela própria IES. A Instituição tem como fonte financiadora, a receita
proveniente das mensalidades dos alunos, taxas e demais encargos educacionais fixados,
atendidas a legislação vigente.
7.2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COM AS INSTÂNCIAS DE DECISÃO DA
MANTENEDORA
Todo o detalhamento da estrutura organizacional está contido no regimento interno da
IES. Sua estrutura contempla:
Congregação
Conselho de Curso;
Diretoria Geral;
Diretoria Geral Adjunta;
Diretoria Administrativa;
Colegiado do Curso;
Coordenações de Curso de Graduação;
Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão;
Coordenação Acadêmica;
Comissão Própria de Avaliação.
CONGREGAÇÃO
Estrutura
A congregação funciona como Conselho Superior da Faculdade é um órgão máximo
deliberativo para traçar a política geral e funcionar como instância de apoio. É composto pelo
o Diretor Geral das
FIP, seu Presidente nato; o Diretor Adjunto; 01 representante da
Coordenação Acadêmica; os Coordenadores dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação lato
sensu; representantes do corpo docente, sendo um de cada curso da Instituição; cinco
representantes do corpo discente; dois representantes do corpo técnico-administrativo; e dois
representantes da comunidade civil.
CONSELHO DE CURSO
O Conselho de Curso, órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva, em matéria
didático-científica, destinado a orientar, coordenar e supervisionar o ensino, a pesquisa e a
extensão, é constituído: pelo Diretor Geral, seu presidente nato; pelo Diretor Adjunto; por um
representante da Coordenação Acadêmica; pelos Coordenadores de Cursos de Graduação e de
Pós-Graduação; por 1 (um) representante do corpo docente de cada área de conhecimento,
indicado na forma da legislação vigente, para mandato de 1 (um) ano;
e por 3 (três)
representante do corpo discente, indicado na forma da legislação vigente, para mandato de 1
(um) ano.
DIRETORIA
Estrutura
A Diretoria é órgão de natureza didático-pedagógica que coordena e supervisiona
todas as atividades da faculdade. Em suas ausências e impedimentos, o Diretor Geral será
substituído pelo Diretor Adjunto e, na ausência deste, sucessivamente, por um representante
da Mantenedora, designado pelo Diretor Geral.
DIRETORIA ADMINISTRATIVA
A Diretoria Administrativa é exercida por um Diretor Administrativo, nomeado pelo
Diretor Geral, dentre os membros dos funcionários Técnico-Administrativos de nível
superior, para um mandato de dois anos, podendo ser reconduzido ao cargo.
COLEGIADOS DE CURSO
Os Colegiados de Cursos, órgãos deliberativos e consultivos em matéria de natureza
didático-científica, administrativa e disciplinar, correspondem a cada curso de graduação
ministrado no âmbito das FIP. Cada Colegiado de Curso é constituído: pelo Coordenador do
curso respectivo, seu Presidente; por três representantes do corpo docente do curso,
escolhidos por eleição de seus pares; por três representantes do corpo discente dos cursos,
escolhidos por eleição de seus pares.
COORDENADORES DE CURSO
Estrutura
A coordenação de cursos é exercida pelo Coordenador de Curso nomeado pelo
Diretor.
COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO.
A Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão é órgão executivo que
promove e superintende as atividades e os serviços referentes à pós-graduação, à iniciação
científica, à pesquisa e à extensão.
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
A Coordenação Acadêmica é um órgão técnico-administrativo ligado diretamente à
Direção Geral da Instituição, apóia academicamente as Coordenações de Curso das FIP, bem
como coopera na articulação e integração dos diversos setores das Faculdades, desde que
designado pelo Diretor Geral.
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) é um comitê de representação acadêmica,
nomeada por meio de Portaria do Diretor Geral, para um mandato de três anos, admitida a
recondução, para uma gestão de igual período e que tem a seguinte composição:
Coordenador; 2 (dois) representantes do corpo docente, escolhido dentre os seus pares;
1
(um) representante de seu corpo técnico/administrativo, escolhido dentre os seus pares;
(dois) representantes de seu corpo discente, escolhido dentre os seus pares; 1 (um)
representante da sociedade civil organizada, indicado pela Congregação.
ÓRGÃOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS E DE APOIO DAS FIP
 Secretaria Geral;
 Secretaria Adjunta;
 Secretaria Administrativa e de Serviços Gerais;
 Tesouraria;
 Sistema de Bibliotecas.
SECRETARIA GERAL
As atividades da Secretaria Geral são executadas sob a direção e responsabilidade de
um Secretário Geral designado pelo Diretor. São atribuições do Secretário Geral: Prestar
apoio e assessoramento em assuntos de interesse imediato da Diretoria Geral; organizar os
serviços da Secretaria; redigir atas de reuniões; manter em dia a escrituração escolar; expedir
correspondências, declarações, certificados, transferências de alunos e outros documentos;
assinar, juntamente, com o Diretor Geral, documentos escolares para os quais haja exigência
de sua assinatura; responder pela autenticidade e regularidade dos registros escolares;
processar as transferências de alunos, bem como os trancamentos e cancelamentos de
matrícula; manter organizado e atualizado o arquivo escolar; cumprir e fazer cumprir a
legislação vigente e as determinações da Diretoria; organizar e manter atualizada a legislação
de interesse da Instituição, exercer outras atividades inerentes ao cargo que lhe sejam
atribuídas pelo Diretor Geral.
SECRETARIA ADMINISTRATIVA E DE SERVIÇOS GERAIS
Setor ligado diretamente à Direção Geral, ao qual compete planejar, apoiar e gerenciar
as atividades administrativas.
DIRETORIA FINANCEIRA
Setor responsável pelos serviços de finanças das FIP.
SISTEMA DE BIBLIOTECAS
As Bibliotecas das FIP, organizadas em sistema, constituem órgãos de suporte aos
planos e programas acadêmicos da Instituição, de estímulo ao ensino, à extensão e à pesquisa
bibliográfica, científica e tecnológica.
7.3 RELAÇÕES E PARCERIAS COM A COMUNIDADE, INSTITUIÇÕES E
EMPRESAS
As Faculdades Integradas de Patos não podem e nem devem ser um atuar de forma
desarticulada com as comunidades localizadas no seu entorno. As razões para isso são várias.
Vale destacar, entre elas, as seguintes:
a. a necessidade, sempre presente, de se conhecer e de atualizar com respeito às
mudanças sócio-culturais que acontecem na Região, no País e no Mundo.
b. A impossibilidade de realizar ensino, pesquisa e extensão de qualidade, sem
acompanhar as motivações, preferências e exigências expressas pelas comunidades
a quem se pretende servir;
c. A importância de empresas privadas e de órgãos públicos como entidades capazes
de dialogar com as Faculdades sobre o presente e futuro das profissões e das
especializações de destino dos discentes da Instituição;
d. A influência que tais empresas privadas e órgãos públicos podem exercer enquanto
instituições empregadoras;
e. O interesse das Faculdades Integradas de Patos em ser um órgão plenamente
inserido no aqui, agora e futuro de sua realidade.
Constituídos como mecanismos de integração e desenvolvimento das Faculdades, os
convênios representam o convívio social das Faculdades Integradas de Patos com instituições
congêneres e organismos nacionais e internacionais, permitindo o intercâmbio de
conhecimentos técnicos, científicos e culturais.
II. PLANO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL DAS FACULDADES INTEGRADAS
DE PATOS
2.1 PERFIL DO EGRESSO DA GRADUAÇÃO
O egresso que a FIP pretende oferecer a comunidade deverá :
Possuir uma sólida formação geral-profissional, pautada por princípios éticopolíticos e técnico-científicos, voltados para a complexidade das relações e das
demandas humanas e sociais;
Entender que a formação profissional é um processo contínuo de construção de
competências que demanda aperfeiçoamento e atualização permanente;
Compreender a profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade
globalizada, tendo por base a comunidade regional; atuação profissional
responsável, crítica, criativa, reflexiva, atualizada e respeitosa em relação às
questões sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de
problemas;
Ter disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para
a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional;
Adquirir a capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento
já disponível, de maneira crítica, pessoal e consistente, inserida nos contextos
locais, regionais e globais;
Ter a capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes
e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas
pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas.
Ter a capacidade de auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu
autoconhecimento e das suas relações interpessoais.
Adquirir
embasamento teórico-cientifíco
para que haja
maior
respaldo
teórico/acadêmico aos profissionais que utilizam e desejam implantar as técnicas
no ambiente de trabalho.
3. PERFIL DO EGRESSO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
Os profissionais egressos dos cursos de pós-graduação lato sensu estarão aptos a
coordenar e/ou atuar em grupos multidisciplinares bem como desenvolver habilidades e
competências adquiridas pelo estudo de temas sociais, comunicacionais, jurídicos, de saúde
pedagógicos e políticos. Estará, também, preparado para atuar com uma postura crítica e
reflexiva nos processos educacionais no âmbito escolar e não-escolar, nos ambientes de saúde
e nas demais áreas de atuação, dependendo da sua formação.
4. COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS
O aluno formado pela FIP terá as seguintes competências:
4.1 Na esfera do conhecimento:
Compreender as bases conceituais dos princípios humanísticos, éticos, políticos,
econômicos, sociais e bioéticos; das relações interpessoais; comunicação e
informação, auto-cuidado, princípios e métodos da ciência, tecnologia e processo
de trabalho;
Tratar criticamente as questões teóricas e as práticas profissionais do campo da sua
área de atuação profissional, estabelecendo relações factuais e conceituais face aos
problemas a ela pertinentes.
4.2 No domínio das Habilidades intelectuais:
Acessar, selecionar e manejar informações;
Identificar, analisar e interpretar os problemas da sua prática profissional;
Buscar, selecionar e integrar os conhecimentos necessários para as soluções dos
problemas;
Utilizar a metodologia científica na aquisição e produção do conhecimento;
Utilizar o raciocínio investigativo para a compreensão dos problemas e tomada de
decisões;
Utilizar e manejar apropriadamente as técnicas, os instrumentos, procedimentos e
outros recursos tecnológicos aplicados na prática profissional ;
Utilizar de forma adequada os meios de comunicação verbal e não verbal nas
relações de trabalho e no atendimento ao indivíduo e/ou coletividade;
Gerenciar, organizar, coordenar, liderar e capacitar equipes de trabalho da sua área
de competência.
4.3 No Domínio das Atitudes:
Compreender o papel do exercício profissional como instrumento de promoção de
transformações sociais;
Apropriar-se de novas formas de aprender, conectadas com a realidade concreta,
aprimorando a independência intelectual, o exercício da crítica e a autonomia no
aprender;
Desenvolver a atitude científica valorizando a produção e utilização do
conhecimento científico-tecnológico, aprimorando o rigor científico e intelectual
em suas ações sociais e profissionais;
Ter espírito empreendedor;
Aprimorar valores éticos e humanísticos essenciais para o exercício profissional
tais como a solidariedade, respeito à vida humana, convivência com a pluralidade e
diversidade de pensamento.
Assegurar o mais alto grau possível de qualidade na atenção prestada ao individuo
e coletividade, com responsabilidade e compromisso.
Reconhecer os limites e as possibilidades da sua prática profissional.
5. PRESSUPOSTOS ÉTICO-POLÍTICOS, EPISTEMOLÓGICOS – EDUCACIONAIS
E TÉCNICOS QUE NORTEAM A PRÁTICA PEDAGÓGICA DAS FIP
5.1. REFERENCIAIS ÉTICO-POLÍTICOS
As FIP se propõem à formação profissional de seus alunos, refletindo-se nos valores
e nas atitudes que posicionam a comunidade acadêmica no contexto da sociedade. Tem o
compromisso de desenvolver um processo de produção de conhecimento que possibilite ao
sujeito atuar na sociedade, compreendendo e levando a efeito o seu papel social. Essa
identidade se manifesta, no caso do ensino, na forma como este é proposto - sempre
relacionado com as outras dimensões que envolve - nos modelos de relação entre as pessoas e
destas com o conhecimento, ou seja, no modo como são assimilados os valores democráticos
e os conceitos de cidadania, de avaliação e de liberdade na formação de um indivíduo
crítico,reflexivo e participativo, capaz de compreender o contexto histórico-cultural, de dar
respostas às demandas sociais e de ser um agente de transformação na sociedade. O que se
valoriza nas pessoas são as ações, sendo o conteúdo de valorização, não de ordem teórica,
mas de ordem prática. Logo, o ético reside no âmbito das práticas humanas.
Os referenciais ético-políticos devem embasar, pois, o planejamento e a ação
institucionais. Nas FIP, esses referenciais são:
Respeito à pessoa enquanto indivíduo, cidadão e membro da Instituição, e
enquanto parte integrante das comunidades interna e externa;
O respeito à diversidade do pensamento assegurando a convivência na
diversidade;
O compromisso com a missão e os objetivos das Faculdades, privilegiando-os
em detrimento de interesses particulares individuais ou de grupos;
A convivência na diversidade, de tal modo que sejam respeitadas as diferenças,
tendo presente as divergências;
A busca da inovação científico-tecnológica e cultural, de forma criativa,
competente, crítica e participativa, nos contextos regional e internacional;
A construção de novos conhecimentos científicos, que respondam às demandas
sociais, reafirmando o compromisso com a comunidade e, ao mesmo tempo,
garantindo a necessária autonomia no exercício de sua função;
A busca constante da qualificação institucional, que permita inovar sempre, por
meio dos recursos humanos, dos programas, das ações e da estrutura
organizacional, não perdendo de vista sua identidade e seu caráter regional e
comunitário.
Observados esses referenciais, a credibilidade e a confiabilidade emergem como
marcas da Instituição enquanto presença indispensável no processo de desenvolvimento
sustentado no conhecimento.
5.2. REFERENCIAIS EPISTEMOLÓGICOS–EDUCACIONAIS E TÉCNICOS
Uma IES que leva em conta o cenário político, sócio-cultural, econômico e
educacional que se projeta para o futuro tem de estar atenta aos paradigmas da ciência
contemporânea e neles procurar sustentar seu projeto pedagógico. Nesse sentido, a ação
educacional das FIP tem de ter presente o fato de que, embora o objetivo da ciência continue
sendo o de tornar inteligível o mundo, construindo um conhecimento sistemático (metódico)
da realidade, hoje, a ciência se constrói sobre a procura crítica da verdade e dos processos de
investigação.
O referencial teórico-técnico das IES tem de estar em constante revisão e recriação,
procurando definir criticamente, para cada ramo da ciência, que métodos são mais confiáveis
e pertinentes ao seu objeto de estudo, quais proporcionam melhores condições de crítica
sistemática e objetiva desenvolvida pela comunidade científica.
Se, epistemologicamente, a opção das FIP recai sobre esse novo paradigma científico,
as atividades de ensino – inseridas nos projetos pedagógicos de seus cursos – ambos têm de
estar em consonância. Isto significa dizer que traçar objetivos de ensino não pode mais
equivaler a objetivar conteúdos (característica própria da pedagogia tradicional e da ciência
dogmática); consiste antes em identificar situações-problema com as quais o aluno deverá
lidar, para o que deverá acessar, sistematizar (selecionando, descrevendo, analisando,
sintetizando, dentre outros) e utilizar os conhecimentos disponíveis e necessários.
Dentro dessa ótica, o foco do ensino desloca-se para as relações do aprendiz com a
situação-problema, ou seja, para as competências, sendo o aprendiz capaz de descrevê-la,
analisá-la e interpretá-la à luz dos conhecimentos necessários e disponíveis, sistematizandoos, ou ainda, quando for o caso, questionando-os, tornando-os uma situação-problema.
Fundem-se assim, no ensino, o processo científico e o pedagógico: uma pedagogia
que, fundamentada na cientificidade, traduz-se essencialmente pelo ato de facilitar, de criar
condições para que o aluno aprenda a produzir conhecimento.
6. CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM
A concepção de aprendizagem que embasa este documento é a sócio-construtivista,
que se constitui num processo social e que se realiza por meio das possibilidades criadas pelas
mediações do sujeito num dado contexto sócio-histórico que o rodeia. Nesta concepção, o
caráter cooperativo é obtido por meio da interação dos aprendizes entre si e com os
professores propiciando aos menos capacitados a possibilidade de aprender com os mais
qualificados, e estes por sua vez, avançarem mais na construção de seus conhecimentos.
7. CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO
O currículo dos Cursos das Faculdades Integradas de Patos (FIP) oferece aos
educadores possibilidade de flexibilização, isto é, oportuniza-os ampliar os horizontes do
conhecimento (visão plural) e de adquirir uma visão critica e reflexiva que lhe permita
extrapolar o seu campo profissional. Esta concepção foi fundamentada em dois eixos: no
conceito de currículo e na estrutura do currículo.
Com relação ao primeiro eixo acredita-se que deve ser suficiente para refletir todo o
processo de aprendizagem. Assim, o currículo pode ser definido como “qualquer conjunto de
atividades acadêmicas previstas para a integralização do curso”. As atividades acadêmicas
previstas são aquelas consideradas relevantes para que o estudante adquira o saber, as
habilidades e competências necessárias à sua formação.
A flexibilização na estrutura do currículo se fundamenta nas seguintes premissas: o
curso é percurso onde cada aluno terá certo grau de liberdade para traçar o seu curso; além de
uma formação em uma área específica do saber o curso deverá se articular com outras áreas
de formação; e, finalmente, os cursos devem ser instrumentos que propiciem o saber de forma
articulada. Neste PDI orienta-seque os currículos dos cursos devem enfocaar a
interdisciplinaridade e flexibilidade como princípios basilares.
A proposta é de um modelo curricular que integre os pontos fortes de modelos de
interdisciplinaridade:
centrados na aquisição de um conhecimento mais globalizado;
voltados para interesses de mercado;
voltados para o contexto social;
voltados para a tecnologia; e
voltados para a resolução de problemas.
8. RELAÇÃO TEORIA/PRÁTICA NO CAMPO PROFISSIONAL
A relação teoria prática como eixo articulador da produção do conhecimento constitui
um grande desafio que se coloca no processo de formação profissional capaz de perceber o
significado da práxis, ou seja, de co-relacionar teoria com a prática como um dos
pressupostos teórico-metodológicos de sua formação, pois é na prática que a teoria será
construída, retornando a esta prática, a partir das necessidades da vida cotidiana. A
centralização da prática não significa uma rejeição à teoria, mas uma relação indissolúvel
entre elas, num movimento de ação-reflexão-ação, que gera uma transformação da situação e
dos sujeitos levando-os a uma auto-afirmação.
Desse modo, a práxis se configura como uma ação marcada por uma relação de
indissociabilidade entre teoria-prática, com intencionalidade e perspectiva de transformação
da própria ação e do sujeito em si mesmo. A dimensão crítica impõe ao ato pedagógico, a
dimensão política, isto é, o posicionamento, o reconhecimento da condição de oprimido, a
luta, o compromisso e a conscientização crítica para buscar a mudança através da práxis.
Outra dimensão é tomar a práxis como critério de verdade, ou seja, é entender que é
na práxis que a verdade é obtida, confirmada, e, não no mundo das ideias, do pensamento.
Aqui a práxis é tomada como critério de verdade e fora dela não existe nem falso e nem
verdadeiro, pois a verdade não existe em si mesma no mundo do pensamento, mas sim, na
práxis. É na práxis que o homem deve provar que o seu pensamento tem veracidade. Por
último, é importante entender o que é a prática como atividade subjetiva e objetiva,
dependente e independente da consciência ideal e material, mas sempre em unidade
indissolúvel.
A concepção curricular das FIP está calcada na construção social do conhecimento,
pressupondo a sistematização dos meios para que esta construção se efetive através da
transmissão/reconstrução dos conhecimentos historicamente produzidos e das formas de
assimilá-los/reconstruí-los. Portanto, produção, transmissão e assimilação são processos que
compõem uma metodologia de construção coletiva do conhecimento escolar, ou seja, no
currículo propriamente dito. Nesse sentido, o currículo refere-se à organização do
conhecimento.
9. CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO
A avaliação é um dos aspectos mais importantes do Projeto Pedagógico dos Cursos,
pois contribui para o cumprimento do perfil traçado pela IES. Deve ser entendida como
processo, com ênfase na dimensão qualitativa, uma vez que possibilita diagnosticar questões
relevantes, aferir os resultados alcançados considerando os objetivos e competências
propostas e identificar mudanças no percurso que sejam eventualmente necessárias.
Benvenutti (2002), afirma que a avaliação deve estar comprometida com a escola e
esta deverá contribuir no processo de construção do caráter, da consciência e da cidadania,
passando pela produção do conhecimento, fazendo com que o aluno compreenda o mundo em
que vive, para usufruir dele, mas sobretudo que esteja preparado para transformar a realidade
que o cerca.
Nesse sentido, a concepção de avaliação adotada pelas FIP, prima por um processo
avaliativo que deve ser formativo, contínuo, inclusivo, processual, diagnóstico, integrado,
cooperativo, abrangente, construtivo e somativo, como forma de contribuir para a formação
de um cidadão crítico, reflexivo e consciente..
10. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
10.1. POLÍTICA DE ESTÁGIO
O Estágio compreendido como um componente curricular significativo na formação
profissional deve ser capaz de integrar o aluno com a realidade da profissão e complementar
seu aprendizado acadêmico. Não existe, portanto, uma homogeneidade de proposta de estágio
a ser adotada por todos os cursos, mas uma política única que deve nortear-los:
O Estágio tem como metas refletir, sistematizar, ampliar e efetivar conhecimentos
embasados nas teorias analisados e discutidos em sala de aula, de todas as disciplinas. As
atividades a serem realizadas, devem ser planejadas, acompanhadas, supervisionadas e
avaliadas por um professor / orientador (supervisor), mediante relatório de estágio.
O estágio curricular supervisionado dos estudantes dos cursos de graduação das
Faculdades Integradas de Patos constitui-se de um conjunto de atividades discentes que visa à
complementação do ensino e da aprendizagem e é planejado, supervisionado e avaliado por
professores, de conformidade com a matriz curricular
de cada curso, os programas e o
calendário escolar, a fim de se constituir em instrumento de integração dos alunos à atividade
profissional, por intermédio de treinamento, de prática e de aperfeiçoamento técnico,
científico, cultural e de relacionamento humano.
As Faculdades Integradas de Patos reconhece três possibilidades de estágio para os
alunos:
1. Estágio Curricular Não Obrigatório – tipo de estágio que só poderá ser realizado
quando o aluno estiver cursado as disciplinas específicas de cada área do curso.
2. Estágio Curricular Supervisionado – estágio obrigatório que está integrado à
matriz curricular, realizado em organizações, instituições públicas e privadas e
empresas, parceiras ou conveniadas pela IES, com uma carga horária de acordo
com o Projeto do Curso.
10.2. ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO
Nas Faculdades Integradas de Patos (FIP), as Atividades Complementares
compreendem as práticas acadêmicas que transcendem à matriz curricular de disciplinas
obrigatórias e optativas. Objetivam enriquecer o histórico dos alunos, contribuindo para uma
formação mais eficaz; complementar e sintonizar o currículo pedagógico vigente; ampliar os
horizontes do conhecimento bem como de sua prática para além da sala de aula; favorecer o
relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais e favorecer a tomada
de iniciativa nos alunos.
As Atividades Complementares são aquelas que o estudante realizará de forma
independente, fora do horário regular de aula, a partir de um elenco de sugestões que o curso
oferecerá, e que serão acompanhadas e validadas por um professor orientador visando
promover a autonomia intelectual do estudante, proporcionando-lhe oportunidades de realizar
atividades de seu interesse, trabalhar suas vocações, desenvolver suas aptidões, decidir sobre
os rumos de sua carreira profissional.
As Atividades Complementares terão a sua carga horária estabelecida conforme o
disposto no Projeto e Organização Curricular de cada curso de graduação das FIP.
10.2.1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS
DE GRADUAÇÃO
CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º As Faculdades Integradas de Patos (FIP) no uso de suas atribuições emite o
Regulamento para as suas Atividades Complementares.
Art.2º As Atividades Complementares são aquelas que o estudante realizará de forma
independente, fora do horário regular de aula, a partir de um elenco de sugestões que o curso
oferecerá, e que serão acompanhadas e validadas por um professor orientador visando
promover a autonomia intelectual do estudante, proporcionando-lhe oportunidades de realizar
atividades de seu interesse, trabalhar suas vocações, desenvolver suas aptidões, decidir sobre
os rumos de sua carreira profissional.
CAPÍTULO II
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 3º. As Atividades Complementares são parte integrante do currículo dos Cursos de
graduação das Faculdades Integradas de Patos – FIP.
Parágrafo Único As Atividades Complementares poderão ser realizadas em qualquer fase do
curso, num total de 200 horas, nos termos do presente Regulamento.
Art. 4º. São consideradas Atividades Complementares, para efeitos deste Regulamento,
aquelas que representem instrumento válido para o aprimoramento da formação básica e
profissional dos cursos de graduação e de seu aperfeiçoamento pessoal, em proveito da
primeira.
§ 1º. Compõem as Atividades Complementares, dos cursos de graduação destas Faculdades,
os seguintes grupos de atividades:
I.
cursos de atualização e de complementação dos conteúdos curriculares;
II.
projetos e programas de pesquisa orientados por docente Faculdades Integradas de
Patos;
III.
projetos e programas de extensão coordenados por docentes Faculdades Integradas de
Patos.
IV.
monitorias;
V.
estágios não obrigatórios;
VI.
atividades comunitárias;
VII.
participação em eventos como: seminários, simpósios, workshops, congressos,
conferências, minicursos e outros de mesma natureza;
VIII.
IX.
participação em comissões de apoio a eventos das Faculdades Integradas de Patos;
publicação e/ou apresentação de trabalhos em eventos da área.
§ 2º. Além das atividades previstas no parágrafo anterior, outras poderão ser consideradas
desde que devidamente analisadas e autorizadas pelas Coordenações dos Cursos de graduação
e homologadas pelo Conselho de Curso da Faculdade.
§ 3º. As horas computadas para fins do inciso IX do § 1º deste artigo serão quantificadas
através de comprovante emitido pela coordenação do evento.
§ 4º. A validação das horas de Atividades Complementares realizadas, integralmente
comprovadas, fica sujeita ao parecer de homologação das coordenações dos cursos de
graduação.
§ 5º. Para cada apresentação e/ou publicação de trabalhos a que se refere o inciso IX do
parágrafo primeiro deste artigo, corresponderá a um determinado número de horas, de acordo
com o tipo de publicação e/ou apresentação, mediante o encaminhamento de uma cópia do
trabalho e cópia do comprovante de apresentação aos Coordenadores dos cursos de
graduação, que poderá validar a atribuição de horas, conforme segue:
a) Publicações internacionais: cada trabalho publicado em eventos ou revistas internacionais
corresponderá à 15 horas.
b) Publicações nacionais: cada trabalho publicado em eventos ou revistas nacionais
corresponderá à 10 horas.
c) Apresentação de trabalho em eventos nacionais ou internacionais, sem publicação,
corresponderá a 5 horas.
CAPÍTULO III
DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES ENVOLVIDOS NO PROCESSO
SEÇÃO I
DO ALUNO
Art. 5º. Aos alunos dos Cursos de Graduação, compete:
I.
II.
observar os termos desta Resolução;
buscar, previamente, nos casos de dúvida, o parecer das Coordenações dos Cursos da
FIP sobre atividade que pretenda participar ou freqüentar, nos termos deste
Regulamento:
III.
providenciar a documentação necessária à comprovação de sua participação nas
Atividades Complementares;
IV.
encaminhar às Coordenações dos Cursos da FIP através da Secretaria Geral do Curso,
a documentação comprobatória de todas as atividades realizadas para fins de consulta
e/ou aprovação nos termos deste documento.
§ 1º. O formulário próprio referido no inciso IV (quarto) deste artigo é o Requerimento de
Atividades Complementares – RAC, obtido junto a Secretaria Geral do Curso.
§ 2º. O encaminhamento do RAC às Coordenações dos Cursos da FIP através da Secretaria
Geral do Curso, correspondente às atividades realizadas em cada semestre letivo do curso
deverá, impreterivelmente, dar entrada naquela Secretaria até o último dia útil do mês de
junho do primeiro semestre e, no segundo, até o último dia útil do mês de novembro.
SEÇÃO II
DA COORDENAÇÃO
Art. 6º. À Coordenação das atividades complementares compete:
I.
supervisionar as Atividades Complementares;
II.
receber o RAC encaminhado pelo aluno, apreciá-lo, deferi-lo ou indeferi-lo, emitir
parecer de homologação de horas e, quando for o caso, encaminhá-lo às
Coordenações dos Cursos, para os fins e na forma prevista neste documento;
III.
proceder, através do RAC, a comunicação final à Secretaria Geral do Curso, para
fins de lançamento no histórico escolar do aluno da sua participação/freqüência em
Atividades Complementares, no prazo máximo de 10 (dez) dias contados do
último dia letivo do semestre;
IV.
encaminhar, em primeira instância, às Coordenações dos Cursos questões não
previstas neste documento ou que, mesmo previstas, suscitem dúvidas ou
entendimentos conflitantes;
V.
encaminhar ao Conselho de Curso da FIP, quando for o caso e para os fins
previstos, pareceres e despachos emitidos pela própria Coordenação, nos termos
deste Regulamento.
CAPÍTULO IV
DA FORMA DE REGISTRO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art.7º. Atividades Complementares serão validadas através de um sistema de creditação de
horas, que deverão ser lançadas no histórico escolar do aluno, observando a regulamentação
do Conselho de Curso, que estão no Anexo deste Regulamento.
Art. 8º. Cabe à Secretaria Geral a responsabilidade pelo lançamento das horas de Atividades
Complementares, conforme a homologação emitida pelas coordenações dos Cursos no
Requerimento de Atividades Complementares.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 9º. Compete, em primeira instância, às Coordenações dos Cursos e, em segunda, ao
Conselho de Curso da FIP dirimir dúvidas referentes à interpretação deste documento,
resolvendo os casos omissos e emitindo os atos complementares que se fizerem necessários.
Art. 10º. Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de
Curso das Faculdades Integradas de Patos – FIP e da assinatura do Presidente do Conselho.
Patos-PB, 06 de fevereiro de 2008
JOÃO LEUSON PALMEIRA GOMES ALVES
Presidente do Conselho de Curso
11. POLÍTICA DE PESQUISA E EXTENSÃO
Cabe à Coordenação de Pesquisa e Extensão (COOPEX)
elaborar as diretrizes
prioritárias das atividades de pesquisa e extensão no âmbito da FIP. As bases que dão
sustentação aos projetos pedagógicos dos cursos estão alicerçadas nos três grandes suportes
acadêmicos: o ensino, a pesquisa e a extensão. Com o objetivo de estimular a criação cultural,
o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo e incentivar e apoiar o
trabalho de pesquisa e investigação científica, a Coordenação pretende implementar ações e
metas subordinadas às seguintes diretrizes gerais:
Cultivar, de forma generalizada, atitude científica indispensável a qualquer forma
de atuação universitária no ensino, na extensão ou na gestão acadêmica;
Teorizar as próprias práticas ou explicitar continuamente a dimensão de produção
de conhecimentos nas práticas da extensão, do ensino e da gestão acadêmica;
Manter e atualizar constantemente os serviços de apoio: biblioteca, documentação,
tecnologia da informação;
Formar recursos humanos qualificados, em programas de pós-graduação stricto
sensu;
Estabelecer linhas prioritárias de pesquisa, compromissadas com a missão e a
visão institucionais e coerentes com os projetos pedagógicos dos cursos de
graduação e de pós-graduação;
Viabilizar convênios com instituições visando estimular programa de iniciação
científica e de pesquisa;
Divulgar, de forma sistemática, os resultados de pesquisas realizadas e projetos
incluídos no programa de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso;
Manter intercâmbio com outras instituições científicas, estimulando, assim, os
contatos entre pesquisadores;
Estimular a aquisição e disseminação de conhecimentos, organizando e publicando
as produções intelectuais de docentes e discentes, mediante trabalhos, compêndios,
anais, monografias e livros;
Promover congressos, simpósios, seminários ou encontros para estudos e debates
de temas ou de áreas específicas, bem como a participação em iniciativas
semelhantes.
O financiamento de pesquisa e extensão deve ser buscado junto às organizações da
região, públicas e particulares, agências de fomento - brasileiras e do exterior - e recursos
próprios da mantenedora, e deve ser incluso no orçamento anual.
Os recursos previstos destinam-se, prioritariamente, a:
Aquisição de material de consumo e materiais permanentes necessários;
Pagamento de contratos de prestação de serviços;
Bolsas de iniciação científica;
Gratificação extraordinária a pesquisadores;
Publicação de pesquisas e divulgação de seus resultados;
Participação em eventos científicos;
Despesas de serviços gerais para os pesquisadores e bolsistas do programa de
iniciação científica;
Para eventual financiamento de projetos, sua seleção deve minimamente contemplar
os seguintes itens, ouvido o Conselho Superior:
Vinculação entre as linhas de pesquisa e o projeto institucional,
Relevância do tema proposto,
Concordância entre a proposta apresentada e os recursos orçamentários existentes,
Cronograma de trabalho.
Na elaboração, encaminhamento, aprovação e execução de projetos de pesquisa ou de
iniciação científica, devem ser observados os procedimentos a seguir:
Projetos de pesquisa e extensão podem ser elaborados por professores vinculado
às FIP, cabendo ao Colegiado de Curso, a que esteja vinculado, manifestar-se a
respeito;
Aprovada, a proposta deve ser encaminhada à Diretoria Acadêmica para análise e
encaminhamento à deliberação final do Conselho Superior.
A execução do projeto, se aprovado, cabe à Coordenadoria de Curso respectiva;
quando o programa envolver mais de uma unidade, cabe à Direção disciplinar a
sua execução.
Os projetos de pesquisa e extensão são inscritos mediante publicação de edital
previamente aprovado pela Direção Geral e Coordenação Acadêmica das FIP.
A articulação da pesquisa com a graduação deve ser desenvolvida:
Através da participação do professor, em programas de graduação e,
posteriormente, pós-graduação;
Com a distribuição de horas-atividade para os docentes-pesquisadores exercerem
as funções de professores-orientadores de bolsistas na graduação;
Eventualmente, por intermédio do programa de iniciação científica, com a
concessão parcial/integral de bolsas a alunos deste nível.
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DA PESQUISA E DA EXTENSÃO
Como forma de conferir unidade teórica às nossas atividades, foi determinada pelo
Conselho de Curso das FIP, uma área de concentração que norteia e fundamenta as áreas
especificas de cada curso , cabendo ao curso desenvolvê-las e aprofundá-las , segundo seus
projetos pedagógicos específicos:
Área
de
concentração:
Cultura,
sociedade
e
identidade
regional:
perspectivas
interdisciplinares e saúde pública.
Biomedicina:
Aspectos epidemiológicos de doenças genéticas, infecciosas e crônicoDegenerativas.
Saúde pública.
Doenças degenerativas e idosos.
Infecção hospitalar.
Microbiologia médica.
Direito: Direito, Estado e Sociedade
Constituição, Cidadania e Direitos Humanos;
Sociedade, Controle Social e Sistemas de Justiça;
Exclusão e Políticas Públicas.
Teoria do Direito
Teoria, Filosofia e História do Direito;
Ensino do Direito.
Novos e Velhos Paradigmas da Dogmática Jurídica:
Transformações das Relações Jurídicas Privadas e Sociais;
Tutela Jurídica Penal e Estudos Criminológicos;
As transformações no mundo do Trabalho.
Economia: Economia regional / local.
Teoria econômica.
Educação Física: Atividade física e saúde.
Enfermagem: Saúde coletiva.
Saúde pública.
Saúde fundamental.
Sistema de informações nas organizações hospitalares e saúde coletiva.
Fisioterapia: Saúde Coletiva.
Reabilitação e condicionamento físico.
Biociência
Geografia: Meio Ambiente.
Produção do espaço urbano e rural.
Teoria, metodologia e prática de ensino na Geografia.
Geografia da Saúde.
Representações socioespaciais.
Geografia Física.
Geografia do Semi-Árido.
Historia: História e Historiografia.
Relações de poder: produção dos espaços na história.
História dos movimentos sociais no Nordeste.
Jornalismo: Fundamentos teóricos e metodológicos da comunicação.
Veículos de comunicação no mercado regional.
Marketing e publicidade.
Comunicação organizacional.
Comunicação e cidadania.
Gênero e identidade.
Letras: Literatura: teoria e ensino.
Língua e ensino.
Odontologia:
Procedimentos Clínicos e Estudos Comparativos em saúde coletiva,
Odontologia preventiva e cariologica.
Procedimentos Clínicos e Estudos Comparativos, em área básica, aplicados
à odontologia.
Procedimentos Clínicos e Estudos Comparativos nas áreas dentística,
estomatologia,
prótese,
oclusão,
biomateriais,
endodontia,
cirurgia,
traumatologia, implantodontia e odontologia legal.
Procedimentos Clínicos e Estudos Comparativos nas áreas de ortodontia,
odontopediatria, odontologia para bebês, pacientes especiais e gerontologia.
Pedagogia: Estado e políticas educativas.
Educação e desenvolvimento: sociedade, escola e cidadania.
Novas tecnologias aplicadas à educação.
Sistemas de Informação: Engenharia de software.
Redes de computadores e sistemas distribuídos.
Sistemas de informação e banco de dados.
Modelos computacionais e cognitivos.
Psicologia, Direitos Humanos e Sociedade
Violência e juventude
Processos de Exclusão Social
Educação e Exclusão Social
Saúde Pública
Avaliação de Programas Sociais e Políticas Públicas em Saúde
Aspectos psicossociais da AIDS
Saúde do Trabalhador
Aspectos psicossociais da Saúde Mental
Psicologia e Neurociência
Aspectos Neuropsicológicos do Comportamento Humano
PROGRAMA DE INICIAÇÃO À PESQUISA
O Programa de Iniciação à pesquisa das FIP, orientado por regulamento próprio,
disciplina a participação de alunos nos projetos de pesquisa, bem como a concessão de
bolsas de estudo, e se dispõe a:
a) incentivar a pesquisa científica entre estudantes de graduação, por meio de sua
participação em projetos de pesquisa orientados por pesquisadores qualificados e
experientes;
b) possibilitar aos pesquisadores iniciantes a aprendizagem de técnicas e métodos
científicos, contribuindo assim para o aprimoramento de seu espírito crítico.
REGULAMENTO DA COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO
TÍTULO I
DA NATUREZA, FINALIDADES, OBJETIVOS E METAS
Capítulo I
Da Natureza
Art. 1º A Coordenação de Pesquisa e Extensão é um órgão das Faculdades Integradas de
Patos, de natureza interdisciplinar, criada e estruturadas de acordo com o Regimento das FIP,
funcionando sob supervisão da Direção.
Art. 2º A Coordenação consiste, na sua área específica de atuação, em um mecanismo de
nucleação, com funções de apoio, fomento, integração, coordenação, gerenciamento e
mobilização dos esforços e de iniciativas da comunidade acadêmica em torno da iniciação e da
produção científica, da sua comunicação e transferência à comunidade, através de ações de
extensão.
Capítulo II
Das Finalidades
Art. 3º A Coordenação de Pesquisa e Extensão tem como finalidades:
I.
a produção do conhecimento integrando as atividades de estudo, pesquisa, ensino e
extensão através de projetos específicos;
II.
o desenvolvimento de atividades de caráter multidisciplinar, interdisciplinar e
transdisciplinar que mobilizem professores e alunos, em torno de seu respectivo pólo
temático;
III.
a contribuição para o desenvolvimento científico-cultural, econômico-social, político e
educacional da Região e do País, através da divulgação e aplicação dos conhecimentos
em sua área de interesse.
Capítulo III
Dos Objetivos
Art 4º A Coordenação de Pesquisa e Extensão tem como objetivos:
I.
desenvolver linhas de pesquisa que forneçam os elementos de interesse e as referências
teóricas e empíricas para trabalhos da graduação e da pós-graduação lato e stricto
sensu;
II.
propiciar, a professores e alunos da Instituição, clima e ambiente acadêmico de estudos
avançados e aprofundados, em sua área específica;
III.
assegurar, a docentes e discentes, os meios para a realização das pesquisas na área;
IV.
gerar e desenvolver estudos e pesquisas, de relevância teórica, prática e social.
V.
prestar serviços às comunidades locais e acadêmicas, de acordo com sua natureza e
finalidades;
VI.
divulgar os resultados dos seus estudos e pesquisas e o andamento de seu processo de
desenvolvimento;
VII.
manter intercâmbio com entidades congêneres, da Região, do País e do exterior.
TÍTULO II
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E FUNCIONAL
Art 5º Para o funcionamento da coordenação distinguem-se as atividades de administração
geral, de gestão acadêmica e de supervisão.
§ 1º As atividades de administração geral da Coordenação serão asseguradas pela Direção da
Instituição.
§ 2º A Coordenação deverá promover formas de acompanhamento de projetos, convocando,
periodicamente, para sessões e relatórios de avaliação e de acompanhamento, e levando, às
instâncias competentes, os problemas, solicitações e sugestões apresentadas.
Art 6º Entende-se como funções de supervisão da Coordenação de Pesquisa e Extensão:
I.
o acompanhamento permanente das atividades de Pesquisa e Extensão, através de
reuniões, de análise de relatórios, estimulando e apoiando o seu trabalho;
II.
a avaliação permanente do desenvolvimento da programação anual e semestral da
Coordenação;
III.
a orientação constante para os projetos desenvolvidos na Instituição, corrigindo
eventuais falhas e ajudando na superação de problemas.
Art. 7o A supervisão das atividades da Coordenação será feita pela Diretoria da IES,
mediante:
I.
Análise permanente das suas atividades, mediante reuniões, estimulando e apoiando o
seu trabalho;
II.
Apreciação do desenvolvimento da programação anual e semestral da Coordenação.
Capítulo I
Da Administração Geral
Art. 8º São as seguintes as funções administrativas da Coordenação:
I.
o planejamento, organização, montagem, instalação, implantação, implementação e
funcionamento das atividades de pesquisa e extensão;
II.
a participação no acompanhamento e avaliação permanentes das atividades de pesquisa
e extensão;
III.
o suprimento dos recursos humanos necessários ao desenvolvimento das atividades de
pesquisa e extensão, responsabilizando-se, administrativamente, pela alocação de
pessoal;
IV.
o provimento dos recursos financeiros e materiais demandados pelo funcionamento da
Coordenação;
V.
a representação oficial dos interesses da Pesquisa e Extensão, no âmbito de sua
competência, junto a órgãos externos e internos das FIP, especialmente a administração
central.
Art. 9o O financiamento da pesquisa deve ser buscado junto às organizações da região,
públicas e particulares, agências de fomento - brasileiras e do exterior - e recursos próprios da
Mantenedora, e deve ser incluso no orçamento semestral. Os recursos previstos destinam-se,
prioritariamente, a:
I.
Despesas de serviços gerais para os pesquisadores e voluntários do programa de
iniciação científica;
II.
III.
Publicação de pesquisas e divulgação de seus resultados;
Participação em eventos científicos;
Capítulo I
Seção II
Da Chefia
Art. 10. A Coordenação de Pesquisa e Extensão se define como um instrumento de
autogestão acadêmica do grupo que o compõe, encarregado do exercício das funções de
organizar, supervisionar, coordenar, controlar, articular, promover e desenvolver o processo
de encaminhamento e acompanhamento das atividades de pesquisa e extensão no âmbito da
FIP;
Art. 11. A direção da Coordenação será exercida por docente designado pelo Diretor Geral
da FIP, para um período de dois anos, sendo permitida a recondução.
Art. 12. Compete ao(a) Assessor(a) de Pesquisa e Extensão:
I.
II.
convocar as reuniões do Corpo de Coordenadores de Pesquisa e Extensão;
representar a Coordenação junto aos órgãos da administração central das FIP, bem
como junto a outros órgãos, nos limites das atribuições de sua função;
III.
promover interação, articulação e integração da Coordenação com outras instâncias
do Instituto.
IV.
elaborar e submeter ao Colegiado o plano de atividades da Coordenação para
períodos semestrais, com vistas ao cumprimento das metas e dos objetivos propostos;
V.
elaborar e submeter à Direção Geral da Mantenedora um orçamento semestral para a
Coordenação no gerenciamento dos projetos em desenvolvimento;
VI.
acompanhar, permanentemente, o desenvolvimento do plano de atividades da
Coordenação , oferecendo os elementos necessários para a avaliação do desempenho
das várias funções e tarefas implicadas no mesmo;
VII.
avaliar, constantemente, as atividades da Coordenação, propondo, a quem de direito,
as modificações que se fizerem necessárias, para encaminhamento às instâncias
competentes;
VIII.
comunicar às Coordenações e a outros órgãos a conclusão ou prorrogação dos
trabalhos para os quais tenham sido alocados recursos humanos com tempo e carga
horária determinadas, bem como a desistência, de algum docente ou pesquisador, da
tarefa que lhe tenha sido cometida;
IX.
X.
XI.
apresentar, anualmente, à Direção das FIP, o relatório das atividades do Coordenação;
baixar instruções regulamentando quaisquer atividades do órgão;
delegar competências e atribuições a qualquer membro do corpo de Coordenadores
de Pesquisa e Extensão.
POLÍTICAS DE EXTENSÃO
PLANO INSTITUCIONAL DE EXTENSÃO
O objetivo geral da extensão é o de tornar acessível à sociedade o conhecimento de
domínio da instituição, através de sua própria produção, pela sistematização ou estudo do
conhecimento universal disponível.
Os objetivos para a Extensão são os seguintes:
Estabelecer relações de intercâmbio entre as FIP e a sociedade, quanto aos
objetivos institucionais;
Ampliar a possibilidade de pessoas , instituições utilizarem o conhecimento
existente no desempenho de suas atividades;
Produzir conhecimentos acerca dos processos de apropriação e utilização, por
pessoas e instituições, do conhecimento existente;
Avaliar as contribuições das FIP para o desenvolvimento da sociedade;
Agilizar a articulação do ensino e da pesquisa com as necessidades da comunidade
local.
As atividades de extensão devem contar com a participação de alunos regulares da
graduação e, futuramente, de pós-graduação, sob a supervisão docente, devendo ser realizadas
através de nossas agências de contato com a comunidade, conforme disciplinamento
especifico de cada projeto pedagógico.
Definidas as condicionantes acima, a Extensão deve, então, ser desenvolvida por
intermédio das seguintes atividades principais:
Publicações que visem tornar o conhecimento acessível à população,
pesquisadores, profissionais, etc.,
Eventos de caráter cultural e/ou científico ou de outros tipos, que tenham como
objetivo a criação de condições para que a sociedade possa conhecer ou usufruir
dos bens científicos, técnicos ou culturais disponíveis;
Serviços oferecidos através de atendimento direto à população, ou de forma
indireta, por agências, desde que sejam realizados de acordo com os objetivos da
instituição;
Assessorias e consultorias com o objetivo de orientar pessoas ou instituições a
utilizarem, em determinadas situações, o conhecimento existente, da melhor forma
possível;
Cursos de atualização científica ou de formação universitária, de aperfeiçoamento
profissional, de ampliação cultural, de especialização técnica e outros que
possibilitem acesso mais amplo ao conhecimento existente;
Intercâmbio de docentes ou técnicos das FIP com o fim de prestar assistência e
desenvolver áreas carentes em outras instituições universitárias;
Estudos e/ou pesquisas para ampliar conhecimentos da população em geral sobre
os processos de utilização do conhecimento, bem como do acesso ao mesmo.
Serão aceitas sugestões de programa de extensão, cabendo à unidade acadêmica, a
que esteja vinculado, deliberar a respeito;
Após consideração, a proposta deve ser encaminhada ao órgão superior de
coordenação das atividades extensionistas, para análise e decisão, quando for o
caso;
Aprovado o programa, cabe à unidade acadêmica respectiva executá-lo; quando o
programa envolver mais de uma unidade, cabe à coordenação superior da extensão
disciplinar a sua execução.
Os custos da Extensão devem ser financiados por recursos próprios da Instituição ou
através de alocação de recursos externos, convênios ou parcerias com organizações da
comunidade (local e regional), públicas ou privadas.
A participação de alunos dos cursos de graduação nos programas e projetos,
permanentes ou temporários, sob a supervisão docente, asseguram a articulação com a pósgraduação.
Com relação à Pesquisa e Extensão, as FIP dispõem de um órgão específico, a
Coordenação de Pesquisa e Extensão (COOPEX), que tem como finalidades: a) a produção
do conhecimento integrando as atividades de estudo, pesquisa, ensino e extensão através de
projetos específicos; b) o desenvolvimento de atividades de caráter multidisciplinar,
interdisciplinar e transdisciplinar que mobilizem professores e alunos, em torno de seu
respectivo pólo temático; c) a contribuição para o desenvolvimento científico-cultural,
econômico-social, político e educacional da Região e do País, através da divulgação e
aplicação dos conhecimentos em sua área de interesse.
A articulação da pesquisa com a extensão desenvolve-se através da participação dos
profissionais em cursos de graduação e, posteriormente, nos programas de pós-graduação. A
Instituição disponibiliza horas administrativas remuneradas para professores orientarem os
alunos; para os alunos de graduação que participam de programas de iniciação científica, a
carga horária da pesquisa é aproveitada na atividade complementar. As despesas com a
execução das pesquisas ficam a cargo da Instituição.
12. IMPLEMENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
12.1. Cronograma de implantação e desenvolvimento da instituição para o período de
vigência do PDI.
ATIVIDADES
2011
2012
2013
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Criar novos Cursos.
Manter e aprimorar os Cursos.
Consolidar o Programa de iniciação à
pesquisa.
Implementar o Plano de Extensão.
Implantar o Plano de Cargos e Salários.
Ampliação da estrutura física.
Ampliação e
bibliográfico.
Aquisição de
laboratórios.
modernização
equipamentos
do
2014
2015
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
acervo
para
os
Adoção dos programas de qualificação do
pessoal docente.
Incrementar os programas de prestação de
serviços à comunidade e de extensão.
Implementação e consolidação de programas
de convênios e parcerias com instituições de
promoção da cultura e da educação.
Fortalecer a democracia interna
Faculdades Integradas de Patos.
das
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
12.2 Programação de abertura de cursos de Graduação (Bacharelado, Licenciatura)
Nome do curso
Modalidade
Nº de
Local de
Turno(s) de
alunos Nº
Funcionam
por turmas Funcionamento
ento
turma
Ano previsto
para a
solicitação
QUIMICA
LICENCIATURA
50
02
DIURNO E
NOTURNO
FIP
2014
MEDICINA
BACHARELADO
30
02
DIURNO E
NOTURNO
FIP
2015
FILOSOFIA
LICENCIATURA
50
02
DIURNO E
NOTURNO
FIP
2014
FISICA
LICENCIATURA
2013
FARMÁCIA
BACHARELADO
50
02
DIURNO
FIP
2013
CIENCIAS
BIOLÓGICAS
BACHARELADO
LICENCIATURA
50
02
DIURNO
FIP
2012
CIENCIAS
SOCIAIS
BACHARELADO
LICENCIATURA
50
02
NOTURNO
FIP
2012
EDUCAÇÃO
FÍSICA
LICENCIATURA
50
02
DIURNO E
NOTURNO
FIP
ARQUITETURA
E URBANISMO
BACHARELADO
50
02
DIURNO E
NOTURNO
SERVIÇO
SOCIAL
BACHARELADO
50
02
NOTURNO
FIP
FIP
2012
2012
2012
12.3 Programação de abertura de Cursos Tecnólogos
Nº de
Local de
Turno(s) de
alunos Nº
Funcionam
por turmas Funcionamento
ento
turma
Nome do curso
Ano previsto
para a
solicitação
GESTÃO AMBIENTAL
50
02
DIURNO
FIP
2014
GESTÃO HOSPITALAR
50
02
DIURNO
FIP
2015
RADIOLOGIA
50
02
DIURNO
FIP
2011
DIURNO
GESTÃO DE RECURSOS
HUMANOS
2013
MARKETING
50
02
DIURNO
FIP
2013
SECRETARIADO
50
02
DIURNO
FIP
2012
GESTÃO COMERCIAL
50
02
DIURNO
FIP
2012
GESTÃO PÚBLICA
50
02
DIURNO
AGRONEGÓCIO
50
02
DIURNO
FIP
FIP
2015
2014
12.4 Programação de aumento de vagas para cursos reconhecidos
Nome do curso
Habilitação
Modalidade
Ano
Nº de
Nº de
Turno(s)
previsto
vagas
vagas a
Funcionamento
para a
autorizadas solicitar
solicitação
ENFERMAGEM
-
BACHARELADO
DIURNO
75
75
2012
DIREITO
-
BACHARELADO
NOTURNO
50
100
2012
III. ATENÇÃO AOS DISCENTES
Do ponto de vista didático pedagógico são oferecidos aos alunos, além de suas aulas
teóricas e práticas:
Programa de monitoria, regido por regulamento próprio, nele admitindo-se alunos
regulares, selecionados através do processo seletivo de acordo com critérios
estabelecidos na resolução própria do programa.
Estágios curriculares supervisionados por professores da IES e por profissionais
lotados nos campos de estágio;
Oportunidade de participar das atividades de investigação realizadas pelo núcleo
de pesquisas acadêmicas;
Ensejo de engajar-se nos serviços de extensão, realizando cursos e prestando
serviços à comunidade.
3.1 NÚCLEO DE APOIO E ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA AO CORPO
DISCENTE - NAPPE
O Núcleo Psicopedagógico (NAPPE) foi desenvolvido para atender aos discentes das
Faculdades Integradas de Patos. A sua criação partiu do pressuposto de que o mercado de
trabalho, hoje, busca profissionais com qualidades que vão muito além da competência
técnica, liderança, ética e capacidade de argumentação são algumas delas.
O Núcleo de Apoio e Orientação Psicopedagógico ao Corpo Discente das Faculdades
Integradas de Patos (FIP), tem como finalidades:
Orientar o aluno em suas questões pessoais, afetivo-emocionais, acadêmicas,
profissionais, ou em sua administração financeira, harmonizando suas atividades
com vistas à melhoria de seu desempenho acadêmico.
Fornecer ao aluno, condições para que efetivamente alcance seu desenvolvimento
pessoal e interpessoal.
Proporcionar ao aluno condições de melhoria no aproveitamento de seu
investimento educacional, ressaltados os aspectos biopsicossociais.
Conscientizar o aluno da importância do equilíbrio congruente nas situações
sociais, familiares, afetivas, cognitivas e físicas, visando uma administração
pessoal tranqüila, consciente e eficaz.
Núcleo de Apoio e Orientação Psicopedagógico ao Corpo Discente das Faculdades
Integradas de Patos (FIP), oferecerá programas que favoreçam o desenvolvimento pessoal,
social e cultural essenciais à formação do futuro profissional. Para tanto, as Faculdades
Integradas de Patos oferece quatro programas de suporte pedagógico, psicológico, cultural e
profissional, que vão auxiliar o aluno a desenvolver uma postura ativa em relação à própria
formação pessoal, social, cultural, e profissional.
As Faculdades Integradas de Patos, desde a sua criação, entende que se o aluno não
se relacionar bem com a turma, tem dificuldade de acompanhar o processo de ensinoaprendizagem, falta muito e/ou apresenta sintomas de depressão, está precisando de ajuda de
um profissional. Um profissional frustrado, mal preparado, deprimido e sem realização, influi
na qualidade dos seus serviços.
O Programa de Apoio Psicopedagógico oferece apoio psicológico ao discente em
questões de ordem afetiva ou comportamental que possam interferir no seu processo de
aprendizagem e/ou convívio pessoal. Encaminhará as necessidades pedagógicas que surgirem
à Coordenação do Curso e facilitará a inserção dos calouros à vida acadêmica, promovendo
sua integração e criando espaços de reflexão sobre as ansiedades relacionadas com a
conclusão do Curso.
Para a operacionalização do apoio psicopedagógico são realizadas entrevistas e testes
específicos, por uma equipe coordenada por um psicólogo, especialista em psicopedagogia,
buscando identificar os obstáculos enfrentados pelos alunos, seja de ordem pedagógica e/ou
psicológica e, em seguida, será iniciado e trabalho de intervenção, dando o atendimento
personalizado ao aluno.
O efetivo acompanhamento dos discentes que apresentam dificuldades de
aprendizagem e/ou de relacionamento, bem como a realização de cursos, palestras, mesas
redondas, seminários e similares, abrangendo diversos aspectos da aprendizagem e das
relações interpessoais, e que propiciem debates, trocas de informações e de experiências, são
algumas das estratégias a serem utilizadas, visando o apoio nas esferas de aprendizagem e
relacionamento acadêmico.
3.2 MECANISMOS DE NIVELAMENTO
A crise do ensino no Brasil se revela cada vez mais grave. Para superá-la faz-se
necessário que as Instituições de ensino Superior consigam estruturar eficientes mecanismos
que possibilitem nivelar aqueles alunos com evidentes problemas de aprendizado e/ou
conhecimentos e que, por conta disso, não conseguem acompanhar o nível da turma ou,
acabam por diminuir sensivelmente a velocidade de desenvolvimento da turma. O efeito
imediato, em qualquer das duas situações é o desinteresse e a frustração por parte dos alunos.
Para equacionar problemas dessa natureza as Faculdades Integradas de Patos (FIP) estruturou
um eficiente programa de nivelamento de seus alunos, utilizando-se sobremaneira de dois
instrumentos: cursos e programa de monitoria.
Em todos os casos descritos, o planejamento e execução dos cursos estão a cargo de
profissionais competentes e experientes, acostumados a lidar com estes tipos de deficiências.
A monitoria também se coloca como um mecanismo de apoio e nivelamento ao aluno,
centrando a atuação na compreensão dos conteúdos ministrados. A monitoria somente será
utilizada em casos especiais, sobretudo nas disciplinas em que o índice de reprovação seja
elevado.
Para que tais atividades tenham efeito real, o núcleo de acompanhamento dos alunos,
em atuação com os professores do curso, buscará identificar os alunos que necessitam desse
suporte para lhes oferecer esses serviços.
Em algumas situações os cursos serão ofertados sem quaisquer ônus para os alunos,
desde que fique demonstrada a real necessidade do aluno. Em outras situações, o aluno pagará
o preço real do custo do Curso. O que irá definir a gratuidade ou não do(s) curso(s) é o
número de aluno e a identificação das reais necessidades. O atendimento extra-classe aos
discentes está contemplado no Programa de Tutoria Acadêmica.
3.3 PROGRAMA DE TUTORIA ACADÊMICA
As Faculdades Integradas de Patos , no propósito de, cada vez mais, melhorar o
ensino-aprendizagem, tendo em vista a qualidade profissional e o cidadão que objetiva
formar, estende o Programa de Tutoria Acadêmica – P.T.A. Este Programa teve início no
Curso de Pedagogia e através de avaliações, os alunos comprovam a sua relevância , agora
será estendido a todos os Cursos das FIP.
JUSTIFICATIVA
Ao ingressar no ensino superior, os alunos sentem grandes dificuldades em se adequar
ao novo ritmo de trabalho e às exigências próprias da vida acadêmica, a qual requer mais rigor
e intensidade nos estudos.
Tais dificuldades têm provocado, por um lado, defasagem de aprendizagem e até
evasão, e por outro, o uso do artifício da cola e a formação de “grupos de trabalho” em que
nem todos participam, ocasionando muitas vezes atribuição de notas que não condizem com a
real situação do aluno, favorecendo, com isso, a formação de profissionais sem competências
e habilidades necessárias ao bom exercício profissional e da cidadania.
A instituição do Programa de Tutoria Acadêmica nos Cursos das Faculdades
Integradas de Patos (FIP) objetiva contribuir para a superação dessa problemática e favorecer
a melhoria do processo ensino-aprendizagem e a qualidade do profissional que se pretende
formar.
Este Programa configura, portanto, um conjunto de ações que visam a acompanhar e
orientar a vida acadêmica dos estudantes, individualmente, a partir do seu ingresso no
primeiro período até a sua conclusão.
OBJETIVOS:
GERAL
Acompanhar e orientar o percurso acadêmico dos alunos dos Cursos das Faculdades
Integradas de Patos, tendo em vista a melhoria do desempenho discente e da qualidade do
Curso.
ESPECÍFICOS
Proporcionar ao aluno dos Cursos das Faculdades Integradas de Patos, o
acompanhamento da sua vida acadêmica e a efetivação curricular, por professores –
tutores, pertencentes ao quadro docente de cada Curso.
Favorecer a integração do aluno ao Curso e ao ambiente acadêmico em geral, a partir
do seu ingresso, de modo a incentivar a continuidade e o aperfeiçoamento dos seus
estudos.
Promover a integração entre docente-discentes, desde o primeiro período, permitindo o
envolvimento dos professores, com a organização curricular do Curso.
METODOLOGIA
São utilizados como instrumentos metodológicos para alcançar os objetivos deste
projeto os recursos e procedimentos abaixo discriminados bem como outras que ao longo
deste se apresentem como relevantes para se desenvolvimento.
Sessões semanais de acompanhamento ao aluno;
Estudo e discussão de textos;
Elaboração de resenhas, artigos e outras;
Apresentação e discussão de vídeos;
Seminários abertos à participação externa;
Criação de instrumentos de divulgação.
3.4 PROGRAMA DE MONITORIA ACADEMICA
O Programa de Monitoria para as Faculdades Integradas de Patos representa uma
importante iniciativa para a melhoria da qualidade do ensino e dos conteúdos ministrados nas
disciplinas, assim como da relação professor/aluno.
Este Programa é importante também para reduzir problemas como a repetência e
abandono de disciplinas básicas dos Cursos, se constitui importante recurso para promover o
desenvolvimento das atividades de ensino e de iniciação científica, uma vez que oferece
suporte teórico-prático para os alunos que estejam cursando disciplinas que apresentam
problemas de repetência e evasão.O trabalho de orientação e integração entre discente e
docentes pode resultar em maior motivação do aluno e aproveitamento do conteúdo das
disciplinas aumentando
o interesse pela ampliação da sua formação acadêmica e pela
qualidade do ensino e da pesquisa.
Cabe ao Coordenador de Monitoria de cada curso, fazer o levantamento das disciplinas
mais adequadas para que possam ser desenvolvidas as atividades de monitoria. Além
dos
benefícios esperados com a execução do Programa de Monitoria para as Faculdades
Integradas de Patos, este também é importante por constituir uma das exigências básicas do
Ministério da Educação e Cultura (MEC) na avaliação do curso, como incentivo à iniciação
docente e melhoria na qualidade do ensino.
A seguir apresentam-se os objetivos gerais, metodologia, estratégias, planos
específicos para cada disciplina, critérios de seleção, critérios de aproveitamento para o
monitor e cronograma de execução do projeto.
OBJETIVOS GERAIS:
I.
II.
III.
Despertar no aluno o interesse pela iniciação a docência e pela pesquisa;
Promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes;
Minorar problemas crônicos de repetência e falta de motivação comuns em
diversas disciplinas;
IV.
V.
Contribuir para a melhoria da qualidade do ensino; e,
Preparar estatísticas e análise que permitam uma avaliação quantitativa do
programa.
Estes objetivos gerais podem ser detalhados do seguinte modo.
PARA TODOS OS MONITORES:
a. Despertar o interesse pela iniciação a docência e pela produção acadêmica;
b. Aprofundar o conhecimento do monitor sobre o conteúdo da disciplina;
c. Iniciar e orientar o monitor na elaboração de trabalhos científicos;
d. Estimular o monitor na análise crítica do material pedagógico disponível,
incentivando-o na preparação de estudos e pesquisas sobre a matéria e/ou
avaliação da disciplina;
e. Transmitir ao monitor as técnicas básicas de preparação e execução de aulas.
PARA OS ALUNOS:
a. Motivar para a permanência no curso, estimular para a identificação de áreas de
interesse e despertar a atenção para a realidade, objetivo da formação;
b. Possibilitar aos alunos um acompanhamento mais sistemático e direto do processo
de aprendizagem do conteúdo programático das disciplinas;
PARA OS PROFESSORES:
a. Estimular sua aproximação ao corpo discente, o que produz melhoria no
aprendizado e incentiva o aperfeiçoamento docente:
b. Criar condições para a melhoria do curso;
c. Estimular mais professores na execução de atividades extra-classe, como
orientação, pesquisa e extensão.
PARA AS DISCIPLINAS E O CURSO:
a. Oferecer suporte extra-classe à formação e criar instrumentos didáticos de apoio e
de uso continuado;
b. Reduzir os índices de evasão e reprovação nas disciplinas;
c. Ampliar a interação professor/aluno/monitor;
d. Contribuir para a promoção da atratividade do curso, tornando-o uma referência a
nível regional e, permitindo a seus graduados condições de competir no mercado
de trabalho.
METODOLOGIA:
Para se atingir esses objetivos, deverão ser realizadas as seguintes atividades:
ATIVIDADES DOS MONITORES:
Atendimento de alunos para esclarecimento de dúvidas e orientação de tarefas
escolares;
Participação na elaboração de aulas e exercícios;
Acompanhamento no processo de avaliação dos alunos;
Realização de encontro semanal com o professor da disciplina para
aprofundamento do conteúdo, resolução de exercícios e orientação de trabalho
científico;
Participação em eventos;
Elaboração do relatório de atividades mensalmente e semestralmente.
ATIVIDADES DO PROFESSOR:
Elaboração e acompanhamento do plano de trabalho para o monitor;
Reunir semanalmente com o monitor para supervisão e discussão das tarefas deste;
Elaboração de instrumentos didáticos em parceria com o
monitor e
acompanhamento de suas ações junto aos alunos.
Elaboração do relatório semestral.
ATIVIDADES DO COORDENADOR DA MONITORIA
Elaboração do plano de atividades da monitoria para o semestre.
Coordenação do processo seletivo, admissão e execução da monitoria.
Acompanhamento semanal às atividades da monitoria .
Acompanhamento semanal do trabalho dos professores orientadores e monitores.
Orientação semanal aos monitores.
Acompanhamento da freqüência dos professores orientadores e monitores.
Elaborar relatório final da monitoria no semestre.
ACOMPANHAMENTO DO PLANO DE TRABALHO PARA O MONITOR
Ao final de cada semestre letivo os professores, juntamente com o coordenador de
monitoria e os monitores, deverão se reunir objetivando a elaboração do relatório de avaliação
do programa.
ESTRATÉGIAS
Serão utilizadas como estratégias para alcançar os objetivos deste projeto os recursos e
procedimentos abaixo discriminados bem como outras que ao longo deste se apresentem
como relevantes para seu desenvolvimento.
Estudo e discussão de textos;
Elaboração de resenhas, artigos e outras;
Apresentação e discussão de vídeos;
Seminários abertos à participação externa;
Criação de instrumentos de divulgação.
Articulação do aluno monitor com os discentes-alvos na direção de atendimento e
acompanhamento eficazes através das tarefas descritas anteriormente.
Além dos critérios gerais de seleção de disciplinas, dos objetivos gerais e da
metodologia descritos anteriormente, para o programa, os professores de algumas disciplinas
deverão apresentar justificativas individualizadas, objetivos particulares e tarefas específicas
para os monitores.
DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
A seleção de monitores obedece aos seguintes critérios:
Prova escrita;
Média maior que 8,0 (oito) na disciplina em que o aluno concorrerá à vaga de
monitoria; e,
Entrevista e ou atividades práticas.
Será classificado o aluno que obtiver a maior média aritmética das notas obtidas nestes
três itens.
CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO PARA O MONITOR
O Conselho de Curso é que decidirá sobre o aproveitamento em crédito da atividade
de monitoria.
IV. CORPO DOCENTE
As FIP conta com um Plano Institucional de Capacitação Docente como parte do
Plano de Carreira Docente a ser implantado a partir do ano de 2013. O objetivo deste plano é
promover e sustentar o padrão de qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e
gerência institucional, por meio da oferta parcial ou integral de cursos de pós-graduação lato
sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento, atualização e graduação, cursos de extensão, de
treinamento e atualização profissional, todos voltados para a comunidade interna, oferecendo
oportunidades a professores e pessoal técnico e de apoio administrativo para o
aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e
profissionais.
Para alcançar tais metas, as FIP oferecerá os seguintes incentivos aos seus professores
e pessoal não-docente, obedecido a decisão do Conselho de Ensino e Pesquisa, ouvida a
Direção Acadêmica:
Ajuda financeira, no valor correspondente a quatro horas-aula semanais, da
categoria a que pertence o professor, para os que se candidatarem a cursos de
doutorado e de mestrado, que continuarem lecionando na instituição;
Concessão de apoio financeiro de até 50% (cinqüenta por cento) do valor do custo
comprovado para a confecção de peça de apresentação de dissertações e teses, até
cinco exemplares. É obrigatório o fornecimento de um exemplar original para o
acervo da biblioteca das FIP;
Auxílio financeiro aos seus professores em curso de pós-graduação lato sensu ou
aperfeiçoamento, para custear participação ativa, com apresentação de trabalhos,
em congressos, seminários, simpósios e eventos similares, em sua área de atuação;
Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional aos seus professores e
funcionários;
Oferta de cursos gratuitos de graduação ou de extensão ao corpo técnico,
ministrados pela própria FIP;
Suporte à divulgação e/ou publicação (edições) de teses, dissertações, monografias
ou outros trabalhos acadêmicos, científicos ou profissionais, de seu pessoal
docente ou técnico-administrativo, nos termos que foram fixados em regulamento
próprio do Conselho Editorial, aprovado no regimento;
Licença, sem perda de remuneração, para participação em programas de
treinamento profissional, externos ou internos;
O Programa aplica-se a funcionários e professores dos cursos oferecidos pelas FIP
até atingir, pelo menos, 85% (oitenta e cinco por cento) dos professores do quadro, com
titulação pós-graduada, em níveis de mestrado ou doutorado.
Para pleitear participação no Programa de Incentivo à qualificação os docentes do
quadro das FIP devem:
manter regime de contratação por, pelo menos, 20 horas semanais;
estar em dia, de forma integral, com todas as obrigações acadêmicoadministrativas;
não estar sob ação de inquérito administrativo, com ou sem efeito suspensivo;
apresentar justificativas à coordenadoria do seu curso ao enviar o pedido de
participação na atividade e/ou curso pretendido;
instruir a solicitação, obrigatoriamente, com os seguintes documentos:
curriculum vitae atualizado;
programa da atividade ou do curso, bem como documento de aceitação do
mesmo;
informações sobre custos financeiros e econômicos;
plano-síntese da dissertação ou tese ou do trabalho a ser apresentado ou editado;
demonstração da compatibilidade e vantagens em relação ao plano de atividades
do curso a que pertence.
4.1 CRONOGRAMA E PLANO DE EXPANSÃO DO CORPO DOCENTE, COM
TITULAÇÃO E REGIME DE TRABALHO DA FIP
Em virtude da ampliação da política de expansão das vagas e dos cursos em
atendimento as demandas sociais, a FIP aumentará o quadro de seus professores, de acordo
com a necessidade de cada curso.
O perfil profissional desejado corresponde a, professores com a titulação mínima de
Mestre e com a formação adequada a disciplina .Ver tabela 1
TABELA 1- EVOLUÇÃO DO CORPO DOCENTE
2011
TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
HORISTA
TOTAL
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
TOTAL
2012
TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
HORISTA
TOTAL
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
TOTAL
2013
TITULAÇÃO
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
TOTAL
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
HORISTA
TOTAL
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
2014
TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
HORISTA
TOTAL
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
TOTAL
2015
TITULAÇÃO
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
TOTAL
REGIME DE TRABALHO
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
HORISTA
TOTAL
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
NÚMERO
%
4.2 MINUTA DO PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS DOCENTES
RESOLUÇÃO _______/2013
Institui o Plano de Carreira e Remuneração dos docentes que integram a carreira de
magistério nas IES mantidas pela Fundação Francisco Mascarenhas.
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Resolução institui o Plano de Carreira e Remuneração dos docentes que atuam
nas Instituições de Ensino Superior, mantidas pela Fundação Francisco Mascarenhas.
Art.2º Integram a carreira de magistério da Fundação Francisco Mascarenhas os profissionais
que exercem atividades de docência e os que oferecem suporte pedagógico direto a tais
atividades, incluídas as de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção,
supervisão e orientação educacional.
Art.3º A implantação, Coordenação, supervisão e controle do Plano de Carreira e
Remuneração dos docentes da Fundação Francisco Mascarenhas de que trata a presente
Resolução, caberá a Mantenedora, ouvidas as instâncias administrativas subordinadas.
Art. 4º - Para efeito desta Resolução, considera-se:
I.
Cargo do Magistério: o conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas ao
profissional do magistério, com denominação própria e vencimentos pagos pela
Fundação Francisco Mascarenhas, para provimento em caráter efetivo ou em
comissão.
II.
Função: a atividade específica desempenhada pelo profissional do magistério,
identificada pela natureza e pelos diferentes graus de responsabilidades, além dos
conhecimentos exigidos na estrutura do sistema de ensino.
III.
Classe: o agrupamento homogêneo dos profissionais do magistério, segundo a sua
titulação.
IV.
Referência: a posição do profissional do magistério dentro da classe que permite
identificar a situação do ocupante na estrutura hierárquica e de remuneração.
V.
Carreira do Magistério: o conjunto de cargos e provimento efetivo, do Quadro do
Magistério, caracterizados pelo desempenho das atividades.
VI.
Quadro do Magistério: o conjunto de cargos de professor e dos profissionais que
oferecem suporte pedagógico direto à atividade da docência, referidos no Artigo 2º
desta Resolução, privativos da Fundação Francisco Mascarenhas.
TÍTULO II
DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO
DA ISONOMIA SALARIAL
Art. 5º A isonomia salarial será assegurada pela remuneração uniforme do trabalho prestado
por docentes da mesma classe ou categoria funcional e da mesma titulação.
Parágrafo Único - Para efeito do disposto neste artigo, entende-se por remuneração o
vencimento básico e todas as vantagens pecuniárias previstas nesta Resolução e em
Legislação específica.
DO PESSOAL DOCENTE
Art. 6º - O corpo docente da Fundação Francisco Mascarenhas será constituído pelos
Integrantes da Carreira Única do Magistério, enquanto nas seguintes classes:
I.
professores titulares;
II.
professores adjuntos;
III.
professores assistentes;
IV.
professores auxiliares de ensino.
Parágrafo Único - Cada classe compreende quatro níveis designados pelos números de 1 a 4,
exceto a classe de Professor Titular, que possui um só nível.
Art. 7º - São consideradas atividades dos integrantes da carreira do magistério da Fundação
Francisco Mascarenhas:
a) As atividades didáticas obrigatórias, tais como aulas teóricas, aulas teórico-práticas e as
aulas práticas;
b) Atividades em Orientação de Estágios;
c) Orientação e acompanhamento didático-pedagógico de alunos;
d) Atividades de pesquisa;
e) Atividades de extensão;
f) Produção intelectual, tal como a elaboração de textos para publicação em revistas
especializadas ou livros, a participação em conselhos e editoriais, científicos ou culturais,
a apresentação de trabalhos em congressos, seminários e outros e a realização de
traduções de reconhecido valor cultural, técnico - científico ou artístico;
g) A administração, consistindo no desempenho de atividade de direção, chefia
departamental, coordenação de curso, coordenação de estágio e monitoria, gerenciamento
de programas ou projetos e a participação em colegiados, assessorias, comissões ou
similares.
Art. 8º - A Fundação Francisco Mascarenhas poderá contratar professor visitante, tomando
por base o seu notório saber técnico ou científico, ou recebido por força de convênio ou
acordo estabelecido com outras Instituições, congêneres ou não, para colaborar nas atividades
docentes, de ensino, pesquisa ou de extensão.
Parágrafo Único - A contratação do Professor Visitante far-se-á mediante solicitação da
Coordenação do Curso interessada, de acordo com projeto de trabalho a ser desenvolvido num
período de vigência do contrato.
DO INGRESSO NA CARREIRA
Art. 9º - Para o ingresso na Carreira Única do Magistério da Fundação Francisco
Mascarenhas, de acesso gradual e sucessivo, além da idoneidade moral do candidato, serão
considerados seus títulos acadêmicos, científicos, didáticos e profissionais, relacionados com
a matéria a ser por ele lecionada, sendo exigido:
constitui requisito básico o diploma de graduação ou pós-graduação correspondente a curso
que inclua, em nível não inferior de complexidade, matéria idêntica ou afim àquela a ser
lecionada;
I.
para admissão de professor titular ou promoção a este nível, exige-se título de
doutor, obtido em curso nacional credenciado ou equivalente estrangeiro, ou título de
livre docente, obtido na forma da lei;
II.
para admissão de professor adjunto ou promoção a este nível, exige-se título de
mestre, obtido em curso nacional credenciado ou equivalente estrangeiro obtido na
forma da lei;
III.
para admissão de professores assistentes, exige-se como titulação acadêmica mínima,
certificação de curso de aperfeiçoamento ou especialização obtido nas condições para
este fim definidas pelo Órgão Competente do Ministério da Educação ou de aprovação
em equivalente conjunto de disciplinas de mestrado, desde que haja vacância na
disciplina;
IV.
para admissão de professor auxiliar de ensino, exige-se o diploma de graduação,
correspondente a curso em nível não inferior de complexidade àquele em que o
docente irá lecionar.
Art.10 Os encargos docentes atribuídos e cada professor obedecerão ao regime de trabalho a
que o mesmo se encontra vinculado à Instituição e a natureza de sua função. Na Fundação
Francisco Mascarenhas existem três regimes de trabalho.
I.
II.
III.
Tempo Integral: 40 horas semanais, com 20 horas , na docência, no mínimo;
Tempo Parcial: 20 horas semanais;
Horista: quando as atividades acadêmicas forem inferiores a 10 horas semanais.
Art. 11 O enquadramento do professor no regime de trabalho será realizado pelo cômputo de
todas as horas, vinculadas à Fundação Francisco Mascarenhas dedicadas às atividades de
ensino, pesquisa, extensão e administração acadêmica.
Art.12 A Fundação Francisco Mascarenhas deverá criar condições para que o quadro docente
de cada curso atinja, no mínimo, 30% de professores em Regime de Tempo Integral.
DA PROGRESSÃO DA CARREIRA
Art. 13 A progressão da Carreira Única do Magistério da Fundação Francisco Mascarenhas,
far-se-á mediante os seguintes critérios:
I.
II.
Por titulação;
Por desempenho.
Art.14 A progressão por titulação far-se-á de uma categoria para o nível inicial da categoria
subseqüente, uma vez obtido o título correspondente a esta categoria.
Art. 15 A progressão por desempenho far-se-á de um nível para o imediatamente subseqüente
dentro de uma mesma categoria, respeitando-se interstício mínimo de dois anos, para cada
avaliação, pelas comissões competentes e a existência de recursos disponíveis.
§1º Para conseguir a ascenção de um nível para outro, nos termos expostos no artigo 15, o
docente tem que, num interstício de dois anos, atingir uma pontuação média de 100 pontos,
obtidos pelo cômputo das atividades realizadas em cada semestre letivo.
§2º É assegurado aos docentes que atingir a pontuação para a progressão de um nível para
outro na mesma categoria um acréscimo de 5% nos seus vencimentos;
§3º A pontuação
atribuída a cada professor resultará da avaliação de suas atividades de
ensino, pesquisa, extensão, qualificação, apoio acadêmico, administrativas e de representação,
observando-se os tipos de atividades constantes no ANEXO I.
§4º Os pontos utilizados para a progressão numa dada categoria não serão computados para
a progressão na categoria seguinte.
Art. 16 O nível ocupado pelo docente será compatível com a titulação exigida pela categoria
e com o número de pontos requeridos para cada nível (100 pontos), de acordo com o
constante no ANEXO I desta Resolução.
Art. 17 Quando o número de pontos for superior ao requerido para um determinado nível, o
docente será enquadrado no nível inferior, não sendo acumulados esses pontos para a
progressão subseqüente.
Art. 18 O processo de avaliação terá início mediante proposta do docente encaminhada à
Comissão Geral de Avaliação que, após deliberação, a submeterá à aprovação do Setor
Financeiro.
Parágrafo Único - A Comissão de que trata a caput tem a seguinte composição:
I.
Coordenador do Curso;
II.
Diretor da Faculdade;
III.
Representante do Setor Financeiro.
IV.
Assessorias
DA POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO
Art. 19 A Política de capacitação docente se concretiza nos seguintes níveis formativos:
I.
II.
Cursos de pós - graduação strictu sensu (mestrado e doutorado);
Cursos de pós - graduação lato sensu (aperfeiçoamento e especialização);
III.
Cursos, estudos atividades de pós-doutoramento;
IV.
Atividades de curta duração: Congressos, Seminários, Cursos, Estágios, Treinamentos
ou atividades compatíveis com as funções docentes.
Art. 20 A Fundação Francisco Mascarenhas adotará programa de qualificação profissional
para os seus docentes, considerando o conjunto de atividades que realiza, e que garanta aos
docentes da Carreira Única do Magistério as seguintes condições, desde que aprovados
previamente pela Comissão Geral de Avaliação:
I.
manutenção das vantagens e benefícios da carreira durante o período de afastamento
para a realização do curso, inclusive manutenção de contagem de tempo interstícios e
períodos aquisitivos;
II.
III.
auxílio constituído de bolsas e ajuda de custa para transporte e despesas escolares;
contratação de professor substituto durante o afastamento do docente, quando não for
possível a substituição no âmbito do Departamento a que o docente está vinculado.
Art.21 Os docentes que estiverem realizando Cursos de pós-graduação, dependendo do nível
de qualificação docente, serão liberados total ou parcialmente.
Art.22 O tempo de afastamento para as atividades de capacitação, depende do nível de
qualificação a que esteja sendo submetido.
I.
Lato Sensu: liberação parcial;
II.
Mestrado: liberação total - 24 meses;
III.
Doutorado: liberação total - 36 meses;
IV.
Pós - Doutorado: liberação total - 12 meses.
Parágrafo Único- Após o término do Curso, o docente com afastamento remunerado firmará
compromisso com a Fundação Francisco Mascarenhas para permanecer vinculado a mesma
por um período correspondente ao dobro do afastamento.
Art.23 Passado o prazo determinado no artigo anterior, o docente poderá solicitar prorrogação
ao seu período de afastamento, cujo período dependerá do nível de qualificação a que está
sendo submetido:
I.
II.
Mestrado: 6 meses;
Doutorado: 12 meses.
§1º- Se, após o período de prorrogação de afastamento, o pós-graduado não concluir o seu
trabalho não terá direito a nova liberação, exceto em casos especiais plenamente justificados.
§2º- Os prazos estabelecidos no "caput" deste artigo poderão ser prorrogados desde que
aprovado pelo órgão superior competente da Fundação Francisco Mascarenhas ouvido o
Departamento onde o docente estiver lotado.
DO PLANO DE CAPACITAÇÃO
Art. 24 Do Plano de Capacitação docente referido no artigo 19 desta Resolução, e que
integra a Política Geral de Pessoal Docente da Fundação Francisco Mascarenhas deverão
constar:
I.
atividades em realização ou projetos no Departamento durante o período de validade
do plano
II.
Nível de qualificação do pessoal docente lotado no Departamento e respectivo tempo
de serviço e situação funcional, bem como previsão de aposentadorias;
III.
Áreas prioritárias de capacitação;
IV.
Nível de qualificação requerido para o eficaz desenvolvimento das atividades
programadas;
V.
VI.
Critérios específicos de liberação de pessoal;
Projeção de Recursos Humanos a serem capacitados no período de vigência do
plano e respectivo nível de qualificação;
VII.
Cada departamento das Faculdades deve elaborar um Plano de Capacitação Docente,
que contempla a manutenção de no máximo, 10% de seus docentes em programas
de capacitação;
VIII.
Compromisso formal do docente em permanecer na Instituição após a conclusão do
Curso de Pós-Graduação para o qual foi liberado, por tempo igual ao do afastamento,
sob pena de ressarcir à Mantenedora o valor correspondente à remuneração
recebida durante o período em que estiver afastado.
IX.
O professor tem que apresentar, obrigatoriamente, relatórios semestrais ao Curso a
que esteja vinculado, acompanhados de parecer do Professor orientador.
X.
O docente que se afastar em período integral não poderá solicitar alteração em seu
regime de trabalho, por um período de tempo igual ao que esteve afastado.
DO AFASTAMENTO
Art. 25 Além dos cargos previstos na legislação vigente, o docente integrante da Carreira
única do Magistério da Fundação Francisco Mascarenhas poderá afastar-se de suas funções,
assegurados todos os direitos e vantagens a que fez jus.
I.
II.
Para capacitação docente;
Para prestar colaboração à Instituição de ensino e pesquisa, resguardados os interesses
da Fundação Francisco Mascarenhas;
III.
Para participar de congressos ou reuniões relacionadas a atividades acadêmicas
administrativas ou sindicais;
IV.
Para participar de órgãos de deliberação coletiva ou outros relacionados com as
funções acadêmicas;
V.
Para participar de atividades de entidades científicas e/ou representativas de classe ou
categoria profissional.
Parágrafo Único - O afastamento será autorizado pelo órgão da Fundação Francisco
Mascarenhas, ouvida a Unidade, o Setor ou Departamento onde o docente estiver lotado.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DO QUADRO DOCENTE
Art.26 O quadro de pessoal Docente da Fundação Francisco Mascarenhas será fixado de
acordo com o número de vagas necessárias ao desenvolvimento das suas atividades de ensino
pesquisa e extensão.
Parágrafo Único - A fixação do número de vagas será estabelecida e administrada pela
Mantenedora, com base em dados, fornecidos pelas Unidades, Setores ou Departamentos
acadêmicos envolvidos nessas atividades que fixarão suas necessidades de acordo com os
seus programas.
DA REMUNERAÇÃO, DOS BENEFÍCIOS E DAS VANTAGENS
Art.27 O piso salarial dos professores integrantes da Carreira Única do Magistério da
Fundação Francisco Mascarenhas
Parágrafo Único - Ao ser contratado, o professor, não poderá receber salário inferior ao já
pago aos demais professores admitidos anteriormente para exercer a mesma função e que
tenha igual qualificação e regime de trabalho.
Art.28 Ao professor fica assegurada, em caráter permanente, adicional por qualificação sobre
os seus vencimentos mensais observados os critérios abaixo:
I.
Professor com Curso de Especialização - 7% (sete por cento)
II.
Professor com Mestrado – 20% (vinte por cento)
III.
Professor com Doutorado - 11% (onze por cento)
Art.29 Ao docente em efetivo exercício, serão concedidos 30 (trinta) dias de férias anuais,
cujo período de gozo será no mês de janeiro.
Art.30 Durante os 30 (trinta) dias do recesso escolar, o professor poderá ser convocado para
atividades didáticas, pedagógicas, planejamento e cursos de reciclagem.
Art.31 Todos os docentes da Fundação Francisco Mascarenhas devem ser lotados em uma de
suas Unidades de Ensino Superior.
Art.32 O docente poderá ser redistribuído para outro departamento da mesma unidade ou
para outra unidade distinta, da Fundação Francisco Mascarenhas.
§1º- A redistribuição prevista no artigo anterior poderá ocorrer nos seguintes casos:
a) a pedido do departamento para o qual será redistribuído o docente, dependendo da expressa
concordância deste e do departamento de origem.
b) a pedido do próprio docente, ouvidos os departamentos de origem e destino.
§2º- O pedido de redistribuição far-se-á mediante processo, que terá origem no Departamento
de origem e, encaminhado ao Departamento interessado. A decisão final caberá ao
Departamento de origem.
§3º- O docente poderá desenvolver atividades em mais de um Departamento, na mesma
unidade ou em unidades distintas, dependendo da expressa concordância dos departamentos
envolvidos.
DA DISPENSA
Art.33 A dispensa de docentes da Carreira Única do Magistério da Fundação Francisco
Mascarenhas poderá ocorrer a pedido do docente ou com justa causa, nos termos das normas
legais e regulamentares pertinentes.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.34 Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições
em contrário.
CONSELHO ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS,
Patos-PB, ______ de _______________ de ______________
JOÃO LEUSON PALMEIRA GOMES ALVES
Presidente
ANEXO I
PONTUAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS INTEGRANTES DA CARREIRA DO
MAGISTÉRIO DA FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS
ATIVIDADES DE ENSINO
Crédito de disciplina (máximo de 3 disciplinas por semestre)
PONTOS
POR
SEMESTRE
05
Ensino das disciplinas em Estágio Supervisionado
06
Ensino das disciplinas em Prática de Ensino
06
Orientação de Estágo Curricular
20
Crédito de disciplina em Curso de Especialização na IES
Orientação de Monitoria
05
Orientação de Tutoria
05
Participação em banca de monografia (mínimo de 3 (três) e máximo de 5
05
(cinco) por semestre)
ATIVIDADES DE PESQUISA
Orientação de Pesquisa em iniciação científica (máximo de 2 bolsista por
semestre)
Orientação de Monografia e/ou Trabalho final de Curso de Graduação
(máximo de 3 bolsista por semestre)
Orientação de Monografia de final de curso de especialização (máximo de
3 trabalhos por curso)
Orientação de Dissertação de Mestrado na Instituição (máximo de 2
alunos e com duração máxima de 6 semestres)
Orientação de Teses de Doutorado (máximo de 2 alunos e com duração
máxima de 6 semestres)
Co-Orientação de Trabalho de Pesquisa (máximo de 2 bolsista por
PONTOS
POR
SEMESTRE
10
10
08
16
24
04
semestre)
Projeto de pesquisa desenvolvido
Coordenação de Projeto
24
Colaboração de projeto
10
Consultoria de Projeto registrado na Coordenação de Pesquisa
Participação em comissão de análise de projetos (máximo de 5
projetos por semestre)
04
02
Produção científica
Livro didático ou técnico publicado na área de conhecimento (autor)
40
Tradução de livros
12
Membro de Conselho Editorial de edições culturais e científicos
08
Patente registrada
30
Obra cultural ou artística publicada a nível local
10
Obra cultural ou artística publicada a nível regional
15
Obra cultural ou artística publicada a nível nacional
20
Obra cultural ou artística publicada a nível internacional
30
Monografia publicada pela FFM ou por outra IES devidamente
credenciada
Trabalho publicado em periódicos especializados
20
Indexado internacionalmente
20
Circulação nacional
15
Circulação local
10
Publicação de artigos ou periódicos
05
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Projetos de extensão aprovados pela Coordenação de Extensão da FFM
(máximo de 2 projetos, com duração máxima de 3 semestres)
Coordenação de projetos
PONTOS
POR
SEMESTRE
20
Colaboração do projeto
10
Orientação de bolsistas de extensão (máximo de 2 bolsista por
05
semestre)
Consultor de projeto de extensão
PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS, CULTURAIS E
ÓRGÃOS COLEGIADOS
Exposição, Congressos, Simpósios, Encontros, Seminários, Mesas
04
POR EVENTO
Redondas e outros eventos, cuja participação seja aprovada pela FFM
Coordenador em nível local
05
Coordenador em nível regional
10
Coordenador em nível nacional
15
Coordenador em nível internacional
20
Conferencista/palestrante em nível local
05
Conferencista/palestrante em nível regional
10
Conferencista/palestrante em nível nacional
15
Conferencista/palestrante em nível internacional
20
Debatedor ou painelista em nível local
03
Debatedor ou painelista em nível regional
06
Debatedor ou painelista em nível nacional
09
Debatedor ou painelista em nível internacional
12
Expositor de comunicação, mini-curso, oficinas, ateliês em nível local
02
Expositor de comunicação, mini-curso, oficinas, ateliês em nível
regional
Expositor de comunicação, mini-curso, oficinas, ateliês em nível
nacional
Expositor de comunicação, mini-curso, oficinas, ateliês em nível
internacional
Coordenador ou Secretário de Mesa em nível local
04
Coordenador ou Secretário de Mesa em nível regional
02
Coordenador ou Secretário de Mesa em nível nacional
03
Coordenador ou Secretário de Mesa em nível internacional
04
06
08
01
Participação em banca ou comissão examinadora de concurso
Trabalho de Conclusão de final de Curso na IES (máximo de 05
04
trabalhos por semestre)
Trabalho de Conclusão de final de Curso fora da IES (máximo de 03
05
trabalhos por semestre)
Concurso para Seleção de monitores
02
Concurso de professores na IES
08
Concurso de professores forma da IES
10
PARTICIPAÇÃO EM COLEGIADO OU COMISSÕES DA FIP
Comissão do Vestibular (elaboração de provas)
POR
SEMESTRE
05
Comissão do Vestibular (correção ou fiscalização de provas)
03
Conselho de Curso
02
Congregação
03
Coordenação do Curso
05
Membro da Comissão de Estágio Supervisionado
FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS
Coordenador de Curso
04
POR
SEMESTRE
50
Vice-Coordenador de Curso
25
Presidente de Comissão Permanente designada pela FFM
10
Supervisor geral de estágio
10
Coordenador do Núcleo de Estágio
08
Coordenador de Programa de Monitoria
08
Coordenador de Programa de Tutoria
08
Coordenador de Programa de Pesquisa
08
Coordenador de Programa de Extensão
08
Coordenador de Curso de Especialização
10
Coordenador de Curso de Extensão
10
Chefe de Laboratório
03
Coordenação de Ensino
10
Coordenação de Pesquisa
10
Coordenação de Extensão
10
Coordenação de Comunicação
10
Coordenador do Núcleo de Apoio Psicopedagógico
08
DOCENTES REALIZANDO CURSOS
Curso de Atualização ou Extensão
15
Pós-Graduação Lato-Sensu (por interstício)
30
Pós-Graduação Stricto-Sensu (por semestre)
Mestrado – máximo 6 semestres
100
Doutorado - máximo 10 semestres
100
Pós-Doutorado - máximo 2 semestres
100
Por defesa de Dissertação de Mestrado
20
Por defesa de Tese de Doutorado
20
OBS: Durante o período de realização de Curso, o docente que estiver fazendo Mestrado ou
Doutorado, terá sua pontuação máxima garantida, desde que tenha sido liberado
integralmente pela Instituição; o docente fica obrigado a comprovar suas atividades através
de declaração do Coordenador do Curso (disciplinas) e do orientador (pesquisa e redação da
Dissertação ou da Tese).
ANEXO II
CLASSES E NÍVEIS DE PROFESSORES COM OS REPECTIVOS TEMPOS DE
SERVIÇO (ANOS) PARA PLEITEAR ASCENÇÃO FUNCIONAL
CLASSE
PROFESSORES
AUXILIARES DE
ENSINO- GRADUADO
PROFESSORES
ASSISTENTES
ESPECIALISTA
PROFESSORES
ADJUNTOS
MESTRE
PROFESSORES
TITULARES
DOUTOR
NÍVEL 1
TEMPO DE SERVIÇO
PARA ASCENÇAÕ
01 A 05 ANOS
NÍVEL 2
06 A 10 ANOS
NÍVEL 3
11 A 15 ANOS
NÍVEL 4
16 ANOS EM DIANTE
NÍVEL 1
01 A 05 ANOS
NÍVEL 2
06 A 10 ANOS
NÍVEL3
11 A 15 ANOS
NÍVEL 4
16 ANOS EM DIANTE
NÍVEL 1
01 A 05 ANOS
NÍVEL 2
06 A 10 ANOS
NÍVEL3
11 A 15 ANOS
NÍVEL 4
16 ANOS EM DIANTE
NÍVEL 1
01 A 05 ANOS
NÍVEL 2
06 A 10 ANOS
NÍVEL3
11 A 15 ANOS
NÍVEL 4
16 ANOS EM DIANTE
NÍVEL
4.3 NUCLEO DE APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO AOS DOCENTES (NADIP)
As Faculdades Integradas de Patos (FIP) contempla no projeto administrativopedagógico várias preocupações, dentre vários aspectos com o delineamento dos seus Cursos
de uma forma sistêmica. Uma das preocupações relaciona-se com o corpo docente. Com o
objetivo de situar o professor no universo em que vai trabalhar e pautando-se nas
considerações a seguir é que se propõe a implantar o NUCLEO DE APOIO DIDÁTICOPEDAGÓGICO AOS DOCENTES – NADIP.
As determinações da Lei 9.394/96, no inciso III do artigo 43t trata da melhoria do
ensino-pesquisa-extensão, com a adoção de novas metodologias e a exigência de qualificação
permanente do corpo docente, incluindo entre estas a titulação de mestrado e doutorado. Esta
nova realidade, exige cada vez mais dos docentes, uma qualificação permanente, que lhe
proporcione instrumentos didático-pedagógicos para o correto exercício do ensino-pesquisaextensão. O que se observa é a necessidade de suprir as deficiências com apoio técnicocientífico, específico da área pedagógica;
A otimização do potencial do corpo docente, com a incorporação de técnicas e
métodos didáticos, para melhoria da aprendizagem e do tratamento dado aos conteúdos em
todos os cursos, a presença do assessoramento direto ao professor, em regência de sala,
proporcionará um aumento de produtividade e melhoria da qualidade do ensino, com reflexos
diretos no relacionamento acadêmico e na mudança de mentalidade do aluno e maior
compromisso sócio- pedagógico do docente, em relação ao seu papel de agente de formação
científica e de lideranças para as demandas sociais;
Estabelecido no art. 43, inc. I da Lei 9.394/96 - LDB - o desenvolvimento cultural, do
espírito científico e do pensamento reflexivo, exige agentes, cada vez mais preparados em
técnicas e capacidade de adaptação a novas situações de aprendizagem, para alcançar-se êxito,
por haver a necessidade de se garantir a qualidade do ensino, vinculado à extensão e à
pesquisa, sob uma coordenação que dirija as atividades atinentes ao assessoramento
pedagógico, as Faculdades Integradas de Patos criou o NADIP como suporte de apoio às
atividades docentes do curso, como medida concreta para assegurar o padrão de qualidade ao
ensino, nos termos da portaria supra citada.
O NADIP é um espaço de estudos e ações educacionais voltados ao desenvolvimento
de uma prática docente comprometida e de qualidade. Através deste núcleo serão
desenvolvidas atividades que permitirão aos professores aprofundar os seus conhecimentos
pedagógicos, sistematizar suas práticas, buscar novos caminhos e redimensionar seu próprio
papel. É, portanto, um espaço de estudo, de questionamento e, acima de tudo, de crescimento
profissional.
O NADIP tem como objetivos:
Possibilitar ao professor ingressante maior ambientação e integração nas FIP;
Aprimorar o processo educativo através do aperfeiçoamento constante da equipe
docente e pelo acompanhamento da evolução de métodos e processos pedagógicos;
Propiciar ao corpo docente, situações de ensino-aprendizagem onde ele possa
continuamente se preparar para o exercício teórico-prático da realidade vigente;
Programar ações de enriquecimento das experiências, pesquisas e práticas de
aprendizagem no contexto geral do educando, bem como promover cursos,
palestras, seminários e workshops que contemplem as práticas pedagógicas;
Constituir-se em suporte didático-metodológico ao docente na realização do
trabalho em sala, com o fim de garantir a melhoria da qualidade técnica do mesmo
e do ensino, mediante a aplicação da didática aos conteúdos jurídicos;
Contribuir para o aperfeiçoamento da prática pedagógica e conseqüente melhoria
do ensino;
Mobilizar o corpo docente quanto à importância da integração das atividades
acadêmicas;
Estimular a busca do aperfeiçoamento, visando à oferta de cursos de capacitação
didático-pedagógica;
Construir, coletivamente, um espaço de discussão e estudo, tendo como referências
a memória pedagógica e a problemática cotidiana do professor.
A este Núcleo compete:
a) Elaborar o seu plano de trabalho semestral, encaminhando à Coordenação de
Curso;
b) Proporcionar, orientação básica aos docentes em planejamento didático e planos de
aula, definição de sugestões de técnicas e métodos aplicáveis aos conteúdos
administrados;
c) Resolver, em nível de instância pedagógica, os conflitos de matéria didáticopedagógicas, surgidos entre discentes e docentes, os quais serão primeiramente
submetidos a sua apreciação, objetivando o equacionamento dos interesses para a
garantia da aprendizagem de qualidade e quando o NADIP julgar necessário a
apreciação do mérito pelo Conselho de Curso encaminha com sua decisão
fundamentada;
d) Convocar, sempre que necessário, reuniões pedagógicas com os docentes;
e) Realizar o estudo de novas técnicas e métodos inovadores e suas aplicações ao
ensino do Direito;
f) Tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao
efetivo cumprimento destas normas;
g) Apresentar semestralmente à Coordenação de Curso, relatório do trabalho
desenvolvido no exercício;
h) Propor a realização de palestras, seminários, conferências, painéis, murais, cursos
de extensão, projetos de pesquisa e extensão;
As atividades do Núcleo realizam-se, ordinariamente, em horários diurnos definidos
pelo corpo docente e administrativo, perfazendo um total de 08 (oito) encontros semestrais.
Quando necessário, encontros semanais poderão ocorrer. Os trabalhos desenvolvem-se de
duas formas básicas: as discussões em grupo e as mesas redondas. Não ficam descartadas
outras formas de trabalho, especialmente as de produção individual, onde os depoimentos
ganham importância. As mesas redondas servirão para discutir os projetos em andamento.
O instrumento utilizado será uma avaliação a cada um dos encontros. Com base nesse
instrumento, buscar-se ampliar a visão do projeto. Ampliar no sentido de trabalhar de forma
participativa, entendendo que a avaliação de um trabalho coletivo precisa ser refletida por
quem foi sujeito do processo: o grupo.
V CORPO TÉCNICO/ADMINISTRATIVO
5.1 OS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
Apesar de não adotar concurso público à admissão de técnico-administrativo, o
processo ocorre mediante um rigoroso processo de seleção, com análise de currículos. O
candidato passa por estágio durante 15 dias e demonstrando competências e habilidades no
serviço será contratado pela IES. As promoções, estabelecidas no Plano de Carreira do
Pessoal Técnico-administrativo, serão verticais e horizontais e dar-se-ão por antiguidade ou
merecimento, explicitadas no plano.
5.2 POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO, PLANO DE CARREIRA E REGIME DE
TRABALHO
Visando à contínua qualificação do seu corpo técnico-administrativo, as Faculdades
Integradas de Patos incentivará, de várias formas, o progresso intelectual dos servidores. Uma
delas é contribuir para o aperfeiçoamento dos seus funcionários assegurando todos os direitos
e vantagens àquele que se afastar de suas funções para:
I.
II.
aperfeiçoar-se em instituições nacionais ou estrangeiras; e
participar de cursos, congressos, seminários e outros eventos de natureza científica,
cultural ou técnica, relacionados com as suas atividades nas Faculdades.
Especificamente, a política de recursos humanos da Mantenedora, para os próximos 5
anos, contempla várias iniciativas e diretrizes, a saber:
a) estabelecimento de incentivos funcionais, sob a forma de acréscimo percentual aos
salários, mediante progressões horizontais, por merecimento;
b) permissão e encorajamento, a um número crescente de funcionários, para que façam
cursos;
c) estabelecimento de convênios, com entidades públicas e particulares, do País e do
exterior, que permitam a oferta de cursos, estágios e treinamentos aos funcionários;
d) estímulo à participação em eventos de natureza técnica;
e) aumento e diversificação dos cursos que visem à capacitação e ao aprimoramento do
pessoal.
AS PROMOÇÕES
As promoções, estabelecidas no Plano de Carreira do Pessoal Técnico-administrativo,
serão verticais e horizontais e dar-se-ão por antiguidade ou merecimento.
A Tabela I, anexa ao Plano, estabelece as classes e os níveis objeto de promoção
vertical e horizontal.
As indicações para promoção resultam da avaliação por uma comissão constituída por
um representante da Mantenedora, como seu presidente, pelo Diretor da Unidade de Ensino e
por um Coordenador de Curso.
As promoções verticais, subordinadas à existência de vaga, dar-se-ão por merecimento
que autorize o seu ingresso no nível um da classe, imediatamente, superior. As promoções
horizontais dar-se-ão por antiguidade ou por merecimento.
A cada período de trinta e seis meses de efetivo exercício, o funcionário fará jus, por
antiguidade, à promoção horizontal de um nível. As promoções horizontais por merecimento
decorrerão de avaliações feitas mediante critérios objetivos fixados no Plano de Carreira. A
avaliação será feita, periodicamente, a cada doze meses, de preferência em final de semestre
letivo, e será realizada por uma comissão especialmente designada.
Os critérios para avaliação serão a produtividade, o desempenho e a capacidade
técnica, medidos por meio de instrumentos objetivos de aferição e registrados conforme a
Tabela II, abaixo. Fará jus a uma promoção horizontal, por merecimento, o funcionário que
obtiver média igual ou superior a sete como resultado das avaliações realizadas em dois anos
consecutivos.Não poderá ser utilizado, para efeito do cálculo da média de que trata o
parágrafo terceiro, escore já computado para anterior promoção.
O funcionário que atingir, por merecimento ou antiguidade, o último nível de sua
classe, poderá, na avaliação seguinte, obter, também por merecimento ou
antiguidade,
promoção vertical para o nível inicial da classe imediatamente seguinte.
TABELA I
(Anexa ao Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo da FADIP)
CATEGORIAS
NÍVEIS
Agente Administrativo 1
1
2
3
4
5
Agente Administrativo 2
1
2
3
4
5
Agente Administrativo 3
1
2
3
4
TABELA II
(Anexa ao Plano de Carreira do Pessoal Técnico-Administrativo das FADIP)
CRITÉRIO
PONTAGEM
Produtividade
de 1 a 10
Desempenho
de 1 a 10
Capacidade Técnica
de 1 a 10
Procedimento de Cálculo:
1)
apurar a pontagem de cada critério;
2)
somar os três resultados obtidos;
3)
dividir a soma por três;
4)
arredondar, para mais, decimais iguais ou superiores a 0,5.
5
MINUTA DO REGULAMENTO DO PLANO DE CARREIRA E INCENTIVOS AO
PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS
Dispõe sobre o Plano Institucional de Capacitação
do Pessoal Técnico-Administrativo das Faculdades
Integradas de Patos.
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º – O objetivo primordial do Plano Institucional de Capacitação do Pessoal TécnicoAdministrativo das Faculdades Integradas de Patos é promover o atendimento de seu Corpo
Técnico-Administrativo em suas necessidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação
profissional.
Art. 2º – O Plano Institucional de Capacitação do Pessoal Técnico-Administrativo terá a
finalidade de estimular o Corpo Técnico-Administrativo das Faculdades Integradas de Patos a
participar de cursos de pós-graduação e promover a atualização, treinamento e qualificação.
Art. 3º – Será dada prioridade ao desenvolvimento de programas de qualificação de pessoal
Técnico-Administrativo realizado na Instituição.
CAPÍTULO II
SEÇÃO I
DA AJUDA DE CUSTO
Art. 4º – A ajuda de custo será concedida ao pessoal técnico-administrativo para participação
em eventos promovidos por entidades de reconhecido valor, à critério da Entidade
Mantenedora, ouvida a Diretoria das Faculdades.
§ 1º.– A ajuda de custo poderá ser parcial ou integral, variando de acordo com o evento a
que se destina e possibilidades da Instituição.
§ 2º. – A solicitação deverá ser feita à Diretoria das Faculdades, com antecedência de
quarenta e cinco dias (45), em requerimento próprio, onde constará a justificativa ao pedido e
previsão de despesas.
§ 3º. – Quando contemplado com o recurso financeiro, o funcionário será notificado através
do deferimento onde contarão valor e as instruções pertinentes.
Art. 5º – A análise dos pedidos levará em consideração os seguintes critérios:
I – Quantidade de recursos financeiros;
II – Necessidades institucionais em áreas prioritárias;
III – Parecer do chefe imediato quanto à necessidade e validade do evento;
IV – Potencial demonstrado pelo solicitante em atividades desenvolvidas na Instituição;
Art. 6º – O funcionário contemplado com a ajuda de custo fica obrigado à apresentação de
relatório sobre a sua participação no evento e a critério do órgão de Recursos Humanos,
propiciar o acesso aos demais funcionários dos saberes adquiridos.
SEÇÃO II
DAS BOLSAS-AUXÍLIO PARA CURSOS DE GRADUAÇÃO OU PÓSGRADUAÇÃO NA PRÓPRIA INSTITUIÇÃO
Art. 7º – As bolsas-auxílio serão concedidas por período equivalente às necessidades para
integralização do curso.
§ 1º. – O requerimento do interessado deverá vir acompanhado de parecer do chefe imediato e
acompanhado da adequação ao horário de trabalho do funcionário.
§ 2º. – As bolsas serão concedidas em até 50% do valor total, não podendo o beneficiário ter
mais de duas dependências. Neste caso, o solicitante fica automaticamente desligado do
programa.
§ 3º. – No caso do deferimento, o solicitante será notificado para assinatura de contrato
respectivo.
Art. 8º – São critérios para análise dos pedidos de concessão de bolsas–auxílio:
I – Quantidade de recursos financeiros;
II – Necessidades institucionais em áreas prioritárias;
III – Parecer do chefe imediato quanto à necessidade, validade do curso para melhoria da
qualidade dos serviços;
IV – Tempo de pelo menos um (1) ano de efetivo exercício no quadro de funcionários da FIP;
V – Potencial demonstrado nos anos de atividades da Instituição;
VI – Guardar relação a função/cargo exercido e carreira.
Art. 9º – O funcionário contemplado deverá apresentar, semestralmente, à Diretoria das
Faculdades, relatório de atividades com atestado de aproveitamento das disciplinas cursadas.
Art. 10 – O funcionário contemplado com bolsa-auxílio obriga-se a servir a FIP por um
período estipulado no contrato ou ressarcir à Instituição a importância equivalente à ajuda
recebida para este fim, atualizada monetariamente.
Art.11 – O funcionário contemplado com a bolsa-auxílio obriga-se a dar terminalidade ao
curso iniciado, objeto da bolsa. A desistência implica na devolução da importância
equivalente à ajuda recebida para esse fim, atualizada monetariamente.
SEÇÃO III
DO CUSTEIO DO PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA O PESSOAL
TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Art. 12 – Os cursos dos Programas de Treinamento Específico serão financiados com verbas
da FIP.
§ 1º. – Os Programas de Treinamento Específico serão realizados na própria Instituição ou em
outras de reconhecido valor.
§ 2º. – Poderão participar destes programas grupos de funcionários indicados pelos chefes dos
setores.
§ 3º. – Estes programas serão realizados quando comprovadamente representarem benefícios
diretos ao desenvolvimento das atividades institucionais.
CAPÍTULO IV
DAS DI
SPOSIÇÕES FINAIS
Art. 13 – Este regulamento entra em vigor na data da publicação do instrumento jurídico que
autorizar o funcionamento do Curso da FIP.
5.3 CRONOGRAMA DE EXPANSÃO DO CORPO TÉCNICO/ADMINISTRATIVO,
CONSIDERANDO O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PDI:
2011
CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
GRAU DE FORMAÇÃO
TOTAL
F
25
M
12
37
Ensino Fundamental completo.
10
14
24
Ensino Médio Completo.
20
8
28
Graduado
40
15
55
Especialista
10
03
13
Mestre
03
-
03
Doutor
-
-
-
108
52
160
Sem escolarização
/
fundamental incompleto.
ensino
TOTAL
2012
CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
GRAU DE FORMAÇÃO
TOTAL
F
M
25
14
39
Ensino Fundamental completo.
10
14
24
Ensino Médio Completo.
21
8
29
Graduado
40
20
60
Especialista
10
15
25
Mestre
03
6
9
-
-
77
186
Sem escolarização
/
fundamental incompleto.
ensino
Doutor
TOTAL
109
2013
CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
GRAU DE FORMAÇÃO
TOTAL
F
M
20
12
32
Ensino Fundamental completo.
15
20
35
Ensino Médio Completo.
25
15
40
Graduado
45
20
65
Especialista
15
8
23
Mestre
6
1
7
Doutor
1
1
2
127
77
204
Sem escolarização
/
fundamental incompleto.
ensino
TOTAL
2014
CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
GRAU DE FORMAÇÃO
TOTAL
F
M
15
10
25
Ensino Fundamental completo.
20
25
45
Ensino Médio Completo.
30
20
50
Graduado
50
25
75
Especialista
20
10
30
Mestre
10
4
14
Doutor
2
2
4
147
96
243
Sem escolarização
/
fundamental incompleto.
TOTAL
ensino
2015
CORPO TÉCNICO
ADMINISTRATIVO
GRAU DE FORMAÇÃO
TOTAL
F
M
14
8
22
Ensino Fundamental completo.
21
24
45
Ensino Médio Completo.
30
20
50
Graduado
45
20
65
Especialista
55
20
75
Mestre
10
4
14
Doutor
2
2
4
177
98
275
Sem escolarização
/
fundamental incompleto.
TOTAL
ensino
VI. INFRA-ESTRUTURA
6.1. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E DE APOIO
As FIP funcionam em prédio próprio, edificado especialmente para atender as suas
necessidades institucionais. Este plano prevê a expansão desta estrutura física, como forma de
propiciar adequadas condições de funcionamento aos cursos e suas respectivas autoridades.
Área física e instalações prediais
As Faculdades Integradas de Patos têm as seguintes dependências:
BLOCO I
Prédio situado à Rua Horácio Nóbrega, s/n no bairro Belo Horizonte, que abriga as
Coordenações dos Cursos de Geografia, História, Letras, Pedagogia Secretarias, 14 (quatorze)
Salas de aula no térreo, 16(dezesseis) salas de aula, no primeiro piso, todas medindo
aproximadamente, 46m², sala de professores, secretaria geral, banheiros femininos e
masculinos, Cantinas e Praça da alimentação, Sua área construída é de 12.800 m2 .
A área total do terreno onde funciona as Faculdades Integradas de 'Patos, onde estão as
edificações dos Cursos de Graduação é de 28.900 m2 .
LABORATÓRIOS: BLOCO I
1. LABORATÓRIOS DE ANATOMIA
LABORATÓRIO
ANATOMIA I
ANATOMIA II
ANATOMIA III
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
Associar
o
conhecimento
teórico ao prático;
Permitir
ao
aluno
o
entendimento
sobre
a
constituição de cada sistema do
corpo humano a partir do
estudo sistemático de cada
órgão.
Permitir o reconhecimento
morfológico de cada órgão
Permitir o desenvolvimento de
pesquisa, extensão, cursos e
minicursos ligados a anatomia
humana.
Estudo e manuseio de peças
cadavéricas conservadas em
solução de formol. Dessecação
e preparação das peças para
estudo.
ANATOMIA GERAL
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA,
FISOTERAPIA,
EDUCAÇÃO FÍSCA E
ODONTOLOGIA)
Associar
o
conhecimento
teórico ao prático
Permitir
ao
aluno
o
entendimento
sobre
a
constituição de cada sistema do
corpo humano a partir do
estudo sistemático de cada
órgão.
Permitir o reconhecimento
morfológico de cada órgão
Permitir o desenvolvimento de
pesquisa, extensão, cursos e
minicursos ligados a anatomia
humana.
Estudo e manuseio de peças
cadavéricas conservadas em
solução de formol. Dessecação
e preparação das peças para
estudo.
ANATOMIA GERAL
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA,
FISIOTERAPIA,
EDUCAÇÃO FÍSICA E
ODONTOLOGIA)
ANATOMIA
DO
APARELHO
LOCOMOTOR
(FISIOTERAPIA)
ANATOMIA
TOPOGRÁFICA DE
CABEÇA E PESCOÇO
(ODONTOLOGIA)
NEUROANATOMIA
(ODONTOLOGIA)
Associar
o
conhecimento
teórico ao prático
Permitir
ao
aluno
o
entendimento
sobre
a
constituição de cada sistema do
corpo humano a partir do
ANATOMIA GERAL
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA,
FISIOTERAPIA,
EDUCAÇÃO FÍSICA E
ODONTOLOGIA)
ANATOMIA
DO
APARELHO
LOCOMOTOR
(FISIOTERAPIA)
ANATOMIA
TOPOGRÁFICA DE
CABEÇA E PESCOÇO
(ODONTOLOGIA)
NEUROANATOMIA
(ODONTOLOGIA)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das FIP
67,04 m²
Unidade I das FIP
105,34
m²
Unidade I das FIP
56,06 m²
estudo sistemático de cada
órgão.
Permitir o reconhecimento
morfológico de cada órgão
Permitir o desenvolvimento de
pesquisa, extensão, cursos e
minicursos ligados a anatomia
humana.
Estudo e manuseio de peças
cadavéricas conservadas em
solução de formol. Dessecação
e preparação das peças para
estudo.
ANATOMIA
APARELHO
LOCOMOTOR
(FISIOTERAPIA)
DO
ANATOMIA
TOPOGRÁFICA DE
CABEÇA E PESCOÇO
(ODONTOLOGIA)
NEUROANATOMIA
(ODONTOLOGIA)
1.1 LABORATÓRIOS DE ANATOMIA HUMANA
Área geográfica: A1: 67,04 m²; A2: 105,34 m² e A3: 53,06 m² = total: 225,44 m²
PEÇAS FORMOLIZADAS
QUANTIDADE
Cadáveres humanos
Fetos
Placentas
Rins
Pulmões
Corações
Hemipelve masculina
Hemipelve feminina
Fígado
Sistema digestivo
Hemiface
Membro inferior dissecado
Olho
Útero
Pênis e região pubiana
Articulação do joelho
Articulação do ombro
Articulação do tornozelo
Articulação da mão
10
14
02
05
04
06
01
01
04
02
03
03
01
02
01
01
02
01
01
OSSOS
QUANTIDADE
Crânio fechado
Crânio aberto
Crânio fechado pintado
Crânio aberto pintado
Vértebras cervicais
Vértebras torácicas
Vértebras lombares
Sacrococcígeo
Mandíbula
Escápula direita
Escápula esquerda
Clavícula direita
Clavícula esquerda
Rádio
Ulna
Úmero
Costela direita
Costela esquerda
Esterno
Osso do quadril direito
Osso do quadril esquerdo
Fêmur
Patela
Tíbia
Fíbula
Hióide
Metacarpos
Carpo
Falanges das mãos
Metatarso
Tarsos e falanges dos pés
18
08
14
09
188
201
104
15
57
13
20
26
41
94
81
55
250
300
04
16
14
70
23
47
43
05
196
20
157
30
60
PEÇAS SINTÉTICAS
QUANTIDADE
Coração humano desmontável Mod. G08
Olho humano desmontável Mod. F12
Cérebro humano desmontável Mod. C17
Ouvido humano desmontável Mod. E11
Rim humano desmontável Mod. K12
Esqueleto humano modelo Mod. A10
Torsos humanos desmontáveis Mod. B.09
Cérebros desmontáveis pequenos
Perna sintética
Braço sintético
Medulas espinhal sintética
01
01
01
02
01
02
03
06
01
01
02
Crânio desmontável
Cabeça musculada com vasos sanguíneos e
nervos
Cabeça musculada desmontável em 5 peças
Cabeça desmontável em duas hemifaces
01
01
MÓVEIS
QUANTIDADE
Maca
Estantes de aço
Prateleiras para guardar os ossos
Armário tipo farmácia
Pranchetas
Pias de mármore
Armário grande tipo vitrine com duas portas
Mesas cadavéricas
Bancos almofadados
Pias de aço inoxidável
Tanque cadavérico de aço inoxidável de 1,90 x
0,80 x 0.80 m
Tanque cadavérico de aço inoxidável de 1,20 x
0,80 x 0.80 m
Tanque cadavérico de aço inoxidável de 0,80 x
0,80 x 0.80 m
CHUVEIRO DE EMERGÊNCIA COM LAVA
OLHOS
01
02
02
02
22
03
01
16
176
04
01
OUTROS
QUANTIDADE
Conjunto de 77 pranchas anatômicas
seqüenciadas
Bandejas de plástico médias para guardar os
ossos
Peneira de plástico
Quadro branco
Escada de dois degraus
Lixeiras pequenas
Lixeira grande com tampas
Pente
Trena de aço de 2,0 m
Baldes de aço inoxidável
Banner grande do aparelho geniturinário masc.
e fem.
Banner do sistema respiratório
Banner do aparelho locomotor
Banner do sistema urinário
Banner do fígado e pâncreas
Banner do sistema nervoso central
01
01
01
01
01
01
04
01
02
01
06
03
01
01
04
01
01
01
01
01
02
Banner do processo de desenvolvimento
embrionário
Mural para avisos
Baldes grandes com peças cadavéricas
formolizadas
Balde médio com peças cadavéricas
formolizadas
Balde pequena com peças cadavéricas
formolizadas
O desenvolvimento feto do 1º ao 5° mês
Estojo com instrumental para dissecação
Baldes de plástico
Bandejas de plástico grande para guardar os
ossos
Litros de formol
Caixa para perfuro cortante
Balde para lixo infectante
01
03
04
01
01
05
01
04
16
55
03
02
2. LABORATÓRIOS DE BIOQUÍMICA
LABORATÓRIO
FINALIDADE
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Permitir ao aluno a realização
de experiências, cálculos,
análises
químicas
ou
biológicas e medições físicas
Permitir o desenvolvimento
de pesquisa, extensão, cursos
e minicursos ligados a
BIOQUÍMICA bioquímica.
Determinação da composição
centesimal, determinação de
proteínas,
carboidratos,
cromatografia em coluna,
eletroforese,
atividade
biológica.
Tipagem
sangüínea:
em
lâmina e em tubo, Prova
cruzada, Teste de Coombs:
direto e indireto, Titulação,
Proteína
C
reativa;
DISCIPLINAS
VINCULADAS
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
43,81
m²
BIOQUÍMICA
(ENFERMAGEM,
FISIOTERAPIA,
ODONTOLOGIA,
BIOMEDICINA E
EDUCAÇÃO
FÍSICA)
BIOQUÍMICA
METABÓLICA
(BIOMEDICINA)
QUÍMICA
GERAL
E
INORGÂNICA
(BIOMEDICINA)
IMUNOLOGIA
Antiestreptolisina O – ASO; BÁSICA
Fator reumatóide, Teste de (BIOMEDICINA)
gravidez e Imunodiagnóstico
da sífilis: VDRL.
BIOLOGIA
MOLECULAR
(BIOMEDICINA)
2.1. LABORATÓRIOS DE BIOQUÍMICA
Área geográfica:: 43,81 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Geladeira de 240 litros
Condicionador de ar
Destilador de água
Televisor de 29 polegadas a cores com controle remoto
Microscópio binocular acoplado em câmera
Espectrofotômetro SP – 22
Banhos Maria MOD. 105 DC
01
02
01
01
01
01
02
Balança eletrônica BS 3000 A / 3000 g/ 0,1 g semianalítica
Balança eletrônica FA 2104 N analítica
Centrífuga 80 – 2B
Estufa para esterilização e secagem
Lupa binocular
Pipetador automáticos
Micropipeta Mecânica (VISOR DIGITAL) volume variável 0 a 20 µL
Micropipeta Mecânica (VISOR DIGITAL) volume variável 5 a 50 µL
01
01
01
02
02
35
02
Cubas de eletroforese horizontal completa para DNA
Fonte de Eletroforese digital 0 a 300V
Transiluminador de ultravioleta
Protetores faciais de acrílico
Microcentrífuga digital programável para 18 microtubos
Agitador de tubos (VORTEX)
02
01
01
01
10
01
02
MÓVEIS
QUANTIDADE
Pias de mármore com balcão de 6 portas
Armários com 4 gavetas
Balcão com 6 portas
Prateleiras
Birô de mármore
Bancos almofadados
02
04
02
02
01
20
Cadeira rolante e giratória
Quadro branco
Quadro Mural para avisos
01
01
01
KITs REAGENTES
QUANTIDADE
Kit Detecção Uréia
Kit Detecção βHCG
Kit Detecção Bilirrubina
Kit Detecção Creatinina
Kit Detecção Glicose
Kit Detecção Colesterol
Kit Detecção Proteínas totais
Kit Tipagem Sangüínea
Kit Detecção Triglicerídios
Kit ferro sérico
Kit magnésio
Kit panótico
Kit cloreto
Kit fosfatase alcalina
Kit cálcio
Kit PCR
Kit ASLO
Kit GAMA GT
Kit LDH
Kit Albumina
Kit Hemoglobina Glicolisada
Kit ácido úrico
Kit TGO
Kit TGP
Kit VDRL
Kit coloração de Gram
04
01
03
02
04
01
01
03
04
01
01
01
01
01
02
04
03
02
01
01
01
01
02
02
07
02
COMPOSTOS QUÍMICOS
QUANTIDADE
Peróxido de hidrogênio
Iodeto de sódio
EDTA P. A .
Hidróxido de amônio
Tampão TBE 10x concentrado
Ácido sulfúrico
Cloreto de sódio
Azul de metileno
Eosina azul de metileno
Lugol
Nitrato de prata
Carbonato de cálcio
Álcool etílico
01
01
02
01
03
01
01
02
02
03
01
01
02
Nitrato de chumbo
Vermelho de metil
Alaranjado metila
Sulfato cúprico
Citrato de sódio anidra
Reagente de Benedict
Glicose anidra
Ácido acético
Álcool absoluto
Ácido nítrico
Glicina
Ácido clorídrico
Alaranjado de metila
Fenoftaleína
Hidróxido de sódio
Amido
Ácido tricloroacético
Hematoxilina
Eosina
Orange
01
02
02
01
01
01
01
01
03
01
01
01
01
01
01
01
01
02
02
01
VIDRARIAS
QUANTIDADE
Placa de Petri
Becker: 20 de 500ml, 20 de 100ml, 10 de 200 ml e 10 de 50 ml
50 Pipetas de hemograma
Pipeta graduada de 1, 2, 5, 10 e 20 ml
Erlenmeyer
Barril para água destilada acoplada ao destilador
Tubo de ensaio grande com tampa
Tubos de ensaio médio com tampa
Tubo de ensaio
Proveta
Balões de fundo chato
Estante de plástico para tubo de ensaio
Pistilos
Maceradores
Bureta graduada
Relógio de vidro
60
36
45
125
15
02
60
40
100
100
38
07
09
09
04
05
ACESSÓRIOS
QUANTIDADE
Tela de amianto
Rolos de papel higiênico
Sabão de coco
Lápis marcador de vidro
Cesto de lixo para pia
Escorredor de plástico
02
08
01
02
01
02
Caixa de perfuro cortante
Balde para lixo infectante
Balde para lixo químico
Escova para lavagem de tubo de ensaio
Cabo de bisturi
01
01
01
01
03
3. LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BÁSICAS
LABORATÓRIO
CIÊNCIAS
BÁSICAS
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Introdução
às
técnicas
comuns
utilizadas
em
laboratório de microbiologia
para cultivo, isolamento e
identificação
de
microorganismos: Técnicas
assépticas e semeadura de
microorganismos.
Cultivo de espécimes clínicos
para
o
diagnóstico
microbiológico das doenças.
Realização de antibiogramas.
Permitir o desenvolvimento
de pesquisa, extensão, cursos
e minicursos ligados a
microbiologia, bacteriologia e
micologia.
MICROBIOLOG
IA
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA E
ODONTOLOGIA)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
52,48
m²
BACTERIOLOGI
A
(BIOMEDICINA)
MICOLOGIA
(BIOMEDICINA)
ANÁLISES
AMBIENTAIS
(BIOMEDICINA)
3.1. LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BÁSICAS
Área geográfica: 52,48 m²
EQUIPAMENTOS
Estufa para secagem e esterilização
Banho Maria modelo 102
Autoclave vertical (30 litros)
Microscópios binoculares
Balança Eletrônica analítica
Capela de fluxo laminar Mod. VLFS – 12 Serie: FL –
8226
QUANTIDADE
01
01
01
20
01
01
Microscopio binocular com câmera
TV a cores de 29 polegadas com controle remoto
Bicos de Busen – 6 são fixos e 2 acoplados
Extintores
Microondas
Contador de colônias
Estufa bacteriológica
01
01
08
02
01
04
01
MÓVEIS
QUANTIDADE
Pias de mármore
Quadro branco
Geladeira de 280 litros
Birô de granito
Bancos estofados
Condicionadores de ar
02
01
01
01
30
02
VIDRARIA
Cálices Graduados de 60 ml
Tubos de ensaio
Vidro fosco com tampa
QUANTIDADE
01
50
Vidro com tampo
Bastões de vidro
Erlemeyer
Becker
Funil
Mini-candeeiro
Placas de Petri
Provetas
Pipetas graduada
04
10
03
12
07
03
02
30
08
15
REAGENTES
QUANTIDADE
Xileno
Álcool metílico
Álcool etílico
Agar Nutrientes
Agar Sabourad a 2 %
Kit de Coloração de Ziel-Nilsen
Kit de Coloração de Gram
Agar citrato
Agar lisina
Agar cled
Agar Muller Hilton
Agar TSI
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
ACESSÓRIOS
QUANTIDADE
Portas toalhas
Saboneteiras
Balde para algodão e gazes
Óleo de imersão
Papel alumínio
Banneres sobre o sangue
Banneres de parasitologia
Banner de microbiologia
Baldes de inox do grande
Alças de Platina
Cesto para lixo comum
Cesto de para lixo infectante
Pedras arqueológicas de peixe
Extintor de incêndio com carga de água
Extintor de incêndio com carga de pó
Telas de amianto
Caixa para perfuro cortante
Cesto para lixo químico
01
02
01
01
01
02
02
01
01
10
01
01
03
01
01
02
01
01
4. LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA I e II
Área geográfica: 46,74 m²
LABORATÓRIO
ENFERMAGEM
CIRÚRGICA I E
II
FINALIDADE
Associar
o
conhecimento
teórico ao prático
Permitir
o
desenvolvimento de
pesquisa, extensão,
cursos e minicursos
ligados a prática em
enfermagem
cirúrgica.
Desenvolvimento de
práticas específicas
em
enfermagem
cirúrgica:
instrumentação,
circular em sala de
cirurgia, desenvolver
o pré, o trans e o pós
DISCIPLINAS
VINCULADAS
ENFERMAGEM
CIRÚRGICA
I
(ENFERMAGEM)
ENFERMAGEM
CIRÚRGICA II
(ENFERMAGEM)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
46,74
m²
operatório.
Desenvolver
as
práticas
de
biossegurança,
esterilização
e
descarte de material
contaminado.
4.1. LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM CIRÚRGICA I e II
INSTRUMENTAIS CIRÚRGICOS
QUANTIDADES
Halstead reta (mosquito)
Halstead curva (mosquito)
Kelly reta
Crille reta
Crille curva
Pean reta
Kocher reta
Kocher-curv
Rochester
Allis
Coller
Cheron
Porta agulha de Hegar
Cabo de bisturi
Metzembaum reta
Metzembaum curva
Mayo-reta
Mayo-curva
Pinça anatômica com dente
Pinça anatômica sem dente
Pinça de Addison
Pinças backaus
Afastadores de farabeuf
Ponta de aspirador grande
Ponta de aspirador pequena
Cuba-redonda
Cuba-rim
Bandejas médias
Tubo de fio de algodão
Caixa de lâminas de bisturi
02
01
02
02
01
02
02
02
01
03
02
01
01
03
01
01
01
01
01
01
01
06
02
01
01
01
01
02
01
01
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PERMANENTES
Mesa cirúrgica para 10 posições
Recipiente de inox para gaze
Bisturi elétrico
Foco Cirúrgico com 01 lâmpada
Hamper
Manequim adulto
Armário vitrine para guardar medicamentos
Mesa de anestesista
autoclave
estufa
Carrinho de material esterelizado
Carrinho de material contaminado
Carrinho de emergência
Lousa
Capotes cirúrgicos
Ar condicionado
Balde para lixo comum
Balde para lixo infectante
Monitor multiparâmetro
Campos cirúrgicos grande
Campos cirúrgicos pequeno
Campos cirúrgicos duplo
Campos cirúrgicos
Campo fenestrado
Quadro mural
Termômetro
Tensiômetro
Estetoscópio
Lavabo cirúrgico com acionamento por pedal
Mesa semi-circular
Mesa de mayo
Aspirador de secreções
Cabo de laringoscópio
Lâminas de laringoscópio
Umidificador
Fluxômetro
Ambu adulto
Ambu pediátrico
Máscara de venturi
Bacia de inox
Aparadeira de inox
Suporte de soro
Bandejas de inox
Aspirador de secreções
QUANTIDADE
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
10
03
01
01
01
02
03
01
03
05
01
01
01
01
01
01
03
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
MATERIAIS DE CONSUMO
QUANTIDADES
Caixa para perfuro cortante
PVPI degermante
Compressas Cirúrgicas
Dreno de tórax
Dreno de sucção
Drenos de penrose
Dreno de kher
Seringa de 1 ml
Seringa de 3 ml
Seringa de 5 ml
Seringa de 10 ml
Seringa de 20 ml
Seringas de 60 ml
Fio mononylon 2-0
Fio prolene
Fio cat gut cromado
Fio cat gut simples
Sonda foley 2 vias
Sonda foley 3 vias
Sonda nelaton
Sonda nasoenteral
Sonda nasogástrica
Saco coletor
Bolsa coletora sistema fechado
01
06
40
01
01
07
02
15
15
15
15
15
05
01 caixa
01 caixa
01 caixa
01 caixa
03
02
04
03
03
05
03
5. LABORATÓRIO DE HEMATOLOGIA
LABORATÓRIO
HEMATOLOGIA
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Preparação, confecção e
estudo de lâminas do tecido
sanguíneo humano.
Permitir o desenvolvimento
de pesquisa, extensão, cursos
e minicursos ligados a
hematologia.
Hemograma (com contagens
HEMATOLOGIA
BÁSICA
(BIOMEDICINA)
HEMATOLOGIA
CLÍNICA
(BIOMEDICINA)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
64,38
m²
diferenciais e avaliação
morfológicas nas distensões);
Contagem de Plaquetas (em
Câmara de Neubauer)
Contagem de Reticulócitos;
VHS;
5.1. LABORATÓRIO DE HEMATOLOGIA
Área geográfica: 64,38 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Microscópio binoculara
Contador de Células
Vortex
Homogenizador de Tubos
Centrífuga
Microcentrífuga
Geladeira
Ar condicionado
Exaustor Elétrico
Bicos de Bursen
20
21
01
01
01
01
01
01
01
20
MÓVEIS
QUANTIDADE
Cadeiras Ajustáveis
Armário de Parede com 14 divisórias
22
01
VIDRARIA
QUANTIDADE
Câmara de Neubauer
Placa de Kleine
Câmara de Rosenthal
Tubos de ensaio
Tubos de Wintrobe
Becker
Erlemeyer
Placas de Petri
Pipetas Volumétricas
31
12
05
200
20
15
10
20
15
REAGENTES
QUANTIDADE
Líquido de Turck
Azul de Metileno
01
01
Fucsina
01
ACESSÓRIOS
QUANTIDADE
Quadro Mural
Lousa
Balde grande p/ Lixo
Balde pequeno p/ Lixo
Tripé com Tela de Amianto
01
01
01
01
25
6. LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA
LABORATÓRIO
HISTOLOGIA
FINALIDADE
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Estudo e leitura de
lâminas histológicas,
através de microscópios
ópticos, de todos os
tecidos e sistemas do
corpo humano.
Identificação e manuseio
de equipamentos para
extração de DNA de
células vegetais,
identificação de grupos
sangüíneos e fator Rh e
manuseio de lâminas.
Permitir o
desenvolvimento de
pesquisa, extensão, cursos
e minicursos ligados a
bioquímica.
Estudos de lâminas
histopatológicas dos mais
variados tipos de
patologias.
DISCIPLINAS
VINCULADAS
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
42,40
m²
BIOLOGIA
CELULAR
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA,
EDUCAÇÃO
FÍSICA,
ODONTOLOGIA,
FISIOTERPIA)
HISTOLOGIA
HUMANA
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA,
EDUCAÇÃO
FÍSICA,
ODONTOLOGIA,
FISIOTERPIA)
PATOLOGIA
GERAL E MÉDICA
(BIOMEDICINA)
PATOLOGIA
BUCAL
(ODONTOLOGIA)
CITOPATOLOGIA
(BIOMEDICINA)
6.1. LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA E CITOLOGIA
Área geográfica: 42,40 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Mural para avisos
Quadro branco
Televisor a cores de 29 polegadas com controle remoto
Microscópio binocular acoplado em câmera
Microscópios binoculares
Condicionadores de ar
01
01
01
01
40
02
MÓVEIS
QUANTIDADE
Bancos estofados
Cadeira rolante e giratória
Birô de mármore
Pias de granito com balcões de 6 portas
Armários de parede com 10 portas
Balcão com 12 portas
Armários de bancada
20
01
01
02
01
01
03
ACESSÓRIOS
QUANTIDADE
Cesto de lixo para as pias
Balde grande com tampa
Cesto pequeno para lixo infectante
Cesto pequeno para lixo comum
Pacote de Algodão
Pacote de gaze
Caixa de perfuro cortante
Esferas de isopor
01
01
01
01
10
10
01
30
LAMINÁRIOS
QUANTIDADE
Caixas de laminário de Histologia
02
7. LABORATÓRIO DE PARASITOLOGIA
LABORATÓRIO
PARASITOLOGIA
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Permitir o desenvolvimento
de pesquisa,
extensão,
cursos e minicursos ligados
a parasitologia.
Preparo de reativos e
corantes.
Métodos
específicos que permitam o
diagnóstico laboratorial de
protozoários
intestinais,
teciduais e sangüíneos e
helmintos.
Cropológico
funcional.
Estudo e leitura de lâminas
parasitológicas, através de
microscópios ópticos, de
vários parasitas.
PARASITOLOGI
A
BÁSICA
(ENFERMAGEM,
BIOMEDICINA)
PARASITOLOGI
A
CLÍNICA
(BIOMEDICINA)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
23,87
m²
7.1. LABORATÓRIO DE PARASITOLOGIA
Área geográfica: 23,87 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Microscópio Binocular
20
MÓVEIS
QUANTIDADE
Armário com três Divisórias
01
VIDRARIA
QUANTIDADE
Cálice de sedimentação de fezes
Lâminas Lisas
Caixa de Lamínulas
03
60
01
REAGENTES
QUANTIDADE
Lugol
Coquetel de Fezes
01
03
ACESSÓRIOS
QUANTIDADE
Lava Olhos Portátil
Porta Toalha
Porta Saboneteira
Quadro (Lousa)
Quadro Mural
Peneira de Plástico
01
01
01
01
01
02
8. LABORATÓRIO DE PESQUISA MULTIDISCIPLINAR
LABORATÓRIO
FINALIDADE
PESQUISA
MULTIDISCIPLINAR
Permitir
o
desenvolvimento
de
pesquisa e
extensão
envolvendo todas cursos
de saúde oferecidos
pelas FIP.
DISCIPLINAS
VINCULADAS
LOCALIZAÇÃ
O
Disciplinas
afins
dos Unidade I das
cursos
de
FIP
Biomedicina,
fisioterapia,
odontologia,
Enfermagem,
educação
físcica e etc...
8.1. LABORATÓRIO DE PESQUISA MULTIDISCIPLINAR
EQUIPAMENTOS
Microcentrífuga p/ extração de DNA
Ar condicionado
Balança analítica
Cuba de eletroferese
Termociclador
Leitor de eletroforese
Banho Maria
QUANTIDADE
01
01
01
01
01
01
01
ÁREA
(m²)
31,24
m²
MÓVEIS E VIDRARIAS
Bancos estofados
Quadro mural
Lousa
Pipetadores automáticos
Ponteiras
Lava olhos de emergência portátil
Propetor facial
Placas de petri
Tubos de ensaio
REAGENTES
Formaldeído
Éter alcoolizado
Verde Malequita
Óxido de Zinco
QUANTIDADE
20
01
01
02
100
01
01
15
25
QUANTIDADE
02
01
01
01
9. LABORATÓRIO DE SAÚDE DA MULHER E OBSTETRÍCIA
LABORATÓRIO
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das FIP
42,94
m²
Associar
o
conhecimento teórico
ao prático
SAÚDE DA
MULHER E
OBSTETRÍCIA
Permitir
o
desenvolvimento
de
pesquisa,
extensão,
cursos e minicursos
ligados a prática em
SAÚDE DA MULHER
E OBSTETRÍCIA.
Desenvolvimento
de
práticas específicas em
SAÚDE DA MULHER
E
OBSTETRÍCIA:
consulta
pré-natal,
acompanhamento
do
parto
e
pós-parto.
consulta
ginecológica:
exame de mamas, exame
de prevenção do câncer
de colo de útero e etc
ENFERMAGEM NA
SAÚDE DA MULHER
(ENFERMAGEM)
ENFERMAGEM
OBSTÉTRICA
(ENFERMAGEM)
9.1. LABORATÓRIO DE SAÚDE DA MULHER E OBSTETRÍCIA
INSTRUMENTAIS CIRÚRGICOS
QUANTIDADES
Biombo
Banco giratório para exame
ginecológico
Mesa ginecológica
Balança eletrônica
Cadeiras
Lousa
Ar condicionado
Balde para lixo comum
Balde para lixo infectante
Simulador de parto
Campo fenestrado
Sonard
Pinard
Tensiômetro
Estetoscópio
Fita métrica
Simulador Ginecológico
Módulo de palpação para as manobras
de Leopold
Mesa de mayo
Modelo de etapas do trabalho de parto
Mesa para escrivaninha
Banco giratório para exame
ginecológico
Escada de 02 degraus
Foco para exame ginecológico
Mesa para exame clínico
Carrinho de material esterelizado
Bacia de inox
Aparadeira de inox
Suporte de soro
Bandejas de inox
01
01
MATERIAIS DE CONSUMO
QUANTIDADES
Seringa de 1 ml
Seringa de 3 ml
Seringa de 5 ml
Seringa de 10 ml
Seringa de 20 ml
Seringas de 60 ml
15
15
15
15
15
05
01
01
40
01
01
01
01
01
02
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Sonda foley 2 vias
Sonda nelaton
Sonda nasoenteral
Sonda nasogástrica
Saco coletor
Bolsa coletora sistema fechado
Pacote de escova endocervical
Espéculo descartável
Caixa de espátula de Ayres
03
04
03
03
05
03
01
01
01
10. LABORATÓRIO DE SEMIOLOGIA I, II E PEDIATRIA
LABORATÓRIO
UTI
FINALIDADE
Associar o conhecimento teórico ao
prático
Permitir o desenvolvimento de
pesquisa,
extensão, cursos e
minicursos ligados a prática em
semiologia I e II em enfermagem
como também em enfermagem
pediátrica.
Desenvolvimento
de
práticas
específicas em Semiologia e
Semiotécnica
na
enfermagem:
arrumação de cama, exame físico,
oxigenioterapia, administração de
medicamentos,
cuidados
com
higienização do paciente, cuidados
com
gastrogavagem
e
gastrodrenagem,
cuidados
pediátricos, cateterismo vesical,
cuidados com feridas e curativos e
etc...
DISCIPLINAS
VINCULADAS
SEMIOLOGIA E
SEMIOTÉCNICA
DE
ENFERMAGEM I
(ENFERMAGEM)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
82,06
m²
SEMIOLOGIA E
SEMIOTÉCNICA
DE
ENFERMAGEM
II
(ENFERMAGEM)
ENFERMAGEMN
A NA SAÚDE DA
CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE
(ENFERMAGEM)
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PERMANENTES
QUANTIDADES
Cadeira de rodas
Nebulizador
Tensiômetro
01
01
01
Biombo
Leito hospitalar
Manequim adulto
Manequim pediátrico
Suporte de soro
Hamper
Armário vitrine
Máscara de Venturi
Mesa de cabeceira
Carrinho para curativos
Ambu adulto
Ambu pediátrico
Laringoscópio com lâminas retas (P, M e G)
Estetoscópio
Bandejas para curativos
Pinça Kelly
Porta agula
Pinça anatômica sem dente
Bacias de inox
Baldes de inox
Aparedeira masculina de inox
Aparedeira feminina de inox
Aparedeira feminina sintética
Maca
Cadeiras
Lousa
Quadro mural
Colchão hospitalar
Glicosímetro
Balança antropométrica
Pia de mármore
Armário de madeira com 5 portas
Pinça anatômica sem dente
Colar cervical de espuma
Ar condicionado
01
04
02
02
02
01
01
02
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
36
01
01
01
01
01
02
02
01
02
02
10.1. LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM I
Braço sintética para punção venosa
Tala almofada
Torpedo de oxigênio
Manômetro
Fluxômetro p/ ar comprimido
Fluxômetro p/ oxigênio
Lençol
Toalha
02
01
01
01
04
04
08
02
Edredon
Balança para RN
Braço sintética para punção venosa
Tala almofada
Torpedo de oxigênio
Manômetro
Fluxômetro p/ ar comprimido
Fluxômetro p/ oxigênio
Lençol
Toalha
Edredon
Balança para RN
Braço sintética para punção venosa
Tala almofada
Torpedo de oxigênio
Manômetro
Fluxômetro p/ ar comprimido
Fluxômetro p/ oxigênio
Lençol
Toalha
Edredon
Balança para RN
01
01
02
01
01
01
04
04
08
02
01
01
02
01
01
01
04
04
08
02
01
01
MATERIAIS DE CONSUMO
QUANTIDADES
Soro fisiológico
Soro glicosado
Soro ringer lactato
Soro manitol
Equipo de soro
Equipo de transfusão sanguínea
Equipo de PVC
Scalp 21
Jelco 20
Seringas de 20 ml
Seringas de 10 ml
Seringas de 5 ml
Seringas de 3 ml
Seringas de 1 ml
Glicofitas
Ampolas de vitamina C
Ampolas de vitaminas do complexo B
Termômetro de coluna de mercúrio
Sonda vesical de demora 2 vias
Sonda vesical de demora 3 vias
Sonda uretral
10
10
05
05
30
10
02
40
30
40
30
15
15
05
40
15
20
02
10
05
40
Sonda nasogátrica
Sonda nasoenteral
Bolsa coletora de urina sistema fechado
Bolsa de colostomia
Cateter nasal
Caixa de lancetas
Caixa de luvas de procedimento
Luvas estéreis
Tubos de álcool a 70%
Tubos de PVPI
Tubos de esparadrapo
Abaixador de língua
Caixa de máscara facial
Caixa de Lâmina de bisturi
Fio de sutura
Régua antropométrica pediátrica
15
06
06
10
08
01
05
40
03
03
02
50
02
01
30
01
11. LABORATÓRIO DE UTI
LABORATÓRIO
UTI
FINALIDADE
DISCIPLINAS
VINCULADAS
Associar o conhecimento
teórico ao prático
Permitir
o
desenvolvimento
de
pesquisa, extensão, cursos
e minicursos ligados a
prática em UTI e urgência.
Desenvolvimento
de
práticas específicas em
UTI e urgência: RCP,
aspiração de secreções,
medição
de
PVC,
entubação, cuidados com a
traqueostomia,
monitoração
cardíaca,
ECG, noções de ACLS,
PHTLS
e
ventilação
mecânica.
ENFERMAGEM
EM
UTI
(ENFERMAGEM)
ENFERMAGEM
EMERGENCIAL
(ENFERMAGEM)
LOCALIZAÇÃO
ÁREA
(m²)
Unidade I das
FIP
46,65
m²
11.1. LABORATÓRIO DE UTI
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PERMANENTES
QUANTIDADES
Ventilador Mecãnico
Nebulizador
Tensiômetro
Biombo
Leito hospitalar COM GRADES LATERAIS
Manequim adulto
Manequim pediátrico
Suporte de soro
Aspirador de Secreções
Armário vitrine COM TRÊS DICSÓRIAS
Prancha para resgate
Mesa de cabeceira
Carrinho para curativos
Ambu adulto
Ambu pediátrico
Laringoscópio com lâminas retas (P, M e G) - ADULTO
Laringoscópio com lâminas CURVAS (P, M e G) - ADULTO
Laringoscópio com lâminas CURVAS (P, M e G) PEDIÁTRICO
Estetoscópio
Bandeja para curativo
Kit para curativo
Bacia de inox
Aparedeira masculina de inox
Aparedeira feminina de inox
Aparedeira feminina sintética
Lava olhos de emergência - portátil
Cadeiras
Lousa
Quadro mural
Colchão hospitalar
Glicosímetro
Balança Digital
Pia de mármore
Colar cervical de espuma
Ar condicionado
Tala de Imobilização
Berço pediátrico para alojamento conjunto
eletrocardiógrafo
Desfibrilador
Lençol
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
40
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Toalha
Cuba Rim
Recipiente de inox para gaze
Cuba redonda
Escada de dois degraus
Jarra de Inox
Cesto para Lixo Biológico
Cesto para Lixo Comum
01
01
01
01
01
01
01
01
MATERIAIS DE CONSUMO
QUANTIDADES
Soro fisiológico
Soro glicosado
Soro ringer lactato
Soro manitol
Equipo de soro
Equipo de transfusão sanguínea
Equipo de PVC
Scalp n° 21
Jelco n° 20
Seringa de 60 ml
Seringas de 20 ml
Seringas de 10 ml
Seringas de 5 ml
Seringas de 3 ml
Seringas de 1 ml
Glicofitas
Ampolas de vitamina C
Ampolas de vitaminas do complexo B
Termômetro de coluna de mercúrio
Sonda vesical de demora
Sonda Vesical de três vias
Sonda uretral
Sonda nasogátrica
Sonda nasoenteral
Bolsa coletora de urina sistema fechado
Bolsa de colostomia
Cateter nasal
Caixa de lancetas
Caixa de luvas de procedimento
Luvas estéreis
Tubos de álcool a 70%
Tubos de PVPI
03
03
03
01
05
02
01
01 caixa
10
04
10
10
10
10
10
10
03
03
01
05
05
10
10
04
03
10
05
01
02
15
01
01
Tubos de esparadrapo
Gel para ECG
Caixa de Lâmina de bisturi
Tubo endotraqueal
Kit Higiene Pessoal
Caixa de Pérfuro Cortante
Água destilada
Ampolas de Glicose a 50%
01
01
01
15
01
01
05
05
12. LABORATÓRIO DE RÁDIO
ATENDIMENTO AOS COMPONENTES CURRICULARES:
PRIORITARIAMENTE:
PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE RÁDIOJORNALISMO
PROJETO EXPERIMENTAL EM JORNALISMO
OFICINAS AVANÇADAS DE JORNALISMO I E II
SECUNDARIAMENTE:
NÃO APRESENTA
EQUIPAMENTOS:
01 MESTA TIPO BANCA PARA MICROFONES E LOCUTORES
01 RACK PARA SUPORTE DOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS
01 BALCÃO PARA MESA DE SOM E COMPUTADOR
01 MESDA DE SOM PARA RADIOFONIA COM 08 CANAIS – MARCA APEL
01 MESDA DE SOM COM 06 CANAIS MODELO CICLOTRON
01 MÓDULO FONTE PARA MESA DE SOM MARCA APEL
01 AMPLIFICADOR SONORO MARCA APEL
01 REPRODUTOR E GRAVADOR DE ÁUDIO EM FITA K7 MODELO
GRADIENTE
06 GRAVADORES DE ÁUDIO EM FITA K7 MODELO SONY
02 TOCA CDS
03 MICROFONTES MODELO LESSON
01 COMPUTADOR DUAL CORE COM 1 GB DE MEMÓRIA E 250 GB DE HD
PARA EDIÇÃO
MEDIDAS:
4,14 X 3,18
CLIMATIZADO
13. LABORATÓRIO DE FOTOGRAFIA
ATENDIMENTO AOS COMPONENTES CURRICULARES:
PRIORITARIAMENTE:
PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE FOTOJORNALISMO
PROJETO EXPERIMENTAL EM JORNALISMO
PLANEJAMENTO GRÁFICO E EDITORAÇÃO DE JORNAL
PLANEJAMENTO GRÁFICO E EDITORAÇÃO DE REVISTA
SECUNDARIAMENTE:
NÃO APRESENTA
EQUIPAMENTOS:
CÂMERAS FOTOGRÁFICAS ANALÓGICAS
 02 CÂMERAS NIKON – N.80
 01 CÂMERA NIKON – FM.3
 01 CÂMERA PENTAX – MZ.50
 01 CÂMERA ZENIT – 312.m

CÂMERAS FOTOGRÁFICAS DIGITAIS
 02 CÂMERAS FOTOGRÁFICAS NIKON – D.3000 10.2
MEGAPIXEL
 01 CÂMERA FOTOGRÁFICA NIKON – D.40 6.1MEGAPIXEL
 02 CÂMERAS FOTOGRÁFICAS KODAK – DC.215 1MEGAPIXEL
OBJETIVAS/LENTES
 02 OBJETIVAS ZOOM SIGMA – 70-300mm
 02 OBJETIVAS GRANDE ANGULAR SIGMA – 28-105mm
 OBJETIVAS NORMAL NIKON – 50mm
 OBJETIVA GRANDE ANGULAR SIGMA – 17-35mm
AMPLIADORES
 02 AMPLIADORES COLORIDOS
 02 AMPLIADORES PRETO E BRANCO
MEDIDAS:
4,48 x 3,60
CLIMATIZADO
BLOCO II
Prédio com área construída de 1.750 m2 , abriga 18 (dezoito) salas de aula com 51,68 m2 ,
auditório com 100 m2 de área com capacidade para receber 110 pessoas, salas de professores
com 60 m2 , 02 (duas) salas de coordenações e banheiros femininos e masculinos. Neste bloco
funcionam os cursos de Enfermagem e Direito.
Ginásio coberto, que abriga uma quadra poliesportiva para futebol de salão, vôlei e
basquete, com capacidade para 2.500 (dois mil e quinhentos) espectadores e área construída
de 2.100 m2. Abriga também um depósito de material esportivo e vestiários.
A área total do terreno onde funciona as Faculdades Integradas de Patos, onde estão as
edificações dos Cursos de Graduação é de 28.900 m2 .
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Com capacidade para 20 alunos por Horário, medindo 7,48 X 4,57. Atendimento aos
Componentes Curriculares: prioritariamente:
Planejamento Gráfico e Editoração de Jornal
Planejamento Gráfico e Editoração de Revista
Agência de Notícias
SECUNDARIAMENTE:
Produção de Texto Jornalístico
Redação e Edição em Jornal
EQUIPAMENTOS:
19 Computadores
15 CPUS
18 Estabilizadores
2. LABORATÓRIO DE TELEVISÃO
Atendimento aos componentes curriculares prioritariamente:
Produção e Edição de Telejornalismo
Projeto Experimental em Jornalismo
Marketing e Publicidade
SECUNDARIAMENTE:
Oficinas Avançadas de Jornalismo
Realidade Sócio-Econômica e Política Brasileira
Antropologia Cultural
EQUIPAMENTOS:
02 câmeras filmadoras – g7dv
02 computadores (ilha de edição)
01 monitor de TV
01 caixa amplificadora
02 vídeos cassetes
01 DVD
02 lâmpadas para filmagens externas
02 tripés
MEDIDAS:
10,51 x 8,00
CLIMATIZADO
3. CENTRO DESPORTIVO E CULTURAL JOSÉ GOMES ALVES
Para propiciar ao alunado e a comunidade local, condições de atendimento as
necessidades de atividades sócio-recreativas, bem como espaços coletivos de entretenimento e
cultura, a Fundação Francisco Mascarenhas, mantenedora da FIP, disponibiliza uma área que
se destina à promoção do desporto e lazer, através do Ginásio Desportivo e Cultural, José
Gomes Alves.
Pretende-se estender a utilização do espaço, com a conseqüente otimização do mesmo,
para a realização de eventos educativos e sócio-culturais de interesse tanto da comunidade
acadêmica, como da sociedade patoense, mediante eventos que mobilizem ações de
integração dos ambientes acadêmicos de extensão dos diversos cursos.
BLOCO III
O BLOCO III funciona o curso de Fisioterapia, Educação Física e Jornalismo
é
composto por três pavimentos. No térreo está localizada a Clínica Escola de Fisioterapia “ Dr.
Aderban Martins”. No primeiro andar funciona 6(seis) Salas de coordenação, 10(dez) Salas
de aulas, medindo 56,65m², Sala de professores, Setor de Xerox, Setor de Lanchonete,
2(duas) Salas de Secretarias. No segundo andar, funciona 04(quatro) salas de aula funciona a
Biblioteca Central Dr. Flávio Sátyro Fernandes.
A seguir descreve-se a Clinica Escola de Fisioterapia:
FUNCIONAMENTO DA CLÍNICA-ESCOLA
O setor de hidroterapia é utilizado todos os dias com piscina terapêutica, pelo Projeto
Vida Ativa, como também atendimentos direcionados as disciplinas de Neurologia, Pediatria,
Ortopedia, Reumatologia , Geriatria e Saúde da Mulher.
A sala de Neuropediatria, é ocupada nas segunda e quarta-feira pelo atendimento de
Pediatria e nas terças e quinta-feira por Neurologia.
O Setor e Laboratório de Eletrotermofototerapia é ocupado todos os dias pela
Disciplina Ortopedia e Reumatologia,
A sala de atendimento de Dermato-Funcional funciona às segundas e terças e quintafeira.
O laboratório de mecanoterapia costuma ser ocupado por pacientes de geriatria,
reabilitação em ortopedia, cardiologia e neurologia.
O atendimento na sala de Pneumologia é realizado às terça e quinta-feira.
O Setor e laboratório de Cinesioterapia serve de apoio para o desenvolvimento de
atividades da fisioterapia, como também para atendimentos de pediatria e atividades práticas
da disciplina de Cinesioterapia.
O desenvolvimento de atividades na sala de estimulação precoce, ocorre na terça e
quinta-feira.
A sala de atendimento quatro, funciona como suporte para o estágio supervisionado de
Ortopedia.
No laboratório de massoterapia são desenvolvidas as práticas direcionadas a referida
disciplina.
1. LABORATÓRIO E SETOR CINESIOTERAPIA
Área geográfica: A1: 71,28 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Espelho grande
01
04
Jogo de bastões coloridos com suporte de parede para 5 unidades
Braço musculado
Perna musculada
Tatame de encaixe 20mm méd. Projeção 1x1m azul
Bola bobath 45cm 300kg
Bola bobath 55cm 300kg
Bola bobath 65cm 300kg
Bola bobath 75cm 300kg
Power wed mãos / dedos/punhos
Physio rool tipo feijão 55cm
Physio rool tipo feijão 70cm
Halter 0,5 kg emborrachado
Halter 1kg emborrachado
Halter 2Kg emborrachado
Halter 3kg emborrachado
Exercit elast th band extra leve
Exercit elast th band médio leve
Barra de apoio espaldar fixo
Tornozeleiras emborrachadas 0,5 kg
Tornozeleiras emborrachadas 1,0 kg
Tornozeleiras emborrachadas 2,0 kg
Cochonetes azul escuro
Esqueleto
Quadro Branco
Armário em MDF tipo colméia
01
01
50
01
02
06
03
01
02
01
06
06
06
06
20
30
02
03
03
03
05
01
01
03
Pares com 6 halteres de 3 kg
Pares com 4 halteres de 1kg
Pares com 8 halteres de 0,5 kg
Pares com 6 halteres de 2 kg
Bolas Futebol
Ar condicionado
Bomboleis
03
02
04
03
09
03
10
2. LABORATÓRIO E SETOR DE MECANOTERAPIA
Área geográfica: A1: 71,28 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Barra paralela
Escada de ling
Tatame azul escuro
Tabua de proprioceptiva
Cama elástica proprioceptiva 0,90m
Bicicleta vertical magnética - 306
Bicicleta horizontal magnética-330
Cadeira de rodas braços/ pés removíveis pneu maciço
Pracha ortostatica elétrica
Escada digita de madeira marfim
Tabua de quadríceps ortop de mad. Marfim c/ Cinta
Andador de alumínio dobrável
Muleta canadense regul (fixa braço)
Escada de canto com rampa e apoio
Espelho
Lixeiro
Balancinho
Relógio
Quadro Branco
Ar condicionado
01
01
03
02
02
01
01
04
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
3. LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DO ESFORÇO
Área geográfica: A1: 15 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Mesa para computador
Mesa de escritório
Cadeira de estofado Verde
Computador
Ventilômetro
Esteira Movement Technology rt250
Barras com 10 anilhas
Ar condicionado
Barra de aço Cromado de 40cm
Barra de aço de 1,20m
Kit de lactimetro accut. Lac/c acess
Cronômetro Científico
Cronômetro digital. Sport time
Simetrografo port/dobr 2,00 x 1,00
Fleximetro pendular escala dupla de 0 a 360
01
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
4. LABORATÓRIO E SETOR DE ELETROTERMOFOTOTERAPIA
Área geográfica: A1: 71,28 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Divã cor azul em cada box individual
Banquinhos cor azul
Mesa auxiliar com 3 prateleiras de madeira
Escada de dois
Armário grande com prateleiras para guardar equipamentos
Armários em MDF
Cadeira de Kig massage
Bomba para inflar dupla ação
Cunha 0,50x0,50x0,30
Eletrodo de silicone
Travesseiro
Óculos para laser inf.vermelho
Microtherm Microondas cont/pus
Braços de shiliephake p/ondas curtas
Massageador c/ infra vermelho 220v
Eletrodo em silicone condutivo
08
07
09
08
01
02
01
01
03
1mt
07
08
01
01
01
100
Theracool elétrico capacidade 3 litros
Infravermelho c/ pedestal e lâmpada 220V
Almofadinha de gel p/ultra som
Neurodyn III(Neuromuscular Stimulator)
Lixeiro
Neurodyn 10 Channels
Laserpulse special Ibramed
Caneta 904 nm c-904
Caneta 660nm c-670
Neurodyn esthetic
Travesseiro
Cunha de espuma azul escuro
Thermopulse t-54
Sonopulse II 3 mhz
Sonopulse III 1 e 3
Neurodyn 4 canais -Ibramed
Thermowave ondas curtas c/ chave seletora
Microtherm KLD
Sonopulse III 1 mhz e 3 mhz
Ar condicionado
Lava Olho
Relógio de parede
Porta Folhas de papel
Porta Sabonete
Piá com mármore
01
04
01
01
09
02
03
03
03
03
07
03
01
02
03
06
01
01
02
03
01
01
01
01
01
5. LABORATÓRIO DE CINESIOTERAPIA E MASSOTERAPIA
Área geográfica: A1: 72 m²
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Divã azul escuro
Escadinha dois degraus
Extintor de água
Extintor de pó
Banquinhos azul escuro
Travesseiros
Triangulo azul escuro
Mesa auxiliar 3 prateleiras
Ar condicionado
Cadeiras Brancas
13
1
01
01
02
03
02
01
01
12
6. RECEPÇÃO
Área geográfica: A1: 30,8 m²;
MATERIAIS
QUANTIDADE
Cadeira (cor azul)
Cadeira Giratória azul pára recepção
Mesa de mármore
Quadro pintado
Jarros de plantas artificiais
Jarros de plantas naturais
Tv 14 polegadas
Suporte para tv
Ventilador
Telefone
Extintor co² 06 kg
Extintor água
Impressora hp laser jet p 1005
Quadro de avisos
Gela água
16
01
01
01
03
03
01
01
01
01
01
02
01
02
01
7. SALA DE AVALIAÇÃO 1
Área geográfica: A1: 9,075 m²;
MATERIAIS
QUANTIDADE
Escada de dois degraus
Armários em mdf para pia
Ar condicionado
Banquinho azul escuro
Divã azul escuro
Travesseiro
Balança Mecânica max de 120 kg
Pia
Termômetro Clínico de vidro prismatico
Goniômetro méd acrílico 0,20m
Lixeiro
Aparelho de pressão
Flexímetro Sanny
Adipometro
Diapasão
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
02
01
01
02
01
8. SALA DE AVALIAÇÃO 2
Área geográfica: A1: 95,m²
MATERIAIS
QUANTIDADE
Ventilador
Armário em mdf
Divã azul escuro
Travesseiro
Balança digital
Escada dois degraus
Negatoscopio –corpo de madeira
Balança mecânica max 120kg
Simetrografo
Estesiomêtro
Óculos de proteção
Termômetro
01
02
01
01
01
01
01
01
01
03
02
02
9. ATENDIMENTO 1
Área geográfica: A1:40,75 m²
MATERIAIS
Armários em MDF para pia
Tablados
Travesseiros
Banquinhos cor azul escuro
Rolo sólido pequeno azul escuro
Rolo sólido médio azul escuro
Rolo sólido grande azul escuro
Porta papel
Porta sabonete
Ar condicionado
Lixeiros
Barra paralela
Rampa com Escada
Espelho para barra paralela
Bola de Futebol
Brinquedos
Placa de AVD´s
Power Web (digflex)
Dynamometer
QUANTIDADE
02
04
02
03
02
01
02
01
01
02
07
01
01
01
05
01
01
01
10. ATENDIMENTO 2
Área geográfica: A1:41,33 m²
MATERIAIS
Armários em MDF para pia
Lupas para avaliação da pele
Divã cor azul ecuro em box individual
Banquinhos cor azul escuro
Armário com prateleiras e rodinhas de madeiras
Armário mdf branco
Escada dois degraus
Banquinhos Verde
Striat esthetic
Ar condicionado
Lixeiros
Dermosteam –Ibramed ozônio/vapor
Dermotonus Slim
Tone Derm Jet peel -Tonederme
Produtos consumo cosmetic’s
Peeling de crystal-Ibramed Dermotonus Esthetic
Vinomask Adcos 140g
Acne Solution Professional Loção Secativa Fps15 - 120 Ml
Clean Solution Gel de Limpeza Purificante EPG - 500g
Loção Tônica Nutri-Up - 500ml ( Linha Epg )
Máscara Herbal Com Enzimas - 150g
Gradual Complex Mascara Ouro E Calcio - 140g
Melan-Off Clinic Care Fase 1 E 2 - 60ml
Clean Solution Solução De Trietanolamina Emoliente
Clean Solution Peeling Mandélico Renovador - 120ml
Mascara Clareadora - 150g
Sabonete Glico-Ativo 500ml
Clean Solution Máscara BETA GLUCAN Suavizante EPG – 500g
Argila Mascara Amarela
Argila Mascara Verde
Loção De Betaglucan - 240ml
Fps 40 - Bloqueador Solar - 120g
Clean Solution Loção Tônica Adstringente EPG - 500ml
Sensi Solution - Loção Tônica Suavizante 500ml
Clean Solution Solução PRE-PEELING Desengurdurante – 120ml
QUANTIDADE
01
02
05
04
05
01
03
03
02
01
07
01
01
01
01
02
02
03
03
03
03
01
04
03
02
03
03
03
02
02
08
04
02
02
11. ATENDIMENTO 3
Área geográfica: A1: 41,08 m²
MATERIAIS
QUANTIDADE
Divã cor azul escuro em cada box individual
Banquinhos cor azul escuro
Mesa auxiliar c/ prateleiras e rodinhas
Travesseiro
Nosso clip
Ventilômetro
Theshold pep
Unidade Móvel para oxigênio
Cilindro de oxigênio
Ambu manual
Coach 4000
Kit venturi adulto c/redutores
Kit EPAP
Micronebulizador para oxigênio
Bocal em pvc
Adaptador em tmxf
EZPAP não invasivo c/ bocal
Respiramax rpx
Respiron exercit respiratório p/resistência
05
01
03
04
05
01
01
01
01
01
04
01
04
05
06
04
02
01
01
Peak flow modelo assess aparelho p/ trein musc
Shaker incentivadores respiratórios
Aspiramax microaspirador
Manovacuometro 7214-007
Thereshold pep
Thereshold ins
Inalamax
Aspiramax Micro aspirador
Thereshold imt inspiratório 7214
Inala max
01
03
01
01
01
01
01
01
03
02
01
Armário grande branco mdf
Pia com mármore
Lixeiros
Banquinhos azul escuro
Escada 2 degraus
Ar condicionado
Porta papel
Porta sabonete
Cones vaginais
DF fetal 25/Gl Bateria
Oximetro
01
06
01
05
01
01
01
01
01
02
12. SALA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE
Área geográfica: A1:10,44 m²;
EQUIPAMENTOS
QUANTIDADE
Tatame de encaixe
Pia com mármore
Porta papel
Porta sabonete
Lixeiro
Bola bobath 65cm 300kg
Bola bobath 55cm 300kg
Bola bobath 45cm 300kg
Cavalo Rud Vermelho
Rolo médio
Rolo pequeno
Espelho grande
Brinquedos
Fantoches
Armário em mdf formato 40 colméia
Ar condicionado
20
01
01
01
01
02
04
01
01
01
01
01
10
01
01
13. ATENDIMENTO 4
Área geográfica: A1: 26 m²
EQUIPAMENTOS
Armário Branco mdf
Triangulo
Divã em 5 boxes individuais
pia de mármore
Porta papel
Porta sabonete
Banquinhos azul escuro
Escadinhas 2 degraus
Travesseiro
Mesa auxiliar
Ar condicionado
Lixeira
Tens / Fes Quark Fesvil995
Digiflex 5.0 verde
Digiflex 7.0 azul
Bolas pequenas
QUANTIDADE
01
01
05
01
01
01
02
05
05
03
02
02
01
01
01
03
14. COORDENAÇÃO DA CLÍNICA-ESCOLA
Área geográfica: A1: 15, 81m²;
MATERIAIS
QUANTIDADE
Armários Verticais
Mesa de escritório
Cadeira giratória de estofado verde
Mesa redonda para reuniões
Cadeiras de estofado verde
Telefone
Jarro de planta
Ar condicionado
Quadro de avisos
Armário estante para guardar material de expediente
05
01
01
01
06
01
01
01
01
01
15. SETOR DE HIDROTERAPIA
Área geográfica: A1: 9,10 m²
MATERIAIS
QUANTIDADE
Cadeira elevador para piscina
Par mini halteres méd.und 25x7 floty
Par halter médio de 1 kg
Par halter médio de 2 kg
Par halter médio de 3 kg
Par Prancha méd 32x23x3cm floty
Par Prancha méd 45x30x3cm floty
Colete Cervical méd 52x35x3 cm floty
Par de halteres hydro tipo harpa -hoorn
Par Bastão de 1 metro
Par Barrão de 1 metro
Halteres pequeno 1 á 2 kg hoorn
Halteres médio 2 á 3 Kg
Halteres grande de 3 a 4 Kg hoorm
Par palmar morcego - hoorn
Par Palmar leque
Palmar borracha trad hoorn
Cavalo pequeno - hoorn
Colchonete adulto 45x90x20
01
01
06
13
06
03
03
07
03
03
02
03
03
03
03
03
05
02
01
Caneleira power 6kg
02
Par caneleira 3 partes pequeno 4 kg
Step de solo 85x35x13 floty
Caneleiras de nylon 3kg hoorn
Caneleiras de nylon 2kg hoorn
Caneleiras de nylon 1kg hoorn
Spaguete p hidro
Coletes hidro tradicional max 80 kg
Coletes hidro infatil
Polibóia tam P
Polibóia tam M
Coletes inflável
Colete isopor
Cadeiras de plástico brancas
03
07
02
02
02
28
04
02
02
04
05
01
07
16. SALA DE TURBILHÕES
Área geográfica: A1: 15,18 m²
MATERIAIS
Turbilhões fib. De vidro standard thg 180 – galano Membros inferiores
Turbilhões fib. De vidro standard thg 180 – galano Membros superiores
Cadeira para turbilhão
ventilador
Capa térmica com bolhas
QUANTIDADE
01
01
01
01
01
17. ALMOXARIFADO
Área geográfica: A1: 17,10 m ²
QUANTIDADE
EQUIPAMENTOS
Baquinhos azul escuro
Armários em mdf com 40 portas pequenas
Extintor pó
Extintor água
Glutaraí 5L
Máscara Cirúrgica descartável, elástica
Toucas descartáveis tamanho 19 –
Gaze
Luvas de procedimento P
05
04
01
01
12 Und
30Cxs
08 Pacotes
30 Cxs
10 Cxs
Luvas de procedimento M
10 Cxs
Luvas de procedimento G
Esparadrapo 5cm x 4,5
Rolos de Algodão
Sonda nasogástrica n°10 curto
Lâmina de Bisturi
Filme de PVC transparente 15m
Álcool 70% 1L
Óleo Mineral 1L
Gel clínico 5 kg
10 Cxs
15 Cxs
15 Unds
30 Unds
30 Unds
15 Unds
4 Cx
2 Cx
5 Unds
18. UTILIDADE
Área geográfica: A1: 3,14 m²
EQUIPAMENTOS
Porta papel
Porta sabonete
Balcão com 2 prateleiras de mármore
Bacia sanitária
Pias
Guarda Roupa
Estufa para estetização e secagem
Prateleira de mármore
QUANTIDADE
01
01
02
01
02
01
01
01
19. ESTERILIZAÇÃO
Área geográfica: A1: 2,14 m²
EQUIPAMENTOS
Bolsas de gelo
Balcão de mármore
Geladeira Eletrolux
Armário de mdf em colméia
Recipiente para esterilização
Respirador Filtro Safet
Luvas de proteção
Ventilador
Extintor pó
Extintor água
QUANTIDADE
02
01
01
02
03
01
04
01
01
01
BLOCO IV
O BLOCO IV onde funciona o curso de Odontologia é composto por três pavimentos. No
pavimento térreo está localizada a Clínica Escola de Odontologia Dra. Geralda Freire
Medeiros. Funciona neste bloco : 08 (quatro) salas de aula, sala de coordenação, banheiros
femininos e masculinos e sala de professores.
INTRODUÇÃO
A Clínica-Escola de Fisioterapia “ Dr. Aderban Martins”, da Faculdade Integrada de
Patos, localizada na Rua: Horácio Nóbrega, s/n- Bairro: Belo Horizonte- Patos-PB; tem como
objetivos básicos propiciar ao acadêmico da instituição o desenvolvimento de atividades
práticas e oferecer a comunidade local e cidades circunvizinhas atendimentos nas diversas
áreas da fisioterapia.
Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 7h00min às 11h20min e
das 13h30min às 17h50min. Com duração máxima de 1 hora, e com agendamento feito pela
recepcionista da Clínica-Escola. Possui uma coordenação para administrar todas as atividades
realizadas no ambiente da mesma, como também dispor da documentação da clínica e o
controle no agendamento e coordenação de atividades realizadas pelos professores e
preceptores, além de orientar os auxiliares administrativos.
Possui uma ampla infra-estrutura, com aparelhos fisioterapêuticos modernos, como
também piscinas terapêuticas (adulta e infantil), salas de desinfecção e esterilização, salas de
avaliações, e setores direcionados para cada área da fisioterapia. Numa área equivalente a
1000m², a Clínica que é vinculada ao curso de Fisioterapia das FIP tem o objetivo de
promover atividades práticas e desenvolver atendimentos fisioterapêuticos realizados por
profissionais da área, juntamente com os acadêmicos. A qualidade do atendimento não se
resume apenas na capacidade dos profissionais que atuam, mas em especial nas condições que
são oferecidas para que os mesmos pudessem trabalhar da melhor maneira possível.
A Clínica oferece atendimento de Fisioterapia nas áreas de Geriatria, Neurologia,
Pneumologia, Reumatologia, Saúde da Mulher, Dermato-Funcional, Tramatologia-Ortopedia,
Cardiologia, Pediatria e Fisioterapia aplicada a Preventiva. Dispondo de equipamentos
modernos e uma excelente estrutura física a Clínica tem a atenção voltada completamente ao
paciente. Pensando inteiramente na comodidade do atendimento sua estrutura física
corresponde a salas de avaliação, salas de atendimento I, II e III, sala de fisiologia do esforço,
sala de eletrotermoterapia e massoterapia, sala de cinesiologia, ginásio de mecanoterapia,
setor de hidroterapia e sala dos turbilhões.
INFRA-INSTRUTURA DA CLÍNICA-ESCOLA DA FIP
Figura 1:Fachada da Clínica-Escola
Figura 2: Recepção da Clínica-Escola
Figura 3: Setor de Hidroterapia da Clínica-Escola
Figura 4: Piscina terapêutica adulta e infantil da Clínica-Escola.
Figura 5: Setor de turbilhões para MMSS e MMII da Clínica-Escola.
Figura 6: Sala de avaliação e triagem da Clínica-Escola.
Figura 7: Sala de atendimento de neuropediatra da Clínica-Escola.
f alt a u
m a fo
to
Figura 8: Setor de eletrotermofototerapia da Clínica-Escola.
Figura 9: Sala de atendimento de dermato-funcional da Clínica-Escola.
Figura 10: Setor e Laboratório de Cinesioterapia da Clínica-Escola.
1. CLÍNICA “1”
MEDIÇÃO: 20,9 x 7,46m
Atende às disciplinas de:
Clínica de Promoção da Saúde – 3º Período
Estomatologia – 4º Período
Clínica de Integração IV (Cirurgia,Traumatologia e Estomatologia) – 6º Período
Cirurgia Odontológica II, Implantodontia e TBMF- 5º Período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Cadeira Odontológica
* Equipo com fotopolimerizador LED integrado
* Unidade de água
* Refletor LED
* Bomba a vácuo
* Mocho
* Dispenser de papel toalha
* Dispenser de sabonete líquido
* Pia e torneira com sensor
* Armário
* Geladeira
* Seladora
* Ar-condicionado split
* Birô
* Cadeira
* Dispenser para álcool em gel
* Pia de apoio
* Negatoscópio
*Câmara escura portátil
*Aparelho de ultra-som e jato de bicarbonato
QTDE
20
20
20
20
20
40
20
21
20
20
01
01
03
01
02
01
02
01
01
01
2. CLÍNICA “2”
MEDIÇÃO: 14,6 x 6,6m
Atende às disciplinas de:
Clínica de Interdisciplinar III (Prótese e Oclusão) – 6º Período
Estágio Supervisionado III (Clínica da Dor)- 6º Período
Anestesiologia e Cirurgia Odontológica I- 4º Período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Cadeira Odontológica
* Equipo com fotopolimerizador LED integrado
* Unidade de água
QTDE
12
12
12
* Refletor LED
* Bomba a vácuo
* Mocho
* Dispenser de papel toalha
* Dispenser de sabonete líquido
* Pia e torneira com pedal
* Armário
* Negatoscópio
*Câmara escura portátil
*Laser terapêutico
* Ar-condicionado split
12
12
24
12
12
12
12
01
01
01
02
3. CLÍNICA “3”
MEDIÇÃO: 20,9 x 7,4m
Atende às disciplinas de:
Estágio Supervisionado de Integralização I (Periodontia, Endodontia e Dentística
Clínica) – 7º Período
Estágio Supervisionado de Integralização II (Ortodontia, Odontopediatria e Cariologia
Clínica)- 7º Período
Estágio Supervisionado de Integralização III (Clínica Protética e Oclusão) – 7º Período
Clínica Interdisciplinar I (Dentística, Periodontia e Endodontia)- 5º período
Clínica Interdisciplinar II (Ortodontia, Odontopediatria e Preventiva) – 6º Período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Cadeira Odontológica
* Equipo com fotopolimerizador LED integrado
* Unidade de água
* Refletor LED
* Bomba a vácuo
* Mocho
* Dispenser de papel toalha
* Dispenser de sabonete líquido
* Pia e torneira com pedal
* Armário
* Ar-condicionado split
* Birô
* Cadeira
* Dispenser para álcool em gel
* Pia de apoio
* Negatoscópio
*Câmara escura portátil
QTDE
20
20
21
21
20
40
20
21
20
20
03
01
02
01
02
01
01
Sala de apoio para Radiologia com:
4,6 x 3,0m
* Cadeira Odontológica
* Aparelho de Raio X Timex Pantográfico
* Unidade de água
Sala de apoio para Prótese com:
3 x 2,7m
* Recortador de gesso
* Vibrador de gesso
01
02
02
02
01
01
02
4.CENTRAL DE ESTERELIZAÇÃO
MEDIÇÃO: 8,7 x 3,5m
Atende à esterilização do instrumental de todas as clínicas
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Autoclave de 12 litros
* Autoclave de 60 litros
* Scaninho para armazenar o material dos alunos
* Ar-condicionado split
QTDE
03
01
264
01
5.SALA DE UTILIDADES “1” (Antigo expurgo)
MEDIÇÃO: 3 x 1,5m
Atende a todo processamento de desinfecção e lavagem do instrumental
utilizado na Clínica “1”
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
QTDE
* Pia para lavagem de instrumental
03
* Cuba ultra- sônica
01
* Bacia Sanitária
01
OBS.: Com acesso por meio de janela para Clínica “1” e também para
Central de Esterilização.
6.SALA DE UTILIDADES “2” (Antigo expurgo)
MEDIÇÃO: 3 x 1,5m
Atende ao processamento de desinfecção e lavagem do instrumental
utilizado na Clínica “2” e “3”
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
QTDE
* Pia para lavagem de instrumental
03
* Cuba ultra- sônica
01
* Bacia Sanitária
01
Obs.: com acesso por meio de janela para Clínica “2” e “3”, assim como
para Central de Esterilização.
7.CLÍNICA DE RADIOLOGIA
MEDIÇÃO TOTAL: 7,7 x 6,6m
Dividida em 6 salas de 2,86 x 1,86m
Atende às disciplinas de:
Radiologia Odontológica I – 3º período
Radiologia Odontológica II – 4º período
Clínica de Integração IV (Cirurgia,Traumatologia e Estomatologia) – 6° período
Estágio Supervisionado de Integralização II (Ortodontia, Odontopediatria e Cariologia
Clínica) – 7º período
Clínica Interdisciplinar II (Ortodontia, Odontopediatria e Preventiva) – 6º período
Anestesiologia e Cirurgia Odontológica I- 4° período
Cirurgia Odontológica II, Implantodontia , TBMF – 5° período
Clínica de Interdisciplinar III (Prótese e Oclusão)- 6° período
Estágio Supervisionado III (Clínica da Dor) – 6° período
Estágio Supervisionado de Integralização III (Clínica Protética e Oclusão) – 7º Período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* RX Timex Pantográfico
* Aventais de Chumbo adulto com protetor de tireóide
* Aventais de Chumbo adulto com protetor de tireóide
* Cadeira Odontológica
* 04 refletores
* Unidade de água
* Pia
* Dispenser de papel toalha
* Dispenser de sabonete líquido
* Ar-condicionado split
QTDE
04
04
04
04
04
04
01
01
01
05
8. SALA DE LAUDOS
MEDIÇÃO: 5 x 3,4 m
Atende às disciplinas de:
Radiologia Odontológica I- 3° período
Radiologia Odontológica II- 4° período
Princípios básico de Ortodontia e Ortopedia – 5° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Negatoscópio de parede com lupa
* Bancada de apoio
* Banco
* Pia
* Ar-condicionado split
QTDE
15
15
15
01
01
9. CÂMARA ESCURA
MEDIÇÃO: 5 x 3,4 m
Atende às disciplinas de:
Radiologia Odontológica I- 3° período
Radiologia Odontológica II – 4° período
Clínica de Integração IV (Cirurgia, Traumatologia e Estomatologia) – 6° período
Anestesiologia e Cirurgia Odontológica I- 4° período
Cirurgia Odontológica II, Implantodontia , TBMF- 5° período
Clínica de Interdisciplinar III (Prótese e Oclusão) - 6° período
Estágio Supervisionado III (Clínica da Dor) – 6° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Tanque de Revelação
*Máquina secadora
* Exaustor
* Identificador Radiográfico
* Veneziana para Câmara escura
* Dispenser de papel toalha
* Dispenser de sabonete líquido
* Ar-condicionado split
QTDE
01
01
01
01
01
01
01
01
10. CENTRO CIRÚRGICO
MEDIÇÃO: 5 x 3,9 m
Atende às disciplinas de:
Clínica de Integração IV (Cirurgia, Traumatologia e Estomatologia)- 6° período
Cirurgia Odontológica II, Implantodontia , TBMF – 5° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Cadeira Odontológica
* Equipo
* Unidade de Água
* Câmera intra oral In Can LX
* Kit Suporte para Monitor
* Mocho
* Monitor LCD
* Refletor LED
* Bomba a vácuo
*Oxímetro de pulso
*Tensiômetro digital
*Cilindro de Oxigênio
*Aspirador Cirúrgico
* Ar-condicionado split
QTDE
01
01
01
01
01
04
01
01
01
01
01
01
01
01
11.RECEPÇÃO
Atende a todas as disciplinas clínicas
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Sistema de som para chamada de pacientes
* WC feminino
* WC masculino
* Computador com monitor LCD
* Sala da Coordenação de Clínica
* Almoxarifado para material da Clínica
* Almoxarifado para material de limpeza
QTDE
01
01
01
01
01
01
01
1º ANDAR
* Salas para 60 alunos com split e data show.
* Sala para 30 alunos com split e data show.
* Sala dos professores
* WC feminino
* WC masculino
* Sala da Coordenação do Curso
06
01
01
01
01
01
1. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR “1”
MEDIÇÃO: 6,6 x 4,8m
Atende às disciplinas de:
Materiais Odontológicos – 2° período
Anatomia e escultura dental – 2° período
Prótese Removível – 5° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Bancada de apoio para 20 alunos
* Bancos
* Saída de ar comprimindo
* Recortador de gesso
* Vibrador para gesso
* Prensa hidráulica
* Cuba para lavagem das mãos
* Cuba para lavagem de instrumentais
* Ar-condicionado split
QTDE
01
22
01
01
01
01
01
02
01
2. LABORATÓRIO PRÉ- CLINICA
MEDIÇÃO: 9,9 x 6,6m
Atende às disciplinas de:
Dentística Teórica e laboratorial- 4° período
Endodontia Teórica e laboratorial – 4° período
Periodontia Teórica e laboratorial – 4° período
Prótese Fixa – 5° período
Prótese Removível – 5° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Simuladores de paciente
* Mochos
* Encaixes para alta rotação
* Encaixes para baixa rotação
* Seringas tríplices
* Negatoscópio
*Câmara escura portátil
* Ar-condicionado
QTDE
20
20
20
20
20
01
01
02
2º ANDAR
* Salas para 60 alunos com split e data show
* Sala para 30 alunos com split e data show
* Auditório
* WC feminino
* WC masculino
06
02
01
01
01
1. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR “2”
MEDIÇÃO: 5,6 x 4,9m
Atende às disciplinas de:
Materiais Odontológicos – 2° período
Anatomia e escultura dental – 2° período
Prótese Removível – 5° período
“EQUIPAMENTO/ MOBILIÁRIO”
* Bancada de apoio para 20 alunos
* Banco
* Mini equipo
* Recortador de gesso
* Cuba para lavagem das mãos
* Cuba para lavagem de instrumentais
* Ar-condicionado split
2. AUDITÓRIO
MEDIÇÃO: 15x 6,1m
- Com capacidade para 128 pessoas
QTDE
01
22
01
01
01
02
01
BLOCO V
O BLOCO V onde funciona o curso de Biomedicina é composto por três pavimentos.
No pavimento térreo está localizado o laboratório escola (BIOLAB), que serve ao curso como
campo de estágios obrigatórios e também local de estágios não obrigatórios. O primeiro
pavimento é composto por quatro salas de aulas, amplas, bem iluminadas, climatizadas,
limpas diariamente por turno, possuem cadeiras confortáveis, equipadas com data-show e
quadro branco para viabilizar as atividades de ensino-aprendizagem promovidas em sala de
aula, uma sala de professores, climatizada, com iluminação adequada, equipada com uma
mesa para reunião, estudo e/ou realização de atividades acadêmicas, um sofá confortável, um
bebedouro, um banheiro exclusivo e com acesso a internet wireless. E por fim, uma sala de
coordenação de trabalhos de conclusão de curso (TCC). O segundo pavimento é composto por
mais quatro salas no mesmo perfil das relatadas no primeiro piso, a sala da coordenação do
curso e a sala de coordenação de atividades complementares.
LABORATÓRIO ESCOLA DE ANÁLISES CLÍNICAS - BIOLAB
1.
INTRODUÇÃO
O Laboratório Escola de Análises Clínicas - BIOLAB, das Faculdades Integradas de
Patos, localizado na Rua: Horácio Nóbrega, s/n- Bairro: Belo Horizonte - Patos-PB tem como
objetivo básico propiciar ao acadêmico da instituição o desenvolvimento das atividades
práticas e oferecer a comunidade local e cidades circunvizinhas atendimento na realização dos
diversos exames laboratoriais.
O laboratório foi inaugurado em novembro de 2005 sendo considerado de pequeno
porte, com apenas 3 (três) funcionários, a princípiom realizava exames simples de rotina,
terceirizando a maioria daqueles mais complexos. Após 5 anos de funcionamento diário, em
15 de março de 2010, o BIOLAB foi transferido e ampliado, aumentando suas instalações,
número de exames e quantitativo de funcionários contando, agora, com 5 (cinco) profissionais
de nível superior e 3 (três) de nível técnico. Hoje o laboratório está localizado no térreo do
prédio da Biomedicina e funciona de segunda a sexta-feira, das 6h00min às 12h00min e das
13h00min às 22h00min realizando mais de 200 exames por dia.
O BIOLAB possui uma coordenadora, a Professora Biomédica Priscila Maria de
Barros Rodrigues, que administra todas as atividades realizadas no ambiente do mesmo, bem
como as atividades sociais realizadas fora das dependências do laboratório, além de orientar
os auxiliares técnicos e administrativos. Dentre os funcionários, o laboratório dispõe de 5
funcionários de nível superior, sendo 3 diaristas e 2 plantonistas e 3 funcionários de nível
técnico, sendo um técnico em laboratório, um técnico em enfermagem e um auxiliar
administrativo.
2. INFRA-ESTRUTURA DO BIOLAB
Possui uma ampla infra-estrutura dividida em 10 setores: recepção, sala da administração,
sala de coleta, sala de triagem, Laboratório de Hematologia e Citologia Clínica, Laboratório
de Bioquímica e Imunologia Clínica, Laboratório de Parasitologia e Uroanálises, Laboratório
de Microbiologia, sala de expurgo e sala de esterilização.
Figura 1. Fachada do Laboratório Escola de Análises Clínicas - BIOLAB.
Figura 2. Recepção e sala da administração
Figura 3. Sala de coleta
Figura 4. Sala de triagem.
Figura 5. Laboratório de Hematologia e Citologia Clínica.
Figura 6. Laboratório de Bioquímica e Imunologia Clínica.
Figura 7. Laboratório de Microbiologia
Figura 8. Laboratório de Parasitologia e Uroanálises.
Figura 9. Sala de Expurgo.
Figura 10. Sala de Esterilização
3. FUNCIONAMENTO
O BIOLAB é um laboratório particular que atende a comunidade oferecendo exames
com baixo custo e com um alto padrão de qualidade. Funciona de segunda a sexta-feira, das
6:00h às 12:00h e das 13:00h às 22:00h realizando cerca de 100 exames por dia. Os exames
oferecidos são:
A- Laboratório de Hematologia e Citologia Clínica realiza:
1. Hemograma completo
2. Contagem de plaquetas
3. TS (Tempo de Sangramento)
4. TC (Tempo de Coagulação)
5. TP (Tempo de Tromboplastina)
6. TTPA (Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada)
7. Grupo sanguíneo
8. VSH
9. Citologia cérvico-vaginal
B- Laboratório de Bioquímica e Imunologia Clínica
Dosagens Bioquímicas
1.
Glicose
2.
Glicose pós-prandial
3.
Teste de tolerância à glicose
4.
Uréia
5.
Creatinina
6.
Ácido Úrico
7.
TGO/AST
8.
TGP/ALT
9.
Colesterol total e lipoproteínas (LDL, HDL e VLDL)
10. Triglicerídeos
11. Cloreto
12. Magnésio
13. Potássio
14. Cálcio
15. Fósforo
16. Bilirrubina (direta e indireta)
17. Ferro
18. Mucoproteína
19. Gama GT
20. Fosfatase Alcalina
21. LDH
22. Amilase
23. Lipase
24. CK-NAC
25. CK-MB
26. Hemoglobina Glicosilada
27. Mucoproteína
28. Proteínas Totais e frações
Exames Imunológicos:
1. VDRL
2. ASLO
3. PCR
4. Látex
5. Coombs (direto e indireto)
6. βHCG (qualitativo e quantitativo)
7. T3
8. T4
9. TSH
C- Laboratório de Parasitologia e Uroanálise
1. Parasitológico de fezes
2. Pesquisa de sangue oculto
3. MIF
4. Sumário de urina
5. Urina de 24 horas
O setor de hematologia conta com 01 aparelho automático da marca SYSMEX®
(Figura 09), 07 microscópios da marca BIOVAL® (Figura 10), 05 contadores de células
sanguíneas da marca KACIL® (Figura 11) e 02 homogeneizadores de tubos da marca
DELLTA® (Figura 12). O setor de bioquímica possui dois aparelhos semi-automáticos: 01 da
marca BIOCLIN SYSTEMS II® (Figura 13) e outro da marca 01 DRAKE® (Figura 14), 01
leitora de micro placas de Elisa da marca THERMO PKATI® (Figura 15), 01 shaker para
homogeneização de placas de klaine da marca BIOMIXER® (Figura 16), 02 centrífugas da
marca CENTRIBIO® (Figura 17), 02 Banhos - Maria digital das marcas BENFER® e
DELTA® (Figura 18), 01 destilador da marca QUIMIS® (Figura 19), 01 estufa de
esterilização da marca ICAMO® – Modelo 3 (Figura 20), 01 balança analítica digital da
marca BIOPRECISA® e 01 homogeneizador de tubos de ensaio tipo vortex da marca
BIOMIXER® (Figura 21) além das várias pipetas automáticas de volumes fixos e ajustáveis.
O setor de parasitologia e uroanálise conta com 01 centrífuga da marca CENTRIBIO®
(Figura 17) e 08 microscópios da marca BIOVAL® (Figura 10). O setor de esterelização
possui 02 refrigeradores Frost Free da marca CONTINENTAL®, 01 estufa de esterilização da
marca ICAMO® – Modelo 3 e 01 autoclave da marca CRISTÓFOLI® (Figura 22).
Figura 09. Aparelho de hematologia semi-automático da marca SYSMEX® KX 21N.
Figura 10. Microscópio da marca BIOVAL®
Figura 11. Contador de células sanguíneas da marca KACIL®
Figura 12. Homogeneizador de tubos da marca DELLTA®
Figura 13. Aparelho bioquímico semi-automático da marca BIOCLIN SYSTEMS II®
Figura 14. Aparelho bioquímico semi-automático da marca DRAKE®
Figura 15. Leitora de micro placas de Elisa da marca THERMO PKATI®
Figura 16. Shaker para homogeneização de placas de klaine da marca BIOMIXER®
Figura 17. Centrífuga da marca CENTRIBIO®
Figura 18. Banhos - Maria digital das marcas BENFER® e DELTA®
Figura 19. Destilador da marca QUIMIS®
Figura 20. Estufa da marca
Figura 21. Homogeneizador de tubos de ensaio tipo vortex da marca BIOMIXER®
Figura 22. Autoclave da marca CRISTÓFOLI®
BLOCO VI
Prédio localizado no Centro da cidade de Patos; abriga os Cursos de Ciências
Econômicas e Sistemas de Informação. Dispõe de salaa de aula. Biblioteca Setorial,
laboratórios, cantinas, sala de vídeo. Sua área construída de 3.200 m2 .
6.2.INFRA-ESTRUTURA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Em cumprimento à Portaria no. 1.679, de 2 de dezembro de 1999, as FIP
providenciaram uma série de medidas destinadas a assegurar aos portadores de deficiência
física e sensorial, condições básicas de acesso às instalações das FIP. Os requisitos
envolvendo a eliminação de barreiras arquitetônicas, reserva de vagas em estacionamentos e a
construção de rampas e corrimãos para portadores de deficiência física foram todos
contemplados. Do mesmo modo, foram adaptados portas, banheiros, telefones públicos e os
demais equipamentos de uso coletivo.
Compromisso formal foi assumido, ainda, no sentido de proporcionar atendimento de
eventuais solicitações por parte de portadores de deficiência auditiva. O que implicará em
colocar à disposição intérpretes de língua de sinais para aplicação de atividades didáticopedagógicas complementares, como também capacitação dos professores para utilização dos
elementos básicos da mesma linguagem. Somar-se-á a isso, além da valorização do conteúdo
técnico e semântico dos trabalhos elaborados, o aperfeiçoamento do aprendizado e domínio da
língua portuguesa e do vocabulário próprio à formação nas áreas atendidas pelas FIP.
A Instituição está preparada para atender às demandas dos portadores de deficiência
visual. Incluir-se-á aí, quando necessário, o providenciamento de equipamentos tais como
máquina de datilografia e impressora braille, scanner, computador, gravador, fotocopiadora e
softwares para ampliação de textos. A Biblioteca Central, por sua vez, está elaborando o plano
de aquisição de acervo bibliográfico em braille, em fitas de áudio e em multimídia
especializada.
Cabe ressaltar que o Curso de Licenciatura Plena em Letras da FIP, instalado no
prédio a rua Horácio Nóbrega, S/N bairro: Belo Horizonte dispõe de um laboratório para
estudo da língua inglesa com capacidade para atender também a portadores de deficiência.
Adquirida recentemente, uma central de comando com tecnologia digital monitora 20 cabines
destinadas aos alunos com painéis auditivos e fones de ouvido. O equipamento permite,
inclusive, a gravação e audição de textos, palestras e debates, ampliando as funções do
laboratório e oferecendo serviços também em outros idiomas e na própria língua portuguesa.
As FIP fazem investimentos não apenas para cumprir suas obrigações legais, mas
também para adaptar e aperfeiçoar, cada vez mais, as suas instalações às necessidades
específicas dos portadores de deficiência que à mesma venham se vincular. Logo que se torne
possível economicamente, todo o prédio será reformado com a incorporação de novos
equipamentos para acesso amplo a todos os ambientes, laboratórios e demais serviços
didático-pedagógicos oferecidos pela Instituição. Dentre as maiores prioridades deverá
constar a instalação de elevadores e a aquisição de computadores com componentes,
assessórios e softwares adaptáveis e específicos para utilização dos portadores.
6.3. POLÍTICA DE EXPANSÃO DA ESTRUTURA FÍSICA
Na expansão e/ou readaptação da infra-estrutura física e de apoio, são observadas as
seguintes diretrizes gerais:
Ampliação da infra-estrutura física para atender à expansão e melhoria contínua
do ensino, da pesquisa e da extensão, em condições adequadas aos padrões de
qualidade fixados pelo MEC;
Atendimento aos requisitos de acessibilidade a pessoas portadoras de
necessidades especiais;
Atendimento às normas de biossegurança;
Melhoria contínua do ambiente físico da biblioteca, dos laboratórios e das salas
de aula;
Ampliação dos espaços para convivência comunitária e para alimentação.
Todo o planejamento da estrutura física da FIP foi confeccionado sob medida para as
suas necessidades institucionais e encontra-se em anexo.
6.4. BIBLIOTECA
É um dos órgãos mais importante de apoio acadêmico das Faculdades Integradas de
Patos. Tem como objetivo reunir, organizar, divulgar e manter atualizado todo o seu acervo
documental, e como primordial fornecer à comunidade acadêmica e usuário em geral, o apoio
e suporte informacional necessário ao desenvolvimento dos programas de ensino, pesquisa e
extensão das Faculdades.
A Biblioteca funciona como órgão de suporte aos programas da instituição, tornando
ágil e atualizado o serviço de informações existente, dotado de iniciativa para oferecer aos
usuários informações necessárias para obter conhecimentos. Assim, contribui para o
desenvolvimento individual e coletivo de alunos, professores e de pesquisadores da
Instituição. A Biblioteca definida como universitária é instrumento técnico-cultural e
científico que embasa o ensino, pesquisa e extensão, aliando conteúdo intelectual à
disseminação do conhecimento.
O planejamento para aquisição e desenvolvimento das coleções obedece à
bibliografia básica para cada disciplina e a sugestões do corpo docente e discente, nas
porcentagens de 80% e 10% respectivamente, e da biblioteca em 10%.
A seleção prevê a comparação de estatísticas de circulação com a coleção total e com
o potencial de uso das aquisições e, no caso dos periódicos, um estudo de vida útil nas áreas
de cobertura de assunto em maior uso, e freqüência de circulação. Em todos os casos, a
política da biblioteca detecta assuntos e tipos de materiais que demandam um trabalho de
dinamização, tendo como uma das prerrogativas, o incentivo à leitura. Os tipos de materiais
incluem o bibliográfico, iconográfico e multimeios.
A Fundação Francisco Mascarenhas, visando maximizar a disseminação da
informação e do conhecimento entre a comunidade acadêmica, vem aplicando investimentos
vultosos na informatização das bibliotecas que dão apoio às faculdades sob sua manutenção.
A Biblioteca Central e a Setorial atende a todos os Cursos mantidos pela Fundação Francisco
Mascarenhas, através de um Sistema de Automação de Bibliotecas, concebido pela empresa
especializada SIABI, oferece vários recursos informacionais, cadastramento eletrônico de
livros e periódicos, usuários e empréstimos domiciliares de livros.
Atualmente o acervo da Biblioteca está totalmente automatizado para um fácil
levantamento bibliográfico, facilitando a otimização e agilização dos serviços e diversas
formas de consulta ao acervo on-line: reservas e renovações de livros, através da home page:
www.fiponline.com.br, transformando-se em uma biblioteca também virtual disponibilizando
os seus serviços à comunidade acadêmica e qualquer interessado, através de rede local,
intranet e internet.
Além disso, a Biblioteca oferece uma série de recursos de disseminação seletiva da
informação, desde boletins bibliográficos até sumários de periódicos. Através dos terminais
do Setor de Referência, de publicações impressas editadas eletronicamente e do próprio
endereço eletrônico dos professores, servidores e alunos, divulgar-se-á os pontos fortes do
acervo e as últimas aquisições que interessam diretamente às demandas específicas de cada
usuário.
A ambientação da Biblioteca apresenta condições propícias à motivação e aumento
de produtividade dos alunos, dos professores e pesquisadores, sendo também um dos pontos
de referência para usuários e bibliotecas congêneres.
Para assegurar condições adequadas de conforto térmico, acústico, de iluminação, a
Biblioteca conta com uma iluminação suficiente, higiene, ventilação e segurança, itens aliados
a uma moderna arquitetura interna e mobiliário adequado. O projeto das FIP, atendendo a
Portaria 1.679, contempla cuidados com o acesso às instalações físicas da Biblioteca de forma
a não restringir o percurso dos usuários e, em especial, daqueles portadores de deficiências
físicas.
Com o objetivo de buscar maior integração dos serviços de informação, o acervo de
periódicos, CD-ROM, áudio e vídeo, fotos e slides está disponível para alunos e a
comunidade adjacente.A Biblioteca conta com terminais de acesso à Internet, distribuídos de
forma a facilitar o acesso da informação pelos usuários, além do acervo local.
A Fundação Francisco Mascarenhas não tem poupado investimentos com vistas a
garantir não só maior acessibilidade à Biblioteca Central, como também aos demais sistemas
de informação e de busca disponíveis no Brasil e no mundo. As bases de dados têm
representado, tradicionalmente, instrumentos fundamentais nesses casos. Cada vez mais, a
Biblioteca tem adquirido novos produtos contendo ou resultantes de bases de dados, sejam na
forma de publicações impressas sejam em CD-Rom.
Todo usuário cadastrado na Biblioteca já tem acesso também à Internet durante os
três turnos do dia. O serviço remeterá o usuário a inúmeros sites, bancos e bases de dados
brasileiros e estrangeiros. Incluir-se-ão aí associações profissionais; sociedades científicas;
centros, fundações e institutos de pesquisa; órgãos de política, coordenação, fomento e
financiamento; bibliotecas e outras unidades de informação; instituições de ensino, pesquisa,
extensão e programas de pós-graduação; pesquisadores; bases de dados bibliográficos,
estatísticas, legislação; periódicos, enciclopédias, dicionários e anuários; eventos; livrarias e
editoras; listas de discussão e news groups; bibliotecas virtuais; ferramentas ou sistemas de
busca.
Existe também a preocupação com o cadastramento da comunidade acadêmica junto
a todos os web sites, bases e bancos de dados, objetivando auxiliar cada usuário a receber,
diretamente ou por intermédio da Biblioteca, boletins de alerta, informativos e até papers
publicados por aquelas fontes. Nos casos em que estas ainda não se encontrarem disponíveis
na Internet, a Biblioteca oferece todas as indicações para o organizações da sociedade civil
com atuação destacada na área encontrar-se-ão o Fórum pela Democratização da
Comunicação, CONAR, Observatório da Imprensa, Assessocom e Andi.
A biblioteca possui uma equipe de funcionários que se revezam nos turnos da manhã,
tarde e noite, de modo que não haja interrupção no seu funcionamento. A equipe é composta
de 5 funcionários administrativos e 2 bibliotecários.
A biblioteca das FIP oferece aos seus usuários os seguintes serviços: empréstimo de
acervo; normatização de publicações técnico cientificas; Pesquisa bibliográfica em bancos e
bases nacionais;
A Biblioteca Central que serve aos Cursos possui 860 m2 construídos, permitindo
dessa forma, que as instalações permitam uma melhora alocação para o acervo, gabinetes para
estudos individuais com 12 m2
de área e gabinetes para estudos em grupo com 12 m2 de
área, guarda volumes e sala de processos técnicos. A biblioteca já conta também, com mais
de 18 (dezoito) computadores, todos eles ligados à internet, podendo o aluno ficar por uma
hora/dia fazendo suas consultas acadêmicas.
A Biblioteca Setorial que funciona na Unidade II, com área de 160 m2, sendo 01 sala
disponível para o acervo e
consulta dos usuários (discentes e docentes) (100 m2), 01 para
leitura e trabalhos em grupo (25 m²) e uma sala para pesquisa na internet com 06 microcomputadores (35m²).
POLÍTICA DE EXPANSÃO E MELHORIA DA BIBLIOTECA
Na política de expansão da Biblioteca, em termos de prestação de serviços, as
seguintes ações são privilegiadas:
estabelecimento periódico de diretrizes, metas e ações de planejamento para a
Biblioteca;
definição de orçamento semestral compatível com o atendimento das diretrizes,
metas e ações;
ajustes do objetivo do orçamento financeiro com o fim de suprir as necessidades
informacionais dos usuários;
planejamento e
desenvolvimento de programas que subsidiem atividades de
ensino, de pesquisa e de extensão;
coleta, gerenciamento e disposição de pontos de informação a fim de dinamizar
atividades de ensino, pesquisa e extensão;
fornecimento de informações referenciais e bibliográficas específicas, necessárias
às atividades de ensino, pesquisa e extensão;
criação de meios de promoção, formais e informais, que divulguem os produtos e
serviços, alertando os usuários para os benefícios que possam advir;
oferecimento de treinamentos específicos aos usuários com vistas a melhor
utilização da Biblioteca ;
implantação de Política de Gestão de Acervo, para nortear a seleção, aquisição e
desenvolvimento do acervo de livros, periódicos, vídeos, CD/CD-ROMs-DVD e
de outros recursos bibliográficos e audiovisuais, voltados para áreas de estudos e
pesquisas de interesse;
instalação de sistema de segurança do acervo da Biblioteca;
criação de uso estratégico de tecnologias da informação;
integração do processo de informatização aos serviços e produtos da Biblioteca;
estabelecimento de bancos de dados de conhecimentos de Especialistas, de
Currículos, de Respostas Rápidas, de Eventos Artísticos e Culturais, de projetos,
de pesquisas desenvolvidas, da produção intelectual e artística da Instituição, entre
outros;
criação de parcerias com instituições congêneres com o intuito de divulgar
produtividade intelectual e artística da Instituição;
realização de convênios para acessar
fontes nacionais e internacionais de
informações;
estabelecimento de intercâmbios culturais, científicos e educacionais, nas áreas de
interesse;
implantação de critérios de avaliação das atividades desenvolvidas na Biblioteca.
Com vistas à expansão do acervo foi possível elaborar um plano que estabelece as
diretrizes para aquisição de títulos, de maneira técnica e sob critérios acadêmicos.
Para as aquisições de títulos das bibliografias básica e complementar das disciplinas
visando à expansão do acervo, foi estabelecida a seguinte sistemática:
levantamento estatístico dos títulos objeto de maior demanda;
verificação das características desta demanda: se satisfeita ou insatisfeita;
estimativa das quantidades dos diferentes títulos que deverão ser adquiridos para
atendimento à demanda;
indicação, em formulário próprio, pelos professores, de títulos inexistentes editados, ou não, recentemente - acompanhada da sugestão do número de
exemplares a adquirir;
relação para compra ( considerando, entretanto, que alguns títulos poderão estar
esgotados, proceder-se-á às substituições, através de novas indicações dos
professores );
aquisição;
catalogação;
indicação, em formulário próprio, pelos professores, de títulos de novos periódicos
que versem matérias referentes as disciplinas básicas;
aquisição de assinaturas destes periódicos.
O acervo de títulos de livros deve ter uma ampliação anual de, no mínimo, 50%
(cinqüenta por cento) com a finalidade de aumentar não somente a cobertura temática do
acervo e a qualidade, mas também a quantidade de exemplares em relação aos títulos. Idem
para o acervo de periódicos.
O acervo de CD - ROM é o material informacional que será bastante ampliado. Para
este fim, estão previstos 12% (doze por cento) de crescimento, pois além de representar
grande economia de espaço permite à comunidade acadêmica, consultas e respostas imediatas,
facilitando, inclusive, a impressão de textos.
A área física deverá atender adequadamente a quantidade de usuários relacionada à
estimativa de circulação em horários de pico, conforme regulamento anexo.
EVOLUÇÃO DO ACERVO
ACERVO / EXEMPLARES
2011
2012
2013
2014
2015
(t1) 12.200
12.400
12.600
12.800
13.100
(ex2)34.500
37.000
40.000
42.000
45.000
Periódicos
4.000
4.400
4.600
4.800
4.890
Multimídia
1.500
1.620
1.700
1.780
1.900
TOTAL
52.200
55.420
58.900
61.380
64.890
Livros
EXPANSÃO DA INFRA-ESTRUTURA DA BIBLIOTECA
Local
Área para o
depósito do
acervo
Leitura
Estudo
Individual
Estudo em grupo
Processamento
técnico
Área total
1
2
títulos
exemplares
2011
2012
2013
2014
2015
400 m²
400 m²
500 m²
500m²
600 m²
300 m²
350 m²
350 m²
350 m²
400 m²
70 m²
70 m²
70 m²
80 m²
80 m²
70 m²
80 m²
80 m²
100 m²
110 m²
20 m²
25 m²
25 m²
25 m²
25 m²
860 m²
925 m²
1025 m²
1055 m²
01.215 m²
6.5. LABORATÓRIOS
Os laboratórios são espaços destinados ao suporte técnico das funções universitárias,
englobando laboratório diversificados na área de saúde – contemplando a aplicabilidade
específica dos cursos de Nutrição, Enfermagem, Fisioterapia e Biomedicina - espaços de
simulação empresarial, laboratórios específicos de informática e multimídia. Apesar de
priorizar as atividades práticas de ensino, os laboratórios também devem atender outras
necessidades provenientes da prática de investigação e extensão.
O planejamento dos laboratórios obedece às exigências didático-científicas do projeto
pedagógico de cada curso, quanto à área física, às instalações específicas, às condições de
biossegurança, aos equipamentos e aparelhos indicados pelos professores responsáveis pelas
práticas, projetos de pesquisa e também programas de extensão.
Cada laboratório deve ter um técnico responsável pelas atividades nele realizadas,
auxiliadas por instrutor, ligadas às disciplinas e atividades próprias.
A Instituição terceiriza os serviços de manutenção e conservação das instalações e
equipamentos, utilizando profissionais de reconhecida competência na área, para a
manutenção preventiva. A manutenção contínua e corretiva fica a cargo da equipe de técnico
e/ou instrutor de cada laboratório.
A cada doze meses é prevista a atualização tecnológica, mediante levantamento das
necessidades de cada laboratório, pelos professores e técnicos responsáveis, com a assessoria
de especialistas de cada área.
6.6. PLANEJAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO PLURIANUAL
O planejamento econômico financeiro para o primeiro qüinqüênio de funcionamento da
FIP foi elaborado a partir dos seguintes dados:
Projeção de desempenho econômico-financeiro;
Análise do comportamento da inflação nos três últimos anos;
Análise dos preços dos serviços educacionais nas IES da região de inserção
geográfica;
Levantamento dos custos operacionais e dos investimentos necessários ao
cumprimento do plano de ampliação, melhoria e consolidação do ensino (cursos
de graduação e pós-graduação) da pesquisa e da extensão, enfatizando os
aspectos a seguir:
contratação e capacitação de professores e pessoal não-docente bem como
implementação dos planos de carreira docente e de cargos e salários;
ampliação e otimização do acervo da biblioteca;
ampliação e atualização dos serviços de informática e dos equipamentos para os
laboratórios e serviços técnicos;
reforma, readaptação e ampliação da infra-estrutura física e de apoio;
implementação e consolidação do processo de avaliação institucional;
atendimento às normas de biossegurança e adaptação da infra-estrutura física aos
requisitos necessários ao acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais.
A receita de mensalidades considera uma evasão média, na graduação, de 30%, bem
como na pós-graduação. Com relação à inadimplência, foram considerados 30% na graduação
e 10% na pós-graduação.
Os investimentos foram calculados de forma a suprir programas de readaptação,
adaptação, melhoria e ampliação da infra-estrutura física e de apoio, bem como aquisição,
melhoria e ampliação dos laboratórios e serviços, do espaço físico e acervo da biblioteca.
A construção do campus absorverá 40% do lucro líquido.
Os investimentos em laboratórios demandaram 15% do lucro líquido.
O investimento no acervo bibliográfico demandará 20% do lucro líquido no primeiro
ano do PDI e 15% nos demais anos.
As atividades de extensão demandaram investimentos de 5% do lucro líquido durante
vigência do PDI.
O Projeto de pesquisa demandará investimentos de 5% do lucro líquido durante a
vigência do PDI.
O Programa de iniciação cientifica demandará o investimento de 5% durante o
primeiro ano de PDI e de 3% nos demais anos de vigência do PDI.
Capacitação docente demandará investimento de 5% do lucro líquido durante a
vigência do PDI.
6.7. PROJEÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA
ANO
ESPECIFICAÇÃO
RECEITAS
Alunado
Outras
Total das Receitas
DESPESAS
Pessoal docente
Pessoal administrativo
Encargos e Benefícios
Serviços de Terceiros
Impostos(PIS/CONFINS)
Água, Luz e Telefone
Despesas operacionais
Informática
Biblioteca
Capacitação Profissional
Pesquisa e Extensão
Outras Despesas
Total de Despesas
Lucro Bruto
Contribuição Social
Imposto de Renda
Lucro Líquido
Investimentos
Construção do Campus
Laboratórios
2011
2012
2013
2014
2015
20.866162.44
15.120,00
20.881.282,44
21.909470.52
29.500,00
21.938.970,52
22.347.659.88
46.950,00
22.394.609,88
23018.089.68
65.820,00
23.083.909,68
23.708.632.32
84.980,00
23.793.612,32
8.069.784,60
2.685.964,56
3.296.487,96
529.200,00
623.110,00
186.353,97
34.500,00
170.830,00
176.900,00
256.250,00
42.700,00
128.100,00
16.200.181,09
4.665.981,35
475.200,00
890.960,00
3.299.821,35
8.473.273,80
2.820.262,80
3.461.312,40
534.492,00
629.341,10
188.353,97
34.845,00
172.538,30
177.669,00
258.812,50
43.127,00
129.381,00
16.923.408,87
4.986.061,65
479.952,00
899.869,60
3.606.240,05
8.642.739,24
2.876.668,08
3.530.538,60
539.836,92
635.634,51
190.099,69
35.193,45
174.263.68
178.445,69
261.400,63
43.558,27
130,674,81
17.239.053,57
5.108.606,31
484.751,52
908.868,30
3.714.986,49
8.902.021,44
2.962.968,12
3.636.454,80
545.235,29
641.990,86
192.000,69
35.545,38
176.006,32
179.230,15
264.014,64
43.993,85
131.981,56
17.711.443,10
5.306.646,58
489.599,04
917.956,98
3.899.090,56
9.080.061,84
3.051.857,16
3.709.183,92
550.687,64
648.410,77
193.920,70
35.900,83
177.766,38
180.022,45
266.654,79
44.433,79
133.301,38
18.072.201,65
5.636.430,67
494.495,03
927.136,55
4.214.799,09
1.020.250,00
600.300,00
1.030.452,50
606.303,00
1.040.750,03
612.366,03
1.051.164,60
618.489,69
1.061.676,25
624.674,59
Acervo de biblioteca
Atividades de Extensão
Projetos de pesquisa
Programas iniciação científica2
Capacitação docente3
Avaliação institucional4
Total de
Investimentos
Lucro Líquido - Investimentos
2
692.150,00
137.300,00
208.700,00
114.450,00
190.700,00
190.700,00
699.071,50
138.673,00
210.787,00
115.594,50
192.607,00
192.607,00
706.062,22
140.059,73
212.894,87
116.750,45
194.533,07
194.533,07
713.122,84
141.460,33
215.023,82
117.917,95
196.478,40
196.478,40
720.254,07
142.874,93
217.174,06
119.097,13
198.443.18
198.443.18
3.154.550,00
3.186.095,50
3.217.949,47
3.250.136,03
3.282.637,39
145.271,35
420.144,55
497.037,02
648.954,53
932.161,70
O Programa de iniciação à pesquisa demandará o investimento de 5% durante o primeiro ano de PDI e de 3% nos demais anos de vigência
do PDI.
3
Capacitação docente demandará investimento de 5% do lucro durante a vigência do PDI.
4
Avaliação Institucional demandará 5% de investimento durante a vigê3ncia do PDI.
VII. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
O Programa de Avaliação Institucional implantado nas Faculdades Integradas de
Patos- FIP, mais que um imperativo legal, representa um processo de reflexão sistemática e
metódica, a ser empreendido na direção de uma auto-reflexão da instituição sobre suas
finalidades, processos e resultados, com vistas a rever e aperfeiçoar o seu Projeto de
Desenvolvimento Institucional.
Como intervenção política, ética e pedagógica, gerará apurada análise da realidade da
IES, priorizando manter os diversificados setores de trabalho informados sobre seus aspectos
de excelência, deficiência e carência, bem como diagnosticando e orientando a gestão
institucional na direção do aumento da qualidade da prestação de seus serviços, tudo através
do desenvolvimento de ações de melhoria em todas as áreas: docente, discente, direção,
técnico-administrativa, infra-estrutura, projetos, relacionamentos com a comunidade e demais
atividades afins.
Processo contínuo e periódico envolverá toda a equipe institucional, apoiado nas
diretrizes do SINAES – Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior. O recolhimento
de informações objetiva avaliar o corpo docente, discente e egressos, técnico-administrativo e
infraestrutura (biblioteca e laboratórios). As categorias e indicadores dos instrumentos serão
construídos a partir de levantamento feito junto aos setores envolvidos, a fim de retratar sua
realidade e expectativas, visando propiciar diagnósticos confiáveis e úteis.
A coleta e análise serão feitas anualmente em duas oportunidades. Na seqüência será
encaminhado o retorno das avaliações a todos os segmentos, a fim de que sejam gerados
planos de melhoria que implementarão novas mudanças e projetos no sentido de alcançar as
metas propostas.
O retorno dos resultados será feito através de divulgação dos resultados gerais nos
cursos; retorno individual dos resultados aos professores através de documento a análise
individual de seu desempenho seguido de orientações da coordenação; reunião com corpo
administrativo e com corpo docente e por boletins informativos.
A implantação da última fase incluirá a avaliação de projetos e cursos de extensão,
direção, relacionamentos com a comunidade científica e agências de fomento e financiamento
e a fase final de implantação incluirá a avaliação da gestão universitária por avaliadores
externos.
A Comissão Própria de Avaliação Institucional terá como atribuições específicas:
I.
organizar a estrutura e a extensão e a execução do Programa de Avaliação
Institucional; promover encontros, seminários e reuniões de estudo sobre a
Avaliação Institucional;
II.
promover e divulgar a importância dos trabalhos em Avaliação criando um espírito
de coletividade e co-responsabilidade entre todos os seguimentos envolvidos nas
atividades referentes ao programa;
III.
preparar e aplicar os instrumentos de avaliação do corpo docente, discente e
técnico-administrativo, nas áreas de ensino, pesquisa e extensão;
IV.
viabilizar a coleta e a análise dos dados visando diagnosticar a situação
institucional;
V.
avaliar administrativamente a situação institucional a partir da pesquisa aplicada;
VI.
preparar e promover encontros didático-pedagógicos com o corpo docente;
VII.
propor soluções para os problemas detectados, desenvolvendo novos projetos para
a melhoria e ampliação dos serviços prestados pela FIP.
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A Avaliação Institucional é um processo de conhecimento a respeito da realidade
institucional, um pensar sobre a sua missão, seus objetivos e sua função social e estão imersos
nos aspecto ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros.
Entendemos que uma metodologia de trabalho numa visão dialética deve envolver os
seguintes elementos, conforme VASCONCELLOS (1993, p.21):
Partir da prática – ter a prática em que estamos inseridos como desafio para
transformação.
Refletir sobre a prática – através da reflexão crítica e coletiva, buscar subsídios,
procurar conhecer como funciona a prática, quais são suas contradições, sua estrutura,
suas leis de movimento, captar sua essência, para saber como atuar no sentido de sua
transformação.
Transformar a prática – atuar, coletiva e organizadamente, sobre a prática,
procurando transformá-la na direção desejada.
Nesse contexto, o processo de avaliação das FIP será construído de forma integrada e
participativa, atendendo aos princípios da globalidade, continuidade, legitimidade e do
respeito à identidade institucional, com o fim de que se possam estimular os atores – docentes,
técnico-administrativos e discentes, a estarem efetivamente participando. Sendo assim, é
fundamental que se faça um processo de sensibilização da comunidade enfocando a avaliação
como oportunidade de desenvolvimento pessoal e institucional.
A auto-avaliação realizará uma retrospectiva crítica, configurando um diagnóstico
para explicitação dos vários propósitos institucionais e assim realizar uma avaliação que
proporcione a melhoria e o fortalecimento institucional.
Concluído esse diagnóstico, se construirá a base de dados necessários ao
estabelecimento dos indicadores e variáveis específicas levando-se em consideração as
dimensões que serão o foco da avaliação, que se encontram explicitados no Art. 3º da Lei
10.861, conforme reprodução abaixo e tendo como parâmetros as diretrizes, critérios e
estratégias para o processo de avaliação, em conformidade os princípios e indicadores
estabelecidos pela CONAES:
Dimensões que devem ser o foco da avaliação:
I.
II.
A missão e o plano de desenvolvimento institucional;
A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas
formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção
acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
III.
A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se
refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento
econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção
artística e do patrimônio cultural;
IV.
V.
A comunicação com a sociedade;
As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico
administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas
condições de trabalho;
VI.
Organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com
a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos
processos decisórios;
VII.
Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos
de informação e comunicação;
VIII.
Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da
auto-avaliação institucional;
IX.
X.
Políticas de atendimento aos estudantes;
Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade
dos compromissos na oferta da educação superior.
Para realização da auto-avaliação serão desenvolvidas as seguintes etapas:
1) Sensibilização da comunidade para garantir o acolhimento, a construção e
participação no processo avaliativo ;
2) Realização de reuniões com todos segmentos da Instituição;
3) Composição de grupos de trabalho;
4) Realização de seminário interno para apresentação do SINAES e construção do
processo de avaliação;
5) Consolidação da Proposta de Auto -Avaliação;
6) Construção dos instrumentos de coleta de dados: questionários, entrevistas etc.
7) Aplicação dos instrumentos de avaliação;
8) Análise e interpretação dos dados;
9) Elaboração dos relatórios parciais de auto-avaliação;
10) Divulgação dos resultados e discussão com a comunidade;
11) Elaboração do Relatório Final;
12) Análise, discussão e aprovação do Relatório Final da Avaliação Institucional;
13) Encaminhamento do Relatório Final ao CONAES/INEP.
BIBLIOGRAFIA
RATNER, C. A psicologia sócio-histórica de Vygotsky. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
BENVENUTTI, D. B. Avaliação, sua história e seus paradigmas educativos. Pedagogia: a
Revista do Curso. Brasileira de Contabilidade. São Miguel do Oeste – SC: ano 1, n.01, p.4751, jan.2002
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Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI