la novitá
# 03 • ano 02 • janeiro de 2010
uma revista da ibratin
MRV Engenharia:
uma construtora
que concretiza
sonhos
Eduardo Barreto, vice-presidente
da MRV Engenharia
gastronomia
• mercado • contos • esporte • curiosidades
Tratamento de beleza intensivo para suas paredes.
editorial
Que venha 2010!
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O ano de 2009 representou para a Ibratin um período
de muitos desafios,mas também de muitos aprendizados.
Desenvolvemos novos produtos, conquistamos novos mercados e ganhamos parceiros. Também conseguimos estreitar nossos laços consolidados com clientes que há tempos temos relacionamentos.
Uma grande ferramenta para ampliar nossa comunicação foi a Revista La Novitá, que chega ao seu
terceiro número.
Ousadia e determinação marcaram o lançamento
desta empreitada no segmento editorial que já é sucesso entre seus leitores.
Nesta edição falaremos de uma das mais bem-sucedidas empresas da construção civil brasileira. Nossa reportagem de capa rende uma homenagem à mineira MRV
Engenharia. Fundada em primeiro de outubro de 1979, a
MRV Engenharia é considerada hoje a mais importante
construtora do País no segmento de imóveis populares.
Traremos artigos de mercado abordando aspectos sustentáveis e econômicos. E por falar em sustentabilidade,
também apresentaremos algumas ações da Ibratin.
Dicas de saúde, lazer, novidades tecnológicas continuam a ter destaque em nossa revista.
É com muito otimismo que convidamos a todos a mergulhar nas páginas da Lá Novitá e aproveitando para desejar um 2010 repleto de realizações para todos nós.
publicação da
empresa Ibratin.
Presidente
Luciano Rolleri
Diretores
Giuseppe Cartisano
Marco Rolleri
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Produção
Jornalista responsável
Elenita Fogaça
MTB 24.250
Projeto gráfico e editoração
Bruna Nunes
Colaboraram nesta edição
Rodrigo Thomé, Eko
Solutions e Daniel Pinheiro
de Araújo
Fique por dentro – O indutor da sustentabilidade
Perfil – Orbi Projetos e Soluções
Gourmet – Casa da Fazenda
Isso é Ibratin – Ações sustentáveis
Vitrine – Morar mais por menos
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expediente
Lá Novitá é uma
Bits e Bites – Novidades tecnológicas
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Pino Cartisano e Marco Rolleri
Boa leitura.
índice
Contato Comercial
Rodrigo Thomé
[email protected]
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Reportagem de capa – MRV Engenharia
De olho no mercado – Números do setor
Esporte – Mitsubishi Cup Nordeste
Vida Saudável – Stress a doença da atualidade
Contos – Os sabores da Itália
Acelera – A última geração do M3
bits e bites
Cuidados com o coração
Com o monitor cardíaco HR102 é possível acompanhar seus níveis de
frequência cardíaca durante os exercícios físicos, proporcionando
maior rendimento e mais segurança.
Quando a frequência cardíaca atinge seus níveis máximo ou mínimo, o
relógio emite um alarme sonoro ou visual (este último, ideal para quem
pratica exercícios com música alta). Próprio para atletas iniciantes.
Informações: www.oregonscientific.com.br
O luxo do lixo
O Risaikura MS-N53 da Panasonic é um processador de lixo doméstico que
transforma restos de comida em adubo orgânico para plantas. Ele é capaz
de processar até 2 kg de material orgânico como restos de comida, cascas de
ovos, frutas e legumes, folhas, entre outros, utilizando ar aquecido a 130°C
para secar a mistura que é remexida automaticamente. Um protótipo do
MS-N53 está exposto no Panasonic Idea Plaza, a loja conceito da empresa
localizada no Morumbi Shopping.
Informações: www.panasonic.com.br
Prático e funcional
A LG Electronics, líder mundial em tecnologia e design no segmento de comunicação móvel, lança no Brasil o LG Watch Phone GD910, primeiro celular-relógio do mercado nacional. Com display de 1,43 polegadas, totalmente
sensível ao toque, o novo aparelho tem apenas 13,9mm de espessura e é
feito em aço inoxidável e vidro temperado.
Informações: 4004 5400 (Capitais e regiões metropolitanas) 0800 707 5454
(Demais localidades)
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fique por dentro
O indutor da sustentabilidade
Transparência e ética na governança
pública é um começo para esse caminho
Lamentavelmente, a maior parte dos cidadãos
Hamilton de
França Leite
Júnior. Diretor da
Casoi Desenvolvimento Imobiliário, diretor de
Sustentabilidade
do Secovi-SP
e professor de
Sustentabilidade
no Mercado Imobiliário na FAAP
– [email protected]
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deste planeta ainda não se apercebeu que estamos diante
do início de uma era de alterações sócio-ambientais tão
severas, que podem levar à humanidade à auto-extinção.
O poder público deve ser protagonista de destaque
nesta questão. É ele quem deve construir as vias para
o deslocamento da população e do setor privado pelos
caminhos da sustentabilidade, e ainda dele próprio, para começar, com governança pública
transparente e ética em todos seus
níveis hierárquicos.
Há um amplo espectro de
medidas possíveis de serem tomadas, porém exige-se muita
vontade e convicção para fazêlas, pois a luta para desconstruir
sofismas firmemente enraizados
em nossas mentes é feroz, principalmente, quando nem o proponente mais dedicado tem todas
as informações nas mãos (esta ainda é uma matéria nova
e pouco estudada dentro dos diversos segmentos da sociedade), para serem usadas como armas nesta batalha.
Um belo exemplo de quebra de padrão insustentável
foi a ação tomada pela prefeitura de Nova York. O que normalmente aconteceria, seria não se interessarem pela
preservação dos mananciais que abastecem a população, até porque estão localizados em outros municípios,
e tratarem o líquido poluído, para poder ser consumido.
Porém, o poder executivo daquele município elaborou
e implantou um programa de proteção dos reservatórios
que servem os moradores daquela cidade, que estão a
distâncias de até 200 Km. O custo evitado em construção de Estações de Tratamento de Água (ETA) foi de US$
8 bilhões, mais US$ 3 milhões por ano com sua operação.
Em contrapartida, investiu cerca de US$ 630 milhões
na compra das áreas envoltórias dos rios e reservató-
rios, em desenvolvimento econômico e prevenção de
poluição junto às comunidades e proprietários de
terras do entorno. Houve preservação ambiental, as
comunidades onde estão os mananciais foram beneficiadas, os moradores da cidade consomem água pura
e o poder público economizou bilhões de dólares.
Existem importantes ferramentas disponíveis que
ainda não são orientadas para a sustentabilidade. O
Plano Diretor e as Leis de Uso e Ocupação dos Solos na maioria das cidades
normalmente avançam pelo sentido contrário ou no máximo, este
tema é tratado como um dentre
outros tantos a serem apreciados pela Lei. Outra ferramenta
que poderia ser empregada mais
amplamente seriam os incentivos
fiscais em diversas áreas, como na
revitalização de regiões industriais degradadas e dos Centros antigos das cidades ou ainda
na preservação de edificações declaradas como patrimônio histórico. Os proprietários de imóveis tombados normalmente os vêem como grandes fardos, já
que precisam arcar com suas conservações, bastante
onerosas e burocráticas e como conseqüência, perdem
valor comercial e em muitos casos são abandonados
e depredados. São os cidadãos que devem assumir o
encargo de preservar bens, que tem interesse público?
Esta, aliás, é uma palavra que soa como música de
qualidade para o setor privado: incentivo. A partir do
momento em que o servidor público bem intencionado,
vislumbrar que a aplicação deste mecanismo é a maneira mais eficiente para direcionar a iniciativa privada
pelos caminhos da sustentabilidade, ele assumirá seu
papel condigno, de principal agente indutor de ações
sustentáveis pelos segmentos produtivos do país.
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duo
perfil
Parceira Ibratin há alguns anos...
Soluções customizadas
Orbi assina projetos de
empresas como Pão de
Açúcar, Extra, Walmart,
e diversifica para outros
segmentos
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Resultado da parceria entre os arquitetos da FAU-USP Edison Lopes
e Carlos Medina, o escritório Orbi Projetos e Resultados traz, em apenas
cinco anos de vida, um forte diferencial na concepção de projetos para o
mercado de varejo e serviços. Atualmente já conta com 4 titulares – Rosely Botti e Letícia Mansur chegaram para completar o time que soma uma
equipe total de 50 colaboradores no escritório.
Conhecidos no mercado pelas lojas criadas para o Walmart, Extra, Mambo
e Pão de Açúcar que projetam com forte know-how, hoje os arquitetos da Orbi
já marcam presença em empreendimentos vindos de outros segmentos.
Por exemplo, em parceria com o escritório Arquitectônica, sediado em Miami, a Orbi desenvolve projetos de grande porte que chegam ao Brasil com a
concepção plástica para, em seguida, serem trabalhados por profissionais
experientes e altamente qualificados. O resultado é uma implantação customizada que acompanha e valoriza, cada vez mais, soluções sustentáveis e ecológicas no mercado da construção civil. Exemplo desta união com o arquiteto
Washington Fiuza, titular da Arquitetônica, é o grande canteiro de obras de 408
mil m2 assumido pela Orbi com o projeto para o “WT Complex” que engloba o
Iguatemi JK (mix de shopping, torre para escritórios e hotel), e a Torre SP.
A arquitetura feita sob medida conforme o perfil e as necessidades do
cliente é o diferencial que abriu portas para diversificação do portfolio.“Primeiro entendemos o cenário das possibilidades para depois propor a me-
...Orbi valoriza projetos sustentáveis
lhor solução na criação dos espaços onde pessoas irão
viver, trabalhar e circular”, afirma Edison Lopes.
Walmart
Cuidado de perto pelo arquiteto titular Medina, o Walmart é um dos maiores clientes da Orbi, para o qual foram
projetadas mais de 30 lojas. A mais recente foi inaugurada em 2008. Orbi trabalha em parceria com a Walmart no
desenvolvimento de lojas ecoeficientes e economicamente viáveis, onde a arquitetura adota soluções para o uso
eficiente dos recursos naturais renováveis e de materiais
construtivos certificados. Reuso de água pluvial, reciclagem e/ou uso de materiais reciclados, reaproveitamento
de resíduos durante a construção, captação de energia
solar e uso de “paredes verdes” que, além de reduzirem a
absorção de calor para o interior da loja, conservam a temperatura do entorno mais fresca e agradável são algumas
das ações propostas. Uma fórmula que une economia,
meio ambiente e responsabilidade social.
A arquiteta Letícia Mansur explica que nas lojas do
Wal Mart usa-se produtos Ibratin já há bastante tempo. “Alguns dos nossos clientes, vêm implantando com
o nosso auxílio, várias iniciativas sustentáveis em suas
edificações há mais de 3 anos; sem no entanto estarem
buscando uma certificação da edificação como susten-
tável. Algumas destas iniciativas vão desde implantar
bacias e metais sanitários mais econômicos, fazer armazenamento de água de chuva para reuso em torneiras de jardins e descargas, usar pisos drenantes para
minimizar a impermeabilização do solo, até o investimento em equipamentos mais eficientes para reduzir
o uso de energia elétrica, e mudar o sistema de ar condicionado para um que não use gases que agridam a
camada de ozônio”, explica.
No Brasil existem muito poucos edifícios certificados
como sustentáveis, mas vários em fase de certificação. A
Orbi tem alguns projetos em andamento que buscarão
esta certificação, entre eles podemos citar o Pão de Açúcar Vila Clementino (em São Paulo), e um edifício de escritórios da Tishmann. O edifício Santander, projeto feito
em parceria com a Arquitectonica, já está pronto e em
processo de certificação. Que é um processo demorado,
pois analisa o prédio em funcionamento tanto logo após
a conclusão da obra, quanto algum tempo depois, para
verificar o andamento e manutenção dos equipamentos.
“Mesmo os clientes que não buscam a certificação,
têm feito um esforço muito grande em acrescentar
itens sustentáveis no projeto, estamos caminhando
para uma construção civil mais harmônica com o meio
ambiente”, finaliza Letícia.
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gourmet
Casarão do século XIX ainda “vive” no Morumbi
História, arte e alta
gastronomia unidas na
Casa da Fazenda
Ambientes clássicos embelezam local
Área externa: clima do campo
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Galeria de arte de grande estilo
Construída em 1813 pelo regente do Império, Padre
Antônio Feijó, o casarão do século XIX, localizado na Av. Morumbi, em São Paulo, teve seu último morador em janeiro de 1978. Tempos depois, esta antiga fazenda de chá, foi
restaurada pela Academia de letras Arte e Cultura e desde
então, é dedicada aos principais eventos da Cidade de São
Paulo e conhecida como a Casa da Fazenda do Morumbi.
A Casa da Fazenda é uma relíquia do Século XIX e mantêm o estilo inglês e francês da época através da decoração minuciosamente escolhida, entre elas, poltronas de
couro, tecidos e móveis de influência napoleônica.
Atualmente a Casa da Fazenda dispõe de galerias de
exposições de artes, biblioteca, antiquário, cozinha da
vovó, 8 mil m2. de área verde, senzala, anfiteatro, entre
outros espaços que recebem de forma agradável todos
os visitantes. Além disso, a Casa da Fazenda oferece o
espaço ao centro cultural e sede da Academia Brasileira
de Arte, Cultura e História e marca presença entre os
melhores roteiros gastronômicos de São Paulo.
Com muita sofisticação e requinte, o restaurante oferece deliciosos pratos nacionais e internacionais com
um toque especial das comidas de fazenda. A cozinha é
comandada pelo chef italiano ‘Vicenzo Vessicchio’ que
faz questão de oferecer a seleta clientela da casa, um
mix de massas, risotos, peixes, crustáceos, aves e carnes.
A casa também serve um chá da tarde dos tempos coloniais. O buffet é composto por pães variados, geléias,
mel, manteiga, torradas, queijo branco, salgados, tortas
salgadas, quiches, bolos variados, rabanada, broa de
milho, torta mousse, quindim, pudim, e doces caseiros.
Unindo gastronomia de qualidade a um espaço elegante e histórico, a Casa da Fazenda do Morumbi apresenta inúmeros motivos para ser visitada. Detalhes gameta no teto, pintados a mão e uma belíssima sacristia
de 1859 compõem o espaço.
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Área verde e natureza preservada
Serviço
Casa da Fazendo do Morumbi
Av. Morumbi, n°. 5594 – Morumbi
(11) 3742-2810
isso é ibratin
Lição de casa
Ibratin desenvolve produtos e ações
sustentáveis e divulga as boas práticas
de seus clientes
Há tempos, a cadeia construtiva da construção civil tem centrado
suas ações com foco na sustentabilidade. Uma palavra que para muitos
corre o risco de simplesmente cair no modismo, no entanto, a Ibratin,
atua com responsabilidade e seriedade que o tema merece.
Normas estão sendo estudadas, padrões de processos estabelecidos, mas
enquanto não exista uma legislação padronizada para o segmento de tintas, empresas sérias, como a Ibratin, antecipam ações e soluções.
Quase a totalidade dos produtos da Ibratin são feitos à
base dágua, praticamente não há o uso de solvente. Isso
é uma medida que pode parecer básica, mas é fundamental para o meio ambiente.
Nessa mesma linha a Ibratin só utiliza embalagens plásticas recicláveis e retornáveis. Livrando o
acúmulo do produto em lixões públicos.
Na empresa há a reutilização da água nas lavagens
de máquinas, ou seja, os profissionais usam a água,
tratam e reutilizam novamente. Isso gera uma economia
significativa para o líquido mais precioso do planeta.
O excedente da água tratada é descartado conforme permissões
e regulamentações da Sabesp e os sólidos resultante do tratamento de
água são despejado em aterro sanitário nível 3. Com todas as permissões e alvarás necessários.
Para tanto, foi desenvolvido um estudo da reutilização de 100% da
água tratada no processo de produção dos produtos.
A Ibratin investe no desenvolvimento de produtos que utilizam materiais reciclados em sua composição e no aperfeiçoamento dos produtos
atuais para torná-los cada vez menos agressivo ao meio ambiente.
Em seu artigo 4, a Resolução no 307/2002 do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente estabelece que “Os geradores deverão ter como objetivo prioritário a não geração de resíduos e, secundariamente, a redução,
a reutilização, a reciclagem e a destinação final”. Assim, os cuidados com a
destinação dos resíduos da construção civil, incluindo as tintas e suas embalagens, são hoje uma preocupação de todo o setor.
A Ibratin tem feito a sua parte e estimula a todos a se engajarem nesta
luta em prol do meio ambiente e das gerações futuras.
Empresa
reutiliza 100% da
água tratada no processo
de produção dos
produtos
xxxxxxx
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isso é ibratin
Um dia que fez muita diferença
“O que eu posso fazer para mudar o mundo?” é
a pergunta de muitos. “Por onde eu começo?”, uma
dúvida freqüente. Realizar ações simples pode ser um
inicio gigante para muitos!
Foi com esse pensamento que no dia 26 de setembro, alunos da ESPM se juntaram para realizar um
projeto de “embelezamento” do ambiente externo de
uma comunidade carente. Dentro do projeto constavam ações como: Pintura da fachada da comunidade,
limpeza das ruas internas, palestra sobre reciclagem
e uma atividade com as crianças.
O projeto “Dia de Fazer a Diferença” estava inserido
em um evento muito maior, “Dia do Ensino Responsável 2009”, que estava sendo organizado pela ABMES
- Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino
Superior. O DFD foi, assim, coordenado pela entidade
ESPM Social, organização que gere as ações de responsabilidade social da faculdade.
Após algumas dúvidas e incertezas sobre a real
efetividade do projeto, foi somente no Dia que os voluntários perceberam a mudança que realizaram na
vida de cada morador. Afinal, quem poderia achar que
pintando a casa de alguém ou limpando ruas de uma
comunidade poderia se transformar a vida de diversas pessoas?
O evento contou com a presença de 40 alunos e
funcionários, sem contar com a imensa ajuda e apoio
que os moradores ofereceram. Houve até alguns momentos em que os habitantes começaram a trazer
sorvetes, águas e refrigerantes para os voluntários.
O evento, no entanto, contou com grandes parceiros que sem eles o projeto não seria realizado, como
por exemplo, a Ibratin – Tintas e Texturas, que ofereceu uma grande quantidade e diversidade de tintas
para se realizar a pintura, alem da disponibilidade
de um técnico que colaborou com informações importantíssimas para a logística do DFD. O arquiteto
Pedro Mendes da Rocha, do escritório arte3, elaborou
um projeto belíssimo de disposição de cores para a
comunidade. A ONG Um Teto Para Meu Pais, ajudou
com a doação de materiais, como também, com o
know-how de construção em comunidades carentes.
O Instituto Triangulo realizou uma excelente pales-
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anúncio
santha fé
Voluntários em ação com produtos Ibratin
tra sobre reciclagem. Alem da Biblioteca Central, que
realizou todo o contato junto com a comunidade e
colaborou desde o inicio com o projeto.
O Dia de Fazer a Diferença possibilitou, além da satisfação emocional e do aumento da auto-estima dos
moradores da Comunidade Mãos Unidas, uma gota
de esperança para jovens universitários que sonham
com um futuro para todos.
vitrine
Morar mais
por menos
Mostra apresenta o chique
que cabe no bolso de todos
Arquitetura, decoração, paisagismo, arte,
Ambientes homenagearam personalidades
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cultura, moda, responsabilidade social e sustentabilidade: esses são os conceitos do evento Morar Mais por
Menos – O chique que cabe no bolso, que aconteceu
pela primeira vez em Natal, na Casa dos Governadores,
Tirol. O evento é nacional e foi realizado de 16 de novembro (inauguração para arquitetos, fornecedores, homenageados e convidados) até o dia 16 de dezembro. A edição de Natal, contou com o apoio da Ibratin.
A proposta do Morar Mais por Menos é apresentar
ambientes sofisticados e genuinamente brasileiros,
com preços acessíveis e dentro do conceito de sustentabilidade. Dessa forma, o visitante encontra peças
já garimpadas, ou seja, que possuem o melhor custo
benefício, e até produzidas com materiais inusitados,
primando pelo aproveitamento e reaproveitamento de
matéria-prima.
Todos os produtos estiveram à venda, desde um pequeno objeto de decoração ao projeto completo do
arquiteto com todos os itens incluídos. “O Morar Mais
por Menos é o evento que vende. A proposta é mostrar a
total sintonia entre sofisticação, bom gosto e criatividade, em projetos reais e viáveis. O visitante percebe que
os espaços não são somente para contemplação; cada
ambiente pode fazer parte da casa das pessoas e mostrar que isso é possível é o nosso maior objetivo”, reforça
a franqueada do evento em Natal, Nereide Figueiredo.
Para apresentar todas essas propostas, a Casa dos Governadores ganhou 36 ambientes assinados pelos arquitetos potiguares. São espaços como Jardim da Arte,
Quarto da Moça, Banho dos Filhos, Sala do Café da Família, Largo do Aconchego e Cozinha das Ondas, em que os
Todas as peças estavam à venda
Quato de casal: belo e acessível
Morar mais Natal em números
Investimento de
R$1,26 460
milhão
empregos diretos na obra,
montagem e desmontagem
arquitetos utilizaram o tema como inspiração. O evento
também tem como foco o incentivo ao artesanato local.
Eventos paralelos
O Morar Mais por Menos também realizou eventos
dentro desse evento maior. Foram exposições, apresentações, degustação com chefs renomados, tudo para garantir ainda mais opções de diversão e entretenimento
para o público que foi conferir na Casa dos Governadores.
Teve ainda ambientes em homenagem a oito personalidades do Estado. São elas: a governadora Wilma
de Faria, o escritor Edgar Barbosa, a jornalista Hilneth
Correia, o artista plástico César Revorêdo, o engenheiro
Hermann Ledebour, o ministro Aluízio Alves, o senador
Carlos Alberto de Sousa e o jurista Bruno Pereira.
A média de visitantes é de 15 mil pessoas por edição
600
empregos indiretos
290
empresas envolvidas
60
profissionais envolvidos,
entre arquitetos, decoradores,
paisagistas e artistas
onde o evento já foi realizado. Em 2009, o Morar Mais por
Menos esteve presente em oito capitais; além de Natal,
Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia
(GO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).
Um dos ambientes exibidos na mostra foi concebido
pelas arquitetas Maria Cecília Medeiros e Roberta Melo.
Trata-se do projeto Banho dos Filhos, que foi concebido
para ser usado por uma adolescente e um bebê. A cor
branca predomina no ambiente. O amadeirado dos painéis, nichos e deck conferem harmonia ao espaço. Para
o bebê, um suporte articulável apóia a banheira sob a
ducha. A adolescente tem na sua penteadeira uma banqueta exclusiva, desenvolvida a partir das sobras de madeiramentos de telhado e balões de aniversário. No piso,
destaque para o tapete confeccionado com tampinhas
de garrafas PET revestidas de crochê.
19
capa
em construção e incorporação de empreendimentos
residenciais populares. Adquiriu vários terrenos e áreas
para acelerar seus lançamentos, além de iniciar, a contratação acelerada de profissionais.
Em dezembro de 2006, a empresa vendeu 16,7% de
seu capital para o fundo de investimento britânico Autonomy Capital Research LLP. Em julho de 2007, a companhia passou a fazer parte do Novo Mercado - mais
elevado nível de Governança Corporativa da Bovespa ofertando 45,9 milhões de ações ordinárias ao mercado,
equivalentes a R$ 1,2 bilhão e passando a ser uma
empresa com ações cotadas em bolsa.
Parceira Ibratin há alguns anos, a MRV foi
uma das sete empresas que participou
da elaboração do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha
Vida. “Os impactos provocados pelo
Minha Casa, Minha Vida foram os melhores possíveis e mudaram a empresa
de patamar. Já que ela estava preparada
para atender a forte demanda com produtos
que se enquadram ao perfil eleito pelo governo”,
comenta o vice-presidente, Eduardo Barretto.
A empresa foi a primeira a voltar ao mercado de capitais
em 2009, a oferta primaria e secundária de ações da MRV
somou R$ 722 milhões. Inicialmente,a companhia ofereceu
ao mercado 22,5 milhões de ações ordinárias, sendo 18 milhões na oferta primária e 4,5 milhões na oferta secundária.
Foi oferecido ainda 3,37 milhões de ações do lote suplementar. Do total captado com a oferta primária 65% será destinado à construção de empreendimentos lançados e ao capital de giro e 35% serão destinados a aquisição de terrenos.
Os
empreendimentos
da MRV têm preços que
O sucesso da empresa é reflexo da
união de três conceitos: localização
dos imóveis, preço e forma de financiamento. A MRV Engenharia orienta a
construção de seus residenciais nos melhores bairros das cidades onde está presente.
As casas e apartamentos da construtora atendem as
expectativas populares, em três linhas de produtos:Parque
(apartamentos), Spazio (apartamentos) e Village (casas).
Todos eles têm como características comuns a presença
marcante de áreas verdes com paisagismo, fachadas diferenciadas,são condomínios fechados com guarita de segurança, além de possuir otimização econômico-financeira
da área do condomínio. Os empreendimentos têm preços
que variam de R$ 59 mil a R$ 220 mil, nas versões de dois,
três e quatro quartos, que podem ser financiados através
da Caixa Econômica Federal, bancos particulares parceiros
ou ainda com a própria construtora.
Os projetos da construtora são baseados em estruturas que podem ser replicadas em diferentes tipos de
empreendimentos. Esta estrutura modular de construção permite que a companhia consiga reduzir o ciclo de
incorporação e possa entregar seus imóveis em curtos
prazos. Com isso, a empresa melhora o retorno obtido
em seus empreendimentos.
Outro diferencial é o modelo de gestão implantado
há mais de 11 anos, a cultura do partnership em que os
principais executivos e empregados da MRV passaram
a ser sócios da companhia. De acordo com esse modelo, cerca de 120 deles receberam ações da construtora
variam de R$ 59 mil
a R$ 220 mil
Eduardo Barreto: elogia programa Minha Casa, Minha Vida
Construindo para o povo
MRV Engenharia se consolida
como a construtora dos
populares
20
Fundada em primeiro de outubro de 1979, a MRV Engenharia é considerada hoje a mais importante construtora do País no segmento de imóveis
populares. É a única construtora que está presente em 74 cidades dos estados
de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina,
Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Goiás, Mato Grosso do Sul,
Mato Grosso, além do Distrito Federal.
Nos últimos cinco anos, antevendo o forte crescimento do segmento de
construção, a empresa vem se preparando para crescer. O grupo inicialmente se reestruturou, excluindo todos os negócios que não eram focados
Diferenciais de sucesso
O grande diferencial da MRV Engenharia são os seus
30 anos dedicados exclusivamente a construção e incorporação de unidades residenciais populares numa única e consolidada malha de negócios, tendo profissionais,
tecnologia e experiência de sucesso em imóveis com
elevado custo benefício. O modelo integrado de gestão
com grande capacidade para prospecção e aquisição de
terrenos, produção industrializada, padronização dos
imóveis e ciclo operacional, mais curto torna a construtora a maior e mais experiente empresa nesse ramo que
concentra grande parte da população brasileira e da demanda por novas moradias.
21
capa
e dessa forma, trabalham alinhados para concretizar
o projeto de crescimento da empresa. Como uma empresa moderna a MRV Engenharia faz o pagamento dos
lucros ou resultados (PLR) aos seus funcionários como
uma forma de reconhecimento dos esforços das equipes para o crescimento da empresa.
A MRV Engenharia tem uma visão bastante positiva
do mercado imobiliário residencial brasileiro, particularmente do seu principal setor de atuação, ou seja, famílias cuja renda mensal está entre R$ 1,5 a R$ 7,3 mil.
Setor que mais se beneficiou do aumento da disponibilidade de crédito para o setor imobiliário, já que com a
redução da taxa de juros e com a melhora das condições
macroeconômicas do País houve queda no custo dos
empréstimos e alongamento nos prazos de pagamento, implicando na redução dos valores das prestações
dos imóveis. Além disso, a construtora é uma das empresas brasileiras com maior histórico no acesso de programas de financiamento da Caixa Econômica Federal.
Diferenciais competitivos
A MRV Engenharia desenvolveu um modelo de produção que permite replicar em escala industrial, em diferentes localidades e de forma simultânea,um padrão único de
construção modular. Esse método possibilita a construção
de empreendimentos de até cinco mil unidades com:
• Ganhos de escala;
• Maior poder de negociação com fornecedores;
• Diluição de custos fixos;
• Rígido controle de qualidade;
• Ciclos de incorporação mais curtos.
Força de vendas
Com equipe própria, especializada e treinada a estrutura de vendas da empresa é baseada em uma equipe com
corretores próprios e lojas próprias e mais de 500 corretores terceirizados. Este modelo foi implementado há mais
de 15 anos e garante menor custo e maior eficiência.
O espírito empreendedor que sempre moveu a MRV
Engenharia fez com que a construtora percebesse que
a Internet poderia ser uma excelente ferramenta de
venda. Em 2001, lançou sua loja virtual e hoje, sete anos
depois, a internet já é responsável por cerca de 20% do
total das vendas da construtora.
Com uma média diária de 25 mil acessos, a loja virtual da
companhia tem cerca de 2,5 milhão de páginas visitadas
22
de informar, esclarecer dúvidas e solucionar possíveis
problemas. Este setor coordena o “portal de relacionamento”, uma ferramenta eletrônica que exibe no site
da construtora o andamento de todas as obras, possibilitando a visualização de fotos, plantas, detalhes dos
empreendimentos e promoções. O portal é utilizado
também para realizar pesquisas, incentivar a campanha de indicação premiada e realizar atendimento personalizado ao cliente.
Estratégias de atuação
Profissionais qualificados fazem a diferença
mensalmente pelos clientes internautas. Segundo ranking
Alexa o site da MRV Engenharia é o mais visitado do país
em relação às demais construtoras.
A estratégia adotada pela empresa com prestação
de serviços que facilitam as vendas e promoções que
buscam incentivar o acesso de clientes-internautas a
home page explica, em parte, o bom desempenho das
vendas pela Internet.
Os internautas podem obter informações detalhadas sobre um imóvel, conhecê-lo através de imagens
e ter acesso ao cronograma das obras, planta baixa,
mapa de localização e fachada – tudo isso só digitando
o endereço www.mrv.com.br.
O site permite a busca do imóvel, através de critérios
como cidade, bairro e número de quartos. Neste sistema,
o cliente pode optar por uma pesquisa geral, onde encontra todos os residenciais da MRV Engenharia no Brasil. Se
preferir uma pesquisa mais específica, pode ir direto, por
exemplo, ao bairro de sua preferência.
A base de clientes virtuais esta em fase de amadurecimento, e o comércio eletrônico ainda não envolve a massa de consumidores, mas à medida que ganha força entre
as primeiras gerações de clientes, passa a atrair também
aqueles com perfil mais conservador e a companhia está
pronta para atender a estes clientes.
Respeito ao consumidor
Dentro da política de respeito e transparência aos
seus públicos, a MRV Engenharia mantém um departamento de relacionamento com clientes, com o objetivo
As perspectivas para os próximos anos são otimistas.
A construtora lançou internamente o projeto MRV 40
mil, um desafio de crescimento acelerado e de forma orgânica para que no futuro próximo, a companhia lance
40 mil unidades residenciais populares por ano. O objetivo da empresa é aproveitar o seu posicionamento
competitivo para acelerar a compra de novos terrenos
para explorar de modo eficiente as oportunidades do
mercado. Para alcançar seu objetivo a empresa está investindo em um banco de terrenos de qualidade.
Outra importante ação da MRV Engenharia para chegar
às 40 mil unidades anuais é a aquisição de construtoras
voltadas para a baixa renda. Em setembro 2007, celebrou
um contrato de compra e venda para a aquisição de 50% do
Capital Social da Prime Incorporações e Construções Ltda, e
em meados de novembro do mesmo ano, adquiriu 49% do
Capital Social da Blás Engenharia e Empreendimentos S/A.
As duas empresas têm atuação exclusiva na atividade
de construção de empreendimentos de baixa renda, sendo
que a Prime Incorporações possui atividades nas cidades
de Belo Horizonte, Goiânia, Brasília,Taguatinga,Valparaíso
e Aparecida e a Blás Engenharia em Belo Horizonte, Rio de
Janeiro, Niterói e Macaé, as duas possuem alta experiência
do setor e atuam como parceiras da MRV Engenharia desde
que foram fundadas. Em razão desse histórico de parceria,
desenvolvem suas atividades alinhadas aos padrões de
qualidade e eficiência da construtora.
A MRV Engenharia pretende usar sua experiência para
dar continuidade ao processo de expansão geográfica
em novas cidades e estados, aproveitar o cenário de aumento de crédito e de redução das taxas de juros para
diminuir, ainda mais, o emprego de capital próprio em
suas atividades de incorporação. Desta forma, pretende
aumentar a eficiência da alocação de seu capital e a rentabilidade de seus empreendimentos.
23
capa
Obras de arte
Produtos de qualidade, bem localizados e financeiramente acessíveis
fazem dos lançamentos da MRV sucesso imediato de vendas
Residencial
Veleiros
Produto: Apartamentos
Endereço: Rua Adeodato José dos Reis (Nova Parnamirim
- Parnamirim/RN)
Áreas de Uso Comum: Espaço Fitness, Espaço Gourmet,
Gazebo, Piscinas Adulto e Infantil, Playground e Salão de
Festas.
Total de Unidades: 144 apartamentos.
Total de Garagens: 148 vagas
Referências: Faculdade CELM
Vias de acesso: Av. Abel Cabral, Av. Ayrton Senna, Av. Maria
Lacerda Montenegro, BR 101.
Realização: MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.
Spazio Montegui
Park Riviera do Sol
Produto: Apartamentos
Endereço: Av. Londrina (Zona Oito - Maringá/PR)
Áreas de Uso Comum: Espaço Fitness, Espaço
Gourmet, Espaço Zen e Playground.
Total de Unidades: 80 apartamentos.
Total de Garagens: 82 vagas
Referências: Supermercado Fatão, Centro
Universitário – CESUMAR, Parque do Ingá.
Vias de acesso: Av. Cerro Azul, Av. Laguna, Av. Brasil.
Realização: MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.
Produto: Apartamentos
Endereço: Est. Rio X São Paulo (Campo Grande - Rio de Janeiro/RJ)
Áreas de Uso Comum: Espaço Fitness, Gazebo, Piscinas Adulto e
Infantil, Playground e Quadra Gramada.
Total de Unidades: 240 apartamentos.
Total de Garagens: 180 vagas
Referências: West Shopping, Escola Amazonas, Ambev , Fabrica
de fibra COGUMELO.
Vias de acesso: Av. Brasil, Viaduto Oscar Brito
Realização: MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.
Terrazo Sion
Produto: Apartamentos
Endereço: Rua Patagônia (Sion - Belo Horizonte/MG)
Áreas de Uso Comum: Espaço Fitness, Espaço
Gourmet, Espaço Kids, Piscina com Deck, Piscina
Infantil, Playground, Quadra Poliesportiva, Sala de
descanso com sauna, Salão de Festas, Salão de Jogos e
Terraço Gourmet.
Total de Unidades: 108 apartamentos.
Total de Garagens: 228 vagas
Referências: Praça Alaska, Colégio Santa Dorotéia,
Parque Mata das Borboletas, BH Shopping.
Vias de acesso: Rua Groelândia, Av. Nossa Senhora do
Carmo, Av. dos Bandeirantes.
Realização: MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.
24
Vale do Luar
Produto: Apartamentos
Endereço: Rua Clóvis Bevilaqua (Ferraz de Vasconcelos/SP)
Áreas de Uso Comum: Gazebo, playground e espaço
fitnesss.
Total de Unidades: 160 unidades
Total de Garagens: 160 vagas
Referências: estação de trem de Ferraz de Vasconcelos,
a 15 minutos do metrô Itaquera, total infraestrutura
comercial e bancária
Realização: MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.
25
artigo
ção – e dos Estados Unidos, onde também a concessão
de crédito não obedeceu a regramentos corretos, aqui a
liberação do financiamento é disciplinada e rígida, além
do que o segmento imobiliário gera empregos e renda.
Certas de que o público consumidor a ser atendido
nos próximos anos é o de baixa renda, as empresas
buscam, agora, segurança jurídica. Sabem que, para
garantir a solidez dos negócios, precisam trabalhar
com produtos adequados e sustentáveis, pois a margem de lucro é muito pequena. É essencial haver leis
e normas legislativas claras, que não mudem no meio
do caminho, inviabilizando negócios e, pior, minando
a credibilidade dos empreendedores.
Durante décadas, os empresários atenderam as classes de mais alta renda, como forma de manter seus
negócios vivos. Contrariamente ao momento atual, no período de atendimento ao
topo da pirâmide, empreendimentos
tinham margem de rentabilidade
maior, comportando redução de
preço para acelerar vendas, se necessário, e até suportando atrasos
a se recuperar, sem prejuízo do produto e da atuação da empresa.
No atendimento à baixa renda, não
há espaço para erros na concepção e na
execução de imóveis econômicos e de interesse social. O produto deve ser simplesmente o melhor para atender os consumidores, ao bairro, à cidade.
Com margens mais baixas, erros de conceito podem
inviabilizar um empreendimento.
Ao construir um milhão de novas moradias nos próximos três anos, dentro do programa “Minha Casa, Minha
Vida”, o empresário do setor tem de estar atento à eficiência e rentabilidade de sua empresa. Mas também
deve respeitar o meio ambiente e o patrimônio histórico, com sensatez. Afinal, procurar saídas para a grave
crise de sustentabilidade é responsabilidade de todos:
governantes, empresários e consumidores. Os recursos
naturais estão se esgotando cada vez mais rápido.
A sociedade está engajada, tanto nas questões ambientais quanto sociais. Sabe que a necessidade de morar e viver com qualidade de vida é permanente, ao passo
que os governos são transitórios. A opinião publica exige
soluções, aliando conceitos de segurança e de qualidade
de vida com a possibilidade de obter a propriedade cida-
Para a baixa
renda, não há espaço
para erros na concepção
dã, de oferecer ao povo um “endereço”, ao mesmo tempo preservando o
mundo para futuras gerações.
Isso facilita a adesão do governo e
das empresas a programas tópicos, como o
“Minha Casa, Minha Vida”. Este é apenas o primeiro
passo de uma política habitacional perene, de Estado, e
não só de um governo. Afinal, é essencial que funcione,
independente do governo, para prover oito milhões de
moradias com investimentos de R$ 400 bilhões, ou seja,
R$ 27 bilhões/ ano para solucionar essa deficiência em
15 anos. A solução é de longo prazo e requer perseverança da sociedade. Serão necessários recursos, subsídios,
gestão empresarial, tecnologia construtiva de qualidade e, sobretudo, o engajamento de urbanistas conscientes e juristas lúcidos.
Institucionalmente, o “Minha Casa, Minha Vida” tem
de ser aperfeiçoado, de forma a garantir segurança jurídica, principalmente nos assuntos ligados a questões
ambientais e urbanas. As questões institucionais e os
aperfeiçoamentos urbanísticos serão indubitavelmente os próximos passos a vencer, se realmente queremos
solução permanente para o problema social da falta de
moradia digna.
e na execução de imóveis
econômicos
Para atender a demanda, terão de ser produzidos milhões de novos imóveis
Política e segurança jurídica
Um ano depois da crise,
setor percebe sinais
claros de prosperidade e
crescimento econômico
26
Com maturidade, o Brasil tem enfrentado os efeitos da crise finan-
ceira internacional e desponta como alternativa de negócios para investidores internos e externos, pois manteve desempenho favorável no primeiro
semestre do ano, com preservação da solidez de suas instituições financeiras e do mercado consumidor interno. O mercado imobiliário, por sua vez,
tem sido parte desse sustentáculo econômico.
Afinal, para atender a enorme demanda por habitação, os empresários têm
de produzir milhões de novos imóveis. Diferentemente da Espanha – onde a
produção imobiliária foi substancialmente superior à demanda da popula-
João Crestana,
presidente do
Secovi-SP, o Sindicato da Habita-
ção, e da Comis-
são da Indústria
Imobiliária (CII) da
Câmara Brasileira
da Indústria da
Construção (CBIC)
27
esporte s/a
Ibratin é esporte
Empresa patrocina um dos mais importantes eventos
automobilístico do Nordeste
A Ibratin marca presença no evento Mitsubishi
Pilotos exibem bonés com o nome Ibratin
Equipes campeãs no pódio
28
Um dos desafios da prova
Cup Nordeste. Nele, os pilotos patrocinados pela empresa dão demonstração de habilidade em uma pista
veloz, montada especialmente para a etapa, de cerca de
30 quilômetros, formada por pastos na caatinga com
um piso duro e liso com pedras, que tornam o trajeto
rápido, de velocidade média de 80 quilômetros por hora.
A equipe patrocinada pela Ibratin está na categoria
L200 RS. Os pilotos são Gustavo Xavier (TATA) e José Freitas, de Alagoas.
A competição iniciada no mês de agosto em Salvador
e que passou também por João Pessoa e Natal, terminou no Ceará, na Fazenda Ingá Riacho do Meio, em Pentecostes, sob forte calor, em uma pista de pouco mais de
31 quilômetros, de piso duro e arenoso e o visual mais
bonito da temporada.
Na categoria TR 4 R o alagoano Lavoisier Monteiro
confirmou o bom momento e venceu a etapa, o que
também lhe garantiu o título de campeão da temporada 2009. Ele e o navegador Neurivan Calado venceram
duas das três provas da etapa, sendo os únicos a baixarem o tempo dos 29 minutos e 50 segundos. “Deu tudo
certo, foi tudo perfeito, o carro foi ótimo e estamos muito felizes”, afirma o piloto Lavoisier. O navegador Neurivan destaca a união de todos na equipe. “A gente faz
o que gosta, vem pra brincar e nós, alagoanos, sempre
torcemos um pelo outro. Isso faz as coisas darem certo”.
O segundo lugar na etapa ficou com cearenses Paulo Cesar Gondim e Antonio Chagas, que valorizaram a
evolução da dupla durante o ano.“A gente não conhecia
o carro no começo do ano e fomos melhorando com o
tempo. Agora os resultados estão surgindo, vencemos
uma prova e chegamos em segundo nas outras duas”,
avalia o piloto Paulo Cesar.
Já o vice-campeonato da temporada também foi para
Maceió, com Wagner Melo e Joselito Vieira. “A etapa não
correu exatamente como queríamos, mas estamos
muito felizes com o segundo lugar geral”, afirmou Wagner. A expectativa do piloto é melhorar ainda mais no
ano que vem. “Vou me adaptar mais ao carro e treinar
bastante para disputar o título mais uma vez”.
Os baianos da cidade de Lauro de Freitas dominaram
a última etapa da Mitsubishi Cup Nordeste na categoria L200 RS. Os competidores da cidade conseguiram o
primeiro, o segundo e o quarto lugar em Fortaleza.
Os vencedores foram a dupla Alberto e Vinicíus Castro. Eles conseguiram ganhar as três provas e foram
os únicos a baixar o tempo da casa dos 29 minutos ao
fazer 28 minutos e 56 segundos na primeira prova. “Eu
sempre me dei bem em Fortaleza e vim com a faca nos
dentes aqui para conseguir essa vitória”, disse o piloto
Alberto. A equipe da cidade de Lauro de Freitas conseguiu o vice-campeonato no geral.
O título do campeonato na categoria L200 RS foi para
os alagoanos Gustavo Xavier e José Luiz Coutinho. “A
gente se esforçou muito para conseguir esse título e
vencemos grandes duplas. Estamos muito felizes”, segundo o piloto Gustavo.
O segundo lugar na L200 RS em Fortaleza foi para os
baianos de Lauro de Freiras Régis Maia e Rogério Almeida. O piloto Régis destaca a participação do navegador:
“Sem o Rogério não teríamos chegado a lugar nenhum,
ele é um dos mais experientes do Brasil, um verdadeiro
professor”.
Premiação - A Mitsubishi Cup distribuiu a cada etapa troféus e prêmios especiais para os cinco primeiros
colocados de cada categoria, além do prêmio para o melhor piloto estreante em cada etapa do Nordeste.
No fim do campeonato, os dois pilotos campeões de
cada categoria, L200 RS e Pajero TR4 R dividiram um
prêmio de R$ 24.200,00 em dinheiro, além dos troféus e
prêmios especiais.
29
esporte s/a
Futebol americano, o mundo da bolinha oval!
Quarterback, Running back, Offensive
Guards, Wide-Receivers, Defensive Tackles, não, isso
não é aula de inglês, muito menos o nome dado por
pais criativos aos filhos recém nascidos, esses são os
nomes de algumas posições de jogo dentre de mais de
18 posições do esporte que mais cresce no Brasil. Não
estou falando do vôlei, basquete, futebol, falo do Futebol Americano. Isso mesmo, aquele esporte gringo que
se joga com uma bola oval que os caras ficam se pegando de porrada e nenhum juiz dá cartão amarelo, considerado este um dos esportes mais técnicos do mundo.
Não é à toa que em um time comum, existe mais de 5
pessoas trabalhando diretamente no treinamento dos
seus praticamente 50 jogadores.
O esporte começou a ganhar popularidade no Brasil
em meados dos anos 90, isso graças às transmissões
feitas pela Rede Bandeirantes dos jogos da NFL (Campeonato de Futebol Americano- USA), para aqueles que
acham que parou por ai, na na ni na não, hoje a ESPN e a
BandSports transmitem os jogos da temporada sempre
aos Domingos, (Sunday Nigth Football das 23h até as 3h)
Segundas (Monday Nigth Fooball das 23h até as 3h).
Com isso, brasileiros vidrados, ao melhor estilo Americano de ser, começaram a surgir em uma velocidade
tão grande que colocaria inveja aos melhores running
backs da NFL. Da galera pular do sofá macio para os
gramados empoeirados era questão de tempo, pouco
tempo. Por todo o Brasil o esporte começou a ser conhecido, procurado e praticado, seja na grama, terrão
ou até na areia.
Mas para quem pensa que o Futebol Americano
cresceu desordenadamente muito se engana! O crescimento da popularidade levou à criação de diversas
entidades que buscam a formação de atletas, organização de campeonatos e início de profissionalização do
esporte no país (Ex: AFAB – Associação de Futebol Americano do Brasil, LPFA – Liga Paulista de Futebol Americano, dentre mais de 10 federações hoje existentes).
A paixão é tão grande pelo esporte da bola oval, que
até os profissionais da paixão nacional, a bola redonda,
começaram a apostar no esportes, parcerias surgem
pelo país todo, como é o caso do Palmeiras Locomotives,
time do Palmeiras/SP, o Botafogo Mamutes time do Bo-
30
vida saudável
Stress, a doença da atualidade
Adaptável ao meio em que
vive, malefícios podem ser
combatidos
As estimulações, excitações, agressões do
meio externo fazem com que o indivíduo tenha de se
adaptar a cada tipo de sensação, por isso o organismo tem de acompanhar essas sensações progressivas como defesa de seu organismo. Então podemos
dizer que o Stress é uma doença de adaptação ao
meio em que vive.
Por outro lado, ele pode ser benéfico, como por
exemplo, um novo motorista que pegará o carro pela
primeira vez, sentirá um nível de stress necessário
para obter atenção necessária, porém com a rotina o
organismo se adapta e/ou volta ao normal.
Não é o caso das pessoas que estão suscetíveis a
um nível alto constantemente como os trabalhadores, donos de empresa, que tenham que sustentar
família, resolverem problemas diários empresariais,
mudanças repentinas no hábito de vida, como casarse, ficar rico, etc. Estes estão num stress contínuo e
o corpo não acompanha causando vários sintomas
fisiológicos e/ou patológicos.
Esporte profissional cresce no Brasil
tafogo/RJ, dentre outros.
No primeiro semestre de 2009 ocorreu o 1° torneio
de Futebol Americano de Seleções, (SP, RJ, MT, PR, PB
e SC) torneio esse conquistado pela Seleção Paulista,
no segundo semestre de 2009 ocorreu o 1° Torneio
TouchDown onde 8 equipes buscavam o título, com
a grande final sendo sediada em São Paulo entre o SP
Storm x RJ Imperadores, torneios estes que a pouco
tempo não se pensava serem possíveis, porém, devido ao grande crescimento do Futebol Americano no
Brasil,estes são apenas as primeiras edições, já tendo
datas estipuladas para o ano de 2010.
Para aqueles que gostam do esporte, gostam dos passes, recepções, corridas e lógico, das pancadas, basta entrar em contato que terei o maior prazer em passar mais
informações sobre os times de todo o Brasil.
Rafael Minari
Jogador do
Palmeiras
Locomotives e
do SP Storm.
rafaelminari@
uol.com.br
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
Veja se você se enquadra nesse grupo.
as coisas te irritam facilmente?
sente um cansaço enorme?
tem resfriados e gripe com freqüência?
anda muito distraído?
sente um a tristeza que não passa?
sente dores difusas em várias partes do corpo?
sente crises de pânico?
sente medo?
anda muito esquecido?
Se você respondeu positivamente a algumas des-
31
Em estado crítico, cuide do corpo e da mente
sas perguntar, então faz parte dessa doença. É bom
cuidar do corpo e da mente!
Uma dica boa para isso: Toda vez que estiver num
estado crítico, pare tudo que esteja fazendo, vá para
um lugar tranqüilo e faça uma respiração profunda, de 10 a 15 repetições, inspirando e expirando
pelo nariz, isso acalmará seu organismo e fará com
que tenha um tempo para pensar antes de resolver
qualquer problema! Torne isso uma rotina, em pouco tempo você saberá controlar seu organismo.
Mariana Zan-
chet Thomé,
publicitária
formada, qui-
ropata e futura
fisioterapeuta
de olho no mercado
Empresários demonstram otimismo para 2010
33
Construção estima crescer 1% em 2009 e 8,8% em 2010
SindusCon-SP anuncia
perspectivas de
crescimento do mercado
imobiliário brasileiro
32
O PIB (Produto Interno Bruto da construção civil brasileira deverá crescer cerca de 1% em 2009 e 8,8% em 2010. As previsões foram
anunciadas pelo presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em entrevista coletiva à imprensa, em 2 de dezembro, com a participação do
diretor de Economia do sindicato, Eduardo Zaidan, e da consultora da
FGV (Fundação Getulio Vargas), Ana Maria Castelo.
Vários indicadores sustentam estes prognósticos. O mais expressivo
é o do nível de emprego da construção brasileira, que cresceu 7,3% no
período janeiro-setembro de 2009, comparado ao mesmo período de
2008. Ao final de setembro, havia 2,297 milhões de trabalhadores com
carteira assinada na construção civil, 212 mil dos quais contratados nos
primeiros nove meses do ano.
“O crescimento da construção em 2010 será comandado pela ampliação dos investimentos públicos e privados”, afirmou o presidente do
SindusCon-SP, Sergio Watanabe. Segundo ele, espera-se um taxa de investimento em torno de 20% do PIB: as inversões crescerão de R$ 476 bilhões
para R$ 625 bilhões.
“Os setores que receberão mais recursos serão o
imobiliário residencial e o energético; os investimentos imobiliários deverão passar de R$ 170 bilhões em
2009 para R$ 202 bilhões em 2010”, disse.
O impacto desta expansão deverá se refletir em
novo aumento no nível de emprego na construção
civil. “A expectativa é de que os postos de trabalho
com carteira assinada no setor cresçam 8% em 2010.
Isto significa que deveremos chegar a cerca de 2,4 milhões de empregos formais no ano que vem.”
Otimismo
As expectativas dos empresários da construção civil com relação ao desempenho de suas empresas é
otimista, de acordo com os resultados da 41ª Sondagem Nacional da Construção, realizada pelo SindusCon-SP e pela FGV em novembro.
Segundo o diretor de Economia, Eduardo Zaidan,
a sondagem mostrou que passou o susto provocado
pela crise financeira internacional. Os empresários
mostraram-se satisfeitos com o desempenho atual
das construtoras e revelaram uma expectativa futura ainda melhor. A inflação não foi identificada como
um problema premente, mas a preocupação com os
custos setoriais voltou a crescer.
Os empresários acreditam que o crédito imobiliário crescerá, bem como a captação das empresas
no mercado de capitais. Avaliaram que o número de
lançamentos imobiliários aumentará, com destaque
para empreendimentos voltados para as famílias de
média e de baixa renda, também impulsionados pelo
programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. E
disseram esperar aumento dos investimentos em infraestrutura em 2010, um ano eleitoral.
contos
Os mil sabores da cozinha italiana
A cozinha na Itália é um modo de expressar a própria identidade para agradecer aos outros
Existe uma “cozinha italiana” ? Ela é única?
Ou é melhor falar de uma síntese da cozinha regional
italiana? A discussão é ainda aberta, tanto é verdade
que a opinião dos professores da “Alma”, a mais prestigiada escola internacional de cozinha situada perto
da cidade de Parma (Itália) é a seguinte: “Há uma discussão nesse sentido” fala o professor Andrea Sinigaglia, “tudo nasceu do mesmo nome da Academia
Italiana da Cozinha que deveria se chamar Academia
de cozinha italiana e não a academia italiana da cozinha” isto significa que o mais influente dos órgãos
Italianos de cozinha coloca em discussão a própria
existência?
“Podemos afirmar” continua o professor Andrea,
“que existe uma cozinha italiana, mas não existe um
código. Ela é a cozinha da elegância, e não do luxo, é a
cozinha onde prevalece a matéria prima que é respeitada discretamente pelos chefes.”
Podemos reconhecer que a cozinha italiana existe
como um estilo, que tem as raízes nos séculos passados nas regiões gastronômicas, radicadas nos territórios com as tradições populares passadas de pais
para filhos.
A cozinha é sempre uma expressão que identifica
os povos e, sendo a história Italiana, após a queda do
império romano, um enorme cruzamento de inúmeras culturas, criou-se uma incrível micro-fragmentação, que não existe em nenhuma parte do mundo,
onde achar um denominador comum é muito difícil.
Pode-se procurar este denominador na soma das realidades das gastronomias regionais.
A cozinha na Itália é um modo de expressar a própria identidade para agradecer aos outros, transferir,
através da comida, a própria história, costume,
seja das pessoas, ou da
identidade familiar, era e
34
ainda é, uma tradição de todos os níveis sociais. Tem
um ditado conhecido no mundo inteiro para expressar um agradecimento ou um amor: “Falar com as
flores”, para os Italianos é mais concreto dizer “Falar
com um ótimo prato”. Desde os tempos antigos nas
visitas dos Reis, Papas, ou Imperadores, ou mesmo
amigos e familiares, o costume sempre foi oferecer
o que se tinha de melhor das especialidades gastronômicas da região. A fantasia dos Italianos é outra
expressão da cozinha, tanto é verdade que, após a
descoberta do continente americano, chegaram
novos alimentos: Como o tomate; que foi completamente transformado na Itália e hoje é considerado
um alimento típico italiano (os inúmeros molhos, as
pizzas, etc) ou o café; hoje o café italiano é famoso no
mundo inteiro. Este modo de interpretar e integrar
os alimentos exóticos é típico e único.
Então, existe uma cozinha Italiana? Podemos concluir que existe uma somatória de inúmeras realidades regionais onde se pode achar um denominador comum que é a matéria prima que é trabalhada,
diferentemente das outras cozinhas, respeitando
integralmente os sabores e a natureza dos mesmos,
alcançando um resultado excelente.
Nos séculos passados cada região tinha o seu
tipo de massa à base de farinha de trigo: “le trofie”
da Liguria, as “maccaroni ammassati” do Abruzzo,
le “orecchiette” ou “fusilli” das regiões do Sul ou de
farinha de milho “polenta” das regiões do Veneto ou
dos Alpes.
Só no século 19 com a implantação das indústrias
todos os tipos de massas: “spaghetti”, “penne”, etc.
chegaram a nível nacional e internacional.
Entre esta quantidade enorme de pratos, foram
exportados aqueles mais famosos, que “falam italiano”, por exemplo: a pizza, as massas... Mas sejamos claros: não são as verdadeiras pizzas napolitanas e as massas com molhos que são, pela maioria,
35
Para conhecer tem de viajar
adaptados às matérias primas achadas nos vários
países criando assim imitações e sobretudo diferentes usos dos ingredientes – somente recentemente
com a globalização, em algum caso, podemos achar
algo de mais qualidade.
Concluindo, para poder saborear a verdadeira cozinha regional italiana, o nosso conselho é de promover uma viagem para a nossa península e programar
uma visita aos “Piccoli Borghi” (pequenos burgos)
que são vilarejos construídos no período da alta idade media, chamado de “ressurgimento italiano”, assim que, além de admirar as arquiteturas únicas dos
séculos passados, se pode comer nas Trattorias típicas, pela maioria, a condução familiar, para saborear
as inúmeras especialidades e, só assim, poder dizer
“conheço a verdadeira cozinha Italiana.”
Sr. Luciano
Rolleri
Presidente do
Grupo Ibratin,
nasceu na Itália,
adora contar
histórias sobre
a sua terra, e
assinará essa
sessão.
acelera
xxxx
Novo desenho valorizou a estética
Yang Yen: misto de sensações
A última geração do M3
consegue conciliar dois
mundos distintos. O da
paixão e o da razão
36
Essa geração do série M3 é motivo de discussão em rodas de amigos desde
que nasceu. Desenhado por Chris Bangle o carro traz alguns aspectos controversos, com algumas pessoas não gostando de suas linhas e outras adorando.
O capô do M3 é uma das peças que mais se destacam no carro, pelo seu
tamanho e pelo ressalto que tem em seu centro para comportar a unidade
motriz em conjunto com as duas pequenas saídas de ar em suas laterais. As
linhas laterais são marcadas por vincos em toda a extensão do carro.
A parte traseira do M3 sedã talvez seja sua porção mais controversa. Com a
recente reestilização, as lanternas ganharam um contorno mais retilíneo ficando mais agressivas e com melhor aspecto que as lanternas anteriores que
eram criticadas por serem sem personalidade, lembrando o desenho de carros
asiáticos. Com o novo desenho essa porção ganhou muito em estética. O M3, tanto sedã quanto cupê, ainda traz
parachoque exclusivo, um lip spoiler na tampa do porta
malas e as quatro saídas de escapamento.
Os bancos são excelentes. Com regulagem elétrica do
assento, do encosto e da região lombar, chega ao extremo de oferecer regulagem elétrica para a abertura das
abas laterais do encosto para que motoristas de todos
os tamanhos se encaixem com perfeição no banco.
O M3 E90 é equipado com um motor V8 de 4 litros
todo construído em alumínio que tem como característica ser um motor de alto giro. Esse motor, rende 420 cv
a incríveis 8.300 rpm e produz um torque de 400Nm às
3.900 rpm e é derivado do V10 que equipa o M5 e M6. Ele
conta ainda com o sistema de abertura de tempo e angulação das válvulas, batizado pela BMW como Vanos,
além de ser 15kg mais leve que o antigo seis linha que
equipava o M3 E46, tendo um peso total de 202kg. Muito
bom para um motor V8.
Seu câmbio é um capítulo a parte. Batizada de M-DTC
é uma caixa nova de dupla embreagem com sete marchas. O sistema de dupla embreagem é a última palavra
em tecnologia de transmissão com o sistema transmitindo a potência do motor por duas embreagens independentes, sendo uma para as marchas pares e outra
para as marchas impares. Com isso, as trocas ficam muito mais rápidas e a perda de transmissão da força para
as rodas fica praticamente eliminada, pois em cada passada de marcha, ao invés de se efetuar a troca de todas
as engrenagens da marcha, ocorre a mudança somente
da embreagem que acopla o sistema que transmitirá a
potência para as rodas.
A transmissão por dupla embreagem é tão eficiente
que os números de desempenho do carro equipado com
essa transmissão são melhores do que o carro manual.
A suspensão da série 3, como não podia ser diferente,
é independente nas quatro rodas com sistema McPherson na dianteira e multi link na traseira. No M3 existem
barras estabilizadoras exclusivas dessa versão, que têm
inclusive, o logo MPower estampado nelas. Mais uma
evidência de que o carro é realmente especial.
As rodas do M3 têm desenho exclusivo e de extremo
bom gosto. Além disso, têm aro 19 e as dianteiras vem
equipadas com pneus Michelin Pilot Sport de medida
245/35 e na traseira os meus tipos de pneus, mas com
medida 265/35. Para que esses pneus não derretam na
R$ 400 mil: um carro para poucos
37
Bancos são excelentes, aponta avaliação
primeira arrancada mais vigorosa, o M3 é equipado com
sistema de largada, além de controle de tração.
Todo esse pacote não poderia resultar em outra coisa
que não seja um carro estonteante. Um carro para não
querer sair. Acho até que ele deveria ter um tanque de
combustível maior. Não por que beba muito, o que aliás
está bem adequado ao motor e potência que tem, mas
sim para prolongar ao máximo os momentos atrás do
volante do M3.
Nessa geração do M3 há um botão no volante com a
letra M. Todos que entraram no carro perguntaram para
o que servia aquele botão, até apático para tudo o que
ele faz. Ele merecia ser de outra cor ou ter um tratamento mais exclusivo.Um carro para poucos, já que custa R$
400mil, mas uma máquina que tem a capacidade de
transmitir paixão.
Gino Brasil é
advogado, jornalista e colunista
do Best Cars
Web Site
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Claudia Bonfiglioli entre seus hóspedes
Sede da Casa Hope
Acolhendo e descobrindo
Casa HOPE oferece cursos de capacitação para
desenvolvimento de habilidades
Fundada em 1996 por Claudia Bonfiglioli e Pa-
tricia Thompson, a Casa HOPE tem como missão oferecer amplo apoio biopsicossocial e educacional para
crianças, adolescentes carentes portadores de câncer,
transplantados de fígado, rins e de medula óssea e
seus respectivos acompanhantes, de todo o Brasil e de
alguns países da fronteira. Além de oferecer moradia,
alimentação, transporte, medicamentos, vestuário,
atendimentos do serviço social, assistência psicológica, terapia ocupacional, escolarização, apoio pedagógico, atividades recreativas e culturais, a entidade, 100%
filantrópica, tem outra preocupação com a realidade
de seus hóspedes: a capacitação profissional.
A Casa HOPE possui parcerias com algumas empresas que oferecem suporte e estrutura técnica para
que os hóspedes (acompanhantes e quando viável, os
pacientes) possam ser capacitados em diversas áreas
durante o período de tratamento. Os cursos são adap-
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tados para atender às necessidades e características
dos atendidos. Para tal, são considerados os aspectos
culturais, contexto sócio-econômico, habilidades, aplicabilidade, freqüência, entre outros.
Atualmente, fazem parte da grade dos cursos de capacitação: Informática, Gastronomia, Moda, Manicure,
Maquiagem, Design de sobrancelhas, Serviços Domésticos, Copeiro, Recreacionista. Todos com certificados
de conclusão fornecidos pelas empresas parceiras
juntamente com a Casa HOPE.
Até setembro de 2009, cerca de 1.570 certificados foram
fornecidos.“Trata-se de pessoas que de início vieram para
uma outra batalha, a de acompanhar o tratamento do
seu filho com câncer, e encontram na Casa Hope, não só a
hospedagem e alimentação, elas têm a oportunidade de
aprender uma profissão e voltar para as suas casas com a
perspectiva de gerar a própria renda”, explica Izilda Moribe, coordenadora técnica da Casa HOPE.
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