2-S
23 de dezembro de 2014
Número 198
VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL E
SECRETARIA REGIONAL DO PLANO E FINANÇAS
2.
A despesa relativa ao próximo ano económico,
está prevista na rubrica da Secretaria 43 Capítulo
50 Divisão 03 Subdivisão 03 Classificação
económica 02.02.14.00.00, Projeto 51163 e
Fontes de Financiamento 171 e 233, da proposta
de Orçamento da RAM para 2015.
3.
Esta Portaria entra imediatamente em vigor.
Portaria n.º 243/2014
de 23 de dezembro
Havendo necessidade de alterar a Portaria n.º 50/2014,
publicada no Jornal Oficial n.º 65, I Série, de 9 de maio de
2014, manda o Governo Regional pelo Vice-Presidente do
Governo e pelo Secretário Regional do Plano e Finanças o
seguinte:
1.
“1.
O n.º 1 da Portaria n.º 50/2014, de 9 de maio,
passa a ter a seguinte redação:
Os encargos orçamentais previstos para a
“ELABORAÇÃO DO PROJECTO DAS INTERVENÇÕES
NOS TROÇOS TERMINAIS DAS RIBEIRAS DE SÃO
JOÃO, SANTA LUZIA E JOÃO GOMES”, processo
n.º 131/2010, encontram-se escalonados na
forma abaixo indicada:
Ano económico de 2010
Ano económico de 2011
Ano económico de 2012
Ano económico de 2013
Ano económico de 2014
Ano económico de 2015
................ € 642.957,93
................ € 926.498,38
.......................... € 0,00
................ € 116.930,48
.................. € 87.697,86
................ € 87.697,86”
2.
A despesa prevista para o corrente ano
económico tem cabimento na rubrica da
Secretaria 43 Capítulo 50 Divisão 03 Subdivisão
03 Classificação económica 02.02.14.00.00,
Projeto 50231 e Fonte de Financiamento 171, do
Orçamento da RAM para 2014.
3.
Esta Portaria entra imediatamente em vigor.
Assinada a 2014/10/20.
O VICE-PRESIDENTE DO GOVERNO,
João Carlos Cunha e
Silva
O SECRETÁRIO REGIONAL DO PLANO E FINANÇAS,
José
Manuel Ventura Garcês
Portaria n.º 244/2014
de 23 de dezembro
Dando cumprimento ao artigo 22.º do Decreto-Lei
n.º 197/99, de 8 de junho, manda o Governo Regional pelo
Vice-Presidente do Governo e pelo Secretário Regional do
Plano e Finanças o seguinte:
1.
Assinada a 2014/11/04.
O VICE-PRESIDENTE DO GOVERNO,
O SECRETÁRIO REGIONAL DO PLANO E FINANÇAS,
SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E
RECURSOS HUMANOS
Portaria n.º 245/2014
de 23 de dezembro
Aprova o regime jurídico da Aferição da Qualidade do
Sistema Educativo Regional
A aferição da qualidade do Sistema Educativo Regional
constitui uma questão central em sede das políticas
educativas em prol da melhoria da qualidade do serviço
público de educação e da valorização da escola pública.
Neste âmbito, o presente diploma visa promover a
avaliação das estruturas da educação e do ensino não
superior da Região Autónoma da Madeira, tendo em conta
a sua especificidade e contexto, e fornecer a informação
necessária para a formulação de políticas educativas nas
diferentes áreas, no quadro do Sistema Educativo Regional.
Assim sendo, a avaliação torna-se pertinente e
necessária face às novas exigências que se colocam aos
estabelecimentos de educação e ensino, à administração
educativa, aos diferentes atores intervenientes na
comunidade educativa e ao Sistema Educativo Regional na
sua globalidade, com vista a melhorar os procedimentos, os
padrões de competência, as qualificações escolares e as
aprendizagens.
Nos termos da alínea f) do artigo 3.º do Decreto-Lei
n.º 364/79, de 4 de setembro, conjugado com a alínea d) do
artigo 69.º do Estatuto Político-Administrativo da Região
Autónoma da Madeira, aprovado pela Lei n.º 13/91, de 5 de
junho, com a redação dada pelas Leis n.ºs 130/99, de 21 de
junho e 12/2000, de 21 de junho, manda o Governo
Regional da Madeira pelo Secretário Regional da Educação
e dos Recursos humanos aprovar o seguinte:
CAPÍTULO I
Princípios gerais
DE REABILITAÇÃO E REGULARIZAÇÃO DOS
TROÇOS URBANOS DAS RIBEIRAS DE SANTA LUZIA
E SÃO JOÃO”, processo n.º 33/2014, encontram-se
Artigo 1.º
Objeto
Ano económico de 2015 ................ € 488.000,00
Ano económico de 2016 ................ € 122.000,00
José
Manuel Ventura Garcês
Os encargos orçamentais previstos para a
“ASSESSORIA À FISCALIZAÇÃO DAS EMPREITADAS
escalonados na forma abaixo indicada:
João Carlos Cunha e
Silva
O presente diploma aprova o regime jurídico da aferição
da qualidade do Sistema Educativo Regional, adiante
designado por sistema de aferição.
23 de dezembro de 2014
S-3
Número 198
Artigo 2.º
Âmbito
a)
b)
1-
2-
O sistema de aferição abrange as estruturas da
educação, incluindo as suas modalidades especiais,
o ensino profissional e profissionalizante, a
educação extraescolar, as modalidades de ensino
artístico e de formação desportiva.
Por estruturas da educação entende-se, designadamente, estabelecimentos de educação e ensino da
rede pública, instituições de educação especial e
reabilitação, estabelecimentos do ensino particular e
cooperativo,
instituições
particulares
de
solidariedade social e escolas profissionais públicas
e privadas, adiante designadas por estabelecimentos, e os departamentos da Secretaria Regional
da Educação e Recursos Humanos (SRE).
Artigo 3.º
Objetivos do sistema de aferição
O sistema de aferição, enquanto instrumento central de
definição e avaliação da execução das políticas públicas de
educação e formação, prossegue, de forma sistemática e
permanente, os seguintes objetivos:
a)
Promover a melhoria da qualidade do Sistema
Educativo Regional e de cada uma das estruturas
da educação que o integra, nos termos do n.º 2 do
artigo 2.º do presente diploma;
b)
Apoiar a formulação e o desenvolvimento das
políticas de educação, formação e reabilitação;
c)
Assegurar a disponibilidade de informação de
gestão do sistema de avaliação;
d)
Dotar a SRE, e a sociedade em geral, de um
quadro de informações sobre o funcionamento
das suas estruturas, integrando e contextualizando a interpretação dos resultados da
avaliação;
e)
Assegurar o sucesso educativo promovendo uma
cultura de qualidade, exigência e responsabilidade nas diversas estruturas;
f)
Incentivar as ações e os processos de melhoria da
qualidade, do funcionamento e dos resultados
das estruturas da educação através de
intervenções públicas de reconhecimento e
apoio;
g)
Sensibilizar os vários membros da comunidade
educativa para a participação ativa no processo
educativo enquanto processo inclusivo;
h)
Promover a confiança e credibilidade da
comunidade no desempenho das estruturas da
educação;
i)
Valorizar o papel dos vários membros da
comunidade educativa, em especial dos docentes,
não docentes, alunos, utentes, pais e
encarregados de educação e autarquias locais;
j)
Promover uma cultura de melhoria continuada da
organização, do funcionamento e dos resultados
do Sistema Educativo Regional e dos projetos
educativos;
k)
Participar nas instituições e nos processos
nacionais e internacionais de avaliação dos
sistemas educativos fornecendo informação e
recolhendo experiências comparadas e termos
internacionais de referência.
Artigo 4.º
Conceção de aferição
A prossecução dos objetivos referidos no artigo anterior
desenvolve-se a partir de uma análise de diagnóstico e visa:
c)
d)
e)
f)
Criar termos de referência para maiores níveis de
exigência;
Identificar boas práticas organizativas e de
procedimentos em geral e, em particular,
pedagógicas em sede da organização escola no
âmbito do trabalho de educação, ensino e
aprendizagem;
Incentivar práticas de partilha, cooperação e
participação entre os diversos intervenientes e
estruturas da educação envolvidas;
Definir modelos de reconhecimento, valorização,
incentivo e dinamização educativa;
Contribuir para a reformulação dos modelos,
práticas ou projetos implementados;
Participar em projetos e estudos desenvolvidos a
nível nacional e internacional com o objetivo de
aferir os graus de desempenho do Sistema
Educativo Regional em termos comparados.
CAPÍTULO II
Aferição
Artigo 5.º
Aferição das estruturas da educação
A aferição das estruturas da educação assenta na
avaliação dos estabelecimentos e dos departamentos da
SRE.
SECÇÃO I
Aferição dos estabelecimentos
Artigo 6.º
Componentes da aferição dos
estabelecimentos
A aferição estrutura-se com base na autoavaliação a
realizar em cada estabelecimento, na sua avaliação externa
e em informação produzida pelos diversos departamentos
da SRE, no âmbito das suas atribuições, ou outras
organizações de reconhecido mérito técnico e científico que
para esse efeito sejam solicitadas.
Artigo 7.º
Autoavaliação dos estabelecimentos
A autoavaliação dos estabelecimentos tem caráter
obrigatório, desenvolve-se em permanência e conta com o
apoio da SRE, através da Direção Regional dos Recursos
Humanos e da Administração Educativa (DRRHAE) que,
para esse efeito, nomeará uma Equipa de Aferição da
Qualidade do Sistema Educativo Regional, abreviadamente
designada por EAQSER, a que se refere o artigo 14.º, que
desenvolve os procedimentos atinentes à definição de um
conjunto de referenciais comuns de autoavaliação, à sua
experimentação e implementação generalizada nos estabelecimentos previstos no n.º 2 do artigo 2.º e assenta nos
seguintes termos de análise devidamente contextualizados:
a)
Concretização do projeto educativo tendo em
conta as características específicas das
aprendizagens das crianças e alunos;
b)
Execução de atividades propícias à interação, à
integração social, à aprendizagem e ao
desenvolvimento integral da personalidade das
crianças e alunos;
c)
Desempenho dos órgãos de administração e
gestão dos estabelecimentos, abrangendo o
funcionamento das estruturas de gestão
intermédia, a gestão de recursos e a visão
inerente à ação educativa, enquanto projeto e
plano de atuação;
4-S
d)
e)
f)
23 de dezembro de 2014
Número 198
Avaliação do sucesso escolar através da
capacidade de promoção da frequência escolar e
dos resultados das aprendizagens escolares dos
alunos, em particular dos resultados identificados
através dos regimes de avaliação das
aprendizagens em vigor, tendo em conta o
contexto socioeducativo de cada estabelecimento;
Desempenho dos docentes e não docentes de
cada estabelecimento tendo em conta o contexto
socioeducativo da escola;
Prática de uma cultura de colaboração entre os
membros da comunidade educativa.
2-
Artigo 8.º
Certificação da autoavaliação
1-
O processo de autoavaliação deve observar um
conjunto de referenciais comuns de autoavaliação a ser seguido, determinado pelo
Secretário Regional da Educação e Recursos
Humanos sob proposta da EAQSER.
2-
A certificação da qualidade dos processos de
autoavaliação compete à EAQSER nos termos
referidos no número anterior.
Artigo 9.º
Avaliação externa dos estabelecimentos
1-
A avaliação externa dos estabelecimentos é da
responsabilidade da EAQSER, e considera um
conjunto de referenciais definidos para os
processos de autoavaliação dos estabelecimentos.
2-
A avaliação externa a realizar no plano regional,
em termos gerais ou visando setores
especializados, assenta, para além dos termos de
análise referidos no artigo 7.º, em verificações da
conformidade normativa, aferição das atuações
pedagógicas e didáticas e das práticas de
administração e gestão produzidas pelas
entidades competentes.
3-
A avaliação externa estrutura-se com base nos
seguintes elementos:
a) Sistema de avaliação das aprendizagens dos
alunos, tendente a aferir o sucesso escolar e
o grau de cumprimento dos objetivos
educativos;
b) Sistema de certificação do processo de
autoavaliação;
c) Ações desenvolvidas, no âmbito das suas
competências, pela Inspeção Regional de
Educação;
d) Processos de avaliação, geral ou
especializada, a cargo dos departamentos da
SRE no âmbito das suas atribuições;
e) Estudos especializados a cargo de pessoas
ou instituições, públicas ou privadas, de
reconhecido mérito.
Artigo 10.º
Parâmetros de avaliação
1-
O processo de avaliação deve ter em
consideração parâmetros de conhecimento
científico, de caráter pedagógico, organizativo,
funcional, de gestão, financeiro e socioeconómico, nos termos dos artigos 7.º a 9.º do
presente diploma.
Os parâmetros concretizam-se, entre outros,
através dos seguintes indicadores relativos à
organização e funcionamento do estabelecimento:
a) Dimensão e contexto do estabelecimento;
b) Níveis de formação e experiência pedagógica
e científica dos docentes, designadamente no
âmbito da sua formação inicial, contínua e
especializada;
c) Adoção e utilização dos manuais escolares;
d) Oferta formativa, organização e desenvolvimento curricular;
e) Existência, estado e utilização das
instalações e equipamentos;
f) Eficiência da organização e da gestão dos
estabelecimentos;
g) Organização, métodos e técnicas de ensino
e de aprendizagem, avaliação dos alunos e
apoios educativos;
h) Articulação com o sistema de formação
profissional e profissionalizante;
i)
Cumprimento da escolaridade obrigatória;
j)
Resultados escolares, designadamente em
termos da taxa de sucesso, da qualidade do
mesmo e dos fluxos escolares;
k) Inserção no mercado de trabalho;
l)
Relação do estabelecimento com a
comunidade local, nomeadamente no que
respeita à participação da comunidade
educativa, à colaboração das autarquias e às
parcerias com entidades empresariais, ao
grau de satisfação e ao reconhecimento
social da comunidade local.
Artigo 11.º
Interpretação dos resultados
da avaliação
1-
O processo de avaliação deve assentar numa
interpretação integrada e contextualizada dos
resultados obtidos.
2-
A contextualização da avaliação implica que
sejam tidos em conta os seguintes fatores de
caracterização da comunidade educativa:
a) Sociológicos;
b) Socioeconómicos;
c) Históricos;
d) Culturais;
e) Infraestruturais.
SECÇÃO II
Aferição dos departamentos da Secretaria Regional da
Educação e Recursos Humanos
Artigo 12.º
Articulação com o subsistema de avaliação
da administração pública
Sem prejuízo do disposto no enquadramento legal
regulador do Subsistema de Avaliação da Administração
Pública da Região Autónoma da Madeira (SIADAP-RAM 1),
os resultados da autoavaliação e avaliação externa dos
estabelecimentos deverão ser tidos em conta para a
definição dos objetivos anuais dos departamentos, obtida a
anuência do Secretário Regional da Educação e Recursos
Humanos em matéria das suas atribuições e para definição e
avaliação da execução das políticas públicas por este
membro do governo.
23 de dezembro de 2014
S-5
Número 198
CAPÍTULO III
d)
Organização do sistema de aferição
Artigo 13.º
Equipa de Aferição da Qualidade do
Sistema Educativo Regional
1-
A EAQSER é responsável pelas funções de
planeamento, coordenação, definição de processos,
execução, desenvolvimento, apreciação, interpretação e divulgação de resultados no âmbito do
sistema de aferição previsto no presente diploma,
exercendo as seguintes competências:
a) Planear e implementar o sistema de aferição
em todas as suas componentes;
b) Definir as normas relativas ao sistema de
aferição;
c) Acompanhar o processo de autoavaliação
dos estabelecimentos;
d) Delinear e executar o plano de ações
inerente à avaliação externa;
e) Apreciar e apresentar os resultados do
processo de avaliação externa dos
estabelecimentos;
f) Analisar e interpretar a informação coligida
e propor medidas conducentes à melhoria
do Sistema Educativo Regional;
g) Divulgar os resultados no âmbito do artigo
16.º.
e)
f)
g)
Autonomia, administração e gestão dos
estabelecimentos;
Rede escolar;
Articulação entre o sistema de ensino e o sistema
de formação;
Regime de avaliação das crianças e alunos.
Artigo 15.º
Efeitos específicos dos
resultados da aferição
Os resultados da aferição, nos termos referidos no artigo
anterior, devem permitir às estruturas da SRE, de acordo
com as suas atribuições, melhorar a sua organização e
funcionamento quanto aos termos de análise referidos no
artigo 7.º e, em especial, às seguintes dimensões:
a)
Oferta educativa;
b)
Gestão dos recursos;
c)
Plano de desenvolvimento a médio e longo
prazo;
d)
Programas de formação;
e)
Projeto educativo do estabelecimento;
f)
Interação com a comunidade educativa;
g)
Organização das atividades educativas e letivas;
h)
Sucesso escolar.
Artigo 16.º
Divulgação dos resultados das
componentes da aferição
2-
A EAQSER é constituída por docentes de
carreira, preferencialmente com formação
especializada nas áreas de gestão e administração
escolar,
supervisão
ou
avaliação
das
organizações educativas.
1-
Os estabelecimentos devem assegurar especial
publicidade aos documentos produzidos no
âmbito do processo de autoavaliação na
comunidade escolar.
3-
Os elementos que compõem a equipa da
EAQSER são designados pelo Diretor Regional
dos Recursos Humanos e da Administração
Educativa por um período de 4 anos renovável
automaticamente, sendo as funções de
coordenação desempenhadas por um docente de
carreira com formação especializada.
2-
Os resultados da avaliação externa são
apresentados em reunião na presença dos
intervenientes
diretos
e
posteriormente
divulgados pela EAQSER e pela instituição
avaliada, nos respetivos sites oficiais na Internet,
mediante anuência desta.
3-
4-
A EAQSER, no âmbito da apreciação dos
resultados dos processos de avaliação, deve
interpretar as informações respetivas e propor as
medidas de melhoria do Sistema Educativo
Regional que os mesmos revelem como
necessárias.
Os resultados da aferição, após homologação do
Secretário Regional da Educação e Recursos
Humanos, são divulgados publicamente com o
objetivo de disponibilizar aos cidadãos em geral
e às comunidades educativas em particular, uma
visão do mesmo.
5-
Para o exercício das competências referidas nos
números anteriores, a EAQSER pode solicitar
aos departamentos da SRE que, nos termos da
sua orgânica, tenham competência nas várias
dimensões do Sistema Educativo Regional, toda
a informação que entenda como necessária, bem
como recomendar-lhes a utilização de processos
de avaliação específicos.
CAPÍTULO IV
CAPÍTULO V
Disposições finais e transitórias
Artigo 17.º
Avaliação externa e majoração dos percentis
A conexão entre a avaliação externa das escolas e a
majoração dos percentis para a atribuição das menções de
Excelente ou de Muito Bom será estabelecida através de
despacho do Secretário Regional da Educação e Recursos
Humanos.
Efeitos da Aferição
Artigo 14.º
Efeitos gerais dos resultados da aferição
Os resultados da aferição, uma vez interpretados de
forma integrada e contextualizada, devem permitir a
formulação de propostas concretas, em especial,
designadamente, quanto às seguintes dimensões:
a)
Organização do Sistema Educativo Regional;
b)
Organização da Estrutura curricular;
c)
Formação inicial, contínua e especializada dos
docentes;
Artigo 18.º
Regime experimental
O disposto no presente diploma é aplicável em regime
experimental no ano escolar 2014/2015 às escolas básicas e
secundárias da rede pública regional.
Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos,
aos 22 dias do mês de dezembro de 2014.
O SECRETÁRIO REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS
HUMANOS, Jaime Manuel Gonçalves de Freitas
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Portaria nº 245/2014, de 23/08