
A história se desenrola na “Mansão Paz”
notável escola de reajuste;
-

Está sob a jurisdição de “Nosso Lar”;

André Luiz e Hilário estavam no local em “visita
instrutiva”, autorizada pelo “Ministério do
Auxílio”, para estudarem a “lei de causa e
efeito”.

“Mansão Paz” foi fundada em 1657
aproximadamente e tinha como objetivo
“receber espíritos infelizes ou enfermos,
decididos
a
trabalhar
pela
própria
regeneração.”
►Dívida agravada,
► Débito estacionário,
► Débito aliviado,
► Resgate interrompido,
► Dívida expirante e
► Resgate coletivo
“que a morte é diferente para cada um”
Druso
“Ninguém se
eleva a pleno
céu, sem
plena
quitação com
a terra.”
E alertou quanto à necessidade de
renovação mental nos padrões do bem
Destacou:
▪ a necessidade do estudo para assimilação
do conhecimento superior
▪ e do serviço ao próximo, para a colheita de
simpatia, sem os quais todos os caminhos da
evolução surgem complicados e difíceis.....
Junto de Druso foi
colocada uma singular
escultura – uma estátua
notável reproduzindo o
corpo humano,
transparente aos olhos, à
qual faltava apenas o
sopro espiritual para se
tornar viva.
O que mais chamou
a atenção de
André Luiz e
Hilário foi o
sistema endócrino
no qual as
glândulas se
salientavam por
figurações de
luz.
Druso explicou
que é
importante
salientar a
correspondência
entre nossos
estados
espirituais e
as formas de
que nos
servimos

Em todos os planos do universo, somos
espírito
e
manifestação,
pensamento e forma

Eis o motivo por que, no mundo, a
medicina há de considerar o doente como
um todo psicossomático, se quiser
realmente investir-se da arte de curar.
Da mente clareada pela razão – sede dos
princípios superiores que governam a
individualidade, partem as forças que
asseguram o equilíbrio orgânico, por
intermédio de raios ainda inabordáveis à
perquirição humana, raios esses que
viabilizam os centros perispiríticos, em
cujos meandros se localizam as chamadas
glândulas endócrinas, que, a seu turno ,
despendem recursos que nos garantem a
estabilidade do campo celular.

“ A dor é o mecanismo que utilizamos para
evoluir” (Druso).

Dor Evolução

Dor Evolução

Vem de fora para dentro

“Como ainda habitamos um mundo de
provas e expiações, a temos. Acomete tanto
nós, humanos, como os animais e as
plantas...”
Dor Evolução
 Dor Expiação

“é
quando
‘colhemos
o
que
plantamos’. Vem de dentro para fora,
só nós a temos, devido à nossa
consciência, inteligência e livre
arbítrio.”
Dor Evolução
 Dor Expiação
 Dor Auxílio

“quando saímos dos eixos, amigos espirituais nos dão
uma mãozinha.... Caracterizam-se pelas prolongadas
e dolorosas enfermidades no envoltório material, seja
para evitar-nos a queda no abismo da criminalidade,
ou mais frequentemente, para o serviço preparatório
da reencarnação, a fim de que não sejamos colhidos
por surpresas arrasadoras na transição da morte”.
-
A alma ressurge no equipamento físico
transportando consigo as próprias
falhas a se lhe refletir na veste carnal.
Esta consequência é inevitável ou há
como ser atenuada?
A cura do espírito é inevitável
uma vez que não podemos
desfazer
nossas
ações
anteriores, mas nos é possível
suavizar as provas, de várias
formas:
 aceitando-as;
 mantendo
em nós a abnegação e a
resignação, tendo fé e a certeza da
Lei Maior,
 exercitando a oração
e trabalhando
:
no bem, fazendo com que nossas
ações sejam ações de caridade e
fraternidade;
 modificando, transformando e
reformando-nos interiormente e não
nos esquecendo
amor sempre
prevalece.
E o sofrimento dos animais? Como explicar a deficiência física nos animais à
luz da doutrina Espírita?
IP - Fico intrigada com a visão simplista, que por vezes observo, mesmo
dentro do meio Espírita, de um assunto tão complexo, que é o do sofrimento
e suas causas. Quase sempre caracterizamos as mazelas humanas como
“resgate” de coisas do passado. Como veterinária, tenho constatado que,
como os seres humanos, os animais têm câncer, epilepsia, tuberculose,
fraturas, discrasias sanguíneas, parto distócico, enfim, toda sorte de
deformidades e de doenças que lhes causam dor física. Também são sujeitos
a maus tratos, crueldades, angústias, ansiedades e situações
desencadeadoras de estresse, que lhes causam sofrimentos mentais ou
psíquicos. Assim, considerando que, “para eles (os animais) não existe
expiação” (LE.602), fico com a forte impressão de que deve haver, para
todos os seres vivos, uma outra causa, fundamental, de ocorrência de
dor/sofrimento, que não o “resgate de débitos do passado”. Não
desconsidero a importância dessa razão (o resgate) de sofrimento para nós,
seres humanos mas, acho que ela não é a única.
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