Por uma ADUFPB diferente: autônoma, presente,
democrática e transparente!
Quem somos?
O CORDEL - Coletivo
Representativo
de
Docentes em Luta reúne
professoras e professores
que,
desde
2012,
promovem uma ação
conjunta na universidade.
Somos pautados pela
diversidade de pensamento e a certeza de
que coletivamente podemos construir outra
proposta de universidade a partir de uma
ADUFPB engajada no cotidiano da vida
acadêmica e comprometida com as lutas
sociais.
Acreditamos que o conjunto da categoria
deve assumir essa luta, por isso, o sindicato
não deve ser um espaço de “sindicalistas
profissionais” ou de um grupo restrito.
Pelo contrário, deve criar canais de
participação efetiva e cativar um número
cada vez maior de docentes, ao contrário da
prática da ADUFPB nos últimos anos, que
contribui para a desmobilização, o
desestímulo à participação e o afastamento
dos docentes.
Sindicato não é lugar
Só pra se tomar café
Pra dançar numa festinha
Ou apenas dar um rolê
Sindicato é para lutar,
O sindicato é você
Composição da Chapa CORDEL
Presidente
Daniel de Campos Antiquera (CCSA)
Vice-Presidente
Cristine Hirsch Monteiro (CCS)
Secretária Geral
Nívia Cristiane Pereira da Pereira (CCHLA)
Suplente de Secretaria
Eliane Maria de Menezes Maciel (CE)
Tesoureiro
Roberto Rondon (CE)
Suplente de Tesouraria
Liliana Ramalho Fróio (CCSA)
Diretora de Política Sindical
Ana Lia Vanderlei de Almeida (CCJ)
Diretor de Política Social
Marcio Bernardino da Silva (CCEN)
Diretor de Política Educacional e Científica
José Antônio Novaes Silva (CCEN)
Diretora Cultural
Luciana Aliaga de Oliveira (CCHLA)
Diretora de Divulgação e Comunicação
Renata Ribeiro Rolim (CCJ)
Diretora de Assuntos de Aposentadoria –
Angela M. Dias Fernandes (CCHLA/PPGE)
Secretaria Adjunta do Campus de Areia
(CCA)
Diretora - Sheila Costa de Farias
Suplente - José Luiz Rufino
Secretaria Adjunta do Campus de
Bananeiras (CCHSA)
Diretor - Genyson Marques Evangelista
Suplente - Anderson Ferreira Vilela
Secretaria Adjunta do Campus do Litoral
Norte (CCAE)
Diretor - Pablo Daniel Andrada
Suplente - Theofilo M. Barreto de Oliveira
EIXOS NORTEADORES DA CARTA PROGRAMA
de atividades acadêmicas e também para o
apoio nas atividades de assessoria da
ADUFPB. Vamos atuar junto às questões
de interesse do movimento docente
discutidas
nas
instâncias
administrativas da UFPB, como o
CONSEPE, CONSUNI e outros espaços.
1. PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA
E MOBILIZAÇÃO DOCENTE
Pauta Local: Foi do nosso grupo a
proposta de uma Comissão aberta e
permanente de negociação da pauta local
com a reitoria, agora, faremos dela um
espaço vivo e coletivo para pautar estas
questões. Faremos parcerias com os
diferentes Centros para a elaboração de
dossiês sobre os problemas locais e
criaremos o Observatório das Condições
de Trabalho ligado a nosso sindicato.
Política cultural, esportiva e de
sociabilidade: Apoiar e criar espaços para
a expressão das mais diversas formas de
vivência cultural dos docentes; parcerias
com projetos de extensão; organização de
oficinas, cursos, saraus, mostras,
cineclubes, atos culturais, torneios
esportivos. Promoção de atividades
itinerantes e entre campi.
Campi do interior: abriremos canais
para que as demandas locais possam ser
atendidas; criaremos Grupos de Trabalho
(GT)
itinerantes que
garantam
a
participação das professoras do interior;
e organizaremos eventos acadêmicos,
culturais e esportivos que promovam a
interlocução entre os professores dos
campi da UFPB.
2. ATUAÇÃO EM ÂMBITO
NACIONAL
 Aposentados e as aposentadas:
Propomos a realização de cursos livres,
acadêmicos e de formação política,
ministrados por professores aposentados e
da ativa; a integração entre aposentados
e professores recém-contratados por
meio de atividades políticas, culturais e
acadêmicas; a promoção de atividades
politizadas que organizem este segmento; e
fomentar a reflexão sobre o significado
do trabalho docente.
Relação com o ANDES
Atuar ativa e cotidianamente no ANDESSN para fortalecer politicamente o
movimento docente nacional.
Denunciar e enfrentar as práticas do
PROIFES como braço sindical do governo.
 Difundir localmente informações sobre a
estrutura e funcionamento do ANDES,
fomentar debates e enfrentar coletivamente
possíveis divergências sobre as instâncias
do movimento nacional.
Participar ativamente do processo de
organização e realização dos Congressos
do ANDES-SN discutindo com os
docentes da UFPB os principais pontos de
pauta, construindo coletivamente as
posições
a
serem
defendidas
nacionalmente! Exigir dos delegados
apresentação de relatório sobre sua
participação nos eventos.
Educação a Distância (EaD) e a
precarização do trabalho docente:
Faremos um mapeamento de docentes
envolvidos com a EaD (tutores, tutoras,
professores e professoras) e discussão de
suas pautas específicas na luta contra a
precarização do trabalho nesta modalidade.
Relação
com
os
Centros
e
Departamentos:
Vamos
construir
parcerias com os Centros na promoção
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 Participar junto ao ANDES-SN das
discussões e deliberações sobre a
reorganização do movimento sindical e
popular
brasileiro,
defendendo
a
permanência do sindicato nacional na CSPCONLUTAS,
sem
prejuízo
das
formulações críticas sobre esta Central e
sua relação com ANDES-SN.
trabalho docente, subordinação da pósgraduação à CAPES e agências de
fomento, formas de inserção das empresas
nas Universidades etc.
Lutar pela garantia de investimentos
públicos em infraestrutura, pessoal, ensino,
pesquisa e extensão.
Política Nacional
 Fomentar espaços de
discussão
(debates,
seminários, cursos) em
todos os Campi sobre a
conjuntura nacional, de forma contínua e
não só durante a greve, estimulando um
posicionamento crítico e a formulação de
formas de resistência a projetos como
Ajuste Fiscal e Agenda Brasil que venham
a reduzir investimentos em áreas como
educação e saúde ou retirada de direitos.
Lutar pela reorientação das reitorias aos
interesses da comunidade universitária e
não
das
instâncias
burocráticoadministrativas do governo federal e
pressionar a reitoria para afirmar a
autonomia da ANDIFES.
Estimular a discussão sobre projetos de
lei que aprofundem e melhorem os direitos
coletivos dos trabalhadores, bem como
pressionar legisladores e administradores.
3. ARTICULAÇÃO E
SOLIDARIEDADE NAS LUTAS
SOCIAIS
Socializar o debate sobre os projetos de
universidade e de sociedade que estão
sendo paulatinamente implementados e
contra os quais devemos lutar, como a
retirada e flexibilização de direitos
trabalhistas e previdenciários (MP 664 e
665
do
STF);
ampliação
das
terceirizações devido ao entendimento do
STF
da
constitucionalidade
das
Organizações Sociais no serviço público
(MP 676/2015); imposição do fator
previdenciário 85/95 que adia a
aposentadoria
(MP
676/2015);
privatização
da
previdência
dos
servidores públicos, com a obrigatoriedade
de adesão ao FUNPRESP (PL 77/2015);
estímulo às Parcerias Público-Privada
(PPP) na Ciência e Tecnologia (PL
77/2015); fim da gratuidade na educação
superior (PL 395/2014); aprovação da lei
de greve no serviço público (PLS
287/2013).
 Apoiar e estimular a
interlocução entre os grupos
de extensão e pesquisa que
atuem junto às lutas sociais,
a exemplo do NEAB
(Núcleo de Estudos AfroBrasileiro),
do
NCDH
(Núcleo de Cidadania e Direitos
Humanos), INCUBES (Incubadora de
Economia Solidária), entre muitos outros.
 Contribuir para o fortalecimento da
Escola de Educação Básica da UFPB, uma
conquista da comunidade que precisamos
manter e ampliar, incorporando suas
reivindicações no conjunto de lutas da
universidade.
Organizar os docentes para construir e
participar de ações articuladas ao conjunto
dos trabalhadores e trabalhadoras.
Interagir com os movimentos que atuam
nas cidades, no campo e no Estado, em
temas como mobilidade urbana, cultura,
moradia, produção de alimentos, estrutura
agrária,
repressão,
violência
e
Criar espaços de discussão sobre normas
e instâncias que tratem da carreira,
autonomia universitária, avaliação do
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intolerâncias,
machismo,
racismo,
homofobia.
Estabelecer parcerias com outras
instâncias da educação pública e apoiar a
formação do Comitê Paraibano em Defesa
da Escola Pública.
Greve; institucionalização de mecanismos
de transparência, participação e controle
comunitário dos recursos.
Ampliar o campo de atuação do
Conselho de Representantes em sua
função fiscal das ações da Diretoria,
incluindo acompanhamento efetivo do
relatório financeiro e da prestação de
contas, assim como, encaminhar as
demandas de seu Centro para a ADUFPB.
Circular material e informação sobre as
pautas das Assembleias promovendo
discussões prévias nos centros permitindo
que as assembleias sejam apenas o
momento final de discussão e deliberação
coletiva, e não todo o processo.
4. REFORMULAÇÃO
INSTITUCIONAL, PLANEJAMENTO
E TRANSPARÊNCIA DA ADUFPB
 Garantir que todo o planejamento
financeiro da gestão seja apreciado
previamente
pelo
conselho
e
posteriormente pela assembleia geral. É
preciso democracia e participação na
deliberação
sobre
os
recursos
financeiros. A transparência como mera
demonstração de despesas ao final do
exercício, como a que existe hoje, não
basta.
Rediscutir
a
porcentagem
da
contribuição financeira individual, a fim
de diminuir a porcentagem do desconto
mensal, como parte de uma política de
sindicalização.
Realizar Congresso para reforma do
Regimento buscando rever os espaços
democráticos para a expressão institucional
dos diferentes grupos do movimento
docente, não apenas aquele que compõe a
diretoria;
maior
autonomia
e
independência do Conselho (inclusive nas
eleições); regulamentação mais clara da
Comissão Eleitoral e do processo eleitoral
como um todo; inclusão e regulamentação
da Comissão Permanente e Aberta da
Pauta Local; regulamentação do Fundo de
Rediscutir aberta e democraticamente a
relação da ADUFPB com empresas
privadas (financeiras e prestadoras de
serviços) e sua influência na direção da
seção sindical.
Companheiras professoras, professores camaradas
Na escrita desse Cordel, estaremos de mãos dadas
Pois aquele que ensina não corre de uma briga justa
Ao brigar, a gente aprende; ao lutar, a gente educa!
Contatos CORDEL: E-mail: [email protected]; Facebook: http:// j.mp/cordelFB; Blog: http://j.mp/cordel2015.
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