Grupo : GMI
Título : 2948 - A EXPERIÊNCIA DA ELETROBRAS ELETRONORTE NO DIAGNOSTICO DE EQUIPAMENTOS ATRAVÉS DO MÉTODO ESTÁTISTICO DE DESVIO PADRÃO E AVALIAÇÃO DE CRITICIDADE DE FUNÇÕES
Autor : FRANCISCO FIGUEIREDO SILVA NETO Empresa :ELETRONORTE
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RESPOSTA
O fator de potência e capacitância são características individuais. No estudo de desvio
O problema que tínhamos na época é que equipamentos estavam falhando dentro da faixa de valores nominais e dentro
padrão não foi avaliado tratar a taxa de desvio do equipamento de seu valor nominal?
de uma mesma família de equipamentos (modelo\\fabricante\\nível de tensão) Além disso, para alguns equipamentos
não tínhamos a referencia inicial. Com a técnica do desvio padrão podemos identificar quais equipamentos estavam
mais susceptível a falhar mesmo dentro da faixa de aceitável.
O diagrama unifilar ilustrando as críticas é de um software desenvolvido pela Eletronorte? Não. Todas os diagramas apresentados foram montados em planilhas Excell.
Grupo : GMI
Título : 2055 - A EXPERIÊNCIA DE FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A EM ESTUDOS DE CONFIABILIDADE, DISPONIBILIDADE E MANUTENIBILIDADE – PROJETO PILOTO COMPENSADOR SÍNCRONO DE TIJUCO PRETO
Autor : ALEXANDRE CLARO RAMIS Empresa :ELETROBRAS FURNAS
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RESPOSTA
1 - Houve mudanças nos procedimentos de manutenção dos compensadores síncronos? 2 - Sim. A simulação mostrou que alguns sistemas apresentavam tempo indisponível muito alto em função de manutenção
E nos geradores e turbinas?
programada e não de manutenção forçada. Foi feita então uma revisão da metodologia de MCC da máquina,
adequando periodicidades e tarefas, de forma a diminuir o tempo das preventivas. Para unidades geradoras fizemos
estudos em 2 usinas: Porto Colômbia e Funil, que, pela idade e grau de obsolescência, são candidatas a modernização
no médio prazo. estes estudos de usinas também indicaram necessidade de revisão do MCC, que foi feita de forma bem
semelhante à do Síncrono, ou seja, apenas ajustes em periodicidades e tarefas que já estavam definidas nos planos de
manutenção anteriores.
Qual a vantagem do método para determinar os Bad Actors em relação a um gráfico de
Pareto por tempo de parada?
O gráfico de Pareto seria útil para analisar os eventos ocorridos no passado enquanto que a simulação de Monte Carlo
realizada pelos softwares utilizados avalia o comportamento futuro dos sistemas, subsistemas e componentes,
simulando falhas e defeitos, disponibilidade, etc. Desta forma pode-se definir um plano de ação escalonado no tempo,
postergando investimentos em sistemas que, pela simulação, só terão o desempenho degradado no médio prazo.
Foi efetuado análise FMEA e/ou FTA nas falhas catalogadas do sistema do compensador?
Não. Ao invés da FTA, foi construído o RBD - Reliability Block Diagram. Esta metodologia prevê apenas a alocação das
falhas nos blocos que representam cada subsistema.
Grupo : GMI
Título : 2281 - APLICAÇÃO DE MÉTODOS PROBABILÍSTICOS PARA A AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DE FUNÇÕES TRANSMISSÃO SUJEITAS À PARCELA VARIÁVEL
Autor : RUYGUARA ALCANTARA MEYBERG Empresa :UFRJ
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RESPOSTA
Como o arranjo da função foi considerado?
A metodologia se baseia no método de redes para a obtenção das indisponibilidades da função transmissão, o arranjo é
portanto considerado na avaliação dos efeitos das falhas dos equipamentos para a definição das contingências que
gerem a indisponibilidade da instalação.
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Título : 2854 - AS MELHORES PRÁTICAS APLICADAS PARA AS CALDEIRAS, USANDO A METODOLOGIA DO EPRI, NA BUSCA DOS BENCHMARKS PARA AS USINAS TÉRMICAS.
Autor : LUIZ FELIPPE Empresa :TRACTEBEL ENERGIA
PERGUNTA
Existe uma sistemática na empresa de integração entre a gestão da manutenção e a área
de projetos para que a solução das falhas sejam tomadas como base nos projetos de
caldeiras?
RESPOSTA
Existe uma integração das equipes envolvidas na Manutenção de Caldeiras e de Engenharia de Manutenção. Todas as
falhas relativas a problemas de projeto das Caldeiras, as mesmas são analisadas pela Engenharia e os projetistas são
contatados para definição das ações relativas ao projeto. Há casos em que a solução tem sido do tipo \"caseira\" e
adotou-se melhorias visando coibir a recorrência das falhas.
Explicar a MCC Reversa.
A MCC reversa foi aplicada após a aplicação das tarefas de manutenção / inspeção na Caldeira 7 avaliadas pela MCC. A
MCC reversa consiste da verificação quanto a eficácia das tarefas propostas no PMP (Plano de Manutenção Preventiva).
Caso tenha sido detectada uma falha em tubo da Caldeira no intervalo entre duas intervenções de manutenção, realizase uma análise critica em relação a credibilidade ou eficácia das tarefa, principalmente as de inspeção. A MCC reversa
pode alterou o PMP para a Caldeira 7 em função de alguma falhas constatadas.
Qual o tempo (Hxh) gastos para atingir os resultados apresentados?
A Engenharia de Manutenção da Tractebel Energia é constituída de uma equipe de 40 especialistas e para as atividades
de análise de falhas e diagnósticos das Caldeiras e intercambio com o EPRI são destacados 02 colegas em tempo integral
visando atingir os resultados de melhoria na redução de falhas. Há também uma equipe na área de execução dos
trabalhos de campo (reparo e inspeção) com mais 6 colegas compartilhando com as demais atividades de campo.
Grupo : GMI
Título : 2227 - AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE HUMANA NA MANUTENÇÃO DE USINAS HIDRELETRICAS
Autor : JARBAS PATRIOTA DOS SANTOS Empresa :COPEL
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RESPOSTA
Na sua avaliação o que é mais crítico com relação às equipes da manutenção: A imperícia Quanto ao efeito ambas as possibilidades podem provocar o mesmo resultado, ou seja a perda da função principal das
dos novatos ou à imprudência gerada pela auto confiança dos veteranos?
unidades geradoras. Contudo, o excesso de confiança pode provocar situação muito mais crítica do que a inexperiência,
porque os veteranos tendem a subestimar aspectos que os novatos prestam mais atenção. Isso infelizmente é
constatado em acidentes de trabalho, recentemente um eletricista de linha viva com 20 anos de experiência morreu por
não respeitar regras elementares em trabalhos em altura.
1 - Dentro dos erros, temos os enganos. Qual é a periodicidade de formação para
superação do pessoal de operação e manutenção. 2 - Qual o tipo de avaliação é feita ao
pessoal?
As equipes de operação são avaliadas periodicamente, o ONS criou há alguns anos a Certificação dos operadores, que é
um teste obrigatório com perguntas sobre a usina em que eles trabalham. Quanto as equipes de manutenção não há
uma avaliação periódica formal como no caso dos operadores. Entretanto, eles são sempre incentivados a manter-se
atualizados tecnologicamente através da produção de trabalhos técnicos para apresentação em seminários.
1 - Poderia listar as principais causas de paradas indesejadas da UHEs? 2 - A Copel tem
alguma ferramenta para mitigar erros humanos? Qual ferramenta seria a mais adequada
para essa finalidade?
As principais causas da perda da função geração são atuações de proteções do sistema de excitação e de regulação de
velocidade, há também problemas com projetos próprios de automação de usinas. A Copel ainda não possui uma
ferramenta para mitigação de erros, um desdobramento da avaliação inicial sobre a confiabilidade humana é
exatamente isso identificar por quais mecanismos ocorre o erro e propor medidas para eliminar ou mitigar as
possibilidades de erro.
Assim como na indústria, parece que na operação de usinas também tem alarmes que só
necessitam de reconhecimento. O volume elevado de alarmes leva a desprezar algum
alarme importante. Existe algum estudo para eliminar alarmes desnecessários?
A supervisão da operação em tempo real questiona periodicamente os operadores se os alarmes ativos são realmente
necessários, isso tem dois objetivos: primeiro identificar quais alarmes podem ser eliminados, nos sentido contrário
quais os que precisam ser acrescentados. Outro ponto importante é a confiabilidade dos alarmes, eles não podem
sinalizar eventos falsos. Deve-se evitar a todo custo evitar que um alarme não corresponda exatamente a sua função.
Quando um alarme estiver sob suspeita de sinalizar algo que não corresponda a realidade, a manutenção deve ser
acionada para corrigir o problema. Também, deve-se atentar para que alarmes que podem acarretar em trip num
sistema tenham uma sinalização sonora e visual diferenciada em relação aos demais.
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Título : 2950 - AVALIAÇÃO PELO MÉTODO DA ALTA FREQUÊNCIA DOS SISTEMAS DE ATERRAMENTO DAS USINAS GERADORAS DE ENERGIA ELÉTRICA: UM IMPACTO DA NR-10
Autor : RODRIGO BRAUN DOS SANTOS Empresa :COPEL
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RESPOSTA
Qual a aplicabilidade do equipamento de medição?
Efetuamos com sucesso testes em usinas (casas de força), subestações, torres de transmissão.
Apesar do autor afirmar que não houve influência na proteção, foi feito algum estudo
Foi verificado os parâmetros da proteção com os sinais enviados pelo aparelho de medição e nesta verificação a
antes da aplicação do método para observar como a proteção iria se comportar?
constatação foi de que não haveriam interferências, o que se verifica na prática.
Vocês utilizaram alguma literatura sobre ensaios de alta frequência em malhas de terra?
Há alguma periodicidade sugerida para este método?
As Normas NBR 15749 e 5419 comentam em seus apêndices um pouco sobre este método de medição, outrossim, há
alguns papers e trabalhos de conclusão de curso a este respeito. No quesito periodicidade, não há definições explicitas
na parca literatura encontrada,Na Copel estamos pensando em implementar nestas medições periodicidade de 5 anos.
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Título : 2098 - DIAGNÓSTICO DE INSTALAÇÕES DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO – ABORDAGEM BASEADA EM RISCOS
Autor : SILVIO ANTÔNIO NUNES Empresa :CEMIG
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RESPOSTA
1 - Foram levados em consideração os riscos externos inerentes à função? 2 - O Tree Map Sim. O meio ambiente, situações que ocorrem em outras empresas do setor elétrico, estudos , notas de manutenção,
é levado em conta a nível de função ou equipamento?
análise de abrangência de um defeito (por exemplo: é risco isolado ou caracteriza um risco, problema de toda uma
família de equipamento). O TreeMap é muito dinâmico. Possibilita a aplicação de filtros semelhantes a tabelas
dinâmicas com o diferencial da visualização e ajuste de cores por faixas. Dái é possível montar o TreeMap no nível da
Transmissão para visualização das subestações. no nível de instalação e visualizar as funções e os riscos individuais de
cada uma. A flexibilidade é muito grande. Hoje, utilizo o bibliotecas de TreeMap do software de estatística R e também
do software TreeMap (www.treemap.com).
Para avaliação dos impactos foi atribuído o mesmo peso para as variáveis. Não haveria
variáveis mais relevantes para o risco? Por exemplo, segurança das pessoas.
O modelo possibilita a inserção de pesos a cada um dos impactos, e também filtros de priorização à medida que as
variáveis que compõem o impacto permanecem na base de dados, daí a importância de flexibilidade da base de dados.
Contudo não foram aplicados pesos, pois na determinação dos fatores que definem os impactos( graduados de 1 a 5) já
estão contemplados os casos, conforme segue: 1 - Nenhum risco: nenhum risco de acidentes com pessoas caso a ação
não seja realizada 2 - B - Baixo - baixo risco: há baixo risco de acidentes com pessoas caso a ação não seja realizada 3 - M
- Médio - há médio risco de acidentes com pessoas caso a ação não seja realizada. Aplica-se à modelos de equipamentos
com problemas ou em fim de vida útil, sem histórico de explosão 4 - A - Alto - há alto risco de acidentes com pessoas
caso a ação não seja realizada. Aplica-se à modelos de equipamentos com problemas ou em fim de vida útil, com
histórico de explosão ou à LTs com invasão de faixa de servidão 5 - MA - Muito Alto - há alto risco de acidentes fatais
com pessoas caso a ação não seja realizada. Aplica-seà modelos de equipamentos com problemas ou em fim de vida
útil, com histórico de explosão ou à LTs com invasão de faixa de servidão, queda de linha de linha de transmissão sobre
rodovia A questão de priorizar um aspecto em relação ao outro deve analisado com cuidado, evitando que o sentimento
em relação a questões de metas empresariais venham a contaminar o modelo. O modelo deve refletir a realidade do
impacto. Contudo pode ser um estudo bem interessante identificar priorização por exemplo: uma morte ou um blecaute
com possibilidade indireta de várias mortes. Assim, na condição atual, definimos considerar todos os itens igualmente
importantes. Mas esta questão é importante porque talvez a Tendência realmente pudesse ser quantificada em menor
grau.
Qual a escala de riscos? A partir de qual ponto é considerado risco elevado e quais as ações A escala para cada risco individual varia de 1 a 25. Sendo 25 o pior caso. Quando se faz o agrupamento dos riscos de um
decorrentes?
equipamento ou de uma função, posso ter N riscos, assim ao aplicar a equação (raiz da soma dos quadrados dos riscos
individuais) esta escala ainda pode ser considerada. Isto deve-se ao fato de poder existir somente um risco que
comprometa a função ou o equipamento como um todo. Exemplo: Sinalização grave de evolução de gases num
transformador caracterizando o comprometimento grave do isolamento. Há de se observar que o agrupamento de
riscos extrapola a escala. Isto possibilita a análise de quais pontos seriam mais críticos, mas força a análise dos riscos
individuais para identificar se são riscos simples ou se é um com elevada gravidade. Tabela: Inferior Limite Superior
CTDescritivo (menor que) 0 3.5 Muito baixo 3.5 7 Baixo 7 10.5 Médio 10.5 14 Alto 14 17.5 Muito Alto 17.5 21 Critico 21
25 Extremo
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Título : 2119 - ESTUDO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE CABOS CONDUTORES ELÉTRICOS DO TIPO CAA USADOS E SUA ADEQUAÇÃO AO RETRACIONAMENTO
Autor : ROGÉRIO LAVANDOSCKI Empresa :CTEEP
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RESPOSTA
Como fica o limite térmico do cabo após o retracionamento?
Ao ser submetido a metodologia desenvolvida (todos os ensaios e análises), considerando que o cabo usado esteja apto
ao retracionamento, o mesmo será tratado, para questões de projeto, como um cabo novo, inclusive com relação ao
limite térmico. A única propriedade mecânica que deve ser considerada diferente entre o cabo novo e usado, é que o
usado já sofreu o processo de fluência, durante o período que permaneceu instalado na linha de transmissão.
Grupo : GMI
Título : 1845 - EXPERIÊNCIA DA CEMIG NA ESCOLHA E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ÚNICO PARA GESTÃO DA MANUTENÇÃO DOS ATIVOS DE GERAÇÃO ATRAVÉS DO SAP-R3, MODO PM.
Autor : FRANCISCO JOSÉ MAGALHÃES Empresa :CEMIG
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RESPOSTA
1- Quanto tempo leva para a implementação deste sistema? 2- Os tabletes têm alguma
Consideranto um start com zero executado e considerando a dimensão cemig 50 usinas e 40 SE\'s creio que um bom
limitação para serem operados pelo pessoal de campo?
tempo para implantar e rodar o sistema para correções seria de aproximadamente 4 anos. Para tal creio ser
fundamental a interação entre engenharias, TI e Execuçã oe a existência de um patrocinador em nível de
superintendência ou com ascendência sobre estas áreas. Não há muitas limitações técnicas para o potencial dos
equipamentos portáteis. O custo de equipamentos com características de proteção, ou seja, para uso industrial é
significativamente superior aos comuns. Com relação aos equipamentos as maiores dificuldades encontradas foram em
relação as resistências ao uso. Não só pela questão de inovação, como também por dificuldades como tamanho de tela,
tamanho de teclado, interface objetiva, etc. Crei o que muito pode ser feito limitando o que realmente é importante e
necessário que seja transmitido ao equipamento, como também facilitar a aceitação das pessoas permitindo seu uso
combinado com anotações e outras ferramentas durante a implantação.
Grupo : GMI
Título : 2554 - GERENCIAMENTO DE RISCO DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA DE SUBESTAÇÕES: UMA METODOLOGIA PARA ASSOCIAÇÃO DE MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE E MANUTENÇÃO
Autor : JOÃO CARLOS CARNEIRO Empresa :CPFL
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RESPOSTA
Na Usina de Capanda em Angola temos sido vítimas constantes de descargas atmosféricas. As principais sobretensões em sistemas elétricos podem ter origem em operação normal (tensão nominal); temporárias
Quais foram as medidas que o Brasil optou para se prevenir desse fenômeno?
(faltas, ressonâncias, ferranti, etc.) situações de manobras (energização de linhas, rejeição de carga, desligamento de
linhas, energização e transformadores); descargas atmosféricas (diretas e indiretas). As descargas atmosféricas podem
ser diretas (diretamente nos cabos fase ou torres metálicas nas subestações) e indiretas (proximidades das linhas e
subestações). Não ficou claro quais seriam os resultados destes eventos (falhas em equipamentos: transformadores,
para raios, disjuntores, relés, etc.; torres de comunicação; ou mortes de seres humanos ou de animais; ou saída de
operação frequente de usina). De qualquer modo, considerando que não existam problemas relacionados a
sobretensões temporárias, sobretensões de manobra, definidos a partir de estudos de transitórios eletromagnéticos
(energização de linhas, rejeição de carga, etc.), então, um estudo de coordenação de isolamento, baseado em modelos
o mais próximo possível da realidade (equipamentos: tipo de geradores, turbo geradores, disjuntores, transformadores,
capacitores, reatores e distancias entre eles; linhas de transmissão: perfil, comprimentos; solo difícil: resistividade
elevada, estratificação, etc.; surtos: magnitude, forma de onda, distância da subestação e demais características),
procuram definir o nível de proteção necessário para linhas de transmissão, subestações e equipamentos associados.
Estudos de sistemas de proteção e seletividade seriam necessários a medida que pode definir medidas operativas e de
releagem necessárias para atuação visando saída de operação preventiva ou corretiva de equipamentos e instalações
afetadas, ou mesmo a usina com segurança. Um sistema de aterramento e um sistema de blindagem das instalações
(estratificação do solo, modelamento de linhas e subestações) com dimensionamento e manutenção adequados
(algumas usinas ou locais podem ter rochas e solo de elevada resistividade o que precisa ser tratada de forma definitiva)
contribuem com as condições de proteção indicadas acima. Pode ser necessário um sistema de proteção contra
descargas atmosféricas diretas às instalações (tanques, silos, estruturas elevadas; altura; volume; dimensões) e torres de
comunicação da usina, que podem ser pontos vulneráveis a descargas diretas eventualmente afetando equipamentos
(reles de proteção, transmissão de dados, etc.). A partir destes quatro procedimentos básicos são definidos os para raios
(quantidade e localização) e ações complementares para redução ou eliminação de falhas devido às descargas
atmosféricas de forma segura. Apenas para conhecimento, para raios aplicados em linhas de transmissão (após estudos
detalhados de desempenho) tem sido utilizados para reduzir as taxas de desligamentos permanentes (saída com
necessidade de intervenção de equipes de manutenção) ou transitórios (rápidos) desde 34,5kV até 230kV em algumas
empresas de energia brasileiras. Estes casos mereceram estudos mais detalhados do solo (tratamento especial do solo)
dentre outras providências. Em complemento, a titulo de contribuição, informo que, em vários estudos técnicos
inclusive em seminários e congressos recentes que apresentaram alguns exemplos sobre cuidados especiais em
proteção contra descargas diretas e indiretas.
Qual o processo para avaliar umidade na isolação dos transformadores?
Esta definição de nível de umidade do isolamento sólido não é fruto de unanimidade no setor elétrico havendo
permanentes estudos e pesquisas a respeito. Considerando amostras dentro das técnicas recomendadas, esclareço que
dentre as avaliações preditivas de um transformador de potencia (evolução de gases combustíveis no óleo isolante,
inspeção termográfica, inspeção visual externa, ensaios físico=químicos principais, enxofre corrosivo, conteúdo de
partículas, etc.) temos a medição de teor de água no óleo isolante, temperaturas e carregamentos simultâneos. A partir
destas informações é possível definir através de vários critérios: Griffin, Ommen e Fabre Pichon e definição do estado de
saturação do óleo isolante. Com o uso ponderado destes resultados é apresentado um resultado e definida uma faixa
para: condição normal, medianamente úmida, muito úmida (limites pré estabelecidos são tradicionais), na sequência, é
possível verificar através de cálculos a possibilidade de formação de bolhas para determinados tipos de carregamento
(normal, planejado, emergencial). Alguns cuidados na interpretação dos resultados devem ser tomados dependendo da
política de manutenção e sucateamento de equipamentos (idade, depreciação, obsolescência, etc.). Deste modo,
levando em conta as condições de contorno indicadas, as medidas para solução daqueles com elevado teor de umidade
no isolamento sólido, dependendo da característica e importância deste equipamento, tais como processo de secagem
por filtros de partículas zeonitas (4 a 5 meses dependendo da situação, energizado), filtros convencionais (tempo
indeterminado, pois depende do teor de umidade, energizado), hot oil spray (um processo no campo desenergizado),
etc. Independente da solução adotada, existe, invariavelmente a necessidade de selagem do transformador (bolsa de
borracha, tanqaue externo, etc.), sob risco de perder todo o trabalho desenvolvido que tem custo elevado (secagem R$
50mil selagem R$ 20mil: base transformador de 25MVA; 138kV; 4% para 1,5% de umidade no isolamento sólido; 20mil
litros de óleo isolante; unidade energizada).
Grupo : GMI
Título : 2613 - GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UTILIZANDO O ALGORITMO METROPOLIS-HASTINGS
Autor : RAIMUNDO CELESTE GHIZONI TEIVE Empresa :UFSC
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RESPOSTA
Não entendi se o Monte Carlo gera o valor de MTBF futuro ou os parâmetros da PDF para O MCMC gera as probabilidades do MTBF, em horas, podendo-se construir assim a função de distribuição acumulada de
que o MTBF futuro seja calculado pode esclarecer?
probabiliades
Grupo : GMI
Título : 1745 - GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE HIDRELÉTRICAS ATRAVÉS DA ELABORAÇÃO E REVISÃO DE PLANOS PLURIANUAIS TÉCNICOS E ECONÔMICOS
Autor : PAULO HENRIQUE SANTOS FEITOSA Empresa :TRACTEBEL ENERGIA
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RESPOSTA
Qual o índice de indisponibilidade forçada utilizada?
O índice de indisponibilidade forçada é estimado com base em estudos da engenharia de manutenção da confiabilidade
e estado dos equipamentos e sistemas. Neste sentido a engenharia de manutenção avalia se os equipamentos e
sistemas atingiram o fundo da curva da banheira ou ainda apresentam uma curva de falhas grande em relação a usinas
novas. Trata-se de um trabalho de avaliação dos equipamentos e utilização de estatística
Em relação ao índice de indisponibilidade, vocês buscam o ID máximo possível ou
simplesmente atender o ID de referência.
Buscamos o ID máximo porém devido a nossa filosofia de manutenção preventiva ainda temos que indispor horas para
manutenções programadas nos equipamentos, o que impede se chegar ao máximo, sempre tendo limites. Na busca da
empresa de ferramentas para manutenção preditiva visando substituir ou mesmo complementar a manutenção
preventiva podemos buscar o id máximo.
O valor do preço de venda de energia influencia no seu programa de manutenção
preventiva. Em caso positivo você poderia explicar?
Quais são os desafios de elaborar um Plano Plurianual e de mantê-lo revisado e
atualizado?
Não. A manutenção preventiva nunca seguiu o preço de energia. Lembramos que a MP579 ainda não afetou a empresa
já que as concessões da Tractebel Energia só serão expiradas em 2028.
Os desafios são grandes porque envolve um grande número de envolvidos e departamentos na elaboração e revisão
destes planejamentos. Obter informações confiáveis destes diversos stakeholders é um desafio, bem como garantir que
o conhecimento técnico se mantenha na empresa. Desvios no planejamento de contas também devem ser verificados
com cuidado para não comprometermos as informações. Ou seja, realizar um planejamento confiável depende da
coordenação eficaz deste trabalho e envolvimento das pessoas certas
Grupo : GMI
Título : 2273 - GESTÃO DE EQUIPES DE MANUTENÇÃO ATRAVÉS DE INDICADORES INDIVIDUAIS: A EXPERIÊNCIA DA ENERGISA PARAÍBA
Autor : TÉRCIUS CASSIUS MELO DE MORAIS Empresa :EPB
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RESPOSTA
Houve melhora na taxa de \"turn over\" (pedidos de demissões) com este modelo?
O Turn over voluntário (pedidos de demissão) foi zero desde a implantação, mas não credito este dado exclusivamente
ao modelo. A política de recursos humanos da empresa contribui para isto.
Como são tratados os cidadãos consumidores vítimas fatais de acidentes elétrico, por
indicadores? Quase 01(um) cidadão morre por dia por acidente elétrico no Brasil.
Os acidentes fatais envolvendo terceiros não está na composição do IPM. Este é uma questão tratada de forma mais
abrangente, através do SESMT juntamente com as áreas técnicas, gerenciando os riscos envolvendo terceiros, visando
reduzir tais riscos e reduzir o número de acidentes.
Como são consideradas as forças de trabalho terceirizada no ranking de desempenho e nos O modelo pode ser aplicado para equipes terceirizadas também, com o cuidado de se revisar as questões contratuais.
indicadores? Qual o percentual de terceirizados?
Na verdade, é fundamental que as empresas terceirizadas tenham medição de desempenho até para atestar sua
qualidade na prestação de serviços. No entanto, a aplicação realizada na Energisa Paraíba resumiu-se às equipes
próprias porque se tratar de 95% da força de trabalho.
Os dados para construção dos indicadores vem de quantas bases distintas?
Uma vez construído os indicadores individuais, determinada pela estratégia de manutenção, os mesmos são revisados
anualmente quando da revisão das metas. No caso da apuração dos resultados, consultamos algumas bases a saber:
área de operação fornece o DEC, FEC e número de desligamentos; o SESMT fornece os resultados em relação às
inspeções de auditoria para o Índice de Assiduida e Conduta e os resultados dos acidentes; e a área de recursos
humanos fornece os dados relacionados ao indicador Índice de Aderência aos Valores. Os demais indicadores são
apurados internamente pelo próprio departamento de manutenção.
Como a \"política de manutenção\" da empresa é agregado ao conceito de indicadores?
Na verdade, os indicadores são estabelecidos segundo a política de manutenção. Se há uma mudança de estratégia de
manutenção, os indicadores e as metas podem mudar para acompanhar os anseios determinados na mudança. Isto
anda junto e os indicadores são uma forma de comunicação de como está estabelecida a política de manutenção.
Indicadores para acidentes não leva os trabalhadores a encobrir ou esconder os acidentes? No indicador de Avaliação de Assiduidade e Conduta já é aferido o cumprimento de normas de segurança através das
Não seria melhor avaliar o cumprimento das normas de segurança? Criando um indicador inspeções periódicas de auditoria efetuadas pelo SESMT (Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho). O indicador de
pró-ativo?
Acidente é a consequência do cumprimento dos procedimentos que podem acontecer mesmo não havendo problemas
detectados nas auditorias.
A individualização das metas/indicadores chega a nível de colaborador ou cargo (Sr, Pl, Jr)
ou seja, colaboradores com o mesmo cargo possuem metas diferentes?
Os indicadores e metas chegam ao nível de colaborador e são estabelecidos de acordo com o cargo. Na verdade, os
indicadores são associados à função na qual o colaborador exerce e não ao cargo. Por exemplo: Um técnico que realiza
inspeção em linhas de transmissão tem indicadores distintos de um técnico que realiza manutenção de equipamentos
de subestação. Vale salientar que o modelo aplicado neste trabalho está direcionado aos colaboradores que exercem
atividades exclusivamente de campo.
Tratando-se de avaliação e reconhecimento do colaborador a nível de
produtividade/resultados técnicos inclusive a nível de legislação, gostaria de saber se
houve algum questionamento, alinhamento ou até reivindicação dos colaboradores em
relação ao PLR.
1 - Você não explicou como o IPM pode apresentar valores acima de 100. Comente mais
sobre isto. 2- Qual a frequência destas avaliações? As metas são negociadas?
Ainda não houve esta reinvidicação, mas para dar mais consistência ao modelo aplicado, a área de recursos humanos
está em processo de avaliação de como o IPM de cada colaborador fará parte de sua remuneração por resultados. Até a
data de apresentação deste trabalho, não tinha a forma de como o IPM será incorporado ao PLR.
1- O IPM apresenta valores acima de 100% quando o resultado do indicador superar a expectativa que está
demonstrada na meta alvo. E quanto melhor for o resultado maior proporcionalmente será o IPM até chegar ao limite
de 125%. Esta proporção é obtida pela equação da reta tendo como coordenadas inicial e final desta reta os pontos:
(x1=Meta alvo; y1=100%) ; (x2=Meta ótimo; y2=125%), sendo o valor do indicador no eixo x e o IPM no eixo y. 2- As
metas são apuradas e avaliadas mensalmente e as premiações anualmente. 3- Como as metas são desdobradas desde a
alta direção, elas são negociadas anualmente.
Grupo : GMI
Título : 2099 - INDISPONIBILIDADES DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS – ATIVIDADES E PRAZOS
Autor : MARCO ANTONIO MARIN Empresa :COPEL
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RESPOSTA
Foi elaborada uma proposta de qual o tempo adequado para substituição de
Não foi elaborada ainda esta proposta, mas é premente uma movimentação dos agentes, principalmente a COPEL e a
equipamentos de uma empresa modelo submetendo à consulta pública, em substituição CEMIG que possuem parques baseados em Transformadores Trifásicos, para uma sugestão de revisão da legislação
ao prazo fixo de 30 dias.
existente, prevendo a existência destes transformadores.
Em função das penalidades da PV sobre os concessionários e mantenedores do sistema, o
autor tem conhecimento se as empresas fizeram alguma restrição sobre a atuação de
proteções nos transformadores que impliquem em desligamentos
Houve no passado uma modificação nos sistemas de proteção intrínsica dos transformadores nos desligamentos por
proteção indevida, mas foi antes do advindo da Parcela Variável, mas as empresas que por ventura não inibiram estas
proteções, com certeza mudaram suas estratégicas.
Se a continuidade da prática de utilização de transformadores trifásicos requer a aquisição Os custos envolvidos na substituição destes equipamentos são enormes, como mostrado na apresentação não há
de um equipamento reserva que precisa ser remunerado, não seria viável a substituição
espaço físico nas instalações existentes, portanto é inviável, tanto economicamente, quanto fisicamente esta solução.
paulatina desses equipamentos por bancos monofásicos, reduzindo os tempos de
interrupção/indisponibilidade? Isso poderia ser mais uma linha de estudo?
Grupo : GMI
Título : 2882 - LEVANTAMENTO DO RISCO REAL DE FALHAS EM PARA-RAIOS
Autor : PABLO DE ABREU LISBOA Empresa :CEPEL
PERGUNTA
Existe um limite de tempo para utilização de pára-raios no sistema elétrico?
RESPOSTA
A metodologia consegue levantar a curva de probabilidade de falha ao longo do tempo. Pode-se estimar a Taxa de
Falhas (falhas/ano) e também os percentis, momento em que vão ter falhado parte do conjunto. Quantificando essas
grandezas, cabe ao gerente de manutenção tomar as decisões considerando o custo da falha. Quando mais cara, ou
catastrófica a falha, menor é o limite permitido.
No seu critério de falha, você utilizou a corrente de fuga e a temperatura. Qual foi o valor
utilizado? Você levou em conta que a corrente de fuga nominal de para-raios muda de
fabricante?
O informe técnico partiu do diagnóstico definido no relatório de inspeção de para-raios e considerou falhados qualquer
para-raio considerado defeituoso, seja pela temperatura, seja por corrente de fuga. Essa junção dos modos de falha foi
uma das aproximações do trabalho. Outra aproximação foi considerar idênticos os equipamentos de fabricantes
distintos. Na confiabilidade aplicada ao Setor Elétrico brasileiro muitas vezes se esbarra na falta de dados para se
trabalhar estatisticamente, levando ao aumento do número de aproximações nas análises.
Utilizou-se para-raios de 500kV e 765kV Utilizou-se para-raios com resistores de óxido de
zindo (ZnO) e SiC (Carboneto de Silício]. A taxa de falha dos para-raios de SiC é maior que
os de ZnO. A amostra não deviria levar este fator em consideração?
Em ambos os conjuntos estudados 500kV e 765kV, havia tanto para-raios dos tipos ZnO e de SiC. Essa foi uma das
aproximações do estudo, devido a existência de quantidade reduzida de dados de ocorrências de falhas, tornando o
estudo estatístico mais difícil.
Grupo : GMI
Título : 1806 - MANUTENÇÃO CORRETIVA EM MECANISMOS DE ACIONAMENTOS HIDRÁULICOS DE DISJUNTORES 550KV DE UMA SIG SF6, REALIZADA COM EQUIPE PRÓPRIA
Autor : JÚLIO CEZAR OLIVEIRA CASTIONI Empresa :COPEL
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RESPOSTA
1 - Qual a idade do disjuntor manutencionado? 2 - Qual o número de operações diárias
1 - No momento da detecção do problema (2011), a idade do disjuntor era 12 anos. 2 - Nos disjuntores dos geradores
deste disjuntor já que está ligado à grupos geradores?
observamos que o equipamento operou na média 670 vezes no período de 12 anos, ou seja, uma média de 5 operação
mensais. Já os disjuntores instalados nos bays de linha de transmissão os disjuntores operaram na média 240 vezes no
período de 12 anos, ou seja, uma média de 2 operações mensais.
Vocês possuem monitoramento de descargas parciais em GIS?
Os ensaios de Descargas Parciais são realizados por empresa especializada, com periodicidade anual, desde a
energização da subestação.
Como é definida a hora de descatar ou não o óleo hidráulico dos disjuntores? Quais são os Os disjuntores possuem critérios de manutenções sistemáticas, onde está prevista a realização da manutenção geral
testes realizados no óleo?
após 15 anos em operação. Na manutenção geral está prevista a substituição do óleo hidráulico, porém antes da
substituição do óleo são realizados ensaios para verificar a condição do óleo. Para verificar as condições físico-químicas
dos óleos hidráulicos retirados dos disjuntores são realizados ensaios de viscosidade, teor de água e resíduos sólidos em
laboratórios especializados.
1 - Foi pesquisado a causa raiz da deterioração da vedação? 2 - Não seria ataque químico? Com base nas informações do fabricante da subestação, informações do fabricante da vedação, nos resultados dos
ensaios do óleo hidráulico e análise comparativa entre os mecanismos de acionamentos instalados, a Copel concluiu que
a causa fundamental do vazamento interno de óleo foi à degradação precoce das vedações, devido a não tropicalização
do projeto, onde para ambientes com altas temperaturas as vedações tendem a deteriorar mais rapidamente. O
fabricante da vedação informa no catálogo específico da vedação utilizada, que o tipo de poliuretano utilizado na
fabricação da peça tem boa resistência ao fluído hidráulico. Os resultados obtidos nos ensaios físico-químicos do óleo
hidráulico não apresentaram alterações comparando com as características técnicas do óleo novo e não havia
contaminantes. Deste modo foi desconsiderada a degradação por ataque químico.
Grupo : GMI
Título : 2294 - MODELAGEM E OTIMIZAÇÃO DO PROGRAMA DE MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA
Autor : CHRISTIAN DUCHARME Empresa :CEPEL
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RESPOSTA
É possível aplicar o programa em outras funções tais como linha e compensação de
Sim, seria possível, mas para apenas um equipamento por Função de Transmissâo. No futuro, este trabalho poderá ser
reativos ou programa de vários instalações.
melhorado a fim de contemplar mais unidades de uma mesma FT, ou abranger simultaneamente todos os ativos da
transmissão, quais sejam, transformadores, linhas de transmissão, reatores, compensadores (estáticos, síncronos e
série), bancos de capacitores e equipamentos complementares.
Qual foi o período considerado e a base de dados para chegar a conclusão que a maior
incidência de Parcela Variável é oriunda de desligamentos programados?
Em vários relatórios mensais de apuração de serviços e encargos de transmissão, disponibilizados pelo Operador
Nacional do Sistema Elétrico, entre 2010 e 2012.
Além dos métodos interativos, o autor buscou alguma ferramenta de inteligência
Não foi necessário. É preciso utilizar a ferramenta mais adequada para o problema em mãos e não o contrário. A
computacional específica para soluções ótimas, como, por exemplo, algorítimos genético? programação não-linear foi evitada em função da dificuldade em garantir a convergência para um mínimo global.
Infelizmente não existem métodos eficientes para solucionar problemas gerais de programação não-linear. Decerto,
modelos lineares não conseguem representar regimes dinâmicos como relações de produto ou potência de suas
variáveis de decisão. Porém, aproximações podem, até certo ponto, mitigar esta deficiência, como foi o caso utilizado
para penalização do risco, onde uma função linear segmentada obteve uma aproximação satisfatória de uma função
não-linear suave. Por outro lado, diversos algoritmos com garantia de convergência para um mínimo global,
amplamente difundidos e testados, estão disponíveis no mercado para solução de modelos lineares, a exemplo do
Simplex, Branch And Bound e Pontos Interiores utilizados neste trabalho.
Grupo : GMI
Título : 1682 - MODELO DE AVALIAÇÃO DA GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO
Autor : ÁLVARO DE ARAÚJO CAVALCANTI Empresa :CELPE
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RESPOSTA
As regras do setor elétrico(Procedimento de rede, resoluções Aneel, leis governamentais)
não são bastantes para nortear o processo?
A avaliação da gestão da manutenção norteada apenas pelas regras do setor não cobrirá todos os pilares que fazem
parte da excelência da gestão ( liderança, estratégias e planos, pessoas, ativos elétricos, informações e conhecimento,
processos, e resultados). Muitas vezes somos levados a pensar que com recursos financeiros para contratar serviços e
adquirir materiais são suficientes para atender as necessidades da manutenção. Como também para atingir as metas do
órgão regulador não implica em se ter uma excelência da gestão, pois os resultados podem ser atingidos em prol de
uma liderança autoritária, de pressão sobre o pessoal próprio e terceiros, porém, não é sustentável. Modelo de
avaliação tem como objetivo mensurar o nível de maturidade da gestão da manutenção, apontar as oportunidades de
melhoria, bem como estabelecer um processo de melhoria contínua e sustentável.
Grupo : GMI
Título : 2825 - MODELOS PARA PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO DE MANUTENÇÕES PREVENTIVAS EM USINAS HIDRELÉTRICAS COM GRANDE NÚMERO DE UNIDADES GERADORAS E REGIME HIDROLÓGICO BEM
Autor : RAFAEL RIGAMONTI Empresa :ELETROBRAS
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RESPOSTA
O que fazer quando o modelo 2 indica a necessidade de manutenção em um período
As três formulações propostas, não permitem a realização de manutenções programadas fora do período estabelecido
desfavorável?
pelo planejador. Os meses em que podem ser realizadas as manutenções fazem parte do conjunto de restrições do
problema, inviabilizando uma solução considerando manutenções programadas em meses desfavoráveis.
Qual foi a fonte de referência para determinar o número de dias para as paradas
programadas e o tamanho das equipes?
Como ficou o cálculo da equipe considerando a necessidade de manutenção corretiva?
Vou consultar o co-autor Fábio da Silva Lacerda sobre a referência utilizada. Para cada manutenção considerada na
modelagem foram elencadas as atividades a serem realizadas e com base nessas atividades foi definido o tamanho da
equipe e a duração da manutenção.
As manutenções corretivas não foram consideradas nas modelagens propostas.
Foi considerada as características diferentes das máquinas de 4 e 5 pás, sendo cada uma
apropriada para operação em períodos de vazão distintas?
Sim. Foi considerado os dados característicos de cada máquina e suas restrições de operação.
A sua abordagem não deveria ser probabilística ou baseada em alguma métrica de risco,
quando da postergação da manutenção?
No primeiro momento trabalhou-se com uma única série de vazões para se determinar o modelo matemático que
melhor representa o problema proposto. Definido o modelo matemático, concordo que uma abordagem probabilística
trará maior confiabilidade aos resultados de postergação da manutenção. Porém, esta abordagem não foi realizada
neste trabalho.
Grupo : GMI
Título : 2064 - PAS 55 E ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A EXCELÊNCIA DA GESTÃO DE ATIVOS NA USINA DE ANGRA 2
Autor : VALÉRIA SIMÕES DE MARCO Empresa :ELETRONUCLEAR
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RESPOSTA
Como é calculado o risco associado a cada modo de falha?
Pelo método determinístico do FMEA. O número para o risco é definido pelo produto dos valores de 0 a 1 atribuidos
para a criticidadex possibilidade de ocorrência x consequência dos modos de falha e os resultados obtidos são colocados
numa matriz para o risco que classifica o riscos de cada um dos modos de falha em alto, médio ou baixo, possibilitando
assim a priorização da implementação das ações mitigadoras.
Grupo : GMI
Título : 1706 - PROPOSIÇÃO E AVALIAÇÃO EM CAMPO DE UM NOVO CONCEITO PARA O DIAGNOSTICO DO ESTADO OPERACIONAL DE CABOS ISOLADOS
Autor : LOANA NUNES VELASCO Empresa :UFU
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RESPOSTA
1 - Descrever mais sobre o arranjo de aplicação da tensão, potência da fonte e o sistema
Nos estudos de casos apresentados, foram realizadas medições nas instalações reais da rede de distribuição da CEMIG,
de medição da tensão. 2 - Quais foram as capacitâncias dos cabos?
sendo assim, a fonte de alimentação é a rede de distribuição da CEMIG e a tensão aplicada é a tensão nominal da rede,
ou seja, 13,8kV. O sistema de medição da tensão é realizada através de um TP utilizado em medições. As capacitâncias
dos cabos, estão apresentadas no artigo.
Grupo : GMI
Título : 2903 - PROPOSTA DE NOVA METODOLOGIA DE SUPERVISÃO DA OPERAÇÃO DE DISJUNTORES PARA MANUTENÇÃO
Autor : FERNANDO VENANCIO AMARAL Empresa :CEMIG
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RESPOSTA
O número de operações não deveria indicar o momento de revisão do mecanismo de
DE fato, em nosso plano de manutenção ha atividades distintas que consideram alem do corrente interrompida
operação? Da mesma forma, a corrente interrompida indicar o momento da revisão da
conforme descrita na trabalho, também o numero de operação, nos caso de disjuntores de alta cadência. Fato recente é
câmaras? Cada parâmetro indicando um tipo de manutenção.
que com a aumento do número de operações de disjuntores de linha para controle de tensão, tem obrigado à as de
manutenção a estabelecer plano também para este tipo de aplicação de disjuntores
A Cemig faz análise da qualidade do gás SF6 em uso?
Sim a CEMIG GT recentemente adquiriu equipamentos capazes de verificar a umidade, pureza e contaminação do gás
contido nos disjuntores, conforme orientação das normas IEC
Como é feito o monitoramento do número de interrupções e suas capacidades
DE fato a função de totalização de corrente interrompida é uma função embarcada hoje em vários relés. O ponto é que
interrompidas? Hoje há funções em relés que integram essas capacidades interrompidas e no sistema CEMIG há poucos reles com esta funcionalidade, outro aspecto a considerar na utilização da função destes
quando atinge um limite é emitido um alarme. Essa função é utilizada na CEMIG?
relés é que as informações não ficam em uma base unida, mas distribuída. podendo dificultar eventuais estudos e
planejamento da manutenção.
A nova metodologia interferiu/modificou a relação e periodicidade de
ensaios/manutenção preventiva?
Sim, interferiu na periodicidade da manutenção preventiva por numero de operações automáticas, pois com esta
metodologia proposta é possível abrir as câmaras dos disjuntores em um momento ótimo e não mais de maneira
precoce. As mudança de outras atividades de manutenção preventiva dependem de outros fatores relativos ao plano de
manutenção e desempenho de equipamentos.
Que ensaios são realizados no óleo hidráulico dos disjuntores?
Os ensaios de verificação de performance. tempo de operação; carregamento de bomba, consumo etc, alem destes são
realizadas amostras para ensaios físico químicos no óleo isolante
Grupo : GMI
Título : 2820 - SISTEMA DE TESSUPORTE (STS)
Autor : FLÁVIO COSTA BIANCHI Empresa :BCM
PERGUNTA
Qual a relação deste sistema com os sistemas proprietários de monitoramento?
RESPOSTA
A proposta do sistema STS é uma plataforma flexível para suporte à manutenção. Pretende oferecer uma solução com
baixo custo de implantação e de uso. Além disso oferece uma capacidade de monitoração que pode ser adequada e
reconfigurada com facilidade pelos próprios usuários, juntamente com uma base de conhecimento construída
dinamicamente pelos participantes, cada um contribuindo conforme a sua especialidade.
As funções das UTS não poderiam ser implementadas em sistemas já existentes com UTRs? Podem sim. Em algumas aplicações isso é feito, incorporando as funções da UTS ao software da UTR existente. Isso tem
Quais seriam as principais diferenças?
a vantagem de simplificar mais ainda o hardware necessário e facilitar a aquisição das variáveis relevantes. Por outro
lado, a UTS com hardware independente oferece intrinsecamente um hardware redundante, o que pode ser importante
para a manutenção no caso de falha da UTR. Outra vantagem da UTS independente é a disponibilidade para que esta
possa ser incluída, removida ou reconfigurada com a segurança de não estar se mexendo no software/configuração da
UTR instalada e em operação.
Grupo : GMI
Título : 2670 - SUGESTÕES PARA UMA NOVA VERSÃO DA NR 10
Autor : VITOR COUTO CAVALCANTI Empresa :ELETRONORTE
PERGUNTA
A principal polêmica no setor elétrico se refere ao trabalho com no mínimo 2 pessoas pois
existem atividades operacionais sem risco do tipo, inspeção visual, termovisão. Qual a sua
opinião sobre o assunto?
RESPOSTA
Concordamos com a afirmação efetuada na pergunta, o item 10.7.3 é o mais polemico da NR 10 e acreditamos que item
de simples Inspeção Visual possa ser realizado por um unico trabalhador, mas para isso é necessario a discussão com o o
MTE sob pena de aplicação de multas.
1 - O tempo para treinamento dos cursos básicos complementares não estão grandes? 2 Foi criada uma indústria para esses treinamentos, muitas vezes sem qualidade. Questão de
zona de risco confundem com a distância de segurança, como resolver? 3 - Como
combater engenheiros e técnicos que não são da área elétrica realizar trabalhos no SEP?
R1 o Tempos dos Cursos Basico, Complementar e Reciclagem na Eletronorte tem atendido as expectativas dos
treinandos e Instrutores. R2 Infelizmente temos alguns Cursos da NR 10 que são tipo Linha de Produção oferecendo uma
qualidade bastante duvidosa, fora os casos de Certificados e Diplomas falsificados. Acreditamos que o Ministerio do
Trabalho junto com o Ministerio da Educação devam fazer Normas especificas sobre o assunto, inclusive o registro de
Instrutores e Empresas que ministrem estes Cursos que podem ser feitos nas SRTE, como eram feitos o registro de
Instrutores dos Cursos de CIPA nas DRT há cerca de 20 anos atras, ou no proprIio CREA, com a aplicação da Lei 6496/77
com registro da ART por cada Curso ministrado. R3 Os Engenheiros e Tecnicos que não são da area Eletrica mais que
possuam Capacitação nos termos da NR 10, Habilitação com registro no CREA e Autorização dada pelo responsavel
Tecnico da empresa naquela Instalação podem realizar as atividades previstas dentro das suas atribuições profissionais
Para o profissional que tem NR10 - básico e SEP (Total 80 horas) precisa de uma única
reciclagem ou uma para o básico e outra para o SEP?
O Curso de Reciclagem é unico , devendo ser feito de forma diferenciada e com Conteudo Programatico diferente para
as empresas que não são do SEP, portanto so é necessario que seus trabalhadores façam o Curso Basico e para as
empresas que são do SEP, que alem do Curso Basico tem de fazer o Curso Complementar.
Parabenização do trabalho. Focou-se bastante no Engenheiro Eletricista, e o Engenheiro
mecânico?
Obrigado. O Engenheiro Mecanico tal qual o Engenheiro Eletricista pode ministrar o Curso de NR 10 se tiver Curso de
Instrutor e na area de Engenharia Mecanica. Se o Engenheiro Mecaniico for tambem Engenheiro de Segurança do
Trabalho poderá ministrar todo o Curso.
O treinamento de primeiros socorros é exigido em várias NRs, entretanto um único
O treinamento de Primeiros Socorros e Prevençaõ e Combate a Incendios esta previsto desde a primeira versão da NR
treinamento não é válido para as várias NRs, sendo necessário em muitos casos que o
10 em 1978, portanto há 35 anos. Ao longo dos tempos foi necessário em outras NR ter tambem treinamento de
mesmo trabalhador faça várias vezes o treinamento em primeiros socorros. Há alguma
Primeiros Socorros, acredito que um Grupo de Trabalho compostos por representantes do Ministerio do Trabalho,
sugestão do autor para solucionar esta necessidade da repetição do referido treinamento? Universidades Publicas, Centrais Sindicais e Confederações Sindicais, bem como Confederações Patronais possam
viabilizar um Curso padrão de Primeiross Socorros, hoje mais conhecidop como Suporte Basico de Vida - SBV que
atendam todas as NRs inclusive a NR 5 - CIPA.
O profissional engenheiro eletricista e de segurança de trabalho precisam participar dos
curso NR10 Básico e Setor Elétrico de Potência?
A NR 10 não exclui nenhuim profissional seja ele Engenheiro Eletricista, qualquer modalidade de Engenharo e ate
mesmo Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho. O argumento do Grupo Tecnico e que todo e qualquer
profissional deva ser constantemente treinado, dentro do enfoque de Educação Continuada e que sempre pode ser
apreender onde estiverem reunidos profissionais com exdperiencia no assunto de Eletricidade.
Como a Eletronorte considera a situação de CIPA em subestações ou instalações onde
existem 5/10 colaboradores? Existe alguma discussão sobre isso?
A Eletronorte considera importantissima a participáção da CIPA no processo de discussão dos trabalhos realizados em
areas onde existem poucos trabalhadores, sendo feito um rodizio entre os mesmos para se ter um representante
designado respondendo pela CIPA e participando das reuniões mensais, Curso de Treinamento para CIpistas e da SIPAT
Todo engenheiro eletricista pode ministrar treinamento de NR-10, ou somente os que
tenham pós-graduação em Engenharia de segurança?
Todo Engenheiro Eletricista que tenha feito Curso de Formação de Instrutor da NR 10 pode ministrar os Cursos de
treinamento de NR 10 BASICO, COMPLEMENTAR E RECICLAGEM, nas areas afetas a Engenharia Eletrica não podendo
ministra a parte afeta area de Segurança e Saude do Trabalho, a~não ser que seja tambem Engenheiro de Segurança do
Traballho
O curso de Reciclagem da NR 10 não tem carga horaria especificada podendo ser ministrado em 40horas, 24 horas ou
mais ou menos horas de acordo com a necessidade da empresa. A Eletronorte definiu que os seus Cursos de Reciclagem
teriam 40 horas a fim de melhor capacitasr os seus funcionarios
40 horas para um curso de reciclagem existe alguma exigência ou poderia ser reduzido
para 24hs?
Qual o critério para definir o conteúdo presencial e ensino à distância?
Adotamos o criterio para definição do conteudo EAD o que uma leitura criteriosa com um bom material didatico
possibilitasse ao treinando o perfeito entendimento dos itens estudados. Quanto a parte PRESENCIAL foi adotado o
criterio que a presença do Professor, Instrutor fosse fundamental para o endentimento, alem de assuntos em que
estivessem enviolvidas a Parte Pratica, Estudo de Casos, Analise de Acidentes, servindo eventualmente ate mesmo para
sanar duvidas exiostentes.
No aspecto comportamental vocês estão trabalhando? Ato Inseguro ou Condição
insegura?
A parte dos Aspectos Comportamentais é sempre que possivel ministrada por Psicologos e/ou Pedagogos devidamente
treinados nos aspectos relacionados a Saude e Segurança do Trabalho, que abordam os Conceitos de Atos e Condições
Inseguras pois eles ains são muito utilizados no dia a dia, mas ressaltem que os mesmos estão sendo abasndonados
atualmente.
Tal como o Engenheiro Eletricista se fizer Curso de Instrutor e tiver experiencia de atuação em campo poderia dar o
Curso na area Eletrica, a area de Segurança continua afeta ao Engenheiro de Segurança do Trabalho
Técnico eletricista pode dar curso de NR10?
Hoje em dia é muito comum a figura do mantenedor de instalações de geração, no qual
ficam sozinhos durante o horário comercial nas Usinas. Qual a sua interpretação dessa
situação a luz da NR-10 e da revisão proposta?
Este é o ponto mais polemico da NR 10 trata-se do item 10.7.3 Os serviços em instalações elétricas energizadas em AT,
bem como aqueles executados no Sistema Elétrico de Potência - SEP, não podem ser realizados individualmente..
Exstem varias discussões nas empresas sobre o assunto. Acredito conforme mencionado na nossa Palestra que este item
deve ser discutido diretamente com o Ministerio do Trabalho, SRTE, FUNDACENTRO, GRUPO ELETROBRAS, CEPEL,
ELETRONORETE e outras Concessionarias.
Como fica a questão da responsabilidade civil e criminal na administração de primeiros
socorros e aplicação de defibrilador em caso de óbito?
O item da Responsabilidade Civil e Criminal é enfatizado nos Curso de NR 10 BASICO, COMPLEMENTAR e na
ELETRONORTE tambem no Curso de RECICLAGEM. Quanto ao item Desfribilador, ele é mencionado, mas ainda não
tivemos a oportunidade de fazermos uma aula pratica com todos os Treinados dos Cursos da NR 10. Hoje em dia é
obrigatoria a presença do Desfribilador nos Estadios de Futebol, seria importante na elaboraçãode um Curso unico de
Primeiros Socorros / SBV que o grupo tecnico discutisse esse assunto tambem
Grupo : GMI
Título : 2954 - UTILIZAÇÃO DE FIO SINTÉTICO EM TRABALHOS COM INSTALAÇÕES ENERGIZADAS
Autor : ALEXANDRE MANOEL DE MEDEIROS BORJA GOMES Empresa :CHESF
PERGUNTA
RESPOSTA
Parabéns pelo trabalho. 1 - Como a área de segurança encarou a utilização de um método Como ainda estamos na fase de desenvolvimento, o pessoal da segurança ainda não foi envolvido. No entanto, temos
pioneiro (não normatizado)? Apoiou? 2 - Quais as normas utilizadas como base, além de
boa normatização sempre acompanhada do aval da segurança. Nos testes feito para desenvolvimento, tomamos as
trabalhos práticos?
devidas medidas de controle dos riscos.
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GMI - XXIII Seminário Nacional de Produção e Transmissão de