EDITORIAL
práticas ambientais, a instrumentos musicais tradicionais,
até à dança. A meio da tarde a Igreja no centro da aldeia
vira palco para concertos mais calmos, fundamentalmente
instrumentais. A tarde encerra sempre com concertos no
Palco Pôr-do-Sol.
Estamos de volta com o Salva a Terra - Eco-Festival de
Música pelo CERAS, coorganizado pela Quercus - núcleo
de Castelo Branco, pelo projecto musical Velha Gaiteira
e pelo Município de Idanha-a-Nova, com o fundamental
apoio da União de Freguesias de Salvaterra do Extremo e
Monfortinho, e de toda a sua população!
Ao nível dos workshops e oficinas, tentamos sempre que
estes tenham uma vertente ambiental e de consciencialização, esperamos assim contribuir para uma mudança
efectiva nas práticas e nas mentalidades de quem vem ao
Salva a Terra.
O Salva a Terra é um Eco-Festival bienal, que vai para a sua
terceira edição e uma vez mais, as receitas obtidas com os
bilhetes e com os bares revertem efectivamente a 100%
para o CERAS, fazendo do Eco-Festival Salva a Terra o seu
principal mecenas.
O CERAS, Centro de Estudo e Recuperação de Animais
Selvagens de Castelo Branco, funciona exclusivamente
com trabalho voluntário desde 1998 e já recebeu mais
de 2100 animais selvagens, (contando com uma taxa de
recuperação positiva de 64% de animais devolvidos à
natureza), ajudando assim a colmatar, voluntariamente, um
papel que, na nossa óptica, caberia legalmente ao Estado
Português na defesa, preservação e recuperação efectiva
da Biodiversidade.
O mesmo se passa com os workshops de música e de
dança, procuramos a preservação e conhecimento do
mundo rural, do universo pastoril, as antigas danças e os
instrumentos tradicionais portugueses.
oficinas e pequenos concertos. Para além disso a população Sabemos que a informação é a chave para a mudança e,
residente tem direito a bilhete gratuito com acesso a todas nesse sentido, sempre fizemos por ter palestras e apresentações várias no festival, porém este ano pretendemos ir
as actividades do festival.
mais longe e debater também as “ecologias humanas”. Para
tal, organizamos as “Conversas ao Pôr-do-Sol”, um ciclo
Logo pela manhã começam os workshops de Yoga, de Tai
chi chuan e de Chi Kung, paralelamente começam cedo as de conferências com um painel de grandes especialistas.
Com a edição de 2013 conseguimos angariar fundos para
actividades para as crianças, desde peças de teatro infantis, As temáticas a debater nas tardes de conferências do Palco
recuperar 400 animais, pelo que o Eco Festival Salva a Terra a oficinas para pais e filhos, a permacultura para crianças e Pôr-do-Sol serão as Questões Sociais e o Rumo de Portugal,
a Privatização da Água, Formas de Intervenção Social nas
suporta maioritariamente as despesas de medicamentos e animação variada.
Comunidades, Sustentabilidade, Recursos Naturais e Desenalimentação dos animais.Como tal, em 2013, na primeira
volvimento Humano, Biotecnologia e Segurança Alimentar,
edição do Portugal Festival Awards, o Eco-Festival Salva
O Salva a Terra também é um festival onde se caminha e
Tráfico de Seres Humanos na Europa e no Mundo, entre
a Terra foi galardoado ex-aequo com o Festival Musa se aprende, logo cedo arrancam do centro da aldeia vários
outras.
Cascais, como o Festival mais Sustentável do ano.
percursos pedestres, abrangendo temáticas tão variadas
como a macro a fotografia de natureza, a geologia local,
Esta edição tem várias novidades, como o fado , o tango, e
O Salva a Terra funciona também de numa base de
a fauna e a flora, as antigas práticas sociais e as rotas
o teatro com a estreia do Palco de Teatro, no inicio de cada
voluntariado: toda a organização, artistas, orientadores e
de contrabando, mais tarde começam as visitas guiadas
noite, no centro de Salvaterra do Extremo, peças de teatro
conferencistas vêm pela causa, em troco da sua presença e temáticas à aldeia acompanhadas pelos locais.
em português, e nas manhãs de Sábado e Domingo é tempo
trabalho recebem as despesas de deslocação, alimentação,
estadia e a promoção associada.
Depois do almoço na cantina vegetariana, começam as pal- para teatro dirigido aos mais novos.
Procuramos sempre incluir a população da aldeia na vida do estras e as várias apresentações de livros, começam tamDurante as tardes quentes do Salva a Terra os festivaleiros
festival, quer seja através de percursos pedestres temáticos bém os concertos secretos pelos quintais, ouvem-se pelas
podem refrescar-se no rio Erges, onde vai estar a Yoni
guiados por pessoas de Salvaterra do Extremo, quer seja
ruas o som das gaitas de fole, o rufar das caixas e o bater
Surfboards com 5 pranchas de Paddle-surf ecológicas
através da utilização de alguns quintais para a realização
dos bombos, continuam as oficinas e os workshops, desde
portuguesas!
À noite no palco principal temos sempre três concertos,
seguidos de “Dj’s” convidados. O som é variado, mas maioritariamente virado para a musica do mundo, desde reggae,
a afro-beat, ao Jazz, às fusões e à nova musica tradicional
portuguesa. O festival encerra desde 2011 com um Dj Battle
entre os Padrinhos do Festival: Raquel Bulha (Antena 3 /
Planeta 3) e António Pires, (Jornalista de música), este ano
não vai ser excepção.
Quem comprar o bilhete geral habilita-se a ganhar uma
prancha de Paddle-surf da Yoni Surfboards, edição especial
Salva a Terra, habilita-se ainda a uma entrada dupla para
um outro festival irmão, o L Burro i L Gueiteiro, a par destes
prémios vamos sortear um Boxtove - Fogão para campismo
portátil e ecológico, cabazes biológicos e vales para
workshops da Palombar!
Podemos, sem reservas, dizer que no cartaz do EcoFestival Salva a Terra 2015 figuram alguns do melhores
protagonistas da cena folk e world music portugueses da
actualidade, e relembrar que todos eles (artistas, orientadores e conferencistas) acederam ao nosso convite porque
reconhecem a causa que nos move, percebem e acarinham
a missão de proteger a biodiversidade. A todos eles o nosso
profundo Bem haja!
Da nossa parte, fazemos o Salva a Terra porque acreditamos
que todos juntos podemos mudar e melhorar o mundo,
porque sabemos que através da comunicação, da partilha,
do encontro e da descoberta, podemos expandir, crescer e
celebrar a vida.
E porque a vida deve ser celebrada, a edição deste ano é
dedicada a uma amiga que já partiu, amiga essa que foi
uma incansável voluntária noutras edições do Salva a Terra,
uma amiga que nos marcou e cuja luz do sorriso vamos
lembrar sempre.
Dançaremos contigo, descalços, sob o véu das estrelas!
QUAL É
A MISSÃO
DO
FESTIVAL?
A principal missão do Salva a Terra – Ecofestival de Música
pelo Ceras, é angariar fundos que permita aos voluntários
do CERAS – Centro de Estudos e Recuperação de Animais
Selvagens de Castelo Branco, continuar a desenvolver e melhorar o seu trabalho, através da aquisição melhores meios
para recuperar um número crescente de animais selvagens.
A funcionar sobre uma base de trabalho voluntário desde
1999, o CERAS já recuperou mais de 2100 animais selvagens, tendo uma taxa de cerca de 64% de animais recuperados e devolvidos à natureza.
Pretendemos também incrementar os valores da solidariedade, da cooperação e do voluntariado, incutindo nos participantes uma consciencialização ambiental e solidária, tendo
sempre como pano de fundo a conservação e defesa da vida
silvestre.
O QUE É
O CERAS?
O Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens
(CERAS) é um projecto do núcleo regional de Castelo
Branco da Quercus, com o apoio da Escola Superior Agrária
de Castelo Branco (ESACB), o eco-festival Salva-a-Terra, e
outros mecenas, e tem como principal objectivo recuperar
animais selvagens debilitados e devolvê-los ao meio natural.
O CERAS também colabora com vários projetos nacionais
na receção de cadáveres para estudos, necropsia e colheita
de amostras. Paralelamente desenvolvem-se outras actividades, como acções de formação e de educação ambiental
e estudos nas áreas de veterinária e biologia. O CERAS tem
as suas instalações na Escola Agraria de Castelo Branco, e
funciona essencialmente graças ao trabalho de voluntários
e estagiários. Em 2014 o CERAS recebeu duzentos e oitenta
animais. A maior afluência de animais deu-se nos meses
Maio, Junho, Julho, e Agosto. Os animais que deram entrada
no CERAS eram provenientes dos distritos de Castelo Branco
(72%), Portalegre (18%) Santarém (7%); e 3% com outra
origem. As entidades que entregaram o maior número de animais foram o SEPNA (40%), os particulares (31%), o ICNF
(16%), e a Quercus (7%). As aves constituíram a grande
maioria dos animais que deram entrada (87%), seguido doa
mamíferos com 9% e os répteis com 2%. Dentro da classe
Aves, no 2014 destacam-se os Accipitriformes com um 31%
dos ingressos no CERAS no 2014, sendo que 23% são rapinas
diurnas, e 8% são espécies necrófagas, nomeadamente abutres. No que diz respeito a espécies com estatuto de ameaçadas do Portugal continental (CR, EN, VU) verificou-se um
número similar ao ano anterior, correspondendo a 6% dos
animais entrados em 2014 com um total de 18 espécimenes.
As principais causas de ingresso de animais no CERAS foram
os traumatismos (35%, resultantes de tiros, atropelamentos,
colisões com cabos e vedações, etc.); seguido pelas quedas
do ninho (30%), e o cativeiro ilegal (8%). A electrocução,
o envenenamento e os juvenis desorientados correspondem
a 6% cada um. A debilidade Relatório CERAS 2014 5 geral
corresponde a4%, e outras causas 3%. Em 2014, apenas
um 1% dos animais que deram entrada no CERAS foram de
causa desconhecida Em 2014 verificou-se uma taxa de recuperação de 64%, o que significa um aumento em relação
a anos anteriores. Foram desenvolvidas diversas acções de
educação ambiental, acções de sensibilização ambiental e
workshops que envolveram essencialmente a população da
região de Castelo Branco. O CERAS colaborou ainda com
diversos projectos de investigação, sobretudo relacionados
com a conservação da Natureza
DONATIVOS
E PORQUE NÃO
APADRINHAR UM ANIMAL?
E APOIOS
O SEU CONTRIBUTO PODE FAZER A DIFERENÇA !
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A Quercus é uma organização não governamental sem fins lucrativos de utilidade pública.
Faça um donativo , dedutível em termos fiscais.
Pode contribuir com dinheiro , materiais ou equipamentos.
Contacte-nos para mais informações.
Os centros de recuperação da Quercus são mantidos em funcionamento com a ajuda sobretudo de voluntários que contribuem com o seu trabalho e boa vontade.
O trabalho nestes centros exige das pessoas que o realizam com
um nível de compromisso muito elevado, e a manutenção dos
animais no centro durante a sua recuperação é um processo que
tem custos elevados.
É com a ajuda dos padrinhos e, com o seu contributo, que
podemos realizar o nosso trabalho de uma forma mais eficiente,
com mais e melhores meios.
O QUE É O
O QUE RECEBEM OS
APADRINPADRINHOS EM TROCA?
HAMENTO?
VOLUNTARIADO
COMO PARTICIPAR?
O apadrinhamento de
um animal é uma forma
original de conhecer e
colaborar na preservação
de diferentes espécies de
fauna selvagem.
O padrinho torna-se desta
forma um membro activo
na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.
Pode apadrinhar um animal através de uma contribuição financeira, basta
para isso entrar em contacto com cada um dos
centros de recuperação.
Saiba aqui como pode colaborar nas diferentes actividades e projectos da Quercus em
Castelo Branco.
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O voluntariado é uma forma cívica de contribuir activamente para um melhor
ambiente.
O voluntariado torna as pessoas mais informadas,integradas,competentes,co
nfiantes capazes e actualizadas.
Ser voluntário na Quercus é ajudar a associação, a sociedade e o ambiente
Os únicos requisitos para ser voluntário são empenho, responsabilidade e
algum tempo livre.
Qualquer pessoa, de qualquer idade e formação, pode ser voluntário.
VOLUNTARIADO
NO HOSPITAL DE FAUNA
SELVAGEM (CERAS)
• Acções de florestação e restauro de ecossistemas
• Participação em censos e outros estudos
• Acções de educação ambiental
A SUA AJUDA
É FUNDAMENTAL!
Em Castelo Branco pode participar em diversas iniciativas de
caracter pontual ou em actividades e projectos ao longo do
ano.
Estas iniciativas podem ser tão diversas como apoio administrativo na sede da associação a actividades em contacto com
a natureza.
Velha Gaiteira
Velha Gaiteira nasceu no
Paúl (Beira Baixa) com o
intuito de divulgar a gaita
de fole transmontana e as
percussões tradicionais da
Beira Baixa. É um projecto
de raiz tradicional cujo repertório serve como hom-
enagem a todas as velhas
gaiteiras que mantêm viva
a música enquanto veículo
de comunicação e expressão
cultural e identitária. Os
seus temas originais partem
deste universo rural e pastoril para um novo caminho
• Um certificado de apadrinhamento
• Informação da evolução da recuperação do seu animal
• Poderá assistir à sua libertação
quando chegar a altura de o devolver ao meio natural
• Uma fotografia do seu afilhado
desbravado todos os dias ao
som da gaita, da caixa, do
bombo e dos adufes.
Formou-se em Junho de
2007 e, após algumas alterações, apresenta-se com
esta formação desde Agosto
de 2008. Pelo meio, actu-
ações um pouco por todo
o país e nos mais diversos
eventos. De salientar a
primeira internacionalização
do grupo em Dezembro
de 2007/Janeiro de 2008,
numa visita à Irlanda, onde
tiveram oportunidade de
participar num programa
da Balcony Tv (Dublin),
tendo sido nomeados para
o prémio Best International
Act 2007.
Desde então, a Velha
Gaiteira marcou presença
em grandes eventos portugueses. De destacar o Festival MED, Andanças, Chocalhos – Festival Caminhos
da Transumância, Festival
Tribal, Festa do Avante!, L
Burro I L Gueiteiro, Projecto
Megafone e Boom Festival.
Os Velha Gaiteira já se
apresentaram em Espanha,
em França, na Irlanda, em
Cabo Verde, na Eslovénia, no
Brasil e no Canadá, dando a
conhecer um pouco mais da
cultura portuguesa através
de instrumentos como a
gaita de fole, a caixa, o
bombo, os adufes e o pífaro
pastoril.
Estiveram também presentes no V World Congress
of Folk Art (IOV) e no VII
International Festival of Traditional Music “SOUNDS OF
EURASIA”, que se realizou
em Ulan-Ude na República
da Buriácia na Federação
Russa.
Organiza desde 2009 o Festival de Música pelo CERAS,
que, em 2011 se mudou
para Salvaterra do Extremo,
ganhando assim o nome de
Ecofestival Salva a Terra.
TARDE (Palco Pôr do Sol) 18:00H
ABERTURA OFICIAL
DO FESTIVAL SALVA A TERRA 2015
Búfalo Sentado
Começou a passar som nas festas de liceu em Macau corria o ano
de 1997. Membro e fundador do colectivo Riddim Culture Sound
desde 2004. Percorre o país de norte a sul, passa pela europa de
quando a quando e vive entre Lisboa e Luanda nos últimos anos.
O gosto é apurado e a fusão de estilos e ritmos é ecléctica. Uma
ode à música negra, à dança da revolução e à palavra consciente.
Daqueles sets de fazer dançar a mais céptica das almas.
CONCERTOS
TARDE (Palco Pôr do Sol) 19:00H
CONCERTOS
André Oliveira
André Oliveira – Oliveira Beatbox, oriundo de Idanha-a-Nova, tem já
dadas provas do seu valor e originalidade.
Vencedor do Campeonato Nacional Beatbox - PBB 2013 e 2014, é
actualmente detentor do título de campeão nacional de beatbox.
Participou recentemente no campeonato do mundo em Berlim, onde
representou Portugal num grupo de 90 beatboxers.
Um espectáculo de beatbox a solo e beatbox com loopstation, denota uma estruturação performativa que atravessa Drum and Bass,
Dubstep, House, Kizomba, Jazz, Hip Hop, Trance e claro, o seu
próprio estilo. «Durante o meu percurso de aprendizagem de sons,
muitas vezes inspirava-me na natureza para tentar criar novos sons.
Provavelmente se tivesse vivido numa cidade muito teria sido diferente. Pegando neste mote, gostaria imenso de o desenvolver com o
público. O Salva a Terra será o primeiro festival em Portugal a ter um
workshop de Beatbox nestes moldes.» (André Oliveira)
MK Nocivo
Jorge Rodrigues, aka MK Nocivo veio acordar o mundo adormecido
do rap em Trás-os-Montes. Começou a produzir e a escrever em
Maio de 2004 e desde então já editou 5 trabalhos originais, tendo
participado também em inúmeros trabalhos e compilações como
MC/Produtor.
As suas letras falam força de vontade, das dificuldades em singrar
no interior do país, da crise, do desemprego, das poucas oportunidades que são facultadas aos jovens, da emigração, do abandono
da linha do Tua, do fecho das escolas primárias e de muitas outras
temáticas sociais.
Por nos identificarmos com o seu ritmo e discurso, na tarde de Quinta-feira, 2 de Julho, no Palco Pôr-do-Sol, tem a palavra MK NOCIVO!
Birds are Indie
NOITE (Palco Terra) 22:00H
CONCERTOS
Os Búfalo Sentado fazem uma música de uma urbanidade inquieta,
reinventada. Uma contemporaneidade urbana que insiste em transformar o Si¬-Mento (folha sonora condensada) em terra batida,
nesse groove plantar as sementes da imaginação e colher a revolta
do espírito.
Entendem a sua música como Roots Folk Contemporâneo, temperado com uma mão cheia de poesia abstracta, orgânica, à procura
de sentidos.
Búfalo Sentado é um concerto para se ver de pé!
DIA
3
Gapura
TARDE (Igreja)16:00H
CONCERTO
Ai!
Se se procura o estilo cigano, flamenco, ska, manouche, música
balcânica, reggae ou afro beat, encontra-se todos eles em Gapura.
Na sua multiplicidade de influências, Gapura encontra o seu género.
Dificíl de enquadrar num estilo, por ser uma mistura tão grande de
tantos, esta banda encontra agora um espaço na música do mundo
em Portugal.
Numa formação marcada pela presença dos instrumentos de sopro
e guitarras acústicas, que lhe dão uma sonoridade tão particular,
sente-se às vezes a presença de elementos inesperados como o
didgerido ou a kalimba.
O grande objectivo é sempre conseguido. Agarrar o público e levá-lo
sem qualquer resistência para a festa que é Gapura.
Qualquer espaço é o espaço certo. Seja em formato acústico ou
amplificado, a transmissão de energia é indiscutível.
Com um currículo que passa pelo Festival 15 de Agosto na ilha de
Santa Maria, Meo Out Jazz, o Festival Faz Música Lisboa, Festival 5
Elementos em Oeiras, ou o Festival Artem em Lisboa, assim como
a internacionalização desta nova sonoridade em terras madrilenas,
os Gapura prometem sempre e cada vez mais um bom espectáculo
em qualquer casa.
OCO
Formados em 2004, têm criado sonoridades experimentais, ritualistas e intemporais dos quatro cantos do mundo. A quantidade de
referências e a mistura de sons é tão particular que não se encaixa
num género ou numa área geográfica.
No ano em que comemoraram 10 anos de existência, editaram o seu
3º álbum “Beyond Dust and Bones”, uma expedição sonora que une
o ancestral e o moderno, o Ocidente e o Oriente.
Uma viagem sonora ímpar pelo mundo dos OCO, Quinta-feira, 2 de
Julho, no Palco Terra.
Birds Are Indie nasceram entre um rapaz e uma rapariga, de Coimbra, que se apaixonaram há mais de 17 anos.
Começaram a fazer músicas no início de 2010 e editaram dois
EPs pela netlabel Mimi Records e outros dois em nome próprio.
Finalmente, em 2012, é lançado o primeiro LP ‘How Music Fits Our
Silence’ e, em 2014, ‘Love Is Not Enough’, ambos pela Murmürio
Records.
Já tocaram por todo o país e um pouco por Espanha, mas continuam
a ser um projecto absolutamente descomprometido e nada virtuoso.
Agora, com um amigo de longa data, o mais importante persiste,
ainda: o amor e uma pop íntima e sincera, baseada em canções
que umas vezes nascem alegres e outras vezes tristes, consoante
ditam os dias...
S E X TA
qu inta
DIA 2
AYALA
TARDE (Pôr do Sol) 18:00H
CONCERTOS
Ai! é um projecto de pesquisa e recriação da música portuguesa
de tradição oral, trazendo ainda para o seu repertório alguns temas
medievais.
Apresentou o seu disco de estreia em Novembro de 2013, considerado pela Antena 1 como um dos cinco melhores editados nesse
ano em Portugal.
Em 2014 realizou diversos concertos, dos quais se destacam as
apresentações no Festival MED de Loulé e no Festival de Músicas
do Mundo de Sines.
Ai! inicia agora uma nova fase. Aos fundadores, César Prata e Suzete
Marques, junta-se o percussionista Tiago Pereira, juntos têm apresentado “Canções de Trabalho”.
TARDE (Quintal da Fafá) 16:00H
CONCERTO
Albaluna
Albaluna apresenta-se em 2010 em jeito de renascimento de um
projecto desenvolvido desde 2008, Midgard, fruto de encontros em
terras raianas, castelos roqueiros e rios de água fresca. Conjugando
instrumentos tradicionais de diversas partes do mundo com outros
mais contemporâneos, surgem reinterpretações de repertório nacional e internacional, bem como criações originais que vão moldando o corpo deste projecto.
Albaluna é uma criação artística que expõe um ser culturalmente
contemporâneo. Com ambientes evidentes do folk, rock progressivo
e funk, o projecto absorve e funde de modo singular e vivaz identidades sonoras de diversos pontos do espaço e do tempo da nossa
Terra cultural. Com a apresentação da sua música original “Anascer”
em BalconyTV (Lisboa), foram considerados “Show of the day”, a
nível internacional.
El Rupe
El RUPE é um trio que, na sua essência, procura reflectir e redescobrir-se a si próprio na criação de novas texturas, sendo a intensidade
sonora parte fulcral da sua composição musical.
Com uma forte componente melódica, a sua música tanto se revela
frágil e capaz de exprimir suaves e delicadas intimidades, como se
transforma em algo mais cru e sagaz.
EL RUPE é uma banda a descobrir.
NOITE(PAÇOS DO CONCELHO) 22:00H
CONCERTO
Laureana Geraldes
NOITE DE FADOS
Laureana, nascida no seio de uma família ligada à música e à dança,
cedo começou a dar os primeiros passos na música começando por
cantar o seu primeiro fado aos 8 anos.
Desde os oito anos deixou o Fado um pouco de lado porque achava
que ainda era muito nova para cantar alguns dos temas mais profundos que o Fado contava e conta, achava que era preciso mais
maturidade e experiência.
Aos 24 anos emigrou para Madrid e aí os convites foram sendo
cada vez mais frequentes, atualmente canta todas as semanas em
restaurantes portugueses, bares e em diversas salas, sobretudo em
Espanha e Portugal.
O repertório é bastante diverso e amplo, fazendo um percurso desde
o fado mais tradicional aos fados mais atuais.
Laureana pretende continuar a crescer no mundo do fado pois é
neste estilo que se sente imensamente completa e feliz.
Cantar Fado é cantar a saudade que vem da alma...
Alice Selecta(DJ) Sandro Norton
Dorahoag
Os Dorahoag são uma banda portuguesa que nos transporta numa
viagem pela música do Mundo, focado na expressão de instrumentos
de cordas da Europa, Ásia e do Médio Oriente.
Das várias influências podemos destacar os ritmos e melodias dos
Balcãs, da Península Ibérica e do Afeganistão. Assim nascem composições originais inspiradas em diferentes tradições e culturas com
um toque de modernidade e frescura.
A fusão entre sons ancestrais e modernos é a proposta dos Dorahoag. As composições são cantadas e instrumentais, tocadas em
Rubab Afegão, Santur Persa, Saz Baglama, Lavta de Istambul, Guitarras e Percussões.
Durante 2014 a banda esteve em digressão em diferentes festivais e
salas de espetáculo, a promover o primeiro EP “Esperanto”, editado
em 2013.
Agora, em 2015, a banda lançou um novo álbum: “Silk Road”, que
reflete a energia e a sensibilidade da banda.
Os Dorahoag apresentam-se ao vivo no Palco Terra, na noite de
Sexta-feira, 3 de Julho!
Zeca Medeiros
José Medeiros, músico, compositor, actor e realizador, conhecido
também no meio artístico por Zeca Medeiros, nasceu no dia 9 de
Dezembro de 1951, em Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel,
Açores.
Zeca Medeiros é senhor de uma das mais magníficas vozes da
música portuguesa. Uma voz imensamente rouca, expressiva e
romântica!
Zeca Medeiros ao vivo com alguns convidados surpresa num concerto intemporal.
Galandum
Galundaina
“Hecha-te al baile
Que te quiero ber beilar
Saltar i brincar
i andar por l aire”
Estes son ls Galandum Galundaina ne l Ecofestival Salva a Terra
2015!
Grandes senhores da música de “Tierras de Miranda” num concerto
a não perder.
Beni todos que la fiesta bai a ser bien buona!
Alice Selecta estudou piano e teoria musical dos 8 aos 18 anos. Foi
realizadora e locutora de rádio logo aos 16. Entregou o corpo ao
manifesto do teatro de 2000 a 2005. Pinta desde os 18 anos.
Estudou Direito e chegou a exercer advocacia criminal. Escreve para
revistas sobre música, arte, lugares e cultura.
Foi editora da Dif. Ecléctica por natureza e formação, Selecta Alice
nasceu da espontaneidade e do amor pela música. Mulher de muitas
canções e discos, começou a ser convidada para animar festas privadas de amigos e afins. A energia espalhou-se e a cestinha de palha
cheia de maravilhas em formato de discos começou a ter aparições
públicas.
Hoje é uma das impulsionadoras da World Music em Dj set em
Portugal, tendo já contagiado multidões em festivais como o FMM
Sines, o Boom Festival, OutJazz, entre outros. Os sons de África,
Balcãs, América Latina, Índia e outras sonoridades como o Reggae,
Hip Hop e Dub fazem parte dos seus sets marcadamente ecléticos.
World Beat.
Música do mundo em estado puro ou fusionado. Uma celebração do
ritual da dança e das raízes de cada cultura.Uma fusão de energias
entre o público e ela.
Sandro Norton, nasceu no Porto a 9 de Dezembro de 1978. Desde
cedo mostrou as suas aptidões musicais e desenvolveu interesse
especial pela guitarra.
Arquitectou vários projectos de jazz, a solo ou com outros músicos,
que o levou a tocar em diversos palcos e festivais, em Portugal e
por diversos países da Europa tais como Espanha, França, Itália,
Holanda, Noruega, Inglaterra e Suécia.
É uma das figuras do mundo reconhecidas pela mestria em guitarra
percussiva.
Sandro Norton a solo num concerto intimista.
NOITE(PAÇOS DO CONCELHO) 22:00H
CONCERTO-EXIBIÇÃO
“Al otro lado del río”
TARDE(Palco Pôr do Sol) 18:00H
CONCERTO
LAVOISIER
LAVOISIER é formado por Roberto Afonso e Patrícia Relvas, que
nasce com a necessidade interior de criar um diálogo, onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível. A estadia
em Berlim entre 2009 e 2013 criou-lhes um novo olhar e, com a
distância, chegou a inevitável “saudade”. Depois de consolidar conceptualmente o projecto na antropofagia adoptada pelos Tropicalistas brasileiros nos anos 70, o primeiro passo para a sua aproximação
à música tradicional portuguesa teve origem no trabalho de recolha
musical, levado a cabo por Michel Giacometti e Fernando Lopes
Graça. Foi através desses registos que se apaixonaram pelo canto do
povo português e conheceram as suas maiores fontes de inspiração
que são, afinal, as suas próprias raízes. E foi com esse espírito que
começou a jornada de Lavoisier, rumo a uma maior percepção da
essência musical, onde a dualidade liberdade/responsabilidade é
inerente à célebre frase: “Na Natureza nada se perde, nada se cria,
tudo se transforma...”.
Macaco Egoísta
DIA 4
SÁBADO
NOITE (Palco Terra) 22:00H
CONCERTOS
(SÁBADO) 22:00H
(SÁBADO)
MANHÃ (Igreja)11:00H
CONCERTOS
Margarita Ronco e Franco Dall’Amore são um duo argentino que ira
interpretar musica tradicional argentina , o Tango .Durante o concerto será realizada uma exibição de Tango Argentino pelos bailarinos
Florencia Gil Bilbao e Hamilton Santos.
Margarita Ronco - Cantora, musicoterapeuta, professora de música
e fiel entusiata de Tango como dança. Nasceu em Buenos Aires,
República Argentina, filha de mãe cantora e pai actor. Margarita iniciou os seus estudos musicais desde pequena com o canto e a guitarra. Durante a sua adolescência estudou piano com as prestigiadas
professoras Belmira Reimbault e Margarita Cheein. Por esses anos
começou a bailar Tango com as professoras Mercedes Le Bozec e
Andrea Ramírez. Graduou-se como Musicoterapeuta na Universidade
de Buenos Aires e formou-se como professora no Instituto Santa Ana
e San Joaquín, como também ne Escola de Música Popular de Avellaneda. Estudou canto com as reconhecidas professoras e cantoras:
Laura Hatton, Sandra Luna e Lidia Borda.
Franco Dall’Amore- “Guitarrista, musico nasceu na Cidade de Córdoba, Argentina. Ingressa na Escuela de Músicos “La Colmena”,
formando-se em harmonia, improvisação, arranjos, e múltiplos géneros musicais (jazz, rock, folklore latinoamericano, etc.) com Titi
Rivarola, Horacio Burgos, Germán Náger, Diego Clark, Luis Lewin,
entre outros. Formado também na Universidade Nacional de Córdoba na Licenciatura de Composição, orientada a música académica
europeia. “
NOITE (Palco Terra) 22:00H
CONCERTO
Frederico Dinis
Exibição de Bailarinos de Tango Argentino
Começou o seu percurso em 1989 como animador de emissão numa
rádio local, tendo colaborado desde então como DJ e produtor, sempre com o propósito de divulgar as sonoridades mais electrónicas.
Desde então desenvolve o seu trabalho recorrendo a diferentes
formatos, tais como: instalação, performance, teatro, fotografia,
rádio, vídeo, gravações sonoras e obras musicais.
As suas obras sonoras e visuais procuram gerar interpretações
diversas e transportar o público para lugares desconhecidos, e o
seu trabalho tem sido abraçado por museus, salas de concerto e
espaços públicos, nomeadamente: Aqui Base Tango, Casa das Caldeiras, Casa Municipal da Cultura de Cantanhede, ETC.), e por eventos como o Salva-a-Terra - Ecofestival de Música, Freedom Festival,
Paisagens Neurológicas, DRHA - Digital Research in the Humanities and Arts (Londres, Inglaterra). Este ano está ainda previsto o
lançamento do seu terceiro trabalho “fragments of emotions”, com
estreia no Salva a Terra, e já com apresentações previstas para o
Freedom Festival e o Universo Paralello Festival (Baía, Brasil).
O Macaco Egoísta nasce no ano de 2013 por mão de Carlos Raposo,
compositor e autor do repertório da banda. A Ele junta-se um violoncelo e são gravados dois temas, um deles “Respirar”, tema que vem
mais tarde a fazer parte do CD Novos Talentos Fnac 2014. Junta-se
um piano e a formação estabiliza como trio: Carlos Raposo-voz e
guitarra, Rémi Kesteman- violoncelo e Nuno Coelho-piano. Depois
de alguns espectáculos de apresentação do EP de estreia, que tem
como avanço o single Respirar em 2013 e 2014, a banda prepara-se
para a gravação do primeiro Álbum, que é interrompida por mudanças na formação da banda. No final de 2014, com a entrada de
André Areias (piano), a banda lança um novo single que tem como
letra o poema Presságio de Fernando Pessoa, e retoma o trabalho
de estúdio para finalizar o Álbum de estreia. A música deste Macaco
Egoísta apoia-se no folk/rock e, de igual parte, em melodias e ambientes mais clássicos, planantes, e introspectivos. Os temas incidem
sobre a beleza que advém da simplicidade das coisas, no equilíbrio,
nos extremos, na liberdade, e na revolução. Imagens auditivas puras
são a proposta deste trio da cidade Invicta.
Florencia Gil Bilbao- Nasceu em Buenos Aires, Argentina, bailarina professora de tango e de Contact Improvisação. Artista
plástica,cantora e actriz, a mais de uma década que se dedica a
investigar no âmbito da dança e do movimento. No tango formou-se
na Universidade Nacional das Artes (UNA ) e com professores como
Gustavo Naveira, Alejandra Armenti, Daniel Juarez, Chicho Frrumboli
, J. Sepulveda, Aoniken Quiroga y A. Mantiñan. Foi subcampeona
do mundial de tango (subsede-Zona Norte). Realizou exibições em
varias milongas de Buenos Aires, participou em eventos da 2x4, café
Homero y 36 billares entre otros. Em 2015 muda-se de Buenos Aires,
Argentina para Castelo Branco, Portugal com a aspiração de continuar a promover esta linda dança que é o Tango.
Hamilton Santos - Professor e bailarino de Tango Argentino. Licenciado em Ciências do Desporto e com Mestrado em Exercício e
Saúde e em Ensino da Educação Física, foi enquanto estudante universitário bailarino da Companhia de Dança da Universidade Técnica
de Lisboa (CODAPTEC – FMH/UTL). Teve formação inicial em Tango
Argentino com os professores Juan Capriotti y Graciana Romeo, formação essa que foi desenvolvendo em Buenos Aires e em diversos
Festivais de Tango Argentino promovidos na Europa. Em 2006-2011
Integrou a equipa L.E.TANGO (coordenação e direção artística de
Juan Capriotti e Graciana Romeo) como professor e bailarino. Participou em diversos eventos promovidos pela L.E. Tango visando a
promoção e divulgação do Tango Argentino.
Seiva
Os SEIVA descrevem a sua música como folk de identidade portuguesa a mostrar a sua força vital, a misturar a oralidade rural e a
urbanidade.
“Seiva é olhar para dentro para procurar uma raiz cultural e musical
e encontrar alma portuguesa nas canções de trabalho, nas romarias,
nos adufes e pandeiros, nas canções de fé, na força dos bombos que
fazem o coração bater mais forte. Nos ritmos que o tempo ainda não
perdeu mas que se foi esquecendo.
Sentir essa essência na viola braguesa, no cavaquinho, nas gaitas
de fole mas também, no olhar em frente e no desbravar de novos
caminhos, misturando electrónica e electricidade sem pudores nem
purismos.
A nutrir o presente com o vigor do passado para abraçar o futuro.
E lembrar que tudo isto é emoção portuguesa mas, nem tudo isto é
triste e é muito mais que Fado.
Tudo isto é Seiva!”
TARDE (Palco Pôr do Sol) 11:00H
CONCERTOS
DOMINGO
DIA
5
Marafona
MANHÃ (Palco Igreja) 11:00H
CONCERTOS
Frederico Dinis
MARAFONA começou a ser pensada em 2012, dando os seus primeiros passos pela transformação criativa de pequenas ideias em temas
originais de cariz contemporâneo. A boneca ganhou vida própria e
foi-se transformando com irreverência em algo único.
Hoje, cinco músicos assumem o desafio de descrever as personagens presentes na memória da MARAFONA, a boneca de trapos
de Monsanto, insígnia personificante do nosso povo, cantando os
singulares episódios experimentados na sua migração para a grande
cidade de Lisboa.
Podemos assegurar que a MARAFONA não é Folk,não é Fado, não é
Música Erudita, não é Jazz, Rock ou Blues, não é Pop, não é Intervenção, não é Poesia, mas é um pouco de tudo numa canção assumidamente portuguesa, redescoberta nas raízes populares dispersas
pela urbanidade. É por vezes doce,é por vezes dançada, é alegre e
atrevida, mas por vezes num impulso malha com rijeza.
Gaiteiros
de Lisboa
Começou o seu percurso em 1989 como animador de emissão numa
rádio local, tendo colaborado desde então como DJ e produtor, sempre com o propósito de divulgar as sonoridades mais electrónicas.
Desde então desenvolve . Este ano está ainda previsto o lançamento
do seu terceiro trabalho “fragments of emotions”, com estreia no
Salva a Terra
TARDE (Quintal da Fafá) 16:00H
CONCERTO
Os Gaiteiros de Lisboa são para a grande maioria, o grupo mais
emblemático e provocador na reinvenção da música tradicional
portuguesa.
Com uma carreira musical com mais de 20 anos, dizem-se de Lisboa,
mas o seu reconhecimento vai muito além-fronteiras e o seu historial
de concertos e sucessos que fala por si.
Twisted Sisters(DJ)
As Twisted Sisters são uma dupla de Troca Discos feminina com
tendência para fazer festas à séria
Espera-se uma noite com muito * ROCK N’ ROLL * FESTAS TEMÁTICAS * 80’S * DAVID HASSELHOFF * AMOR * CONFETTIS * 70’S *
CAOS * LAP DANCES * GRANDA PINTA * MAIS CAOS * JAGERMEITER
* 50’S * LICRA * EURODANCE OCASIONAL * PLAY * STOP * DANCE *
Teresa Gabriel Terra Livre
Teresa Gabriel começou o seu percurso musical há 13 anos e conta
com inúmeras colaborações (ALAP, Paulo Sousa, Baltazar Molina,
Sara Tavares, Terrakota, Jamie Woon, Orchid Star, Sérgio Walgood,
Ambiens Indages, Íris Lican, Manuel Cintra, Ruben Branco) e com
centenas de concertos em Portugal e Inglaterra (destaque-se Coliseu de Lisboa e Porto, em que fez a primeira parte de Beth Gibbons,
Aula Magna, Vilar de Mouros, Sudoeste, BOOM Festival, Andanças,
Sunrise Celebration, The synergy Project, Contagiarte, etc).
Inspirada pelas viagens, pelos sonhos, e pelo xamanismo – com influências que vão desde Jeff Buckley, até Dead Can Dance, vozes
búlgaras ou música indiana – a sua musicalidade é uma combinação
das suas experiências e aprendizagens, culminando em canções e
temas que são como viagens ou preces, em que a guitarra acústica,
explorada de forma inventiva através de afinações alternativas, sonoridades ricas e acordes fora do vulgar, é como uma segunda voz,
que tece o tapete em que a voz, versátil épica e expressiva, voa.
Podendo ser chamada de “Conscious Music”, a sua música respira
sonho, filosofia, emoções viscerais e transformação – sendo ferramenta de catarse, e de criação consciente.
SÉRGIO WALGOOD
Kanoa
KANOA transporta instrumentos e ritmos, sons naturais e músicas
que nos voltam das raizes, trazendo consigo imagens de vivências de
tantas viagens, migrações antigas e misturas étnicas.
O resultado é uma viagem audiovisual orgânica em que música ao
vivo e cinema documental se fundem em busca de uma arte fortemente enraizada, que vibre em fase com o planeta Terra.
Para ver, ouvir e viajar!
Sérgio Walgood Music está envolvido em vários projectos dentro da
música electrónica e world music, tendo participado em grandes festivais como o ZNA Gathering, Boom Festival 2006/2008/2010/2014,
Hadra festival, Freedom festival, Sónica Festival, etc.
Podem encontrar algumas faixas deste artista editadas em compilações das editoras Ajnavision Records, Groove Technology, Plusquam Recs, Audio Arsham, Quantic Chill Records, Peak Records,
Dark Records, Kagdila, Records e Heart’s Eye Records, Phantasm
Records.
OPAZ
Rosemary Baby
Os Rosemary Baby nasceram em 2012. Bruno Rosmaninho, ex-chef
de cozinha, durante uma viagem à ilha do Príncipe em São Tomé,
pegou na guitarra e começou a tocar os primeiros acordes deste
projecto. Com uma música incluída nesse mesmo ano na compilação
dos Novos Talentos Fnac, este foi o ponto de partida para que este
projecto saísse da imaginação e se tornasse realidade.
A convite do Henrique Amaro, aceitaram gravar o EP “The First
Time” editado pela NOSDiscos em Portugal no ano de 2013. Já
cruzaram palcos com Mishka(Ber), SILVA(BR), Frankie Chavez(PT),
Caravãna Sun (AUS) entre outros, em festivais como Salva- a- Terra,
D’Bandada, NOS em Palco, Arrifana Sunset Fest .
Agora a banda cresceu, reinventou-se e agora mostra ao público a
primeira música daquele que será o seu segundo álbum de originais,
planeado para o verão de 2016 onde quer afirmar-se entre os valores seguros da música nacional.
NOITE (Palco Terra) 22:00H
CONCERTO
Celebrando à volta do fogo sagrado, em harmonia com os ritmos
da natureza, nasceu um novo projecto musical - Terra Livre. Num
caldeirão de sons do mundo, com raízes no reggae/dub, gnawa,
afrobeat, e até soukous, TerraLivre expressa a voz da semente que
quer germinar e crescer, canta o sopro do vento ou a melodia da
água a fluir. Ao ritmo da pulsação da Terra, chegamos ao êxtase da
pura e simples alegria de viver, sem fronteiras, numa “Terra Livre”.
Nação Vira Lata
Nvl, significa Nação Vira Lata, é um coletivo de percussão orientado
por Winga - percussionista da reconhecida banda dos Blasted Mechanism – que se baseia nos ritmos afro-brasileiros e portugueses. Os
sonidos de Nação Vira Lata são efectivamente uma fusão de batidas e pulsões de ordem tribal , hipnótico mas sideral. Um projecto
único , que mistura tradição e contemporaneidade . Os traços de
actualidade são-lhe dados/acrescentados ao vivo pelas percussões
que acompanham as vozes dos cânticos, numa linguagem universal.
Actualmente o grupo está a realizar concertos num formato de trio,
sempre com a energia que os caracteriza, transformando o público
num coro de vozes.
Terrakota
Os TERRAKOTA estão de volta ao palco! Depois de múltiplas viagens
e novos cruzamentos, o caldeirão multi-étnico continua a fervilhar!
O ponto de partida é, como sempre, África, de onde se sai e onde se
volta. Sem pressas, longe de editoras e contratos discográficos, libertaram em Novembro passado o EP digital independente e gratuito
WONTANARA. Música livre de imposições comerciais para dançar e
cantar contra a loucura desenfreada e egocêntrica das sociedades
humanas e pela liberdade dos povos e de tudo o que vive!
Terrakota apresenta-se com formação renovada, mas com a mesma
música transparente e cada vez mais enraizada!
Raquel Bulha VS António Pires
Explorando os aromas da expressão musical Romani, OPAZ é um
vibrante colectivo de músicos incríveis.
Tendo diferentes origens artísticas, eles revisitam temas tradicionais,
juntando a sua própria expressão, para criar uma performance única
e extasiante.
Na sua essência, “OPAZ!” é uma expressão de libertação, desabafo!
Esquece os teus problemas, esquece os teus medos, rende-te ao
momento e sente o teu corpo enraizar-se pelo forte ritmo e vibrantes
melodias. OPAZ!
Vai ser para dançar, muito!
(DJ battle)
Os padrinhos do Salva a Terra estão de volta para mais uma batalha
sonora! Ambos dispensam apresentações, mas para os mais distraídos aqui ficam. Raquel Bulha Raquel Bulha nasceu em Vila Pery
(Chimoio), Moçambique em 1968. Licenciou-se em Antropologia Social no I.S.C.T.E., iniciando a atividade na rádio (Rádio Renascença)
em 1998. Em 2000 integra os quadros da RTP como realizadora de
rádio em programas de continuidade e debate. Dedica grande parte
da sua atenção às Músicas do Mundo com o programa Planeta 3 e,
também na Antena 3, co-apresenta a rubrica A Hora do Sexo com
Quintino Aires desde 2007. António Pires, DJ e jornalista de música,
trabalhou no jornal BLITZ durante 20 anos, do qual foi Chefe de Redacção durante 12 anos. É jornalista free-lancer, responsável pelo
blog Raízes e Antenas. Colabora com as revistas Time Out Lisboa
e Magazine.HD e com o jornal «i». É autor de diversos livros. Como
DJ actuou em festivais como o FMM de Sines, MED de Loulé, Etnias, Mundo Mix, Mundo Dakar, Eco Fest, DocLisboa, Granitos Folk,
Lisboa Mistura, Ritmos, FIDO e Voz de Mulher, assim como na Expo
de Saragoça.
ACTIVIDADES
(TODOS OS DIAS)
FREDERICO DINIZ CHIL OUT SESSIONS
CHILL OUT SESSIONS
(DIAS 3/4/5)
DEMONSTRAÇÕES DE ARTESÕES
Cestaria com Jocelain chAtenAux
Tecelagem Vegetal com Luís SIMÕES (PANOPALHA)
(DIA 3 >14h00 às 16h00)
Reis e Rainhas do bosque
com Paula Corte Real
Actividades para crianças dos 6 aos 12 anos* Máx. 15 crianças*
Reis e Rainhas do bosque
De castelos sem ter portas
Com coroas feitas de flores,
Paus, espigas e bolotas.
*menores de 6 anos ou criança para além das 15 terão de vir
acompanhadas por um pai que colabora na orientação da atividade.
(DIA 3>17h00)
Construção de comedouro para pássaros
com Silvia Floresta - D´orta
Actividade para crianças e jovens para aprender a construir o seu
próprio comedouro para pássaros. - Duração 1 hora
Objetivos específicos
-Adquirir conhecimentos básicos sobre Ornitologia;
-Adquirir conhecimentos sobre a alimentação,nidificação e
comportamentos
das aves;
-Construir um comedouro para pássaros.
(DIA 4>14h00 às 16h00)
Floresta voadora
Traços na Paisagem - com Paula Corte Real
Actividades para crianças dos 6 aos 12 anos* Máx. 15 crianças*
Floresta voadora
De árvores penduradas
Inventadas na hora
*menores de 6 anos ou criança para além das 15 terão de vir
acompanhadas por um pai que colabora na orientação da atividade.
(DIA 4>11h00)
Casa ninho para insectos e minhocário
Com Silvia Floresta - D´orta
Actividade para crianças e jovens (dos 6 aos 9 anos) para aprender
a construir uma casa ninho para insectos e minhocário. Esta
actividade tem como objetivos específicos adquirir conhecimentos
básicos sobre entomologia; construir uma “casa” ninho para
insectos; adquirir conhecimentos básicos sobre compostagem e
construção de um minhocário.
(DIAS 4/5>10h00.)
A FILOSOFIA NO BOSQUE DA AMIZADE
(TEATRO INFANTIL)
A peça “ A Filo&Sofia no Bosque da Amizade” - Váatão.
Assenta em várias premissas que levam a concluir uma moralidade
plural, tendo em conta a faixa etária do público-alvo (dos 4 aos
10 anos). O enfoque inicial denuncia a importância da amizade
e seus valores, contudo e de forma cénica é relevada a atenção
para questões ecológicas (como a reciclagem), a discriminação
e preconceito que tantas vezes é denotado no ambiente social de
uma escola. Refere-se ainda a importância de obter conhecimento
de forma divertida e despreocupada.
(DIAS 4/5>15h00)
CASTELOS DE PAPEL (TEATRO INFANTIL)
Pprojecto elaborado e promovido pela associação 30POR1LINHA
– ASSOCIAÇÃO SOCIOCULTURAL E AMBIENTAL que nasce
para dinamizar espaços comunitários e revalorizar o seu Património
Cultural e Ambiental, sendo direcionado para um público-alvo
abrangente mas com actividades específicas para crianças. A
principal ferramenta pedagógica utilizada é o conto dramatizado.
Um castelo colorido de papel é o cenário de fundo do espaço onde
se realizam as actividades. As crianças participantes são convidadas a ouvir histórias encantadas que voam do castelo de papel
para a imaginação do Zé Espantalho, o nosso contador de histórias
que interactivamente e de forma divertida nos vai contando as
aventuras passadas no bosque de Salvaterra.
(DIA 5>10h00 às 12h00)
Animais vegetais
de todos estes materiais que resultam as mais variadas criações.
Os encalhados andaram à deriva no mar, para continuarem o seu
percurso agora por terra.
(DIA 4 - 11h00)
RECOLHA E CONSERVAÇÃO DE SEMENTES
Com Silvia Floresta - D´orta
O objectivo desta oficina é dar a conhecer a importância da
recolha,conservação e da preservação de sementes de variedades
tradicionais mostrando a importância da diversidade nas hortas. Os
conteúdos da oficina são; isolamento de plantas, polinização à mão,
recolha e limpeza e conservação de sementes, leis de sementes,
bancos de sementes,trocas de sementes
(DIA 5 - 11.00H)
Bijutaria urbana –reciclario
por D´orta - Através de objectos do quotidiano estimulamos
a imaginação. Objectos esses que descobrem uma nova vida e
como por magia transforma-se de lixo em Luxo! (ex: embalagens,
tampas, latas, papel entre muitos outros possíveis) Aproveitamento
de “lixo autóctone” numa perspectiva de sustentabilidade vamos
improvisar e adaptar as nossas técnicas de artes plásticas aos
materiais disponíveis!
Traços na Paisagem - com Paula Corte Real
Actividades para crianças dos 6 aos 12 anos* Máx. 15 crianças*
Animais vegetais
De ramos, frutos
E outras coisas mais.
Por artesãos geniais!
*menores de 6 anos ou criança para além das 15 terão de vir acompanhadas
por um pai que colabora na orientação da atividade.
(DIA 5>11h00)
Mini hortas
Com Silvia Floresta - D´orta
Actividade para crianças e jovens (dos 6 aos 9 anos) para aprender
a construir uma mini horta urbana. Esta actividade tem como
objetivos específicos: adquirir conhecimentos básicos de agricultura biológica; adquirir conhecimentos sobre o desenvolvimento
de algumas plantas e sementes da horta; responsabilizar para a
manutenção da horta e adquirir conhecimentos sobre as colheitas
da horta.
(DIAS 2/3/4/5)
CINEMA
ADULTOS (16h00)
CRIANÇAS (22h00)
Vai decorrer no espaço criança um ciclo de cinema promovido pela
associação sementes do interior debruçado no tema da educação
alternativa destinado a pais e consciência ambiental para os mais
novos.
(DIA 3 - 11.00H)
{ENCALHADOS}
De Sérgio Branco
Sérgio Branco propõem-nos um novo olhar sobre o que o mar
devolve à terra. Pegando nestes materiais, o escultor desenvolve
um trabalho ímpar e cheio de histórias. As ferragens usadas
são retiradas das proprias madeiras, madeiras essas que foram
depositadas nas praias e recolhidas numa duna, numa rocha para
se transformarem em peças de arte e mobiliario. É da união e fusão
(DIAS 2>17.00h 3/4/5>20.00H)
AEPGA
Este ano temos no Salva a Terra a AEPGA - Associação para
o Estudo e Protecção do Gado Asinino que vai trazer 4 Burros
Mirandeses até Salvaterra do Extremo, dando assim a conhecer
esta raça autóctone e todo o valioso trabalho que esta associação
desenvolvido.
Duas vezes por dia, durante os dias do festival, a AEPGA vai
desenvolver as “Aulas do Burro” onde os participantes poderão
ficar a conhecer as particularidades da raça, quais das dificuldades
na preservação da mesma e quais os cuidados a ter com estes
companheiros caso opte por levar um para casa.
No final das tardes do festival acontecerá a burricada, acompanhada com gaita de foles, percussão e animadores de rua pelas ruas
da aldeia.
(DIA 4>11.00H)
ECOGASTRONOMIA
por Alexandra Venâncio -Este workshop demonstrará em
termos práticos (e com degustação) como se preparam algumas
iguarias ecogastronómicas. A má alimentação, a par da inatividade
física, é a principal causa de doenças crónicas não transmissíveis
(obesidade, diabetes, cancro, e também problemas cardiovasculares). É possível comer bem poupando dinheiro, e embora nem
todos possam ser bons cozinheiros, todos podemos cozinhar!
(DIA 4>11h00)
PÃO DE BOLOTA
Vamos confeccionar pão de bolota! O toque culinário de Alexandra Azevedo, ativista da Quercus com currículo na área da
eco-gastronomia através da dinamização desta oficina de fabrico
tradicional de pão com farinha de bolota!
(DIA 3>10.00H)
CINEMA DOCUMENTAL
Da meia-noite pro’ dia de Vanessa Duarte
Curta metragem documental sobre o abandono da industria têxtil
na cidade da Covilhã. Um olhar sobre as experiências sensoriais,
memória colectiva e sentido de identidade dos trabalhadores fabris
da Covilhã, estabelecendo a relação com os espaços abandonados
e degradados das fábricas que um dia simbolizaram a prosperidade
da sua terra. Duração 23 minutos.
(DIA 3/4/5>11.00H)
CURTAS EM FLAGRANTE
De forma a celebrar a quinta edição do Curtas em Flagrante, as
mostras de curtas no Salva a Terra será uma junção de vários
filmes desde a primeira edição.
Curtas em Flagrante, é uma mostra de curtas metragens nacionais,
itinerante, que se estende para a 7ª edição neste ano de 2015. Nas
edições passadas marcou presença em mais de 40 cidades, exibindo a mostra em Cine-Teatros, Festivais de Verão, Universidades,
Associações e Espaços Recreativos e Culturais.
Através do Curtas em Flagrante, a associação cultural Elemento
Indesejado pretende dar uma resposta às necessidades de apoio e
divulgação dos jovens criadores nacionais das áreas do cinema e
do audiovisual.
(DIA 3>14.00H)
José Cordovil (CONCERTO MEDITATIVO)
O efeito suave do som produzido por estas taças e gongos é
extraordinariamente eficaz onde a emissão de sons, ultra-sons e
vibrações actuam directa e indirectamente no organismo humano,
provocando um relaxamento profundo, seguido de uma harmonização energética que desencadeia o processo de bem-estar.
(DIA 3>15.00H)
APRESENTAÇÃO Do LIVRO
“Salvaterra do Extremo – A Terra Que Nos Viu
Nascer”
Ramiro de Oliveira Rodrigues e José Manuel dos
Reis Vermelho Moreira
Os autores, são filhos de Salvaterra do Extremo. Este livro é fruto
da sua pesquisa sobre a história multifacetada desta aldeia,
sobranceira ao rio Erges, com vista para terras de Espanha. A sua
condição geográfica – que a toponimia tão bem traduz –, ditou que
este lugar fosse conquistado e perdido pelo curso de tantas civilizações. Este livro é antes de mais uma homenagem a Salvaterra
do Extremo, uma longa viagem que nos transporta dos confins da
sua história aos dias de hoje. É aldeia de muitas particularidades,
algumas ainda por explicar, muitas outras por descobrir. Esta obra
é o contributo dos autores para o enriquecimento da memória
futura, nos mais variados aspectos da vida e da cultura próprias de
Salvaterra do Extremo.
(DIA 3>18.00H)
Macro fotografia
(PALESTRA)
Por Pedro Martins- A fotografia macro, biodiversidade, técnica
de fotografar Insectos, anfibios, alguns repteis e espreitar e muita
flora são os ingredientes necessários para uma palestra de partilha
com o Fotografo de natureza Pedro Martins.
(DIA 3>19.00H)
Yoga com Som (TOMARARTE)
Viagem ao interior de cada um! A música na Índia está intimamente
ligada à filosofia e o som pode ser classificado como a vibração
do éter e a vibração do ar. Juntamente com a prática dos asanas
(posturas do Yoga), tendo a música como mediadora, conseguimos
chegar a um estado de relaxamento muito profundo e podemos
experimentar o êxtase da quietude interna e externa. Aproveita esta
viagem e disfrute deste relaxamento que é único a cada sessão e
próprio de cada pessoa.
(DIA 3>14.00H)
APRESENTAÇÃO Do LIVRO
“Ervas Silvestres Comestíveis - Guia Prático”
Alexandra Azevedo
Na sabedoria popular consta uma longa lista de espécies de plantas
silvestres usadas para fins alimentares, quer em substituição ou
complemento das plantas hortícolas quer como condimento, e para
fins medicinais.Os usos condimentares e medicinais encontram-se
melhor documentados, mas o mesmo não se verifica no caso das
ervas espontâneas directamente comestíveis pelas suas folhas,
flores, talos ou rebentos.Este livro é um contributo para colmatar
a lacuna existente e dirige-se especialmente a quem busca uma
alimentação mais natural, ajudando na identificação das ervas
silvestres comestíveis e dando várias sugestões de propostas
gastronómicas. Para além do grande número de fotografias que
apresenta, as ilustrações artísticas de Isabel Alegria exploram o
lado estético destas ervas consideradas como daninhas, revelando
a sua beleza e constituindo mais um contributo para mudar o nosso
olhar sobre toda a Natureza que nos rodeia. O guia está dividido em
3 secções principais: (1) Ervas Silvestres Comestíveis, (2) Ervas
Venenosas e (3) Receitas. As ervas silvestres comestíveis são um
recurso generoso da Natureza com inúmeras potencialidades e há
muito por explorar!
(DIA 3>19.00H)
Concerto meditativo com taças tibetanas e
gongos
Com Raquel Oliveira
No concerto todas as células do organismo recebem uma massagemterapêutica vibracional. A mente acalma permitindo o acesso
a outros níveis de consciência, as emoções desbloqueiam, interiormente sente-se paz e harmonia, permitindo o despertar do nosso
som interior, do nosso verdadeiro ser. Os Objetivos do Concerto são
atingir um estado de relaxamento profundo ao libertarem-se todas
as tensões do corpo;Acalmar o turbilhão da mente; Alcançar a Paz
e Harmonia Interior. A Massagem de Som segundo Peter Hess é
utilizada nos cuidados de saúde, na fisioterapia e psicoterapia, no
relaxamento, na pedagogia, no trabalho com pessoas com necessidades especiais.O som é energia. O som é vibração, e as células
do corpo estão a vibrar, por isso o som influencia estas células. A
forma mais simples e eficaz de comunicar com as células é através
da vibração e da ressonância que se estabelece entre a frequência
do som e a frequência natural da célula.
(DIA 3/4/5>19.00H)
WORKSHOP CONTACT IMPROVISAÇÃO
Por Florencia Gil Bilbao
Este workshop de contact improvisação pretende dar a conhecer
uma dança contemporânea baseada na improvisação, que se foca
no contacto com o meio e com quem dança. Não requer experiencia previa, não tem limite de idade. Pretende-se movimento
e habitar o corpo, renovar a energia e o auto conhecimento! É
a única dança que se adapta à pessoa, e não a pessoa à dança.
Venha experimentar…
(DIA 4>15.00H)
PALOMBAR (MESA REDONDA)
A Palombar e os pombais tradicionais: da preservação do
património à conservação da natureza”
Fique a conhecer o valioso trabalho desta associação na recuperação e preservação dos pombais e quais os benefícios que estes
apresentam para o meio ambiente.
(DIA 5>10h00)
DOCUMENTÁRIO
“ContraBando” de Paulo Vinhas
Esta história podia ser contada em Espanhol, Português ou “Portunhol” em qualquer parte da linha de fronteira de norte a sul do
país. Muitas histórias continuam por contar e outras nem o vento as
ouviu nem ouvirá. Ficam os testemunhos de vidas duras perdidas
entre bredas e atalhos. De uma forma de vida e de jogo. O jogo do
gato e do rato onde são abordados o património imaterial deste
povo raiano e as suas histórias de contrabandistas. Tal como as dos
guardas fiscais. O mesmo aborda também questões relacionadas
com a desertificação social destas pequenas aldeias paralelas à
linha de fronteira, o abandono do património estatal e a questão
central até onde vai a fronteira?
(DIA 5>15.00H)
Educação Alternativa (MESA REDONDA)
Vamos sentar à mesa três projectos de educação alternativa, a Escola Jardim Waldorf da Amoreira, a Escola Livre da
Raia e a Escola do 1º Ciclo do Ladoeiro que desenvolve
um projecto de Permacultura com os seus alunos.
Quais as mais marcantes diferenças entre as escolas de educação
alternativa e o ensino convencional, quais as vantagens do contacto
com a natureza para as crianças, como educar e criar as crianças
de hoje para serem futuros seres livres? Os pais, educadores e
formadores não devem perder esta partilha de novas formas de
fazer e de educar. Domingo, pelas 15 horas no edifício dos Paços
do Concelho.
(DIA 3>11.00H)
Gaita de Foles
oficina
ASSOCIAÇÃO LÉRIAS
Por Ricardo Santos - A oficina de gaita de fole pretende
mostrar um pouco mais deste instrumento tão ligado a várias
dimensões da cultura mirandesa. Além de uma parte teórica,
haverá espaço para que todos possam experimentar tocar alguns
modelos deste instrumento.
(DIA 4>11.00H)
DANÇAS MIRANDESAS (oficina)
Por Suzana Ruano - Nesta oficina será possível aprender os
passos elementares e as coreografias de algumas danças tradicionais mirandesas: Repasseado, Pingacho, Jota e Senhor Galandum.
(DIA 4>14.00H)
PER CUSSÃO BRAsILEIRA (WORKSHOP)
Sábado pelas 16 horas, no sossego do Planeta Mirandês, o Bloco
Oxalá vai desenvolver uma oficina onde os participantes podem
experimentar e ficar a conhecer os ritmos e os instrumentos de
uma bateria de samba.
(DIA 5>11.00H)
PERCUSSÃO BRAsILEIRA P/CRIANÇAS (WORKSHOP)
Domingo pelas 11 horas, Salvaterra do Extremo vai acordar com o
ritmo e alegria dos Bloco Oxalá.
(DIA 4/5>16.00H)
PAULITEIROS
oficina
Por Xavier Rodrigues (membro do grupo de PAULITEIROS
DE PALAÇOULO – Associação CARAMONICO) A dança dos
pauliteiros, ou dança de paulitos, é das práticas mais identificativas
da etnomusicologia mirandesa. Nesta oficina convidamos todos a
pegar nos paus e vir dançar um “lhaço” (música para dança de
pauliteiros).
(DIA 3>15.00H)
“Sustentabilidade, Segurança Alimentar e Nutricional” (CONFERÊNCIAs)
José João Rodrigues - É Consultor da ANIMAR nos seguintes
projetos: Rede Cool para o Emprego Jovem; ASAS – Aldeias Sustentáveis e Ativas; Redes Colaborativas de Produção Local; Redes
Colaborativas de Emprego Local e é promotor do Projeto Casa do
Sal formalizado pela Verdes Verdades, Sociedade Unipessoal Lda.
É ainda animador de Oficinas de Teatro do Oprimido e foi membro
dos corpos gerentes da ANIMAR – Associação Portuguesa para o
Desenvolvimento Local e da direcção da Cooperativa de Agricultura
Familiar e Biológica “Terra Preservada”.
“Intervenção Social nas Comunidades” (CONFERÊNCIA)
João José Fernandes é Licenciado em Teologia e Humanidades (1996), tendo concluído o Curso de Doutoramento em
“Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável”
(UL/UTL/UN), em Setembro de 2010. É Diretor-Executivo da
Oikos - Cooperação e Desenvolvimento (ONGD), desde Outubro de
2004. Entre 1994 e 2004 foi responsável pela gestão dos projetos e
programas desta organização não-governamental em países como
Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Timor Leste, Bolívia, Peru,
Cuba, Nicarágua, Honduras e El Salvador, primeiro como DeskOfficer e mais tarde como Diretor de Projetos.
(DIA 4>16.00H)
(CONFERÊNCIAs)
“Para onde vai Portugal”
Raquel Varela é Historiadora. Investigadora do Instituto de
História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, investigadora do Instituto Internacional de História Social, doutorada em
História Política e Institucional, vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais
em Portugal, e ainda Presidente da International Association Strikes
and Social Conflicts. Vem a Salvaterra do Extremo apresentar o seu
mais recente trabalho: “Para onde vai Portugal?”, um ensaio com
propostas económicas e sociais inéditas sobre a crise iniciada em
2007/8 e o rumo do País para os próximos anos, pondo em cima da
mesa as várias possibilidades de progresso e decadência histórica.
“Qual será o rumo do País nos próximos anos? Para onde vai Portugal? O regime democrático-parlamentar sobreviverá às mudanças
sociais? Que aconteceu à educação, à saúde, ao trabalho, à vida
pessoal, familiar e afectiva dos Portugueses para lá dos títulos dos
grandes jornais depois da crise de 2008?”
A informação é a chave para a mudança.
“Tráfico de Seres Humanos”
Maria João Guia é autora da tese de doutoramento
‘Imigração, Crimigração e Violentos. Os Reclusos Condenados
e as Representações sobre Imigração e Crime” em fase de
finalização do Doutoramento na Universidade de Coimbra em
“Direito, Justiça e Cidadania no Séc. XXI”. É editora e co-editora
de novas publicações para a Springer: “The Illegal Business of
Human Trafficking” (2015), “Immigration, Detention, Risk and
Human Rights”. É Investigadora Associada do Centro de Direitos
Humanos da Faculdade de Direito da UC. Em 2012 foi galardoada
com uma bolsa do programa Ryoichi Sasakawa Young Leaders
Fellowship Fund (SYLFF), pelas suas capacidades de liderança
e de organização de projetos académicos. A rede internacional
CINETS – Crimmigration Control International Net of Studies, (www.
crimmigrationcontrol.com) que dinamiza, tem sido uma das suas
prioridades académicas. É assistente convidada do Mestrado em
Criminologia e da Licenciatura em Direito do ISBB em Coimbra e
tem orientando e co-orientando teses de mestrado, doutorandos e
pós-doutorandos nas linhas temáticas em que trabalha: Imigração
e Crime; ‘Crimigração’ e Criminalização da imigração; Tráfico de
pessoas e Direitos das vítimas; Criminalidade violenta e Reclusão;
Criminalização da pobreza e acesso à justiça; Imigração ilegal/
irregular e Direitos dos imigrantes. Dedicou-se a atividades de
investigação académica e criminal (é inspectora adjunta do SEF),
tendo sido membro suplente do Grupo de Peritos para o Tráfico
de Seres Humanos da União Europeia, até Agosto de 2011. É
atualmente perita externa independente da Comissão Europeia no
campo da Segurança, Liberdade e Justiça – 2007/S 140-172522. É
membro de várias sociedades e projetos de investigação nacionais
e internacionais.
(DIA 5>16h00)
(CONFERÊNCIAs)
“relação entre os Recursos Naturais e o Desenvolvimento Humano”
Helena Freitas doutorou-se em Ecologia pela Universidade de
Coimbra em 1993 e realizou um pós-doutoramento na Universidade
de Stanford, EUA, em 1994/95. É actualmente Professora
Catedrática do Departamento de Ciências da Vida (DCV) da
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra,
cujo Conselho Científico integra, e Diretora do Jardim Botânico.
Foi membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Foi
Presidente da Liga para a Protecção da Natureza entre 1999 e
2002 e primeira Provedora do Ambiente e Qualidade de Vida de
Coimbra (2002-2005). É actualmente Presidente da Sociedade
Portuguesa de Ecologia e Vice Presidente da Federação Europeia
de Ecologia. É Coordenadora do Centro de Ecologia Funcional, uma
unidade de investigação interdisciplinar no âmbito das Ciências
Biológicas, centrando as suas áreas de interesse no estudo do
funcionamento dos ecossistemas mediterrânicos, biodiversidade,
interações bióticas, ambiente e conservação da natureza.
“Privatização da Água”
Bela Irina Castro é investigadora júnior no Centro de Estudos
Sociais da Universidade de Coimbra. Tem o grau de Mestre em
Engenharia do Ambiente e Licenciatura em Ecologia Aplicada, da
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Entre 2011 e 2013
esteve integrada no Projecto “BIOSENSE - O envolvimento da ciência com a sociedade: Ciências da Vida, Ciências Sociais e públicos”,
coordenado por João Arriscado Nunes.
(DIA 3>15h00)
workshop beatbox
André Oliveira – Oliveira Beatbox, oriundo de Idanha-a-Nova,
tem já dadas provas do seu valor e originalidade.
Vencedor do Campeonato Nacional Beatbox - PBB 2013 e 2014, é
actualmente detentor do título de campeão nacional de beatbox.
Participou recentemente no campeonato do mundo em Berlim,
onde representou Portugal num grupo de 90 beatboxers.
Irá partilhar connosco esta forma original de fazer arte.
(DIA 3>15.00h)
workshop
Com Amélia Fonseca - Adufeira
Amélia Fonseca fez parte do grupo “As Adufeiras de Monsanto”
e vai partilhar a arte de tocar o adufe. O Adufe, instrumento
tradicional de percussão, pandeiro quadrado português, é o centro
deste workshop.
(DIA 3/4/5>09h00)
Yoga para todos!
Secção Experimental de Yoga da Associação Académica de Coimbra
Este ano a secção de Yoga colabora com o Festival Salva a Terra
com as seguintes actividades:Yoga para adultos - Miriam Jorge
| Teca Baptista | Margarida Lima e Eugenia Fonseca | Mafalda
Almeida Yoga para crianças - Miriam Jorge | Eugenia Fonseca
yoga Senior - Margarida Lima | Miriam jorge | Mafalda Almeida
Oficina de Dança Yoga - Miriam Jorge | Teca Baptista | Margarida
Lima e Eugenia Fonseca | Mafalda Almeida
Oficina de mantra yoga - Miriam Jorge
(DIA 3/4/5>11h00)
Oficina de Circo/Motricidade
Uma proposta do Circus VagaBunt
Destinada a aprofundar o relacionamento e a partilha entre pais
e filhos, a oficina de Circo-Motricidade está sendo desenvolvida
há 20 anos na Bélgica por Rika Taeymans do Cirkus In Beweging
com crianças de diferentes condições sociais e físicas. É um
trabalho baseado no conceito da educadora e terapeuta britânica
Veronica Sherborne, que desenvolveu uma pedagogia de exploração
psicomotora, inicialmente dirigida a crianças com dificuldades de
desenvolvimento. As atividades focam-se tanto no desenvolvimento
das capacidades motoras das crianças como das suas capacidades
em relacionar-se com as outras pessoas. Usando a experiência
simples do movimento e da percepção do corpo e do espaço, esta
oficina favorece a construção da confiança em si mesmo, nos
outros e na expressão criativa.
(DIA 3/4/5>19h00)
DANÇAS EM CÍRCULOS TRIBAIS
Com Rossana Pacáua
«Nesta actividade vamos trabalhar as mais-valias da dança
enquanto instrumento potenciador de estados de introspecção e
de libertação do pensamento racional, de encontro com estados
emocionais, intuitivos e reveladores da voz e representações do
nosso interior mais instintivo. A ideia será a (in) fusão de várias
danças com forte relação ao espiritual, como a dança Sufi, de
origem tribal e associadas a rituais indígenas, danças circulares.
(DIA 5>10h00)
PNF CHI
Com Paulo Araújo e Teresa Fernandes
Em 2008, tem o primeiro contacto com uma recente actividade,
PNF-CHI, que surge do conceito PNF (Proprioceptive Neuromuscular Facilitation ou em português Facilitação Neuromuscular
Proprioceptiva) e de técnicas orientais como o Tai Chi e Yoga. O
Pnf-Chi® made in Terceira-Açores é uma abordagem global ao
movimento humano desenvolvida por Fisioterapeutas Portugueses
(Paulo Araújo e Eva Albuquerque). É uma forma de exercício de
físico de baixo impacto que coordena os padrões neurofisiológicos
do movimento normal com a respiração. Esse método é indicado
para o aumento da força e resistência a fadiga muscular, facilitar
a estabilidade, mobilidade, controlo muscular e a coordenação de
movimentos.
(DIA 3/4/5>11.00h)
OFICINA DE TERRA E FOGO TAÇAS DE CHÁ EM OLARIA
Com Rui Malato
Por intermédio de uma das artes mais antigas - a produção de objectos de
roda/ Olaria - dar a experiênciar técnicas muito simples de conformação
de pequenas taças de Chá. Feitas com terra (Barro), e cozidas no chão
num forno feito tambem de barro e papel, faremos uma pequena viagem ao
mundo interior das argilas, e das suas propriedades, que nos permitem delas
obter objectos de utilidade muito pratica no dia-à-dia.
(DIA 4>16h00)
“Metamorfose Ambulante” (espectáculo de rua)
A “Metamorfose Ambulante” é um espectáculo de rua,
absurdo e interactivo.
O Clown Viajante, vem para contar uma poética performance sobre
a sua génese. Porém, é nas casualidades que os objectos ganham
vida e têm a sua própria historia para contar.
(DIA 4>22h00)
“O GAITEIRO E O LOBO” (TEATRO DE SOMBRAS)
O grupo de teatro T.R.E.T.A.S é composto por quatro actores, que
recriam nas suas peças o imaginário mirandês: histórias de trasgos
e marimantas, misturam-se com belíssimas histórias de amor entre
tamborileiros e princesas no alto da torre. Quando o palco não
chega, os T.R.E.T.A.S saem à rua e improvisam, oferecendo a quem
com eles se cruza, barrigadas de riso e muito boa disposição.
(DIA 3/4/5>09h00)
YOGA COM SOM
TOMARARTE - “O yoga e o som combinam-se de forma
harmoniosa, de modo a levar a nossa atenção dos pensamentos
ao corpo, do corpo à respiração, da respiração à essência de cada
um. Juntamente com a prática dos asanas (posturas do Yoga),
tendo a música como mediadora, conseguimos chegar a um estado
de relaxamento muito profundo e podemos experimentar o êxtase
da quietude interna e externa. Nas sessões de Yoga com som
utilizamos os seguintes instrumentos: taças tibetanas, taças de
cristal, gongos, tubos metálicos, monchord, handpan, ocean drum
e sinos de vento.”
(DIA 3/4/5>11.00h)
WORSHOP PÃO PARTILHADO, com farinha, água e fogo
te levantas.. .
Com Inês Milagres, Luís Simões e Susana Valadas
Uma manhã de passeio para recolher, respirar, ver as plantas e
compreender as que podem fazer parte dos sabores a acrescentar
ao pão e ao azeite. Apanhar lenha à medida de cada mão. Passar
pela casa das pessoas e convida-las a sair com os alguidares.
Juntarmo-nos numa praça ou centro social onde se tem acesso à
água (fonte ou de boa qualidade), de seguida reunirmo-nos todas
as mãos lavadas e cheias de vontade para fazer crescer o pão que
será alimento de todos nós.
Acender o forno enquanto o pão repousa e lêveda, e depois novamente em grupo tendermos e deitarmos o pão no forno.
A seu tempo teremos pão para um momento de partilha e amor, e
novamente de mão em mão o PÃO alimenta o corpo e o espírito.
pão de e para todos!
Monsanto
IDANHA-A-NOVA
Fotografias de Pedro Martins
Penha Garcia
SALVATERRA DO EXTREMO
O Eco Festival decorre numa aldeia histórica, que já foi importante vila templária, com castelo
e imponente fortaleza, hoje quase esquecida na Beira-Baixa, em Salvaterra do Extremo, concelho de Idanha-a-Nova. A aldeia de Salvaterra-do-Extremo oferece uma diversidade cultural
e paisagística e proporciona uma quantidade infinita de cenários de pura beleza. Inserida
numa área classificada, tanto pelo Parque Natural do Tejo Internacional como pelo Geopark
Naturtejo, da Meseta Meridional, também classificado sob os auspícios da UNESCO a região
beneficia de uma grande variedade de produtos turísticos, tendo como mais-valia comum a
natureza e o património histórico-cultural. Tudo para satisfazer as necessidades e exigências
de todo o tipo de visitantes. Gozando de uma excelente localização e acessos, aproveite para
visitar as Aldeias Históricas de Idanha-a-Velha e Monsanto, ou a aldeia típica de Penha Garcia. Ou ainda realizar atividades de desporto na natureza pois a região possui uma das mais
densas redes de percursos pedestres, de pequena e grande rota, do país. Sob a temática da
Geologia encontram-se homologadas a Rota dos Fósseis, em Penha Garcia, a Rota das Minas,
em Segura, a Rota dos Barrocais, em Monsanto. Apure todos os seus sentidos e deixe-se surpreender. Veja o que esta região tem para lhe mostrar, ouça o que as gentes têm para contar,
sinta as marcas que o tempo foi deixando, delicie-se com os aromas que se desprendem da
paisagem e saboreie cada momento como se tivesse todo o tempo do mundo.
O QUE VISITAR?
O Parque Natural do Tejo Internacional
Situado na transição entre a Beira Baixa e o Alentejo, este Parque Natural abrange o troço fronteiriço do Rio Tejo
e seus afluentes, nomeadamente o Erges, a leste, e o Pônsul, a oeste, totalizando uma área superior a 26 484 hectares. Considerado um dos mais relevantes da Europa, o Parque Natural do Tejo Internacional tem um património
natural riquíssimo devido à sua biodiversidade e que permanece ainda em estado puro.
O Parque Natural do Tejo Internacional é um parque natural português que abrange uma área em que o rio Tejo
constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, englobando partes dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-aNova e Vila Velha de Ródão.
A vegetação do parque inclui bosques de sobreiros e azinheiras e galerias de salgueiros (Salix sp.) ao longo dos
rios. É uma importante área de nidificação de aves, podendo-se observar a águia-de-bonelli, águia-real, abutrefouveiro e abutre-do-egito.
Também abriga populações de cegonhas-pretas, uma espécie rara em Portugal. Os mamíferos do parque incluem
a lontra-europeia, o gato-bravo, o veado-vermelho e a gineta. Também se destacam os salgueirais de Salix spp.
Muitas destas são espécies raras, algumas encontram-se mesmo em vias de extinção e, por isso, esta é uma
área protegida.
No Parque Natural do Tejo Internacional coexistem harmoniosamente centenas de espécies animais e vegetais
com núcleos humanos tradicionais. Aqui e além, há lugarejos rústicos e quase despovoadas, mas há também
aldeias renovadas, com casario cuidado. Tudo à espera de ser desvendado por si.durante a realização do GR
29 - Rota dos Veados
Observatório de Aves nos Alares
durante a realização do GR 29 - Rota dos Veados
Observatório de Aves em Salvaterra do Extremo
durante a realização do PR1-Rota dos Abutres
Aldeia Histórica de Monsanto
Importante Castelo e Comenda Templária, fundada por Gualdim Pais. O imponente
castelo medieval de Monsanto foi parcialmente destruído pela explosão acidental
do paiol de munições, numa noite de Natal, já no século XIX, restando actualmente
apenas duas torres, a do Peão e a de Menagem, para além das belíssimas ruínas
da Capela românica de S. Miguel (séc. XII). Outro local idílico a visitar é Também a
Capela Românica de S. Pedro de Vir a Corça. Recebeu em 1938, o título de “Aldeia
mais portuguesa de Portugal”.O Monte Inselberg, é também um dos Geomonumentos do Geopark Naturtejo.
Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha
A célebre cidade romana Civitas Aegitidanorum (documentada desde o ano 16
a.C.), é referência obrigatória de todos os roteiros arqueológicos de Portugal.
Mas a História de Idanha-a-Velha está repleta de vestígios de outros tempos.
Romanos, visigodos e árabes, guerreiros medievais, cavaleiros do Templo e “senhores da terra” aqui deixaram as suas marcas.
Do vasto património existente, merece destaque a Catedral visigótica (primitivamente erigida sobre um templo paleocristão), com um baptistério de piscina no
exterior, continua a impressionar pela dimensão e pela sua riqueza. Hoje, acolhe
um dos conjuntos epigráficos mais importantes referentes ao período da permanência romana na Península.
As Muralhas e Torre de Menagem (com trechos romanos); foram reconstruídas
na época medieval, abraçando o povoado com vista à protecção e segurança dos
seus habitantes; a torre quadrangular assenta no pódio de um templo romano).
Porta e Ponte Romana do Pônsul (com destaque para pormenores da construção);
Pelourinho (século XVI); Capela de S. Dâmaso (século XVIII, com uma fachada
sóbria); Museu Egitaniense (repartido entre a Catedral e a Capela de S. Dâmaso).
Terras D´Idanha
Tejo Internacional
O Geopark Naturtejo possui um vasto e rico Património Geológico, com mais de
170 geossítios, locais de reconhecido interesse geológico, dos quais se destacam
16 geomonumentos, que ilustram as principais etapas de história geológica dos
últimos 600 milhões de anos na região, muito próximo de Salvaterra do Extremo
podem visitar o Parque Icnológico de Penha Garcia remonta há 480 milhões de
anos, quando a região era banhada por um oceano cheio de vida. Atualmente
é visível uma sucessão desses fundos oceânicos transformados em camadas
quartzíticas verticais pautadas de fantásticos vestígios da atividade das trilobites,
as Cruziana e outros seres marinhos. Foi também vila templária, onde ainda é
possível ver os seus vestígios no casario e castelo, ao longo da rota dos fósseis.
Parque Icnológico de Penha Garcia
No concelho de Idanha-a-Nova, um dos mais extensos do País, com paisagem
bem definida e as 17 aldeias que o compõem perfeitamente integradas, encontramos usos, costumes e tradições milenares genuínos e tradicionais de influência
islâmica, judaica e cristã, que de geração em geração foram sendo transmitidos
até aos nossos dias. Hoje ao saber tradicional, novas gerações souberam somar
inovação e aqui encontramos, produtos regionais de excelência, como os queijos,
azeites, pão, bolos, produtos silvestres, ervas aromáticas, hortícolas, frutícolas e
de origem animal. A marca Terras D`Idanha, num conceito de mercado justo e
comércio de proximidade, coloca estes produtos, em Lisboa, na região e noutros
mercados, sem intermediação especulativa, aproximando produtores de consumidores. São produtos DOP, biológicos, de proteção integrada, de produção natural,
com desenvolvimento de embalagens, marcas inovadoras e prémios internacionais. Idanha-a-Nova é segundo o estudo de qualidade de vida do Jornal “O Sol”,
o concelho mais ecológico, em Portugal, reunindo aqui uma das maiores áreas
de produção em ambiente biológico do País, bem como diferentes projetos inovadores da economia verde, agricultura natural, permacultura, casas ecológicas,
festivais ecológicos, casas de banho sustentáveis, viaturas elétricas, etc.
Idanha-a-Velha
Yoni Surfboards
Nascido da paixão do Zé
pela natureza e pelo trabalho manual, o projecto Yoni
é desenvolvido em Portugal
de forma sustentável e com
o mínimo de impacto ambiental.
O projecto tem vida num
espaço acolhedor e familiar
na aldeia da Amoreira, situada
entre a vila medieval de Óbidos
e a capital do Surf, Peniche.
Aqui vive-se em harmonia com
a natureza, entre plantas e
animais e com uma produção
biológica que todos os interessados poderão experimentar,
pois a Yoni Surfboards
permite que cada pessoa possa
construir a sua própria prancha.
Com o nosso pacote Shape and
Stay os nossos visitantes têm a
possibilidade de aprender com
o Zé a técnica da construção
de uma prancha em madeira e
partilhar momentos de convívio
em tranquilidade, ficando alojados em simpáticas instalações
e experimentando os sabores
da nossa horta.
A Sementes do
Interior
Comunidade Cultural e Educativa é um coletivo focado em
dinamizar e ajudar a florescer
iniciativas e ideias, que possam
enriquecer e integrar a comunidade local. Tem por base uma
Associação sem fins lucrativos,
com sede em Idanha-a-Nova.
Caracteriza-se por ser um espaço aberto à comunidade, ao
diálogo, à sugestão, à interação
social. Pretende contribuir ativamente
para a promoção de encontros
de saber, proporcionando a
todos os agentes envolvidos
momentos de partilha e
aprendizagem nas áreas da
educação livre, experimentação
vivencial, bem-estar e desenvolvimento pessoal, alimentação
consciente, natureza e ecologia,
tradições e saberes ancestrais.
Como tal, em parceria com a
organizaçao do festival, vamos
realizar um ciclo de cinema debrucado no tema da educaçao
destinado a pais e filhos.
Boxtove - Fogão para campismo portátil.
O Boxtove é um fogão para campismo portátil, que usa biomassa
como combustível.
Nasceu da ideia de um rocket stove (fogão foguete), com a característica de ser portátil. Sendo um fogão optimizado, o consumo
de madeira é reduzido, bem como as emissões. Basicamente é
a optimização de uma fogueira, e o seu funcionamento tem os
mesmos princípios. O combustível são pequenos galhos, tudo
apanhado do chão, e com as temperaturas que o Boxtove atinge a
combustão consegue ser completa. Pouco tempo depois de estar
aceso, repara-se que pouco fumo liberta.
É um objecto de uso intuitivo, e após várias utilizações é fácil de se
tornar um mestre em cozinha ao ar livre.
A segurança de utilização está assegurada pelo isolamento usado,
não deixando que a temperatura exterior atinja mais que 100ºC, ao
mesmo tempo que as brasas ficam retidas no interior do tubo.
Este projecto inovador, desenvolvido pelo Manuel Semedo, (voluntário na edição do Salva a Terra de 2013) vem este ano apoiar o
festival: Vamos sortear entre os participantes com bilhete geral um
exemplar do Boxtove!!
Podem ainda encontrar alguns modelos em exposição na tenda
do CERAS!
Com uma Yoni debaixo dos
vossos pés poderão dar
continuidade de vida a outras
árvores. Com uma árvore são
construídas 20 pranchas e
por cada prancha vendida é
plantada mais uma árvore.
Quem comprar o bilhete
geral habilita-se a ganhar uma
prancha de Paddle-surf da Yoni
Surfboards, edição especial
Salva a Terra.
SUSTENTABILIDADE
O que nos
diferencia
dos
restantes
festivais
O Salva a Terra é Eco Festival, que tem como principal objectivo
a angariação de fundos para o CERAS-Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens. As receitas obtidas revertem a
100% para o CERAS.
Entre outros
exemplos das
boas práticas
ambientais que
aplicamos no
festival
destacamos:
O cariz ambiental e pedagógico das actividades desenvolvidas;
O Salva a Terra é um Eco Festival 100% “Pro-Bono”, no qual O envolvimento real da população da aldeia nas actividades do
toda a organização, artistas, formadores, guias, e restante eq- festival, nomeadamente através de workshops por si desenvolviuipa trabalham de forma voluntária em prol da preservação de dos e também a realização de concertos intimistas nos quintais
das casas de Salvaterra do Extremo;
algo que é de todos nós: a biodiversidade.
O consumo de produtos locais na cantina do festival, dando
naturalmente prioridade aos de produção em modo biológico;
Ementa vegetariana na cantina do festival
Resíduos
e energia:
Promoção da redução do consumo de embalagens e reciclagem de todos os resíduos da cantina (embalagens e resíduos
orgânicos).
Reutilização de materiais de outros festivais
Utilização de iluminação eficiente nos parques de campismos
(leds)
A não utilização de plásticos; promovendo o uso de caneca do
festival e pratos reutilizáveis na cantina;
A utilização de casas de banho secas (compostáveis) nos campismos;
Lima&Abacate
Este ano, a nossa cantina conta com o apoio e cuidado da
Lima&Abacate! É uma empresa albicastrense, que surge para
dar uma resposta mais eficiente e variada a todos aqueles que,
por algum motivo, optaram por uma alimentação diferente.
Refeições aptas para vegetarianos, veganos, diabéticos, celíacos
e para qualquer pessoa que procure uma alimentação saudável
e equilibrada. Não deixe de provar!
Uma visita ao Salva a Terra não
fica completa sem abraçar
a nossa ÁRVORE DOS ABRAÇOS!
Mobilidade:
Fomento da partilha de boleia e uso de bicicleta para chegar ao
Salva a Terra;
Utilização de bicicletas pela organização durante o evento;
Compensação das emissões e da pegada ecológica da organização, artistas, formadores, guias e restante equipa, através da
plantação de árvores autóctones pelo projecto “Criar Bosques”
da Quercus ANCN no Tejo Internacional.
A organização do Salva a Terra
não se responsabiliza por
qualquer roubo, estravio ou
avaria de qualquer equipamento
pertencente aos participantes.
http://www.salvaterra.pt
Download

Observatório de Aves em Salvaterra do Extremo