I – PARECER DE AUDITORIA, EXPRESSANDO OPINIÃO SOBRE AS
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E RESPECTIVAS NOTAS EXPLICATIVAS, INCLUSIVE
QUANTO À ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS CONTÁBEIS EMANADAS DO CONSELHO
MONETÁRIO NACIONAL E DO BANCO CENTRAL DO BRASIL
_____________________________________________________________________________________________________
Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - Cnac
Rua General Jardim, 703 - 2º andar - Cj 22 - Vila Buarque - São Paulo – SP- CEP: 01223-011
Telefone/Fax: (11) 3255-9750
CNPJ: 09.140.486/0001-38
PARECER DE AUDITORIA
Aos Conselheiros, Diretores e Cooperados da
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA RHODIA PAULÍNIA
Paulínia - SP
1. Examinamos o balanço patrimonial da COOPERATIVA DE ECONOMIA DE CRÉDITO MÚTUO DOS
EMPREGADOS DA RHODIA PAULÍNIA, levantado em 31 de dezembro de 2008, e as respectivas
demonstrações do resultado (sobras ou perdas), demonstrações das mutações do patrimônio
líquido, demonstração do fluxo de caixa e as notas explicativas, correspondentes ao exercício findo
naquela data e do segundo semestre de 2008, elaborados sob a responsabilidade de sua
administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações
contábeis.
2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e
compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume
de transações e os sistemas contábil e de controles internos da cooperativa; (b) a constatação, com
base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis
divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas
pela administração da cooperativa, bem como da apresentação das demonstrações contábeis
tomadas em conjunto.
3. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, lidas em conjunto com as notas
explicativas, representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e
financeira da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA
RHODIA PAULÍNIA em 31 de dezembro de 2008, e o resultado de suas operações referentes ao
semestre e exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
4. As demonstrações contábeis relativas ao semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2007
quando apresentadas para fins de comparabilidade, foram por nós auditados, com emissão de
parecer, sem ressalva, datado de 07 de fevereiro de 2008.
5. Conforme mencionado na nota explicativa 2, h) as práticas contábeis adotadas no Brasil foram
alteradas a partir de 1º de janeiro de 2008. As demonstrações contábeis referentes ao exercício
findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações
contábeis de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil
vigentes até 31 de dezembro de 2007, para fins de comparação entre os exercícios.
São Paulo, 13 de Março de 2009
Renato Pinto Weiss
Contador - CRC – 1SP180857/0-2
CNAI 1998
Renata Souza Velozo
Contadora - CRC- 1SP223688/O-2
CNAI 1783
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA RHODIA PAULÍNIA
CNPJ 46.058.731/0001-99
BALANÇO PATRIMONIAL
(Em Reais)
ATIVO
CIRCULANTE
31/12/2008
31/12/2007
PASSIVO
31/12/2008
31/12/2007
10.688.503
9.902.822
CIRCULANTE
1.084.362
1.060.170
Disponibilidades
425.846
385.358
OUTRAS OBRIGAÇÕES
1.084.362
1.060.170
Relações Interfinanceiras
710.096
461.673
Sociais e Estatutárias
883.005
80.675
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
9.254.436
8.809.119
Fiscais e Previdenciárias
158.081
133.590
Operações de Crédito
Diversas
43.276
845.905
9.300.941
8.853.386
(-) Provisão para Créditos Líq. Duv.
(46.505)
(44.267)
OUTROS CRÉDITOS
298.125
246.672
Devedores Diversos
296.904
245.451
1.221
1.221
PERMANENTE
331.442
283.127
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
9.935.583
9.125.779
INVESTIMENTOS
319.412
268.064
Capital Social
8.609.036
7.656.270
Quotas CECRESP
1.146.441
1.129.407
180.106
340.102
11.019.945
10.185.949
Outros Bens e Valores
319.412
268.064
Reserva de Capital
IMOBILIZADO
12.030
15.063
Sobras Acumuladas
Imobilizado de Uso
24.698
24.698
(13.584)
(11.114)
(-) Depreciação Acumulada
Sistema Processamento Dados
1.121
14.795
(-) Depreciação Acumulada
(205)
(13.316)
11.019.945
10.185.949
TOTAL DO ATIVO
TOTAL DO PASSIVO
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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DEMONSTRAÇÃO SOBRAS OU PERDAS
(Em Reais)
2º Semestre 2008
31/12/2008
31/12/2007
695.340
695.340
1.378.418
1.378.418
1.298.527
1.298.527
(29)
(29)
(3.549)
(3.549)
(1.953)
(1.953)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
695.311
1.374.869
1.296.574
OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS
Despesas de Pessoal
Despesas Administrativas
Despesas Tributárias
Ingressos de Depósitos Intercooperativos
Outras Receitas Operacionais
Outras Despesas Operacionais
(1.102.181)
(80.422)
(49.551)
(545)
50.122
(1.021.785)
(1.167.134)
(147.320)
(95.160)
(2.875)
82.009
17.997
(1.021.785)
(1.049.015)
(136.028)
(75.245)
(2.406)
81.166
17.623
(934.125)
(406.870)
207.735
247.559
(406.870)
207.735
247.559
-
4.155
(10.595)
(21.189)
125.063
5.429
(12.650)
(25.299)
(406.870)
180.106
340.102
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
Operações de Crédito
DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
Provisão para Operações de Créditos
RESULTADO OPERACIONAL
RESULTADO NÃO-OPERACIONAL
RESULTADO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS
PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS
Reversão de IRRF de juros ao Capital
Reversões de Reserva
FATES (5%)
Fundo de Reserva (10%)
SOBRAS LÍQUIDAS
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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CNPJ 46.058.731/0001-99
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
(Em Reais)
Capital
Reservas de Sobras
Outras
Reserva
Legal
Contigência
Sobras ou
Perdas
Acumuladas
7.289.405
39.494
929.174
140.870
145.066
145.067
-
-
-
(145.066)
-
-
-
-
-
125.063
125.063
Juros ao Capital
708.690
-
-
-
-
708.690
Por Subscrição/Realização
954.969
-
-
-
-
954.969
(1.441.861)
-
-
-
-
(1.441.861)
Reversões de Reservas
-
-
(5.429)
-
5.429
-
Sobras ou Perdas Líquidas
-
-
-
-
247.559
247.559
Fundo de Reserva
-
-
25.298
-
(25.299)
-
.FATES
-
-
-
-
(12.650)
(12.650)
7.656.270
39.494
949.043
140.870
340.102
9.125.779
Com Sobras e Reservas
340.101
-
-
-
(340.102)
-
Juros ao Capital
794.066
-
-
-
-
794.066
Eventos
Saldo em 31/12/06
Capital
Subscrito
Totais
8.544.009
Movimentações de Capital:
Com Sobras e Reservas
Provisão a Maior IRRF
Por Devolução ( - )
Destinação das Sobras ou Perdas:
Saldos em 31/12/07
Movimentações de Capital:
Por Subscrição/Realização
774.770
-
-
-
-
774.770
(956.171)
-
-
-
-
(956.171)
Reversões de Reservas
-
-
(4.155)
-
4.155
-
Sobras ou Perdas Líquidas
-
-
-
-
207.735
207.735
. Fundo de Reserva
-
-
21.189
-
(21.189)
-
.FATES
-
-
-
-
(10.595)
(10.595)
8.609.036
39.494
966.077
140.870
180.106
9.935.583
Por Devolução ( - )
Destinação das Sobras ou Perdas:
Saldos em 31/12/08
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
(Em Reais)
DESCRIÇÃO
Exercício findo em:
31/12/2008
Atividades Operacionais
Sobras/Perdas do Exercício
207.735
Constituição do FATES
(10.595)
Depreciações e Amortizações
Sobras/Perdas do Exercício Ajustada
4.155
201.295
Aumento (redução) em ativos operacionais
Operações de Crédito
Outros Créditos
(445.317)
(51.453)
Aumento (redução) em passivos operacionais
Outras Obrigações
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais
24.191
(472.579)
Atividades de Investimentos
Inversões em Investimentos
Aquisição de Imobilizado
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos
(51.348)
(1.122)
(52.470)
Atividades de Financiamentos
Aumento por novos aportes de Capital
1.568.836
Devolução de Capital à Cooperados
(956.171)
Obrigações por Empréstimos e Repasses
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos
612.665
Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades
288.911
Modificações em Disponibilidades Líquidas
No Início do Período
No Fim do Período
Variação Líquida das Disponibilidades
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
847.031
1.135.942
288.911
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA RHODIA PAULÍNIA
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NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
(Em Reais)
1.
CONTEXTO OPERACIONAL
A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA RHODIA PAULÍNIA é
uma sociedade por COTAS com personalidade jurídica de direito privado, regulada pelo disposto na Lei
nº 5.764/71, cujo capital é constituído exclusivamente por recursos da iniciativa privada, com seus
objetivos sociais em conformidade com a referida Lei e definidos em seu Estatuto Social, fundada em
11/08/1963 com o objetivo de prestar diversos serviços econômico-financeiros de assistência aos
associados, na base territorial do Estado de São Paulo.
2.
APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,
considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente aquelas aplicáveis às entidades
cooperativas, a Lei do cooperativismo nº 5.764/71, normas e instruções do Banco Central do Brasil BACEN e apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF, tendo sido aprovadas pela administração em 31.12.2008
Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos
ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da cooperativa incluem, portanto,
estimativas referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, provisão para perdas nas
operações de crédito, provisão para contingências e outras similares. Os resultados reais podem
apresentar variações em relação às estimativas.
As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão
definidas a seguir:
a)
Disponibilidades e relações interfinanceiras
As disponibilidades e as relações interfinanceiras são avaliados pelo custo ou valor de realização,
incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Compreendem
dinheiro em caixa, depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez.
b)
Operações de crédito
As operações de crédito com cláusula de atualização monetária pós-fixada estão registradas a valor
presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados estão registradas a valor futuro,
retificadas por conta de rendas a apropriar.
A provisão para perdas com as operações de crédito é constituída em montante julgado suficiente pela
administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em
consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a capacidade de pagamento e
liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, contemplando
todos os aspectos determinados na Resolução 2.682 do CMN, que determina a classificação das
operações por nível de risco.
c)
Investimentos
Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição.
d)
Imobilizado
Os móveis, utensílios e sistemas de processamento de dados estão demonstrados pelo custo de
aquisição.
A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais
de acordo com as taxas divulgadas na Nota 8 que levam em consideração a vida útil econômica dos
bens.
Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o
valor contábil e são incluídos no resultado não operacional.
e)
Demais ativos e passivos circulantes e não circulantes
Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os
rendimentos e as variações monetárias auferidos.
Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando
aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
f)
Apuração do resultado
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de
crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios
correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e
passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério "pro-rata
temporis" e calculados com base no método exponencial.
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime
de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras
ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os
dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com
os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando
não identificados com cada atividade.
g)
Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em
operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas
com cooperados é isento de tributação.
As Demonstrações Contábeis estão apresentadas uniformemente e refletem as operações realizadas
pela Cooperativa no decorrer do exercício. Foram elaboradas em conformidade com as orientações
contidas na NBC T 6 do CFC (Conselho Federal de Contabilidade), Lei nº 5.764/71, Resoluções do
Conselho Monetário Nacional e Normativos do Banco Central do Brasil aplicáveis às Cooperativas de
Crédito.
h)
Alteração da legislação societária
Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei nº 11.638/07 que entrou em vigor a partir do exercício
2008. Essa Lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a lei societária brasileira para possibilitar o
processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas
normas internacionais de contabilidade e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam
expedidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em consonância com os padrões internacionais de
contabilidade. Neste contexto, as seguintes atualizações normativas expedidas pelo CMN em 2008
foram consideradas na elaboração das demonstrações: a) demonstração do fluxo de caixa, em 2008
sem exigência da comparabilidade, b) divisão do ativo permanente em: investimentos, imobilizado,
diferido e intangível, com mudanças nos critérios de registro e reconhecimento; c) mudanças relativas
aos critérios de avaliação do ativo e do passivo, d) extinção da Reserva de Reavaliação, e) revisão dos
conceitos de constituição da Reserva de Capital, Reserva de Lucros e Sobras/Perdas Acumuladas.
3.
Relações Interfinanceiras
Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira da Cooperativa de Economia e Crédito
Mútuo dos Empregados da Rhodia Paulínia, conforme determinado no artigo 33º da Resolução 3.442 do
CMN, com remuneração atrelada ao CDI - Certificado de Depósito Interbancário.
Descrição
Centralização Financeira
Total
4.
2008
710.096
710.096
2007
461.673
461.673
Operações de crédito
a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN
nº 2.682 de 21/12/1999:
Nível / Percentual de
Risco / Situação
Empréstimos*
A
0,5% Normal
Total Normal
Total Geral
Provisões
Total Líquido
9.300.941
9.300.941
9.300.941
(46.505)
9.254.436
Total em
2008
9.300.941
9.300.941
9.300.941
(46.505)
9.254.436
Provisões
2008
Total em
2007
(46.505)
(46.505)
(46.505)
-
Provisões
2007
8.853.386
8.853.386
8.853.386
(44.267)
8.809.119
(44.267)
(44.267)
(44.267)
-
* Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.
b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias):
Descrição
Empréstimos
Total
Até 30
-
De 31 a 60
863.955
863.955
De 61 a 90
416.247
416.247
De 91 a 180 De 181 a 360
801.842
2.235.281
801.842
2.235.281
Acima de 360
4.983.616
4.983.616
Total
9.300.941
9.300.941
c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros
créditos com características de concessão de crédito:
Descrição
Saldo Inicial – Dezembro de 2007/2006
Constituições/Reversões no Exercício
Transferência/Reversões para Prejuízo no Exercício
Total
2008
(44.267)
(3.550)
(47.817)
2007
(42.303)
(1.964)
(44.267)
d) Concentração dos Principais Devedores:
Descrição
Maior Devedor
2008
% Carteira
Total
58.963
0,63%
2007
% Carteira
Total
60.504
0,69%
10 Maiores Devedores
50 Maiores Devedores
549.737
1.959.498
5,86%
20,88%
530.961
1.920.401
6,03%
21,80%
e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:
Descrição
Saldo Inicial – Dezembro de 2007/2006
Valor das operações renegociadas no período
Valor das operações recuperadas no período
Total
5.
2008
7.880
7.880
2007
7.880
7.880
Outros créditos
Valores referentes às importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas
no País, inclusive as resultantes do exercício corrente, conforme demonstrado:
Descrição
Títulos e créditos a receber - c/ caract. Créd
Títulos e créditos a receber - s/ caract. Créd
(-) Provisão de outros créditos de liq duvidosa
Devedores Diversos
Total
6.
2008
131.167
167.049
(1.312)
296.904
2007
245.451
245.451
Outros valores e bens
Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$.1.221 referente a reforma na antiga sede da
cooperativa.
7.
Investimentos
Estão registrados, nesta conta, investimentos em Coligadas e Controladas, acrescidos da remuneração,
conforme demonstração:
Descrição
Ações e Cotas Cecresp
8.
31/12/2008
319.412
31/12/2007
268.064
Imobilizado de Uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas
pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Descrição
Moveis e Utensílios
Sistema Processamento Dados
(-) Depreciação
Total do Imobilizado
9.
Percentual de
Depreciação
10%
20%
31/12/2008
24.698
1.121
(13.789)
12.030
31/12/2007
24.698
14.795
(24.430)
15.063
Obrigações sociais e estatutárias
O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus
familiares e empregados da cooperativa, e é constituído pelo resultado dos atos não-cooperativo e 5%
das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em
conta de passivo segue determinação do plano de contas do COSIF.
Descrição
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social
Cotas de capital a pagar
Juros ao Capital
Total
2008
14.488
868.517
883.005
2007
80.675
80.675
10. Outras obrigações - Diversas
Descrição
Impostos e Contribuições a Pagar
Operações de Crédito
Fiscais e Previdenciárias
Diversas
Provisão Pagamentos a Efetuar
Provisão Juros ao Capital
Credores Diversos
31/12/2008
158.081
17
158.064
43.276
22.536
20.740
31/12/2007
133.590
133.590
845.905
28.879
794.006
23.019
11. Capital Social
O Capital Social da Cooperativa encontra-se integralizado, atendendo à Lei 5.764/71, conforme quadro
demonstrativo.
Data
31/12/2008
31/12/2007
Número de
Associados
1375
1370
Capital
8.609.036
7.656.270
12. Apuração de Resultado
Todas as receitas e despesas foram registradas pelo regime de competência e as sobras estão assim
compostas:
Sobras/Perdas líquidas do 1° semestre
Sobras/Perdas líquidas do 2° semestre
Depreciação do Ativo
Total das Sobras do exercício
Fundo de Reserva Legal
Fates
Resultado de exercício anterior
Sobras Líquidas à disposição da AGO
614.603
(406.869)
4.155
211.889
(21.189)
(10.594)
180.106
13. Reserva de Contingências
Representa a constituição de provisões para absorver prejuízos decorrentes de encargos incidentes
sobre operações com associados, como PIS e COFINS, que estão em processos judiciais sendo:
- PIS / Cofins sobre Faturamento
R$ 140.869,80
Os registros contábeis e as operações da Cooperativa, quando com associados, não estão sujeitos aos
exames pelas autoridades fiscais e às eventuais notificações para recolhimentos adicionais de impostos,
taxas e contribuições, consoante a legislação específica aplicável a cada espécie de tributo, durante os
prazos prescricionais a eles inerentes, em decorrência da Lei 5.764/71.
14. Instrumentos financeiros
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores
contábeis, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. A administração não
avalia esses instrumentos financeiros a valores de mercado por não ser requerido pelas práticas
contábeis adotadas no Brasil.
A Entidade não possui contrato de troca de índices (SWAP) ou quaisquer outras operações envolvendo
derivativos.
15. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de
planejar, dirigir e controlar as atividades da entidade, inclusive diretores e executivos da cooperativa e
membros próximos da família de tais pessoas.
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas
atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da
cooperativa, e caracterizam-se basicamente por:
• Transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações
impostas pelas normas do BACEN, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates
de RDC e operações de crédito.
Operações de
Crédito
% Em relação à
Carteira Total
Taxa Média - %
69.051
0,74%
1,2
16. Cobertura de seguros
Em 31 de dezembro de 2008, os seguros contratados são considerados suficientes pela administração
para cobrir eventuais sinistros relacionados à garantia de valores e veículos de propriedade da
cooperativa.
ANTONIO CARLOS NETTO
Diretor Presidente
EVALDO MANCINI
Técnico Contábil
1SP217109/O-6
CESAR ABRANCHES POMIN
Diretor Responsável pela Área
Contábil
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Notas explicativas 2008