Imagine ...
... uma cidade onde a diversão fosse a máxima lei.
Imagine que, nas suas ruas, praças, e nos seus
abundantes jardins, tudo tivesse sido planeado para oferecer a todos a mais ampla diversão
possível. Imagine, também, que esta cidade EStivesse preenchida DE jogos para todos os gostos
e idades, até praticamente não caberem mais.
Conceba ainda que, ao olhar no horizonte, quase não via mais do que variadíssimos entretenimentos, verdes espaços de lazer e muitas pessoas a divertirem-se. Agora, acredite que esta
cidade efectivamente existe e se chama Ludopolis, a "Cidade dos Jogos e da Diversão".
Se simpatizou com este lugar de sonhos, propomos-lhe que passe da imaginação à realidade e
venha visitar a Ludopolis. Traga a sua família ou
amigos e divirta-se, pois, aqui, todos os sorrisos
contam!
Bem-vindo
Ao reino dos jogos!
É difícil encontrar algo mais inerente e saudável do que a tendência natural
do ser humano para se recrear e divertir. É, também, um dos comportamentos
mais estáveis que o ser humano apresenta, independentemente da idade ou
da cultura. Os jogos não têm idade e são uma forma alternativa de ocupação do tempo livre, afirmando-se como uma actividade cultural para todas
as pessoas e idades. Os jogos estiveram presentes durante toda a história
da humanidade: conhecem-se jogos com origens em todas as culturas do
mundo, sendo alguns deles muitíssimo mais antigos do que a fundação de
Portugal. Nos últimos 30 anos, por exemplo, os jogos de mesa e de tabuleiro
evoluíram e multiplicaram-se exponencialmente. Para além dos jogos clássicos mais conhecidos, existem várias dezenas de milhar de jogos editados. No
entanto, como em outras tendências sociais, Portugal acompanha com algum
desfasamento aquilo que ocorre em países como a Alemanha e a França, mas
também os Estados Unidos ou a Espanha, entre outros, nos quais se concebe
o acto de jogar como uma actividade lúdica costumeira, com a função de divertir mas também preencher momentos de ócio. O mercado de jogos é próspero e encontra-se em amplo desenvolvimento. Anualmente, um pouco por
todo o mundo, cerca de 1000 jogos absolutamente novos e originais são colocados no mercado. É certo que apenas uma pequena parte tem tido edição
em Portugal, mas, felizmente, cada vez mais a tendência se vem invertendo,
em benefício da qualidade de vida e do bem-estar dos portugueses. O Festival Ludopolis vem, assim, à semelhança do que acontece em outros países,
satisfazer uma necessidade elementar de qualquer sociedade (divertir-se!),
constituindo-se como a primeira grande montra nacional de jogos e diversões. Com centenas de jogos de tabuleiro, jogos tradicionais, jogos de consola
e computador para todos os gostos, imensos brinquedos e actividades para
bebés e crianças, espaços de diversão pensados para miúdos e graúdos, diversos torneios, etc., Ludopolis apresenta-se como a Cidade dos Jogos e da
Diversão, na qual encontrará actividade lúdica extremamente diversificada,
concentrada num único lugar. É a oportunidade de se divertir saudavelmente e conhecer entretenimentos que, nem em sonhos, imaginou existirem. Na
Ludopolis todos os sorrisos contam, pelo que contamos com o seu!
Um Festival para toda a família
A correria do trabalho e a agitação do dia-a-dia, muitas vezes, coíbem-nos
de passar todo o tempo desejado com quem verdadeiramente gostamos. Foi
precisamente a pensar no valor da Família que se concebeu este grande e divertido evento. Ludopolis tem o propósito de unir e reunir pessoas, através da
interacção positiva proporcionada pelos muitíssimos jogos e diversões postos à disposição de todos. Estamos seguros de que nem você nem os seus
esquecerão estes dias mágicos. Venha jogar e divertir-se!Nós emprestamos
os jogos. Só tem de trazer a sua alegria.
Finalmente Ludopolis!
Feiras e Festivais de jogos existem já por todo o mundo. Alguns destes eventos reúnem, em poucos dias, mais de 150 mil visitantes, desde simples curiosos a famílias inteiras preparadas para se divertir e descobrir o que há de
novo pelo mundo lúdico. Em Portugal, este espaço encontrava-se há muito
por preencher, mas finalmente Ludopolis está à porta, para se afirmar como
o Festival dos Jogos e da Diversão em Portugal, e um dos grandes eventos
internacionais.
O FESTIVAL
A lenda do Rei Ludo
Há muitos, muitos anos, um Rei de nome Ludo que o tempo jamais esqueceu,
decidiu abdicar da sua soberania e erguer uma cidade na qual a diversão fosse
a máxima lei. O povo daquela terra, temente de que a loucura tivesse definitivamente tomado conta do espírito do seu Senhor, não considerou sequer
a hipótese de permanecer na cidade e orientou-se, em caravana, para bem
longe dali. Ficaram apenas os vassalos, com as suas esposas e crianças, fiéis
e certos de que a vida não seria certamente mais difícil com um acréscimo de
diversão. Assim, puseram mãos à obra, e, após desmantelarem a antiga cidade com as suas velhas memórias, reconstruíram, sobre as suas fundações,
Ludopolis, a Cidade da Diversão.
Naquele tempo, o Rei Ludo, que, durante a construção da cidade, havia estado muito metido com os botões da sua casaca real, saiu do seu estranho
isolamento trazendo consigo doze carroças misteriosamente carregadas. E
dirigiu-se, com um rasgado sorriso, aos seus bravos serviçais: "Meus amigos e
fiéis companheiros de sempre, agora que Ludopolis está totalmente edificada,
chegou o momento de deixarmos para trás os afazeres e abraçarmos juntos
a genuína alegria de jogar. No interior destas carroças está condensado todo
o meu esforço dos últimos anos. Dentro delas podereis encontrar mais de
um milhar de jogos, que deixo à disposição de todos para que possam jogar
e divertir-se sem restrições! A única norma que, de ora em diante, deverá
conduzir os nossos passos é que todos procurem ser radiantes e felizes, pois,
neste reino, os sorrisos são lei!"
aos nossos
PARCEIROs LÚDICOs
O mercado do entretenimento tem sido apontado por diversas organizações,
entre as quais a própria União Europeia, como um dos sectores estratégicos
de crescimento. Não obstante o contexto económico aparentemente adverso,
e a fim de comprovar o potencial deste sector, foi encomendada, ao longo dos
últimos anos, uma panóplia de estudos científicos que vieram assegurar que
as indústrias culturais e criativas são um factor de desenvolvimento dinâmico e sustentável. É na hermenêutica deste contexto que se insere a criação
da Ludopolis: proporcionar um evento credível que, em simultâneo, dinamize
o mundo lúdico em várias das suas vertentes, e se empenhe na implementação de valores contemporâneos de grande valia, tais como valores culturais,
patrimoniais e ambientais. Ludopolis, o primeiro e único Festival de jogos e
diversão em Portugal, corporifica os valores positivos que preconizamos, procurando democratizar, na sociedade portuguesa, o acesso ao objecto lúdico
em todas as suas dimensões. A Ludopolis vem, concomitantemente, preencher um hiato no roteiro dos grandes eventos nacionais, seguindo o modelo
daquilo que ocorre, já, na maioria dos países europeus. Legitima-se, por isso,
a urgência de proporcionar aos portugueses um espaço de divertimento e
união salutar em torno de um Festival subordinado, exclusivamente, ao tema
"jogos e diversão para todos". Cientes da responsabilidade inerente ao longo
alcance da temática, propomos à sociedade portuguesa que se venha divertir
sobriamente durante alguns dias, nos 5 espaços desenhados à medida de todos e de cada um: Aldeia dos jogos Populares, Aldeia dos jogos de Sociedade,
Aldeia dos jogos Multimédia, Aldeia das Crianças e Aldeia das Construções.
Cada Aldeia Lúdica tem, desta forma, a faculdade de conduzir o visitante a um
universo de jogos e diversões coerentemente enquadrado numa área particular do entretenimento. Proporcionamos, pela sua génese, um Festival interactivo de matriz familiar, onde divertir-se e sorrir acontecem naturalmente,
através do usufruto livre de centenas de jogos e atracções lúdicas dispersos
por toda a Cidade da Diversão. Em detrimento do imediatismo, da falta de
tempo e disponibilidade para com os nossos pares que caracterizam o nosso
tempo, Ludopolis pretende afirmar-se como um lugar de união familiar por
excelência, um espaço de mágica interacção entre amigos, mas também um
evento atractivo, agradável e original, que concentre num único local as mais
variadas diversões e jogos para todas as idades. Finalmente, porque pensado
à medida de todos e não apenas para pequenos nichos, Ludopolis assume-se, em simultâneo, não só como um parceiro estratégico para as entidades
que laboram no sector do entretenimento, como também permite sinergias,
devido à sua manifesta transversalidade, com outros sectores empresariais
e sociais. Reiteramos o nosso interesse em colocar Portugal a sorrir, através
dos nossos jogos e das nossas Aldeias Lúdicas.
Informações Gerais do Festival Ludopolis
Ludopolis é um Festival de jogos, diversões, passatempos e hobbies diversos,
no qual se pretende reinventar o conceito de lazer, promovendo a interacção
entre as pessoas e proporcionando momentos lúdicos tão enriquecedores
quanto saudáveis. Ludopolis, através do estabelecimento de sinergias transfronteiriças, assume-se como um evento lúdico a incluir, num horizonte de
médio prazo, no roteiro dos eventos europeus do sector da diversão, dos jogos
e do entretenimento em geral. É um Festival lúdico pioneiro e único em Portugal, pois resulta da concentração de diversas áreas do entretenimento num
só certame, com orientação simultaneamente familiar e profissional.
Ao visitante, Ludopolis oferece um evento inédito e repleto de diversões inter-geracionais, possibilitando o acesso in loco às novidades do mundo lúdico
internacional. Às empresas, oferece a oportunidade de dar a conhecer os seus
produtos a um público seleccionado, mas também apresentar-se e alargar a
sua carteira de clientes ao grande público.
O nosso compromisso para com todos os agentes é o de estabelecer um contacto sério e profissional, porém personalizado e baseado na confiança mútua, que permita o enriquecimento de todos os intervenientes.
Perfil do Parceiro Lúdico
Jogos multimédia
Jogos de sociedade
Brinquedos
Actividades e serviços para crianças
Jogos tradicionais
Mundo lúdico em diversas vertentes
Actividades e desportos radicais
Mercado do entretenimento
Manga/Anime
Modelismo e Maquetas
Artesanato
Lazer
Viagens
Revistas/Rádios
Consumo
Tecnologia
Outros
Fórmulas
Reservamos três fórmulas de participação para a promoção dos nossos parceiros lúdicos:
Fórmula «Rei»
Para a fórmula Rei reservamos uma prestigiante associação ao evento e presença em todos os canais de comunicação usados, nomeadamente:
- Menção de Patrocinador Oficial Ludopolis, inserida no Plano de Comunicação e de Marketing.
- Utilização do Logótipo do parceiro no cartaz, folhetos, convites, bilhetes, outdoor
e imprensa oficial.
- Presença destacada no único espaço de exposição situado na entrada do
Festival, e numa das Aldeias lúdicas (áreas a definir).
- Criação de um Jogo subordinado à marca/empresa patrocinadora, que será
inserido no programa do evento, para distribuição aos visitantes.
- Presença da marca nos Aladinos - os interessantes tapetes redondos para
jogar e relaxar, privilegiadamente espalhados pelas áreas de lazer da Ludopolis. Os Aladinos são um ex-líbris do festival e existem em dois formatos: fixos
com 3m de diâmetro e transportáveis com 2m de diâmetro (podem ser gratuitamente solicitados no stand da organização, para jogar em qualquer lugar!).
Para cada Aladino será disponibilizado um jogo familiar acessível para todos e
a respectiva regra. Os Aladinos situados na proximidade de cada Aldeia lúdica
conterão diversões apropriadas para esse sector do Festival.
- Destaque na página principal do sítio do Festival Ludopolis, e hiperligação
para o sítio matriz do patrocinador.
- Presença na sinalética de direcções no interior do recinto (lugar destacado).
- Presença da marca em todas as Aldeias Lúdicas.
- Colocação de publicidade em locais a acordar com a organização.
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Aldeia dos Jogos Populares
Bar/Café
Aldeia das Construções
WC
Aldeia das Crianças
Restauração
Aldeia dos Jogos Multimédia
Aldeia dos Jogos de Sociedade
Workshops
Esplanada
Entrada/Apoio ao expositor
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Fórmula «Príncipe»
A fórmula Príncipe assegura ao patrocinador a elevação da sua marca a Príncipe patrono da Aldeia lúdica. Para cada Aldeia Lúdica, apenas haverá um
Príncipe.
- Presença destacada no sítio do Festival (www.ludopolis.pt), na zona da respectiva Aldeia Lúdica.
- Presença da marca no traje dos animadores da Aldeia lúdica.
- Presença privilegiada na Aldeia Lúdica (área a definir).
- Presença na sinalética de direcções no interior do recinto, junto ao nome da
Aldeia Lúdica.
Fórmula «Nobre»
A fórmula Nobre permite a expositores diversos estarem presentes junto do
público, através de:
- Stand com 18 m2, para expor ou vender os seus produtos, equipado com 2
mesas e 4 cadeiras.
- Stand com 9 m2, para expor ou vender os seus produtos, equipado com 1
mesa e 2 cadeiras.
Outras áreas disponíveis:
De 19 a 50 m2
De 51 a 100 m2
Superior a 100 m2
(Preçário sob consulta)
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2
3
6
Nota: localizações previstas
O recinto do Festival Ludopolis encontra-se repartido em 5 Aldeias Lúdicas,
cujo critério de compartimentação diz respeito à especificidade dos produtos
lúdicos e ao parentesco dos entretenimentos entre si.
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Ateliês
Como funciona?
Missão
Visão
Compromisso
Missão
Tornar as pessoas mais felizes, unindo-as através da diversão.
visão
Ser uma referência na resposta à necessidade universal de diversão saudável, democratizando o acesso ao mundo lúdico nas suas diversas facetas.
«Ser-se feliz, divertindo-se, é um direito inalienável que todas as pessoas
merecem, independentemente da idade ou da condição social».
Partindo desta premissa, a Ludopolis assume como sua orientação a de proporcionar aos visitantes momentos inspiradores de diversão, mas também
de interacção e aprendizagem, possibilitando a todos o acesso a uma extensa
e heterogénea panóplia de jogos e diversões, concentrada no mesmo espaço
lúdico.
COMPROMISSO / RESPONSABILIDADE SOCIAL
Defendemos uma visão integradora de sociedade, na qual todos possam ser
solidários e iguais: o acto de jogar, sendo inequivocamente inclusivo e democrático, corporifica a nossa vontade de intervir socialmente e é exemplo
da consciência filantrópica que nos move. Afirmamos a nossa intenção de
democratizar o acesso à diversão, nas suas múltiplas dimensões. Devido ao
seu formato, Ludopolis assume-se, geneticamente, como um espaço inter-geracional, aberto não apenas aos desafios do presente e do futuro, mas
também esclarecido relativamente à necessidade de preservação de raízes
culturais e patrimoniais. Acreditamos ser, desta forma, possível, solucionar a
Aldeias TEMÁTICAS
difícil equação da coabitação entre a memória do passado e a visão ambiciosa do futuro, edificando uma Ludopolis ecológica, à imagem de uma Cidade-Jardim, rica em património e história.
A Ludopolis colaborará com uma instituição de cariz social de apoio a crianças,
para partilhar a alegria com todos!
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•• Centenas de jogos de sociedade
Aldeia dos Jogos
de Sociedade
•• Protótipos de autores portugueses e
estrangeiros
•• Concurso internacional de criadores de jogos
(I Concurso Ludopolis)
•• Torneios de jogos
•• Eleição do jogo preferido do público (Menção
Ludopolis)
"O jogo é uma experiência optimista, até utópica. Através do jogo, a criança,
e até o adulto, testa as suas forças e fraquezas num mundo criado à sua
medida. Nele, o jogador pode escolher os papéis, inclusive aqueles que, no
mundo real, lhe causam medo e insegurança por estarem acima das suas
possibilidades reais."
Maria Luísa M. Borralho e Ângela Maria F. Viegas
Os jogos não são somente um passatempo infantil, apesar de existirem, obviamente, alguns jogos propositadamente concebidos para crianças. A associação ingénua de que o acto de jogar é uma actividade predominantemente
infantil tem sido, nos últimos anos, e com inteira justiça, progressivamente
erradicada. Existem jogos que, para além de divertir, são instrumentos pedagógicos de grande valia, podendo usar-se como ferramentas educativas. Os
jogos são promotores inquestionáveis dos afectos e das relações sociais positivas, enquanto asseguram, entre outras, o desenvolvimento de competências cognitivas ou de estratégia. Uma partida de um qualquer jogo de mesa
ou tabuleiro é um acto social entre amigos cujos elementos mais importantes são as pessoas com quem se joga e a qualidade do tempo desfrutado.
Existem jogos de sociedade para todos os gostos: de estratégia, de gestão
de recursos, de destreza, cooperativos, abstractos, de conhecimento, de expansão territorial ou baseados na sorte, entre muitos outros. São jogos que
se adaptam a uma infindável multiplicidade de contextos e temperamentos,
dada a diversidade de temas, ambientes, mecanismos de jogo e componentes
existente. À semelhança do que acontece noutras áreas do entretenimento
como a literatura ou o cinema, existem jogos para todo o tipo de pessoa.
Jogar é diversão, não havendo limite de idades!
Os jogos de sociedade são cada vez mais um elemento incontornável no dia-a-dia de muitos milhares de portugueses. Para além da tradicional sueca
ou de alguns jogos sobejamente conhecidos, é cada vez maior a diversidade
de jogos que ocupa as mesas e anima os serões das famílias portuguesas.
Estamos perante uma mudança saudável de hábitos, já que os jogos são uma
forma de interagir com os outros, e, ao mesmo tempo, uma diversão. Numa
actualidade em que o tempo parece não chegar para tudo, tem-se muitas vezes a sensação de que não se passa com a família ou com os amigos o tempo
que se lhes merece dedicar. É por isso que jogar tem sido cada vez mais a
solução escolhida para aproximar pessoas, porque, para além de tudo, o faz
de forma divertida. Os jogos de sociedade acumulam vários benefícios, entre
os quais: promovem uma convivência salutar, são um meio para socializar e
estabelecer boas relações, são um meio seguro de diversão, mobilizam conhecimentos, são promotores da inteligência e dos afectos, são desafiantes,
têm um preço acessível, entre muitos outros. Existe sempre uma categoria de
jogo para cada tipo de pessoa!
•• RPG’s (Role Playing Games) / Jogos de
Simulação
•• Jogos em tamanho gigante
•• Mercado dos jogos (lojas e editores,
demonstração e locais de venda)
•• Jogos de Tabuleiro no mundo (exposição
temática)
Na Aldeia dos Jogos de Sociedade propomos-lhe que descubra a nossa montra de várias centenas jogos, inteiramente à disposição dos visitantes. Mas
não fique apenas a vê-los! Experimente-os! Nem precisa de perder tempo
a ler as regras, pois os nossos colaboradores explicar-lhas-ão com todo o
prazer e ainda jogarão consigo, se quiser! Deixe-se contagiar, experimente e
conheça jogos que nunca imaginou serem tão divertidos. E, se se apaixonar
por algum, visite o Mercado de jogos situado no coração da Aldeia dos Jogos
de Sociedade.
Nota: algumas actividades sujeitas a confirmação
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Aldeia dos Jogos
MULTIMÉDIA
"O jogo é uma componente essencial da vida dos homens: em todas as sociedades, em todas as épocas, existem múltiplos jogos que excitam as paixões
humanas."
Ferran, Mariet e Porcher
Durante muitos anos se associou o jogo a uma actividade desenvolvida à volta de uma mesa, ou mesmo fora de casa. Esta é uma realidade que continua
actualizada, mas à qual se acrescentou um novo tipo de jogo: o jogo multimédia. Novas formas de diversão surgiram nas últimas décadas, através das potencialidades dos computadores e das consolas de jogos. Já não há motivos
para evitar a cultura digital, pois há muito que mergulhámos num mundo tecnológico. É seguro que, desde que doseada de forma equilibrada, a tecnologia
dá sinais de melhorar a qualidade de vida, como o faz através da sua quantidade infindável de jogos e dos momentos lúdicos que proporciona. É nesta
óptica que lhe propomos um passeio pela nossa mostra de computadores e
consolas, convidando-o a revisitar (mas também a jogar!) as máquinas de
hoje e de outros tempos, e alguns dos jogos mais emblemáticos de sempre.
•• Equipamentos digitais de última
geração
•• Simuladores, telas gigantes, jogos
interactivos, etc
•• Computadores, consolas e máquinas de
jogos de outros tempos
•• Jogos electrónicos
•• Campeonatos dos jogos mais mediáticos
Certamente alguns destes nomes lhe causarão um agradável frisson:
Chuckie Egg, Rick Dangerous, Pang, Knightmare, Roadfight, Maniac Miner,
Saint Dragon, Gianna Sisters, Jet Set Willy, Full Spectrum Warrior, Continental
Circus, Super Mario, Zelda, Arkanoid, Rainbow Islands, Final Fantasy, Tekken,
etc. Ou, mais recentemente, Resident Evil, Call of Duty, Metal Gear Solid, Pro
Evolution Soccer, Halo, Half-life, etc.
Na Aldeia Multimédia colocaremos à sua disposição parte da história do software lúdico, com as respectivas consolas e, claro, muitos jogos! Para além
disso encontrará equipamentos com projecção em telas gigantes onde os
mais jovens se poderão divertir e interagir. Definitivamente, a não perder.
Nota: algumas actividades sujeitas a confirmação
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Aldeia dos Jogos
populares
"Aceita-se normalmente, em termos de definição, o princípio de que os jogos populares valem como forma de passatempo, descanso, recreio e divertimento. Parece-nos, contudo, que por trás deles houve sempre e há ainda um
sentido estético e pedagógico que enforma todas as actividades culturais das
nossas gentes rurais."
In Jogos Populares
"O jogo surge da cultura, não há jogo desprovido de elementos culturais e
educacionais, já que, por mais simples que seja a estrutura dessa actividade,
sempre será mediada por alguma relação humana, seja ela directa (contacto
entre pessoas), ou indirecta (contacto pessoas-objectos); portanto, nos jogos
sempre estará presente um diálogo entre homens."
Gustavo Martins Piccolo
Contra o provérbio popular que diz que «a tradição não é o que era», acreditamos que, em termos lúdicos, a tradição continua a ser, sem tirar nem pôr,
igual a si própria. De entre todas as categorias de jogos, os tradicionais são
os que mais resistem ao tempo. Não são uma moda, pois foram criados, decididamente, para ficar. Esta capacidade de permanecer talvez seja devida aos
materiais normalmente primários com que são construídos e que nos ligam
um pouco mais à terra, ou talvez a sua graça se encontre na sua simplicidade
desarmante... O que é certo é que fazem parte da nossa herança cultural,
dando-nos identidade enquanto povo. São a malha (chinquilho), as damas,
a corrida de sacos, o jogo das latas ou da corda entre tantos outros! Quem
nunca os experimentou perde de certeza alguma coisa, pois são jogos não só
divertidos de se jogar, como também muito engraçados de se observar. Soltam-se gargalhadas espontâneas, apertam-se mãos e amizades, e compete-se não pela vitória mas pela pura diversão! Estamos certos de que encontrará muita boa disposição e companheirismo na Aldeia dos Jogos Populares.
•• Jogos tradicionais: chinquilho, damas,
corrida de sacos, jogo das latas, jogo da
corda, jogo do rato, jogo do prego, tiro ao
alvo com arco, entre muitos outros.
•• Desafios por equipas
•• Rifas com prémios lúdicos
•• Jogos de madeira
•• Matraquilhos
•• Torneios diversos
•• Quebra-cabeças
•• Artesanato
Nota: algumas actividades sujeitas a confirmação
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Aldeia das
crianças
"«O jogo consiste em transformar um meio num fim em si mesmo» - disse
Piaget. Isso acontece com o jogo infantil. (...) Entre os 8 e 12 meses a criança
aprende a separar os meios dos fins e o jogo surge. (...) Ultrapassar o obstáculo é o meio a que pode achar graça. Se o converte num fim, aparece o jogo. ̕̕
António Magalhães Cabral
"Através da actividade lúdica e do jogo, a criança forma conceitos, selecciona
ideias, estabelece relações lógicas, integra percepções, faz estimativas compatíveis com o crescimento físico e o desenvolvimento e, o que é mais importante, vai-se socializando.̕̕
Juliana Tavares Maurício
Se, para a generalidade das pessoas, o jogo é importante, para as crianças
é-o muito mais. A brincadeira, para os mais novos, não é um escape para
as obrigações do quotidiano, é antes um elemento que assegura o seu desenvolvimento afectivo, intelectual e social. Promotor do bem-estar, o jogo é,
reconhecidamente, de vital importância em tenras idades, sendo muito mais
do que um simples passatempo. As crianças necessitam de brincar, de interagir, de experimentar coisas novas e de ambientes favoráveis. Na Ludopolis, a
Cidade da Diversão, existe um espaço inteiramente dedicado a elas. A Aldeia
das Crianças contém numerosos brinquedos de acesso livre, espaços bastante originais e divertidos, pensados não só lúdica como pedagogicamente e
em termos de segurança e acompanhamento. Esta zona do Festival aguarda
com ansiedade pela alegria e pelas gargalhadas dos mais pequenitos!
"É enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança.
É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva.̕̕
Vygostsky
•• Caixa de areia com equipamentos
(carros de mão, baldes, pás, moldes, etc.)
•• Muitos brinquedos
•• Ateliês: magia, pinturas faciais, olaria,
desenho livre, construções em fimo
e plasticina, construção de máscaras,
malabarismo, origami, entre outros
•• Mini parque com baloiços, escorregas
e insufláveis
•• Fantoches
•• Jogos educativos
•• Loja de prendas e artigos de festa
•• Pista de carrinhos (no âmbito da
prevenção rodoviária)
Nota: algumas actividades sujeitas a confirmação
5
Aldeia das
cONSTRUÇÕES
"Jogar é uma actividade natural no ser humano. Inicialmente a actividade
lúdica surge como uma série de exercícios motores simples. A sua finalidade
é o próprio prazer do funcionamento. ̕̕
Sandra Vaz de Lima
Diversão é uma palavra que pode assumir significados bem diferentes, de
pessoa para pessoa. Entre os diversos entretenimentos existe, para além do
prazer da sua realização, um elemento comum, em nada menos relevante que
o primeiro: prende-se com a manipulação de materiais e o prazer da execução
de processos em si. Por isso, na Aldeia das Construções convidamos pequenos e graúdos a criar e desenvolver cenários tridimensionais que permitem
exercitar competências lógico-geométricas (habilidades de visualização, percepção espacial e análise de figuras, entre outras). Mas porque Ludopolis é
um lugar de convivência e aprendizagem por excelência, propomos-lhe que
venha descobrir, entre outros, os interessantes hobbies do Modelismo e da
Construção de Maquetes e Miniaturas. Para os aficionados do modelismo,
fazer a montagem ou dirigir os seus modelos, apesar de, aparentemente,
serem circunstâncias que nada têm em comum, apresentam ambas sensações positivas derivadas da boa gestão dos recursos, do autocontrolo e da
perseverança. Cada fase representa, à sua maneira, um momento especial de
fruição, acontecendo o mesmo com a construção de miniaturas e maquetas.
Mas há muito mais neste espaço lúdico: existe um espaço repleto de peças
de encaixe e pequenos mundos criados com bonecos de plástico para que os
mais pequenos possam desenvolver a sua motricidade fina. A par de ateliês
de construção para todas as faixas etárias, estará também disponível uma
mini pista de carros telecomandados para que as crianças possam simular
autênticas competições entre si. Certamente valerá a pena uma visita a esta
pedagógica Aldeia, onde poderá também apreciar o encanto de maquetes e
apreciar a beleza dos modelos usados em competição.
•• Actividades de construção/edificação de
estruturas em madeira
•• Manipulação de materiais diversos
•• Construção de cenários com bonecos de
plástico
•• Ateliês de construção com diversos
materiais
•• Construção de maquetas e pintura de
miniaturas
•• Miniaturas (aviões, automóveis, entre
outros)
•• Pista para carrinhos telecomandados
(carros de baixa potência para crianças)
•• Puzzles
Nota: algumas actividades sujeitas a confirmação
UM LUGAR PARA
EDIFICAR LUDOPOLIS
Descobrir Belém, uma das mais bonitas zonas de Lisboa, é também descobrir um imenso património. Partindo do Mosteiro dos Jerónimos, há todo um
mundo a desvendar: a Torre de Belém, ícone da nossa portugalidade, o Jardim
Botânico Tropical, transbordante de espécies exóticas, o moderno Centro Cultural de Belém, mas há também o heroísmo dos nossos feitos históricos, materializado no Padrão dos Descobrimentos, ou a barra do rio Tejo. E há mais,
muito mais, nesta faixa nobilíssima da cidade de Lisboa. Este terreno fértil
em monumentos e cultura é, pois, o enquadramento perfeito para o exercício
da actividade lúdica, enquanto agente de enraizamento cultural dos povos.
Convidamo-lo a vir descobrir mais detalhadamente o espaço de eleição que
seleccionamos, situado no epicentro da cintura turística da nossa capital, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, como que por magia alheado do rebuliço da
vida urbana. Por ser um lugar inigualavelmente tranquilo e recatado, converteu-se no recinto perfeito para servir de palco a este evento.
O Jardim Botânico Tropical
Devido ao seu formato, Ludopolis assume-se, geneticamente, como um espaço inter-geracional, aberto não apenas aos desafios do presente e do futuro,
mas também esclarecido relativamente à necessidade de preservação de raízes culturais e patrimoniais. Acreditamos ser, desta forma, possível, solucionar a difícil equação da coabitação entre a memória do passado e a visão
ambiciosa do futuro, edificando uma Ludopolis ecológica, à imagem de uma
Cidade Jardim, rica em património e história.
História e Origem
do Jardim Tropical
O Jardim Botânico Tropical está situado na zona monumental de Lisboa, em
Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos. É um agradável parque com lagos,
aves aquáticas e pavões, entre outras espécies animais. Contém inúmeras
plantas de origem tropical e subtropical, muitas das quais raras ou até mesmo
em perigo de extinção nos seus habitats naturais. Acresce, a esse património
natural, o património artístico (nomeadamente, o escultórico e o edificado,
que abrange diferentes estéticas e cobre várias épocas históricas, desde o
séc. XVI ao séc. XX).
Entre as mais curiosas espécies da flora presente no Jardim estão os dragoeiros, nativos das ilhas da Macaronésia, as cicadáceas, as araucárias e uma
bela avenida ladeada de palmeiras do género Washingtonia. No seu interior
existe um jardim oriental, com lagos, pontes e várias espécies de origem asiática como os hibiscos e os emblemáticos bambus, incluindo uma reprodução
estilizada do arco que limita a entrada do Pagode da Barra, em Macau, e que
representou este território na Exposição do Mundo Português em 1940.
O Jardim Botânico Tropical ocupa uma área de cerca de 7 hectares. Criado
em 25 de Janeiro de 1906 por Decreto Régio, no contexto da organização dos
serviços agrícolas coloniais e do ensino agronómico colonial no Instituto de
Agronomia e Veterinária, o então denominado Jardim Colonial visava promover o estudo da flora das antigas colónias portuguesas.
Inicialmente instalado nas Estufas do Conde de Farrôbo e respectivos terrenos anexos, o Jardim foi transferido em 1912 para a "Cêrca do Palácio de
Belém", onde ainda hoje se encontra, paredes meias com o Palácio de Belém.
Este Jardim, com uma forte vocação didáctica, foi então considerado como
base indispensável ao ensino por se considerar imprescindível o exemplar
vivo para que a demonstração fosse rigorosamente científica e educativa,
para que o aluno não ficasse somente imaginando como são os animais e os
vegetais, mas tivesse a noção viva da realidade. Foi assim em outros tempos,
permanecendo, nos dias de hoje, o valor indubitável da experiência pedagógica da visita ao Jardim.
Desde os seus primórdios o Jardim foi entendido, também, como centro de
estudo e experimentação de culturas, como espaço de recolha de informação
sobre a agricultura colonial, como centro promotor de relações com instituições congéneres (designadamente tendo em vista o intercâmbio de material
vegetal) e como centro fundamental para a resposta a questões de índole
técnica.
Na base para a organização dos serviços agrícolas coloniais, aprovadas e publicadas com o Decreto Régio, estabelece-se, ainda, que a instalação do ensino agrícola tropical incluía um laboratório e um museu e que o Director do
Jardim deveria ser o docente da disciplina de geografia económica e culturas
coloniais.
Esta situação manteve-se até 1944, data em que o Jardim Colonial se fundiu
com o Museu Agrícola Colonial para formar o Jardim e Museu Agrícola Colonial. Assim, o Jardim deixou de estar sob a dependência pedagógica do Instituto Superior de Agronomia e o seu Director deixou de ser, obrigatoriamente, um docente deste Instituto. A designação evoluiu em 1951 para Jardim e
Museu Agrícola do Ultramar, integrando-se, em 1974, na Junta de Investigações do Ultramar, hoje Instituto de Investigação Científica Tropical. Em 1983
o Jardim adopta a designação de Jardim-Museu Agrícola Tropical. Sendo uma
das unidades funcionais do Instituto de Investigação Científica Tropical, viu as
suas competências estabelecidas, referindo-se, de entre elas: "desenvolver e
assegurar a manutenção de colecções de plantas vivas das zonas tropicais e
subtropicais, ao ar livre ou em ambiente confinado, com classificação e catalogação actualizadas, que constituem material de estudo e ensino".
Palácio dos condes da Calheta
Actualmente os objectivos do Jardim Botânico Tropical, designação recentemente atribuída, perspectivam-se em três vertentes: a de "montra" das actividades do Instituto de Investigação Científica Tropical, a de "palco" privilegiado
de exposições e outros eventos de índole científica e cultural e a de “pólo” de
investigação.
No topo do Jardim Botânico Tropical encontra-se o Palácio dos Condes da
Calheta, construção sóbria, típica dos séculos XVII-XVIII, desenvolvendo-se
em dois andares constituídos por dois corpos desnivelados e irregulares em
altura. A fachada sul, virada para o jardim, apresenta um corpo extremo assente sobre a Calçada do Galvão. Apresenta uma varanda corrida de ferro no
primeiro andar, à frente de cinco janelas. O interior está revestido de azulejos
que abrangem três séculos de história.
Flora
O Palácio dos Condes da Calheta corresponde às casas e quintas pertencentes, em meados do século XVII, a D. João Gonçalves da Câmara, quarto Conde
da Calheta.
O Jardim Botânico Tropical, com o seu parque e as suas estufas, é um dos pulmões da cidade de Lisboa e reúne uma diversidade de mais de 500 espécies
perenes.
A maioria das espécies que brotam deste respiradouro é de origem tropical ou
subtropical, no entanto, dado o carácter não só de investigação, mas também
didáctico e de lazer do Jardim, existem algumas originárias de regiões temperadas. Para além das espécies já mencionadas, destacam-se, no interior
deste paraíso natural, uma palmeira plantada pelo primeiro Presidente da
República (Manuel de Arriaga), assim como bananeiras, ananaseiros, papaieiras, anoneiras, quineiras e cafeeiros. Também se podem apreciar e descobrir
plantas como a baunilha, a mandioca, diferentes orquídeas e muitas outras
plantas de distintas origens, entre as quais das ex-colónias portuguesas.
No reinado de D. José, funcionaram no edifício as secretarias de Estado e o
Arquivo Militar, tendo-se também processado neste palácio os interrogatórios dos implicados no atentado contra o rei em 1758. No palácio funcionou o
Museu Agrícola Colonial, criado em 1906 e inaugurado em 1929.
O edifício sofreu algumas alterações e, já no século XX, sofreu obras aquando
da Exposição do Mundo Português e, mais recentemente, nos anos 60. Actualmente funciona como espaço expositivo e alberga uma xiloteca, i.e. uma
biblioteca de madeiras onde se conservam mais de 2400 amostras de diversos tipos de madeiras e respectivas informações. No piso térreo funciona o
Centro de Documentação e Informação do Instituto de Investigação Científica
Tropical.
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