TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Diretoria Executiva de Engenharia e Gestão Predial
Gerência de Projetos
MEMORIAL DESCRITIVO
OBRA: Construção do Fórum da Comarca de Ribeirão das Neves
DATA: OUT. /2012
EIFICAÇÃO: PADRÃO “L”
END.: Rua
Vera Lúcia de Oliveira Andrade, S/N – Vila Esplanada
Elétricas, SPDA, Subestação,Telecomunicações e
Segurança Eletrônica.
OBJETO: Instalações
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ESPECIFICAÇÕES GERAIS
1 – RECOMENDAÇÕES INICIAIS
Todos os componentes a serem utilizados nas instalações deverão obedecer às
prescrições das normas respectivas da ABNT. Os materiais para instalações de
comunicações (voz/dados) deverão obedecer também às normas UL e/ou CSA.
As instalações elétricas deverão ser executadas obedecendo ao Projeto,
especificações técnicas e listas de materiais, em conformidade com as prescrições da
Norma NBR 5410 e demais normas vinculadas. Para quaisquer divergências deverá ser
observado o descrito no Edital.
As instalações do sistema de prevenção contra descargas atmosféricas (SPDA)
deverão ser obedecendo ao projeto, especificações técnicas e listas de materiais, em
conformidade com as prescrições da Norma NBR 5419.
As instalações de comunicações (voz/dados) deverão ser executadas
obedecendo ao projeto, especificações técnicas e listas de materiais, em conformidade
com as prescrições das normas EIA/TIA 568-A e a norma brasileira NBR 14.565.
As instalações telefônicas deverão ser executadas conforme padronização de
instalação de rede telefônica interna de imóveis emitidas pela Concessionária local.
Não será permitida alteração em projetos e especificações, a menos que tenha
sido previamente proposta pela Contratada e aprovada pelo Tribunal com registro no
Diário de Obras. Caso ocorram, estas alterações devem ser anotadas em projeto,
durante todo o decorrer da obra. Para isso, o TJMG fornecerá um jogo completo de
projetos para este fim, que será devolvido no final da obra.
Deverá ser prevista a recomposição de todos os acabamentos que vierem a
sofrer danificação devido aos serviços de instalação, tais como: cortes de fachadas
e alvenarias, perfuração nas paredes, quebras de pisos e forros, escovação de
terra, etc.
Não serão admitidas marcas diferentes para um mesmo tipo de material ( Ex.:
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Os condutores deverão ser de apenas um fabricante, os eletrodutos e acessórios
deverão ser de um mesmo fabricante, etc.).
2 – ENTRADA E MEDIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
2.1 – Subestação de Energia Elétrica
As instalações da subestação de energia elétrica, abrigada, tensão 13,8
kV/380/220V e capacidade 300 kVA, deverão estar rigorosamente de acordo com as
normas da Concessionária de Energia Elétrica da localidade e com o projeto aprovado
pela mesma.
A CONTRATADA deverá entrar em contato com o escritório da concessionária
da cidade, antes do início da obra, para requisitar o estudo de rede, ou seja, solicitar a
liberação da carga a ser ligada.
Os serviços relacionados com a entrada de energia serão entregues completos,
com a ligação definitiva à rede pública em perfeito funcionamento e com a aprovação
da Concessionária de energia elétrica local.
Todos materiais utilizados na construção da subestação deverão ser
devidamente aprovados pela Concessionária.
A memória de cálculo aqui apresentada está em conformidade com a norma ND-5.3
da Cemig, de agosto de 1997.
A proteção primária geral será instalada na subestação abrigada, e deverá ser feita
através de um disjuntor de média tensão a ser acionado por um sistema de relés (proteção
secundária) microprocessados.
Os relés microprocessados (funções 50/51, 50N/51N) serão conectados a três
transformadores de corrente (TC's de proteção), e a um transformador de potencial (TP's de
proteção) e a um sistema No-break, de modo a constituir um circuito para atuar na abertura
do disjuntor de média tensão.
O valor de corrente de curto-circuito trifásico disponibilizado pela Cemig é de 2524A.
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2.2 – Cálculo das Correntes Nominal e de Partida
A corrente nominal In deve ser calculada a partir da Demanda máxima (que será a
demanda contratada) de acordo com o projeto considerando-se, no mínimo, o fator de
potência de referência 0,92.
Assim, In = W / (1.73 x V x 0.92), onde:
W – Demanda máxima em KW;
V – É a tensão nominal entre fases em KV (13.8KV);
A demanda contratada em KW É de 160.00KW. A corrente nominal do relé Ip será
1,1 x In, considerando que pode haver ultrapassagem de 10% da demanda contratada.
Logo, o valor de In será:
In = 160.00 / (1.73 x 13.8 x 0.92) = 7.28 A
O valor de Ip será:
Ip = 1.1 x In = 1.1 x 7.28 = 8.01 A
Se a demanda contratada não for a declarada no projeto, este deverá ser revisado
quanto ao coordenograma e ajustes de relés e, eventualmente, deverão ser substituídos os
TC's de proteção.
2.3 – Cálculo da Corrente de Magnetização do Transformador
Na subestação temos um transformador de 300KVA:
Int=300 / 1.73 x 13.8 x 0.92 = 13.64 A
Imag=8 x 13.64 = 109.14 A por 0.1s
2.4 – Cálculo do Ponto ANSI do Transformador
Considerando a impedância percentual dos transformadores igual 5,0%
Iansi = (100 / Z%) x In = 20 x Int
Iansif = 20 x13.64 = 278.80 A
Iansin = 0.58 x 278.80 = 161.70 A por 3s
No caso de falta fase-terra este valor, para transformador triângulo-estrela com
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neutro solidamente aterrado (válido para os transformadores de unidades consumidoras da
Cemig), é 0,58 vezes o valor de Iansif.
Iansin = 0.58 x 278.80 = 161.70 A por 3s
2.5 – Determinação da Relação de Transformação dos TC's de Proteção
Com a corrente nominal da instalação In = 18.20, e considerando o fator de
sobrecarga igual a 1,1 (10% a mais na demanda contratada), temos:
Ip = In x 1,1 = 7.28 x 1,1 = Ip = 8.01 A
Com isto, temos um TC de 100:5 ou uma Relação de Transformação de Corrente
(RTC) de 20:1. Porém, os TC's devem possuir uma corrente primária tal que o maior valor
de curto-circuito não a exceda em 50 vezes. Com uma corrente de curto-circuito da ordem
de 2524 A (fornecida pela Cemig), temos que o TC deve medir 2524/50 = 50.48 A. Logo,
considerando-se o critério da saturação descrito acima, o TC utilizado será o 100:5, ou com
uma RTC de 20:1.
2.6 – Cálculo dos Pontos e Ajustes do Relé de Proteção Secundária
Teremos a utilização de um relé microprocessado como proteção secundária: o relé
PEXTRON URPE-7104 será utilizado como referência nas funções 50/51 e 50N/51N, para
este estudo.
Caso sejam adquiridos relés com outras características, o estudo da proteção deverá
ser revisado.
2.7 - Ajuste da Unidade Instantânea Função 50 (Fase)
A unidade instantânea do relé deverá ser ajustada em um valor superior à corrente
de magnetização Im do transformador, devendo também coordenar com o ponto ANSI dos
mesmos.
If50 = Imag x 1,1 = 109.14 x 1,1 = 120.05 em 13,8 KV
Referidos ao secundário do TC = 120.05 / 20 = 6.00 A
A.
A unidade instantânea de fase atuará para uma corrente primária a partir de 120.05
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2.8 - Ajuste da Unidade Temporizada Função 51 (Fase)
A unidade de fase temporizada começará a atuar para uma corrente primária de:
If51 = 1.1 x In = 1.1 x 7.28 = 8.01 A
Consultando o Manual do Relé Pextron URPE-7104, avaliando sua curva
característica Extremamente Inversa (em anexo) e ainda utilizando o resultado apresentado
na equação acima, temos que o dial escolhido será o de 0,10.
2.9 - Ajuste da Unidade Instantânea Função 50N (Neutro)
Será considerado como desequilíbrio máximo 30% da corrente de ajuste de fase
(função 50).
In50 = 0,30 x If50 = 0,30 x 120.05 = 36.02 A
Referidos ao secundário do transformador = 36.02 / 20 = 1.80 A
2.10 - Ajuste da Unidade Temporizada Função 51N (Neutro)
Será considerado como desequilíbrio máximo 20% da corrente de ajuste de fase
(função 51).
In51 = 0.20 x If51 = 0.30 x 8.01 = 1.60A ou
In51 = 1.60 / 20 = 0.08 A referidos ao secundário do TC.
2.11 – Conclusão
Conforme o diagrama de coordenação (Coordenograma) apresentado no projeto,
verificamos que o sistema de proteção a ser utilizado no circuito de média tensão atende
aos critérios de coordenação e seletividade com o ponto ANSI, corrente de magnetização
do transformador e com o elo fusível no ponto de entrega da rede de média tensão da
Cemig.
Ajustes dos relés Digitais:
Relação do TC – 20:1
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Corrente de partida da unidade temporizada de fase – 51 – 8,01A
Corrente de ajuste da unidade instantânea de fase – 50 – 120,05 A
Corrente de partida da unidade temporizada de neutro – 51N – 1,60A
Corrente de partida da unidade instantânea de neutro 50N – 36,02 A
Curva característica – extremamente inversa
Dial de tempo para fase – 0,3
Dial de tempo para neutro – 0,3
Os valores de corrente estão referidos à tensão de 13,8 KV (valores referidos ao
secundário do TC de proteção).
2.12 - Tabela de Parametrização do Relé 50/51 e 50N/51N:
Parâmetro
RTC
I partida
Curva
D.T.
I def.
T def.
I inst.
VALORES DE AJUSTE
Fases(A-B-C)
20
8,01
EI
0,3
Valor máximo (2000)
240
110.45
Neutro
20
1,60
EI
0,3
Valor máximo (2000)
240
33.13
2.13 – ATERRAMENTO ELÉTRICO DO PADRÃO DE ENTRADA
O aterramento elétrico para o padrão de entrada de energia elétrica deverá ser
executado conforme Norma da Concessionária Local e o projeto das instalações
elétricas.
Os cabos do aterramento deverão ser de cobre nu, torcido, têmpera meio dura e
de seção, conforme indicada no projeto.
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As hastes deverão ser tipo cantoneira, zincadas, fornecidas com conectores para
dois cabos, parafusos de aperto, porcas e arruelas de pressão e no comprimento de
2400 mm. As cantoneiras devem ser zincadas por imersão, padrão CEMIG. Em
edificações atendidas por outras concessionárias, verificar o padrão das hastes de
aterramento.
Os condutores de aterramento que penetrarem em concreto ou alvenaria
deverão ser protegidos por eletroduto de PVC.
3-
QUADROS ELÉTRICOS
O nível da caixa dos quadros de distribuição será regulado por suas dimensões e
pela comodidade de operação das chaves de inspeção dos equipamentos, não
devendo, de qualquer modo, ter bordo inferior a menos de 0,50 metros do piso
acabado. Normalmente estará a 1,30 metros do centro ao piso acabado. Só poderão
ser abertos os olhais das caixas destinadas a receber ligação de eletrodutos.
Caso existam dois ou mais quadros elétricos adjacentes, estes devem ser
alinhados pela parte superior da tampa do maior quadro.
Os quadros de distribuição deverão ser entregues com a seguinte advertência:
“ 1- Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a
instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga. Por isso, nunca troque seus
disjuntores ou fusíveis por outros de maior corrente (maior amperagem) simplemente.
Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível por outor de maior corrente requer,
antes, a troca dos fios e cabos elétricos, por outros de maior seção (bitola);
2- Da mesma forma, nunca desative ou remova a chave automática de
proteção contra choques elétricos (dispositivo DR), mesmo em casos de desligamentos
sem causa aparente. Se os desligamentos forem fregüentes e, principalmente, se as
tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isso significa, muito provavelmente, que
a instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só podem ser identificadas e
corrigidas por profissionais qualificados. A desativação ou remoção da chave significa a
eliminação de medida protetora contra choques elétricos e risco de vida para os usários
da instalação “.
3.1 - Quadro geral de baixa tensão - QGBT
O QGBT deverá ser executado conforme distribuição do diagrama unifilar/trifilar
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indicado em projeto.
Painel auto suportável chapa de aço 12 MSG na estrutura e 14 MSG no
fechamento, identificação QGBT, acesso frontal através de fecho cremona de três
pontos com fecho escamoteável, acesso traseiro através de tampa aparafusada, grau
de proteção IP 51, próprio para uso abrigado, acabamento na cor cinza RAL 7032
eletrostático e placa montagem laranja 2,5YR6/12, dimensões de cada coluna de
1800x700x600 mm(ALP). Espaço para disjuntores tripolares + disjuntor geral e
supressores de surtos e transitórios, conforme projeto. Fornecido com barramentos
trifásico + neutro + terra, dimensionados conforme indicação em projeto e normas "DIN
43671", "ABNT NBR 6808/198L". O barramento fase+neutro+terra, em cobre
A
eletrolítico pureza 99%, classe de isolamento 600V, corrente nominal de 1800 , pintado
nas cores azul escuro, branco, violeta, azul claro e verde, respectivamente fases R,S,T,
neutro e terra. Todas as conexões feitas com parafusos passantes e área de contato
prateada. Devem ser observadas as distâncias mínimas ditadas pelas normas ABNT
quanto à fase-fase, fase-neutro e fase-terra. O quadro deverá ser fornecido totalmente
montado e testado, em perfeitas condições de funcionamento, com todas as ligações
elétricas efetivadas, identificação de todos os circuitos nos disjuntores e condutores,
identificação externa: QGBT. Os quadros deverão conter ainda etiqueta com nome do
fabricante e data de fabricação. Os disjuntores deverão ser identificados através de
placas acrílicas. Deverá ser afixado, no interior do quadro, em papel contact a
correspondência entre os disjuntores e os quadros de distribuição de
circuitos/equipamentos. A carcaça do quadro deverá ser aterrada. O QGBT deverá
conter, ainda, um transformador de corrente em termoplástico, classe de tensão 600 V,
relação de transformação de 600-5 A, classe de exatidão de 0,6C12,5, corrente térmica
de 40 xln, um amperímetro sistema ferro móvel, classe de tensão 600V, ligação a TC
de relação 800-5 A, deflexão de ponteiro 90º, classe de precisão de 1,5%, dimensões
de 96x96 mm, um voltímetro sistema ferro móvel, classe de tensão 600V, ligação direta
220V, escala de 0-250V, deflexão de ponteiro 90º, classe de precisão de 1,5%,
dimensões de 96x96 mm e uma chave comutadora voltimétrica, classe de tensão 600V,
corrente nominal de 20A, seleção das três fases e zero, fixação pelo topo.
A construtora deverá apresentar à fiscalização do TJMG, lay-out, em escala, da
vista interna do QGBT, para aprovação, antes do início da execução do quadro.
3.2 - Quadro de Distribuição Geral - QDG
O QDG deverá ser executado conforme distribuição do diagrama unifilar/trifilar
indicado em projeto.
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Painel auto suportável chapa de aço 12 MSG na estrutura e 14 MSG no
fechamento, tratada com anticorrosivo pelo sistema de banho químico, identificação
QDG-A ou QDG-B, acesso frontal através de fecho cremona de três pontos com fecho
escamoteável, acesso traseiro através de tampa aparafusada, grau de proteção IP 51,
próprio para uso abrigado, acabamento na cor cinza RAL 7032 eletrostático e placa
montagem laranja 2,5YR6/12, dimensões de cada coluna de 1800x700x600 mm(ALP).
Barramento trifásico + neutro + terra, em cobre eletrolítico pureza de 99%, classe de
isolamento 600V, corrente nominal de 1200A, pintado nas cores azul escuro, branco,
violeta, azul claro e verde, respectivamente fases R, S, T, neutro e terra. Todas
conexões feitas com parafusos passantes e área de contato prateada. O QDG deverá
conter, ainda, um transformador de corrente em termoplástico, classe de tensão 600 V,
relação de transformação de 600-5 A, classe de exatidão de 0,6C12,5, corrente térmica
de 40 xlnum, amperímetro sistema ferro móvel, classe de tensão 600V, ligação a TC de
relação 800-5 A, deflexão de ponteiro 90º, classe de precisão de 1,5%, dimensões de
96x96 mm, um voltímetro sistema ferro móvel, classe de tensão 600V, ligação direta
220V, escala de 0-250V, deflexão de ponteiro 90º, classe de precisão de 1,5%,
dimensões de 96x96 mm e uma chave comutadora voltimétrica, classe de tensão 600V,
A
corrente nominal de 20 , seleção das três fases e zero, fixação pelo topo.
A construtora deverá apresentar à fiscalização do TJMG, lay-out, em escala, da
vista interna do QDG, para aprovação, antes do início da execução do quadro.
No QDG haverá uma saída para alimentação do barramento blindado, conforme
se pode verificar no projeto.
3.3 - Quadros de distribuição de circuitos
Todos os quadros deverão ser novos, com barramento trifásico + neutro + terra,
com trilhos 35mm para fixação de disjuntores e espelho de proteção, seguindo
rigorosamente o diagrama unifilar/trifilar constante no projeto.
O Quadro de distribuição de circuitos de sobrepor ou embutir, instalação em
áreas internas à edificação, grau de proteção mínimo IP-54, composto de moldura,
espelho metálico e porta com pintura na cor cinza (RAL 7032), eletrostática epóxi pó,
com regulagem de profundidade ajustável por meio de porca e arruela, caixa em
chapa de aço espessura mínima de 1,5mm, com parafusos para fixação de placa de
montagem, modularidade progressiva de 150mm, flange superior e inferior, com
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barramento trifásico de fase tipo pino, barramento de neutro e terra, sendo a corrente
mínima nominal do barramento conforme NBR 6808 e o projeto, espaço para chave
geral e com capacidade mínima de disjuntores monopolares, conforme projeto, sendo
a fixação dos disjuntores por engate rápido em trilho DIN de 35mm, com porta e
espelho proporcionando perfeito acabamento nos disjuntores. Deverão ser instalados
isoladores das barras transversais que não forem utilizadas. As furações serão do tipo
vintém para eletrodutos, conforme praxe de fabricação. Os disjuntores deverão ser
identificados através de placas acrílicas. Deverá ser afixado no interior do quadro, em
papel contact a correspondência entre os disjuntores e as salas que atendem. Ex.:
Circuito 1 – tomada secretaria. A carcaça do quadro deverá ser aterrada. Os
barramentos deverão ser específicos para os disjuntores a serem instalados.
- QDC-TRE1/2, GUARITA, BANCO, CPD – Quadro de distribuição de circuitos sem
barramento, para embutir conjunto formado pela moldura e tampa (peça única), caixa
em chapa de aço bitola mínima 18 MSG. Com espaço para 12 a 18 disjuntores IEC
898. As chapas deverão receber tratamento anticorrosivo pelo sistema de banho
químico (desengraxe, desoxidação e fosfatização a base de fosfato de zinco). O quadro
deverá ser fornecido totalmente montado e testado, em perfeitas condições de
funcionamento, com todas as ligações elétricas efetivadas, identificação de todos os
circuitos nos disjuntores e condutores. O acabamento: tampa e moldura na cor cinza
(RAL 7032) pintura eletrostática epoxi a pó; caixa aplicação primer anticorrosivo na cor
cinza. As furações serão do tipo vintém para eletrodutos, conforme praxe de fabricação.
Os disjuntores deverão ser identificados através de placas acrílicas. Deverá ser afixado
no interior do quadro, em papel contact a correspondência entre os disjuntores e as
salas que atendem. Ex.: Circuito 2 – tomadas sala TRE. A carcaça do quadro deverá
ser aterrada. Os barramentos deverão ser específicos para os disjuntores a serem
instalados.
4-
DISJUNTORES
4.1 – Disjuntores de baixa tensão
Todos os disjuntores deverão ser novos e com certificado do Inmetro.
Os disjuntores instalados nos QDC’s deverão obedecer aos padrões da norma
IEC 60898, com capacidade mínima de interrupção nominal de curto-circuito de 4,5 KA
em 220V, com sistema de fixação de trilhos DIN 35mm. Capacidades de interrupção de
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DATA: OUT. /2012
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curto-circuito diferentes dessas são indicadas em projeto.
Os disjuntores do QGBT deverão obedecer aos padrões da norma IEC 60947-2,
com capacidade limite de interrupção de curto-circuito mínima de 65KA em 220V, os
disjuntores do QDG deverão obedecer aos padrões da norma IEC 60947-2, com
capacidade limite de interrupção de curto-circuito mínima de 42KA em 220V, demais
disjuntores de acordo com a IEC 60898, com capacidade mínima de interrupção
nominal de curto-circuito de 10KA em 220V, com sistema de fixação de trilhos DIN
35mm. Poderão ser instalados disjuntores obedecendo à norma NBR 5361, com
capacidade mínima de interrupção de curto-circuito de 10KA, desde que não sejam a
proteção imediata de um interruptor diferencial – DR e estejam de acordo com as
especificações de projeto. Capacidades de interrupção de curto-circuito diferentes
dessas são indicadas em projeto.
Os disjuntores que atendem a norma IEC 60898 deverão possuir faixa de
atuação instantânea tipo C. Os disjuntores que atendem a norma IEC 60947-2 deverão
possuir a faixa de atuação instantânea de 5In a 10In inclusive. Faixas de atuação
diferentes dessas são indicadas em projeto.
O disjuntor a ser instalado no quadro de medição da Concessionária local de
energia elétrica deverá obedecer à norma da Concessionária, capacidade mínima de
ruptura de acordo com o projeto, aprovado nos testes dessa Concessionária. Deverão
possuir bornes adequados para ligação dos condutores, sendo preferível que os
parafusos dos bornes não atuem diretamente sobre os cabos ou fios.
5 - INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUAL - DR
O interruptor diferencial residual (DR) será padrão europeu, tipo “G”
(instantâneo) e será instalado em quadros de distribuição, conforme indicação em
projeto.
A sensibilidade ( ∆In ) será de 30mA e a corrente nominal conforme indicação
em projeto.
O DR será instalado em trilhos de 35mm fixados no quadro de distribuição.
6 - DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES TRANSITÓRIAS
(SUPRESSOR) - DPS
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Deverá ser instalado no interior do quadro geral de baixa tensão QGBT, no
quadro de distribuição geral (QDG A/B) e no quadro geral (QG A/B) através de trilho
DIN 35mm, conforme indicação em projeto, com as seguintes características:
- Tensão nominal de funcionamento: 127V/220V
- Corrente máxima de surto com curva 8x20µs para Imáx x t: 40KA
- Tensão de operação contínua máxima: 275V, 60Hz
A tomada elétrica que atende ao No-break, também terá um protetor de tomada
2P+T universal. Este será fixado diretamente na parede e possuirá as seguintes
características:
- Tensão nominal de funcionamento: 127V/220V
- Corrente máxima de surto com curva 8x20µs para Imáx x t: 13KA
- Tensão de operação contínua máxima: 240V, 60Hz
- Máxima corrente de carga: 10A
7 - CONDUTORES ELÉTRICOS
7.1 – Geral
Todos os condutores deverão ser novos, sendo fornecidos e instalados pela
contratada.
Deverão ser utilizados cabos flexíveis em cobre, têmpera mole, classe 5, com
isolação em PVC 750V-70ºC, conforme NBR 6148.
Quando em instalações sujeitas à umidade, ou quando especificados em projeto,
deverão ser utilizados cabos flexíveis,em cobre, têmpera mole, classe 5, com dupla
isolação em PVC 0,6/1KV, conforme NBR 7288.
Todo cabo encontrado danificado ou em desacordo com as Normas e
Especificações, deverá ser removido e substituído.
Todas os cabos deverão ser instalados de maneira que formem uma aparência
limpa e ordenada.
7.2 – Fabricação e qualidade dos condutores elétricos
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7.2.1 - Condutores Elétricos Isolados - Cabos
Os condutores deverão ser de cobre, não propagante à chama, para 750 V com
capa de PVC, classe 5, conforme NBR 6148 e como solicitado em projeto, fornecidos
em rolos ou bobinas, conforme o caso, nas seções em milímetros quadrados indicados,
com certificação pelo Inmetro, com qualidade certificada ISO-9001.
7.2.2 - Cabos Unipolares
Os cabos de alimentação geral da edificação deverão ser de cobre, flexíveis,
classe 5, com dupla camada de isolação para 0,6/1KV, em PVC, não propagante à
chama, conforme NBR 7288.
7.2.3 - Condutores Nus
Deverão ser de cobre, encordoamento classe 2, 7 fios, fornecidos nas seções
em milímetros quadrados indicados nas listas de materiais e fabricados dentro das
normas ABNT ou normas internacionais.
7.3 – Transporte e acondicionamento
Os cabos deverão ser desenrolados e cortados nos lances necessários, e
previamente verificados, efetuando-se uma medida real do trajeto e não por escala no
desenho. O transporte dos lances e a sua colocação deverão ser feitos sem arrastá-los,
a fim de não danificar a capa protetora ou de isolação, devendo ser observados os
raios mínimos de curvatura permissíveis.
Os cabos deverão ter as pontas vedadas para protegê-los contra a umidade
durante o armazenamento e a instalação.
7.4 – Enfiação
Nenhum cabo deverá ser instalado até que a rede de eletrodutos que o protege
esteja completa e que todos os demais serviços de construção que possam danificá-lo
estejam concluídos.
O lubrificante para a enfiação, se necessário, deverá ser adequado à finalidade e
ao tipo de cobertura dos cabos, ou seja, de acordo com as recomendações dos
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fabricantes dos mesmos.
7.5 – Emendas e terminações
Não serão permitidas emendas de cabos no interior dos eletrodutos sob hipótese
alguma.
Deverão ser deixados, em todos os pontos de ligações, comprimentos
adequados de cabos para permitir as emendas que se tornarem necessárias.
As emendas dos cabos devem ser mecanicamente resistentes, gerando uma
perfeita condução elétrica.
As emendas em condutores isolados devem ser recobertas com isolação
equivalente, em propriedades de isolamento idênticas àquelas dos próprios condutores.
A terminação de condutores de baixa tensão deve ser feita através de terminais
de pressão ou compressão.
A aplicação correta do terminal ao condutor deverá ser feita de modo a não
deixar à mostra nenhum trecho de condutor nu, havendo, pois, um faceamento da
isolação do condutor com o terminal. Quando não se conseguir esse resultado, deve-se
completar o interstício com fita isolante.
7.6 – Identificação dos condutores
A identificação dos condutores será através da cor de seu isolamento:
Condutor terra elétrico
Condutor neutro
Condutor fase
Condutor retorno
- cor verde/amarelo ou verde
- cor azul claro
- cor preta
- cor amarela ou cinza
É imprescindível a identificação dos cabos por meio de anilhas. As mesmas
serão fixadas nas duas extremidades dos cabos, nas caixas de passagem e terão o
número do circuito elétrico correspondente, a fase e o quadro a que pertencem. Ex:
C1AQ3 – Circuito 1, Fase A do QDC-3.
Os marcadores de cabos deverão ser construídos de material resistente ao
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ataque de óleos, do tipo braçadeira, e com dimensões tais que eles não saiam do
condutor quando o mesmo for retirado de seu ponto terminal, no caso de instalação em
eletrodutos.
8 – TOMADAS DE ENERGIA ELÉTRICA
As tomadas comuns deverão ser fabricadas com material não propagante à
chama, possuírem bornes enclausurados e contatos em cobre ou liga de cobre de alta
durabilidade, com 20 A em 250 V~ NBR 14136, fornecidas com placa de poliestireno na
cor BRANCA, com parafuso de fixação niquelados.
Altura das tomadas:
-
Tomada baixa: 0,40m do eixo central ao piso acabado.
Tomada média: 1,00m do eixo central ao piso acabado.
Tomada alta: 1,80m do eixo central ao piso acabado, ou conforme indicado em
projeto.
As tomadas especiais, como para copiadoras, No-break, PABX, ar condicionado,
etc..., deverão possuir uma etiqueta acrílica, fixada na placa, identificando o nome do
equipamento.
O ponto para ar condicionado deverá ser feito através de uma tomada tipo 3P20A/250V, instalada em uma caixa 2”x4”, com altura e posição indicada em projeto.
Abaixo desta tomada, totalmente alinhada, será instalado um interruptor bipolar simples
25A /250V em caixa 2”x4”, com altura de 1,00m.
Todas as tomadas deverão ser identificadas externamente, no espelho, através
de etiquetas plásticas, indicando o circuito e quadro a que pertencem.
9 - INTERRUPTORES
Os interruptores deverão possuir teclas brancas, serem fabricados com material
não propagante a chama, possuírem bornes enclausurados e contatos prateados de
alta durabilidade para correntes de 10 A em 250 V e serem fornecidos com placa de
poliestireno na cor BRANCA, com parafuso de fixação niquelados.
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Os interruptores bipolares simples deverão ser para correntes de 25 A em 250V
e serem fornecidos com placa de poliestireno na cor BRANCA, com parafuso de
fixação niquelados.
A altura dos interruptores será 1,00m do eixo central ao piso acabado.
Os interruptores que atendem à iluminação externa deverão ser próprios ao uso
externo e resistentes a água.
10 – ELETRODUTOS, CURVAS E LUVAS
Os eletrodutos deverão ser novos com bitolas indicadas no projeto.
Os eletrodutos de PVC deverão ser do tipo rígido, pesado, não propagantes à
chama com rosca nas extremidades, fabricados e testados de acordo com as normas
da ABNT (NBR 15465) e fornecidos em peças no comprimento de 3000mm, na cor
preta e nos diâmetros indicados nas listas de materiais.
Os eletrodutos de Aço Carbono deverão ser do tipo rígido, com rosca nas
extremidades, fornecidos em peças de 3000 mm de comprimento. A galvanização será
pelo processo de imersão a quente em zinco fundido, conforme NBR 13057.
Os eletrodutos de Aço Carbono serão utilizados nas instalações aparentes
dentro dos shafts e dos entreforros em ambientes classificados como áreas comuns,
circulação e concentração de público.
Na colocação de eletrodutos embutidos nas paredes, o enchimento da alvenaria
será com argamassa. O trabalho de remendo na alvenaria, com argamassa deverá ser
o mais perfeito possível para se evitar rachaduras posteriores.
Os eletrodutos aparentes deverão ser adequadamente alinhados com as
paredes e teto, e perpendiculares entre si, a menos que expressamente indicados no
desenho.
Não serão permitidas curvas com ângulos maiores que 90 graus.
Onde houver necessidade de curvas ou grupos paralelos de eletrodutos, estes
deverão ser curvados de modo a formarem arcos concêntricos, mesmo que sejam de
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diâmetros diferentes. O número máximo de curvas entre duas caixas deverá ser de
duas. Deverão ser obrigatoriamente usadas curvas pré-fabricadas em todas as
mudanças de direção.
Não será permitido aquecer os eletrodutos para facilitar seu curvamento, sendo
que este deverá ser executado ainda, sem enrugamento, amassaduras ou avarias no
revestimento.
As emendas de eletrodutos deverão ser realizadas mediante luvas apropriadas.
Os eletrodutos roscados no campo deverão ter rosca em concordância com as
normas, devendo permitir o roscamento de no mínimo 5 (cinco) fios de rosca. As roscas
que contiverem uma volta ou mais de fios cortados deverão ser rejeitadas, mesmo que
a falha não fique na faixa de aperto.
As seções externas deverão ser perpendiculares ao eixo longitudinal do
eletroduto, devendo ter a sua parte interna devidamente escarificada para remoção de
rebarbas, a fim de impedir danos aos condutores elétricos.
A conexão de eletrodutos às caixas não rosqueáveis, deverá ser por meio de
buchas e arruelas apropriadas. Não será permitido o uso de solda no caso dos
metálicos e de cola no caso dos de PVC.
Durante a sua instalação e antes da enfiação, os eletrodutos deverão ter as suas
extremidades fechadas a fim de evitar a entrada de corpos estranhos. Antes da
enfiação deverão ser instaladas, nas extremidades dos eletrodutos, buchas adequadas
a fim de evitar danos no isolamento dos condutores.
Os eletrodutos deverão ser submetidos à cuidadosa limpeza antes da enfiação,
verificando-se o total desimpedimento no interior dos mesmos.
Onde houver possibilidade de infiltração de água ou condensação na montagem
dos lances horizontais de eletrodutos, dever-se-á dar o caimento mínimo nos mesmos,
a fim de evitar acúmulo de umidade ou água no seu interior. Não deve haver pontos
altos ou baixos que provoquem o acúmulo de água nos dutos.
Em cada eletroduto vazio (reserva) deverá ser colocado um fio-guia de arame
galvanizado número 14BWG, ou similar, para facilitar a enfiação.
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Os eletrodutos embutidos, ao sobressaírem de pisos, tetos e paredes, não
deverão ser rosqueados a menos de 15cm da superfície, de modo a permitirem o
eventual futuro corte e rosqueamento.
As buchas e arruelas deverão ser fabricadas em liga de alumínio, ter o mesmo
tipo de rosca dos eletrodutos e serem fornecidas nos diâmetros indicados nas listas de
materiais.
As curvas para eletrodutos deverão ser pré-fabricadas, com os mesmos
materiais dos eletrodutos, possuírem roscas nas extremidades e serem fornecidas com
ângulos de 90 graus ou 45 graus, conforme solicitação.
As luvas deverão ser fabricadas com os mesmos materiais dos eletrodutos,
possuírem rosca interna total e fornecidas nos diâmetros indicados nas listas de
materiais.
As abraçadeiras para eletrodutos deverão ser fabricadas em chapa de aço
galvanizada, nas espessuras mínimas recomendadas pelos fabricantes de maior
conceito no mercado, devendo esta espessura variar em função dos diâmetros dos
eletrodutos. As abraçadeiras deverão ser galvanizadas do tipo “D” com cunha ou
Ômega, conforme especificação na lista de materiais.
Em caso de eletrodutos aparentes acima da laje de cobertura, será necessária a
fixação dos mesmos em perfilados galvanizados de 38mm x 38mm, no máximo a cada
1,50 m, com altura suficiente para se evitar as interferências sob o telhado. A fixação
dos eletrodutos nos perfilados será através de abraçadeiras. A fixação dos perfilados à
laje se dará por meio de sapatas internas fixadas através de buchas de nylon e
parafusos. A fixação dos perfilados às sapatas se dará por meio de parafusos e
porcas.
11 - CAIXAS
As caixas deverão ser montadas de acordo com as Normas, obedecendo-se
ainda instruções práticas dos fabricantes.
O trabalho de remendos na alvenaria, com argamassa deverá ser o mais perfeito
possível para se evitar rachaduras posteriores.
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As caixas de passagem deverão ser firmemente embutidas ou fixadas nas
paredes, niveladas na altura indicada no projeto.
As caixas de tomadas e interruptores, quando próximas dos batentes das portas,
terão 50mm de afastamento destes.
As diferentes caixas embutidas em paredes de um mesmo compartimento serão
perfeitamente alinhadas e dispostas de forma a não apresentarem conjunto
desordenado.
Durante os trabalhos de acabamento, pintura, etc., as caixas devem estar
devidamente protegidas com papel. As caixas devem estar isentas de restos de
argamassa e devidamente limpas.
As caixas com dimensões até 4" x 4" deverão ser fabricadas em PVC reforçado.
As caixas maiores de embutir deverão ser em chapa dobrada 18MSG e deverão ser
fornecidas com tampa metálica de bom acabamento. Deverão possuir furos para
eletrodutos do tipo vintém.
As caixas metálicas de sobrepor deverão ser em chapa de aço monobloco,
18MSG, com pintura na cor cinza eletrostática epóxi a pó.
12 - CONDULETES
Os conduletes deverão ser fabricados em liga de alumínio fundido e serão
múltiplos do tipo L e X. Para montagem do tipo de condulete solicitado pelo projeto,
será conectado ao condulete múltiplo, um adaptador para eletroduto com rosca em
uma extremidade e parafusos na outra. Deste modo serão montados conduletes tipo T,
LR, LL e etc. Nas saídas não utilizadas, deverão ser colocados tampões de plástico,
para impedir a penetração de sujeiras, umidade e outros.
No caso de redução da bitola do eletroduto, será usada a bucha de redução
múltipla juntamente com o adaptador múltiplo.
13 – ELETROCALHAS
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Será utilizados eletrocalha lisa tipo “C” com tampa de encaixe, pré-zincada a
Em hipótese nenhuma, os cabos da rede elétrica poderão passar na divisão
destinada para os cabos da rede CVD.
Só poderão percorrer no mesmo septo da eletrocalha ou em qualquer outro
conduto do projeto elétrico, os circuitos que pertencem à mesma instalação, isto é, se
originarem do mesmo dispositivo de manobra de proteção.
A união das eletrocalhas deverá ser feita através de emendas internas
parafusadas a fim de fixar as peças.
Os acessórios deverão ser com o mesmo acabamento e largura. Estes
acessórios serão parafusados nas eletrocalhas nos furos próprios.
Para a suspensão e fixação da eletrocalha deverá ser utilizado um perfilado
perfurado 38x38mm cortado com comprimento de suficiente para o apoio da
eletrocalha e a fixação de dois vergalhões 3/8” com rosca total, um em cada
extremidade. Este vergalhão será fixado no teto através de chumbadores 3/8”. O
comprimento do vergalhão será o suficiente para ultrapassar as vigas e permitir a
retirada da tampa. O espaçamento máximo entre os fixadores será de 1,5 metros.
As saídas das eletrocalhas para eletrodutos deverão ser executadas através da
instalação de box reto nas dimensões conforme projeto.
14 – PERFILADOS
Serão utilizados perfilados metálicos galvanizados em chapa 18 - 38x38mm, liso,
com tampa, fornecido em peças de 3,0 metros, para o caminhamento na circulação e
serão utilizados perfilados metálicos galvanizados em chapa 18 - 38x38mm,
perfurados, sem tampa, fornecido em peças de 3,0 metros, pintado conforme
especificação civil, para o caminhamento interno às salas (aparentes).
Os perfilados deverão ser fixados com gancho curto, também pitado conforme
especificação civil, como se pode observar em detalhes nos projetos.
15 - LUMINÁRIAS
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Todas as luminárias deverão ser novas e deverão ter suas carcaças aterradas.
No caso de luminárias a serem montadas na obra, deve-se verificar antes da
instalação e fixação, se todas as ligações foram feitas corretamente.
As luminárias não deverão ser instaladas com lâmpadas colocadas.
A colocação de luminárias deverá ser feita utilizando-se método adequado, sem
causar danos mecânicos à luminária e seus acessórios e sem esforços excessivos, a
fim de que sua remoção em qualquer tempo possa ser feita sem dificuldade.
No caso de luminárias embutidas em forro de gesso, a sua fixação será por meio
de vergalhões com rosca total, já nas luminárias sobrepostas, a sua fixação será por
meio de gancho curto (pintado conforme especificação civil), conforme detalhes em
projeto.
Uma vez fixadas as luminárias, deve-se verificar o seu alinhamento com as
demais e/ou vigas, paredes, etc.
As luminárias de sobrepor para lâmpadas fluorescentes deverão ser de alto
rendimento, em chapa de aço tratada, pintura eletrostática na cor branca, para 02
(duas) lâmpadas fluorescentes de 16 W ou 32W, conforme projeto e lista de materiais,
com refletor multifacetado em chapa de alumínio anodizado de alta reflexão e grau de
pureza mínima de 99,85%, rendimento mínimo 83%, reflexão difusa máxima de 7%.
Deverá possuir alojamento de reator na cabeceira e soquetes antivibratórios em
policarbonato com rotor de segurança e contatos em bronze fosforoso.
As luminárias de embutir para lâmpadas fluorescentes deverão ser de alto
rendimento, em chapa de aço tratada, pintura eletrostática na cor branca, para 02
(duas) lâmpadas fluorescentes de 16 W ou 32 W, conforme projeto e lista de materiais,
com refletor multifacetado em chapa de alumínio anodizado de alta reflexão e grau de
pureza mínima de 99,85%, rendimento mínimo 83%, com soquetes antivibratórios em
policarbonato com rotor de segurança e contatos em bronze fosforoso.
As luminárias decorativas a serem instaladas no hall, marquise, escada e jardins
deverão ser de acordo com o modelo e fabricante especificados na lista de material.
O projetor retangular para uso externo, corpo fundido em alumínio, refletor
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OBRA: Construção do Fórum da Comarca deRibeirão das Neves
EIFICAÇÃO: PADRÃO “L”
DATA:
END.: Rua
REV:
Vera Lúcia de Oliveira Andrade, S/N – Vila Esplanada
Elétricas, SPDA, Subestação,Telecomunicações e
Segurança Eletrônica.
OBJETO: Instalações
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DEZ. /2011
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interno em chapa em alumínio anodizado, lente frontal em cristal temperado a prova de
choques térmicos e mecânicos, para 01 lâmpada vapor de mercúrio 125W/220V, base
E27/27.
16 - REATORES PARA LÂMPADAS FLUORESCENTES
Reator eletrônico de partida instantânea, 127V/60 Hz, fator de potência maior ou
igual a 0,98, fator de fluxo maior ou igual a 0,90 e distorção harmônica menor ou igual a
10%, para 2 lâmpadas fluorescentes de 32W ou 16W, fornecidos com fiação no
comprimento ideal para serem ligados aos soquetes das luminárias, com garantia
mínima de 2 (dois) anos.
A fixação do reator na luminária deverá ser por meio de parafusos. Não será
admitido o uso de fita dupla face para tal fixação.
17 -
LÂMPADAS
17.1 - Fluorescentes
As lâmpadas fluorescentes deverão ser tubulares, com IRC mínimo igual a 85,
temperatura de cor de 4000 a 4100K e fluxo luminoso maior ou igual a 1200 lúmens
para 16W e 2700 lúmens para 32W.
A CONTRATADA deverá deixar em estoque 02 caixas contendo 25 lâmpadas de
32W/127V e 01 caixa contendo 10 lâmpadas de 16W/127V.
17.2 – Fluorescentes Compactas
As lâmpadas fluorescentes compactas com reator integrado, potência entre
20W e 26W, temperatura de cor entre 2700K e 3000K, fluxo luminoso mínimo de 1100
lumens, IRC mínimo 78, 127 V, 60 Hz.
17.3 – Vapor Mercúrio
As lâmpadas de vapor de mercúrio com potência de 250/125W, 220V, base
E27/27, fluxo luminoso 6.200 lm, temperatura de cor 4000K.
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DATA: OUT. /2012
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OBJETO: Instalações
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PAG.:
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18 - SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (SPDA)
O sistema deverá ser do tipo gaiola de faraday. Será composto por malha de
captação, na cobertura, descidas e aterramento.
Os condutores do sistema de prevenção contra descargas atmosféricas deverão
ser de cobre nu, com seções determinadas pelo projeto.
Todos os parafusos de fixação, porcas e arruelas do SPDA deverão ser em aço
inoxidável.
Os cabos da gaiola, na cobertura, deverão ser fixados com espaçamento
máximo de 1,5 metros, utilizando conectores apropriados conforme projeto.
Todos os elementos metálicos localizados na cobertura do edifício (telhas,
tubulações, rufos, etc.) deverão estar eletricamente ligados aos condutores do SPDA.
Esta conexão deverá ser realizada através de elementos fabricados em material
estanhado para se evitar corrosão por par eletrolítico.
Todos os furos para conexões das malhas de captação deverão ser vedados
com material tipo poliuretano para se evitar infiltração de água.
18.1 - CAPTAÇÃO
A captação consiste na colocação de cabos horizontais (conforme
planta e detalhes) e terminais aéreos ( no caso, a ponta dos vergalhões ) que
sobressaem dos pilares, na cobertura, nos locais fora do alcance dos usuários. Os
condutores de captação na cobertura serão em cobre nu seção #35mm2 e deverão ser
interligados às pontas dos vergalhões através de terminais apropriados, conforme
projeto.
DESCIDAS
As descidas serão feitas embutidas nos pilares da edificação através de barras
condutoras (RE-BAR), interligadas às partes metálicas da estrutura da edificação,
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DATA:
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Segurança Eletrônica.
OBJETO: Instalações
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conforme detalhes indicados em projeto.
18.2 - ATERRAMENTO
As hastes de aterramento serão constituídas pelas mesmas barras de aço
provenientes das descidas dos pilares (RE-BAR).
18.3 – Equalização de potencial
A equalização de potencial será realizada em caixa padronizada, dimensões
mínimas 40x40x12cm. Esta caixa deverá conter placa de cobre e terminais onde serão
conectados os aterramentos dos sistemas elétricos, rede de comunicação voz/dados,
SPDA do edifício, tubulações metálicas, de recalque, trilhos de elevadores e
plataformas de deficientes.
Todos os aterramentos existentes na edificação deverão ser interligados à caixa
de equalização de potencial através de condutores de cobre, bitola conforme projeto,
com isolação para 750V, embutido em eletroduto de PVC rígido.
19 - INSTALAÇÕES DE COMUNICAÇÃO VOZ / DADOS
O projeto de comunicação voz/dados foi desenvolvido segundo as seguintes
normas:
- NBR 14565 - Procedimento Básico para Elaboração de Projetos de
Cabeamento de Telecomunicações para Rede Interna Estruturada.
- TSB-40 - Especificação para transmissão em par trançado não blindado.
- EIA/TIA 569 Normas de construção e infra-estrutura para telecomunicação
em edifícios comerciais.
- EIA/TIA 606 - Norma de Administração de Sistemas para Telecomunicações
em Edifícios Comercias.
- TSB-36 - Especificação para par trançado Não blindado.
- EIA 568A - Para a conectorização.
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DATA: OUT. /2012
EIFICAÇÃO: PADRÃO “L”
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19.1 - Cabo de entrada
O cabo telefônico de entrada deverá ser instalado e conectado à rede externa da
Concessionária pela CONTRATADA.
O cabo telefônico de entrada deverá ser em cobre estanhado, isolação em
polietileno ou polipropileno para área externa.
A CONTRATADA deverá entrar em contato com o escritório da Concessionária,
no início da obra, para solicitar o projeto do cabo de entrada, e no final da obra para
vistoria de toda a instalação para aprovação e ligação da rede.
A capacidade mínima do cabo de Entrada será de 100 pares e deverá ser
ratificado previamente junto à Concessionária de Rede Telefônica. Para evitar danos
ao mesmo (até a sua instalação / ligação `a rede pública), adquirir o produto já isolado
em ambas as pontas, com cabo termocontrátil (aéreo) ou capuz termocontrátil
(subterrâneo).
A capa metálica (blindagem) do cabo de entrada deverá ser aterrado.
19.2 - Sistema de telecomunicações voz/dados no CPD
A instalação de informática constará basicamente de:
Rack tipo armário: deverá ser um painel de 32U, profundidade mínima de 800mm,
padrão 19”, estrutura tridimensional em chapa de aço de 2,0mm de espessura com
dobras rebatidas de 4,0mm, com perfis de 2,0mm deslizantes na profundidade com
passo de 12,5/25mm, permitindo adequação da profundidade dos equipamentos, porta
em chapa de aço e moldura de aço com vidro temperado cristal, dobradiça com
abertura de 180 graus, c/ maçaneta L, pintura eletrostática em pó poliéster cinza RAL
7032, grau de proteção IP-65, com 01 par de venezianas laterais, régua de 10
tomadas, 02 bandejas e teto com ventiladores. Os cabos do rack deverão ficar
totalmente organizados e agrupados com abraçadeiras tipo velcro. Deverá ser instalado
um no CPD (rack central) e dois em cada pavimento conforme projeto.
•
Tomadas para No Break: Deverão existir duas tomadas para a ligação do No
2
Break, que serão alimentadas por cabo bitola mínima #4mm , comandadas por
disjuntor monopolar de 25A no QDC. Estas tomadas deverão ser identificadas
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com placa acrílica no espelho.
•
Tomadas para os Servidores e Rack: Serão executadas conforme detalhe em
projeto. Deverão ser instaladas 06 tomadas, que serão atendidas pelo No Break.
2
Deverá ser previsto um rabicho de cabo flexível 1KV, #4mm de 2 m com 01
tomada macho (F+N+T) na extremidade. Estas tomadas também deverão ser
identificadas.
•
Tomadas para PABX: Deverão ser instaladas, a 1,20 m de altura, 02 tomadas
elétricas com circuito exclusivo para alimentação do PABX.
•
Tomadas de lógica: Deverão ser instalados dois pontos duplos dentro do CPD.
•
-
Dispositivo de Proteção Contra Sobretensões transitórias (Supressor) –
DPS: As tomadas de lógica do CPD deverão ser protegidas por um DPS para
equipamentos de comunicação, com conexão RJ-45, protegendo os 8
condutores do cabo UTP cat. 6. Apresenta conector RJ-45 fêmea no lado da
Rede e no lado do equipamento um rabicho de 20cm com conector RJ-45
macho. Possui encaixa para fixação em trilho DIN e este trilho será fixado na
parede. O DPS deverá ter as seguinte características:
Corrente máxima de surto com curva 8x20µs para Imáx x t: 20KA
Máxima tensão de serviço: 7,5V
•
Os equipamentos ativos do Rack serão fornecidos pelo TJMG.
•
Entrada de Telefone - Deverá haver uma interligação do distribuidor de
telefonia ao Rack do cabeamento através de eletrodutos/eletrocalhas, conforme
projeto.
•
Relógio de Ponto Eletrônico - Deverá ser prevista a interligação entre a caixa
de passagem do cabeamento e o relógio de ponto, por um cabo tipo 2xAFS
20AWG (Al) e por um cabo UTP categoria 6. Deverá ser deixada uma margem
de folga de 3 metros deste cabo na caixa de passagem do cabeamento e de 1
metro no local de instalação do relógio de ponto. Esta folga de 1 metro deverá
ser enrolada dentro da CP, conforme detalhe em projeto. Também deverá ser
prevista a instalação de energia elétrica para o relógio. Deverá ser deixada uma
caixa com tampa com furo central, tanto no ponto de lógica como no ponto de
energia. A alimentação do relógio será por condutor de seção de #2,5mm2 e
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OBJETO: Instalações
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circuito exclusivo.
•
Patch Panel: Painel distribuidor de 24 portas, 19”, com conectores modulares
de 8 posições do tipo RJ45, fêmea na parte frontal, separados em 4 conjuntos
de 6 conectores. Deve atender totalmente aos requisitos de categoria 6,
obedecendo ao esquema de pinagem e suportar taxas de transmissão de até
l55Mbps e ainda deve atender a norma ANSI/EIA/TIA-568A em todos os
aspectos (características elétricas, mecânicas, etc). Todas as portas dos patch
panels deverão ser identificadas com etiquetas coloridas, com as seguintes
identificações:
•
•
•
•
•
•
•
PT – Ponto de Telecomunicação rede secundária.
R – Ramal
T – Tronco
E – Extensão
Rede secundária – azul
Rede ramais e troncos – verde
Rede telefonia externa – laranja
•
Patch Panel de Extensão: Será usado um patch panel para extensões
telefônicas. Os conectores traseiros dos patch panels deverão ser jumpeados
pino a pino, de 3 em 3, da seguinte forma: 1 a 3, 4 a 6, 7 a 9, 10 a 12, 13 a 15,
16 a 18, 19 a 21 e 22 a 24, formando um conjunto de 8 extensões.
•
Guia de cabos horizontal: deverá ser do tipo aberto, em chapa de aço, padrão
19”.
•
Patch Cords: A Contratada deverá fornecer patch cords ( cordões de conexão )
em cabo UTP extraflexível, cat. 6. O comprimento dos patch cords utilizados nos
Rack's de comunicação deverão ser de 2m, conforme planilha de materiais. Nas
extremidades de cada patch cord deverá ter um conector tipo RJ-45 macho
com capa protetora. Todos os patch cords devem ser certificados de fábrica ou,
se montados em obra, deverá ser fornecido o relatório de certificação categoria
6.
19.3 - Cabos para rede lógica
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OBJETO: Instalações
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Serão utilizados cabos de pares de cobre trançados, não blindados, fios sólidos,
Categoria 6, cor azul.
Deve ser observada a folga necessária, mínima de 2 metros, no comprimento
dos cabos de lógica no rack. Os cabos deverão sair da caixa de passagem para
cabeamento e entrar no Rack conforme detalhe em projeto.
Deverão ser colocadas etiquetas plásticas específicas para identificação em
todas as extremidades de cabos lógicos e em caixas de passagem.
Deverá ser seguido o seguinte padrão de cores dos patch cords:
Conexão Patch Panel/HUB
- Azul
Conexão Patch Panel/Telefonia (voz) - Laranja para linhas externas e troncos e
Verde para ramais
19.4 - Tomadas de lógica
Serão utilizadas tomadas modulares RJ-K: Tipo RJ-45, categoria 6, 4 pares, sem
blindagem, com janela protetora incorporada ao conector e espelhos próprios.
Os pontos de saída junto aos postos de trabalho terão duas tomadas modulares
de 8 (oito) vias, com contatos banhados a ouro, padrão RJ-45. A tomada RJ45 será
conectada com ferramentas adequadas, conforme o padrão 568-A, prevendo-se assim
quaisquer protocolos de transmissão, atuais e futuros. Deverão obedecer às
características técnicas estabelecidas pela norma EIA/TIA 568A para categoria 6.
Todas as tomadas e cabos deverão ser identificados por etiquetas adequadas,
com proteção plástica para não permitir seu descoramento e descolamento, em
coerência com sua ligação e conforme numeração em projeto.
Deverá ser obedecida a seguinte conectorização para as tomadas RJ-45:
Pino 01 - Verde/Branco
Pino 02 - Verde
Pino 03 - Laranja/Branco Pino 04 - Azul
Pino 05 - Azul/Branco
Pino 06 - Laranja
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OBJETO: Instalações
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Pino 07 - Marrom/Branco Pino 08 – Marrom
Os pontos de lógica deverão ser instalados sempre ao lado dos respectivos
pontos elétricos, mesmo que haja pequenas diferenças de escala em desenho.
19.5 - Caixa de telecomunicação PTR
A caixa de telecomunicação PTR (Ponto de terminação de rede) deverá ser embutida,
com altura de 1,3m do centro ao piso. A caixa deverá ser metálica, provida de portas
com fechadura, abertura para ventilação, fundo de madeira de 2mm de espessura
mínima e pintura na cor grafite.
20 - CABOS TELEFÔNICOS
Os cabos telefônicos internos (CI) deverão possuir folga de 3 metros na caixa de
passagem do PABX.
Os cabos telefônicos internos (CI) deverão ser conectados nos patch panels,
respeitando a identificação de cores da tabela de correspondência, constante no
projeto. Os mesmos deverão ser conectados nas posições 4 e 5 do conector RJ45
fêmea do Patch Panel.
21 – INFRA ESTRUTURA PARA ALARME E SONORIZAÇÃO
A infra estrutura destas instalações segue o padrão das instalações elétricas.
Entende-se como infra-estrutura os eletrodutos e caixas para a interligação dos
equipamentos.
Em cada eletroduto vazio deverá ser colocado um fio-guia de arame galvanizado
número 14BWG, ou similar, para facilitar a enfiação futura.
Não fazem parte deste projeto o dimensionamento e especificação dos
equipamentos, cabos e tomadas específicas para o sistema.
22 - TESTES
22.1 - Instalações Elétricas
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22.1.1 - Geral
Esta fase de testes se inicia somente após a conclusão de todos os trabalhos de
construção, montagem e limpeza, inclusive pintura, e compreenderão testes
preliminares dos equipamentos, ajustes e verificação dos sistemas de proteção.
Uma verificação geral e a limpeza dos equipamentos (inclusive refletores das
luminárias) deverão ser feitos antes que sejam iniciados testes de funcionamento.
Todos os testes deverão ser feitos na presença da FISCALIZAÇÃO.
Todos os barramentos e isoladores deverão ser verificados quanto à sua
localização correta e alguma possível anormalidade.
A limpeza dos equipamentos deverá ser feita por meio de exaustor ou sopro de
ar comprimido isento de óleo.
Disjuntores, chaves, medidores, etc., deverão estar completamente limpos e
secos e com seus mecanismos de operação do fabricante. É importante que todos os
equipamentos sejam verificados minuciosa e individualmente.
Somente após esta verificação é que deverão ser feitas as ligações aos
equipamentos.
Deverá ser verificado se o isolamento dos cabos não foi danificado durante a
enfiação
e
se
está
de
acordo
com
o
projeto.
22.1.2 - Disjuntores
Os disjuntores de baixa tensão deverão ser testados na sua seqüência de abertura.
Após feitos os testes, o painel deverá ser energizado e os disjuntores e chaves deverão
ser operados com tensão, porém sem carga para teste.
22.1.3 - Cabos de Força e Controle
Executar os seguintes testes:
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Verificação dos terminais e conexões.
Identificação das fases nos terminais dos cabos de força em acordo com as fases do
sistema principal de alimentação.
22.1.4 - Barramento de Baixa Tensão
Executar os seguintes testes:
Inspeção das conexões, estado de isoladores e conexões entre barras na baixa
tensão.
Identificação das fases, neutro e terra.
22.1.5 - Malha de Terra
Executar os seguintes testes:
Medição da resistência do solo.
Inspeção das conexões de terra em todos os painéis, carcaça de equipamentos,
terminais de cabos e demais elementos metálicos.
22.1.6 - Testes para Instalação de Iluminação
Deverão ser feitas as seguintes verificações e testes:
Antes da instalação ser entregue à operação normal:
- Verificar se as ligações, nas caixas de derivação e nos pontos de luz, foram
executadas de acordo com as normas e o projeto.
- Verificar a existência de eventuais pontos quentes nas caixas de conexões
(derivação), quando a instalação entrar em serviço.
22.2 - Testes de Aceitação do Sistema de Comunicação Voz/Dados
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Após o término das instalações a Contratada deverá realizar testes de
confirmação de categoria 6 para todos os cabos lógicos instalados, inclusive nos patch
cords, caso sejam montados em obra. Os laudos do teste deverão ser assinados pelo
responsável técnico pelas medições e deverá ser entregue ao TJMG o CERTIFICADO
DE GARANTIA NA TRANSMISSÃO, categoria 6. Os instrumentos necessários à
execução dos testes serão de responsabilidade da Contratada. Os testes deverão ser
realizados com equipamento compatível com a categoria 6 e de acordo com o boletim
técnico EIA/TIA TSB-67.
Caso sejam realizados testes adicionais, estes deverão possuir os seus parâmetros
definidos exatamente de acordo com o boletim EIA/TIA TSB-67.
23 - OBSERVAÇÕES FINAIS
Todos os tipos de materiais a serem adquiridos deverão ser apresentados à
fiscalização para aprovação.
O TJMG poderá exigir o certificado de conformidade do INMETRO, UL e CSA dos
materiais a serem instalados.
Caso houver alterações nos projetos, a critério da Fiscalização do TJMG, será
exigido o “as built” (como construído). As correções deverão ser providenciadas pela
Contratada em mídia eletrônica ( CD ), em AutoCad, atualizando os originais, que serão
entregues pelo TJMG.
Os termos de garantia dos materiais deverão ser entregues à fiscalização
juntamente com a nota fiscal (ou cópia) de compra antes da última medição.
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Av. do Contorno, 629 – 3º andar – Bairro Floresta * CEP. 30110-060 * Belo Horizonte – MG
Tel.- (31) 3237-6312 * Fax - (31) 3226-2471 * E-mail - gepro@tjmg.jus.br
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Ribeirao das Neves - MEMORIAL ELE-SEG-TEL