FACULDADE ITOP – ITOP
(Código 4969)
MANUAL DE NORMAS TÉCNICAS
PARA ELABORAÇÃO DE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
PALMAS TO
2013
INTRODUÇÃO
Estas normas não têm a pretensão de abranger todas as questões envolvidas na
confecção de um trabalho acadêmico. Trata-se, apenas, de um auxílio para consulta por parte dos
alunos dos cursos oferecidos pela Faculdade ITOP.
Variados são os tipos de trabalhos acadêmicos em nível de graduação e pós-graduação.
As monografias constituem o produto de pesquisa desenvolvida sob a forma de relatório com
metodologia própria para sua apresentação, geralmente são escritas como exercício final de uma
disciplina ou curso. Sua principal característica é a abordagem de um tema único, dai o nome
monografia (monos = um só e graphein = escrever).
A monografia pode ser de compilação, quando consiste na exposição do pensamento de
vários autores que pesquisaram e escreveram sobre o tema escolhido, ou de pesquisa (ou
empírica), quando é realizada pela observação ou investigação direta de fatos, fenômenos,
organismos.
Os cursos de pós-graduação lato sensu geralmente requerem a confecção de uma
monografia de final de curso, cujo tipo e abrangência variam conforme o curso.
Ao longo dos cursos de graduação (assim como da pós-graduação) são exigidos dos
alunos trabalhos monográficos com diferentes graus de complexidade, profundidade e extensão,
podendo culminar na graduação no chamado Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Todos esses trabalhos exigem, para sua confecção e apresentação, conhecimentos
teóricos e práticos de Metodologia Científica, cujos principais aspectos serão relatados a seguir,
de forma resumida.
A título de exemplo, há no final deste Manual um modelo de monografia (TCC) de forma a
possibilitar uma melhor visualização dos procedimentos a serem adotados.
Prof. Marcos Rafael Monteiro, Ms.
ESTRUTURA DE UM TRABALHO ACADÊMICO
A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos pré-textuais, textuais e póstextuais, conforme especificado abaixo.
PRELIMINARES OU PRÉ-TEXTO
TEXTO
PÓS-LIMINARES OU PÓS-TEXTO
Capa
Folha de rosto
Folha de aprovação
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo
Abstract*
Sumário
Lista de figuras*
Lista de tabelas*
Lista de abreviaturas, siglas e símbolos*
INTRODUÇÃO
DESENVOLVIMENTO
CONCLUSÃO
Referências
Apêndice(s)*
Anexo(s)*
Glossário*
Contra-Capa*
Obrigatório
Obrigatório
Obrigatório
Opcional
Opcional
Opcional
Obrigatório
Opcional
Obrigatório
Facultativo
Facultativo
Facultativo
Distribuição
facultativa
Obrigatório
Facultativo
Facultativo
Facultativo
Facultativo
* Elementos opcionais ou complementares que são adicionados de acordo com as necessidades e o tipo de
trabalho acadêmico.
A estrutura do TEXTO - Introdução, Desenvolvimento e Conclusão - (quadro acima)
refere-se à monografia de compilação. No caso de monografia de pesquisa ou empírica, o texto
deve ter outra divisão.
A seguir, temos uma sugestão da divisão dos trabalhos acadêmicos em acordo com o
tipo de pesquisa a ser desenvolvida. Vale lembrar que esta divisão é apenas uma sugestão e
não deve ser tomado como modelo pronto e acabado.
TIPOS DE PESQUISA
MONOGRAFIA DE
COMPILAÇÃO
MONOGRAFIA EMPÍRICA
Pesquisa bibliográfica
Pesquisa documental
Pesquisa descritiva
Levantamento
Pesquisa experimental
Pesquisa-ação etc.
DIVISÃO SUGERIDA
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Introdução
Revisão da literatura
Material e métodos
Resultados
Discussão
Conclusão e/ou
recomendações
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
Capa
É a proteção externa do trabalho, sobre a qual são impressas informações indispensáveis
à sua identificação.
Deve conter:
- Instituição onde o trabalho foi executado (na margem superior)
- Nome do autor (na margem superior)
- Título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha)
- Cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior)
A capa é obrigatória para os TCC´s, mas dispensável para a maioria dos trabalhos
acadêmicos exigidos pelos professores.
Errata
Apesar de revisão acurada do trabalho quanto à sua confecção e mesmo quanto ao
correto uso da linguagem, é comum a persistência de alguns erros. A Errata é então colocada
para se especificar os erros de natureza tipográfica ou gramatical. Indicam-se as páginas e/ou
linhas, parágrafos em que aparecem os erros. Deve ser impressa em folha de papel avulsa ou
encartada e ser acrescida ao volume depois de impresso.
Folha de Rosto
É obrigatória e deve conter todos os elementos para identificação do trabalho como:
- As mesmas informações contidas na Capa, menos o nome da Instituição;
- As informações essenciais da origem do trabalho (especialmente para os TCC´s)
Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho:
Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação
da disciplina Metodologia do Trabalho Científico, do Curso de
Pedagogia, do Instituto Tocantinense de Educação Superior e
Pesquisa, Faculdade ITOP, ministrada pelo Prof. Ms. Vinicius
Fonseca.
Monografia apresentada como requisito parcial para conclusão
do curso de Administração, do Instituto Tocantinense de
Educação Superior e Pesquisa, Faculdade ITOP, sob
orientação do Prof. Ms. Vinicius Fonseca.
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito
parcial para obtenção do título de Licenciado em Pedagogia,
junto à Coordenação do Curso de Graduação em Pedagogia
do Instituto Tocantinense de Educação Superior e Pesquisa,
Faculdade ITOP, sob orientação do Prof. Ms. Vinicius Fonseca.
(*) Observar os recuos (6 pontos) e o texto deve ser justificado à direita da página, com espaçamento
simples entre linhas, com fonte 10.
Folha de aprovação
Utilizada somente para trabalhos de conclusão de cursos – TCC´s, dissertações e teses.
Deve conter os nomes completos dos membros da banca examinadora, as instituições a que são
filiados e o local para assinatura, bem como local para a data de aprovação.
Dedicatória
Tem a finalidade de dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão
especial.
Agradecimento
É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também é
um item dispensável.
Epígrafe
Elemento opcional onde o autor inclui um pensamento ou citação, pertinente ao assunto
pesquisado e seguida de autoria, que norteia o trabalho. Deve-se ter cuidado na escolha da
epigrafe para não ocorrer discrepância entre o mesmo e a linha do referencial teórico-científico do
trabalho.
Resumo
RESUMO na língua portuguesa. É a apresentação concisa do conteúdo do texto,
colocando em relevo os elementos de maior interesse e importância, destacando os pontos
significativos contidos nos objetivos, finalidades, metodologia, resultados e conclusões. Redigido
em parágrafo único, deve constar apenas de uma página e digitado em espaço simples não
ultrapassando 500 (quinhentas palavras) e logo abaixo, apresentar as palavras chave e/ou
descritores, conforme a NBR 6028, ou seja, devem ser em número de três. É facultado
RESUMO na língua estrangeira (Abstract). O abstract é a versão do resumo para o inglês, idioma
de divulgação internacional. Deve aparecer em página distinta, obedecendo aos mesmos critérios
do resumo anterior.
Sumário
Elemento obrigatório que enumera as principais divisões, seções e outras partes do
trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede e seguida da página inicial
de cada divisão ou seção, com linha pontilhada ligando título e número da página. O item
INTRODUÇÃO não será numerado.
Lista (fotografias, gráficos, esquemas, quadros, diagramas, fluxogramas, etc.)
Elementos opcionais, pois dependem da existência de figuras e tabelas no texto.
Consistem na relação seqüencial de títulos de figuras e tabelas constantes do trabalho,
acompanhados dos respectivos números de páginas. É necessário elaborar-se lista própria para
cada tipo.
Lista de abreviaturas, siglas e símbolos.
Elemento opcional no caso de haver uso dos elementos acima no texto. Consiste na
relação em ordem alfabética de abreviaturas, siglas e símbolos, seguidos do significado
correspondente. No caso de siglas, mesmo que o trabalho contenha lista, recomenda-se
transcrever por extenso cada sigla na primeira vez em que é mencionada no texto.
ELEMENTOS TEXTUAIS
É a parte onde todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido.
O texto deve expor um raciocínio lógico, ser bem estruturado, com o uso de uma
linguagem simples, clara e objetiva.
Monografia de compilação
Introdução
No caso de uma pesquisa/revisão bibliográfica, na introdução o tema é apresentado e
delimitado, a importância do tema é ressaltada e a metodologia definida. A introdução deve ainda
especificar os objetivos do trabalho e referir-se às principais partes do texto, indicando a ordem da
exposição.
Desenvolvimento ou corpo do trabalho
O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor. O tema é dividido em capítulos
e/ou partes que revelem a estrutura lógica do trabalho. São atribuídos títulos (e subtítulos, se
necessário) a cada uma das partes ou capítulos.
A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.
Conclusão
A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os
resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas. Nesta parte final do trabalho são
retomados os principais pontos levantados ao longo do desenvolvimento do assunto.
Monografia empírica
No caso de uma pesquisa empírica, o "desenvolvimento ou corpo do trabalho" é
desdobrado nas seguintes partes:
Revisão da literatura
Compilação crítica e retrospectiva de várias publicações, mostrando o estágio de
desenvolvimento do tema da pesquisa e estabelecendo um referencial teórico. A revisão da
literatura não deve ser uma sequencia impessoal de resumos de outros trabalhos: deve incluir a
contribuição do autor demonstrando que os trabalhos foram examinados, estudados e criticados
objetivamente. Deve ser tomado o máximo cuidado quanto à identificação das fontes utilizadas no
texto.
Se a revisão da literatura for breve, pode também ser incorporada à introdução, ao invés
de constituir parte separada.
Material e Métodos
Material: descreve os equipamentos e os sujeitos ou organismos empregados
(amostragem) na pesquisa.
Métodos: descrição completa dos métodos utilizados, que permita a compreensão e
interpretação dos resultados, bem como a reprodução do estudo e sua utilização por outros
pesquisadores.
Resultados
Apresentação dos resultados obtidos de forma objetiva, exata e lógica. Para maior clareza
podem ser incluídas tabelas, quadros, desenhos, gráficos, mapas, fotografias, esquemas, etc.
Discussão
Na discussão estabelecem-se as relações entre os dados obtidos, o problema da
pesquisa e o embasamento teórico dado na revisão da literatura e indicam-se as aplicações
teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como as suas limitações. O autor deve
manifestar seu ponto de vista sobre os resultados obtidos e seu alcance.
A discussão também pode ser feita conjuntamente com a apresentação dos resultados,
formando um único capítulo (Resultados e discussão).
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
Referências
As referências servem para indicar as fontes utilizadas no corpo do texto. Para sua
utilização ver os modelos de referencias, mais adiante neste Manual.
REFERÊNCIAS: é um conjunto de elementos que identificam uma publicação no todo ou em
parte. Citadas pelo autor do trabalho permitem ao leitor comprovar fatos ou ampliar
conhecimentos, mediante consulta às fontes referenciadas. Quando no final do capítulo ou da
obra, devem ser listadas em ordem alfabética, com a expressão REFERÊNCIAS no cabeçalho.
Existe uma diferença entre as expressões Referência e Bibliografia. As Referências
correspondem às obras listadas no final do capítulo ou da monografia e que foram utilizadas pelo
autor. Bibliografia é o material sugerido para complementação de textos, mas não é
necessariamente usado para sua elaboração; é apenas uma leitura que se recomenda.
Apêndices e Anexos
Não há consenso entre os autores sobre as características e usos de Apêndices e Anexos.
Há autores que não fazem diferença entre ambos, preferindo o uso apenas de Anexos.
Apêndices: Materiais de caráter informativo, que podem ser eliminados da publicação, sem
prejuízo. Para seu entendimento. Trata-se de material, em geral, elaborado pelo autor da
publicação.
ANEXOS: Materiais de caráter complementar que documentam o texto, não sendo elaborados
pelo autor do trabalho (por exemplo: jurisprudências).
Os APÊNDICES e anexos (nessa ordem) são identificados por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e respectivos títulos:
APÊNDICE A -...
ANEXO A -...
No corpo do texto devem ser feitas remissões aos Apêndices e Anexos do trabalho.
Glossário
Elemento opcional, que consiste em uma lista em ordem alfabética de palavras ou
expressões técnicas de uso restrito, seguidas das respectivas definições.
ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS
De acordo com a NBR 6023/2000, p. 2, referências são o "conjunto padronizado de elementos
descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual". As referências
são parte obrigatória do pós-texto.
No sistema de chamada autor-data (Cf. p. 21), as referências dos documentos citados no
trabalho devem ser ordenadas alfabeticamente. O nome de um mesmo autor referendado
sucessivamente para obras diferentes pode ser substituído, nas referências seguintes à primeira,
por um traço e ponto (equivalente a seis espaços).
Uma referência pode conter apenas os dados essenciais e indispensáveis para identificar as
fontes utilizadas, ou então, incluir também os dados complementares, que são opcionais. As
normas a seguir apresentadas referem-se apenas aos dados essenciais.
MODELOS DE REFERÊNCIAS
LIVROS, FOLHETOS, TRABALHOS ACADÊMICOS, ETC. NO TODO
I.
Autor (ou coordenador, ou organizador, ou editor) - Escreve-se primeiro o sobrenome
paterno do autor, em caixa alta, e, a seguir, o restante do nome (por extenso ou
abreviado), após uma separação por vírgulas.
II.
Título e subtítulo - O título deve ser realçado por negrito ou itálico.
III.
Número da edição (a partir da segunda edição).
IV.
Local da publicação - É o nome da cidade onde a obra foi editada e, após a referência de
local devem ser grafados dois pontos ( : ).
V.
Editora - Só se coloca o nome da editora. Não se coloca a palavra Editora, Ltda, ou S.A
Por exemplo: da Editora Ática Ltda, colocar-se-ia apenas Ática.
VI.
Ano da publicação - É o ano em que a obra foi editada.
VII.
Número de volumes (se houver).
VIII.
Nome da série, número da publicação na série (entre parênteses).
EXEMPLOS DE REFERENCIAS
Algumas considerações importantes:
0. O espaçamento dever ser simples entre as linhas e duplo entre as citações, como a seguir.
1. O nome do autor pode ser abreviado sendo facultativa sua aposição por extenso.
Ex.:
CÔRTES, José de Angelis. Epidemiologia. São Paulo: Varela, 1993.
CÔRTES, J. de A. Epidemiologia. São Paulo: Varela, 1993.
2. No caso de haver subtítulo na obra, apenas o título deve estar destacado.
Ex.: SOBRINHO, José Dias. Universidade e avaliação: entre a ética e o mercado.
Florianópolis: Insular, 2002.
3. No caso de haver mais de um autor, menciona-se o primeiro, ou até os três primeiros, seguidos
da expressão et al = etii alii (e outros)
Ex.:
MUSSEN, P. H.; CONGER, J. J.; KAGAN, J. Basic and contemporary issues in
developmental psychology. New York: Harper & Row, 1975.
MUSSEN, Paul H. et al. Desenvolvimento e personalidade da criança. 2.ed.. São
Paulo: HARBRA, 1988.
4. No caso da edição, usa-se colocar apenas a partir da segunda na língua original.
Ex.:
LAKATOS, E. M; MARCO M de A. Metodologia do trabalho científico. 4. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Atlas, 1992.
4. No caso da obra ser de autores corporativos e entidades
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Dengue hemorrágico: diagnóstico,
tratamento e controle. Genebra, 1983.
BRASIL. Tribunal Superior do Trabalho. Enunciados, instruções e precedentes
normativos. Brasília, DF, 1995.
5. A indicação do tradutor, quando houver, é opcional
MUSSEN, Paul H. et al. Desenvolvimento e personalidade da criança. Trad. de
Auriphebo Berrance Simões. 2.ed.. São Paulo: HARBRA, 1988.
FARROW, Charles S. Radiology of the cat. 6th ed. St. Louis: Mosby, 1999.
PARTES DE LIVROS, FOLHETOS, ETC.
Sem autoria especial (o autor do capítulo citado é também autor da obra)
BASTOS, C. L.; KELLER, V. In: ___________Aprendendo a aprender. 3.ed.
Petrópolis: Vozes, 1992. Capo 2, p. 19-32: Facilitando o estudo.
Com autoria própria (o autor do capítulo citado não é o autor da obra)
ALMEIDA JUNIOR, J. B. de. O estudo como forma de pesquisa. In: CARVALHO, M.
C. de (Org.). Construindo o saber. 3.ed.. Campinas: Papiros, 1991. Parte 2, cap 1,
p. 107-129.
ARTIGOS DE PERIÓDICOS (REVISTAS OU JORNAIS)
REVISTA:
a - Autor (es) do artigo
b - Título do artigo
c - Título da revista em negrito ou itálico
d - Local da publicação
e - Indicação do volume
f - Indicação do número ou fascículo
g - Indicação de página inicial e final do artigo
h- Data
Obs.: A referência de mês é reduzida à apenas três letras e um ponto, no idioma original de
publicação. Em português, o mês de janeiro ficaria sendo jan., o de fevereiro fev. etc., com
exceção do mês de maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto.
BLAY, E. A; CONCEIÇÃO, R. R. de. A mulher como tema nas disciplinas da USP.
Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 76, p. 50-56, fev. 1991.
JORNAL:
Com autoria
CHIARA, M. de. Consultas superam reclamações no Procon. O Estado de São
Paulo, São Paulo, 27 jul. 1998. Caderno B, p. 12.
Artigos não assinados (escreve-se em maiúscula até a primeira palavra significativa do título)
JUSTIÇA autoriza quebra de sigilo de deputado. Folha de São Paulo, São Paulo, 30
jan. 2003. Caderno A, p. 8.
PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS NO TODO
GERONTOLOGIA. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia,
v. 6, n. 2, jun. 1998.
TESES, DISSERTAÇÕES, MONOGRAFIAS
DONDA, A. Envenenamento ofídico. 56 p. Monografia (Graduação em Medicina
Veterinária) - Fundação de Ensino Octávio Bastos, Faculdade de Medicina
Veterinária, São João da Boa Vista, 1994.
BELLO, José Luiz de Paiva. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro. 210
p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em
Educação - PPGE, Universidade Federal do Espírito Santo, 1995.
EVENTOS CIENTÍFICOS (CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, ETC.)
Considerados no todo
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. Anais... Porto
Alegre; Biblioteca Central da UFRGS, 1987. 2 v.
(No título da publicação substitui-se por reticências a informação já contida na entrada).
Considerados em parte
AUGUSTO, E. F. P. et al. Estudo da bioconversão de sorbito e sorbose em processo
descontínuo alimentado para produção de vitamina C. In: CONGRESSO E FEIRA
NACIONAL DE BIOTECNOLOGIA. Anais... Rio de Janeiro: Associação Brasileira de
Empresas de Biotecnologia, 1988. p. 32. Resumo.
FILMES E GRAVAÇÕES DE VÍDEO
a - Titulo (primeira palavra em letras maiúsculas).
b - Responsável.
c - Local, distribuidora, data.
d - Número de unidades físicas (bobinas e tempo de duração): características de som, cor,
dimensões.
e - Notas.
f - Indicação de filme cinematográfico ou gravação de vídeo.
DEUS e o diabo na terra do sol. Dirigido por Glauber Rocha. Rio de Janeiro,
Copacabana Filmes, 1964. 13 bobinas (125 min.): mono, 25mm. Filme
cinematográfico.
RIGOLETIO. Directed by Jean-Pierre Ponnelle. Müinchen, Unitel, 1983. 116 min:
mono (Jeg.). Gravação de vídeo.
FITA CASSETE
FAGNER, Raimundo. Revelação. Rio de Janeiro: CBS, 1988. 1 fita cassete (60
min): 3% pps, estéreo.
SLIDES (DIAPOSITIVOS) E TRANSPARÊNCIAS
MARQUES, José Antonio. Artefatos indígenas. 1998. 8 slides, color.
REINHOLD, R Stress tecnológico. 6 transparências, color.
FOTOGRAFIA
FORMANDOS de Administração. turma 2005/ITOP. Palmas. TO, 2005. 1 fot., p&b.
MAPA
MAPA múndi: político, didático. São Paulo: Michelany, 1982. 1 mapa, color.,
120/60cm. Escala 1:100.000.
JOGO
GAMÃO. São Paulo: Estrela, 1980. 1 jogo (30 peças. 2 dados. 1 tabuleiro com 24
triângulos). p&b.
NORMAS JURÍDICAS E DECISÕES JUDICIAIS
Referência legislativa (Leis e Decretos): NOME DO PAÍS. ESTADO OU MUNICÍPIO. Lei/Decreto
nº. Data (dia, mês e ano). Ementa. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto.
Por exemplo:
SÃO PAULO (estado). Decreto-lei n° 3,3161; de 2 de abril de 1991. Introduz
alterações na legislação do imposto de circulação de mercadorias e prestação de
serviços. São Paulo Legislação: coletânea de leis e decretos. São Paulo. v. 27. n.
4. p. 42. abril, 1991.
PARECER
AUTOR (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e n. do parecer. Relator (se entrar pelo nome do
órgão). Data do parecer. Dados da publicação que transcreveu o parecer.
PORTARIAS, RESOLUÇÕES, DELIBERAÇÕES.
ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando houver). Tipo de
documento, nº. e data (dia, mês e ano). Dados da publicação que transcreveu.
ACORDÃO, DECISÕES E SENTENÇAS DAS CORTES OU TRIBUNAIS.
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da Corte ou Tribunal. Ementa do acordão.
sentença ou decisão. Tipo e número do recurso (apelação civil ou criminal, embargos, habeascorpus, mandado de segurança, recurso extraordinário, etc.). Partes litigantes. Nome do relator
precedido da palavra "Acordão". Indicação da publicação que divulgou o “Acordão”, sentença...
Voto vencedor e vencido (quando houver).
Exemplo:
BRASIL. Supremo Tribunal. Deferimento de pedido de extradição n° 410. José
Antonio Fernandez e Estados Unidos da América. Relator: Ministro Rafael Mayer. 21
de março de 1984. Revista Trimestral de Jurisprudência, Brasília, v.109, p. 870879, set 1984.
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a - Autor, se houver.
b - Título e subtítulo se houver.
c - Disponível em: URL (Uniform Resource Locator = endereço eletrônico). De preferência,
apresentar o URL específico do trabalho e não do host.
d- Acesso em: data.
e- Hora do acesso.
Recomenda-se guardar uma cópia do documento baixado.
Trabalho individual (com indicação de autoria)
MUNRO, Derek B. Canadian poisonous plants information system. Disponível
em: < http://res.agr.calbrd/poisonpl/ >. Acesso em: 17 abr. 1998, às 152h48min.
LARCHICK., Ron; CHANCE, Edward W. Teacher performance and personal life
stressors: implications for urban school administrators. Disponível em: <
http://www.nationalforum.comILARCHte8e3.htmI>. Acesso em: 30 jan. 2002, às
08h00min.
Trabalho individual (sem indicação de autoria):
LEMBRAR
ou
não
lembrar,
eis
a
questão.
Disponível
em:
<http://www.cerebronosso.bio.br/paginas/explernbr.htrnI > . Acesso em: 4 mar. 2002,
às 12h36min.
Artigo de jornal ou revista com e sem indicação de autoria
DUARTE, Sérgio Nogueira. Língua viva. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6 ago.
2000. Disponível em: < http://ib.com.br/lingua.htmI>. Acesso em: 6 ago. 2000, às
18h25min.
PROCURADORES do caso Eduardo Jorge vão depor no Senado. Veja On-line,
São Paulo, 7 ago. 2000. NotíciaPo1ítica. Disponível em < h«p://www.veia.com.br>.
Acesso em 12 ago. 2000, às 17h37min.
PRATES,. Caio. Genéricos têm diferença de preços de até 191%. O Estado de São
Paulo, São Paulo, 20 mar. 2002. Disponível em: <'http://estadao.com.br >. Acesso
em: 20 mar. 2002, às 11h15min.
SILVA, Flávia Pietá Paulo da. Bumout um desafio à saúde do trabalhador. PSIRevista de Psicologia Social e Institucional, Londrina, v.2, n.1, jun. 2000.
Disponível em: < http://www2.uel.br/ccb/psicologia/revistaltextov2n15.htm >. Acesso
em: 30 jan. 2002, às 12h26min.
Autor entidade:
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS. Graduação. Centro de
Ciências Humanas. Disponível em: < http://www.puc-campinas.br>. Acesso em: 20
mar. 2002, às 12h36min.
Referência legislativa:
BRASIL. Lei n. 9.995, de 25 de julho de 2000. Dispõe sobre as diretrizes para a
elaboração da lei orçamentária de 2001 e dá outras providências. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 ju1.2000. Disponível em:
<http://www.in.gov.br>. Acesso em: 20 mar. 2002, às 12h36min.
Entrevistas:
SQUIER, C. Entrevista publicada em 3 sete 1999, na internet. Disponível em:
<http:www.odontologia.com.br/artigos/squier-entrevista.html>. Acesso em: 4 jul.
2000, às 12h36min.
Mensagem pessoal (e-mail):
COSTA, Maria Clara. Re: Normas ITOP [mensagem pessoal]. Mensagem recebida
por schisselval@itop.br. Acesso em 2 mar. 2004, às 12h36min.
Obs.: "Re" que precede a indicação do assunto da mensagem significa tratar-se de mensagem resposta.
Mensagem em lista de discussão:
LISTA de discussão sobre Biblioteconomia. <biblioteconomia@gruoos.com.br.>
Acesso em: 20 jun. 2000, às 12h36min.
Jogo eletrônico:
MICROSOFT flight simulator. Version.4.0. Redmond, WA: Microsoft, 1989. 2
disquetes, son., color., 5 ¼ pol. + I manual de informação. Para IBM PCs e
compatíveis.
Para casos específicos, recomenda-se consultar a NBR 6023/2002.
APRESENTAÇÃO GRÁFICA
I.
Capa dura (na cor especificada pelo curso) - letra dourada. As informações a serem
impressas na capa dura serão as mesmas que constam na capa do TCC.
II.
Papel sulfite branco tamanho A4;
III.
Texto fonte: TIMES NEW ROMAN - letra preta - tamanho 12;
IV.
Digitar de um lado só da página, no anverso (frente) da mesma;
V.
Espaço 1,5 entre as linhas, no texto, e espaço 2 entre as seções e subseções;
VI.
Margem superior e esquerda: manter 3,0 cm (mínimo) em todo trabalho;
VII.
Margem inferior e direita: manter 2,0 cm (mínimo) em todo trabalho;
VIII.
Títulos sem indicativo numérico (elementos pré-textuais e pós-textuais) são centrados na
página, em letras maiúsculas, com negrito e fonte 14;
IX.
Títulos com indicativo numérico (elementos textuais) são alinhados à esquerda e
separados do indicativo numérico por dois espaços e fonte 14;
X.
A seção primária (capítulo) deve iniciar em página nova;
XI.
Os parágrafos devem vir recuados a 1,5 cm da margem esquerda;
XII.
As partes anteriores ao texto do trabalho (folha de rosto, dedicatória, agradecimentos,
epígrafe e sumário) são contadas, mas não são numeradas; a numeração deverá
aparecer a partir da segunda página da Introdução. O texto deve ser numerado de forma
contínua e sempre em algarismos arábicos;
XIII.
A numeração das páginas do texto deve ser na parte superior da folha à direita. A
numeração não pode mudar de lugar num mesmo trabalho;
XIV.
As notas de rodapé, se necessárias, devem ser separadas do corpo do texto por uma linha
ocupando 1/3 da página e escritas em fonte 10, com espaço simples;
XV.
Deve ser usado o sistema de numeração progressiva para indicar seções/títulos;
XVI.
Devem ser evitadas subdivisões excessivas das seções, não ultrapassando a seção
quinaria;
XVII.
O titulo de seção não deve aparecer no final de uma página e o seu texto na página
seguinte;
XVIII.
São utilizados recursos gráficos diferenciados para a seção secundária etc., de acordo
com as sugestões no quadro abaixo.
TÍTULO DE
Seção primária (capítulo)
Seção secundária
Seção terciária
Seção quaternária e quinária
APRESENTAÇÃO
Caixa alta com negrito
Caixa alta sem negrito
Somente iniciais em letra maiúscula
Somente inicial da 1ª palavra em
letra maiúscula
FONTE
14
14
14
14
CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS E NOTAS DE RODAPÉ
CITAÇÕES
De acordo com a NBR 10520, citação é quando, no texto, se menciona uma informação
extraída de outra fonte. Nas citações, as entradas pelo sobrenome do autor ou pela instituição
responsável devem ser em letras maiúsculas.
Exemplos:
A formação deve ser entendida como um processo de educação permanente (FERRElRA,
1997).
Segundo VALLADÃO (1986), as modificações curriculares introduzi das pelas reformas de
1963 e 1969 reforçam uma tendência que já se fazia presente no âmbito acadêmico desde os
anos 30.
A citação pode ser direta, indireta ou citação de citação.
Citação direta ou transcrição
É a transcrição literal (ipsis litteris) de um texto ou parte dele. Sua extensão determina sua
localização: até três linhas é incorporada ao parágrafo, entre aspas duplas (quando a citação
textual já apresentar palavras entre aspas, estas devem ser transformadas em aspas simples),
enquanto que uma citação mais longa é inserida abaixo do texto, em bloco com recuo de 4 cm
somente da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado (10), com espaço
simples e sem as aspas;
Interpolações, acréscimos ou comentários
[ ], ( )– Colchetes, ou parênteses, indicam acréscimos ou explicações necessários para
melhor compreensão de algo contido no texto citado.
Ex.
O movimento [Assembléia Constituinte de 1981] só foi retornado com vigor, de 1922
quando Berta Lutz organizou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino.
Os colchetes também são utilizados para indicar erros, dúvidas ou ênfase no texto;
nesses casos, ele é empregado com outros sinais.
Supressões: [...] – Reticências é a supressão de partes de uma citação, contida no texto original,
considerada desnecessária, A omissão pede se dar em qualquer parte do texto, ou seja, no início,
meio ou final.
(...) – Pode-se também, nesse caso, optar em substituir o colchete pelos parênteses.
Ex.
(...) a tarefa da classificação é mapear o universo multidimensional dos assuntos ao
longo de sua atividade (...). Há muitas relações vizinhas imediatas entre os assuntos.
Incorreções
[sic] – Se há erros gramaticais no texto original, o autor pode, ao transcrevê-lo, usar entre
colchetes a palavra sic logo após sua ocorrência; a expressão latina significa “assim mesmo no
original”. Utilize o procedimento apenas se for necessário ao entendimento, ou para que o leitor
futuro não entenda que o erro foi da transcrição. São possíveis pequenos acertos, erros
ortográficos, concordância nominal, como o acréscimo de um s de plural, ou a trocas de um o ou
a, indicativos de masculino e feminino, troca de uma aspa dupla por uma simples. Se a
transcrição tem em vista o conteúdo, não a forma, tais acertos podem ser realizados. Já num livro
que transcreve textos literários medievais, a forma original precisa ser respeitada, o autor deve
acrescentar uma nota, esclarecendo o texto, ou com a adaptação ortográfica.
Ênfase ou destaque
[ ! ] – ponto de Exclamação é utilizado para dar ênfase à determinadas partes do texto,
devem ser colocadas após o que se deseja enfatizar. (usado com parcimônia e de maneira
uniforme ao longo de todo trabalho): grifo, ou negrito, ou itálico.
Nas citações diretas, além da indicação da autoria e data de publicação da obra referida,
é preciso citar a(s) página(s) de onde foi retirada a citação.
Exemplo 1:
Para BOURDIEU (1983, p. 89), o campo é “um conjunto de espaços estruturados de
posições cujas propriedades dependem das posições nesses espaços".
Exemplo 2:
Portanto, a conclusão do Relatório da Avaliação Institucional de 2001 (2002, p. 20), de
que "as principais características positivas do trabalho docente, conforme percebidas pelos
alunos, se referem mais a aspectos pedagógicos “secundários” do que essenciais" parece se
aplicar igualmente aos resultados de 2002.
Exemplo 3:
O documento especifica que a avaliação era tida como necessária pela
Administração federal para a distribuição racional de seus
recursos; pelas universidades públicas, que necessitam
conhecer a si próprias, e confrontar com dados objetivos as
criticas que freqüentemente recebem; pelas IES privadas que
necessitam evidenciar a qualidade de seu desempenho e sua
eficiência no uso dos recursos, pelos estudantes e suas
famílias, que não podem mais contar com resultados positivos
de seus investimentos em educação superior, se mal
direcionados (MEC, 1985, p. 68).
Citação indireta ou paráfrase
É a transcrição não literal das palavras de um autor, em que se reproduz fielmente o
conteúdo do documento original. É a reprodução das idéias do autor com palavras próprias.
Neste caso não se empregam aspas. .
Exemplo:
Era tão grande a importância atribuída às avaliações segundo essa metodologia que
precisou ser criada a Subsecretaria de Avaliação de Programas, da qual se encarregaram
economistas e auditores experientes (HOUSE, 1994.).
Citação de citação
É a menção de um texto ao qual não se teve acesso, devendo ser indicada na seguinte
ordem: sobrenome do autor original, seguido da expressão apud ou citado por e sobrenome do
autor da obra consultada.
Exemplos:
... SILVA (1985) apud MONTEIRO (1987) afirma que...
... SILVA (1985, apud MONTEIRO, 1987) afirma que...
... SILVA (1985) citado por MONTEIRO (1987) afirma que...
Deve ser escolhido um sistema de chamada para a identificação das citações: sistema
numérico ou autor-data. O sistema escolhido para a identificação das citações deve ser
observado ao longo de todo o trabalho e deve permitir sua correlação na lista de referências no
pós-texto ou em notas de rodapé.
Sistema autor-data: As citações no texto devem ser indicadas pejo sobrenome do autor,
ou pela instituição responsável, seguido da data de publicação do trabalho.
Exemplos:
Num estudo recente (MORAES, 1999) é exposto...
Moraes (1999) afirma que...
(ou no final de uma sentença).., (MORAES, 1999).
Sistema numérico: A identificação da obra no texto é feita pelo número correspondente na lista
de referências (no pós-texto) previamente alfabetadas e numeradas, ou em notas de rodapé. De
acordo com a NBR 10520, a indicação da numeração é feita alinhada ao texto (entre parênteses
ou colchetes) ou situada pouco acima da linha do texto em expoente à linha do mesmo (com ou
sem parênteses ou colchetes).
Exemplos:
... o uso deste recurso. (3)
... o uso deste recurso3.
NOTAS DE RODAPÉ
São anotações colocadas ao pé da página, contendo informações adicionais, sendo
indicadas por números seqüenciais. Recomenda-se não colocar excessivas notas de rodapé no
texto para não atrapalhar o desenvolvimento da leitura.
As notas de rodapé podem ser notas de conteúdo e notas de referência.
As notas de conteúdo são usadas para fazer comentários ou explanações que
interromperiam desnecessariamente a linha de pensamento se fossem incluídos no texto. As
notas de conteúdo podem ser utilizadas para:
I.
II.
III.
IV.
V.
Indicação de textos paralelos: fazer referência a outros textos ou passagens e remeter o
leitor a outras partes do trabalho, a outros trabalhos ou às fontes. Às vezes precedida de
Cf= "confira" ou "conforme".
Trabalhos não publicados ou em fase de elaboração: para trabalhos já aceitos para
publicação e em fase de impressão; esta observação também pode ser colocada no
próprio texto: (em fase de elaboração).
Notas explicativas: para comentários, esclarecimentos ou explicações que não
sejamimperiosas ou não possam ser incluídas no texto.
Nota de tradução: a tradução de citações em língua estrangeira aparece em nota
derodapé.
Citação de informações obtidas através de canais informais: comunicações pessoais,
anotações em aula e palestras, eventos não impressos. Ex. 1
As notas de referência, ou indicação da fonte em rodapé, são usadas quando a
referência não é feita no corpo do próprio texto, através de sistema autor-data ou numérico.
Embora o aluno possa optar por usar esse sistema de indicação da fonte em rodapé, as Normas
do ITOP privilegiam a utilização do sistema autor-data para dar crédito às fontes.
Nas notas de referência, a primeira citação de uma obra deve ter sua referência completa.
As subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada,
utilizando as seguintes expressões latinas:
idem (id.) = o mesmo autor. Essa expressão é usada para identificar um autor anteriormente
citado no texto.
idem ibidem (id. ibid.) = o mesmo autor, na mesma obra.
loco citato (loc. cit.) = no lugar citado. Essa expressão é usada para identificar a mesma página
anteriormente citada de uma obra, havendo intercalação de diferentes referências.
opus citatum (op. cit.) = obra citada.
passim = em vários trechos ou passagens. .
et sequentia (et seq.) = e seguintes. Usa-se essa expressão para indicar as páginas que se
seguem em uma obra.
ILUSTRAÇÕES
As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. Podem ser
tabelas ou figuras em geral.
FIGURAS E GRÁFICOS
Consideram-se figuras os desenhos, gráficos, mapas, esquemas, fórmulas, modelos,
fotografias, diagramas, fluxogramas, organogramas, etc.
Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados, fornecendo o máximo de informação num
mínimo de espaço. Os títulos da tabela e do quadro devem ser colocados acima dos mesmos,
enquanto que os da figura e dos gráficos, abaixo dos mesmos.
As figuras, tabelas, quadros e gráficos devem ser localizadas o mais próximo possível da
parte onde são citadas. Devem ser designadas e mencionadas no texto, ou sua referência
localizar-se entre parênteses no final da frase. Devem ter numeração independente e consecutiva
em algarismos arábicos.
A fonte, ou seja, a indicação da autoria da tabela ou figura quando esta não for a mesma
do trabalho monográfico, deve aparecer na parte inferior, à esquerda.
Seguem alguns exemplos:
Figura 1. ENIAC – 1946 primeiro computador digital eletrônico de grande escala
Gráfico 1. Evolução áreas em Agricultura de Conservação
Fonte: APOSOLO, 2006
TABELAS E QUADROS
Tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente. Quadros são informações
textuais agrupadas em colunas.
I.
Devem ser encabeçadas pela palavra TABELA ou QUADRO, seguida por hífen, pelo
número e pelo título, sem ponto final, com fonte 10.
II.
Devem ser auto-explicativas;
III.
Pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no rodapé da tabela, quando a matéria
neles contida exigir esclarecimentos;
IV.
Se a tabela não couber em uma página, deve ser continuada na página seguinte sem
delimitação por traço horizonta1 na parte inferior, devendo o titulo ser repetido nas páginas
seguintes, acrescentando-se as palavras "continua", "continuação", entre parênteses, logo
abaixo do título, no canto superior direito. Lateralmente as tabelas não são fechadas.
Por exemplo:
Tabela 1 – Número de Produtos de Café no Município de São João da Boa Vista
Ano
Número de produtores
Número de sacas produzidas
1999
190
476 000
2000
270
530 000
2001
320
590 000
Fonte: SAA/CATI, 1999.
Quadro 1 - Número Total de Cooperativas de Profissionais da Saúde e de
Cooperados por estado no Brasil, 1998.
Estado
Nº de Cooperativas
Nº de Cooperados
Minas Gerais
846
556.467
São Paulo
840
1.836.475
Rio de Janeiro
603
203.063
Rio Grande do Sul
574
719.642
Pernambuco
308
107.363
Santa Catarina
248
292.528
Ceará
220
85.762
Paraná
194
216.761
Espírito Santo
145
47.426
Maranhão
126
16.303
Goiás
124
60.746
Bahia
124
31.065
Paraíba
111
26.921
Rio Grande do Norte
103
53.577
Piauí
84
16.411
Mato Grosso do Sul
80
22.786
Mato Grosso
72
24.017
Pará
59
12.823
Distrito Federal
49
47.955
Rondônia
44
5.857
Sergipe
31
7.362
Alagoas
30
18.149
Amazonas
25
10.479
Tocantins
24
3.504
Roraima
17
692
Amapá
14
1.135
Acre
7
3.656
Total
5.102
4.428.925
Fonte: OCB/DETEC/banco de dados, 1990.
AS ETAPAS DE UM TRABALHO DE PESQUISA
A execução de um trabalho acadêmico constitui processo sistemático que pode ser
ordenado de acordo com as fases: inicial, média e final, com suas respectivas subdivisões.
Dependendo do tipo de pesquisa - somente bibliográfica, ou pesquisa empírica - alguns passos
podem ser suprimidos. A seqüência a seguir é apenas uma orientação e pode ser modificada
conforme os tipos de pesquisa e as necessidades do pesquisador.
FASE INICIAL:
I.
ESCOLHA DO TEMA
II.
LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO INICIAL E A PRÉ-LEITURA DO
MATERIAL
III.
DELIMITAÇÃO DO TEMA E TÍTULO PROVISÓRIO
IV.
JUSTIFICATIVA
V.
FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E DAS HIPÓTESES DE PESQUISA
VI.
DETERMINAÇÃO DOS OBJETIVOS (GERAL E ESPECÍFICOS)
VII.
ESCOLHA DA METODOLOGIA
VIII.
ELABORAÇÃO DO PLANO OU ESTRUTURA PROVISÓRIA DO TRABALHO
IX.
ELABORAÇÃO PROVISÓRIA DA INTRODUÇÃO
FASE MÉDIA:
I.
LEITURA E DOCUMENTAÇÃO DAS OBRAS SELECIONADAS: FICHAMENTO
II.
ORGANIZAÇÃO E REDAÇÃO PROVISÓRIA DO LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO
III.
CONSTRUÇÃO E PREPARAÇÃO DE INSTRUMENTOS
IV.
COLETA DE DADOS
V.
TABULAÇÃO E APRESENTAÇÃO DOS DADOS
VI.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS COLETADOS
VII.
REDAÇÃO PROVISÓRIA DOS ''RESULTADOS E DISCUSSÃO"
FASE FINAL
I.
CORREÇÃO E ELABORAÇÃO DEFINITIVA DO TEXTO
II.
ELABORAÇÃO DA CONCLUSÃO
III.
REVISÃO E ELABORAÇÃO FINAL DA INTRODUÇÃO
IV.
ORGANIZAÇÃO FINAL DAS REFERÊNCIAS
V.
TITULO DEFINITIVO DO TRABALHO
VI.
REVISÃO FINAL E FORMATAÇÃO
VII.
APRESENTAÇÃO
FASE INICIAL
I.
ESCOLHA DO TEMA
A definição do tema pode surgir de observações no trabalho, de leituras ou de conversas
com especialistas. Principalmente em cursos de pós-graduação, a escolha do tema está
vinculada às linhas de pesquisa do curso. Na escolha do tema devem ser levados em
consideração, sua atualidade e relevância, o conhecimento, as preferências e aptidões do
pesquisador, bem como aspectos práticos (tempo disponível, recursos existentes,
facilidade de acesso a material ou bibliografia, etc.).
II.
LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO INICIAL E PRÉ-LEITURA DO MATERIAL
Verificar o que já foi escrito e pesquisado sobre o assunto para chegar a uma visão Global
do tema escolhido. Dar atenção às obras mais recentes. Listar as obras fazendo sua
referência de acordo com normas específicas.
III.
DELIMITAÇÃO DO TEMA :E TÍTULO PROVISÓRIO
Inicialmente, o tema escolhido para pesquisa costuma ser amplo demais, necessitando de
uma delimitação, a qual se traduz um título provisório; pode incluir um sub-título.
IV.
JUSTIFICATIVA (pessoal, social e científica)
Estabelecer o "porquê" da escolha do assunto e da realização da pesquisa., mostrando
sua importância e relevância dentro do campo da ciência., principalmente.
V.
FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E DAS HIPÓTESES DE PESQUISA
"Problema", em pesquisa científica, é qualquer questão não resolvida e objeto de
discussão, ou seja, é a questão que a pesquisa pretende responder ou esclarecer.
Hipóteses são as suposições ou respostas provisórias para o problema de pesquisa. A(s)
hipótese(s) pode(m) ser explicitada(s) ou não.
Exemplo:
Assunto
Tema
Delimitação do
tema e título
provisório
Problema
Hipótese(s)
VI.
VII.
VIII.
IX.
Relações humanas
Violência
Violência urbana envolvendo adolescentes
Quais as causas da crescente violência urbana envolvendo adolescentes
como agentes e como vítimas?
A violência urbana é decorrência da exclusão social.
A violência é resultado da inversão de valores, ou da falta de valores
positivos dos jovens.
A violência dos jovens é resultado da desestruturação da família.
DETERMINAÇÃO DOS OBJETIVOS (GERAL E ESPECÍFICOS)
OS objetivos devem sintetizar o que se pretende realizar com a pesquisa, o "para quê".
Os enunciados dos objetivos devem começar com um verbo no infinitivo, cuja ação seja
passível de mensuração.
ESCOLHA DA METODOLOGIA
Devem ser definidos o tipo de pesquisa os procedimentos, a população e sua
amostragem, os instrumentos de coleta de dados e a forma como os dados serão
tabulados e analisados.
ELABORAÇÃO DO PLANO OU ESTRUTURA PROVISÓRIA DO TRABALHO:
a. O tema será dividido provisoriamente em partes, seguindo um encadeamento
lógico.
ELABORAÇÃO PROVISÓRIA DA INTRODUÇÃO
Tendo sido definidos os aspectos acima, pode ser redigida provisoriamente a introdução
do trabalho, embora a sua redação definitiva seja uma das últimas etapas do trabalho de
redação do trabalho científico.
FASE MÉDIA
I.
LEITURA E DOCUMENTAÇÃO DAS OBRAS SELECIONADAS
Depois de selecionadas as obras, deve-se começar a leitura e o "fichamento" pelas mais
gerais e básicas. Confeccionam-se as "fichas" (entre aspas porque na era do computador
estas já podem ser digitadas e não mais escritas à mão em fichas propriamente ditas) de
documentação apoiando-se no "plano ou estrutura provisória" do trabalho: cada parte será
um "cabeçalho" a ser colocado no alto da "ficha". Para cada material será feita uma pré-
leitura para verificar com qual (quais) parte(s) do plano o assunto se relaciona. Abaixo do
"cabeçalho" da folha é colocada referência da obra, acrescentando o(s) número(s) da(s)
página(s) correspondente(s), em seguida é feita a "documentação" ou resumo do que é
lido. Para isso, recomenda-se: Ler e reler o texto, procurando entendê-lo a fundo; procurar
a idéia principal de cada parágrafo; ir fazendo um esquema à medida que for lendo,
usando chaves ou numeração; relacionar e ordenar as idéias dos parágrafos, parágrafo
por parágrafo; escrever a síntese formando frases com as idéias principais; confrontar a
síntese com o original para que nada importante tenha sido omitido; redigir, finalmente, o,
texto com bom estilo e palavras próprias.
Algumas partes do texto (leis, definições, etc.) podem ser transcritas literalmente, devendo
ser colocadas entre aspas (se a citação for curta) e seguidas do número da página de
onde foram copiadas. Cada obra, ou parte dela, pode proporcionar material para apenas
uma das partes, ou para mais de uma das partes do trabalho.
Deve-se anotar ao lado, ou em outro local, comentários, associações ou idéias próprias a
respeito do que se está lendo e resumindo.
Deve-se proceder da mesma forma com todas as outras obras, até esgotar a bibliografia
selecionada.
II.
ORGANIZAÇÃO E REDAÇÃO PROVISÓRIA DO LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO
Agora o material das "fichas" de documentação é organizado numa forma lógica,
relacionando as diversas informações obtidas através da leitura da bibliografia. Deve ser
escolhido um "sistema de chamada" que será utilizado consistentemente ao longo de todo
trabalho. Devem ser feitas reflexões sobre o tema e acrescentados comentários próprios.
As diversas partes do trabalho são redigidas de modo que cada parte abra caminho para a
parte seguinte, estabelecendo uma ligação entre elas. Assim estará pronto o primeiro
rascunho que deverá ser revisado e melhorado depois.
III.
CONSTRUÇÃO E PREPARAÇÃO DE INSTRUMENTOS
São construí dos os instrumentos: formulários, questionários, roteiros de entrevista ou de
observação, ou outros instrumentos necessários para coleta de dados.
IV.
COLETA DE DADOS
Nesta etapa será feita a pesquisa de campo propriamente dita.
V.
TABULAÇÃO E APRESENTAÇÃO DOS DADO
Com a ajuda de recursos computacionais, de preferência, serão organizados os dados
obtidos, os quais poderão ser apresentados através de tabelas, quadros e gráficos.
VI.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS COLETADOS
Os dados tabulados e organizados na etapa anterior serão interpretados e analisados,
tendo em vista os objetivos da pesquisa e as hipóteses levantadas, as quais deverão ser
confirmadas ou rejeitadas pelos dados levantados.
VII.
REDAÇÃO PROVISÓRIA DOS ''RESULTADOS E DISCUSSÃO"
Os resultados e sua discussão são redigidos provisoriamente.
FASE FINAL
I.
CORREÇÃO E ELABORAÇÃO DEFINITIVA DO TEXTO
Todas as partes anteriormente redigidas são revistas, corrigidas e transformadas em texto
definitivo.
II.
ELABORAÇÃO DA CONCLUSÃO
OS resultados são sintetizados e verifica-se a consecução dos objetivos estabelecidos no
início, e se as hipóteses foram confirmadas ou rejeitadas. Na conclusão o autor deve
ressaltar a contribuição dos resultados de sua pesquisa para a ciência. Pode-se
estabelecer alguma recomendação ou novo questionamento.
III.
REVISÃO E ELABORAÇÃO FINAL DA INTRODUÇÃO
A introdução será revista complementada e elaborada definitivamente, conferindo sua
adequação e consistência.
IV.
ORGANIZAÇÃO FINAL DAS REFERÊNCIAS
As referências do pós-texto serão revisadas e checadas com as citações ao longo do
texto, para que haja correspondência. Em outros termos, não deve "sobrar" nem faltar
referência que foi citada no texto.
V.
TITULO DEFINITIVO DO TRABALHO
O título provisório será revisto e reformulado, se necessário, para maior clareza e
precisão.
VI.
REVISÃO FINAL E FORMATAÇÃO
Nesta etapa final, todas as normas de metodologia científica deverão ser conferidas,
devendo-se verificar se foram utilizadas de modo consistente ao longo do trabalho.
VII.
APRESENTAÇÃO
A apresentação poderá ser somente escrita, ou o trabalho poderá ser apresentado e
defendido oralmente; neste caso o trabalho deverá ser preparado para tal
(transparências, slides etc.).
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2000.
___________. NBR 14724: Informação e documentação - trabalhos acadêmicos apresentação.
Rio de Janeiro, 2001.
___________. NBR 16520: Informação e documentação - apresentação de citações em
documentos. Rio de Janeiro, 2001.
AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica. Piracicaba: Unimep, 1993.
CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Prentice
Ha11, 2002.
CRUZ, Anamaria da Costa; PEROT A, Maria Luiza Loures Rocha; MENDES, Maria Tereza Reis.
Elaboração de referências: NBR 6023/2000. Rio de Janeiro: Interciência, 2000.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
FERREIRA, Maria Cristina. Manual para apresentação de trabalhos acadêmicos. Curitiba:
Faculdade Católica de Administração e Economia, 2000.
NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Manual de monografia jurídica. São Paulo: Saraiva, 1997.
REINHOLD, Helga H.; DUTRA, Lucas V. Normalização de trabalhos acadêmicos: o trabalho de
conclusão de curso. São João da Boa Vista: FEOB, 1999.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. Ed. ver. e ampI.. São
Paulo: Cortez, 2002.
SILVA, Edna L. de; MENEZES, Estera Muszkat. Metodologia da pesquisa e elaboração de
dissertação. 3.00. rev. at. Florianópolis: Laboratório de Ensino à Distância da UFSC, 2001.
GLOSSÁRIO
Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às. pessoas ou organismos
de financiamento, etc. que colaboraram no seu trabalho. Deve ter a característica de
ser curto e objetivo. Aconselha-se não agradecer a animais ou objetos inanimados.
Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados.
Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Sem ela não há relatório de pesquisa.
Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Nele deve constar o material que
contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa.
Apêndice: Para alguns autores, o mesmo que anexo.
Bibliografia: É a lista de obras recomendadas pelo autor do trabalho de pesquisa sobre o tema
de seu trabalho.
Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor, o título do trabalho, o
local e a instituição onde a pesquisa foi realizada, e o ano.
Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa, lembrando que o primeiro
capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Entre eles é
desenvolvido o texto dá pesquisa.
Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado campo de
estudo ou objeto, conquistados através de métodos próprios de coleta de informação.
Para Cervo e Bervian (2002, p. 10), ciência é a "busca constante de explicações e de
soluções, de revisão e de reavaliação de seus resultados, apesar de sua falibilidade e
de seus limites".
Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu.
Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas
específicas.
Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando
os resultados obtidos, propondo soluções e aplicações práticas.
Conhecimento Científico: Pode ser definido como conhecimento racional e sistemático da
realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação, baseados na
metodologia científica. Até a Renascença, o conhecimento científico era entendido
como um resultado exato e verificável da demonstração e da experimentação.
Atualmente, o conhecimento científico "não é considerado como algo pronto, acabado
ou definitivo" (Cervo e Bervian, 2002, p. 9), mas como busca e revisão constantes dos
conhecimentos existentes.
Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso, após
inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não
planejadas.
Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento
especulativo sobre fenômenos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo,
ultrapassando os limites formais da ciência.
Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode,
por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das
crenças de cada indivíduo.
Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes, capítulos ou
itens, excluindo-se a Introdução e a Conclusão.
Cronograma: É o planejamento das atividades da pesquisa descrito na Metodologia dentro de
um espaço pré-determinado de tempo. normalmente é demonstrado através de um
gráfico ou tabela.
Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo,
grupos de pessoas ou outras instâncias. Aconselha-se não dedicar o trabalho a entes
não-humanos.
Dedução: Tipo de raciocínio baseado em algumas proposições ou resultados de experiências.
Dissertação: É o resultado escrito de um trabalho de pesquisa com aprofundamento superior a
uma monografia para obtenção do grau de Mestre, por exigência do Parecer 977/65
do então Conselho Federal de Educação.
Entrevista: É um tipo de instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados, com os
conteúdos do informante sendo registrados pelo pesquisador ou seu auxiliar.
Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado
fenômeno a fim de verificar as hipóteses. De acordo com Cervo e Bervian (2002, p.
29), a idéia geral do experimento é a seguinte: "consistindo a hipótese,
essencialmente, a respeito de estabelecer uma relação de causa e efeito ou de
antecedente e, conseqüente entre dois fenômenos, trata-se de descobrir se realmente
B (suposto efeito ou conseqüente) varia cada vez que se faz variar A (suposta causa
ou antecedente) e se varia nas mesmas proporções."
Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em "fichas" para posterior
consulta.
Folha de Rosto: É a folha seguinte à capa e deve conter as mesmas informações contidas na
Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.
Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo
leitor, acompanhadas de definição.
Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de
pesquisa.
Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em relação ao tema. A
Hipótese pode ser confirmada ou negada.
.
Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. de nomes de pessoas
citadas com a indicação da( s) página( s) no texto onde aparecem. Raramente é
utilizado em monografias.
Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a
pesquisa.
Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o pesquisador irá
apresentar. em linhas gerais. o que o leitor encontrará no corpo do texto. Por isso,
apesar do nome Introdução, é a última parte a ser finalizada pelo autor.
Justificativa: É a parte mais importante de um projeto de pesquisa já que é nesta parte que se
formularão todas as intenções do autor da pesquisa. A justificativa num projeto de
pesquisa, corno o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de
pesquisa é fundamental de ser efetivado.
Material Permanente: Num projeto de pesquisa, é a descrição de todo capital necessário para
aquisição de materiais que têm duração contínua. São aqueles materiais que se
deterioram com mais dificuldade corno automóveis. materiais áudios-visuais
(projetores. retroprojetores, máquinas fotográficas, filmadoras etc.), mesas, cadeiras,
armários, geladeiras, computadores etc.
Material de Consumo: Num projeto de pesquisa, é a descrição de todo capital necessário para
aquisição de materiais que têm duração 1imitada. São aqueles materiais que se
deterioram como giz, filmes fotográficos, fitas de vídeo, gasolina, material de limpeza
(sabão, detergentes, vassouras etc.).
Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer "modo de proceder ao longo de um
caminho». Método então, no nosso caso, é a ordenação de um conjunto de etapas a
serem cumpridas no estudo de uma ciência, na busca' de uma verdade ou para se
chegar a um determinado fim.
Metodologia: É o estudo dos caminhos a serem seguidos dentro de um ramo do saber, ou da
ciência.
Monografia: "Mono" significa "um". "grafia" significa "escrita", É um estudo científico. com
tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado. que venha
contribuir com relevância à ciência.
Objetivos: A definição dos objetivos explicita o que o pesquisador quer atingir ou realizar com o
trabalho de Pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim. Os objetivos podem ser
separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.
Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta; busca; investigação.
ibidem ou ibid.: Significa "na mesma obra".
idem ou id.: Significa "igual a anterior".
In: Significa "em".
ipsis litteris: Significa ''pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para expressar que o
texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja
reconhecidamente escrita com erros de linguagem.
ipsis verbis: Significa ''pelas mesmas palavras", "textualmente". Utiliza-se da mesma forma
que ipsis litteris ou sic.
opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada"
passim: Significa "aqui e ali". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da
obra.
sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.
ANEXO A
MODELO DE TCC
Margem superior: 3 cm
INSTITUTO TOCANTINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E PESQUISA
FACULDADE ITOP
CURSO DE PEDAGOGIA
Times new roman; 14, centralizado
Margem esquerda: 3 cm
Times new roman; 12
ANTONIO VICENTE DE ALMEIDA
Margem direita: 2 cm
Times new roman; 14; negrito
A ESTÉTICA DO OBJETIVO NA ABORDAGEM DE PIAGET
Times new roman; 12, centralizado
Palmas-TO, 2012
ANTONIO VICENTE DE ALMEIDA
Margem inferior: 2 cm
Times new roman; 14, centralizado
A ESTÉTICA DO OBJETIVO NA ABORDAGEM DE PIAGET
Times new roman; 14; negrito, centralizado
Times new roman; 11; Justificado a direita
Recuo igual a 6 pontos
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito
parcial para obtenção do título de Licenciado em Pedagogia,
junto à Coordenação do Curso de Graduação em Pedagogia da
Faculdade ITOP, sob orientação do Prof. Ms. Vinicius Silva.
Times new roman; 12, centralizado
Palmas-TO, 2012
INSTITUTO TOCANTINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E PESQUISA
FACULDADE ITOP
CURSO DE PEDAGOGIA
Times new roman; 14, centralizado
ANTONIO VICENTE DE ALMEIDA
Times new roman; 14, centralizado
A ESTÉTICA DO OBJETIVO NA ABORDAGEM DE PIAGET
Times new roman; 14, negrito; centralizado
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do grau de
Licenciado no Curso de Graduação em Pedagogia, do Instituto Tocantinense de Educação Superior
e Pesquisa Ltda., avaliado pela seguinte Banca Examinadora:
_________________________________________
Prof. Ms. Vinicius Silva
Orientador
_________________________________________
Prof. Ms. Jonathas S. Pereira
Membro
_________________________________________
Prof. Esp. Nelma de Carvalho
Membro
AGRADECIMENTOS
Agradecer depois da realização de uma obra é sempre algo complexo, pois cada obra se
realiza a partir do trabalho de muitas mãos visíveis, que nos auxiliam diretamente, e de várias mãos
invisíveis, (...)
ENTRE COM SEU TEXTO.
Nesta página deve constar o agradecimento àquelas pessoas ou Instituições que
marcaram de forma significativa à realização do seu trabalho.
Este espaço serve para você citar um pensamento de algum autor que
tenha relação com a temática do TCC.
EXEMPLO DE EPIGRAFE
“Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a
de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro.”
D. Pedro II
RESUMO
(EXEMPLO DE RESUMO E PALAVRAS CHAVE)
Este estudo busca analisar a dinâmica da aplicabilidade dos quatro pilares da educação conforme
descritos por Jacques Delors. Esses pilares fundamentam a prática educacional, notadamente nos
anos iniciais do ensino fundamental, uma vez que é nesse período da formação do ser humano em
que se apresenta, com maior ênfase, a necessidade de um certo direcionamento no encaminhar das
atividades educacionais. A educação, por seu viés, serve-se de elementos que potencializam suas
atividades, seus objetivos, visualizando a formação de um ser completo, voltado às necessidades do
meio. Essas necessidades são ditadas pela sociedade, apoiada por politicas que muitas vezes forçam
os atores envolvidos no processo educativo a adotarem posturas que diferem daquelas preconizadas
e adotadas na teoria. A metodologia adotada foi documental, dada a necessidade de explicar e
clarear o entendimento desses pilares que baseiam a prática em sala de aula. Dessa forma
procuramos demonstrar estas teorias tomando como base o trabalho de Delors, analisando a
dinâmica de sua aplicabilidade, reconhecendo assim, uma realidade moldada pelas necessidades e
anseios do meio em que se insere.
Palavras chaves: Delors; Educação; Aplicabilidade.
Consiste na apresentação dos pontos relevantes de um texto. O resumo deve dar uma visão
rápida e clara do trabalho; constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas e não
de uma simples enumeração de tópicos. Apresenta os objetivos do estudo, o problema, a
metodologia, resultados alcançados e conclusão. Deve ser digitado em espaço simples e sem
parágrafos, não ultrapassando a 500 palavras.
Palavras-chave: Escrever de três a cinco palavras representativas do conteúdo do trabalho,
separadas entre si por ponto e virgula.
ABSTRACT (opcional)
This study aims to analyze the dynamics of the applicability of the four pillars of education as
described by Jacques Delors. These pillars underlie educational practice, especially in the early
years of elementary school, since this is the period of the formation of the human being as
presented, with greater emphasis the need to send in a certain direction of educational activities.
Education, for its time, makes use of elements that enhance its activities, goals, visualizing the
formation of a complete being, facing the needs of the environment. These needs are dictated by
society, supported by policies that often force those involved in the educational process to adopt
positions that differ from those recommended and adopted in theory. The methodology adopted was
documentary, given the need to explain and clarify the understanding of these pillars that based
practice in the classroom. Thus we aim to demonstrate these theories drawing on the work of
Delors, analyzing the dynamics of its applicability, thus acknowledging a reality shaped by the
needs and aspirations of the environment in which it operates.
Keys words: Delors, Education, Aplicability.
É a tradução do RESUMO para a língua estrangeira, neste caso o inglês.
LISTA DE ILUSTRAÇÕES (opcional)
Título em maiúscula, em negrito, alinhamento centralizado, letra 12, dar dois enter de
espaçamento 1,5 para iniciar a escrita do texto.
Figura 1 – Foto da Escola X.................................................................................26
LISTA DE TABELAS (opcional)
Título em maiúscula, em negrito, alinhamento centralizado, letra 12, dar dois enter de
espaçamento 1,5 para iniciar a escrita do texto.
Tabela 1 – Pesquisados por X.................................................................................26
LISTA DE GRÁFICOS (opcional)
Título em maiúscula, em negrito, alinhamento centralizado, letra 12, dar dois enter de
espaçamento 1,5 para iniciar a escrita do texto.
Gráfico 1 – Alunos da Escola X.................................................................................26
LISTA DE ABREVIATURAS (opcional)
Título em maiúscula, em negrito, alinhamento centralizado, letra 12, dar dois enter de
espaçamento 1,5 para iniciar a escrita do texto.
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
SUMÁRIO
Título em maiúscula, em negrito, alinhamento centralizado, letra 12, dar dois
Enter com espaçamento 1,5 para iniciar a escrita do texto.
(EXEMPLO DE SUMÁRIO)
INTRODUÇÃO
CAPITULO I
APRENDER A APRENDER..................................................................................................... 1
ESTÁGIO SENSÓRIO MOTOR....................................... Erro! Indicador não definido.
LINGUAGEM ................................................................... Erro! Indicador não definido.
PENSAMENTO ................................................................. Erro! Indicador não definido.
OS ESTÁGIOS PIAGETIANOS DO DESENVOLVIMENTOErro! Indicador não definido.
ESTÁGIO DAS OPERAÇÕES CONCRETAS ................ Erro! Indicador não definido.
ESTÁGIO DAS OPERAÇÕES FORMAIS ...................... Erro! Indicador não definido.
CAPITULO II
APRENDER A FAZER ............................................................. Erro! Indicador não definido.
LINGUAGEM ................................................................... Erro! Indicador não definido.
CAPITULO III
APRENDER A VIVER JUNTO ................................................ Erro! Indicador não definido.
CAPITULO IV
APRENDER A SER .................................................................. Erro! Indicador não definido.
CONCLUSÃO ........................................................................................................................... 2
REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 3
INTRODUÇÃO
(Título da seção em maiúsculo, em negrito, alinhado à esquerda, letra 12, deixar três espaços
de 1,5 entrelinhas para iniciar a digitação).
Delimita o assunto, define brevemente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração,
bem como as relações existentes com outros trabalhos.
Apresenta o problema e as questões norteadoras ou hipóteses. Não deve antecipar conclusões
e recomendações.
A introdução é, grosso modo, o pré-projeto de pesquisa. Assim, devemos dar atenção especial
ao tempo dos verbos, que agora serão no passado, e no conteúdo que deve ser “costurado” de
forma a dar continuidade ao texto.
_________________________________________________________________________________________
Credenciada pela Portaria MEC 1.449 de 11/11/2008.
Faculdade ITOP - Um novo Conceito em Educação!
0
CAPITULO I
APRENDER A APRENDER
(Título da seção em maiúsculo, em negrito, alinhado centralizado, letra 12, deixar três espaços
de 1,5 entrelinhas para iniciar a digitação).
Inserir o corpo do texto de seu trabalho, dividido em quantos capítulos, seções e subseções for
necessário.
_________________________________________________________________________________________
Credenciada pela Portaria MEC 1.449 de 11/11/2008.
Faculdade ITOP - Um novo Conceito em Educação!
1
CONCLUSÃO
(Título da seção em maiúsculo, em negrito, alinhado centralizado, letra 12, deixar três espaços
de 1,5 entrelinhas para iniciar a digitação).
Na conclusão, retomasse a ideia central do TCC, mas agora sob uma nova ótica, que pode concordar ou
discordar da hipótese inicial.
_________________________________________________________________________________________
Credenciada pela Portaria MEC 1.449 de 11/11/2008.
Faculdade ITOP - Um novo Conceito em Educação!
2
REFERÊNCIAS
(Título da seção em maiúsculo, em negrito, alinhado centralizado, letra 12, deixar três espaços
de 1,5 entrelinhas para iniciar a digitação).
ALGUNS EXEMPLOS DE REFERÊNCIAS
BOCK,A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L. T. Psicologia: Uma introdução ao estudo
da psicologia. 13. ed. reform. eampl. São Paulo: Saraiva, 2002
DELORS, J. Educação: Um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão
Internacional sobre educação para o século XXI. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FREIRE, P. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Notas Ana
Maria Araújo Freire. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
______. Educação e Mudança. Tradução de Moacir Gadotti e Lílian Lopes Martins. Rio de
Janeiro: Paz e terra, 1979.
______. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
1996. Coleção Leitura
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PIAGET, J.; SNHELDER, B.A Psicologia da Criança. Tradução de Octávio Mendes Cajado. 4.ed.
Rio de Janeiro: Difel, 2009.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Tradução de Maria Alice Magalhães D’amorim e Paulo
Sergio Lima Silva. 24. ed. Rio de Janeiro: Forence Universitária, 2002.
VIGOTSKY, L. S. Desenvolvimento Psicológico na Infância. Tradução de Cláudia Berliner. São
Paulo: Martins Fontes, 1999.
______. Psicologia Pedagógica. Tradução de Cláudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
_________________________________________________________________________________________
Credenciada pela Portaria MEC 1.449 de 11/11/2008.
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3
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MANUAL DE NORMAS TÉCNICAS PARA