“E.E. DOM JOSÉ DE CAMARGO. BARROS”
Filosofia
2º D
Nomes: Krisllen Neves, Thais Almeida, Thaysa
Pronnçate , Isabel Santiago e Leonardo Guiraldo.
Nº: 24, 42,43,22,26
Eutanásia
Eutanásia significa literalmente "boa morte", do grego "eu" (bem) e
"thanátos" (morte).
Pode ser definida como um ato voluntário de uma pessoa que
sofrendo de uma grave enfermidade e não vendo dignidade nem
sentido para a sua vida, decide pedir a alguém que a mate. As
situações mais referidas reportam-se a pacientes que estão
totalmente dependentes nas suas funções mais elementares, sofrem
de grandes dores ou têm a perspectiva uma morte muito dolorosa.
Este tipo de eutanásia designa-se também "eutanásia voluntária", para a
distinguir de um outro tipo de eutanásia dita "involuntária". Neste caso a
decisão sobre a morte de alguém é tomada pela família, um médico ou mesmo
um tribunal. Tratam-se do caso de pessoas que estão internadas em hospitais
ou estão imobilizadas em casa, e cuja vida é mantida apenas por processos
artificiais e não revelam sinais de possuírem auto-consciência.
Eugenia
A Eutanásia não pode ser confundida com a Eugenia. Neste último caso
trata-se da morte prematura de um ser humano ainda em gestação ou depois
do nascimento, tendo em vista eliminar seres considerados deficientes ou
inferiores. Na Alemanha, ente 1937 e 1945, os nazis procederam à
esterilização em massa de deficientes a fim de evitarem a sua reprodução,
assim como à eliminação de seres humanos considerados inferiores (judeus,
ciganos, etc). As práticas de eugenia eram muito frequentes na antiga Grécia
e Roma, onde os país das crianças as matavam quando temiam que estas
fossem deficientes ou as consideravam indesejáveis.
BIBLIOGRAFIA
Site usado como fonte:
http://afilosofia.no.sapo.pt/10nprobleticosEut.htm
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