Vamos focalizar alguns aspectos práticos da
vida do cristão que precisam condizer com a sua
confissão de fé
Isto inclui:
• atos
• palavras
• atitudes
• vida profissional, etc
Cristão tem que
ser diferente!
Ml 3.18
É o que se chama coerência...
Faltando coerência,
falta o bom testemunho
1. Tem de começar com a conversão
Conversão é meia volta, retorno
O termo grego é metanóia, que significa mudança
de opinião, arrependimento, conversão
Implica reconhecimento, confissão e abandono de
pecados; início de uma vida nova, agora
com Cristo. I Ts 1.9; II Co 5.17
Mudam os hábitos, os
costumes, a maneira de ser
e de tratar os outros...
Jesus chamou esta experiência de novo
nascimento, e falou de sua importância;
mostrou também que é uma obra do Espírito,
no interior de cada indivíduo (Jo 3.3,5-7)
Com o recente e grande crescimento dos
evangélicos neste país, muitos estão se dizendo
evangélicos, sem, contudo, mostrarem por seu
testemunho de vida, que são, de fato, convertidos,
nascidos de novo!
Leia Rm 9.6-7 substituindo
“Israel” por “igreja” e
“israelitas” por “evangélicos”
2. Crentes dentro e fora da igreja
Muitos crentes tendem a dividir a vida em dois
departamentos distintos:
Vida espiritual,
trabalho do Senhor, etc.
Religião ou vida cristã é na igreja,
domingo
Vida material, estudantil,
profissional, etc.
Vida particular é em casa, na
escola, no trabalho, no lazer, nos
outros dias da semana
Um certo político dizia: “Em Brasília eu sou político;
na igreja eu sou crente!”
Isto não existe!
Nossa vida é indivisível!
Gl 5.25; Ef 2.10; Tg 3.10-12
3. O exemplo de Daniel – Dn 1.1-8
Israel no Cativeiro, na Babilônia (597 a.C.)
Entre os prisioneiros: Daniel, Hananias (Sadraque),
Misael (Mesaque) e Azarias (Abede-nego)
Eles eram fortes e
inteligentes, e o rei de
Babilônia, Nabucodonosor,
os escolheu, entre outros,
para o servirem na corte
3. O exemplo de Daniel – Dn 1.1-21
Eles seriam treinados e teriam que se alimentar
com “as finas iguarias do rei”
Nesse contexto, temos um dos mais belos
exemplos bíblicos de testemunho de vida
resultante de convicção religiosa, fé e coragem
“Resolveu Daniel, firmemente,
não contaminar-se com as finas
iguarias do rei, nem com o vinho
que ele bebia...” (Dn 1.8)
3. O exemplo de Daniel – Dn 1.1-21
Não se tratava de alimentos, apenas, mas
também de religião e culto, posto que aqueles
banquetes era consagrados a deuses pagãos.
Em todo o livro, vemos a fidelidade de
Daniel a Deus!
Sabemos que ele foi parar
na cova dos leões porque
perseverou em sua vida de
oração, mesmo sob
ameaça de morte...
4. Dispostos a pagar o preço
Daniel sabia dos riscos quando rejeitou as iguarias
do rei, mas estava disposto a pagar o preço da
coerência, do testemunho, da fidelidade...
Dn 1.9-19
Daniel sabia dos riscos também quando insistiu em
orar, “como costumava fazer” (Dn 6.10).
Não admira que seus inimigos
não encontravam nele falta
alguma, para o acusar. Dn 6.4-5
Assim também procederam os amigos de Daniel.
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego:
Quando o rei ordenou que todos adorassem uma
estátua que ele mandara fazer de si próprio, eles se
recusaram a fazê-lo, mesmo sob ameaça de serem
lançados na fornalha ardente...
Dn 3.14-18, 27
Quem deseja frutificar no
testemunho precisa estar
disposto a pagar o preço e ousar!
Que preço estamos dispostos a
pagar? At 20.24; I Pe 2.20-21
O que devemos fazer
1. Paulo escreveu aos Coríntios: “Examinai-vos a vós
mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós
mesmos...” (II Co 13.5). Precisamos disso também...
2. Até onde estamos dispostos a ir com Cristo?
Qual o grau do nosso compromisso com os seus
ensinos, com a sua causa, com a sua igreja?
3. Nossos amigos, vizinhos, colegas de
escola e de trabalho sabem que somos
cristãos, crentes, evangélicos?
4. Nosso testemunho de vida é
condizente com a n/ confissão de
fé? Somos diferentes?
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8. Frutificando no testemunho