X Congreso Internacional de Manejo de Fauna Silvestre
en la Amazonía y Latinoamérica
14 al 18 de Mayo, 2012
SALTA – ARGENTINA
COMITÉ ORGANIZADOR
Presidente
Dr. Sergio Mosa
Vicepresidenta
Prof. Lidia Borrazás
Coordinadora General
Msc. Imaru Lameda
Asistente Coordinadora General
Ing. Pablo Campos
Asistente Coordinadora General
Lic. Melisa Inés Mosa
Asistentes / colaboradores
Andrea Samia Blasco
Cristian Dominguez
Daniela Farfán Pertussi
Eduardo Acuña
Juan Manuel Silisqui
Mónica Vega
Rocío Dominguez
Stella Maris Almaraz
Pamela Cruz
Cintia Elizabeth Ruiz
Alejandro Cruz
floresta úmida tropical distante apenas 60 kilometros da cidade de São Paulo, a maior da America Latina e
uma das maiores do mundo. A Reserva foi criada em 1999 e possui aproximadamente 400 ha de floresta em
uma área total de 2.000 ha. Foram realizados até o momento três inventários de fauna na área da Reserva,
em 1994, 2005 e 2010, tendo sido registrados ate agora 52 espécies de mamíferos, 206 de aves, 15 de
répteis, 33 de anfíbios e 37 de peixes, em entre as espécies registradas encontram-se algumas ameaçadas
e que necessitam de habitats bem preservados, como o puma (Puma concolor) e a lontra (Lontra
longicaudis). Novos registros têm acrescentado outras espécies à lista. As espécies sensíveis continuam
sendo registradas com freqüência e nunca houve nenhum incidente envolvendo a fauna e a população
humana. Por tudo isto, acreditamos tratar-se de um modelo de sucesso que pode ser repetido em outras
áreas semelhantes do Brasil e da America Latina.
A PESCA DA PIRACATINGA, CALOPHYSUS MACROPTERUS, USANDO JACARÉS E BOTOS COMO
ISCA, NAS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ E AMANÃ, MÉDIO
SOLIMÕES-BRASIL
Botero-Arias, R.* Programa de Pesquisa em conservação e manejo de jacarés do Instituto de
Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, [email protected]
Marmontel, M. Grupo de pesquisa em mamíferos aquáticos amazônicos –GPMAA do Instituto de
Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, [email protected]
Sobrane Filho, S. T.Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho -UNESP, Faculdade de
Engenharia de Ilha Solteira, [email protected]
Desde o inicio de 2000, na região do Médio Solimões, foi registrada a incidência e o aumento da pesca da
piracatinga (Calophysus macropterus), um peixe liso, bastante cobiçado no mercado colombiano e com um
grande potencial de comercialização em alguns locais do Brasil. A pesca e comercialização da piracatinga
não é uma atividade ilegal, no entanto o uso de jacarés e botos como iscas para esta pesca identifica esta
atividade como ilegal. A ausência de informações claras e sistemáticas tem dificultando a compreensão e
quantificação do efeito desta atividade sobre populações naturais de jacarés e botos. Desde 2003 o Instituto
Mamirauá tem registrado aspectos associados com a pesca, cadeia produtiva e desembarque de piracatinga
, assim como o uso de jacarés e botos como isca, nas reservas Mamirauá e Amanã. Em 2011,
acompanhamos no campo atividades de pesca deste peixe e identificamos que as espécies mais usadas
para a produção de iscas são: jacaré-açu (Melanosuchus niger) jacaretinga (Caiman crocodilus) e botovermelho (Inia goffrensis). Os jacarés foram a isca mais usada (67%) para a pesca da piracatinga,
associada, basicamente, com a grande abundância de jacaré-açu registrada na região. A caça do botovermelho, para uso de isca foi registrada de uma forma mais incidental e oportunista. A pesca de piracatinga
acontece ao logo de todo o ano, tendo seu maior pico nos meses de março e abril (40%). A pesca é
desenvolvida, de forma artesanal, por poucos membros da comunidade, sendo uma atividade característica
de adolescentes e jovens adultos, mas que envolve outros grupos etários, nas etapas de captura da isca ou
no beneficiamento (evisceração e salga) e venda do peixe. A principal justificativa para o desenvolvimento
desta atividade é a falta de outras alternativas econômicas e sua rentabilidade imediata: uma noite de pesca
pode representar até R$ 600,00 (U$ 300,00).
MONITOREO DE FLAMENCOS ALTOANDINOS: GENERADORES DE PAUTAS DE MANEJO MINERO Y
TURÍSTICO EN LAGUNA SANTA MARÍA, SALTA (ARGENTINA)
Cuevas, M.* Dirección de Conservación y Áreas Protegidas, Ministerio de Ambiente y producción
Sustentable, Gobierno de Salta, Argentina, [email protected]
Derlindati, E. J. IBIGEO y Cátedra de Diversidad Biológica IV/Vertebrados, Facultad de Ciencias Naturales,
Universidad Nacional de Salta, [email protected]
Trucco, C. Maestría en Turismo Sustentable, Facultad de Ciencias Naturales, Universidad Nacional de
Salta, [email protected]
Los monitoreos biológicos son una herramienta que no puede ser desestimada ante la presencia de
actividades antrópicas intrusivas y con posibles impactos sobre la flora, fauna o cualquier componente o
proceso ambiental. Bajo esta premisa es que desde el año 2008 se realizan monitoreos de las colonias de
alimentación y nidificación de flamencos Altoandinos (Phoenicoparrus andinus y P. jamesi) en la Laguna
Santa María, Reserva de Flora y Fauna Los Andes, Provincia de Salta (Argentina). Realizamos censos de
las colonias de alimentación y nidificación de los flamencos Altoandinos, y simultáneamente monitoreamos
diferentes aspectos de la actividad minera y turística, a fin de mitigar sus impactos o, en el mejor de los
casos, anularlo. El grado de amenaza de estos flamencos (vulnerable y cercano a la amenaza según la
SSC/UICN) y su carácter de endémicos los lleva a ser el motor de los monitoreos, no obstante, éstos últimos
son utilizados para el registro del resto de la avifauna presente y las vicuñas. El trabajo ha redituado en la
elaboración de pautas para la actividad turística, oportunamente presentadas a la autoridad competente del
Municipio de Tolar Grande, así como pautas, restricciones y propuestas alternativas a las acciones
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