FACES DA
MUDANÇA
Avaliação em Tempos de
Crise
Por: Homero Reis, M.Sc.
Pilares Relacionais
Segundo o Relatório DELORS/UNESCO
1. Aprender a CONHECER;
2. Aprender a FAZER;
3. Aprender a CONVIVER;
4. Aprender a SER.
Questões Básicas
• Como aprender a fazer, aprendendo a
conhecer?
• Como aprender a ser aprendendo a conviver?
o
• Duas DIRETRIZES:
Serenidade nas relações; e
o Cuidado com o outro
1ª FACE
Processo de Construção do
Conhecimento
Sobre a Obra
1.
Autor: Pablo Picasso - Data: 1937.
2.
Título: Guernica (8mX3,50m – óleo sobre tela).
3.
Contexto: bombardeamento, durante a Guerra Civil
Espanhola, das cidade de Guernica & Luno, cidade santa do
pais basco espanhol.
4.
Emocionalidade: Indignação pela barbaridade humana.
Expressa seu mais trágico protesto contra a guerra, a
violência e a estupidez humana;
5.
Construção: Reúne temas anteriores do autor, como o
Minotauro e A Corrida;
6.
Conseqüências: Marco inicial da fase mais sombria e
violenta da obra de Picasso.
O Conhecimento Agregado
O caldeirão criativo
– Picasso partiu das imagens acumuladas em seus
56 anos de vida, imagens pessoais e culturais,
trazidas por suas obras anteriores e também
pelas obras de Goya, Velázques, Rubens,
Delacroix e outros, acrescidas do impacto da
notícia do bombardeio de Guernica.
2ª FACE
A VISÃO PLURAL
3ª FACE
A INTEGRALIDADE DO SER
E DAS RELAÇÕES
Modelo
Observador, Ação e Resultados
AVALIAÇÃO
OBSERVADOR
AÇÃO
RESULTADOS
APRENDIZAGEM DE
1º ORDEM INSTRUMENTAL
APRENDIZAGEM DE 2º ORDEM - ONTOLÓGICA
4ª FACE
CONSTRUÇÃO DE NOVA
BASE RELACIONAL PARA
AVALIAÇÃO
Visão Relacional Clássica
PESSOA
“A”
livre
legítima
autônoma
diferente
DOMÍNIO
exercício da força
visão unilateral
não reconhecimento
do outro
PESSOA
“N”
livre
legítima
autônoma
diferente
Avaliação Relacional
Ontológica
PESSOA
“A”
PESSOA
“N”
livre
legítima
autônoma
diferente
livre
legítima
autônoma
diferente
5ª FACE
A DINÂMICA DO GRUPO
Na história da humanidade
encontramos
acontecimentos que nos
levam a profundas
reflexões
Em 1816 uma fragata
francesa encalhou próximo
a costa de Marrocos.
Não havia número suficiente
de botes salva-vidas.
Os restos do navio foram
a única balsa que
manteve 149 pessoas
vivas.
A tempestade os
arrastou
ao mar aberto por mais
de 27 dias sem rumo.
A dramática experiência dos
sobrevivientes impresionou a
um artista - Theodore Gericault.
Gericault realizou um estudo
substancial dos detalhes
para produzir esta pintura:
entrevistou os
sobreviventes, os enfermos
e inclusive viu os mortos.
Horrorizado, reproduziu a
íntima realidade humana
nesta situacão.
“A Balsa de Medusa”
de Theodore Gericault
é a pintura de um acontecimento
que comoveu a França.
O naufrágio do navio “A Medusa”
(2 de julho de 1816), trouxe
repercussões que tocaram o mais
profundo da alma Humana.
Nela, vemos como as diferentes
atitudes humanas se manifestam
nos momentos cruciais da vida.
Leva-nos a pensar em que lugar
estaríamos nesta pintura e de que
forma enfrentamos as situações
pelas quais passamos?
Nos deixamos derrotar e
entregamos todas as nossas
forças?
Duvidamos de tudo e de
todos?
Não acreditamos que
tenha solução?
Não deixamos de nos esforçar
para chegar à vitória?
Somos os que mantemos a
esperança acima de tudo?
Observe com atenção!
Você verá que não há nenhum
navio para resgatá-los.
No entanto, há um grupo
decidido a usar suas últimas
forças para salvar toda a
tripulação.
A balsa é como este grupo.
Os tripulantes somos todos
nós. As atitudes que cada
um toma no dia-a-dia,
determinam os resultados.
“Avaliar é decidir pela vitória em
cada circunstância que a vida nos
coloca”
Afinal,
a vitória da esperança não é fazernos vencer. Antes, é não nos deixar
cansar.
6ª FACE
A DINÂMICA TEMPORAL
Navegando pelo Tempo
a avaliação efetiva
1. O que éramos e o que somos;
2. Como tratamos da realidade presente;
3. Como projetamos nossas relações no futuro;
4. Como seremos lembrados;
5. A questão da ESSENCIALIDADE.
O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS.
SOMOS FEITOS DA MESMA NATUREZA QUE NOSSOS
SONHOS.
Entender a AVALIAÇÃO como um procedimento
diário nos capacita
“Não importa o material que se tem, tudo pode ser
transformado em arte quando a genialidade criativa e
a honestidade relacional estão postas a serviço da
beleza”.
Homero Reis; M.Sc.
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