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JORNAL DE LONDRINA
Em Londrina, 67% têm imóvel próprio
Segundo dados do IBGE, facilidade de crédito e subsídio do
governo incentivaram investimento no primeiro imóvel
08/08/2011 – 00:41 – Amanda de Santa
Mais da metade da população londrinense já conquistou a primeira
moradia. Segundo dados do Censo 2010 do IBGE, 66,83% dos 181.167
domicílios recenseados em Londrina são próprios. O incentivo para a
aquisição do primeiro imóvel passa pelo bom momento da economia, com
o acesso facilitado ao crédito, mais prazo para pagamento e taxas de juros
mais baixas, além de um programa de subsídio oferecido pelo governo
federal. Nesse cenário, a população jovem – entre 25 e 35 anos – se
destaca.
“Pela primeira vez na história, a proporcionalidade se inverteu”, diz o
gerente regional da área de construção civil da Caixa Econômica Federal
(CEF) em Londrina, Ubiraci Rodrigues. Segundo ele, no passado, o perfil
do comprador que possui faixa de renda compatível com o Programa
Minha Casa Minha Vida era de pessoas na faixa etária dos 35 aos 40 anos.
No entanto, desde a implantação do programa federal, os londrinenses que
mais adquiriram imóveis são aqueles com idade entre 25 e 35 anos.
Na avaliação do gestor de negócios imobiliários e presidente do Sindicato
dos Corretores de Imóveis de Londrina (Sincil), Marco Antonio Bacarin, o
número de imóveis próprios em Londrina é menor que o estimado pelo
IBGE, e gira em torno de 50%. Isso porque sempre tem aquela demanda do
filho, que sai de casa em algum momento da vida e precisa de um novo
lugar para morar. Bacarin afirma que a principal demanda na cidade é por
apartamentos de dois dormitórios. Foi o que revelou uma pesquisa
realizada pelo Sincill durante feira de imóveis realizada em maio deste ano,
por onde passaram cerca de 10 mil pessoas.
O levantamento também mostrou que 51% dos londrinenses preferem
morar em apartamento e apenas 37,5% desejam comprar uma casa. A
grande maioria (74%) procura por imóveis de até R$ 150 mil, evidenciando
uma demanda maior de mercado para negócios voltados ao perfil da classe
C. É o caso do técnico em informática Marcos Felipe de Almeida Pena, 40
anos. Após passar oito anos morando de aluguel com a esposa e o filho, ele
finalmente conseguiu financiar a casa própria. Mudou-se para o novo
endereço há três meses. “Aproveitei a oportunidade do Minha Casa Minha
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Vida”, contou. Ele diz que se não fosse o subsídio do governo, talvez a
realização do sonho não fosse possível.
Inatingível
O economista e professor da UEL, Renato Pianowski, lembra que “o sonho
da casa própria” era um negócio inatingível para o brasileiro
principalmente no período de alta da inflação. Segundo ele, no passado,
pensava-se primeiro em comprar uma moto ou um carro do que um imóvel.
Hoje, na avaliação dele, as pessoas estão mais precavidas e orientadas.
Emprego estável e a possibilidade de comprometer 30% da renda com a
parcela de um financiamento imobiliário são os primeiros passos para a
realização do sonho.
Dica é comprar o quanto antes
Aproveitar o início da carreira para investir no primeiro imóvel. Essa é a
dica do economista Renato Pianowiski. Mesmo que o salário não seja alto e
que a renda não seja suficiente para construir ou comprar o imóvel dos
sonhos, a conquista da casa enquanto jovem permite mais qualidade de
vida e facilita a aquisição de um segundo imóvel no futuro.
É o caso da professora universitária Alice Fernandes Alfieri, 49 anos. Ela
conta que comprou primeiro uma casa pequena. Poupou e dois anos mais
tarde construiu a casa dos sonhos. Agora, pensando na aposentadoria,
segurança e tranquilidade, está construindo outra casa em um condomínio
fechado. O segredo, segundo ela, é economizar e assumir uma prestação de
cabe no orçamento. “É importante a pessoa ter em mente o quanto pode
investir, para não comprometer sua vida.”
CEF quer superar recorde
O gerente regional da área de construção civil da Caixa Econômica Federal
em Londrina, Ubiraci Rodrigues, informa que, no primeiro semestre deste
ano, 3,8 mil unidades foram financiadas pelo Programa Minha Casa Minha
Vida em Londrina. O número já é 8% maior que no mesmo período do ano
passado, quando foram vendidos 3,5 mil imóveis.
Somando todos os tipos de financiamentos imobiliários ofertados pelo
banco, já foram comercializadas 5.401 unidades nos primeiros seis meses
em Londrina. “Estamos trabalhando arduamente para superar o recorde
histórico do ano passado, de 12 mil unidades [no ano todo].”
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ABC REPÓRTER
Mercado imobiliário da região movimentou R$ 1
bilhão no primeiro semestre deste ano
08/08/2011 – Édison Motta
O mercado imobiliário do ABC vive um ótimo momento e movimentou
cerca de R$ 1 bilhão nos primeiros seis meses deste ano, informa Milton
Bigucci, presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias
e Administradoras do Grande ABC). O ritmo aquecido das construções se
mantém, principalmente, em função das facilidades na obtenção de crédito
imobiliário e da isenção do IPI para compra de materiais de construção.
O número de lançamentos de prédios de apartamentos realizados na região
no primeiro semestre de 2011 é o maior para o período nos últimos cinco
anos e registra crescimento de 8,62% em relação aos seis primeiros meses
de 2010. As vendas também acompanharam o crescimento e evoluíram
6,5% contra o primeiro semestre de 2010, passando de 2.794 para 2.966
contratos fechados.
SÃO BERNARDO
São Bernardo teve o maior número de vendas de imóveis novos. Foram
1.243 unidades, seguida por Santo André (700), Mauá (459), São Caetano
(417) e Diadema (147). O levantamento da Acigabc não considera as
construções de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.
O resultado do primeiro semestre deste ano fica atrás apenas do obtido no
período de 2007 e 2008 quando foram comercializados 3.453 imóveis em
2007 e 3.807 em 2008. O boom imobiliário da época se deveu, segundo
Bigucci à abertura de capital de várias construtoras e incorporadoras. Com
ações na Bolsa de Valores, as empresas passaram a ter responsabilidade de
apresentar resultados aos seus acionistas, o que ocasionou o grande número
de lançamentos.
TERRENOS
Segundo Bigucci, o setor se mantém confiante com os resultados, tanto que
lançou 4.191 unidades, 9,4% a mais do que no primeiro semestre de 2010 e
recorde na série histórica de cinco anos. É a primeira vez que Mauá aparece
na pesquisa semestral. Sozinho, São Bernardo responde por 47% das
unidades lançadas pelas incorporadoras na região, contabilizando um total
de R$ 666,6 milhões.
Em segundo lugar está Santo André, com 18% dos lançamentos, seguida
por Diadema (16%), São Caetano (13%) e Mauá (6%).
"São Bernardo é o município que mais possuía grandes terrenos para a
construção", explica Milton Bigucci, presidente da Associação.
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Os apartamentos de três quartos ainda são os campeões em lançamentos.
Foram 1.662 unidades, no valor de R$ 613,4 milhões. Em seguida ficaram
as unidades de dois quartos (2.199), de quatro dormitórios (282) e de um
quarto (48). "Historicamente, os clientes procuram apartamentos com dois
ou mais dormitórios, no lugar de apenas um", explica Milton Bigucci.
Segundo ele, não há vantagens para as construtoras lançar
empreendimentos com apenas um quarto porque os custos de construção
são muito próximos dos apartamentos com dois quartos.
DIADEMA
O presidente da Acigabc prevê que a bola da vez do mercado imobiliário
agora está com Diadema. A proximidade com a, o Rodoanel e o crescente
desenvolvimento econômico da cidade se somam aos preços de terrenos
ainda mais vantajosos em relação ao ABC. Bigucci acredita que as
construtoras vão investir cada vez mais em empreendimentos no município.
Ainda de acordo com o presidente da Acigabc, as perspectivas para o
segundo semestre são ainda melhores e encontram apoio na manutenção da
isenção do IPI para compra de materiais de construção até o fim de 2012. A
manutenção das linhas de crédito é outro estimulante. No entanto, Bigucci
mostrou preocupação com as quedas de movimento das bolsas de valores
no mundo ocorridas nesta semana. Para ele, o cenário do mercado
imobiliário no Brasil - e na região - pode mudar caso se mantenha a
turbulência econômica mundial.
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IMÓVEL WEB
Ademi: potencial do mercado imobiliário cresceu 57%
Abrangência do mercado imobiliário brasileiro passou de 10%
para 67% da população, diz Ademi-RJ.
08/08/2011
Nacional - Nos últimos cinco anos, a abrangência do mercado imobiliário
brasileiro passou de 10% para 67% da população, percentual que deve
aumentar por conta de mais dois milhões de moradias previstas na segunda
fase do programa Minha Casa, Minha Vida até 2014, com foco nas faixas
de zero a três salários mínimos.
O dado consta de pesquisa encomendada pela Associação dos Dirigentes
do Mercado Imobiliário no Rio de Janeiro (Ademi-RJ), a qual, além de
dados da entidade, colheu informações junto ao Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), Fundação Getúlio Vargas (FGVB) e os
bancos comerciais.
Enquanto, em 2005 – destaca a pesquisa, a renda mensal básica para a
compra de um imóvel era de R$ 4,5 mil, com a implantação do Minha
Casa, Minha Vida, em 2009, caiu para R$ 1,4 mil, “incluindo 35,7 milhões
de famílias na possibilidade de adquirir a casa própria”.
Crescimento do mercado imobiliário no Rio de Janeiro – Para efeito de
projetar o mercado, a pesquisa menciona o crescimento de 30% no
mercado imobiliário do Rio de Janeiro em 2010. Naquele ano, mais de 19
mil unidades foram lançadas, somente na capital; e ofertados outros 29 mil
novos imóveis na Região Metropolitana (RMRJ), incluindo Niterói, São
Gonçalo e a Baixada Fluminense.
O Presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, acredita que em 2011 o
número de lançamentos ocorridos no ano anterior deve ser facilmente
ultrapassado. “Só no primeiro semestre de 2011 foram lançadas dez mil
unidades na cidade do Rio de Janeiro. Acredito que chegaremos a mais de
25 mil novas unidades até o final do ano, somente na capital”, afirma
Caldas.
Ainda de acordo com a pesquisa, entre 2009 e 2010 foi registrado um
aumento de 25% no Valor Geral de Vendas (VGV) das unidades lançadas
na cidade do Rio de Janeiro (em 2009, R$ 3,6 bilhões; em 2010, R$ 4,5
bilhões).
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Somando as unidades lançadas na Região Metropolitana, o VGV de 2009
chegou a R$ 5,4 bilhões, e superou os R$ 6,6 bilhões em 2010. No primeiro
semestre de 2011, o mercado imobiliário carioca movimentou R$ 2,4
bilhões, e outros R$ 3,3 bilhões na Região Metropolitana, com
crescimentos de 62% e 32% sobre o primeiro semestre de 2010,
respectivamente, assinala a pesquisa.
Com base no crescimento do setor em 2010, quando os financiamentos
imobiliários alcançaram R$ 83,1 bilhões, contra R$ 49,6 bilhões em 2009,
a pesquisa da Ademi-RJ projeta que, em âmbito nacional, o mercado
imobiliário fechará 2011 com R$ 115 bilhões em crédito concedido para
produção e compra de imóveis.
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IMÓVEL WEB
Setor imobiliário terá novos índices, um deles oficial
Dois índices serão criados para o mercado imobiliário pela FGV e
o IBGE, este a ser adotado pela União.
08/08/2011
Nacional – Com base em dados fornecidos pelas instituições bancárias,
serão criados dois indicadores específicos para medir a variação dos preços
dos imóveis nas capitais e principais cidades do país. Um dos índices será
de responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV); e o outro será
desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o índice a ser criado pela FGV, foi ampliado acordo já existente entre
a instituição e a Caixa Econômica Federal (Caixa), com a adesão da
Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança
(Abecip), cujos associados fornecerão as informações necessárias à
elaboração do indicador.
Quanto ao IBGE, terá a tarefa de ampliar a abrangência da medição que já
executa, denominada Índice de Valorização de Imóveis. O instituto fará
pesquisas de mercado e avaliará os estudos que resultarem das informações
fornecidas pela Caixa e demais integrantes do Sistema Brasileiro de
Crédito e Poupança. Sob coordenação do Ministério da Fazenda, o
indicador a ser produzido pelo IBGE será oficialmente adotado pelo
governo federal.
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IG
Saiba como dividir gastos ao morar com amigos
Fazer planilhas com despesas fixas e não atrasar pagamentos são
cuidados fundamentais para manter o orçamento em dia
08/08/2011 – 05:30 – Bruna Bessi
Quem divide um imóvel sabe que é preciso haver bom entendimento entre
os moradores, principalmente quando o assunto é dinheiro. Resolver como
as despesas serão divididas é uma tarefa que precisa ser decidida o quanto
antes para evitar problemas futuros. Segundo consultores financeiros, para
não comprometer o orçamento do grupo, o ideal é fazer uma planilha com
gastos fixos mensais como água, aluguel e condomínio. “A organização
começa a se definir nos gastos básicos da casa. O próximo passo é saber
dividir despesas como as do supermercado”, diz Ângela Menezes,
professora de finanças do Insper.
Organização é palavra chave para a designer Camila Cogo, que mora com
duas amigas. Dividindo o apartamento há dois anos, cada moradora gasta
R$ 700 por mês nas contas em conjunto (aluguel, condomínio e contas de
água, luz e telefone). “Também dividimos igualmente os gastos com
produtos de limpeza e o pagamento dos serviços da faxineira”, afirma
Camila. “Mas, como revezamos quem pagará pelo serviço, fazemos as
anotações em um calendário. Nunca deu problema”, diz.
Manter o pagamento das contas em dia nunca foi um obstáculo para as três
amigas. Com o total dos gastos fixos estabelecido, cada uma entrega o
valor antecipadamente à “síndica” da vez para que tudo seja pago na data
correta. Elas também guardam todas as notas do que foi comprado em
comum e reúnem-se para discutir o orçamento apenas em situações como
reajuste de condomínio ou despesas extras. “O indicado é que os moradores
tenham controle e regularidade de encontros para discutir suas finanças e
bater as contas. Fazer reuniões semanais ou pelo menos uma vez por mês
ajuda muito”, afirma Ângela.
A maioria das confusões nas finanças para quem mora junto acontece,
segundo especialistas, nas pequenas compras do dia-a-dia. Alguns
moradores, por exemplo, sentem-se lesados ao ter sua parte dos alimentos
consumida pelos outros moradores e chegam até a esconder produtos para
que isso não ocorra, rompendo longas amizades. Para que
desentendimentos sejam evitados, os moradores devem perceber se é
realmente vantajoso comprar os alimentos em conjunto ou não. “Se fizerem
a maioria de suas refeições fora de casa, não há sentido em dividir
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igualmente este tipo de gasto”, diz Nélson de Souza, professor de finanças
do Ibmec. “Mas, se a compra for coletiva e apenas um realizar o pagamento
para depois os outros acertarem é preciso cumprir o acordo”, afirma.
Fazer o “acerto de contas” regularmente é um hábito do
ilustrador Francisco Gonçalves França. Há mais de um ano dividindo
apartamento com um amigo, Francisco paga a metade das contas fixas,
cerca de R$ 800 por mês, depois que seu amigo já arcou com as despesas.
Sem controles fixos ou reuniões mensais, os moradores apostam na
confiança mútua para manter o orçamento organizado. “Nunca anotamos
ou guardamos notas. Cada um tem uma ligeira noção dos gastos referentes
às compras de casa, sem nenhum controle formal”, diz.
Em situações como esta, a relação de confiança é fundamental para que não
haja problemas. Entretanto, Souza lembra que os desentendimentos
acontecem com mais freqüência quando faltam planejamento e disciplina.
“Um dos grandes erros de quem divide imóvel é combinar uma data para
acertar as contas e atrasar o pagamento; isso desgasta muito a relação de
amizade. Nesse caso, é preciso ainda fazer um acordo, já que haverá a
cobrança de juros para algumas contas”, afirma. O problema, entretanto,
pode ficar maior quando o morador torna-se inadimplente e compromete as
finanças do grupo. “Caso a inadimplência seja passageira, é possível fazer
uma negociação e combinar com o morador que esteja passando por
dificuldades uma prestação de serviço como meio de amortizar a dívida,
por exemplo. Mas, se o caso for mais grave, o grupo deverá repensar a
participação deste integrante e comunicá-lo o mais brevemente possível”,
afirma Mauro Calil, consultor financeiro.
A convivência do grupo também pode ser alterada a partir de atitudes como
hospedar parentes e namorados (as) no imóvel coletivo. Mais do que um
“estranho no ninho”, esse novo morador trará despesas adicionais que não
devem, segundo Calil, ser compartilhadas. “O morador que trouxer o
hóspede deve fazer compras no supermercado e aumentar sua contribuição
em contas como água, luz e gás, já que haverá um excedente de consumo”,
afirma. “Além disso, no caso de algum objeto ser danificado, é preciso
fazer a reparação imediata por meio da compra de um novo produto ou do
ressarcimento financeiro”, diz.
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UOL
Imóveis de 2 e 3 quartos são os preferidos de executivos
estrangeiros no SP
08/08/2011 – 09:13
SÃO PAULO – Os imóveis de dois e três dormitórios são os preferidos de
executivos estrangeiros que vêm trabalhar em São Paulo. A informação é
da Anglo Americana Imóveis, empresa especializada em consultoria e
assessoria imobiliária.
De acordo com o levantamento da Anglo, os executivos estrangeiros que se
mudam para o país são jovens e a maior parte deles é solteira, ou recémcasada e sem filhos. Além de quererem imóveis com mais de um
dormitório, estes compradores desejam imóveis novos ou reformados, com
armários e mobília.
“Apesar de não terem filhos, eles querem uma área maior para aproveitar
melhor o espaço e montar um escritório dentro de casa, por exemplo”,
explica o diretor da empresa, Amir Makansi.
Investimento
Ainda segundo Makansi, muitos dos executivos estrangeiros que passam a
morar e trabalhar no Brasil também enxergam nos imóveis da cidade de
São Paulo uma forma de investimento.
Neste caso, explica o diretor, o objetivo não é comprar para vender, mas,
sim para ganhar dinheiro com o aluguel, que pode girar de R$ 3 mil a R$ 8
mil por mês.
Dentre os bairros mais procurados, tanto por aqueles que compram para
investir como para os que compram para morar, estão os localizados no
centro financeiro da capital paulista, como a região da Avenida Paulista,
Vila Olímpia e Itaim Bibi.
Nestas regiões, um imóvel com as características citadas, diz Makanzi,
varia de R$ 800 mil a R$ 1,2 milhão.
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META ANÁLISE
Financiamento de imóvel usado cresce 14% no
primeiro semestre em SP
Descontos no fechamento do negócio chegam a 7% do valor da
unidade, aponta levantamento da Lello.
08/08/2011 – 10:02
O número de imóveis usados vendidos por intermédio de financiamento
bancário cresceu 14,3% na cidade de São Paulo no primeiro semestre deste
ano, na comparação com o mesmo período de 2010. É o que aponta
levantamento da Lello, empresa de administração imobiliária.
Nos seis primeiros meses de 2011, 48% das casas e apartamentos
comercializados pela administradora em suas filiais espalhadas pela capital
paulista foram por meio de financiamento obtido pelos compradores. No
mesmo período do ano passado, o crédito bancário respondeu por 42% dos
negócios.
Desde 2007 o financiamento imobiliário para compra de imóveis usados na
cidade quase dobrou. Há quatro anos ele representava apenas 25% dos
negócios. A ampla oferta de crédito fez com que as vendas neste ano
continuassem aquecidas, com ligeiro aumento de 4% no total de unidades
negociadas em relação aos seis meses iniciais de 2010.
Entre os imóveis residenciais, foram comercializados 72% de apartamentos
e 28% de casas. As unidades de dois dormitórios responderam por 62% das
vendas do total de apartamentos e 50% do total das casas no primeiro
semestre deste ano. O valor médio das vendas foi de R$ 370 mil. Já entre
os imóveis comerciais, galpões e conjuntos/salas responderam por 80% dos
negócios, com valor médio de venda de R$ 580 mil.
O levantamento da Lello também apontou que a maioria (55%) dos imóveis
usados comercializados no primeiro semestre tiveram negociações em seus
valores, e os descontos concedidos ficaram entre 5% e 7% em relação ao
valor pedido inicialmente.
“O cenário deste ano é semelhante ao verificado em 2010 e, em menor
escala, também em 2009. Os imóveis continuam valorizados, a demanda é
altíssima para unidades de um e dois dormitórios bem localizadas e por isso
muitas pessoas vêm enxergando o mercado imobiliário com olhos de
investidor”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.
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GLOBO
Cadastramento vai regularizar 2,3 mil imóveis
irregulares
Casas de quatro bairros não têm escritura registrada em cartório
08/08/2011 – 12:15
A Prefeitura de Paulínia começa nesta segunda-feira (8) a cadastrar casas
do Jardim Amélia, para regularizar os registros dos imóveis. Nenhuma casa
do bairro tem escritura registrada em cartório.
Com o cadastramento, o morador vai tornar-se proprietário do imóvel e
passar a ter acesso ao mercado formal de crédito, além de poder vender ou
transferir a casa, dentro da legalidade.
Uma equipe de assistentes sociais da prefeitura visitará as 383 casas do
Jardim América para colher dados e atualizar o cadastro dos moradores.
Quem não estiver na residência, vai receber um comunicado sobre como
proceder para a atualização. O trabalho, segundo a prefeitura, deve estar
concluído até o final do ano.
Segundo o secretário de Habitação de Paulínia, Ricardo Politano, o
cadastramento vai beneficiar pelo menos quatro mil famílias que vivem em
quatro bairros da cidade. Alguns imóveis foram instalados irregularmente
há pelo menos 10 anos.
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clipping 08.08.2011 - Sindicato dos Corretores de Imóveis no