LISBOA CARRIS
N.º 69 • Série III • Ano 16 • 3.º Trimestre • Jul/Ago/Set 2011
Anos
a pensar em si
Prémios de
Boa Condução
Antiguidade
e Inovação
CARRIS
Propriedade
Director
José Maia
Director-adjunto
Luís Vale
Conselho Redactorial
Ana Figueiredo; António Araújo;
Francisco Sousa; Maria João Branco;
Martins Marques; Norberto Silva; Paulo Afonso;
Sandra Pereira; Susana Fonseca.
EDITORIAL
Apoio Fotográfico
Gabinete de Marketing
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Editor
Edifício Lisboa Oriente,
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aos colaboradores
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CARRIS de Ferro de Lisboa
Assinatura anual: 8 euros
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ISSN: 0870-676X
Depósito Legal
nº 12.183/86
Isento de Registo no ICS
ao abrigo do artigo 9º
da Lei de Imprensa nº 2/99,
de 13 de Janeiro
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Companhia Carris
de Ferro de Lisboa
Alameda António Sérgio, 62
Complexo de Miraflores
2795-022 Linda-a-Velha
E-mail: linha.aberta@carris.pt
Os nossos
protagonistas
A CARRIS comemora o seu 139.º aniversário numa conjuntura nacional e
internacional extraordinariamente complexa e grave.
O facto de não estarmos sós, ao invés de nos descansar, só acresce as nossas
preocupações. De facto, a crise em que está mergulhado o mundo ocidental
apenas pode dificultar a recuperação económica e financeira do nosso País.
Para essa recuperação, muitos são os sacrifícios que estão e virão ainda a ser
pedidos aos portugueses, esperando-se que, no final, possamos reconhecer
que, ainda assim, valeu a pena.
Já percebemos que o caminho será longo e difícil, mas terá de ser encarado
com ânimo e coragem.
É neste contexto que julgamos que, embora sem esquecer as dificuldades,
é necessário salientar o muito que o nosso País e os portugueses têm de
positivo, para que não nos afundemos num clima depressivo que apenas
reduziria a nossa capacidade de enfrentar os graves problemas com que
nos confrontamos.
A CARRIS, não sendo indiferente à situação geral do País e sofrendo, também,
grandes dificuldades e restrições financeiras, não pode deixar de assumir
o importante papel que desempenha na mobilidade na cidade de Lisboa,
procurando prestar um serviço de qualidade em simultâneo com o aumento
da sua eficiência e sustentabilidade.
É isso que os nossos clientes assinalam no recente inquérito de satisfação e é
reconhecido através dos diversos prémios que têm sido atribuídos à Empresa.
Estes resultados têm protagonistas – as pessoas – aqueles que no desempenho das diversas funções diariamente contribuem para o reconhecimento
da CARRIS, com especial ênfase para os nossos Tripulantes, que diariamente
estão mais próximos dos nossos clientes.
Seremos também os protagonistas do futuro da Empresa, qualquer que seja
o modelo a seguir, cujos objectivos não deverão ser diferentes daqueles que
temos vindo a prosseguir nos últimos anos: a eficiência e a qualidade do
serviço em prol da mobilidade na cidade e região de Lisboa.
Muitos destes protagonistas são, como anualmente acontece, homenageados,
seja pelo reconhecimento da sua dedicação de muitos anos à CARRIS, pela
segurança na condução ou pela procura da inovação. Parabéns!
•
www.carris.pt
José Maia
MENSAGEM DO PRESIDENTE
Celebramos, no dia 18 de Setembro, mais um aniversário da
CARRIS, o centésimo trigésimo nono, o que representa muitas
décadas de trabalho da Empresa em prol da mobilidade em
Lisboa.
Ao longo de 139 anos, vivemos, pois, seguramente, momentos
muito diferentes, umas vezes fáceis, outras vezes difíceis, celebrando sucessos ou, ao contrário, reconhecendo falhas, muitos
momentos de afirmação mas, também, alguns de incertezas,
enfim, uma tão longa existência permitiu-nos, naturalmente,
viver experiências muito diversificadas, por isso, também,
muito enriquecedoras para a Empresa. Uma coisa, porém,
sabemos: o saldo desta intervenção foi, seguramente, positivo
para a Cidade e, em particular, para as suas necessidades de
mobilidade que, certamente, sempre procurámos satisfazer da
melhor forma, porque só dessa forma uma empresa pode ter
uma vida tão longa.
Olhando para estes anos mais recentes, facilmente constataremos o enorme salto qualitativo que fomos capazes de realizar,
com o nosso trabalho, imaginação, conhecimento e dedicação.
Por isso, uma vez mais, aproveitamos o nosso aniversário para
distinguir alguns dos nossos colaboradores que mais têm contribuído para a nossa evolução empresarial.
São, afinal, as pessoas que mais contribuem para fazer a
diferença nas empresas e demais organizações, tornando-as
mais eficazes e mais sustentáveis. Neste domínio particular,
fizemos grandes e profundas alterações, nestes últimos anos:
rejuvenescemos os nossos colaboradores, particularmente os
nossos tripulantes, que focámos numa cultura organizacional
de valorização do mérito, o que tem feito toda a diferença no
nosso desempenho.
Mas, também, renovámos profundamente a nossa frota, ajustámos a rede, inovámos e criámos novos produtos, de que o BIKEBUS ou o NETBUS são exemplos, lançámos o CARSHARING,
assumimos uma postura, também, inovadora no marketing e na
comunicação, de que a campanha “Andamos a pensar em si”
é bom exemplo, ao mesmo tempo que aumentámos o nível de
eficiência, reduzindo os nossos custos operacionais e melhorando os nossos resultados. Em síntese: melhorámos a qualidade,
aumentámos a inovação, diversificámos o produto, melhorámos
o desempenho ambiental, reforçámos a nossa sustentabilidade.
Este trabalho que temos vindo a concretizar, com sucesso, é
reconhecido e estimulado, dentro mas, também, fora da organização. Em primeiro lugar, como é desejável, pelos nossos
Clientes, para quem trabalhamos, os quais, no inquérito anualmente realizado ao respectivo nível de satisfação, evidenciam
esse reconhecimento através do aumento do respectivo índice.
Mas reconhecimento, também, pelos restantes parceiros da
CARRIS que, frequentemente, nos apontam como um bom
exemplo, evidenciando o que tem sido a nossa evolução e que
nos torna uma empresa pública diferente e melhor, conforme os
vários prémios que temos recebido bem testemunham.
Chegados aqui, não nos podemos acomodar.
Vivemos, como todos sabemos, tempos muito difíceis, para Portugal, agravados pelas dificuldades que o resto do mundo também enfrenta, conforme facilmente percebemos pela informação
que, diariamente, nos chega. Portugal assumiu compromissos
internacionais, com a chamada troika, que nos condicionam
e condicionarão, profundamente, a nossa vida colectiva, pelas
mudanças que teremos de introduzir, em muitos aspectos, no
modo de funcionamento e no modelo de organização da nossa
vida económica e social. Neste sentido, o caminho que teremos,
ainda, para percorrer é difícil e é longo, porque a nossa margem
de manobra é muito pequena e porque precisaremos de vários
anos para corrigir os vários desequilíbrios criados na nossa
economia. Não obstante, este caminho, que, inexoravelmente,
teremos de percorrer, é, também, uma oportunidade única de
mudança e de modernização da nossa sociedade, da nossa economia e das nossas empresas, que teremos de saber aproveitar.
O Estado, em geral e o seu sector empresarial, em particular
serão profundamente reformados, diria mesmo, refundados e,
no final, se tivermos feito bem, como é suposto e desejável, o
nosso trabalho, o País será diferente e melhor.
No que nos diz respeito, sabemos que o sector dos transportes
públicos, particularmente as empresas públicas de transportes,
como é o caso da CARRIS, serão objecto de grandes transformações, que alterarão a “governance” do sector e o modelo de
regulação, o sistema tarifário, a definição e contratualização do
serviço público, incluindo a privatização/concessão de muitas
destas empresas. O desafio, afinal, é o de definirmos um novo
modelo de organização e de funcionamento, cujos grandes
objectivos serão a eficiência, a qualidade e o aumento dos que
optam pelo transporte público, pelo menos em muitas das suas
deslocações. Teremos de ser capazes de fazer mais e melhor,
gastando menos, como várias vezes afirmei.
Mas, no tempo muito difícil em que vivemos, de enormes restrições financeiras e de elevada imprevisibilidade, teremos,
sobretudo, de saber fazer diferente, porque não é mais possível
fazer mais do mesmo, conforme é evidenciado pela situação
insustentável em que nos encontramos. Por isso, teremos de ser
capazes de encontrar novas soluções para resolver problemas
velhos, não podendo continuar a adiar as mudanças que, sem
qualquer dúvida, teremos de ser capazes de realizar.
Com coragem, com trabalho e com imaginação.
Façamo-lo com o entusiasmo de quem sabe que está a contribuir
para, uma vez mais, fazer da CARRIS uma empresa diferente e
melhor, uma empresa de referência no sector da mobilidade
urbana. E sabendo, também, que estamos a contribuir para a
sustentabilidade e o futuro da CARRIS.
Sei que, uma vez mais, a grande maioria dos que constituem a
CARRIS vai perceber e, por isso, vai querer participar activamente
na enorme mudança que se avizinha.
Lisboa, Setembro de 2011
J. Manuel Silva Rodrigues
Presidente do Conselho de Administração
3
Eficiência
futuro sustentável
4
CARRIS é a empresa
mais sustentável
Pelo segundo ano
consecutivo, a CARRIS
foi distinguida
com o Prémio de
Desenvolvimento
Sustentável, no âmbito
das Empresas Públicas,
distinção atribuída pela
Heidrick & Struggles,
em parceria com o
Diário Económico.
Volta assim a ser publicamente reconhecido o esforço desenvolvido pela
Empresa nas áreas da sustentabilidade
ambiental, económica e social, no quadro de uma actividade orientada para
a melhoria da qualidade do serviço
prestado e para o aumento da eficiência
dos recursos utilizados.
Com o futuro sustentável sempre no
seu horizonte, a CARRIS pretende
consolidar o trabalho que tem vindo a
promover no sector dos transportes,
ciente das suas responsabilidades no
âmbito da mobilidade sustentável. A
Empresa continuará a associar a imagem do transporte público a um estilo
de vida mais moderno, mais cosmopolita e ambientalmente mais responsável.
Sustentabilidade ao volante
Uma redução de 10
por cento no consumo
específico de combustível
traduzir-se-ia, para a
CARRIS, numa poupança
anual de custos da ordem
dos 2 milhões de euros e
numa diminuição de quase
5.600 toneladas de CO2
emitido para a atmosfera!
Por razões de ordem económica e ambiental, é prioritário assegurar uma
utilização mais racional dos combustíveis,
actuando de forma particular sobre os
aspectos que resultam directamente da
actividade de condução dos veículos.
Importa assinalar que a economia de
combustível e a condução defensiva sempre constituíram objectivos estratégicos
da actividade operacional da CARRIS,
estando presentes na maioria das acções
de formação destinadas aos tripulantes,
além de constituírem tema de diversas
campanhas realizadas no passado.
Nos anos 80 e 90, foram concretizadas
campanhas de condução económica e
defensiva abrangendo todos os motoristas. Com uma abordagem inovadora
na época, estas acções integravam uma
formação prática de condução, com
recolha de dados demonstrativos das
significativas poupanças possibilitadas
por uma condução mais racional. Em
2004, a Empresa iniciou um processo de
renovação da frota de autocarros. Essa
renovação, não obstante os evidentes
ganhos que possibilitou, nomeadamente
em termos ambientais, de imagem e de
conforto para os passageiros, teve porém
algum impacto no consumo de combustível devido à substituição de veículos sem
ar condicionado por veículos dotados
deste sistema.
Em 2008, foi iniciada uma campanha de
“Sensibilização e Boas Práticas”, destinada a promover junto dos tripulantes
a adopção de diversos comportamentos
positivos e boas práticas no relacionamento com os clientes. Um dos temas
abordados foi a acção de desligar o motor
nos terminais.
Em 2009, foi concretizado um projecto-piloto de consolidação e desenvolvimento do “Sistema de Gestão de Dados da
Condução” abrangendo 40 autocarros.
Este projecto visa a monitorização dos
aspectos técnicos da condução, proporcionando o apuramento de dados
objectivos do desempenho dos motoristas
correlacionados com uma condução mais
confortável e segura para os passageiros
e com a poupança de combustível. Dos
testes realizados, concluiu-se existirem
algumas boas práticas que, devidamente
assumidas e executadas, podem proporcionar até cerca de 15% de economia de
combustível na condução praticada por
alguns tripulantes.
Acção CARRIS
De modo a que a condução se torne
mais sustentável, a CARRIS, através da
UCT (Unidade de Coordenação de Transportes), decidiu lançar um conjunto de
campanhas de sensibilização visando a
redução do consumo de combustível da
frota de autocarros da Empresa. Foram
definidas campanhas, orientadas para
os três factores considerados fulcrais
na redução desse consumo: utilização
consciente do sistema de ar condicionado, arranques suaves e a paragem dos
motores nos terminais.
A realização dessas acções é precedida
de uma avaliação da situação no terreno.
A monitorização das campanhas possibilitará um adequado acompanhamento e
divulgação dos resultados obtidos, bem
como a avaliação da adesão dos motoristas às recomendações apresentadas
no âmbito de cada um dos três temas
abordados.
Ar condicionado - A média do consumo
específico de gasóleo da frota da CARRIS
ronda os 56,5 litros por cada 100 quilómetros. Ao ligar o ar condicionado esse consumo sobe cerca de 8 por cento – quase 5
litros/100 km! Este dado, aliado a preocupações de outra natureza já suscitadas em
relação à utilização do ar condicionado,
torna especialmente relevante a sensibilização dos tripulantes para a correcta
utilização deste sistema, que actualmente
equipa toda a frota de autocarros. Não se
pretende que os motoristas deixem de
ligar o ar condicionado, mas sim que o
utilizem de forma mais consciente.
Arranques Suaves - O pedal do acelerador é accionado, diariamente, milhões de
vezes, o que torna o tema dos arranques
particularmente relevante e objecto de
grande preocupação, não só em termos
de economia de combustível, mas igual-
mente quanto ao conforto e segurança
oferecidos aos passageiros. Os arranques
bruscos e as acelerações excessivas
provocam um desgaste mais rápido dos
órgãos e componentes do veículo, reduzindo a sua vida útil e onerando os custos
de manutenção.
Numa aceleração progressiva e moderada, o consumo instantâneo de gasóleo
pode ficar abaixo dos 100 litros aos 100
km. Num arranque agressivo e mal
efectuado, o consumo instantâneo pode
facilmente quadruplicar!
Pretende-se, assim, a prática de uma
condução suave, utilizando correctamente o pedal do acelerador, evitando
travagens acentuadas e optando pela
marcha de inércia sempre que possível.
Paragem dos motores nos terminais
- Actualmente já é obrigatório que o
motorista desligue o motor do autocarro
no fim de cada viagem. A poupança diária
de combustível obtida com este gesto
simples equivale ao abastecimento médio
diário de nove autocarros. Tendo já sido
realizada recentemente pelas equipas de
enquadramento da UCT uma abordagem
deste tema junto dos motoristas nos principais terminais de carreiras da rede, esta
campanha procura agora essencialmente
verificar no terreno o efectivo cumprimento do referido normativo.
Com gestos simples e práticos, podemos contribuir para melhorar ainda
mais o desempenho da CARRIS!
5
dinâmica
“Santa Justa”
eleva-se ao futuro…
6
Passados mais de quinze anos sobre as
últimas obras no Elevador de Santa Justa, a CARRIS solicitou, no final de 2009,
uma inspecção-geral do elevador ao ISQ
– Instituto de Soldadura e Qualidade, no
sentido de detectar eventuais anomalias
ou situações que recomendassem intervenção. Em 2010, o ISQ apresentou um
relatório em que – embora não detectasse situações que pudessem pôr em
causa o funcionamento em segurança
do elevador – recomendava a execução
de diversos trabalhos de conservação
nos elementos metálicos, bem como
uma pintura geral, de forma a evitar
que alguns pontos de corrosão possam
evoluir para um estado de deterioração
que implique a substituição de peças
metálicas, tornando os custos de recuperação mais significativos.
Foram programadas obras de modo a
manter o elevador em permanente funcionamento, assegurando a continuidade da sua utilização quer pelos clientes
que nas suas deslocações habituais
têm de vencer o desnível para a colina
do Carmo, quer pelos turistas que tanto
apreciam este símbolo da nossa cidade.
Estão previstas três fases de execução.
A primeira abrangendo a zona do passadiço entre a torre do elevador e as
Ruínas do Carmo; a segunda envolvendo
as fachadas sul e nascente da torre e a
terceira as fachadas norte e poente. O
arranque dos trabalhos com as obras
no passadiço resultam do sugerido no
relatório do ISQ, que considera prioritária esta zona.
…orgulhoso
da sua história
Situado em pleno coração pombalino da
cidade de Lisboa, o Elevador do Carmo,
mais conhecido por Elevador de Santa
Justa, é um verdadeiro ex-líbris da
capital portuguesa, tornando-se visita
obrigatória para o turista à descoberta
de Lisboa.
O Elevador é fotografado milhões de
vezes por ano. E não é para menos, ao
oferecer, do alto dos seus 45 metros,
uma das vistas mais bonitas da cidade.
Hoje pertença da CARRIS, foi projectado pelo Engenheiro Raoul Mesnier du
Ponsard e era, na origem, propriedade
de uma empresa especialmente criada
para a sua construção e exploração: a
Empresa do Elevador do Carmo.
Os trabalhos de construção tiveram
início em 1900 com a remoção de terras
nas Escadinhas de Santa Justa, sendo o
seu momento mais marcante registado
no dia 31 de Agosto de 1901, quando, por
sistema de alavanca, em poucas horas
foi feito o lançamento do passadiço
destinado a estabelecer, sobre a Rua
do Carmo, a ligação entre o topo do
Elevador e o Largo daquele nome. Também nesse dia e igualmente importante
para o quotidiano e desenvolvimento da
cidade, foi a inauguração, pela CARRIS,
do serviço de carros eléctricos.
Em Fevereiro de 2002, tal como sucedeu
com os Ascensores do Lavra, da Glória
e da Bica – também eles propriedade
da CARRIS –, o Elevador do Carmo foi
classificado como Monumento Nacional.
…e com o “elixir”
da eterna juventude!
No passado dia 10 de Julho, o Elevador
de Santa Justa comemorou 109 anos.
Na sequência da parceria com os CTT
para a celebração desta data, foram
vendidos no local bilhetes-postais com
franquia incluída (inteiro postal). O
bilhete-postal, assinado pelo designer
Francisco Galamba, tem uma tiragem
de 15 mil exemplares e está à venda,
sendo ainda possível o acesso a um
carimbo especial de comemoração do
aniversário do Elevador.
reconhecimento
Clientes continuam
satisfeitos
Os clientes da CARRIS continuam muito
satisfeitos com o serviço da Empresa.
Esta é a conclusão do Inquérito de Satisfação do Cliente de 2011, no qual a
CARRIS obteve 67,3 valores — em 100
possíveis —, o segundo melhor resultado
desde que o referido estudo se realiza.
Conduzida pelo CESOP — Centro de
Estudos e Sondagens de Opinião da
Universidade Católica, com o objectivo
de medir e avaliar o grau de satisfação
dos clientes da CARRIS, a sondagem
foi realizada presencialmente, entre 21
de Junho e 2 de Julho, envolvendo este
ano o registo de 3.159 opiniões. Para o
efeito, foi agregada à referência “clientes
habituais” a população com 14 anos ou
mais de idade que utiliza os serviços da
CARRIS duas ou mais vezes por semana.
Além da “Satisfação Global”, no estudo
foram avaliadas outras dimensões, tais
como a “Imagem”, a “Qualidade”, as
“Expectativas” e a “Relação Qualidade
/ Preço”.
A “Imagem” obteve uma avaliação de
71 pontos. Apesar de a avaliação dos
indicadores desta dimensão ter descido
ligeiramente em relação a 2010, os inqui-
ridos continuam a avaliar positivamente a
“Imagem” da CARRIS, sendo que 83 por
cento dos inquiridos atribuem a esta
dimensão 50 ou mais pontos na escala
de 0 a 100. É de notar, igualmente, que
a “Imagem” foi a segunda dimensão
melhor avaliada pelos clientes.
Em relação à “Qualidade”, a avaliação
situou-se nos 67 pontos, valor idêntico
ao registado anteriormente. Neste
ano, dos treze indicadores utilizados
para avaliar este item, nove tiveram
uma melhor avaliação que em 2010.
Destes, destaca-se a distribuição dos
postos de venda, com avaliação média
de 70 pontos, contra apenas 63 em
2010, sendo a maior subida dos diversos indicadores em comparação com
o ano anterior.
No que reporta à apreciação da “Relação Qualidade / Preço”, assinala-se
a obtenção de 61 pontos, apenas um
ponto abaixo do verificado em 2010.
Contudo, neste indicador e à semelhança de anos anteriores, verifica-se pouco
consenso nas opiniões dos inquiridos.
Enquanto que 36 por cento indicam
estar muito satisfeitos com a “Relação
7
Qualidade / Preço”, 33 por cento revelam
estar pouco satisfeitos.
Este ano, a “Lealdade” – ou seja, a intenção de continuar a ser cliente CARRIS – volta a ser a dimensão que obtém
melhor registo: 91 pontos (+ 5 pontos
que em 2010).
A exemplo do ano transacto, não se verificam diferenças nos níveis de satisfação
entre sexos, frequências de utilização do
transporte da CARRIS ou entre utilizadores de diferentes títulos de transporte.
Em relação aos aspectos a melhorar
no serviço da CARRIS, as sugestões
dos clientes continuam a apontar
para o menor tempo de espera nas
paragens e para a maior rapidez do
transporte. O indicador sobre a existência de carreiras e paragens mais
adequadas às zonas onde os inquiridos se deslocam recolheu, este ano,
a concordância de 33 por cento dos
clientes – assinale-se que, em 2010,
este mesmo indicador recolhia 40 por
cento das opiniões e era o segundo
mais referido pelos inquiridos, verificando-se, assim, a percepção de uma
melhor distribuição da rede da CARRIS.
139.º ANIVERSÁRIO
Prémios de Boa Condução
Antiguidade e Inovação
CARRIS
8
A razão do nosso sucesso
A CARRIS, aos 139 anos, continua a ser reconhecida pelos
seus clientes e por várias entidades que, de ano para ano,
distinguem a Empresa, através de diversos prémios.
O sucesso da CARRIS deve-se ao empenho que cada colaborador coloca no desempenho das suas tarefas, de modo a
melhor servir os clientes e a mobilidade na cidade de Lisboa.
É, portanto, importante reconhecer, os colaboradores que
mais se destacam a cada ano.
Chamando à atenção para a qualidade dos nossos tripulantes, serão atribuídos os emblemas de Boa Condução,
com destaque para o motorista Jorge Manuel Fernandes de
Almeida, que completou 36 mil horas de condução sem acidentes e para o guarda-freio Luís Filipe Gonçalves Jorge que
soma 33 mil horas de condução sem acidentes. Na mesma
ocasião, serão distinguidos os colaboradores há mais anos ao
serviço da CARRIS. Serão entregues diplomas de ouro, prata
e bronze a homens e mulheres que se dedicam à CARRIS
há muitos anos. O destaque vai para os 53 colaboradores
que irão receber o diploma de ouro, referente a 35 anos de
antiguidade.
A CARRIS valoriza a antiguidade, mas também as ideias
inovadoras. Em 2011, voltaram a realizar-se os Prémios
Inovação CARRIS, tendo sido destacadas as ideias mais
originais que possam melhorar, ainda mais, uma Empresa
de 139 anos, mas, virada para o futuro.
Parabéns a todos!
Prémios de boa condução
Motoristas
OURO
36.000 Horas de Condução sem Acidentes
Pontinha
Pontinha
Jorge Manuel
Fernandes de Almeida
Carlos Alberto
Jesus Félix
Fernando
António Dias
Francisco José
Correia Ribeiro
João José
Ramos Messias
33.000 Horas de Condução sem Acidentes
Musgueira
António José
Amorim Ferreira
Manuel
do Carmo Gomes
24.000 Horas de Condução sem Acidentes
9
30.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Miraflores
Américo Manuel
Montez Vieira
António Duarte
da Cruz
Jorge Bento
Maria Dias
Fernando
António Dias
João Paulo
Matos de Sousa
Mário Augusto
Esteves Catana
Pontinha
Agostinho
José de Morais
Carriço
José Augusto
Martins Gil
Pontinha
Musgueira
Musgueira
José Amâncio
do Carmo Gomes
Adelino Silva
Farinha
António Manuel
Figueiredo dos Santos
27.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Amílcar Barca
da Silva Neves
Manuel Daniel
Lopes Marcelino
Maurício
José Machado
Prémios de boa condução
Motoristas
OURO
21.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Abel Rodrigues
da Fonseca
Pontinha
Rui Manuel Pires Mateus
Musgueira
António
Mendes Formigo
Moisés Custódio
de Jesus Mariz
Joaquim da Silva
Paulo Alexandre
da Fonseca Nunes
Joaquim
Pinto Dias
Paulo Jorge dos
Santos Martinho
Pedro Nunes
José Paulo Nunes Ferreira da Costa
Libório Gomes
Martins
Vital Jacinto do
Nascimento Daniel
18.000 Horas de Condução sem Acidentes
15.000 Horas de Condução sem Acidentes
Musgueira
Carlos António
Rosa Novo
José Laurindo
Gonçalves
Carlos Manuel
José Manuel Jorge
Rodrigues Marques
Moisés Jerónimo
Jorge Manuel da Falé Matado
Silva dos Santos
Paulo Jorge
David Baptista
José Carlos Dinis
12.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Abel dos Anjos
Passos Marques
Joaquim Rocha
Vicente
Alexandre Manuel José António Gomes
Ferreira Lopes
dos Santos
10
Miraflores
Duarte dos
Santos Pacheco
Renato Miguel
Nunes Costa Ribeiro
Luís Filipe dos
Santos Gonçalves
Lopes
Pontinha
Musgueira
António
da Silva Cardoso
José Augusto
Marques Gaspar
João Paulo
Neves Leitão
Manuel Jesus
da Costa
Joaquim da
Silva Simões
Rui Manuel da Conceição
Antunes de Freitas
António Moreira
Gonçalves
José João Pelixo
da Silva
Carlos Hernâni
Nunes da Costa
Orlando dos
Santos Gonçalves
Pedro Arlindo
Ramalho Dias
António Martins
de Sousa Pires
Pedro Manuel
Antunes Ribeiro
António Póvoa
de Carvalho
Vítor Manuel
Domingues Gameiro
Carlos Alexandre
Fernandes Catarino
Pontinha
Musgueira
Sérgio Filipe dos
Santos Castilho
Vítor Manuel
Aires de Abreu
Américo Antunes
dos Santos
Filipe da Costa
Morgado
António Augusto
Duarte
João da Silva Justino
António Manuel
Santos Gomes
Fernando da Silva
Machado
João Carlos
Pedro Jorge Pais
Rodrigues Cerdeira Morgado
Joaquim Eduardo Rui Miguel
Vaz Ribeiro
Coimbra Fernandes
António
Domingos Preto
João Pedro Farinha
Ferreira
José António
Romão Elias
Vítor Manuel
do Rosário da Costa
9.000 Horas de Condução sem Acidentes
15.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Miraflores
José António de Albuquerque Gonçalves
João Carlos Marques
dos Santos Fonseca
Pontinha
Gonçalo
Guimarães
Marques
Eduardo Manuel
Sousa Santos
Manuel Luís Murta
do Sacramento
Jorge David
Pantaleão Alho
Jorge Paulo
Cardoso Henriques
José António
Fernandes
Ambrósio
Pedro Miguel
dos Santos
Guerreiro
José Luís Gomes
de Abreu
José Luís
Gomes Serra
José Manuel
Jurado Domingues
Manuel José
Mangorrinha Veras
Luís Pinto
Prémios de boa condução
Motoristas
Prémios de boa condução
Motoristas
OURO
PRATA
9.000 Horas de Condução sem Acidentes
6.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Luís Miguel
Fernandes dos Santos
Nuno Gonçalo
Figueiredo Monteiro
Almiro Barreira
da Silva
Manuel António
Rodrigues Vieira
Ricardo Alexandre
Sobral de Matos
Aníbal Godinho
Tomas
Manuel Cardoso Pereira
Marco Paulo Tomás
Gonçalves
Norberto
Cordeiro Chaves
Raul Manuel
da Silva Borges
António
do Rego Casimiro
Victor José
Gameiro
Pontinha
António
Fernandes Pires
António Ferreira
Santos
Fernando Jorge
Brito de Oliveira
Fernando José Mendes
Martins Rodrigues
Horácio Martins
Chorão
Joaquim Mendes
Marques
Jorge Manuel
Tavares Sandiães
José Alexandre
Faria da Costa
José António
Coelho Marques
Luís Filipe
Lopes Ferreira
Pedro Nuno
Canhoto Pestanudo
Musgueira
Alcino Augusto
Miraflores
Adalberto
dos Santos Chantre
Manuel Pereira
Guedes
Augusto Gaspar
Mendo
António Pedro
Batista Correia
Carlos da Silva
Miranda
Carlos Manuel
Elias Belchior
Carlos Manuel
Loureiro dos Santos
Edélcio Rufino
dos Santos
Francisco Paulo
Rico da Silva
Inácio Manuel
Sardinha da Cruz
João de Fátima
Neves
Mário Sérgio
Cardoso da Silva
Miguel Alexandre
Ferreira Godinho
Nuno Alexandre
Ferreira Godinho
Nuno Miguel
de Sousa Lagarto
Nuno Miguel Mota
Gaspar
Paulo Jorge
dos Santos Filipe
Paulo Jorge Galvão
da Costa
Paulo Jorge Guido
dos Santos
Pedro Daniel Gonçalves
Santos
Carlos Alberto
Ferreira Barbosa
Pinto
Carlos Alberto Simões
da Costa Carreira
Carlos Mário Reis
Brás
Duarte Manuel Tordo
Canadas
Joaquim Simão
Lourenço Caracho
Pedro Miguel
de Araújo Carvalho
dos Santos Francisco
Fernando Jorge
Dias Sampaínho
Hugo Miguel
Pereira Fonseca
José Alberto Matias
Simões
Rogério Paulo Luis
de Almeida Guedes
João Nuno da
Silva Domingues
Alves
Joaquim Manuel
Fontes Esteves
José Júlio
de Almeida e Costa
Rui António
Furtado Ribeiro
Jorge Manuel
Ramos Lopes
dos Santos
José Carlos
Martins Pereira
José Manuel
da Silva Fraga
Rui Ernesto
Nunes da Costa
Júlio Brito da Moura
Rui Manuel
Ferreira Gomes
Manuel António
Pardelha Nobre
Paulo José
Amaral Barreto
Pedro Miguel
da Silva Ribeiro
Rui Manuel
de Jesus Moreira
Sandra Clara
Deus Prates
Vítor Manuel
Gonçalves Lajes
Vítor Manuel
Pedro Farinha
Joaquim da Silva
Mendes
Leonel Paulo Madeira
Luís Miguel
dos Santos Maria
Pedro Manuel Lopes
das Neves
11
Prémios de boa condução
Motoristas
PRATA
6.000 Horas de Condução sem Acidentes
Pontinha
António Figueiredo
Marques de Deus
António Rodrigues
de Almeida
Luís Machado da Silva
Luís Manuel Fernandes
Mateus
Luís Manuel
Armindo Pinto Cardoso Neves Simões
Artur Jorge
Rodrigues Silva
Edmundo do Carmo
Lopes Nico
Eduardo Jorge
Neves Alves
Elisabete Maria Lopes
de Amorim Pereira
Fernando Jorge
Santos Andrade
12
Manuel Almeida Dias
Mário Augusto
Rodrigues Gaspar
Mário Henrique
Brito Laque Walois
Nelson Rei José
Nuno Aires Barata
Damas Lourenço
Nuno Fernando
da Silva Teixeira
Musgueira
Alexandre Manuel de
Almeida Fernandes
José Teixeira
da Fonseca
António Manuel
de Jesus Almeida
Leonel Baião
das Fontes
Aurélio Pereira
Martins
Luciano Pires Nunes
César Augusto
Santos Rego
Charles Vinicius
Peixoto de Neiva
Dário Henrique
Lima de Sousa
Dmytro Mykhaylyuk
Francisco Manuel
Nunes Ribeiro
Luís Filipe Fernandes
dos Santos
Luís Filipe Martins Baptista
Luís Miguel
dos Santos Alves
Luís Pedro de Macedo
Pereira dos Reis
Manuel José Nunes Ribeiro
Miguel Angelo
Vilela de Freitas
Oleksandr Bilyy
Gonçalo Alexandre
da Palma Ramalho
Hugo Filipe
Ventura Roma
Paulo Amílcar
Madeira Santos
Gonçalo Nuno
Santos Fonseca
Hugo Miguel
Lourenço Fernandes
Paulo Fernando
Alves da Silva
Hélder Monteiro
Correia Duarte
Inácio Leopoldo Pinto
Paulo Jorge Nunes
Berenguel
Henrique Manuel
da Cunha Alves
Paulo Manuel
Dias Ribeiro
Hugo Henrique
Patrício Mendes
Paulo Jorge Pacheco
Pedro Melancia
Rafael José Pereira
de Carvalho
João Carlos Noné
Correia
Paulo Jorge Pinheiro Soares
Ricardo Berti
de Carvalho
João Manuel
Pinto Leitão
Rui Miguel Nunes
Martins da Silva
João Miguel Bento
da Costa
Rui Miguel Silva Duarte
João Paulo Miranda
Evangelista
Filipe Alexandre
Martinho da Cunha
João Luís Gonçalves
dos Reis
João Luís Simão
da Costa
João Manuel
Borges Brilhante
Jorge Filipe
Silva Patornilho
Jorge Humberto Sérvulo do Nascimento
Jorge Luís Rodrigues
Gonçalves
Jorge Manuel
de Jesus Chagas
Jorge Manuel
Marçal da Silva
Jorge Miguel
Ferreira Alves
José Manuel
da Silva Alves
José Manuel Pereirinha
Gomes Cunha
Serghei Grumeza
Sérgio Miguel Pereira
Moura
Telmo Félix
da Costa Mendes
Vítor Hugo Martins
Carvalho
Vítor Jorge Silva Crespo
Vitor Manuel Neves
Joaquim Manuel
Nogueira Mendes
Jorge Manuel
da Silva Albuquerque
Jorge Manuel
Dias Matias
José Alves
Pereira Ribeiro
José António
de Jesus Godinho
José Manuel
Ribeiro Gomes
de Abreu
José Marques Ribeiro
Miguel Lopes Vitorino
Nelson Matos Fernandes
Nicolae Catana
Nuno Ricardo Rosa
Matias da Fonseca
Paulo Jorge Lopes Barroca
Paulo José Dias Pires
Pedro Miguel
da Silva Nunes
Pedro Miguel
Geraldes Ferreira
Ricardo Jorge
dos Santos Barata
Rogério Paulo
da Conceição Custódio
Romão Navalho Catarino
Rui Manuel Calvário Pereira
Rui Miguel de Sousa Bral
Rui Miguel Teixeira
da Silva
Sérgio Miguel Henriques
Serafim
Sónia Sofia Gonçalves Régio
Victor Manuel
Rodrigues Simões
Prémios de boa condução
Motoristas
COBRE
3.000 Horas de Condução sem Acidentes
Miraflores
Pontinha
Bruno Miguel
Rodrigues Amorim
Bruno Miguel
Silva Moreira
Carla Marisa
de Oliveira
Campos Cabral
Carlos Alberto
Catarino André
Carlos Alberto
Monteiro de Jesus
Carlos Alberto
Pereira Duarte
Carlos Manuel
Baltazar Malveiro
Edgar Manuel
Brites Alves
Elison Garzon
Estevam
João António
Martinho da Silva
Policarpo
João Cecílio
Monteiro Lopes
Jorge Miguel
Soares Garcia
José Manuel
de Oliveira Raposo
Ana Cristina Silva
Rouqueiro Vilela
António Manuel
Marques Bom
Pinheiro Quintas
António Manuel
Policarpo Carvalho
Benedito Gabriel
Cordeiro Reis Pousadas
Carlos Manuel
Antunes Dias
Eduardo José Freitas
Serrano
Gonçalo Filipe
Antunes Vicente
Helder Bruno
Barata Baeta
Hugo Filipe
de Carvalho Canelas
João Alexandre
Pereira Morais
João Jorge
Fernandes Guerreiro
Jorge Gaspar
Marques Melo
Jorge Manuel Alves
Afonso
José Miguel
Brito Neves Cabral
Luís Fernando
Mendonça
da Gama Ochoa
Luís Filipe
Martins Costa
Osvaldo José
Ferreira Mota
Paulo Sérgio
Figueira Fernandes
Pedro Esteves
Viegas Lopes
Pedro Jorge
Moura Gonçalves
Ricardo Castelo
Marques
Romeu Silva Minas
Ruben Correia
Tavares
Rui Manuel de Oliveira
Gonçalves Monteiro
Rui Manuel Delgado
da Silva
Teodoro Gomes Evora
Vítor Manuel
Diogo Martins
Luís Miguel Henriques
da Cruz Batista Santos
Luís Miguel Raposo Porfírio
Manuel Guilherme
Coutinho
Marco Alexandre Pires
Maria Helena Ribeiro
Pereira Carrinho
Mário Fernandes
de Oliveira Silva
Mário Filipe Garcia
de Campos
Nkrumah Kilvanje
Cunha da Cruz
Nuno de Almeida Dias
Nuno Gonçalo Simões
Martins
Nuno MigueI
de Almeida
Nuno Miguel
Gonçalves Duarte
Pedro Brandão
de Lima Mota
Pedro Luís
Pedro Miguel Pereira
Gonçalves
Pontinha
Musgueira
Remus Sebastian Luca
Ricardo Jorge
Domingues Antunes
de Carvalho
Ricardo Jorge
dos Santos Carvalho
Samuel Afonso
Fernandes Costa
Sandra Isabel Godinho
Duque
Susana Maria Teixeira
de Freitas Ovelheiro
Tiago Alexandre
da Silva Antunes
Albertina
Branquinho Penão
João Manuel
Craveiro Costa
Alberto Carlos
Fernandes da Cunha
Joel Gonçalves
dos Santos
Alexandre Sousa José
Luís Miguel
Cardoso Monho
António José
da Costa Morais
Bruno Miguel
Andrade Magro
Carlos António Jaime
Vítor José Rosa
dos Santos
Vítor Manuel
Farinha Silvestre
Wandelandia
Ferreira da Silva
Mário Nuno
de Almeida Silva Ferreira
Nuno Ricardo
Cardoso Ferreira
Carlos Jorge Fortes Rosa
Nuno Ricardo
da Silva Pereira Rei
Cristiano Meneses
Sendim
Paulo César
Barreiro Alves
Davide Manuel
Pereira Antunes
Pedro Henrique
Pombo dos Santos
Deolindo Mendes
Correia
Pedro Manuel
Oliveira Carvalho
Edicelio Teodoro Dias
Pedro Miguel
Correia da Silva
Eduardo Gomes
de Oliveira
Eduardo José
Gomes Pinto
Fábio Ricardo
Nunes Pinto
Francisco Miguel
Cagarrinho da Silva
Gonçalo José
Conchinha Pereira
Hilário Costa Marques
Hugo Alexandre
Almeida Fialho
João Filipe
Pina Rosendo
Pedro Miguel
Isidoro Rodrigues
Ricardo Alexandre
Abreu Brazuna
Ricardo José
Candeias Pereira
Ricardo Miguel
Lourenço dos Santos
Rui André
dos Santos Lima
Rui Miguel Lopes Chaves
Rute Fernanda
Pinto Couto
Sandra Cristina
da Costa Cardoso
13
Prémios de boa condução
Motoristas
Prémios de boa condução
Guarda-Freios
COBRE
OURO
3.000 Horas de Condução sem Acidentes
9.000 Horas de Condução sem Acidentes
Musgueira
Sérgio Antunes Dias
Tiago Luís Sá Costa
Sérgio Ricardo
Pinheiro Pedro
Vadym Mitryak
Sónia Elisabete
Teixeira Brea
Santo Amaro
António Luís de
Marina Alexandra Viana
Andrade de Almeida Feio Hortelão
João Luís Rodrigues
Pinheiro
Vítor Hugo Carvalho
Rodrigues
Pedro Miguel Marques
Brandão Barata
José Luís Monteiro
de Jesus
6.000 Horas de Condução sem Acidentes
Prémios de boa condução
Guarda-Freios
Santo Amaro
OURO
33.000 Horas de Condução sem Acidentes
14
Santo Amaro
António José
Teixeira Gil
José Alberto
Pina Ramos Soares
Carla Alexandra
Henriques Adriano
Luís Miguel
Horta Rodrigues
Carla Luísa
de Carvalho Silva
Maria de Fátima
Sousa e Silva Barata
João Miguel dos
Santos Serdeira
Nélson Alexandre
Gouveia Martins
3.000 Horas de Condução sem Acidentes
Luís Filipe
Gonçalves Jorge
27.000 Horas de Condução sem Acidentes
Santo Amaro
Aires Manuel Marcelo
Nunes Domingues
Carlos Manuel
dos Santos Teixeira
Santo Amaro
Cátia Alexandra
Cardoso Pereira
João dos Santos
Neves Nunes
15.000 Horas de Condução sem Acidentes
Cristina Aparecida
Vieira Martins
da Motta
Filipe Alexandre
Mota Gaspar
Santo Amaro
Francisco Miguel André Sardinha
12.000 Horas de Condução sem Acidentes
Filipe Miguel
Magalhães Ribeiro
de Carvalho
Hélder Bruno
Fernandes
Horácio Rafael
Pousão dos Santos
Santo Amaro
Luís Filipe Ramada Justino
Nélson António
Monteiro Fernandes
Nélson Henrique
Figueiredo Quitério
Paulo Jorge
Martins da Cruz
Rómulo Carlos
Fernanda Ribeiro Teixeira
Tânia Sofia Pires Vasco
Telma Filipa
Gonçalves Pires
Tiago Alexandre Neves
Reis
Vânia Sofia Barros
de Oliveira Fernandes
António Henrique
de Jesus Lino
Nuno José Correia
Camacho
Vítor Fernando
Jairo Bernardo Correia da Silva Soeiro
José Manuel Costa
dos Santos
Pedro Miguel Reis
Dias
João Francisco
Monteiro Teixeira
Antiguidade
OURO
35 anos de Antiguidade
Abel Augusto Lopo
Macedo, Técnico
Administrativo
Abílio Luz Ferreira,
TTC-Motorista S.P.
Alberto Jesus
Rodrigues, TTC-Motorista S.P.
Amadeu Gomes
Saraiva, Mestre
Américo Santos Silva
Pereira, Coord. Geral Técnico
André Avelino
Batalha, Motorista S.P.
António Augusto Ribeiro
Costa Rosa, Coord. Técnico
António César
Sousa Marques,
Analista de Processos
António José Raposo
Janeiro, Técnico
Administrativo
António Loureiro
Gomes, Coord. Geral
Técnico
15
António Nunes,
TTC-Motorista S.P.
António Silva Ferreira,
TTC-Motorista S.P.
António Silvestre
Santos Ricardo, Mestre
Arménio P. Bernardo
Ribeiro, TTC-Motorista S.P.
Carlos Alberto Fernandes
Rodrigues, Coord. Geral
Técnico
Carlos Fernando Sousa
Gaivoto, Técnico
Licenciado
Domingos Gonçalves
Afonso, TTC-Motorista S.P.
Duarte Santos
Pacheco, TTC-Motorista S.P.
Eduardo A. Serralheiro
Martinho, TTC-Motorista S.P.
Ernesto Luis Marçal,
TTC-Motorista S.P.
Fernando Antunes
Barata, TTC-Motorista S.P.
Francisco Ismael
Nunes, Motorista S.P.
Jorge Alexandre
Militão Bruno,
TTC-Motorista S.P.
Jorge Henrique Nogueira
Matias, Chefe de Divisão
Jorge Manuel Fonseca
Nabais, Director
Jorge Manuel
Henriques, TTC-Motorista S.P.
José Alexandre
Lourenço, TTC-Motorista S.P.
José António
Borges, TTC-Motorista S.P.
José António Freire
Fonseca, Director
José Carlos Ramos
Rocha Macovio,
Coord. Geral Técnico
Antiguidade
OURO
35 anos de Antiguidade
José Faustino Antunes
Costa, Coordenador
Técnico
José Fernandes,
TTC-Motorista S.P.
José Gabriel Habibe,
Chefe de Secção
José João Pelixo Silva,
TTC-Motorista S.P.
José Luís Santos Correia
Antunes, Coord. Geral
Técnico
José Manuel Ferreira Silva,
Coord. Geral Adm.
José Manuel
Mendes Gaspar,
Coord. Administrativo
José Manuel
Raposo Borralho,
Técnico Administrativo
José Marques Ribeiro,
TTC-Motorista S.P.
José Miguel Gonçalves
Fernandes,
Coord. Geral de Tráfego
Lourenço Pereira
Gouveia,
TTC-Motorista S.P.
Luís Filipe
Pereira Bergano,
Coord. Geral Técnico
Manuel Moreira
Mendonça, Pintor
Veiculos e Máq.
Manuel Nunes Calvário,
TTC-Motorista S.P.
M.ª Alzira Vinagre,
Coord. Administrativa
Mário Joaquim Lima
Neves, Motorista S.P.
Mário José Ferreira Alves,
Desenhador Chefe
Mário Manuel Sousa
Freire, TTC-Motorista S.P.
Ricardo Delgado
Moita, Mestre
Rogério Paulo Pedroso
Santos, Chefe de Secção
Rui Manuel Amaro,
Operário Chefe
Vasco Filipe Rebelo,
Coord. Geral Adm.
Vítor Manuel
Domingues Gameiro,
TTC-Motorista S.P.
16
Antiguidade
25 anos de Antiguidade
Almerindo Luís Rodrigues, TTC - Mot. Serviço Público
Amadeu Serras Bento, Técnico Manutenção Instalações
Amândio Silva Araújo, Técnico Administrativo
Ângelo Antão Raposo, TTC - Mot. Serviço Público
Aníbal Godinho Tomás, TTC - Mot. Serviço Público
António José Amorim Ferreira, TTC - Mot. Serviço Público
António José Teixeira Gil, TTC - Guarda-Freio
António Rodrigues Almeida, Mot. Serviço Público
Arménio Dias Costa, Mot. Serviço Público
Carlos Alberto Duarte Simões Amores, TTC - Mot. Serviço Público
Carlos Alberto Fernandes Duarte, Inspector
Carlos Alberto Fernandes Gouveia, Chefe de Secção
Carlos Manuel Costa Marques, TTC - Mot. Serviço Público
Carlos Manuel Silva Martins, Mot. Serviço Público
Celestino Marques Fernandes, TTC - Mot. Serviço Público
Dilson Santos Teixeira, TTC - Mot. Serviço Público
Feliciano Paiva Gonçalves, TTC - Mot. Serviço Público
Fernando Antonio Neves Martins, TTC - Mot. Serviço Público
Fernando Dias Catarino, Mot. Serviço Público
Franklim Santos Pereira Gama, Analista de Trabalhos
Hermenegildo Teixeira Mosca, TTC - Mot. Serviço Público
João Carlos Fialho Teixeira Mota, TTC - Mot. Serviço Público
João Carvalho Martins, Coordenador Administrativo
João Cerqueira Soares, Inspector
João Luís Oliveira Cunha Ferraz, Analista de Informática
João Manuel Ramos Figueiredo, Técnico Administrativo
PRATA
Joaquim Luís Marques, Técnico Licenciado
Joaquim Pires Belo, Coordenador Geral de Tráfego
Joaquim Trindade Carvalho, Mot. Serviço Público
José Francisco Relvas, TTC - Mot. Serviço Público
José Guerreiro Pires, TTC - Mot. Serviço Público
Jose Herminio Frutuoso Basílio, Mot. Serviço Público
José João Silva, Reparador Assentador
José Manuel Ferreira Carmo, Mot. Serviço Público
José Maria Ferreira Santos, Reparador Assentador
Juvenal Cabral, TTC - Mot.S.Público
Luís Carlos Nunes Alves, Inspector
Luís Jorge Baptista Rodeia, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel António Jorge Alves, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel Arístides Rodrigues Sousa, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel Ferreira Paiva Santos, Técnico Administrativo
Manuel Lopes Ribeiro, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel Lopes Rodrigues, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel Luis Marques Mexia, Mot. Serviço Público
Manuel Pereira Alves, TTC - Mot. Serviço Público
Manuel Vaz Luís, Limpador Reparador
Marcial Dimas Falé Ferreira, TTC - Mot. Serviço Público
Mário Farinha Nunes, TTC - Mot. Serviço Público
Paulo Jorge Antunes Fernandes, Desenhador Projectista
Sérgio Alexandrino Monteiro Monte, TTC - Mot. Serviço Público
Vítor Manuel Simões Castelão, TTC - Mot. Serviço Público
COBRE
20 anos de Antiguidade
Amândio Reis Delfino, Técnico Electrónica
Daniel António Veloso Bernardo, Electricista Auto
Daniel Jose Rosado Crespo Silva, Serralheiro Civil
Francisco José Morais Carvalho, Mecânico Automóveis
Joaquim Manuel Viegas Pires Saragaço, Inspector
Maria Jose Pereira Matos, Chefe de Divisão
Rui Leite Sousa, Mecânico Automóveis
Vítor Manuel Farinha Silvestre, Mot. Serviço Público
10 anos de Antiguidade
Américo Antonio Simões Fernandes, Mot. Serviço Público
Ana Cristina Guedes Libório, Mot. Serviço Público
Ana Paula Colaço Santos, Mot. Serviço Público
Ana Paula Oliveira Rodrigues, Controlador de Tráfego
Ângelo Anatércio Abdul Sacur, Mot. Serviço Público
Ângelo Manuel Antunes Marques, Inspector
António José Barros Madureira, Mot .Serviço Público
António Manuel Coelho Ferro, Mot. Serviço Público
António Manuel Gomes Caeiro, Mot. Serviço Público
Armando Resoluto Aldegalega, Mot. Serviço Público
Armindo Pinto Cardoso, Mot. Serviço Público
Carlos Alberto Ramos Costa, Mot. Serviço Público
Carlos Manuel Carvalho Lourenço, Mot. Serviço Público
Carlos Manuel Gonçalves Rodrigues, Mot. Serviço Público
César Augusto Ferreira Silva Salzedas, Mot. Serviço Público
Dário Filipe Gomes Ameiro Costa Silva, Controlador de Tráfego
Fabiano Campos Urzedo, Mot. Serviço Público
Fernando Jorge Ferreira Matos, Mot. Serviço Público
Francisco José Ferreira Santos, Mot. Serviço Público
Francisco José Rodrigues Machado, Controlador de Tráfego
João Carlos Casa Nova Batista, Mot. Serviço Público
João Paulo Costa Sobral, TTC - Mot. S.Público
João Paulo Santos Firmino, Mot. Serviço Público
Jorge Manuel Ramos Lopes Santos, Mot. Serviço Público
Jorge Manuel Silva Santos, Mot. Serviço Público
Jorge Miguel Azevedo Castro, Mot. Serviço Público
Jorge Miguel Ferreira Alves, Mot. Serviço Público
Jorge Miguel Tuna Martins, Mot. Serviço Público
José Fernando Duarte Gonçalves, Inspector
José Filipe Ribeiro Bravo, Mot. Serviço Público
COBRE
Luís Manuel Silva Loureiro Almeida, Mot.Serviço Público
Manuel Ribeiro Alves Geraldes, Mot. Serviço Público
Marco António Luís Mamede, Mot. Serviço Público
Marco Aurélio Dias Santos, Mot. Serviço Público
Marcos Ricardo Pedroso Barros, Mot. Serviço Público
Mário Jorge Queiroz Branco, Mot. Serviço Público
Mário Luís Ferreira Pinto Azevedo, Mot. Serviço Público
Mário Rui Nunes Silva, Mot. Serviço Público
Mário Rui Rodrigues Capitão, Mot. Serviço Público
Mauro António Jorge, Mot. Serviço Público
Miguel Alexandre Costa Lacerda, Mot. Serviço Público
Miguel Filipe Gonçalves Rosa Borda D’água, Mot. Serviço Público
Nuno Miguel Cerdeira Dias, Controlador de Tráfego
Nuno Miguel Correia Ribeiro, Mot.Serviço Público
Paulo Antonio Rosa Lampreia, Controlador de Tráfego
Paulo Jorge Guido Santos, Mot. Serviço Público
Paulo Jorge Santos Rodrigues, Mot. Serviço Público
Paulo Pereira Coelho, Mot. Serviço Público
Pedro Garcia Domingues, Mot.Serviço Público
Pedro Manuel Fernandes Macedo Dores, Mot. Serviço Público
Pedro Miguel Cardoso Silva Gueifão, Mot. Serviço Público
Pedro Miguel Pereira Gonçalves, Mot. Serviço Público
Pedro Tiago Oliveira Graça, Mot. Serviço Público
Ricardo Filipe Pires Rosa, Mot. Serviço Público
Rui Jorge Pavoeiro Valente, Mot. Serviço Público
Rui Manuel Rosa Marques Pastor, Mot. Serviço Público
Rui Pedro Barata Dias Oliveira, Mot. Serviço Público
Sandra Cristina Lopes Domingos Domingues, Mot. Serviço Público
Sérgio Miguel Ribeiro Cardoso, Controlador de Tráfego
Vítor Manuel Aires Abreu, Mot. Serviço Público
Vítor Manuel Paciência Simão, Mot. Serviço Público
17
Prémios Inovação 2010
Em 2011, foi, mais uma vez, instituído o “Prémio Inovação
CARRIS” para premiar os trabalhos que consubstanciem
contributos relevantes para o desenvolvimento, modernização
e inovação da CARRIS e suas empresas participadas. As 34
candidaturas ao Prémio, maior número de sempre, decorreram
em Maio e Junho.
O Prémio visa incentivar e premiar os colaboradores que
apresentem trabalhos com componente técnica e operacional
1.º Prémio
Carris NET BUS
Alexandra Gomes, Catarina Dias,
Joana Reis e Nelson Pereira
(GMT)
2.º Prémio
Sistema unificado
de comunicações móveis
relevante, de carácter inovador e que tenham contribuído, ou
possam contribuir, para a melhoria da qualidade de serviço,
redução de custos ou aumento de proveitos da Empresa ou
para a eficiência dos processos organizacionais.
O júri, nomeado para o efeito, analisou o mérito dos trabalhos
apresentados face ao objectivo do Prémio, tendo decidido as
seguintes atribuições que foram objecto de ratificação pelo
Conselho de Administração.
Projecto que permitiu à CARRIS marcar uma posição relevante na área dos transportes, inovando,
acrescentando-lhe valor e tornando a utilização do
TP mais atractiva sobretudo para segmentos de
clientes mais jovens.
Desenvolvimento de uma plataforma de integração
dos diversos sistemas existentes nos nossos veículos, reduzindo custos de investimento e manutenção.
Carlos Teixeira (DLT/TI)
18
3.º Prémio
Simplificação do sistema tarifário
Pedro Prego e João Miguel Alves (GPE)
O projecto coloca a necessidade de simplificar o
sistema tarifário, ao mesmo tempo que analisa as
vantagens financeiras ligadas a este processo.
4.º Prémio
Modelo de gestão por
competências e de desempenho
André Simões, Ana Catarino,
Carlos Caldas, Helder Marques,
José Ribeiro e Sandra Rocha
DPC
5.º Prémio
A gestão de ausências e abono
de tripulantes
Paulo Freire
(UCT/EP)
Criação de uma ferramenta que permite simplificar
os processos administrativos e aumentar os níveis
de informação de gestão.
Agregação da informação das aplicações GIST e
Gestão de Ausências, eliminando erros e melhorando o desempenho no interface fundamental com os
nossos tripulantes.
Foram, ainda, atribuídas Menções Honrosas aos seguintes trabalhos:
• Aplicação Ficha de Carreira – apresentado por Cristina
Miranda (UCT) e Fábio Ferrão (UCT/EA)
•Relatório de Acção Correctiva ou Preventiva – apresentado por Ana Isabel Antunes, Ana Relva Pereira (UCOP/
PO) e Luísa Duarte (UCT/EP)
•Estudo das deslocações dos clientes através de análise
de validações sequenciais – apresentado por Ana Isabel
Antunes, Ana Relva Pereira (UCOP/PO)
• Autocolante “check list” de procedimentos de fim e início
de viagens nos terminais – apresentado por Equipa das
Estações (UCT) do Projecto TeamUp, Pedro Eustáquio
(DPC) e Maria Melo (GDO)
• Projecto APOIO+ “Agir em crise” – apresentado por José
Ribeiro, Miguel Araújo e Patrícia Matos (DPC)
• Campanha Multimeios “Andamos a Pensar em Si” –
apresentado por Alexandra Gomes, Catarina Dias, Joana
Reis e Nelson Pereira (GMT)
notícias do museu
Objectiva solidária
Gonçalo Cunha e Sá criou, em 2009, o Movimento Mulheres
Portuguesas. Através da sua arte, quer chamar a atenção
para os problemas das mulheres. Problemas que afectam
toda a sociedade. Fotografou cem mulheres portuguesas de
sucesso e expôs essas imagens por todo o país. Até 15 de
Setembro estiveram no Museu da CARRIS.
O que é o Movimento Mulheres Portuguesas? Como nasceu?
O Movimento Mulheres Portuguesas é a
forma que encontrei de, através da arte,
homenagear as mulheres portuguesas
e, ao mesmo tempo, chamar a atenção
para vários problemas que, sendo das
mulheres, afectam toda a sociedade portuguesa. Problemas tais como a violência
doméstica ou o cancro da mama.
Como escolheu as mulheres que fotografou?
O livro Mulheres Portuguesas é composto
por cem fotografias, das quais selecciono
algumas para cada exposição. Fiz muita
pesquisa nas várias áreas profissionais
e descobri as mulheres que mais se
destacaram em cada uma. Temos representadas actrizes, bailarinas, pintoras ou
militares entre muitas outras.
Como é a relação entre fotógrafo e fotografada?
Dou aulas de fotografia e o que ensino
aos meus alunos é que, para fotografar
alguém, é primeiro necessário que se
crie uma relação. Tem de haver empatia
de lado a lado. Para pessoas que não estão habituadas a ser fotografadas, como
era o caso de algumas das retratadas, a
câmara pode ser um objecto estranho,
intromissivo. É preciso gastar tempo, até
que as pessoas se sintam à vontade para
que as suas expressões sejam sinceras.
Que reacções têm tido às fotografias?
A reacção das fotografadas foi excelente!
O primeiro sucesso de um retrato é a pessoa retratada gostar dele e, as mulheres
que fotografei gostaram muito do resultado final. A Olga Roriz disse-me que esta
foi a melhor fotografia que já lhe tiraram.
Que causas apoia o Movimento?
O Movimento, que ainda este ano passará a ser uma associação sem fins
lucrativos, apoia várias causas sociais.
Nomeadamente, a Associação Mulheres contra a Violência. As responsáveis
pela associação dizem-me que, graças
ao sucesso da exposição, várias mulheres têm pedido mais ajuda, procurando
mudar de vida.
Como surgiu a sua parceria com a
CARRIS?
Fui convidado para o workshop Liderança no Feminino em Miraflores e, a
partir daí, fui falando com os responsáveis da CARRIS, que me convidaram
para expor no Museu da CARRIS. Agradeço a oportunidade.
O que o inspirou a seguir esta carreira?
A paixão pela fotografia nasceu comigo.
O meu bisavô tirava fotografias como
passatempo e eu herdei as suas máquinas. Aos 8 anos, ofereceram-me a
minha primeira máquina e nunca mais
parei de tirar fotografias.
Sabia que?
Sabia que, durante mais de 100
anos, todas as peças em metal,
para os carros eléctricos, autocarros, serviço de incêndio
e manutenção das Estações,
eram feitas nas Oficinas da
CARRIS? As primeiras peças a
serem fundidas na Oficina de
Fundição foram os calços de
travões dos eléctricos.
Quando era necessário, as oficinas encomendavam as peças
que necessitavam. Seguidamente, o desenho do molde era
feito na Sala de Desenho e posteriormente em madeira pelos
carpinteiros de moldes. Depois,
o metal, que podia ser bronze,
ferro fundido ou alumínio, era
fundido e vazado num molde de
areia, feito a partir dos moldes
de madeira.
São essas peças de madeira, algumas autênticas obras de arte,
e que foram utilizadas até aos
finais do século passado, que
irão ser expostas brevemente
no Museu. Para que a memória
não se perca!
19
cooperação
Protocolo carris - deco
20
A CARRIS, atenta aos problemas dos
seus colaboradores, assinou, a 15
de Julho, um protocolo com a DECO,
como forma de combater a iliteracia
financeira e o sobre-endividamento.
Numa primeira fase, os colaboradores
CARRIS que necessitem de apoio
devem contactar a equipa “Apoio +”
na DPC que, após triagem e esclarecimento, encaminharão o caso para a
DECO, sob o necessário sigilo.
A necessidade de procurar apoio especializado foi detectada a partir de uma
análise da equipa “Apoio +”, em que se
constatou o aumento significativo do
número de colaboradores com parte
do salário penhorado judicialmente,
bem como o aumento do número de
penhoras a executar ao mesmo colaborador. Foi também verificado que o
valor das penhoras no 1.º trimestre de
2011 atingiu já 50 por cento do valor
total verificado no ano de 2010.
Tendo em conta factores adversos
como o agravamento da crise económica, o aumento de taxas de juro e,
principalmente, a reduzida educação
e cultura comportamental face ao endividamento, teme-se que este ano o
número de penhoras a executar possa
atingir máximos históricos.
Face às evidências expostas e às previsões pouco optimistas, o protocolo
CARRIS/ DECO apresenta-se como
uma resposta inovadora que permite
aos colaboradores da CARRIS recorrer
ao know how de peritos de referência na matéria, através dos serviços
especializados da DECO, oferecendolhes a oportunidade de aprender algo
mais sobre esta temática. O “Apoio
+”, em parceria com a DECO, também
irá divulgar material informativo e
promover sessões de esclarecimento
para combater a iliteracia financeira,
bem como possibilitar a oportunidade
de partilha de uma metodologia e conhecimento do problema.
O protocolo foi assinado na Estação
de Miraflores por Vasco Colaço e
Jorge Morgado, respectivamente
Presidente da Direcção e SecretárioGeral da DECO e pela Administração
da CARRIS.
Esta iniciativa da CARRIS é mais
um passo rumo à Certificação em
Responsabilidade Social e será mais
um processo para que, todos juntos,
aprendamos a melhor gerir sustentadamente os nossos recursos.
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Descontos em vigor em Setembro de
2011.
WORKSHOP
22
“Transportes urbanos vs riscos psicossociais”
CARRIS no topo do debate científico
O Auditório da CARRIS, em Miraflores,
foi palco, no passado mês Julho, de
um workshop subordinado à temática “Transportes Urbanos vs Riscos
Psicossociais”.
Nesta sessão, debateu-se um tema
inovador e actual que tem vindo a
ser acompanhado com atenção pelo
núcleo de trabalho das equipas de
“Higiene e Segurança no Trabalho”
e “Apoio +”, assim como do Gabinete
de Auditoria, Qualidade e Segurança.
O estudo sobre os riscos psicossociais, para além de constituir a vanguarda internacional da investigação
científica, dentro da temática da
Saúde e Segurança no Trabalho, tem
um interesse real para a CARRIS.
Com efeito, numa visão estratégica e
proactiva, a nossa Empresa acompanha o agravamento e a complexidade
do contexto socioeconómico e a sua
fase visível – os comportamentos
anti-sociais.
De acordo com a Agência Europeia
para a Segurança e a Saúde no Trabalho, que participou activamente
neste workshop, dois dos riscos psi-
cossociais emergentes nas sociedades actuais e com potencial impacto
nos nossos colaboradores são:
Violência no trabalho – Qualquer
incidente em que as pessoas são
abusadas, ameaçadas ou agredidas
no trabalho; em que a sua segurança,
saúde, bem-estar, ou desempenho
profissional são ameaçados.
Stress ocupacional – Experienciado
quando as exigências do envolvimento
do trabalho excedem a capacidade que
o trabalhador tem para lidar com elas.
Pode levar a doenças psicológicas e
físicas. O objectivo deste workshop
foi o de criar instrumentos de trabalho que contribuam, inequivocamente, para a melhoria do serviço
de excelência oferecido aos nossos
clientes.
Por outro lado, foi reiterada a aposta
feita na Certificação no âmbito da
Segurança e Saúde no Trabalho, e no
reforço das capacidades da organização
CARRIS no processo que está a decorrer
referente à sua Certificação em Responsabilidade Social.
Oradores e apresentações: Manuel
Maduro Roxo, Subinspector-Geral da
Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) – “A Visão da ACT”; Manuela
Calado Correia, Coordenadora Nacional
da Agência Europeia para a Segurança
e a Saúde no Trabalho – “Segurança e
Saúde nos Transportes no Século XXI”;
Carlos Céu e Silva, fundador e presidente
da Associação pela Prevenção e Apoio à
Saúde Mental (Olhar) – “Erro Humano na
Condução”; Comissário de Polícia Paulo
Costa, adjunto do comandante da Divisão
de Investigação Criminal do COMETLIS
da PSP – “Segurança em Transportes
Públicos: A Actuação da PSP na Área Metropolitana de Lisboa”; Helena Sampaio,
assessora técnica da Direcção nas Áreas
de Psicologia, Gestão da Formação e
Qualidade da Associação Portuguesa de
Apoio à Vítima (APAV) – “Protocolo APAV/
Carris: Colaboração no Apoio às Situações de Crise”; Vítor Gonçalves e Pedro
Ramos, respectivamente directores do
Gabinete de Qualidade e Segurança e
da Direcção de Gestão de Pessoas e de
Capital Humano da CARRIS – “Transportes Urbanos vs Riscos Psicossociais: O
caso CARRIS”.
portefólio
Carristur
com novidades
de Verão
A Carristur aumentou a sua oferta de
serviços aos turistas que nos visitam
no Verão.
O “Fátima Tour” é um circuito turístico
em autocarro, com a duração de cerca de
cinco horas, a um dos mais importantes
centros da fé católica e de peregrinação mundial – Fátima. Durante toda
a viagem, uma guia-intérprete oficial
acompanha os turistas, relatando, em
várias línguas, factos históricos, culturais e curiosidades. Em Fátima, os
turistas têm disponível tempo livre que
lhes permite assistir a uma celebração,
visitar o coração do Santuário, a sua
Basílica, a Capelinha das Aparições, ou,
ainda, comprar algumas lembranças.
Crianças, seniores e portadores do
“Lisboa Card” beneficiam de descontos.
O novo combinado “Lisbon Breeze”
apresenta-se como a proposta mais
refrescante da Carristur para este Verão. Resultante de uma parceria com
os Cruzeiros do Tejo (Grupo Transtejo),
o “Lisbon Breeze” junta o já conhecido
“Tagus Tour” (circuito de 1h40 em autocarro panorâmico que percorre os
principais pontos turísticos do centro
da cidade e zona histórica de Belém)
ao cruzeiro “Lisboa Vista do Rio” pelas
águas tranquilas do Tejo. O passeio de
barco tem como ponto de partida o Terreiro do Paço e inclui acompanhamento
por assistentes de bordo, tradução
em várias línguas e serviço de bar. A
sua duração é de 2h30. Este produto
combinado promete a experiência única de dar a conhecer Lisboa de duas
perspectivas distintas mas igualmente
espectaculares.
Para mais informações, visite:
www.yellowbustours.com
Quem disse que há hábitos que nunca mudam?...
entregar caixas de pizzas com oito fatias
cobertas de deliciosas vantagens Mob
Carsharing. O Mob Carsgaring marcou
também a sua presença na Feira de Mobilidade Sustentável – Lisbon Mobi Smart
Experience e no Workshop Serviços Inovadores e Integradores para a Mobilidade
Urbana, despertando a curiosidade de
Empresas e Particulares!
E… agora? Ainda continua a achar que há
hábitos que não mudam?
Para bons hábitos, mudamos sempre!
Curiosidades
Agora, deixar o telemóvel em casa é um
“bicho-de-sete-cabeças”. Mas há uns
anos nem sabia do que estávamos a
falar… Quando teve o seu primeiro computador, que funcionava com cassetes,
nunca imaginaria que hoje passaria horas
a navegar na internet.
Se acha que certas deslocações exigem
que tenha um carro particular, desengane-se…
Nos últimos anos, os nossos hábitos têm
mudado radicalmente e o Mob Carsharing
já lançou o desafio “Para Bons Hábitos,
Mudamos Sempre!” Bateu à porta de 180
Empresas no Parque das Nações, Torres
de Lisboa, Saldanha e Entrecampos para
• Foi o 1.º serviço de carsharing em Portugal.
• Já existe há dois anos e meio.
•Estabeleceu até ao momento 20 protocolos com empresas, associações e
faculdades.
• Tem já 220 clientes, dos quais 100 particulares e 120 empresas!
23
Visto de fora
por Nilton
24
Sou fã especial do eléctrico!
Tem memórias de infância relacionadas com a CARRIS?
As que tenho mais presentes são das
cores. Lembro-me de vir a caminho de
Lisboa e pensar em amarelo.
Usa o transporte público?
O que uso mais é o Metro para evitar
perder tempo a estacionar, mas sou
especial fã do eléctrico.
Qual é a opinião que tem da CARRIS?
Sempre que precisei de autocarro a
rede funcionou e vejo eléctricos carregados de estrangeiros. Enquanto
morador em Lisboa fico feliz.
Nota evolução na empresa de uns anos
para cá?
Noto evolução sobretudo nos eléctricos
que vejo em Belém. Modernos, grandes
e rápidos. Gosto também de ver a preocupação com o ambiente no que toca
ao combustível nos autocarros.
O que seria de Lisboa sem o amarelo
da CARRIS?
Triste.
Gostaria de fazer um espetáculo de
stand-up comedy a bordo de um autocarro ou eléctrico?
Era capaz de ser uma coisa engraçada
mas que teria de ser feita com um
condutor sem sentido de humor (juro
que não queria rimar), mas convinha
para ele não se distrair.
Os motoristas que encontra no dia-a-dia têm sentido de humor?
Não poderão fazer aquele trabalho
sem o ter.
Principalmente quando não conseguem
passar por causa das pessoas que estacionam em segunda fila, sem se lembrarem que a qualquer momento passa
um autocarro ou um eléctrico. A minha
convicção é a de que a CARRIS deveria ter
um reboque amarelo também.
o outro lado de...
João Sousa
João Sousa é motorista
da CARRIS há cinco anos.
Escolheu a nossa Empresa
pela estabilidade profissional
oferecida e, claro está, porque
gosta muito de conduzir.
Foi uma escolha em cheio.
Entretanto, ainda descobriu
forma de cantar – a sua
outra grande paixão.
25
Musicalmente em roda viva
“A CARRIS – sublinha João – é sem
dúvida uma das melhores empresas de
transporte público. Veja-se nos últimos
anos a preocupação na renovação da frota
para melhor servir tanto o cliente como o
motorista, pois tendo melhores autocarros
há mais motivação e orgulho no serviço
que se presta”.
Desde sempre, João esteve ligado à arte.
Frequentou a Escola Superior de Teatro e
Cinema, onde teve aulas de voz que o ajudaram a enriquecer a sua forma de cantar.
Assim que se juntou à CARRIS e teve
conhecimento de que havia um coro, não
descansou enquanto não se juntou a ele.
Cerca de um ano e meio depois de ingressar no nosso Coro, o maestro Manuel
Marcelino criou a Orquestra Ligeira da
CARRIS. João, nessa altura, não pôde
comparecer aos castings… A oportunidade veio a surgir meses depois,
quando, nervoso, cantou Killing me
softly e foi escolhido para ser cantor
“suplente” – ou seja, em cada concerto
cantava uma música e acompanhava
as restantes com acessórios de percussão. Entretanto, para aperfeiçoar
a sua técnica, entra para a Escola de
Música deixando para trás o seu lugar
no Coro. Pouco depois, o maestro Carlos Ribeiro convida-o a entrar para a
Banda da CARRIS e aí ficou até hoje,
como percussionista.
Graças ao seu talento e – confessa
– a alguma sorte, tornou-se no cantor
“principal” da Orquestra, acumulando
esta função com a de músico da Banda.
Diz-se plenamente realizado enquanto
músico e cantor, agradecendo a oportunidade à CARRIS.
Nos tempos livres gosta de meditar,
ler, passear, fazer BTT e viajar. Mas, o
que mais o preenche é o canto. Foi nos
escuteiros, dos quais faz parte desde
1992, que aprendeu os primeiros acordes de guitarra e a soltar a voz.
Sonha estar um dia no palco do Coliseu
de Lisboa a cantar para uma plateia
repleta, obviamente acompanhado da
“sua” Orquestra Ligeira da CARRIS!
Quem sabe…
Mãos à obra
COLUNA DO PROVEDOR
Ao Provedor do Cliente chegam também testemunhos
calorosos e simpáticos, felicitando a CARRIS e os seus
colaboradores pela qualidade do serviço prestado, profissionalismo, boa educação, cordialidade e simpatia e
pela prestabilidade em relação às pessoas com maiores
dificuldades de mobilidade.
De Julho de 2010 a Junho de 2011, foram recebidos 70
elogios ao desempenho dos nossos colaboradores e 12
elogios à qualidade do serviço prestado pela CARRIS.
Destacamos alguns elogios aos tripulantes:
Estação da
Musgueira
Intervenção estruturante
“Estava um cego na paragem da antiga FIL, à espera de
passar para o outro lado da via. Ninguém se encontrava
na paragem nem nas proximidades. O motorista apercebendo-se da situação, saiu do autocarro e ajudou o senhor
a atravessar a via.”
26
“Viajava connosco uma senhora de muito avançada idade
e com algumas dificuldades de locomoção que, numa das
paragens intermédias, quando o autocarro parou, se quedou perante a porta aberta, com um ar aflito e indeciso de
quem não sabia o que fazer. O vosso colaborador imobilizou
o veículo e com uma correcção e educação inexcedíveis,
dirigiu-se à senhora, amparou-a na descida, conduziu-a
ao passeio da rua e, pelos gestos a que assisti, ainda a
deve ter orientado quanto ao destino que ela pretendia.”
“Exemplo singular de sucesso: no eléctrico 28, os condutores estarem particularmente atentos aos passageiros
ilegais, isto é, àqueles que ou não possuem ou não validam título de transporte, ou entram pela porta de trás,
chamando-os imediatamente à atenção e não avançando
com o eléctrico enquanto o passageiro em situação ilegal
não legalizar a sua situação, comprando um título de
transporte, ou saindo do eléctrico.”
“Eu, como agente de autoridade, desloquei-me junto do
acidente onde já se encontrava o vosso motorista. Este
identificou-se como técnico de emergência médica e
prosseguiu a sua intervenção junto do jovem motociclista
que se encontrava em estado grave, já com a ambulância
do INEM no local. Foi muito prestigiante para a vossa
empresa, para quem assistiu, um homem com a farda da
CARRIS, a aplicar as técnicas de socorro em conjunto com
a equipa do INEM.”
“Sou testemunha da enorme qualidade da CARRIS como
empresa promotora de uma melhor cidadania na cidade
de Lisboa. Destaco a forma como a empresa se comporta
nas ruas da cidade e a maneira cândida e pacata como
lida com peões e ciclistas, que circulam pelas ruas da
cidade. Alguém que respeita, não pressiona, não grita, age
defensivamente, sinaliza a sua presença com distância.”
Os elogios são um estímulo para fazer melhor.
O Eixo Viário Central é uma via estruturante no Plano de Urbanização do Alto do Lumiar que virá a ter
grandes implicações na redefinição da circulação
viária nesta área de Lisboa. A construção desta
nova via, que interfere a poente com a Estação da
Musgueira, envolveu uma permuta de áreas e consequentes obras, de maneira a manter a mesma
capacidade de parqueamento de viaturas.
Em resultado do acordo, celebrado com a Câmara
Municipal de Lisboa, a CARRIS cedeu duas parcelas
de terreno a poente da Estação. As obras iniciaramse no final do ano passado, começando pela remoção
de terras na área de expansão a sul, seguido dos
trabalhos de pavimentação e outros complementares, tendo esta nova área de parqueamento entrado
em serviço no princípio do mês de Abril.
Prosseguiram, entretanto, os trabalhos de construção dos novos muros em betão armado que
delimitam, a poente, a Estação e confinam com a
nova avenida. Estes trabalhos têm-se desenvolvido
a bom ritmo, sendo previsível a sua conclusão no
próximo mês de Outubro.
Todos os trabalhos decorrem sob responsabilidade
da C.M.L., por intermédio da SGAL – Sociedade
Gestora do Alto do Lumiar, não resultando para a
CARRIS qualquer encargo.
NÓS POR CÁ
27
De portas abertas
No decurso dos trabalhos da equipa do projecto TEAM-UP, que
integrou gestores de tráfego da CCT (Central de Comando de Tráfego)
e tripulantes das várias Estações, foi considerada importante a visita
de motoristas e guarda-freios à Central.
Desta forma, pretende-se fomentar o
melhor entendimento por parte dos
tripulantes relativamente ao trabalho
realizado pelo gestor de tráfego e pela
CCT em geral, tomando consciência
da necessidade de estabelecer prioridades no tratamento das diferentes
operações. E, simultaneamente, sensibilizar os tripulantes para a necessidade de uma visão integrada que vai
para além da sua situação individual e
do serviço da sua viatura. É necessário
um entendimento comum que coloque
a segurança e o conforto em primeiro
lugar, mas sem descurar a regularidade das carreiras e o cumprimento
dos horários de partida e de passagem.
Em Julho passado, deu-se início a este
processo de visitas. De forma regular,
em grupos de cinco elementos, tripulantes de todas as Estações tomam
contacto directo com a actividade da
CCT e, em particular, com a gestão
das carreiras.
Pretende-se que esta acção possa atingir
todo o universo de motoristas e guardafreios. Até à data, já participaram nesta
acção três dezenas de Tripulantes.
Após um momento de boas-vindas, pelo
responsável da Central, António Araújo,
cada tripulante acompanha, durante
cerca de hora e meia, o trabalho de um
gestor de Tráfego, procurando-se que
cada tripulante acompanhe a gestão
da carreira ou das carreiras em que
normalmente trabalha. No caso de ser
supra, acompanha o posto de gestão
com maior número de carreiras da
sua Estação.
Este é um projecto de grande utilidade,
também, para os Gestores de Tráfego
da CCT. Durante a visita, explicam a
razão de ser das medidas que são tomadas, a gestão das emergências e dos
atrasos, a gestão de acidentes e interrupções, a comunicação entre a Central
e os Tripulantes, recebendo também
sugestões sobre possíveis melhorias no
tratamento de determinadas situações.
Vários tripulantes referem que a visita
deveria demorar mais tempo, para terem contacto com situações mais diversificadas, ao mesmo tempo que sugerem
que as visitas se façam durante as horas
de ponta, períodos em que a actividade
dos gestores da Central é maior.
Na avaliação realizada no final da acção,
a maioria dos tripulantes mostrou-se
agradavelmente surpreendida, considerando a visita de grande utilidade,
passando a conhecer muito melhor o
funcionamento da Central.
NOTÍCIAS
DA BANDA
Dentro de portas
Ninguém pára a Orquestra da Banda!...
28
A Orquestra da Banda da CARRIS continua a apostar em iniciativas inovadoras que transportem a música para
junto dos colaboradores da CARRIS,
promovendo a interacção entre estes
e a Banda.
No dia 27 de Julho realizou-se mais
um “Non Stop in Concert”, desta vez
tendo por cenário o Jardim da Estação
de Miraflores. Do programa constaram temas como “Stand by me”,
“Every Breath You Take”, “Oh! Carol”
e “Não há estrelas no céu”. A fechar,
com chave de ouro, tivemos a música
“Ninguém é de ninguém”. A ideia foi,
novamente, muito bem recebida pelos
colaboradores da Empresa que marcaram presença no concerto, para ouvir
os 45 minutos de música sem parar.
Assinale-se que esta iniciativa, apoiada pelo Conselho de Administração
da CARRIS, tem como objectivo ser
alargada às restantes Estações. Nesse
sentido, estão em a ser promovidos
contactos junto aos Directores de Estação para agendamento dos próximos
concertos.
Brevemente teremos novidades…
NOTÍCIAS
ARECA
NOTÍCIAS
DO GRUPO DESPORTIVO
Mais próximo do associado
O Grupo Desportivo deseja incrementar a comunicação com os seus
associados, em particular, e com a
Empresa, em geral.
Assim, para qualquer assunto relacionado com a actividade do nosso Grupo
Desportivo, passa a estar disponível
o endereço de correio electrónico
grupo.desportivo@carris.pt. Contac-
te-nos. Brevemente, daremos mais
notícias e novidades, pois estamos a
trabalhar para a promoção da actividade física.
Em 2014, o Grupo Desportivo comemorará o seu centenário. Faça parte desta
equipa. Inscreva-se como Sócio.
Proteja a sua saúde.
Pratique desporto.
Sabe quem
é o nosso sócio n.º 1?...
Como reconhecimento do apoio
que o Presidente do Conselho de
Administração da CARRIS, José
Manuel Silva Rodrigues, tem
dado à ARECA, a Direcção da associação entendeu distingui-lo
como sócio honorário n.º 1. Esta
distinção foi entregue no âmbito
da reunião de balanço de actividade da ARECA, no complexo de
Miraflores, e muito sensibilizou
o Presidente.
CURTAS
Bem-vindo!
José Manuel Consiglieri Pedroso,
Presidente da CARRIS entre 1984 e
1988, visitou as instalações da Empresa, no passado dia 23 de Agosto,
a convite da actual Administração.
A visita começou na Estação de Miraflores, onde Consiglieri Pedroso,
acompanhado pelo Presidente da
CARRIS, José Manuel Silva Rodrigues, conheceu a Central de Comando
de Tráfego, testemunhando a forma
Estamos
de Parabéns!
como é, actualmente, gerida a circulação dos veículos pela cidade de
Lisboa.
Para finalizar a visita, o antigo Presidente visitou o Museu da Empresa,
dando um mergulho numa história
na qual participou de forma activa.
Consiglieri Pedroso nasceu em 1926,
tendo assumido em 1977, função
como Membro da Comissão Administrativa até 1984.
Novo passe
“Social +”
Festivalando
A CARRIS continua a apostar nos
clientes mais jovens, tornando-se
a transportadora oficial do Festival
Panda, um dos maiores eventos
infantis do país nos últimos anos.
Procuramos desta forma promover
uma mobilidade mais sustentável
junto dos fãs do Panda e evitar a
utilização do automóvel, contribuindo para a qualidade ambiental da
nossa cidade.
Nos dias 1, 2 e 3 de Julho, a CARRIS
ofereceu transporte gratuito para
o Estádio do Restelo a todas as
crianças até aos doze anos, quando
acompanhadas por um adulto portador de bilhete do Festival e com
título de transporte válido na rede
da CARRIS.
A equipa “Gestão sobre CARRIS”
qualificou-se para a próxima fase do
Global Management Challenge, uma
competição internacional que simula
técnicas de estratégia e gestão. Terminou, no passado dia 15 de Junho, a
primeira volta da competição que contou com a participação de cerca de 640
equipas divididas por vários grupos.
Apenas as equipas consagradas em
primeiro lugar em cada grupo passaram à segunda volta que se realiza em
Setembro e Outubro.
Para além disso apoiou vários festivais de Verão através da criação
de serviços especiais e através do
aluguer de vários serviços.
Por decisão dos Ministérios das Finanças e da Economia e do Emprego,
foi criado o passe “Social +”, uma
tarifa para o uso do transporte público, destinada a agregados familiares
com rendimentos reduzidos. Este
novo preçário, em vigor desde 1 de
Setembro, permite que as famílias
abrangidas façam um menor esforço financeiro no uso do transporte
público. De modo a ajudar os seus
clientes na obtenção do novo passe,
a CARRIS disponibilizou os Postos de
Personalização, existentes nas duas
Lojas mob (Arco Cego e S. Amaro),
para este efeito.
29
em forma
30
Vacine-se
Desde 1999 que a CARRIS desenvolve campanhas anuais de vacinação
anti-gripe destinadas aos seus colaboradores. O vírus da gripe, designado
influenza, é transmitido através da
saliva, por inalação de gotículas ou,
simplesmente, pelo contacto com
superfícies contaminadas.
Desta forma, a vacinação contra a gripe de carácter sazonal, é indicada para
todos mas, com especial relevância,
para os colaboradores que exercem
funções que envolvam contacto directo
com o público onde se enquadra a grande maioria dos profissionais da CARRIS.
De igual modo, a vacinação é fortemente indicada nos casos de pessoas que
sofrem de doenças crónicas como:
diabéticos, cardíacos, doentes pulmonares e renais, fumadores, entre
outros. Para além da vacinação, a prevenção da gripe deve ser feita através
de medidas de higiene e limpeza, como
seja a lavagem frequente das mãos,
bem como pelo arejamento dos locais
de trabalho.
Embora este mês de Setembro ainda
seja um mês de Verão, calor e, para
alguns, para pensar em praia e férias,
o Inverno não tardará e, com este, virá
a Gripe! Por isso, embora a campanha
de vacinação tenha sido amplamente
divulgada na empresa e “oficialmente”
terminado no passado 15 de Setembro,
os colaboradores da CARRIS poderão
ainda inscrever-se até ao final do mês
nos nossos postos médicos.
Verá que não custa nada! Dói menos
que uma picada de abelha !
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