ERRATA
BANCO DO BRASIL
CARGO: ESCRITURÁRIO
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSOR: FERNANDO MOURA
Por motivos de erro gráfico, na apostila do Banco do Brasil,
edital 2012, matéria Língua Portuguesa, houve problemas quanto
à impressão de algumas frases, dificultanto, assim, o entendimento
da leitura.
Os problemas constam nas páginas 26 - 32; 38 - 40; 49 - 51 e 84
predicado
sujeito
Sujeito Simples
Ex.:
PÁGINA 26
É incorreto pensar que sempre antes de verbo no
infinitivo usamos o pronome eu, apesar da presença de
preposição. Cuidado com o sujeito oracional.
Ex.: Este trabalho é fácil para eu desenvolver .

Muitos problemas surgiram naquele momento.


núcleo do sujeito
Sujeito Composto
É aquele formado por dois ou mais núcleos.
Ex.: Chapéus coloridos e guarda - chuvas velhos chamavam a ate



Sujeito
Sujeito
 
É aquele formado por apenas um núcleo.
Seguem as páginas com as frases reescritas.

Ex.: Os valentes jagunços encontraram a pedra .



núcleo
núcleo
Sujeitos
coloridos
- chuvas velhos chamavam a atenção de todos.
É fácil para mim desenvolver
este
Chapéus

 . e guarda




trabalho



núcleo
Sujeito
Oracional
núcleo
Os pronomes mo, to, lho, no-lo, vo-lo funcionam
como objeto indireto e direto, respectivamente, acoplados, unidos.
Ex.: Ele disse a verdade a mim. (me + a) – Ele ma disse.
Ele informou o problema a você. (lhe + o) – Ele
lho informou.
Ela mostrou o quadro a nós. (nos + o) – Ela no-lo
mostrou.
Ela indicou as placas a vós. (vos + as) – Ela vo-las
indicou.
Ele relatou
fato a
ti . (te + o) Ele to relatou.
 o

v.t.d.i.
-o
- te
PÁGINA 27
PREDICADO
É a parte da oração por meio da qual afirmamos ou negamos algo a respeito do sujeito. O predicado sempre contém um verbo.
Sujeito Indeterminado
Quando não podemos ou não queremos dizer quem é o sujeito. Este não aparece anteposto ou posposto no contexto oracional.
Casos em que podemos verificar a indeterminação do
sujeito:
Quando o verbo, sem se referir a nenhum elemento do
contexto da frase, apresentar-se na 3ª pessoa do plural.
Ex.: Falaram
 sobre a única matéria jornalística publicada.
3ª p. plural
Quando o verbo, sem se referir a nenhum elemento do
contexto da frase, apresentar-se na 3ª pessoa do singular +
SE. Cuidado para não confundir PARTÍCULA APASSIVADORA (com sujeito determinado) e ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO (com sujeito indeterminado).
Acreditou - se em teorias obsoletas.
Ex.: 
3ª p. sing.
(V.T.I. + SE – índice de indeterminação do sujeito)
1
PÁGINAS 28 - 29
Verbo Transobjetivo
É aquele que apresenta um objeto e um predicativo desse objeto.
Verbo Intransitivo
Ex.: Nossos pais consideram sua
.
atitude

 corajosa

É aquele que, por ter predicação completa, não exige
nenhum termo que lhe complete o sentido. Isso significa que
o verbo intransitivo não exige complemento verbal (objeto).
obj. dir.
O fraco rei faz fraca
 a forte gente.



v. intr.


Verbo CHAMAR = cognominar, caracterizar, denominar,
apelidar). É transitivo direto ou indireto indiferentemente e o
predicativo pode vir ou não regido pela preposição DE.
suj.
Verbo Transitivo Direto
É o verbo que exige, para completar-lhe o sentido, um
termo não iniciado por preposição – o objeto direto.
Ex.:
mar.
Ex.: Alguns turistas fotografavam o
v.t.d
Chamei-o perverso.
Chamei-o de perverso.
Chamei-lhe perverso.
Chamei-lhe de perverso.
Objeto Direto
obj. dir.
É o complemento verbal não iniciado por preposição.
Verbo Transitivo Indireto
É o verbo que exige um complemento (objeto) iniciado
por preposição – o objeto indireto.
Ex.: O motorista desconfiou
nossa
conversa

 de


.
v.t.i
obj. ind.
livro
Ex.: Poucas pessoas já leram
 esse


.
v.t.d
Ex.: Todos aplaudiram o jogador . (voz ativa)

 


v.t.d.
É todo verbo que exige dois complementos: um deles
sem preposição (objeto direto) e o outro com proposição
(objeto indireto).
O jogador foi aplaudido por todos. (voz passiva)



suj.
obj. ind.
obj. dir.
A escola fornece
interessados
 todas as informações aos


.



obj. dir.
obj. ind.
Verbo de Ligação
É todo verbo que estabelece um vínculo, uma ligação
entre o sujeito e uma qualidade atribuída a esse sujeito. A
qualidade (ou característica, ou modo de ser ) atribuída ao
sujeito denomina-se predicativo do sujeito.
Ex.: Algumas crianças estavam
tristes .

  
v. lig.
suj.
DICA
O verbo “haver”, com o sentido de “existir”, “ocorrer”, embora seja transitivo direto, não admite transposição para a voz
passiva, uma vez que corresponde a verbo impessoal:
Havia pessoas (o.d) no local. (impossível transpor para a voz passiva)
O objeto direto pode, sempre, ser substituído lexicalmente
por um dos seguintes pronomes oblíquos: O, A, OS, AS.
Ex.: Alguns moradores conheciam
velhinho

 o

.
v.t.d.
2
v. lig.
obj.dir.
Substituindo o objeto direto pelo pronome oblíquo
equivalente, temos:
predicat.
Ex.: Alguns moradores o conheciam

.
A
torcida
 extremamente irritada


 ficou
 .
suj.
obj.dir.
Observe que o objeto direto da voz ativa torna-se o sujeito da voz passiva.
Ex.: Todos pediram ajuda ao fiscal
.
 
v.t.d.i
obj. dir.
O objeto direto caracteriza-se pelo seguinte: em tese,
toda frase que apresenta objeto direto pode ser transposta
para a voz passiva.
Verbo Transitivo Direto e Indireto
v.t.d.i
obj. dir.
DICA
Assobiava


 , lá fora, um vento gelado .


pred. obj.
Ex.: As nossas encomendas chegaram .
v. int.
pred. obj.
obj. dir.
predicat.
E
s ta tu d o
d a
EC T
v.t.d.
Objeto Indireto
IMPORTANTE
Há casos em que o objeto direto pode apresentar, antes de si,
uma preposição; no entanto, não é exigida pelo verbo e pode até
ser eliminada da frase.
É o complemento verbal que, obrigatoriamente, vem
iniciado por uma preposição (de, com, em, para, etc.).
Ex.: A notícia surpreendeu a todos.




suj.
v.t.d.
Ex.: Muitos já desconfiaram
você
 de

.
obj. dir.
preposicionado
v.t.i.
obj. ind.
O poeta dedicou
livro aos jovens .
 o


obj. dir.
v.t.d.i.
obj. ind.
Pronomes Oblíquos Como Objeto
O, A, OS, AS
sempre objeto direto
Todos o c
riticaram

.
obj. dir.
LHE, LHES
Eu já 
lhe entreguei o
livro .



sempre objeto indireto
obj. ind.
a classificação de cada um
desses pronomes como
objeto direto ou objeto
indireto depende do verbo
que o pronome estiver
complementando. Se o
verbo for transitivo direto, o
pronome será objeto direto.
Se o verbo for transitivo
indireto, o pronome será
objeto indireto
ME, NOS, TE, VOS, SE

obj. dir
v.t.i
Eu te
 obedeço .



obj. ind.
v.t.i
Eu te
nviarei
material
 e
 o


.
obj. ind. v.t.d.i
obj. dir.
PÁGINA 31
Adjunto Adverbial
Objeto pleonástico
É aquele que vem deslocado no contexto oracional e
reforçado por um pronome pessoal oblíquo. Essa repetição
recebe o nome de pleonasmo.
Termo que se relaciona ao verbo para acrescentar uma
circunstância qualquer (tempo, modo, negação, causa, lugar,
dúvida, etc.).
Talvez ele não vá à cidade hoje
As folhinhas
lgum boticário da região .
Ex.: 
 a
 , inventou- as


obj. dir.
pleonástico
suj.
Adj. Adv.de Lugar
Adj. Adv.de Dúvida
obj. ind. pleonástico
obj. ind.
.
Adj. Adv.de tempo
Adj. Adv.de Negação
Aos regulamentos , sempre obedeci- lhes
.

Predicativo do Sujeito
Quando a característica é atribuída ao sujeito da oração.
Agente da Passiva
Ex.: Os jogadores estavam
nervosos

.


  
É o elemento que pratica a ação verbal nas frases que
estão na voz passiva (isto é quando o sujeito recebe a ação
verbal).
predicat. do suj.
Os
brasileiros assistiram
cena n
ervosos



 à


.
suj.


suj. paciente
v. lig
suj.
Ex.: Muitas
árvares


 foram destruídas pelo vento .
v.t.i.
obj. ind. predic. do suj.
Predicativo do objeto
ag. da passiva
Quando a característica é atribuída ao objeto da oração.
Ele
 será elogiado por nós ?
suj. paciente
obj. dir.
v.t.d.i
Eu te
 conheço.
PÁGINA 30
obj. dir
v.t.d
Ex.: Ninguém considerou certa sua atitude certa sua atitude .
  
 




 
predicat.

ag. da passiva
suj.
E
s ta tu d o
d a
EC T
v.t.d.
obj. dir.
predicat. obj. dir.
3
PÁGINAS 31 E 32
3. Termo preposicionado subordinado ao substantivo
abstrato cognato de verbo poderá ser complemento
nominal (se se estabelecer relação completiva, ou
seja, se na reescritura caracterizar-se o complemento
do verbo) ou adjunto adnominal (se se estabelecer
relação subjetiva, ou seja, se na reescritura caracterizar-se o sujeito).
COMPLEMENTO NOMINAL
É o termo que relaciona a nomes de sentido incompleto
a fim de completá-los. O complemento nominal se assemelha
ao objeto indireto, mas a diferença fundamental entre eles é
que o objeto indireto inicia-se por um preposição e completa
o sentido de verbos, enquanto que o complemento nominal
inicia-se por preposição e completa o sentido de nomes.
Ex.: O ataque aos iraquianos provocou revoltas.



Complemento Nominal
Note que há a ideia de “atacar os iraquianos”. Em vez
de completar o verbo, o termo preposicionado completa
o nome e é, portanto, complemento nominal.
O complemento nominal tem como principais características:
começa sempre por uma preposição;
está subordinado somente a: substantivos, adjetivos e
advérbios;
recebe, em muitos casos, a ação do nome que ele
completa (relação objetiva ou completiva).
Ex.: O ataque dos iraquianos foi fraco.


Adjunto Adnominal
Note que há a ideia de “os iraquianos (sujeito)
atacarem”. Como a relação é subjetiva, o termo
preposicionado é adjunto adnominal.
as mudanças .
Ex.: A população ficou revoltada


 com


Nome Incomp.
Adjetivo
Compl. Nom.
4. Termo preposicionado subordinado ao substantivo
abstrato não cognato de verbo poderá ser complemento
nominal (se se estabelecer relação completiva) ou
adjunto adnominal (se se estabelecer relação subjetiva).
A acusação ao
criminoso
 foi feita por mim.


 
Nome Incomp.
Compl. Nom.
Diferença entre adjunto adnominal e complemento
nominal
Ex.: Os brasileiros têm aversão ao desemprego.



Complemento Nominal
Muitos estudiosos da língua discutem essa diferença.
Macetes não ajudarão. A meu ver, essa diferença é mais semântica que sintática. É necessário compreender o que se
lê e verificar, cuidadosamente, que tipo de relação é estabelecida no texto. Em nossa língua, há nomes (substantivos,
adjetivos e advérbios) que carecem de uma expansão sintática que lhes complete o sentido na construção fraseológica.
Essa expansão sintática, sempre preposicionada, recebe o
nome de complemento nominal. O adjunto adnominal, nem
sempre preposicionado, a não ser que venha representado
por uma locução adjetiva, estará sempre subordinado ao
substantivo. Vamos tentar entender cada situação.
1. Termo preposicionado subordinado ao adjetivo será
sempre complemento nominal.
o atual cenário político .
Ex.: Estamos insatisfeitos
 com

Adjetivo
Complemento Nominal
Esse projeto é igual ao
decreto


.

Adjetivo
Compl. Nom.
2. Termo preposicionado subordinado ao advérbio será
sempre complemento nominal.
Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ex.: Agiu favoravelmente


 à


Advérbio
Complento Nominal
Ele mora perto do aeroporto paulista .
 

Advérbio
4
Complemento Nominal
E
s ta tu d o
Note que a ideia de “ter medo” parte dos brasileiros e
recai sobre o desemprego. Como a relação é completiva, o termo preposicionado é complemento nominal.
Ex.: Essa aversão dos
brasileiros



 não procede.
Adjunto Adnominal
Note que a ideia de “ter aversão” não recai sobre os
brasileiros. Na verdade, a ideia de “ter aversão” parte,
numa relação subjetiva, exatamente do termo preposicionado, que será chamado de adjunto adnominal.
DICA
Às vezes, o substantivo é abstrato e (ou) cognato de verbo,
mas não é possível estabelecer nem a relação completiva nem
a relação subjetiva. O termo preposicionado estará apenas
junto do nome e será chamado, portanto, de adjunto adnominal.
Ex.: Maria Clara tem grande desembaraço de expressão.
(adjunto adnominal)
Interprete o texto. Note que desembaraço é um substantivo abstrato, cognato do verbo “desembaraçar”. Mas, semanticamente,
não existe a ideia de Maria Clara desembaraçar a expressão (relação completiva) nem a ideia de a expressão desembaraçar Maria Clara (relação subjetiva). O redator apenas tem o intuito de
dizer que Maria Clara é comunicativa, desembaraçada.
d a
EC T
5. Termo preposicionado subordinado ao substantivo
concreto será sempre adjunto adnominal. Cuidado
apenas quando o substantivo concreto for empregado
conotativamente, pois poderá haver relação completiva e, portanto, complemento nominal.
Ex.:
O professor de
matemática


 recebeu o prêmio.
PÁGINA 39
PREDICADO VERBAL
É todo predicado que apresenta verbo significativo (VTD /
VTI / VI), isto é, verbo que indica ação, fato ou fenômeno.
As
ruas
ladeiras .
Ex.: 

 escalvam


 íngremes



suj.
v.t.d.
obj.dir.



Adjunto Adnominal
A torre de
aço foi derrubada pelo avião.

predicado verbal
adjunto adnominal
Note que os substantivos “professor” e “torre”,
empregados denotativamente, não indicam ação.
Indicam pessoa, coisa. Esses substantivos nunca
serão completivos. Portanto, o termo preposicionado
será sempre adjunto adnominal.
PREDICADO NOMINAL
É o predicado que não apresenta verbo significativo e
sim verbo de ligação
Ex.: A platéia permaneceu absolutamente quieta .

  
suj.
v. lig.
predicativo do suj.



Ex.: Dirceu era o cabeça do grupo.



Predicado nominal
compl. nominal
“liderava o grupo”
PÁGINA 40

Predicado Verbo-Nominal
Paulo era o rei da mentira.
compl. nominal
“comandava a mentira”
Vocativo
É o termo usado para chamar a atenção da pessoa com
quem se fala. O vocativo não pertence nem ao sujeito, nem
ao predicado da oração.
É um predicado misto, que surge da fusão de um predicado verbal (que sempre tem verbo significativo) com um
predicado nominal (que sempre tem predicativo).
O predicado verbo-nominal pode apresentar-se sob
duas estruturas diferentes:
Verbo significativo + predicativo do sujeito
Ex.: O tenista abandonou
 a quadra irritado


.
v. sign.
pred. do suj.



A vida , meu
irmão
triste agora.
Ex.: 

 , está


Sujeito
Vocativo
Predicado
predicado nominal
O médico julgou desnecessária

 a cirurgia .
 
predicativo do obj
v. sing.

PÁGINA 38
predicado verbo-nominal
DICA
PÁGINA 49
NÃO FORMAM LOCUÇÃO VERBAL → VERBOS CAUSATIVOS E SENSITIVOS + INFINITIVO
Esses verbos não são considerados, nessa estrutura, auxiliares.
Chamam-se causativos os que indicam que a ação expressa
pelo outro verbo foi determinada ou causada por eles: mandar, deixar e fazer.
Ex.: Eu o deixei / chorar.
Subordinação: quando existem orações principais e subordinadas. Classificam-se a partir de sua função sintática.
Chamam-se sensitivos os que indicam que a ação seguinte
foi percebida sensorialmente: ver, ouvir e sentir.
Ex.: Nós a vimos / esconder um objeto na bolsa.
Ex.:assessor chegou atrasado, / mas deseja / que
todos concluam o trabalho.
Sabe
-se
32 milhões de brasileiros passam fome .
Ex.: 

 / que



O.P.
Ex.: Procurei
 a coisa certa .


 fazer
Principal
Coordenação e subordinação: quando existem
orações coordenadas, principais e subordinadas.
1a oração: coordenada assindética.
2a oração: coordenada sindética adversativa.
3a oração: subordinada substantiva objetiva
direta.
Nada impede que outros auxiliares formem locução com esses seis verbos.
Aux.
Or. Subord. Subst. Subjetiva
A relação entre as orações coordenadas pode-se
estabelecer por meio de um elemento de ligação (conectivo
E
s ta tu d o
d a
EC T
5
ou síndeto), ou diretamente. No primeiro caso, diz-se que
as orações são coordenadas sindéticas, e, caso não haja
conectivo, assindéticas.
Ex.:
Comerciantes contratam justiceiros / e
estes matam indiscriminadamente
 .

Or. Coord. Sindética Aditiva.
Or. Coord. Assindética
PÁGINA 50
Objetiva direta: a que exerce a função de objeto direto
para o verbo da oração principal.
Ex.: Ignorante quanto me custou
 a tua presença
v.t.d
Todos desejam que você conquiste a medalha.



v.t.d.
Objetiva indireta: a que exerce a função de objeto
indireto para o verbo da oração principal. Vem,
portanto, preposicionada.
Ex.: O professor carecia
 de que os alunos ficassem calmos.
v.t.i.
PÁGINA 51
IMPORTANTE
Quando desenvolvidas, serão iniciadas por conjunções ou
locuções conjuntivas, que não exercem função sintática e
recebem o nome da oração que iniciam.
Ex.: Ficamos
surdos
medida que ele fala .

 / à
O. P.
Or. Subord. Adv. Proporcional
PÁGINA 84
SUJEITO ORACIONAL
O verbo da oração principal fica no singular.
a leveza e a harmonia prevaleçam .
Ex.: É imprescindível que



Sujeito oracional
6
E
s ta tu d o
d a
EC T
E
s ta tu d o
d a
EC T
7
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