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20.04
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ESTADÃO
Venda de moradias usadas nos EUA
sobe 3,7% em março
Previsão dos economistas era de uma alta de 2,5%; preços dos imóveis, no entanto,
continuaram fracos
20 de abril de 2011 | 11h 18
Danielle Chaves, da Agência Estado
WASHINGTON - As vendas de moradias usadas nos EUA subiram 3,7% em
março, em comparação com fevereiro, para a taxa anual sazonalmente ajustada
de 5,1 milhões de unidades, informou a Associação Nacional dos Corretores de
Imóveis. O resultado superou a previsão dos economistas, que era de alta de
2,5%, para 5,0 milhões.
Os números de fevereiro foram revisados para mostrar venda de 4,92 milhões
de moradias usadas, em vez de 4,88 milhões como calculado inicialmente.
Os preços dos imóveis, no entanto, continuaram fracos em março. O valor
médio de uma moradia usada caiu 5,9%, para US$ 159,600, de US$ 169,600 em
março do ano passado.
Os estoques de casas usadas colocadas à venda aumentou no fim de março para
3,55 milhões de unidades. Isso representa 8,4 meses de oferta ao atual ritmo de
vendas, em comparação com 8,5 em fevereiro.
As vendas de imóveis residenciais usados fechadas em dinheiro mostraram
força e representaram cerca de 35% de todos os negócios em março. As vendas
subiram em três das quatro regiões dos EUA. Houve alta de 3,9% no nordeste,
de 1,0% no Meio Oeste e de 8,2% no Sul, enquanto no Oeste foi registrada queda
de 0,8%. As informações são da Dow Jones.
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IPCA-15 de abril fica em 0,77%, ante 0,60% em
março
A taxa foi superior também à apurada em abril de 2010,
quando o IPCA-15 subiu 0,48%
20 de abril de 2011 | 9h 13
Daniela Amorim, da Agência Estado
RIO - Com uma forte alta dos grupos Alimentação e Transportes, a inflação
medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) acelerou
neste mês de abril, passando para 0,77%, após uma alta de 0,60% em março. O
resultado, divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro
consultados pelo AE Projeções, que esperavam inflação entre 0,64% e 0,86%,
com mediana de 0,77%.
A taxa foi superior também à apurada em abril de 2010, quando o IPCA-15
subiu 0,48%. Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 acumula taxas de
inflação de 3,14% no ano e de 6,44% em 12 meses até abril.
Grupos
Os preços de alimentos e transportes foram os principais responsáveis pela
aceleração da inflação medida em abril pelo Índice de Preços ao Consumidor
Amplo - 15 (IPCA-15).
A alta no grupo Alimentação e Bebidas passou de 0,46% para 0,79%, enquanto
Transportes saiu de 1,11% para 1,45%. Os grupos foram responsáveis por 0,46
ponto porcentual da variação registrada pelo IPCA-15 no mês, sendo 0,27 ponto
porcentual de Transportes e 0,19 ponto de Alimentos, o que significa 60% do
índice.
No grupo Transporte, a principal alta foi verificada nos combustíveis, com
elevação de 5,26% no mês. A gasolina passou de 0,76% para 4,28%, enquanto o
etanol saiu de 4,68% para 16,40%. Também contribuíram as tarifas dos ônibus
urbanos (de 0,83% para 0,62%) e intermunicipais (de 1,94% para 0,87%),
embora tenham desacelerado em abril.
Na outra ponta, as passagens aéreas apresentaram queda de 9,39% contra uma
alta de 29,16% em março. Os automóveis novos continuaram em queda, saindo
de recuo de 0,29% para uma baixa de 0,39%.
Entre os Alimentos, contribuíram para a aceleração do grupo a cebola (de 3,67%
para 22,56%), o leite pasteurizado (de -0,38% para 1,58%), a batata-inglesa (de
9,66% para 10,05%%), o feijão carioca (de -6,91% para 5,99%), os pescados (de
0,08% para 2,91%), ovo (de 4,22% para 4,43%), frango em pedaços (de 1,53%
para
2,45%),
e
café
moído
(de
2,09%
para
2,10%).
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FOLHA DE SP
19/04/2011 - 16h42
Demora na entrega de imóveis do
'Minha Casa' será investigada
FREUD ANTUNES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIO BRANCO (AC)
O Ministério Público do Acre instaurou inquérito para investigar a
demora do governo do Estado em entregar os imóveis do programa
federal Minha Casa, Minha Vida. Os inscritos no programa afirmam
que
há
três
anos
aguardam
a
divulgação
dos
nomes
dos
contemplados.
Segundo o promotor de Defesa dos Direitos Humanos, Gaucio Ney
Shiroma Oshiro, o inquérito tem o objetivo de apurar a alteração do
projeto inicial, que teria reduzido o tamanho das casas para diminuir
custos, e de verificar o prazo previsto em contrato para a entrega das
obras, os valores gastos e a forma de seleção das famílias.
"A questão do tamanho das casas também será averiguada, porque
parece que houve redução das unidades habitacionais. Mas ainda não
temos nada de concreto", disse o promotor.
Shiroma afirmou que vai estudar os contratos firmados entre
empresas e o governo para verificar se os prazos estão sendo
cumpridos. "Havendo a finalização no prazo estipulado, o poder
público tem o dever de cobrar a multa", disse o promotor.
FALTA DE INSTALAÇÕES
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O secretário de Estado de Desenvolvimento para Segurança Social,
Antônio Torres, explicou que o governo planeja entregar 8.500 casas
até o próximo ano e que grande parte já está em fase de
acabamento. Segundo ele, as casas ainda não foram sorteadas
porque falta instalar redes de esgoto, água e luz.
Ele disse ainda que parte das empresas que executaram as obras
extrapolaram o limite determinado em contrato.
"A demora é decorrência das chuvas, que dificultam a realização de
obras no período", explicou Torres. O secretário disse acreditar que,
neste ano, 4.000 casas sejam entregues.
INVASÃO
A demora para a entrega de casas do Minha Casa, Minha Vida causou
revolta de algumas famílias inscritas no programa. No dia 26 de
março, elas invadiram 295 unidades feitas de madeira que estavam
fechadas por falta de instalação das redes elétrica, de água e luz.
Na época, Torres disse que as casas estavam em construção havia
dois anos, mas não tinham sido entregues porque não estavam
prontas.
As unidades habitacionais foram feitas para abrigar famílias que
recebem até três salários mínimos.
No dia 30, a Justiça determinou a desocupação dos imóveis.
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Bancos estrangeiros expandem filiais no país
JPMorgan e Credit Suisse disputam com bancos locais de investimento
Americanos recuperam postos cortados durante a crise de 2008; setor bilionário e em alta é
liderado por Pactual
TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO
Focados no financiamento a grandes empresas, os bancos de investimento estrangeiros
abriram a temporada de contratações para aumentar a presença no Brasil, enquanto a
recuperação segue lenta nos EUA e na Europa. JPMorgan, Morgan Stan- ley, Goldman Sachs,
Merril Lynch/Bank of America e Credit Suisse, entre outros bancos globais, estão todos com
postos abertos para profissionais com experiência na captação de recursos e com trânsito
entre os grandes investidores globais -fundos soberanos, de pensão e de investimento.
Em jogo, está um mercado disputado e que já movimentou neste ano R$ 23,27 bilhões -R$
18,45 bilhões com emissão de dívida e R$ 4,82 bilhões com venda de ações.
No ano passado, as captações bateram o recorde de R$ 242,6 bilhões, incluindo R$ 120 bilhões
da Petrobras.
Esses bancos levam de 1% a 5% desses montantes, dependendo do volume e do risco de cada
operação.
Com as contratações, os bancos estrangeiros recuperam -e alguns deles superam- os postos
fechados na crise de 2008 e 2009, após a quebra do americano Lehman Brothers, quando o
mercado de capitais travou.
ATRASADOS
Atrasados, os bancos americanos acordaram só recentemente para o Brasil, dominado pelo
agora brasileiro BTG Pactual (comprado do suíço UBS em 2009), pelo Credit Suisse e pelo Itaú
BBA.
O Itaú BBA e o BTG Pactual foram os bancos que mais ajudaram as empresas clientes a
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emprestar dinheiro, liderando com 23% e 22,2% do mercado de dívida. O Itaú BBA e o Credit
Suisse lideram os negócios com oferta de ações, com 32,3% e 22,1% respectivamente.
O JPMorgan planeja duplicar sua presença no Brasil até 2013. O banco tem hoje 630
funcionários em São Paulo, Rio e Belo Horizonte e planeja abrir escritórios em mais duas
capitais. Segundo o JP, o foco é atender no Brasil as empresas estrangeiras que já são clientes
nos EUA.
No final do ano passado, o JP comprou o controle da gestora Gávea, butique de investimentos
fundada pelo ex-BC Armínio Fraga.
O Credit Suisse também quer aumentar em 20% sua equipe de altos executivos. O banco tem
seis vagas para as áreas de IPO [oferta inicial de ações] e de emissão de dívida. Neste ano, o
Credit liderou 5 dos 6 IPOs que levantaram R$ 6,4 bilhões. "Com o crescimento, as empresas
vão precisar de muito capital para investir. E nós somos agentes desse financiamento", disse
José Olympio, do Credit Suisse.
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INFOMONEY
Alta do aluguel em SP é superior ao IGP-M de
março
Por: Equipe InfoMoney
20/04/11 - 11h10
InfoMoney
SÃO PAULO – O Ipevemar (Índice Periódico de Valores Médios dos
Aluguéis Residenciais) registrou aumento de 1,29% em São Paulo, durante o
mês de março. Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens
Imóveis e Condomínios de São Paulo), o percentual é superior ao IGP-M (Índice
Geral de Preços do Mercado), com 0,62%.
Os apartamentos de 1 e 3 dormitórios, com 5,11% e 3,84%, registraram os
maiores aumentos no período. “O índice registrado para os apartamentos de 1
dormitório é resultado da correção em relação aos meses anteriores, em que
não houve aumento", afirma o diretor de locação da Aabic, Eduardo Zangari.
Em relação aos bairros, Lapa, Itaim Bibi, Jardim América, Jardim Europa,
Jardim Paulista, Jardins e Morumbi, por exemplo, apresentaram variação de
3,5%. Já bairros como Belém, Cambuci, Bom Retiro, Casa Verde, Liberdade,
Vila Carrão e Vila Guilherme registraram aumento de 7,7%.
Acumulado
No acumulado do ano, o aumento foi de 3,2% nos valores dos aluguéis, sendo
superior à inflação e ao próprio IGP-M, índice de reajuste, que registrou no
mesmo período elevação de 2,43%. “Para os próximos meses a tendência ainda
será de alta, reflexo do aquecimento do setor imobiliário”, finaliza Zangari.
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Vendas de material de construção caem e
projeção para 2011 é revisada
Por: Equipe InfoMoney
20/04/11 - 13h00
InfoMoney
SÃO PAULO - O faturamento das vendas de material de construção no Brasil em
2011 deve crescer menos que o previsto, informou nesta quarta-feira (20) a
Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), ao
divulgar os dados de março e do primeiro trimestre.
A entidade estima que o crescimento nas vendas deve ser de 7%. A projeção
anterior era de aumento de 9%. Mesmo assim, segundo nota da Abramat, "o
crescimento médio sustentado nos últimos meses reflete a tendência de
menutenção do crescimento do setor de construção civil neste ano, que está
apoiado na manutenção da desoneração do IPI dos materiais até dezembro, no
avanço das obras já iniciadas dos Programas Minha Casa Minha Vida 1 e 2 e do
PAC, e na expansão de 29% nos recursos para o crédio imobiliário".
"Isso não significa que o desempenho será ruim, visto que a indústria de
materiais recuperou o desempenho do período pré-crise", explica o presidente
da Abramat, Melvyn Fox. "O setor continuará crescendo, mas em níveis que
acompanharão o desenvolvimento da economia brasileira", acrescenta.
Março
As vendas de materiais de construção no mercado interno, em março deste
ano, caíram 5,82% em relação ao mesmo mês de 2010.
No acumulado do trimestre, a alta é de 1,77%. Já no confronto com o mês
anterior, o faturamento teve alta de 4,12%.
Para o presidente da Abramat essa queda reflete o número reduzido de dias
úteis no período, com a realização tardia do feriado de Carnaval. “Vale ressaltar
que o mês de março do ano passado serve como base de comparação elevada,
já que foi o melhor resultado do primeiro semestre de 2010”, lembra Fox.
Materiais de base e acabamento
O faturamento com as vendas de materiais básicos teve alta de 7,11% em
março, na comparação com fevereiro deste ano. Na comparação com março de
2010, houve queda de 7,29%. Somados os últimos 12 meses, houve expansão
de 5,55%.
Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento apontou queda de
1,18% na comparação com fevereiro. No confronto com o terceiro mês do ano
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passado, as vendas cairam 2,84%, enquanto nos últimos 12 meses houve
expansão de 12,39%.
Empregos
Já o número de empregados na indústria de materiais apresentou alta de
7,09% em março deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano
passado. Em relação a fevereiro deste ano, o crescimento verificado foi de
1,11%.
Na indústria de materiais básicos, o número de empregados em março cresceu
7,67% ante o mesmo período de 2010. Em relação a fevereiro deste ano,
houve alta de 1,46%.
Já na indústria de materiais de acabamento, o número de funcionários em
março avançou 5,91% em relação ao mesmo mês de 2010. Na comparação
com fevereiro, houve aumento de 0,39%.
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Condomínio: total de ações por falta de
pagamento em SP cai 19,18% em março
Por: Equipe InfoMoney
20/04/11 - 12h00
InfoMoney
SÃO PAULO - O número de ações de cobrança por falta de pagamento da taxa de condomínios registradas no Tribunal
de Justiça do Estado de São Paulo caiu 19,18% em março, na comparação com fevereiro.
De acordo com levantamento realizado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e divulgado nesta semana, em março,
foram propostas 767 ações na Justiça paulistana, contra as 949 verificadas no mês anterior.
O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara, explica que um dos fatores
que ajudou a reduzir o número de ações foram os acordos extrajudiciais, que surtem efeito na maioria das vezes. “Uma
pendência desta natureza pode levar, em média, de cinco a dez anos para ser resolvida”.
Na comparação com março do ano passado, quando foram registradas 1.214 ações, houve queda de 36,8%. O primeiro
trimestre do ano já acumula 2.231 ações nos fóruns paulistanos analisados. Nos três primeiros meses do ano passado,
foram registradas 2.432 ações.
Motivos
Para Gebara , contudo, o que mais pesou para a redução da inadimplência foi a lei estadual 13.160, em vigor desde
julho de 2008, e que permite o protesto do boleto de condomínio.
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AGÊNCIA BRASIL
A nove dias do fim do prazo, maioria dos
contribuintes ainda não enviou
declaração do IR
20/04/2011 - 9h17
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Mais da metade dos contribuintes ainda não enviaram a
Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2011 à Receita
Federal. Até as 8h50 de hoje, 11,540 milhões de documentos foram
recebidos. O número representa 48% dos 24 milhões estimados este
ano pelo supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir.
As declarações devem ser enviadas até as 23h59min59s do dia 29 de
abril, horário de Brasília. "A estimativa é que até o final do feriadão o
número suba para 14 milhões, ficando apenas 10 milhões para a
última semana, a semana da correria. Mas está dentro da
expectativa", disse Adir.
A multa mínima para quem não entregar o documento no prazo é R$
165,74 e a máxima chega a 20% do imposto devido. Ontem (19), a
Receita Federal garantiu que, como vem fazendo há mais de 15 anos,
não prorrogará o prazo para o envio da declaração
Para saber se está obrigado a declarar, a dica para o contribuinte é
responder ao Questionário de Obrigatoriedade criado pela Receita
Federal. Um tutorial também está disponível no site com orientações
sobre todas as etapas, desde o download do programa gerador até a
restituição do imposto ou eventuais pendências e regularizações. O
plantão de dúvidas da Receita não funcionará no feriadão de Páscoa,
retornando, apenas, na segunda-feira (25).
O contribuinte que entregou a Declaração do Imposto de Renda
Pessoa Física deste ano já pode verificar se está na malha fina. A
Receita Federal abriu a consulta ao processamento da declaração pela
internet.
Edição: Juliana Andrade // Matéria alterada para acréscimo de
informações
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MOGI NEWS
Mercado
Venda de imóveis cresce em Mogi
Setor aponta crescimento na comercialização nos primeiros meses
de 2011 em comparação ao ano passado
O mercado imobiliário em Mogi das Cruzes está vivendo um bom momento. Os
representantes do setor arriscam dizer que as vendas já são até 30% superiores em
relação ao mesmo período do ano passado. Este aquecimento, segundo o sócioproprietário da Imobiliária LEK, Edi Carlos Almeida, é motivado pela liberação de
crédito
imobiliário
e
o
lançamento
de
empreendimentos
na
cidade.
Para ele, outro fator que tem provocado este índice positivo é a vinda de novos
moradores, atraídos pelas vagas abertas nas indústrias. Para atender este público, os
imóveis usados são os que têm maior saída: "Verificamos um aumento nas vendas
entre 20% e 30% a mais em relação ao mesmo período de 2010."
O sócio-proprietário da Cidade Imóveis, Manfred Kleindienst, o Curi, também tem
verificado uma melhora neste começo de ano em relação ao mesmo período de 2010.
Na sua avaliação, a venda de imóveis usados está melhor que a de novos, mas, no
geral, ele aponta um crescimento entre 10% a 15% para este ano: "A oferta de
lançamentos está aquecida. E o de usados, na faixa entre R$ 150 mil e R$ 200 mil,
tem tido boa procura."
Na Estelar Imóveis, as vendas estão 30% maiores que em 2010, segundo a
proprietária Maria Estela Martins Faria. Ela ressalta que este índice está baseado em
um ano em que o mercado foi fraco: "Em 2011, estamos percebendo uma reação.
Com a mudança de governo, os consumidores perceberam que não houve mudanças
na economia. Até então, havia certo temor pelo que iria acontecer."
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BRASIL ECONÔMICO
Construção
Construção
Aposta de juro mais brando eleva ações de construtoras
Micheli Rueda ([email protected])
20/04/11 12:29
Os papéis das construtoras sobem com a expectativa de um ajuste mais
brando na Selic", afirmou Paulo Hegg, operador Um Investimentos.
O Comitê de Política Monetária (Copom) decide nesta quarta-feira
(20/4) o rumo da taxa básica de juros, atualmente fixada em 11,75% ao
ano. Ainda divididas, as apostas tendem para uma alta de 0,25 ponto
percentual.
Segundo Hegg, a alta das ações das construtoras demonstra que há
certa confiança na contenção da inflação por medidas macroprudenciais,
"sem ser apenas com aumento dos juros".
No destaque de alta do Ibovespa, os papéis da Rossi Residencial (RSID3)
apreciavam 5,59%, cotados a R$ 15,31. Com a quarta maior valorização
do índice, as ações da PDG Realty (PDGR3) subiam 3,52%, aos R$ 9,69.
No mesmo sentido, Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3) e Gafisa (GFSA3)
ganhavam 2,75%, 2,36% e 1,48%, respectivamente
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Clipping 20.04.2011 - Sindicato dos Corretores de Imóveis no