ARTISTAS PRESENTES
Ana Cristina Leite
sinopse>
Vivemos imersos em imagens. Agora mais do que nunca. O que até há alguns anos era filtrado, converge
agora directamente para o turbilhão do espaço virtual. Essa desordem imagética pode ser vivida com
conflito, como se não nos conseguíssemos orientar no meio do oceano de imagens, ou então resultar em
qualquer coisa de poético, no sentido de não termos receio de nos deixarmos imergir no desarranjo,
descobrindo-lhe sentidos, atribuindo-lhe inteligibilidade. A clareza nasce sempre do caos, não do vazio, do
nada, parece dizer-nos Ana Cristina Leite.
As suas pinturas não receiam a desordem. Percebem-na, apreendem-lhe os contornos, organizam-na, não
para a ordenar verdadeiramente, mas para se constituírem elas próprias nessa desordem. Nas suas obras
descobrimos motivos e pontos de partida, não necessariamente citações, que acabam por nos fazer
participar na transformação de cada imagem. De alguma forma é como se a percepção do nosso olhar se
tornasse também ele parte integrante dessa imagem, amplificando-a ou transfigurando o seu sentido
comum.
No seu trabalho existe sempre, sem nenhum esforço, uma leitura analítica e meditativa sobre as imagens,
sendo estas muitas vezes retiradas do seu contexto para serem transportadas para climas poéticos ou
evocatórios. É como se operasse subtilmente sobre as imagens com um dissecador, revigorando-as de uma
forma totalmente natural. Talvez por isso nem sempre saibamos muito bem como situá-las, em termos de
espaço e, principalmente, tempo, multiplicando-se as possibilidades interpretativas por esse efeito de
algum rasamento.
Esta espécie de ambivalência traduz-se na forma como combina diferentes tipos de imagens, que se
contaminam, para originar inúmeras vias narrativas graças à sua condição aparentemente fragmentada,
mas da qual resulta qualquer coisa de orgânico. Na sua pintura desfilam imagens, gestos quotidianos sem
qualquer laivo de hierarquização, como se aquilo que lhe interessasse fosse, precisamente, um processo de
nivelamento da existência. Olhando para as suas obras deixamos de saber exactamente para onde nos
deslocamos. A imagem multiplicada abre-se aparentemente ao acaso, tornando todas as associações
possíveis.
Tudo isto é importante. Está lá. Abre-se ao nosso entendimento. Mas talvez ainda mais importante seja a
atmosfera, a beleza que se solta no meio da desordem, os momentos liminares onde vida e morte, tumulto
e harmonia se misturam, tocam e reformulam. É como se o seu universo fosse erguido a partir dos
derradeiros vestígios de um mundo em extinção. Mas aqui não existe qualquer apatia. É da sua
reconstrução instantânea de que se trata. Há quem viva mal com arestas, interstícios, poros não
identificados, segredos que só se revelam com um olhar aturado. Mas no caso de Ana Cristina Leite esse
investimento merece ser feito.
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dados biográficos >
Nasceu em 1964, no Porto.
Vive e trabalha no Porto.
Formada em Artes Plásticas, Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Filipe Marques
sinopse>
"chagas no aço chagas nas estruturas chagas nos planos do futuro"
o espírito em que esta Obra é concebida requer que a "pergunta" seja deixada em aberto para o visitante, até ele ir
embora, ou até mesmo para depois.
é mais um caso para intensificar a interrogação, e, para falar, e aprofundar o sentido de incerteza que domina o
presente e o futuro da humanidade.
isto é fácil, ela assenta numa latente ideologia, para mostrar até onde sua abordagem, a maximização do controlo do
Homem sob a humanidade.
se quisermos alcançar um objectivo de intensificar a interrogação, então este prejuízo moderno deve ser desafiado
por mais desafios visuais.
a ansiedade do Homem, é o que está a perder, a chamada identidade como Ser Humano. a cólera sacralisa-se.
deus como o seu rei e o elogio do purgatório. o subjugar ao poder monstruoso do negativismo.
nós somos como massa de cólera auto-agressiva.
também a hiperbólica apocalíptica cólera judaico-cristã.
jubilaram-se revoluções, criaram sistemas bancários não-monetários, bancos da dissidência, bancos de dinâmica
gananciosa, bancos de ressentimento, bancos de vingança e, por fim, bancos mundiais de cólera comunista e bancos
populares fascistas, ou seja, o comintern.
a humanidade é um recipiente metafísico de armazenagem infernal, um teatro mundial das ameaças.
um teatro psicanalista do furor puro.
admirar-se-ão depois então os porcos!
isto tudo, será claro implicará uma perda total de Identidade, subentendendo-se a cólera como carburante e
mainreason da Obra.
esta abordagem interfere com a identidade do Homem, entendimento como mente e vontade, ou como consciência e
liberdade.
a palavra "humano", como adjectivo substantivo, designa uma regra antiga de conhecimento e intervenção que eu
corto agora e partilho.
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dados biográficos >
Nasceu em 1976, em Vila do Conde.
Licenciado em artes plásticas-pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Trabalha com a Galeria Graça Brandão.
Isaque Pinheiro
sinopse>
"A medida de todas as coisas"
Protágoras (487 – 410 ac) chegou à máxima O Homem é a medida de todas as coisas, pois o certo e o
errado, o bem e o mal sempre foram avaliados conforme as necessidades do Homem.
Uma das necessidades inerente ao indivíduo é a sua integração social, a importância do Homem sempre foi
medida em função da sua capacidade de produção. Constituir-se num cidadão produtivo frente aos
mecanismos sociais parece ser o desafio para aceitabilidade ou exclusão.
Consequentemente, neste momento assistimos a um desmesurado excesso de produção e actividade, que
deu origem a graves problemas ambientais e tem levado o Homem a ter consciência da sua forte influência
no planeta.
Assistimos na actualidade ao crescimento de preocupações que se prendem com questões ambientais a fim
de se articularem medidas para remediar o desequilíbrio causado.
Mas teremos capacidade de gerir todo esse processo? Conseguiremos superar as capacidades que nos
levaram até ao ponto em que nos encontramos?
Não sabemos! Mas sabemos que continuaremos a assistir à própria Natureza a impor-se como MEDIDA DE
TODAS AS COISAS!
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"Em cima da Terra e debaixo do Céu"
“Em cima da terra e debaixo do céu” consiste em utilizar uma árvore, segmentá-la, articulá-la e suspendê-la
por auxílio de fios que a ligam a várias cruzetas de madeira, denunciando que se trata de uma marioneta.
Esta árvore marioneta tem a base do tronco fixo ao chão, é sedentária e não se vê a raiz tal como não se vê
o subentendido manipulador desta marioneta, mas é óbvio que a escala das cruzetas não é humana.
Vivemos uma época em que mais que nunca a ciência se esforça por domar a natureza, para que o ser
humano não sofra as consequências das agressões causadas à mesma e indirectamente a ele mesmo.
Agora mais que nunca o ser humano tem consciência que faz parte da natureza e está a auto agredir-se,
através dela. Assim, o ser humano tenta-se reeducar, controlar e domar, para não prejudicar a mãe
natureza e consequentemente a si mesmo.
A tudo isto acresce o facto de aparentemente a natureza não se reger pelo medo da morte ou pela
esperança do paraíso extra terreno. Não é claro o que se passa debaixo da terra e em cima do céu. Por
outro lado “Em cima da terra e debaixo do céu” é o plano em que se encontra esta marioneta apesar de
todas as articulações e manipulações necessárias para caber no espaço que lhe cabe, que lhe é permitido, a
sala de exposição.
“Em cima da terra e debaixo do céu” propõe, basicamente, reflexões sobre temas como, religião, natureza,
vida, morte e quotidiano. Mas para além do suporte teórico interessa-me acima de tudo a parte plástica,
que é numa primeira instância o que nos leva a sentir a obra.
dados biográficos >
Nasceu em 1972, em Lisboa.
Vive e trabalha no Porto.
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João Noutel
sinopse>
Neste conjunto de trabalhos propõe-se a evocação de momentos associados a um contexto urbano,
levantando-se questões sobre a contradição e superficialidade de conceitos como a utopia, a ficção, a
glória, a fama, a solidão, a felicidade, o sucesso, a ilusão.
A presença de elementos transversais a séries recentes do autor (ex, JET-LEG ou NATIONAL PLAYBOY) é
aqui reiterada pela componente metafórica e a imagética iconográfica peculiar recorrentes na Obra de João
Noutel, onde o rigor das soluções plásticas utilizadas e o expressivo uso de ironia, enquanto campo de
reflexão, funcionam como uma espécie de alavanca programática da força gráfica da pintura, não como fim
em si mesma mas como instrumento do próprio trabalho.
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dados biográficos >
Nasceu em 1971, no Porto.
Licenciado em Direito pela Universidade Lusíada e Pós-Graduação em Desenho e Técnicas de Impressão
pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Vive e trabalha em Lisboa.
Colectivo Manco
Ivo Teixeira
João Marrucho
Luís Dourado
Paulo Santos Rodrigo
Tiago Carneiro
sinopse>
“Esfera de espera”
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dados biográficos >
COLECTIVO MANCO
Ivo Teixeira
João Marrucho
Luís Dourado
Paulo Santos Rodrigo
Tiago Carneiro
Ivo Teixeira
Vive e trabalha no Porto
Formado em Artes Plásticas pela Escola Superior Artística do Porto. Frequentou o curso de Som e Imagem
da Universidade Católica Portuguesa. Fez o Mestrado de Arte e Design para o Espaço Público na Faculdade
de Belas Artes da Universidade do Porto.
Trabalha em várias áreas nomeadamente o desenho e o vídeo.
João Marrucho
Vive e trabalha no Porto.
Formado em Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto.
Desenvolve trabalho de designer gráfico. Como artista desenvolve colagens multi-média usando HTML e
CSS em plataformas digitais. Produz música electrónica.
Luís Dourado
Vive e trabalha no Porto.
Desenvolve trabalho pessoal, projectos e colaborações, principalmente nas áreas de Artes Visuais,
Ilustração e Comunicação.
O seu trabalho tem sido publicado em revistas internacionais e publicações.
Paulo Santos Rodrigo
Vive e trabalha no Porto.
Formado em Arquitectura pela Universidade do Porto.
Desenvolve trabalho sobretudo na música com editor, DJ e até fazendo coaching de bandas.
Faz crítica de televisão e actualmente está num projecto de divulgação de jazz.
Tiago Carneiro
Foi estudante nas Belas-Artes, no Porto, está a terminar a licenciatura em Design de Comunicação no ESAD
(Matosinhos).
Com sério interesse pelos meios da música e design, desenvolve actividade como designer, DJ e produtor
de música.
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CURRICULUM DOS ARTISTAS PRESENTES
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Ana Cristina Leite
Nasceu em 1964 no Porto
Vive e trabalha no Porto
Formada em Artes Plásticas, Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS (selecção desde 2001):
2012
Exposição galerie Majke Husstege
2010
Exposição Galerie Majke Husstege
2009
EXPOSIÇÃO GALEIA ARTSLAB, PORTO
2009
EXPOSIÇÃO, GALERIA ANA MASS, BARCELONA
2008
EXPOSIÇÃO INCÓGNITA, GALERIA ARVORE, PORTO
2005
Galeria Adhoc, Vigo, Espanha;
2004
“My personal ARCO favourite”, Galerie T40, Düsseldorf, Alemanha;
2004
Galeria Mas, Barcelona, Espanha;
2003
Galeria Mário Sequeira, Braga;
2002
Galeria Adhoc, Vigo, Espanha; “Bubble Face”
2002
Galeria Espaço Branco, Viana do Castelo;
2002
Cooperativa Árvore, Vila Nova de Cerveira; “Bubbles”
1996
Galeria Adhoc, Vigo, Espanha;
1995
Galeria Alvarez, Porto
1994
Galeria Lagoa, Porto, Trofa;
1990
Galeria SIC, Vigo, Espanha; Galeria E.G., Porto.
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS (selecção desde 2001):
2011
Feira de Arte em Amesterdam
2011
Feira de Arte Contempotãnea Pan _Holanda- Galerie Majke Husstege
2010
Feira de arte Contemporânea Pan- Holanda - Galerie Majke Husstege
2010
Feira de Arte Contemporânea da Corunha- Galeria Ad HOc
2008 Artefiera, Bolonha _ Galeria Mário Sequeira
Feira de Arte Madrid Arco, _ Galeria Mário Sequeira e Galeria Adhoc
Art Dubai, Dubai – Galeria Mário Sequeira
S . P aulo - Arte São Paulo , Brazil – Galeria Mário Sequeira
Arte Lisboa – Galeria Mário Sequeira , Portugal
Exposição colectiva – Museu Das Astúrias , Espanha
2007 Arco Madrid ( Galeria Adhoc E Galeria Mário Sequeira )
S.Paulo Arte São Paulo, Brazil ( Galeria Mário Sequeira ),
Arte Cologne – Galeria T40 Dusseldorf
Feira de arte Palma de Maiorca – Galeria Mário Sequeira
Feira Lisboa Arte 2007- Galeria Mário Sequeira Lisboa
2006
Art Karlsruhe, Galerie T40, Düsseldorf, Alemanha;
ARCO 06,- Galeria Mário Sequeria, Braga;
Palmbeach 3 - Galeria Neuhoff, Nova York
Feira de Arte Lisboa – Galeria Mário Sequeira
2005
ARCO 05, Galeria Mário Sequeira (Braga) e Galeria Adhoc ,Espanha;
Art Frankfurt 2005, Galerie T40,( Düsseldorf,)
Alemanha; art.fair Köln, Galerie T40, (Düsseldorf, Alemanha);
FIAC, Galeria Mário Sequeira (Braga), Paris, França; \
Feira ARTE Lirboa 2005 – Galeria Mário Sequeira
2004
ARCO 04, Galeria Mário Sequeira (Braga) e Galeria Adhoc Espanha;
Feira ArteLisboa, Galeria Mário Sequeira
“Clónicas”, Vigo, Espanha;
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Artissima Turín, Galeria Adhoc (Vigo), Turín, Itália;
2003
ARCO 03, Galeria Mário Sequeira (Braga) e Galeria Adhoc Espanha
FIAC, Galeria Mário Sequeira (Braga), Paris, França;
Feira de Arte Lisboa, Galeria Mário Sequeira (Braga), Lisboa;
Sevilha Arte Actual, Galeria Adhoc (Vigo), Sevilha, Espanha;
Artissima Turín, Galeria Adhoc (Vigo), Turín, Itália;
Exposição Colectiva, Galeria Mário Sequeira, Braga;
Feira arte LISBOA 2003, Galeria mário Sequeira LISBOA
2002
Feira de Arte Contemporânea de Andaluzia, Galeria Adhoc (Vigo), Andaluzia, Espanha
Feira de Arte Contemporânea de Milão, Galeria Adhoc (Vigo), Milão, Itália;
2001
Feira Internacional de Arte Contemporânea, Porto;
Feira de Arte Contemporânea de Lisboa; +20 Grupos e Episódios no Porto do Século XX;
1999
X Bienal Internacional de Arte, Vila Nova de Cerveira; Galeria Serpente, Porto;
1997
Anatomias Contemporâneas, O Corpo na Arte Portuguesa dos Anos 90; Prémio de Pintura BCM ’97 (Banco
Comercial de Macau), Porto;
1996
2ª Bienal de Arte AIP’96; ARCO 96, Galeria Adhoc (Vigo), Madrid, Espanha; FAC ’96, Feira de Arte
Contemporânea, Lisboa;
1995
I Fórum Atlântico de Arte Contemporânea, Galeria Por Amor à Arte (Porto), Santiago de Compostela,
Espanha; Arte Jovem Maia’95, Cooperativa Árvore (Porto), Maia; Exposição “ESBAP–FBAUP”, Museu da
Alfândega do Porto; Prémio de Pintura BCM ’97 (Banco Comercial de Macau), Porto; VIII Bienal Internacional
de Arte de Vila Nova de Cerveira; I Mostra de Arte Contemporânea do Porto; FAC ’95, Feira de Arte
Contemporânea, Lisboa; Galeria Alvarez, Porto;
1994
Inauguração da Galeria Por Amor Á Arte, Porto; Galeria Labirinto, Porto; I Concurso Nacional de Jovens nas
Arte (Associação de Jovens Empresários);
1992
VII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira; Galeria Árvore, Porto, “Sensualidades”, Galeria
E.G., Porto;
1991
Salão de Outono, Casino de Estoril; Representações, Galeria E.G., Porto;
1990
Galeria Lagoa, Trofa; “Pura Mensagem”, ESBAP, Porto; Fórum Picoas, Lisboa; Centro de Arte de ão João da
Madeira; Prémio Fidelidade Jovens Pintores, Porto; Exposição Pequeno Formato, Galeria E.G., Porto;
Exposição Primavera, Casino de Estoril.
PRÉMIOS:
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1997
Prémio BCM (Banco Comercial de Macau), Porto; Prémio Montepio Geral 150 Anos, Lisboa; Prémio Ateneu
Comercial do Porto; Menção Honrosa, Prémio Fidelidade, Lisboa;
1995
Prémio BCM (Banco Comercial de Macau) Porto;
1990
Prémio SOCTIP Jovens Pintores, Lisboa.
Está presente no Museu das Asturias, tendo participado numa exposição em 2008
Está representada em várias colecções privadas em Portugal, Brasil, Espanha e França.
Filipe Marques
Nasceu em 1976, em Vila do Conde.
Licenciado em artes plásticas-pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Trabalha com a Galeria Graça Brandão.
exposições>
2010
"the straightfoward tale and witness's view" e "requiem by a young painter", paço dos duques,
guimarães
2007
"a (the) friend of volker nolde, rewriting the degree zero", galeria graça brandão, porto
2006
"family resemblance", artur-o musei shop, florença, italia
"beijing art show, pequim, china
"issues without title", embaixada portuguesa, pequim, china
2005
"das motiv", museu do chiado, coimbra.
"Nureyev proposition's", galeria Sopro, lisboa.
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Isaque Pinheiro
Isaque Pinheiro nasceu em 1972 em Lisboa.
Entra para a Escola António Arroio em 1987, acabando por não concluir o ensino secundário.
Em 1992 consegue um apoio para a criação de actividades independentes, compra equipamento e aluga
um atelier em Pêro Pinheiro ao lado de Artistas mais velhos e canteiros com uma vasta experiência de
trabalho em pedra. Aí sem qualquer experiência começa a trabalhar em escultura em pedra absorvendo
conhecimento dos que o rodeiam.
Em 1996, conhece o Departamento de Escultura em Pedra de Évora, onde trabalhou regularmente.
No final de 1996 muda-se de Lisboa para o Porto. Em 1999 reside e trabalha durante um ano em Évora mas
em 2000, muda-se novamente para o Porto para se juntar a um grupo de amigos e desenvolver um
projecto que inaugura publicamente em 2001 com o nome de Maus Hábitos, espaço de intervenção
cultural.
Desde 2006 que trabalha frequentemente em projectos no e com o Brasil.
No seu currículo, para além de exposições individuais em galerias com que trabalha como é o caso da
Galeria Presença no Porto, Caroline Pagès em Lisboa, Esther Montoriol em Barcelona, ou Laura Marsiaj no
Rio de Janeiro, entre outras, destacam-se também participações em exposições coletivas como por
exemplo no Stenersen Museum em Oslo ou Centro Galego de Arte contemporânea em Compostela.
Para além de estar representado em diversas colecções particulares em Portugal, Espanha, Brasil,
Dinamarca e Chile conta com representações nas colecções da Fundação Caixanova em Espanha, Museu da
Bienal de Cerveira em Vila Nova de Cerveira, Centro Galego de Arte Contemporânea em Compostela e
Fundação PLMJ em Lisboa.
exposições>
Exposições Individuais (desde 2001)
2011
Mão livre, Galeria Presença, Porto
2010
A medida de todas as coisas, Galeria Caroline Pagès, Lisboa
Curador, Galeria Esther Montoriol, Barcelona
2009
Em debate, Espaço Maus Hábitos, Porto
2008
Em cima da terra e debaixo do céu, Galeria Presença, Porto
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Em cima da terra e debaixo do céu, Galeria Goran Govorcin, Santiago de Compostela
Camisa, Nogueira da Silva Museum, Braga, Portugal (cat.)
2007
Sapatos de pedra e um horizonte aberto, Galeria Presença, Lisboa
Apego a um lugar, Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro
2006
Sombras da ribalta, Galeria Presença, Porto
Água de Colónia (com Rute Rosas), Galeria Virgilio, São Paulo (cat.)
2005
Universos Perpendiculares, Galeria Esther Montoriol, Barcelona
2004
Opening, Internationale Kunsthalle Porto 1, Porto
MAE, projecto das Mais Altas Esferas, Galeria Cubic, Lisboa (cat.)
MAE, projecto das Mais Altas Esferas, Galeria Ao Quadrado, Santa Maria da Feira (cat.)
MAE, Espaço Maus Hábitos, Porto
2003
Hoje amo-te, Galeria Animal, Santiago, Chile (cat.)
Hoje amo-te, Espaço Consigo, Coimbra
2002
Amor de…, Montemor-o-Novo Galeria Municipal, Montemor-o-Novo (cat.)
São extéreis, Senhor… são extéreis!, Galeria Extéril, Porto
2001
Handle with Care, Espaço Maus Hábitos, Porto
Exposições Colectivas (desde 2001)
2012
Die Heimat, Global Art, Porto
2011
Mystique, Coleção CGAC, ARCO/IFEMA, Igreja da Universidade, Santiago de Compostela
Quatro Elementos, Quatro Artistas, Projecto do Museu Colecção Berardo para o Centro Colombo, Lisboa
Domínio, Centro Emmerico Nunes e Capela da Misericórdia, Sines
Livro-Mundo, Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira
2010
Cantos da Casa, Casa da Galeria, Santo Tirso
Lugares de Incerteza, Look up! Natural Porto Art Show, Palacete Pinto Leite, Porto
Small is Beautiful, Caroline Galeria Pagès, Lisboa
Topologias, Casa da Galeria, Santo Tirso
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1 Século, 10 Lápis, 100 Desenhos: Viarco Express, Torre da Oliva, São João da Madeira (cat.)
Cidade de soños–Natureza con arte, curadoria de Cuqui Piñeiro, Xardíns do Pazo de Castrelos, Vigo
2009
XV Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (cat.)
Inéditos, Galeria Presença, Porto
1 Século, 10 Lápis, 100 Desenhos: Viarco Express, Museu da Presidência da Republica, Lisboa (cat.)
Do séc. XVII ao séc. XXI: além do tempo, dentro do Museu, curadoria de Fátima Lambert, Palácio dos
Carrancas, Museu Soares dos Reis, Porto (cat.)
Mostra XV Bienal de Cerveira, LX Factory, Lisboa (cat.)
2008
5 minutos de fama, Galeria Extéril, Porto
Superfícies Minimales, Galeria Goran Govorcin, Santiago de Compostela
2007
Video killed the painting, The Centre for Contemporary Arts, Glasgow
Video show, Box Gallery, Akureyri, Iceland
Salon Européen des Jeunes Créateurs, Varias instituições na Europa
2006
Mostra de vídeo, Museu nacional da Historia Natural (org. por Galeria Sopro), Lisboa (cat.)
Arquivar Tormentas, curadoria de Seve Penelas Galician Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de
Compostela (cat.)
Rompecabezas, Galeria Esther Montoriol, Barcelona
Salon Européen des Jeunes Créateurs, Varias instituições na Europa
2005
Last show, Galeria André Viana, Porto
5 minutos de fama, Extéril Gallery, Porto
2004
Portugal: 30 artists under 40, Stenersen Museum, Oslo (cat.)
Happy Darkness, Galeria André Viana, Porto
Outro Lugar, Galeria Virgílio, São Paulo
2003
III Prémio de Escultura City Desk, Centro Cultural de Cascais (cat.)
Sem Título, Espaço Maus Hábitos, Porto
II Prémio de Arte Erótica, Gondomar
Escultura na cidade, organizado pelo Departamento de escultura em Pedra do Centro cultural de Évora, Évora
(cat.)
2002
New Art, Barceló Sants Hotel (org. por Espaço Maus Hábitos, Porto), Barcelona
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2001
Arte no Porto no Sec. XX, Galeria Municipal Almeida Garrett, Porto
Sem Título, Espaço Maus Hábitos, Porto
XI Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (cat.)
I Prémio de Arte Erótica, Gondomar
IN_BLOC, Espaço Maus Hábitos, Porto
Obra Pública
Universidade de Aveiro, 2010
Os dados estão lançados, Maia, 2009
Monopoly, Vila Nova de Gaia, 2009
O Livro, Felgueiras, 2009
Silêncio, La Coruña, Mariñan, 2006
Parla! A arte do silêncio, Vila Verde, 2005
Câmara de Lobos, Madeira, 2004
Um... dois... três... Experiência! Cantanhede, 2004
Terra, zinco e pão com manteiga, Montemor-o-Novo, 2001
O chão que me sustenta, São João da Madeira, 2000
Belmonte, 2000
A cultura saiu á rua num dia assim, Melides, 2001
Sernancelhe, 1999
Braga, 1997
Colecções
Fundação Caixanova, Espanha
Museu da Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, Portugal
Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Espanha
Fundação PLMJ, Lisboa, Portugal
Colecções privadas em Portugal, Espanha, Dinamarca e Brasil
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João Noutel
João Noutel (Porto, Portugal, 1971)
Vive e trabalha em Lisboa, Portugal.
Lic. Direito; Autor e responsável criativo de diversas publicações e projectos temáticos (vg “Douro - The
New Generation”, “Nas Tripas”, apresentados na Feria do livro de Frankfurt 2005, a sua obra está ligada à
imagem de vários vinhos do segmento premium (Pelada, Qta da Pellada/ Dão; Carrocel, Qta da Pellada/
Dão; Conceito/ Douro;Conceito New Zealand; Contraste/ Douro; Bastardo/Douro; Voyeur, Niepoort/
Douro, Sparkling Wines Filipa Pato, etc)
Em 2007 produziu duas edições limitadas exclusivas da série The Invisible Soul para o Museu de Serralves,
Porto; Em 2008 foi um dos artistas convidados para a primeira edição da Portugal Brands, em Londres, para
o The London Design Festival; entre outras personalidades, foi o artista plástico escolhido para o vídeo
corporativo da Jason Associates (2009).
Em 2009 foi o artista plástico convidado para as edições CasaDecor Porto e Lisboa; Integra a lista de artistas
do projecto ANAMNESE, plataforma digital internacional de arte contemporânea portuguesa; está
representado em diversas colecções privadas em Portugal, Espanha, Alemanha e E.U.A. e institucionais,
expondo regularmente desde 2002.
É autor do projecto de arte pública “VOYEUR – Giant The Voyeur Project, 2008) adquirido pela Colecção
Travessa da Ermida, Lisboa; 2º Prémio de Pintura 2008 Museu da Bairrada/ Galeria Nuno Sacramento; 2º
Prémio Imagem do Vinho 2010;
A sua Obra foi recentemente destacada em diversas publicações (vg: Visão, ArtReview (UK), Attitude,
TimeOut Lisboa e Arte.Es (Madrid) e entrevistado recentemente para a revista latino-americana ARTE Por
Excelencias (2010).
Artista seleccionado para o prémio Amadeo de Souza-Cardoso 2011.
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Colectivo Manco
Ivo Teixeira
João Marrucho
Luís Dourado
Paulo Santos Rodrigo
Tiago Carneiro
Ivo Teixeira
Formado em Artes Plásticas pela Escola Superior Artística do Porto, Ivo Teixeira frequentou também
durante dois anos o curso de Som e Imagem da Universidade Católica Portuguesa, passando também por
Londres onde realizou um Short Course de pintura na Escola Central Saint Martins. Obteve a bolsa
Leonardo da Vinci, onde esteve em Madrid a colaborar com uma galeria de arte.
Recentemente concluíu o Mestrado de Arte e Design para o Espaço Público na Faculdade de Belas Artes da
Universidade do Porto, tendo como tema de investigação as “empenas In_adaptadas”, reflectindo acerca
do espaço público, usando-o como suporte à vídeo-projeção.
Este projecto foi apresentado na cidade do Porto no âmbito do Manobras 2.0, em Torres Vedras na
Transforma e mais recentemente na Galeria da Arte Cinemética de Vila do Conde que pertence ao festival
internacional de Curtas Metragens.
O seu trabalho remete-nos para a ideia/tentativa de passar para primeiro plano o que geralmente não se
vê, desvendando o que está para além da superfície da imagem.
Actualmente tem o seu atelier no Porto e trabalha em várias áreas nomeadamente o desenho e o vídeo.
João Marrucho
João Alves Marrucho nasceu em Coimbra (Portugal) em 1981. Viveu no Fundão, até aos 18 anos de idade.
Mudou-se para Porto, licenciou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes da
Universidade do Porto. Estudou tipografia na Holanda durante seis meses. Como designer gráfico,
trabalhou na Flatland, em Lisboa, para a Sino Design e para A Transformadora no Porto. Agora trabalha
como freelancer no Lófte no Porto (um estúdio multi-disciplinar erguido e gerido por profissionais de
diferentes áreas criativas). Como artista desenvolve colagens multi-média usando HTML e CSS em
plataformas digiatais. O João também produz música electrónica tendo lançado 2 EPs e 3 álbuns.
http://joaoalvesmarrucho.com/
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Luís Dourado
Nasce no Porto, Portugal, 1984. Luis Dourado vem desenvolvendo seu próprio trabalho pessoal, projetos e
colaborações, principalmente nas áreas de Artes Visuais, Ilustração e Comunicação. O trabalho do autor,
nunca é fiel a uma técnica específica, embora oscilem entre digital de um método analógico em séries
diferentes, as obras falam uns com os outros e compartilhar várias referências. Explorando principalmente
temas como a memória, controle e ilusão, o seu trabalho pessoal tem sido publicados em revistas
internacionais e publicações em mais de vinte países em quatro continentes diferentes. A sua experiência
transversal em áreas criativas, como Desenho, Música ou também o levou a estar envolvido em vários
iniciativas internacionais, como o illustrative - Fórum Internacional de Artes e Ilustração Gráfica (Berlim,
Alemanha), Festival Sónar (Barcelona, Espanha), Direktorenhaus Galeria (Berlim, Alemanha), DMY Festival
(Berlim, Alemanha), Festival Outonarte (A Coruña, Espanha) ou Museu de Serralves (Porto, Portugal) entre
outros.
http://luisdourado.net/
http://terrainahead.org/
Paulo Santos Rodrigo
Nasceu em Pinhel, Guarda, vive e exerce no Porto e formou-se na FAUP.
Em entrevista ao jornal Público, foi definido como um “Arquitecto no Limbo”. No limbo porque
atormentado pela demora dos processos da Arquitectura. Da concepção à conclusão dos projectos, muito
tempo havia para ocupar e nada melhor do que aplicar as energias em actos imediatos: rádio, produção de
televisão e videoclips, design gráfico, editor da revista Fresh ou mesmo fazendo coaching de bandas. E
ainda, actuações como Dj. Nos espaços mais importantes do Porto e de Lisboa, em festivais - Sonar em
Barcelona, museus - Serralves e Gulbenkian, a festa de abertura do Porto 2001 e a inauguração da Casa da
Música, entre outros.
Entretanto realizou instalações relacionadas com a Casa Decor, no Porto e a sonorização de vários desfiles
integrados tanto na Moda Lisboa como no Portugal Fashion.
De Momento divide o tempo que sobra da sua actividade como Arquitecto com a escrita de crítica de
televisão enquanto desenvolve um projecto relacionado com a divulgação do Jazz, e especialmente do
American Songbook, em vários espaços do Porto e de Lisboa.
Tiago Carneiro
Principais actividade: designer, DJ, produtor de música.
Foi estudante nas Belas-Artes no Porto durante um ano mudando-se depois para a ESAD (Matosinhos)
onde está a acabar a licenciatura em Design de Comunicação. Desde o início que demonstra um honesto
interesse pelo meio que o envolve: pela música e pelo design e pelos seus interlocutores. Informa-se e,
mais importante, participa, seja em blogues, festas, exposições, workshops ou conferências... Estudou em
Antuérpia como bolseiro Erasmus de onde deu sempre boas notícias. À custa do seu trabalho e talento
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inegável tem adquirido uma merecida visibilidade. Em 2008 vem a integrar a Concorrência (colectivo de
designers, produtores e DJ). O Tiago não pára de evoluir, aprende rápido com os erros e os sucessos, é
perpicaz, atento, inteligente e talentoso. Posso dizer que nunca deixei de aprender com ele. Este rapaz, já
com 24 anos, faz de quem quer que o rodeie uma pessoa melhor.
João Marrucho, Julho 2009
“pure electronic, modern electronics”
Podia-se resumir nesta simples frase “arrancada” de um disco de Luke Vibert todo o trabalho do jovem
produtor Tiago Carneiro mas seria injusto. A cidade do Porto é rica em talento suficiente que daria para se
poder elevar o “rating” do país para níveis mais merecidos. Tiago é designer, produtor de música
electrónica... DJ. Dono de uma forte personalidade e cultura musical superior que não é comum encontrar
em DJ’s de características semalhantes, Tiago tem nos últimos anos encontrado espaço para as suas ideias
e surpreendido o público mais atento da cidade, é o DJ por excelência da sua geração e um dos últimos
resistentes à tecnologia virtual (entenda-se mp3), não compra música avulso, fá-lo antes com um sentido
estético bastante apurado, competente e digno de um connoisseur; e se no papel de DJ as suas referências
são as melhores que se encontram em Detroit, Chicago, Berlim, Londres, Porto, o que dizer das suas
próprias “canções” electrónicas já astutas, maduras e complexas o suficiente para o colocar ao lado dos
melhores nomes da música electrónica moderna, a capacidade em manipular as ideias originais fundadas
no Techno, House, no Electro puro e no experimentalismo são evidentes nas suas composições e
reveladoras de uma identidade própria. A irreverência, o rigor e o talento aliados a um carácter distinto
tornam-no num dos jovens mais singulares e especiais a produzir trabalho em Portugal quer a nível pessoal,
quer a nível colectivo, prova disso é a recém criada editora Terrain Ahead, plataforma de jovens músicos e
produtores sediada no Porto que tem por objectivo mostrar ao público o que de melhor se faz pela cidade.
A música electrónica ainda é sinónimo de qualidade e um dever de quem a faz bem, ainda é genuína e
sincera... lembrem-se sempre da mensagem de Underground Resistance: Music For Those Who Know Punishment For Those Who Don’t.
Pedro Santos, Julho 2011
http://tiagocarneiro.com/
http://terrainahead.org/
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ORGANIZAÇÃO
MUST ART ADVISORY & SERVICES
A MUST ART ADVISORY & SERVICES faz consultadoria de gestão na área das artes e cultura, desenvolvendo
projectos de marketing cultural e relações públicas, que contribuam para uma maior interacção e
sensibilização dos públicos com a arte e cultura.
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