FIC
nº 8 – agosto 2004
Ligado!
www.cantareira.br
Vem aí a Semana Agronômica
Em sua 4ª edição, a mostra será montada no Parque da Água Branca
e conta também com o apoio do Banco Real
F
iquem ligados! De 20 a 24 de
outubro, será realizada a 4ª
edição da Semana Agronômica da
Cantareira. Dessa vez, será no
Parque Dr. Fernando Costa, o Parque
da Água Branca (Zona Oeste). A
parceria entre o Diretório Acadêmico
Professor José Guilherme Stecca
Duarte – DA Agro, Faculdade
Cantareira e Secretaria de
Agricultura e Abastecimento do
Estado de São Paulo deverá levar
cerca 200 mil pessoas ao evento,
entre estudantes de Engenharia
Agronômica/Agronomia, Engenharia
Agrícola, Administração Rural,
Zootecnia, Veterinária, Engenharia
Ambiental, Engenharia Florestal e
Biologia entre outros, além de
profissionais e produtores rurais e
freqüentadores habituais do parque.
O agronegócio, tema principal do
evento, será enfocado em cursos e
palestras. Três subtemas servirão de
eixo para isso: Produção animal
competitiva, Agricultura do futuro e
O agronegócio, ultrapassando os
limites da propriedade rural. Para os
estudantes será uma salutar
oportunidade de estar em contato
com os profissionais da área de
agrobiotecnologia.
PRODUTOS E EQUIPAMENTOS
Fora as atividades didáticas, para
as quais são esperados mais de mil
participantes, haverá a feira de
tecnologia, com exposição de
novidades em equipamentos,
Parque da Água Branca: 100 mil m²
à disposição do evento
prestação de serviços e produtos, e
oficinas para a comunidade. Para
animar os visitantes e os
participantes, contar-se-á ainda com
música ao vivo, sorteio e
distribuição de brindes. No sorteio
final, uma motocicleta Honda Biz.
Serão mais de 100 mil m² à
disposição do evento: oito pavilhões,
o equivalente a 3 mil m², dois
auditórios com recursos multimídia
com capacidade para 280 pessoas e
o picadeiro, que comportará o palco
e as demais estruturas do parque.
Os interessados em participar dos
cursos devem procurar o Diretório
Acadêmico de Agronomia. Os ônibus
da Cantareira estarão disponíveis
para transportar os alunos da
faculdade até o parque.
Estudantes do ensino médio,
cursos técnicos, vestibulandos, pais e
educadores estão convidados para
conhecer as atividades que envolvem
o mundo dos agronegócios.
O Parque da Água Branca fica na
Avenida Francisco Matarazzo,
próximo ao Metrô Barra Funda.
eeditorial
Quanto mais gente, mais quente!
(da Campanha do Agasalho 2004)
G
ente de fibra. Gente de garra. Gente que faz. Gente
bonita. Gente vencedora. Gente que canta. Gente
que encanta. Gente feliz. Gente que realiza. Gente que
constrói. Gente brilhante. Gente que se empenha. Gente
que se difere. Gente que avança. Gente decidida. Gente
firme. Gente de paz. Gente que trabalha. Gente amiga.
Gente alegre. Gente que ama. Gente destemida. Gente
incansável. Gente exemplo. Gente que lidera. Gente que
Aação social
se comunica. Gente sábia. Gente que ensina. Gente que
aprende. Gente simples. Gente grande. Gente humilde.
Gente solidária. Gente forte.
Brava gente, gente da Cantareira.
Brava gente, gente brasileira.
A vocês, um pouco de nossa gente!
A direção
Me aqueça
neste inverno...
Campanha colabora com Fundo Social
de Solidariedade e ajuda a esquentar o frio
C
chega o inverno e nada melhor do que ficar em casa, agasalhado,
debaixo do cobertor e tomando um chocolate quente. Pena que nem
todas as pessoas têm esse privilégio. Aliás, muito poucas têm. E muitas outras
não têm ao menos um cobertor ou um agasalho para se aquecer.
Foi pensando nisso que os segundanistas de Direito, Lenir, Maria Augusta,
Ricardo Bertolo, Eliene e Ricardo Moraes, apoiados pela professora e
coordenadora do curso, Anna Maria Martins, organizaram a Campanha do
Agasalho na Cantareira.
As doações arrecadadas foram para a Campanha do Agasalho 2004 –
Quanto mais gente, mais quente! Organizado anualmente pelo Fundo Social
de Solidariedade do Estado de São Paulo, o movimento arrecada e distribui
agasalhos, cobertores e sapatos para entidades de todo o Estado.
Segundo dados do Fundo, em 2001 foram doadas, só na capital e Grande
São Paulo, 475 mil peças de vestuário e em 2002, mais de 500 mil. A
expectativa para este ano era de que as doações ultrapassassem os 7 milhões
de peças doadas em todo o Estado em 2003. E não deu outra. Mais de 11
milhões de peças foram arrecadadas.
Apesar de a campanha se ter encerrado, o frio continua e nunca é tarde
para ajudar. Por isso, as doações continuarão a ser aceitas. Mais informações
oficiais sobre a campanha podem ser encontradas no site
www.campanhadoagasalho.sp.gov.br.
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FACULDADE CANTAREIRA
Diretor-geral: Paulo Meinberg
FICLigado!
Diretor-responsável: Paulo Meinberg
Coordenação editorial: Roberto José Pinto
Produção editorial: Verbus Comunicação
Editor-responsável: Amorim Leite
Redação: Aline Marques e Amorim Leite
Editoração eletrônica: Cristiane M. Carratu
Impressão: Copypress
Tiragem desta edição: 15.000 exemplares
FACULDADE CANTAREIRA
Rua Dr. Marcos Arruda, 729
Tel. (0xx11) 6090-5900
São Paulo, SP, 03020-000
www.cantareira.br
faculdade@cantareira.br
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Diretório acadêmico
já está em ação
Aagronomia
Entidade é responsável pela
organização da Semana Agronômica
Música! Formem suas equipes e
inscrevam-se no Intercursos.
Estudantes da Cantareira, vocês
não perdem por esperar. Muita coisa
boa vem por aí no segundo semestre.
Diretoria
O
DA Agro está em seu primeiro
ano de existência e já trabalha
muito pelos alunos da Cantareira.
Não apenas pelos futuros agrônomos,
mas por todos os estudantes da
instituição.
Em 2002, os alunos da Cantareira
começaram a se movimentar para
formar um órgão de representação
discente, ou seja, um grupo que
representasse os interesses dos
alunos e fosse ponte de diálogo
entre os estudantes e a instituição,
além de promover atividades
culturais e implementar projetos
acadêmicos.
No final de 2003, no dia 7 de
novembro, foi fundado o Diretório
Acadêmico Professor José Guilherme
Stecca Duarte, o DA Agro, hoje
registrado no 3º Cartório de São
Paulo.
Desde que tomou posse, a atual
diretoria empenha-se em organizar
atividades e eventos como a Semana
Agronômica, campeonatos internos e
festas e ainda promover a integração
da Cantareira com outras faculdades
e universidades. Aliás, essa
integração anda às mil maravilhas. "A
Cantareira, juntamente com seis
instituições da região, forma a Ação
Universitária, uma espécie de
‘fraternidade’ entre as universidades
da Zona Leste", explica Adalberto de
Souza Júnior, presidente do DA Agro.
O objetivo desta Ação? "Aproximar as
instituições em prol dos estudantes."
Nos esportes, o DA Agro organizou
um interclasses de futebol para as
turmas de Agronomia e já planeja
expandir o torneio. Atenção
Publicidade, Administração, Direito e
Adalberto de Souza Junior (presidente)
Carlos de Freitas (vice-presidente)
Emerson Viveiros (tesoureiro)
Ana Paula de Lima (diretora-financeira)
Guilherme Jorge Giorgi (diretor de Comunicação)
Philipe Paranhos Colferai (diretor-social)
Luis Gustavo Ripani (diretor de Patrimônio)
Carla Wiandara (secretária)
Do you speak English?
Já estão abertas as inscrições
para novas turmas de Inglês da Cantareira.
LOCAL: DA Agro (sala 1, bloco A, piso térreo)
MENSALIDADE: R$37,00
MATERIAL: R$73,00 por semestre
HORÁRIO: Segundas e quartas-feiras, das 11h às 12h; ou terças
e quintas-feiras, das 18h às 19h; ou sábados, das 10h às 12h
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
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Ligado! 3
Ppublicidade
Alunos tiram retrato
como nos velhos tempos
‘Pinhole’, parente distante
da máquina fotográfica,
também ensina fotografia
U
ma caixa de papelão ou uma
lata, um pequeno disco de
alumínio com um orifício central
feito com uma agulha e algum
material sensível à luz (filme ou
papel fotográfico). Pronto. A câmara
fotográfica está pronta. É a pinhole.
Para os alunos do 3º ano de
Publicidade e Propaganda, o trabalho
proposto pelo professor de Produção
Publicitária em Fotografia, Carlos
Frucci, era mais um grande problema
a ser vencido. “O grande desafio,
para ele, jovem aluno do curso de
Publicidade e Propaganda, engajado
no meio da turbulenta linguagem
tecnológica das mensagens
audiovisuais, é estar frente não
apenas a uma lata, mas diante de um
estranhamento, do visível e do
invisível, diante do próprio reverso
da história”, complementa o
professor. O resultado desse trabalho
pôde ser visto no estande da
Cantareira durante o Festival de
Inverno do Parque da Água Branca. E
despertou muita curiosidade.
Deixar de lado toda a tecnologia
visual disponível, como câmaras
digitais, automáticas, programas de
tratamento de imagem, imagens
perfeitas e instantâneas para ver
surgir uma imagem precária, sem
recurso algum, nem tão nítida, um
pouco borrada, pode parecer
desnecessário, não fossem o
significado e a importância histórica
desse instrumento.
O objetivo do trabalho, segundo
Frucci, é fazer com que os alunos
percebam quanta expressão e ciência
existe nas imagens de pouca
resolução que surgem da arcaica
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Ligado! 4
caixa com um buraco de agulha, e
quanto essa experiência vale para o
desenvolvimento das tecnologias de
nosso tempo. “Com toda a tecnologia
da imagem que hoje se faz presente
no nosso cotidiano, de uma
apropriação sem precedente do uso e
do fazer fotográfico, fica difícil
perceber como a referência da
imagem era vivenciada por aqueles
que descobriam caminhos para
chegar na imagem espelho do real.”
FOTOGRAFANDO
Apesar de ser uma técnica
bastante simples, fotografar
utilizando a pinhole exige técnica e
paciência. Para muitos, é
considerado um trabalho artístico.
As imagens são normalmente
feitas à luz do dia, o que facilita a
fotossensibilização do papel. O
tempo de exposição à luz varia
conforme o tamanho do furo (quanto
menor, mais nítida a imagem obtida)
e conforme a luminosidade do dia e
do local escolhido. Com esse tipo de
câmara, o tempo necessário para
fotografias feitas de assuntos
externos, sob a luz do Sol, leva
alguns minutos, dependendo da
intensidade luminosa. Para situações
de pouca luz, o tempo de exposição
pode levar horas. Como a velocidade
é baixa, é necessário apoiar a
pinhole sobre uma superfície plana,
para não tremer a caixa.
As imagens são reveladas
normalmente (processo de
revelação de papel fotográfico preto
e branco) e, a partir desse negativo,
são feitas as cópias positivas.
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Publicando
Revista eletrônica trará artigos
do interesse de todas as áreas
dos cursos da Cantareira
ciência
Q
uem acessar o site da
Cantareira neste semestre,
notará uma novidade. Já está no ar a
primeira edição da revista eletrônica
Thesis. Fruto do esforço e dedicação
da faculdade e dos professores,
nasceu esta publicação digital
semestral (possivelmente, no futuro,
impressa também) aberta à
veiculação de material científico de
alunos e professores da Cantareira.
Segundo o professor e um dos
idealizadores da revista, Marcélio
José Ribeiro, “a proposta é termos
sempre um tema que propicie um
ponto de interdisciplinaridade entre
os autores que contribuirão com esta
revista, tornando-a um ponto de
encontro de questionamentos e
saberes. O tema que serviu como
eixo temático desse primeiro
número é Tecnologia e o
Desenvolvimento de Técnicas”.
O espaço reservado aos artigos
elaborados por alunos da Cantareira
permitirá a associação
entre a produção
científica dos trabalhos
de conclusão de curso
(TCCs) e a produção de
artigos científicos.
Nesta primeira edição,
a revista já tem a
participação dos exalunos José Roberto
Lapietra Diogo e
Jefferson Freire Bossa.
Para o professor
Otávio Augusto de Melo,
a Thesis “representa a
Iinternet
possibilidade de abertura de um
espaço democrático de debates e
apresentações de pensamento sério
que só pode traduzir-se em mais
conhecimento”.
CONSELHO EDITORIAL
O conselho editorial é formado pelos professores
Marcélio José Ribeiro e Luiz Guilherme de Oliveira (Administração),
Otávio Augusto de Melo e Gérson Palhares (Administração);
Marcos Roberto Furlan (Agronomia e Publicidade);
Iran José de Oliveira, João Elias Nery e
Maria Gabriela Marinho (Publicidade);
Rosemary Toffoli e Samuel Rodrigues Barbosa (Direito).
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Quem quiser
conferir é só
acessar a página
www.cantareira.br
FIC
Ligado! 5
Eevento
Música
e flores no parque
Cantareira participa do Festival de Inverno
do Parque da Água Branca
D
e 10 a 13 de junho, o Festival
de Inverno Apresentando as
Tradições Folclóricas do Estado de
São Paulo, levou mais de 150 mil
pessoas ao Parque da Água Branca, no
bairro da Barra Funda (Zona Oeste). A
Cantareira não ficou de fora e
também esteve lá nos quatro dias da
programação.
Realizado pelo Governo do Estado,
Secretaria da Agricultura e
Abastecimento, Parque da Água
Branca e Coordenadoria de
Assistência Técnica Integrada, o
festival de Inverno é o primeiro dos
quatro eventos previstos para o
Festival das Estações, que terão
como objetivo divulgar produtos
agrícolas e abrir um novo espaço para
apresentações culturais. “O que se
espera é que o local se consolide
como ponto de encontro das famílias
de São Paulo”, sugere José Antônio
Teixeira, diretor do Parque
da Água Branca.
No meio da maior
cidade do País, o espírito
caipira tomou conta de
todos os visitantes do
parque. Na praça de
alimentação, um
pouquinho de cada região:
Bahia, com o acarajé; Sul,
com as adegas de vinhos;
Minas Gerais, com queijo
de coalho e, em clima
FIC
Ligado! 6
junino, paçoca, maçã do amor e péde-moleque.
Plantas ornamentais e frutíferas,
artesanato e barracas com produtos
da estação também compuseram o
leque de atrações do festival.
Notícia no Estado e também fora
dele, o festival contou com a
cobertura jornalística das TVs Globo,
Record, Cultura, SBT e Regional de
Maringá (PR).
MARCANDO PRESENÇA
Com estandes montados no local,
a Cantareira levou ao público
visitante informações sobre todos os
seus cursos. Para colorir e embelezar
o espaço da faculdade, o professor
Roberto Jun Takane apresentou suas
orquídeas. Geléias, doces, frutas e
hortaliças deram água na boca. No
estande de música, nossos violeiros
animaram os visitantes. Uma oficina
de plantas foi reservada para as
crianças. Estas puderam levar para
casa pequenas mudas que elas
mesmas plantavam, auxiliadas por
um de nossos alunos de Agronomia.
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
NO PALCO
Como nem tudo são flores,
também levamos muita música. E de
música a Cantareira entende. A moda
de viola tomou conta do palco que
estava nas mãos, ou melhor, nas
vozes da Cantareira. Cerca de 35
apresentações animaram o público.
Homenageando o caipira paulista,
aquele da palha no dente, viola na
mão e do famoso “r” puxado, mais
de 25 duplas, grupos de catira e
congada, sanfoneiros e violeiros
pisaram o palco do festival. Um
show!
Quem perdeu essa grande festa
vai ter de esperar a próxima, que
deve acontecer entre setembro e
outubro, na primavera.
que bê-á-bá
NOSSO MUITO
OBRIGADO!
A Faculdade Cantareira
agradece a honra de ter
contado com estes músicos no
festival: Garutti e Cuiabá,
Waldemar e Gilberto, Pardinho
Filho e Simone Esperança,
Pedro Paulo e Tião Lourenço,
Dema e Vilino, Tapajós e
Tocantins, Goiano Silva e
Jaguaré, Trio Zé Mário, Zé Lito
e Enéas, Ruth e Ruhan,
conjunto paraguaio Erich
Paredes, Franch e Valter,
contrabaixo Maza, Adalberto
Souza Júnior, Renato e
Romano, Orquestra de
Violeiros de Barueri, Orquestra
de Viola de Pedreira, Catira de
Guarulhos e Clube da Viola de
Osasco, entre vários outros
músicos e grupos de dança.
Os agradecimentos vão
também para os
apresentadores: Santiago,
Valdecir Matioli, Simone
Esperança, J. Bellini,
radialista Barbosa e, ainda,
alunas Amanda Nogueira
(Publicidade) e Carla Wiandara
(Agronomia).
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
FIC
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Eevento
Urbis 2004:
estivemos lá
T
endo como tema Cidades e
Regiões Metropolitanas –
Estratégicas para o Desenvolvimento,
aconteceu de 14 a 18 de junho, no
Expo Center Norte, a 3ª edição da
Urbis, Feira e Congresso
Internacional de Cidades. Discutiramse políticas públicas adotadas em
setores como transporte, meio
ambiente, segurança, gerenciamento
de resíduos sólidos, trabalho e
geração de renda, habitação e acesso
à água.
Marcos Roberto Furlan,
coordenador do curso de Agronomia
da Cantareira, esteve no evento e
Projetos para recuperação
de áreas degradadas e
programa de inclusão social
foram apresentados na feira
apresentou, dentro da parceria que a
faculdade mantém com a
Subprefeitura do bairro da Mooca,
experiência na formação técnica de
equipes e a instalação do primeiro
Núcleo de Agricultura Urbana da
Cidade de São Paulo (NAU),
localizado no Brás (Zona Leste), sob
o Viaduto Bresser. Furlan mostrou os
excelentes resultados obtidos com o
programa social que, além de
resgatar a auto-estima das pessoas,
leva-as, no contato com a terra e
com o meio acadêmico, a se
descobrir cidadãos produtivos e úteis
para a sociedade.
Vamos ao Teatro!
Teatro Jardim São Paulo – Avenida Leôncio de Magalhães, 382 – Tel. 6959-2952 – Apoio: Faculdade Cantareira
NADA MAIS
FOI DITO NEM
PERGUNTADO
AS FIDALGAS
De 3 de setembro
a 17 de outubro
Sextas e sábados, às 21 h
Domingos, às 20 h
Duração: 110 minutos
Classificação: a partir de
10 anos
Ingressos: R$ 15,00
(sextas e domingos);
R$ 20,00 (sábados)
De 9 de julho
a 29 de agosto
Sextas e sábados, às 21 h
Domingos, às 20 h
Duração: 80 minutos
Classificação: a partir de
14 anos
Ingressos: R$ 15,00 (sextas
e domingos); R$ 20,00
(sábados)
A partir do livro de Luís Francisco Carvalho Filho, Nada Mais
Foi Dito Nem Perguntado, o Grupo Folias desenvolveu uma
oficina de encenação, dirigida a jovens encenadores que queriam entrar em contato com a arte de dirigir.
A peça é contada em treze episódios independentes, mas
com o mesmo tema: a justiça com suas mazelas e seus pressupostos. Os principais personagens do espetáculo são
juízes, promotores, advogados e delegados.
Para quem gosta dos romances de Shakespeare, As Fidalgas
é um prato cheio. Nessa adaptação de Os Dois Fidalgos de
Verona, o público verá confusões, trocas de identidades, aventuras, histórias de amor, música, dança e todos os ingredientes das comédias do autor inglês. No palco, uma atmosfera
renascentista mostra ao público como eram as peças de teatro da época.
Pais e alunos da Faculdade Cantareira têm desconto de 50%
FIC
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[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Acordes afinados
Mmúsica
para o frio
Professores sobem a
serra e se apresentam
em festivais de inverno
O
inverno já é sinônimo de
inspiração para artistas e
músicos. Em julho, muitos
festivais são organizados pelo
Brasil todo e alguns professores da
Escola Superior de Música da
Cantareira se apresentaram nos
palcos dos mais aplaudidos
festivais de inverno para mostrar o
que sabem fazer melhor:
interpretar música boa, da melhor
qualidade.
O de Campos do Jordão,
festival mais importante da
música erudita do Brasil e do
mundo, recebeu, entre os muitos
nomes da música nacional e
internacional, os professores Renato
Bandel (viola), Marcos dos Anjos
Júnior (tuba) e Fernando Dissenha
(trompete). Fernando é trompetesolo da Orquestra Sinfônica do
Estado de São Paulo (Osesp) e do
Quinteto de Metais São Paulo, onde
toca junto com Marcos, também da
Osesp. Renato é integrante da
Orquestra Sinfônica do Teatro
Municipal de São Paulo.
Raiff Dantas Ribeiro (violoncelo) e
Martin Tuksa (violão) se fizeram
notar no Festival de Campos, no Rio
de Janeiro. E Fábio Cury (fagote) e
Henrique Pinto (violão), no Festival
Eleazar de Carvalho, em Fortaleza.
Para o festival de Ourinhos foram
convidados Bob Wyatt (bateria),
Djalma Lima (guitarra) e Henrique
Pinto (violão).
ENSINO EM PAUTA
Os três festivais, além de
oferecer espetáculos de música de
primeira qualidade, também abriram
espaço para a área pedagógica,
oferecendo master
classes e workshops.
Palestras e audições
complementaram as
atividades.
Empolgados
estiveram Amarildo
Nascimento, Welington
dos Santos, Daniel
Herreras, Tiago Araújo e
Eudes da Cunha,
integrantes do Quinteto
de Metais Cantareira.
Depois do sucesso nos
palcos da Cantareira,
subiram a serra e
tocaram para o Quinteto
de Nova York no Festival
de Campos do Jordão.
Bravo!
Bravíssimo!
No alto, Quinteto de Metais Cantareira. Acima, Renato Bandel, um de nossos
professores que integraram o corpo docente do festival
[[ vv ii ss ii tt ee nn oo ss ss oo ss ii tt ee :: w
ww
w w.
w. cc aa nn tt aa rr ee ii rr aa .. bb rr ]]
FIC
Ligado!
Ligado! 9
9
Mmúsica
Os concertos
A Cantareira
continuam
Apresentações do projeto ‘Música no Jardim’
agradam e se estendem até fim do ano
D
epois das apresentações do
primeiro semestre, o futuro do
programa não poderia ser diferente.
Cada vez melhor e mais aplaudido,
Música no Jardim permanece no
Teatro Jardim São Paulo por, pelo
menos, mais três meses.
O tema “Compositores
brasileiros”, apresentado num dos
últimos concertos, trouxe
interpretações de Tom Jobim, Legião
Urbana, Dominguinhos, Gonzaguinha,
Carlos Lira, Vinícius de Morais,
Maurício Einhorn e Ernst Mahle, além
dos improvisos e do pot-pourri de
chorinhos. No final da noite, o ponto
alto: a Camerata Fukuda subiu ao
palco e deixou todos boquiabertos e
prontos para os aplausos.
Diferentemente das outras séries
do programa, essa contou com a
participação de candidatos do
processo seletivo para o curso de
Música. Amarildo Nascimento e
Welington dos Santos (trompete),
Eudes Ferreira da Cunha (tuba),
Daniel Herreras (trompa) e Thiago
Araújo (trombone) surpreenderam ao
se apresentar como Quinteto de
Metais Cantareira. Realmente, essa
foi uma noite especial. E isso estava
estampado nos olhos e nos sorrisos
de Henrique Autran Dourado,
coordenador do curso, e Ricardo
Simões, professor de Violão.
NÃO PERCAM OS
PRÓXIMOS!
24 de agosto
21 de setembro
26 de outubro
Sempre às 20h - Entrada Franca
FIC
Ligado! 10
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
SONHO REALIZADO
Poderia ser Frans Lizst. Na realidade, é Paulo Meinberg, diretor-geral
da Faculdade Cantareira. Seu sonho de amor expresso em música. A Escola
Superior de Música da Faculdade Cantareira. O Jardim São Paulo viveu
uma noite apoteótica: 29 de junho – música para cinema, publicidade e
TV. Somente uma mente brilhante pode trazer Mozart e Ravel e dialogar
com Henry Mancini, Nino Rota, John Williams, Elmer Bernstein e Carlos
Gardel.
Henrique Autran Dourado fez o tempo abrir suas cortinas ao mostrar,
com a música, as emoções vivenciadas por gerações. Jovens talentos,
mãos divinas e vozes universais. Cinema, publicidade, TV: o mundo real
cada vez mais virtual, em que a velocidade do segundo foi freneticamente
superada pelo frame.
A Faculdade Cantareira gera talentos nesta época em que a network
opera com resolução atômica. Geniais maestrinas, Lídia de Godal Pereira
e Vera Novack, conduzindo seus corais, cujas vozes, como o sibilar dos
ventos, conduzem a vida nos vales do Sol e montanhas nevadas.
Música, paixão dos deuses, subindo como águas vivas, rompendo
fronteiras.
Cinema, publicidade, TV. “Genial”, afirmou o professor João Elias
Nery, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda. “A equipe
trabalhou pensando na transmissão da mensagem de mercado.” A reação
do público no aplauso e no riso é o atestado pelos momentos felizes.
Genial, maestro Edison Ferreira, trazendo a energia orquestrada pela
Banca Sinfônica Cantareira, onde madeiras e metais ousam em dar espaço
ao trinar de pássaros e ao ribombar dos trovões.
Apoteose. Momentos mágicos. Ao nosso Professor Paulo Meinberg, um
trecho de Over the rainbow, do filme O mágico de Oz: “... e os sonhos
que você sonhou ousar, realmente se tornam verdadeiros...”.
Bernardo Jazen
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
FIC
Ligado! 11
Ddireito
De olho no
Ambiente
J
unho é o mês do meio ambiente.
E, mais do que nunca, assuntos
relacionados à constante
preocupação com a degradação da
natureza vêm à tona. São realizados
atividades e eventos por todo o
mundo a fim de conscientizar as
pessoas sobre a importância de se
preservar o meio ambiente. A
Faculdade Cantareira, por exemplo,
participou de eventos em Ribeirão
Pires (SP) e no Parque da Mooca, na
capital.
A preocupação com o meio
ambiente é mais um espaço no leque
de opções que o profissional de
Direito possui para atuar: Direito
Ambiental. O professor de Direito
Ambiental e Administrativo da
Cantareira, Marcos Maurício Toba, dá
alguns detalhes a respeito dessa
área. Advogado, pedagogo, mestre e
doutor em Direito pela Universidade
de São Paulo, Toba foi bolsista da
Fullbright/Capes junto à Faculdade
de Direito da Universidade de Nova
York e cumpriu estágio no
secretariado na Organização das
Nações Unidas, em Nova York, no
Office oh Human Resources
Management (OHRM).
FIC Ligado! – Os problemas
ambientais vêm de longa data. Mas
quando eles passaram às mãos do
Direito Ambiental?
Marcos Maurício Toba – Os
problemas ambientais têm raízes
antigas. O Digesto Romano faz
referência a uma fábrica de queijos
que emitia fumaça sobre as casas
vizinhas. Na era moderna, o direito
ambiental apareceu relacionado aos
direitos de vizinhança, regulados
pelo Direito Civil. No decorrer do
século 20, o desenvolvimento
tecnológico trouxe danos não apenas
em maior número como também em
maior variedade. A partir da década
de 70, com a Conferência de
FIC
Ligado! 12
Estocolmo, a matéria ganhou
impulso. Vários países incorporaram
a preservação do meio ambiente
ecologicamente equilibrado para as
futuras gerações como um dos
princípios em suas constituições. Foi
assim que o Direito Ambiental se
consolidou.
FIC Ligado! – Qual a função do
Direito Ambiental?
Marcos – O Direito Ambiental deve,
seguindo a lição de José Afonso da
Silva (autor de livros e professor na
área do Direito Ambiental
Constitucional), garantir um meio
ambiente ecologicamente
equilibrado para as futuras gerações.
Deve criar soluções para que a vida
possa se perpetuar no planeta,
garantindo que os recursos naturais
possam continuar a garantir o valor
fundamental, o fim último que o
direito deve proteger: o homem.
FIC Ligado! – A partir de quando
essa área do Direito passou a ter
importância fundamental em nossa
sociedade?
Marcos – Sobretudo após a Segunda
Guerra aumentaram os danos
ambientais de enorme repercussão.
Grandes desastres ecológicos e danos
coletivos inspiraram, então, a edição
de leis e normas para punir os
culpados. Os perigos da
contaminação radiativa e química,
da chuva ácida e das alterações
climáticas trouxeram à tona a
consciência ambiental.
FIC Ligado! – Onde o profissional da
área pode trabalhar?
Marcos – O Direito Ambiental, como
alguns outros ramos do Direito, tem
crescido rapidamente. Tanto na
esfera pública como na particular, as
normas ambientais têm tomado
importância. De um lado, governos
têm procurado se adequar às
Além de área promissora,
Direito Ambiental é mais
uma excelente opção para o
profissional
Marcos Maurício
Toba: novos
campos de
estudo estão
surgindo
exigências da proteção ambiental.
De outro, a iniciativa privada tem se
adaptado às regras do chamado fair
trade (comércio justo), que exige a
comprovação de que um produto
oferecido aos consumidores tenha,
na sua produção, observado normas
de caráter social e ambiental. O
profissional pode trabalhar também
em Organizações NãoGovernamentais (ONGs) de defesa do
meio ambiente e em organismos
internacionais e ainda prestar
assessoria em matéria ambiental.
Com o desenvolvimento econômico,
novos campos de estudo estão
surgindo. Alguns exemplos: os
organismos geneticamente
modificados (OGMs), a Lei de
Biossegurança, a biopirataria, a nova
lei de crimes ambientais, a defesa da
proteção das reservas de água
subterrânea do Aqüífero Guarani, as
normas para os vários acidentes
ambientais causados pela Petrobrás,
etc.
FIC Ligado! – Quais as novas
tendências do Direito Ambiental?
Marcos – O Direito Ambiental, nos
últimos anos, adquiriu uma feição
bastante internacional. Guido
Soares, por exemplo, lançou alguns
livros sobre a proteção internacional
do meio ambiente. Nesse sentido, o
curso da Faculdade Cantareira irá
tratar do Direito Ambiental no Brasil,
no 4º ano, e do Direito Internacional
Ambiental, no 5º, que estuda as
várias normas ambientais de caráter
internacional que têm sido seguidas
por muitos países nos últimos anos.
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Defendendo o
Bbiblioteca
meio ambiente
Professora de Direito participa de congresso internacional
I
rene Patrícia Nohara participou
do 8º Congresso Internacional de
Direito Ambiental, realizado nos dias
28 de maio a 3 de junho pelo
Instituto O Direito por um Planeta
Verde. Professora de Direito
Constitucional do 2º ano do curso de
Direito da Cantareira, Irene teve
todos os itens finais de sua
independent paper (tese
independente) Proteção Jurídica da
Fauna aceitos, devendo constar,
portanto, dos anais da próxima
edição do congresso, em 2005. O
texto está disponível no site do
instituto: www.planetaverde.org.
O Direito por um Planeta Verde é
uma associação civil de caráter
científico-educacional, sem fins
lucrativos, apartidário e tem como
missão a proteção do meio
ambiente, biodiversidade e direitos
dos povos indígenas. Por meio de
congressos, seminários, encontros e
Saiba mais...
Autor do livro Estelionato
Eletrônico – Segurança na Internet,
professor Vicente Lentini define
para o FIC Ligado! alguns termos
criminais da rede mundial
ESTELIONATO ELETRÔNICO
É a fraude cometida em ambientes
computacionais, ou seja, valendo-se dos
computadores utilizados pelas pessoas.
O estelionato é um crime em que o sujeito busca obter vantagem ilícita, causando prejuízo a outra ou outras pessoas, fazendo com que estas cometam ou
não percebam o erro que estão cometendo, mediante artifício, ardil, ou
qualquer outro meio fraudulento.
cursos de formação, capacitação,
atualização, o instituto dissemina a
idéia de que não é necessário muito
esforço para fazer algo grande pela
natureza.
DIREITO ADMINISTRATIVO EM LIVRO
Nossos professores gostam mesmo
de escrever. Em maio, a professora
Irene lançou seu livro. O primeiro. O
Motivo no Ato Administrativo,
lançado pela Editora Atlas, contém
os elementos básicos para a
compreensão do surgimento e do
desdobramento da teoria dos
motivos determinantes, além de
contribuir para o questionamento da
visão positivista. A obra é dirigida a
estudantes e profissionais da área do
Direito Administrativo, como juízes,
promotores e procuradores.
Ora servindo ao Direito
Administrativo, ora ao Ambiental,
Irene tem dois artigos publicados:
O AGENTE CHAMADO ‘HACKER’
O hacker é um agente que se dedica a explorar profundamente o potencial mais alto
de sistemas computacionais em prol de
certos valores, como direito à propriedade e informação privada. Ele condena como
sendo criminosos todos aqueles que
acessam sistemas de computadores de forma não autorizada. Em outras palavras, são
contra o sistema, denunciando suas injustiças.
UM SUJEITO CHAMADO ‘CRACKER’
O cracker é um tipo polêmico de criminoso. Algumas pessoas o definem como mau
hacker, outros o definem como quebradores
de segurança, ou seja, quebram senhas de
provedores, programas do tipo shareware,
senhas de proteção de jogos, dentre outros delitos.
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Direito dos Animais, na Revista da
Faculdade de Direito da
Universidade de São Paulo, vol. 93,
de janeiro de 1998, e Federalismo
Fiscal Brasileiro: da ameaça
neoliberal ao princípio cooperativo
intimidando o objetivo
constitucional de superação das
disparidades regionais, no Boletim
dos Procuradores da República, nº
48, de abril de 2002.
UM ‘CLEVER BOY/GIRL’ CHAMADO DE
‘WAREZ’
Warez: esse é um tipo de agente criminoso complexo de definirmos. Na verdade, são os clever cibercriminosos, ou
seja, extremamente inteligentes.
Pirateiam programas que às vezes nem
estão no mercado e já foram devidamente "desviados". Também quebram a proteção dos programas computacionais.
E O QUE É O ‘NEWBIE’?
Newbie é o(a) novato(a) na rede. Ele(a)
se mete em lugares que não deve, faz
perguntas que não deve. Mas isso não
seria uma atitude lamer? Na verdade é
uma atitude ingênua. Mas, aquele cara
que entra num chat com nick de newbie
é um otário querendo dar uma de ingênuo.
FIC
Ligado! 13
Bbiblioteca
Para ajudar o governo
eletrônico brasileiro
Professor da Cantareira integra equipe de autores de livro sobre ‘e-government’
C
João Adolfo: tecnologia de
informação para a realização de
compras e contratações pelas
entidades públicas, suas vantagens
e benefícios para a população
FIC
Ligado! 14
om objetivos interativos, de
prestação de serviços, ou
simplesmente informativo, é
indiscutível o papel dos governos
eletrônicos, ou e-governments, no
aumento da eficiência da máquina
pública.
Poucos sabem, porém, que o
Brasil é referência internacional no
assunto, como mostrou recente
estudo da Organização das Nações
Unidas (ONU), no qual o Brasil ficou
à frente de países como Itália, Japão
e Áustria, com alta capacitação de
e-government.
Muitas iniciativas servem de
modelo para diversos países, como
as da área eleitoral (o único país no
mundo com votação eletrônica em
todo seu território) e tributária
(quase a totalidade dos impostos de
Renda é recebida pela Internet) e
financeira (bolsa eletrônica de
compras).
Florencia Ferrer e Paula Santos
reuniram autoridades no assunto no
livro E-government – O governo
eletrônico no Brasil, obra lançada
este ano pela Editora Saraiva. O livro
apresenta um histórico dos principais
projetos e iniciativas de governo
eletrônico no Brasil, assim como as
tendências desse segmento.
Entre os autores tem-se o
professor do curso de Agronomia da
Cantareira, João Adolfo Rezende
Ponchio. Sua participação está no
capítulo Compras governamentais
com tecnologia de informação, que
trata dos conceitos aplicados no uso
da tecnologia de informação para a
realização de compras e
contratações pelas entidades
públicas, suas vantagens e benefícios
para a população.
NO BRASIL
Para o governo eletrônico
brasileiro, as contribuições foram
várias. João Adolfo foi gerente do
Projeto de Modernização do Controle
Interno da Secretaria da Fazenda do
Estado de São Paulo, por intermédio
do Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (PNUD),
participou da implementação da
Bolsa Eletrônica de Compras (BEC/
SP) e demais sistemas de gestão
orçamentária e financeira.
Atualmente, é consultor da GV
Consult – pertencente à equipe
responsável pelos projetos GVFácil e
Bolsa Eletrônica de Compras –,
consultor do órgão da ONU para
Agricultura e Alimentação (FAO) –
Projeto de Apoio à Promoção e
Desenvolvimento de Alianças
Produtivas.
Com grandes nomes compondo
sua autoria, E-government já é
considerado por muitos o guia mais
completo sobre o tema.
[ v i s i t e n o s s o s i t e : w w w. c a n t a r e i r a . b r ]
Aadministração
Estendendo
os estudos
Ex-alunos ingressam em mestrado da USP e Unicamp
C
ursar uma boa faculdade, que
tenha corpo docente bem
preparado e infra-estrutura
adequada é imprescindível. Não
apenas para concorrer no mercado
de trabalho, mas também para
conseguir vagas disputadíssimas para
mestrado e doutorado. Que o diga
José Roberto Chiari Fragoso,
formando de 2003 do curso de
Administração Rural da Cantareira.
Atualmente, José Roberto é
mestrando em Planejamento e
Desenvolvimento Rural Sustentável,
na Faculdade de Engenharia Agrícola
(Feagri) da Universidade de
Campinas (Unicamp).
Para o ex-aluno, a Cantareira
exerceu papel crucial em sua
formação acadêmica, pois ofereceu
subsídios para sua continuidade.
“Sem a formação que a Cantareira
dá – leia-se bons professores e infraestrutura, como laboratórios,
biblioteca, auditório e fazenda
experimental, não teria conseguido a
vaga na Unicamp”, testemunha o
administrador.
José Roberto aproveitou o
incentivo e pôs o pé na estrada. “O
que falta aos nossos produtores
rurais, sejam eles agricultores ou
pecuaristas, é a visão
administrativa”, afirma. “O
administrador rural deve atuar junto
aos produtores e ajudá-los na
produção, explorando racionalmente
os recursos da propriedade para as
necessidades das futuras gerações e
observando os impactos causados
pelas atividades agropecuárias ao
meio ambiente.”
MAIS UM
Quem segue o mesmo caminho é
César Vianna Werneck. Formado em
2002, também em Administração
Rural, ele faz seu mestrado no
José Roberto: “Sem a formação da
Cantareira, não estaria na Unicamp”
Procam, Programa de Pós-graduação
em Ciências Ambientais da
Universidade de São Paulo.
Segundo César, o mestrado
abrange conhecimentos
interdisciplinares que vão da Biologia
à Administração, passando por
Economia, Educação e Oceanografia,
entre outros. Em sua tese, ele
estuda o potencial econômico e a
importância social da pesca no Brasil
e, para isso, o curso de Administração
Rural foi fundamental. “A Cantareira
me deu conhecimentos práticos e
teóricos não só para ser aceito no
programa da USP, mas para trabalhar
na atividade econômica da pesca”,
completa. “Ainda mantenho com
orgulho o adesivo da Cantareira no
vidro do meu carro”.
Visita
ilustre
Prof. Paulo Meinberg, diretor-geral da
Faculdade Cantareira e Colégio Jardim São
Paulo, recebe e candidato a prefeito, José
Serra, no Teatro Jardim São Paulo.
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FIC
Ligado! 15
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Edição 8 - Faculdade Cantareira