Movimento Pedestre
Helbing
Movimentos Pedestres
• Apesar dos pedestres possuirem
características e destinos diferentes, a
dinâmica das populações pedestres é
surpreendentemente prevísivel
Auto-Organização
Os pedestres apenas conseguem-se mexer livramente em pequenas
densidades populacionais
.
De outra maneira o seu movimento é afectado por interacções
repulsivas e atractivas com outros pedestres, resultando num fenómeno
de auto-organização
Auto-Organização
Em adição o movimento pedestre é tambem
influenciado pelas nossas obrigações
temporais do dia-a-dia e pelas “atracções
inesperadas”
Padrões de Movimento
• Exemplos dos padrões de movimento
resultantes são diferentes vias de direcção
uniforme em vias abertas, e oscilações de
passagem em afunilamentos.
Exemplo
• Mostrar a applet
Comportamentos Reactivos
• As próprias pessoas tanto podem ser forças
repulsivas como atractivas
• Cada pedestre sente o numero de pedestres na área e
ajusta a sua velocidade e direcção consoante a
densidade de população reconhecida pelo próprio.
Comportamentos Motivados
• Os comportamentos motivados dependem do
estado interno de motivação e do estímulo
externo que corresponde ás suas necessidades
internas
– Definir trajectoria para loja
– Ficar sem dinheiro
– Preciso de um multibanco- definir trajectoria para
multibanco
– Arranjar dinheiro pelo caminho mais rápido
– Retornar á loja
Comportamentos Racionais
• Os comportamentos racionais envolvem
comportamentos mais inteligentes.
– Será que os pedestres sabem onde encontrar um
multibanco?
– Podem os pedestres explorar livremente em busca de um
multibanco?
– Pode um pedestre arranjar facilmente a informação sobre
onde encontrar um multibanco?
• Estes necessitam de possuir conceitos e lógica para
selecionar a sua acção.
• Nesta situação entre em conta processos de raciocinio
mais complexos como o reconhecimento do espaço
antes de poder processar as outras acções mais
basicas e lineares.
Simulação
• Caso practico de modelo que utiliza os
padrões de movimento e tenta simular
padrões de comportamento que condicionam
o pedestre
• 2 tipos de pedestre são criados:
– Pedestres Locais, que todos tem afinidades entre
eles
– Pedestres Turistas
Pedestres Locais e Turistas
• O modelo é testado para medias e fracas
densidades populacionais
– Assume-se incialmente que os turistas não
conhecem o mapa geografico do ambiente e
portanto navegam apenas através do seu alcance
visual (sem referencias externas).
– Os pedestres locais tem conhecimente do mapa do
ambiente e utilizam navegação por grafos de
maneira a optimizar a navegação
Comportamento dos agentes
• Se o pedestre conhece
o ambiente o suficiente
para encontrar o alvo
então:
– Calcula o caminho
mais curto até ao alvo
– Anda aproximadamente
na direcção do alvo
Se não
– Aleatóriamente procura
um alvo
– Anda numa direcção
popular (com uma
maior densidade
populacional)
– Pede informações a
outro pedestre
Casos de Uso
• 3 casos de uso testados :
1. Todos os pedestres são locais.
2. Todos os pedestres são turistas.
3. Metade dos pedestres são locais, metade são turistas
• Amostra de 400 pedestres
• O angulo de visão dos pedestres é de 110
graus
• 2000 iteracões
Todos os pedestres são locais
Todos os pedestres são turistas
Metade Locais, Metade Turistas
Outras Plataformas de Simulação
• VISSIM
Outras Plataformas de Simulação
• VISSIM
Outras Plataformas de Simulação
• Myriad II
Outras Plataformas de Simulação
• Myriad II
Conclusão
• Todos os niveis de
descrição tem em
consideração as
intenções e iterações
dos pedestres
• O estudo do movimento
dos pedestres pode ser
usado como uma
ferramenta poderosa
para controlo e
planeamento do tráfego
automóvel e pedestre
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