Engenheiro Plinio Tomaz
1
Introdução: alguns créditos do
LEED
2
SS 6.1-Quantidade de águas
pluviais
3
SS 6.2- Qualidade das águas
pluviais
4
Triângulo do manejo de águas
pluviais
5
Ciclo hidrológico básico
tentamos manter o ciclo hidrológico: voltar ao que existia
6
Bacia Hidrográfica
7
Conceito de bacia
8
Método Racional
 Áreas até 3km2
 Q=CIA/360





Sendo:
Q= vazão de pico (m3/s)
C= coeficiente de runoff (adimensional)
I= intensidade da chuva (mm/h)
A= área da bacia (ha) ≤ 3km2
 LEED: o método escolhido deve ser aceito e reconhecido.
 Cálculos feitos por engenheiro civil de preferência
9
Método do SCS









Método do SCS (Soil Conservation Service)
Publicado em 1976 nos Estados Unidos
Bacias de 2 km2 a 5.000 km2
Usado nos Estados Unidos
Conceito de hidrograma unitário
Usa o tempo de concentração tc
Precisa da chuva excedente em um intervalo de tempo.
Escolha da duração da chuva: 2h, 6h, 24h
Difícil de ser aplicado para quem não é dedicado ao
assunto
10
Método SCS TR-55
 Publicado em 1976
 40 há até 65 km2
 Duração da chuva: 24h
 Bom para determinar a vazão de pico
 Não é muito usado no Brasil
 Hietograma de chuva: Tipo I, IA, II e III
Precipitações médias mensais
12
Erosão
altera o ecossistema aquático
13
Impactos devido a impermeabilização do solo:
Pesquisas americanas. Não temos pesquisas no Brasil
14
Pluviômetro: chuvas diárias
15
Pluviógrafo:
precipitação x tempo
Caçamba basculante; pluviógrafo de peso e pluviógrafo de flutuador
16
Curva dos 100 anos
17
Enchentes
Período de retorno de 100anos (Inglaterra: 200anos)
18
Mapa com a inundação
chuva de 100anos
19
Como calcular a curva dos
100anos?
 Primeiro: calcular a vazão de pico na seção escolhida para Tr=100anos.
 Segundo: temos a vazão e um perfil da seção no local.
 Terceiro: adote uma altura y qualquer e calcular a vazão Q100 calculada
usando a equação de Manning.
 Q= (1/n) x Ax R (2/3) x S0,5
 A= área molhada (m2)
 S= declividade (m/m)
 Se Q calculado for igual a Q100 OK, caso contrario aumente ou
diminua o valor de y até achar a vazão Q100 calculada.
 Quarto: o método é feito por tentativas para cada seção.
20
Leito menor Tr=1,5 a 2anos
Rio Paraguai/Tucci e Gens, 1991 Tr=1,87anos
(afastamento 15m (?), Código Florestal)
Leito maior Tr=100anos
(Enchentes)
21
Observação: LEED
 LEED define para NC, Schools e CS no
SS credit 1:
 Não há crédito se a área de prédesenvolvimento estiver 1,50m (5feet)
abaixo da cota dos 100 anos.
.
22
Leed: piso 1,5m acima de
Tr=100anos
(não há lei e nem normas mundiais)
>=1,5 m
Tr = 100 anos
Eng. Plínio Tomaz
23
Tempo de concentração
Definição:
Tempo que a partícula de água mais
distante chega ao ponto escolhido.
Geralmente é calculado em minutos.
Várias fórmulas:
24
Tc usando tempo de escoamento
superficial (método cinemático)
• V= K . S 0,5
 Sendo:
 V= velocidade média (m/s)
 S= declividade média do talvegue (m/m)

 K= coeficiente dado pela tabela adiante
25
Tc usando tempo de escoamento
Uso do solo re gime
de
superficial
escoamento
Coeficiente K
Floresta com muita folham
no solo
0,76
Area com pouco cultivo,
terraceamento
1,52
Pasto ou grama baixa
Areas cultivadas
2,13
2,74
Solo quase nu sem cultivo
3,05
Caminhos de escoamento
em grama, pasto
Superficie pavimentada;
pequenas bossor9ocas de
nascentes.
4,57
6,10
26
Tc usando tempo de escoamento
superficial
 Exemplo:
 Calcular o tempo de trânsito de um pasto com 150m e
5% de declividade média;
 Da Tabela achamos K=2,13


V= K . S 0,5
V= 2,13 . 0,05 0,5
 V=0,48m/s
 Tempo de trânsito = L/V = 150m/ 0,48m/s=313s=5,2min
27
Tc pela fórmula California culverts
practice
 Tc= 57 x L 1,155 x/H 0,385




Sendo:
Tc= tempo de concentração (min)
L= comprimento do talvegue (Km)
H= diferença de cotas entre a saída da bacia e o ponto
mais alto do talvegue (m)
 Análise:
 Áreas rurais maiores que 1km2
 Aconselhado pelo DAEE para pequenas barragens
28
Tc Federal Aviation Agency
 É válida para pequenas bacias onde o escoamento superficial sobre o
solo predomina. O comprimento, declividade e o coeficiente de runoff
são para o escoamento principal do talvegue.







tc= 0,69 . (1,1– C). L 0,5 . S –0,33
Sendo:
tc= tempo de concentração (min);
C= coeficiente de runoff do método racional
L= comprimento (m) máximo do talvegue deverá ser de 150m;
S= declividade média (m/m)
Nota: talvegue é o fundo do vale por onde escoa as águas pluviais
quando chove ou por onde passa um córrego ou rio.
 Usado no Aeroporto Internacional de Guarulhos
29
Tempo de concentração
(entrada)
 Urban Storm Drainage Criteria Manual, Denver,
Colorado, 1999 (USDM).
 Para microdrenagem (áreas até 120ha?)
 tc= L / 45 + 10
 Sendo:
 tc= tempo de concentração (min)
 L= comprimento (m)
 Exemplo:
 L= 100m
 tc= 100/45+10= 12min ( o valor calculado não pode ser maior que 12min)
 tc do ponto mais longe até uma boca de lobo
30
Período de retorno
 Período de retorno (Tr) é o período de tempo médio que




um determinado evento hidrológico é igualado ou
superado pelo menos uma vez.
Tr= 1anos ou 2anos para evitar erosão a jusante ( correto é
usar entre 1,5anos e 2,0nos)
Tr= 25anos para enchentes
Tr= 100anos
Período de retorno do Vertedor:
 H≤ 5m Tr=100anos
 5<H≤15m Tr=1.000anos
 H>15m Tr=10.000anos
31
Probabilidade (p) e período de retorno (T)
 P= 1/T
 Exemplo: T=100anos
 P= 1/100=
0,01 (1%)
 Há 1% de probabilidade em um ano de termos uma chuva
superior a aquela que estimamos.
 Exemplo: T= 2anos
 P= 1/T=½=
0,5 (50%)
 Há 50% de probabilidade em um ano de termos chuvas
superior a aquela que estimamos
32
,
Conceito de Impacto Zero
 Vazão
 infiltração
33
Teoria do Impacto Zero (invariância hidráulicaItália)
vazão
 A vazão de pós-desenvolvimento deverá ser igual a
de pré-desenvolvimento.
 Pré-desenvolvimento: é o terreno natural sem compactação do solo
(estradas, máquinas, pessoas, pisoteio bovino, etc). Consideramos
5% a 12% de área fica impermeabilizada (Plinio)
 Nota:
 A) existem regiões que adotam a vazão de pré-desenvolvimento por ha.
Exemplo: 24 L/sxha
 Itália: 20 L/sxha ou 40 L/sxha
 Paris 10 L/sxha (350km de canais unitários) e 2 L/sxha (Rio Sena e afluentes)
 São Paulo: 25 L/s x ha
 B) Existem obras ou canais já construídos que servem como limitador
de vazão no pré-desenvolvimento.
34
Teoria do Impacto Zero (invariância
hidráulica- Itália)
infiltração
 Volume infiltrado no pré-desenvolvimento= Vpré
 Volume infiltrado no pós-desenvolvimento =Vpós
 Volume de pós= Volume de pré
35
Balanço hídrico:
pré e pós desenvolvimento
Teoria do Impacto Zero
Quantidade
36
37
38
Áreas de inundação
pré e pós desenvolvimento
Quantidade
39
Período de retorno de vertedor de
barragem
40
Barramentos
Período de retorno Tr para dimensionamento do
vertedor
DAEE, Instrução DPO 02/2007
Maior altura do
barramento H
(m)
Sem risco para
habitações ou
pessoas a jusante
Com risco para
habitações ou
pessoas a jusante
H≤ 5
100
500
5<H≤ 10
500
1.000
H>10
1.000
10.000
41
 Inicio do exemplo 1
 Caso 1

Opção 1
42
Exemplo 1
 Dados:
 Area= 3ha
 Talvegue=L= 260m
 Declividade média do talvegue= 0,03m/m (%)
 Area impermeável pré= 10% (Nota: AI < 50%)
 Area impermeável pós= 60%
 Município: Santa Bárbara do Oeste/SP
 Opçao 1= vazão de pos= vazão de pre
43
Coeficiente C= Rv
 Rv=0,05+0,009.AI
 Pré: AI= 10%
 Rv=0,05+ 0,009 x 10= 0,14
 Cpre= 0,14
 Pós= AI= 60%
 Rv= 0,05+ 0,009 x 60= 0,59
 Cpos=0,59
44
Tempo de concentração tc
 tc= 0,69 . (1,1– C). L 0,5 . S –0,33
 L=260m
 S=0,03m/m
 Pré:
 Cpre=0,14
 tc pré= 0,69 . (1,1– 0,14). 260 0,5 . 0,03 –0,33 = 34min

 Pós:
 Cpós=0,59
 tc pós= 0,69 . (1,1– 0,59). 260 0,5 . 0,03 –0,33 = 18min
45
Intensidade de chuva




1912,174 x Tr0,141
I =-----------------------( t + 19,154)0,857
 Tr=1ano e Tr=2anos
 t=tempo de duração da chuva= tempo de
concentração (min)
46
Intensidade de chuva para Tr=1ano
 Tr=1 ano ; t= tcpre= 34min



1912,174 x 1,000,141
Ipre (1ano) =-----------------------( 34 + 19,154)0,857
= 63,5mm/h
 Tr=1 ano ; t= tcpos= 18min



1912,174 x 1,000,141
Ipre (1ano) =-----------------------( 18 + 19,154)0,857
=86,3mm/h
47
Vazão de pico para Tr=1ano
 Tr=1ano
 Qpre
 C=0,14
I=63,5mm/h A=3ha
 Qpre= CIA/360 = 0,14 x 63,5 x 3/360= 0,074m3/s
 Volume de pre Tr=1 ano= 0,075 x34 min x 60= 153 m3
 Qpos
 C=0,59
I=86,3mm/h A=3ha
 Qpos= CIA/360 = 0,59 x 86,3 x 3/360= 0,424m3/s
 Volume de pos Tr=1 ano= 0,424 x18 min x 60= 458 m3
48
 Dimensionamento pelo método Racional
 V= (Qós- Qpré) . Td. 60
 Sendo:
 V= volume de detenção (m3)
 Qpós= vazão de pós-desenvolvimento (m3/s)
 Qpré= vazão de pré-desenvolvimento (m3/s)
 Td= tempo de concentração no pós-desenvolvimento
(min)
49
Vazão de pico para Tr=2ano
 Tr=2anos
 Qpré
 C=0,14
I=70,01mm/h A=3ha
 Qpre= CIA/360 = 0,14 x 70,01 x 3/360= 0,082m3/s
 Volume de pre Tr=2 ano= 0,082 x34 min x 60= 167 m3
 Qpós
 C=0,59x95,17 x 3/360= 0,468m3/s
 Volume de pos Tr=2 ano= 0,468 x18 min x 60= 505 m3
50
Volume de detenção para Tr=1ano
 V= (Qpós- Qpré) . Td
 V1ano= (0,424- 0,074) x 18min x 60= 378 m3
51
Intensidade de chuva para
Tr=2anos
 Tr=2 anos ; t= tcpré= 34min



1912,174 x 2,000,141
Ipre (2anos) =------------------------ = 70,01mm/h
( 34 + 19,154)0,857
 Tr=2 anos ; t= tcpos= 18min



1912,174 x 2,000,141
Ipre (2anos) =------------------------ =95,17mm/h
( 18 + 19,154)0,857
52
 Dimensionamento pelo método Racional
 McCuen, 1998
 V= (Qós- Qpré) . Td. 60
 Sendo:
 V= volume de detenção (m3)
 Qpós= vazão de pós-desenvolvimento (m3/s)
 Qpré= vazao de pré-desenvolvimento (m3/s)
 Td= tempo de concentração no pós-desenvolvimento
(min)
53
Volume de detenção para Tr=2anos
 V= (Qpós- Qpré) . Td
 V2anos= (0,468- 0,082) x 18min x 60= 417 m3
54
Conceito de proteção a erosão a
jusante
 Área de pré-desenvolvimento ≤50%
 Opção 1: Qpós=Qpré
 A) Tr=1anos

V= 378m3
B) Tr= 2anos
 V= 417m3
 Escolhemos o maior: Tr=2anos V=417 m3
55
Leis das piscininhas
 Lei das piscinhas
 Somente para detenção de enchente
56
Lei 12.526/07 Estado de São Paulo
enchente

V=0,15 x Ai x IP x t
 Sendo:
 V= volume em m3
 Ai= área impermeável em m2
 IP= índice pluviométrico =0,06m/h
 t= tempo de duração da chuva=1 h

V=0,15 . Ai . IP . t
 Exemplo
 V=0,15 x (30000x0,60) x 0,06 x 1= 162m3
57
Continuação do Exemplo 1
 Tr=2anos V=417m3









Dimensionamento do reservatório retangular
W= largura
Comprimento = 2.W
Profundidade adotada= H=1,60m
V= W x 2W x H
417= 2 x 1,60 W2
W= 11,42 m
Comprimento= 2 x W= 2 x11,42=22,84m
As= área da superfície= 11,42 x 22,84= 260,83m2
58
Cálculo do vertedor de emergência
 Usa-se o vertedor de emergência para Tr=100anos
(altura da barragem < 5,00m)
59
Vazão centenária
 Vazão centenária (Tr=100anos)


1912,174 x 1000,141

I100 =-----------------------
( t + 19,154)0,857
 tcpós= 18min

3660,39

I 100=------------------------ = 165,2mm/h

( 18 + 19,154)0,857

 Q100= CIA/360= 0,59 x 165,2 x 3 /360= 0,81m3/s
60
Cálculo da largura do vertedor de
emergência com vazão Qs
 Q= 0,81 m3/s para Tr=100anos
 Q= 1,55 x L x H 1,5
 Foi adotado H=0,60m
 0,81=1,55 x L x 0,6 1,5
 L= 0,81/0,72=1,13 m
 Portanto, o vertedor de emergência para
Tr=100anos terá largura de 1,13m e altura de
0,60m
61
Dimensionamento do orifício










Q= Cd x Ao x (2.g.h)0,5
Cd= 0,62= coeficiente de descarga
g=9,81m/s2
h= 1,60m
Qpré Tr=2anos= 0,082m3/s
Ao= PI x D2/4
D= (4 x Ao/ PI) 0,5
0,082= 0,62 x Ao x (2x9,81x 1,60)0,5
Ao= 0,082/3,474= 0,024m2
D= (4 x 0,024/ PI) 0,5
D=0,173m Adoto: D=0,20m (200mm/ 8”)
62
Exemplo 1- Opção 1 Qpós=Qpré
Folga
0,50m
0,60m
0,60mx1,13m
Tr=2anos V=417 m3
1,60m
Vazão de pós=– vazão de pré=
0,082m3/s
0,20m
63

Término do exemplo 1
64
Exemplo 2Inicio do Exemplo 2
 Mesmos dados anteriores só que queremos fazer
proteção do canal a jusante
 Caso 1

Opção 2

65
Exemplo 2- Opção 2
Diâmetro do orifício












Vcpv= Qpós x tcpós x 60= 0,468 x 18 x 60= 505m3
Q= Vcpv/86400= 505 / 86400= 0,00584m3/s
Equação do orifício
Q= Cd x Ao x (2.g.h)0,5
Cd= 0,62= coeficiente de descarga
g=9,81m/s2
h= 1,60m/2= 0,80m
Ao= PI x D2/4
D= (4 x Ao/ PI) 0,5
0,00584= 0,62 x Ao x (2x9,81x 0,80)0,5
Ao= 0,00584/2,456= 0,00238m2
D= (4 x 0,00238/ PI) 0,5
D=0,06m Adoto: D=0,075m (75mm/ 3”)
66
Exemplo 2- só erosão a jusante com esvaziamento em
24h
0,50m
0,60m
0,60mx 1,13m
Tr=2anos Vcpv=505 m3
Evitar erosão a jusante
1,60m
Esvaziamento em 24h
0,075m
67
SS 6.1
68
Conversões de unidades
 1 ft= 0,3048m
 1 ft3/s= cfs= 0,028317 m3/s = 28,317 L/s
 1 acre-foot= 1.233,489 m3
 1 ft/s= 0,3048 m/s
69
 Inicio do Exemplo 3
70
Coeficiente C de runoff
calculado
 Rv= coeficiente volumétrico de Schueler
 Rv=C
 Rv=0,05 + 0,009 x AI
 AI= área impermeável (%)
 Pré-desenvolvimento
AI= 100%

Rv= 0,05 +0,009 x 100= 0,95
71
 tc= 0,69 . (1,1– C). L 0,5 . S –0,33
 C=0,95
 L=260m
 S=0,03m/m
 tc pós= 0,69 . (1,1– 0,95). 260 0,5 . 0,03 –0,33 = 10,31min

72
 Exemplo 3
 Caso 2- Area original superior a 50%
73
Exemplo 3- AI pre>50% Usa SOMENTE Tr=2anos
Pre=100 % e pos=60% impermeável
Caso 2- AI pre>50% Usa somente Tr=2anos
Pré-desenvolvimento
Pós- desenvolvimento
AI=
100
AI=
60%
Rv=
0,95
Q(m3/s)=
0,473
tc(min)=
10,31
tc=(min)
18
Volume runoff (m3)= 0,473x18x60=
511
Volume (m3)=
427
Tr (anos)=
2
I (mm/h)=
116,09
A(há)=
3
Q(m3/s)=
0,92
Volume (m3)= 0,92 x 10,31x 60=
569
427= Qpos xtcpos x 60= Qposx18 x 60
Qpos=427/(18x60)
0,395
25% menos
V x 0,75=569x0,75=
427
Q x 0,75=
0,69
74
Diâmetro do orifício do Exemplo 3
 CPv= 427 m3
 Q= 0,395m3/s
 Equação do orifício
 Q= Cd x Ao x (2.g.h)0,5
 Cd= 0,62= coeficiente de descarga g=9,81m/s2
 h= 1,60m
 0,395= 0,62 x Ao x (2 x 9,81x1,60)0,5
 Ao= 0,395/3,47= 0,1138 m2
 D= (4 x 0,1138/ PI) 0,5
 D=0,38m Adoto: D=0,40m

75
Exemplo 3- AI>50%
0,50m
0,60m
0,60mx 1,13m
Tr=2anos CPv=427 m3
Evitar erosão a jusante
Q=0,395m3/s
1,60m
0,40m
76
Melhoria da qualidade das águas
pluviais
Quantidade (enchentes ou e controle da erosão a jusante)
Qualidade
Ecosistema aquático (ecologia)
77
 BMPs
 São as melhores práticas para resolver o problema da
poluição difusa
Nota: podemos usar várias BMPs
 USEPA catalogou 130 BMPs
 Podemos trabalhar com volume WQv ou com áreas (filtro gramado e vala gramada)

78
 Exemplo 4:
 Schueler, 1987
A=8ha=8 x10.000m2 P=25mm
 Rv= 0,05 + 0,009x AI = 0,68
 WQv= (P/1000) X Rv x A
 WQv= (25/1000) x 0,68 x 8 x 10000m2 =1.360 m3
 AI= 70%
Trenzinho das BMPs, Aukland,2000
Controle na fonte (dentro do lote, BMP-LID) como evitar lançamento de
resíduos perigosos a serem levados pelas águas pluviais
No outro vagão temos as práticas de infiltração, seguido pelo vagão da
filtração e o último vagão são as lagoas
80
BMPs
 BMP podem ser:
 Estruturais: vala de infiltração, etc
 Não estruturais: planejamento, etc
81
BMPs
 EPA (Environmental Protection Agency)
 Pesquisas constante sobre o assunto
 URBAN WATERSHED MANAGEMENT RESEARCH PROGRAM (UWMRP)
Há conhecimento limitado sobre o assunto.
Mas são usadas em todo o mundo
82
Amostradores de águas pluviais
83
BMP
Teoria do first flush
P=25mm
Precipitaçao diaria
que produz runoff
(mm)
Frequência das precipitações diárias
(1958-1995) Mairiporã- RMSP
80
60
25mm
40
20
0
0
20
40
60
80 90%100
Porcentagem do runoff produzido pelas
precipitações (%)
84
Melhoria da qualidade das águas
pluviais
 Teoria de Schueler, 1987 90% das precipitações que produzem runoff e
que ocasionará depósito de 80% de TSS (sólidos totais em suspensão).
 WQv= (P/1000) x Rv x A
 Sendo:
 WQv= volume para melhoria da qualidade das águas pluviais (m3)
 P= 25mm= first flush a ser adotado no Brasil = precipitação média para
Tr=0,5 anos= 6meses
 A= área da bacia em m2
 Segundo o LEED
 P=25mm em locais de climas úmidos
 P= 19mm em locais de climas semi-áridos
 P= 13mm valor mínimo a ser adotado
85
 Exemplo 5
86
Exemplo 5-Volume WQv
 Rv=0,05 + 0,009 x AI
 Rv= coeficiente volumétrico
 Rv=0,05 + 0,009 x 60=0,59
 Rv=0,59
A=3ha
P=25mm
 WQv= (P/1000) x Rv x A
 WQv= (25mm/1000) x 0,59 x 30.000 m2= 443m3
87
Reservatório somente para
melhoria da qualidade das águas
pluviais
 WQv= 443m3
 Adotando dimensões da área em projeção já usadas
 As= área da superfície= 13 x 26= 338m2
 H= WQv/ As= 443/338= 1,31 m
 Tempo para esvaziar= 24h = 86.400s
 Vazão média de escoamento em 24h
 Vazão = 443m3/ 86400s= 0,00513m3/s
88
Diâmetro do orifício do Exemplo 5
 Deverá esvaziar em 24 horas
 Vazão = 443m3/ 86400s= Q= 0,00513m3/s
 Equação do orifício
 Q= Cd x Ao x (2.g.h)0,5
 Cd= 0,62= coeficiente de descarga
 g=9,81m/s2
 h= 1,31/ 2= 0,66m TRUQUE
 Ao= PI x D2/4
D= (4 x Ao/ PI) 0,5
 0,00513= 0,62 x Ao x (2x9,81x0,66)0,5
 Ao= 0,00513/2,23= 0,0023m2
 D= (4 x 0,0023/ PI) 0,5
 D=0,054m Adoto: D=0,05m= 50mm= 2”
89
Exemplo 5- Reservatório somente para melhoria da qualidade da águas
pluviais usando WQv
Notar tubo de 0,05m para escoamento em 24horas.
Folga
Vertedor
WQv 24h 443m 3
0,5m
0,60m
0,60 x 1,13m
1,31m
0,05m
90
 Exemplo 6
 Junto: quantidade e qualidade
91
Exemplo 6- Reservatório para melhoria da qualidade da águas pluviais usando
WQv e enchente TR=2anos
Notar tubo de 0,05m para escoamento em 24horas.
Folga
Vertedor
Enchente Tr=2anos
V= 417m3
0,5m
0,60m
0,60 x 1,13m
1,60m
Vazão de pré 0,082m3/s
WQv 24h 443m 3
1,31m
Esvazia em 24h
0,05m
92
 No Exemplo 6
 Juntamos SS6.1 caso 1 opção 1 com SS6.2
 Fazendo reservatório WQv para melhoria da qualidade
das águas pluviais.
93
 Recarga de aquíferos
94
Recarga de aquífero
 Método semelhante ao de Horsley aplicado ao Brasil.
F=fator de recarga
 Grupo de solo A
 Grupo de solo B
 Grupo de solo C
 Grupo de solo D
F=0,30
F=0,20
F=0,10
F=0,03
95
Recarga de aquífero
 Método do Volume de recarga
 Rev= F x WQv
 Rev= volume de água necessário para recarga (m3)
 Nota: não é todo o volume WQv que precisamos para a recarga.
 Método da Área para recarga
 Rea= F x A x Rv
 A= área da bacia (m2)
 Rv= coeficiente volumétrico Rv=0,05+0,009 x AI
96
Recarga de aquíferos
 Exemplo 6:
 A= 3ha, AI=60% P=25mm Solo tipo B do SCS
 Rv=0,05+0,009 x 60=0,59
 WQv= (25/1000) x 0,59 x 3 x 10.000= 443m3
 Em volume:


Rev= F . WQv= 0,20 x 443= 89m3
Para fazer trincheira de infiltração ou bacia de infiltração.
 Em área:
0,20 x (3 x 10000) x 0,59= 3.540m2

Rea= F x A x Rv ==

para fazer faixa de filtro gramada ou vala gramada
97
Reservatório de detenção
estendido
98
Reservatório de detenção estendido
99
Reservatório de detenção estendido
(enchente+melhoria da qualidade das aguas pluviais)
100
Reservatório de detenção estendido
101
Reservatório de detenção estendido
102
Reservatório de detenção estendido
103
Reservatório de detenção estendido
104
Origem do método de cálculo SCS
Q (m3/s)
Qpós
Area
volume
hachurado
tb=2,67tc
Qpré
Tempo
105
Origem do método de cálculo
SCS
 Existe o triângulo com vazão de pico Qpós e outro com vazão Qpré.
Temos que achar o volume V hachurado.

Portanto, temos:

V= (2,67tcpos) x Qpós/2 – (2,67tcpos) x Qpré/2

V= 2,67tcpos. 0,5(Qpós-Qpré)

V= 0,5 . (Qpós-Qpré) . 2,67 . tcpos . 60
Deixar passar: Qpré

106
Reservatório de detenção
estendido
 Finalidades mais usadas:
 Enchente (Tr=25 anos)
 Qualidade (WQv)
 Menos usada:
 Controle da erosão a jusante usando o volume CPv
para Tr=2 anos e volume WQv
107
Eficiência do reservatório de
detenção estendido
Reservatório de
detenção
estendido
TSS
TP
TN
Metais
pesados
61%
19%
31%
26 a 54%
108
Exemplo 8-Vazão Tr=25anos
 Vazão (Tr=25anos)


1912,174 x 250,141

I25 =-----------------------
( t + 19,154)0,857
 tcpos= 18min

3010,43

I 25 =------------------------ = 135,87mm/h

( 18 + 19,154)0,857

 Q25 pos= CIA/360= 0,59 x 135,87 x 3 /360= 0,67m3/s
109
Vazão Tr=25anos
 Vazão (Tr=25anos)


1912,174 x 250,141

I25 =-----------------------
( t + 19,154)0,857
 tcpre= 34 min

3010,43

I 25 =------------------------ = 99,96 mm/h

( 34 + 19,154)0,857

 Q25 pre= CIA/360= 0,14 x 99,96 x 3 /360= 0,12 m3/s
110
 Reservatório de detenção estendido Tr=25anos






V= 0,5 . (Qpós-Qpré) . 2,67 . tc . 60
Deixar passar: Qpré
V= 0,5 x (0,67-0,12) x 2,67 x 18 x 60 = 891 m3
Deixar passar: Qpré =0,12m3/s
As= 338m2
891m3/ 338 m2 = 2,64 m (altura)
111
Diâmetro do orifício CPv =505m3







Deverá passar em 24 horas para Tr=2 anos
Vcpv= Qpos x tc x 60= 0,468 x 18 x 60= 505m3 As= 338 m2
WQv= 443 m3
Entre os volumes 505 m3 e 443 m3 adoto 505m3 para esvaziar em 24 h
Altura= 505/ 338 m2= 1,49 m
Vazão = 505/86400 s= Q= 0,00584 m3/s
Equação do orifício









Q= Cd x Ao x (2.g.h)0,5
Cd= 0,62= coeficiente de descarga
g=9,81 m/s2
h= 1,49/ 2= 0,745m TRUQUE
Ao= PI x D2/4
D= (4 x Ao/ PI) 0,5
0,00584= 0,62 x Ao x (2x9,81x0,745)0,5
Ao= 0,00584/2,37= 0,00246m2
D= (4 x 0,00246/ PI) 0,5
D=0,056m Adoto: D=0,075 m= 75 mm=3”
112
Diâmetro do orifício detenção
estendido Qpré=0,12 m3/s
 Qpré= 0,12 m3/s
 Equação do orifício
 Q= Cd . Ao . (2.g.h)0,5
 Cd= 0,62= coeficiente de descarga
 g=9,81 m/s2
 891 m3 /338m2 = h= 2,64 TRUQUE
 Ao= PI x D2/4
D= (4 x Ao/ PI) 0,5
 0,12= 0,62 . Ao x (2.9,81. 2,64)0,5
 Ao= 0,12/4,46 = 0,0269 m2
 D= (4 x 0,0269/ PI) 0,5
 D=0,185m Adoto: D=0,20m= 200 mm= 8”
113
LEED -Reservatório de detenção estendido
Proteção do canal a jusante SS6.1-Quantidade e SS6.2 Qualidade
Vazão de pré e pós-desenvolvimento SS6.1 case 1- Option 1
Melhor e mais usado: quantidade (tubo de 0,20m) e qualidade (tubo de 0,075m). Reservatório ficará seco depois
de 24h
Exemplo 8-
0,50m
Detenção estendida
Tr=25anos 891 m3
2,64m
0,60m x 1,13m
0,20m
Tr=2anos Cpv=505 m3
WQv 443m3
1,49m
CPv= 511 m3 Vale o maior
Esvazia em 24h
0,075m
114
Reservatório de retenção
(wet pond)
 Volume permanente (1 WQv) 2WQv ou 3 WQv
 Bigger is better (Schueler, 1987)
 Volume temporário (1 WQv )
115
Eficiência do reservatório de
retenção
Reservatório
de retenção
TSS
TP
TN
Metais
pesados
68% +10%
55% +- 7%
32 +- 11%
36% a 65%
116
Reservatório de retenção
nunca fica seco: precisa de uma certa área da bacia (mínimo 10ha); impermeabilização do fundo
com argila ou geotêxtil impermeável
117
Reservatório de retenção
Fazer balanço hídrico para ver se o reservatório não ficará seco durante alguns meses por ano.
118
Reservatório de retenção
(Wet Pond)
(valoriza os imóveis em até 28%)
119
Reservatório de retenção
(wet pond)
 Pode ser construída:
 On line: WQv permanente e WQv temporário +
volume para enchentes
 Off line: WQv permanente e WQv temporário
120
Reservatório de retenção
(wet pond)
 Muito eficiente para a remoção dos poluentes
 Alguns dizem que é mais eficiente que wetland
 TSS remove 80%
 TP remove 50%
 TN remove 35%
 Metais remove 60%
 Bactérias remove 70%
121
Reservatório de retenção
(wet pond)
 Area mínima de 10ha e máxima de 60 ha.
 Cuidado com a vazão base (Plinio: mínimo 10 ha)
 Profundidade mínima =0,90m
 Profundidade máxima= 0,90 a 1,80m
 Talude laterais: 1:3
 Relação comprimento/largura: 3:1
122
Reservatório de retenção
(wet pond)
 Esvaziamento do reservatório temporário em 24
horas
 Vertedor de emergência: Tr=100 anos
 Pernilongos (Culex): usar inseticidas
 Aedes aegypti (dengue): buscar animais que se
alimentem deles, mas não resolve totalmente o
problema.
123
Reservatório de retenção (wet pond)
off line
Volume Permanente
Volume Temporário
Exemplo 9- Atendimento SS6.2
NOTA: posso fazer em cima o reservatório para Tr=2anos para proteção de erosão a jusante
NA máximo
maximorum
0,50m folga
Vertedor de
emergência
0,60m
WQv
443m3
Temporário
1,11m
0,075m
Esvazia em 24 h
WQv
443m3
Permanente
0,60mx 1,13m
1,11m
124
Gráfico para Wet Pond para achar a remoção de TSS entrando com relação
volume do reservatório permanente/ WQv
(Bigger is better: Schueler, 1987)
Denver recomenda: 1,00 a 1,5
California Stare water control board: 3 a 5
125
Trash Rack
126
Proteção contra entupimentos
127
Trash rack ( ≤ 0,15m)
(Há cálculos da área da grade e da perda de carga)
128
Cálculo do trash rack
 A= área do trash rack (m2)
 Ao= área da tubulação (m2)
 A/Ao = 77 / e -0,00488.D
 Exemplo 10: D= 100 até 500mm
 A/Ao= 77 / e -0,00488x100 = 47,27
 Ao= PI x D2/4= 0,00785m2
 A= 0,00785 x 47,27= 0,37m2
129
Trash Rack
130
Trash rack
 Acima de 600mm
 At/Ao= 4
131
Infiltração
Melhoria da Qualidade das águas pluviais (WQv) e Recarga do aquífero
subterrâneo (Rev)
WQv
K<7mm/h
Rev≤
recarga
Inicio
BMP
Infiltração
Fim
K>7mm/h
Rev>>recarga
K>>7mm/h
Routing
Pavimento permeável
 A) pavimento modular
 B) pavimento poroso (concreto ou asfalto)
134
Pavimento permeável
pavimento poroso de concreto
BMP
135
Pavimento poroso de concreto
136
Pavimento permeável
pavimento poroso de asfalto
sem agregados finos ≤ 600µm
137
Pavimento permeável
 Clogging: entupimento. É o grande problema.
 Clogging se inicia com sujeira e poeira entre
1,4kg/m2 a 3,0 kg/m2 (Pesquisa Canadá)
 Pesquisas: em 3 anos entope 50%
 Pavimento modular é menos sensível ao clogging
do que o pavimento poroso.
 Percolação no pavimento poroso: 4000mm/h
 Juntas do pavimento modular: 14.000mm/h
138
Pavimento permeável
 Alemanha- pavimentos permeáveis devem ter
capacidade mínima para 270 L/s x ha. Brasil (?)
 Vida útil de um pavimento permeável de 20anos.
 Manutenção: 4 vezes por anos: Equipamentos de vácuo
e jato de água (caro)
139

Pavimento modular
 (concreto ou PVC)
140
Pavimento modular
BMP
141
Pavimento modular
142
Pavimento modular
143
Pavimento modular
144
Pavimento modular
145
Pavimento modular
BMP
146
Pavimento modular
Area ≤ 2ha S ≤ 5%
Lençol freático: 1,20m K≥3,6mm/h (CIRIA)
147
Eficiência do pavimento modular
Pavimento
modular
TSS
TP
TN
Metais
pesados
82% a 95%
65%
80 a 85%
98 a 99%
148
Pavimento modular
 Abaixam a temperatura cerca de 9ºC
 Alternativas para diminuir os efeitos da ilha de calor:
 árvores, pintar o telhado de branco, telhado verdes e
pavimentos permeáveis.
149
Pavimento modular
 Há três tipos básicos;
 Tipo A - Quando toda a água é infiltrada
 Tipo B - Somente parte da água é infiltrada
 Tipo C - Nada é infiltrado
Pavimento modular
Tipo A-Quando toda a água é
infiltrada
Dimensionar um pavimento
modular
(Tipo A)
 Porosidade específica da brita britada=0,32
 Área = 100m2
 K= 7mm/h (condutividade hidráulica)=0,007m/h
 H= (D/n) x (I- K)
 Duração da chuva=D=60min= 1h Tr=25anos RMSP
 Intensidade da chuva =I=70,5mm/h=0,0705m/h
 H= (1,00h/0,32) x (0,0705 – 0,007m/h)=0,20m
 Adoto: espessura H= 0,25m
 Bidim
 Tempo de esvaziamento = (n x H)/K= (0,32 x 250)/7= 11,4 (12h)
Modelo simplificado
(nota: está sendo feito norma técnica pela ABCP)









Exemplo:
WQv= 443 m3 para A=3ha AI=60% K= 7mm/h
d= WQv/ (A x n)
A= área do pavimento modular= 3000m2 (hipótese)
d= espessura da camada de pedra (m)
n= porosidade específica da pedra britada= 0,30
d= 443/ (3000 x0,30) =0,49m
Tempo de esvaziamento
T= d .n/ K= 490mm x 0,30/ 7mm/h =21h (ideal entre
24h e 72h)
153
Pavimento modular
Tipo B – quando parte da água se infiltra
Difícil de calcular
Pavimento modular
Tipo C – nada se infiltra
A água toda é drenada
Pavimento modular
Tipo C
 Temos que achar o diâmetro do tubo de drenagem e o
espaçamento.
 E= 2x h/(q/K)0,5
 Sendo:
 E= espaçamento dos tubos em paralelo (m)
 h= altura da camada de pedra (m)
 K= condutividade hidráulica da pedra (m/s)= 0,001m/s
 q= intensidade da chuva (m/s). Vários Tr
Pavimento modular
Tipo C- nada se infiltra
 Exemplo 11:
 Área do pavimento modular= 3.540m2
 Solo impermeável
 Pavimento modular Tipo C com drenos
Pavimento modular
Tipo C
 Exemplo continuação
 Superfície plana adotada
 Altura de pedra adotada= h=0,40m
 Intensidade da chuva q (m/s)
 Q= 53mm/h para RMSP Tr=5anos 1hora
 Q= 53mm/h=0,00001444m/s
Pavimento modular
 Exemplo continuação
 E= 2x h/(q/K)0,5
 E= 2x 0,40/(0,00001444/ 0,001)0,5
 E= 6,7m= espaçamento
 Escolha: tubo 150mm, 1% de declividade, seção plena:
0,013m3/s (nota: poderíamos escolher y=2/3D ou y=0,8D)
 Vazão total de drenagem= A x q= 4271m2 x
0,0000144m/s=0,061m3/s
 Numero de tubos= 0,061m3/s/ 0,013m3/s=4,7 tubos
 Adotamos 5 tubos em paralelo
Pavimento poroso
 (concreto ou asfalto)
160
Pavimento poroso
(concreto ou asfalto)
 A= WQv/ [n . d + (K/1000) x T + np . dp]
 Sendo:
 A= área da superfície do pavimento poroso de concreto ou asfalto (m2)
 WQv= volume para melhoria da qualidade das águas pluviais (m3)
 n=porosidade média da pedra britada =0,32
 d= espessura da camada de pedra britada (0,25m≤d≤1,20m)
 K= condutividade hidráulica (mm/h) ≥ 7mm/h
 T= tempo para encher o reservatório de pedra britada (h). T=2h
 np= porosidade efetiva do concreto ou asfalto poroso=0,18 (entre 0,15 a
0,22)
 dp=espessura do concreto ou asfalto poroso (0,05m <dp<0,10m)
161
Pavimento poroso
(concreto ou asfalto)
 Tempo de esvaziamento Td
 Td= (d . n) / (K/1000)
 Sendo:
 d= altura da camada de pedra (m)
 n= porosidade efetiva da pedra
 K= condutividade hidráulica (mm/h)
 Td= tempo de esvaziamento (h) Td≥12
162
Pavimento poroso
(exemplo de pavimento poroso de concreto)
 Exemplo 12: Estacionamento com 6.000m2 irá despejar as
águas pluviais em pavimento poroso de concreto.
 Solo tem K= 26mm/h, lençol freático 1,50m abaixo do
fundo. Achar a a área de pavimento poroso de concreto
usando o volume WQv.
 Rv= 0,05+0,009 x 100= 0,95
 WQv= (P/1000) x Rv x A= (25/1000) x 0,95 x 6000= 143m3
 Portanto, deverá ser infiltrado 143m3 no pavimento poroso
de concreto.
163
Pavimento poroso de concreto
(exemplo)
 A= WQv/ [n . d + (K/1000) x T + np . dp]
 WQv= 143m3
 n=0,32 (pedra britada)
 d= 0,90m (adotado)
 K= 26mm/h
 T= 2h (enchimento)
 np= 0,18 (concreto)
 dp=0,075 (espessura do concreto)
 A= 143/ [0,32 x 0,90 + (26/1000) x 2 + 0,18x 0,075] =403m2
 Portanto teremos uma área de pavimento poroso de concreto
com 403m2 de superfície.
164
Pavimento poroso
 Tempo de esvaziamento
 Td= (d . n) / (K/1000)
 Td= (0,90 x 0,32) / (26/1000)= 11h
 Ideal seria maior que 12h
165
Telhado verde
 Leed 1 ponto 50% da área telhado
 Veremos: como executar
166
Telhado Verde
(
Projeto de lei na prefeitura do município de São Paulo
167
Telhado verde
168
Telhado verde em indústria
169
Telhado verde
170
Telhado verde
 Mais antigo: jardins suspensos da Babilônia.
 1936 prédio do MEC Roberto Burle Max (paisagista
paulista)
 1988: Banco Safra em São Paulo
 Arquiteta Rosa Grená Kliass
 Walter Kolb (Munich e Hannover)
171
Telhado verde
 Camada de solo: 150mm a 300mm
 Plantas nativas resistente ao sol e vento
 Vantagem:
 Diminui ilha de calor
 Menores custos de ar condicionado
 Reduz pico de vazão
172
Telhado verde
 Vegetação extensiva: gramado. Solo de 50mm a
150mm. Plantas nativas
 Vegetação intensiva: solo 200mm a 2000mm. Plantas
e árvores. Altura de 1m a 5m. Prever as cargas de
300kg/m2 a 1.000kg/m2.
173
Telhado Verde
 Agricultura urbana
 Locais: Rússia, Tailândia, Colômbia, Haiti e Canadá.
 Hotel Fairmont, Vancouver, Canadá: alimentos no
telhado economiza 35.000 dólares canadenses por ano.
 Problema: regiões com ar poluído
174
Telhado Verde
 Em aprovação na CMSP (Câmara Municipal de São
Paulo)
 Em aprovação em Brasilia (Câmara Federal dos
Deputados)
 Método Delfos
 Elaboração de projeto de norma de telhados verdes
 Aprovado pela ABNT em novembro 2011
 Aguardando Comissão de norma técnica
175
Trincheira de infiltração
176
Eficiência da trincheira de
infiltração
Trincheira
de
infiltração
TSS
TP
TN
Metais
pesados
75%
60% a 70%
55 a 60%
85 a 90%
177
Trincheira de infiltração
dura 15anos; lençol freatico: 1,20m ou 1,50m;
178
Trincheira de infiltração
C
usto C (US$)=1317 x V 0,63
179
Trincheira de infiltração
solo tipo A ou B
pedra britada 3 (25mm a 35mm)
Infiltração : 7mm/h a 60mm/h
180
Trincheira de infiltração
Exemplo 13 Dados: A= 3ha=30.000m2 AI=60%
 K= 13mm/h (condutividade hidráulica do solo)
 Pedra britada com n=0,40
 Rv=0,05 + 0,009 x AI=0,05+0,009 x 60= 0,59
 WQv= (P/1000) x Rv x A=
 =(25/1000) x 0,59 x 30.000= 443m3
181
Trincheira de infiltração
Exemplo
dmax= (K . Ts) /n
 dmax= profundidade máxima permissível (mm)
 K=13mm/h
 Ts= máximo tempo permitido entre 24h a 48h
(esvaziamento). Adotamos Ts=48h
 n=0,4
 dmax= (13 x 48 )/0,40=1560mm=1,56m
 (dmax <= 2,40m)
182
Trincheira de infiltração
Exemplo
 At= WQv/ (n . d + K.T)
 At= área da superfície da trincheira (m2)
 WQv= volume para melhoria da qualidade das
águas pluviais (m3)
 n= vazios da pedra britada =0,40
 K= condutividade hidráulica do solo= 13mm/h
 T= tempo de enchimento = 2h (prática)
183
Trincheira de infiltração
Exemplo
 At= WQv/ (n . d + K.T)
 At= 443/ [0,40 x1,56 + (13/1000)x 2h]
 At= 682m2
 Adotando comprimento L=300m
 Teremos 682m2/ 300m= 2,27m
 Largura da trincheira = 2,27m
 Profundidade = 1,56m
184
 Exemplo com Rev= 89m3
 At= WQv/ (n . d + K.T)
 At= 89/ [0,40 x1,56 + (13/1000)x 2h]
 At= 137m2
 Adotando comprimento L=50m
 Teremos 137m2/ 50m= 2,74m
 Largura da trincheira = 2,74m
 Profundidade = 1,56m
185
Soakaway
186
Infiltração da água de chuva do telhado
(é uma trincheira de infiltração)
Inglaterra: Soakaway (muito usado conforme CIRIA)
Pode ser: circular ou retangular quando Area <100m2
Trincheira de infiltração quando A> 100m2
187
Soakaway
 Exemplo 14: telhado com 500m2
 Condutividade hidráulica k=f = 20mm/h
 Porosidade efetiva da pedra britada=0,40
 Tempo de retenção =Ts=24h
 Profundidade máxima da caixa de pedra “d”
 d= f. Ts/ n= 20 x 24h/ 0,40=1200mm=1,20m
188
Soakaway
 At= WQv/ (n .d + f. T)
 At= área longitudinal da caixa (m2)
 WQv= volume de água (m3)
 n=0,40 pedra britada
 d=1,20m (já calculado)
 T= 2h= tempo de enchimento (<2h)
 WQv= (P/1000) x Rv x A= (25/1000) x 0,95 x 500=12m3
 WQv= 12m3
189
Soakaway
 At= WQv/ (n .d + f. T)
 At= 12/ (0,4x 1,2 + (20/1000) x2)= 23m2
 Largura=2,00m
 Comprimento= 23/2= 11,5m
 Profundidade= 1,20m
190
Rain Garden
 (bioretenção)
191
Eficiência do rain garden
Rain garden
TSS
TP
TN
Metais
pesados
80%
65% a 87%
49%
43% a 97%
192
Rain Garden
193
Rain Garden
 Profundidade típica= 0,10m a 0,15m
 Dimensões usuais: 4m x 12m
 Infiltra em 4 a 5 dias
194
Rain Garden
195
Rain Garden
 Exemplo 15
 Achar o volume para melhoria da qualidade das águas pluviais WQv
para área A=1000m2 e área impermeável AI= 30%.

Rv= 0,05 + 0,009 x AI = 0,05+0,009 x 30= 0,32
 Volume WQv

WQv= (P/1000) x Rv x A= (25/1000) x 0,32 x 1000m2 = 8 m3

 Dimensão : 4m x 12m= 48m2
 Altura= 8/48= 0,17m
196
Canal gramado
 Nota: a área conta como BMP
197
Eficiência do canal gramado
Canal
gramado
TSS
TP
TN
Metais
pesados
38% +- 31%
14 +-23%
14% +- 41%
9% a 62%
198
Canal gramado
 Fórmula de Manning
 V= (1/n) R 2/3 S 0,5
 Sendo:
 V= velocidade média na seção transversal (m/s). Em canais






gramados a velocidade deverá ser menor que 1,5m/s.
n= coeficiente de rugosidade de Manning
S= declividade do fundo do canal (m/m) Para canais
recomendado declividade máxima de 4%
R= raio hidráulico (m)
R= A/P
A= área molhada (m2)
P= perímetro molhado (m)
199
Canal gramado
Coeficiente de rugosidade de Manning n
n= 0,20 para canais gramados onde frequentemente é
feita a roça
n=0,24 onde não é feita a roça
n=0,25 valor muito usado na prática
n=0,03 para canais gramados muito largos com altura do
nivel de água maior que 300mm.
L= 30m = comprimento mínimo recomendado
200
Seção transversal trapezoidal:
mais usado







A=b.y + z.y 2
P= b + 2y (z 2 +1) 0,5
Sendo:
A= área molhada (m2)
P= perímetro molhado (m)
R= raio hidráulico = A/P
b= base do canal (m) Máximo b= declividade talude do
canal (1:Z) 1:3 ou 1: 4
 y= altura do nível de água (m). Máximo 0,75m
 Borda livre: mínimo 0,15m
201
Vários tipos de gramas usados no
Brasil
202
Canal gramado
203
Filter Strip
 (faixa de filtro gramada)
 Nota: a área conta como BMP
204
Eficiência do pavimento modular
TSS
Faixa de filtro
gramada
54% a 84%
TP
TN
Metais
pesados
20%
205
Faixa de filtro gramada (filter strip)
(filtra as águas pluviais)
Não tem nada a haver com enchentes e sim com melhoria da qualidade das águas
pluviais
206
Faixa de filtro gramada
207
Faixa de filtro gramada
208
Faixa de filtro gramada
(faixa+canal gramado)
209
Eficiência da faixa de filtro gramada
 TSS (sólidos totais em suspensão): 50%
 PT (fósforo total): 20%
 Metais pesados: 40%
210
Faixa de filtro gramada
(estimativas)
Parâmetro
Area impermeável à montante
Compriment
o paralelo ao
fluxo da agua
maximo
(entrada)
11 m
Area permeável à montante
(jardins, etc)
23 m
23 m
30m
(45,7 m FHWA)
Declividade
maxima
<2%
>2%
<2%
>2%
<2%
>2%
<2%
>2%
Compriment
o minimo da
faixa paralelo
ao fluxo de
água
3,00
4,5
6,00
7,5
3,0
3,6
4,5
5,4
Fonte: Estado da Georgia, 2001
211
Faixa de filtro gramada
 Exemplo 17
 Calcular a largura da faixa de filtro gramada para area
impermeável a montante com 20m e declividade da
faixa de filtro gramado >2%.
 Vendo a tabela escolhemos faixa com 7,5m de
comprimento.
212
Reservatório de infiltração
 (Área da bacia ≤ 6ha)
 recarga
213
Reservatório de infiltração
(recarga do aquífero)
lençol freático ideal: mínimo de 3,00m
Problemas em projetos: 50% falham
Manutenção: 5% ao ano
214
Reservatório de infiltração
Custo C(US$)=162,6x V 0,69
Profundidade: 0,30m a 1,80m
Tempo de infiltração: 48h e máximo de 72h
Importante: pré-tratamento
215
Reservatório de infiltração
 Exemplo 18: AI=60% A=6ha Rv=0,59
 WQv=(P/1000) . Rv . A= (25/1000) x 0,59x6x10.000=885m3
 As= SF . WQv / (T . K)
 As= área do fundo do reservatório (m2)
 SF= fator de segurança=2
 WQv= volume do volume para melhoria da qualidade das águas
pluviais (m3)
 T=tempo de infiltração da água no solo entre 24h a 72h
 K=condutividade hidráulica do solo (m/h)
 d=WQv/ As
 d= profundidade do reservatório (m) entre 0,30 a 1,80m
216
Reservatório de infiltração
(exemplo)
 As= SF . WQv/ (K . T)
 T=48h (adoto) K=13mm/h=0,013m/h
 As= 2 x 885m3/ (0,013m/h x 48h)=2837m2
 d=profundidade do reservatório (m)
 d=WQv/ As
 d=885m3/ 2837m2= 0,31m
217
Filtro de areia
 (área da bacia ≤ 4ha)
218
Eficiência do filtro de areia
Filtro de
areia
TSS
TP
TN
Metais
pesados
66% a 95%
4% a 51%
44 a 47%
34 a 88%
219
Filtro de areia
(não infiltra no solo, melhoria da qualidade das águas pluviais)
220
Filtro de areia
221
Filtro de areia de superfície
222
Perfil de um filtro de areia
223
Tubos perfurados
 ≤ 150mm
 300mm sobre a geratriz superior
 Pedras: 100mm a 150mm (pedra 1,2, e 3)
 Distância máxima entre tubos= 3,00m
 Declividade minima = 1%
 Geotêxtil
 Buraco: 3/8” (9,53mm)
 Camada mínima de areia de 0,45m
224
Filtro de areia
Exemplo 19
 A=2ha (<4ha) AI=70%
 Kareia= 0,45m/dia (19mm/h)
 Altura da água=hf= 0,50m
 Tempo de escoamento =1,67dias
 Altura do filtro de areia df= 0,60m
 Rv=0,05+0,009 x 70=0,68
 WQv= (25/1000) x 0,68 x 2ha x 10.000m2= 340m3
225
Filtro de areia: exemplo
 Af= (WQv . df)/ [K . (hf + df) . tf]
 Af= área do filtro de areia (m2)
 df= altura do filtro de areia =0,60m
 K= 0,45m/dia
 hf=0,50m (altura da água)
 tf= 1,67 dias (tempo para dreno da água na areia entre 1 dia a 1,67dias)
226
Filtro de areia
 Af= (WQv . df)/ [K . (hf + df) . tf]
 Af= (340 x 0,60)/ [ 0,45 x (0,50 +0,60) x 1,67]
 Af= 247m2
227
Pré-tratamento em filtro de areia
 Particularidades do pré-tratamento
 Volume do pré-tratamento= 0,25xWQv
 Nota: outras BMPs é 0,1xWQv
 Vazão que chega ao pré-tratamento
 Qo = WQv/ 86.400s
228
Pré-tratamento em filtro de areia
(toma-se para sedimentação partículas menos de 20 a 40µm)
 As= - (Qo / vs) . Ln (1-E/100) As=
 = - (Qo / vs) . Ln (1-E/100)
 Para E=90% (eficiência de deposição)
 As= 2,3 x Qo/ vs
 AI ≤75% 20μm
vs= 0,000355 m/s
 AI >75% 40 μm vs= 0,001422m/s
229
Exigências do Leed nas BMPs
 Relacionar as BMPs
 Porcentagem do site tratado pela BMP
 Eficiência de cada BMP em %
 Fonte de dados sobre eficiência da remoção de TSS
(sólidos totais em suspensão)
 Plano de manutenção e operação das BMPs
230
 BMPs não estruturais
 Leed considera: rain garden, valas gramadas e
filter strip onde é feita a filtração
231
BMP não estrutural
LID: Low Impact Development
( BMP LID : na fonte): rain garden
232
Planejamento e uso do solo
(Espanha,Portugal, Alphaville, etc)
233
Planejamento e uso do solo
234
Planejamento e uso do solo
235
Remoção de TSS, TP e TN
TSS= sólidos totais em suspensão
TP= fósforo total
TN= niltrogênio total
Tipo de BMP
TSS
TP
TN
Bacia de infiltração
80%
60%
50%
Canal gramado
70%
30%
30%
Filtro de areia
82%
46%
35%
Rain garden
90%
72%
58%
Reservatório de retenção
75%
52%
30%
Reservatório de detenção estendido
53%
25%
30%
Trincheira de infiltração
75%
55%
58%
Vala gramada
48%
30%
30%
Manutenção e operação anual
Tipo de BMP
Reservatório de detenção seco
Trincheira de infiltração
Pavimento poroso de concreto
Vala gramada
Manutenção e operação anual
3 a 6%
3 a 20%
5%
5% a 7%
Reservatório de retenção
3 a 5%
Wetland construída
1 a 5%
Faixa de filtro gramada
US$ 250/ha a US$ 3.500/ha
Consumo relativo da BMP da área
impermeável da Bacia
Tipo de BMP
Porcentagem de área impermeável
da bacia
Res. detenção
2 as 3%
Wetland construída
3 a 5%
Trincheira de infiltração
2 a 3%
Reservatório de infiltração
2 a 3%
Filtros de areia
0 a 3%
Custos das BMPs em dezembro de 2010.
Reservatório de detenção estendido
C= 251,42. V 0,76
Reservatório de retenção
C=415,65. V 0,71
Wetland construída
C=519,14 .V 0,71
Trincheira de infiltração
C=2206,71. V0,63
Reservatório de infiltração
C=267,00 .V 0,69
Filtros de areia
C= K x A em ha
K varia de 6.678 a 13.358
Canal gramado
US$ 3,74/m2 a US$ 7,49/m2
Pavimento poroso
US$ 45,00/m2
Recomendações do Leed nas BMPs
 1. Descrever todas as BMPs
 2. Porcentagem da área usada pela BMP
 3. Eficiência de cada BMP em porcentagem
 4. Fonte de dado sobre eficiência da remoção do TSS
 ( sólidos totais em suspensão)
 Nota: apenas 1 pontos em SS6.1 e 1 ponto em SS6.2
240
Quantidade e qualidade das águas pluviais para os créditos do
LEED
SS6.1-QUANTIDADE SS6.2 –QUALIDADE
BMPs
 Site: http://www.pliniotomaz.com.br
 E-mail: pliniotomaz@uol.com.br
 Livro: Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras
Municipais: autor Plinio Tomaz
 Livro: Poluição Difusa: autor Plinio Tomaz
 CD: distribuído
241
Consumo de água em paisagismo
243
Tanque de evaporação Classe A
US$ 1000
244
Objetivo
 Obter a evapotranspiração de referência ETo
 Achar método simples de cálculo
 Fácil aplicação para qualquer lugar do Brasil
245
Métodos existentes
evapotranspiração de referência= ETo
 Método de Thornthwaite, 1948
 Balanço Hídrico pelo método de Thornthwaite-Mather, 1955
 Método de Romanenko, 1961
 Método de Turc, 1961 para
 Método Método de Penman-Monteith, 1998 FAO
 Método de Hargreaves
 Método de Penman, 1948 para superfícies livres
 Método de Blaney-Criddle, 1975

246
Chuvas mensais
 Chuvas mensais: Instituto Nacional de Metereologia 





INMET
http://www.inmet.gov.br/
Agrometereologia
Agricultura
Balanço Hídrico
Selecione Estado do Brasil
Selecione estação
247
Evapotranspiração pelo método de
Thornthwaite
 Embrapa- Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
 http://www.embrapa.gov.br/
 Google: pesquisar-Banco de Dados Climáticos do
Brasil





Estado
Cidade
Longitude, Latitude, altura,
precipitações mensais e
evapotranspiração
248
Latitude
249
Valores de f* para a formula de
Blaney-Criddle
250
Método de Blaney-Criddle, 1975

H*= f* . (0,46 . T + 8,13)

 Sendo:
 H*= lâmina de água no perÍodo de um dia (mm)
 T= temperatura média do mês (º C)
 f*= média da porcentagem diária do fotoperíodo anual
em latitudes que variam de 10º N a 35º S
251
Exemplo 1: achar o valor de f
 Exemplo 1: Guarulhos
 Latitude 23,5⁰ Sul, temperatura média de janeiro de
23,7⁰C
 H*= f* . (0,46 . T + 8,13)
 H*= 0,31 x (0,46 x 23,7 + 8,13)=5,9mm
252
Dada a temperatura média do ar
do mês
253
Valores de “a” e “b” da formula de
Blaney-Criddle
254
Exemplo 2
 Razão de insolação: baixa, média e alta
 Exemplo: Guarulhos,
 Umidade relativa do ar U=73% >50%,
 Velocidade média do vento= u2=1,6m/s <2m/s
 Relação de insolação (nebulosidaded)
=n/N=0,42 insolação baixa
 N= número máxima de luz solar (h)
 n= horas de sol
 a= -1,65
b= 0,98
255
Evapotranspiração de referência pelo Método de BlaneyCriddle, 1975
ETo= a + b . H*





Sendo:
ETo= evapotranspiração (mm/dia)
a e b são coeficientes obtidos da Tabela anterior
H*= calculado anteriormente (mm)
Exemplo:
•
ETo= a + b . H* =-1,65+0,98 x 5,9= 4,1mm/dia
Janeiro: 31dias 4,1mm/dia x 31dias=
128mm/mês
•
256
Método de Blaney-Criddle, 1975
257
258
Irrigação de gramados
 Objetivo:
 Estimativa de consumo de água em:
 Jardins
 Praças
 Campos de futebol
 Campos de golfe
259
Consumo de água
260
Triângulo da classificação textural
25% areia; 60% silte: 15% argila
solo franco siltoso
261
Aspersão
262
Tensiômetro
263
Tensiômetro US$ 500
264
Tensiômetro de faixas
semáforo
265
Fertilizantes: N, P e K
266
Evapotranspiração no paisagismo
 ETL= ETo . KL
 ETo= evapotranspiração de referência (mm/mês)
 KL=coeficiente de paisagismo (gramados e arbustos)
 ETL= evapotranspiração do paisagismo (mm/mês)
 KL= Ks x Kmc x Kd
 Ks= fator das espécies
 Kmc= fator do microclima
 Kd= fator da densidade das plantas
267
Ks, Kd e Kmc
(árvores; arbustos; cobertura; misto; gramado)
Ks= fator das espécies
Kd= fator da densidade das plantas
Kmc= fator do microclima
268
Coeficiente das espécies: Ks
 Leva em conta quanto a planta precisa de água.
 Plantas podem precisar de pouca água e muita
água.
 Planta que não consume água Ks=0
 Critério subjetivo
 Não há tabelas que fornecem o Ks para cada tipo
de planta.
 Escolha depende experiência do projetista
269
Fator da densidade das plantas: Kd
 Áreas com plantas esparsas possuem menor
evapotranspiração.
 Áreas com plantas juntas têm maior evapotranspiração
270
Fator de microclima: Kmc
 Depende da paisagem, temperatura, vento e umidade.
 Valores pequenos de Kmc são para áreas com muitas
sombras e protegidas pelo vento.
 Valores altos de Kmc são devido a locais que possuem
muito vento facilitado pelos prédios existentes.
271
Escolha do mês
 O LEED nos Estados Unidos adota para os cálculos
somente o mês de JULHO porque é o mês que tem
maior evapotranspiração.
 No hemisfério sul o equivalente é o mês de JANEIRO
que de modo geral no Brasil é o mês com maior
evapotranspiração.
 Nota: para o Brasil fazer os cálculos para os 12 meses.
272
Exemplo com gramado, arbustos e misto.
Observar Ks= fator das espécies
Tipo de paisagismo
Area
(m2)
Ks
Kd
Kmc
KL
IE
CE
Eto
Arbustos
112
0,2
1,0
1,3
0,26
0,900
1,0
206,13 53,59
6,0
Misto
363
0,2
1,0
1,4
0,28
0,625
1,0
226,79 63,50
23,1
Gramado
84
0,7
1,0
1,2
0,84
0,625
1,0
206,22 173,23
14,6
Total=
559
ETL
Total=
TPWA
(m3)
43,6
273
Tipos de gramas
 Gramas tolerantes a seca
 Batatais
 Bermuda
 Esmeralda
 Gramas pouco tolerantes a seca
 Santo Agostinho
 Coreana
 São Carlos
274
Exemplo 3- Irrigação
Local: São Paulo
Grama bermuda
Área= 575.258m2
Tipo de solo: franco-argiloso
Vento: 3m/s
Calcular volume de irrigação necessário mensalmente
usando a precipitação efetiva Pe.
Fonte: Toro Company, 1986 in AWWA, 1993
Condutividade hidráulica do solo
K em (mm/h)
Tipos de solo
Condutividade hidráulica conforme a declividade do
terreno.
8% a
12% a
4%
8%
> 16%
12%
16%
mm/h
mm/h
mm/h
mm/h
mm/h
1
Areia grossa
31,8
25,4
19,1
12,7
7,9
2
Areia média
26,9
21,6
16,3
10,7
6,9
3
Areia fina
23,9
19,1
14,2
9,7
6,1
4
Areia franca
22,4
17,8
13,5
8,9
5,6
5
Franco arenoso
19,1
15,2
11,4
7,6
4,8
6
16,0
12,7
9,7
6,4
4,1
15,0
11,9
8,9
6,1
3,8
8
Franco arenosa fina
Franco arenosa
muito fina
Franco
13,7
10,9
8,4
5,6
3,6
9
Franco siltoso
12,7
10,2
7,6
5,1
3,3
10
Solo siltoso
11,2
8,9
6,6
4,6
2,8
11
Argila arenosa
7,9
6,4
4,8
3,0
2,0
12
Franco argiloso
6,4
5,1
3,8
2,5
1,5
13
Argila siltosa
4,8
3,8
2,8
2,0
1,3
14
Solo argiloso
3,3
2,5
2,0
1,3
0,8
7
 Da tabela anterior escolhemos para solo franco
argiloso
 K=1,3 mm/h
Profundidade das raízes Z
 Da Figura anterior adotamos profundidade do
gramado
 RZ= 300mm
Capacidade de armazenamento no
solo AWHC
Textura do solo
Capacidade de
campo
θCC
Ponto de Murcha
Permanente
θPM
AWHC=θCC - θPM
(m3/m3, cm3/cm3, mm/mm)
Areia
0,17
0,07
0,11
Areia franca
0,19
0,10
0,12
Franco arenoso
0,28
0,16
0,15
Franco
0,30
0,17
0,18
Franco siltoso
0,36
0,21
0,19
Silte
0,36
0,22
0,20
Franco argiloso siltoso
0,37
0,24
0,18
Argila siltosa
0,42
0,29
0,19
Argila
0,40
0,20
0,20
 Da figura anterior escolhemos para solo franco
argiloso-siltoso
 AWHC= 0,18mm/mm
Agua disponível para a planta na
zona das raízes
 PAW= AWHC . RZ
 PAW= água disponível para a planta na zona das raízes
(mm)
 RZ= profundidade média das raízes para uma
determinada hidrozona (mm)
 PAW= 0,18 x 300=54mm
Fonte: Adaptado de The Irrigation Association, março de 2005- Landscape Irrigation Scheduling and Water Management.
Porcentagem de água que pode ser extraída
(MAD= Management Allowable depletion)
Textura do solo
Quantidade de água que pode ser extraída
(MAD)
(%)
Argiloso
30
Franco-argiloso
40
Franco-siltoso
40
Franco
50
Franco-arenoso
50
Arenoso
60
Nota: o máximo de MAD é de 50%
 Consultando a tabela anterior para tipo de solo franco
argilo-siltoso MAD= 40%
Quantidade de água que pode ser
extraída pelas plantas (AD)
 AD= PAW x (MAD / 100)
 AD= 54 x (40/100)=22mm
Precipitação efetiva Pe com
percentual fixo da USDA-SCS
Fonte: The Irrigation Association, março de 2005- Landscape Irrigation Scheduling and Water Management.
Profundidade das raízes em milímetros
Categori Tipo de 150mm 300mm 457mm 610mm
a de solo
solo
Precipitação média mensal efetiva em
(%) da precipitação mensal
1
Arenoso
44
48
52
55
Franco2
47
53
58
63
arenoso
3
Franco
49
57
63
68
Franco4
47
55
60
65
argiloso
5
Argiloso
45
51
55
59
 Para solo franco-argiloso e profundidade de raízes
300mm escolhemos: 55%
 Dica: para planejamento de irrigação RF, máximo
de 50%.
 RF= 50%
Precipitação efetiva
 Pe= P x RF /100
 P= 254mm para o mês de janeiro
 RF= 50%
 Pe= P x RF /100
 Pe= 254 x 50 /100= 127mm
 Mas Pe deve ser menor que P=254mm e ETc
=96,2mm (Tabela será vista adiante).
 Portanto, Pe=96,2mm

Fonte: Water Efficient Landascape, 1993 AWWA
Eficiência
da
Irrigação:
IE
Tipo de irrigação
Eficiência da irrigação
Sprinkler para irrigar árvores e
arbusto
0,90
Gotejamento
0,90
Sprinkler rotor em plantas com
filas maiores que 2,40m de largura
0,75
Sprinkler em spray(bocal) em plantas
com
filas maiores que 2,40m de largura
0,625
Sprinkler em plantas com
filas menores que 2,40m de largura
0,40
 Uso de sprinkler adotamos rendimento de 62,5%, ou
seja, IE =0,625
Fator de controle =CE
Fator de controle CE
Condição
0,85
Existe somente sensor de chuva
0,80
Existe somente o controlador
0,60
Existe controlador e sensor de chuva
CE=1,00
Não existe sensor de chuva e nem
controlador
0,4
Existe microestação climatológica
 Como não temos sensor de chuva e nem controlador
 CE=1,00
TWA= quantidade necessária de
água para irrigação no mês (m3)
 TWA = [(ETL – Pe)/ IE] x CE
 Janeiro
 TWA = [(96,2 – 96,2)/0,625] x 1,00=0
 Abril
 TWA = [(65,8 – 29,2) /0,625] x 1,00= 58,5mm
 Area verde= A=575.258m2 =57,5258ha
 Mês de abril
 Volume mensal=V= A x 58,5 /1000=33.681m3/mês
 Q (L/s)= V / (dias do mês x 86400 x1000)=
 Q= [33.681/ (30 x 86400) ]x 1000=13 L/s
 Taxa (L/s x ha)= 13/57,5258= 0,23 L/sxha
 Média Estado São Paulo 0,37 L/sxha
janeiro
31
Precipitaçao (mm/mês)=P= 254
fev
28
252
março
31
201
abril
30
58
maio
31
70
junh
30
39
julho
31
31
ago
31
25
set
30
75
out
31
137
nov
30
130
dez
31
215
Evapotranspiaraçao mm/mês Blaney-Criddle=
128
102
109
88
76
65
64
81
85
105
109
125
Ks= fator das espécies (gasto de água)=
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
0,75
Kd=fator da densidade das plantas=
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Kmc=fator de microclima (sombra)=
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Coeficiente de paisagismo KL= Ks x Kd x Kmc
Etc= Eto x KL (mm/mes)=
0,75
96,2
0,75
76,4
0,75
81,5
0,75
65,8
0,75
56,7
0,75
48,5
0,75
48,2
0,75
60,9
0,75
63,4
0,75
78,6
0,75
81,9
0,75
93,5
Taxa de infiltraçao no solo (mm/h)=solo argila
siltosa, pouco arenosa, pouco porosam mole e
escura
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
1,3
Capacidade de armazenamento no solo AWHC
para solo franco argilo-siltoso
Profundidade das raizes (mm)=
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
0,18
300
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
40,00
Agua dispon ivel para as plantas PAW (mm)=
Fator de agua que pode ser extraido para solo
franco argilo-siltoso MAD (%)= 40,00
Quantidade maxima de agua que pode ser
extraida pelas plantas AD (mm)=
22
22
22
22
22
22
22
22
22
22
22
22
Precipitaçao efetiva Tabela 1.13 para solo
franco argilo- siltoso=RF =
Pe= P x RF/100=
50
127
50
126
50
100
50
29
50
35
50
20
50
15
50
12
50
38
50
69
50
65
50
107
Pecipitaçao efetiva deve ser menor que P e Etc
96,2
76,4
81,5
29,2
35,1
19,5
15,4
12,5
37,6
68,7
65,2
93,5
Rendimento da irrigaçao adotado=IE=
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
0,625
Fator de controle - Não tem sensor de chuva e
nem controlador=CE=
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
TWA= mm/mês com Pe= [(ETc - Pe)/ IE]xCE=
0,0
0,0
0,0
58,5
34,5
46,5
52,4
77,5
41,4
15,9
26,7
0,0
Area verde (m2) a ser irrigada=A= 575258
Volume mensal (m3) com Pe=
Vazao em litros/segundo com Pe
Taxa de l/s x ha com Pe=
0
0,0
0,00
575258
0
0,0
0,00
575258 575258 575258 575258 575258 575258 575258 575258 575258 575258
0
0,0
0,00
33681
13,0
0,23
19830
7,4
0,13
26724
10,3
0,18
30164
11,3
0,20
44593
16,6
0,29
23812
9,2
0,16
9148
3,4
0,06
15370
5,9
0,10
0
0,0
0,00
TPWA= água necessária para
irrigação
 TPWA= TWA – Água não potável
 TPWA= é a água potável necessária para a irrigação descontando-se a





água não potável
GWPA= 100 x (TWA linha de base – TWA projetado) / TWA linha
de base
GWPA= é a porcentagem da redução de água potável (%)
Água não potável = reúso de esgotos, reúso águas cinzas claras,
reúso de águas cinzas escuras e aproveitamento de água de chuva.
TWA linha de base = é aquele sistema de irrigação tradicional em que
não há sensor de chuvas e nem controlador da irrigação. São de modo
os sistemas antigos e é o total de água necessário para um paisagismo
linha de base.
TWA projetado= são os sistemas de irrigação projetados em que há
sensor de chuva ou e controlado. Poderá haver também o gotejamento.
296
Plano de irrigação
 Deverá ser apresentado um plano de irrigação
 Frequência de irrigação (dias de irrigação)
 Horários de rega (manhã ou e noite)
297
Observações sobre irrigação no
LEED
 Não usa a precipitação efetiva Pe
 Dá pontos quando se usa água de irrigação de reúso ou
aproveitamento de água de chuva
 Nota: supõe-se que toda água para irrigação é potável
 TPWA = TWA – água não potável
 GWPA= porcentagem de redução de água potável
Leed
 GWPA= ( 1- projetoTPWA/baseline TWA) x 100
 Leed: se a economia for maior que 50% teremos 2




pontos
Se a economia for de 100% teremos 4 pontos
Nota: quando calcular o baseline o valor Kmc do coeficiente
de paisagismo deverá ser o mesmo no projeto.
Instalar medidores para volume a ser irrigado
Manutenção específica para reúso de água cinza
Bibliografia
 Bibliografia:
 Evapotranspiração (digital free; Plinio Tomaz)
 Livro- Consumo de água no paisagismo (Plínio Tomaz)
300
Muito obrigado !
 10 de junho de 2014

Créditos LEED SS6.1 ; SS6.2 ; BMPs
 Irrigação
 Plínio Tomaz
 Engenheiro civil
 Site: www.pliniotomaz.com.br
 pliniotomaz@uol.com.br
301
Download

Quantidade de água