AMAI-VOS
Vinha de Luz – cap. 130
Mundos Felizes
AMOR
indiferença
Mundos Primitivos
Evangelho Segundo o Espiritismo
CAPÍTULO V
Cada época é marcada, assim, com o
cunho da virtude ou do vício que a tem
de salvar ou perder. A virtude da vossa
geração é a atividade intelectual; seu
vicio é a indiferença moral.
Quantos pais são infelizes com seus
filhos, porque não lhes combateram desde
o princípio as más tendências! Por
fraqueza, ou indiferença, deixaram que
neles se desenvolvessem os germens do
orgulho, do egoísmo e da tola vaidade.
Amai-vos uns aos outros e sereis
felizes. Tomai sobretudo a peito amar os
que vos inspiram indiferença, ódio, ou
desprezo.
CAPÍTULO XVI
Esbanjar a
riqueza não é
demonstrar
desprendimento
dos bens
terrenos: é
descaso e
indiferença.
AMOR CONDICIONAL
• Destaca a parentela
consangüínea.
• Determina
seleções.
• Desconsidera os
filhos do lar alheio
• Exalta
Conveniências
• Impõe
Condições
"Não amemos de palavra, nem
de língua, mas por obras e em
verdade“
I JOÃO, 3:18.
Por norma de fraternidade pura e
sincera, recomenda a Palavra
Divina: "Amai-vos uns aos outros.
Novo Testamento
I Coríntios – Cap. 13
1. Ainda que eu falasse as línguas dos
homens e dos anjos, e não tivesse amor,
seria como o metal que soa ou como o
címbalo que retine.
2. E ainda que tivesse o dom de profecia, e
conhecesse todos os mistérios e toda a
ciência, e ainda que tivesse toda fé, de
maneira tal que transportasse os montes, e
não tivesse amor, nada seria.
3. E ainda que distribuísse todos os meus
bens para sustento dos pobres, e ainda
que entregasse o meu corpo para ser
queimado, e não tivesse amor, nada
disso me aproveitaria.
4. O amor é sofredor, é benigno; o amor
não é invejoso; o amor não se vangloria,
não se ensoberbece,
5. não se porta inconvenientemente, não
busca os seus próprios interesses, não se
irrita, não suspeita mal;
6. não se regozija com a injustiça, mas se
regozija com a verdade;
7. tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo
suporta.
8. O amor jamais acaba; mas havendo
profecias, serão aniquiladas; havendo
línguas, cessarão; havendo ciência,
desaparecerá;
9. porque, em parte conhecemos, e em
parte profetizamos;
11. Quando eu era menino, pensava como
menino; mas, logo que cheguei a ser
homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por
espelho, em enigma, mas então veremos
face a face; agora conheço em parte, mas
então conhecerei plenamente, como
também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a
esperança, o amor, estes três; mas o
maior destes é o amor.
A Bíblia de Jerusalém lembra,
em nota de rodapé, que a
expressão do original grego
agapê, caracteriza bem a
gradação cuidadosa do
sentimento que Paulo desejou
transmitir aos seus amigos de
Corinto.
Agapê é o amorbenevolência, que se
dirige, como força
construtiva do bem, em
favor do próximo,
diferente, portanto, do
amor passional e
egoísta.
É desse amor-doação
que, segundo o Cristo,
devemos sentir
AMOR
CARIDADE
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO
E.S.E. – Cap. XV
Ainda quando eu falasse todas as
línguas dos homens e a língua dos
próprios anjos, se eu não tiver caridade,
serei como o bronze que soa e um címbalo
que retine; ainda quando tivesse o dom
de profecia, que penetrasse todos os
mistérios, e tivesse perfeita ciência de
todas as coisas;
ainda quando tivesse a fé possível, até o
ponto de transportar montanhas, se não
tiver caridade, nada sou. - E, quando
houver distribuído os meus bens para
alimentar os pobres e houvesse entregado
meu corpo para ser queimado, se não
tivesse caridade, tudo isso de nada me
serviria.
A caridade é paciente; é branda e
benfazeja; a caridade não é invejosa;
não é temerária, nem precipitada; não
se enche de orgulho; - não é desdenhosa;
não cuida de seus interesses; não se
agasta, nem se azeda com coisa alguma;
não suspeita mal; não se rejubila com a
injustiça, mas se rejubila com a verdade;
tudo suporta, tudo crê, tudo espera,
tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a
esperança e a caridade permanecem;
mas, dentre elas, a mais excelente é a
caridade.
(S. PAULO, 1ª Epístola aos Coríntios, cap.
XIII, vv. 1 a 7 e 13.)
O Livro dos Espíritos
Caridade e amor do próximo
886. Qual o verdadeiro sentido da
palavra caridade, como a entendia
Jesus?
R: “Benevolência para com todos,
indulgência para as imperfeições dos
outros, perdão das ofensas.”
O amor e a caridade são o
complemento da lei de justiça, pois
amar o próximo é fazer-lhe todo o
bem que nos seja possível e que
desejáramos nos fosse feito. Tal o
sentido destas palavras de Jesus:
Amai-vos uns aos outros como
irmãos.
A caridade, segundo Jesus, não se
restringe à esmola, abrange todas as
relações em que nos achamos com os
nossos semelhantes, sejam eles nossos
inferiores, nossos iguais, ou nossos
superiores. Ela nos prescreve a
indulgência, porque da indulgência
precisamos nós mesmos, e nos proíbe
que humilhemos os desafortunados,
contrariamente ao que se costuma fazer.
887. Jesus também disse: Amai
mesmo os vossos inimigos. Ora, o
amor aos inimigos não será contrário
às nossas tendências naturais e a
inimizade não provirá de uma falta de
simpatia entre os Espíritos?
R: Certo ninguém pode votar aos seus
inimigos um amor terno e apaixonado.
Não foi isso o que Jesus entendeu de
dizer. Amar os inimigos é perdoar-lhes e
lhes retribuir o mal com o bem. O que
assim procede se torna superior aos
seus inimigos, ao passo que abaixo
deles se coloca, se procura tomar
vingança.”
"Amar o próximo como a si mesmo:
fazer pelos outros o que quereríamos
que os outros fizessem por nós", é a
expressão mais completa da caridade,
porque resume todos os deveres do
homem para com o próximo. Não
podemos encontrar guia mais seguro, a
tal respeito, que tomar para padrão, do
que devemos fazer aos outros, aquilo
que para nós desejamos.
Norma de Conduta
Benevolência
Indulgência
Perdão
Amar ao próximo
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