fanta Vasa da `isericórdia do eio de ]aneiro
UNIDADE DE IMUNOLOGIA CLÍNICA E EXPERIMENTAL
PROF. LUIZ WERBERWERBER- BANDEIRA
Basic Immunology – Immunology Today
HELPER T CELLS
LT H0
+
IgE IF γ
LT H1
IL 4 +
IgE
+
LT H2
ANAFILAXIA
Reação sistêmica, em múltiplos orgãos,
desencadeada pela liberação de mediadores
inflamatórios em consequência à uma reação
imunitária, mediada pelo anticorpo IgE a um
determinado antígeno em um indivíduo
previamente sensibilizado.
American Academy of Emergency Medicine
SIGINIFICADO
• ‘ana’ significa contra
• ‘phylax’ : guarda ou proteção
• anafilaxia = “Sem proteção”
• profilaxia = “para proteção”
APRESENTAÇÃO CLÍNICA
• A gravidade varia de leve a fatal
• A maioria das reações é respiratória e dermatológica
• Sintomas e sinais leves encontrados no início da
reação podem progredir para morte em breve
período
American Academy of Emergency Medicine
CAUSA DE MORTES
• Edema de laringe e brocoespasmo agudo com
insuficiência respiratória em >70%
• Colapso circulatório em 25%
• outros <5% - cérebro ? Infarto miocardio ?
American Academy of Emergency Medicine
400 a 800 mortes / ano - USA
• Administração parenteral de penicilinas é responsável por
100 a 500 mortes por ano
• Picadas de hymenoptera : 40 a 100 mortes por ano
• Fatores de risco:
Reação retardada da anafilaxia
uso de beta bloqueadores
insuficiência adrenal
American Academy of Emergency Medicine
As reações podem se apresentar em
fase única, bifásica ou retardada
• Os glicocorticóides não previnem fidedignamente
as apresentações bifásicas ou retardadas
• O edema de laringe é mais comum quando o
paciente apresenta a fase bifásica (40%) ou
retardada (57%)
American Academy of Emergency Medicine
Fisiologia breve das células envolvidas
• Mastócitos são encontrados em todos os tecidos
subcutâneos e nas submucosas: nas conjuntivas, no
trato respiratório alto e baixo e no intestino
• Basófilos são células circulantes
American Academy of Emergency Medicine
Quatro mecanismos básicos que levam a
degranulação dos mastócitos
1. ANAFILÁTICA : Hipersensibilidade mediada por IgE
2. REAÇÃO ANAFILACTÓIDE
Ativação do complemento com síntese de anafilatoxinas
C3a e C5a
Substâncias que degranulam o mastócitos independentes
de reação imunitária
Inibição da via da ciclooxigenase do ácido aracdônico
American Academy of Emergency Medicine
Principais componentes da reação anafilática
Tipo I
•
•
•
•
•
IgE, anticorpo eritematoso.
Mastócitos
Basófilos
Eosinófilos
Fatores liberadores de histamina
American Academy of Emergency Medicine
Histamina
• É o primeiro e principal mediador dos efeitos locais
e sistêmicos
• O ÚNICO mediador preformado nos humanos
reconhecido com ação direta vasoativa e
espamogênico nos músculos lisos
American Academy of Emergency Medicine
Fatores liberadores de histamina
• Produzidos por plaquetas, macrófagos e linfócitos
• Os pacientes atópicos são mais susceptíveis à essa
liberação: facilidade de liberação
American Academy of Emergency Medicine
Anafilaxia: mecanismo clássico de hipersensibilidade imediata tipo I
• Interação do antígeno com 2 moléculas de IgE na
superfície dos mastócitos
• Essa interação gera sinais que
liberam histamina e
fatores de transcrição ao DNA com produção de
fosfolipases
e
inflamatorios:
consequentemente
aminas,
enzimas
proteoglucanas
American Academy of Emergency Medicine
produtos
peptideos
proe
Receptor
Mechanism
Function
Antagonists
•Ileum contraction
H1
Gq
•modulate circadian cycle
•Systemic vasodilatation
• bronchoconstriction (asthma)
•H1-receptor antagonists
• Diphenhydramine
• Loratadine
• Cetirizine
•speed up sinus rhytthm
•Stimulation of gastric secretion
H2
Gs
↑ Ca2+
•Smooth muscle ralaxation
•H2-receptor antagonists
• Ranitidine
• Cimetidine
•Inhibit antibody synthesis, T cell proliferation and
•Cytokine production
•Neurotransmitter in CNS
H3
Gi
•Presynaptic autoreceptors
H4
Gi
•mediate mast cell chemotaxis
•H3-receptor antagonists
• ABT-239
• Ciproxifan
• Clobenpropit
• Thioperamide
•H4-receptor antagonists
• Thioperamide
• JNJ 7777120
There are several splice variants of H3 present in various species. Though all of the
receptors are 7-transmembrane g protein coupled receptors, H1 and H2 are quite
different from H3 and H4 in their activities. H1 causes an increase in PIP2 hydrolysis
H2 stimulates gastric acid secretion, and H3 mediates feedback inhibition of
histamine.
Hill SJ, Ganellin CR, Timmerman H, Schwartz JC, Shankley NP, Young JM, Schunack W, Levi R, Haas HL
(1997). "International Union of Pharmacology. XIII. Classification of histamine receptors" Pharmacol.
Rev. 49 (3): 253–78. PMID9311023 http://pharmrev.aspetjournals.org/cgi/content/abstract/49/3/25
^Hofstra CL, Desai PJ, Thurmond RL, Fung-Leung WP (2003). "Histamine H4 receptor mediates
chemotaxis and calcium mobilization of mast cells". J. Pharmacol. Exp. Ther. 305 (3): 1212–21.
doi10.1124/jpet.102.046581 PMID12626656
Regulatory/suppressor functions of histamine by histamine receptor 2: In maturing dentritic cells (DCs), histamine enhances
intracellular cAMP levels and stimulates interleukin (IL)-10 secretion, but suppresses IL-12 by histamine receptor (HR)2. The IL10 affects the maturation of DC to IL-10-producing DC and induces of IL-10-producing T cells. The T helper (Th)2 cells show
increased expression of HR2 and T-cell proliferation and IL-4 and IL-13 production are negatively regulated by HR2. The IL-10
suppresses the antigen-presentation capacity and proinflammatory cytokine synthesis of DC. In addition, Th2 cells are more
efficiently suppressed by transforming growth factor (TGF)- in the presence of histamine via HR2 (red line: suppression,
black line: differentiation).
Suppresses
the antigen-presentation
capacity and proinflammatory
cytokine synthesis
Immature DC
Mature DC
IL-10
Suppresses
IL-12
Suppresses
(HR)2
IL-10, TGF-β
X
X
TGF-β
X
LT-Reg
Histamine
Suppresses
Mast cell
X
LTh2
Proliferation &
(HR)2
IL-4, IL-13
INTERAÇÃO CELULAR, INFLAMAÇÃO, TOXIDADE TECIDUAL
Fibroblasto
Fibronectina, IFα
α, IL1,
MØ
AMDGF
Inibido por PGL D2
LTho
Triptase
LTh2
LTh1
Histamina
Mast
IL3, 4, 5, 6, 8, 10, 12, 13
inibe
Fibra C
IL2, IFγγ
Bas
Subst. P
Eos
PAF
LB
inibe
IL3, 5
IgE
NO. , PROTEINAS BÁSICAS, DERIVADOS DO O2
ANAFILAXIA vs VASOVAGAL
• anafilaxia
hipotensão
taquicardia
diaforese
vasovagal
hipotensão
bradicardia
palidez
ANAFILAXIA
ADRENALINA : É A DROGA DE ESCOLHA
American Academy of Emergency Medicine
TRATAMENTO: ANAFILAXIA LEVE
urticaria, conjuntivite, leve brocoespasmo
• ADRENALINA
1:1000 0,3/0,5cc IM/SC músculo vasto-lateral (0,01ml/kg/dose)
PODE SER REPETIDA CADA 5-20 minutos em 1 hora, no total de 1ml
• Antihistaminico oral ou IM
CONSIDERAR:
cimetidina ou ranitidina, prednisona e
beta2-agonista inalado
American Academy of Emergency Medicine
;Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
Epinefrina inalada
20 “puffs”
• Equivale a 3mg de epinefrina/adrenalina
• Produz níveis plasmáticos terapêuticos
• É facilmente administrada
• É rapidamente absorvida
• Oferece níveis terapêuticos na árvore respiratória alta e
baixa
American Academy of Emergency Medicine
;Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
EPINEFRINA / ADRENALINA inalada
MECANISMO
Efeito alfa adrenérgico
vasoconstricção na mucosa diminuindo edema subglotico
Resposta rápida
Duração do efeito : 90 a 120m
Precauções
Taquifilaxia
Observar por 2-4 horas após uso
Menon;1995 J Pediatr 126:1004
Dose EPINEFRINA / ADRENALINA inalada
NEBULIZAÇÃO
EPINEFRINA Racemica (2,25%)
Criança abaixo de 6 meses: 0,25 ml
Criança: 0,5 ml
adolescente: 0,75 ml
Normal Salina 2,0 a 3,5 ml
Frequencia da dose
Epinefrina nebulizada: pode ser repetida em 30m
Monitorizar frequencia cardíaca
Eficácia: bronquiolite, edema de glote
Significantemente mais eficaz que beta agonista
Reduz internação significantemente
Reduz tempo na sala de emergencia significantemente
Menon;1995 J Pediatr 126:1004
TRATAMENTO DA ANAFILAXIA MODERADA
Angioedema OU hipotensão com PA <80 mm Hg
•
•
•
•
ADRENALINA por via IM
Antihistaminico IM
cimetidina 300mg IV
Solu-Medrol 40 - 125mg IV até de 6/6h (criança: 1 a2
mg/kg/dose até de 6/6h. Máximo 125mg/dose)
• oxigênio, soro IV, monitorização cardiaca
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
TRATAMENTO DA ANAFILAXIA GRAVE
edema de laringe, insuficiência respiratória, choque
• ADRENALINA 1cc + SF 9ml (1:10.000) (Dose criança: 0,01ml/kg/dose)
0,1/0,3ml IV lento 5 minutos, repetir até cada 3-5 minutos por hora.
máximo 5ml cada 15-30 minutos
• Antihistamínico (difenidramina) 50-100mg IV acima de 3 minutos
• Oxigênio 3l/min
• Considerar drogas vaso ativas se hipotensão irresponsiva aos fluidos:
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
TRATAMENTO DA ANAFILAXIA GRAVE
edema de laringe, insuficiência respiratoria, choque
•
cimetidina ou ranitidina : cimetidina 300mg IV/ 50mg até de 8/8h
•
metilprednisolona 40-125mg IV e após 40mg intravenosa 6/6 h ou
•
hidrocortisona 200-300 mg I.V e após 100 a 200mg até 6/6 h.
•
brocoespasmo:
•
sabutamol 5mg/cc para nebulização: 0,5/1ml+ 3ml SF.
•
salbutamol spray (100 mcg/jato) 4-8 jatos a cada 15-20 min por 4 doses em 1 hora
e, após, de hora em hora até melhora clínica e funcional.
•
fenoterol, 10 a 20 gotas diluídas em 3 a 5 ml de SF
CONSIDERAR: aminofilina 5mg/kg IV acima de 20 - 30 minutos
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
edema da laringe
• Hiperextensão do pescoço puxando a mandibula
para frente
• mistura de20% oxigênio
• Epinefrina racemica 0.5cc por nebulização
• intubation traqueal
• traqueostomia
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
BRONCOESPASMO PERSISTENTE
• Nebulização com salbutamol continuo
• aminofilina 5a6 mg/kg IV cima de 20 - 30 minutos
• Atrovent 0,5 mg in 2,5cc SF por nebulização
• Esteróide
• Intubação e ventilação
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
HIPOTENSÃO PERSISTENTE
• Posição de Trendelenburg
• Repor volume no minimo 1000ml soro fisiológico
• Monitorizar débito urinário e pressão venosa
central
Considerar:
naloxone 0,4 – 0,8mg IV;
se responder IV em gotas (drip infusion)
Naloxone : antagonista opiode. Previne ou reverte efeitos dos opioides:
Insuficiencia respiratoria, hipotensão competindo diretament com os receptoresopiodes µ , kappa e sigma.[
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
glucagon?
• Quando a epinefrina está contra indicada glucagon pode
ser uma opção
• Efeito
cardíaco
inotrópico
e
cronotrópico
mediado
independente dos receptores alpha e beta, além de induzir
aumento de catecolaminas
•
O glucagon age na conversão do ATP (trifosfato de
adenosina) com aumento da síntese AMPc, no miocárdio,
trato gastro intestinal e urinario.
•
Efeitos secundarios: nauseas, vomitos hiperglicemia
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 100-1; 2009
Considerar glucagon em:
•
•
•
•
Pacientes em uso de bloqueadores beta
Paciente com doença coronária
grávidas (droga categoria B )
Pacientes não responde a outras drogas
• DOSE: adulto: IM/IV: 1a 2mg de 5/5min.
• Criança: IV 20/30mcg/kg em 5min. Máximo de 1mg
• Após IV: adulto e criança: infusão continua 5a15mcg/min
“Usefulness is anecdotal only -no controlled trials”
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
ALTA
• APESAR
DA RESPOSTA À TERAPIA TODOS OS
PACIENTES COM SINAIS E SINTOMAS SITÊMICOS
DEVEM SER OBSERVADOS POR PELO MENOS 6 A 8
HORAS
• NÃO HÁ CERTEZA SE O PACIENTE FARÁ OU NÃO
UMA REAÇÃO BIFÁSICA
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
INTERNAÇÃO
• Para o paciente com reação moderada à
grave mesmo se houver uma rápida resposta
à terapia de emergência.
Isso inclue o paciente que apresente sinais de
obstrução das vias aéreas ou hipotensão.
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
Considerar internação
• Paciente idoso
• Paciente com doença cardiovascular
• Paciente com asma
• Paciente em uso de beta bloqueador
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
Pode receber alta
• Leve anafilaxia
• Sem hipotensão
• Sem sinais de broncoespasmo
• Resposta rápida a terapia de emergência:
• Observado por 6 horas sem recorrência
• Paciente adulto e responsável ou criança acompanhada de
adulto responsável
American Academy of Emergency Medicine
Emreências clínicas. Hospital das clínicas FMUSP. 4a edição, 2009
Terapia para alta
• Dois dias de antihistaminico H1
• Dois dias de anti H2: cimetidine 2x ao dia
• Dois dias de esteróide: prednisona 50mg/dia
Indicar tratamento com especialista
American Academy of Emergency Medicine
Joe Lex, MD, FACEP, FAAEM
Asma Aguda
MANEJO DA ASMA AGUDA
NA SALA DE EMERGÊNCIA
CELULARIDADE PACIENTES E CONTROLES
(MÉDIA)
90
80
cels/ml
cels.esc.
macr.
linf.
eos.
neut.
cels. ep.
70
60
50
40
30
20
10
0
37 pacientes
WERBER-BANDEIRA et als, 1995
12 controles
ASMA AGUDA
Determinação objetiva da gravidade da obstrução do
fluxo aéreo na asma aguda:
• medida do PFE ou pela espirometria. Determinação
do VEF1 e PFE.
• fornecem dados objetivos para avaliar a gravidade
da crise, quantificar a resposta ao tratamento e
decidir sobre a internação hospitalar.
Asma Aguda
•
ASMA GRAVE:
• VEF1 ou PFE menor que 60% do predito.
• valores menores que 30% do predito (VEF1 < 1 l ou PFE < 100
l/min) se constituem em alerta para extrema gravidade e
iminente exaustão
• medida da saturação do oxigênio pela oximetria de pulso
(SpO2).<92% oxigênio suplementar.
• No momento de admissão, o paciente é identificado como
tendo risco de evolução para insuficiência respiratória quando
apresentar PFE menor que 30% do previsto ou a SpO2 menor
que 92%
Asma Aguda
• TRATAMENTO:
• a) manter adequada saturação de oxigênio arterial através
da suplementação de oxigênio
• b) aliviar a obstrução do fluxo aéreo através de repetidas
administrações de broncodilatadores
• c) reduzir a inflamação das vias aéreas
• d) prevenir futuras recidivas com a administração de
corticosteróides sistêmicos.
• Oxigenoterapia: SpO2 menor que 92%, fluxo de 2a3 l/min.
Doença cardíaca e gestantes acima de 95%
Asma Aguda
• Broncodilatadores beta2-agonistas de curta ação:
administração inalatória . salbutamol spray (100
mcg/jato) 4 - 8 jatos a cada 15-20 min por 3 doses
em 1 hora e, após, de hora em hora até melhora
clínica e funcional. fenoterol, 10 a 20 gotas diluídas
em 3 a 5 ml de s.f.
• Broncodilatadores anticolinérgicos: VEF1 menor que
60%. brometo de ipratrópio: 5,0 mg (40 gotas)
adicionada ao beta2-agonistas
Asma Aguda
• Corticosteróides sistêmicos:
• prednisona 1 mg/kg via oral 6/6 h, hidrocortisona 200300 mg I.V e após 100 a 200mg até 6/6 h.
metilprednisolona 40mg intravenosa 6/6 h
• Intubação endotraqueal e ventilação mecânica:
parada cardíaca, parada respiratória ou significante
alteração no estado mental, exaustão progressiva
Asma Aguda
• INTERNAÇÃO EM UTI:
Deterioração progressiva, a despeito de tratamento pleno.
Hipoxemia
(pressão parcial de oxigênio no sangue arterial < 60 mm Hg ou SpO2 < 90% com fração de oxigênio
inalado > 0,5)
Hipercapnia
(pressão parcial de gás carbônico no sangue arterial > 45 mm Hg)
confusão mental ou sonolência
inconsciência
parada respiratória ou cardiorrespiratória
Asma Aguda
LIBERAÇÃO AO DOMICÍLIO:
boa resposta ao tratamento broncodilatador, não apresentam
sintomas ou sinais de gravidade e atingiram um PFE ou VEF1
> 70% do previsto
• INTERNAÇÃO HOSPITALAR:
não atingirem valores de PFE e VEF1 > 50% do previsto após
tratamento broncodilatador pleno na emergência ou que
apresentarem alguma das complicações citadas
• PFE maior ou igual a 40% do previsto após 15 minutos do
início do tratamento da crise de asma prediz um desfecho
favorável
Asma Aguda
LIBERAÇÃO DO :
PRONTO-SOCORROLIBERAÇÃO AO DOMICÍLIO
• técnica correta de uso de cada dispositivo inalatório,
consulta ambulatorial nos próximos sete dias e plano de
ação escrito
• prednisona 40 - 60 mg/dia, por sete/dez dias
• uso de corticosteróide inalatório associado ao
corticosteróide sistêmico:
(menos recidiva pós-alta que o uso de corticosteróides sistêmico isoladamente)
• encaminhamento ambulatorial a um especialista
em asma
12th International Congress of Immunology and 4th Annual
Conference of FOCIS Montreal, Canada
Asthma
Comparison Between iNOS Expression And Percentage Of Each Specific Type Of
Inflammatory Cells In Different Steps Of Severity.
Immunocytochemical Study of Inducible Nitric Oxide Synthase Expression.
*/**Bandeira-Werber, L.+, *França, A.T., and * Lapa e Silva, J.R.
*Clementino Fraga Filho University Hospital, Federal University of Rio de Janeiro-UFRJ.
**Unit of Clinical and Experimental Immunology
Service of Internal Medicine–4a e 20a enfermarias
Santa Casa da Misericórdia-General Hospital, Rio de Janeiro / Brazil.
This research was supported by Conselho Nacional de Pesquisa-CNPq & Fundação José Bonifácio - Brazil
Asthma:
Immunocytochemical Study of Inducible Nitric Oxide Synthase Expression.
Comparison Between iNOS Expression And Percentage Of Each Specific Type Of
Inflammatory Cells In Different Steps Of Severity
*/**Werber-Bandeira, L., *França, A.T., and * Lapa e Silva, J.R.
*Clementino Fraga Filho University Hospital, Federal University of Rio de Janeiro-UFRJ.
**Unit of Clinical and Experimental Immunology
Service of Internal Medicine–4a e 20a enfermarias
Santa Casa da Misericórdia-General Hospital, Rio de Janeiro / Brazil.
This research was supported by Conselho Nacional de Pesquisa-CNPq & Fundação José Bonifácio
Brazil
1
2
30µ
µm
Figure 1
Dear Prof. Dr. Luiz Werber-Bandeira,
Thank you very much for having submitted an abstract to the International Congress of
Immunology 2010 in Kobe, Japan.
-2010-A-3111-ICI: Growth velocity in children with asthma and perennial allergic rhinitis
treated with budesonide aqueous spray
- 2010-A-2177-ICI: Immunotherapy for recurrent spontaneous miscarriage
We have received over 3,700 submissions. Thank you for your contribution!
Thank you very much in advance.
With best regards,
Manfred Vodrazka , ICI 2010 Abstract Management
GROWTH VELOCITY IN CHILDREN WITH ASTHMA AND PERENNIAL ALLERGIC RHINITIS
TREATED WITH BUDESONIDE AQUEOUS SPRAY
Zimmerman, J.R(1); Castellões, A.R(1); Lopes, A.C(1), Werber-Bandeira, L. (1,2)
(1)
Unit of Clinical and Experimental Immunology- Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
(2) WB-IMGEN Immunology & Genetic
Introduction: Topic corticosteroids are the most effective medications for managing the symptoms of allergic asthma and rhinitis. Treatment of children with corticosteroids has
been associated with some concerns, because data suggest that some orally inhaled and nasal corticosteroids may have a temporary effect on growth velocity.
Objective: Assessment of topic Budesonide action on growth velocity in children with allergic asthma and rhinitis.
Patients & Methods: Prepubertal 23 boys and 22 girls, aged 03 to 08 years, mean of 4.8 years, with allergic asthma and perennial rhinitis were included. Height was evaluated
within the 5th through 95th percentiles (2000, CDC Growth Charts). Budesonide doses: 64-128mcg/day allergic rhinitis and 200-400mcg/day allergic asthma, treatment from 11
to 21 months, mean16 months. Patients were excluded if they had significant chronic disease; any disease or condition that might affect growth, a known gestational age less
than 35 weeks; growth velocity below the third percentile at the end of the 6-month baseline period; glaucoma or posterior subcapsular cataracts or use of any medication that
could affect growth.
Student t Test, Pearson and the regression line slope was calculated.
18
7
16
Sexo
Percentual
22
23
22
45
6
Percentual
cumulativo
48,8889
100,0000
48,88889
51,11111
14
12
5
Núm. de obs.
Categoria
F
M
N cumulativo
Núm. de obs.
N
4
3
Categoria
Não
Sim
8
6
Corticóide oral
N
10
4
N cumulativo
Percentual
40
40
45
5
2
Percentual
cumulativo
88,8889
100,0000
88,88889
11,11111
2
1
0
-2000
0
2000
4000
6000
8000
10000
12000
14000
16000
18000
Dose cumulativa
0
(µg de budesonida x núm. de dias / kg de peso)
30
35
40
45
50
55
60
65
70
75
80
85
90
95
100
Idade inicial (meses)
0,5
12
10
7
0,4
9
6
10
0,3
8
5
7
0,2
5
4
4
dif perc
6
6
Núm. de obs.
Núm. de obs.
Núm. de obs.
8
3
0,1
0,0
4
3
2
-0,1
1
-0,2
2
2
1
0
0
90
95
100
105
110
Altura inicial (cm)
115
120
125
130
0
95
100
105
110
115
120
125
Altura final (cm)
130
135
140
145
35
40
45
50
55
60
65
70
75
80
85
90
95
100
105
-0,3
Idade final (meses)
-0,4
4
r = -0,3268, p = 0,0284
5
6
7
8
9
10
log( dose cum)
Results: The regression line slope has showed that the budesonide accumulative doses were the significant variable and inversablebly proportional to the
rate of growth (in centimeters) (r=-0.33 p=0.02). The final model (p=0.03):
PERCf – PERCi = 0.299 – 0.037 x log (dose cum).
Conclusions: The results of treatment with orally inhaled/intranasal budesonide (64-128mcg/day allergic rhinitis and 200-400mcg/day allergic asthma)
have generally indicated that budesonide has significant effect in growth velocity in children with allergic
asthma and rhinitis, therefore we could conclude there is a systemic absorption.
This research was supported by: Unit of Clinical and Experimental Immunology Santa Casa da Misericórdia
do Rio de Janeiro & WB-IMGEN Immunology & Genetic-Brazil
Dear Dr Werber-Bandeira, Santa Casa Do Rio De Janeiro
Because of your substantial expertise, I would like to ask your assistance in
determining whether the above-mentioned manuscript is appropriate for publication in
Clinical Immunology.
External reviews are the single most important element in critically evaluating a manuscript
and we almost invariably follow the advice of the Reviewers.
Thank you in advance for your assistance.
Sincerely,
Gabriel Virella, MD, PhD
Clinical Immunology, Editorial Office
Elsevier
525 B Street, Suite 1900
San Diego, CA 92101-4495 USA
fanta Vasa da `isericórdia do eio de ]aneiro
UNIDADE DE IMUNOLOGIA CLÍNICA E EXPERIMENTAL
PROF. LUIZ WERBERWERBER- BANDEIRA
PROFESSORES
SETOR DE IMUNOLOGIA CLÍNICA E LABORATORIAL
PROFa. ANDREA P. VAIGMAN
PROFa. MONICA MARIA DA S. DOMINGUES
PROF. JORGE SOARES DE OLIVEIRA
SETOR ALERGIA RESPIRATÓRIA E PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR
PROF.JOSÉ ROBERTO ZIMMERMAN
PROF.ANTONIO DA COSTA LOPES
SETOR DE ALERGIA ALIMENTAR
PROF. ADERBAL SABRA
SETOR IMUNODERMATOLOGIA
PROF. CÉLIO ABDALLA
PROF. CLAUDIO DE M. C. JACQUES:
PROFa. FABÍOLA DE S. M. PEREIRA:
SETOR IMUNODEFICIENCIA PRIMÁRIA
PROF. RICARDO
REINAUGURAÇÃO DA UNIDADE DE IMUNOLOGIA
SANTA CASA RIO DE JANEIRO
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Reações Alérgicas - Academia Nacional de Medicina