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diarioinsular
FUNDADO EM 1946
www.diarioinsular.com
SEgunda-feira
01.set.08
DIRECTOR JOSÉ LOURENÇO
| Jornal Diário | Terceira - Açores | Ano LXII | N.º 19173 | PREÇO 0,55 EUROS
FOTOGRAFIA arquivo |DI
FRANCISCO MARQUES ESTÁ DISPONÍVEL PARA CONTINUAR, MAS ALERTA
Tempo escasseia para o Lusitânia
Francisco Marques revela abertura para voltar a assumir o comando técnico da equipa de basquetebol do Lusitânia e afirma, inclusive, que o clube demonstrou vontade na
sua continuidade. No entanto, levando em li-
nha de conta a previsível competitividade da
temporada que se avizinha, deixa o aviso:“começa a ser tarde para adquirir jogadores de
qualidade e, consequentemente, formar um
plantel que ofereça garantias”. |06 e 07
FOTOGRAFIA rodrigo bento |DI
ANGRENSE BATE QUARTEIRENSE (1-0) E APURA-SE PARA A 2ª ELIMINATÓRIA DA TAÇA DE PORTUGAL
Taça de moral
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|02 e 03
TÉNIS DE MESA
GD Juncal
brilha em
Barcelona
O GDCS Juncal assegurou este fim-de-semana, em Barcelona,
o apuramento para a
segunda fase da ETTU
Cup deTénis de Mesa,
agendada para 20 e 21
de Setembro. |03
diarioinsular
02 futebol
segunda-feira | 01.set.08
LIGA SAGRES
Taça de Portugal | Vilanovense, 1 – Serzedelo, 2
Mobilidade nortenha
FOTOGRAFIA rodrigo bento |DI
2ª Jornada
Resultados
Belenenses, 2 – P. Ferreira, 2
SL Benfica, 1 – FC Porto, 1
Nacional, 2 – Naval, 1
Académica, 1 – Rio Ave, 0
Trofense, 1 – Leixões, 2
V. Setúbal – Amadora
(mais tarde)
Marítimo – Guimarães
(hoje, 18:15, Sport TV)
Sp. Braga – Sporting CP
(hoje, 20:15, RTP 1)
Classificação:
Nacional 6 pontos, FC Porto 4, Estrela da Amadora 3, Sporting CP 3, Sporting de Braga 3, Naval 1º de Maio 3, Leixões
3, Académica 3, SL Benfica 2, Paços de Ferreira 1, Vitória de
Setúbal 1, Vitória de Guimarães 1, Belenenses 1, Rio Ave 1,
Marítimo 0 e Trofense 0.
Próxima Jornada (3ª, em 21/09/2008): Académica
– Vitória de Setúbal, Estrela da Amadora – Marítimo,Vitória de
Guimarães – Nacional, Naval – Trofense, Leixões – Sporting
de Braga, Sporting CP – Belenenses, Paços de Ferreira – SL
Benfica e Rio Ave – FC Porto.
VILANOVENSE de fora da Taça de Portugal
Vilanovense com dificuldades na
circulação do esférico, perante
um adversário que evidenciou
melhores argumentos em todos
os capítulos. Resultado justo.
Luís Almeida |DI
Chegou à Terceira como
um autêntico desconhecido,
mas cedo deu para perceber
que este Serzedelo reunia
predicados suficientes para
decidir a I eliminatória da
Taça de Portugal a seu favor.
Quer pela maior competência
em termos técnicos, quer
pela superior cultura nos
aspectos tácticos, os atletas
do norte do país dominaram
de forma clara ao longo dos
90 minutos.
O Vilanovense, apesar de
empenhado e batalhador, raramente foi capaz de organizar
as transições ofensivas com
eficiência, pormenor que espelha na perfeição a diferença
de argumentos entre as duas
formações. Os continentais
apresentaram agradável mobilidade, enquanto que os
açorianos não conseguiam arquitectar a circulação de bola,
perdendo demasiados passes.
Foi, igualmente, num pe-
ríodo precoce da primeiraparte que Álvaro Pereira
compreendeu que era obrigatório mudar alguma coisa,
principalmente na zona do
meio-campo. A inclusão de
Paulo César, à passagem da
meia-hora, em detrimento
do extremo Fábio, nivelou o
equilíbrio de forças no centro
do terreno.
Aliás,sempre comAzevedo
ao leme (o melhor da turma
do Ramo Grande), o Vilanovense viveu, aos 37 minutos,
o momento de maior fulgor
ao longo de todo o jogo. Conquistou raro poder de posse
de bola, subiu ligeiramente no
terreno e Cris, em situação
privilegiada, teve tudo para
alvejar com êxito a baliza de
Rui Neto. Faltou apenas o
remate.
Quem não se fez rogado
foi o ponta-de-lança Luís que,
quase de imediato, inaugurou
o marcador após rápido
contra-ataque conduzido
pelo lado direito. Refira-se, a
propósito, que o lateral Cruz
Liga Vitalis
revelou imensas dificuldades
para travar os faixas nortenhos, principalmente quando
encontrou o virtuoso Feliz,
porventura o melhor jogador
em campo.
Os da casa bem tentaram
contrariar no segundo-tempo e o técnico terceirense
colocou toda a carne no
assadouro com a entrada de
Valério, que foi fazer companhia a Jardel. Mas a iniciativa
atacante continuava do lado
do Serzedelo, sempre mais
consciente na estruturação
do processo ofensivo. O
recém-entrado David dispôs
de quatro situações claras de
golo, mas seria o capitão Maurício a sentenciar a partida.
Azevedo, no último minuto
do tempo de compensação,
fez, de grande-penalidade, o
tento de honra.
Fraquinho é o adjectivo
que melhor explica a actuação
do trio de arbitragem, que se
pautou por muito nervosismo
e alguma precipitação, com
decisões, no mínimo, incompreensíveis. di
Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro: Bruno Costa (A. F. de Aveiro).
Auxiliares: José Costa e José Santos.
VILANOVENSE
Matias
Rui
Márcio
Cruz
(int., Joka)
Azevedo (cap.)
Cris
Fábio
(33m., Paulo César)
Zézinho
Jardel
Fábio Pomba
(57m.,Valério)
César Costa
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados: Telmo,
Narciso, Pedro e Ronaldo.
Disciplina: amarelos para Azevedo
(30m.), Cris (33m.), Jardel (66m.), Rui
(80m.) e Valério (93m.).
SERZEDELO
Rui Neto
Carlos Filipe
Élio
Pinto
Nera
Dias
(87m., Miguel Mota)
Xavi
Maurício (cap.)
Luís
(65m., David)
Ricardinho
(71m., Capucho)
Feliz
Treinador: Marco Alves.
Suplentes não utilizado: Paulo Jorge,
Luís Filipe, Pidú e Hélder Silva.
Disciplina: amarelo para Ricardinho
(22m.).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Luís, aos 39 minutos.
SEGUNDA-PARTE: 1-1.
0-2 por Maurício, aos 84 minutos.
1-2 por Azevedo, aos 93 minutos (g.p.).
Resultado final: 1-2.
A PRESENÇA DO NOSSO JUIZ
Coisas e loisas
JORGE CIPRIANO |DI
No início do encontro, o
executante pontapeia o esférico directamente para dentro
da baliza na qual não estava o
guarda-redes. O árbitro, no
entanto, não validou o golo.
O que terá, então, acontecido?
Como o guarda-redes não
se encontrava no seu posto
obrigatório, o jogo deve voltar
ao princípio. Desta vez com
mais atenção da equipa de
arbitragem.
Quando a partida decorre
sob o signo da normalidade,
o árbitro pode, e até deve,
procurar passar despercebido
perante o seu desempenho.
Dar muito nas vistas, às ve-
zes…
Apitar frequentemente por
coisas insignificantes será benéfico para o desenvolvimento
do jogo? Claro que não.
Termino com um agradecimento. Recebi do ex-dirigente
do Conselho de Arbitragem
da Associação de Futebol de
Angra do Heroísmo (AFAH),
Ildefonso Ávila, um exemplar
das Leis do Jogo de 2008.
Das leis que regulam o futebol, a disciplina é a matéria
que continua a criar alguns
embaraços às equipas de
arbitragem. Ora por isto, ora
por aquilo.
O jogador faz um lançamento lateral de cócares. Todavia,
o árbitro considerou essa
reposição ilegal. Porquê? di
2ª Jornada
Resultados
U. Leiria, 0 – Portimonense, 1
Varzim, 2 – Boavista, 0
Estoril, 0 – Oliveirense, 0
Sta. Clara, 1 – Freamunde, 0
Gil Vicente, 2 – Feirense, 1
Covilhã, 4 – Olhanense, 3
Vizela, 0 – Desp. Aves, 2
Gondomar, 0 – Beira-Mar, 0
Classificação:
Desportivo das Aves 6 pontos, Portimonense 6, Gil Vicente
4, Santa Clara 4, Varzim 3, Sporting da Covilhã 3, Feirense 3,
Freamunde 3, Olhanense 3, Boavista 3, Oliveirense 2, Beira-Mar
2, Estoril 1, Gondomar 1,Vizela 0 e União de Leiria 0.
Próxima Jornada (3ª, em 21/09/08): União de Leiria
– Santa Clara, Freamunde – Gondomar, Beira-Mar – GilVicente,
Feirense – Estoril, Oliveirense – Sporting da Covilhã, Olhanense – Vizela, Desportivo das Aves – Varzim e Portimonense
– Boavista.
TAÇA DE PORTUGAL
1ª ELIMINATÓRIA
RESULTADOS
(equipas açorianas)
Vilanovense, 1 – Serzedelo, 2
Messinense, 2 – Praiense, 1
Marinhense, 2 – Rabo de Peixe, 3
Barreirense, 1 – Operário, 3
Angrense, 1 – Quarteirense, 0 (a.p.)
Marítimo, 1 – Sanjoanense, 2
Capelense, 0 – Aliados Lordelo, 2
Vila Real – União Micaelense
(adiado para 04/09, às 15:00)
Vitória do Pico – Arouca
(adiado para 07/09, às 14:00)
Boavista – Nelas
(adiado para 06/09, às 14:00)
Equipas açorianas isentas: Madalena e Lusitânia.
Equipas açorianas apuradas para a segunda eliminatória: Madalena, Lusitânia, Rabo de Peixe, Operário e
Angrense.
diarioinsular
segunda-feira | 01.set.08
futebol 03
TÉNIS DE MESA
ANDEBOL
Juncal na segunda fase da Taça ETTU
Faialenses
cedem na estreia
O Grupo Desportivo
do Centro Social do Juncal
(GDCSJ) garantiu este fimde-semana, em Barcelona, a
qualificação para a segunda
fase da prestigiada ETTU
Cup de Ténis de Mesa, escalão de seniores masculinos,
ao obter o segundo lugar no
Grupo 4 de apuramento.
A turma do concelho de
Vitorino Nemésio começou
por bater o DT Ettelbruck (Luxemburgo) por 3-1,
seguindo-se novo êxito,
agora diante do Szeged AC
(Hungria) por 3-2, o que,
atendendo a que eram
apurados os dois primeiros
classificados, colocou desde
logo os açorianos na segunda
fase da competição, agenda-
da para os dias 20 e 21 de
Setembro.
Ontem de manhã, no
encontro que decidia o primeiro e segundo colocados
do grupo, o GDCS Juncal
cedeu perante a equipa da
casa, o CTT Borges Grup
Vail, por 3-0. Um resultado,
em certa medida, natural,
já que os espanhóis eram
apontados como os principais favoritos.
Pese o facto de apenas
ter começado a trabalhar no
passado dia 22 de Agosto, o
emblema presidido por Roberto Andrade conseguiu um
feito deveras notável, tanto
para a instituição como para
o ténis de mesa das ilhas de
bruma. di
TAÇA DE PORTUGAL | ANGRENSE, 1 – QUARTEIRENSE, 0 (A.P.)
Magina salva encarnados
FOTOGRAFIA rodrigo bento |DI
O Sporting Clube de Portugal não podia ter começado
melhor o ataque ao título de 2008/09. Os leões, de José Tomaz, receberam e bateram o Sporting Clube da Horta por
claros 34-25, com 16-12 ao intervalo, num jogo inteiramente
dominado pelos jogadores de Alvalade.
A partida começou bastante equilibrada, com golos repartidos durante os primeiros minutos, mas Pedro Cruz, aos oito
minutos, colocou o Sporting CP, definitivamente, em vantagem.
O Sporting da Horta, a denotar alguma ansiedade e insegurança
nas transições ofensivas e na finalização, não mais conseguiu
apanhar os lisboetas, bastante eficazes na tarde de sábado.Aos
22 minutos, o Sporting CP chegou aos sete golos de diferença,
reduzidos até ao intervalo por Pedro Graça.
Na etapa complementar, e apesar da melhor entrada dos
açorianos, os pupilos de José Tomaz voltaram a acertar com
o alvo e, com relativa tranquilidade, aumentaram para oito
tentos a diferença de golos, por duas ocasiões. Até ao final
do encontro, o emblema local limitou-se a gerir o resultado
favorável, que lhe garantiu uma estreia vitoriosa na Liga de
Andebol perante a equipa de Tchikoulaev, que revelou ainda
ter muito trabalho pela frente. As equipas apresentaram:
Sporting CP: Humberto Gomes, Bosko Bjelanovic (5),
Pedro Cruz (9), Andrey Vasyuk (5), Fernando Nunes (5), Joel
Rodrigues, Zarko Pejovic (1), Hugo Canela (1), João Pinto
(4), Ricardo Dias (1), Nuno Roque (2),V. Bolotskih (1), Pedro
Portela e Ricardo Correia.
Treinador: José Tomaz.
Sporting da Horta: António Campos, Álbano Lopes
(1), Francisco Bacalhau (4), Pedro Graça (4), David Graça (2),
Milan Vucicevic (3), Eduardo Arcuri (5), Bruno Goulart, Peter
Lengyel (4), Davide Castro, José Sousa (1), Bruno Castro, Paulo
Medeiros e Tiago Rodrigues.
Treinador: Victor Tchikoulaev.
VOLEIBOL
Série Açores
estruturada
ANGRENSE garante apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal
Após um jogo globalmente confuso, foi necessário recorrer a horas
extras para os rubros encontrarem o rumo da segunda ronda da
competição.
DANIEL COSTA |DI
O Angrense segue em frente na Taça de Portugal, graças
a um golo solitário de Magina
na primeira-parte do prolongamento, isto numa altura em
que os terceirenses não só
eram o conjunto mais perigoso
e esclarecido em campo, mas
também aquele que procurava
nitidamente resolver o prélio
fora das grandes penalidades.
Neste contexto, este triunfo
é magro mas justíssimo, premiando claramente a vontade
de vencer.
A primeira-parte foi muito
confusa,com as equipas a praticarem um futebol incaracterístico, sem grandes situações de
golo, período em que a equipa
do sotavento algarvio teve
mais posse de bola. Notou-se,
de facto, que havia ali alguns
atletas que sabiam o que faziam
na zona do meio campo, nas
na frente o conjunto revelava
pouca profundidade.
O Angrense foi ao longo da
primeira-parte um conjunto
apático, revelando dificuldades de posicionamento
em campo, o que contribuiu
para a maior posse de bola
do adversário.
No segundo tempo tudo
mudou. O emblema rubro
apresentou-se dinâmico, fruto
de um melhor escalonamento
no terreno, as alas começaram
finalmente a funcionar e, com
isso, surgiram as situações de
golo, com Magina de cabeça
a proporcionar boa defesa a
Miguel.
Com o avançar do tempo, a
pressão encarnada aumentava,
numa altura em que a equipa de
Quarteira dava alguns sinais de
fadiga física.As oportunidades
acentuaram-se, mas o resultado manteve-se teimosamente
no nulo até ao fim.
Depois vieram as horas
extras, e logo a abrir Juliano,
na transformação de um livre
directo, manda a bola ao travessão de Délcio. Na resposta,
o Angrense chega ao tão almejado golo. O esférico é metido
para as costas da defesa do
Quarteirense,isolando Magina
na diagonal, este dominou a
redondinha, caminhou para
a área e, à saída de Miguel,
desviou-a do seu alcance com
esta a caminhar calmamente
para o fundo das redes.
A tarefa estava difícil para
os continentais, e ainda mais
ficou quando Juliano vê o
vermelho directo. Apesar
disso, os restantes atletas
reagiram estoicamente, mas
o Angrense, com maior ou
menor dificuldade, segurou a
magra vantagem.
Arbitragem: regular. di
Municipal de Angra do Heroísmo.
Árbitro: Bruno Miguel.
Assistentes: João Espinheiro e João Silva.
ANGRENSE
QUARTEIRENSE
Délcio
Gonçalo (cap.)
Zezinho
Fábio
(Vitória, 59m)
Nelson
Rui
(Miguel Vaz, 118m)
Daniel
Silveira
Márcio
Magina
Nuno Lima
(Tiago, 50m)
Treinador: João Eduardo.
Suplentes não utilizados: Delmindo,
Gilberto, José Isidro e Ivo.
Disciplina: amarelos a Nelson, Silveira,
Vitória e Gonçalo, aos 67, 84, 105 e 117
minutos, respectivamente.
Miguel
Madeira
(Edi Cunha, 90m)
Fábio Marques
Mota (cap.)
Carlos Mota
Sérgio Brito
Pedro Lourenço
(Fabinho, 100m)
Fábio Bota
(Moki, 72m)
Juliano
Marcel
Trindade
Treinador: Luís Resende.
Suplentes não utilizados: Santola e
Hugo.
Disciplina: amarelo a Trindade, aos
15m.
Encarnado directo a Juliano, aos 103m.
PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 0-0.
PROLONGAMENTO: 1-0.
1-0 por Magina, aos 94m.
RESULTADO FINAL: 1-0.
Conforme demos conta em edições anteriores, Associação dos Antigos Alunos, Bombeiros da Horta, Clube ANA,
“Os Marienses”, Associação Desportiva Recreativa e Escolar
Praiense e AD Povoação são as equipas que vão disputar a
Segunda Divisão deVoleibol – Zona Açores, escalão de seniores
masculinos. Seis formações que, à semelhança da temporada
transacta, prometem muito equilíbrio na disputa pelos lugares
cimeiros.
O mesmo se aplica à vertente feminina com outras seis
equipas a discutirem o título e a consequente presença na fase
final nacional, aquela que vai decidir quem sobe à Divisão A2.
Vão competir na Série Açores as equipas da Associação de
Jovens da Fonte do Bastardo, AV Capelo, Associação Desportivas e Recreativa Escolar Praiense, Escola Preparatória dos
Arrifes, Calheta e Santa Cruz.
Entretanto, a Associação de Voleibol da Ilha Terceira (AVIT)
leva a efeito, entre hoje, segunda-feira, e 9 de Setembro, em
Angra do Heroísmo, um curso de treinadores de nível II. O
início da acção está marcado para as 09:00 e o final para as
19:00 do dia 9.Acrescente-se, a propósito, que a Associação de
Voleibol da Ilha do Pico promove, entre 19 e 21 do corrente
mês de Setembro, um curso de árbitros estagiários.
SURF
Nacional na
Ribeira Grande
A Câmara Municipal da Ribeira Grande e a empresa Municipal “Ribeira Grande Mais” promovem quinta-feira, dia 4,
uma conferência de imprensa para a divulgação da prova do
Campeonato Nacional de Surf, a ter lugar na Ribeira Grande,
entre os dias 19 e 21 de Setembro.A conferência de imprensa
tem lugar pelas 11:00, na Praia de Santa Bárbara.
A prova constitui a “terceira etapa do Campeonato Nacional de Surf Open 2008, ANS Tour” e realiza-se pela primeira
vez nos Açores, sendo as praias de Santa Bárbara e Monte
Verde da Ribeira Grande as escolhidas para a realização do
evento.
O certame, organizado pela Câmara Municipal e Associação
de Surf de São Miguel (ASSM), conta com a colaboração da
Associação Nacional de Surfistas (ANS), Federação Portuguesa
de Surf (FPS) e, ainda, com a Dazz Eventos.
Vão estar presentes na conferência de Imprensa, para além
do presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande e o
Administrador-delegado da Empresa Municipal“Ribeira Grande
Mais”, o presidente da ASSM, um representante da Direcção
Regional do Turismo e da empresa “DAAZ Eventos”.
diarioinsular
04 futebol
segunda-feira | 01.set.08
SÉRIE AÇORES ARRANCA NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA
Madalena favorito
em prova aberta
FOTOGRAFIA rodrigo bento |DI
O Madalena assume a candidatura ao título de campeão da Série
Açores 2008/09. No entanto, há
muita gente a correr por fora,
tanto em S. Miguel como na Terceira.
Tem início no próximo fimde-semana mais uma edição
do Campeonato Nacional da
Terceira Divisão – Série Açores. Pelo menos no plano teórico,o Madalena surge como o
principal candidato a vencer a
prova e, consequentemente, a
regressar ao escalão superior,
no caso concreto, a Segunda
Divisão.
Porém,embora o emblema
da ilha montanha tenha sido o
único a assumir publicamente
a candidatura ao almejado
ceptro, há outras equipas com
ambições, conquanto algo
reservadas no estabelecer de
metas, ou seja, como se diz
na gíria futebolística, a correr
por fora.
Angrense, Lusitânia (este,
sobretudo, por razões históricas), Rabo de Peixe, União
Micaelense e Capelense reúnem, pelo menos no plano
teórico, argumentos para tentar contrariar os desejos do
Madalena.Na prática,veremos
se será bem assim, até porque
Vitória, Marítimo,Vilanovense
e Boavista não pretendem,
com certeza, facilitar a vida
a ninguém.
Curiosamente, a XIV edição da grande montra do futebol das ilhas de bruma alberga
apenas equipas das três potências vigentes da modalidade
por estas paragens: União
Micaelense, Rabo de Peixe,
Marítimo e Capelense (São
Miguel);Angrense, Lusitânia e
Vilanovense (Terceira);Vitória,
Madalena e Boavista (Pico).
Está, assim, representado um
terço do arquipélago.
O Faial, outrora referência
da modalidade e ilha que viu
nascer inúmeros craques, tendo alguns, inclusive, vingado
no contexto nacional, perdeu
o comboio da vanguarda há
muito tempo, o que merece,
julgamos nós, uma análise
profunda, a qual, contudo, não
cabe neste apontamento.
Graciosa, São Jorge e Flores, ilhas que chegaram a causar sensação na Série Açores,
desta vez ficam de fora. Resta
saber se a participação nacional terá representado, ou não,
uma mais-valia para o futebol
local. Aqui está outro tema
pertinente e que justifica um
estudo aprofundado, embora
o exemplo das Flores pareça,
à primeira vista, altamente
negativo.
Voltando à edição vindoura
da Série Açores, aquilo que
todos desejamos é que haja
futebol de qualidade, poucos
casos e muito público nas
bancadas. No fundo, tudo
coisas básicas na teoria mas
altamente complicadas em
termos práticos, ou não fosse
o futebol um espectáculo de
emoções em que o racional,
por vezes, pura e simplesmente não tem guarida.
TERCEIRENSES
Colocando os olhos no
trio terceirense que se prepara para defender as cores
da Associação de Futebol de
Angra do Heroísmo (AFAH),
sobressai desde logo um
aspecto: a aposta em treinadores da terra e com provas
dadas.
O Lusitânia conta com
Manuel da Costa (Chalana); o
Angrense com João Eduardo
Alves; e o Vilanovense com
Álvaro Pereira, quiçá, o menos
experiente de todos,mas com
uma carreira de futebolista
notável no escalão maior da
modalidade em Portugal e o
título de campeão da AFAH,
como técnico, ao serviço do
grémio do Ramo Grande.
Também na constituição
dos plantéis, houve a clara
preocupação de dar preferência aos atletas “made in
Açores”. O Angrense, por
razões óbvias, parte em vantagem. Manteve a estrutura e
a espinha dorsal do plantel,
retocada,aqui e ali,com jovens
bastante promissores, para
além de ter promovido o regresso do treinador que levou
o clube à inédita conquista da
Série Açores em 2006/07. A
estabilidade que a colectividade vive é outro aspecto a
ter em consideração.
Para o Lusitânia a principal
dificuldade é, indiscutivelmente, a grave crise que a
instituição atravessa, o que
vai exigir de toda a estrutura
do futebol um espírito de
grupo inquebrantável. Caso
contrário… Embora recheado de atletas com inegável
valor e experiência (Veredas,
Tequila,Alex, João Melo, David,
Ricardo, Bebé, etc.), o plantel
afigura-se algo curto para as
exigências de uma prova com
a dimensão da Série Açores.
LUSITÂNIA está
de volta à Série Açores da Terceira Divisão Nacional
Mais um desafio às capacidades de Manuel da Costa.
O Vilanovense, que manteve a estrutura que lhe
assegurou o ceptro de campeão da AFAH, enfrenta as
complicações naturais de
qualquer equipa que sobe
dos regionais aos nacionais.
Só com muito trabalho e
empenho será possível atingir a sonhada manutenção,
levando em linha de conta a
reconhecida qualidade dos
opositores. Um objectivo
difícil, convenhamos, mas
ao alcance dos alvi-negros,
desde que sejam respeitados os pressupostos acima
referidos, não esquecendo a
tal pontinha de sorte que faz
sempre falta.
CALENDÁRIO
Recordamos agora o calendário da primeira fase da
XIV edição do Campeonato
Nacional da Terceira Divisão
– Série Açores:
I VOLTA, 1ª Jornada
(07/09/2008): Vilanovense/Angrense, Vitória/União
Micaelense, Rabo de Peixe/
Marítimo, Lusitânia/Madalena
e Boavista/Capelense.
2ª Jornada (21/09/2008):
Angrense/Boavista, União Micaelense/Vilanovense, Marítimo/Vitória,Madalena/Rabo de
Peixe e Capelense/Lusitânia.
3ª Jornada (29/09/2008):
Angrense/União Micaelense,
Vilanovense/Marítimo, Vitória/Madalena, Rabo de
Peixe/Capelense e Boavista/
Clássico angrense
em Novembro
O Angrense – Lusitânia, a 02 de Novembro, inserido no
programa da 7ª ronda, é o primeiro grande clássico terceirense da Série Açores, versão 2008/09. Na segunda volta da
primeira fase, mais precisamente na 16ª jornada, a disputar a
25 de Janeiro, é a vez do estádio João Paulo II albergar o derby
Património Mundial.
Por outro lado, os prélios entre Angrense e Vilanovense
concretizam-se na primeira (07 de Setembro, em Angra) e
10ª (30 de Novembro, na Vila Nova) rodadas; ao passo que
alvi-negros e “leões” enfrentam-se na sexta (26 de Outubro,
em Angra) e 15ª (18 de Janeiro, na Vila Nova) jornadas.
Lusitânia.
4ª Jornada (05/10/2008):
União Micaelense/Boavista,
Marítimo/Angrense, Madalena/Vilanovense, Capelense/Vitória e Lusitânia/Rabo
de Peixe.
5ª Jornada (12/10/2008):
União Micaelense/Marítimo,
Angrense/Madalena, Vilanovense/Capelense, Vitória/Lusitânia e Boavista/Rabo de
Peixe.
6ª Jornada (26/10/2008):
Marítimo/Boavista, Madalena/
União Micaelense, Capelense/
Angrense,Lusitânia/Vilanovense e Rabo de Peixe/Vitória.
7ª Jornada (02/11/2008):
Marítimo/Madalena,União Micaelense/Capelense, Angrense/Lusitânia,Vilanovense/Rabo
de Peixe e Boavista/Vitória.
8ª Jornada (16/11/2008):
Boavista/Madalena, Capelense/Marítimo, Lusitânia/União
Micaelense,Rabo de Peixe/Angrense e Vitória/Vilanovense.
9ª Jornada (23/11/2008):
Madalena/Capelense, Marítimo/Lusitânia, União Micaelense/Rabo de Peixe, Angrense/Vitória e Vilanovense/Boavista.
II VOLTA, 10ª Jornada
(30/11/2008): Angrense/Vilanovense, União Micaelense/Vitória, Marítimo/Rabo de
Peixe, Madalena/Lusitânia e
Capelense/Boavista.
11ª Jornada (07/12/2008):
Boavista/Angrense,Vilanovense/União Micaelense, Vitória/
Marítimo,Rabo de Peixe/Madalena e Lusitânia/Capelense.
12ª Jornada (14/12/2008):
União Micaelense/Angrense,
Marítimo/Vilanovense, Madalena/Vitória, Capelense/Rabo
de Peixe e Lusitânia/Boavista.
13ª Jornada (04/01/2009):
Boavista/União Micaelense,
Angrense/Marítimo, Vilanovense/Madalena, Vitória/Capelense e Rabo de Peixe/Lusitânia.
14ª Jornada (11/01/2009):
Marítimo/União Micaelense,
Madalena/Angrense, Capelense/Vilanovense, Lusitânia/
Vitória e Rabo de Peixe/Boavista.
15ª Jornada (18/01/2009):
Boavista/Marítimo, União
Micaelense/Madalena, Angrense/Capelense,Vilanovense/Lusitânia e Vitória/Rabo
de Peixe.
16ª Jornada (25/01/2009):
Madalena/Marítimo, Capelense/União Micaelense, Lusitânia/Angrense, Rabo de
Peixe/Vilanovense e Vitória/
Boavista.
17ª Jornada (01/02/2009):
Madalena/Boavista, Marítimo/
Capelense, União Micaelense/
Lusitânia, Angrense/Rabo de
Peixe e Vilanovense/Vitória.
18ª Jornada (08/02/2009):
Capelense/Madalena, Lusitânia/Marítimo, Rabo de Peixe/
União Micaelense, Vitória/
Angrense e Boavista/Vilanovense. di
segunda-feira | 01.set.08
diarioinsular
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06 entrevista
segunda-feira | 01.set.08
APESAR DO ATRASO NA CONSTITUIÇÃO DO PLANTEL PARA A LIGA PORTUGUESA DE BASQUETEBOL
Francisco Marques disponível
para continuar no Lusitânia
FOTOGRAFIA arquivo |DI
Francisco Marques revela abertura
para voltar a assumir o comando
técnico do Lusitânia e afirma que
o clube mostrou vontade na sua
continuidade, mas deixa o alerta:
“começa a ser tarde para se encontrarem alguns jogadores de
qualidade”.
LUÍS ALMEIDA |DI
É possível afirmar que
Francisco Marques será o
treinador do Lusitânia na
nova Liga Portuguesa de
Basquetebol, isto apesar
de, nesta altura, pouco se
conhecer sobre o futuro
do departamento de basquetebol do clube? Houve,
pelo menos, contactos
nesse sentido?
Desde que assumi o comando técnico do Lusitânia,
após a saída de Manuel Molinero, que ficou uma porta
aberta em relação às próximas
épocas. Foi, de facto, demonstrada a intenção na minha continuidade e, da minha parte,
existiu, igualmente, abertura
para continuar no projecto,
desde que se mantivessem
envolvidos os actuais elementos da Comissão Executiva.
Ficámos de conversar no final
da época e analisar qual seria o
projecto para 2008/2009. Claro que, recentemente, ainda
não discutimos este assunto,
pois existem outros problemas, que são prioritários e
têm, necessariamente, que ser
resolvidos. Neste momento,
as pessoas que lideram o
clube estão mais interessadas
em trabalhar para conseguir
viabilizar a instituição e, para
já, acredito que não possuam
grandes elementos para se
poder avançar.
Mas é inegável que o
Lusitânia já vai um pouco
tarde para arrancar com o
planeamento desportivo
da equipa de basquetebol…
O Lusitânia já nos começa
a habituar a arrancar sempre
tarde. É óbvio que o planeamento da nova época já se
deveria ter iniciado.No entanto, penso que os responsáveis
verde-brancos necessitam de
saber, em primeiro lugar, com
o que podem contar, de modo
a que, a meio da temporada,
não se venha a lidar com
situações que não são boas
para ninguém.
A verdade é que, não
obstante a disponibilidade demonstrada por
algumas pessoas, não há
muitas certezas quanto
ao futuro da modalidade
no clube, não só em termos de planeamento do
plantel, como no que à
orgânica do departamento diz respeito. É algo que
o preocupa?
Apenas vou tendo conhecimento destes assuntos
através da comunicação social
e de algumas conversas esporádicas com os elementos
da Comissão Executiva. Há
pessoas a trabalhar no departamento de basquetebol
com o intuito de reunir as
condições para que o clube
consiga cumprir com os requisitos necessários para participar na Liga Portuguesa de
Basquetebol. Penso que é uma
situação que deve preocupar
o clube e o departamento
de basquetebol. Estando eu
ou não no comando técnico
da equipa, começa a ser tarde
para se encontrarem alguns
jogadores de qualidade. Aliás,
já na época passada só foi
FRANCISCO MARQUES: “Da
possível construir a equipa na
última semana antes da competição. É claro que, em alguns
momentos, foram visíveis os
reflexos desta escolha pouco
minuciosa, principalmente
minha parte existe abertura para continuar no Lusitânia”
em termos de jogadores
portugueses.
DESCIDAS
O Francisco Marques
está disponível para o
Lusitânia em qualquer
circunstância, ou existem,
na realidade, algumas
condições que considere
serem indispensáveis para
que possa desenvolver o
Liga Portuguesa de Basquetebol
“Novo modelo é o mais indicado”
A temporada de
2007/2008 marcou o fim
da linha para a Liga Profissional. Era inevitável?
Era, de facto, impossível
continuar com a Liga, pois
caiu no descrédito total.Ainda
assim, é preciso referir que a
Liga foi criada pelos clubes e
há um conjunto de situações
que aconteceu por culpa dos
clubes. Os problemas que
surgiram no seio das colectividades desportivas retiraram,
igualmente, credibilidade ao
organismo, quer em termos
de profissionalismo, quer no
campo desportivo.
É justo afirmar que a
última edição da história
da Liga Profissional foi
um fiasco?
Existem duas questões
completamente distintas: o
modelo competitivo e a competição. Quanto à primeira,
poderemos até não concordar
com o modelo e as célebres
jornadas neutras foram terríveis para as formações insulares, que realizaram a terceira
volta completa fora de portas.
Fizemos muitos poucos jogos
em casa e aconteciam quase
de mês a mês. Pagámos um
pouco esta factura, pois o
público terceirense deixou
de aparecer como em anos
anteriores. Quanto à competição propriamente dita,
apesar de somente alinharem
oito equipas, penso que foi
bastante renhida até à última
jornada.Aliás, o facto de todos
já estarem apurados para o
play-off não significou uma
competição menos forte.
Exceptuando o Porto e a
Ovarense, todas as restantes
equipas se aproximaram na
diferença entre derrotas e
vitórias. Dentro de campo,
nunca senti falta de interesse, nem por parte da minha
equipa, nem em relação aos
adversários. Resumindo: o
modelo não foi o melhor, mas
o nível competitivo não foi tão
baixo quanto muitos quiserem
fazer crer.
A Liga Portuguesa de
Basquetebol surge com
algumas novidades,nomeadamente no que concerne às jornadas cruzadas.
Qual a sua opinião sobre
este novo modelo?
Penso que, tendo em atenção o momento actual do
basquetebol português, este
é o modelo mais indicado. O
propósito das jornadas cruzadas é para tentar envolver a
Liga Portuguesa de Basquetebol com a Proliga, até para que
não se crie um fosso entre as
duas competições. O grande
objectivo é tentar envolver o
máximo de equipas possível
para que a qualidade do nosso
basquetebol seja reforçada.
Com o tempo, veremos se
isto será benéfico. Na minha
perspectiva, mesmo sendo
esta uma análise fria e algo
prematura, penso que este é
o melhor modelo. Aliás, não
ouvi quem se mostrou contra
este modelo explicar as suas
razões. di
seu trabalho com a qualidade exigível?
Sempre me coloquei à disposição do clube e da secção
de basquetebol para colaborar
em tudo o que me fosse possível. Estou há quatro anos a
trabalhar na colectividade e,se
repararmos, fui a única pessoa
que nunca saiu do clube ao
longo deste período.Portanto,
estou disponível para ajudar.
No entanto, enquanto treinador, é importante ter algumas
questões salvaguardadas,
e não me estou a referir a
condições monetárias, embora elas sejam importantes.
Refiro-me a condições de
trabalho e humanas para que
seja possível desenvolver um
projecto minimamente competitivo e digno.
Surge, agora, o cenário
da despromoção, introduzido após as reformulações dos quadros competitivos e é necessário,
logicamente, acautelar o
nível qualitativo do plantel
para fugir a uma situação
que é nova para o Lusitânia. Começa a ser tarde
para que este desafio
possa ser encarado com
algum optimismo?
É óbvio que é necessário
acautelar esta situação, mas
tudo depende dos objectivos
subjacentes ao projecto do
clube para os próximos anos.
diarioinsular
segunda-feira | 01.set.08
Todos sabemos que o Lusitânia está a passar por uma
reestruturação brutal,pois em
termos financeiros o cenário
está, de facto, complicado,
sendo esta uma factura que
irá ser paga a médio/longo
prazo, isto por erros graves
do passado. Não sei quais
serão a metas para o futuro
da secção de basquetebol: se
passa por construir uma equipa competitiva para enfrentar
as provas a um bom nível; se,
por outro lado, o que mais
interessa é a participação na
Liga e os resultados não serão
o mais importante.
Tendo em atenção
que a larga maioria das
equipas já tem os seus
plantéis praticamente
definidos, ainda é possível
encontrar jogadores com
a qualidade necessária
para construir um grupo
capaz de competir de
forma tranquila e evitar
os lugares de descida?
Acredito que será possível,
mas tudo tem o seu preço.
Mas é evidente que o leque
de recrutamento começa
a ser muito escasso e, com
mais equipas a poderem participar na Liga e havendo esta
envolvência com a Proliga, as
escolhas estão cada vez mais
limitadas. Muitos vão preferir
ficar perto de casa em vez
vir para os Açores. Pelo que
temos visto, os jogadores
portugueses de qualidade
inquestionável já estão todos
colocados nas mais diversas
equipas.
PENSAR POSITIVO
A época 2008/2009
começa da mesma forma
que a de 2007/2008. Quão
difícil foi formar o plantel
na temporada transacta?
Ninguém imagina as dificuldades que enfrentámos para
constituir a equipa.Momentos
houve em que se tornou impossível formar uma equipa
por não termos um número
suficiente de atletas portugueses. Por outro lado, dentro
do modelo que idealizámos,
tivemos que nos restringir a
um leque muito reduzido de
atletas. Mesmo assim, penso
que houve algum engenho
para formar um grupo capaz
de competir com dignidade,
não obstante alguns altos e
baixos que surgiram ao longo
do campeonato. A falta de
constância foi, sem dúvida,
reflexo destas dificuldades.
As dificuldades financeiras ganham maior
dimensão precisamente
no ano em que o Lusitânia
conquista a Taça da Liga.
Os ordenados em atraso
provocaram alguns problemas no seio do grupo
e, inclusive, houve atletas
que se recusaram a treinar. Como foi possível à
equipa técnica gerir estas
situações?
Foram geridas da melhor
forma possível e tanto assim
foi que efectuámos a melhor
época de sempre. Conseguimos sensibilizar as pessoas
para continuarem a acreditar
no trabalho que estava a ser
feito, pois os resultados iriam
aparecer no futuro.A verdade
“O Lusitânia já nos começa a habituar a arrancar sempre tarde. É óbvio que o planeamento
da nova época já se deveria ter iniciado. No entanto, penso que os responsáveis verde-brancos
necessitam de saber, em primeiro lugar, com o
que podem contar, de modo a que, a meio da
temporada, não se venha a lidar com situações
que não são boas para ninguém.”
é que todos os jogadores de
qualidade da equipa acabaram por ingressar em clubes
de outra dimensão e com
melhores contratos. Dentro
da problemática que foi comandar homens que se viram
numa situação de incumprimento por parte do clube, é
justo reconhecer que todos
tiveram um comportamento
altamente profissional.
Estes problemas continuaram a arrastar-se ao
longo de 2007/2008?
Arrastaram-se, mas não de
uma forma tão grave como há
duas épocas atrás. Os atrasos
aconteceram, uns maiores do
que outros, mas com maior
incidência na parte final da
época. Mas é necessário referir que, nessa altura, o clube
iniciava a fase de reestruturação que vive actualmente e
sentia-se por parte de todos
uma enorme vontade de
resolver os problemas, algo
que não sucedeu na época
em que conquistámos a Taça
da Liga.
Como referiu, encontra-se há quatro anos no
clube,reforçando a equipa
técnica quando Alberto
Carvalho ainda era o
principal timoneiro. Esquecendo um pouco o seu
papel de treinador, qual a
análise que faz a este momento crítico que vive o
Lusitânia? Na sua opinião,
mormente no que toca
ao basquetebol, como foi
possível atingir este ponto
de quase ruptura?
É uma pergunta complicada
e não me queria alongar muito.
Tenho uma opinião formada
sobre os porquês de se terem passado algumas coisas,
mais concretamente no que
ao basquetebol diz respeito.
Aliás, enquanto treinador do
Lusitânia tive de fazer imensas
coisas que não estavam propriamente relacionadas com a
parte técnica, envolvendo-me
entrevista 07
em vários campos, nomeadamente na componente administrativa, daí sentir alguma
mágoa por toda esta situação.
Vamos esperar que tudo avance de forma positiva e sinto,
claramente, uma vontade
enorme por parte das pessoas
da Comissão Executiva em
dar um rumo ao clube. Isto
é mais importante do que a
minha opinião sobre as razões
da secção de basquetebol
também ter contribuído para
este estado de coisas.
Tocou num ponto interessante e que veio deitar
por terra a ideia de que
teria sido o futebol o grande responsável por esta
crise.Aliás, João Meneses,
em Assembleia-Geral,
chegou a apontar o dedo
à gestão do basquetebol,
acusando-a, inclusive, de
incompetência…
Esta Comissão tem pela
frente uma tarefa muito complicada,que é a de retirar o clube de uma situação financeira
completamente impensável.
Quando assumiram funções,
é óbvio que os elementos que
a compõem estavam muito
mais preocupados com os
problemas de gestão do que
com as questões desportivas.
Mesmo para quem está de
fora, é fácil perceber que só se
atinge esta situação devido a
más gestões. Se um elemento
da Comissão afirma que a
gestão do basquetebol não foi
bem feita, quem geria este departamento é que se deveria
pronunciar ou contrariar, mas
com factos,argumentos e provas.Deveriam ser os primeiros
a contra-argumentar. di
Marques substituiu
equipa
Molinero no comando da
Época 2007/2008
Balanço positivo e uma
equipa desequilibrada
Fazendo uma análise
à campanha da equipa
durante a época passada,
o Lusitânia acaba por ter
a prestação possível para
o plantel possível?
Penso que sim, embora eu
próprio, enquanto treinador,
gostaria de ter feito muito
mais, nomeadamente de ter
atingido a Final 8 da Taça de
Portugal, pois acabámos por
ser eliminados pelo Benfica,
que, no entanto, mesmo
participando na Proliga, tinha
um plantel com qualidade
suficiente para integrar a
Liga. Tendo em atenção o
grupo que se conseguiu formar, isto somente na última
semana antes do arranque
da competição, e todas as
contingências vividas ao longo
da época, penso que o balanço
é positivo.Marcámos presença
na meia-final da Taça da Liga
e obrigámos o terceiro classificado da fase regular a um
quinto jogo no play-off.
Era um plantel com
défice de qualidade?
Era, acima de tudo, uma
equipa pouco equilibrada. Havia,isso sim,défice de recursos
humanos. Aliás, a partir de
determinada altura não havia
mais ninguém no mercado
disponível e com a qualidade
necessária para juntarmos ao
grupo. Estou em crer que foi
possível reunir um conjunto
de jogadores que, na globalidade, foi capaz de apresentar
um bom basquetebol e de ser
competitivo.
TÉCNICO afirma
que o planeamento da nova época se encontra bastante
A saída de Manuel
Molinero, que rumou à
Ovarense, leva o treinador-adjunto a assumir o
comando técnico da equipa. Qual o balanço que faz
desta sua primeira experiência enquanto treinador
principal no escalão mais
alto do basquetebol português?
Foi o concretizar de um
sonho.Sempre assumi publicamente que o meu objectivo era
ser treinador profissional de
basquetebol. É, efectivamente,
o que gostaria de fazer no
presente e no futuro. Saindo
Manuel Molinero, é claro que
agarrei a oportunidade, até
porque me senti preparado
para dar este passo em frente.
A retrospectiva que faço à
minha prestação ao longo do
campeonato acaba por ser
aquilo que estava à espera.
Estou no início, reconheço, e
gostava de continuar, pois estou convicto que demonstrei,
também a mim mesmo, que
estou preparado para assumir,
enquanto treinador principal,
uma equipa da Liga Portuguesa
de Basquetebol com a qualidade que considero ser a necessária para que o meu trabalho
possa estar ao nível de todos
quantos competem no escalão
superior. Se sentisse que, de
alguma forma,não era capaz de
corresponder às expectativas
que eu próprio tinha traçado,
seria o primeiro a preferir
aguardar mais algum tempo
e continuar num processo de
aprendizagem.Estou satisfeito
com a minha prestação.
Manuel Molinero foi
uma pessoa importante
neste processo?
Sou, actualmente, um treinador com uma bagagem
bastante maior. Enquanto
adjunto, apesar de Manuel
Molinero me dar uma margem
de intervenção alargada, pois
tínhamos uma sintonia muito
grande em termos de trabalho,
as decisões cabiam sempre ao
treinador principal. De um
momento para o outro, sou
eu quem toma as decisões e
os resultados destas recaem
sobre mim. Este passo veio
na altura certa e é inegável
que o Manuel Molinero foi
um homem extremamente
importante. Chegou ao basquetebol português com novos conhecimentos, métodos
de trabalho muito bons e, de
alguma forma, proporcionou
uma lufada de ar fresco em
termos nacionais. Ao mesmo tempo, abriu-me novas
perspectivas e esta vivência
permitiu-me evoluir e dar este
passo em frente. di
C M Y K
08 parapente
diarioinsular
segunda-feira | 01.set.08
MODALIDADE RECUPERA TEMPO PERDIDO
Parapente com
nova dinâmica
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A Sociedade Espeleológica “Os
Montanheiros” levou a efeito um
curso para pilotos de parapente.
Trata-se de mais uma iniciativa que
visa reabilitar a modalidade por
estas paragens, a qual, reconheçase, já conheceu melhores dias. Em
face da sua espectacularidade e
das condições naturais da ilha para
a respectiva prática, acredita-se
que o parapente reúne atributos
para vingar. Até porque, como se
pode ver, possibilita imagens simplesmente fantásticas…
“Strip e Alterne”
A partir de 18 de Agosto
De 2ª a Sábado
A Gerência
diarioinsular
segunda-feira | 01.set.08
BASQUETEBOL 09
CAMPEONATO NACIONAL DE BASQUETEBOL 1 – ZONA SUL
Terceira Basket recebe
Moscavide na abertura
O Terceira Basket Clube alberga o Atlético de Moscavide na ronda inaugural da fase regular do Campeonato Nacional de Basquetebol 1 (CNB1) – Zona Sul. Aqui fica o calendário da prova:
I VOLTA
1ª Jornada (19/10/2008)
2ª Jornada (26/10/2008)
3ª Jornada (02/11/2008)
MBA – C. Lisnave
SIMECQ – Academia
Terceira B. – Moscavide
Algés – Imortal DC
Benfica B – Basket Queluz
C. Lisnave – Benfica B
Academia – MBA
Moscavide – SIMECQ
Imortal – Terceira Basket
Basket Queluz – Algés
C. Lisnave – Academia
MBA – Moscavide
SIMECQ – Imortal DC
Terceira B. – Basket Queluz
Benfica B – Algés
4ª Jornada (09/11/2008)
5ª Jornada (16/11/2008)
6ª Jornada (23/11/2008)
Academia – Benfica B
Moscavide – C. Lisnave
Imortal DC – MBA
Basket Queluz – SIMECQ
Algés – Terceira Basket
Academia – Moscavide
C. Lisnave – Imortal DC
MBA – Basket Queluz
SIMECQ – Algés
Benfica B – Terceira Basket
Moscavide – Benfica B
Imortal DC – Academia
Basket Queluz – C. Lisnave
Algés – MBA
Terceira Basket – SIMECQ
7ª Jornada (30/11/2008)
8ª Jornada (07/12/2008)
9ª Jornada (14/12/2008)
Moscavide – Imortal DC
Academia – Basket Queluz
C. Lisnave – Algés
MBA – Terceira Basket
Benfica B – SIMECQ
Benfica B – Imortal DC
Basket Queluz – Moscavide
Algés – Academia
Terceira B. – C. Lisnave
SIMECQ – MBA
Imortal DC – Basket Queluz
Moscavide – Algés
Academia – Terceira Basket
C. Lisnave – SIMECQ
MBA – Benfica B
II VOLTA
10ª Jornada (11/01/2009)
11ª Jornada (18/01/2009)
12ª Jornada (25/01/2009)
C. Lisnave – MBA
Academia – SIMECQ
Moscavide – Terceira B.
Imortal DC – Algés
Basket Queluz – Benfica B
Benfica B – C. Lisnave
MBA – Academia
SIMECQ – Moscavide
Terceira B. – Imortal DC
Algés – Basket Queluz
Academia – C. Lisnave
Moscavide – MBA
Imortal DC – SIMECQ
Basket Queluz – Terceira B.
Algés – Benfica B
13ª Jornada (01/02/2009)
14ª Jornada (08/02/2009)
15ª Jornada (15/02/2009)
Benfica B – Academia
C. Lisnave – Moscavide
MBA – Imortal DC
SIMECQ – Basket Queluz
Terceira Basket – Algés
Moscavide – Academia
Imortal DC – C. Lisnave
Basket Queluz – MBA
Algés – SIMECQ
Terceira Basket – Benfica B
Benfica B – Moscavide
Academia – Imortal DC
C. Lisnave – Basket Queluz
MBA – Algés
SIMECQ – Terceira Basket
16ª Jornada (22/02/2009)
17ª Jornada (01/03/2009)
18ª Jornada (08/03/2009)
Imortal DC – Moscavide
Basket Queluz – Academia
Algés – C. Lisnave
Terceira Basket – MBA
SIMECQ – Benfica B
Imortal DC – Benfica B
Moscavide – Basket Queluz
Academia – Algés
C. Lisnave – Terceira B.
MBA – SIMECQ
Basket Queluz – Imortal DC
Algés – Moscavide
Terceira Basket – Academia
SIMECQ – C. Lisnave
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nutricionista
Todas as tardes
em angra e Praia
AgitAção?... insóniAs?... irritABiLiDADE?...
UALIDADE DE VIDA INFLU
A qualidade de vida influencia o nosso dia-a-dia, afectando o humor, a capacidade de trabalho, a disponibilidade para
os outros, a boa disposição, etc., sendo por isso fundamental dar a devida atenção ao descanso.
DurMA coMo uM AnJo!...visitE-nos!...
DIÁRIO INSULAR - FIchA TécNIcA: Propriedade: Sociedade Terceirense de Publicidade, Lda., nº. Pessoa Colectiva: 512002746 nº. registo título 101105 Jornal diário de manhã Composição e Impressão: Oficinas gráficas da
Sociedade Terceirense de Publicidade, Lda. Sede: Administração e Redacção - Avenida Infante D. Henrique, n.º 1, 9701-098 Angra do Heroísmo Terceira - Açores - Portugal Telefone: 295401050 Telefax: 295214246
diarioins@mail.telepac.pt | www.diarioinsular.com Director: José Lourenço Chefe de Redacção: Armando Mendes Redacção: Hélio Jorge Vieira, Fátima Martins,Vanda Mendonça, Henrique Dédalo, Rui Messias e Helena Fagundes
Desporto: Mateus Rocha (coordenador), Luís Almeida, Daniel Costa, José Eliseu Costa, Jorge Cipriano e Carlos do Carmo. Artes e Letras: Álamo Oliveira (coordenador) Colaboradores: Francisco dos Reis Maduro Dias, Ramiro
Carrola, Claudia Cardoso, Luís Rafael do Carmo, Luiz Fagundes Duarte, Gustavo Moura, Francisco Coelho, José Guilherme Reis Leite, Ferreira Moreno, António Vallacorba, Diniz Borges, Bento Barcelos, Jorge Moreira,
Duarte Freitas, Guilherme Marinho, Daniel de Sá, Soares de Barcelos, Cristóvão de Aguiar,Vitor Toste, Luis Filipe Miranda, Paulo Melo e Fábio Vieira Fotografia: António Araújo, Rodrigo Bento, João Costa e Fausto Costa
Design gráfico: António Araújo. Agência e Serviços: Lusa Edição Electrónica: Isabel Silva Sócios-Gerentes, com mais de 10% de capital: Paula Cristina Lourenço, José Lourenço, Carlos Raulino, Manuel Raulino e Paulo Raulino. Tiragem desta edição:
3.500 exemplares,; Tiragem média do mês anterior: 3.500 exemplares; Assinatura mensal: 11 euros
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26ºc 20ºc
CORVO
FLORES
24º
1 metro
10/20 Km/h
GIL NAVALHO, PILOTO DE PARAPENTE
Formação de pilotos
salvaguarda futuro
GRUPO OCIDENTAL
Céu geralmente muito nublado.
Aguaceiros fracos. Vento oeste
bonançoso (10/20 km/h). Mar encrespado a de pequena vaga. Ondas
noroeste de 1 metro.Temperaturas
previstas para a Santa Cruz das
Flores: Mínima 20ºC; Máxima 26ºC;
Água do Mar 24ºC.
25ºc 19ºc
GRACIOSA
FAIAL
S. JORGE
23ºc
1 metro
PICO
TERCEIRA
05/20 Km/h
GRUPO centrAL
Céu geralmente muito nublado.
Aguaceiros fracos dispersos a partir
da tarde.Vento fraco (05/10 km/h),
soprando temporariamente de oeste bonançoso (10/20 km/h). Mar encrespado a de pequena vaga. Ondas
noroeste de 1 metro.Temperaturas
previstas para a Horta: Mínima 20ºC;
Máxima 26ºC; Água do Mar 23ºC.
Temperaturas previstas para Angra
do Heroísmo: Mínima 19ºC; Máxima
25ºC; Água do Mar 23ºC.
25ºc 19ºc
S. MIGUEL
Pode-se, então, dizer que este evento atingiu
todos os objectivos previamente traçados?
A iniciativa ficou dentro das expectativas gerais.
Contámos com nove pilotos, que é o número ideal
para uma acção desta natureza. Sinceramente, o balanço é deveras positivo. Todas as pessoas envolvidas
neste projecto estão bastante satisfeitas e dispostas
a contribuir para o almejado sucesso do parapente.
No futuro, vamos, com certeza, ter outros eventos do
género, dando, assim, a devida continuidade ao trabalho
agora desenvolvido.
Qual é o passo seguinte para que a modalidade
recupere um espaço que, em certa medida, já
foi seu no panorama desportivo local?
É fundamental que os novos pilotos adquiram o
respectivo equipamento e comecem a voar com regularidade. A experiência diz-nos que os pilotos que
não seguem este caminho acabam por se afastar da
modalidade. Em simultâneo, é imperioso manter uma
aposta forte e constante no aperfeiçoamento dos actuais
pilotos e na formação de eventuais pretendentes.
Já há na ilha Terceira pessoas devidamente
habilitadas para dar formação?
Ainda não. No entanto, estamos a dar passos seguros
GIL NAVALHO: “É imperioso manter uma aposta forte
e constante no aperfeiçoamento dos actuais pilotos
e na formação de eventuais pretendentes”
neste sentido. Porém, em termos imediatos, e levando
em linha de conta a realidade local, penso que este
é o modelo ideal, ou seja, juntar no Verão um grupo
de interessados e ministrar uma formação intensiva,
recorrendo aos serviços de monitores devidamente
qualificados. Neste quadro, aproveita-se, inclusive, a
motivação do factor grupo, uma vez que, sobretudo
para quem está a começar, é mais apelativo aprender
em grupo do que sozinho. Mais tarde, poderemos, então,
optar por outros caminhos. di
hora de fecho
23ºc
1 metro
Em que medida a acção de formação para
pilotos levada a cabo pela Sociedade Espeleológica “Os Montanheiros” pode ser decisiva para
o futuro do parapente por estas paragens?
Julgo que se afigura fundamental para o futuro do
parapente na ilha Terceira. Basta dizer que, até agora,
eu era o único piloto federado. Por outro lado, não há
formação há vários anos, o que levou a uma redução
drástica no que concerne ao número de praticantes.
Os resultados desta acção técnica vão, com certeza,
contribuir para o ressurgimento em força do parapente,
pelo menos enquanto modalidade organizada.
05/10 Km/h
SANTA MARIA
GRUPO OriENTAL
Períodos de céu muito nublado com
abertas a partir da tarde. Aguaceiros fracos durante a manhã. Vento
fraco (05/10 km/h).Mar encrespado.
Ondas norte de 1 metro.Temperaturas previstas para Ponta Delgada:
Mínima 19ºC; Máxima 25ºC; Água
do Mar 23ºC.
DADOS dA delegação REGIONAL DO INSTITUTO DE METEOROLOGIA.
VOLEIBOL
BASQUETEBOL
FUTEBOL
Fonte
retoma
treinos
Angra
prepara
época
Sorteio
da Taça
4ªfeira
» A Associação de Jovens da Fonte do Bastardo (AJFB), equipa que
milita na Divisão A1 de voleibol, regressa hoje ao trabalho, tendo em
vista a temporada 2008/09.
» OAngra/Palmeiraspark começa hoje a preparar a época desportiva que se avizinha. Garantir uma
boa campanha no Campeonato da
Proliga é o objectivo traçado.
» O sorteio da segunda eliminatória da Taça de Portugal realiza-se
quarta-feira (14:30), na sede da Federação Portuguesa de Futebol.A ronda
concretiza-se a 14 de Setembro.
opinião
Acácio
Mateus
Trapalhadas
Dizem os ditos populares que
quem cospe para o ar acaba por
lhe cair em cima e se não terá
sido bem assim não andará muito longe disso. A questão prende-se com a transparência, rigor
e competência que a actual Direcção do Santa Clara, presidida por Manuel Cruz Marques,
sempre apregoou ao longo dos
últimos três anos, mas a mais recente Assembleia-Geral deixou
transparecer que as coisas podem não estar a passar-se dessa
forma.
Isto porque o clube apresentou
como garantia a um empréstimo
que ronda os 800 mil euros um
terreno que ainda nem é pertença do clube e que deveria ser doado à Fundação Campo Açores,
a ser criada pelos encarnados. A
doação só estava prevista para o
final do ano mas com mais esta
trapalhada poderá nem acontecer.
Mas o cerne da questão é este: a
convocatória chamava os sócios
para discutirem e votarem os termos e condições do empréstimo
mas em circunstância alguma
durante a Assembleia a Direcção
se pronunciou sobre os mesmos,
procurando ocultar a hipoteca
do dito terreno. Só depois de os
sócios questionarem que termos
e condições estavam inscritos é
que foi lida a minuta do contrato, percebendo-se para espanto
geral que estava a ser entregue
de mão beijada um terreno que
ainda nem foi doado.
Estranha-se, portanto, que
quem tanto fez em nome da
transparência, ceda agora às
pressões das instituições de crédito e se permita ocultar informação aos sócios, quando uma
das bandeiras eleitorais passava
por angariar património para o
clube livre de ónus! Infelizmente para Manuel Cruz Marques o
seu estado de graça parece estar
a terminar…
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meteorologia
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Taça de moral