Escola Básica 2,3/S de Vale de Cambra
O Meu
Livro
Trabalho realizado por:
Fábio Moreira Nº13
10ºF – 2007/2008
Como Cheguei a este livro:
Para ser sincero, como não tinha nenhuma
ideia do que ler, resolvi ir à internet
pesquisar alguns livros e gostei bastante
deste.
Informações do livro
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Autor: Pedro Bandeira
Número de páginas: 102
Número de capítulos: 22
Linguagem usada: Fácil compreensão,
apesar de ser brasileiro.
No fim da leitura
Adorei o livro desde o princípio ao fim.
Não estou nada arrependido por ter lido este
livro.
Nunca tinha lido um livro deste autor, mas
fiquei completamente fã.
Informações sobre o autor
Pedro Bandeira nasceu em Santos, a 9 de março de 1942, onde
dedicou-se ao teatro amador, até mudar para São Paulo a fim de
estudar Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP).
Além de professor, trabalhou em teatro profissional até 1967 como
ator, diretor, cenógrafo e com teatro de bonecos. Mas desde 1962,
Pedro já trabalhava também na área dejornalismo e publicidade,
começando na revista "Última Hora" e depois na editoraAbril,
onde escreveu para diversas revistas e foi convidado a participar
de um coleçãode livrinhos infantis. O primeiro livro "O dinossauro
que fazia au-au", voltado para ascrianças, fez um grande sucesso.
Mas foi com "A Droga da Obediência", voltado para adolescentes
- que ele considera seu público alvo - que ele se consagrou. Pedro
Bandeira é o autor de Literatura Juvenil mais vendido no Brasil
(8,6 milhões de exemplares até 2002) e, como especialista em
letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências
para professores em todo o Brasil. Já escreveu mais de 50 livros,
entre eles a série "Os Karas", "A marca de uma lágrima", "Agora
estousozinha...", "A hora da verdade" e "Prova de Fogo".
Resumo
Os Karas reúnem-se no seu antigo esconderijo, porém desfalcados (Magri está em um campeonato de ginástica olímpica, nos
EUA) e os integrantes que estão na reunião decidem que, por um motivo que Chumbinho desconhecia, o grupo estaria acabado.
Ao mesmo tempo, descobre-se que o Dr. QI, fugitivo que os Karas ajudaram a prender, fugiu sem deixar vestígios. Chumbinho
percebe o perigo que isso representa para o grupo e alerta Magri. Ela desiste do campeonato e volta para o Brasil. O assunto do
momento é a "Droga do amor", uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século.
Eles iriam testar essa droga pela primeira vez em seres humanos, no Brasil. O criador da droga e o representante da empresa
responsável por ela na América Latina, Hector Morales, chegaram ao Brasil no mesmo vôo que Magri e sua professora, D.
Iolanda. No desembarque, alguns homens baleiam D. Iolanda, golpeiam o representante da empresa, e sequestram o cientista
responsável pela droga, junto com as únicas amostras existentes da "Droga do amor". A bolsa de Magri também desaparece, mas
ela não se preocupa, já que não tem nada de importante nela. Ela fica com a bolsa de D. Iolanda e tem um plano para reunir os
Karas novamente. Chumbinho e Magri fingem o sequestro de Chumbinho, que se fantasiaria de anão e poderia participar do caso,
anonimamente. Só ele e Magri saberiam. O plano deu certo e os Karas começaram a investigar junto com o detetive Andrade, um
velho amigo. De acordo com Crânio, o mais inteligente do grupo, a primeira coisa a ser feita era interrogar D. Iolanda que ainda
não saíra do hospital. Mas como fazer isso se ela estava vigiada por dois homens? A solução foi fantasiar Magri. Ela entrou no
quarto da sua professora e constatou que ela estava a tomar remédios que estavam a fazer-la dormir. Magri trocou os remédios e
em pouco tempo a professora acordou, mas Magri não a deixou falar nada e recomendou que ela fingisse que estava dormindo
enquanto ia buscar ajuda. Ela foi o mais rápido que pôde, e quando voltou com o detetive Andrade e os outros Karas, a D. Iolanda
tinha desaparecido. Um certo anão escondia-se no porta-malas de um carro dirigido por dois homens enquanto um grupo de
adolescentes construíam um plano. Eles iriam para a prisão de onde o Dr. QI tinha fugido e exigiam fingir que eram sobrinhos de
todos os presos que fossem receber transferência dessa prisão de segurança máxima para uma outra prisão qualquer. Estariam
disfarçados, é claro. Na última tentativa de fazer o plano dar certo, Crânio surpreende um "velho". Ele diz que é seu sobrinho e o
velho acredita. Pronto, estava feito. O Dr. QI disfarçado de velho é desmascarado, mas ele não tem nada a ver com o sequestro do
Dr. Bartolomeu F., criador da droga. Nessa hora, Magri percebeu o que estava a acontecer. Pediu ao detetive Andrade que lhe
trouxesse uma amostra da assinatura do Dr. Bartolomeu. Magri comparou a assinatura recém-chegada com o autógrafo que
estava na bolsa de sua professora. Eram diferentes, o que queria dizer que não tinha sido o verdadeiro Dr. Bartolomeu que tinha
sido sequestrado. No final, descobriram que a verdadeira "Droga do amor" não havia a passar nos testes e que a empresa estava
atolhada em dívidas por isso. Então a solução que eles encontraram foi fingir que estava a dar certo e forjar o sequestro.
Chumbinho tira D. Iolanda do lugar onde estava escondida e ela diz que o Morales tinha mandado os homens dispararem contra
ela, já que ela era a única que poderia confirmar que o homem sequestrado não era o criador da droga.
Tudo se resolve no final e os Karas voltam a ser o grupo unido que era tempos atrás.
A minha Capa
Escolhi esta imagem, porque nos mostra um comprimido,
ou seja, drogas com o símbolo do amor.
Contracapa
Escolhi esta imagem, porque o livro fala-nos que foi
um cientista que descobriu “A Droga do Amor”.
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fabio - Sebenta Digital