SERVIÇO SOCIAL
PLANEJAMENTO
Elisabete Queiroga - Agosto de 2013
INTRODUÇÃO
As novas requisições presentes no
mundo contemporâneo nos marcos
da divisão intelectual do trabalho e
solicitações postas, ampliam
possibilidades de inserção no
complexo campo da Gestão
No Brasil, com a CF88 se inaugurou
e inovou um pluralismo jurídico
que além de requerer Políticas Sociais
voltadas à materialização das conquistas
nela prevista, passou a exigir novas
respostas profissionais tanto dentro
do campo investigativo como interventivo,
redefinindo competências e atribuições
nos espaços profissionais
e sócio-institucionais.
A ampliação e inserção no complexo campo da
Gestão, nas suas dimensões de planejamento,
administração e avaliação de políticas públicas,
planos, programas e projetos sociais.
Se impõe a incorporação de novas competências,
habilidades e atitudes para atuar no vasto e
diversificado espectro de relações de gestão em
âmbito institucional, sejam nos setores
governamentais, não governamentais e, dentro
destes os de responsabilidade social empresarial.
Profissionais de diferentes áreas, são chamados
a atuar no âmbito da gestão, principalmente
no Planejamento e na Avaliação de Políticas Sociais
dentro de uma perspectiva democrática
e participativa, mais que capilaridade
na elaboração dos processos, requer
desconcentrar, descentralizar e principalmente
estabelecer relações de interação e comunicação
entre os níveis Estratégicos,Táticos e Operacionais.
PLANEJAMETO DE POLÍTICAS SOCIAIS
O processo de Planejamento
como componente da Gestão,
apresenta-se de extrema relevância
frente à urgência de se ter
modelos gerenciais compatíveis
com a realidade das instituições
e organizações tanto públicas como
da sociedade civil frente a
necessidade de superar a visão
de planejamento como equivalente
a um conjunto de processos
administrativos meramente
burocráticos de racionalização
para ordenar decisões e ações sem
qualquer participação dos executores
e usuários, buscando o alcance
de somente de objetivos
institucionais com primazia
quantitativa em seu atingimento.
PLANEJAMETO DE POLÍTICAS SOCIAIS
A Gestão, no que tange ao Planejamento,
Administração e Avaliação de políticas
públicas, configuradas sob forma
de Planos, Programas e Projetos
nas diferentes esferas de governo,
leva à busca pela redefinição e apropriação
de novas referências teóricas, técnicas,
políticas e éticas que possam
orientar sua execução.
“Não mais bastam pronunciamento políticos gerais e abstratos
que afirmem intenções sociais. É necessário que sejam
materializadas por meio de cuidadoso processo de planejamento
institucional, com alcance capilar, indicando desde concepções
globais até ações (na ponta),de execução de políticas públicas”
( Teixeira, 2009)
PLANEJAMETO DE POLÍTICAS SOCIAIS
O atual cenário aponta para a necessidade
de uma Gestão Social que possa ser
Eficaz, Eficiente e Efetiva e possa assumir
o desafio de sustentabilidade.
Implicar envolver não apenas maior apropriação
de conhecimentos e interpretação da realidade
e das questões sociais nelas expressas
nos diferentes territórios, mas investir
no desenvolvimento das pessoas que fazem
parte da instituição/organização, assim como
a adequada proposição de utilização de recursos
e busca de adesão da sociedade.
Constituir informação e formação transparente
para enfrentar esse desafio de formatar,
implantar e implementar ações e avaliar
se os objetivos foram alcançados dentro
de uma perspectiva quali-quantitativa,
fortalecendo uma nova cultura de aprendizagem.
EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE
Políticas, Programas e Projetos Sociais .
EFICIÊNCIA – é o resultado da comparação
entre as realizações e os resultados com os
recursos utilizados para atingi-los.
Estabelece a correlação entre os efeitos dos
programas (benefícios) e os esforços (custos)
empreendidos para obtê-los..
Relaciona os custos e recursos empregados
buscando aferir a otimização ou desperdício dos
insumos utilizados na obtenção dos resultados;
EFICÁCIA – é o
resultado obtido da
comparação entre as
realizações e os resultados
reais com os objetivos que
foram estabelecidos.
Busca adequação da ação
para alcance dos objetivos
(gerais e específicos) e das
metas previstas no
planejamento,
estabelecendo as razões de
êxitos e/ou fracassos.
(Eficácia Funcional,
Administrativa e Contábil);
EFETIVIDADE – é a realização da ação adequada para transformar
a situação existente e deve estabelecer o resultado
e impactos da ação na população alvo.
OBJETIVA – é o critério de
aferição da mudança quantitativa
e o antes e o depois da execução
do programa / projeto.
SUBJETIVA – é o critério da
avaliação das mudanças
comportamentais nas crenças e
valores da população alvo.
SUBSTANTIVA – é o critério da
avaliação das mudanças
qualitativas significativas e
duradouras nas condições
sociais de vida dos beneficiários.
A Gestão Social democrática vem exigindo
que se constituam, além dos Planos, Programas
e Projetos (os quais orientam ações num prazo
determinado), a estruturação, no aparelho do
Estado, de sistemas, benefícios e serviços
ofertados às populações da cidade e do campo,
às etnias e às chamadas “minorias”.
Trata-se da implementação de direitos
assegurados em lei, com caráter de ações
permanentes, as quais são também objeto do
processo de planejamento, para revisão e
aperfeiçoamento. São conhecidos os sistemas
existentes no Estado brasileiro SUS, SUAS,
Sistema Educacional, Previdenciário, etc.
No interior dos sistemas se estruturam ações
às quais os cidadãos recorrem para atendimento
de necessidades sociais
(Educação, saúde, Previdência, Assistência
Social).
PLANEJAMENTO
“A função Planejamento, que significa pensar o futuro
da organização, definindo o que fazer, como, quando
e com que recursos utiliza como instrumentos o
Planejamento Estratégico, o Cronograma e o
Orçamento.” ( Tenório, 199)
PLANEJAMENTO
O conceito de Planejar está intimamente
ligado com a dimensão humana. Em
poucas palavras, planejar significa
antecipar/prever ações. O planejar, está
relacionado com a possibilidade de
intervenção na realidade. ”
(Vasconcelos, 2006)
Neste sentido o planejar estabelece uma
relação entre teoria e prática remetendo
a quatro questões, quer sejam:
1) querer mudar algo;
2) acreditar na possibilidade de
mudança da realidade;
3) perceber a necessidade da mediação
teórico-metodológica;
4) vislumbrar a possibilidade de realizar
aquela determinada ação.
PLANEJAMENTO
É a ferramenta para pensar e agir dentro de uma
sistemática analítica própria, estudando as situações,
prevendo seus limites e suas possibilidades,
propondo-se objetivos, definindo-se estratégias.
No campo social, na perspectiva da gestão
democrática, o Planejamento se coloca como
estratégico na construção de decisões
compartilhadas e participativas, constituindo
“ possibilidades de operar instrumentalmente sobre a
realidade das práticas sociais na produção de
resultados vinculados à ampliação, consolidação e
garantia de direitos (...)”
PLANEJAMENTO
NEOCOMPETÊNCIAS
A mais difundida definição para competências foi formulada
por Scott B. Parry, em sua obra “The quest for competencies”,
de 1996, em que ele diz:
“Competências é um agrupamento de conhecimentos,
habilidades e atitudes relacionados, que afeta a maior parte de
uma tarefa (papel ou responsabilidade), correlacionado à
performance, que pode ser medido a partir de parâmetros bemaceitos, e que pode ser melhorado através de treinamento e
desenvolvimento”.
Esse conceito ficou registrado no mundo acadêmico e
corporativo como a Regra do
CHA.
PLANEJAMENTO
NEOCOMPETÊNCIAS
PLANEJAMENTO
O
“C” representa o conhecimento, o saber
adquirido. É o processo de instrução e
envolve formação, escolaridade,
autodidatismo, leituras, cursos e
treinamentos realizados.
O “H” significa habilidade, o saber fazer.
Trata-se da capacidade de produzir a partir
do conhecimento adquirido e diz respeito a
ações práticas como analisar, interpretar,
compreender, julgar, planejar, administrar,
comunicar, entre tantas outras. Mediante
treino, repetição e prática constante, as
habilidades podem ser desenvolvidas e
lapidadas.
O “A” constitui a atitude, o querer fazer.
É a decisão consciente e emocional de agir
diante dos fatos, com proatividade e
assertividade. Atitudes são constatações,
favoráveis ou desfavoráveis, em relação a
objetos, pessoas ou eventos. Uma atitude é
formada por três componentes: cognição,
afeto e comportamento.
PLANEJAMENTO
É uma ferramenta para pensar e agir dentro de uma sistemática analítica
própria, estudando as situações, prevendo seus limites e possibilidades,
definindo objetivos estratégias, prazos e recursos necessários.
Precisa considerar:
as potencialidades e limites
institucionais (cenário / contextos );
as dificuldades a serem enfrentadas
( foco na problemática);
as restrições impostas em função da
realidade onde irá atuar;
a problemática que pretende enfrentar;
a abrangência geográfica onde a ação
será desenvolvida;
o público previsto;
os recursos disponíveis e os
necessários à sua realização.
BREVE HISTÓRICO
PLANEJAMENTO
O Taylorismo e o Fordismo
mudaram a forma de produção
capitalista fragmentada para
produção em série, com um
planejamento sistemático do
processo de trabalho para adaptar
o homem a esse processo. O
controle hierarquizado e o saber
era prioridade do poder gerencial
e não dos trabalhadores.
PLANEJAMENTO
BREVE HISTÓRICO
A 2ª GM exigiu coordenação das ações por planos, programas e projetos,
centralizando decisões e utilizando técnicas e estratégicas de
planejamento para fins de paz. Os movimentos sociais da déc. 60 exigiam
democratização implementando-se o planejamento por objetivos
articulando-se o poder político ao técnico
PLANEJAMENTO
BREVE HISTÓRICO
A crise dos anos 70 acirrou a competição internacional, desencadeando
novo processo de globalização. A implantação do Toyotismo, privatização,
expansão das multinacionais, desregulamentação do Estado, reengenharia
e qualidade com consequências profundas na diminuição e precatrização
de emprego, trabalho e dos direitos sociais , levam à necessidadede
planejamento estartégico na busca da eficiência.
PLANEJAMENTO
BREVE HISTÓRICO
Na déc. 90, o Planejamento Estratégico
passa a ser valorizado e reconhecido como
instrumento político que vincula e
concretiza as decisões organizacionais.
“ Uma nova forma de pensar e um novo
padrão de racionalidade que vai determinar
uma nova forma de agir”. ( Batista,1995)
PLANEJAMENTO
DIMENSÃO POLÍTICA
Decorre da concepção de Planejamento enquanto
processo contínuo de tomada de decisões inscritas em
relações de poder que envolvem pessoas, grupos, recursos
financeiros, opções políticas e técnicas.
Sua elaboração deve considerar as condições subjetivas
do ambiente onde as ações previstas serão desenvolvidas, isto é,
o jogo de interesses dos diferentes grupos envolvidos, a correlação
de forças, a articulação desses grupos, as incompatibilidades
existentes entre diferentes segmentos, interesses políticos e
financeiros em questão.
A análise dessas questões permitirá uma melhor percepção
e manejo sobre dificuldades e potencialidades, o estabelecimento
de parcerias, acordos, compromissos entre os participantes.
PLANEJAMENTO
Na perspectiva lógico racional, refere-se ao processo
permanente e metódico de abordagem racional e científica de
questões que se colocam no mundo social .
Como processo metódico supõe uma sequência de atos
decisórios, ordenados em momentos definidos e baseados em
conhecimentos teóricos, científicos e técnicos.
Diz respeito à decisão sobre os caminhos a serem percorridos
pela ação e às providências necessárias à sua adoção, ao
acompanhamento da execução, ao controle, à avaliação e à
redefinição da ação.
PLANEJAMENTO LÓGICO RACIONAL
E POLÍTICO
De REFLEXÃO – conhecimento de dados,
análise e estudo de alternativas, à superação
e reconstrução de conceitos e técnicas de
diversas disciplinas relacionadas com a
explicação e quantificação das questões sociais
De DECISÃO – escolha das alternativas,
à determinação dos meios, à definição de
prazos, etc
De AÇÃO – execução das decisões. Foco
central que se orienta por momentos no
processos da organização.
De RETOMADA DA REFLEXÃO – operação
crítica do processos e dos efeitos da ação
planejada, com vistas ao embasamento
de ações posteriores.
PLANEJAMENTO
NÍVEIS:
A complexidade e tamanho das organizações
e instituições vão dimensionar os níveis de
planejamento que podem ser desenvolvidos.
Nas complexas se busca uma sistemática
consistente a nível macro-operacional, ou seja,
elaboram Planos estratégicos, plurianuais,
planejamentos anuais que serão diretrizes
para a elaboração de Programas e Projetos .
Desta forma, podemos relacionar por o Planejamento por ordem de
grandeza, níveis de agregação de decisões e detalhamento das
operações de execução.
Níveis de Planejamento: PLANO, PROGRAMA, PROJETO.
PLANO
É o documento
mais abrangente e geral,
que contém estudos,
análises
situacionais ou
diagnósticos
necessários à
identificação dos
pontos a serem atacados,
dos programas
e projetos
necessários , dos
objetivos,
estratégias e metas
de um governo, um
Ministério,
de uma Secretaria,
ou de uma unidade ou
instituição/organização.
PROGRAMA
PROJETO
É o documento
que indica um
conjunto
de projetos cujos
resultados permitem
alcançar o objetivo
maior de uma
política pública.
É a menor unidade do
processo
de planejamento.
Trata-se de um instrumento
técnico-administrativo
de execução de
empreendimentos
específicos
direcionados para as mais
variadas atividades
Interventivas e de pesquisa
no espaço público
e no espaço privado .
A distinção básica está no nível de agregação
de decisões e no detalhamento das operações
de execução. (Teixeira, 2009)
PLANO
Objetivos
Reordenar
Serviços de
Acolhimento
Institucional
Ações
Resultados
1.1 Promover
mutirão
interinstituciona
l para revisão
dos casos de
crianças e
adolescentes
Redução do
números de
crianças e
adolescentes
em
Acolhimento
Institucional
1.2 Garantir que
Acolhimento
Institucional
aconteça em
locais próximos
à família
Crianças e
adolescentes
Acolhimento
Institucional
em locais
próximos à
família
1.3 Incorporar
nos Programas
e Serviços de
Apoio SócioFamiliar ações
que garantam a
convivência
familiar e
comunitária de
cr e adolesc.
com deficiência.
Crianças e
adolescentes
com
deficiência
Incluídas
Cronogra-ma
Curto prazo
Atores
MDS,CNAS,
CONANDA
Conselhos
Tutelares,
JIJ,
Entidades de
Atendimento
Articuladore
s
CNAS e
CONANDA
Médio prazo
Longo prazo
MDS,CNAS,
CONANDA,
Gestores
Estaduais e
Municipais
CNAS e
CONANDA
PROGRAMA
Detalhamento por setor, área temática ou região,envolvendo
vários projetos ou linhas de ação;
Formula objetivos gerais e específicos em torno da área
programática, alinhando aos objetivos as diretrizes definidas no
Plano;
Deve apresentar uma carteira de projetos sob seu gerenciamento,
as equipes e os responsáveis por cada um deles, bem como os
recursos mobilizados para sua implementação.
Ex.
Programa Educação de Jovens e Adultos
Objetivo Geral: Implementar e fortalecer iniciativas de educação de jovens e
adultos por meio de metodologias, formação de educadores e assessoria a
iniciativas de diferentes organizações sociais.
Projetos coordenados pelo Programa EJA :
Alfabetização de Pescadores da colônia de pescadores de Sepetiba - RJ;
Aumento de Escolaridade dos Trabalhadores da construção civil de
empresas de Sepetiba e adjacências ;
Formação e assessoria aos monitores de cursos de pré-vestibulares
comunitários promovidos pela Diocese do RJ.
O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF)
Iniciou-se em 2001, com um projeto piloto, o Programa Núcleo
de Apoio à Família - NAF. Em 2003, foi lançado o Plano Nacional
de Atendimento Integral à Família – PAIF.
Em 2004, o Plano foi aprimorado e adequado às diretrizes da Política Nacional de
Assistência Social - PNAS, instituindo-se o “Programa de Atenção Integral à Família”
(Portaria nº 78 de 08/04/2004), que se tornou a principal referência para o usuário do
Sistema Único de Assistência Social - SUAS. Por meio do Decreto nº 5.085, de
19/05/2004, o PAIF tornou-se “ação continuada da assistência social”, sendo sua oferta
obrigatória e exclusiva nos Centros de Referência de Assistência Social - CRAS.
Em 2009, com a aprovação da Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais,
passou a ser denominado Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF
1. ação preventiva tem por escopo prevenir ocorrências que interfiram no exercício
dos direitos de cidadania.
2. atuação protetiva significa centrar esforços em intervenções que visam amparar,
apoiar, auxiliar, resguardar, defender o acesso das famílias e seus membros aos
seus direitos.
3. atuação proativa está ligada ao reconhecimento, à tomada de responsabilidade e à
intervenção antecipadas ou imediatas frente a situações de vulnerabilidade ou risco
social, vivenciadas pelas famílias ou territórios.
Objetivos :
•
Fortalecer a função protetiva da família é reconhecê-la, conforme
•
preconiza a PNAS (2004), “como espaço privilegiado e
insubstituível de proteção e socialização primárias, provedora de cuidados aos seus
membros, mas que precisa também ser cuidada e protegida”.
• Prevenir a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, possibilitando a
superação de situações de fragilidade social vivenciadas;
• Promover aquisições sociais e materiais às famílias, potencializando o
protagonismo e a autonomia das famílias e comunidades;
• Promover o acesso aos serviços socioassistenciais e setoriais, contribui para o
acesso aos direitos de cidadania das famílias, cumprindo a diretriz de proteção e
atendimento integral às famílias.
Público Alvo : famílias territorialmente referenciadas ao CRAS, em situação de
vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acesso aos
serviços públicos, da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade e/ou
qualquer outra situação de vulnerabilidade e risco social.
Diretriz : que o trabalho social com famílias do PAIF voltado às famílias beneficiárias
de programa de transferência de renda e dos benefícios assistenciais tenha por foco
a compreensão da renda como direito, o resgate de trajetórias de liderança, o
empoderamento, a participação social, entre outras aquisições.
O Programa
Universidade para Todos Prouni
Objetivo: Conceder de bolsas de estudo integrais e parciais em
cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em
instituições privadas de educação superior.
Marco Legal : Criado pelo Governo Federal em 2004 e
institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005,
oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas
instituições de ensino que aderem ao Programa.
Público Alvo: Estudantes egressos do ensino médio da rede
pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais,
com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos.
Prouni conta com um sistema de seleção informatizado e
impessoal, que confere transparência e segurança ao processo.
Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no Enem Exame Nacional do Ensino Médio conjugando-se, desse modo,
inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores
desempenhos acadêmicos.
O Programa Universidade para Todos - Prouni
O Prouni possui também ações conjuntas de incentivo
à permanência dos estudantes nas instituições, como a Bolsa
Permanência, os convênios de estágio MEC/CAIXA e
MEC/FEBRABAN e ainda o Fies - Fundo de Financiamento
Estudantil, que possibilita ao bolsista parcial financiar até
100% da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.
Desde 2007, o Prouni - e sua articulação com o FIES é uma das ações integrantes do Plano de Desenvolvimento da
Educação – PDE.
Assim, o Programa Universidade para Todos, somado ao Fundo
de Financiamento Estudantil (Fies), ao Sistema de Seleção
Unificada (Sisu), ao Programa de Apoio a Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais
(REUNI), a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a expansão da
rede federal de educação profissional e tecnológica ampliam
significativamente o número de vagas na educação superior,
contribuindo para um maior acesso dos jovens
à educação superior.
PROJETO
Documento técnico e administrativo que expressa a elaboração
de proposta operacional para produção de algum bem ou
serviço, com emprego de técnicas determinadas;
Objetivo de obter resultados em um determinado período de
tempo;
Público específico como resposta as demandas dos usuários, da
instituição e da sociedade;
Limite de recursos claramente definidos.
Deve apresentar:
detalhamento de Objetivos Gerais e Operacionais;
metas e resultados quali-quantitativos a serem alcançados;
atividades previstas, metodologia a ser utilizada;
recursos ( materiais, humanos e financeiros) e cronograma;
indicação dos responsáveis pela execução.
Trata-se de uma estimativa de ações, resultante de 4 variáveis
fundamentais: a estimativa da quantidade do público alvo que se quer
atingir; o volume de atividades propostas; os recursos necessários e
os disponíveis; o prazo necessário e o disponível.
PROJETO
O QUE
se quer fazer ?
Foco, Natureza do Projeto
POR QUE
se quer fazer ?
Origem, Justificativa e Fundamento
(teoria-realidade – problematização )
PARA QUE
se quer fazer ?
Objetivos
PARA
QUEM
se quer fazer ?
Público alvo
QUANTO
se quer fazer ?
Metas, atingimento capaz de ser
aferido quantitativamente (nº)
AONDE
se vai fazer ?
Localização
COMO
se vai fazer ?
Metodologia, ações, atividades
QUANDO
se vai fazer ?
Cronograma
QUEM
vai fazer ?
Recursos Humanos
COM QUE
se vai fazer ?
Recursos Materiais
QUANTO
vai custar ?
Recursos Financeiros , Orçamento
QUEM
vai acompanhar ?
Avaliação – técnicos, direção, órgãos,
comunidade, lideranças, comunidade.
PROJETO
Projeto é um empreendimento detalhado e
planejado com clareza, organizado em um
conjunto de atividades contínuas e interligadas
a ser implantadas, voltadas a um de caráter
ambiental, educativo, social, cultural, científico
e/ou tecnológico . O Projeto considera os
mesmos elementos do programa, mas se acha
em nível maior de especificidade, com prazo,
verba e equipe bem definidos.
METODOLOGIA
OFICINAS: São entendidas como forma de
produção coletiva do conhecimento, com base no
princípio de que todos têm a aprender e a ensinar,
de maneira diferenciada. Uma oficina tem três
momentos: a) um trabalho de preparação partindo
da prática social dos/das participantes; b) a
realização de um evento específico para o trabalho
coletivo; c) a volta à prática social com os novos
dados recolhidos.
AUDIOVISUAIS - filmes, slides, transparências,
fotos: Técnicas que permitem observar,
indiretamente, situações ocorridas em lugares e
momentos diferentes. A utilização dessas técnicas
complementa o conteúdo que está sendo
desenvolvido.
METODOLOGIA
DEBATES: Técnica que pretende desenvolver a
habilidade mental dos participantes, fortalecendo
o espírito de combatividade e autoconfiança,
desenvolver a argumentação lógica e a capacitar
os participantes para a observação do adversário,
anotando os seus pontos de vista para fazer a
contra-argumentação. É adotada em temas
polêmicos que geram blocos de posições
diferentes.
ARTES PLÁSTICAS, DESENHO, COLAGEM,
PINTURA E OUTROS: Possibilitam aos
participantes a fixação dos conhecimentos
adquiridos, desenvolvendo a imaginação,
sensibilidade e criatividade, e a capacidade de
observação.
METODOLOGIA
ESTUDO DO MEIO: Proporciona as
condições para o conhecimento dos
conjuntos mais significativos da natureza
e da comunidade. Possibilita ver, ouvir,
tatear, cheirar, sentir, perceber o ambiente,
e oferece meios para que se possa pensar
sobre o que a percepção sensitiva
informou, e refletir sobre a contribuição de
cada um ao meio do qual somos
participantes e não meros espectadores.
DINÂMICA DE GRUPO: Técnica que
estimula a interiorização e leva ao
auto-conhecimento.
AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO : O processo de avaliação deve acontecer de forma
constante e periódica durante todo o ciclo de vida do projeto.
A avaliação pode ser interna, quando realizada pelos próprios
membros da instituição, externa, quando os avaliadores não são
vinculados à instituição, ou mista quando inclui avaliadores
internos e externos. O Plano de Avaliação pode constituir-se de
diferentes etapas, que variam de acordo com as exigências do
Agente Financiador ou dos Apoiadores. As mais usuais são:
AVALIAÇÃO DE RESULTADO: Consiste em verificar o
cumprimento dos objetivos e das metas estabelecidas, no período
de tempo previsto. Normalmente a avaliação inclui uma visita ao
local do projeto, a verificação dos relatórios técnicos e fotográficos,
listas de presença das reuniões realizadas, e um olhar atento sobre
o material gerado como fotos, documentos, material instrucional e
de comunicação, entre outros itens.
AVALIAÇÃO DE CONTEÚDO: Método de análise, descrição e
sumarização das tendências verificáveis em documentos escritos
tais como: minutas ou memórias de reuniões, publicações, artigos
de jornal, relatórios a quais, n tas d campo, transcrições de grupos
focais o e entrevistas, e outros documentos similares. A análise
pode ter uma abordagem qualitativa o quantitativa.
QUALIDADE TOTAL
Na perspectiva contemporânea, tendo em
vista o “desencanto” com o planejamento
tradicional, também chamado “normativo”
Matus (1985), se buscou alternativas
teóricas e metodológicas que obteve
rápida disseminação.
O Planejamento Estratégico
assume relevância no contexto
sociopolítico e institucional,
nos níveis local, estadual, nacional
e mundial, quer no âmbito público
quer no privado.
Incorporar a dimensão “Estratégica”
implicou para o conjunto das
instituições, absorver um sentido
político para a gestão, concebendose a unidade a ser gerida dentro de
uma ótica plural, assim como a
sociedade a quem se destinam
as ações planejadas , haja vista
sua dimensão plural e multiétnica.
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
A concepção,elaboração e ação do Planejamento Estratégico
busca sua efetividade em um ambiente não homogênio, onde estão em
disputa diferentes interesses e posições para alcance de hegemonia.
Logo, nele precisa estar agregado no processo MOBILIZAÇÃO,
NEGOCIAÇÃO, MOVIMENTO, MANEJO DE TÉCNICAS, RECURSOS,
ou seja, meios táticos necessários para enfrentamento dos conflitos,
confrontos e correlações de força . Seu exercício deve incorporar
também a identificação:
do “Cenário” ( interno e externo) e suas tendências;
dos “Aliados”, “Oponentes”, “Interessados”, “Neutros”, e seus
vínculos;
do “Perfil” das forças em disputa e confronto, recursos, técnicas,
capacidade operacional;
do “Tempo” disponível (prazos).
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
É voltado para a visão ampla,
global e de longo alcance.
Baseia-se na análise do
contexto e representa um
novo comportamento em
relação à gestão da
organização, necessitando de
conhecimento, entusiasmo,
criatividade , diálogo,
participação entre todos os
atores visando buscar
alternativas de ação vinculadas
a resultados qualiquantitativos.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Amplia a CONSCIÊNCIA tanto em relação
ao que acontece dentro da organização,
como fora dela;
Por meio dele, as pessoas têm oportunidade
de APRENDER coisas novas sobre a
organização, a sociedade e si próprias;
As pessoas , ao desenvolvê-lo, se encontram
e trabalham juntas sobre questões
significativas para todos; as relações entre
as pessoas podem EVOLUIR durante o
processo.
Pode ajudar na criação de uma CULTURA interna de olhar aberta e
francamente para o passado, presente e futuro;
É um processo que leva a NOVAS RELAÇÕES de respeito e
envolvimento. As decisões refletem TRANSFORMAÇÕES
e afetam a organização como um todo e devem se voltar à sociedade;
Leva a um processo legítimo de DESENVOLVIMENTO organizacional
ampliando as possibilidades de alcance e SUSTENTABILIDADE.
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
QUALIDADE SOCIAL Segundo
Hamel (1993), “não pode se resumir,
como vem ocorrendo, a um
chavão discursivo que sirva como
álibi aos velhos propósitos nem à
simples modernização de
equipamentos e prédios.
“ Qualidade é ter coragem de
afirmar princípios ético-institucionais
e objetivos sociais ousados.
Qualidade é conceber as instituições
e organizações em interação com
o seu ambiente, logo, abertas e
sensíveis aos movimentos sociais
de seu meio, em permanente
interlocução com a sociedade
para a construção do futuro”.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Instituir como parâmetro e romper com as
hierarquias verticais rígidas de comando,
promovendo um tipo de COMUNICAÇÃO
horizontal intensiva (colegiada).
Buscar construir possibilidades de
PARTICIPAÇÃOAde todos os atores , nas
diferentes formas e níveis no planejamento, isto
é, compartilhar decisões, quer sejam
econômicas, quer sejam políticas,
quer sejam sociais ou culturais.
Incorporar processos formais e sistematizados
de AVALIAÇÃO como forma de transparência,
aprendizagem, efetividade
dos resultados e impactos.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
O Planejamento Estratégico na Gestão Social não deve ser visto
como mero transporte do mundo dos negócios para a Gestão
Pública dos procedimentos gerenciais.
Deve se fortalecer dentro de uma
perspectiva TÉCNICA, POLÍTICA E
ÉTICA, ampliando as possibilidades de
Desenvolvimento e Sustentabilidade .
Significa uma mudança de paradigma,
afirmando-se como um instrumento
eficiente, eficaz e efetivo, que possa pôr
em movimento processos de
transformação da realidade
consubstanciados na participação ativa,
na qualidade e na sustentabilidade.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Enquanto uma METODOLOGIA
GERENCIAL, vai permitir estabelecer
a “direção” a ser seguida pela
organização, visando um maior grau
de interação com o ambiente.
Trata-se de um processo contínuo
durante o qual são definidos e
revisados a VISÃO da organização,
sua MISSÃO, seus VALORES,
sua VOCAÇÃO,seu FOCO, os
CENÁRIOS, seus OBJETIVOS, os
INDICADORES e METAS, as
ESTRATÉGIAS, o CRONOGRAMA
e o ORÇAMENTO
que vão delinear as propostas de
intervenção que visam as
transformações desejadas.
VISÃO DE MUNDO /LEITURA DA REALIDADE
A LEITURA DA
REALIDADE, não pode
ser um mero resumo
do que acontece, precisa
ser crítica, coerente,
completa, inteira,
sistematizada e
compreensível, para então
gerar confiança, segurança
e clareza em relação
ao papel que a
instituição/organização
quer assumir no mundo e
com o qual efetivamente
se comprometerá.
VISÃO DE MUNDO
AAs instituições/organizações
expressam sua
VISÃO DE MUNDO
num “ideário”, “marco conceitual”
ou “marco referencial” : um
documento contendo o diagnóstico
para determinados problemas e
princípios que considera
norteadores para resolvê-los; esse
documento deve ser discutido e
visa orientar na elaboração de
Planos, Programas,
Projetos futuros.
VISÃO
Está relacionada à possibilidade de
construção de futuro,
cria foco e dá poder de estabelecer
caminhos para sua realização.
Visão se vincula a futuro, é
compreensão concepção,
entendimento , intuição, opinião,
sonhos e utopia.
Enseja capacidade e atitude
transformadora, devendo ser
configurada nas instituições /
organizações por meio da
definição de Missão, declaração
“do que é e do que será” .
A Missão se fundamenta para o
desenvolvimento da Visão,
deve ser dirigida para a criação
do futuro, norteadora de decisões,
estratégias e projetos.
MISSÃO
A palavra Missão, tem origem no
vocábulo mitere, que significa “a
que foi enviado” . Assim, acabou
sendo traduzida como
“ função ou poder que se confere a
alguém para fazer algo, encargo,
incumbência (...) obrigação,
compromisso, dever a cumprir”.
Para as instituições /
organizações, deve se constituir
como “guia”, “direção” que auxilia
na manutenção do “rumo”,
na direção do propósito que
se deseja alcançar,
desde que se saiba por
ela orientar-se.
MISSÃO
É a finalidade, a razão de ser, a mais elevada aspiração
que legitima e justifica social e economicamente
a existência de uma organização e para a qual devem
se orientar todos os esforços.
RAZÃO
DE SER
CONHECIMENTO
DO
PÚBLICO ALVO
SER
CONSTRUÍDA
COMPORTILHADA
MISSÃO
FAZ PARTE DO
COTIDIANO
FORTALECE A
IDENTIDADE
SABER O QUE
SE QUER
ASSUMIR
PRESENTE,
PASSADO
E FUTURO
MISSÃO
As instituições/ organizações possuem características que devem ser
orientadoras na construção de sua MISSÃO.
Potencial permanência/continuidade e deve transformar-se em face da
realidade);
Atender às necessidade de outros ( não sobrevive em função de si própria ,
não deve desvincular-se do seu ambiente interno e externo);
Ter um papel essencial no mundo ( estar atenta à sua contribuição,
relevância para a sociedade);
Capacidade para cumprir seu papel e responder às demandas, necessidades
e expectativas da sociedade e das pessoas);
Assumir responsabilidades ( tal consciência da assumida é um grande passo
na busca pela sustentabilidade).
Todas essas características devem permear a idéia de Missão,
pois com ela assume-se que a instituição/organização é “viva”, dinâmica
e que pode desenvolver-se com o tempo, mantendo estreita relação
com o mundo ao seu redor.
A MISSÃO relaciona a organização ao seu propósito e aos dos outros,
dando sentido profundo à sua existência.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
MISSÃO
A divulgação da Missão contribui para o
estabelecimento de parcerias e de compromissos
internos, bem como para o fortalecimento da imagem
institucional junto à sociedade.
A Missão precisa ser conhecida pelo público interno sócios e empregados e pelo público externo cidadãos-beneficiários, instituições financiadoras,
fornecedores, comunidade e governo.
Exs: AA “ Manter-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a
alcançarem a sobriedade”.
Fundação Abrinq “ sensibilizar e mobilizar a sociedade sobre
as questões da infância, promovendo o engajamento social e
empresarial em propostas para solução dos problemas da
criança”.
WWF “ conservar a natureza e os processos ecológicos por
meio da preservação da diversidade, da promoção do uso
sustentável dos recursos naturais e do combate à poluição e
ao desperdício”.
Missão Serasa Experian Desenvolver e integrar conhecimento, tecnologia e
serviços de informação para apoiar a validação de dados, decisões de crédito e de
marketing direto, gerando valor para nossos profissionais, clientes, acionistas,
fornecedores e sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável.
Visão Serasa Experian Ser a primeira em cada uma das maiores economias da
América Latina e liderar a inovação e a transformação do mercado de soluções de
informação, como primeira escolha dos nossos clientes
A Serasa Experian tem 12 valores: • Inovação• Desenvolvimento Humano
• Mentalidade de Liderança• Foco no Mercado• Foco no Resultado• Disciplina
Estratégica• Transparência• Orientação a Pessoas• Perenidade• Mentalidade
Global• Diversidade• Cidadania Corporativa.
VALORES
São ideias fundamentais em torno das
quais se constrói a organização.
Representam as convicções
dominantes, as crenças básicas,
aquilo em que as pessoas da
organização acreditam e que devem
permear todas as atividades e
relações com todos os atores,
internos e externos.
Descrevem como a organização
pretende atuar no cotidiano enquanto
busca realizar sua visão.
Enquanto elementos motivadores,
direcionam as ações das pessoas
contribuindo para a unidade e a
coerência do trabalho, sinalizando o
que se persegue em termos de padrão
de comportamento de todos
a na busca da excelência.
Podemos dizer que os valores são
fonte de orientação e inspiração no
local de trabalho,
mas para tanto, eles devem ser
aceitos e internalizados por todos
na organização.
VOCAÇÃO
VOCAÇÃO significa
“ Ato de chamar (...) Escolha,
chamamento, predestinação
(...) tendência, disposição,
pendor (...) .Talento, aptidão”.
Tem origem na palavra
“vocare”, que significa
a que foi chamado.
“ Toda organização, apoiada
nas pessoas, tem uma
vocação. Essa vocação é um
conjunto de talentos,
habilidades, capacidades,
aptidões, que dizem respeito
àquilo que as pessoas
são capazes de fazer de
melhor no mundo”.
VOCAÇÃO tudo que
se é capaz de fazer.
FOCO
A definição do FOCO de atuação, aquilo em
que se a instituição/organização
deve concentrar-se, onde deve alocar
recursos e esforços prioritariamente.
CENÁRIO
Refere-se à etapa de diagnóstico
estratégico, considerando variáveis
do ambiente interno e externo
à organização, referenciais
obrigatórios para a definição
de estratégias e objetivos.
A análise de cenário se divide em
ambiente interno (Forças e
Fraquezas) e ambiente externo
(Oportunidades e Ameaças).
As forças e fraquezas são
determinadas pela posição atual da
organização e se relacionam, quase
sempre, a fatores internos.
Já as oportunidades e ameaças são
antecipações do futuro e estão
relacionadas a fatores externos.
A ferramenta mais utilizada
para a definição de cenários é a
matriz de análise SWOT.
O termo vem do inglês e
representa as iniciais das
palavras Strenghts (forças),
Weaknesses (fraquezas),
Opportunities (oportunidades)
e Threats (ameaças).
CONTEXTO INTERNO
O AMBIENTE INTERNO
pode ser controlado pelos
dirigentes da organização,
uma vez que ele é resultado
das estratégias de atuação
definidas pelos próprios
membros da organização.
Desta forma, durante a
análise, quando for
percebido pontos fortes,
deve ser ressaltado ao
máximo; e quando for
percebido pontos fracos,
a organização deve agir
para controlá-lo ou, pelo
menos, reduzir seu efeito.
CONTEXTO EXTERNO
Já o AMBIENTE EXTERNO está
totalmente fora do controle da
organização. Mas, pode
referenciar oportunidades e,
apesar de não poder controlá-lo,
a organização deve conhecê-lo
e monitorá-lo com frequência,
de forma a aproveitar as
oportunidades e evitar as
ameaças.
Evitar ameaças nem sempre
é possível, no entanto pode-se
fazer um planejamento
para enfrentá-las,
reduzindo seus efeitos.
QUADRO DE ASPECTOS DE CONTEXTO EXTERNO
TECNOLÓGICO : Conhecimento acumulado em uma determinada área e
capacidade de adquirir novas tecnologias;
POLÍTICO : A Políticas de Governo nas diferentes esferas- federal,
estadual, municipal, também as ações e pressões dos grupos
e movimentos sociais;
ECONÔMICO : Nível de atividade e vocação por região, distribuição de
renda, indicadores econômicos, etc
LEGAL : Conjunto de Leis e ato normativos que regulam, controlam,
incentivam e ou restringem as ações de um Plano, Programa ou Projeto;
SOCIOCULTURAL : Demandas, pressões e manifestações do meio social e
cultural para aceitação ou não das ações a serem empreendidas;
DEMOGRÁFICO : Características da População, indicadores ( sexo, idade,
mortalidade, renda familiar, etc );
ECOLÓGICO : Condições físicas e geográficas do lugar, recursos,
preservação,Referentes ao meio ambiente.
OBJETIVOS
São áreas de atividades nas
quais o alcance de resultados é
absolutamente necessário para
o êxito no cumprimento da
missão e no alcance da visão de
futuro da organização.
Devem ser definidos por
pessoas do nível estratégico da
organização e determinam onde
ela deve concentrar seus
esforços.
Deve-se escolher um número
limitado de áreas, cujos
resultados assegurarão um
desempenho dentro do
esperado.
Os objetivos estratégicos
são desafios que, se
alcançados, são suficientes
para a implementação da
estratégia e a concretização da
visão de futuro da organização.
OBJETIVOS
NÍVEIS
DE
GESTÃO
OBJETIVOS
TIPOS
DE
OBJETIVOS
Institucional
e ou
Estratégico
Da
Organização
Tático
Gerenciais
Operacional
Operacionais
Definição de alvos a serem atingidos para que
ocorra o cumprimento da Missão.
Têm caráter temporário, podendo ser
modificados de acordo com as alterações do
contexto.
Permitem acompanhar e analisar o desempenho
dos responsáveis por seu cumprimento.
Requer o estabelecimento de indicadores.
CARACTERÍSTICAS
HIERARQUIA
CONSISTÊNCIA
MENSURABILIDADE
DESAFIOS ATINGÍVEIS
OBJETIVOS
Uma das formas de se responder a essa questão é verificar se o objetivo
atende a determinadas propriedades comuns aos objetivos.
Uma técnica muito utilizada para isso é a aplicação do modelo
“SMART”, acrônimo que significa:
ESPECÍFICO: um objetivo não deve ser amplo ou genérico que conduza a
interpretações duvidosas, perda de foco ou impossibilidade
de alcance a partir das ações do Programa;
MENSURÁVEL: não se pode gerenciar o que não se pode medir, portanto
um objetivo ou meta deve ser passível de aferição;
ATINGÍVEL : um objetivo deve ser realista, viável, possível de ser atingido
em face dos recursos (humanos, materiais, financeiros, etc)
disponíveis e das restrições inerentes à administração pública;
RELEVANTE: um objetivo deve estar relacionado a um problema, demanda
ou oportunidade prioritária para a agenda governamental.
Também deve estar alinhado aos objetivos estratégicos
(setoriais e de governo) estabelecidos.
TEMPO: um objetivo deve ser programável, deve possuir uma data limite
para alcance.
OBJETIVOS
OBJETIVOS : ABONG
 Promover o intercâmbio entre entidades que buscam a ampliação da
cidadania, a constituição e expansão de direitos, a justiça social e a
consolidação de uma democracia participativa;
 Consolidar a identidade das ONGs brasileiras e afirmar sua
autonomia;
 Defender o interesse comum das suas associadas e estimular
diferentes formas de intercâmbio entre elas e com instituições similares
de outros países;
 Informar sobre a atuação de agências governamentais, internacionais
e multilaterais de cooperação para o desenvolvimento;
 Combater todas as formas de discriminação;
 Ser
um instrumento de promoção em âmbitos nacional e internacional
das contribuições das ONGs frente aos desafios do desenvolvimento e da
superação da pobreza.
INDICADORES E METAS
Indicadores são formas de
representação quantificáveis de
características de processos e
produtos e processos, utilizadas para
acompanhar e melhorar os resultados e
o desempenho da organização ao
longo do tempo.
A partir dos indicadores são
traçadas as metas, que representam
os resultados a serem alcançados
para atingir os objetivos propostos.
“Não se gerencia o que não se mede,
não se mede o que não se define,não se define
o que não se entende,não há sucesso no
que não se gerencia”.
(William Edwards Deming)
Elas podem ser definidas, ainda, como
o padrão ideal de desempenho a ser
alcançado ou mantido.
INDICADORES
Segundo o Guia Referencial para Medição de Desempenho e Manual para Construção
de Indicadores, desenvolvido no contexto do Programa Nacional de Gestão Pública e
Desburocratização – GesPública pela Secretaria de Gestão – SEGES do MP, os mitos
mais conhecidos em relação ao uso de indicadores são:
• Deve-se medir tudo - Quem quer medir tudo acaba não medindo nada; deve-se
medir o que é relevante, significativo, útil; medir custa tempo e dinheiro.
• A Medição deve ser absoluta - Raramente uma medida consegue atender a todas as
propriedades dos indicadores como validade, confiabilidade, simplicidade,
especificidade, disponibilidade, economicidade e outras. Uma boa prática é trabalhar
com aproximações a partir de dados já existentes.
• Medir por medir - As medidas devem ter significância, não devem ser
operacionalizadas por obrigação ou imposição legal, mas por se constituírem
ferramentas úteis a todo o ciclo de gestão das políticas públicas. Medir e depois
decidir o que fazer com as medidas não faz sentido.
• Dependência tecnológica -Primeiro deve ser concebida a sistemática e depois o
sistema de informações. O sistema de suporte não precisa, necessariamente, ser
perfeito ou baseado no “estado da arte” da tecnologia, mas deve ser funcionalmente
útil e agregar valor à análise.
O estabelecimento de METAS permite um melhor
controle dos resultados, pois as mesmas devem ser
observáveis, quantificadas por meio dos indicadores,
conter prazos de execução e definição de
responsabilidade. É importante frisar
que a definição das metas deve estar focada na análise
das necessidades,expectativas e demandas dos
usuários.
Características das metas:
-
Desafiantes, para estimular os executores;
Significado particular à organização, gerando comprometimento e motivação;Relevantes, importantes para o alcance dos objetivos;
Claras, precisam evitar ambigüidades e todos devem entender;
Específicas, metas genéricas não geram resultados observáveis, claros;
Mensuráveis, precisam ser quantificadas por meio dos indicadores;
Temporais, com prazo bem definido, contendo dia, mês e ano;
Viáveis, precisam ser alcançáveis.
As metas têm foco em resultados
e não em atividades
ESTRATÉGIA
O conceito básico de estratégia está relacionado à
interação da organização com o seu ambiente,
ressaltando a maximização dos resultados que ela
quer oferecer. Estratégia é o caminho mais adequado
a ser seguido para alcançar os objetivos e desafios
estabelecidos pela organização.
Segundo Henry Mintzberg, estratégia pode ser
entendida com um plano para olhar adiante e um
padrão para olhar para o desempenho passado.
A estratégia deverá ser, sempre, uma opção
inteligente, econômica, viável e, se possível, original.
Dessa forma, constitui-se na melhor forma da
organização otimizar o uso de seus recursos,
enfrentar suas dificuldades e atingir ou até mesmo
superar os resultados esperados.
ESTRATÉGIA
“O termo estratégia pode ser definido como um conjunto de ações de
qualquer natureza adotadas para alcançar
um determinado objetivo.
Representa a lógica de funcionamento de uma organização definindo as
razões que justificam ou criam vantagem competitiva. Mesmo que a
estratégia não esteja estruturada e formalizada, o comportamento adotado
para a concretização de objetivos pré definidos, define uma estratégia.
Michael Porter define a estratégia como a criação de um posicionamento
de valor único. É a realização de atividades diferentes, ou, de atividades
semelhantes realizadas de forma diferente.
(Trecho extraído do site da empresa 3GEN Gestão Estratégica
ESTRATÉGIAS
“Arte de aplicar os meios disponíveis com vista à consecução de objetivos
específicos” (AURÉLIO, 1975). São caminhos escolhidos que indicam como
se pretende concretizar seus objetivos e missão.
Deve assumir sentido não somente técnico-operativo, mas Político,
agregando a noção de mobilização, de negociação, de movimento, de manejo
de técnicas, recursos, enfim, todos os meios (táticos) necessários para
enfrentar o(s) oponente(s) ou uma situação complexa.
Efetiva mediações onde diferentes interesses e diferentes posições
disputam o alcance de resultados e da hegemonia.
REQUER
Identificação do “terreno” ou “cenário” em que se desenvolverá a ação e suas
tendências.
Identificação de “aliados”, “oponentes”, “interessados”, “neutros” e, em alguns
casos, até “inimigos”, mapeando a natureza e consistência de seus vínculos.
Identificação do perfil das forças em confronto, seus recursos, suas técnicas, suas
alianças (em magnitude e qualidade), sua capacidade operacional.
Identificação do tempo disponível .
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS : EXEMPLO
OBJETIVOS
 Promover a educação
cooperativa e solidária junto
as Mulheres chefes de
Famílias da Zona Oeste.
 Preparar as Família para
atuarem como
multiplicadores.
ESTRATÉGIAS
 Elaborar material didático sobre
cooperativismo e economia
solidária;
 Realizar reuniões e seminários
sobre cooperativismo e economia
solidária .
 Realizar cursos e formação de
multiplicadores.
Daí a importância
fundamental de um
4
processo de
COMUNICAÇÃO eficaz, a
fim de fazer com que cada
um saiba qual é a
contribuição do seu
trabalho para a estratégia
da organização.
E não basta comunicar a
estratégia, é preciso acima
de tudo, gerenciá-la.
A conseqüência de não se
gerenciar bem a estratégia
é que, sem gestão, não há
execução. E quando
tratamos de estratégia, falta
de execução é um desastre.
A disciplina da gestão é o
ponto fundamental para
garantir a boa execução da
estratégia. Por isso, é
importante:
-Definir um modelo de gestão estratégica onde a responsabilidade de
execução esteja clara;
- Ter momentos específicos de análise e tomada de decisão;
- Dispor de uma solução tecnológica para automatizar e
sistematizar a gestão da estratégia. “Tão importante quanto uma
boa estratégia
é uma estratégia bem implementada”.
- Uma boa execução da estratégia pressupõe, basicamente, que
a organização:
- Formule: analise o seu ambiente competitivo e formule uma
boa estratégia;
- Mapeie: crie um Mapa da Estratégia e selecione os melhores
indicadores de desempenho;
- Alinhe: alinhe os processos, estrutura e tecnologias às
demandas
estratégicas;
- Envolva: busque o envolvimento das pessoas em todos os
níveis;
- Implemente: faça a gestão dos projetos necessários para a
implementação
da estratégia;
· Gerencie: faça da gestão estratégica uma rotina.
Explicitação dos
objetivos e
estratégias,
refletindo o
detalhamento
das atividades
desenvolvidas
pela
organização.
Dimensão
temporal de
médio prazo.
PLANEJAMENTO TÁTICO
E PLANEJAMENTO
OPERACIONAL
ESTRATÉGICO
(05 ANOS)
Detalhamento dos
objetivos e
estratégias do
planejamento tático
em termos de
execução.
Visa especificar os
objetivos a serem
cumpridos.
Dimensão de curto
prazo.
TÁTICO
OPERACIONAL
(03 ANOS)
(06 MESES A 02ANO)
PLANEJAMENTO OPERACIONAL
DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES EM TERMOS DE
EXECUÇÃO
PROGRAMA
PROJETO
É o conjunto de Projetos a
serem executados, para os
quais há recursos específicos.
No programa agrupam-se
projetos que se assemelham
em termos de objetivos ou
áreas de atuação.
É o trabalho realizado
com prazo determinado
e recursos estabelecidos
previamente, como
tempo, dinheiro,
equipamento e pessoas.
ATIVIDADE
É o trabalho necessário ao funcionamento de uma
organização que é realizado de modo rotineiro.
DETALHAMENTO DAS
ATIVIDADESEM TERMOS
DE EXECUÇÃO
PLANO
ESTRATÉGICO
PROGRAMAS E PROJETOS
O que fazer?
Missão
Objetivos
Estratégias
Oportunidades
e Ameaças
Pontos Fracos
Pontos Fracos
Objetivo
Por que fazer?
Justificativa
Como fazer?
Metodologia
Etapas do
trabalho
Atividades
Cronograma
Orçamento
Atividades /
tempo
Receitas e
despesas
CRONOGRAMA
Tem por objetivo relacionar as atividades a serem
executadas e o tempo previsto para sua realização,
permitindo :
Identificar as atividades e o tempo necessário para sua
execução.
Estimar o tempo em face dos recursos disponíveis.
Analisar a possibilidade de superpor atividades, executando as
em paralelo.
Verificar a dependência entre as atividades.
Para construção do Cronograma é preciso:
As fase ou etapas que compõem o trabalho;
Estimativa dos períodos de tempo que as fases
deverão consumir;
Prazo total necessário e disponível para execução do trabalho;
Determinar prazos realistas para consecução das tarefas.
CRONOGRAMA
1
2
3
4
FASES
ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO
PREVISÃO
----------------REALIZAÇÃO
PREVISÃO
----------------REALIZAÇÃO
PREVISÃO
-----------------------REALIZAÇÃO
PREVISÃO
--------------------
Cronograma de Implantação Primeiro Ano (2000)
ORÇAMENTO
Expressa o Plano, o Programa e o Projeto em termos
numéricos, demonstrando receitas e despesas em um
período de tempo.
Constitui-se em instrumento de Planejamento e de
Controle, permitindo fazer previsões, estabelecer
padrões e avaliar resultados, comparando o previsto
com o que foi alcançado.
ORÇAMENTO
O orçamento, de modo geral, é um importante instrumento
de planejamento em todas as áreas. Conforme Tavares
(2004), é ele que fornece as informações sobre o suporte
monetário para as ações a serem implementadas,
constituindo-se, de forma genérica, num “plano das
receitas e despesas esperadas” (FGV, 1987).
ORÇAMENTO
Expressa o Plano, o Programa e o Projeto em termos numéricos,
demonstrando receitas e despesas em um período de tempo.
Constitui-se em instrumento de Planejamento e de Controle, permitindo
fazer previsões, estabelecer padrões e avaliar resultados, comparando o
previsto com o que foi alcançado.
O controle da execução orçamentária deve ter por referência:
A legalidade dos atos de que resultam a arrecadação da receita ou a
realização da despesa;
A finalidade funcional dos agentes de administração responsáveis por
bens e valores;
O cumprimento do programa de trabalho, expresso em termos
monetários e em termos de realização, de obras e prestação de
serviços.
QUADRO DE 5W E 1 H
Conveniente para desdobrar o
Plano de Ação
Ferramenta do gerenciamento pela
Qualidade Total
Conveniente para Projetos simples
e de curta duração
Implica em preencher um quadro
com os seguintes dados:
o que (What),
quem (who)
prazo (when),
local (where),
por quê (why)
e como (How).
QUADRO DE 5W E 1 H
RELATÓRIO DE TRÊS GERAÇÕES
Ferramenta do Gerenciamento pela
Qualidade Total
Análise Comparativa com os seguintes
itens:
 Atividade planejada,
 Resultados alcançados e
 Proposições
Desvios ou resultados não alcançados
devem ser analisados criticamente para
possibilitar o replanejamento.
RELATÓRIO DE TRÊS GERAÇÕES
ATIVIDADE
PLANEJADA
RESULTADOS
ALCANÇADOS
PROPOSIÇÕES
RELATÓRIO DE TRÊS GERAÇÕES
FASE 1:
RESPONSÁVEL:
DATA DA REUNIÃO:
ATIVIDADE
PLANEJADA
RESULTADOS
ALCANÇADOS
PROPOSIÇÕES
Referências Bibliográficas
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Veras Editora, 2000.
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FGV, 2004.
TENÒRIO, F. (org). Gestão de ONGs: Funções Gerenciais. Rio de janeiro: FGV, 1997
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Paulo: Saraiva, 2008
DRUCKER, P. Administração de organizações não governamentais. Princípios e
práticas. São Paulo: Pioneira, 1994.
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ROCHA P. S. (org). Dimensões funcionais da Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: FGV,
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SOUZA, V.L. (org). Gestão de Desempenho. Rio de Janeiro: FGV, 2005