1º Semestre de 2015
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - ICSA
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Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira
SUMÁRIO
1.
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO________________________________________ 5
2.
A INSTITUIÇÃO ______________________________________________________ 6
2.1.
Missão ___________________________________________________________________ 8
2.2.
Valores Organizacionais ____________________________________________________ 8
2.3.
Histórico das Mudanças Curriculares _________________________________________ 9
APRESENTAÇÃO DO CURSO _________________________________________ 18
3.
3.1.
Contexto Educacional _____________________________________________________ 18
3.1.1.
Missão do Curso _______________________________________________________________ 22
3.1.2.
Justificativa ___________________________________________________________________ 23
3.1.3.
Objetivos _____________________________________________________________________ 28
3.1.3.1.
Objetivo Geral _____________________________________________________________ 28
3.1.3.2.
Objetivos Específicos _______________________________________________________ 28
3.1.4.
Perfil do Egresso _______________________________________________________________ 29
3.1.5.
Competências e Habilidades ______________________________________________________ 31
3.1.6.
Critérios de Avaliação ___________________________________________________________ 32
3.2.
Projeto Pedagógico do Curso _______________________________________________ 34
3.2.1.
3.2.2.
3.2.3.
3.3.
Organização Curricular __________________________________________________________ 34
Estrutura Curricular _____________________________________________________________ 41
Conteúdos Curriculares - ementas das disciplinas _____________________________________ 42
Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação _______________________________ 42
3.3.1.
Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) ________________________________________ 42
3.3.1.1.
Circuito Acadêmico_________________________________________________________ 44
3.3.1.2.
Aplicativo Cidade do Conhecimento ___________________________________________ 45
3.3.1.3.
Aplicativo Tigômetro _______________________________________________________ 45
3.3.2.
Monitoria _____________________________________________________________________ 45
3.3.3.
Atividades Complementares de Graduação (ACG) ____________________________________ 46
3.3.4.
Pesquisa e Extensão _____________________________________________________________ 46
3.4.5.
Autoavaliação _________________________________________________________________ 49
3.4.6.
Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso _______________________________ 52
CORPO DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO __________ 53
4.1.
Administração Acadêmica _________________________________________________ 53
4.1.1.
4.1.2.
4.2.
Coordenação do Curso __________________________________________________________ 53
Colegiado do Curso (COLEC) ____________________________________________________ 53
Corpo Docente: Perfil _____________________________________________________ 54
4.2.1.
Perfil do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ________________________________________ 54
4.2.2.
Implementação das Políticas de Capacitação no Âmbito do Curso ________________________ 54
4.2.3.
Critérios de Admissão ___________________________________________________________ 57
4.2.3.1.
Do Provimento Interno ______________________________________________________ 57
4.2.3.2.
Do Provimento Externo ______________________________________________________ 57
4.2.4.
Plano de Carreira _______________________________________________________________ 57
4.2.5.
Política de Capacitação Docente ___________________________________________________ 58
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4.
4.3.
Atenção aos Discentes _____________________________________________________ 58
4.3.1.
Atendimento ao Aluno __________________________________________________________ 58
4.3.2.
Central de Carreiras e Mercado de Trabalho _________________________________________ 58
4.3.3.
Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) ____________________________________________ 59
4.3.3.1 Registro e Controle Acadêmico _________________________________________________ 59
4.3.3.2.
Horário de Atendimento _____________________________________________________ 60
4.3.4.
Tipos de Bolsas de Estudo e Financiamento _________________________________________ 60
4.3.5.
Central de Outras Captações – COC ________________________________________________ 61
4.3.6.
Intercâmbios __________________________________________________________________ 61
4.3.7.
Programa de Aprendizagem Adaptativa Individual – Adapti ____________________________ 61
4.3.8.
Núcleo de Orientação Psicopedagógico - nopp _______________________________________ 62
4.3.9.
Núcleo de Relacionamento com o Aluno ____________________________________________ 62
INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES _________________________________ 64
5.
5.1.
Instalações Gerais ________________________________________________________ 64
5.1.1.
Espaço Físico do Curso __________________________________________________________ 64
5.1.1.1.
Salas de Aula ______________________________________________________________ 64
5.1.1.2.
Instalações Administrativas __________________________________________________ 64
5.1.1.3.
Instalações para Docentes do Curso ____________________________________________ 64
5.1.1.4.
Instalações para a Coordenação do Curso _______________________________________ 65
5.1.1.5.
Auditório _________________________________________________________________ 65
5.1.1.6.
Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais ____________________ 65
5.1.1.7.
Infraestrutura de Segurança (de pessoal, patrimonial e prevenção de incêndio e de acidentes
de trabalho) _________________________________________________________________________ 67
5.1.2.
Equipamentos _________________________________________________________________ 68
5.1.3.
Serviços ______________________________________________________________________ 69
5.2.
Bibliotecas_______________________________________________________________ 70
5.2.1.
5.2.2.
5.2.3.
5.2.4.
Acervo - Política de Aquisição, Expansão e Atualização _______________________________ 71
Informatização _________________________________________________________________ 72
Armazenagem e acesso ao acervo __________________________________________________ 73
Serviços ______________________________________________________________________ 77
REFERÊNCIAS __________________________________________________________ 78
ANEXO 1 ________________________________________________________________ 84
CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS ___________________ 84
ANEXO 2 _______________________________________________________________ 110
EDITAL DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO - TIG ___________ 110
ANEXO 3 _______________________________________________________________ 137
COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE — NDE _______________ 137
ANEXO 4 _______________________________________________________________ 138
CORPO DOCENTE DO CURSO DE GESTÃO FINANCEIRA ______________________ 138
ANEXO 5 _______________________________________________________________ 139
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REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE
TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA _____________________________________ 139
ADMINISTRAÇÃO GERAL
Vice-Reitoria:
Prof.ª Vânia Amorim Café de Carvalho.
Diretoria do Instituto:
Prof. Paulo Emilio Silva Vaz
Adjunta: Cynthia Freitas de Oliveira Enoque
EQUIPE TÉCNICA DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Coordenador de Curso:
Prof.ª Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Núcleo Docente Estruturante - NDE
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Assessoria Pedagógica: Núcleo Acadêmico.
1.
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
Curso: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA
Modalidade do Curso: Tecnólogo
Modalidade de Ensino: Presencial
Coordenador: Profª Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Ato e data de criação do curso: Resolução CEPE nº 01, de 23 de dezembro de 2013
Número de vagas: 120 anuais (noturno)
Duração do curso: 04 semestres
Prazo máximo para integralização do currículo: 08 semestres
Carga horária: 2176 h/a. (1813 horas)
Local de funcionamento: Campus Cristiano Machado
Contatos: Telefone:
(31) 3614.7505
Fax:
(31) 3319-9500 (Geral)
E-mail:
[email protected]
Home page do curso:
http://www.unibh.br/graduacao/cursos/gestao-financeira
Home page da Instituição:
www.unibh.br
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Endereço: Av. Cristiano Machado, 4000 Loja 1330 – B. São Paulo, Belo Horizonte - MG
2.
A INSTITUIÇÃO
Em 10 de março de 1964 foi criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo
Horizonte (FAFI-BH), mantida pela Fundação Cultural de Belo Horizonte (FUNDAC-BH). Em
um momento de lutas e retrocessos, a Instituição caracterizava-se pelo compromisso social,
político e educacional de um grupo de 30 professores idealistas que concretizaram o sonho
do povo belo-horizontino, dotando a cidade de um espaço de formação noturno de
qualidade para atender à demanda do aluno trabalhador. Fazia parte dessa demanda uma
parcela significativa dos integrantes dos quadros de magistério público e privado de Minas
Gerais e de serviços da área educacional, devido à exigência de maior qualificação desses
profissionais.
Os quatro cursos iniciais – História, Letras, Matemática e Pedagogia – da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH) tiveram como sede o anexo do
Colégio Estadual, no bairro Gameleira, ocupando oito salas de aula, com turmas de 40
alunos cada uma. A explosão do então ensino de 1.º e 2.º graus, aliada ao elevado número
de interessados pelos cursos, determinou o rápido crescimento da Faculdade que, dessa
forma, veio a transferir-se, após um ano de funcionamento, para a Av. Presidente Antônio
Carlos, 521, no bairro Lagoinha.
Em 1973, a FAFI-BH implantou o curso de Comunicação Social, com habilitações em
Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo. Na década de 80, foram
implantados os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu da Instituição, com a oferta de
programas de especialização nas áreas de competência dos cursos de graduação
existentes. A FAFI-BH também se tornou pioneira na oferta de pós-graduação lato sensu em
Comunicação Social quando, em 1982, ofereceu pela primeira vez em Belo Horizonte o
curso de Comunicação Empresarial e Governamental. Em 1990, a FAFI-BH instalou sua
primeira sede própria, no bairro Lagoinha, consolidando, assim, o seu primeiro campus – o
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Diamantina.
Com o crescimento e a posição de destaque ocupada na Região Metropolitana da Capital
mineira nas décadas de 70 a 90, a FAFI-BH foi transformada em Centro Universitário de
Belo Horizonte - UNIBH pelo Parecer nº 115, de 29 de janeiro de 1999, da Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, homologado em 9 de fevereiro de
1999 pelo ministro de Estado da Educação. Nesse mesmo ato, o Plano de Desenvolvimento
Institucional e o Estatuto foram também aprovados. Em 23 de fevereiro de 1999, o UNIBH
foi credenciado por Decreto Federal e, em 2004, por meio da Portaria nº 3.342, de 18 de
outubro de 2004, do MEC, obteve o seu recredenciamento. No dia 1º de dezembro de 2011,
o MEC publicou o ato de renovação do recredenciamento do UNIBH por mais 5 (cinco) anos
através da Portaria Ministerial nº 1.684/2011. Cumpre ressaltar que a IES obteve o Parecer
CNE/CES nº 132/2010 favorável ao seu recredenciamento, homologado pelo Senhor
Ministro da Educação em 30/11/2011, publicado no DOU de 1º/12/2011.
Torna-se importante registrar que na década de 90 o UNIBH chegou a um ponto de
expansão no qual se tornou necessária a divisão do espaço físico para a acomodação dos
cursos e dos equipamentos didáticos. Nesse momento ocorreu a implementação de outros
dois campi, Lourdes (1998) e Estoril (1999). O campus Lourdes conheceu sua expansão a
partir de 1999, com a incorporação do prédio da Rua Santa Catariana, para abrigar os
cursos de Direito e de Administração, e em 2002, do prédio da Rua Gonçalves Dias, para a
instalação do Núcleo de Práticas Jurídicas. O campus Estoril abrigou, inicialmente, os
cursos do Departamento de Ciências Biológicas, Ambientais e da Saúde e do Departamento
de Ciências Exatas e Tecnologia. Em 2001, foram criados os cursos de Turismo e
Engenharia de Telecomunicações e implantados os Cursos Sequenciais, extintos em 2005,
ano em que tiveram início os cursos de graduação tecnológica. Em 2002, foram introduzidos
os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Normal Superior e, em 2003, os de Ciências
Contábeis e Tributos, Relações Internacionais e Ecologia.
Em Janeiro de 2009, o UNIBH passou por uma reestruturação, após ser adquirido pelo
Grupo Ănima de Educação e Cultura. Ao final desse mesmo ano, o IMEC, Instituto Mineiro
de Educação e Cultura assumiu a mantença da IES. Atualmente são mais de 60 cursos de
graduação nas modalidades bacharelado, licenciatura e tecnologia, dezenas de cursos de
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pós-graduação, projetos de pesquisa e atividades de extensão.
Consolidando a sua expansão para uma nova região de Belo Horizonte, iniciaram-se, no 2º
semestre de 2013, as atividades acadêmicas no campus Cristiano Machado, situado na Av.
Cristiano Machado, 4.000 / loja 1330 - Bairro São Paulo. O campus se localiza em uma
região que vem sendo o centro de investimento do Governo do Estado e do Município e que,
nos últimos anos, foi transformado por uma série de obras viárias e de intervenções
urbanas. No campus Cristiano Machado, inicialmente, foram ofertados sete cursos na área
da Gestão e quatro na área das Engenharias.
2.1. MISSÃO
Promover o desenvolvimento integral do estudante por meio de metodologias e espaços de
aprendizagem transformadores e instigantes, com vistas a fomentar autonomia criativa,
competência profissional e atitude cidadã.
2.2. VALORES ORGANIZACIONAIS
E para fundamentar a implementação da mesma diariamente na prática de suas atividades,
compreende os seguintes valores como núcleo de sua cultura organizacional:

Diálogo: troca de conhecimentos e experiências; é uma atitude que deve ser
priorizada nas nossas relações.

Respeito: tratar o outro como ele gostaria de ser tratado; reconhecer o esforço do
trabalho de todos; construir um ambiente inclusivo cultivando a diversidade.

Integridade: se colocar por inteiro naquilo que faz; ser ético, honesto e reto.

Meritocracia: transparência nos processos institucionais, através da definição e
publicação de critérios claros; valorização das pessoas com base no mérito e nas
competências.

Comprometimento: dar o seu melhor; fazer a diferença, entender a importância do
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seu papel e contribuição para o todo.
2.3. HISTÓRICO DAS MUDANÇAS CURRICULARES
Esse histórico está alicerçado na Reforma Curricular do UNIBH, aqui entendida como um
momento em que a instituição de ensino olha para si, vê-se através de seu próprio olhar e
repensa a relação de seus atores sociais (professores, alunos, coordenadores, diretores)
com o conhecimento. Em outras palavras, a instituição de ensino se autoanalisa, autoavaliase, redesenha-se e reformula a sua maneira de gerar, entender, organizar e difundir o
conhecimento. Isso pode ser representado pela Figura 1, gravura do artista gráfico holandês
M. C. Escher (1948).
Figura 1 – Drawing hands – (Desenhando-se)
Fonte: http://www.wikiart.org/en/m-c-escher/drawing-hands
A concepção de currículo que dá sustentação ao Projeto Acadêmico busca uma articulação
entre (1) as políticas educacionais do Conselho Nacional de Educação (CNE), expressas
nas DCN; (2) os propósitos da IES expressos no PDI, no PPI, nos PPC, nos planos de
ensino e nas práticas docentes; (3) o contexto sócio histórico que envolve alunos,
professores, coordenadores, diretores e a IES; e (4) a formação pretendida para nossos
discentes. Essa concepção de currículo é pautada por leituras do contexto social, cultural,
histórico e econômico no qual se produz, e é orientada pela seguinte pergunta: que
profissional queremos formar?
No contexto do UNIBH, o currículo representa, portanto, possibilidades de criação,
organização e ampliação de experiências de aprendizagem que englobam todos os meios e
oportunidades através dos quais se constrói conhecimento válido e desenvolvem-se as
habilidades/capacidades dos agentes envolvidos no processo de ensino-aprendizagem,
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quais sejam: alunos, professores, coordenadores e instituição de ensino. Refere-se aqui a
currículos como práxis, integrados e organizados em redes de experiências que contribuem
para o desenvolvimento dos alunos em múltiplas perspectivas.
Essa concepção de currículo ancora-se teoricamente nas ideias de Dewey (1938)1, segundo
as quais uma análise das experiências daqueles que passam boa parte de suas vidas nas
instituições de ensino são essenciais para uma melhor compreensão dos sentidos da
educação; de Clandinin e Connelly (1988)2, que compreendem currículo como um meio de
se organizarem e comunicarem experiências que formam e transformam o próprio currículo;
e de Sacristán (2000, p. 16)3, que, por sua vez, entende que “[o] currículo define o que se
considera o conhecimento válido, as formas pedagógicas, o que se pondera como a
transmissão válida do conhecimento”.
O currículo deve ser, porém, pautado por leituras do contexto no qual se produz. Estamos
aqui nos referindo a currículos integrados e organizados em redes de experiências. Ao
compreendermos tais articulações, cabe-nos retomar a questão fundamental: qual é a
formação pretendida para nossos alunos? Em outras palavras, qual é o sujeito que
pretendemos formar? Essa questão orienta o eixo de formação dos cursos, articula os
conteúdos e as contribuições das disciplinas na formação dos alunos, e deve nortear a
construção do nosso currículo e a condução de nossos processos avaliativos.
Há, porém, que se considerar a necessidade de uma elaboração coletiva para que se possa
garantir a legitimação e efetivação de todos os processos de reformulação que envolvem o
currículo. O Projeto Acadêmico se materializa, de fato, no trabalho coletivo de todos os
docentes, sujeitos essenciais dessa proposta que visa a promover o processo de
ensino/aprendizagem de modo a criar novas oportunidades, para que alunos e alunas
pratiquem uma aprendizagem pautada pela construção e apropriação crítica do
conhecimento e ampliada pela necessidade de uma formação, garantindo-lhes inserção não
só no mundo do trabalho e dos negócios mas também na vida em sociedade. Para tal, o
ensino pode ajudar a aumentar ainda mais as possibilidades de alunos e alunas
transformarem o que aprendem em comportamentos socialmente significativos. Por meio da
elaboração coletiva e da troca de experiências com os pares, condições essenciais para a
1
DEWEY, John education and experience. New York: Collier Books, 1938.
CLANDININ, Jean; CONNELLY, Michael. Teachers as curriculum planners: narratives of experience. Toronto: OISE Press; New York:
Teachers College Press, 1988.
3
SACRISTÁN, Gimeno J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
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construção do Projeto Acadêmico, os professores podem se organizar para planejar suas
ações, avaliar suas consequências e replanejá-las.
Além do trabalho colaborativo, outro ponto de sustentação do Projeto Acadêmico é o
conceito de aprendizagem significativa, de Ausubel (1978) e colaboradores, baseado em
dois pilares: o da contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a ele.
Embora originalmente associada à teoria cognitiva da aprendizagem4, os autores não
desconsideram os aspectos afetivos da aprendizagem, como, por exemplo, a motivação.
Aqui, a expressão “aprendizagem significativa” aparece ressignificada em um contexto que
leva em consideração também outros fatores, estes de origem sociocultural, como a
interação e a colaboração. Entende-se que a aprendizagem significativa possibilita aos
alunos a construção do conhecimento de modo cooperativo, por meio da elaboração e da
reestruturação da aprendizagem. Segundo Medina e Domingues (1989)5, a aprendizagem
significativa apresenta respostas para os questionamentos, os interesses e as necessidades
reais tanto dos professores quanto dos alunos e alunas.
Esta nova abordagem da aprendizagem significativa está voltada, portanto, para a
articulação da teoria com a prática por meio da pesquisa (Programa de Iniciação Científica,
Programa de Iniciação Tecnológica, TCC, monografias, etc.) e da extensão; para a
integração dos conhecimentos por meio da interdisciplinaridade; para a construção de uma
relação de sentidos entre o conhecimento e a realidade dos alunos, os quais têm chegado
ao ensino superior cada vez mais despreparados para a vida acadêmica e suas implicações
e demandam uma relação cada vez maior entre os conteúdos aprendidos e a sua realidade;
e para a inserção desses alunos em contextos econômicos, políticos e socioculturais, de
forma a garantir o pleno exercício da cidadania e a promover o desenvolvimento de uma
cultura profissional, humanista, artística e cultural. Nesse cenário, destacam-se a orientação
do professor e as suas práticas pedagógicas, uma vez que os alunos não são capazes de
construir todos os processos explicitados de forma independente ou solitária, via
aprendizagem apenas. Os processos de ensino são também essenciais, visto que práticas
4
5
MEDINA, A.; DOMINGUES, C. La formación del profesorado en una sociedad tecnológica. Madrid: Cincel, 1989.
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O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em
ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva (AUSUBEL, David Paul; NOVAK,
Joseph; HANESSIAN, Helen educational psychology: a cognitive view. 2 ed. New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978, p. 159, tradução dos
autores.
pedagógicas inovadoras e transformadoras estimulam a formação da autonomia dos alunos
e das alunas.
Inclui-se nesse contexto o desenvolvimento da habilidade de problematizar, i.e., identificar,
descrever e solucionar problemas. Essa habilidade apoia-se em estratégias de
metacognição e está diretamente ligada ao conceito de aprendizagem baseada em
problemas, cujo surgimento remonta a década de 1960, quando de sua origem na
Faculdade de Medicina da Universidade McMaster, Canadá. Visando à aprendizagem
independente, estabelece que a formação de alunos e alunas deve se ancorar em
necessidades reais que os levam à busca contínua por respostas às mais variadas
perguntas. Dessa forma, perdem espaço as aulas puramente expositivas, centradas na
transmissão de conhecimentos, com foco no professor, e ganham espaço as aulas
dialógicas, centradas na interação entre professores e alunos e na construção do
conhecimento, com foco no processo de aprendizagem do aluno. As estratégias das quais a
aprendizagem baseada em problemas se utiliza, embora mais abertas ao tempo e às
especificidades dos interesses de formação dos alunos, não descontextualizam as
necessidades reais de aquisição de conhecimentos e compreensão de conceitos
acadêmicos. A proposta tem por objetivo promover a autonomia, o interesse e o
investimento dos próprios alunos em sua formação6.
A contextualização que acaba de ser apresentada nos leva a repensar e a reformular a
orientação curricular, uma vez que o currículo não mais comporta a distribuição de
disciplinas em “grades” em que o conhecimento é “prisioneiro” de pontos de vista singulares,
definitivos, estanques, incomunicados. Todas as experiências que se vivenciam em uma
instituição de ensino e se constituem como instrumentos viabilizadores da articulação do
Ensino (presencial ou a distância), da Pesquisa e da Extensão passam, pois, a integrar o
seu currículo. Os conteúdos das disciplinas se traduzem em ferramentas para novas
buscas,
novas
descobertas,
novos
questionamentos,
novas
experimentações
e
desenvolvimento de novas capacidades, o que possibilita oferecer aos sujeitos alunos e
alunas um autônomo, flexível, sólido e crítico processo de formação.
Tal proposta ganhou representação nos currículos de instituições brasileiras apenas no final da década de 1990. Trata-se de uma proposta
ainda recente e sobre a qual apenas muito recentemente estudos e pesquisas acadêmicas têm se debruçado.
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A estrutura curricular adotada no UNIBH a partir do segundo semestre de 2009,
diferentemente do modelo curricular tradicional, que privilegia uma formação rigidamente
sequenciada em períodos, está organizada por ciclos modulares de aprendizagem. Essa
organização curricular fundamenta-se em uma visão interdisciplinar, transversal e
transdisciplinar da educação e dos conteúdos necessários à formação acadêmica, dispostos
a partir das capacidades e habilidades exigidas para a formação pretendida para os alunos.
Nessa nova estrutura curricular, a noção de períodos é substituída pela noção de eixos de
formação/ciclos modulares de aprendizagem como elementos básicos de articulação e de
progressão do processo educativo. A organização e o processo da aprendizagem passam a
ser compreendidos como períodos de tempo maiores do que um semestre, constituindo um
processo contínuo, dentro de um mesmo ciclo e entre ciclos distintos, e permitindo uma
maior flexibilização da entrada de alunos, devido principalmente à inexistência de prérequisitos entre os módulos de um ciclo de aprendizagem.
A estrutura curricular modular de um curso de graduação, cuja matriz curricular é formada
por três ciclos modulares de aprendizagem, sendo os dois primeiros compostos por dois
módulos, e o terceiro, por quatro módulos, está representado pela Figura. 2.
Figura 2 – Estrutura Curricular Modular
Fonte: Própria, 2012.
Os ciclos modulares de aprendizagem, portanto, embora articulados pelo eixo de formação
geral, configuram unidades pedagógicas autônomas, representativas de um eixo de
formação específica, ao qual estão ligados os módulos, cada um deles com a duração de
um semestre letivo. Os módulos, por sua vez, são formados por componentes curriculares
formação específica, o qual lhes confere certa identidade/unidade.
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que se reúnem em torno de um tema que representa o desdobramento de um eixo de
Embora a discussão sobre a interdisciplinaridade esteja ganhando destaque e aceitação,
sobretudo no meio acadêmico, não há, ainda, uma teorização consistente capaz de legitimar
a sua prática, em função da inexistência de um consenso sobre o que vem a ser a
interdisciplinaridade e sobre qual seria a melhor metodologia para a sua realização 7. Sabese, porém, que essa discussão ressurgiu no século 20, no fim da década de 50, como uma
resposta à excessiva especialização e fragmentação do saber, tão valorizadas no século 19,
quando as disciplinas começaram a se isolar. Essa “disciplinarização” do conhecimento
dissociou e desarticulou o objeto da ciência e fragmentou as percepções sobre o
conhecimento escolar e acadêmico.
Desde seu ressurgimento, a noção de interdisciplinaridade foi sendo constantemente
modificada. Discussões em torno de um sentido epistemológico, de uma maneira ou de
outra, sempre estiveram presentes. Nos últimos anos do século 20, teorizações filosóficas
(década de 70), sociológicas (década de 80) e antropológicas (década de 90) foram
empregadas, buscando-se dar à noção de interdisciplinaridade uma estabilidade conceitual.
No entanto, tal estabilidade na verdade nunca foi encontrada (GALLO, 2000)8, o que
demonstra que a noção adquiriu, ao longo desses anos, um “caráter polissêmico” e difuso
(FAZENDA, 2002, p. 207)9.
Em nosso Projeto Acadêmico, não nos apoiamos nos sentidos epistemológicos dados à
noção de interdisciplinaridade, pelas dificuldades que eles apresentam em ser definidos e
empregados. Dito de outra maneira, não acreditamos que a interdisciplinaridade tenha um
conceito metafísico, genuíno e irrefutável que possa dar base às nossas discussões. A
interdisciplinaridade é aqui percebida como uma prática essencialmente coletiva e política,
produzida em negociações entre diferentes pontos de vista disciplinares, para finalmente se
decidir quanto a que caminho coletivo seguir (FOUREZ, 1995, p. 109)10.
Cf. POMBO, Olga. Práticas interdisciplinares. Sociologias, Porto Alegre, nº. 15, Jun. 2006. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-45222006600 100008 &Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007; e
GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em construção. Rev. Latino-Am.
Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 2, nº. 2, Jul.1994. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S010411691994000200008&Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007.
8
GALLO, S. Disciplinaridade e transversalidade. In: vários autores. (Org.). Linguagens, espaços e tempos no ensinar e no aprender. Rio
de Janeiro: DP&A, 2000.
9 FAZENDA, Ivani. Diversidade cultural no currículo de formação de professores – uma dimensão interdisciplinar. In: ROSA; SOUZA (Orgs.).
Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
10
FOUREZ, Girard. A construção das ciências. São Paulo: UNESP, 1995.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página14
7
Dessa forma, a interdisciplinaridade é tratada como uma maneira de agir sobre a
disciplinaridade. A perspectiva interdisciplinar não é [...] “contrária à perspectiva disciplinar;
ao contrário, não pode existir sem ela e, mais ainda, alimenta-se dela” (LENOIR, 2002, p.
46)11. Entende-se, pois, que a formação disciplinar e especializada constitui uma condição
básica para o contato com outros campos do saber. Os professores não precisarão,
portanto, abandonar suas formações em áreas e campos do saber específicos para
buscarem um possível novo objeto do conhecimento. Na verdade, eles deverão se mover na
direção de uma nova prática de diálogos para a promoção de outras formas de ensinar,
produzidas coletivamente em torno do conhecimento. Nesse sentido, “o fundamental no
conhecimento não é sua condição de produto, mas seu processo” de entendimento e de
discussão coletiva (SEVERINO, 2002, p. 40)12.
Se, como dissemos antes, a ressignificação da noção de aprendizagem significativa leva em
consideração também outros fatores de origem sociocultural, como a interação e a
colaboração,
esse
tipo
de
aprendizagem
pode,
então,
materializar-se
na
interdisciplinaridade, sobretudo em função da característica integradora desta última, bem
como de sua propensão a fazer circular os saberes. A condição sine qua non para o
exercício da interdisciplinaridade é, porém, a elaboração coletiva, uma vez que a
interdisciplinaridade pressupõe “o engajamento de educadores de diferentes áreas do
conhecimento, comprometidos com o diálogo, com a reciprocidade, com a partilha”
(SANTOS, no prelo, p. 6). Ainda segundo a autora (p.7),
[o] trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto do
encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição para o trabalho do
que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como uma característica
fundamental dos parceiros em um projeto interdisciplinar, fruto do
envolvimento com o projeto em si, com as pessoas, com as instituições.
(SANTOS, no prelo, p. 7).13
A ausência dessa atitude interdisciplinar de parceria inviabiliza a construção da
interdisciplinaridade, já que esta resulta de um trabalho coletivo e implica a interpenetração
11
LENOIR, Yves. Didática e interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária e incontornável. In: FAZENDA, Ivani (Org.).
Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002.
12
SEVERINO, Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da prática. In: FAZENDA,
Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002.
13 SANTOS, Eloísa Helena. A interdisciplinaridade como eixo articulador do ensino médio e ensino técnico de nível médio integrados (no
prelo).
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página15
das diversas esferas do conhecimento na apropriação de um tema que norteia a prática
interdisciplinar. A experiência interdisciplinar exige, portanto, uma reorganização do trabalho
docente, já que
só se torna realidade quando partilhada por uma equipe de trabalho que
confronta pontos de vista diferentes no conhecimento de uma determinada
realidade, que se deixa interpenetrar por diferentes campos do saber, que
se coloca como desafio permanente o conhecimento interdisciplinar de
fenômenos complexos e a criação de alternativas para transformá-los.
(SANTOS, no prelo, p. 8).14
Conclui-se, então, que os dois princípios centrais do Projeto Acadêmico, o trabalho coletivo
e a aprendizagem significativa, estão intrinsecamente associados ao conceito de
interdisciplinaridade. Se por um lado o trabalho coletivo é condição essencial para a
construção da prática interdisciplinar, por outro lado a interdisciplinaridade possibilita a
criação de meios para que a aprendizagem dos alunos seja significativa. Essas
(inter)seções da interdisciplinaridade com o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa
são representadas pela Figura 3.
Figura 3: Aprendizagem significativa
Fonte: Própria, 2012.
Uma vez que a interdisciplinaridade orienta todo o percurso formativo dos discentes, a
inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar da Graduação (TIG) nas matrizes curriculares
dos cursos de graduação apresenta-se como uma tentativa de tratamento da
interdisciplinaridade
enquanto
componente
curricular
e
como
uma
proposta
de
prática/construção elaborada coletivamente, para que possa desempenhar a função
14
Ibidem.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página16
aglutinadora das cinco dimensões da aprendizagem significativa, apresentadas e discutidas
a seguir. A disciplina TIG deve ser ofertada pelo menos até os quatro primeiros módulos dos
cursos de graduação, podendo também se estender aos quatro módulos restantes,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página17
respeitadas as especificidades dos cursos.
3.
APRESENTAÇÃO DO CURSO
Este documento foi elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas
Diretrizes Curriculares Nacionais, no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de
Tecnologia, no Decreto nº 5.773/06 e demais normas emanadas pelo Ministério da
Educação - MEC.
O presente documento foi pensado e discutido com o entendimento de que o profissional
que se exige para os dias atuais deverá atuar de forma polivalente, atendendo,
principalmente, às demandas constantes dos diversos setores. Diante disso, o que se exige
do profissional tecnólogo em Gestão Financeira implica no desenvolvimento da elevada
capacidade de análise crítica, interpretação, visão estratégica e equacionamento de
problemas diversos.
Tendo em vista tal consideração, estamos propondo uma formação de profissionais pautada
no princípio de articulação permanente da teoria e prática, entendendo este como condição
primordial para o desenvolvimento das competências tais que possibilitem a aquisição,
produção e socialização do conhecimento.
3.1. CONTEXTO EDUCACIONAL
Especialistas apontam que as empresas têm percebido que saber planejar é fundamental
para ter sucesso. Muito mais que um instrumento teórico, o plano de Gestão Financeira é
uma ferramenta imprescindível para que o empresário possa focar seus esforços nas
oportunidades que o mercado lhe apresenta, aplicando de maneira eficaz e eficiente seus
recursos. Outro fator que corrobora a crescente necessidade de um profissional habilitado a
pensar no cliente a todo tempo é o cenário do atual mercado, marcado por forte
concorrência e por uma grande dinamicidade em relação à informação, recursos e produtos.
Isso determina uma necessidade maior de profissionais capazes de atuarem com maestria
maior vantagem competitiva.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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neste ambiente de alta complexidade, em empresas dos diversos seguimentos, que buscam
O profissional Tecnólogo em Gestão Financeira formado pelo UNIBH poderá exercer papel
preponderante dentro destas organizações, contribuindo na elevação do posicionamento
perante a concorrência, já que este profissional é responsável pela aplicação de métodos,
técnicas e conceitos financeiros para planejamento de captação e investimentos dos
recursos empresariais, criação de estratégias para aumento da competitividade observando
as mudanças econômicas e tecnológicas com o objetivo de tornar os investimentos os mais
rentáveis possíveis e elaborar estudos de viabilidade que suportem o processo de tomada
de decisão dentro da organização. O Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH,
atento a essa possibilidade, propõe a formação de um profissional ético, dotado de
habilidades e competências que permitam atender às novas demandas do mercado,
contribuindo sobremaneira com o avanço econômico e social do país.
Considerando-se que nos últimos anos o setor de serviço tem se destacado cada vez mais
no cenário econômico nacional, criando novas perspectivas de inserção e posicionamento
mercadológico, o curso de Gestão Financeira se insere nesse contexto, exercendo papel
fundamental no desenvolvimento e consolidação das organizações em uma posição de
destaque frente à concorrência.
Em todos os segmentos organizacionais, é importante a presença do profissional egresso
do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, pois é este profissional que saberá
administrar as ferramentas e técnicas de gerenciamento de Gestão Financeira nos diversos
setores da organização. Além disso, devido às mudanças constantes dos mercados, as
empresas necessitam de um profissional atualizado e antenado às alterações no ambiente
de negócios das organizações, visando sempre manter e aumentar sua vantagem
competitiva.
O fato dos cursos superiores de tecnologia possuírem um enfoque na formação prática e
técnica do profissional, um menor tempo de duração e uma rápida inserção dos egressos no
mercado de trabalho fez com que os mesmos ganhassem espaço no cenário da educação
superior no Brasil, justificando-se a necessidade da criação de um curso que vise à
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página19
formação de um profissional especialista na área.
Os dados do Censo da Educação Superior, divulgados em 2010 pelo Ministério da
Educação, confirmam a trajetória de expansão da matrícula nos cursos tecnológicos, que
em 2001 somavam 69.797 e atingiu, em 2010, um total de 781.609 matrículas – crescimento
de mais de dez vezes no período. Pode‐se observar uma elevação significativa da
proporção de matrículas nos cursos tecnológicos, que passaram de 2,3% para 12,3% entre
2001 e 2010. Entre 2011 e 2012, o percentual de crescimento foi de 8,5%, número ainda
bastante expressivo. Pode-se perceber, no entanto, que o número de cursos e de matrículas
nessa modalidade de ensino cresceu mais do que os bacharelados e as licenciaturas que
tiveram crescimento respectivamente de 4,6% e 0,8% no mesmo período, conforme
demonstra o censo de 2012. Os cursos de bacharelado têm uma participação de 67,1% nas
matrículas, enquanto os cursos de licenciatura e tecnológicos participam com 19,5% e
13,5%, respectivamente. Nota-se portanto que a graduação tecnológica exerce papel
preponderante no desenvolvimento social e econômico do país por já se destacar no cenário
da educação superior do país.
Considerando o momento histórico, econômico e tecnológico da região em que se inserem
Belo Horizonte, o estado de Minas Gerais e o Brasil, e segundo dados do CENSO de 2010,
Minas Gerais é o segundo estado mais populoso do país, com 19,6 milhões de habitantes.
Isso representa 10,3% da população do Brasil (190,7 milhões de habitantes naquele ano).
Consequência da sua representatividade, a economia mineira tem papel importante no
âmbito nacional, apresentando o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) do país, que
passou de R$ 351,4 bilhões em 2010 para 386,2 bilhões em 2011, segundo a pesquisa
Contas Regionais do Brasil de 2011 do IBGE, divulgada em novembro de 2013.
Considerando todas as Unidades da Federação, o estado com maior participação no
produto industrial do Brasil é São Paulo (36%); em segundo lugar encontra-se Minas Gerais,
que responde por 12% da produção industrial brasileira. A capital mineira possui 2,4 milhões
de habitantes enquanto a sua Região Metropolitana soma 5 milhões. Alguns indicadores da
capital: IDH = 0,880; 7.178 habitantes/m2; PIB de 42 bilhões de Reais; PIB per capita de R$
17.313; Atividades econômicas/Participação no PIB: Indústria = 14%, Comércio e Serviços=
68% e Setor Público = 18%. Associada a estes dados, observa-se uma redução significativa
na taxa de desocupação na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que passou de 8,5%
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página20
em 2006 para 4,9% em 2011 (IBGE, 2013).
Ao analisar também o indicador de escolaridade dos ocupados em todo o Brasil e no
município de Belo Horizonte, referente ao mesmo ano, divulgado pelo Atlas do
Desenvolvimento Humano, percebe-se, ainda, um baixo número de profissionais com
formação superior, conforme tabela demonstrada na (FIGURA 4). Em escala nacional,
apenas 13,19% da população ativa possui formação superior e, em escala municipal, em
Belo Horizonte, essa população é de apenas 24,48%.
Figura 4 – % de Ocupados com formação escolar
Esses dados indicam que boa parte dos profissionais empregados em empresas de diversos
segmentos e que ocupam cargos em suas diversas áreas ainda não possuem formação
superior. O curso superior de Tecnologia em Gestão Financeira permitirá a capacitação e
formação sólida de profissionais para suprirem essa necessidade, atendendo às novas
exigências do mercado de trabalho. Essa possibilidade permitirá um cenário extremamente
positivo para empresas que buscam uma nova posição de mercado com maior vantagem
competitiva.
Cabe ressaltar a localização do campus onde o curso é ofertado, pois o mesmo se encontra
em um polo comercial que permite a adoção de práticas acadêmicas que transcendem o
espaço fechado de uma sala de aula, contribuindo sobremaneira para um ambiente de
ensino/aprendizado significativo para o aluno, pois este se vê inserido em um conceito de
“sala de aula ampliada”, uma vez que o mesmo tem a possibilidade de confrontar teoria à
prática em um só espaço.
Todo o projeto pedagógico foi pensado mediante de uma proposta inovadora que oferece ao
egresso, acima de tudo, um aprendizado significativo. Certamente, possibilitará uma
formação mais sólida e condizente com as novas práticas e necessidades do mercado. Esse
de várias abordagens feitas em sala de aula, proporcionando ao docente o uso de práticas
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Página21
ambiente, constituído por um complexo de lojas de varejo, permite também a experienciação
que tornem as aulas mais dinâmicas e contextualizadas, como, por exemplo, a análise de
estratégias e práticas adotadas pelas diversas lojas no tocante à competitividade.
3.1.1.
MISSÃO DO CURSO
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira do UNIBH tem por missão a “busca
da excelência na formação de um profissional de Gestão Financeira com formação sólida,
cultural, ética e socialmente responsável, possibilitando aquisição de habilidades,
competências e conhecimento de mercado, incluindo análises das demonstrações
financeiras, necessárias para identificação e implementação de novas oportunidades, a
definição de estratégias para melhor alocação dos recursos financeiros visando maior
consolidação e vantagem competitiva para as organizações.”
O curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira adota os seguintes preceitos
norteadores para sua ação, captados da realidade e de sinais emitidos pela sociedade:
a.
Fundamentar suas práxis da aprendizagem a partir da construção de conceitos;
desenvolvimento de habilidades e atitudes condizentes com o profissional da área;
b.
Integrar os conteúdos das disciplinas, módulo a módulo, em um projeto interdisciplinar
que propicie a visão integrada do conhecimento adquirido e disponível não
segmentado, mas panorâmico e universal;
c.
Proporcionar ao aluno, no decorrer do curso, alcance a bases fundamentais teóricas,
aliadas a diferentes possibilidades tecnológicas e práticas, com perspectivas de
mudanças e adaptações, considerando limitações de toda natureza e aspectos
sustentáveis que devem ser respeitados.
d.
Formar o aluno, preparando-o para atuar em todos os setores da sociedade, com
conhecimento das ferramentas, técnicas e tecnologias que resultem em qualidade,
sustentabilidade, respeito às novas gerações, produção da riqueza nacional e de
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Página22
novas tecnologias.
3.1.2.
JUSTIFICATIVA
Até a algum tempo a economia mundial era dependente e centralizada. Atualmente, os
países que detinham a soberania no crescimento econômico mundial estão se confrontando
com um novo cenário: o mundo multipolar, onde os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia,
China e África do Sul) são verdadeiras promessas de desenvolvimento. O Brasil,
comparativamente às nações do mundo desenvolvido, apresenta-se em uma situação mais
favorável do ponto de vista financeiro: o real é uma das moedas mais valorizadas na
atualidade e a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), apesar de tender a um
leve declínio nos próximos anos, ainda será elevada, se comparada às demais nações
(BARONE & CRAVEIRO, 2011). No entanto, cabe ressaltar que não existe desenvolvimento
econômico sem o desenvolvimento do capital humano, o que corrobora a implantação de
políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento tecnológico, educacional e científico do
país (ROCHA; DAL POZ & SILVEIRA, 2011).
Após apresentar este cenário internacional, cabe sobressaltar que o ambiente de uma
economia em constantes transformações, impostas pelos fenômenos da globalização e da
competitividade, acaba exigindo cada vez mais a formação de profissionais voltados ao
mercado de trabalho, que possuam perfil de especificidade e qualidade suficientes ao
atendimento da demanda criada por este. A especialização dos profissionais que irão atuar
neste segmento do mercado de trabalho cria condições para o desenvolvimento de novos
cursos de nível superior tecnológico, apropriados à nova realidade, que possam oferecer
serviços diferenciados e soluções adequadas às questões tecnológicas geradas no novo
contexto econômico, focado em uma análise local das verdadeiras demandas.
Belo Horizonte está inserida em uma das principais regiões do país, no âmbito econômico e
político, conforme apresentado por Santos, que descreve todo o cenário de desenvolvimento
preconizado para a região Sudeste do Brasil (1994) e Monte Mór; Paula (2004) corroboram
É o fato de concentrar serviços que distingue a cidade, qualquer cidade, de
qualquer outra concentração populacional. Neste sentido, Belo Horizonte
nasce e se expande como cidade que é cidade, isto é, cidade que tem na
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página23
ao discutir o crescimento e o desenvolvimento da cidade de Belo Horizonte.
oferta de serviços sua marca específica. Escolas, hospitais, templos
religiosos, clubes e associações, centros de pesquisa e de apoio a
atividades técnicas, administrativas, comerciais, produtivas, espaços de
lazer e aprimoramento cultural, lojas e restaurantes, hotéis, bares e
cinemas, teatros e museus, são os elementos de sua topografia diversa,
complexa e expansiva (MONTE MÓR; PAULA, 2004, p. 16).
A Região Metropolitana de Belo Horizonte, também conhecida pela abreviatura RMBH ou
simplesmente Grande Belo Horizonte, é a terceira maior aglomeração urbana do Brasil, com
uma população de 5.182.977 habitantes, conforme o Censo 2010, sem contar o colar
metropolitano. Seu produto metropolitano bruto (PMB) somava em 2010 cerca de 132,9
bilhões de reais, dos quais aproximadamente 45% pertenciam à cidade de Belo Horizonte
(IBGE, 2010). A RMBH é o centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural de
Minas Gerais, representando em torno de 40% da economia e 25% da população do estado.
A Grande BH é ainda o 62º maior aglomerado urbano do mundo, o sétimo maior da América
Latina e o maior do Brasil fora do eixo Rio - São Paulo.
Os setores de comércio e serviços são muito importantes para a RMBH, sendo fortemente
concentrados em Belo Horizonte, fato este que corrobora a implantação do curso Superior
em
Tecnologia
de
Gestão
Financeira.
O
ramo
industrial
fica
por
conta
das indústrias metalúrgicas, automobilísticas, petroquímicas e alimentícias. A presença
do quadrilátero ferrífero na RMBH garante uma participação importante da indústria
extrativista mineral no PIB metropolitano. A RMBH é ainda um centro de excelência nas
áreas de software e biotecnologia.
Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, a cidade está inserida em uma rede de cidades que
articula o espaço geoeconômico que apresenta o maior nível de desenvolvimento industrial
e de serviços da economia brasileira. Verificando-se os números de emprego e a renda na
Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 2013 alcançou-se a condição de pleno
emprego, pois a taxa de desocupação na região chegou a 2,5% em agosto:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Em agosto de 2013, a População em Idade Ativa (PIA) somava 4.576 mil
pessoas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ficando estável no mês
e registrando elevação de 1,1% no ano. Das 4.576 mil pessoas em idade
ativa, 55,9% encontravam-se ocupadas (nível de ocupação), 2,5%,
desocupadas e 41,6% não economicamente ativas. (IBGE, 2013).
A cidade de Belo Horizonte, nos últimos anos, vem passando por um momento de
descentralização que é um processo social ancorado no protagonismo do estado, que tem
reestruturado a cidade mediante a descentralização dos espaços e que tem ganhado fôlego
nas recentes políticas públicas sancionadas após as principais transformações do espaço
urbano belo-horizontino na área de entorno do Vetor Norte (PORTO; FRANCA, 2011, p. 1012).
Os desdobramentos recentes supracitados apontam para a emergência e o progressivo
destaque do Vetor Norte de Belo Horizonte, o novo polo de desenvolvimento econômico e
de ocupação urbana da cidade de Belo Horizonte. Segundo Costa (2010), a região é
marcada pela intensidade dos deslocamentos diários da população ocupada (PO) entre os
municípios conurbados à RMBH, que revela uma região de elevado grau de mobilidade
pendular, que se dá por diversos motivos. Isso evidencia que, por mais que essas cidades
abriguem atividades econômicas de certa relevância e geradoras de emprego, boa parte de
seus moradores depende da Capital como fonte de oportunidade de emprego e para
ampliarem sua formação escolar, tendo em vista maiores opções de IES – Instituições de
Ensino Superior – e cursos ofertados.
Neste contexto, o Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH está inserido nesse eixo
de maior crescimento e desenvolvimento atuais do município de Belo Horizonte: o Vetor
Norte. Este vetor engloba uma dimensão territorial que abrange não só o centro
metropolitano e a área norte do município de Belo Horizonte, como outros 14 municípios da
Região Metropolitana. O estado e o município têm implementado diversos projetos que vêm
desencadeando o crescimento e o desenvolvimento econômico da região. Podem-se
destacar três projetos estruturadores como grandes impulsionadores da expansão:
a)
A implantação da Linha Verde – sistema viário que envolveu duplicação e ampliação
de vias para acesso rápido às áreas norte e nordeste de Belo Horizonte e ao
Aeroporto Internacional de Confins;
b)
A ampliação do Aeroporto Internacional de Confins, que se tornou o maior e principal
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Página25
aeroporto da RMBH;
c)
A instalação da Cidade Administrativa do Governo de Minas Gerais (CAMG): a atual
sede da administração direta do Estado foi edificada em uma área de 800 mil metros
quadrados, sendo 200 mil metros quadrados destinados à construção de seis
edificações que abrigam as Secretarias de Estado, o Palácio do Governo, um Prédio
de Serviços, um Centro de Convivência com lojas e restaurantes e um Auditório com
capacidade para 540 pessoas. O número de servidores já atingiu 16 mil, uma vez que
integrou 18 secretarias e 25 órgãos públicos (CODEMIG, 2010).
Em função deste amplo crescimento, existe uma demanda latente por pessoas qualificadas
na região, carecendo de instituições de ensino, uma vez que nesta região há um déficit de
vagas ofertadas e um alto potencial para futuros alunos interessados em um curso superior,
conforme se observa na Figura 5, que apresenta a distribuição espacial das IES em Belo
Horizonte. Pesquisas do IBGE afirmam que há um contingente de 160 mil alunos
matriculados em Belo Horizonte, cerca de 350 mil pessoas apenas com o ensino médio ou
superior incompleto, sendo estes potenciais clientes, dado reforçado pelo baixo índice da
população brasileira com ensino superior completo, de apenas 8%.
Além do mercado em potencial destacado por esses dados, o crescimento médio entre 5% e
7% de alunos matriculados em instituições de ensino superior nos últimos cinco anos
revelam uma tendência na demanda da população pelos serviços dessas instituições.
Avaliando a região onde está inserido o UNIBH, observa-se uma elevada concentração das
Instituições de Ensino Superior nas regiões Centro-Sul e Oeste da capital mineira (70%) e
um percentual muito pequeno de IES encontra-se alocado neste eixo de crescimento da
cidade. A carência da região por instituições de ensino é ressaltada ainda pelos dados do
perfil socioeconômico do Vetor Norte, compatível com o público-alvo almejado pelo UNIBH.
Outro fator que corrobora com a proposta de oferta de um curso voltado à formação de um
profissional para atuar em Gestão Financeira, é o fato de que o campus Cristiano Machado
está localizado no Espaço Conviva e ao lado do Minas Shopping, um dos maiores de Belo
Horizonte. O Espaço Conviva, por sua vez, segundo o GPA Malls & Properties, empresa
responsável pela gestão dos ativos imobiliários do Grupo Pão de Açúcar, trata-se de um
brasileiro a operar essa proposta imobiliária. Com a marca Conviva, o formato inédito é
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novo conceito de Shopping de Vizinhança, que posiciona o GPA como pioneiro no varejo
resultado de um projeto que envolveu diversas análises de mercado que identificaram o
conceito de Shopping de Vizinhança como uma oportunidade de preencher uma lacuna
entre o comércio de rua e os grandes centros de compras. Atualmente esse espaço é
formado por diversas lojas de diferentes seguimentos, incluindo o Hipermercado Extra e o
UNIBH. Essa proximidade além de oportuna permite também, grande interação de nosso
alunado com a realidade prática em sua área de formação, uma vez que incentivamos
práticas metodológicas que permitam maior proximidade da teoria à prática.
Dessa forma, após observação e avaliação do cenário e da conjuntura atual, constata-se
como sendo oportuna a implantação de cursos que visam à formação de tecnólogos para
atuarem na área de Gestão Financeira. O Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Financeira possibilitará uma formação sólida e de qualidade aos seus alunos, viabilizando o
aporte de Gestão Financeira necessário à competitividade das empresas e instituições, ao
mesmo tempo em que amplia as oportunidades de novos empreendimentos e de novas
formas de capacitação profissional.
Figura 5 – Distribuição Espacial das Instituições de Ensino Superior em Belo Horizonte
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Fonte: Própria,
3.1.3.
OBJETIVOS
3.1.3.1.
OBJETIVO GERAL
Formar um profissional crítico e capaz de responder às novas exigências do mercado,
dando-lhes uma visão flexível e integrada para atuar na área de Gestão Financeira das
organizações, com uma visão global e habilidade técnica, humana e conceitual, que o
embase nas tomadas de decisões e no planejamento dos processos de Gestão Financeira
de forma ética e socialmente responsável. O aluno é, também, preparado para subsidiar a
tomada de decisão podendo atuar como gestor, consultor ou auditor financeiro. O aluno será
capacitado a trabalhar com a análise das demonstrações financeiras, elaboração de estudos
de viabilidade e atuar no mercado de capitais, buscando a melhor estratégia para aplicação
dos recursos financeiros, tudo isso com o objetivo de desenvolver e consolidar as
organizações em uma posição de destaque no mercado.
3.1.3.2.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Aplicar conhecimentos técnicos e teóricos na utilização e manejo correto de
ferramentas e técnicas operacionais de Gestão Financeira.

Desenvolver um aluno crítico, capaz de responder às novas exigências do campo de
Gestão Financeira, a partir de uma base sólida de conhecimentos e saberes
historicamente construído.

Elaborar, implementar e acompanhar o planejamento de Gestão Financeira nas
organizações de maneira tática e estratégica.

Incentivar a produção de ideias e a transformação das mesmas em métodos,
processos e produtos de Gestão Financeira.

Operar, reparar e redirecionar as ferramentas de Gestão Financeira no ambiente
organizacional.

Idealizar e planejar estratégias e processos de Gestão Financeira que auxiliem no
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Página28
desenvolvimento sustentável da organização.

Influenciar na tomada de decisão para a melhor alocação dos recursos financeiros.

Desenvolver habilidades para o trabalho em equipe e o relacionamento interpessoal.

Promover o comportamento ético e responsável do profissional, além de atitudes
transformadoras.

Fomentar experiências de aprendizagem que possibilitem a construção do
conhecimento e o desenvolvimento de competências nas áreas de Gestão Financeira.

Discutir sobre os novos perfis dos gestores financeiros em empresas globalizadas e
competitivas.

Estimular o Empreendedorismo e a ambientação em sistemas de informação.
3.1.4.
PERFIL DO EGRESSO
O curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira do Centro Universitário de Belo
Horizonte - UNIBH propõe a formação de um profissional tecnólogo com habilidades e
competências necessárias para a elaboração e implementação de estratégias financeiras
com preparo para acompanhar o mercado, avaliar a concorrência objetivando desenvolver,
viabilizar e consolidar as organizações em uma posição de destaque.
O egresso estuda as demonstrações financeiras, analisa as melhores estratégias para
aplicação dos recursos econômicos, além de subsidiar a tomada de decisão de acordo com
as novas perspectivas identificadas, promovendo e solidificando as organizações. Cabe
ainda a este profissional a aplicação de técnicas e conceitos econômico-financeiros no
planejamento e captação de investimentos dos recursos empresariais em diferentes
cenários e ambientes organizacionais, além de estar sempre atualizado no que se refere à
legislação empresarial, tributária e fiscal.
O tecnólogo em Gestão Financeira formado pelo UNIBH atuará no gerenciamento financeiro
de uma postura crítica, inovadora, sustentável e empreendedora. Esse profissional poderá
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das organizações, com uma visão global e contextualizada do ambiente financeiro por meio
elaborar estratégias e estudos de viabilidade para melhor aplicação dos recursos, tendo
como objetivo subsidiar o processo de tomada de decisão. Objetiva-se com isso, a formação
de um profissional com capacidade para interpretar dados e informações pertinentes e, a
partir destas, elaborar um planejamento estratégico de ações que atenda aos interesses da
organização.
Esse profissional exercerá, também, papel preponderante no processo de tomada de
decisão, com foco aos objetivos traçados, considerando as modificações socioeconômicas.
Para isso, foram pensadas disciplinas que permitirão a aquisição de importantes habilidades
nos alunos, buscando torná-los aptos a atuar em cenários de forte concorrência, propondo
intervenções no âmbito financeiro, de maneira a criar novas vantagens competitivas para as
organizações. Dessa maneira, o profissional de Gestão Financeira, assume um papel de
significativa importância no contexto organizacional, propondo intervenções de forte impacto
e criação de valor. O mesmo estará apto a atuar em atividades técnicas e gerenciais dentro
do escopo de atuação de Gestão Financeira, influenciando a atuação estratégica da
organização.
Pretende-se que esses egressos sejam profissionais com capacidade para atuar em
ambientes competitivos, expressar com clareza seus pontos de vista e de desenvolver,
constantemente, habilidades específicas para a Gestão Financeira, uma vez que o avanço
tecnológico tem exigido uma postura cada vez mais arrojada por parte das empresas. Dessa
forma, ao final do curso o egresso será capaz de desenvolver atividades profissionais
atuando como Gestor Financeiro em qualquer ramo de atividade econômica podendo ainda
atuar como consultor ou gestor em qualquer área ligada as finanças das empresas. Além
disso, o egresso será capaz de intervir como estrategista e operador dos processos relativos
à sua área de atuação, avaliar cenários, analisar oportunidades e riscos sob o foco
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página30
financeiro e desenvolver estudos de viabilidade econômica de projetos de investimentos.
3.1.5.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Nessa perspectiva, o tecnólogo em Gestão Financeira deverá ser capaz de planejar,
executar e controlar os processos inerentes à área, reunindo competências que o tornem
capaz de:
1.
Conhecer e identificar funções gerenciais;
2.
Possuir visão global e sistêmica dos ambientes internos e externos à organização,
projetando riscos a atividade financeira e econômica;
3.
Compreender a estrutura organizacional;
4.
Identificar e reconhecer mercados e oportunidades de negócios para melhor
empregabilidade dos recursos;
5.
Elaborar ações estratégicas econômico-financeiras condizentes com o plano de
negócios da organização;
6.
Interpretar resultados de estudos de mercados, econômicos e tecnológicos, utilizandoos no processo de gestão e na ampliação dos conhecimentos e habilidades da área
financeira;
7.
Utilizar os instrumentos de planejamento estratégico, bem como executar, controlar e
avaliar os procedimentos dos ciclos financeiros da organização;
8.
Criatividade na aplicação dos conhecimentos de gestão;
9.
Capacidade de comunicar-se com clareza e utilizar a linguagem oral e escrita de modo
adequado aos diferentes contextos organizacionais;
10.
Capacidade de tomar decisões, avaliar riscos e viabilidade de projetos, além de
implementá-los e consolidá-los;
11.
Análise de oportunidades de investimento, segundo critérios técnicos, visando o
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página31
financiamento de projetos empresariais e a boa tomada de decisão;
12.
Utilizar informações, estudos e dados no processo de finanças em apoio às atividades
da organização;
13.
Identificar oportunidades de atuação enquanto profissional de Gestão Financeira no
mercado;
14.
Possuir formação técnica, humanística e ética e os conhecimentos que caracterizam o
indivíduo, como ser humano, diante da sociedade, integrando pessoas, processos e
sistemas;
15.
Comprometimento com a ética pessoal e profissional e com a construção de valores
que explicitem a responsabilidade social;
16.
Compromisso com o bem-estar e progresso social e econômico da região e do país;
17.
Espírito de cooperação e colaboração na atividade profissional;
18.
Pro atividade e iniciativa na busca de soluções aos diversos problemas.
3.1.6.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O sistema de avaliação dos alunos do curso regulamenta-se pelas normas definidas e
resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre, e pelos
seguintes documentos:
1)
Estatuto;
2)
Regimento;
3)
Portarias, Resoluções e Instruções Normativas institucionais.
Cabe ressaltar que todos os documentos citados encontram-se disponíveis para consulta de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página32
toda a Comunidade Acadêmica por meio do sistema online.
Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes
recomendações e normas:

A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência
e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento
escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados
por ele obtidos nos exercícios e trabalhos escolares escritos e/ou orais, durante o
período letivo.

É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de
constrangimento do aluno, visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu
desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino.

Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar os exercícios e trabalhos
escolares, bem como julgar-lhes os resultados e discutir com os alunos os enganos
porventura cometidos no desenvolvimento ou na solução das questões, para saná-los,
respeitada a capacidade de cada aluno individualmente. Cumpridas essas etapas, o
professor deverá devolver os trabalhos escolares aos alunos.

Quanto à Avaliação Final, o aluno poderá solicitar sua devolução, diretamente ao
professor, até o dia 28 do mês que inicia o semestre letivo seguinte. Vencido esse
prazo, o professor inutilizará a documentação ainda em seu poder, conforme
determinam as normas da Instituição.

Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos,
assim distribuídos:
o
50 (cinquenta), para a avaliação do desempenho nas atividades desenvolvidas
ao longo do período letivo, conforme esteja estabelecida na programação da
disciplina (DAD);
o
25 (vinte e cinco), para uma avaliação intermediária da aprendizagem ao final da
primeira metade do período letivo (AIA);
25 (vinte e cinco), para uma avaliação final da aprendizagem, no termino da
segunda metade do período letivo (AF).
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página33
o

Considera-se aprovado numa disciplina o aluno que nela tenha computado, a seu
favor, o total mínimo de 70 (setenta) pontos.

Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado o aluno
que não tenha frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e
demais atividades programadas para cada matéria/disciplina durante o período letivo.

É facultado ao aluno requerer o Exame Especial (EE), ao final do semestre letivo, que
substituirá a menor nota obtida pelo aluno entre a AIA e a AF. O Exame Especial
poderá ser requerido quando o aluno:
o
Não alcançar os 70 (setenta) pontos para a aprovação;
o
Tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência;
o
Tiver alcançado o mínimo de 45 (quarenta e cinco) pontos, resultantes da soma
das notas de avaliação distribuídas às atividades de DAD e AIA ou AF,
realizadas durante o semestre;
o
Não tiver comparecido por qualquer motivo à Avaliação Final na data prevista no
Calendário Escolar.

Exame de proficiência (Art. 47 da Lei nº 9.394/96): o aluno regularmente matriculado,
que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de
provas e outros instrumentos de avaliação específicos, e que se julgar em condições
de eliminar disciplina(s) de sua matriz curricular por conhecer o conteúdo programático
que a(s) compõe(m), deverá requerer, junto ao Núcleo de Secretaria da unidade na
qual o curso é realizado, que lhe seja aplicada a avaliação comprobatória.
3.2. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
3.2.1.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
reflete todos os objetivos do curso, através de suas unidades de estudo e suas ementas,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página34
A estrutura curricular do Curso Superior em Tecnologia em Gestão Financeira do UNIBH
bem como da distribuição dessas unidades de estudo nos quatro módulos do curso. A cada
módulo cursado, o aluno obterá competências necessárias para a sua formação como
tecnólogo de Gestão Financeira.
Ademais, o curso ainda está consonante com o perfil traçado pelo Catálogo Nacional de
Cursos Superiores em Tecnologia, tendo em vista que foi criado levando em consideração
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico e
em sintonia com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos da sociedade atual.
Desta forma, o tecnólogo em Gestão Financeira é o profissional responsável pela aplicação
de métodos, técnicas e conceitos financeiros para planejamento de captação e
investimentos dos recursos empresariais, além de criar estratégias para aumento da
competitividade, observando as mudanças econômicas e tecnológicas com vista a otimizar a
aplicação de recursos, subsidiando assim o processo de tomada de decisão da instituição.
Além disso, o tecnólogo em Gestão Financeira realiza a análise das demonstrações
financeiras e elabora estudos de viabilidade atuando de forma coerente com a estratégia da
organização.
O curso foi estruturado em sistema de ciclos e módulos, nos quais o aluno vai
desenvolvendo habilidades e competências específicas no transcurso de cada fase. Tratase de uma estrutura modular, sendo dividida em dois ciclos. Cada ciclo é composto por dois
módulos e foi pensado de forma a permitir o rápido ingresso do aluno na carreira de gestor
financeiro, pois a partir do 1º módulo já lhe é possível atuar na área. O primeiro ciclo tem o
objetivo de trabalhar competências conjunturais, que leva o egresso a entender a
organização, o mercado, os fundamentos iniciais da gestão financeira, além de legislação
comercial e tributária, contabilidade básica e técnicas iniciais requeridas para um gestor
financeiro. Essas competências permitirão ao egresso atuar como Auxiliar ou Assistente de
Gestão Financeira. Já o segundo e último ciclo tem como objetivo, através dos módulos que
o compõem, instrumentalizar o egresso nas ferramentas avançadas de Gestão Financeira,
permitindo ao final, a formação plena do egresso. O mesmo poderá atuar a partir das
competências adquiridas neste ciclo, como Analista e Gerente ou ainda consultor ou auditor
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página35
de Gestão Financeira. As competências específicas de cada módulo são:
Módulo 1A – Conhecendo a Organização – são ofertadas disciplinas que permitem o início
da formação do gestor em Gestão Financeira, tendo como foco o desenvolvimento das
habilidades básicas para o entendimento do mercado e da organização.
Desta forma, este módulo deverá proporcionar ao aluno as seguintes competências:

Identificar os modelos de gestão a partir da evolução das teorias administrativas;

Conhecer as funções organizacionais e gerenciais numa perspectiva sistêmica;

Analisar o mercado de forma a identificar oportunidades de negócios conforme as
competências organizacionais;

Compreender os aspectos do comportamento organizacional tendo em vista uma
gestão mais humanizada e participativa;

Desenvolver habilidades para o trabalho em equipe e o relacionamento interpessoal;

Identificar, analisar e reportar problemas;

Analisar cenários internos e externos às organizações;

Selecionar, analisar e interpretar dados para a tomada de decisão;

Examinar sintética e analiticamente as ações referentes à gestão financeira nas
organizações;

Saber ler, redigir e interpretar informações do cotidiano;

Pensar e atuar de maneira interdisciplinar em diferentes cenários.
No módulo 1B – Bases da Gestão Financeira – são ofertadas disciplinas que permitem a
complementação da formação do gestor em Gestão Financeira, tendo como foco a
formação dos pilares da Gestão Financeira: matemática financeira, finanças corporativas,
estatística, contabilidade, direito comercial e tributário e uma visão interdisciplinar do papel
competências:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página36
do gestor financeiro. Desta forma, este módulo deverá proporcionar ao aluno as seguintes

Analisar o mercado de forma a identificar oportunidades, ameaças, forças e fraquezas
das organizações;

Aplicar com assertividade ferramentas e técnicas gerenciais para a tomada de decisão
em relação às finanças da corporação;

Identificar os diferentes métodos de juros, descontos, modelos de séries de
pagamentos de empréstimos variados e planos de financiamentos utilizados no
mercado financeiro;

Entender a conjuntura da área de finanças corporativas;

Elaborar pesquisas estatísticas como aporte a análise de cenários;

Analisar cenários internos e externos às organizações;

Selecionar, analisar e interpretar dados para a tomada de decisão;

Influenciar na tomada de decisão;

Identificar, analisar e reportar problemas;

Atuar de maneira empreendedora tanto externa como internamente, ao promover a
análise crítica do mercado de atuação das organizações, identificar oportunidades,
antecipar-se aos acontecimentos e promover transformações significativas;

Entender e aplicar a legislação de forma a assegurar o cumprimento das leis que
regem a organização;

Pensar e atuar de maneira interdisciplinar em diferentes cenários.
No módulo 2A – Finanças de Curto Prazo – são ofertadas disciplinas que permitem a
complementação da formação do gestor de Gestão Financeira, tendo como foco a gestão
financeira no curto prazo. Análise de crédito e cobrança, Gestão de Capital de Giro, Custos
e Formação de Preços, Análise das Demonstrações Financeiras, Orçamento Empresarial,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página37
Análise dos Ciclos de Investimentos de Curto Prazo – TIG, compõe o referido módulo.
Desta forma, este módulo deverá proporcionar ao aluno as seguintes competências:

Selecionar, interpretar e analisar dados gerenciais para a tomada de decisão;

Analisar as demonstrações financeiras e contábeis da organização de modo a criar
estratégias para o aumento da competitividade;

Identificar as melhores soluções na gestão de crédito e cobrança;

Gerenciar os custos e a formação de preços da organização, observando o mercado e
as novas oportunidades;

Realizar e monitorar o orçamento empresarial de curto prazo da organização como um
todo;

Desenvolver e aplicar a ética e a responsabilidade social no contexto organizacional e
mercadológico;

Pensar e atuar de maneira interdisciplinar em diferentes cenários.
No módulo 2B – Finanças de Longo Prazo – Decisões Estratégicas em Finanças – são
ofertadas disciplinas que permitem a formação plena do gestor Financeiro, tendo como foco
a sua atuação como Analista e ou Gerente Financeiro, ou ainda, como consultor e auditor
financeiro. O módulo permite a aquisição de competências que permitem uma atuação
arrojada em busca de maior alavancagem de resultados organizacionais, subsidiando
sobremaneira o processo decisório da organização: Governança Corporativa e Finanças,
Análise Econômica de Investimentos, Avaliação de Empresas, Alavancagem e Estrutura de
Capital, Mercado Financeiro de Capitais, Finanças Internacionais e Gestão de Resultados –
TIG são as disciplinas que compõe o módulo.
Desta forma, este módulo deverá proporcionar ao aluno as seguintes competências:
Selecionar, interpretar e analisar dados gerenciais para a tomada de decisão;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página38


Planejar de maneira estratégica e empreendedora, projetos de negócios e planos de
Gestão Financeira para organizações em geral;

Identificar oportunidades e riscos, compreender as necessidades e estabelecer metas
que promovam o desenvolvimento do negócio;

Atuar no mercado de capitais observando as melhores estratégias para a organização
no que tange ao investimento dos recursos financeiros;

Planejar e implementar ações voltadas para o alcance dos objetivos organizacionais;

Identificar e avaliar novas possibilidades de fusões e aquisições, ampliando o escopo
de atuação da organização;

Realizar e monitorar o orçamento empresarial;

Participar do processo de definição de identidade corporativa, com foco na estratégia e
na estrutura organizacional, visando o fortalecimento das políticas de Gestão
Financeira nas organizações;

Lidar com modelos de Gestão Financeira inovadores e resolver demandas e desafios
organizacionais com flexibilidade e adaptabilidade.

Desenvolver e planejar estratégias de investimentos que tragam o melhor retorno para
a organização;

Conceituar, compreender, identificar e selecionar diferentes estratégias de precificação
em Gestão Financeira;

Pensar e atuar de maneira interdisciplinar em diferentes cenários.
Dentre os módulos ofertados, o primeiro módulo do curso contempla especificamente a
disciplina Leitura e Produção de Textos, que trata, entre outros assuntos, das relações
étnico-raciais, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página39
Resolução CNE/CP, nº 1/2004.
No módulo 1B, tanto a disciplina Direito Comercial quanto o Trabalho Interdisciplinar de
Graduação II tratam, entre outros assuntos, da educação ambiental, à luz do que propõe a
Resolução n˚ 02 de 15 de junho de 2012. Mas vale ressaltar que a temática é foco
transversal nos cursos do Centro Universitário de Belo Horizonte, pois, não há como
dissociar as práticas de sustentabilidade de todas as discussões empreendidas na
comunidade acadêmica.
Conforme Resolução CNE º 1/2012, as questões sobre os Direitos Humanos estão
alocadas de forma transversal no currículo, sendo discutidas nas disciplinas da área de
ciências humanas e norteando os conteúdos e atitudes ensinados nas disciplinas de todos
os módulos, sendo contempladas principalmente nos Trabalhos Interdisciplinares de
Graduação - TIG.
Empreendedorismo e tecnologia da informação é tratado de forma transversal no curso,
uma vez que entendemos sua relevância e importância na concepção de cada disciplina que
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página40
compõe a estrutura curricular do curso.
ESTRUTURA CURRICULAR
CICLO 1
DISCIPLINA
Marketing
Teorias da Administração
Economia
A
Comportamento Organizacional
Leitura e Produção de Textos
TIG I: Diagnóstico Organizacional
Total
MÓDULO
DISCIPLINA
Direito Comercial e Tributário
Estatística
Contabilidade
B
Matemática Financeira
Finanças Corporativas
TIG II: Finanças corporativas e papel do gestor financeiro.
Total
CICLO 2
MÓDULO
DISCIPLINA
Análise de Crédito e Cobrança
Gestão de Capital de Giro
Custos e Formação de Preços
A
Análise de Demonstrativos Financeiros
Orçamento Empresarial
TIG III: Realizar analise do ciclo de investimento de curto prazo
Total
MÓDULO
DISCIPLINA
Governança Corporativa e Finanças
Análise Econômica de Investimentos
Avaliação de Empresas
B
Alavancagem e Estrutura de Capital
Mercado Financeiro e de Capitais
Finanças Internacionais
TIG IV: Gestão de Resultados
Total
CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
MÓDULO
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Estas horas vão além da carga horária mínima prevista
para o curso, nos termos do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia)
Nivelamento de Língua Portuguesa - 96 h/a
Nivelamento de Matemática - 96 h/a
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
LIBRAS – Optativa
Carga horária total do curso incluindo a disciplina optativa LIBRAS
15
CH = Carga Horária.
16
CR = Crédito, que equivale a 20 semanas.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
CH15
CR16
80 h/a
4
80 h/a
4
80 h/a
4
80 h/a
4
40 h/a
2
136 h/a
6
496 h/a 24
CH
CR
80 h/a
4
80 h/a
4
80 h/a
4
80 h/a
4
40 h/a
2
136 h/a
6
496 h/a 24
CH
40 h/a
80 h/a
80 h/a
80 h/a
80 h/a
136 h/a
496h/a
CH
40 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
80 h/a
40 h/a
136 h/a
496 h/a
1.984 h/a
CR
2
4
4
4
4
6
24
CR
2
4
2
4
4
2
6
24
192 h/a
2.176 h/a
40 h/a
2.216 h/a
Página41
3.2.2.
3.2.3.
CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS
As ementas e programas das unidades de estudo são periodicamente avaliados e revisados
com o efetivo apoio do NDE - Núcleo Docente Estruturante do curso e submetidos à revisão
pelo COLEC - Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, para
deliberação, e pelos professores responsáveis pelas disciplinas, no intuito de promover, se
necessário, os devidos ajustes. Esse trabalho tem como pressupostos:
1)
Percepção dos professores com relação às dificuldades ou necessidades de ajustes
com base nas aulas ministradas;
2)
Avaliação Institucional dos alunos com relação ao conteúdo ministrado;
3)
Necessidade de adequação mediante mudanças ou novas tecnologias relacionadas às
mídias (digital, impressa ou eletrônica).
As ementas das disciplinas que compõem o curso encontram-se no anexo 1, ao final deste
projeto.
3.3. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO
3.3.1.
TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO (TIG)
Em fevereiro de 2009, foi realizada uma reestruturação curricular nos cursos ofertados pelo
Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH com a inclusão da disciplina Trabalho
Interdisciplinar de Graduação – TIG, como forma de promover a interdisciplinaridade dentro
e fora da sala de aula. Na Resolução do CEPE n. 1, de fevereiro de 2009, foram aprovadas
as normas para a disciplina acima citada para os cursos de bacharelado, licenciatura e
tecnologia do UNIBH.
A disciplina TIG é uma proposta de prática de caráter interdisciplinar cujo tema está
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página42
diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e globais) e competências
do curso e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de modo a
corroborar a formação profissional, humana e cidadã dos alunos da Instituição, ajudando-os
na sua inserção político-social. Adota, ainda, como princípio, o papel ativo dos estudantes
na construção do conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais
importante que o próprio saber.
A inclusão da disciplina na estrutura curricular dos cursos do UNIBH vem propiciar, através
da elaboração coletiva e da troca de experiências necessárias à sua realização, uma
constante avaliação e revitalização dos processos de ensino e aprendizagem, levando os
professores a se organizarem para planejar suas ações, avaliar suas consequências e
replanejá-las. Os alunos trabalham de forma sistemática, organizada e solidária em grupos,
tanto em sala de aula quanto em outros espaços de aprendizagem, visando construir sua
autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional.
O trabalho é desenvolvido em todos os períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares
contemplem a disciplina TIG. Para tal, os alunos serão orientados pelo professor da
disciplina sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho
interdisciplinar, estabelecidas no Manual do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG.
(Ver anexo 2). Os TIG devem estar sempre em conformidade com os Planos de Ensino
indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares.
Os TIG são desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo 3 e de no máximo 8
alunos participantes, sem interferência prévia dos professores e coordenadores de curso,
tanto na composição dos grupos quanto na manutenção de seus membros, cabendo aos
alunos a responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para
com suas atividades acadêmicas.
Todos os trabalhos são elaborados a partir de atividades em classe, sob orientação do
professor de TIG, com a coorientação dos demais docentes das disciplinas que compõem o
módulo ou período. Atividades de estudo e pesquisas realizadas fora de sala de aula
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página43
ocorrem de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade para cada turma.
O produto final do TIG, correspondente à modalidade e ao tema/eixo específico para cada
turma, constará de um documento final escrito, com estrutura textual e formatação gráfica
de acordo com normas estabelecidas. Este produto final resultará numa apresentação oral a
uma banca examinadora, durante o “Circuito Acadêmico”.
3.3.1.1.
CIRCUITO ACADÊMICO
O Circuito Acadêmico, por sua vez, é um evento que proporciona a integração dos cursos,
num evento que coroa todos os esforços dedicados por nossos alunos durante o semestre
letivo e evidencia todo potencial científico e tecnológico da Instituição, demonstrando, assim,
nossa qualidade acadêmica.
O Circuito Acadêmico acontece na Cidade do Conhecimento (galpão do bloco C – Campus
Estoril), um local idealizado para promover a integração dos vários cursos e áreas de
conhecimento. Além de apresentar às empresas e à comunidade os produtos finais dos
Trabalhos Interdisciplinares de Graduação (TIG) e Programas de Ação Social (PAS), o
evento representa uma importante oportunidade de aproximação com o mercado, tendo em
vista que os estandes são visitados por empresas que podem se interessar pelos projetos,
realizando propostas aos alunos envolvidos.
Fonte: Própria – Maio/2014
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página44
Figura 6 – Circuito Acadêmico - UNIBH
3.3.1.2.
APLICATIVO CIDADE DO CONHECIMENTO
O aplicativo desenvolvido para a Cidade do Conhecimento (Circuito Acadêmico do UNIBH)
traz facilidade e comodidade para os participantes do evento. Com ele, todos são capazes
de ter a programação e a localização das atrações na palma da mão. Alguns dos exemplos
de informações sobre as atrações do evento são: horário, integrantes do grupo, local, dentre
outros. A consulta pode ser feita pelo nome do aluno, professor, orientador, tema do
trabalho e mais.
3.3.1.3.
APLICATIVO TIGÔMETRO
O aplicativo Tigômetro foi criado com o objetivo de mostrar a todos como se realizam as
apresentações dos Trabalhos Interdisciplinares de Graduação dos alunos, mostrando
informações básicas, como o tema abordado, a descrição e os membros do grupo, podendo
também avaliar o tema e deixar comentários.
3.3.2.
MONITORIA
O Programa de Monitoria tem os seguintes objetivos principais:
1)
Motivar os monitores e demais alunos nos estudos das disciplinas, objetivando a
redução dos níveis de evasão no curso;
2)
Propiciar o surgimento e florescimento de vocações para a docência e a pesquisa,
além de promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes.
Além dos monitores bolsistas, remunerados com recursos orçamentários do UNIBH, outros
alunos podem se integrar o programa, na condição de monitores voluntários. As disciplinas
em que os monitores geralmente atuam, desde que, aprovados e com bom rendimento nas
mesmas, constituem a base indispensável ao preparo dos alunos do curso para o
prosseguimento e o aprofundamento dos seus estudos no campo específico do curso.
outras iniciativas, objetivando incrementar a formação de nosso aluno.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página45
Evidencia-se a necessidade de que seja fortalecida a atividade de Monitoria, ao lado de
O horário de monitoria para o atendimento dos alunos dos turnos diurno e noturno é
ofertado nos horários em que os alunos não estiverem em sala de aula, por exemplo, de 16h
às 19h, de segunda a sexta, e aos sábados no período da tarde, para os alunos do turno da
noite.
A seleção dos monitores é feita, após a abertura de um edital, por três professores da
disciplina através de entrevista, análise curricular e do Histórico Escolar.
3.3.3.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO (ACG)
De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, as Atividades
Complementares não são obrigatórias para esses cursos, mas são oferecidas pela
Instituição em por meio do Programa de Aprendizagem Adaptativa, o referido programa
perfaz um total de 192h/a. Esse programa é realizado em uma plataforma, que oferece
questões ao aluno de forma personalizada a partir de mapeamento realizado já no Processo
Seletivo – Vestibular. É importante ressaltar que a carga horária das Atividades
Complementares dos cursos de tecnologia excede a carga horária mínima do curso exigida
no catálogo.
3.3.4.
PESQUISA E EXTENSÃO
Para cumprir sua missão, o UNIBH promove atividades de extensão que têm como objetivo
proporcionar interação transformadora entre a Instituição e a comunidade na qual está
inserida, integrando os saberes e buscando o desenvolvimento social. Isto pressupõe ações
junto à comunidade que produzem um novo conhecimento, a ser trabalhado e articulado
com o ensino. Assim, a extensão universitária é entendida como um sistema aberto de
realimentação do processo de formação superior.
A extensão é necessária para que a comunidade acadêmica conheça o mundo externo do
campus, e para que a comunidade externa conheça o mundo acadêmico. Esta convivência
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página46
com o pensamento não acadêmico é uma condição para que aconteça o avanço do
pensamento dentro do ambiente universitário, pois, a partir deste contato, a pesquisa e o
ensino poderão ser mais incisivos.
As ações de extensão devem primar pela formação humana, sociopolítica e ambiental,
expandindo seu caminho para a questão social, de gênero, étnico-racial e cultural por meio
da interação com a sociedade, tendo-se sempre a preocupação de avaliar como o UNIBH
tem atendido às necessidades desta sociedade junto à qual está atuando.
As ações de extensão acontecem nas seguintes modalidades: programas, projetos, cursos,
eventos, prestação de serviços, publicações, desenvolvimento tecnológico em parceria com
o setor produtivo e outros produtos acadêmicos que se fizeram necessários para satisfazer
às necessidades da população e da região e encontram-se registrados em uma pasta
específica de atividades de extensão arquivada junto à coordenação do curso.
Essas ações disciplinares, multidisciplinares ou interdisciplinares possibilitam estabelecer
uma relação dinâmica entre a Instituição e o contexto social, permitindo:

A construção da cidadania individual e profissional do estudante, por meio do
conhecimento e da interação com situações desafiadoras da realidade social;

A “problematização” como atitude de interação com a realidade e aproximação da
teoria com a prática;

Desenvolvimento de uma atitude tanto questionadora quanto proativa diante dos
desafios impostos pela realidade social;

O estímulo dos processos de aprendizagem em temáticas relevantes para a
comunidade, por meio da articulação entre a produção do conhecimento e o

A elaboração de diagnóstico e planejamento de ações de forma participativa;

O acesso universal e contínuo a serviços sociais de qualidade, caracterizados como a
porta de entrada inicial e de fácil entendimento à população;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página47
desenvolvimento social;

O desenvolvimento de relações de vínculo e responsabilização entre as equipes de
trabalho e a população garantindo a continuidade das ações sociais e a permanência
do cuidado;

A valorização dos profissionais envolvidos, que são exemplo para os estudantes em
formação, por meio do estímulo e do acompanhamento constante de suas atividades
desenvolvidas.
Todas as modalidades de extensão poderão ser desenvolvidas a partir de áreas temáticas:
Ambiente e Sustentabilidade; Educação; Saúde; Direitos Humanos e Justiça; Tecnologia e
Produção; Economia e Administração. Deve-se ressaltar que cabe aos projetos de extensão
procurar colaborar com o desenvolvimento cognitivo da população. Os princípios basilares
da extensão destacam que para se formar um profissional cidadão é imprescindível sua
efetiva interação com a sociedade, para se situar historicamente, se identificar culturalmente
ou para referenciar sua formação com os problemas que um dia terá́ que enfrentar. Os
extensionistas têm contribuído para a superação das desigualdades sociais buscando
soluções para demandas que se apresentam no dia-a-dia, utilizando a criatividade e
inovações resultantes do trabalho acadêmico. A extensão tem dado novos horizontes,
experiências e esperanças para buscar a formação de um bom profissional.
Além de projetos de extensão, cursos de extensão de curta duração são ofertados aos
alunos
como
complementação
da
formação
acadêmica
(http://www.unibh.br/extensao/cursos-de-curta-duracao). A cada semestre são oferecidos
diferentes cursos nessa modalidade.
Em relação à pesquisa, são classificadas como Atividades de Pesquisa na Graduação:
todas as ações coordenadas por professores do UNIBH e desenvolvidas por grupos de
alunos da graduação, em nível de Iniciação Científica, tendo como objetivo organizar
informações, responder questionamentos ou ampliar a compreensão em determinada área
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página48
do conhecimento.
3.4.5.
AUTOAVALIAÇÃO
O modelo de autoavaliação do UNIBH foi elaborado com base nas diretrizes do Sistema
Nacional de Avaliação do Ensino Superior – SINAES, instituído pela Lei 10.861/2004, por
meio da Comissão Própria de Avaliação - CPA.
A CPA elaborou o projeto de avaliação da Instituição com base nas 10 dimensões previstas
pelo SINAES. A avaliação ocorre semestralmente sob a responsabilidade da Comissão
Técnica de Avaliação Institucional – COTAVI, do UNIBH.
O processo de autoavaliação do UNIBH é composto por cinco fases que, de forma
encadeada, devem promover o contínuo pensar sobre a qualidade da Instituição:
sensibilização, execução da autoavaliação, análise dos resultados, elaboração do relatório
final e discussão do relatório com a comunidade acadêmica.
Os objetivos traçados para a Avaliação Institucional só serão atingidos se houver uma
participação efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, é de fundamental importância a
primeira fase do processo que é a sensibilização. A sensibilização tem início,
aproximadamente, um mês antes da data definida no calendário escolar para aplicação dos
instrumentos e envolve primeiramente os Diretores de Institutos e Coordenadores de Curso.
A seguir, os docentes e funcionários técnico-administrativos e, por fim, a comunidade
discente. A versão dos modelos específicos é amplamente divulgada e apresentada aos
respectivos coordenadores (acadêmicos e administrativos) em seus campi e setores para
deliberação.
Com o objetivo de gerar comprometimento com o processo de autoavaliação, são utilizados
meios formais de comunicação com todas as áreas que serão avaliadas e se avaliarão,
sendo que as ações de comunicação são: carta ao líder do setor administrativo ou
acadêmico, e-mails, cartazes informativos e pop-up no site da Instituição e no sistema on-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página49
line (professor, aluno e funcionário).
A sistemática de apuração dos resultados contempla os múltiplos recortes da avaliação:
quanto à metodologia (quantitativa e qualitativa); quanto ao foco (formativo e somativo);
quanto à instância (interna e externa); quanto aos objetivos, a tomada de decisão, o mérito e
a construção coletiva.
Assim, a análise dos resultados da Avaliação Institucional, embora da competência da
Comissão Própria de Avaliação – CPA, não deve se restringir aos seus membros. Do ponto
de vista operacional, a Comissão Técnica de Avaliação Institucional - COTAVI oferece o
apoio operacional necessário no tratamento dos dados, o que mostra o interesse da
Instituição na Avaliação Institucional como ferramenta privilegiada para orientação dos
processos de planejamento e gestão da Instituição.
Do ponto de vista humano, o processo de autoavaliação corre o risco de não conseguir
traduzir todas as percepções de seus atores; por isso, é necessário que, mesmo durante a
elaboração dos resultados, sejam colhidas novas percepções que contribuam para a melhor
interpretação dos resultados encontrados.
A divulgação dos resultados acontece, inicialmente, com a apresentação dos dados em
reunião que envolve a reitoria e os respectivos setores avaliados. Já para os resultados da
avaliação que envolve docente, discente e coordenadores de curso são afixados cartazes
com os dados gerais da instituição nas salas de aula e no site. Os Coordenadores de Curso
discutem os resultados de cada curso nas reuniões com os representantes de turma.
No processo de divulgação, a CPA procura sempre abrir o canal de comunicação com a
comunidade acadêmica a fim de apurar as críticas e sugestões para o aprimoramento do
modelo de avaliação institucional, incorporando sugestões de melhorias coletadas durante a
autoavaliação.
De acordo com o PDI, a Avaliação Institucional do UNIBH tem por finalidade principal a
análise dos processos acadêmico-administrativos, de modo a possibilitar nova tomada de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página50
decisão, com vistas ao aperfeiçoamento e fortalecimento institucional.
Considerando a missão do UNIBH, constata-se que a finalidade da Avaliação Institucional
avança para além do formalmente expresso. A meta principal é a criação de uma cultura de
avaliação por meio:

da reavaliação permanente, visando ao aperfeiçoamento da própria metodologia de
avaliação;

da prudência, clareza e ética como valores norteadores da ação avaliativa;

da sensibilização e do envolvimento permanentes da comunidade acadêmica;

da agilidade e simplicidade, tanto nas abordagens quanto na divulgação dos
resultados;

da mobilização para o compromisso da construção coletiva de um modelo institucional
que atenda às expectativas das comunidades interna e externa.
A avaliação colabora para que as reflexões de todas as atividades desenvolvidas no âmbito
da Instituição levem ao aperfeiçoamento e às mudanças, nas diferentes esferas,
possibilitando à sua comunidade a apreciação e a participação na gestão universitária e a
melhoria do desempenho acadêmico, particularmente na relação pedagógica.
Para que a avaliação não se transforme em instrumento de punição, por deter informações
que desvelam os problemas, é necessário haver, continuamente presente, a visão da
autonomia universitária, preocupada com a qualidade do ensino, com a perspectiva do
crescimento humano, com a descoberta do saber científico e com a sociedade, no
desenvolvimento de seus programas de extensão. A avaliação universitária deverá propor
mudanças para o crescimento.
O Processo de Avaliação Institucional do UNIBH foi instituído em 1998, antes do
credenciamento, objetivando o aprimoramento das gestões pedagógica e administrativa,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página51
com vistas à melhoria da qualidade do aluno durante o curso.
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira passa por avaliações institucionais
semestrais, nas quais os alunos avaliam os professores, os professores avaliam a
coordenação e a coordenação avalia os professores e os professores avaliam os alunos, a
fim de identificar questões relativas à didática, metodologia, entre outras. Os resultados das
avaliações são amplamente divulgados através de comunicação digital, em reuniões
presenciais e na sala de aula.
3.4.6.
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
Após a divulgação dos resultados, as coordenações de curso e os setores administrativos
avaliados elaboram seus planos de ação a partir das fragilidades apontadas na avaliação.
Na área acadêmica, os cursos contam com a participação efetiva de seus respectivos
Núcleos Docentes Estruturantes para a elaboração de seus planos, que são direcionados à
CPA para conhecimento e divulgação.
A IES também possui planejamento e execução efetivos de ações acadêmicoadministrativas em função dos resultados obtidos nas avaliações externas (reconhecimento,
ENADE e outras). Estas ações contam com a participação dos docentes do curso em
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página52
conjunto com o NDE. As práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas.
4.
CORPO DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO
4.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e
regulamentados na forma do Estatuto e no Regimento do UNIBH, disponíveis na intranet da
Instituição para consulta de toda comunidade acadêmica e constam ainda nos seguintes
documentos:

Projetos Pedagógicos dos Cursos;

Projeto Pedagógico Institucional (PPI);

Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
4.1.1.
COORDENAÇÃO DO CURSO
De acordo com a Resolução do UNIBH nº 3, de 22/12/2009, a política de seleção de
Coordenadores de Curso é de responsabilidade da Reitoria e da Gestão de Pessoas. No
Estatuto do UNIBH, são definidas todas as competências dos coordenadores no âmbito de
cada curso.
4.1.2.
COLEGIADO DO CURSO (COLEC)
Conforme o Estatuto do UNIBH, o COLEC, órgão de natureza deliberativa, normativa e
consultiva da gestão pedagógica do UNIBH, é constituído pelos seguintes membros:
I.
O coordenador do curso, seu presidente, que tem voto de qualidade e comum;
II.
5 (cinco) representantes dos professores do curso, eleitos para mandato de 2 (dois)
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página53
anos, na forma deste Estatuto e do Regimento;
III.
1 (um) representante do corpo discente do curso, indicado pelo DA ou CA para
mandato de 1 (um) ano, vedada a recondução imediata; em caso da inexistência
desses órgãos, o membro será eleito pelos representantes de turma.
As atribuições do COLEC são aquelas constantes no Estatuto.
4.2. CORPO DOCENTE: PERFIL
O corpo docente do curso de Gestão Financeira é composto de professores que possuem
titulação obtida em Programas de Pós-graduação strictu sensu, sendo que, dentre estes,
69% são mestres e 19% são doutores, contratados em regime de tempo integral/parcial. Os
professores têm em média 10 anos de experiência em docência no ensino superior. (ver
composição do quadro docente no anexo 4).
4.2.1.
PERFIL DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Gestão Financeira pode ser definido como um
conjunto de professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral ou
parcial, que respondem, de forma mais direta, pela criação, implementação e consolidação
do Projeto Pedagógico do Curso, além de realizarem sua permanente atualização (ver
composição do quadro docente no anexo 3).
4.2.2.
IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO
A Política de Capacitação Docente do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH visa a
fomentar e a incentivar as atividades de formação, capacitação, aprimoramento e aplicação
dos professores que compõem o Corpo Docente da Instituição.
A proposta de capacitação do corpo docente do UNIBH está em consonância com o Plano
propostas. Além disso, normatiza, estimula e estabelece políticas de fomento ao ensino, à
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página54
de Desenvolvimento Institucional (PDI), com a missão da IES e com as demais políticas
pesquisa e à extensão, como atividades fundamentais para o crescimento acadêmico da
Instituição, com reflexos inexoráveis à comunidade.
O objetivo da Política de Capacitação de Docentes no âmbito do Curso de Gestão
Financeira do UNIBH é o de promover a melhoria da qualidade das funções de ensino,
pesquisa, extensão e gestão da Instituição, por meio de cursos de pós-graduação,
encontros, seminários, educação continuada e atualização profissional, oportunizando a
seus
professores
condições
de
aprofundamento
e/ou
aperfeiçoamento
de
seus
conhecimentos didáticos, científicos, tecnológicos e profissionais.
São objetivos específicos da Política de Capacitação Docente:

Desenvolver a rotina de capacitação institucional, visando estabelecer uma constante
educacional que contribua com a otimização do corpo docente e a consolidação dos
princípios pedagógicos institucionais;

Fomentar e incentivar a participação dos professores da Instituição em atividades
internas e externas de formação, capacitação e aprimoramento;

Normatizar e operacionalizar a participação oficial de docentes da Instituição em
cursos internos e externos, desde que os mesmos sejam de interesse institucional.
A IES entende que a Política de Capacitação Docente deve possuir um caráter permanente,
buscando a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, a
Instituição promove ininterruptamente as seguintes ações:
SEMANA DE PLANEJAMENTO E REFLEXÃO PEDAGÓGICA
No início de todo semestre letivo, é realizado um evento interno com todos os docentes
para: planejamento pedagógico, discussão e reflexão da prática docente, reuniões e
discussão das atividades docentes, avaliação docente, apresentação do plano de ensino e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página55
plano de aula e demais atividades pedagógicas.
EVENTO DE CAPACITAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Na Semana de Planejamento Pedagógico é realizado, pela Instituição, um evento interno
com todos os docentes, no formato de Encontro, Seminário, Simulação ou Prática, Palestra,
Discussão ou Debate, Depoimentos, entre outros, tendo como objetivo claro atender a uma
demanda ou carência didático-pedagógica. Para tais eventos, o UNIBH poderá convidar
professores da própria Instituição ou mesmo professores de notório conhecimento regional
ou nacional.
Figura 7: Capacitação Didático-pedagógica – UNIBH – Interdisciplinaridade na Educação
Fonte: Própria – Fevereiro/2014
CAPACITAÇÕES EVENTUAIS
Eventualmente, diante de necessidades específicas, a coordenação do curso poderá
solicitar a capacitação e o treinamento do corpo docente, a fim de se manter a alta
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página56
performance no processo de aprendizagem de nossos alunos.
4.2.3.
CRITÉRIOS DE ADMISSÃO
4.2.3.1.
DO PROVIMENTO INTERNO
Conforme o Plano de Carreira Docente do UNIBH, para o preenchimento de vagas
existentes os órgãos competentes (Núcleo Acadêmico e Gestão de Pessoas) deverão
instalar Processo de Provimento Interno de Vagas, de acordo com normas e procedimentos
da Reitoria.
O Processo de Provimento Interno de Vaga será divulgado por intermédio de edital
publicado nos meios eletrônicos de dados da Instituição. Será constituída Comissão de
Seleção conforme definido no instrumento convocatório. De acordo com a necessidade,
poder-se-á instalar o Processo de Provimento Externo por intermédio de edital publicado
nos meios de comunicação, a critério da Reitoria.
4.2.3.2.
DO PROVIMENTO EXTERNO
O ingresso no corpo docente do UNIBH far-se-á, preferencialmente, por processo seletivo
no nível da categoria correspondente ao de sua titulação: Assistente I, Assistente III e
Professor Adjunto I.
O Assistente é a categoria de enquadramento inicial de professor especialista e mestre:
para ingresso como Professor Assistente I exige-se formação mínima de pós-graduação lato
sensu e, para ingresso como Professor Assistente III, a formação mínima de mestre. Adjunto
é a categoria de enquadramento inicial de professor com grau de doutor, podendo ser
ocupado por professor mestre através de progressão funcional; para ingresso como
Professor Adjunto I exige-se formação mínima de doutor.
4.2.4.
PLANO DE CARREIRA
Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) do UNIBH, em 2009, e homologado pela
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página57
O Plano de Carreira Docente em vigor foi reestruturado e aprovado pelo Conselho de
Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, por meio dos
despachos do superintendente nos 12 e 13, de 14 de maio de 2009. O ato foi publicado no
Diário Oficial da União nº 92, de 18 de maio de 2009, seção 1, p. 110.
4.2.5.
POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE
Para que possam modernizar suas práticas pedagógicas (nas quais se incluem também as
práticas avaliativas), investigar metodologias inovadoras de aprendizagem e cumprir sua
função de facilitadores das aprendizagens dos alunos, os professores passam por
processos contínuos de formação e de capacitação, oferecidos pela própria Instituição. As
exigências
institucionais
de
competências
renovadas;
maior
qualificação;
atitude
interdisciplinar; utilização de novas tecnologias de comunicação e informação; domínio do
conhecimento contemporâneo e aplicação desse conhecimento na solução de problemas;
capacidade de integrar os conteúdos de sua disciplina com os conteúdos de outras
disciplinas e com o contexto curricular e histórico-social têm colaborado para a reformulação
das concepções sobre a formação de docentes no ensino superior.
4.3. ATENÇÃO AOS DISCENTES
4.3.1.
ATENDIMENTO AO ALUNO
O atendimento aos discentes é dado pelo coordenador do curso, em períodos alternados
para melhor atender os alunos.
4.3.2.
CENTRAL DE CARREIRAS E MERCADO DE TRABALHO
A Central de Carreiras e Mercado de Trabalho do UNIBH desenvolve atividades com o
objetivo de promover a aproximação dos alunos entre o mundo acadêmico e o empresarial,
o que possibilita o amadurecimento e o desenvolvimento dos discentes nas atividades de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página58
aprendizagem de cunho social, profissional e cultural.
O setor desenvolve vários projetos e realiza atividades diversificadas com foco na carreira e
no percurso acadêmico do discente. É também responsável pelos programas de estágio
interno e externo, monitoria de disciplinas, liderança discente e apoio à prática do serviço
voluntário em empresas parceiras. Realiza, ainda, dinâmicas para processos seletivos,
workshops, palestras sobre mercado de trabalho, orientações sobre perfil e postura
profissional, currículo e ética organizacional que enfocam, principalmente, motivação para a
aprendizagem e o desenvolvimento de competências.
É com esse propósito que o UNIBH busca a excelência na formação integral de seus
alunos, enquanto pessoa, cidadão e profissional, e os prepara para a inserção ativa na
sociedade.
4.3.3.
CENTRO DE ATENDIMENTO AO ALUNO (CAA)
O CAA é a área responsável pelas informações, registros e encaminhamento das
solicitações do aluno, sobre os serviços de crédito universitário, Financiamento Estudantil
(Fies), ProUni, mensalidades, recolhimento de taxas (histórico, multa de biblioteca,
certificados e declarações, entre outras) e emissão de segunda via de boletos de
pagamento (boletos de mensalidades e/ou taxas). O atendimento presencial é realizado das
9h às 21h, de 2ª a 6ª feira.
4.3.3.1
REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO
A Secretaria Acadêmica é o órgão administrativo-acadêmico mais próximo do aluno para
seus contatos com a Instituição e para informações sobre sua vida escolar. Cabe à

Executar a matrícula dos alunos calouros;

Controlar e acompanhar a rematrícula dos alunos veteranos;

Expedir históricos escolares, atestados, certidões e declarações;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página59
Secretaria:

Receber e encaminhar processos;

Confeccionar e registrar os diplomas na forma da lei;

Outras matérias de interesse acadêmico.
4.3.3.2.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
O atendimento pode ser feito por telefone, por e-mail ([email protected]), via sistema
online ou pessoalmente, sempre das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, exceto na pósgraduação que atende de segunda a sexta-feira de 10h às 21h30min.
4.3.4.
TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO
O setor de BOLSAS E FINANCIAMENTOS (www.unibh.br/credito-estudantil) funciona junto
ao CAA, sendo responsável por questões relacionadas às bolsas, tais como Programa
Universidade para Todos - ProUni (www.unibh.br/graduacao/bolsas-e-descontos), Bolsas
Sindicais (SAAE-MG e Simpro-MG) e crédito estudantil (UNIBH Juros Zero e Financiamento
Estudantil – FIES).
A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas:

Programa Universidade para Todos - ProUni;

Educa+Brasil;

Educafro;

Sindicato dos Auxiliares Administrativos de Minas Gerais (Saae-MG);

Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-MG);

Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página60
Temos ainda os financiamentos:

Crédito PraValer
O regulamento para a participação nesses benefícios está disponibilizado nos órgãos
competentes da Instituição ou através do site da Instituição www.unibh.br onde o aluno
encontra as informações sobre inscrições, documentação necessária, datas, percentual de
desconto, entre outras.
4.3.5.
CENTRAL DE OUTRAS CAPTAÇÕES – COC
A Central de Outras Captações – COC é responsável pelo recebimento, protocolo e
resposta às solicitações dos alunos envolvidos em processos de transferência, obtenção de
novo título, reingresso, destrancamento, reopção de curso, aproveitamento de estudos e
disciplinas isoladas.
4.3.6.
INTERCÂMBIOS
Em relação ao INTERCÂMBIO ESTUDANTIL, o UNIBH entende que diferentes espaços
além da própria estrutura física são ambientes de aprendizagem e produção de
conhecimento. Além de participar do Programa Ciência Sem Fronteiras, o UNIBH tem um
programa específico de cooperação técnica com universidades portuguesas, que possibilita
o
intercâmbio
científico
e
cultural
na
área
de
graduação
(http://unibh.br/extensao/intercambio).
4.3.7.
PROGRAMA DE APRENDIZAGEM ADAPTATIVA INDIVIDUAL – ADAPTI
O Nivelamento é uma atividade complementar obrigatória, voltado para todos os alunos
ingressantes nos cursos de graduação, bacharelado ou licenciatura, e tecnológico. Tem a
finalidade de desenvolver as habilidades básicas de raciocínio lógico e interpretação de
textos dos alunos para que tenham um melhor rendimento acadêmico, ofertado através de
duas atividades distintas, Numeramento (Matemática – 96h/a) e Letramento Linguístico
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página61
(Língua Portuguesa – 96h/a).
O nivelamento é realizado através do programa Adapti, uma plataforma de Aprendizagem
Adaptativa Individual que propõe atividades diferentes para cada aluno a partir de suas
respostas às tarefas de aprendizagem. É acessado por meio do SOL – Sistema Online que
possui todas as informações para a realização das atividades.
O funcionamento do Adapti é a partir de uma avaliação prévia (Processo seletivo –
Vestibular), onde são propostas missões de acordo com as habilidades necessárias para
que o aluno possa ter um melhor rendimento no curso escolhido. Para cada missão, são
disponibilizados conteúdos e uma nova avaliação é feita após o seu término. Para alunos
ingressantes pelo Enem, Processo de Transferência ou Obtenção, o próprio sistema indica
questões para medir o conhecimento e, a partir das respostas, designar missões para
aprimorar os conhecimentos do aluno.
Por se tratar de atividade obrigatória e prevista no plano curricular do curso, para obtenção
do diploma o aluno deverá cumprir toda a carga horária prevista. Realizada as atividades no
programa, contabilizam-se automaticamente as horas no plano curricular do aluno. Durante
o período letivo, o ambiente virtual fica disponível para acesso, tendo o aluno até último dia
letivo do semestre para concluir suas atividades.
4.3.8.
NÚCLEO DE ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICO - NOPP
O NOPp está estruturado com Pedagogos e Psicólogos e possui como objetivo geral
atender, em caráter preventivo e atrativo, alunos, professores, funcionários e pais de alunos
em questões psicológicas e educacionais, e, quando necessário, encaminhá-los a outros
serviços.
4.3.9.
NÚCLEO DE RELACIONAMENTO COM O ALUNO
O Núcleo tem como objetivo prestar um atendimento personalizado, pronto para tratar as
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página62
questões acadêmicas, financeiras e outras importantes situações do aluno por meio do
contato telefônico. Busca-se um relacionamento mais próximo aos alunos para tratar suas
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página63
dúvidas e sugestões sobre o dia a dia da instituição.
5.
INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES
5.1. INSTALAÇÕES GERAIS
5.1.1.
ESPAÇO FÍSICO DO CURSO
Os espaços físicos utilizados pelo curso são constituídos por infraestrutura adequada, que
atende às necessidades exigidas pelas normas institucionais, pelas diretrizes do curso e
pelos órgãos oficiais de fiscalização pública. A infraestrutura compõe-se dos seguintes
espaços:
5.1.1.1.
SALAS DE AULA
As salas de aula possuem estrutura física adequada para os usuários e para as atividades
exercidas. Todas as salas possuem boa acústica, iluminação e ventilação artificial e natural.
Os mobiliários são adequados para as atividades; as salas são limpas três vezes ao dia e
dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores.
5.1.1.2.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
As instalações administrativas se caracterizam por apresentarem espaço físico adequado
para os usuários e para as atividades exercidas; todas as salas possuem boa acústica e
iluminação adequada, além de ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são
adequados para as atividades; as salas são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras
em seu interior e nos corredores.
5.1.1.3.
INSTALAÇÕES PARA DOCENTES DO CURSO
As salas de professores do UNIBH compõem-se de espaços para reunião, gabinetes de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página64
trabalho, telefone e computadores conectados à internet.
5.1.1.4.
INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO
As instalações que se destinam às coordenações de cursos são distribuídas pelos campi da
Instituição e interagem diretamente com às secretarias de cada instituto. Os espaços físicos
que alocam a coordenação são adequados para as atividades exercidas. Possui mobiliário e
equipamentos adequados para as atividades acadêmico-administrativas. Cabe ressaltar que
a coordenação conta com local para atendimento individual ao aluno.
5.1.1.5.
AUDITÓRIO
No campus Estoril, o espaço destinado para conferência tem 1703 metros quadrados de
área total e capacidade para aproximadamente 1000 pessoas. O local apresenta iluminação
e ventilação tanto natural como artificial. A acústica é adequada. O mobiliário é suficiente
para as atividades de conferência. Com instalações sanitárias, masculina e feminina, o local
é limpo e varrido uma vez ao dia e dispõe de lixeiras em seu interior e nos corredores.
O campus Lourdes também possui auditório adequado às atividades acadêmicoadministrativas.
O campus Antônio Carlos possui auditório e espaço de convívio onde são realizadas
atividades como fóruns, debates, ciclos, oficinas, dentre outros eventos.
5.1.1.6.
CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Para tratar especificamente da educação dos alunos com deficiência, o primeiro desafio que
temos a vencer é a questão da acessibilidade. Acessibilidade implica vencer as barreiras
arquitetônicas, curriculares e atitudinais.
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Tanto na legislação nacional (Plano Nacional de Educação – Lei nº 10.172/01) quantos na
acessibilidade aos deficientes físicos nas Instituições de Ensino. Para além do que propõe a
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página65
legislação municipal existem metas explícitas para a melhoria das condições de
legislação, por ter a diversidade humana como um valor, o Centro Universitário de Belo
Horizonte - UNIBH assume seu compromisso com a inclusão social, efetuando mudanças
fundamentais não apenas na adequação do espaço físico, mas, sobretudo, no
desenvolvimento de atitudes de sua comunidade, por entender que são as ações concretas
e formativas que efetivamente contribuem para a construção de um novo tipo de sociedade.
Muitas obras e adaptações foram realizadas nas instalações, com vistas a atender as
necessidades de locomoção e conforto das pessoas deficientes, como, por exemplo,
rampas de acesso; banheiros com barras de apoio; pia e espelho adequadamente
instalados; elevadores com cabines amplas e botões de acionamento acessíveis, com
escritas em braile para os deficientes visuais.
ACESSIBILIDADE CURRICULAR E ATITUDINAL
Na perspectiva de se ter a diversidade humana como um valor, é preciso considerar e
defender o direito das pessoas com necessidades especiais ao acesso à educação, o que
significa engajar estudantes, professores e funcionários da IES no propósito de garantia
desse direito. Isso significa que os participantes do processo educativo devem valorizar as
diferenças como fator de enriquecimento pessoal, acadêmico e profissional, removendo as
barreiras para a aprendizagem e promovendo a participação de todos e de cada um, com
igualdade de oportunidades. O princípio fundamental da inclusão e do acesso curricular é
que os alunos devem aprender juntos, apesar das dificuldades ou diferenças que possam
apresentar.
Partindo desse princípio, desde o momento em que os alunos se inscrevem para o
vestibular de acesso aos cursos, o Centro Universitário de Belo Horizonte procura identificar
as demandas de inclusão de alunos com deficiência, oferecendo todas as condições para
que realizem a prova.
Uma vez matriculados, várias ações são implementadas no sentido de garantir a qualidade
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página66
de aprendizagem e de convívio desses alunos no âmbito acadêmico, envolvendo docentes,
discentes e pessoais técnico-administrativo no atendimento às suas necessidades, quando
necessário. Dentre as principais ações, destacam-se:

Identificação e acomodação aos diferentes estilos, formas, interesses e ritmos de
aprendizagem;

Flexibilização ou adaptação do conteúdo, do tempo e da sequenciação de assuntos,
bem como da abordagem didático-metodológica;

Adaptação dos procedimentos de avaliação, pautando-se não apenas pelas limitações
funcionais que o aluno apresenta, mas, principalmente, pela sondagem das suas
potencialidades intelectuais e socioafetivas.
Assim, no Centro Universitário de Belo Horizonte os alunos com deficiência recebem todo e
qualquer apoio extra de que possam precisar, para que lhes seja assegurada uma
aprendizagem efetiva. Reconhecer e responder às diversas necessidades de alunos e
alunas com deficiência é da maior importância para que desfrutem da igualdade de
oportunidades de apropriação do saber, do saber fazer e do saber ser e conviver.
5.1.1.7.
INFRAESTRUTURA DE SEGURANÇA (DE PESSOAL, PATRIMONIAL E PREVENÇÃO DE
INCÊNDIO E DE ACIDENTES DE TRABALHO)
Em 13 de abril de 2004, foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)
que tem por finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, com as
seguintes atribuições: I - identificar os riscos dos processos de trabalho, elaborar o mapa de
riscos, com a participação do maior número de trabalhadores com assessoria do SESMT,
onde houver; II - Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de
problemas de segurança e saúdes no trabalho; III - participar da implementação e do
controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das
prioridades de ação nos locais de trabalho; IV – realizar, periodicamente, verificações nos
ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venha a trazer
riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; V – realizar, a cada reunião, avaliação
do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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riscos que foram identificadas.
Além disso, o UNIBH dispõe de uma infraestrutura que atende satisfatoriamente os critérios
de segurança e inclui os seguintes itens: portarias e postos com ramais e computadores
para controle de acesso, que é feito através de catracas eletrônicas; centrais de alarmes
monitorados pela empresa Semax; grades nas janelas dos setores equipados com maior
volume de equipamentos.
5.1.2.
EQUIPAMENTOS
ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES
O UNIBH oferece aos docentes livre acesso aos equipamentos de informática, possuindo
número suficiente de equipamentos que atende satisfatoriamente as necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os docentes têm acesso aos equipamentos na sala de
professores, bibliotecas e nos laboratórios de informática.
ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS
O UNIBH oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de informática, dispondo de
um número suficiente de equipamentos que atende satisfatoriamente às necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os usuários ainda contam com a ajuda de monitores
nos laboratórios de informática. Cabe ressaltar que todo campus tem acesso à rede
wireless.
RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA
O UNIBH possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada, atendendo
os docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, mediante agendamento antecipado.
Conta com equipamentos como microcomputadores, projetores de vídeo (Datashow),
retroprojetores, projetores de slides, aparelhos de som, gravadores, câmaras digitais,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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filmadoras, televisores, videocassetes, DVD, entre outros.
EXISTÊNCIA DA REDE DE COMUNICAÇÃO (INTERNET)
O UNIBH possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível para todos os
docentes e discentes em todos os campi, por meio de seus laboratórios e terminais
disponibilizados nas bibliotecas e salas dos professores. E, ainda, para todos os
funcionários técnico-administrativos da Instituição.
PLANO DE EXPANSÃO E DE ATUALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
O UNIBH implementa regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e
atualização de equipamentos de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos
matriculados. Em se tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação
do UNIBH conta com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade.
Além disso, a rede da Instituição possui acesso sem fio (Wireless), fornecendo mobilidade e
flexibilidade aos alunos.
5.1.3.
SERVIÇOS
MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS
O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todas as
instalações físicas dos quatro campi. Técnicos especializados nas áreas elétrica, hidráulica,
marcenaria, serralheria, devidamente equipados, fazem manutenções preventivas e
corretivas quando necessárias.
MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DOS EQUIPAMENTOS
O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todos os
equipamentos pela própria equipe de funcionários e quando há necessidade de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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equipamento, a equipe deixa outro no seu lugar até que se conclua o serviço de reparos.
5.2. BIBLIOTECAS
O Sistema Integrado de Bibliotecas é um órgão suplementar do UNIBH, vinculado ao Núcleo
Acadêmico, mantido por verbas incluídas anualmente no orçamento da Instituição, sendo
constituído pelas seguintes unidades:

Biblioteca campus Antônio Carlos;

Biblioteca campus Cristiano Machado;

Biblioteca campus Estoril;

Biblioteca campus Lourdes.

Biblioteca Virtual;
A gestão multicampi das unidades do sistema é exercida por um bibliotecário líder. Cada
unidade possui um bibliotecário líder, responsável pela gestão da unidade a qual está
vinculado. Todos os profissionais bibliotecários são bacharéis em Biblioteconomia,
devidamente registrados no Conselho Regional de Classe.
O sistema é depositário de todo o material bibliográfico e especial e destina-se a prover de
informações o ensino, a pesquisa e a extensão, de acordo com as políticas da Instituição.
Para o bom desempenho de suas funções, observa-se unidade de patrimônio,
administração e racionalidade de organização, com utilização plena de recursos humanos e
materiais.
Todo o sistema segue normas nacionais e internacionais para o desenvolvimento de suas

Regras de controle bibliográfico universal;

Democratização do acesso bibliográfico disponível;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página70
atividades cujos princípios são:

Participação atenta na manutenção da qualidade de informação;

Atualização constante dos canais de comunicação com os órgãos informacionais
nacionais e estrangeiros;

Maximização do uso de equipamentos;

Desenvolvimento de programas permanentes de atualização e aperfeiçoamento de
pessoal para presteza no atendimento aos seus usuários.
O pessoal técnico-administrativo conta com um quadro funcional de auxiliares graduados,
graduandos e com ensino médio completo, conforme a política da Instituição.
5.2.1.
ACERVO - POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO
A aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária localizada no
campus Estoril. Os responsáveis pela indicação e seleção do acervo bibliográfico do UNIBH
são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras constantes no
Plano de Ensino dos cursos que contribuem para o enriquecimento pedagógico. A expansão
e atualização do acervo são contínuas e baseadas no Plano de Ensino dos cursos e de
acordo com a Política de Desenvolvimento de Acervo.
A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponível obedece
a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação – MEC. A atualização acompanha
novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matérias publicadas em jornais e
revistas e a pedidos dos coordenadores e professores. A compra é realizada periodicamente
de acordo com o orçamento disponível para as bibliotecas. A Biblioteca Universitária possui
autonomia sobre as obras a serem adquiridas, quando se tratar de acervo de referência
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página71
(enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares).
5.2.2.
INFORMATIZAÇÃO
As Bibliotecas estão automatizadas com o software Pergamum, programa desenvolvido pela
Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR em conjunto com a Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ. O sistema utiliza o formato
MachineReadableCataloging (MARC)  padrão internacional de catalogação – o Pergamum
permite a importação e exportação de registros com intercâmbio de informações entre
acervos bibliográficos e dispõe de eficientes recursos direcionados para as várias atividades
desenvolvidas em bibliotecas, com destaque para os que favorecem a consulta ao catálogo
por meio das redes internas e da internet.
Associada ao sistema Pergamum, existe uma equipe responsável por gerenciá-lo e, em
função dele, realizar o processamento técnico das novas aquisições, além de coordenar a
catalogação do acervo existente e integrar, de forma condigna, o catálogo coletivo da Rede
Compartilhada Pergamum.
Atualmente, 100% do acervo estão catalogados, com possibilidade de acesso à base de
dados local e acesso remoto, para consulta (autor, título, assunto e pesquisa booleana),
reserva e renovação on-line e demais acompanhamentos do usuário com as informações da
biblioteca.
O Centro Universitário de Belo Horizonte oferece também a Biblioteca Digital (BD), um
sistema informatizado que disponibiliza, em meio digital, títulos universitários. O projeto,
criado em 2014 pela Biblioteca Universitária, em parceria com editoras, tem como intuito
auxiliar nas pesquisas e suprir as demandas informacionais dos alunos da Instituição. As
duas plataformas disponíveis, a Biblioteca Digital Pearson e a Minha Biblioteca, contribuem
para o aprimoramento e aprendizado do aluno. Com diversos recursos interativos e
dinâmicos, a BD permite o acesso à informação de forma prática e eficaz, contando
atualmente com cerca de 8.300 títulos.
professores, funcionários. Seu acesso é disponibilizado pelo Sistema SOL.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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A plataforma está disponível gratuitamente com acesso ilimitado para todos os alunos,
A Biblioteca Digital tem como missão disponibilizar ao aluno mais uma opção de acesso aos
conteúdos necessários para uma formação acadêmica de excelência através de um meio
eficiente, acompanhando as novas tendências tecnológicas. O UNIBH, desta forma, está
comprometido com a formação e o desenvolvimento de um cidadão mais crítico e
consciente.
5.2.3.
ARMAZENAGEM E ACESSO AO ACERVO
O acervo é acondicionado em estantes apropriadas para livros, periódicos e armários para
materiais especiais: vídeos, DVD e CD-ROM. As bibliotecas oferecem livre acesso às
estantes, o que possibilita ao usuário fazer sua escolha de leitura, de forma independente.
Quando necessita de orientação, recebe atendimento personalizado. A iluminação é
adequada para seu funcionamento e em casos de emergência, possui iluminação própria
independente específica para este fim.
Ainda para oferecer total segurança aos seus visitantes, as bibliotecas possuem extintores
de incêndio, e hidrante, além de ser muito bem sinalizada. Contém sensores de alarme
instalados em pontos estratégicos nas Bibliotecas. Para os PCD (Pessoas com deficiência),
as bibliotecas Estoril e Lourdes possuem um único nível, de fácil acesso interno e externo,
com rampa de acesso externo.
A Biblioteca do campus Antônio Carlos possui dois níveis, com acesso especial para o
segundo
nível
com
rampa
e
elevador.
Possui
catálogos
automatizados
de
autor/título/assunto disponíveis para o público, Código de Catalogação Anglo-Americano
(AACR2); classificação bibliográfica pelo CDU - Código de Classificação Universal; tabela de
cutter; etiqueta de lombada e etiqueta de código de barras para leitora óptica; carimbo da
Instituição. As Bibliotecas possuem salas e cabines para estudo individual. O espaço para
estudo em grupo está distribuído na área de circulação de cada biblioteca.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página73
Informatização do acervo: informatizado com possibilidade de acesso local e pela internet.
Empréstimos e Reservas: é informatizado e a circulação do acervo é realizada pelo
gerenciamento do sistema Pergamum, oferecido nas modalidades domiciliar, em sala de
aula, interbibliotecas e entre instituições privadas e/ou governamentais. O empréstimo entre
as bibliotecas do Sistema Integrado UNIBH é solicitado no balcão de atendimento e o
material é enviado via malote. É através do Sistema Pergamum que também é feita a
realização de reservas e renovação de títulos online pela internet.
O prazo regular de empréstimo é de 7 (sete) dias para alunos e colaboradores, e de 15
(quinze) dias para os professores e alunos da Pós-Graduação; exceção feita aos livros de
saúde e ciências biológicas, cujo prazo é de 5 (cinco) dias e livros de literatura, que são
emprestados pelo prazo de 15 dias para qualquer categoria de usuário. O prazo de
empréstimo de teses, DVDs, CD ROMs e fitas de vídeo é de 2 (dois) dias úteis. Os
empréstimos podem ser prorrogados, desde que a obra não esteja reservada. A devolução
de materiais impressos poderá ser efetuada no balcão da biblioteca. O Sistema possui
convênio com outras instituições para o empréstimo entre bibliotecas.
Base de dados eletrônica: a fim de obter informações digitalizadas como citações,
resumos, textos na íntegra, imagens, estatísticas, etc., em assuntos restritos, organizados
para pesquisa e busca rápida de fácil acesso, a Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso
a bases de dados eletrônicas, tais como:

COMUT eletrônico - Serviços de Comutação Bibliográfica com Periódicos e obtenção
de cópias de documentos e artigos através de correio, fax ou por sistema on-line em
bibliotecas nacionais e internacionais.

BIREME - disponibiliza bases de dados com referências de artigos e documentos
científico-técnica em saúde, assim como catálogos coletivos e coleções de bibliotecas.
As bases apresentadas são MEDLINE e o conjunto de bases segue a metodologia
LILACS.

SCIENCE DIRECT: possui 2.700 títulos em várias áreas do conhecimento, nela os
textos estão disponíveis na íntegra e nos computadores dentro do UNIBH não é
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página74
necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados.

SCOPUS - é uma base de dados referencial (abstracts) com mais de 23.000 títulos em
diversas áreas do conhecimento. O acesso nos computadores dentro do UNIBH é
direto e não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de
base de dados.
Periódicos Especializados - Os periódicos designados abaixo encontram-se disponíveis
1.
Revista Consumidor Moderno;
2.
Boletim IOB;
3.
Revista Brasileira de Contabilidade;
4.
Revista Brasileira de Economia;
5.
Revista Capital Aberto;
6.
Revista Conjuntura Econômica;
7.
Revista de Administração da USP – RAUSP
8.
Revista de Administração de Empresas – RAE
9.
Revista DOM;
10.
Revista Gestão RH;
11.
Revista GV Executivo;
12.
Revista Harvard;
13.
Revista HSM;
14.
Revista ISTO É DINHEIRO;
15.
Revista Melhor Gestão de Pessoas;
16.
Revista Mundo Logística;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página75
para consulta no UNIBH, sob forma impressa ou informatizada ou por acesso pela Internet:
17.
Pequenas Empresas & Grandes Negócios;
18.
Revista Profissional e Negócios;
19.
Revista Tecnologística;
20.
Revista Marketing;
21.
Revista Vendamais;
22.
Book Club – HSM
Multimídia: as bibliotecas oferecem salas para multimídia em grupo, equipadas com TV,
vídeo cassete e DVD.
Política de aquisição, expansão e atualização: a aquisição se dá de forma centralizada,
por meio da Biblioteca Universitária Ănima, localizada no campus Estoril. Este setor não tem
autonomia sobre as obras a serem adquiridas, exceto quando se trata de acervo de
referência (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares). Os responsáveis pela
composição do acervo bibliográfico do UNIBH são os coordenadores e professores, que
solicitam a aquisição de obras constantes no Plano de Ensino dos cursos, que contribuem
para o enriquecimento pedagógico. A expansão e a atualização do acervo são contínuas e
baseadas no Plano de Ensino do curso e de acordo com a Política de Desenvolvimento de
Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponíveis
obedecem a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação - MEC. A atualização
acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matéria publicada em
jornais e revistas.
Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: cada início de semestre letivo, a
biblioteca promove visitas orientadas para os alunos novatos, fornecendo-lhes informações
quanto à forma de organização do acervo, serviços oferecidos e uso dos equipamentos e de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página76
fontes de informação.
Quando o usuário necessita de orientação ou ajuda para pesquisa e elaboração de
trabalhos acadêmicos, ele dispõe de um atendimento personalizado oferecido por um
profissional bibliotecário e o suporte bibliográfico de um manual elaborado pela instituição
em conformidade com as normas e o padrão da ABNT.
5.2.4.
SERVIÇOS
Horário de funcionamento: as Bibliotecas dos campi Estoril, Antônio Carlos, Lourdes e
Cristiano Machado funcionam de segunda a sexta-feira das 07h.30MIN. às 22h., aos
sábados das 8 às 14 horas. Durante o período de férias escolares a abre em horário
especial.
Serviços e produtos oferecidos: Acesso do usuário à internet; atendimento personalizado,
bases de dados eletrônicas; normas da ABNT; empréstimo entre bibliotecas de instituições
particulares e governamentais; empréstimos (domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e
especial); orientação para a normalização de trabalhos técnicos, científicos e acadêmicos;
pesquisa ao acervo da biblioteca e pesquisa em base de dados de uso local e remoto;
reservas do acervo; serviço de malote entre as bibliotecas do sistema, serviços de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página77
referência e treinamento para usuários (promoção de visitas orientadas).
REFERÊNCIAS
BARONE, Camila; CRAVEIRO, Paula. Os rumos de um Brasil promissor. IBEF NEWS.
Disponível em: http://www.ricamconsultoria.com.br/Economista-Ricardo-Amorim-preve-crisena-Europa.pdf.pdf. Acesso em: 2 jun. de 2014.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes e dá outras providências. Diário
Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004,
Seção 1, p. 3-4. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10861.htm>.
Acesso em: 1 mar. 2007.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o
estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho –
CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e
o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras
providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília,
DF, 26 set. 2008, Seção 1, p. 3-4.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p. 27.833. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev. 2008.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as
Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página78
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência
ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 3 dez. 2004, Seção 1, p. 2-6.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o
exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação
superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai.
2006, Seção 1, p. 6-10.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.786, de 24 de maio de 2006. Dispõe sobre os
centros universitários e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 6.303, de 12 de dezembro de 2007. Altera
dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o
exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação
superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez.
2007, Seção 1, p. 4.
CENSO
DA
EDUCAÇÃO
SUPERIOR,
disponível
em
http://www.andifes.org.br/wp-
content/files_flutter/1379600228mercadante.pdf. Acessado em 16/08/2014.
CENTRO
UNIVERSITÁRIO
DE
BELO
HORIZONTE,
Belo
Horizonte.
Plano
de
Desenvolvimento Institucional (PDI), 2012-2016. Aprovado pelo Conselho Universitário
(Consun) do UNIBH em 10/12/2012.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Carreira
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página79
Docente (PCD), 2009. Homologado pelo despacho nº 12 do Superintendente Regional do
Trabalho e Emprego em Minas Gerais de 14 de maio de 2009. Publicado no D.O.U, nº 92,
de 18/05/2009, Seção 1, p. 110.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico
Institucional (PPI), 2012. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIBH em
10/12/2012.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Regimento Geral do
Centro Universitário de Belo Horizonte, 2012. Aprovado pelo Conselho Universitário
(Consun) do UNIBH em 18/04/2012.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE. Câmara de Educação Superior – CES.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES.
Disponível
em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&Itemid=86
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COSTA, Geraldo Magela; COSTA, Heloisa Soares de Moura; VEIGA, Fernanda Mesquita;
TALMA, Matheus Marcelo de Pinho. PLANOS DIRETORES E POLÍTICAS TERRITORIAIS:
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http://www.ipardes.pr.gov.br/ojs/index.php/revistaparanaense/article/viewFile/249/654
http://diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=orguel_lanca_loteamento_no_vetor_norte&id=
127184
http://www.atlasbrasil.org.br/2013/
http://www.cidades.ibge.gov.br/painel/painel.php?lang=&codmun=310620
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página80
http://www.pnud.org.br/IDH/Atlas2013.aspx?indiceAccordion=1&li=li_Atlas2013
INSTITUTO MINEIRO DE EDUCAÇÃO E CULTURA UNIBH S/A, Belo Horizonte. Estatuto
Social, 2009. Registrado na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais sob o nº 4179552,
protocolo nº 094933022, em 18/08/2009.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP.
Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES,
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Disponível
em:
<http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/manuais.htm>. Acesso em: 30 fev.
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MINAS GERAIS. Plano Decenal de Educação do Estado de MG. LEI 19481 2011 de
12/01/2011. Disponível em: < http://crv educacao.mg.gov.br >. Acesso em: 30 ago. 2012.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova,
em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Brasília, DF, 1º set. 2008, seção 1, p. 56.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de
2007: Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de
informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal
de educação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 dez. 2007,
seção 1, p. 39.
MONTE MÓR, Roberto Luís de Melo; PAULA, José Antônio de. Formação histórica: três
momentos da história de Belo Horizonte. In: LEMOS, Mauro Borges et al. Projeto PBH séc.
XXI, Universidade Federal de Minas Gerais/CEDEPLAR, Belo Horizonte, 2004.
PORTO, Gil Carlos Silveira. FRANCA, Bárbara Lúcia Pinheiro de Oliveira. Transformações
urbanas em São Paulo, Salvador e Belo Horizonte: Reflexões iniciais numa perspectiva
Anais
do
XII
SIMPURB,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Belo
Horizonte,
2011.
Disponível
Página81
crítica.
em:<http://xiisimpurb2011.com.br/gt06/ a8c1f6bec0a55437896f03dbe811d3c7.pdf>. Acesso
em: 05 dez. 2011.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Índice de Desenvolvimento Humano
- Municipal, 2010. Disponível em: <http://www.atlasbrasil.org.br/2013/consulta>. Acesso em:
31 ago. 2013.
PROJETO ACADÊMICO: Currículo, Interdisciplinaridade, Trabalho Coletivo e Aprendizagem
Significativa. EVANGELISTA, Helivane de Azevedo; ALMEIDA, Inês Barreto de; MENDES,
Lúcio Mendes. Belo Horizonte, 2009.
ROCHA, Leonardo Andrade; DAL-POZ, Maria Ester & SILVEIRA, José Maria Ferreira
Jardim.
Crescimento Econômico
e
Interação
entre
capital
humano
e
grau
de
desenvolvimento tecnológico dos países. Ministério da Fazenda e da Economia. Disponível
em:
http://www.esaf.fazenda.gov.br/premios/premios-1/premio-do-ministerio-da-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página82
fazenda/area-6-1b0-lugar.Acesso: 01 de junho.2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página83
ANEXOS
ANEXO 1
CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS
MÓDULO 1A
NOME DA DISCIPLINA: Marketing
EMENTA: Conceitos básicos de marketing; Pesquisa de mercado e sistemas de informação de
marketing; Mix de marketing.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHURCHILL, Gilbert A. Marketing: criando valor para os clientes. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. 14. ed. São Paulo. Pearson, 2012.
PORTER, Michael E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HONORATO, Gilson. Conhecendo o marketing. Barueri, SP: Manole, 2004. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520417218>.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
MEGLIORINI, Evandir; SILVA, Marco Aurélio Vallim Reis da. Administração financeira: uma
abordagem
brasileira.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2009.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576052067/pages/_1>. Acesso em: 03 set.
2014.
MINADEO, Roberto. Gestão de marketing: fundamentos e aplicações. São Paulo: Atlas, 2008.
Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522464937>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página84
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Teorias da Administração
EMENTA: Introdução ao estudo e ao pensamento administrativo. Teoria da Administração Científica.
Teoria Clássica ou Administrativa. Teoria da Burocracia. Teorias Transitivas da Administração. Escola
de Relações Humanas. Teoria Estruturalista. Teoria Neoclássica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução à administração. São Paulo: Pioneira, 1984.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução
digital. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AKTOUF, Omar. A administração entre a tradição e a renovação. São Paulo: Atlas, 1996.
HSM MANAGEMENT: informação e conhecimento para gestão empresarial.
Brasil,1999-. Índice acumulado. ISSN 1415-8868.
São Paulo: HSM do
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e
da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050889/pages/_1>.
SCHERMERHORN JR., John R. Administração. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Disponível em:
<https://online.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2367-0>.
WILLIAMS, Chuck. ADM. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página85
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Economia
EMENTA: Fundamentos dos Conceitos Econômicos, Fundamentos Microeconômicos, Funcionamento
do Mercado e Determinação dos Preços, Estrutura de Mercado, Atividades do Setor Público,
Fundamentos Macroeconômicos, Políticas Econômicas e Objetivos Macroeconômicos, Fundamentos do
Sistema Financeiro, Estruturação do Setor Externo, Crescimento e Desenvolvimento Econômico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOCHON, Francisco. Princípios de economia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050827>.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Manual de economia. 6. ed.
São Paulo: Saraiva, 2011.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DALLA COSTA, Armando João; SANTOS, Elson Rodrigo de Souza. Estratégias e negócios das
empresas
diante
da
internacionalização.
Curitiba:
Ibpex,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582123966>.
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR,
Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
GUIMARÃES, Bernardo; GONÇALVES, Carlos Eduardo. Introdução à economia. Rio de Janeiro:
Elsevier: 2010.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2004. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576053668>.
PINDYCK, Robert; RUBINFELD, Daniel. Microeconomia. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil. 2013. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788543000282>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página86
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Comportamento Organizacional
EMENTA: A personalidade: os princípios e os mecanismos fundamentais da dinâmica do psiquismo e
do comportamento humano. Psicologia da percepção e fenômenos de grupo: papéis e valores,
processos de liderança, tensão e conflito.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOWDITCH, James L. Elementos de comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, Cengage
Learning, 1992.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050025>.
WAGNER, John A. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JONES, Gareth R. Teoria das organizações. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2010. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576055600>.
KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações: o homem rumo ao século XXI. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 1999.
PASETTO, Neusa Vítola; MESADRI, Fernando Eduardo. Comportamento organizacional: integrando
conceitos da administração e da psicologia. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788565704090/pages/-2>.
SCHERMERHORN Junior, John R.; HUNT, James G.; OSBORN, Richard N. Fundamentos de
comportamento
organizacional.
2.
ed.
Porto
Alegre:
Bookman,
1999.
Disponível
em:<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788577800087?q=Fundamentos+de+comportamento
+organizacional>.
SOARES, Leandro Queiroz. Interações socioprofissionais e assédio moral no trabalho. São Paulo:
Casa
do
Psicólogo,
2008.
Disponível
em:
http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788573966046/pages/_1>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página87
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Leitura e Produção de Textos
Ementa: Estudo dos processos e estratégias de organização textual, responsáveis pela produção dos
sentidos: os diferentes tipos e gêneros textuais. Recursos textualizadores na fala, na leitura e na escrita.
Linguagem e Língua. Língua oral e língua escrita. Gramática e uso lingüístico. O texto no universo
empresarial. Produção de resumos e resenhas. O estudo das relações étnico-raciais e história e cultura
Afro-brasileira e Indígena.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed., rev. e atual. São Paulo: Ática, 2006.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 15. ed. São Paulo: Ática, 2002. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508091065>.
MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo. São Paulo: Global, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. 8. ed. rev. e atual. São Paulo: Ática, 2006.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São
Paulo:
Ática,
2007.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508108664>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática 9. ed. 2006. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508101894>.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 7. ed. São Paulo: Cortez,
2011.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página88
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Trabalho Interdisciplinar de Graduação I – Diagnóstico Organizacional
EMENTA: Estudo da interdisciplinaridade dos conteúdos da estrutura curricular das disciplinas do
módulo, buscando a formação integral e o desenvolvimento de um profissional com uma visão crítica de
princípios éticos, mercadológicos e humanos ligados a profissão. Diagnóstico Organizacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 13. ed. São Paulo:
Ateliê Editorial, 2009.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento
científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 6. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2011.
SOUZA, Elerson Tarcísio; SILVA, Marcílio Coelho Lisbôa da; MELO, Narcisa Helena Pessoa Lanna de.
Manual para elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos conforme normas da ABNT. 2.
ed.
Belo
Horizonte:
UniBH,
2011.
Disponível
em:
<http://www.unibh.br/uploads/manual_abnt_unibh_2012_2ed.pdf>. Acesso em: 03 set. 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
na
graduação.
10.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2012.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522478392/recent>.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Didática e interdisciplinaridade. 17.ed. Campinas: Papirus,
2012.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro:
efetividade ou ideologia? 6. ed., rev. e ampl. São Paulo: Loyola, 2011.
PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceito e distinções. 2. ed. rev. Caxias do Sul, RS: Educs,
2008. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788570614698>.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 14. ed. São Paulo:
Atlas, 2013
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página89
CH: 136h/a
MÓDULO 1B
NOME DA DISCIPLINA: Direito Comercial e Tributário
EMENTA: Direito empresarial: fontes. Empresário e sua atividade. Registro do comércio. Sociedades
limitada e anônima. Contratos mercantis. Títulos de Crédito. Falências e concordatas. Direito Tributário:
Fundamentos Básicos, Conceito de Tributo, Competência Tributária, Princípios Constitucionais
Tributários, Espécies e Classificações dos Tributos, a Norma Tributária Fontes do Direito Tributário.
Vigência, Aplicação e Interpretação da Legislação Tributária. Obrigação Tributária e Fato Gerador.
Sujeitos Ativo e Passivo da Obrigação Tributária. Responsabilidade Tributária. Constituição do Crédito
Tributário. Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário. Extinção do Crédito Tributário. Exclusão do
Crédito Tributário. Privilégios e Garantias do Crédito Tributário. Administração Tributária. Normas e leis
ligadas aos Direitos Humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COELHO, Fabio Ulhôa. Curso de direito comercial: direito de empresa. São Paulo: Saraiva, 2014. v.1.
FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2011. .
NIARADI, George Augusto. Direito empresarial para administradores. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2008. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051855>.
FELIZARDO, Aloma Ribeiro. Ética e direitos humanos: uma perspectiva profissional. Curitiba:
Intersaberes, 2012. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582127957/pages/-2>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, Genésio de. Introdução às finanças internacionais. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051459>.
COELHO, Fábio Ulhôa. Curso de direito comercial: direito de empresa. 13. ed. São Paulo: Saraiva,
2009. v.2. Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502216471?q=ulhoa>.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário.
Malheiros, 2014.
35. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo:
MARTINS, Fran. Curso de direito comercial. 37. ed. rev., atual. e ampl. Rio de Janeiro: Forense, 2014.
REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial: volume 1. 33. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva,
2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página90
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Estatística
EMENTA: Introdução à Estatística Descritiva. Natureza e Fundamentos do Método Estatístico. Técnicas
de Amostragem. Séries Estatísticas. Apresentação Estatística: Tabelas, gráficos e Análise. Análise
Exploratória de Dados. Distribuição de Freqüências: Gráficos. Medidas de Tendência Central. Medidas
separtrizes. Medidas de Dispersão: Assimetria. Números - índices.Conceitos básicos de probabilidade.
Distribuição Binomial. Distribuição de Poisson. Distribuição Normal. Testes de Hipóteses e Controle
Estatístico de Qualidade. Análise de Correlação. Análise de Regressão Simples. Método de Mínimos
Quadrados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LARSON, Ron. Estatística aplicada.
4. ed. São Paulo: Pearson, 2010. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576053729>.
MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva,
2013.
STEVENSON, W. Estatística aplicada à administração. São Paulo Harbra, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, Sergio Francisco. Introdução ilustrada a estatística. 5. ed. São Paulo: Harbra, 2013.
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. atual. São Paulo: Saraiva, 2009.
MOORE, David S. A estatística básica e a sua prática. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 12. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2013.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística: atualização da tecnologia. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página91
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Contabilidade
EMENTA: Conceitos contábeis básicos. Registros e sistemas contábeis. Princípios Contábeis
Geralmente Aceitos (PCGA), Demonstrativos Contábeis: Balanço Patrimonial (BP). Demonstração do
Resultado do Exercício (DRE). Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA).
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. (DMPL). Demonstração de Origens e Aplicações
de Recursos (DOAR). Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). Demonstração do Valor Adicionado DVA (Balanço Social). Relatório da Administração (RA). Parecer do Conselho Fiscal (PCF) e dos
Auditores Independentes (PAI).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso básico de contabilidade: introdução à metodologia da
contabilidade, contabilidade básica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, Sergio de; MARION, José Carlos; LOPES, Christianne Calado V. de Melo. Curso de
contabilidade para não contadores: para as áreas de administração, economia, direito, engenharia:
livro
de
exercícios.
3.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2010.
Disponível
em:
<https://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522488889>.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: contabilidade introdutória e intermediária:
texto e exercícios. 9. ed., rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ATHAR, Raimundo Aben. Introdução à contabilidade. São Paulo: Prentice Hall, 2005. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050148/pages/-13>.
REVISTA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE. Revista brasileira de contabilidade, Brasília: Conselho
Federal de Contabilidade, 2004-. Bimestral
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. Disponível em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522479320?q=Contabilidade+B%C3%A1sica>.
MARTINS, Eliseu et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades. 2. ed.
atual. São Paulo: Atlas, 2013.
MULLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade básica: fundamentos essenciais. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2007.
Disponível
em:
http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051077/pages/_1>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página92
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Finanças Corporativas
EMENTA: Panorama geral do mundo das finanças e o papel do Gestor Financeiro. Evolução da
Administração Financeira. Principais Decisões Financeiras (Investimento, Financiamento, Dividendos).
Interdependência econômica e financeira. Ambiente Financeiro Brasileiro. Finanças aplicadas ao Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
SILVA, Jose Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639218>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
MEGLIORINI, Evandir; SILVA, Marco Aurélio Vallim Reis da. Administração financeira: uma
abordagem
brasileira.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2009.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576052067/pages/_1>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página93
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Matemática Financeira
EMENTA: Conceitos básicos. Juros simples e compostos. Capitalização e descontos. Taxas de juros.
Valor atual e montante. Série de pagamento uniforme. Valor presente. Taxa de retorno. Fluxos de caixa.
Inflação. Planos de financiamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática comercial e financeira fácil. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
GIMENES, Cristiano Marchi. Matemática financeira com HP 12C e Excel: Uma abordagem
descomplicada.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2009.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576055662>.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 9. ed. São Paulo: Elsevier,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
CASTANHEIRA, Nelson Pereira. Noções básicas de matemática comercial e financeira. Curitiba:
InterSaberes,
2012.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582124154>.
CASTANHEIRA, Nelson Pereira; MACEDO, Luiz Roberto de. Matemática financeira aplicada. Curitiba:
InterSaberes,
2012.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582120019>.
IAN, Jacques. Matemática para economia e administração. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576058724>.
MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática financeira. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2009.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática financeira: aplicações à análise de investimentos. 4. ed. São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2007.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050841>.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática financeira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página94
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Trabalho Interdisciplinar de Graduação II – Finanças Corporativas e Papel
do Gestor Financeiro
EMENTA: Estudo da interdisciplinaridade dos conteúdos da estrutura curricular das disciplinas do
módulo, buscando a formação integral e o desenvolvimento de um profissional com uma visão crítica de
princípios éticos, mercadológicos e humanos ligados a profissão. Finanças Corporativas e Papel do
Gestor Financeiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento
científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 6. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2011.
SOUZA, Elerson Tarcísio; SILVA, Marcílio Coelho Lisbôa da; MELO, Narcisa Helena Pessoa Lanna de.
Manual para elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos conforme normas da ABNT. 2.
ed.
Belo
Horizonte:
UniBH,
2011.
Disponível
em:
<http://www.unibh.br/uploads/manual_abnt_unibh_2012_2ed.pdf>. Acesso em: 03 set. 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
na
graduação.
10.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2012.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522478392/recent>.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Didática e interdisciplinaridade. 17.ed. Campinas: Papirus,
2012.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro:
efetividade ou ideologia? 6. ed., rev. e ampl. São Paulo: Loyola, 2011.
PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceito e distinções. 2. ed. rev. Caxias do Sul, RS: Educs,
2008. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788570614698>.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 14. ed. São Paulo:
Atlas, 2013
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página95
CH: 136 h/a
MÓDULO 2A
NOME DA DISCIPLINA: Análise de Crédito e Cobrança
EMENTA: Administração de Créditos: Análise de Crédito pessoa física e jurídica; Alterações nas
Condições de Crédito. Garantias pessoais e reais. Classificação do risco de crédito. A informática na
gestão do crédito. Ferramentas e Técnicas de Cobrança. Estrutura básica e políticas de cobrança.
Fases da execução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
SECURATO, Jose Roberto. Crédito: análise e avaliação do risco: pessoas físicas e jurídicas. 2. ed. São
Paulo: Saint-Paul, 2012
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DUARTE JUNIOR, Antônio Marcos. Gestão de riscos para fundos de investimentos. São Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050445>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
RODRIGUES, Chrystian Marcelo. Análise de crédito e risco. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788565704045>.
TAVARES, Rosana. Operações de crédito: produtos e serviços bancários. Curitiba: InterSaberes,
2014. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582129708>.
TSURU, Sérgio Kazuo; CENTA, Sérgio Alexandre. Crédito no varejo: para pessoas físicas e jurídicas.
Curitiba:
InterSaberes,
2012.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582121238>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página96
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Gestão de Capital de Giro
EMENTA: Administração do Capital de Giro. Ciclo financeiro e ciclo operacional. Capital Circulante
Liquido. Capital de Giro Proprio. Sazonalidade na gestão do capital de giro. Analise dinâmica do capital
de giro. Investimento e Necessidade de Capital de Giro. Saldo de Tesouraria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do capital de giro. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2002.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
SILVA, Jose Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHING, Hong Yuh; MARQUES, Fernando; PRADO, Lucilene. Contabilidade e finanças para não
especialistas. 2.
ed.
São Paulo:
Pearson Prentice Hall,
2007. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051466/pages/_1>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639218>.
MEGLIORINI, Evandir; SILVA, Marco Aurélio Vallim Reis da. Administração financeira: uma
abordagem
brasileira.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2009.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576052067/pages/_1>.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Gestão de investimentos e geração de valor. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051046>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página97
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Custos e Formação de Preço
EMENTA: Custos: conceito, elementos e classificação. Sistemas de custos: Absorção,
Departamentalização, Variável e ABC. Estabelecimento de preços, determinação da demanda,
estimativa de custos. Análise dos custos, preços e ofertas dos concorrentes. Seleção de um método de
estabelecimento de preço. Preço final e adaptação do preço: preço geográfico, descontos e
concessões, preço promocional e diferenciado. Iniciativas e respostas às mudanças de preço. Teoria
das Restrições: Conceitos e aplicabilidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na
calculadora HP 12 C e Excel. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MEGLIORINI, Evandir. Custos: análise e gestão. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576059646/pages/-14>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COGAN, Samuel. Custos e formação de preços: análise e prática. São Paulo: Atlas, 2013. Disponível
em: <https://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522479573>.
CRUZ, June Alisson Westarb et al. Formação de preços: mercado e estrutura de custos. Curitiba:
InterSaberes,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582120200>.
CRUZ, June Alisson Westarb. Gestão de custos perspectivas e funcionalidades. Curitiba:
InterSaberes,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582122891>.
MEGLIORINI, Evandir. Custos. São Paulo: Pearson Education, 2002.
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788534612692/pages/_1>.
Disponível
em:
SCHIER, Carlos Ubiratan da Costa. Gestão de custos. Curitiba: InterSaberes, 2013. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582122389>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página98
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Análise de Demonstrativos Financeiros
Ementa: Padronização e reclassificação das demonstrações financeiras, Análise Tradicional: análise
horizontal e vertical, cálculo e análise de índices econômico-financeiros (liquidez, estrutura /
endividamento, rotação / atividade, rentabilidade / lucratividade), Elaboração do Parecer Técnico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanço. São Paulo: Atlas, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BLATT, Adriano. Análise de balanços: estrutura e avaliação das demonstrações financeiras e
contábeis. São Paulo: Makron Books, 2001. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788534612227>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
WESTON, J. Fred. Fundamentos da administração financeira. 10. ed. São Paulo: Makron Books,
2000.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página99
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Orçamento Empresarial
EMENTA: Planejamento e controle de resultados: fundamentos. Orçamento: conceitos básicos,
orçamento operacional (de vendas, de produção, de matéria prima, de mão de obra direta, dos custos
indiretos de fabricação, de despesas comerciais e administrativas, de capital, de caixa), execução
orçamentária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
SILVA, Jose Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
GUINDANI, Ari Antônio; GUINDANI, Roberto Ari; CRUZ, June Alisson Westarb; MARTINS, Tomas
Sparano. Planejamento estratégico orçamentário. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível em:
http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582120873>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
PADOVEZE, Clóvis. Orçamento empresarial. São Paulo: Person Education do Brasil, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574441/pages/-12>.
PADOVEZE, Clóvis; TARANTO, Fernando César. Orçamento empresarial: novos conceitos e técnicas.
São
Paulo:
Person
Education
do
Brasil,
2009.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051787/pages/_1>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página100
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Trabalho Interdisciplinar de Graduação III – Análise do Ciclo de
Investimento de Curto Prazo.
EMENTA: Estudo da interdisciplinaridade dos conteúdos da estrutura curricular das disciplinas do
módulo, buscando a formação integral e o desenvolvimento de um profissional com uma visão crítica de
princípios éticos, mercadológicos e humanos ligados a profissão. Análise do Ciclo de Investimento de
Curto Prazo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KRUGMAN, Paul R. Economia internacional: teoria e política. 6. ed. rev. atual. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639515>.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 6. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2011.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 14. ed. São Paulo:
Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
na
graduação.
10.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2012.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522478392/recent>.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050858>.
DIEHL, Astor Antônio; TATIM, Denise Carvalho. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e
técnicas.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2004.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918949/pages/_1>.
JÚNIOR, Celso Ferrarezi. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final: monografia,
dissertação
e
tese.
São
Paulo:
Contexto,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446310/pages/-2>.
PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceito e distinções. 2. ed. rev. Caxias do Sul, RS: Educs,
2008. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788570614698>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página101
CH: 136 h/a
MÓDULO 2B
NOME DA DISCIPLINA: Governança Corporativa e Finanças
Ementa: Históricos, Conceitos e Princípios de Governança Corporativa. Apresentação de melhores
práticas segundo a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e o IBGC –
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Modelos de Governança Corporativa: financeiro, político,
stakeholders e procuradoria. Mecanismos internos e externos. Impactos da adoção de práticas de
Governança Corporativa. Objetivo Financeiro das empresas e Governança. Níveis diferenciados de
governança corporativa no mercado de capitais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE, Adriana. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento
e
tendências.
6.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2012.
Disponível
em:
<https://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522480845>.
SILVA FILHO, Candido Ferreira da (Org.). Ética, responsabilidade social e governança corporativa.
2. ed. rev. Campinas: Alínea, 2010.
SILVEIRA, Alexandre Di Miceli da. Governança corporativa: no Brasil e no mundo: teoria e prática. Rio
de Janeiro: Campus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHING, Hong Yuh; MARQUES, Fernando; PRADO, Lucilene. Contabilidade e finanças para não
especialistas. 2.
ed.
São Paulo:
Pearson Prentice Hall,
2007. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051466/pages/_1>.
IBGC: Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Código das melhores práticas de governança
corporativa.
4.
ed.
São
Paulo:
IBGC,
2009.
Disponível
em:
<http://www.ibgc.org.br/userfiles/files/Codigo_Final_4a_Edicao.pdf>. Acesso em: 03 set. 2014.
SILVA, André Luiz Carvalhal da; LEAL, Ricardo Pereira Câmara. Governança corporativa: evidências
empíricas
no
Brasil.
São
Paulo:
Atlas,
2007.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522468287>.
SILVA, Edson Cordeiro da. Governança corporativa nas empresas: guia prático de orientação para
acionistas, investidores, conselheiros de administração e fiscal, auditores, executivos, gestores,
analistas de mercado e pesquisadores. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012. Disponível em:
<https://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522475100>.
SILVEIRA, Alexandre di Micelli. Governança corporativa e estrutura de propriedade: determinantes e
relação com o desempenho das empresas no Brasil. 2004. Tese (Doutorado) – Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2004. Disponível em:
<http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-23012005-200501/pt-br.php>. Acesso em: 03
set. 2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página102
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Análise Econômica de Investimentos
EMENTA: Decisões de Investimentos e Dimensionamento dos Fluxos de Caixa; Métodos de Avaliação
Econômica de Investimentos; Dinâmica dos Métodos de Avaliação de Investimentos; Decisões de
Investimento em Condições de Risco; Opções e Finanças de Empresas;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, José Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson,
2005.
SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2013. Disponível
em: <https://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522483754>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAMONDARAN, Aswath. Mitos de investimentos. São Paulo: Financial Times, Prentice Hall, 2006.
Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050599/pages/_1>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639218>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Gestão de investimentos e geração de valor. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051046>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página103
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Avaliação de Empresas
EMENTA: Avaliação de Empresas; Metodologia de Avaliação e Fluxo de Caixa Descontado; O Valor da
Empresa e o Modelo do Lucro em Excesso; Incorporações, Fusões e Cisões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ROY, Martelanc; PASIN, Rodrigo; PEREIRA, Fernando. Avaliação de empresas: um guia para fusões
e aquisições e private equity. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050087>.
SILVA, Jose Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639218>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Gestão de investimentos e geração de valor. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051046>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página104
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Alavancagem e Estrutura de Capital
EMENTA: Alavancagem Operacional: Conceitos Básicos, Estudo do Ponto de Equilíbrio, Alavancagem
Operacional; Alavancagem Financeira e Total: Conceitos Básicos, Alavancagem pela estrutura de
gastos fixos, Alavancagem pela estrutura de capitais. Estrutura de Capital: Fundamentos e aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 12. ed., atual. São Paulo: Atlas, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639126>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de investimentos. 8. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley,
2005. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639218>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Gestão de investimentos e geração de valor. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051046>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página105
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Mercado Financeiro e de Capitais
EMENTA: Conceitos básicos utilizados no mundo financeiro e no mercado de capitais (mercado futuro,
a termo, de swap, de opções). Sistema Financeiro Nacional, Políticas de Governo, Financiamento das
Empresas, Fundos de Investimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
KERR, Roberto Borges. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JORDAN, Bradford D. Administração financeira. 8.
ed.
Porto
Alegre:
ArtMed,
2010.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788580550191>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DUARTE JUNIOR, Antônio Marcos. Gestão de riscos para fundos de investimentos. São Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050445>.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
MEGLIORINI, Evandir. Administração financeira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. Disponível
em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788564574434>.
PEREIRA, Cleverson Luiz. Mercado de capitais. Curitiba: InterSaberes, 2013. Disponível em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582128183>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página106
CH: 80h/a
NOME DA DISCIPLINA: Finanças Internacionais
EMENTA: Sistema monetário internacional. Balanço de pagamentos. Taxa de câmbio e arranjos
cambiais. Gestão dos riscos cambiais. Políticas macroeconômicas internacionais. Mercado global de
capitais e diversificação internacional. Riscos soberanos. Economia Aberta: Crises e choques.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Genésio de. Introdução às finanças internacionais. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576051459>.
TERRA, Cristina. Finanças internacionais: macroeconomia aberta: teoria, aplicações e políticas. Rio
de Janeiro: Campus, 2013.
VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval de. Manual de economia e negócios internacionais. São
Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAVUSGIL, S. Tamer. Negócios internacionais: estratégia, gestão e novas realidades. São Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2010.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576053798>.
DALLA COSTA, Armando João; SANTOS, Elson Rodrigo de Souza. Estratégias e negócios das
empresas
diante
da
internacionalização.
Curitiba:
Ibpex,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582123966>.
FERREIRA, Jose Antonio Stark. Finanças corporativas: conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050209>.
GITMAN, Lawrence Jeffrey; MADURA Jeff. Administração financeira: uma abordagem gerencial. São
Paulo:
Pearson
Addison
Wesley,
2003.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639089>.
KRUGMAN, Paul R. Economia internacional: teoria e política. 6. ed. rev. atual. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall,
2005.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788588639164>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página107
CH: 40h/a
NOME DA DISCIPLINA: Trabalho Interdisciplinar de Graduação IV – Gestão de Resultados
EMENTA: Estudo da interdisciplinaridade dos conteúdos da estrutura curricular das disciplinas do
módulo, buscando a formação integral e o desenvolvimento de um profissional com uma visão crítica de
princípios éticos, mercadológicos e humanos ligados a profissão. Gestão de Resultados
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 26. ed.
Petrópolis: Vozes, 2013.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento
científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 6. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2011.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 14. ed. São Paulo:
Atlas, 2013
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos
na
graduação.
10.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2012.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522478392/recent>.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050858>.
DIEHL, Astor Antônio; TATIM, Denise Carvalho. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e
técnicas.
São
Paulo:
Pearson
Prentice
Hall,
2004.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788587918949/pages/_1>.
JÚNIOR, Celso Ferrarezi. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final: monografia,
dissertação
e
tese.
São
Paulo:
Contexto,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788572446310/pages/-2>.
PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceito e distinções. 2. ed. rev. Caxias do Sul, RS: Educs,
2008. Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788570614698>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página108
CH: 136h/a
NOME DA DISCIPLINA: Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
EMENTA: Estudo dos conceitos, classificação e causas de surdez. A surdez enquanto identidade e
cultura. Estudo do módulo básico da língua de sinais enquanto a língua natural dos surdos, da
gramática e das especificidades desta língua, de forma que os futuros profissionais consigam
estabelecer comunicação básica com os surdos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERNANDES, Eulalia (Org.). Surdez e bilinguismo. 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2012.
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.). Libras: conhecimento além dos sinais. São Paulo: Pearson
do
Brasil,
2011.
Disponível
em:
<http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576058786>.
SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina (Coord.). Novo
Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira: baseado em
linguística e neurociências cognitivas. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edusp, 2013. 2 v.
MOURA, Maria Cecília. Educação para surdos: práticas e perspectivas. 2. ed. Rio de Janeiro: Santos,
2011. Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-412-0043-1>.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: ArtMed,
2001. Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536316581>.
QUADROS, Ronice Müller de; CRUZ, Carina Rebello. Língua de sinais: instrumento de avaliação.
Porto
Alegre:
ArtMed,
2011.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536325200>.
QUADROS, Ronice Müller de; CRUZ, Carina Rebello. Língua de sinais: instrumento de avaliação.
Porto
Alegre:
ArtMed,
2011.
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536325200>.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página109
CH: 40h/a
ANEXO 2
EDITAL DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO - TIG
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNIBH
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA
Edital Nº 001/2015
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNIBH
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS - ICS
TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO – TIG
PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página110
Belo Horizonte
2015
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNIBH
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS - ICS
CURSOS DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA
Edital Nº 01/2015
Normas para Apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG
Primeiro Semestre de 2015
A Coordenadora do curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, Profª. Leandra Oliveira
Batista Ribeiro, no uso de suas atribuições e,
CONSIDERANDO:
1 – A reestruturação curricular implantada pelo Centro Universitário UNIBH, com a inclusão da
disciplina Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG – como forma de promover a
interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula e atender as Diretrizes Curriculares Nacionais.
2 – A necessidade dos alunos trabalharem de forma sistemática, organizada e solidária em grupos,
tanto na sala de aula como em outros espaços de aprendizagem, visando à construção de sua
autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional;
3 - A decisão de se reservar, em horários regulares de aulas, o tempo adequado ao desenvolvimento
das diferentes atividades inerentes ao TIG;
4 – A Resolução CEPE Nº 01/2009 que aprova as Normas para o Trabalho Interdisciplinar de
Graduação – TIG – para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do Centro Universitário
de Belo Horizonte – UniBH.
RESOLVE
Art. 1º - Em todos os cursos, períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a
disciplina TIG, os alunos serão orientados sobre as regras de construção, apresentação e avaliação
do trabalho interdisciplinar, estabelecidas em Edital.
Art. 2º - Todos os alunos matriculados nas disciplinas TIG deverão desenvolver trabalho
interdisciplinar que envolva atividades de estudos e pesquisa, em conformidade com os Planos de
Ensino indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares.
§ 1º - Os Trabalhos Interdisciplinares serão desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no
mínimo 6 e no máximo 9 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores ou
Coordenadores de Curso, tanto na composição dos grupos como na manutenção de seus membros,
cabendo aos alunos a responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável
para com suas atividades acadêmicas.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página111
§ 2º - Os Trabalhos Interdisciplinares deverão ser desenvolvidos a partir de atividades em classe, sob
orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que
compõem o módulo ou período, bem como em atividades de estudos e pesquisas realizados fora de
sala de aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade, para cada turma.
§ 3º - Em nenhuma hipótese será permitida a matrícula em disciplinas cujo horário de aulas coincida
com os horários reservados às atividades extraclasse do TIG.
§ 4º - Alunos matriculados em mais de um TIG deverão desenvolver tantos Trabalhos
Interdisciplinares quantas forem as matrículas naquelas disciplinas.
Art. 3º - O produto final do TIG, correspondente à modalidade, ao tema/eixo e à metodologia de
trabalho especificados para cada turma no Anexo 2, constará de um documento final escrito, com
estrutura textual e formatação gráfica especificadas no anexo 3, de acordo com o Manual Para
Elaboração de Trabalhos Acadêmicos do UNIBH, e de uma apresentação que será avaliada pelos
professores do módulo.
Art. 4º - O trabalho escrito deverá ser entregue obedecendo a data estipulada no anexo 2.
§ 1º O trabalho escrito deverá ter no máximo 15 páginas, não considerando neste limite os elementos
pré-textuais. É de responsabilidade dos grupos a entrega para o professor do TIG 1 (uma) cópia
encadernada do trabalho e a versão eletrônica, em pdf, gravada em CD, para avaliação dos
professores do módulo.
Art. 5º - Para a apresentação (produto final), todos os grupos deverão confeccionar um banner que
também fará parte da avaliação, e um produto com o diagnóstico e solução consultiva, caso houver,
que pode ser folder, cartilha, vídeo, jornal, revista, etc, além da montagem de um estande na
exposição de Trabalhos Interdisciplinares.
§ 1º As apresentações serão realizadas no final do semestre, havendo a definição e divulgação exata
da data posteriormente. Todos os alunos devem estar presentes no dia da apresentação. A ausência
do aluno na apresentação será penalizada em perda, pelo grupo, de 5 pontos por aluno faltoso.
§ 2º A avaliação do trabalho (Produto final) será feita pelos professores do módulo e, eventualmente,
por um professor convidado. Os itens para a avaliação oral encontram-se no anexo 5.
Art. 6º - O produto físico não é facultativo.
Art. 7º - Na disciplina TIG, a avaliação será processual, utilizando os modelos presentes no anexo 2
deste edital.
§ 1º – Nas demais disciplinas do período/módulo, o Trabalho Interdisciplinar será avaliado entre 10
pontos.
§ 2º - O aluno irregular que não se matricular em todas as disciplinas do período/módulo deverá ser
matriculado no TIG, desenvolver o Trabalho Interdisciplinar, sendo avaliado normalmente, no TIG e
nas outras disciplinas em curso.
§ 3º - O aluno NÃO matriculado no TIG deverá ser avaliado em 100 pontos nas disciplinas nas quais
se encontrar matriculado.
§ 4º - Para a disciplina TIG não existe a possibilidade de recuperação em “Exame Especial”.
Art. 9º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo Acadêmico/Reitoria, ouvido o Colegiado do
Curso respectivo.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página112
Art. 8º - Demais professores do período/módulo, que não os de TIG, deverão disponibilizar, com
registro em seu Plano de Ensino, o mínimo de 10% da carga horária total da disciplina para coorientação e acompanhamento do Trabalho Interdisciplinar.
___________________________________________________________
Profª. Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Coordenadora do Curso de Gestão Financeira
ANEXOS
Anexo 1 – Informações Gerais
Anexo 2 - Modalidade, Tema/Eixo, Metodologia de Trabalho e Número de participantes dos grupos
para cada Curso / Turma.
Anexo 3 – Estrutura Textual e Formatação Gráfica do Trabalho Escrito.
Anexo 4 – Cronograma de Atividades.
Anexo 5 – Formulário de avaliação da apresentação oral
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página113
Anexo 6 – Carta de apresentação.
ANEXO 1 – INFORMAÇÕES GERAIS
 Os grupos terão no mínimo 06 e no máximo 09 componentes.
ANEXO 2 – Modalidade, tema/eixo, metodologia de trabalho e número de participantes dos
grupos para cada curso / turma.
Dados da turma
Módulo
Turno
Turmas
Campus
1° módulo /1º Ciclo
Noite
GFN1AN-CMA
Cristiano Machado
1. Produtos a serem analisados
Os produtos finais gerados pelo desenvolvimento do TIG serão:
a) Um projeto escrito de no mínimo 10 e no máximo 15 páginas segundo o Manual de trabalhos
acadêmicos do UNIBH, disponibilizado no site;
b) Uma apresentação, no Circuito Acadêmico UNIBH, com a montagem do estande, utilização de
recursos audiovisuais a critério de cada grupo de trabalho e confecção de banner.
2. Tema Central do Trabalho
O Trabalho Interdisciplinar de Graduação para o PRIMEIRO módulo do curso Gestão Fianceira propõe o
desenvolvimento de um diagnóstico empresarial de uma empresa real, a partir dos dados levantados
em visita técnica.
3. Objetivo Geral
Desenvolver no aluno a capacidade de inter-relacionar conteúdos teóricos e conhecimentos práticos com
vistas a analisar, de forma básica, cenários organizacionais.
4. Objetivos Específicos
4.1. Estabelecer conexões interdisciplinares entre diferentes áreas do conhecimento;
4.2. Desenvolver a comunicação oral e escrita compatíveis com o exercício profissional;
4.3. Desenvolver a leitura e interpretação de cenários organizacionais;
4.4. Desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico diante dos diferentes contextos organizacionais e
sociais;
4.5. Desenvolver a capacidade de identificar, modelar e resolver problemas de forma criativa;
4.6. Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página114
5. Disciplinas e professores envolvidos
5.1. Economia
 Permitir que o aluno tenha uma visão geral da aplicação da teoria econômica no cotidiano da empresa.
 Traçar um panorama do setor na economia (tendência de crescimento, geração de emprego,
participação no PIB)
 Identificar o tipo de demanda (elástica e inelástica); o que altera a demanda;
 Identificar a estrutura de mercado (oligopólio, monopólio, concorrência monopolística, concorrência
perfeita)
 Classificação dos bens ou serviços
 Verificar como as políticas do governo alteram o cotidiano da empresa;
 Interferência do crédito, juros e impostos no crescimento da empresa.
5.2. Comportamento Organizacional
 Compreensão do comportamento organizacional e suas implicações gerais nos processos de
implantação, evolução e treinamento e desenvolvimento de pessoas nas organizações.
5.3. Leitura e Produção de Textos
 Dominar a norma culta da língua portuguesa e fazer uso das linguagens técnico-científicas;
 Compreender fenômenos comunicacionais: construir e aplicar conceitos das áreas de leitura e
produção de textos;
 Construir argumentação: relacionar informações, representadas em diferentes formas,
conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente;
e
 Perceber as relações retóricas apresentadas pelos textos que fornecerão o instrumental teórico do
trabalho interdisciplinar;
 Demonstrar o domínio de normas da ABNT.
5.4. Marketing
 Identificação do produto ou serviço ofertado pela organização;
 Publico alvo
 Posicionamento competitivo
 Estratégia de marketing adotada
 Comunicação com o mercado
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página115
 Análise ambiente externo: Oportunidades X Ameaças
5.5. Teoria da Administração
 Municiar os alunos de conhecimentos básicos para fazer um diagnóstico empresarial.
 Capacidade de investigação e análise de ambientes de negócio e segmentos de mercado;
 Enfrentar situações-problema: selecionar, organizar, relacionar e interpretar dados e informações
representadas de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações problemas.
6. Condições Gerais







Capacidade de integrar conteúdos teóricos e gerar textos-síntese;
Capacidade de execução de levantamentos quantitativos;
Habilidade para trabalhar em equipe;
Capacidade de organização do tempo, distribuição de tarefas e condução de reuniões;
Valorização e apreço pela pesquisa;
Capacidade de comunicação oral e de montagem de apresentações;
Estimulo à criatividade.
Turmas
Turno
Campus
Disciplina
Professor
Comportamento
Organizacional
Economia
GFN1AN-CMA
Noite
Cristiano
Machado
Leitura e Produção de
Textos
Marketing
Teoria
Geral
Administração
da
7. Metodologia de Trabalho
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página116
 Pesquisa para definir a empresa que será analisada;
 Levantamento de bibliografia e discussão com os professores do ciclo sobre o desenvolvimento
de um diagnóstico empresarial.
 Discussões em grupo;
 Visitas e aplicação de questionários e/ou entrevistas;
 Análise dos dados levantados;
 Produção escrita do Projeto.
8. Distribuição dos pontos na disciplina TIG
ETAPA
PONTUAÇÃO
Introdução
5 pontos
Metodologia
5 pontos
Referencial Teórico
10 pontos
Análise dos Dados
10 pontos
Arte do banner
5 pontos
Banner pronto
10 pontos
Entrega do trabalho escrito
25 pontos
Avaliação da Banca
20 pontos
Nota Colegiada
10 pontos
DATA
Número de participantes dos grupos para cada Curso / Turma
Tema do projeto:
Nome do aluno:
Matrícula
123456789ANEXO 3 – Estrutura Textual e Formatação Gráfica do Trabalho Escrito
Cada grupo escolherá uma empresa e agendará uma visita, objetivando a observação dos pontos
propostos por cada disciplina (Anexo 2). Após a visita deverá ser elaborado o trabalho escrito
seguindo as recomendações abaixo.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página117
O trabalho escrito deve apresentar características de um Estudo de Caso, contendo as seguintes partes:
Título: deve proporcionar uma visão geral do que o trabalho contempla - “Diagnóstico Empresarial”.
Subtítulo: O grupo deverá definir. Sugestão: Um estudo de caso da empresa...
Resumo: com cerca de 150 palavras (contendo uma breve descrição do assunto, objetivos, metodologia e
conclusões).
Corpo do Trabalho:
 Introdução - deve conter a apresentação do assunto, conceitos e teorias; relevância,
justificativa e objetivos, bem como falar rapidamente sobre a empresa objeto de estudo. Visa
esclarecer o teor do trabalho, o problema, os objetivos e a natureza do raciocínio a ser
desenvolvido, bem como situar o trabalho dentro do contexto teórico;
 Metodologia - apresentar o tipo de pesquisa utilizada (qualitativa, quantitativa ou ambas), o método
de coleta de dados (questionário ou entrevista), a forma como os dados foram coletados
(pessoalmente, e-mail, telefone), explicar o motivo da escolha da empresa pesquisada e trazer
informações sobre os entrevistados, tais como desde quando trabalham na organização (e na
função especificamente), escolaridade, formação, área de atuação, etc. Os instrumentos de
pesquisa deverão ser inseridos no Anexo, no final do trabalho;
 Referencial Teórico - revisão da literatura, contendo os principais conceitos e teorias que servem
de suporte ao trabalho. Desenvolvido em tópicos, logicamente relacionados, com os títulos e
subtítulos expressando exatamente as ideias que entitulam. Um dos subtítulos do referencial
teórico, deverá ser dedicado à apresentação da empresa objeto de estudo, que deverá conter um
breve relato da instituição, incluindo histórico, data de fundação, número de funcionários, área de
atuação e outros dados relevantes;
 Análise dos dados - é a apresentação dos dados coletados. Deverá ser breve e visa
recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa aplicada. Nessa etapa, os alunos
deverão apresentar os dados coletados, relacionando-os com os conceitos trabalhados no
referencial teórico;
 Conclusão - nesta parte, os alunos deverão manifestar seus pontos de vista sobre os
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página118
resultados e alcance dos mesmos, apontando soluções ou sugestões;
 Referências - - formatada de acordo com a NBR-6023. Deverá conter somente os autores citados
no trabalho. É obrigatória a utilização do Manual de Trabalhos Acadêmicos do UniBH - SILVA,
Marcílio Coelho Lisbôa da; MELO Narcisa Helena Pessoa Lanna de; e SOUZA Elerson Tarcísio.
Manual para elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos conforme normas da ABNT. 2.
ed. Belo Horizonte: UniBH, 2011.105 p.
Anexo 4 – Cronograma de Atividades
DATA
ATIVIDADE PREVISTA
Apresentação da disciplina e dinâmica de integração
Apresentação da estrutura do TIG e definição dos grupos
Aula sobre a Introdução
Aula sobre a Metodologia
Aula sobre o Referencial Teórico
Dúvidas sobre o Referencial Teórico
Aula sobre a Análise dos Dados
Dúvidas sobre a Análise dos Dados
Aula sobre a conclusão
Dúvidas sobre a versão final do trabalho escrito
FERIADO
Aula sobre o banner e produto final
Dúvidas sobre o banner e produto final
Apresentação da arte do banner
Dúvidas do trabalho final, banner e elaboração das apresentações. Entrega do
trabalho escrito
Pré Banca
Pré Banca
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página119
Circuito
ANEXO 5 – Formulário de Avaliação da Apresentação Oral
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página120
ANEXO 4– Formulário de avaliação da apresentação oral durante o Circuito Acadêmico.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Pág. 01
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Página122
Pág. 02
ANEXO 6 – Carta de Apresentação
Belo Horizonte, XX de XXXX de 201x
À
EMPRESA XXXXXXX
A/C:
Departamento XXXXXXXXXXX
Assunto: Apresentação / Encaminhamento de Alunos para Desenvolvimento de Trabalho Interdisciplinar de
Graduação
Prezado Senhor,
Apresentamos-lhe os alunos XXXXXXXXXX, regularmente matriculados no segundo período do
Curso de Gestão Financeira do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH, que se dirigem a
V.S.a para solicitar orientação / autorização para realizar trabalho acadêmico em vossa organização,
no semestre corrente.
Este trabalho tem a finalidade principal de viabilizar intercâmbio e integração entre a universidade, o
acadêmico e a organização. Nestes termos, os alunos têm o propósito de desenvolver um estudo que
abarca todas as disciplinas do período.
Estamos convictos que a receptividade e o apoio que V.S.a dispensar aos nossos alunos, permitirá
que haja um avanço qualitativo no perfil do profissional da Administração.
Outrossim, a Coordenação do Curso de Administração coloca-se à disposição para maiores
informações e agradece desde já a compreensiva colaboração de V.Sa.
Atenciosamente,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página123
Profª Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Coordenadora do Curso de Gestão Financeira
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNIBH
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS - ICS
Belo Horizonte
2015
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página124
TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO – TIG
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE - UNIBH
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS- ICSA
CURSOS DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA
Edital Nº 01/2015
Normas para Apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG
Primeiro Semestre de 2015
A Coordenadora do curso, Profª. Leandra Oliveira Batista Ribeiro, no uso de suas atribuições e,
CONSIDERANDO:
1 – A reestruturação curricular implantada pelo Centro Universitário UNIBH, com a inclusão da
disciplina Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG – como forma de promover a
interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula e atender as Diretrizes Curriculares Nacionais.
2 – A necessidade dos alunos trabalharem de forma sistemática, organizada e solidária em grupos,
tanto na sala de aula como em outros espaços de aprendizagem, visando à construção de sua
autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional;
3 - A decisão de se reservar, em horários regulares de aulas, o tempo adequado ao desenvolvimento
das diferentes atividades inerentes ao TIG;
4 – A Resolução CEPE Nº 01/2009 que aprova as Normas para o Trabalho Interdisciplinar de
Graduação – TIG – para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do Centro Universitário
de Belo Horizonte – UniBH.
RESOLVE
Art. 1º - Em todos os cursos, períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a
disciplina TIG, os alunos serão orientados sobre as regras de construção, apresentação e avaliação
do trabalho interdisciplinar, estabelecidas em Edital.
Art. 2º - Todos os alunos matriculados nas disciplinas TIG deverão desenvolver trabalho
interdisciplinar que envolva atividades de estudos e pesquisa, em conformidade com os Planos de
Ensino indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares.
§ 2º - Os Trabalhos Interdisciplinares deverão ser desenvolvidos a partir de atividades em classe, sob
orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que
compõem o módulo ou período, bem como em atividades de estudos e pesquisas realizados fora de
sala de aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade, para cada turma.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página125
§ 1º - Os Trabalhos Interdisciplinares serão desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no
mínimo 6 e no máximo 9 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores ou
Coordenadores de Curso, tanto na composição dos grupos como na manutenção de seus membros,
cabendo aos alunos a responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável
para com suas atividades acadêmicas.
§ 3º - Em nenhuma hipótese será permitida a matrícula em disciplinas cujo horário de aulas coincida
com os horários reservados às atividades extraclasse do TIG.
§ 4º - Alunos matriculados em mais de um TIG deverão desenvolver tantos Trabalhos
Interdisciplinares quantas forem as matrículas naquelas disciplinas.
Art. 3º - O produto final do TIG, correspondente à modalidade, ao tema/eixo e à metodologia de
trabalho especificados para cada turma no Anexo 2, constará de um documento final escrito, com
estrutura textual e formatação gráfica especificadas no anexo 3, de acordo com o Manual Para
Elaboração de Trabalhos Acadêmicos do UNIBH, e de uma apresentação que será avaliada pelos
professores do módulo.
Art. 4º - O trabalho escrito deverá ser entregue obedecendo a data estipulada no anexo 2.
§ 1º O trabalho escrito deverá ter no máximo 15 páginas, não considerando neste limite os elementos
pré-textuais. É de responsabilidade dos grupos a entrega para o professor do TIG 2 (uma) cópia
encadernada do trabalho e a versão eletrônica, em pdf, gravada em CD, para avaliação dos
professores do módulo.
Art. 5º - Para a apresentação (produto final), todos os grupos deverão confeccionar uma
apresentação em Power-point que também fará parte da avaliação, e um produto com o diagnóstico e
solução consultiva, caso houver, que pode ser folder, cartilha, vídeo, jornal, revista, etc, além da
montagem de um estande na exposição de Trabalhos Interdisciplinares.
§ 1º As apresentações serão realizadas entre os dias 27 a 30 de Maio de 2015, havendo a definição
e divulgação exata da data posteriormente. Todos os alunos devem estar presentes no dia da
apresentação. A ausência do aluno na apresentação será penalizada em perda, pelo grupo, de 5
pontos por aluno faltoso.
§ 2º A avaliação do trabalho (Produto final) será feita pelos professores do módulo e, eventualmente,
por um professor convidado. Os itens para a avaliação oral encontram-se no anexo 5.
Art. 6º - O produto físico não é facultativo.
Art. 7º - Na disciplina TIG, a avaliação será processual, utilizando os modelos presentes no anexo 2
deste edital.
§ 1º – Nas demais disciplinas do período/módulo, o Trabalho Interdisciplinar será avaliado entre 10
pontos.
§ 2º - O aluno irregular que não se matricular em todas as disciplinas do período/módulo deverá ser
matriculado no TIG, desenvolver o Trabalho Interdisciplinar, sendo avaliado normalmente, no TIG e
nas outras disciplinas em curso.
§ 3º - O aluno NÃO matriculado no TIG deverá ser avaliado em 100 pontos nas disciplinas nas quais
se encontrar matriculado.
§ 4º - Para a disciplina TIG não existe a possibilidade de recuperação em “Exame Especial”.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página126
Art. 8º - Demais professores do período/módulo, que não os de TIG, deverão disponibilizar, com
registro em seu Plano de Ensino, o mínimo de 10% da carga horária total da disciplina para coorientação e acompanhamento do Trabalho Interdisciplinar.
Art. 9º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo Acadêmico/Reitoria, ouvido o Colegiado do
Curso respectivo.
___________________________________________________________
Profª. Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Coordenadora do Curso de Gestão Financeira
ANEXOS
Anexo 1 – Informações Gerais
Anexo 2 - Modalidade, Tema/Eixo, Metodologia de Trabalho e Número de participantes dos grupos
para cada Curso / Turma.
Anexo 3 – Estrutura Textual e Formatação Gráfica do Trabalho Escrito.
Anexo 4 – Formulário de avaliação da apresentação oral
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página127
Anexo 5 – Carta de apresentação.
ANEXO 1 – INFORMAÇÕES GERAIS
 Os grupos terão no mínimo 06 e no máximo 09 componentes.
ANEXO 2 – Modalidade, tema/eixo, metodologia de trabalho e número de participantes dos
grupos para cada curso / turma.
Dados da turma
Módulo
Turno
Turmas
Campus
2° módulo /1º Ciclo
Noite
GFN1BN - CMA
Cristiano Machado
9. Produtos a serem analisados
Os produtos finais gerados pelo desenvolvimento do TIG serão:
c) Um projeto escrito de no mínimo 10 e no máximo 15 páginas segundo o Manual de trabalhos
acadêmicos do UNIBH, disponibilizado no site;
d) Uma apresentação, no Circuito Acadêmico UNIBH, com a montagem do estande, utilização de
recursos audiovisuais a critério de cada grupo de trabalho.
10. Tema Central do Trabalho
O Trabalho Interdisciplinar de Graduação para o SEGUNDO módulo do curso de Gestão Financeira propõe o
desenvolvimento de um estudo de caso demonstrando quais expectativas e ações estão sendo
tomadas pelas empresas para atender a demanda para a copa do mundo.
11. Objetivo Geral
Desenvolver no aluno a capacidade de inter-relacionar conteúdos teóricos e conhecimentos práticos com
vistas a analisar, de forma básica, cenários organizacionais.
12. Objetivos Específicos
12.1.
Estabelecer conexões interdisciplinares entre diferentes áreas do conhecimento;
12.2.
Desenvolver a comunicação oral e escrita compatíveis com o exercício profissional;
12.3.
Desenvolver a leitura e interpretação de cenários organizacionais;
12.5.
Desenvolver a capacidade de identificar, modelar e resolver problemas de forma criativa;
12.6.
Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página128
12.4.
Desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico diante dos diferentes contextos organizacionais
e sociais;
13. Disciplinas e professores envolvidos
13.1.
Matemática Financeira
 Escolher um produto ou serviço negociado pela empresa escolhida.
 Calcular o valor de venda do produto ou serviço à vista e com juros em 24 e 36 meses.
 Pesquisar os juros (índices) praticados pela empresa e comparar com duas modalidades oferecidas
pelo mercado financeiro.
13.2.
Estatística
 Definir um produto ou serviço que necessite de levantamento estatístico.
 Formular um questionário estatístico de acordo com essas necessidades.
 Coletar os dados do questionário,após a análise crítica ,apresentando-os em quadros e/ou gráficos
estatísticos.
 Divulgar ,por meio de relatório, as conclusões da pesquisa estatística.
13.3.





Finanças corportativas
Verificar se existe um gestor financeiro e quais suas funções;
Analisar se a empresa tem financiamento e quais os tipos;
Qual visão que a empresa tem da economia brasileira diante da copa do mundo;
Qual visão que a empresa tem da economia brasileira diante da copa do mundo;
Quais investimentos firam feitos para a copa do mundo; analise de custo benefício;
13.4.
Contabilidade
 Pesquisar sobre o papel da contabilidade como um sistema de informação, e a importância no
processo decisório.
 Investigar o fluxo das informações utilizadas na empresa. Avaliar o grau de importância e a
qualidade das informações utilizadas pelos gestores no processo decisório.
 Apresentar um raciocínio conclusivo sobre a importância da informação contábil no processo
de tomada de decisão de maneira a responder a questão problema.
Direito Comercial e Tributário

Verificar o tipo societário da empresa (LTDA, SA, EIRELI e etc) o regime de tributação.

A partir das definições acima, esclarecer as características do tipo societário e de tributação.

Verificar, se possível, as certidões de tributos (federal, estadual e municipal) regulares (ou não).
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página129
13.5.
14. Condições Gerais







Capacidade de integrar conteúdos teóricos e gerar textos-síntese;
Capacidade de execução de levantamentos quantitativos;
Habilidade para trabalhar em equipe;
Capacidade de organização do tempo, distribuição de tarefas e condução de reuniões;
Valorização e apreço pela pesquisa;
Capacidade de comunicação oral e de montagem de apresentações;
Estimulo à criatividade.
Turmas
Turno
Campus
Disciplina
Professor
Matemática Financeira
Estatística
GFN1BN - CMA
Noite
Cristiano
Machado
Finanças Corporativas
Contabilidade
Direito Comercial
Tributário
e
15. Metodologia de Trabalho
 Pesquisa para definir a empresa que será analisada;
 Levantamento de bibliografia e discussão com os professores do ciclo sobre o desenvolvimento
de um diagnóstico empresarial.
 Discussões em grupo;
 Visitas e aplicação de questionários e/ou entrevistas;
 Análise dos dados levantados;
 Produção escrita do Projeto.
16. Distribuição dos pontos na disciplina TIG
PONTUAÇÃO
Introdução
5 pontos
Metodologia
5 pontos
Referencial Teórico
5 pontos
Desenvolvimento
15 pontos
Conclusão
10 pontos
Apresentação pronta
10 pontos
Entrega do trabalho escrito
20 pontos
Avaliação da Banca
20 pontos
Nota Colegiada
10 pontos
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
DATA
Página130
ETAPA
Número de participantes dos grupos para cada Curso / Turma
Tema do projeto:
Nome do aluno:
Matrícula
123456789ANEXO 3 – Estrutura Textual e Formatação Gráfica do Trabalho Escrito
Cada grupo escolherá uma empresa e agendará uma visita, objetivando a observação dos pontos
propostos por cada disciplina (Anexo 2). Após a visita deverá ser elaborado o trabalho escrito
seguindo as recomendações abaixo.
O trabalho escrito deve apresentar características de um Estudo de Caso, contendo as seguintes partes:
Título: deve proporcionar uma visão geral do que o trabalho contempla - “Copa de Mundo”.
Subtítulo: O grupo deverá definir. Sugestão: Um estudo de caso da empresa...
Resumo: com cerca de 150 palavras (contendo uma breve descrição do assunto, objetivos, metodologia e
conclusões).
Corpo do Trabalho:
 Introdução - deve conter a apresentação do assunto, conceitos e teorias; relevância,
justificativa e objetivos, bem como falar rapidamente sobre a empresa objeto de estudo. Visa
esclarecer o teor do trabalho, o problema, os objetivos e a natureza do raciocínio a ser
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página131
desenvolvido, bem como situar o trabalho dentro do contexto teórico;
 Metodologia - apresentar o tipo de pesquisa utilizada (qualitativa, quantitativa ou ambas), o método
de coleta de dados (questionário ou entrevista), a forma como os dados foram coletados
(pessoalmente, e-mail, telefone), explicar o motivo da escolha da empresa pesquisada e trazer
informações sobre os entrevistados, tais como desde quando trabalham na organização (e na
função especificamente), escolaridade, formação, área de atuação, etc. Os instrumentos de
pesquisa deverão ser inseridos no Anexo, no final do trabalho;
 Referencial Teórico - revisão da literatura, contendo os principais conceitos e teorias que servem
de suporte ao trabalho. Desenvolvido em tópicos, logicamente relacionados, com os títulos e
subtítulos expressando exatamente as ideias que entitulam. Um dos subtítulos do referencial
teórico, deverá ser dedicado à apresentação da empresa objeto de estudo, que deverá conter um
breve relato da instituição, incluindo histórico, data de fundação, número de funcionários, área de
atuação e outros dados relevantes;
 Análise dos dados - é a apresentação dos dados coletados. Deverá ser breve e visa
recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa aplicada. Nessa etapa, os alunos
deverão apresentar os dados coletados, relacionando-os com os conceitos trabalhados no
referencial teórico;
 Conclusão - nesta parte, os alunos deverão manifestar seus pontos de vista sobre os
resultados e alcance dos mesmos, apontando soluções ou sugestões;
 Referências - - formatada de acordo com a NBR-6023. Deverá conter somente os autores citados
no trabalho. É obrigatória a utilização do Manual de Trabalhos Acadêmicos do UniBH - SILVA,
Marcílio Coelho Lisbôa da; MELO Narcisa Helena Pessoa Lanna de; e SOUZA Elerson Tarcísio.
Manual para elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos conforme normas da ABNT. 2.
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ed. Belo Horizonte: UniBH, 2011.105 p.
ANEXO 4 – Formulário de Avaliação da Apresentação Oral
Formulário de Avaliação da Apresentação
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Página133
ANEXO 4– Formulário de avaliação da apresentação oral durante o Circuito Acadêmico.
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Página134
Pág. 01
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Página135
Pág. 02
ANEXO 5 – Carta de Apresentação
Belo Horizonte, XX de XXXX de 201x
À
EMPRESA XXXXXXX
A/C:
Departamento XXXXXXXXXXX
Assunto: Apresentação / Encaminhamento de Alunos para Desenvolvimento de Trabalho
Interdisciplinar de Graduação
Prezado Senhor,
Apresentamos-lhe os alunos XXXXXXXXXX, regularmente matriculados no segundo período do
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira do Centro Universitário de Belo Horizonte UNIBH, que se dirigem a V.S.a para solicitar orientação / autorização para realizar trabalho
acadêmico em vossa organização, no semestre corrente.
Este trabalho tem a finalidade principal de viabilizar intercâmbio e integração entre a universidade, o
acadêmico e a organização. Nestes termos, os alunos têm o propósito de desenvolver um estudo que
abarca todas as disciplinas do período.
Estamos convictos que a receptividade e o apoio que V.S.a dispensar aos nossos alunos, permitirá
que haja um avanço qualitativo no perfil do profissional do aluno.
Outrossim, a Coordenação do Curso coloca-se à disposição para maiores informações e agradece
desde já a compreensiva colaboração de V.Sa.
Atenciosamente,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Professora Leandra Oliveira Batista Ribeiro
Coordenadora do Curso Gestão Financeira
ANEXO 3
COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE — NDE
TITULAÇÃO M ÁXIMA
Ana Claudia Junqueira Chiaretto
Doutora
Breno Lagares Borges
Mestre
Camila Dias Barros
Mestre
Josana Alves de Santana da Luz
Mestre
Leandra Oliveira Batista Ribeiro (Coordenadora)
Mestre
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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DOCENTE
ANEXO 4
CORPO DOCENTE DO CURSO DE GESTÃO FINANCEIRA
Titulação
Ana Claudia Junqueira Chiaretto
Doutor
Breno Lagares Borges
Mestre
Camila Dias Barros
Mestre
Carlos Antonio Rocha Lopes
Mestre
Carolina Marques Borges
Doutor
Geraldo Teixeira Gabrich
Mestre
Josana Alves de Santana da Luz
Mestre
José Luiz Fernandes Nunes
Mestre
Jose Olympio Soares de Faria
Especialista
Leandra Oliveira Batista Ribeiro (Coordenadora)
Mestre
Mario Lucio de Moura Alves
Mestre
Michelle Regina Santana Dutra
Mestre
Raquel de Oliveira Barreto
Mestre
Rodrigo Dornelas Scofield
Especialista
Silvania Maria Carvalho de Araújo
Mestre
Wendel Alex Castro Silva
Doutor
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Professor
ANEXO 5
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA
01
02
Trabalho
Interdisciplinar
de Graduação I
03
Marketing
136h/a
08
Trabalho
Interdisciplinar
de Graduação II
Finanças
Corporativa
136h/a
13
Teorias da
Administração
09
40h/a
05
Economia
80h/a
80h/a
07
04
Comportamento
Organizacional
80h/a
10
06
Leitura e
Produção de
Textos
40h/a
80h/a
11
12
Matemática
Financeira
Contabilidade
Estatística
80h/a
80h/a
80h/a
Direito
Comercial e
Tributário
80h/a
14
15
16
17
18
Análise de
Crédito e
Cobrança
40h/a
Gestão de
Capital de Giro
Custos e
Formação de
Preços
Análise de
Demonstrativos
Financeiros
Orçamento
Empresarial
19
20
21
22
Traballho
Interdisciplinar
de Graduação
IV
Governança
Corporativa e
Finanças
Análise
Econômica de
Investimentos
Avaliação de
Empresas
Traballho
Interdisciplinar
de Graduação
III
136h/a
136h/a
40h/a
80h/a
80h/a
80h/a
26
LIBRAS*
40h/a
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
80h/a
23
40h/a
80h/a
24
Alavancagem e
Estrutura de
Capital
80h/a
25
Mercado
Financeiro e de
Capitais
80h/a
Finanças
Internacionais
40h/a
Download

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira - Uni-BH