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COMENTÁRIOS
CRISE NO RS
Sartori, ao abordar a questão dos salários do
funcionalismo, “pediu compreensão”. Ora, todos
são sabedores de que o Estado não vai bem nas
finanças, porém esperava-se mais coerência para
que colocasse no bolo do parcelamento também
os subsídios dos outros poderes.
JOÃO ALBERTO ANTUNES OURIQUE
Advogado – São Luiz Gonzaga
Sou policial civil há 23 anos. Hoje, como
retorno pelos serviços prestados, vejo
o governo virando as costas para nós,
funcionários públicos, com total desprezo, o
titular deste governo nem mostra a cara em
uma entrevista coletiva.
Muitos irmãos deram a própria vida pela
sociedade gaúcha, como ficaram? As contas e os
juros virão. Que tranquilidade teremos para dar
segurança se não a temos?
Buscaremos a devida reparação do dano
moral na Justiça. Hoje temos profissionais
desamparados, mal equipados, desmotivados
e inseguros.
Que será da sociedade gaúcha se as leis não
são respeitadas pelo próprio governo?
MEIO AMBIENTE
É doentia a falta de interesse do Estado pelo
meio ambiente. Concordo com a Agapan: “O
Estado está facilitando e estimulando os crimes
ambientais”, deixando prescrever mais de 2,4 mil
infrações florestais na Secretaria do Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável (Sema). Por que
não fecham essa secretaria? A sociedade gaúcha
espera que a ação civil pública, ajuizada pelo
Ministério Público, condene os administradores
pela péssima gestão e que os cofres públicos
sejam devidamente ressarcidos.
JOSETE SANCHEZ
SOBRE ZH
O PESADELO DE LÚCIA
A postura da advogada de parte dos réus
da operação Lava-Jato – especializada em
delação premiada –, que encerrou suas
atividades profissionais no Brasil,
é emblemática.
Prova a complexidade de nossa atual
crise, que esperamos ter solução dentro dos
princípios legais que o Estado democrático
de direito possibilita e, com isso, iniciarmos
um novo ciclo da gestão pública bem como da
iniciativa privada que venha em benefício de
toda a nação brasileira. É o nosso sonho.
A reportagem de ZH “O Pesadelo de
Lúcia: quatro dias com os ladrões, três meses
com a burocracia” (página 18, 29/7) fez
uma reprodução indevida e inadequada das
atribuições da Polícia Civil, representada, no
caso, pelo Departamento Estadual da Criança
e do Adolescente (Deca). A Polícia Civil não
faz perícias, mas requisita perícias oficiais ao
Instituto-Geral de Perícias (IGP).
O IGP, embora integrante da Secretaria da
Segurança Pública, não tem qualquer vinculação
funcional e subordinação à Polícia Civil, sendo
responsável pelo atendimento das requisições
policiais que receber. Apesar do sofrimento
de qualquer cidadão que tenha um veículo
roubado, recuperado e devolvido tempos depois,
a demora na liberação e restituição do veículo
não pode ser “debitada” à Polícia Civil, que,
no caso citado pela reportagem, encaminhou
o veículo para perícia junto ao Departamento
de Criminalística no mesmo dia em que foi
apreendido seu condutor.
JOSÉ DE ANCHIETA NOBRE DE ALMEIDA
CHRISTIAN NEDEL
Advogado – Rio de Janeiro (RJ)
Delegado de polícia – Porto Alegre
RICARDO DE SOUZA SALAMON
Comissário de polícia – Viamão
LAVA-JATO
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