RCBF - REDE CULTURAL BEIJA-FLOR
Fundação Criança em Risco – CARF Brasil
RCBF/CARF/MATÉRIA RIMA
RELATÓRIO DE ATIVIDADES
Período de Agosto de 2014
OBJETIVO GERAL
Promover a educação, avivar a criatividade e a percepção de corpo, espaço, relação e
mundo; a partir do contato com a cultura, a arte e esporte, que neste processo assumem o
papel de facilitadores da aprendizagem, garantindo a reflexão e valorização dos bens
socioculturais apresentados às crianças. Além disso, através do contato com esses
conhecimentos, será construída uma “Nova Atitude” no convívio social, dentro e fora da
escola, favorecendo o enriquecendo educacional, social e cultural dos alunos do Ensino
Fundamental, bem como os grupos dos quais fazem parte.
METAS A SEREM ALCANÇADAS
a) QUANTITAVAS:
• Atender 100% dos alunos inscritos;
• Cumprir 100% da grade de atendimento;
• Realizar no mínimo 01 (uma) apresentação semestral, dos resultados das oficinas;
aos gestores da Secretaria da Educação e às famílias dos alunos atendidos;
b) QUALITATIVAS:
• Que 100% dos alunos tenham adquiridos, ao final das oficinas, habilidades para
desenvolver uma ou mais técnicas das atividades vivenciadas no período na RCBF –
Rede Cultural Beija-Flor;
• Que tenha sido despertado em 100% dos participantes o interesse pela manutenção
das ações culturais e demais vivências socioeducativas, como importante
manifestação da cultura brasileira e relevante contribuidor de mudanças positivas no
seu desenvolvimento humano e social;
Aspectos Gerais
No mês de agosto foram dadas sequências as atividades das oficinas dentro das escolas,
nos espaços da RCBF e também as reuniões pedagógicas entre os educadores do projeto, a
coordenação do Programa e a Coordenação da RCBF os pais das crianças com a equipe gestora
nas escolas. As reuniões de planejamento dão suporte para os educadores compreenderem a
realidade que os circunda e elaborarem atividades que promovam a socialização e a
conscientização. Seguem algumas dessas preocupações que foram analisadas e discutidas
entre a equipe de educadores no trabalho desenvolvido dentro das escolas atendidas:
RCBF – Rede Cultural Beija-Flor – CNPJ: 09.021.168/0001-58 – Matriz: ECBF – Espaço Cultural Beija-Flor
Parceiro Organizacional e Estratégico: Children At Risk Foundation – CARF Norway (Fundação Criança em Risco)
Estr. Pedreira Alvarenga 2343, Eldorado, 09971-340 Diadema – SP, Brasil.  [55][11] 4049 4440 / 4047 2231
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A depredação de escolas é algo que preocupa diretores
Em um ano, 16% das instituições de ensino brasileiras tiveram pichação de muros, 18%
passaram por depredação das dependências internas e 26% vivenciaram destruição de
banheiros. A informação é dos questionários de diretores da Prova Brasil 2011. Luciene
Togneta, pesquisadora da Universiade Estadual de Campinas (Unicamp), explica que a
violência de alunos contra a escola só se resolve quando eles se sentem parte dela, e
completa: “ Enquanto a gestão escolar não propuser a discussão de questões de convivência
promovendo a participação dos estudantes, eles continuarão se sentido não pertencentes ao
ambiente”. Sendo assim, tornamos mais intensas as atividades com o graffiti, as crianças
tomaram posse de latas de tinta, pincéis, rolos e dos muros e das paredes da escola e
revitalizaram o ambiente, produzindo a sua própria arte e imprimindo o seu estilo na
paisagem local. Esse momento foi extremamente importante para o resgate da valorização do
ambiente escolar e a percepção do estar no mundo. ( Violência nova escola-maio 2014)
Combater o preconceito na escola é garantir a liberdade de cada um
Ninguém discorda que a escola é um espaço de formação, em que o respeito deve ser a
base para o convívio. Essa premissa está não só nas leis que regem a Educação mas na maioria
dos projetos políticos pedagógicos (PPP), em que aparece como objetivo a formação de
cidadãos
autônomos, respeitosos, plurais
e capazes
de
lidar com
a
diversidade.
Diferentemente da família, que transmite à criança valores individuais e referentes ao
ambiente privado, a escola deve formar o cidadão coletivo, que se preocupa não só com suas
prioridades mas também com o bem comum. Paulo Freire (1921-1997) contradizia o senso
comum ao afirmar que a liberdade de qualquer indivíduo começa exatamente onde começa a
do outro, e que ela termina a todo o momento em que um cidadão e uma classe social
perdem a sua. Enquanto houver alunos sendo oprimidos por violência simbólica ou por força
física todos estão violentados. Combater o preconceito na escola é garantir a liberdade de
cada um. Por isso, durante todo o mês foram desenvolvidas atividades que prestigiaram o
coletivo e a solidariedade. Em todas as ações como, por exemplo, na produção do videoclipe,
nas pinturas dos muros, nas produções das coreografias e na elaboração das rimas os alunos
tiveram de fazê-los sempre respeitando o espaço, as características e o estilo de cada um.
(Combater a discriminação para promover a liberdade: Revista Nova Escola-Maio 2014).
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A educação da alma pelo corpo: A realização ou a frustração de crianças e jovens com o
seu físico depende muito da orientação que recebem da escola
Todos estudam, mas nem todas etapas escolares mobilizam corpo e mente.
Especialmente na Educação infantil se dá continuidade à formação familiar para o afeto, a
alimentação e à higiene. Nessa fase, o corpo é central para a realização de práticas como o
canto, a dança, o desenho e os jogos . Os pequenos só gostam de ir a essa escola, em que seu
desenvolvimento socioafetivo passa pelo afago da professora e pelos esbarrões ou abraços dos
colegas. A avaliação não se restringe ao cognitivo, pois se quer saber se eles estão felizes e
saudáveis. À medida que a criança avança nas séries, no entanto, é comum seu corpo se
tornar mero portador da mente e seu bem-estar só merecer atenção se interferir nas notas,
pois disciplinas limitadas ao cognitivo não tratam de aspectos corporais ou socioafetivos.
Quando o ensino é assim, a Educação Física (e as outras atividades que trabalham com o
corpo) se desvalorizam em suas dimensões ética, estéticas e práticas, que dariam
continuidade à formação do ser que brinca e joga, o Homo ludens, da mesma espécie do
Homo sapiens. O que se vê, então, é muita gente que detesta ir à aula ou que recebe
equivocados diagnósticos de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Não
por acaso, a sociedade em que escolas ignoram o corpo também vive um lamentável culto ao
corpo, a cultura da malhação a serviço de uma estética ditatorial , que condena baixinhos,
magrelos e gordos e exclui dos palcos e das telas quem não atenda a seus padrões, exceto
para ridicularizar seu tipo destoante. Disso decorre a abominação das diferenças, que dá
lugar ao bullying, o assédio moral para a infelicidade de muitos. Dessa forma, as oficinas de
Dança dentro das escolas acabam preenchendo esse vazio porque utiliza a linguagem corporal
para trabalhar elementos como: tristeza, alegria, medo entre outros enfatizando a conexão
do teatro e dança num só corpo. (A educação da alma pelo corpo: A realização ou a
frustração de crianças e jovens com o seu físico depende muito da orientação que recebem da
escola- Luis Carlos Menezes- é físico e educador da Universidade de São Paulo USP).
Dando seguimento ao relato das atividades desenvolvidas neste período, tivemos a
continuidade nas ações de planejamento e produção da Mostra do Programa Cidade na Escola
promovida pela Secretaria de Educação que ocorrerá no Teatro Clara Nunes, bem como a
realizada pela RCBF que ocorrerá no Teatro Beija-Flor. Para tanto houveram diversas
reuniões, encontro e formações, que desencadearam várias outras ações como:
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Reuniões da Organização da Mostra Cidade na Escola no Teatro Clara Nunes
Realização da Secretaria de Educação
Nos dias 07 e 28 de agosto - Na reunião de organização da Mostra que ocorreu no dia
07/08 definiu-se os responsáveis pela COMISSÃO ORGANIZADORA DA MOSTRA CIDADE NA
ESCOLA: Profissionais da Secretaria de Educação: Anadi (Eventos), Renata Saggioro e JoyJapy
(Cidade na Escola), Simone Bafa (Chefe das Coordenadoras Pedagógicas) Marcia Alves (EM
Olga Benário), Letícia (EM Zilda Gomes), Elke (EM Annete), Rosana (EM Letícia) e Maísa (EM
Tarsila), ONGs: Viviane (Circo-Escola Diadema), Daiane ou Marinisa(ACER Brasil), Ivone Cícera
da Silva e Joseane Silva (Rede Cultural Beija-Flor).
Como introdução da reunião foi apresentado o texto abaixo, no intuito de sensibilizar
a comissão para o real significado da Mostra.
Nutrição Literária: “Mostrar mos.trar
(latmonstrare) vtd 1 Exibir, expor à vista, fazer ver (...)Dar sinal de; denotar,
manifestar, significar: Mostrar boa vontade. Mostre-lhe descontentamento. vtd 3 Apontar,
indicar, notar: Mostramos as lacunas da ata. Mostrou-me as maravilhas da cidade. Com o dedo
mostrava todas as coisas. vpr 4 Dar-se a conhecer; manifestar-se, revelar-se: Já se mostra
claramente o porvir. Deus mostrava-se pelos profetas. vtd 5 Aparentar, fingir, simular: A
jovem, externamente, mostrava indiferença. vpr 6 Dar a conhecer ou revelar uma qualidade:
Mostrou-se exímio redator. vpr 7 Aparecer, deixar-se ver, expor-se às vistas de: A donzela
raramente se mostrava. vpr8 pop Exibir-se, pôr-se em evidência vaidosamente: Sujeito
cabotino, gosta de se mostrar. vpr 9 Apresentar-se com aspecto de, dar mostras de: Mostrarase bem informado. vtd 10 Demonstrar, provar: "Mostrar a caducidade agonizante da
monarquia" (Rui Barbosa). Mostrei-lhe o equívoco em que estava. Mostrar as ferraduras: fugir
(o animal de tiro ou de sela). Mostrar com quantos paus se faz uma cangalha ou Mostrar com
quantos paus se faz uma canoa: dar uma lição, castigo ou corretivo a. Mostrar má cara a:
mostrar desagrado a. Mostrar os ventos que traz: dar a conhecer os seus intentos. Mostrar
parcialidade: julgar facciosamente, com prevenção, contra ou a favor. Mostrar-se superior a:
o mesmo que ser superior a. Michaelis - Fonte: http://michaelis.uol.com.br
Nutrição Literária: SIGNIFICADO DA PALAVRA “MOSTRA” E QUE TIPO DE MOSTRA
QUEREMOS PARA NOSSO ENCERRAMENTO DO PROGRAMA CIDADE NA ESCOLA 2014.
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A partir da leitura do texto acima, a Comissão definiu como deve ser a Mostra do
Programa Cidade na Escola – 2014:
1. “Não pode ser feita para AQUELE momento, fazer correndo para apresentar.
Tem que fazer valer tudo o que foi feito na escola, ressaltar o projeto
trabalhado durante o ano” (Márcia – EM Olga Benário);
2. “A Mostra deve ser o produto final do que foi feito o ano todo”. (Daiane –
ACER);
3. “Mostra existe para mostrar o que foi feito” Elke (EM Annete);
4. “Queremos uma Mostra bem feita, organizada, para não soar de forma
negativa, que apresente verdadeiramente o que foi feito durante o anjo”
(Joseane – Coordenadora pedagógica do Projeto Vem comigo HIP-HOP Arte RCBF)
5. “Precisamos pensar em qual público queremos para essa Mostra: pais,
professores, alunos da escola ou de outras escolas? (Rosana – EM Letícia)
6. “Precisamos aproveitar essa oportunidade para fortalecer e valorizar o que foi
feito, deve ser um espaço para motivar as crianças” (Ivone – RC Beija-Flor);
7. “Temos uma vantagem ser no sábado: os pais podem assistir” (Rosana – EM
Letícia);
8. “Precisamos pensar na logística para prestigiar o trabalho desenvolvido” (JoySEC);
9. “Precisamos ter diferentes tipos de apresentações, pra não ficar cansativo:
dança, teatro, música, ou seja: diferentes linguagens no palco”. (Elke – EM
Annete);
10. “Precisamos encontrar uma maneira de evitar comparações, ao mesmo tempo
criar expectativa para os pais, aguçando sua curiosidade”. (Elvira – RC BeijaFlor);
11. “Devemos procurar atividades que representem o Programa” (Joy – SEC);
12. “Vamos mostrar o que fizemos de melhor. Vai ser difícil, mas teremos que
fazer um recorte de todos os trabalhos” (Renata Saggioro).
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Segue os principais pontos da pauta do I Encontro da Comissão da Mostra do Programa
Cidade na Escola – Mais Educação com Mediação da Coordenadora do Programa Renata
Saggioro Silva e a assistente Joy Japy:
1. Recepção e Apresentação dos Integrantes da Comissão;
2. Apresentação de Propostas e Discussão;
3. Data da mostra 29/11/2014 – 9h às 12h;
4. Programação detalhada dividida em partes I, II e III;
5. Levantamento junto com as diretoras, vices e coordenadoras, das atividades de
destaque em cada escola;
6. Oficinas e exposição (banners e atividades de artes visuais) no estacionamento;
7. Apresentações no palco;
8. Palco: proposta de um espetáculo inteiro com começo, meio e fim (se forem somente
as ONGs) ou apresentações diferentes, com pequenos intervalos – 1 ou 2 minutos
entre uma e outra;
9. Oficina: preferencialmente de jogos e brincadeiras – onde os alunos vão levar os jogos
que fizeram ou que jogaram, demonstrar como se faz, para os participantes –
explicando as regras, e depois jogar e brincar com os pais;
10. Exposição: além dos banners, algumas escolas podem sugerir que objetos, telas e
outros trabalhos sejam expostos, desde que de acordo com as formações oferecidas
durante o ano (com objetivos, tema...);
11. Produção e distribuição do Jornal produzido pelas escolas;
12. Logística – ônibus e horários;
13. Responsáveis no dia do evento;
14. Lembrancinhas: Rede Cultural Beija-Flor vai oferecer 500 revistas Voa Cidade na
Escola: Mais Educação;
Na reunião do dia 28 foi construído todo o detalhamento da mostra definindo as
atividades que ocorrerão em cada espaço do Teatro Claro Nunes.
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Destaques das atividades promovidas nos Núcleos da RCBF – Rede Cultural Beija-Flor
26/08 - Formação dos Agentes e Estagiários do Programa Cidade na Escola
Atividade organizada e ministrada pela Equipe de Educadores da área de Comunicação da
RCBF
No dia 26/08 aconteceu a formação mensal dos agentes e estagiários do Programa
Cidade na Escola, dentro do eixo matemática e letramento, onde a equipe Cidade na Escola
passou uma tarde no Núcleo de Comunicação Olhar Social para conhecer um pouco das quatro
áreas desenolvidas com os alunos das escolas municipais que participam do Programa:
Jornalismo, Design, Audio e Video. Aprendendo técnicas jornalísticas, manuseio de uma
filmadora, criação de logos, captação de áudio dentre outras informações de cada área, os
educadores, agentes e coordenadores puderam trocar informações e dicas para aplicarem nas
suas aulas/atividades, além de terem o contato com o que é trabalhado com a garotada ao
longo do ano. Também tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da história da Rede
Cultural Beija-Flor e do Núcleo de Comunicação Olhar Social.
Confira como foi essa
interessante troca de experiências! https://www.facebook.com/rcbeijaflor
Na atividade de Educação Nutricional e Culinária, as crianças tiveram momentos
muito enriquecedores nas aulas de agricultura orgânica na Horta Comunitária da Cozinha da
Escola com o educador Edivaldo. Ainda este mês as crianças tiveram a primeira atividade
orientada com a presença de Professora de teatro Cleide para os ensaios de apresentação de
final do ano, onde os alunos participaram apresentando o conteúdo de suas aulas de forma
lúdica e cênica. Também houveram diversas aulas monitoradas para o aperfeiçoamento com a
participação dos educandos associados a produção de receitas. Outro momento muito
prazeroso foi a seção pipoca com estudo dos vídeos de Carmen Miranda “Aquarela do Brasil,
Tico-Tico no fubá e o que é que a Baiana tem por Dorival Caymmi”. Tudo isso está atrelado ao
tema cultura popular, cantigas do nosso repertório brasileiro, etc. Como principais impactos
tivemos nossos educandos se sentindo parte total de um trabalho, despertando e fortalecendo
o interesse ainda maior pela horta em conhecer cada processo de desenvolvimento do que
plantaram. Também obtivemos ótima participação do grupo no desenvolvimento da atividade
e contribuição de idéias. Alem da demonstração do interesse das crianças pelos vídeos
apresentados, com roda de conversa e debate relacionado ao que foi observado.
A horta Comunitária da Cozinha-Escola é utilizada como ferramenta complementar no
processo educacional dos alunos do Programa Cidade na Escola, estabelecendo e estreitando
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o vínculo do aluno com o alimento trabalhado na cozinha, servindo como um laboratório vivo,
que abre diversas possibilidades para a realização de diferentes atividades pedagógicas como
a educação alimentar, nutricional e ambiental, de forma a ilustrar na prática todo o
contexto, e com isso estreitar as relações através da coletividade, cooperação e do respeito
dos participantes entre si e com a natureza, lhe enxergando como um interlocutor no
processo de desenvolvimento da vida humana, e como tal, deve ser respeito seu tempo e
condições de contribuição para o meio.
Nas demais atividades os ensaios transcorreram como planejado, porém agora os
educadores das atividades de Breaking, Teatro, Capoeira, Percussão, Futebol e Artes contam
com a colaboração de uma direção cênica especializada para dar unidade estética e
dramatúrgica a Peça que será apresentada em novembro no Teatro Beija-Flor.
Principais Resultados
•
Reuniões com os pais dos alunos;
•
Adaptação da yoga à cultura hip hop;
•
Intervenção artística (graffiti) nos muros e paredes das escolas;
•
Produção de objetos artísticos a partir de materiais reutilizados;
•
Pinturas em telas;
•
Produção de um videoclipe em homenagem ao Dia dos Pais;
•
Planejamento das ações;
•
Introduzir as crianças aos conhecimentos básicos de semear, regar e cuidar da horta
apresentando uma pequena parte das infinitas variedades de verduras, legumes e
frutas que produzimos na sua horta comunitária.
•
Desenvolvimento das atividades nas escolas programadas a partir do tema
“Diversidade Cultural” ;
•
Desenvolvimento das atividades nos Núcleos da RCBF programadas a partir do tema
“Brincadeiras Tradicionais e Cantigas de Roda”;
•
Organizar e preparar o grupo de educandos para a apresentação de fechamento de
final de ano;
•
Dar continuidade ao trabalho de atividades associados aos ensaios da peça teatral;
•
Apresentar para as crianças a variedade musical (samba) que esta mais próxima dos
alimentos do que imaginamos e avaliar como eles percebem essa relação;
•
Reunião com as diretoras das escolas;
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•
Reunião com a Coordenação Geral do Programa Cidade na Escola Mais Educação;
•
Capacitação dos educadores;
•
Formação dos Agentes e Estagiários do Programa Cidade na Escola ministrada pelos
educadores da área de Educomunicação da RCBF;
•
Planejamento para o desenvolvimento das atividades programadas a partir do tema
“Diversidade Cultural”;
•
Elaboração do Relatório de Atividades – Agosto.
Próximas Etapas
•
Capacitação contínua dos educadores;
•
Disponibilização de material didático referente às atividades;
•
Planejamento para o desenvolvimento das atividades programadas;
•
Planejamento com os professores das escolas atendidas para elaboração de um
projeto articulado com as oficinas;
•
Desenvolvimento dos Planos de Aulas com os educadores;
•
Desenvolvimento do Projeto “Vem Comigo Hip-Hop Arte”;
•
Avaliação referente ao atendimento e atividades desenvolvidas junto aos educadores
em relação ao mês de atuação;
•
Reunião com a Coordenação do Programa Cidade na Escola;
•
Reunião com as Diretoras das unidades escolares;
•
Continuidade no desenvolvimento das atividades nas escolas programadas a partir do
tema “Diversidade Cultural” ;
•
Continuidade das atividades nos Núcleos da RCBF programadas a partir do tema
“Brincadeiras Tradicionais e Cantigas de Roda”;
•
Continuidade da produção da revista “Voa Mais Educação: Cidade na Escola”;
•
Continuidade dos ensaios e produção geral para a Mostra de Encerramento 2014;
•
Elaboração do Relatório de Atividades – Setembro.
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Eixos Norteadores
Indicadores
APRENDER A SER (desenvolvimento pessoal);
Contato da criança com a Contato semanal com as
linguagem artístico-cultural ou atividades propostas.
esportiva correspondente ao seu
grupo.
Reuniões de Formação com a
coordenadora geral do Programa
Cidade na Escola
Reuniões de orientação com as
equipes gestoras e pedagógicas;
Reuniões internas de avaliação,
formação e planejamento;
Encontros de Formação
Participação das crianças em
atividades coletivas (difusão
cultural)
Coreografia, intervenção artística
nos muros das escolas;
Gravação de Voz e Imagem
Interação de cada criança com
grupo/atividades/educador
Integração de cada criança ao
grupo/ linguagem
Satisfação individual
Atividades
18 reuniões com representantes das
escolas – direção/coordenação
pedagógica;
- 02 avaliação realizada com os
Educadores e a coordenadora
pedagógica sobre desenvolvimento e
organização das atividades
participação individual/satisfação
dos alunos;
- 02 avaliação realizada com os
Educadores e a coordenadora
pedagógica sobre desenvolvimento e
das ações e eventos que os alunos
participarão no período de 2014;
- 04 reuniões com a coordenação do
Programa Cidade na Escola;
- 01 encontro de formação para os
agentes da Secretaria de Educação
ministrada pela RCBF.
Fortalecimento do Planejamento de
ações e projetos futuros, visando
também à participação da
comunidade escolar.
Participação de 1142 crianças*
Nas atividades, divididas em
39 turmas.
Sendo estas, distribuídas nos espaços
da Rede Cultural Beija-Flor e nas
escolas municipais atendidas.
Participação de 1142 crianças*
nas atividades, divididas em
39 turmas.
98% de participação em todas as
linguagens.
Resultados/Comentários
Com essas atividades chegamos aos seguintes
resultados:
Identificação das dificuldades diárias;
Alinhamento da equipe;
Troca de experiências para o aprimoramento da
equipe de educadores e gestão;
Formação dos Educadores;
Proposta de Trabalho;
Orientações Didáticas;
Avaliação das oficinas;
Planejamento;
Metas a serem atingidas;
Entre outros.
Nesse campo é ressaltada a importância do planejamento
na construção das mostras culturais e participação das
crianças no processo de desenvolvimento da temática.
Interação do grupo e fortalecimento da vivência e prática
das linguagens, maior facilidade no aprendizado.
Satisfação em relação ao produto final, principalmente
em relação ao protagonismo dos educandos, essencial
para a sua autonomia.
Avaliação positiva dos Educadores em relação aos alunos e
dos alunos em relação às aulas e educadores.
Avaliação positiva dos alunos regulares das oficinas nas
escolas; Avaliação positiva dos pais em reunião no em
relação ao desenvolvimento das crianças.
Levando em consideração o percentual de assiduidade
avaliamos como satisfatória o desenvolvimento das
atividades propostas.
Eixos Norteadores
Indicadores
APRENDER A CONVIVER (desenvolvimento social);
Participação/envolvimento das Integração das oficinas em
crianças nas aulas.
atividades integradas
Compartilhamento de decisões
e informações e preocupação
com a qualidade da educação
A escola é um espaço de
ensino, aprendizagem e
vivência de valores. Nela, os
indivíduos se socializam,
brincam e experimentam a
convivência com a diversidade
humana.
O respeito, a alegria, a amizade
e a solidariedade, a disciplina,
a negociação, o combate à
discriminação e o exercício dos
direitos e deveres são práticas
que garantem a socialização e a
convivência, desenvolvem e
fortalecem a noção de
cidadania e de igualdade entre
todos.
Atividades
Resultados/Comentários
Núcleos RCBF
02 turmas de Dança-Breaking;
03 turmas de Capoeira;
03 turmas de Percussão;
03 turmas de Teatro;
01 turmas de Educomunicação;
02 turmas de Cozinha-escola;
01 turma de Futebol;
03 turmas de Artes Plásticas.
Nas Escolas
12 turmas de Dança de rua;
03 turmas de Graffiti;
03 turmas de Discotecagem;
03 turmas de Rima;
A equipe gestora das escolas atendidas apropriou-se da
linguagem hip hop e articulou, juntamente com os
educadores, atividades específicas, visando à
integralidade do educando.
Programação de encontros a serem
realizados entre os alunos do
Programa e os educadores
Esperamos alcanças a ampliação das potencialidades
dos educandos, desenvolvendo uma aprendizagem
integral do mesmo, na perspectiva de contribuir para o
seu desenvolvimento pessoal, para que este seja
socialmente
competente.
Desenvolvendo
a
sensibilidade,
sentido
ético
e
estético,
responsabilidade pessoal, imaginação, criatividade, o
respeito.
Núcleos e escolas previstas para o desenvolvimento das
atividades do programa: Núcleo Comunitário Sítio
Joaninha – NCSJ, Núcleo de Comunicação Olhar Social –
NCOS, Espaço Cultural Beija-Flor – ECBF; (EMEB) Profª.
Annete Melchioretto; Anita Catarina Malfatti, Dr.Átila
Ferreira Vaz, ProfªFabíola de Lima Goyanno,
Prof.ºFlorestan Fernandes, Min. Francisco de Paula
Quitanilha Ribeiro, Prof. Francisco Daniel Trivinho,
Dep. Freitas Nobre,Dr. José Martins da Silva, Letícia
Beatriz Pessa, Dr. Mário Santa Lúcia, Sagrado Coração
de Jesus, Olga Benário, Insp. Reinaldo José Santana,
Zilda Gomes.
Planejamento de ações de
integração da comunidade com os
alunos do Programa Cidade na
Escola.
1.142 alunos – este quantitativo
refere-se ao desenvolvimento
pleno das atividades propostas.
Respeito à vida e à pessoa humana em suas diferenças;
Compreensão dos conceitos de indivíduo, cidadão e
pessoa;
Direitos humanos como valor universal (direito à arte e
à cultura)
Solidariedade, justiça, fraternidade.
Eixos Norteadores
Indicadores
Atividades
Resultados/Comentários
APRENDER A APRENDER (competência cognitiva).
Teatro
Percussão
Localização, espaço, tempo,
corpo e expressividade e
intencionalidade; vídeos e
contação de história;
Nutrição e culinária/horta
Educomunicação
Capoeira
Dança
Musicalidade, sons, ritmos,
instrumentos;
Noções de higiene, auto-cuidado,
jogos e contação de história
Cantos infantis, contação de
história, filmes.
Contextualização
Hap/Rima - relacionado ao
conteúdo do tema Diversidade
Cultural
Discotecagem
Graffiti
Apresentações, espetáculos
reproduções de vídeos, gravações,
rádio, televisão, discos, Internet ,
pesquisas, escuta, contação de
histórias, adaptação de trechos de
obras musicais, pinturas em telas
e muros, rodas de conversa;
debates e/ou avaliações com os
alunos sobre o conteúdo e o seu
entendimento.
Graffite em telas;
Pintura em telas;
Reaproveitamento de latas de
spray: estilização;
Apresentação de outros materiais
como o látex, rolos e pincéis,
pigmentos;
Pintura com látex;
Revitalização dos muros e paredes
da escola- a escola como extensão
da nossa casa;
As relações que se processam entre corpo, dança e
sociedade são fundamentais para a compreensão e a
eventual transformação da realidade social. A dança
enquanto arte tem o potencial de trabalhar a
capacidade de criação, imaginação, sensação e
percepção, integrando o conhecimento corporal ao
intelectual.
Equilíbrio, lateralidade, atenção, memorização dos
passos das danças.
O domínio corporal e a ritmicidade — o dançarino tem
um domínio lógico espaço/temporal bastante
desenvolvido. Assim, dominar ritmos pode contribuir
para as ações do cotidiano, auxiliando em atividades do
dia-a-dia.
A diversidade cultural e os variados estilos — de região
para região, o estilo de dança varia bastante, pois na
cultura brasileira existem várias culturas regionais que
são formadas de acordo com o modo de vida de seus
habitantes.
Condicionamento físico geral: a capacidade
cardiorrespiratória, a sociabilização, o equilíbrio, a
destreza e a coordenação motora fina.
O reconhecimento do conjunto de valores e da
capacidade artística de indivíduos e de grupos, incluídos
o próprio aluno e seu grupo, leva à valorização e o
respeito à diversidade. Os conteúdos a ser trabalhados
nos três eixos – o fazer, o apreciar e o contextualizar podem levar ao conhecimento da própria cultura,
impulsionar a descoberta da cultura do outro e
relativizar as normas e valores da cultura de cada um.
Conhecer e saber utilizar os diferentes procedimentos
de arte, desenvolvendo uma relação de autoconfiança
com a produção artística pessoal, relacionando a
própria produção com a de outros.
Eixos Norteadores
Indicadores
Atividades
Resultados/Comentários
A música é um importante meio de
comunicação e expressão existente
em nossa vida e por isso faz parte do
contexto educacional. Trabalhar no
cotidiano escolar significa ampliar a
variedade de linguagens e permitir a
descoberta de novos caminhos de
aprendizagem, é antes de tudo é
trabalhar com a sensibilidade
humana, de uma forma prazerosa e
saudável para a criança.
DISCOTECAGEM
Continuação dos estudos dos
ritmos brasileiros:
Forró,
Catira, Xaxado, Frevo, Rap,
Lambada, Samba, Pop, Rock e
Produção de um videoclipe a
partir
da
música
“Tô
preocupado, pai”.
Desenvolvimento da destreza manual, concentração e
disciplina, memorização, criatividade, sensibilidade;
Improvisação em diferentes estilos e gêneros musicais;
Conhecimento e valorização do patrimônio artísticomusical nacional e internacional;
APRENDER A FAZER (competência produtiva).
Continuidade do trabalho com
outros conteúdos e
linguagens:
Aquecimento aeróbico;
Alongamento;
Bases para a resistência
membros inferiores e
superiores;
Freezer e footwork;
Percepção sonora;
Roda livre de dança;
Domínio dos instrumentos
musicas como bumbo, caixa e
voz;
Mescla de danças urbanas;
Movimentos de Funk Soul;
Coreografias: clássica,
breakdance;
Exercícios para detectar a
velocidade da música;
Estudo linear;
Utilização das Cores
primárias, secundárias e
terciárias, bem como cores
quentes e frias;
Pintura em degradê;
Contorno e sub-contorno
Estilo próprio;
Para as crianças, o brincar, cantar, tocar e participar
de jogos cooperativos são modos de aprender e se
desenvolver. Não importa que não saibam disso. Ao
fazer essas atividades, elas vivem experiências
fundamentais. Daí porque se interessam em repeti-las e
representá-las até criarem ou aceitarem regras que
possibilitem compartilhar com colegas e brincar em
espaços e tempos combinados.
Por que pede a repetição? Esses desafios encantam pelo
prazer funcional de sua realização. Mesmo que se
cansem, as crianças querem (esperam) continuar
“brincando”, fazendo aquilo que é proposto nas
atividades. Há um afeto perceptivo, ou seja, algo que
agrada ao corpo e ao pensamento. Até o medo e a dor
ficam suportáveis, interessantes, porque fazem sentido.
Por isso, trata-se de uma experiência que pede
repetição por tudo aquilo que representa ou mobiliza.
Graças a isso, aprendemos a identificar informações ou
qualidades nas coisas ou em nós mesmos - para
reconhecer coisas agradáveis e desagradáveis e, assim,
variar as experiências e combiná-las das mais variadas
formas.
Percepção auditiva: discriminado os sons, nomear os
sons ouvidos nos vários ambientes da escola em horários
diferentes (no refeitório na hora da merenda e no
horário de aula; no pátio na hora do recreio e quando
estão todos nas classes etc.). Representação dos sons
em forma de texto descritivo ou de desenhos
Desenvolvimento dos aspectos motores, da memória, a
concentração, a criatividade, a sensibilidade frente ao
som;
A poesia tem sido cada vez mais
esquecida nas práticas de sala de
aula. Esse gênero textual é
importante para o exercício de
reflexão e memorização.
Como manusear o spray;
Reaproveitamento de latas de
spray: estilização;
Intervenção artística nos
muros da escola;
Leituras de gêneros textuais:
Parlendas;
Trovas;
Poemas;
Contação de histórias com
base no desenvolvimento
cênico.
Atividade de produção
textual: uma palavra puxa a
outra;
Leitura oral: ritmo,
entonação, respiração,
qualidade de voz, elocução.
O Texto Literário: Canção e
Imagem.
Som e espaço: melodia e
ritmo
A mesma melodia em
diferentes harmonizações;
densidade e intensidade.
Consciência fonológica: reconhecimento das
características formais da linguagem, importante no
processo de leitura e escrita.
A construção de linguagem por meio da improvisação,
do acaso, da intuição, da ação lúdica e do espontâneo.
Compreender a função social do texto (quem
escreve/fala; o quê; para quem; quando; onde; com
que objetivo).
Experimentação e reconhecimento das potencialidades
da voz como suporte e matéria da música
Enfatizou-se a importância da escuta (percepção) e da
fala (entonação) para a produção do ritmo.
Despertar a vontade de produzir mais textos criativos
para a contribuição da escrita coletiva.
Desenvolvimento dos aspectos motores, da memória, a
concentração, a criatividade, a sensibilidade frente ao
som.
Possibilidade de superar bloqueios afetivos que se
traduzem em limitações ou estereótipos musicais, etc.
Consciência fonológica: reconhecimento das
características formais da linguagem, importante no
processo de leitura e escrita.
Atividades da área
Audiovisual.
Partitura simples:
escala e notação;
Possibilidade de superar bloqueios afetivos que se
traduzem em limitações ou estereótipos musicais, etc.
conhecer
Enfatizar a relevância do silencio para a produção do
som.
Compasso de uma cantiga de
roda (4/4),
Compreender que o som carrega imagens e que as
imagens também carregam o som.
Timbres: grave e agudo
Ritmos.
Distinguir a sonoridade provocada por fontes distintas.
Reprodução de uma música de
que todos gostam.
Analisar a percepção sonora na leitura e na criação de
ideias na linguagem da Arte.
Aproximar a criança no mundo da
poesia, tão cheio de fantasias e
emoções, possibilita o despertar
para a expressão corporal, para as
habilidades com a musicalidade,
além do gosto pela leitura e pelo
mundo lúdico.
Análise da música trecho por
trecho para a turma ouvir,
cantar, interpretar e reparar
nas pausas e quando o som é
mais ou menos forte, grave ou
agudo, longo ou curto.
RIMA
Poemas: conversas sobre os
temas explorados nos textos;
Seis oitavas de rima
Leitura do rap Tô preocupado
pai, do Mc. Nicolas.
Produção
de rap sobre o
Tema “Diversidade Cultural”
Diadema, 01 de setembro de 2014
_______________________________
Ivone Silva
Coordenação RCBF – Rede Cultural Beija-Flor
Ampliar o vocabulário.
Participar de situações de comunicação oral utilizando
o vocabulário pertinente.
Expor suas ideias com gradativa clareza e autonomia.
Ouvir as ideias dos outros.
Estimular a oralidade, a criatividade e a reflexão a
respeito de fatos da vida de cada aluno.
Desenvolve o processo de criação e vivência dos alunos
no que diz respeito à integração, participação,
desenvoltura, raciocínio e criatividade;
Enfoques diferentes de interpretação proporcionam a
possibilidade dos alunos apresentarem estratégias de
pensamento sobre um mesmo temas;demonstram as
fantasias das crianças e sua relação com o mundo;
Reconhecer nos textos palavras que rimam;
Desenvolver a consciência fonológica;
Comparar a grafia de palavras que se repetem.
Referências Bibliográficas
DELORS, Jacques (Coord.). Os quatro pilares da educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortezo. p. 89-102.
FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org) – O Brincar e suas teorias – São Paulo: Ed. Pioneira , 2002.
VYGOTSKY, L. A Formação Social da Mente. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1984.
Perrenoud, em as 10 Novas Competências para Ensinar
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa
Coll, César. O construtivismo em sala de aula
www.uol.crianças.com.br
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/cada-aprende-jeito
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