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Além do Sr. Amilcar de Souza Martins, a Assembléia dos Acionis - *
tas tio Banco do Brasil elegeu também os Srs. Eduardo de Castro Neiva
e
Daniel Faraco para a dâretori"a, sendo que o primeiro será responsável j-e
Ias Agências no Exterior e Participações Internacionais e o Sr. Faraco
-
j
pelí«s operações do Banco no Rio Grande do Sul \l±<s,. Região Operacional). '
A Assembléia aprovou também a criação das diretoria^ de Coordenação de Cré [
dito Rural, cujo diretor será ò Sr.- Pinar Goyhene^Lx Gigante, e de Finan
ças, que será dirigida pelo Sr. Carlos Brandão
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O Sr. José»de Carvalho Mello, também conhecido por Carvalho,
Car
valhinho e Zelito foi, por indicação do Sr. Carlos Brandão, o lançador das ORTs'de S.Paulo e Minas Gerais.
Segundo consta no mercado o Sr. Carlos Brandão já o indicou ao
Se
cretario'da Fazenda do novo Estado do Rio de Janeiro para que
ele
proceda o lançamento das obrigações desse Estado. £ portanto, mais
um papel para ir para as mãos do grupo.
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AcL.. 4/W, p-3
Denúncia a Simonsen
Empresas corretoras e distribuidoras de
valores mobiliários apresentaram denúncia escrita ao Ministro da Fazenda contra o que
consideram uma "imoralidade e estranho privilégio": apenas 8 firmas do Rio estão autorizadas
"verbalmente" a manipular os vultosos recursos das empresas púuiicas e sociedades de
economia mista, aplicando as sobras de caixa
no opcn mai ket.
As empresas" públicas operam através do
Banco do Brasil, que- aplica os recursos e
seleciona as firmas corretoras. Anteriormente o
critério adotado peío BB dava direito a qualquer corretora, desde que ela tivesse o cliente
nas mãos. Agora não há critério, tendo os
representantes das corretoras prejudicadas
procurado um diretor do Banco do Brasil para
• manifestar a estranheza. Pediram que lhes
* mostrasse resolução oficial sobre o novo critério e foram informados que Kavia apenas "instrução vcrbirl" do dir*t<W rpgional do BB. Sr.
Carlos Brandão. E nada mais.
Diante do fato, as firmas prejudicadas
apresentaram a denúncia ao Ministro Simonsen e estão dispostas a pedir a constituição de
uma Comissão Parlamentar de Inquérito na
reabertura do Congresso, em março. A denúncia será devidamente apurada pelo Ministério
da Fazenda, dada a gravidade de que se
revestem os fatos nela apontados.
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• Psiu: muito 'cm breve, parece que vai sair um ato que
terminará com o monopólio
de 8 coirrioras beneficiárias
na vcnii.i c!" li!i;los públicos.
K o "potin" mais importante
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Sessão espetacular «n(oni. na Jv-Vobolsa. Com a
nova resolução (oomrotúftoT dest« repórter no l'é
do arti-ro da primeira pagina) proibindo chamada
cm dinheiro das empresas do Rovemo, o «ramle
beneficiado foi Banco do Brasil. Tendo reservas
fantásticas c podendo reavaliar seu ativo à vontade, o Banca do Brasil pode bonificar seus acionistas durante 10 ROO*, Banco do Brasil que havia fechado anteontem a4.13 fechou ontem a 423 (checou
.S bater 4,40) sem vendedor, apesar d i forca fino o
jgjngng do enen tMallipüc. MrnUo f.anre.-.no Omc""^•V.V.júajii.l. |_f.'oj_fSra e Opeíi) fcã para tiõlar os
papéis_ par» Baixa. Jt^ucüã vender ayrora c tolo ou
"mal informado.
Pctrobras se recuperou bastante e chegará ao? 5
cruzeiros facilmente. A Preferencial ao Portador
fechou a 4,72 com comprador à vista. (Anteontem
havia fechado a 4.501. A Ordinária fechou a 2.05
mas •liavl.i oferta de compra de 1 milhão de ccões
a 3 eraãbWa sem vendedor. Os 3 tipos »de Pctrobras,
negociaram exatamente 7 miihões, 143 mil ações.
Qu&l c o papel que tem tima liquide-/ como essa?
Dcico Mineira abriu a 3,73 c fechou a 3.70 ferido
negociado 1 milhão, SSO mil ações. Bastante firme,
não demora a ir a I cruzeiros. Vale do Kio One:
fonnidavcis qno tem üevena ler suoaio ma:s. nipurm. está bobeando. Ncçoolatl 1 milhão, 3S3 mil
ações
No quarto pregão da semana, a Petrobolsa vem
mantendo um Impressionante lota] tfc operações. Só
à vista foram negociados GO bilhões de cruzeiros,
fora o teimo. Ontem foram negodadoa quase "iO
bilhões, anteontem a mesma coisa. Nesses limites
é praticamente impossível a cspeculuc-ão. pois tudo
o que é colocado à venda encontra comprador, e
quem quer comprar também encontra vendedor.
Ovina-cofaa que ftitc!aatfei ser disciplinada: a en' trçsa «Ias a<*5es provenientes de bonificações, Um
só exemplo, entre dezena* Roles: Docas de Santos.
A bonificação foi d.ula cm oatttbra. Ale aROra,
marco, não foram di>.'rilwíft:)s :»s enulel.u novas.
C meses não c ntafa «"o -io suí-ciente para ***a cntrer.a? K o escândalo d.i-»'cpalnia, quando será resolvido?
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XAUUâS PASSARINHO*-.
O ç r a n d e escândalo do
m o m e n t o n o 55X5 í i n a n c-.uo: a s operações d a SKU 0 7 (Serviço do O p e r a ções F i n a n c e i r a s ) , que t e m
ceda n o Banco do Brasil.
A1V.NAS com 3 trilhões de
cruiclros, o dinheiro 6 do
contribuinte, m a s o m o n o p-Mio íoi dado com exclusividade a 8 corretoras que
r.fio w p w u n t e w coisa ; ( 1 eama c q\ie iranham í á b u ÚOM do dinheiro.
• * *
lha:
, com
cito,
que
Ontem, às 9 horas <ía r.ciíe, o governador Aureliano Chaves
ainda estava or.» Brasília, o sua preocupação cm uma r.ó: resolver o problema da Prefeitura «o lioío Horixonre. Convcr»
saado intensamonte, o governador estava ,T ponro de dcslindar
o probideta* 2 a solução <^UC surgia como qtfóse que definitiva
CM aqueta quo j i fera apontada aqui: o deputado B h s Forfrcs
Fiiho. Esre também so encontrava cm Brasília, o seu gabinete
na Câüiara catava cheio <lc deputados, rcmancscccitcs do an• fí£o PSD e da antiga UDM, apíii-cnícmenre unidos no apoio a
Eins Fortes Pilho, c na satisfação com que aceitariam a itsdicacao do SOU nome.
"Os ciuo s^ p r e o c u p a m
o enriquecimento ilín o m e u caso t e r ã o
a p u r a r a s causnr. fio
empobrecimento
licito".
XVríeito. Conheço bem o
;•..••-. n:..""..r $V V--ÍZÜÍ .1C
Hio, e sei qno ele é u m
liomem rigorosamente d e s u s a d o da dinheiro. N à o
riiuliou, n ã o roubaria, j a mais st» aproveitaria de di-">
nliiiros núblteM ou privados. Mas infelizmente o
tu» r o m p o r t a i m a t o é isol;ido. Vois à s u a volta,
TODO MUNDO (com vs r a r a s exceções de p r a x e ) s c
a(»ro\ritoH
do governo,
51 andes f o r t u n a s
foram,
feitas, li os q u e e n r i q u e c e r a m n ã o foram s i d o
povi-rno P a ã l l h a ; t a m b é m
t i n h a m I'adiiha n o nomo.
/ c r d a d e seja d i t a : essas
8 corretoras g a n h a m n n ü *o dinheiro m:;s distribuem
t a m b é m muitos aos -seu.";
.'.nvtcntadorr.i"^ lucro d e s .-:;;; corretoras, manipulandoB
* * *
,
o dinheiro do »;dico do Bra-f
.•-Ml é m a i o r üo que o luInacredilável n>;is rigocro do Bradesco cm 1974
rosamente verdadeiros
3
A corre tor-i líder de.ssc
I r i l h õ n de crir/.ciros foV<
' ">«>1 d e privilegio, 6 a C o r a m rntfnvittadaa a b a n t i b r a q u e e r a a corretora
cos íinriuMvc baneoa c s oficial d o hom burçutVs.
tmnjreiros). a jt'ros do 6
B a n c o d o Hra.-il-Cotlbrajior cento ao ano. Um verlUfm Purgue*, ft u m a a s dadeiro h:>ln|iirtc. unia fes.'"'••ciação lucrativa p a r a a l t a mniHimrnt.d com o d i r uns. m a s n o m í n i m o
n h e i r o do povo.
multo estranha.
* * *
ínl>:il n o It.lli, e HM t ' 0 ^•< .««• rtíír» •'• ii.i'!.\ CÔIUO-
cie U c t i U , (Sm qu?.so 4 rntJI162S de h a b i t a n t e s . O
ideal seria (;ue o sr. J a i m e
Len-er satsso uni pouco do
c a r t a z , ahandonasso a s
promessas p a r a o í:'.turo e
s g >.:•-
m ã o . Foi m a i s rama frust r a ç ã o a nova a p r e s e n t a ç ã o d o sr. J a r b a s P a s r a r l n h o como vlce-lider de um
h o m e m como pelrònlo P o r tela.
it <t <tt
Um verdadeiro a c i n t e : o
presidente d a Voil-^wapcn
aflrmoii o n t e m , .-711c " a s
e m p r e s a s csíraiiKctras p o dem cnntrilniir para o n o s so dfsenvolviin • 11 t o. o
COMPENSAR o noe v«'m
recebendo do eoverno !>rasiTelro^. l í á 17 anos o,i:e :i«
empresas
estran.-cir.is
componentes d a Indústria
aiitomohilíst I e a, recebem
favores de Ioda erdeM c
n ã o COMPKNyAM de n e nhuin:i forma. F n r a r s a i n d a tf MO* oue suportar rssa
arretisão verba' do p<-csis i d e n t e d a VoiUswacm?
Nao basta o assalto de q u e
somo» vítimas?
\e<"i
•• • > - . . " , • .
. •••;
r a o presente. Se o sr. J a i m e Derner puder c o m p r e e.ider q u e u m homem se
p r o j e t a c SC realiza através
do que faz c n ã o do que p r o m e t e , n e m tudo está u e r dido.
* * *
A Prefeitura do ttíe do J a neiii» i.i t e m dois Secretários cí.cofnid.K. I*a í'diica-
ç.\o, professora Tercifoha
Saraiva. R t!c 'I'i:ri; tno, e d l t«v Alfredo Machado, Esta
fui ronvprsar ontein com O
Serrel.-.rio do Eátado do
Itio rl« J a n e i r o . Marcelo
ll:iscl-.iurlicp, j á eomo S e c r e t á r i o de T u r i s m o . As
duri- rrcoiltas J.ão r e a l m e n te t«i»ito f.oas « dão a d l n i r n v o do ft:lnro govetno
Marcos T a m o y o .
• * *
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tf <t 9
Antes do aprovar o nomo
dt» sr. Ol.tv»» Setúbal p a r a
Vrefcito de S:io Vaulo, o
"M1>U cvt'i n a ol>iif::HM<» de
r x a m i u a r o íos*ler que r.s«
t:'t c l r r u U n d o cm Hiasilia.
i;>.s<-s d./sócr tn»ta «irlaIliatlamciile d l . ativl.lailc
)i.TMcârl;t do s r . Olavo S e -
B e m que amljon
mcu3
s e m p r e diziam: cuidado, liõlío, que o Passarin h o n u n c a vat a t e o Ittn
n u m a posteão. Klc n ã o t e m
I i n a c z a , cjuando a. ;íentc
••»•
Os jornais
m u l t o cm
Mas todo
IOKO será
v a d o pela
eslao falando
dlirlrro p-<litlco.
e rniait|tltr d l a ($4 «•««> e n t r a prcí-enea do sr.
,JOÍ-C Bonifácio lia
llfl.-ran-
\ ' \ d o poverno n a C â m a r a
dos Deputados. A!l*s ar, Itd e r a n ç a s n a s doas Casas
d o P a r l a m e n t o foram m a l
encolhidas. Pvtri-i.do
Por»
,
»«l.» » j.««* >*' Olfa*V*' n«"»n
O novo Prefeito de F o r t a leza s r r i o sr. Uratiái* Aires de Moura. » a fo ' ***
dia iro Ptnr-Strient.' do P"rico Í«-> *tstodo do ceará, n o a
c: colha.
•ü tf -tt
.
O Trcfcilo de Curil''';». Jaí- m e I.crncr, fC2 .v»1,:,'•M faü*
tástic.-i <':iinpaoii:i ile p r o •
» . • ,^....-. . » .,,;;, ;• • » *
Os d e p u t a d o s d o ?.fDB do
Rio títande do s-.il estúo na
do Òcvernador Smval Gua-
oViríTaçr.n de Irem h pesse
zelll. A opo-lção política ou
administrativa n ã o t o m
liada a ver com a cordialid a d e q u e di ve presidir o
convívio e n t r e h o m e n s p u blico:;. Conviver, coexistir 0
m a n t e r s u a . s convicções
I n t a c t a s , ó dever t a n t o d a
t>r> A*J,e>'O;x^.0.€si,4cL.4/a5,p.*
"TRJlitJNA
PA IKPHF.NíW
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1/1 Mar 75
Ontem íiz algumas revelações sobre fatos escarr*
dalosns que estão ocorrendo no Banco do Brasil,
envolvendo fantásticas somas do dinheiro d» contribuinte. O fato, como era natural, leve. enorme repercussão. Na agência do Banco do Brasil
da Avenida Copacabana, G19, um grano de funcionários estiva lendo a TRIBUNA exatamente às 10 horas da manhã, quando o sub-gcrcnle
Zcltman Kittman, apareceu furioso, tirou o jornal da mão deles e rasgou-o violentamente, •
Ora, o jornal era propriedade dos funcionários, pois fora comprado com o dinheiro deles, o
expediente ainda não começara, c portanto esses funcionários podiam fasèr do seu dinheiro,
do sen tempo c de suas vontades, o uso que msUvcz lhes conviesse. í: preciso acabar com essa
• * . - • * • * # • ! « . 3 »- - * -» * » • * • » - * » • » . . » • • • * •
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. Quem está no poder n ã o compra
nem vende nada.
Não vende nada, nem compra no nome do
cunhado ou de outros parentes. E comprando no
nome do cunhado ou de outros parentes, ainda é
mais grave, pois se alguém compra alguma coisa c não põe no seu nome c sim no do cunhado,
praticamente está comprovando que a compra
era
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I-Jí-C-O-N-F-E-S-S-A-V-E-L.
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H. F .
• **
*—•
V» ft opinião única, à vontade única, ao comportamento único, o sr. Zeilman Gere ler com
mais assiduidade os discursos do próprio 1'rcsidente da República, inclusive o discurso do dia 30
de dezembro quando o Pivridcnte Geisol conde*
liou o Partido Üiüco, aiirmanüo que isso c uma
contrafação da Democracia.
Que o sr. Zcltmnn queira mostrar serviço exibindo toda a sua subserviência, isso é problema
seu, c ninguém também não tem nada cem isso,
desde (juc essa subserviência seja propriedade especial t: {Articular do próprio sr. Zeltmau. Mas
deixar «ne esta ínlta de coragem, de convicções,
de um mínimo de dignidade atinja o direito dos
outros, isso é que não pode acontecer de maneira
alguma.
Todos lem os mesmo?; direitos e os mesmos
deveres. B o limite de Utdns 6 o respeito à liei c ao
direito dos outros. Eu posso, criticar ou acusar
quem quiser, naturalmente respondendo perante a l.ei ]><'l«»s e\c<'sstvs ou possíveis inverdndcs
que venha a praticar, (Coisa que no caso do Banco do Brasil c do sr. Anseio Calmou de Sá é impossível de acontecer, pois os escândalos constituem uma monlanha fantástica, quase um Himalaia). Mas os que querem prestar serviço desi «iMiir» <""riu»'» •> tiív«ki*.r> íios f#»;»r«is, esses tambeftl
respondrm c responderão perante a Lei, pois estão violentando o direito dos outros.
Quanto ao sr. Ângelo Calmou de Rã. deveria
icy ivi.i priwntc aquele famoso conceito enunciado j.-»r Apiititetion Magalhães, que íoi Govcrnador, Deputado e Ministro de Estados
,
"
•
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. P S — Pela primeira vez u m a decisão favorecendo a Bolsa de Valores 6
tomada diretamente pelo próprio Pjnwadento rfa República, o que dã a mcoida
da preocupação do governo com a Bolsa e a importância que se tícvc ciar a cia.
Antigamente as decisões eram tomadas
a nível de Banco Central ou no máximo
pelo Ministro da Fazenda. O Presidente
Geisel foz questão de inovar, decidindo
ele mesmo com o assessoramento tís 5
Ministros de Estado. Essa 6 realmente,
uma coisa que nunca foi feita, c que Icve saudável repercussão n a Bolsa.
Quanto ao mérito, é indiscutível o
acerto da medida. Uma das razões d s
fragilidade do mercado acionário (uma
das muitas) era esse "enxugamento"
. íeito periodicamente pelas chamadas
subscrições cm dinheiro. O Presidenta
_ . . determinou que cm 1975 nâõ se faça
mais isso, pois o mercado sofreria u m
abalo muito grande. Quanto ao Banco
do Brasil, que não precisa de dinheiro,
que se expande em rar,ão dos beneficico
que recebe do próprio governo, a medida
poderia ser definitiva.
Para que obrigar os acionistas do
Banco do Brasil a entrarem com mais
dinheiro? Tara pegar esse dinheiro c entregar a especuladores como o chamado
"grupo do opcn" que assim arranja munição barata para dar tacada* monumentais?
O Presidente agiu de* forma fulminante, «'retamente, e atingiu em cheio
n a mosca.
H . F..
.
iíOP.t{Al DOtfttíM
6
Bulhões pede maior cuidado
com operações open-market
O professor OCtãvio _Gquvca_ d.e.
Bulhões chamou ontem a atenção das
.autoridades para a neç^esskiadejrte__qiiç
as-operações-de opcn-markvt sejam
observadas com bastante cuidado. S&gúndolcie.-quaiquer.. descuido nõ~ setor
pode agravaria liquidez geral drTsisteuu financeiro, muito embora mis pou•i cos —,conLd.Lsp»''-;unioaue uç recursos
— gelSBI beneficiados.
A análise foi ralizada durante a
solenidade de sua posse na presidência do Conselho de Desenvolvimento
da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
Na oportunidade, o ex-Ministro da Fazenda disse, também, caie já íoram
muitas as emendas introduzidas no
anteprojeto de reformulação da Lei
de Sociedades Anônimas, que, de resto, "ja devia ter sido puoncaaa.'
OS PRÓS E OS CONTRAS
O presidente da Bolsa do Rio,
Fernando Carvalho, abriu a solenidade com um breve discurso, no qual enfatizou os objetivos do Conselho de
Desenvolvimento e o que ele poderá .
significar para o mercado como um
todo. Estiveram presentes o Governador Faria Lima; o presidente do Banco Central, Paulo Lyra, e o Ministro
Mário Henrique Simonsen, além de diversas eatma autoridades e representante? da iniciativa privada.
Secundo o professor Octãvío Gou.
vèa de Buihões, quando 0 Banco Central verifica a existência de excesso de
liquidez, vende títulos do Tesouro ao
mercado, absorvendo o excesso de cruzeiros em circulação. Foi o que ocorreu em 1072 e 1973, quando o Brasil
acumulou reservas no exterior, proveniente.-; do influxo de crédito. Na época, as operações eram insuficientes
para absorver os cruzeiros, dada a intensidade da expansão dos meios de
pagamento."
— Hoje. a situação c diferente. Os
defieits do balanço de pagamentos são
acentuados e o Governo não acumula
reserva*. Es.sc fato, por .si .só, significa
apreciável c constante absorção de
crosclroc Sc, paraiclamcnu, o Basco
Central prossegue na venda de títulos,
sua atitude agrava a liquidez. Os que
possuem disponibilidades adquirem os
títulos do Banco Central, deixando
desprovidos os bancos comerciais de
recursos no atendimento dos que carecem de disponibilidades.
"Para esses — prosseguiu — a
restrição de crédito torna-se drástica;
para aqueles surge uma fonte de re-.
ccita que compete com a rentabilidade do próprio empreendimento. Ainda
que o Banco Central tenha o cuidado
de recomprar os títulos, de modo a
não. deixar margem de absorção, a
distorção persiste porque os que não
têm disponibilidades sofrem violenta
restrição e os que dispõem de recursos
bcncíiciam-se de ampla liquidez."
RESPOSTA AO DESAFIO
Na opinião do Ministro Mário ••
Henrique Simonscn, a criação do Conselho de Desenvolvimento é uma resposta a um dos desafios sofridos pela
Bolsa nos últimos anos. Logo em seguida, ele afirmou que "com o correr
dos anos o professor Bulhões fica cada vez mais jovem, não hesitando cm
lançar grandes desafios ao Governo,
como acabou de fazer cm seu brilhante discurso."
São os seguintes os Integrantes do
Conselho de Desenvolvimento da Bolsa do Rio: presidente — Octávlo Gouvêa de Bulhões; consr-lheiros — Alfredo Lamy Filho (jurista), Fernando , ...
Roçuete Reis (presidente da Vaie do
Rio Doce), Fernando Carvalho (presidente da entidade), Henrique Guedes
de Mello (corretor), José Willemscns
Júnior (corretor), Karl Hubcrt Grcgg
(presidente da Brahma), Luiz Simócs
Lopes (presidente da Fundação Getúlio Vargas), Marcos Viana (presidente
do BMDBl, Ney Carvalho (corretor)
c Roberto Teixeira da Costa (diretor
do BIB).
Ao m sino tempo em que acontecia a solenidade na Bolsa, o Sr Olímpio Pinto Reis Filho era, ontem, indicado para a presidência do BEG, cm
substituição ao professor Octávio Gouvca de Bulhões. E o BNDE
marcava
para o próximo dia I o de abril o
anisneio de sua nova política de juros
para financiamento de empresas produtoras de lnsumos básicos e bens de •
capital.
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tio ttio Úo .la.-viiü,c tlciti.-t.is. A J-.IV.UUMIÍV.I. o falo tio ter o; ttsln&te
um teatro b n a â u i M n a }'x:ihv i a Roa t i , tóo toa ;< Menor itgid/itA»
ç^i». li se KMMtbjí t u a «Mu»**» miSkinário c w 4 n i l t a m a peidteacirii.i, clt f«r* t;uo s-.ír o M i dirrtMt Alem do i;><iis, çqMp o í-.r. Atlo!£»
Bípch ô w a SthiVs e bUh4ci M «::>TÍCO t'o Cr&*11 (a gMtpJfltto: o ?•>•.
A»rclo t;;-J;.i,.;i tio Sá uâo tl.wie.iiU as Minhas : U : Ü * : K ^ a i c ^ i c o
<lnü tnü''.s.-i r..'.ra o OThN t.'ir fown i*fr rcm!^il:in jn-i" «•- T^y'-;»
GvV»»tT.i «'•:fíUiti.>^>>c s ó Ecaoã tio t>t,iú.> «:;t G m m a b s r a . a toü-a
M M S 3mJ3Ss i.«iiús lógica c mr.is eMBpreenxhrl ó stijror que esse
tcr>lro ioi cMtstxafAo com tUsiJit-iro tío c<ni».-il>uintc.
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T a r a n j . a itl»*nWl'llj, «í^Cufili ; i:i üccirtfl SÜ 2ct':Ui
PH »";•> o r.on<c J o ST. &;•.!>!
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P-OT twMio ria I b m u t o loltulwiilwii. Mas ar:ora
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i;a í.rca Qusuesbk. ÜMOlv?" o fí-o .ft»vl«. r> i'>o A"venda, tío Gr.v.xj lpiran^r.
ao OlBM tio ÍÍCN.
I>rc<>I<-..i)n Pi-> rmi« lem;>»>.:.
l'rinn-iro iii.'ic,! o r t c M t » ,
H^Í >VTrent<m*»tt» fta*wí
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fi.i A:-<cni»>!í1.-i
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r>r-íf':i' ' ^ r:\)itiea o n a vio emrVMa vt3n r«>vCTtiv
f,r,r Mi s c ? c R k t b c o n tra f l c .
l•fc.v:^,nt•^-^P•. Rtartelo U * M
B U M M »< MtnWa cit-v.Uras Iwaw cs lalcnncOArio.i CK-X v e a á » õ o li>;r.in ; o
:>.r RCSt. ttMCMM a t o ini^*.-ão stiü^sin.a e t i v n i i ' »
V<»r a i . («Uses Ai vida. K M
co;v.o a o:-»v.''Aáo M riR'.il3i!.'i
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rLV-r.orsixveis i>or u:n.i novela cri'c)uoia QUÍ tem
ontt03 [>--nso!-.ri^cris qve M
rhainp,a: Gonicr, de A'r-.eltiu yfrtnf.TVd.7B. Soi-fiio DOilrr.v.o, Cclr^ce. Ve»!rn-T!'.;rttli-.'fii, CarvnVr.o Ucrien,
Adolfo Undeabom c multo.* nif.'.s. 5">e eu eso»ecl aJçv.r.s nesra relação. iwdaB
j.Trluí-lo3 s e m bosttafSo
gjco n o re.spoissaMiiio.
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Inlcrvcafãe no ivir:«in^.
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(•.«'o-.r/S'! l i a l.icil. O co.ffiiirirn f;.'.l;0 r,::'.^'i'j •:'•vin v,r.'r: b nowe <"o .«i
(i;ivo í. di;!vi) Frpoiiwt »
cr.vií.r c noun fio PfíW*
*o 0 ;.'rr..' >i',: o d '• povsnw-
M;<rclo c l i f t S f M a ftráu
tii:« ü t v o K c r a UWMllltH
A i-.pKrii.rno l^Tii o M t M ri''
(.:)=! liÜh.Vj. ttm« t-!.'> c*>C-rito r:o c o n t r o l o Mf-ári-j
O I'r< ;!d--ntc Goisel j>.v: !r,a>á h o f e tis ato.t «!c p t o m o çnca mi:it".t\'s. 0 c9f»n<M3
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rrôrcltB ceitM f w •••.<v i i i i í :•. f O ' c r . i U r.s l i i i f::i;.i. t ; ;io «-lis: Itc-lio l l i U -
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s^rn i ! ' : r f ; " i n liu—'ina. r " 0
c:il!.í"" O.; v?yi:'-4tOS í - :!Titio': »or \:v.i •.>!?.<'• i.o-
I n' t:i'. o >/ii-jw'»>-- -•» I">.'I>>
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:
Mirante
•
Hoje, às 12h30m, no Clube Comercial,
Marcos Visnna. presidente do BNDE, almoça com a. Associação dos Jornalistas da
J x o n o n V a e Finanças.
•
O atual diretor do Banco do Brasil pa;a
a A*M do Rio de Janeiro e Espirito Santo, Carlos brandão (ex-gerente da D i v i d i
Pública do Banco Central), deverá ser indicado para assumir a nova diretoria financeira
do BB, .que o órgão criara na sua próxima
Assembléia Geral Ordinária. Essa medida é ,
p-."is um passo p.--rf -^ f - w t r a ü M ç t o da cal- •
A I U J otKico uu Drasii e a sua tu;ura atuaç5o no mercado ?berto do títulos públicos,
feto que deverá se concretizar quando as
ressrvas voluntárias dos bancos comerciais
forem transferidas do BB para o Banco Central. •
• A Manufacturo Francalse da PiiOur.ifltlquos Mlchelin quer Investir no Brasil
US$ SO milhões, em um projeto para fabricnç.io d'i pneus reforçados com cabos de
nço. Caminhões, outros veículos pesados a
o mercado oxterno sâo os clientes em vista.
ft O Banco Central da Uruguai efetuou ontem a sextj desvalorização do puso oste
ano. A partir da agora, o peso uruguaio será cotado, em relsçào ao dólar, a 2.08.'i e
2.104 pesos no mercado comercial.
•
i-J-
As imoortacoes do Vaticano procedentes d * Itália ascenderaa, a 2 177S0C ml!
liras (3 500 mil dólares), correspondendo
principalmente a 970 toneladas do pastas
alimentícias. 134 toneladas de doces e pastelaria e 190 mil litros de bebidas e licores.
A cantina do Vaticano alimenta mil cidadãos
do Estado Pontifício, as congregações, institutos religiosos, corpo diplomático acreditado
na Santa Só e outras pessoas quo usam os
talões de compras cem isenção de impostos.
•
O presidento do Instituto do Açúcar e
do Álcool, General Tavares do Cerniu,
estará raunldo kjoat r.<"" wjminiMmitat «•»
24 associações de produtores. Na ocasião
será discutido o pedido de reajuste do preço da tonelada de cana de Cr$ 57,00 para
um mínimo de CiJ 100.00.
•
O consumo de energia nos Estados Unidos baixou 2.2% durante o ano passado,
em comparação com 1973, pola primeira vez
dusdo 1952.
•
Uma pesquisa Internacional comparativa
aivulg.ida em Nova York no mos p a v
sado colocou Santiago do Clille como a cidade qi:e registrou o maior aumento de preços no mundo para o consumidor. A Inflaçáo chilena foi de 375 por cenlo em 1974 a
tinha alcançado 32.6% nos dois primairos
meses de 1975. O Governo da Junta Militar
anunciou ontem altas para os cigarros a detergentes. Terça-feira subiram o arroz e o
iClifc
"3
&P> tyd, P>>0 X ^ . O>€£ I , A C L 4 / 2 3 , p. 44
L
1
]
JOHftU. DO asáSb
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Ç 5 ÀG3 1075
Banco do Brasil faz
reforma operacional
^
Rrasilia — A ampliação
diretorias para as próprias
do poder dccisório em nivel regiões a elas jurisdicionade gerencia, visando a agilidas.
zar a concessão de créditos
NOVAS
DIRETORIAS
do Banco do Brasil,.faz parCom a criação das três
te de Tim programa de am. pias reformas operacionais novas diretorias, alguns dos
do estabelecimento que será nl.-iiais d i r e t o r e s serão
tiansferidos. Para_a diretoproposto, às 15 b o n s de
ria clr» Finanças t: n o m ç j n hoje n a asscmbléia-geral
extraordinária do BB. Será c,'-:uio""<• o tio aluai nTPgtgt
proposta,
também, a cii :<a. Kivião (1'Mados do
criação de três novas dire- . Kio c K-niüio banl.o) e"Tx"jerentê da Divida cio «anco
torias ligadas aos setores de
Cintra! S'- CãrTÕS Hrnmlno.
Crédito Rural, Finanças, e
'
KJ t t l l i . u l . i n
ais.
A intenção do presidente
do Banco do Brasil, Sr Ângelo Calmon de Sá é obter
máxima desburocratização
operacional, em particular
nas regiões mais pobres, on. de é maior a carência de
' crédito oficial. Dutra propoI sição será a da transferência das sedes das diversas
{3
• m u y,
lU.
UÍX
I r t . J.V.C-
giáo (Rio Grande do Sul),
Si Pinar Gigante será indicado para a diretoria de
Coordenação Política d e
Crédito Rural. Substituirá o
Sr Gigante na 7a. R,egião o
Sr Perachi Barccllos (atual
diretor da 6a . Região, de
Paraná e Santa Catarina),
que por sua vez será substiisti- (
tuído pelo Sr Daniel Faraco
Qf:' :±2
1 5 ADR 1975
Ângelo Sá defende
Bolsa para garantir
preços ao produtor
A criação imediata de bolsas de mercadorias no pais, como forma de proteger os produtores brasileiros contra as oscilações de preços dos mercados internacionais, íoi defendida ontem pelo presidente do Banco do Brasil,
Ângelo Calmou de Sá, durante a abertura do
Seminário sobre Operações de Comtnodities,
patrocinado pelo IBMEC.
O Sr Ângelo Calmon de Sá afirmou que
o Governo deseja o aumento da participação
do setor privado na comercialização de produtos primários junto às bolsas de mercadorias do; exterior. Para Isto, destacou a importância do treinamento de pessoal especializado para estas operações, de grande importância para o equilíbrio do balanço de pagamentos.
Idéia c
números
O presidente do Banco do Brasil explicou
que a idéia da realização do curso surgiu a
partir da publicação do livro — Commodilies,
o Preço do Futvro — editado pelo IBMEC.
O desenvolvimento das operações de
commodities, seguhdo o Sr Ângelo Sá, se enquadra dentro da estratégia de desenvolvimento do comércio exterior brasileiro nos últimos 10 anos, fator que permitiu a obtenção
das altas taxas de crescimento, através do
equilíbrio do balanço de pagamentos.
O Sr Ângelo Sá apontou alguns números,
mostrando que as vendas externas, em 1964,
representavam 5',.' .do Produto Interno Bruto
brasileiro, já respondiam por 13Tí do PIB no
ano passado. No último tríjnio o valor das exportações evoluiu de 3 bilhões 991 milhões de
dólares (CrS 11 bilhões 309 milhões), era
167i, para 'i blindes 968 milhões de dólares
(CrS 62 bilhões 508 milhões), cm 1974.
A participação dos produtos básicos foi
de 68,3'/o do total das exportações em 1972,
enquanto no ano passado atingiu a 60,4 r ; do
total. Os produtos alimentícios responderam
por 37,2 Ce das exportações, sendo que no ano
passado o valor de suas vendas cresceu de
52,6'é sobre 1973.
Novos
mecanismos
Segundo o presidente do Banco do Brasil
estes números estão a indicar a necessidade
da criação de modernos mecanismos operacionais no comercio exterior brasileiro. Ele creditou o desenvolvimento do comércio exterior
aos estimulas governamentais ao setor e especialmente ao desempenho das empresas privadas que foram responsáveis pela principal
parcela de êxito.
Para o Sr Calmon de Sá toinc-.se imperativo, agora, em face às dificuldades no equilíbrio do balanço de pagamentos brasileiro,
maior dinamismo nas operações de commodities, destacando a aceleração das operações de
vendas futuras (hidging) como fundamental
a este objetivo, para o que será necessário
maior colaboração entre a iniciativa privada
e 0 Governo.
A ai nação do Governo no comércio exterior foi justificada pelo presidente do Banco
do Brasil em face das contingências históricas,
considerando que ela será secundária a partir
da implantação de um amplo mercado de
produtos privados. Tal mercado, inclusive, terá influência sobre a política de preços mínimos, que poderá tornar-se um instrumento
secundário, já que o produtor obteria prpços
sempre superiores junto às bolsas de mercadorias.
O Sr Annelo Sá defendeu no entanto, a
Importância da política de preços mínimos,
apontando a defesa atual dos produtores de
sisal e, principalmente, do algodão — que em
alguns tipos de fibra c.stá recebendo garantias
de prerns arirna rl?c cotí\ÇÕ?r, ÍZZ nKTCfttffll
internacionais. Entre os principais frutos desta política o presidente do Banco do Brasil
apontou a possibilidade da auto/t>uficicncia de
trigu já na safra 76 77.
—--f\
Além do ftr. Ângelo Sri, estiveram presen-II
tc^ o oiç-kl' nle d.i• l'',M.'-Ç..
Cp,
I-ÍIMJ l^nriri
—
- •
-irn prisidpr.lr íln f.nisa do Rin, IVrnni.dn Carvalho, cs diretores de cjtiibio e da 3a. repiaoi
do Vli rcsnectiya:Tit:ntc. Ççjai uanias ttacci-f
lar c Carlos Brãndao.
r
l
T,,.,
.i*tv*tr*K* '
I 6AP.Í
1973
iSSforgsllM PRIMEIRA Iidí-iOl
HÉLIO FERNANDES
Não será nem surpreendente se Amaral
Peixoto c Chagas-
Freitas fizerem acordo. Não so esqueçam que logo depois de
ser ademarisia o cx-governador da Guanabara (oi pessedista,
1-V»
onde foi correligionário de Amaral Peixoto. O acordo tem
como objetivo visível o governo do Estado do Rio em 1978.
Mas ainda vai correr tanta água na ponte da sucessão do Rio do
•
• .'• • >
. .
UJÚ4
CHAGAS FREITAS
Inacreditável mas rigorosam e n t e verdadeiro: ate aporá a poliria ainda
não
COUSCRUÍU liH-:i:i7.ar e prender o cx-detctive Nelson
I>uartc. Não c possível. Com o c que em pleno i;io de
J a n e i r o um homem c o n s e g u e sumir dessa m a n e i ra, ser "trajada" pela ter- i
• ra sem- que ninguém saiba
do seu paradeiro? É dem a i s . Há so tfaavanba dípolicM se m o v n n e m e .
* **
O Jornal do HlMÜ erra n a s
. m e n o r e s coisas, nunca sabe
d e n a d a . Ontem, por e x e m plo, no citar o criminallst a Evandro Lins e Silva,
diria que cie £ "cx-Minlst r o do Supremo Tribunal
Federal". Ora o sr. Evandro
L i n s e Silva continua Min i s t r o do Supremo Tribun a l Federal, s ó que a p o s e n tailo. Luiz Gallottl também
*é Ministro rposentado d o
S u p r e m o Tribunal f e d e r a l .
R o general Cordeiro de
F a r i a s ou o Brlsadeiro
Eduardo Comes, por terem
;
atlncirlo a triado limite na' ra permanecerem na ativa
C tr-rom Ido p.ira a rasa,
por nra«o s">o chamndne He
ex-«rcnera] ou cx-Bri«ad?lro?
+ * *
t. f a n t á s t i c a a promorão c
a badalação do c x - r i r f e i t o
de Cm iliba. Jaime l.ernrr.
Fie n ã o |.odc dar uni passo
que não seia endeusado
pelos mais diversos ó r s â o s
d e coniimi«i<váo. Na v c n l a de, Jaime l.irnrr no fSio
fex a p e n a s uma r o i s i : T-»l
, n Niterói, t i a »<s praias,
a b ã f que c i a m bonita» i c
quem diii.i outra i r i a i T l e
foi descansar une **n ••orno
t a m b é m n ã " c «lc ferro"...
* * ft
Hera reaitaada noje a **•
trintltéla do Honro do Brasil para exxAo dos novo*
F!
d l r i L i u ô . riu:: vívlar. r».
IMV.I, uriui iu<-.-mo nu r.i-i*ll r t w a «"rl^lr a« d i v e i r t s . a':rnria.i criadas nn
e x l T i o r . Ontem-r.e «rlmlDa.
írnn-amrnie p w *min»si
riio'i|(ic:irõfs em riiBiefto a
a l g u n s n o m e s que e s t a v a m
>?
janeiro, que essa sucessão bem podo so transformar
avalanche.
praticamente garantidos
que í o ; a m Inesperadamci
te velados
O processo de e s v a z i a m e n to do sr. r c l r ô n i o Portela
c l i c i o u a o m á x i m o n o últi, m o fim de s e m a n a . O .linda Presidente d a Arena,
ficou cm Brasília mas não
foi convidado para celsa
alguma e, mais do que isso:
não recebei s m só lelcíoi . c ü . - i ^ i(Uttii|kc. i \ r > lado ou senador Isso e o
máximo e m matéria de
desprestirio, pois Brasília é
uma cidade oiide na falta do que farer ( e n u n c a
liâ nada para fazer e m
Brasília) a s pessoas geralm e n t e se e n c o n t r a m para
dividir • a m e n i z a r a s próprias solidões.
* * *
Ontem n a Bolsa, se a d m i tia f r a n c a m e n t e que a atitude Co sr. R o g a Guedon,
quase que exigindo que o
Fundo de Garantia
da
Bolsa pagasse os seus prejuízos iprciuizo?) n o e s touro da BQ, se constituíam num caso flagrante
de audácia e petulância.
A tendência de multa ç e n le na Bo!:.v era de pedir o
enquadramento do sr. Uoper Gurdon nos mer.mcs
crimes nos quais serão c n rmadradoa o.", dirigentes da
SG.
+ *• *
U m a coisa c certa, t o m o
revelei no»»» nn *^vi«a ffi*a:
o Banco Centrai já nediú
a limililacão extra-indiciai
da SfJ R assim que n processo estiver
siificicntem » r t r *«t»»d'do. srvá Dedica n nrl-áo urrvr.nilia
tloi srs P;inlo lt'»r'a»"aiitie
C Ctáivlio A n d a d o líamos.
* * *
Tosacw farta qw t r!-cro-
s a m e n t e vrrdacletvo: s<> o
f>nirlnr
Wilson
(;:imivis
l i v r w i | nrMulalo ras»».
rio iv>r c.")rri;i>r;",f> mr> rmIru it.iii.i,iii'ii!-.ti r«t ".'r-*>
t">inlii''m Wffl IMI"I(1'I !>:ualmontf por corrupção Ainda não se •">b^ çorrír» Ir: o
s^rá f ^ f o . rn?- viiw*-.-.. min
S-rá »'ilo A A^RNrt < . iá
"com t o s t o de tnnfftw na
numa
.
bocp.", e disposta a praticar a "filosofia" dos que
n ã o l é m filosofia, ou s e j a :
quanto pior, melhor. A
quem serve isso? Evident e m e n t e que n ã o é ao regime,
* * *
A Bolsa o n t e m foi u m a d a s
mais irucas do a n o . O v o iume de negócios mat c h e cou M i i i yilúWTi de v< lixeiros, e tortas a s a\Ots
(com exceção de 4> caíram
a nitcis baixíssimos. A
Bolsa o n t e m veio quase no
nivcl m a i s baixo do a n o .
B a n c o do Brasil rrfcicrencial ao Cortador caiu a b a i xo de 3,90, 1'etrobrás veio
para 3,14 (o nível m a i s
baixo deste ano de 1975 foi
4,08, que pelo visto será a l c a n ç a d o ! . Vale do Rio D o c e c h e c o u a 3,10.
* * *
O mais i m p o r t a n t e é que
não há motivação, nom
pe-soccílvn n e m e x p e c t a tiva. As eOtacOO* vão c a i n do, o? investidores vão re
retraindo, e os c r a n d e s
profi.ssionals (que aílna)
térr. mantido a ílol«al.
p a i m W p ' r a o «pcn. qiw
é onde P60 dadas ns praiid^s taradas no m o m e n t o f)
difícil dl,-or a U finando ou
a t é quanto cairá a DoUa.
As afiVí rr.^ão m u l t o barat a s Mar. Isso n u n c a foi
cmnrrllrtn nara 0'te n« B o l s a s f*0"tlnurm c a i n d o O
' problema e auo o B a n c o
O ^ r n j mtnra foi t ã o d o m i n a d o por moedores.
^oa»
* *
•
I A pn>pós'(o: fo| tio dia 13
I c 1! de marro, portanto liá
| 1 m H . qiu' fie nnui m e s m o
a r*".rt*vã«* íoi»re §f r;r"»,i"'
des esc.'iiil:ims do o i n n .
rnynUriMlo " nriinrlfi l'r«ij
si.1.,.1. ••••) B i n t i . iir, Bra-.
P A*M'rlri -fiiimíiti tíc ^á.
í
rrrrrrTTTÍ
a dedo nar.i «erem tienrilciada* r prp-l|«»iidas NIMe
3 IritticVs de rru/eirns Kri-eliciani rv«-e ili»|tic»f« do
BiFien do l'r:»sn «»*»ira^doí
l i e melo por cento ann i n c : i .
e c h e c a r a m a faturar 4 e í
5 por c e n t o t a m b é m » o í
m i s , s e m o menor risco.
* * »
Esse foi o g r a n d e e s c â n d a lo do a n o . K boje e á l u m o i
c o m p l e t a n d o 30 Cias s e m
a m e n o r providência. S e tores r e s p o n s á v e i s d o p o verno õeixar.'.:,: t u t r a t a
l n f o i m a ç a o de que ' a l ; ! » m a coisa vai r.conteccr, e
mie i, Mecanismo co OJKII
p i o f u n d i d a i l c para que c i ses f a t o s ' n ã o m a i s .se r e p i t a m ' . Mas a vcWUvde I
que o sr. Ar.selo C a l m o u
de E,í t e seu c u n h a d o Ba.1m u n d o de C a r v a l h o ) <jiic
nos f r i n i c l r o s dias f i c a r a m
a o a v o r i o o s lo^o depois se
d s s e o n t r a i r a m . c a^ora J&
e x i b e m a tranqüilidade Coi
prandes vitorioso-? C p o s í l v t l q u e o s vento* m u dem c q u e o taracAa B
ailla p^sse a soprar com
mais lntcns'dade.«
11
* * *
F.xisle u m anll s *o d i t a d o
que e n s i n a : "Ui/c-iiie c o m
q u e m a n d a s e eu te. dirfi
quem és". O PienfcWnH
Gera d l o r d a n d e u a s e m a n a Inteira com B<'h IIope.«
* * *
T ã o l o - o S J f;.lo;i na r n - . o
que e n x o l v e a >eeretari:i
de làliicaçâo do IXatiO ij«*
Klo de Janeli.» c iio l*«*li*
cio t i i i a n a b a r a o ilrputaUo
Tlcxa Blbeiii) conn eou a
rrarilMilar <• sen M o t a * * •
ra o r á r s » O iritialiio i!c
lT*.\a Ulbclro comevOil e m
P.r?s;ii a c ti-ve nro c fr:fulMM>t<i n o lilliii." frtiai d e
t,em iria no lll-> l - u i t f i ;»rri;m"nt»s apres<nt:iilii>-. e m
sen favor é O d>: que «"*
rtimi^vcãfi «HTmitlrH ao sr.
I.ooii CMCÍII.* a>. nt-"í. r*.i
Cama':» l i « « D e p u t a d a s .
Arnntrrc u u r t.-*ie r.^rtlCit'.l»' c a
fl*i*»l.ltef
d t .(O I»
l'les-7
l''i1>rirí»
;!'..*..4...i2
l l ^ i i « r » n s.ri'*'ef ii« tu *»•' 1 i i ' « -
cat-íio f: mie o n i m r «le
|.ooo r « r ' l i o est-i «-oiajn
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nl.
«%1'a ' « " ' e ã * . fi'<
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Faria lima.
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e>$h 4*i,Pitox*).a-èsr/,ACL.4/&ifM
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Em 2 assembléias BB
cria 3 diretorias e
aprova contas cie 7 4
Os
participantes
dn
Assembléia Geral F.xlraordinárin dn Banco do Brasil • 49
acionistns • clecidiroin. ontem,
criar mais três diretorias a de
Coordenação oc credito ftiirnl.
de Finanças^ c Airéncias. e
ttuticmncJ>cT" 1 ntcrnncionais,
sol> a jusiihcativa cie que virão
complementar as necessidades
administrativas dn instituição.
Ainda ontem (oi realizada
Assembléia Geral Ordinário,
cjue aprovou ns contas c as
atividades do Banco Mo Brasil
cm 1974, c elegeu três novos
d i r e t o r e s : Amilcor de Souza
Martins, que desempenhava a
função de chefe de gabinete da
presidência da
empreso:
Kduardo de Castro Nciva.
atual diretor c c operações
externas dn Cobcc. e o e x -
como principal agente do
G o v e r n o , p a r t i c i p a n d o cm
mais de .r>0 |*>r cento do total
d e nplicações, além
de
r e s p o n d e r pelo execução d e
política de preços m í n i m o s ,
compra c venda de toda a
p r o d u ç ã o do t r i g o nacional.
Juntamente para o dinnmiznçáo
dn
agropecuária,
foi criadn a diretoria de
Coordenação de Crédito Hural.
que pretende instituir uma
política mais seletiva.
Quanto à diretoria de
Finanças; ficara rcs|x>nsóvcl
nela' a d m i n i s t r a ç ã o
dos
recursos à dis|xisição do Banco
do Brasil p a r a aplicação,
a t u a n d o como i n s t i t u i ç ã o
financeira comercial, e como
I!»!'oP'!''.'.V»
funcionário aposentado do BB
HISTÓRICO
V.m 1908 ocorreu n últitnn
alteração de vullo no Banco do
Brasil, .com n criação de duas
d i r e t o r i a s opcnicionnis. No
entanto,
o
BB
vem
apresentando um crescimento
incninum após 19G5, não só
pelos
altos
índices
de
crescimento do próprio país,
como pela expansão interna c
externa de seus negócios: o que
levou
à
conclusão
da
necessidade dn efetivar-se essa]
reforma administrativa.
Os s e t o r e s que apresen^
taram
maior
oxpansác
foram os da agricultura c nsl
operações no e x t e r i o r . Comi
relação a primeira, o BB atual
TV<""*t^ry\
VV!!'!"
que atualmente esta área é
a t r i b u i ç ã o da presidência.
F.ntrc o u t r o s e n e n r g o s . e s t a
diretoria ficará encnrregnda de
elaborar trabalho cenlrulizjiodo as informações e dados
para, conjunl amenl c com os
outras carteiras, atualizar ns
informações a estatísticas.
Helotivãmente á diretoria
de Agências e P a r t i c i p a ç õ e s
Inlcrnacioiinis, terá a seu
cflrgo a responsabilidade dus
a t i v i d a d e s operacionais o
administrativas das agências c
escritórios do exterior.
Finalmente, n Assembléia
Geral O r d i n á r i a
reclfiten
Admon
Ganem;
s
nslopue»: I-ei-i-irr, -
toberto
Colin
tpje
diretorias
titulares.
para
as
já
eram
\
&fc Art.Rto X9-O.ESi,ACL.4/^ / p .15
Dt&RIO OC DRArftlA
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1 7 An^ W75
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Moscada posse
dos diretores do BB
O» novos diretores do Canco do Brasil
— Danie| Faraco. Eduardo rln Çap-rro
Nniva e Amilcar de Souza Martins (na
foto o prosiíinle fla instituição, *r.
Ângelo Calmon de Sà) — tomarão posso
na próxima semana, em solenidade a ser
realizada no gabinete da presidência do
Danço cm Brasília. A assembléia dos
acionista; tío Banco tnmbém reelegau o :
diretores
Oswaldo
Roberto
Colin.
Admon Ganem e José Aristóphanes
Pereira. Tanto os novos diretores com os
reeleitos são funcionários de carreira do
BB.
BELGO A U M E N T A C A P I T A L
BELO H O R I Z O N T E - Os acionistas
da companhia siderúgica Belgo
Mineira
aprovaram ontem em assembléia gorai
oxtraordinária, realizada em terceira
convocação, o aumento do crpital social
da empresa da CrS 4 9 0 milhões para
CrS 700 milhõos, com bonificação de
três ações para cada grupo do seta
possuídas.
O aumento
será integralizado, mediante a incorporação de reservas provenientes de correção monotária do títulos
e valores mobiliários, bonificações do
ações de outras empresas, alienação de
imóveis, venda das ações resultantes de
frações, provisão para manutenção do
capital de giro, reservas especiais e do
parte do lucro do exercício anterior.
Nesta agenda foi autorizada a distribuição gratuita do três novas ações
ordinárias por grupo do teto antigas
possuídas.
O
Download

Além do Sr. Amilcar de Souza Martins, a Assembléia dos Acionis