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Am. Journal of Sports Medicine
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Vários fatores predisponentes - luxação ou
instabilidade de Patela
mais de 100 tipos de cirurgia
Realinhamento proximal e distal
A associação entre realinhamento e osteoartrite
num seguimento de 10 anos - maus resultados
LPFM – reconhecido como estabilizador
Não há estudos acima de 10 anos voltados para os
resultados das reconstruções do LPFM ou focados
na osteoartrite femuro-patelar ou femuro-tibial
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Analizar os resultados a longo prazo da
reconstrução do LPFM, incluindo a associação
com osteoartrite do joelho.
Avaliar a eficiência
e segurança da
reconstrução.
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1988 a 1997 – reconstrução do LPFM usando fita de
poliéster – 39 joelhos
24 joelhos (22 pacientes) – 18M e 4H (12E/12D)
3 pacientes – 2 realinhamentos proximais e 1
release lateral
Primeira luxação – 14,8 anos; cirurgia 22,5 anos
Fita de poliéster associado a lateral release (14
casos – 58%)
Artroscopia prévia – aspecto da cartilagem
21 – condromalácea (II a IV Outerbridge) – shaver
ou perfurações (7 casos)
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Follow-up – 11.9 anos (8,5 – 17,2)
Ex físico; RX; tipo de patela (classificação de
Wiberg), altura da patela (Insall /Salvati)
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Critérios clínicos : Crosby/Insall e escores de
Kujala
Osteoartrite fêmuro-patelar – sistema de
Crosby/Insall – leve, moderado e grave
Kellgren/Lawrence – osteoartrite fêmuro-tibial
0 a 4 graus
TÉCNICA CIRÚRGICA:
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Crosby/Insall – 11 joelhos excelentes (46%);
10 bons (42%); 3 ruins (12%) (clínico)
Luxação – 2 joelhos
Escore de Kujala – 63,2 pontos pré-op para 94,2
pós-op
Teste da apreensão: - em 19 e + em 5; ADM
total em todos os joelhos
Wiberg II -10 joelhos / III – 14 joelhos
Não ocorreram complicações pós-ops
Tabela 2
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angulo Q: 18,7° - 15,5°
Ângulo sulco: 148,8° - 143,5° (s)
Altura patelar: 1,13 – 1,09 (Insall/ Salvati) (s)
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Realinhamento distal de Hauser – alto índice
de osteoartrose fêmuro-patelar a longo prazo
(71% em 8 anos)
Elmslie -Trillat - 53% resultados satisfatórios
em 6, 2 anos (91% em 3,8 anos e 64% em 18,4
anos) – osteoartrite – 42% em 18,4 anos
O principal fator de maus resultados é a dor e
não a instabilidade pós-operatória
Realinhamento proximal de Insall – 90% de
resultados satisfatórios em 6,3 anos e 36,8% de
osteoartrite fêmuro-patelar
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Existe associação entre osteoartrite fêmurotibial e realinhamento distal (37% em 8 anos –
Ahlback 3 ou 4)
Estudos biomecânicos – aumento da pressão de
contato entre as articulações fêmuro-patelar e
compartimento medial após realinhamento
distal
LPFM - estabilizador primário e colabora com
50 a 60% da força medial de estabilização
Nós usamos fita de polyéster que mostra bons
resultados e boa ligamentização
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Não há relatos sobre reconstrução isolada do
LPFM com ou sem release lateral com
seguimento acima de 10 anos
O ponto de fixação do ligamento e a tensão
ainda são pontos obscuros e relacionam-se com
osteoartrose
Release lateral é um fator importante
Neste estudo 88% clinicamente satisfatórios e
baixo índice de luxação (2 casos)
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A evolução para osteoartrose fêmoro-patelar e
fêmuro-tibial não foram significativas, embora
na classificação de Kellgren/Lawrence ocorreu
pequena diferença na fêmuro-patelar
Conclusão – a reconstrução do LPFM mostra
nenhuma
ou
mínima
evolução
para
osteoartrose e é um método seguro e efetivo
nos casos de luxação recidivante de patela
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Conclusão