MANUAL DO PROFESSOR
Faculdade Guanambi
MANTENEDORA
CESG – CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE GUANAMBI
GESTORES
Alexander William Lima Santana
Felipe Gabriel Duarte
Joselito Batista Santana
Pedro Gomes Duarte
Faculdade Guanambi
Credenciada como Instituição de Ensino Superior através da Portaria nº 3.081 de 07
de novembro de 2002, tendo seu regimento aprovado através da Portaria nº 2.168,
de 17 de junho de 2004.
Diretor Administrativo e Acadêmico
Georgheton Melo Nogueira
Vice-diretor Acadêmico
Mauro Cesar Ribeiro
Vice-diretora Administrativa
Juliana Lima Gerab
Secretário Geral de Cursos
Wilson Pereira dos Santos
Avenida Barão do Rio Branco, nº 459 – Centro
CEP.: 46.430-000 | Guanambi-Ba
Tel.: (77) 3451-8400
PREZADO(A) PROFESSOR(A)
Você está recebendo o Manual do Professor da FACULDADE GUANAMBI. Nele você
encontra informações sobre a estrutura, as normas, os procedimentos acadêmicos e os
serviços oferecidos, além de orientações a prática educativa do cotidiano de seu
trabalho. Com esse instrumento buscamos oferecer aos Senhores subsídios para os
enfrentamentos que o dia-a-dia da missão educar exige de nós, porém, sabemos que
não são só de regras e procedimentos se constroem a educação. Precisamos sobre
maneira, acreditar que “ensinar é aprender duas vezes”. Para ensinar não exercemos
o ofício do homem que nunca erra, mas sim, daquele que aprende com seus erros e é
insaciável na busca de novos conhecimentos. Para que sejamos bons professores nada
pode nos impedir de buscar, seja nas literaturas, nas práticas cotidianas, em nossos
pares e, principalmente, em nossos alunos a fonte do conhecimento, assim, sempre ter
em vista que, ser professor não significa o indivíduo que “dá aula”, mas sim, aquele
que compartilha conhecimento.
A FACULDADE GUANAMBI
A Faculdade Guanambi nasceu como resposta a uma demanda que se estendeu
historicamente para além do Município que empresta seu nome. Em verdade, uma
demanda que marcou as agendas sociais e políticas de parte significativa da
população dos municípios situados no centro-sul baiano, particularmente aqueles
firmados em sua porção semi-árida; que definiu, em intensidade considerável,
projetos políticos por mais de duas gerações, movimentando articulações nos campos
mais diversos das forças políticas locais, ora marcadas por avanços, ora por
retrocessos, mas sempre capazes de incutir no imaginário regional a viabilidade da
cidade como pólo potencial para educação superior e todos os seus rebatimentos no
campo do ensino, da extensão, da pesquisa, do debate ampliado das políticas
públicas, do desenvolvimento econômico, da inclusão social, da sustentabilidade
ambiental e todas as particularidades cruciais no delineamento do destino deste
território e sua gente.
É neste contexto que começa a tomar forma a Faculdade Guanambi. Credenciada
como instituição de ensino superior através da Portaria nº 3.081 de 07 de novembro
de 2002, tendo seu regimento aprovado através da Portaria nº 2.168, de 17 de
junho de 2004, pode ser considerada um marco nesta virada histórica do Município.
Precisamente por isto, a Faculdade Guanambi, que serve à sua cidade sede e outras
tantas situadas em toda a Bahia e norte de Minas Gerais, representou uma das mais
importantes convergências já experimentadas na história local, sendo, atualmente,
profundamente identificada com o crescimento e a prosperidade da região, como
instrumento acessível e necessário aos estudantes, ao mercado, às organizações da
sociedade civil, aos atores políticos e demais instituições públicas e privadas.
MISSÃO
Constitui missão da Faculdade Guanambi educar e formar cidadãos conscientes de
sua responsabilidade com os valores éticos, culturais e profissionais, visando satisfazer
as principais demandas sociais com a eficácia exigida pelo mundo contemporâneo.
OBJETIVOS E METAS
OBJETIVO GERAL
Desenvolver cursos e programas de formação superior, possibilitando uma formação
integral do indivíduo em sintonia com as necessidades da sociedade como um todo
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
GESTÃO E INFRA-ESTRUTURA
a. Atualizar projetos pedagógicos mantendo-os em conformidade com as
necessidades sociais e a legislação vigente;
b. Oferecer
infra-estrutura
e
condições
adequadas
ao
pleno
desenvolvimento acadêmico dos alunos;
c. Melhorar continuamente o acervo bibliográfico;
d. Atualizar e aprimorar os processos de Planejamento e Orçamentos;
e. Transformar
a
Faculdade
Guanambi
em
Centro
Universitário,
promovendo o seu desenvolvimento auto-sustentado.
Graduação e Pós-Graduação
f. Expandir a oferta e promover a melhoria contínua da qualidade dos
cursos de graduação e pós-graduação;
g. Ampliar a oferta de estágios aos discentes;
h. Fortalecer as instâncias de coordenação;
i. Consolidar os Núcleos Docentes Estruturantes;
j. Integrar as atividades de graduação e pós-graduação;
k. Implantar a Pós-Graduação Stricto Sensu.
Pesquisa e Extensão
l. Manter e aprimorar projetos de interesses sociais;
m. Promover e estimular a pesquisa e a extensão, focando as temáticas do
semi-árido;
n. Fortalecer as instâncias de regulação e coordenação de pesquisa e
extensão;
o. Contribuir para a inserção dos alunos no mercado de trabalho;
p. Contribuir para o fortalecimento das manifestações culturais regionais;
q. Desenvolver projetos interinstitucionais.
Gestão de Pessoas
r. Ampliar a assistência ao estudante, quanto à inclusão social, à formação
continuada, ao desempenho acadêmico e à qualidade de vida;
s. Garantir atendimento eficiente e eficaz e a qualidade dos serviços
prestados pela FG;
t. Aprimorar os planos de cargo e salários de corpo docente e técnicoadministrativo;
u. Promover a qualificação e capacitação do corpo docente e do corpo
técnico-administrativo;
Avaliação e Acompanhamento
v. Promover a constante avaliação das atividades de ensino, pesquisa e
extensão;
w. Revisar continuamente planos e projetos institucionais e pedagógicos;
x. Aperfeiçoar os mecanismos de participação da comunidade na definição
dos projetos institucionais;
y. Aprimorar os instrumentos de avaliação;
z. Fortalecer a atuação da CPA – Comissão Própria de Avaliação.
DOCÊNCIA
O contexto atual no qual se inserem os professores de nível superior explicitadesafios
postos pela sociedade da informação e do conhecimento, percebidos tanto através
de novos referenciais para o exercício das profissões, quanto pelas orientações legais
anunciadas pela LDB 9394/96 e decorrentes diretrizes curriculares para cursos de
graduação (CNE/MEC), que passam a exigir novas competências para a
reestruturação dos cursos, através de projetos pedagógicos que possibilitem o
exercício da docência como ato reflexivo, crítico, transformador e emancipador,
redimensionando a vida acadêmica.
A docência no ensino superior supõe, então, a compreensão de dimensões que
caracterizam a estruturação de um curso de graduação e a implementação de novas
práticas de formação, com a devida clareza sobre a definição de cada elemento
constituinte e a articulação entre eles.
Neste sentido, podem ser destacados princípios norteadores: perfil profissional,
área de atuação, bem como estratégias pedagógicas possíveis de ser implementadas
para que ação docente seja coerente com seus objetivos, com uma bem pensada
integralização curricular, com recursos humanos competentes e materiais adequados,
o que pode e deve ser acompanhado através de um criterioso sistema de avaliação,
elementos estes estruturantes de um Projeto Pedagógico que precisa estar bem
explicitado no papel e bem apreendido, efetivado e acompanhado pelos docentes e
discentes, sujeitos diretos do processo de formação.
A constatação dessa realidade viabiliza o potencial inventivo, empreendedor e
produtivo da comunidade docente face às possibilidades cotidianas de recriação do
ambiente, instrumentos e processos de trabalho, estimulando a busca de soluções
inovadoras para a realização das iniciativas requeridas frente às questões
institucionais que determinam o cenário administrativo-acadêmico-pedagógico dos
cursos de graduação.
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
A construção de um projeto político pedagógico institucional exige um diálogo
constante entre os atores envolvidos – professores, alunos, gestores, funcionários e a
sociedade – objetivando imprimir uma nova e rica dinâmica ao cotidiano acadêmico,
e conseqüentemente, assumir compromissos, assegurando um novo pacto pedagógico
que tenha como horizonte o perfil profissional que se pretende formar. Portanto, não
se trata de retórica social ou técnica, mas de conduta cada vez mais presente e
necessária. Estes devem ser elaborados em atendimento as Diretrizes Curriculares
Nacionais e Resoluções específicas da FG, bem como, as recomendações da Núcleo
docente estruturante – NDE do curso, setor acadêmico responsável pela sua
sistematização tendo como eixo condutor para a sua elaboração formas de conduta
condizentes com o planejamento participativo. Formas essas que não se limitam
apenas à elaboração do projeto em si, mas, sobretudo, devem estar presentes no
desenvolvimento curricular.
DISCIPLINA
Disciplina é um conjunto de atividades didáticas que versam sobre matéria
determinada, de execução restrita a um período letivo, admitindo um sistema de
aferição de rendimento do estudante expresso por uma escala de notas e conferindo
carga horária no caso de sua aprovação. A disciplina é identificada pelo nome,
código, ementa e carga horária que ela confere. Nos currículos de graduação da FG
existem, dois tipos de disciplinas: obrigatórias, optativas.
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
São indispensáveis à formação básica e profissional do aluno, exigindo,
necessariamente, a aprovação, para que o estudante faça jus ao grau e ao diploma.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
São aquelas que se destinam a proporcionar cultura geral ou a complementar
conhecimentos específicos, dentre as disciplinas especificadas no projeto pedagógico
do curso, estando condicionada essa escolha à existência de vagas no período, ou à
demanda que justifique sua oferta pelo departamento. Para conclusão do curso, é
necessário que o acadêmico cumpra a quantidade mínima de disciplinas optativas
exigidas em sua grade curricular e projeto pedágico.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares de Graduação, a serem desenvolvidas durante o
período de sua atual formação, constituem um conjunto de estratégias que permitem,
a articulação entre teoria e prática e a busca por outras formas e espaços de
conhecimento por parte do estudante. Introduzidas pela LDB e Diretrizes Curriculares
dos Cursos de Graduação e perfazem, em média, de 5% a 10% da carga horária
total do curso, assim em cada curso os alunos têm a cumprir sob a forma de
atividades complementares, um número de horas determinadas pelo Projeto
Pedagógico do seu curso em consonância à sua Diretriz Curricular Nacional (DCN).
A Atividade Complementar é uma experiência educativa, cultural e cientifica,
desenvolvida por professores e estudantes da FG, em parceria com grupos
comunitários, articuladora de ensino/pesquisa e extensão.
Esta Atividade tem como principal objetivo intensificar a relação entre a Academia e
a sociedade, contribuindo para o fortalecimento do seu compromisso social.
CORPO DISCENTE
O corpo discente da Faculdade é composto por estudantes semestralizados e
desemestralizados oriundos, em sua maioria, das regiões circuvizinhas da cidade de
Guanambi.
CORPO DOCENTE
O corpo docente é constituído por todos os professores permanentes da Faculdade
Guanambi, admitidos conforme as normas estabelecidas pelo Regimento Geral.
SÃO DEVERES DO PROFESSOR:
1. Elaborar o plano de ensino de sua disciplina de modo a manter atualizado seu
conteúdo programático, bibliografia e submetê-lo à aprovação do Colegiado de
Curso;
2. Encaminhar Plano de Ensino, após aprovação do colegiado para a secretaria
acadêmica e coordenação dos cursos envolvidos, na semana anterior ao início do
calendário letivo;
3. Orientar, dirigir e ministrar o ensino de sua disciplina, cumprindo integralmente o
programa e a carga horária;
4. Planejar e ministrar suas aulas e avaliações em consonância com a ementa da
disciplina, conteúdo programático e contexto prático profissional. Associar aos
mecanismos de avaliação externa, como ENADE e provas de proficiência, de
modo a lembrar que as avaliações no ensino superior são de caráter de
verificação de aprendizado e não um processo seletivo;
5. Estar presente pelo menos, pelo menos, 05 minutos antes do início da aula;
6. Entregar as provas à secretaria para reprodução com, no mínimo, 72h (em dias
úteis) de antecedência, de acordo calendário acadêmico;
7. Devolver corrigida toda e qualquer avaliação produzida pelo aluno em no
máximo 72hs após sua entrega pelo aluno e efetuar sua discussão em sala de
aula;
8. Realizar e orientar pesquisas, estudos e publicações segundo o Manual de
Normalização de Trabalhos Acadêmicos da Instituição;
9. Informar ao RH e aos coordenadores dos cursos envolvidos sempre que houver
necessidade de ausentar-se de alguma aula, apresentando, o respectivo
cronograma de reposição;
10.
Não juntar turma e nem trocar aulas com outros professores sem o prévio
consentimento do Coordenador;
11.
Entregar ao RH ou coordenação de cursos as listas de presença referentes à
eventuais reposições de aulas;
12.
Atualizar a caderneta eletrônica e/ou impressa da disciplina lecionada, bem
como, controlar a freqüência dos alunos, na periodicidade em que acontecem as
respectivas aulas;
13.
Orientar os alunos para que os trabalhos solicitados sejam entregues ao
professor, nunca à Secretaria Geral;
14.
Incentivar e estimular a participação de alunos em grupos de estudo e
pesquisa, e eventos promovidos pela instituição;
15.
Propor e promover projetos de iniciação científica, incentivando a participação
de alunos e entregar os respectivos relatórios;
16.
Encaminhar todo e qualquer projeto para a coordenação do curso e NUPEX
antes de iniciar sua operacionalização;
17.
Orientar os trabalhos acadêmicos e quaisquer atividades extracurriculares
relacionados com a disciplina. (obrigatório aos professores enquadrados em
regime parcial/integral e facultativo aos professores em regime horista);
18.
Estar atento e cumprir os editais, prazos e solicitações do Núcleo de Pesquisa e
Extensão desta IES;
19.
Participar do plano de qualificação e acompanhamento docente do NAP
sempre quando este, a CPA ou coordenador solicitar;
20.
Organizar e aplicar os instrumentos avaliativos de aproveitamento de estudo
conforme solicitação da coordenação do curso e/ou comissão de aproveitamentos;
21.
Atentar-se para os prazos de solicitação de equipamentos e materiais e zelar
pelo uso adequado dos mesmos;
22.
Participar das reuniões e comissões de planejamento de atividades
necessárias ao desenvolvimento do curso a que pertence;
23.
Auxiliar na elaboração e realização de evento do curso em homenagem ao seu
dia do profissional.
24.
Comparecer a reuniões e solenidades programadas pela direção da
Faculdade Guanambi e seus órgãos colegiados;
25.
Estar disponível à Instituição, mesmo no período de recesso letivo, exceto para
os professores que estiverem legalmente de férias;
26.
Participar quando convocado dos processos seletivos de admissão de
professores e bancas de apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso;
27.
Apropriar-se das decisões dos órgãos deliberativos e executivos;
28.
Não permitir a entrada/permanência de alunos na sala dos professores.
29.
Ressaltar sempre ao aluno, calouros e veteranos, a importância de tomar
conhecimento do Manual do Aluno e Regimento Geral;
30.
Observar e acatar o disposto no Regimento Interno e demais normatizações
desta Instituição e seus setores;
31.
Entregar, conforme prazos estipulados em calendário acadêmico, a relação de
notas impressas e protocoladas das disciplinas ministradas ao coordenador do
curso de estágio, este último, quando for o caso;
32.
Estar atento às atividades do calendário acadêmico.
33.
Estar atento a todas as solicitações da Secretaria Geral, Protocolo e demais
setores, cumprindo os prazos por eles estipulados.
34.
Manter-se atualizado quanto à comunicação institucional. Os comunicados aos
professores serão afixados no quadro de avisos na sala dos professores, no diário
de classe, e-mail e Portal. É de sua responsabilidade manter-se informado.
35.
Manter cadastrado e atualizado o seu currículo profissional na Plataforma
Lattes do CNPq, encaminhando semestralmente ao setor de RH, as novas
comprovações.
36.
Abster-se de defesa de idéias ou princípios contrários à democracia ou que
possam ser interpretados como discriminação de cor, raça, religião, condição
social ou outra;
37.
Ressaltar ao aluno a importância da CPA e da adesão ao ENADE.
INFORMAÇÕES GERAIS:
BIBLIOTECA
Livros, periódicos, vídeos ou softwares que não constem do acervo e sejam de
interesse da área de conhecimento ministrado ou da Instituição devem ser
requisitados, através de formulário existente na Biblioteca, para que sejam
adquiridos. Lembramos que nosso acervo encontra-se com recursos suficientes para
atender as necessidades da IES. Dessa forma solicitamos a recomendação do uso
desse acervo para os nossos alunos, evitando a indicação de livros ou artigos
congêneres.
SOLICITAÇÃO DE COMPRA DE MATERIAL
1. O professor que por ventura, necessitar de algum novo equipamento, para o
desenvolvimento de suas aulas práticas experimentais, deverá se dirigir à unidade
técnica, a fim de se atualizar do acervo laboratorial.
2. Os pedidos deverão ser solicitados com 30 dias de antecedência do termino do
semestre, para serem adquiridos semestralmente.
3. O professor será avisado do andamento do pedido de compra e de quando
houver deferimento ou indeferimento da sua solicitação.
4. As solicitações de compra de produtos, equipamentos e aparelhos deverão ocorrer
com a máxima antecedência possível. Portanto, todos os pedidos para os semestres
futuros podem ser feitos durante o semestre em andamento. Tendo em vista o tempo
para entrega e aquisição desses materiais.
5. Todo material a ser adquirido deverá ser de relevância as atividades
experimentais e de comprovado enriquecimento aos cursos de saúde. Tendo em vista
que determinados equipamentos são de uso eventual e outros de uso diário em práxis
laboratoriais.
CALENDÁRIO
O calendário acadêmico é aprovado semestralmente pela direção e informa todos os
prazos referentes aos procedimentos acadêmicos. O ano letivo na FG é constituído
por dois períodos regulares de atividades acadêmicas, cada qual com duração
mínima de 100 (cem) dias de trabalho escolar efetivo, excluindo o tempo reservado a
exames finais. O início e o fim de cada período letivo são definidos pelo calendário
acadêmico.
PORTAL ACADÊMICO
Sistema Acadêmico criado com o objetivo de reestruturar o fluxo de informações. Este
sistema gerenciará o processo de matrícula na graduação, o desempenho acadêmico
nas disciplinas/cursos, dentre outros procedimentos, com a participação efetiva de
Docentes, Coordenação e Secretária Geral.
É no portal que os professores lançam as notas e faltas dos alunos, também, podem
inserir os planos de ensino, textos, apostilas e imagens. O professor deve solicitar sua
senha de acesso junto à coordenação da Biblioteca.
AVALIAÇÃO
 A avaliação do desempenho escolar, parte integrante do processo ensinoaprendizagem, é feita por disciplina e incide sobre a freqüência e o
aproveitamento escolar.
 A avaliação nas disciplinas será realizada através de provas, trabalhos e
seminários, dentre outros, bem como pela participação, conduta, maturidade e
interesse demonstrado pelo aluno durante as aulas e demais atividades, a
critério do professor e em conformidade com o respectivo plano de ensino.
 A prova deverá ser realizada dentro do período estabelecido no calendário
acadêmico, referente à Semana de Avaliação.
 A prova final deverá ser aplicada, também, dentro do período estabelecido no
calendário acadêmico.
 A avaliação do desempenho do aluno é feita através da atribuição de uma
nota expressa em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez).
 A frequência mínima é de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas dadas e
demais atividades desenvolvidas
 É considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver, em cada disciplina,
média de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete inteiros), ficando
dispensado do exame final;
 É considerado reprovado na disciplina o aluno que obtiver a média de
aproveitamento inferior a 7,0 (sete inteiros) e/ou a frequência inferior a 75%
(setenta e cinco por cento) das aulas dadas e das atividades desenvolvidas.
SEGUNDA CHAMADA
Em caso de falta na prova, o aluno pode requerer, dentro do prazo estipulado,
mediante o pagamento de taxa, a realização da 2ª chamada que será realizada
nas datas estipuladas em calendário acadêmico.
O registro e a verificação da frequência são de responsabilidade do professor e o
acompanhamento da frequência é de responsabilidade única e exclusiva do aluno,
cabendo ao professor alertar o aluno quanto houver excesso de faltas, informando
ao aluno que o acúmulo de falta superior a 25% NÃO tem direito a realizar a prova,
pois está automaticamente reprovado por faltas.
AVALIAÇÃO NA PERSPECTIVA DO CURSO
A verificação do rendimento na perspectiva do curso far-se-á por meio de artigo ou
trabalhos equivalentes, estágios e outras formas de treinamento em situação real de
trabalho. Não poderá ser diplomado o aluno que, no conjunto de tarefas previstas
para a avaliação do rendimento na perspectiva do curso, apresentar nota inferior a
07 (sete).
REVISÃO DE NOTAS
A revisão de notas deverá ser solicitada até 03 (três) dias úteis após o conhecimento
do resultado da avaliação no protocolo. Caso o aluno não concorde com a correção,
deverá, justificar sua resposta para solicitar a revisão que deverá ser realizada por
uma banca convocada pelo coordenador de curso.
AVALIAÇÃO DA INSTITUIÇÃO:
A avaliação das Instituições de Educação Superior (IES) visa conhecer e aperfeiçoar
as atividades internas da Instituição de Ensino Superior – IES, bem como a ação dos
seus
principais
agentes:
egressos,
discentes,
docentes,
servidores
técnico-
administrativos.
A CPA é a Comissão Própria de Avaliação e tem como atribuições a elaboração,
implementação, aplicação e monitoramento do processo de auto-avaliação
institucional. Seu objetivo principal é produzir sistematicamente conhecimentos que
possam ser elementos necessários para estabelecer ações proativas e corretivas,
oferecer novos serviços, melhorar os processos e se integrar mais com a comunidade
em que está inserida.
Ao se constituir a CPA na Instituição, foi observado o princípio de representatividade,
assegurada a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica e da
sociedade civil organizada, sem maioria de algum dos segmentos.
SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR – SINAES
Esse sistema foi instituído pela lei nº. 10.861 de 14 de abril de 2004 com o propósito
de melhorar a qualidade da educação superior. Tal sistema compreende a Avaliação
Institucional, a Avaliação das Condições de Ensino de Graduação-ACG e Exame
Nacional de Desempenho do Estudante – ENADE. Mais informações podem ser
encontradas no endereço eletrônico:
http://www.inep.gov.br/superior/sinaes.
AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ENSINO – ACG/ INEP
A Avaliação dos Cursos de Graduação é um procedimento utilizado pelo MEC para o
reconhecimento ou renovação de reconhecimento dos cursos de graduação
representando uma condição para a emissão de diplomas.
Esse processo de avaliação apresenta duas fases. A primeira consiste no
preenchimento eletrônico de formulários no site do Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, envolvendo três grandes dimensões:
Organização Didático-Pedagógica, Corpo Docente e Instalações. A segunda
compreende a avaliação in loco, na qual uma comissão avaliadora visita o curso, a
fim
de
analisá-lo
(informações
complementares
no
site:
http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino.
EXAME NACIONAL DO DESEMPENHO DOS ESTUDANTES - ENADE
ENADE é componente curricular obrigatório, inscrita no histórico escolar do
estudante sua regularização ou dispensa oficial pelo MEC, conforme regulamento, o
dirigente da IES é responsável pela inscrição de todos os alunos junto ao INEP.
O Enade é um exame que afere o desempenho de estudantes com relação aos
conteúdos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), quanto a Formação
Geral, Habilidades e Competências necessárias à formação e ao exercício
profissional.
Através da Avaliação do Enade é possível saber o desempenho do aluno com relação
aos conteúdos de aprendizagem previstos para o curso.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
1. No primeiro dia de aula é necessário apresentar o plano de ensino aos alunos e
discorrer sobre o conteúdo a serem desenvolvidos, as fontes de consulta e os
procedimentos adotados relativos às faltas, bem como o sistema de notas, trabalhos,
provas e carga horária das disciplinas. Deixar claro o processo de avaliação, bem
como os instrumentos a serem utilizados.
2. As ementas das disciplinas devem ser idênticas à apresentada no Projeto
Pedagógico do Curso e o plano de ensino completo deve ser aprovado pelo
Coordenador do Curso.
3. Quando o aluno apresentar dificuldades, sugerir leituras complementares e,
quando for o caso, encaminhá-lo à Monitoria e ao atendimento Psicopedagógico –
NAP disponibilizado aos alunos
"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. "
Nelson Mandela
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