1
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR
PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES
São João del-Rei – MG
PROJETO PEDAGÓGICO DE
CURSO
CURSO DE LICENCIATURA
PEDAGOGIA
2015
2
INSTITUCIONAL
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR
PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES
DIRETOR PRESIDENTE
Dr. Nicolau Carvalho Esteves
DIRETOR GERAL
Prof. Msc. Ricardo Assunção Viegas
DIRETOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Prof. Dr. Heberth Paulo de Souza
DIRETORA DE GRADUAÇÃO
Profª Dra. Maria Tereza Gomes de Almeida Lima
COORDENADORA DE PESQUISA
Profª Dra. Carla Leila Oliveira Campos
COORDENADORA DE EXTENSÃO
Fernanda Joyce da Costa
COORDENADORA DE GRADUAÇÃO
Profª Esp. Fabíola de Oliveira Alvarenga
COORDENADOR(A) DO CURSO DE PEDAGOGIA
Prof(a). Msc.Raquel Auxiliadora Borges
COORDENADORA DO NÚCLEO DE APOIO AO ESTUDANTE
Keila Regina da Silva
SECRETÁRIA DE REGISTROS E CONTROLE ACADÊMICOS
Flávia Adriana dos Passos
BIBLIOTECÁRIA
Mônica Geralda Palhares
3
MISSÃO
Promover o aprendizado inovador, oportunizando a prática da pesquisa e extensão
visando à permanente formação de cidadãos críticos, criativos e éticos.
VISÃO
Ser uma Unidade de Ensino de referência imbuída dos propósitos de
responsabilidade social e ambiental.
VALORES
Indissolubilidade entre ensino, pesquisa e extensão
Parceria interinstitucional
Transparência e conduta nas ações institucionais
Avaliação permanente de processos e gestão
Norteamento das ações com foco na dignidade humana
SITUAÇÃO LEGAL
Credenciamento:
Portaria MEC nº 2.065 de 21/12/2000
Publicada no Diário Oficial da União em 26/12/2000
Recredenciamento:
Portaria MEC nº 1.156 de 13/09/2012
Publicada no Diário Oficial da União em 14/09/2012
Organização acadêmica: Faculdade
4
CONCEITOS INSTITUCIONAIS
CI – Conceito Institucional
4
(Ano-referência 2011)
IGC – Índice Geral de
3
(Ano-referência 2013)
1,9790
(Ano-referência 2013)
Cursos
IGC contínuo
DADOS DA MANTENEDORA
Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida Neves Ltda.
CNPJ: 03.219.494/0001-98
Natureza jurídica: Sociedade empresária limitada
Categoria administrativa: Privada com fins lucrativos
ENDEREÇO E CONTATOS
Av. Leite de Castro, 1.101
Bairro das Fábricas
São João del-Rei – MG
CEP – 36.301-182
www.iptan.edu.br
[email protected]
(32)3379-2725
5
SUMÁRIO
1.1. Contexto Educacional........................................................................................... 7
1.2. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso .......................................................... 9
1.3. Objetivos do Curso ........................................................................................... 10
1.4. Perfil Profissional do Egresso ........................................................................... 11
1.5. Estrutura Curricular .......................................................................................... 13
1.6. Conteúdos Curriculares ..................................................................................... 16
1.7. Metodologia ....................................................................................................... 16
1.8. Estágio Curricular Supervionado ....................................................................... 21
1.9. Atividades Complementares .............................................................................. 21
1.10. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ......................................................... 35
1.11. Apoio ao discente ............................................................................................ 57
1.12. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso ............................... 58
1.13. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICS – no processo ensinoaprendizagem............................................................................................................ 59
1.14. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem ........... 59
1.15. Número de vagas ........................................................................................... 61
1.16. Integração com as redes públicas de ensino .................................................. 62
2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE ............................................... 63
2.2. Atuação do Coordenador ................................................................................... 65
2.3. Experiência Profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do
coordenador .............................................................................................................. 67
2.4. Regime de trabalho do coordenador do curso .................................................. 68
2.5. Carga horária de Coordenação de Curso........................................................... 68
2.6. Titulação do Corpo Docente do Curso .............................................................. 68
2.7. Titulação do Corpo Docente de Doutores ......................................................... 70
2.8. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso ............................................ 70
2.9. Experiência Profissional do Corpo Docente ...................................................... 71
2.10. Experiência no exercício da docência na educação básica ............................ 74
2.11. Experiência de Magistério Superior do Corpo Docente ................................... 76
2.12. Funcionamento do colegiado de curso ............................................................. 78
2.13. Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica ..................................... 80
3.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral .................................. 81
3.2. Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos ......... 82
6
3.3. Sala de professores ........................................................................................... 82
3.4. Salas de aula...................................................................................................... 82
3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática ........................................... 83
3.6. Bibliografia básica .............................................................................................. 84
3.7. Bibliografia complementar .................................................................................. 84
3.8. Periódicos especializados ................................................................................. 85
3.9. Laboratórios didáticos especializados: Quantidade .......................................... 94
3.10. Laboratórios didáticos especializados: Qualidade ........................................... 95
3.11. Laboratórios didáticos especializados: Serviços ............................................. 95
4.1. Matriz Curricular ................................................................................................. 99
4.2. Ementário e Bibliografia .................................................................................. 101
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1. Organização Didático-Pedagógica
1.1. Contexto Educacional
O IPTAN – Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida
Neves – está localizado na cidade de São João del-Rei (Estado de Minas Gerais).
Com 20 milhões de habitantes, Minas Gerais é o 3º maior produto interno bruto do
Brasil.
São João del-Rei tem uma população de 89.000 habitantes (Fonte: IBGE,
2014) e é a sede administrativa de 15 municípios da Região Campo das Vertentes.
Atendendo a alunos da região e de todo o país, o IPTAN, juntamente com a
Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e o Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia (IFET), transformou a cidade em um polo
universitário.
Com pouco mais de 300 anos de existência e uma localização privilegiada
(180 Km de Belo Horizonte, 330 Km do Rio de Janeiro e 470 Km de São Paulo), a
economia de São João del-Rei, além do setor educacional, gira também em torno do
turismo histórico, agricultura, pecuária, comércio e tecelagem.
Os cursos de formação superior do IPTAN atendem a uma demanda tanto da
cidade-sede de São João del-Rei quanto à demanda das outras 35 cidades que
compõem a mesorregião do Campo das Vertentes, a saber:
- Alfredo Vasconcelos
- Ijaci
- Antônio Carlos
- Ingaí
- Barbacena
- Itumirim
- Barroso
- Itutinga
- Bom Sucesso
- Lagoa Dourada
- Capela Nova
- Lavras
- Carandaí
- Luminárias
- Carrancas
- Madre de Deus de Minas
- Conceição da Barra de Minas
- Nazareno
- Coronel Xavier Chaves
- Nepomuceno
- Desterro do Melo
- Piedade do Rio Grande
- Dores de Campos
- Prados
- Ibertioga
- Ressaquinha
- Ibituruna
- Resende Costa
8
- Ritápolis
- São Tiago
- Santa Bárbara do Tugúrio
- Senhora dos Remédios
- Santa Cruz de Minas
- Tiradentes.
- Santana do Garambéu
Mapa com a localização geográfica de São João del-Rei (Fonte: Google Maps)
Na mesorregião do Campo das Vertentes há uma predominância do Ensino
Fundamental e do Ensino Médio sobre outros níveis de formação educacional, razão
pela qual a existência do IPTAN na cidade-sede de São João del-Rei se justifica
sobremaneira, especialmente por se tratar da única instituição de ensino superior da
rede privada num raio de 80 Km a partir de onde se situa.
9
Mapa da Mesorregião de Campo das Vertentes – microrregiões de Lavras, São João
del-Rei e Barbacena (Fonte: Wikipedia)
1.2. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso
A política institucional no âmbito dos cursos do Instituto de Ensino Superior
Presidente Tancredo de Almeida Neves – IPTAN – estimula projetos de ensinoaprendizagem que fomentam a inovação, a produção do conhecimento e a
participação dos graduandos em atividades e compromissos da comunidade
acadêmica e social. Focalizando estudos que envolvem o ensino, a pesquisa e a
extensão, o IPTAN propõe aos discentes a vivência de uma política que os leva a
correlacionar teoria e prática e, principalmente, que os faz exercerem o papel de
cidadãos atuantes.
Tais aspectos da política institucional aparecem e são também expressos nos
Projetos Pedagógicos de Curso na medida em que os componentes curriculares
devem
promover
o
desenvolvimento
integral
do
aluno,
centrando-se
em
competências e habilidades próprias dos profissionais de cada curso e pautando-se
na formação humanística e integral cidadã. Privilegiando a formação por
competências e habilidades, através de uma matriz curricular de curso estruturada
10
de
modo
a
favorecer
a
flexibilidade
das
disciplinas
e
a
busca
pela
interdisciplinaridade, o IPTAN investe em projetos alinhados com sua identidade e
missão institucionais.
Os Projetos Pedagógicos de Cursos – PPCs – são elaborados através da
reflexão, discussão e colaboração de todos os segmentos envolvidos direta e
indiretamente na estrutura dos cursos. O IPTAN tem como meta e compromisso o
cumprimento integral dos PPCs, pois eles são o resultado da missão, visão,
objetivos, valores, práticas pedagógicas, políticas de ensino, de pesquisa e de
extensão da instituição em âmbito acadêmico e social.
Além dos PPCs, o IPTAN estrutura e reestrutura constantemente o seu PDI –
Plano de Desenvolvimento Institucional. O PDI orienta as decisões e ações tanto da
gestão acadêmica quanto da administração da instituição, incorporando a
concepção educacional centrada na formação integral consistente: formação teórica
que se faz acompanhada do desenvolvimento de habilidades e competências em
estreita unidade entre teoria e prática, sólida formação ética, compromisso social e
político dos estudantes, tendo em vista a participação no desenvolvimento e
transformação da sociedade brasileira.
1.3. Objetivos do Curso
Objetivo Geral
Licenciar professores para o exercício da docência e gestão da Educação
Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na
modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e
apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos
pedagógicos. Isso se dará mediante aquisição de competências relacionadas com o
desempenho da prática pedagógica, preparando-os para o exercício crítico e
competente da docência, pautado nos valores e princípios políticos, éticos, estéticos
e humanos, estimulando-os à pesquisa e ao auto-aperfeiçoamento de modo a
contribuir para a melhoria das condições do desenvolvimento da Educação Básica.
Objetivos Específicos
Possibilitar ao aluno, no percurso da formação, situações de aprendizagem
que visam uma ação no sentido de:
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1. Dominar os conteúdos básicos relacionados às áreas de conhecimento que
serão objetos de sua atividade de ensino, praticando formas de realizar a
transposição didática;
2. Solucionar problemas reais da prática pedagógica, observando as etapas de
aprendizagem dos alunos, como também suas características socioculturais,
mediante uma postura reflexivo-investigativa;
3. Promover o desenvolvimento das capacidades previstas para os alunos da
Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, a partir da
compreensão das expectativas de desenvolvimento e aprendizagem específico
dos alunos nessa etapa de escolaridade;
4. Compreender as relações entre professor, aluno e o saber a ser ensinado, para
propor/escolher seqüências didáticas adequadas ao desenvolvimento da
aprendizagem, a partir da compreensão de estudos e pesquisas das didáticas
das diferentes áreas, da análise e da vivência de práticas em que esses
conhecimentos possam ser experienciados;
1.4. Perfil Profissional do Egresso
Em consonância com a missão institucional de promover o aprendizado
inovador, oportunizando a prática da pesquisa e extensão visando à permanente
formação de cidadãos críticos, criativos e éticos foi traçado o perfil do profissional
egresso do curso de Pedagogia. Dessa forma o profissional que se deseja formar no
Curso Pedagogia do IPTAN deverá mostrar-se competente para atuar como
articulador pedagógico da escola e para lidar com processo educativo de forma
global e integrada, superando a fragmentação das práticas escolares e dando-lhes
unidade. Conforme Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em
Pedagogia o aluno deverá ser preparado/a para o trabalho pedagógico na gestão e
docência em Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos
de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na
área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam
previstos conhecimentos pedagógicos (Resolução CNE/CP 1/2006). O profissional
desejado deve ainda estar capacitado para dentro desses níveis atuar com as
especificidades da educação especial, educação de jovens e adultos, educação de
relações afrodescendentes, educação ambiental e outras áreas emergentes do
12
campo educacional. Bem como também estará apto para o exercício das funções
do gestor escolar nas atividades de administração, supervisão escolar.
Para tal finalidade o Curso de Graduação em Pedagogia do IPTAN visa a
formação de pedagogos/as que sejam capazes de:

investigar e acompanhar o processo de aprendizagem das crianças,
jovens e adultos, a partir de uma atuação pedagógica desafiadora,
participante, cooperativa, crítica e problematizadora;

organizar a ação educativa de forma a contemplar a diversidade
das crianças e jovens e adultos, e, ainda, instrumentá-las para a
inclusão no ambiente escolar e nos contextos sócio-históricos e
culturais em que vivem;

atuar na gestão educacional, especialmente, no planejamento, na
administração,
na
coordenação,
na
promoção,
no
acompanhamento, na supervisão pedagógica e na avaliação de
processos educativos na educação básica;
Competências e habilidades profissionais para o exercício do Magistério
O Curso de Pedagogia deve abranger conteúdos e atividades que
constituam base consistente para a formação do educador capaz de atender o perfil
já exposto. Nessa direção, as seguintes competências e habilidades, entre outras,
devem ser desenvolvidas:

compreensão ampla e consistente do fenômeno e da prática
educativos que se dão em diferentes âmbitos e especialidades;

compreensão do processo de construção do conhecimento no
indivíduo inserido em seu contexto social e cultural;

capacidade de identificar problemas sócio-culturais e educacionais
propondo respostas criativas às questões da qualidade do ensino e
medidas que visem superar a exclusão social.

compreensão e valorização das diferentes linguagens manifestas
nas sociedades contemporâneas e de sua função na produção do
conhecimento;
13

capacidade para atuar com portadores de necessidades especiais,
em diferentes níveis da organização escolar, de modo a assegurar
seus direitos de cidadania, bem como atuar com jovens e adultos
defasados em seu processo de escolarização;

capacidade de estabelecer diálogo entre a área educacional e as
demais áreas do conhecimento, articulando ensino e pesquisa na
produção do conhecimento e da prática pedagógica;

capacidade de desenvolver metodologias e materiais pedagógicos
adequados à utilização das tecnologias da informação e da
comunicação nas práticas educativas;

compromisso com uma ética de atuação profissional e com a
organização democrática da vida em sociedade;

articulação da atividade educacional nas diferentes formas de
gestão educacional, na organização do trabalho pedagógico
escolar, no planejamento, execução e avaliação de propostas
pedagógicas da escola;

elaboração do projeto pedagógico, sintetizando as atividades de
ensino e administração, caracterizadas por categorias comuns
como: planejamento, organização, coordenação e avaliação.
1.5. Estrutura Curricular
A organização curricular proposta ao atender as exigências para o curso
superior de Pedagogia em três núcleos de formação conduz/orienta a construção do
conhecimento garantindo a formação de profissional com as habilidades e
competências definidas no perfil do egresso do Curso de Pedagogia.
Em conformidade com seu princípio orientador adotado e as respectivas
implicações, o currículo do Curso Pedagogia do IPTAN se organiza em três grandes
núcleos - Contextual, Instrumental e Articulador que englobam todas as disciplinas e
demais atividades incluídas na Matriz Curricular. Os núcleos Contextual e
Instrumental são formados, respectivamente, pelas disciplinas de fundamentos e
disciplinas técnico-especilizadas. O núcleo Articulador se desenvolve através das
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disciplinas voltadas para a pesquisa, as atividades de extensão, às práticas
pedagógicas e os estágios supervisionados.
Nesta estrutura, os professores responsáveis pelas disciplinas e demais
atividades trabalharão coordenadamente, de modo a facilitar a construção, pelo
estudante, de um referencial orgânico e interdisciplinar para a sua prática. Esta
ênfase à interdisciplinaridade não pretende negar as especificidades de cada
disciplina e tampouco desconsiderar seus respectivos pressupostos epistemológicos
e abordagens metodológicas. Ela traduz, antes, a preocupação de garantir que o
profissional formado seja capaz de processar sua prática pedagógica, articulando e
integrando os olhares sobre a realidade e especialmente sobre a Educação
produzidos pelos diferentes campos de conhecimento.
NÚCLEO CONTEXTUAL
O Núcleo Contextual tem como perspectiva a compreensão do processo
educativo desenvolvido pelas disciplinas que explicitam o contexto histórico e
sociocultural, compreendendo os fundamentos filosóficos, históricos,
éticos,
sociológicos, psicológicos e antropológicos necessários para a reflexão crítica nos
diversos segmentos da educação na sociedade contemporânea.
As disciplinas que constituem o núcleo contextual são as seguintes: História da
Educação
I
e
II,
Psicologia
da
Educação,
Psicologia
da
Educação
II:
Desenvolvimento e Aprendizagem, Sociologia da Educação I e II, Filosofia da
Educação I e II, Ética na Educação e Antropologia da Educação.
.
NÚCLEO INSTRUMENTAL
O Núcleo Instrumental está voltado para o domínio de conhecimentos
técnico-especializados necessários para que o profissional habilitado pelo Curso
Pedagogia seja capaz de desenvolver uma prática situada no contexto sociocultural
presente.
As disciplinas que compõem o Núcleo Instrumental são as seguintes: Leitura
e Produção Textual, Didática Geral, Organização da Educação Brasileira,
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Alfabetização e letramento, Alfabetização e Letramento Matemático, Informática
Aplicada à Educação, Políticas e Administração dos Sistemas Educacionais,
Avaliação Educacional, Teorias Curriculares, Didática e Fundamentos da Educação
Inclusiva, Didática e Práticas Pedagógicas de Alfabetização, Gestão Educacional,
Tecnologias Educacionais I, Currículo, Planejamento e Avaliação na Educação
Infantil, Prática Pedagógica de Arte e Cultura, Literatura Infantil, Língua Brasileira de
Sinais – LIBRAS, Educação Étnico Racial, Tecnologias Educacionais II, Didática e
Fundamentos da Língua Portuguesa, Didática e Fundamentos da Matemática,
Didática, Práticas e Fundamentos da Educação Infantil, Oficina Literária: Contos e
fábulas, Currículo, Planejamento e Avaliação nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental, Didática e Fundamentos da Geografia, Didática e Fundamentos da
História, Didática e Fundamentos de Ciências da Natureza, Educação Ambiental,
Cultura Religiosa, Educação de Jovens e Adultos, Projeto Pedagógico, Didática e
Fundamentos da Educação Física, Didática e Fundamentos de Música Aplicada à
Educação.
NÚCLEO ARTICULADOR
O Núcleo Articulador compreende as disciplinas e práticas vinculadas ao
contexto do exercício profissional em âmbitos escolares e não escolares, articulando
saber acadêmico, pesquisa, prática pedagógica e estágio supervisionado. As
disciplinas desse núcleo deverão transitar pelos princípios da interdisciplinaridade e
da relação teoria/prática, criando espaços especificamente destinados à construção
integrada do conhecimento pedagógico.
Além dessa função, cabe ao Núcleo Articulador garantir as condições
necessárias para que esse conhecimento seja básico para a profissionalização dos
estudantes do Curso Pedagogia, contribuindo com o desenvolvimento das
respectivas capacidades de intervir na escola, produzir saberes pedagógicos e atuar
eticamente como cidadãos.
As disciplinas do núcleo articulador são: Metodologia Científica, Projeto de
Monografia, Pesquisa em Educação: Conceitos e Métodos, Seminários de Pesquisa
I e II; Estágio Curricular Supervisionado I: Educação Infantil I e Ensino Fundamental
II; Estágio Curricular Supervisionado II -
Educação Infantil, Estágio Curricular
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Supervisionado III - Ensino Fundamental; Estágio Curricular Supervisionado IV Gestão Educacional; Atividades Complementares.
Núcleo contextual
.
PEDAGOGIA
Núcleo
Instrumental
Núcleo
Articulador
Figura 1 - Eixos de aprendizado do Curso de Pedagogia
O encadeamento satisfatório das disciplinas é fundamental para que o aluno
possa compreendê-las dentro de sua área específica e em sua relação com as
disciplinas das demais áreas, além de facilitar o aprendizado por parte do aluno e
possibilitar ao professor maior coerência com os componentes anteriores ao seu,
reduzindo a necessidade de repetição de conteúdo.
1.6. Conteúdos Curriculares
O processo de ensino-aprendizagem no curso de Pedagogia do Instituto de
Ensino Superior “Presidente Tancredo de Almeida Neves”, atende às políticas
definidas no PDI da instituição ao propor, em sua organização didático-pedagógica,
um conjunto de atividades que orientam a formação de um profissional e cidadão
com uma visão holística e cultural, capaz de atuar como líder, com base em
princípios éticos, e com capacidade empreendedora, analítica e técnica para inspirar
pessoas nos ambientes profissional e comunitário, a fim de alcançar resultados
socialmente válidos.
17
Propõe-se, assim, que os componentes curriculares sejam trabalhados por
meio de atividades construtivas, ou seja:

Em cuja realização o discente tenha um papel ativo;

Que
impliquem
em
decisões
dos
discentes
sobre
seu
desenvolvimento;

Que coloquem os discentes diante de desafios, de situaçõesproblemas, de ideias novas, de questões a examinar, de
contextos diversos etc.;

Que
possibilitem
o
trabalho
interativo
no
processo
de
aprendizagem: debates, discussões em pequenos grupos,
empreendimentos, produções coletivas etc.;

Que levem em conta os conhecimentos e competências atuais
dos alunos, permitindo que avancem em direção a níveis mais
elevados, a partir de ações desenvolvidas com a orientação do
professor, dos colegas e de outros mediadores;

Que envolvam aspectos da realidade e que demandem esforços
de compreensão do discente;

Que respondam a intenções e interesses explícitos dos alunos.
1.7. Metodologia
A vivência de práticas pedagógicas inovadoras na sala de aula é um dos
desafios na formação inicial e continuada em qualquer instituição. O IPTAN busca
desenvolver métodos de ensino capazes de aproveitar os recursos oferecidos pelas
tecnologias existentes na atualidade.
Considera-se como recurso importante para a implementação de políticas
pedagógicas inovadoras a utilização das sugestões dos discentes, uma vez que a
prática inovadora faz do aluno o protagonista do seu aprendizado, um sujeito ativo
refletindo e elaborando uma opinião sobre determinado ponto sobre o qual o
estudante se posiciona, envolvendo-se, então, com a proposta de ensino.
É imprescindível, também, ir muito além do que o currículo disciplinar tem
colocado à disposição dos educadores e seus educandos, mediante a prática de
juntos, definirem estratégias próprias de busca, ordenação, análise e interpretação
de informações, construindo, assim, conhecimentos novos de forma mais autônoma.
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Diante do leque de opções de novas práticas, bem como de atualização das já
existentes, é importante salientar que o IPTAN adota uma postura capaz de
subsidiá-las - desde as mais simples até as mais sofisticadas -, sempre focando o
favorecimento do processo de ensino-aprendizagem.
A principal proposta do IPTAN é a interdisciplinaridade na geração e
transmissão do saber, que permite a articulação de conhecimentos e a flexibilidade
de conteúdos curriculares, além de contribuir para a dinamização da aprendizagem.
A Instituição promove a organização e a divulgação de atividades diversificadas,
como semanas de estudo, seminários, palestras, jornadas, entre outras, ligadas às
áreas dos cursos oferecidos, com o intuito de integrar a comunidade acadêmica e
complementar a formação da mesma, além de incentivar a interdisciplinaridade, que
é dividida em dois enfoques:

Atividades Interdisciplinares do curso: o curso desenvolve as
atividades que julga relevantes, seguindo as políticas elencadas no
PDI. Essas atividades são realizadas por meio de visitas técnicas,
seminários, mostras acadêmicas, simpósios, entre outras atividades
acadêmicas afins; e

Atividades interdisciplinares do IPTAN: todos os cursos da
Instituição desempenham atividades comuns que possibilitam aos
discentes entenderem o caráter sistêmico do processo educacional. O
aluno entende que, apesar de serem de áreas diversas, os cursos
permitem um entrosamento na construção do saber.
Contando com a experiência de seus professores, o Curso de Pedagogia do
IPTAN utiliza os enfoques acima em suas atividades acadêmicas, visando a
alcançar um ambiente propício à autoaprendizagem. Isso inclui a adoção de uma
metodologia pautada na articulação entre teoria e prática como forte aliada às
atividades interdisciplinares especificadas a seguir:

Atividades integradas entre disciplinas do currículo básico e as
metodologias correspondentes, integrando teoria e prática para
melhor assimilação dos conhecimentos adquiridos em sala de
aula.
19

Leitura e discussão de estudos de casos nos quais os estudantes
discutem temas inovadores e polêmicos presentes na literatura
recomendada para as disciplinas;

Aulas que simulam situações-problema, estimulando a análise e a
síntese de pensamento;

Criação de projetos que envolvem o desenvolvimento dos
conceitos, procedimentos e métodos pertinentes às disciplinas da
área técnica com visão da prática;

Seminários e semanas de estudos envolvendo palestras nas
diferentes áreas dos cursos de graduação oferecidos pela
Instituição;

Visitas técnicas a escolas e instituições educativas para verificar in
loco situações que tenham estreita relação com o conhecimento
adquirido em sala de aula, com elaboração de relatórios.
Uma proposta de educação comprometida com a formação de sujeitos
autônomos
e
dotados
de
consciência
crítica
exige
uma
metodologia
desencadeadora da ação consciente e efetiva do discente no processo do
conhecimento. Uma metodologia que se traduza em trabalho- produção num
processo interativo.
 Trabalho
-
produção
implica
em
atividade
construtiva,
desenvolvimento de ações intencionalmente estruturadas para a
consecução de objetivos claros. Não um fazer mecânico,
vinculado ao cumprimento formal de ordens ou solicitações
externas.
 Trabalho - produção interativa implica em atividade cooperativa,
desenvolvida junto com outros, feita de acordos, trocas,
coordenação de pontos de vista, ajustamento de interesses,
prazer de estar com o outro e descobrir o construir juntos.
Nesse contexto, a atividade acadêmica ganha sentido, o discente passa a
produzir com seus pares para atingir objetivos, satisfazer dúvidas e curiosidades,
resolver questões, solucionar situações - problemas, desenvolver projetos reais.
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O trabalho como princípio educativo transforma a sala de aula em oficina de
aprendizagem, constituindo um ambiente dinâmico, prazeroso, onde há espaço para
criar, conviver, questionar, assumir posicionamentos, ter iniciativa, investigar,
relacionar o que se sabe \ pensa \ vive com o que se lê \ ouve \ vê.
Nessa perspectiva, o ato de ensinar se realiza na criação de situações
desencadeadoras da aprendizagem, onde o aluno é o protagonista principal. O ato
de aprender assume um caráter responsivo, compartilhado, dialógico, que se
desenvolve em torno dos eixos ação \ reflexão e troca.
A formação de sujeitos lúcidos, confiantes na sua capacidade de resolver
problemas, investigativos, curiosos, inventivos, solidários, cooperativos, aptos a
defenderem pontos de vista, encontra, nessa proposta metodológica, baseada no
diálogo e na negociação de significados, o terreno propício ao seu desenvolvimento.
O desenvolvimento da capacidade de pensar, ter discernimento, mobilizar
conhecimentos para o desenvolvimento de projetos, levantar questões e
desenvolver investigações, organizar, analisar e sistematizar informações é
responsabilidade de todos os professores. E essas capacidades desenvolvem-se em
longo prazo e a partir de investimentos concretos no cotidiano da sala de aula.
O plano de ensino dos componentes curriculares, com os conteúdos
conceituais das unidades de estudo, deverão ser disponibilizados pelos professores
no início do semestre letivo, para que os alunos possam melhor planejar sua vida
acadêmica, antecipando seus estudos.
O professor deverá associar, em seu planejamento, links, filmes, textos
diversos, artigos, bem como propor as atividades avaliativas, como trabalhos de
pesquisa, questionários de reflexão entre outras estratégias de ensino e
aprendizagem que buscam favorecer a autoaprendizagem. Esses recursos,
disponibilizados previamente para os alunos, favorecem a análise/estudo prévio para
que os encontros de trabalho (aulas) sejam mais produtivos.
A disponibilização do material didático que será utilizado com antecedência
é um meio para que a participação dos alunos em sala de aula sejam mais efetiva e
para que ele consiga, assim, aprimorar seu processo de aprendizado.
As atividades práticas (brinquedoteca, laboratórios de informática, visitas
técnicas, trabalhos de campo, entre outras) previstas na organização curricular
serão executadas mediante roteiro, com objetivos bem definidos, e apoiadas nos
conteúdos conceituais trabalhados.
21
As atividades de Estágio Curricular Supervisionado e de Trabalho de
Conclusão de Curso serão executadas conforme seus regulamentos próprios,
aprovados pelo Colegiado do Curso e sob supervisão/orientação do corpo docente,
buscando garantir a articulação teoria/prática.
1.8. Estágio Curricular Supervisionado
O tempo destinado pela legislação à parte prática deve permear todo o curso
de formação, de modo a promover o conhecimento experiencial do professor.
Portanto, os cursos de formação de professores não podem mais propor um espaço
isolado para a experiência prática, que faz com que, por exemplo, o estágio se
configure como algo com finalidade em si mesmo e se realize de modo desarticulado
com o restante do curso. Também não é possível deixar ao futuro professor a tarefa
de integrar a transpor seu “saber fazer” novo. .
Nessa perspectiva, o planejamento dos cursos de formação deve prever
situações didáticas em que os professores coloquem em uso os conhecimentos que
aprenderam, ao mesmo tempo em que possam mobilizar outros, de diferentes
naturezas e oriundos de diferentes experiências, em diferentes tempos e espaços
curriculares.
No Curso de Pedagogia do IPTAN o Estágio Curricular Supervisionado tem
como objetivo geral construir uma visão global sobre a prática de ensino da escola e
como objetivos específicos:

a observação, análise e vivência das práticas de ensino
desenvolvidas na sala de aula, na relação professor-aluno,
durante o processo ensino-aprendizagem;

a caracterização e o diagnóstico do processo pedagógico
vivenciado pela escola como um todo;

o planejamento e execução de atividades de ensino como:
oficinas,
aulas,
avaliações,
projetos
especiais,
pesquisas
curriculares, preparação de recursos didáticos e outros.
Esse tipo de estágio, realizado em instituições de Educação Infantil e nos
Anos Iniciais do Ensino Fundamental pretende oferecer ao futuro professor
diferentes oportunidades de observação e vivência de atividades docentes fora e
22
dentro da sala de aula. Pretende, ainda, se constituir como um canal privilegiado de
comunicação entre o Curso de Pedagogia, as escolas de Educação Básica e
professores em exercício nessas escolas, ou seja, entre os estudos e pesquisas
desenvolvidas a nível superior e as demandas e necessidades do sistema
educacional. O Estágio Curricular Supervisionado é um momento de formação
profissional caracterizado pelo exercício da profissão in loco, que oferece ao futuro
professor um conhecimento do real em situação de trabalho, diretamente em
unidades escolares atuando em processos de capacitação e organizando atividades
de aprendizagem.
A presença do estagiário do Curso de Pedagogia do Iptan na escola propicia
momentos de observação, participação e atuação plena na condução dos processos
educativos em sala de aula, conhecendo assim, a dinâmica das relações
estabelecidas neste espaço, desenvolvendo as competências docentes para o
exercício da profissão.
Para tanto, devem vivenciar situações em que possam discutir os problemas
do cotidiano e analisá-los à luz das teorias estudadas, a fim de elaborar estratégias
de intervenção que permitam tomadas de decisões adequadas. O estágio
supervisionado é o espaço em que os estudos teóricos se confrontarão com os
aspectos práticos, favorecendo a relação teoria-prática que caracteriza o trabalho
pedagógico.
Porém, isso só será possível se o estudante estiver capacitado para
perceber os problemas que aparecem no cotidiano escolar e tratá-los como objetos
de investigação, que requerem uma explicação teórica e, ao mesmo tempo,
proposições práticas. Para isso, torna-se necessário desenvolver algumas
competências para esse trabalho de investigação, que devem ser consideradas
elemento essencial na formação do profissional da educação.
Esse tipo de investigação, a qual nos referimos aqui trata-se, antes de mais
nada, do desenvolvimento de uma atitude cotidiana de busca de compreensão dos
processos de ensino-aprendizagem e desenvolvimento dos alunos e à autonomia na
interpretação da realidade em relação aos conhecimentos que constituem seus
objetos de ensino.
Assim, para que a atitude de investigação e a relação de autonomia se
concretizem, o professor necessita estar sendo capacitado também a conhecer e
saber usar determinados procedimentos comuns aos usados na investigação
23
científica, como a observação, o registro, a sistematização de informações a análise
e a comparação de dados.
Com esses instrumentos, poderá, também, ele próprio, produzir e socializar
conhecimento pedagógico de modo sistemático.
Desta forma, as atividades desenvolvidas durante os Estágios Curriculares
Supervisionados estarão intimamente relacionadas ao desenvolvimento das
atividades da disciplina de TCC, abordada na seqüência.
O Estágio Supervisionado contempla as seguintes dimensões:

Visa
dar
seqüência
às
atividades
da
prática
docente,
oportunizando os futuros professores vivenciar as diferentes
dimensões da atuação profissional;

Deverá ser feito em escolas que ministrem Educação Infantil e os
Anos Iniciais do ensino fundamental, em outros espaços da
educação Básica onde acontece a EJA ou a Educação Especial,
em regime de colaboração, desenvolvendo-se a partir da segunda
metade do curso;

Obedecerá a norma e plano de estágio, planejado e avaliado
conjuntamente pela instituição formadora e a escola - campo;

Oferecerá ao futuro professor, o conhecimento do real, em
situação de trabalho, oportunizará a realização das competências
exigidas e exigíveis dos formandos, e a possibilidade de
acompanhar alguns aspectos da vida escolar diferentemente das
simulações experimentadas, participar da elaboração e/ou da
implementação do projeto pedagógico, da matrícula, do encontro
com os pais etc;

Estágio Curricular Supervisionado - Eixo articulador entre o ensino
e a pesquisa;

Estágio Curricular Supervisionado totalizará 400 horas, organizado
em tempos diferentes, segundo os objetivos de cada momento da
formação.
24
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
CURSO DE PEDAGOGIA IPTAN
O estágio supervisionado é uma oportunidade para o aluno observar,
analisar e desenvolver as habilidades técnicas e administrativas da profissão de
pedagogo, ancorados nas disciplinas teóricas apresentadas. O estagiário deve
buscar a capacidade para formular o pensamento crítico-reflexivo sobre a profissão.
Nessa perspectiva todos os estágios são acompanhados e orientados por
professores supervisores de estágio através da supervisão direta aos discentes.
O Estágio Supervisionado I (100 horas) é realizado no 5º período; o Estágio
Supervisionado II (100 horas) ocorre no 6º período; o Estágio Supervisionado III
(100 horas) é realizado no 7º período e finalmente, o Estágio Supervisionado IV (100
horas) ocorre no 8º período.
REDUÇÃO DE CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS QUE EXERCEM
ATIVIDADE DOCENTE
Os alunos que exerçam atividade docente poderão requerer uma redução de
carga horária, que poderá ser deferida ou não, após análise da documentação
comprobatória encaminhada para o Professor Supervisor do Estágio, conforme
previsto na Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de Fevereiro de 2002, que institui a
duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de
formação de professores da Educação Básica em nível superior em seu parágrafo
único: “Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica
poderão ter redução da carga horária do Estágio Curricular Supervisionado até o
máximo de 200 (duzentas) horas”. Salienta-se que essa redução apenas se dará
para o Estágio realizado em instituições escolares, uma vez que se refere à redução
em função da atividade docente.
Orientações práticas para a realização do Estágio
O estudante deverá antes de tudo ler minuciosamente este regulamento de
Estágio
para
obter
encaminhamentos
pleno
conhecimento
estabelecidos
para
a
das
normas,
realização
Supervisionado no Curso de Pedagogia do IPTAN.
do
procedimentos
Estágio
e
Curricular
25
O estudante deverá pesquisar instituições escolares da região e manifestar
junto a seus dirigentes o interesse de realizar seu Estágio. A escolha da instituição
ficará a critério do estudante. Há que se observar que é necessário que a mesma
seja conveniada com o IPTAN para que o Estágio seja válido. Caso não seja ainda
conveniada, o estudante deverá entrar em contato com o setor de Apoio ao
Estudante e solicitar que seja então celebrado o convênio entre a escola escolhida e
o IPTAN.
Escolhido o campo de Estágio, o estudante deve informar ao Professor
supervisor sua escolha a fim de que sejam efetuados os encaminhamentos legais,
sendo então preenchida a documentação para início do Estágio (Termo de
Compromisso e Carta de Apresentação).
O Termo de Compromisso deve ser
providenciado pelo aluno estagiário junto ao Núcleo de Apoio ao Estudante do IPTAN.
Depois de preenchidas e assinadas as três vias do Termo de Compromisso
o
estudante deverá entregar uma no setor de Apoio ao Estudante, deixar uma via na
escola campo de estágio e arquivar uma na pasta de estágio que deverá ser entregue
ao final do processo ao professor supervisor de estágio. Quanto a Carta de
Apresentação uma via deverá ser entregue na Instituição onde o estudante irá
estagiar e outra via deverá ser arquivada na pasta de estágio.
É importante
esclarecer ainda que se o estudante fizer o estágio em mais de uma instituição,
deverá atentar para esses procedimentos em cada uma delas.
Após esses procedimentos o estudante deverá elaborar seu Plano de
Estágio (planejamento), especificando:
 O nome e localidade da instituição, o nome do dirigente e da
pessoa (pedagogo/professor) que ficará responsável pelo
estagiário no campo de Estágio e o período de Estágio.
 As atividades, em linhas gerais, que irá desenvolver durante
esse período na instituição (conforme orientações do item
“Atividades a serem realizadas” do Guia de Orientações do
Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia do
IPTAN), registrando adequadamente o número de horas de
Estágio e a divisão e a organização das mesmas.
 Tendo seu projeto aprovado pelo Professor Supervisor de
Estágio e pela Instituição Concedente, o estudante poderá iniciar
seu Estágio.
26
É imprescindível que o estudante atente ainda para:
 Cumprir os prazos determinados no regulamento para a entrega
de relatórios e documentos.

Cumprir o plano de Estágio conforme estabelecido neste
regulamento.

Manter contato constante com o Professor Supervisor de Estágio.

Respeitar os horários e as normas estabelecidas na Instituição
Concedente.

Ao final de cada etapa do estágio, o aluno deverá entregar ao
professor supervisor de estágio todos os documentos organizados
conforme orientações do mesmo.
Documentos a serem entregues em cada etapa do Estágio
Ao final de cada etapa do Estágio, o estudante deverá apresentar ao
Professor Supervisor de Estágio os seguintes documentos:
 Termo de Compromisso
 Carta de Apresentação
 Fichas de frequência assinadas pelo responsável na Instituição
Concedente e pelo estudante estagiário.
 Obedecendo às instruções para cada momento de Estágio, o
estudante deverá entregar: Plano de Estágio e Diário de Campo
(Estágio I); Plano de Estágio, Relatos de Observação e Oficinas
Pedagógicas (Estágio II e III); Plano de Estágio, Descrição
Analítica do Papel do Pedagogo, Entrevista e Projeto de
Trabalho (Estágio V).
 Relatório final - conforme modelo em anexo - (todos os
Estágios).
 Fichas de avaliação pela Instituição Concedente, ficha de autoavaliação, ficha de avaliação pela Instituição Interveniente.
Todos esses documentos deverão ser entregues ao Professor supervisor
encadernado ou em uma pasta organizada conforme orientações do mesmo para avaliação .
27
Atividades a serem realizadas no campo de estágio
A carga horária de 400 h de Estágio será distribuída de acordo com a Matriz
Curricular proposta para o curso e se subdivide em 4 etapas.
Compreendendo que o Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade
que envolve teoria, prática e reflexão, as horas de Estágio foram divididas em
atividades teóricas e práticas. Tanto as atividades teóricas como as atividades
práticas serão acompanhadas, orientadas e supervisionadas pelo Professor
supervisor de estágio e pelo Coordenador de Curso.
Atividades teóricas - O Professor Supervisor de Estágio disponibilizará a
cada etapa do Estágio textos para leitura, discussões e atividades, as quais serão
acompanhadas e avaliadas pelo mesmo.
Os alunos poderão realizar atividades
como grupos de estudo, socialização das experiências vivenciadas no campo de
estágio, estudos de caso conforme demanda do estágio, atividades de orientação
individuais e coletivas.
As atividades práticas serão realizadas na Instituição Concedente, campo
de Estágio. A carga horária será subdivida em observação, entrevistas, participação
em eventos e/ou atividades da escola e regência. O planejamento destas atividades
será elaborado segundo os objetivos de cada etapa de Estágio e com orientação do
Professor Supervisor de Estágio, o qual terá contato constante com seus alunos e
orientará as atividades a serem realizadas no campo de Estágio, sanar dúvidas,
apoiar e amparar os alunos, fazendo com que esse momento de Estágio transcorra
de um modo sereno, mas bastante profícuo.
Orientamos que o aluno busque realizar todos os estágios em uma única
Instituição, pois isso facilitará seus trabalhos, porém quando não houver Instituição
próxima à residência do aluno que atenda aos dois níveis de ensino (Educação
Infantil e Ensino Fundamental) o aluno deverá então realizar as atividades de
estágio em duas instituições diferentes.
A seguir buscaremos detalhar o que será feito em cada etapa do Estágio em
atendimento às resoluções pertinentes à realização do Estágio no Curso de
Licenciatura em Pedagogia.
28
Estágio Curricular Supervisionado I – EDUCAÇÃO INFANTIL I e ENSINO
FUNDAMENTAL I
Ementa: Análise de instituições educativas formais e não-formais. Análise do
Projeto Político-Pedagógico de Instituições escolares. Competências e habilidades
necessárias à formação de professores para atuar na Educação Infantil e Anos
Iniciais do Ensino Fundamental. Reflexão sobre as práticas educativas. A instituição
escolar: espaço, tempo e sujeitos. A formação do professor da Educação Infantil e
Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
O Estágio Curricular Supervisionado I terá uma carga horária de 100 horas,
dividida em atividades teóricas a serem orientadas e desenvolvidas sob orientação
do professor supervisor de estágio, e atividades práticas a serem desenvolvidas na
escola campo de Estágio. O Estágio tem como finalidade levar o aluno a perceber a
organização, o funcionamento e as funções sociais de Instituições que oferecem
EDUCAÇÃO INFANTIL e ENSINO FUNDAMENTAL, por meio da observação das
atividades desempenhadas pelos profissionais da mesma e da relação mantida
entre esta e a comunidade atendida. O aluno deverá buscar uma instituição que
atenda aos dois níveis de ensino, porém caso não haja essa opção o aluno deverá
dividir seu tempo de estágio entre duas instituições sendo: uma de Educação Infantil
e outra de Ensino Fundamental. Depois de observados todos os critérios (dispostos
no item Orientações práticas para realização do Estágio), o estudante irá entregar
para
a Instituição Concedente o plano de Estágio aprovado pelo professor
supervisor. Neste plano, constará carga horária para observação (dos aspectos
elencados abaixo) e carga horária destinada à feitura do diário de campo (a ser
orientado pelo professor supervisor de estágio). A seguir exemplificaremos o que o
estudante estagiário poderá observar na Instituição Concedente para posteriormente
organizar seu diário de campo.

EXEMPLO: OBSERVAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR
Aspectos a serem observados:
A observação do espaço escolar se faz necessária, para que o estudante
perceba como se constitui a dinâmica do processo ensino-aprendizagem e quais os
elementos fundamentais para que esse processo ocorra com sucesso. Para isto, o
estudante estagiário inicialmente buscará informações sobre dados da criação da
escola, sua história, localização e infraestrutura, visando conhecer os aspectos
físicos e recursos didáticos da escola, assim como a importância dessa escola na
29
comunidade local. Construindo as inferências para o diário de campo, o estudante
estagiário precisará conhecer o funcionamento da escola (quadro de pessoal da
escola; carga horária; horário de aulas; calendário escolar; e dinâmica escolar:
interação escola-comunidade; relações com a família; dinâmica das salas de aula:
número de aluno e interação professor-aluno).
Outras situações são também foco de observação, com vistas à feitura do
diário de campo, como as reuniões de professores, os momentos pedagógicos, bem
como eventos promovidos pela escola (feira de cultura; gincanas; visitas a museus e
parques temáticos etc).
De posse de todas essas informações, o estudante estagiário organizará um
texto coeso em formato de um diário, descrevendo suas observações diárias, de
forma a elaborar um retrato fiel da realidade observada. Desse diário, deverão
constar todos os aspectos elencados no exemplo acima. O Professor Supervisor de
Estágio estipulará a data para entrega do diário de campo para ser avaliado e
aprovado. Salienta-se que o estudante deverá elaborar DOIS diários de campo;
sendo um sobre EDUCAÇÃO INFANTIL e outro sobre ENSINO FUNDAMENTAL.
Esses diários de campo serão retomados no último Estágio para elaboração de
projetos de trabalho.
Estágio curricular Supervisionado II - EDUCAÇÃO INFANTIL II
Ementa: Discussão fundamentada e contextualizada de situações de ensino e
aprendizagem na Educação Infantil. Envolvimento do estagiário no trabalho
pedagógico da escola/instituição campo, tornando possível a análise do seu “fazer
pedagógico”, bem como o exercício da função docente. Elaboração de oficinas.
Regência em turmas de Educação Infantil. Relato de experiências. Registro formal
de todo o processo (elaboração do Relatório das atividades realizadas).
O Estágio Curricular Supervisionado II terá uma carga horária de 100 horas,
dividida em atividades teóricas a serem orientadas e desenvolvidas sob a orientação
do professor supervisor de estágio e atividades práticas desenvolvidas na escola
campo de Estágio.
No Estágio Curricular Supervisionado II, o estudante estagiário estará em
contato com os conhecimentos e saberes presentes no processo de ensino e
aprendizagem nas diferentes áreas de conhecimento, dentro de Instituições de
EDUCAÇÃO INFANTIL. Nessa proposta de Estágio, o tripé ação-reflexão-ação da
prática educativa na Educação Infantil será o foco de nossas atividades.
30
Em um primeiro momento, o estudante cumprirá carga horária destinada à
observação de uma prática docente em sala de aula de Educação Infantil e,
posteriormente, uma carga horária destinada à regência, que serão ministradas no
formato de oficinas lúdicas. Da mesma forma que foi feito no Estágio I também no
Estágio II, depois de observados todos os critérios dispostos no item Orientações
práticas para realização do Estágio, o estudante irá entregar para a Instituição
Concedente o plano de Estágio aprovado pelo professor supervisor de estágio.
Neste plano, constarão as horas de observação (dos aspectos elencados abaixo) e
a carga horária destinada à realização de oficinas lúdicas com turma-alvo do
Estágio.
No momento de observação das aulas, o estagiário focará o comportamento
dos alunos em sala de aula, a didática do professor, a interação professor-alunocontéudo, com vistas a conhecer a dinâmica de uma sala de aula, levantar e
problematizar situações de ensino-aprendizagem. De posse dessas informações, o
estudante organizará oficinas que sejam pertinentes à realidade da clientela
atendida pela escola concedente e que sejam favoráveis ao planejamento
desenvolvido pelo professor.
As oficinas serão construídas e planejadas por cada estudante estagiário
e analisadas e aprovadas pelo professor supervisor de estágio antes da
aplicação das mesmas no Campo de Estagio. Essa proposta visa à utilização de
recursos didáticos lúdicos e variados que promovam a aprendizagem e consolidação
de determinadas habilidades relativas à Educação Infantil. É imprescindível que o
estudante estagiário esteja subsidiado por um referencial teórico para elaboração
das atividades práticas (modelo anexo).
Esta é uma importante atividade, pois propicia ao estagiário estabelecer
paralelos entre os aspectos teóricos (do que aprendeu nas unidades curriculares de
formação) e os aspectos práticos do fazer docente, permitindo uma breve noção do
ato de lecionar.
Estágio curricular Supervisionado III - ENSINO FUNDAMENTAL II
Ementa: Discussão fundamentada e contextualizada de situações de ensino e
aprendizagem nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Envolvimento do estagiário
no trabalho pedagógico da escola/instituição campo, oportunizando a análise do seu
“fazer pedagógico”, bem como o exercício da função docente. Elaboração de
oficinas. Regência em turmas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Relato de
31
experiências. Registro formal de todo o processo (elaboração do Relatório das
atividades realizadas).
O Estágio Curricular Supervisionado III terá uma carga horária de 100 horas,
dividida em atividades teóricas a serem orientadas e desenvolvidas sob a orientação
do professor supervisor, e atividades práticas desenvolvidas na escola campo de
Estágio.
No Estágio Curricular Supervisionado III, o estudante estagiário estará em
contato com os conhecimentos e os saberes presentes no processo de ensino e
aprendizagem nas diferentes áreas de conhecimento, dentro de Instituições de
Ensino Fundamental. Nessa proposta de Estágio o tripé ação-reflexão-ação da
prática educativa no Ensino Fundamental será o foco de nossas atividades.
Em um primeiro momento, o estudante cumprirá a carga horária destinada à
observação de uma sala de aula de Anos Iniciais do Ensino Fundamental e,
posteriormente, a carga horária destinada à regência, cujas aulas serão ministradas
no formato de oficinas lúdicas. Da mesma forma que foi feito no Estágio I e II,
também no Estágio III, depois de observados todos os critérios dispostos nas
orientações práticas para a realização do Estágio, o estudante irá entregar para a
Instituição Concedente o Plano de Estágio aprovado pelo Professor supervisor de
estágio. Nesse plano, constará a carga horária de observação (dos aspectos
elencados abaixo) e a carga horária destinada à realização de oficinas lúdicas com a
turma-alvo do Estágio.
No momento de observação das aulas, o estagiário focará o comportamento
dos alunos em sala de aula, a didática do professor e a interação professor-alunocontéudo, visando conhecer a dinâmica de uma sala de aula, assim como levantar e
problematizar situações de ensino-aprendizagem. De posse dessas informações, o
estudante organizará oficinas que sejam pertinentes à realidade da clientela
atendida pela escola concedente e que sejam favoráveis ao planejamento
desenvolvido pelo professor.
As oficinas serão construídas e planejadas por cada estudante estagiário
e analisadas e aprovadas pelo professor supervisor de estágio antes da aplicação
das mesmas no Campo de Estagio. Essa proposta visa à utilização de recursos
didáticos lúdicos e variados que promovam a aprendizagem e a consolidação de
determinadas habilidades relativas aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. É
32
imprescindível que o estudante estagiário esteja subsidiado por um referencial
teórico para a elaboração das atividades práticas (modelo anexo).
Esta é uma importante atividade, pois propicia ao estagiário estabelecer
paralelos entre os aspectos teóricos (do que aprendeu nas unidades curriculares de
formação) e os aspectos práticos do fazer docente, permitindo uma breve noção do
ato de lecionar.
Estágio curricular Supervisionado IV – GESTÃO EDUCACIONAL
Ementa: Planejamento e execução de atividades práticas relacionadas ao processo
de pesquisa do estudante; projetos educativos ou atividades didáticas.
O Estágio Curricular Supervisionado IV terá uma carga horária de 100 horas,
dividida em atividades teóricas, a serem orientadas e desenvolvidas via plataforma,
sob orientação do Professor supervisor de estágio e atividades práticas a serem
desenvolvidas na escola campo de Estágio.
Da mesma forma que foi feito no Estágio I, II e III também no Estágio IV,
depois de observados todos os critérios dispostos no item orientações práticas para
realização do Estágio, o estudante irá entregar para Instituição Concedente o Plano
de Estágio aprovado pelo professor supervisor de estágio. Nesse plano de Estágio,
deverá constar a carga horária de observação, entrevista e descrição analítica do
papel do gestor da Instituição Concedente, bem como da análise do Projeto PolíticoPedagógico da Escola (PPE) e a carga horária destinada à feitura de um Projeto de
trabalho focando a Gestão Escolar.
No Estágio IV o Plano de Estágio constará das seguintes atividades:
O
estudante retornará ao seu diário de campo do Estágio I onde fez observações
sobre a Instituição e fará uma detalhada análise da PROPOSTA POLÍTICOPEDAGÓGICA DA ESCOLA e do REGIMENTO ESCOLAR, bem como de todos os
registros que descrevem as funções desempenhadas pelo GESTOR responsável
pela Instituição Concedente. Caso o aluno tenha feito o estágio I em duas
instituições diferentes, ficará a seu cargo optar em qual das duas fará o estágio IV. A
PPPE se constituem uma rica fonte de informações, pois traz a filosofia, a
concepção curricular e avaliativa da escola. Entretanto, esse documento deve ser
analisado juntamente com o Regimento Escolar, buscando perceber sintonia entre
33
os dois documentos. É importante saber como foram elaborados, se houve
participação de toda comunidade escolar e se esta tem pleno conhecimento de seu
conteúdo e o aplica no cotidiano escolar. Ainda é pertinente averiguar se há
permanente avaliação e adequação dos mesmos conforme necessidade da
comunidade atendida.
De posse dessas anotações, o estudante estagiário, agora mais maduro e
experiente depois de ter realizado três períodos de estágio prático e de discussões
teóricas sobre temas do cotidiano escolar na plataforma, observará o gestor da
instituição, fazendo uma descrição analítica de seu papel. O estagiário deve, além
de observar, organizar um roteiro para as entrevistas, para melhor compreender
pontos obscuros da observação realizada. Não formataremos aqui o roteiro para a
entrevista, deixando esse trabalho a cargo do aluno e do professor supervisor de
estágio que estará acompanhando o Estágio in loco, por entender que as
necessidades de cada estagiário poderão ser diferenciadas de acordo com a
realidade observada.
Após essas observações e entrevistas, o estudante estagiário buscará
perceber no papel do gestor pesquisado uma problematização para seu Projeto de
Trabalho. O projeto deverá ser encaminhado para o professor supervisor de estágio,
para análise e aprovação, e posteriormente, para a escola campo de Estágio, para
autorização da execução do mesmo. Caso haja necessidade, o estagiário deverá
adequar seu plano de trabalho conforme os pontos solicitados pelo professor
supervisor de estágio e/ou pela Instituição Concedente, antes da viabilização do
mesmo.
Salientamos ainda que o caderno de estudo do Estágio IV: Gestão
Educacional traz um tutorial que explica passo a passo as atividades a serem
realizadas neste estágio. Traz também considerações sobre os aspectos
importantes a serem observados e sugestão dos pontos que poderão ser elencados
na entrevista.
Avaliação do Estágio
A avaliação do Estágio no Curso de Pedagogia do IPTAN seguirá o disposto
nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação
Básica, Resolução n.º 1, de 18 de fevereiro de 2002, do CNE em seu artigo 13:
34
[...] § 3º O Estágio Curricular Supervisionado, definido por lei, a ser
realizado em escola de educação básica, e respeitado o regime de
colaboração entre os sistemas de ensino, deve ser desenvolvido a
partir do início da segunda metade do curso e ser avaliado
conjuntamente pela escola formadora e a escola campo de Estágio.
Os procedimentos de avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão
os seguintes:

avaliação das atividades realizadas pelo estagiário no campo de
Estágio. Essa avaliação será registrada em documento próprio emitido
pela Coordenação de Curso de Pedagogia (em anexo) e é realizada
pelo Coordenador Pedagógico da instituição em que for realizado o
Estágio.

ao final de cada etapa do Estágio, será produzido um relatório que se
constitui em uma produção reflexiva proposta para a ampliação e o
aprofundamento da aprendizagem, contendo, inclusive, auto avaliação.
O
aluno
organizará
uma
pasta
com
todos
os
documentos
comprobatórios do estágio e anexará na mesma o relatório final. Esta
pasta será entregue ao Professor supervisor de estágio, juntamente
com todas as fichas utilizadas na realização do Estágio e todos esses
documentos serão encaminhados para o Coordenador geral de
Estágio, para avaliação.
Para ser aprovado no Estágio Curricular Supervisionado, o estudante deverá:

obter média igual ou superior a 7,0 (seis) em cada um dos Estágios
previstos (considerando os trabalhos, leituras e atividades propostas
pela professor supervisor de estágio e as atividades práticas no campo
de Estágio);

entregar a pasta de estágio contendo todos os documentos
comprobatórios.
Caso o estudante não atinja a média exigida em algum dos Estágios ou
não tenha cumprido o número de horas exigidas no campo de Estágio, deverá
refazer o respectivo Estágio até alcançar a média determinada. As atividades
de Estágio deverão ser realizadas individualmente.
35
1.9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A carga horária de atividades complementares, conforme estabelecido na
Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002 (publicada no Diário Oficial da
União em 04 de março de 2002, Seção 1, p. 9) será de 200h e os discentes
realizarão sob forma de:
a) Atividades de ensino
I - Cursos realizados em outras instituições desde que com anuência prévia pela
Coordenação/Direção desta Faculdade (comprovação: certificado);
II - Monitoria de disciplina Pedagógica (comprovação: certificado);
III- Disciplinas oferecidas por outros cursos (comprovação: histórico).
b) Atividades de pesquisa (Publicações e apresentações de trabalhos)
I - Iniciação científica e similares (comprovação: certificado);
II - Trabalhos publicados em periódicos de educação, até 40 horas para cada
(comprovação: publicação);
III - Participação em grupos de estudos e debates organizados por professores e/ou
estudantes (comprovação: certificado/declaração);
IV - Resenhas publicadas, até 20 horas para cada (comprovação: publicação).
c) Atividades de extensão
I - Seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, mesas temáticas,
oficinas, workshops, encontros nacionais e regionais, cursos de atualização e
similares (comprovação: certificado / declaração);
II - Representação estudantil (comprovação: declaração).
d) Atividades Culturais:
I -Peças teatrais, cinemas, festivais de cultura, oficinas, lançamentos de livros
(comprovação: certificados/ declarações / relatórios).
OBS: OS FILMES ASSISTIDOS DEVERÃO TER CUNHO EDUCACIONAL E
DEVERÃO SER ACOMPANHADOS OU SOLICITADOS POR PROFESSORES DO CURSO.
A referida carga horária poderá ser cumprida em pelo menos duas das
atividades descritas acima, limitando-se a um total de 100 horas em cada atividade.
36
Este componente curricular visa possibilitar a flexibilização do currículo do
aluno e o aprofundamento dos conteúdos desenvolvidos nos demais componentes
curriculares, proporcionando o enriquecimento da formação do professor como um todo,
viabilizando a construção autônoma do seu projeto de formação profissional e a ampliação
do universo cultural.
O registro da carga horária destas atividades será realizado pelo aluno e
submetido ao professor supervisor de estágio que repassará à Coordenação do Curso. O
total de horas será registrado no Histórico Escolar do aluno em espaço próprio.
Art. 1º. As Atividades Complementares integram a parte flexível do currículo do
Curso de Graduação em Pedagogia, ministrado pelo IPTAN, sendo o seu cumprimento
integral indispensável para a obtenção do diploma. Não é possível colar grau sem
comprovar seu cumprimento.
ATIVIDADES QUE PODEM SER CONSIDERADAS/CH MÁXIMA A SER COMPUTADA
ITEM
DISCIPLINAS / ATIVIDADES
CH *
ATIVIDADES DE ENSINO

Disciplinas extracurriculares, na área da Educação,
40h por atividade
oferecidas pelo Curso.

Disciplinas extracurriculares, pertencentes a outros cursos
40h por atividade
do IPTAN ou de outra IES, em áreas afins.

Monitoria no Curso
40h semestrais

Estágios extracurriculares, na área Educacional
40 semestrais

Minicursos ministrados e palestras proferidas
O dobro daCH
constante no
certificado
ATIVIDADES DE PESQUISA

Projetos de pesquisa ou iniciação científica, orientados
por docente do IPTAN.
50h semestrais
37

Assistência a defesas de monografias do Curso, de
02h por atividade
dissertação de mestrado ou teses de doutorado, na área
da Educação

Apresentação de comunicação, com ou sem publicação
20h por atividade
de resumo

Publicação do trabalho completo em anais do evento
25h por atividade

Apresentação de painel ou pôster
20h por atividade
ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Atividades e/ou Programas de extensão, sob orientação
50h por atividade
de professor do IPTAN ou em outras IES devidamente
comprovados

Cursos na área da informática e cursos de idiomas
40h no máximo
por curso

Cursos de extensão na área de interesse do curso ou de
atualização cultural ou científica.

40h no máximo
por curso
Eventos diversos na área da Educação no IPTAN e/ou
40h no máximo
outras IES: participação de minicursos, workshops e mesa
por curso
redonda

Participação em programas de voluntariado Voluntário em
A CH aferida no
Atividades vinculadas à Educação em Projetos Sociais de
Documento
Instituições de Ensino, Comunitárias e Culturais, ONGs,
comprobatório
Entidades Beneficentes, Sindicatos, Cooperativas, Igrejas
e Associações.

Representação Estudantil, participação como membro do
15h semestrais
Colegiado do Curso ou Conselhos do IPTAN
ATIVIDADES CULTURAIS

Viagens acadêmicas e culturais sob a égide de
10h por dia
professores do IPTAN
de viagem
38

Relatórios de filmes assistidos sob a orientação e
12h por atividade
acompanhamento de professores do IPTAN
Cabe à coordenação do curso apresentar normas para cada atividade
especificando, no PPC a exigência do certificado de frequência e participação, notas
obtidas, carga horária cumprida, relatórios de desempenho e outros.
Os documentos comprobatórios dessas atividades deverão ser encaminhados
para o professor supervisor de estágio e se for considerado suficiente, será registrado na
ficha curricular do aluno, e guardado pelo próprio aluno até a expedição do diploma.
Relatórios:
Deverá ser feito um relatório de desempenho, no qual deve constar:
1. Nome do aluno.
2. Atividade e a categoria a qual se refere.
3. Carga horária que deverá ser computada ou tempo de duração. (conforme FICHA DE
ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS, em anexo nesse documento).
5. Local e data e assinatura.
Obs: Junto a esse relatório deverão ser anexados os certificados ou declarações do
organizador do evento. No caso de declaração de atividade a mesma deve ser feita em
papel timbrado e precisa constar também a assinatura do responsável pela entidade e
carimbo da mesma.
Pastas:
Cada aluno deverá organizar uma pasta plastificada com todas atividades realizadas no
Estágio Curriculares Supervisionados (conforme orientação do professor supervisor de
estágio).
Nessa
mesma
pasta
(final)
o
aluno
organizará
suas
FICHAS
DE
ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS com as devidas comprovações e submetê-la a aprovação do professor
supervisor de estágio.
Título: Atividades Acadêmico- científico-culturais.
Os relatórios deverão estar digitados e bem escritos usando letras do tipo Arial ou Times
New-Roman, fonte tamanho 12, Espaço 1,5.
39
MODELO DA FICHA DE REGISTRO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
FICHA DE ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
IDENTFICAÇÃO DO ALUNO
NOME:
MATRÍCULA:
FACULDADE DE ORIGEM
ENDEREÇO:
DESCRIÇÃO
SUCINTA
Categoria da
Atividade
Período de
Realização
Carga horária
computada
Coordenador
(a)
Rubrica
ASSINATURA:_______________________________________________________
1.10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC - Monografia)
O trabalho de conclusão de curso é um conjunto de atividades de vinculação
entre conhecimento técnico-científico e o início da vivência profissional, em que o
estudante desenvolve um trabalho final que demonstre domínio do objeto de estudo
e capacidade de expressar-se lucidamente a respeito dele, sob a orientação de um
professor, desenvolvido em tempo e espaço próprio, nos termos de regulamento
específico do IPTAN.
Representa o resultado das reflexões individuais e coletivas sobre os
conteúdos do Curso e as experiências vivenciadas no Estágio Curricular
Supervisionado e Prática Pedagógica, oferecendo subsídios para a construção e o
fortalecimento dos vínculos teoria/prática pedagógica e representando, também,
uma síntese integradora final do Curso.
O
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
constitui-se
em
instrumento
especialmente importante de ensino e conteúdo de aprendizagem na formação do
futuro educador, pois a pesquisa permite/possibilita (1) a análise de contexto e
situações cotidianas da escola e dos demais espaços de formação; (2) a construção
de saberes que ela demanda; e (3) e a compreensão da auto-implicação do
educador na tarefa de educar. Possibilita que o professor em formação aprenda a
40
conhecer a realidade para além das aparências, de modo que possa intervir
considerando as múltiplas relações envolvidas nas diferentes situações com que se
depara, referentes aos processos de aprendizagem e à vida dos alunos.
Não se pode esquecer, ainda, que a pesquisa é também conteúdo a
ser ensinado aos alunos da educação básica. Nos Parâmetros Curriculares
Nacionais que orientam os currículos da educação básica, procedimentos de
pesquisa aparecem como conteúdos a serem ensinados no campo de diversas
áreas. É imprescindível, portanto, que os professores não só dominem esses
procedimentos de pesquisa, como também aprendam a construir situações didáticas
para ensiná-los aos seus futuros alunos.
A associação da prática profissional à pesquisa faz parte de um importante
momento no processo de implementação do currículo, que conta com uma estrutura
que tem início desde o primeiro semestre com a disciplina Metodologia Científica.
No sexto semestre, o estudante do curso Pedagogia apresenta as condições para a
organização das primeiras reflexões sobre questões relativas à pesquisa nas
disciplinas Pesquisa em Educação: Conceitos e Métodos e Projeto de Monografia,
dando continuidade no sétimo semestre com a disciplina Seminários de Pesquisa I,
concluindo no oitavo semestre com a disciplina Seminário de Pesquisa II. Através
dessas disciplinas o aluno virá a implementar a elaboração de uma monografia e
sua apresentação perante banca de pelo menos três docentes, com o objetivo de
analisar a coerência e relevância do tema, além de indicar sugestões que possam
agregar ainda mais valor ao trabalho monográfico. No regulamento do IPTAN é
previsto a realização de uma pré banca antes que o trabalho escrito seja concluído e
ao final do processo realiza-se a banca de monografia.
O Estágio Curricular Supervisionado é também fonte de pesquisa e está
inteiramente aliado ao TCC, pois é através do contato com a prática pedagógica
nas escolas que o aluno faz sua primeira imersão formal no universo da pesquisa
em educação, elaborando um "banco de dados", que se relaciona a um conjunto
bibliográfico básico, sobre um tema de interesse, cuja reflexão passará a ser
desenvolvida ao longo dos próximos semestres em relação às disciplinas teóricas
que deverá cursar, bem como em relação às atividades práticas dos estágios
supervisionados. A organização dessa reflexão continuada deverá ocorrer
especificamente na disciplina de Projeto de Monografia no sexto semestre, em um
41
trabalho de pesquisa de campo que culmina em uma monografia a ser apresentada
publicamente como forma de socializar a produção científica realizada pelo aluno, no
oitavo período, conforme dito anteriormente.
Entende-se que a apresentação da referida monografia se constitui em
importante momento para o exercício de uma prática acadêmica necessária, tanto
na socialização de resultados de processos investigativos frente aos pares, quanto
na apresentação formal frente a uma banca de professores.
Na medida em que o processo educativo da formação leva o discente a
prover seu próprio desenvolvimento, o IPTAN deve proporcionar-lhe condições e
requisitos essenciais para que direcione seus projetos de vida, sólida formação
teórico-prática para a compreensão do mundo físico e social e atuação e liderança
na sociedade.
A formação baseada em aspectos de articulação entre ensino, pesquisa e
extensão, integração entre teoria e prática, traduz também qualificação e dedicação
do corpo docente às atividades acadêmicas e à produção científica. Todo esse
processo é regulamento conforme especificações abaixo:
MANUAL DE TCC DO CURSO PEDAGOGIA
1. INTRODUÇÃO
O Trabalho de Conclusão de Curso caracteriza-se como um trabalho de
iniciação científica, levando o acadêmico, a aprofundar e sistematizar os
conhecimentos sobre determinado tema de seu interesse, consoante a profissão ou
o curso de graduação. A NBR 6023; 2002 assim define esse tipo de trabalho
acadêmico:
documento que representa o resultado de estudo, devendo
expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser
obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, curso,
programa. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.
Sendo assim, a realização do TCC representa a possibilidade de articulação
da atividade de pesquisa científica à prática pedagógica: reflexão e produção do
conhecimento, permitindo ao aluno a análise de temas da sua área de
conhecimento, bem como, desenvolvimento de seu discurso científico, embasado
42
em pesquisa bibliográfica e metodológica, sob a orientação de professores
(orientador-avaliadores). A monografia representa assim o resultado das reflexões
individuais e coletivas sobre os conteúdos do Curso e as experiências vivenciadas
no Estágio Supervisionado e Prática Pedagógica, oferecendo subsídios para a
construção
e
o
fortalecimento
dos
vínculos
teoria/prática
pedagógica
e
representando, também, uma síntese integradora final do Curso.
A monografia constitui-se em instrumento especialmente importante de
ensino e conteúdo de aprendizagem na formação do futuro educador, pois a
pesquisa permite/possibilita (1) a análise de contexto e situações cotidianas da
escola e dos demais espaços de formação; (2) a construção de saberes que ela
demanda; e (3) e a compreensão da auto-implicação do educador na tarefa de
educar. Possibilita que o professor em formação aprenda a conhecer a realidade
para além das aparências, de modo que possa intervir considerando as múltiplas
relações envolvidas nas diferentes situações com que se depara, referentes aos
processos de aprendizagem e à vida escolar dos alunos.
A Monografia é uma atividade obrigatória realizada no final do Curso de
Licenciatura em Pedagogia do IPTAN, e como tal, representa um requisito
obrigatório para conclusão do mesmo.
Trata-se de um trabalho de iniciação à pesquisa, elaborado individualmente,
em que o acadêmico realizará um estudo com aprofundamento teórico e com dados
fundamentados e analisados cientificamente sobre algum tema da respectiva área
do curso, que possua relevância científica e social; o qual constituirá uma produção
científica e acadêmica, por meio da produção de uma monografia. A definição do
tema deverá atender as linhas de pesquisa do Curso de Licenciatura em Pedagogia,
de acordo com o Projeto Pedagógico do referido curso.
2. REGULAMENTAÇÃO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Licenciatura em
Pedagogia é um trabalho acadêmico de natureza técnico-cientifica, obrigatório, a ser
elaborado individualmente, como requisito parcial para conclusão do referido curso,
o qual tem como objetivos:
43

Desenvolver
habilidades
para
a
realização
de
pesquisa
na
área
de
Pedagogia/Licenciatura;

Aprimorar as habilidades na utilização dos instrumentos da pesquisa científica;

Aprofundar os conhecimentos no âmbito pedagógico;

Analisar criticamente e expor com clareza o assunto escolhido.
O mesmo deve estar relacionado com os temas de pesquisa e com as
reflexões relacionadas com o conhecimento trabalhado em diversas unidades
componentes do programa curricular, desenvolvidas sobre as diferentes linhas de
pesquisa, definidas pelo Colegiado do Curso e divulgadas no PPC do curso
e
manual de TCC do Curso de Pedagogia.
A Monografia oportuniza aos acadêmicos de desenvolver procedimentos
metodológicos, que visam sistematizar a atividade de pesquisa e efetivar na prática
os conceitos teóricos adquiridos. Assim, este trabalho representa uma pesquisa
orientada e visa propiciar a efetivação da produção científica do acadêmico.
Com este propósito, o referido trabalho científico será orientado por um
professor do Curso de Licenciatura em Pedagogia, desta Instituição de Ensino
Superior, com habilitação na linha de pesquisa abordada pelo acadêmico. A
associação da prática profissional à pesquisa faz parte de um importante momento
no processo de implementação do currículo, que conta com uma estrutura que tem
início desde o primeiro semestre com a disciplina Metodologia Científica. No sexto
semestre, o estudante do curso Pedagogia apresenta as condições para a
organização das primeiras reflexões sobre questões relativas à pesquisa nas
disciplinas Pesquisa em Educação: Conceitos e Métodos e Projeto de Monografia,
dando continuidade no sétimo semestre com a disciplina Seminários de Pesquisa I,
concluindo no oitavo semestre com a disciplina Seminário de Pesquisa II. Através
dessas disciplinas o aluno virá a implementar a elaboração de uma monografia e
sua apresentação perante banca de pelo menos três docentes, com o objetivo de
analisar a coerência e relevância do tema, além de indicar sugestões que possam
agregar ainda mais valor ao trabalho monográfico, cuja elaboração deve
compreender as seguintes etapas:
6º Período - Elaboração do Projeto de Pesquisa e leituras referentes ao
tema conforme sugestão e orientação do professor orientador.
44
7º Período - Produção, organização e entrega dos capítulos da monografia.
A monografia deverá ter o mínimo de três capítulos.
8º Período – Fechamento e apresentação da monografia para Banca
avaliadora organizada pela Coordenação de Curso conforme sugestão dos
professores orientadores.
- Entrega da versão final da Monografia devidamente encadernada na
Biblioteca da Instituição devidamente assinada pelo professor orientador e
professores que compusera a banca avaliadora da monografia.
3. LINHAS DE PESQUISA
Na medida em que o processo educativo da formação leva o discente a
prover seu próprio desenvolvimento, o IPTAN deve proporcionar-lhe condições e
requisitos essenciais para que direcione seus projetos de vida, sólida formação
teórico-prática para a compreensão do mundo físico e social e atuação e liderança
na sociedade.
A formação baseada em aspectos de articulação entre ensino, pesquisa e
extensão, integração entre teoria e prática, traduz também qualificação e dedicação
do corpo docente às atividades acadêmicas e à produção científica. Destarte, as
linhas de pesquisa, ofertadas pelo IPTAN para o Curso de Pedagogia, versam sobre
a Teoria e a Prática Pedagógica, considerando a importância de cada uma delas,
bem como a integração destas para a formação de um profissional em consonância
com os novos tempos.
Para isso, consideram-se as análises especificas sobre o ensino e a
aprendizagem, a gestão escolar, o uso de tecnologias como elementos necessários
a educação contemporânea, a formação dos professores e as relações presentes no
cotidiano escolar. Ao disponibilizar as linhas de pesquisa, o IPTAN espera que os
alunos possam desenvolver trabalhos que colaborem com a qualidade da educação
brasileira, proporcionando a todos os envolvidos com a educação uma reflexão
crítica sobre a prática pedagógica e sobre os espaços e atores que dela participam.
45
O Projeto de Pesquisa e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) serão
definidos a partir das seguintes linhas de pesquisa:
Linha de Pesquisa 1 – Ação didático-pedagógica.
Investiga as questões relacionadas ao cotidiano escolar no que se refere ao
processo de ensino e aprendizagem, avaliação escolar e da aprendizagem discente;
formação e prática docente; atuação do pedagogo nos anos iniciais do Ensino
Fundamental e na Educação Infantil.
Linha de pesquisa 2 – Currículo das áreas de conhecimento.
Analisa e aprofunda o trabalho pedagógico nas diferentes áreas do
conhecimento, buscando salientar as especificidades da área em questão. Estuda
as relações entre currículo, trabalho, conhecimento, cultura e comunicação.
Fundamentos metodológicos e práticas das diversas áreas curriculares da Educação
Infantil e dos anos inciais do Ensino Fundamental.
Linha de pesquisa 3 – Organização e Gestão, Política e Gestão da Educação
Analisa processos educacionais relacionando a atuação do pedagogo nos
processos de gestão; sistema Educacional e Escolar; projetos e Experiências
Educativas escolares; Gestão escolar; Projeto Político Pedagógico; Planejamento e
gestão do trabalho pedagógico; Políticas Educacionais; Órgãos Colegiados de
Gestão.
Linha de pesquisa 4 – Tecnologia e Prática Pedagógica
Estuda as relações entre currículo, conhecimento, tecnologias e prática
pedagógica, nos seus aspectos epistemológicos, históricos e sociopolíticos.
Linha de pesquisa 5 – História e Sociologia da Educação
Estuda a Educação no contexto sociocultural e as implicações deste na
formação docente e na prática pedagógica, sob múltiplas vertentes, tais como:
diferenças
de
gênero,
sexualidade,
geração,
raça,
etnia,
territorialidade,
pertencimento religioso e classes sociais. Investiga os processos da gestão da
educação bem como questões relativas à história e às políticas públicas da
educação nas esferas federal, estadual e municipal. Investiga ainda a escola em
seus aspectos históricos e institucionais.
46
4. ESTRUTURA DO TCC
Os textos devem possuir em sua estrutura os seguintes elementos: Título,
Nome(s) do(s) autor(es), Resumo, Palavras-chave, Introdução, Desenvolvimento
Textual, Conclusão e Referências.
Veremos cada uma destas partes separadamente:

Título: deve compreender os conceitos-chave que o tema encerra, ou seja, deve
levar a reflexão do tema principal da monografia.

Nome do autor: deve ser indicado de forma clara e sistemática, do centro para a
margem direita.

Nome do orientador: deve ser indicado de forma clara e sistemática, do centro
para a margem direita.

Mini-currículo dos autores do trabalho e orientador: deve ser inserido como
nota de rodapé. Seguindo as normas da ABNT.

Resumo: tem a finalidade de descrever, sequencialmente, os sucessivos
componentes para a construção do texto científico. Deve constituir a síntese dos
pontos relevantes do trabalho, tais como: tema, problema de pesquisa,
justificativa, objetivo(s), conteúdo, se for o caso, coleta de dados e os resultados
alcançados. O resumo é um texto de parágrafo único, que deverá conter
aproximadamente 250 palavras. Assim, deve-se resumir de maneira precisa os
tópicos principais da monografia e as conclusões obtidas através da pesquisa.

Palavras-chave: são palavras características do tema que servem para indexar
a monografia. Procure escolher até 5 (cinco) palavras-chave abrangentes, mas
que ao mesmo tempo identifiquem o(s) assunto(s) de que trata a monografia.

Introdução: apresenta a evolução natural de sua pesquisa. Tem por objetivo
situar o leitor no contexto do tema pesquisa, oferecendo uma visão global do
estudo realizado, esclarecendo as delimitações estabelecidas na abordagem do
assunto, os objetivos e as justificativas que levaram o autor a tal investigação
para, em seguida, apontar as questões de pesquisa para as quais buscará as
respostas. Deve-se, ainda, destacar a Metodologia utilizada no trabalho e
brevemente mencionar o referencial teórico.
47
 Desenvolvimento e demonstração dos resultados: nesta parte do TCC, o
autor deve fazer uma exposição e uma discussão das teorias que foram
utilizadas para entender e esclarecer o problema, apresentando-as e
relacionando-as com a dúvida investigada. Os procedimentos metodológicos
empregados para o levantamento de dados e sua utilização no processo de
análise, devem estar claros na monografia. Esses procedimentos devem estar
adequados ao problema a ser investigado e aos objetivos definidos pelo autor.
Apresentam-se as demonstrações dos argumentos teóricos e/ ou de resultados
que as sustentam com base dos dados coletados. Também consta do
desenvolvimento da monografia a Revisão de Literatura que tem como objetivo
discorrer a respeito das contribuições teóricas sobre o assunto abordado. O
corpo da monografia deve ser dividido em capítulos como forma de melhor
organização. É importante expor os argumentos de forma explicativa ou
demonstrativa, através de proposições desenvolvidas na pesquisa, em que o
autor demonstra, assim, ter conhecimento da literatura básica, do assunto, onde
é necessário analisar as informações publicadas sobre o tema até o momento da
redação final do trabalho; demonstrando teoricamente o objeto de seu estudo e
a necessidade ou oportunidade da pesquisa que realizou.
OBS: Quando a monografia inclui a pesquisa de campo torna-se imprescindível
a apresentação dos resultados obtidos por meio da coleta dos dados entrevistas,
observações, questionários, entre outras técnicas. Na apresentação dos
resultados, deve-se realizar a descrição panorâmica dos dados levantados para
propiciar ao leitor a percepção adequada e completa dos resultados obtidos de
forma clara e precisa, sem interpretações pessoais. Quando pertinente, deve-se
incluir ilustrações como quadros, tabelas e figuras (gráficos, mapas, fotos, etc.).
Se possível, utilize figuras, gráficos, e outras representações diagramáticas
atrativas para ilustrar claramente os dados. Gráficos e tabelas devem sempre ter
legendas, dizendo exatamente o que representam. Tabelas devem ser incluídas
quando se deseja apresentar um número pequeno de dados.
 Considerações finais: Após a análise e discussões dos resultados, são
apresentadas as considerações finais e as descobertas do texto, evidenciando
com clareza e objetividade as deduções extraídas dos resultados obtidos ou
48
apontadas ao longo da discussão do assunto. Deve fornecer evidências da
solução de seu problema através dos resultados obtidos através do trabalho.
Cada objetivo deve ser analisado e confrontado com os achados da pesquisa.
Indicando assim, se o problema e os objetivos foram atingidos. No
desenvolvimento das Considerações Finais são relacionadas às diversas ideias
desenvolvidas ao longo do trabalho, num processo de síntese dos principais
resultados, com os comentários do autor e as contribuições trazidas pela
pesquisa. Cabe, ainda, lembrar que as considerações finais apresentam um
fechamento do trabalho estudado, respondendo às hipóteses enunciadas e aos
objetivos do estudo, apresentados na Introdução, em que não se permite que
nesta seção sejam incluídos dados novos, que já não tenham sido apresentados
anteriormente.

Apresente argumentos convincentes e adequados. Resumir, apontar e reforçar
as ideias principais e as contribuições proporcionadas pelo trabalho faz parte da
discussão/considerações. A finalização da monografia pode dizer o que foi
aprendido através do seu estudo. As Considerações Finais devem ser analíticas,
interpretativas, e incluir argumentos explicativos. Deve-se ainda comentar sobre
os planos para um trabalho futuro com relação ao mesmo problema, ou
modificações a serem feitas e/ou limitações do método utilizado que poderão ou
não ser superadas.

Referências: é um conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo
ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diferentes tipos de
materiais. As publicações devem ter sido mencionadas no texto do trabalho e
devem obedecer as Normas da ABNT. Trata-se de uma listagem dos livros,
artigos e outros elementos de autores efetivamente utilizados e referenciados ao
longo da monografia. (Ver item 6.9)
5. FORMATAÇÃO DO TCC
5.1 - PAPEL, FORMATO E IMPRESSÃO
De acordo com a ABNT “o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do
trabalho”. (ABNT, 2002, p.5,).
A monografia deve ser impressa, utilizando-se papel sulfite, formato A4 (210 x
297 mm), e impresso na cor preta, com exceção das ilustrações.
49
Utiliza-se a fonte Times New Roman 12 para o texto; e menor (10) para as
citações longas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas.
Não se devem usar, para efeito de alinhamento, barras ou outros sinais, na margem
lateral do texto.
5.2 - MARGENS
As margens são formadas pela distribuição do próprio texto, no modo
justificado, dentro dos limites padronizados, de modo que a margem direita fique reta
no sentido vertical, com as seguintes medidas:

Superior: 3,0 cm, da borda superior da folha;

Esquerda: 3,0 cm, da borda esquerda da folha;

Direita: 2,0 cm, da borda direita da folha;

Inferior: 2,0 cm, da borda inferior da folha.
5.3 - PAGINAÇÃO
A numeração deve ser colocada no canto superior direito, a 2 cm da borda do
papel com algarismos arábicos e tamanho da fonte menor, sendo que na primeira
página não leva número, mas é contada.
Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira
contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.
5.4 - ESPAÇAMENTO
O espaçamento entre as linhas é de 1,5 cm.
As notas de rodapé, o resumo, as referências, as legendas de ilustrações e
tabelas, as citações textuais de mais de três linhas devem ser digitadas em espaço
simples de entrelinhas.
As referências listadas no final do trabalho devem ser separadas entre si por
um espaço duplo. Contudo, a nota explicativa apresentada na folha de rosto, na
folha de aprovação, sobre a natureza, o objetivo, nome da instituição a que é
submetido e a área de concentração do trabalho deve ser alinhada do meio da
margem para a direita.
50
5.5 - DIVISÃO DO TEXTO
Na numeração das seções devem ser utilizados algarismos arábicos. O
indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a
que pertence, seguido do número que lhe foi atribuído na sequência do assunto,
com um ponto de separação: 1.1; 1.2...
Aos Títulos das seções primárias recomenda-se:
a) seus títulos sejam grafados, em caixa alta, com fonte 12, precedido do indicativo
numérico correspondente;
b) nas seções secundárias, os títulos sejam grafados em caixa alta e em negrito,
com fonte 12, precedidos do indicativo numérico correspondente;
c) nas seções terciárias e quaternárias, utilizar somente a inicial maiúscula do título,
com fonte 12, precedido do indicativo numérico correspondente.
Recomenda-se, pois que todos os títulos destas seções sejam destacados em
NEGRITO.
É importante lembrar que é necessário limitar-se o número de seção ou
capítulo em, no máximo até cinco vezes; se houver necessidade de mais
subdivisões, estas devem ser feitas por meio de alíneas.
Os termos em outros idiomas devem constar em itálico, sem aspas.
Exemplos: a priori, on-line, savoir-faires, know-how, apud, et alii, idem, ibidem, op.
cit. Evitar o uso excessivo de aspas que “poluem” visualmente o texto; A numeração
deve ser colocada no canto superior direito, a 2 cm. da borda do papel com
algarismos arábicos e tamanho da fonte menor, sendo que na primeira página não
leva número, mas é contada.
5.6 - ILUSTRAÇÕES E TABELAS
As ilustrações compreendem quadros, gráficos, desenhos, mapas e
fotografias, lâminas, quadros, plantas, retratos, organogramas, fluxogramas,
esquemas ou outros elementos autônomos e demonstrativos de síntese necessárias
à complementação e melhor visualização do texto. Devem aparecer sempre que
possível na própria folha onde está inserido o texto, porém, caso não seja possível,
apresentar a ilustração na própria página.
51
Quanto às tabelas, elas constituem uma forma adequada para apresentar
dados numéricos, principalmente quando compreendem valores comparativos.
Consequentemente, devem ser preparadas de maneira que o leitor possa
entendê-las sem que seja necessária a recorrência no texto, da mesma forma que o
texto deve prescindir das tabelas para sua compreensão.
5.7 - CITAÇÕES
As citações podem ser feitas na forma direta ou na indireta.
5. 7. 1 - CITAÇÃO DIRETA
Na forma direta, devem ser transcritas entre aspas, quando ocuparem até três
linhas impressas, onde devem constar o autor, a data e a página, conforme o
exemplo: “A ciência, enquanto conteúdo de conhecimentos, só se processa como
resultado da articulação do lógico com o real, da teoria com a realidade”.
(SEVERINO, 2002, p. 30).
As citações de mais de um autor serão feitas com a indicação do sobrenome
dos dois autores separados pelo símbolo &, conforme o exemplo: Siqueland &
Delucia (1990, p. 30) afirmam que “o método da solução dos problemas na avaliação
ensino- aprendizagem apontam para um desenvolvimento cognitivo na criança”.
Quando a citação ultrapassar três linhas, deve ser separada com um recuo de
parágrafo de 4,0 cm, em espaço simples no texto, com fonte menor: Severino (2002,
p. 185) entende que:
A argumentação, ou seja, a operação com argumentos,
apresentados com objetivo de comprovar uma tese, funda-se
na evidência racional e na evidência dos fatos. A evidência
racional, por sua vez, justifica-se pelos princípios da lógica.
Não se podem buscar fundamentos mais primitivos. A
evidência é a certeza manifesta imposta pela força dos modos
de atuação da própria razão.
No caso da citação direta, deve-se sempre comentar o texto do autor citado, e
nunca concluir uma parte do texto com uma citação.
52
No momento da citação, transcreve-se fielmente o texto tal como ele se
apresenta, e quando for usado o negrito para uma palavra ou frase para chamar
atenção na parte citada usar a expressão em entre parênteses (grifo nosso). Caso o
destaque já faça parte do texto citado usar a expressão entre parênteses: (grifo do
autor).
5.7.2 - CITAÇÃO INDIRETA
A citação indireta, denominada de conceitual, reproduz ideias da fonte
consultada, sem, no entanto, transcrever o texto. É “uma transcrição livre do texto do
autor consultado” (ABNT, 2000, p. 2). Esse tipo de citação pode ser apresentado por
meio de paráfrase quando alguém expressa a ideia de um dado autor ou de uma
determinada fonte A paráfrase, quando fiel à fonte, é geralmente preferível a uma
longa citação textual, mas deve, porém, ser feita de forma que fique bem clara a
autoria.
5.7.3 - CITAÇÃO DE CITAÇÃO
A citação de citação deve ser indicada pelo sobrenome do autor seguido da
expressão latina apud (junto a) e do sobrenome da obra consultada, em minúsculas,
conforme o exemplo Freire apud Saviani (1998, p. 30).
5.8 - NOTAS DE RODAPÉ
As
notas
de
rodapé
destinam-se
a
prestar
esclarecimentos,
tecer
considerações, que não devem ser incluídas no texto, para não interromper a
sequência lógica da leitura. Referem-se aos comentários e/ou observações pessoais
do autor e são utilizadas para indicar dados relativos à comunicação pessoal.
As notas são reduzidas ao mínimo e situar em local tão próximo quanto
possível ao texto. Para fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se os
algarismos arábicos, na entrelinha superior sem parênteses, com numeração
progressiva nas folhas. São digitadas em espaço simples em tamanho 10. Devem
ser colocadas na parte inferior da página, separadas do texto por um traço contínuo
(observar exemplo a seguir)1. Use o recurso do Word, clicando: referência, inserir
notas de rodapé (local), formato e aplicar; digitar em espaço simples. Sugerimos, no
1
Exemplo de uma nota explicativa: a hipótese, também, não deve se basear em valores morais. Algumas
hipóteses lançam adjetivos duvidosos, como bom, mau, prejudicial, maior, menor, os quais não sustentam sua
base científica.
53
entanto, que as mesmas sejam evitadas ao máximo, procurando incorporá-las ao
texto, conforme orientações da ABNT.
5.9 - REFERÊNCIAS
Ao se elaborar um trabalho é imprescindível a menção dos documentos que
serviram de base para sua produção. Para que esses documentos possam ser
identificados, é necessário que os elementos que permitam sua identificação sejam
reconhecidos, e isto só acontecerá através das referências bibliográficas. A
Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define padrões para apresentação de
trabalhos, sem esses padrões fica difícil localizar e identificar as fontes utilizadas no
trabalho científico.
Cada uma das classes de documento tem suas características e, assim,
aqueles elementos também podem aparecer de maneira diversificada quanto à
localização, na própria Referência.
Para referências durante a elaboração de seu trabalho científico, consulte as
formas de citação presentes no anexo deste documento.
6. APRESENTAÇÃO DE APÊNDICES E ANEXOS
Parte da monografia que complementa o raciocínio do autor, constituída por
tabelas, quadros e figuras (gráficos, ilustrações), questionários ou outras
informações que, embora sendo úteis, devem aparecer ao final do texto para não
alongá-lo e não interromper a sequência lógica da sua exposição.
Os anexos e/ou apêndices devem ser citados no texto entre parênteses,
quando vierem no final da frase. Se inserido na redação, o termo ANEXO e/ou
APÊNDICE vem livre dos parênteses.
6.1 - APÊNDICE
O apêndice é um elemento opcional, que consiste em texto ou documento
elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da
unidade nuclear do trabalho. Os apêndices são identificados pela palavra
APÊNDICE e por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos
títulos.
54
6.2 - ANEXO
O anexo é um elemento opcional, que consiste em um texto ou documento
não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.
Os anexos são identificados pela palavra ANEXO (letras maiúsculas consecutivas),
travessão e pelos respectivos títulos.
7. AVALIAÇÃO
A avaliação da Monografia ocorrerá ao longo do seu desenvolvimento,
considerando a elaboração do Projeto de Pesquisa, bem como a avaliação textual
das seções que constituem a Monografia: Resumo; Introdução; Desenvolvimento e
Considerações Finais. Deverá ser atentado: a ortografia, pontuação e concordância
gramatical; orientações de citações e referências, conforme normas do curso
mencionadas neste material; adequação aos procedimentos metodológicos;
apresentação de informações em quantidade e qualidade suficientes para a
fundamentação teórica compatível ao tema e exploração com qualidade e suficiência
da bibliografia citada.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser acompanhado durante
o processo de elaboração do projeto e da produção científica por seu orientador.
Deverá ser entregue ao final do oitavo período na Biblioteca da Instituição, após
aprovação pela Banca composta pelo professor orientador e mais dois professores
convidados..
7.1 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TCC
A seguir, são apresentados os critérios e pontuações considerados para
avaliação final da Monografia.
RESUMO E PALAVRAS-CHAVE - até 1,0 ponto
O texto apresenta o objetivo da monografia? Apresenta a metodologia
utilizada para o levantamento de dados? Quando trabalho de campo, indicou o local
onde se realizou a pesquisa bem como delimitou a população atingida? O trabalho
apresenta os resultados obtidos? São apresentadas de três a cinco palavras-chave
que caracterizam o tema e servem para indexar a monografia?
INTRODUÇÃO - até 2,0 pontos
55
O texto apresenta sinteticamente os dados sobre a temática, o problema e
pergunta de pesquisa, os objetivos e metodologia utilizada, faz breve menção ao
referencial bibliográfico?
DESENVOLVIMENTO - até 4,0 pontos
O texto apresenta o referencial teórico relativo à linha de pesquisa,
fundamentado segundo os critérios científicos com base nas normas de citação?
Apresenta os objetivos geral e específicos? Apresenta uma sequência lógica de
ideias e pensamentos deixando explícito o tema de pesquisa? Faz análise dos
resultados de forma coerente? Faz a divisão de capítulos de forma bem estruturada?
CONSIDERAÇÕES FINAIS - até 2,0 pontos
O texto salienta a conclusão, indicando se atendeu ao problema levantado e
se conseguiu atingir os objetivos propostos? Salienta as limitações do trabalho e as
sugestões para outros estudos na área temática?
REFERÊNCIAS - até 1,0 ponto.
A lista apresenta a totalidade das fontes de informação que foram utilizadas
no trabalho, ou seja, livros, revistas, fitas de vídeo, sites, artigos disponíveis na
internet, CD-ROM, Constituições (Federal, Estadual e do Município), Leis, etc. de
acordo com normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)?
7.2 CUIDADOS COM A ESCRITA
a) Impessoalidade – evite referências como “nosso ou meu trabalho”, “nosso
estudo”, “nossa pesquisa”, utilize colocações como “o presente trabalho”, “a
presente pesquisa”. Não utilize pronomes pessoais como o “nós” ou “eu”, não os
utilize no texto, nem quando se tratar da apresentação de resultados obtidos como:
“somos da opinião que”, “julgamos que”, “chegamos à conclusão que”, “deduzimos
que” etc. Evite este tipo de construção também durante a apresentação oral do
trabalho.
b) Objetividade – evite comentários prolixos, seja direto e claro na questão da
escrita.
c) Imparcialidade – não se deve deixar levar por vieses e/ou por ideias
preconcebidas.
56
d) Precisão e Clareza – definições exatas, preferencialmente apoiadas em
referências ou dados comprovados. A informação deve ser compreendida pelo leitor,
não devendo conter ambiguidades;
e) Modéstia e cortesia – resultados de estudos ou pesquisas anteriores,
quando houver, não devem ser apontados de forma a insultar ou desfazer dos
resultados alcançados. A cortesia é importante ao se referenciar a discordância dos
resultados de pesquisas anteriores.
f) Simplicidade – deve estar presente em qualquer explicação ou afirmação
redigida textualmente de modo a ser facilmente assimilada pelo leitor.
g) Coerência – refere-se ao uso de nomes, de números, à grafia de palavras,
no emprego de termos. Além disso, o autor deve estar atento para não afirmar o que
negou e vice-versa.
h) Ordem lógica – atenção na apresentação das ideias deve ser organizada e
dentro de uma sequência lógica.
i) Direitos autorais – A Lei n° 9.610 de 19 de fevereiro de 1998, garante ao
autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou. Traz em seu bojo o
que é permitido e proibido a título de reprodução e quais as sanções civis a serem
aplicadas aos infratores. Outra legislação que protege o autor do texto é a Lei n°
10.695/2003 que altera e acresce parágrafo ao art. 184 e dá nova redação ao art.
186 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal. Desta
forma, não serão aceitos quaisquer indícios de violação de direitos autorais. Textos
com esta prática ou vício serão automaticamente desconsiderados e reprovados.
8. APRESENTAÇÃO DA MONOGRAFIA
8.1 - LOGÍSTICA DE APRESENTAÇÃO
Entende-se que a apresentação da referida monografia se constitui em
importante momento para o exercício de uma prática acadêmica necessária, tanto
na socialização de resultados de processos investigativos frente aos pares, quanto
na apresentação formal frente a uma banca de professores.
Para a conclusão do curso, é necessária a defesa do Trabalho Monográfico
e tê-lo aprovado perante uma banca examinadora. Este trabalho tem a finalidade de
57
demonstrar as competências construídas durante o processo formador.
A
Monografia constitui um instrumento que possibilita ao acadêmico a oportunidade de
demonstrar o grau de habilidade adquirida, os conhecimentos assimilados durante o
curso.
Maiores detalhamentos e critérios sobre a apresentação da monografia
podem ser encontrados no regulamento de monografia do IPTAN.
1.11. APOIO AO DISCENTE
 O IPTAN conta com um Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE), responsável
por informar e auxiliar os discentes em questões relativas a estágios,
monografias, monitorias e outros programas de apoio acadêmico, como os
cursos de nivelamento oferecidos pela Instituição.
Ao Núcleo de Apoio ao Estudante compete, entre outros:
I - Propor aos Colegiados de Curso ações relativas às atividades de estágio,
monografia e monitoria e outros programas de apoio acadêmico e psicopedagógico
ao discente;
II - Propor aos Colegiados de Curso mudanças nos planos, programas e projetos de
estágio, monografia e monitoria;
III - Assessorar os Colegiados de Curso na elaboração de planos, programas,
projetos de estágio, monografia e monitoria;
IV - Atender às solicitações das Coordenações de Curso quanto ao fornecimento de
vagas de estágio e à seleção e contratação de monitores;
V - Acompanhar os trabalhos discentes de estágio, monografia e monitoria;
VI - Orientar os discentes sobre os procedimentos de estágio, monografia e
monitoria, além de outros programas de apoio acadêmico e psicopedagógico;
VII - Providenciar a publicidade dos trabalhos de estágio, monografia e monitoria e
outras produções acadêmicas dos discentes.
58
 Paralelamente aos trabalhos desse Núcleo, o IPTAN oferece um serviço de
Atendimento Psicopedagógico, que presta apoio aos estudantes em situações
pessoais e/ou acadêmicas.

Além disso, o IPTAN oferece o serviço de Ouvidoria, um canal de
comunicação que visa a obter e oportunizar críticas, sugestões, reclamações
e opiniões sobre a Instituição, por meio de mensagens eletrônicas, telefone,
caixas de opinião e atendimento pessoal. Cada comunicação recebida pelo
Ouvidor é analisada, encaminhada e discutida com a Direção do IPTAN, no
sentido de sanar os problemas apontados, avaliar as sugestões recebidas ou
valorizar os aspectos positivos indicados.
1.12. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
Os procedimentos formais para avaliação do curso acontecem de forma
sistemática e organizada. No conjunto, oferecem uma visão bastante ampla a
respeito dos pontos positivos e negativos da Instituição como um todo e do curso em
particular.
Tais procedimentos são os seguintes:
- Ouvidoria: através desse serviço, disponibilizado na forma de atendimento
presencial em dias e horários específicos, atendimento online via portal institucional
e atendimento por escrito através de caixas de mensagens distribuídas ao longo dos
saguões da Instituição, toda a comunidade acadêmica manifesta-se a respeito do
curso, em quaisquer aspectos. As mensagens colhidas pela Ouvidoria são
encaminhadas aos setores específicos para análise e pronta-resposta ao solicitante,
sendo as questões pertinentes à estrutura do curso e práticas docentes levadas a
conhecimento direto da Diretoria e da Coordenação de Curso para tomadas de
providências;
- Avaliação Institucional: o serviço empreendido pela Comissão Permanente
de Avaliação Institucional é sistematizado e organizado para encaminhamento aos
setores responsáveis, sendo também as questões pertinentes à estrutura do curso e
práticas docentes levadas a conhecimento direto da Diretoria e da Coordenação de
Curso para tomadas de providências;
59
- Os itens que dizem respeito à estrutura do curso em questão e à atuação
docente nas atividades de ensino, pesquisa, extensão, estágio curricular, orientação
de monografia e outros são levados para discussão pelo Núcleo Docente
Estruturante, que elabora propostas para melhoria do curso e as encaminha ao
Colegiado de Curso para discussão e, quando é o caso, alteração de
procedimentos;
- As questões que envolvem tomadas de decisão em sentido mais amplo
são encaminhadas à Diretoria e, quando se aplica, ao Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão, seguindo-se o trâmite interno estabelecido para tal.
1.13. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICS – no processo ensinoaprendizagem
O uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no processo
ensino-aprendizagem trata-se de uma nova forma de expressão do pensamento e
interação, a incorporação desses recursos à educação. Sua aplicação é objeto de
investigação não apenas como um meio para ensinar conteúdos específicos de
disciplinas, mas principalmente pelos processos cognitivos, sociais e científicos que
suscitam.
Desta forma, a Instituição impõe exigência de um conhecimento holístico da
realidade. Possui um contínuo processo de melhoria da sua infraestrutura, com o
objetivo de oferecer laboratórios bem equipados e de alta qualidade, equipamentos
compatíveis com a boa qualificação de seu alunado, aparelhagem que proporcione
atividades de ensino, pesquisa e extensão de destaque na região. Tudo isso em
consonância com o perfil de formação de outros cursos abarcados pelo IPTAN,
potencializando a interdisciplinaridade em busca de um conhecimento prático e
científico.
Destaca-se, nesse processo, a existência de três laboratórios de Informática,
além do Laboratório de Hardware e do Museu do Computador. Espaços estes nos
quais o alunado aprimora seus conhecimentos práticos em consonância com a
teoria aprendida através de disciplinas tecnológicas específicas da estrutura
curricular do curso, além de utilizar esses espaços com o acompanhamento de
profissionais para a realização de trabalhos e pesquisas em outras disciplinas.
60
1.14. Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
O IPTAN distribui, ao longo de cada período letivo, 100 pontos por disciplina,
seguindo regime próprio abaixo apresentado:
I - Cada período letivo é organizado em duas etapas, que ocorrem sequencialmente.
II – Em cada etapa é ministrada a metade dos dias letivos previstos para aquele
semestre, assim como é distribuída a metade dos pontos previstos para o período
(50 pontos por etapa).
III - A nota mínima a ser alcançada pelos alunos para aprovação na disciplina é de
70% (setenta por cento) dos pontos distribuídos.
IV - Após a aplicação das atividades avaliativas os professores têm um prazo de 7
(sete) dias para entregar aos alunos essas atividades devidamente corrigidas.
V - Caso discorde da correção, o aluno tem o prazo máximo de 3 (três) dias letivos
para solicitar sua revisão, junto à Secretaria de Registros e Controle Acadêmicos.
VI - O aluno que perder uma avaliação poderá fazer outra, de segunda chamada,
mediante um requerimento, acompanhado de atestado médico ou de trabalho,
solicitado em até 3 (três) dias letivos após o término do atestado na Secretaria de
Registros e Controle Acadêmicos.
VII - Caso o aluno não consiga, ao final de cada uma das duas etapas, obter em
quaisquer disciplinas os 35 (trinta e cinco) pontos correspondentes à média, ele terá
direito a uma reavaliação da(s) etapa(s) correspondente(s), no valor de 50
(cinquenta) pontos, prevalecendo a maior nota obtida pelo aluno, não ultrapassando,
para fim de registro, os 70% (setenta por cento) de pontos da etapa.
VIII - A prova de reavaliação será aplicada ao final de cada uma das etapas, em
horário fora do calendário escolar, previamente estabelecido pelo professor da
disciplina.
IX – O aluno que perder qualquer reavaliação poderá fazer outra, de segunda
chamada, mediante um requerimento, acompanhado de atestado médico ou de
trabalho, solicitado em até 3 (três) dias letivos após o término do atestado na
Secretaria de Registros e Controle Acadêmicos.
X - Persistindo a reprovação, caso o aluno comprove ter sido prejudicado em
decorrência de situações especiais, o mesmo poderá encaminhar à Diretoria de
Graduação pedido de avaliação especial, no valor de 100 (cem) pontos, em
substituição às notas das primeira e segunda etapas. Uma vez que a solicitação seja
61
deferida pela Diretoria, a Coordenação de Curso se incumbirá de marcar data e
horário para aplicação da mesma, sendo vedada ao aluno qualquer possibilidade de
realização da avaliação em outra data. Como resultado final, prevalecerá a maior
nota.
XI – A matéria cobrada na avaliação especial abrangerá o conteúdo lecionado em
todo o semestre letivo e o aluno precisará obter nota mínima de 70 (setenta) pontos
para aprovação.
XII – No caso exclusivo de a Instituição não ofertar, durante 1 (um) ano letivo,
alguma disciplina em que o aluno esteja reprovado e apto para cursá-la, o IPTAN
poderá ofertar a mesma na modalidade de dependência. Para tal, o aluno deverá
matricular-se regularmente na disciplina, submeter-se normalmente ao processo
avaliativo, ficando isento, porém, da frequência à mesma, a qual será substituída por
orientações e explicações individualizadas pelo professor.
1.15. Número de vagas
A oferta do curso de Pedagogia pelo IPTAN está baseada em levantamentos
que permitem estabelecer a certeza de que o número de vagas para o curso é
coerente com a rede instalada para a realização de atividades práticas, bem como
com o número de docentes existentes e com a capacidade didático-pedagógica
existente, relativas a laboratório de práticas e acervo bibliográfico adequado,
tombado na biblioteca do IPTAN.
O curso de Pedagogia do IPTAN tem a responsabilidade e o compromisso
social com a promoção da educação de qualidade visando o desenvolvimento
regional nas 26 cidades pertencentes às microrregiões de São João del-Rei.
A meta de ter toda criança brasileira em sala de aula está próxima de
ser atingida em sua plenitude. Entretanto, meta maior resta por ser atingida: a de
oferecer
a
essa
criança
educação
de
qualidade
elevada.
Professores
inadequadamente preparados constituem um dos fatores salientes preditores de
deficiências que têm grassado no cenário escolar brasileiro, mormente a evasão e a
repetência.
A última década do século XX tem sido marcada pela discussão sobre
a qualidade da educação e sobre as condições necessárias para assegurar o direito
de crianças, de jovens e de adultos a aprendizagens imprescindíveis para o
62
desenvolvimento de suas
capacidades. O ensino básico, especialmente nesta
última década, tem sido alvo de muitas mudanças provenientes de discussões e
questionamentos de prática e parâmetros históricos de nossa construção
educacional, como também modificações das normas vigentes no país. Novas
concepções têm surgido sobre a aprendizagem e sobre os efeitos científico e
tecnológico nas interações humanas de ensino aprendizagem. Já não se concebe
mais o educador com a visão de uma pedagogia tecnicista, centrada na
exacerbação dos meios técnicos de transmissão e apreensão dos conteúdos e no
princípio do rendimento; e/ou tradicional, centrada no intelecto, na transmissão de
preocupação com a aprendizagem como um processo interativo, predominando-se
os mecanismos de produção dialética do conhecimento. O profissional da educação
precisa desenvolver sua capacidade de aprender a aprender, de fazer-pensar, de
tomar decisões adequadas a diferentes realidades e de atuar coletivamente no
enfrentamento dos problemas e dificuldades do cotidiano da escola e da
comunidade na qual está inserido.
Dessa constatação, surge a necessidade de estruturar o Curso de
Pedagogia buscando uma visão dialética e progressista que, a partir da articulação
teoria-prática, aconteça uma reflexão do ato de ensinar e da concretização do
projeto pedagógico como experiência de trabalho coletivo. É fato que uma base
sólida permite construções eficazes posteriormente, sendo então de suma
importância instrumentalizar os profissionais que iniciam os “homens e mulheres” no
processo educacional - os professores dos anos iniciais do ensino fundamental.
Para tal o IPTAN oferece anualmente 120 vagas no Curso de Pedagogia.
1.16. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO
O Curso de Pedagogia do IPTAN estabelece com a Secretaria de Estado de
Educação de Minas Gerais e com as Secretarias Municipais de Educação de São
João del Rei e cidades vizinhas um convênio que sela a parceria e regularização da
prática de formação pedagógica e do estagio supervisionado. Essa parceria propicia
a execução e a supervisão dos estágios e as atividades práticas e acadêmicas
realizadas nas escolas da cidade e região.
O IPTAN mantém também uma parceiras na formação continuada dos
egressos, oferecendo aos professores do município e região seminários, cursos e
63
palestras nas Semanas de Curso e nos eventos relacionados a Responsabilidade
Social. Eventos que oportuniza os egressos e o público em geral a debaterem,
refletirem e atualizarem seus conhecimentos sobre a educação.
Essa integração é facilitada para o Curso de Pedagogia do IPTAN que tem
em seu quadro docentes profissionais que atuam como Analista Educacionais na
Superintendência Regional de Ensino e outros como especialistas na Secretaria
Municipal de Educação de São João del Rei, e em razão deste trabalho tem irrestrito
acesso a todas as escolas da cidade e região. É um fato facilitador pois abre com
facilidade as portas das escolas para os alunos do IPTAN e em contrapartida divulga
e propicia a participação das escolas nos eventos promovidos pelo IPTAN.
2. CORPO DOCENTE
2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante – NDE – do curso de Pedagogia do IPTAN
de foi criado em consonância com Resolução nº 1 de 17 de junho de 2010 da
Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), com atribuições
acadêmicas de acompanhamento atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do seu Projeto Pedagógico. Como Regulamento do NDE,
tem-se:
Capítulo I
Das considerações preliminares
Art.1º. O presente regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Pedagogia do Instituto de Ensino
Superior “Presidente Tancredo de Almeida Neves” - IPTAN.
Art.2º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão responsável pela concepção
do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia e tem, por finalidade, a atualização e
consolidação do mesmo.
Capítulo II
Das atribuições do Núcleo Docente Estruturante
64
Art.3°. Atribuições do NDE:
I. Contribuir para a consolidação e estabelecer o perfil profissional do egresso
do curso;
II. Atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso;
III. Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no
Colegiado de Curso, sempre que necessário e zelar pela integração curricular
interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no
currículo;
IV. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação e exigências do mercado
de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais referentes ao
curso de Pedagogia.
Capítulo III
Da constituição do Núcleo Docente Estruturante
Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante será constituído de:
I.
05 (cinco) docentes pertencentes ao corpo docente do curso;
II. Destes professores, 60% (sessenta por cento) devem possuir titulação
acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu;
III. Os seus integrantes deverão ter regime de trabalho parcial ou integral, sendo
pelo menos 20% (vinte por cento) deles em tempo integral.
Capítulo IV
Das reuniões
Art.5. O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á:
I- Ordinariamente, 2 (duas) vezes por período letivo e, extraordinariamente,
sempre que convocada pelo Coordenador do curso
II- As reuniões do NDE do curso, serão constantes do calendário do curso;
65
III- As reuniões do NDE serão documentadas em atas, lavradas em livro próprio.
2.2. Atuação do Coordenador
O Coordenador do Curso responsabiliza-se, em primeira instância, pelos
aspectos técnicos e práticos relacionados à criação do Projeto Pedagógico do
Curso. É também sua função indicar os professores que comporão o quadro docente
e os membros do Núcleo Docente Estruturante e do Colegiado.
A preservação, organização e manutenção dos laboratórios, bem como o
acompanhamento das atividades gerais do Curso – como os estágios e suas
supervisões, e as atividades complementares –, ou seja, todos os aspectos
fundamentais para a estruturação do Curso são de responsabilidade do
Coordenador de Curso.
As Semanas Acadêmicas devem ser organizadas pelo Coordenador e por
todos os professores e alunos do Curso. Ao longo das Semanas Acadêmicas, o
Coordenador deve focalizar atividades que ampliem a formação dos discentes,
priorizando os trabalhos e discussões que envolvam a pesquisa científica.
Para o bom andamento da rotina acadêmica, é também fundamental que o
Coordenador repasse as orientações das Direções aos docentes e discentes,
mantendo-os constantemente informados. Além disso, o Coordenador deve estar
atento às demandas dos estudantes quanto a necessidades de cunho pedagógico
e/ou pessoal, solicitando, quando necessário, a intervenção da Direção de
Graduação ou o apoio psicopedagógico do IPTAN.
Cabe ao Coordenador, de acordo com as normas regimentais do IPTAN:
I - Coordenar e supervisionar as atividades dos Colegiados de Curso que gerenciam;
II - Elaborar o horário de aulas do curso, encaminhando-o ao Colegiado para
aprovação e à Diretoria de Graduação para consolidá-lo;
III - Convocar e presidir as reuniões dos Colegiados de Curso;
IV - Orientar os discentes quanto aos aspectos acadêmicos e pedagógicos por
ocasião da matrícula e da renovação de matrícula, em articulação com a Secretaria
de Registros e Controle Acadêmicos;
V - Divulgar as atividades e decisões do Colegiado de Curso;
VI - Orientar e acompanhar a vida acadêmica dos discentes;
VII - Avaliar o desempenho dos docentes vinculados à Coordenação de Curso;
66
VIII - Manter permanente articulação com as Coordenações de Pesquisa e de
Extensão;
IX - Manter permanente articulação com outros Coordenadores de Curso, visando a
alcançar o provimento eficaz dos recursos humanos e materiais requeridos para
funcionamento dos cursos e o desenvolvimento de ações interdisciplinares e
multiprofissionais;
X - Elaborar o relatório anual de atividades de sua Coordenação de Curso;
XI - Exercer o poder disciplinar no âmbito de sua competência;
XII - Encaminhar consultas ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, visando a
elevar a satisfação dos clientes internos e externos pelo padrão de qualidade dos
serviços educacionais prestados pelo IPTAN;
XIII - Cumprir e fazer cumprir as deliberações do Diretor Geral e do Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão;
XIV - Articular-se com o meio externo nacional e internacional, no âmbito de sua
competência, visando a manter a Coordenação de Curso atualizada nas suas
respectivas áreas de conhecimento;
XV - Zelar pelos bens patrimoniais que forem confiados à Coordenação de Curso; e
XVI - Executar outras competências que lhe forem conferidas pelo Diretor Geral.
2.3. Experiência Profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do
coordenador
Minicurrículo
Identificação: Raquel Auxiliadora Borges
Formação Acadêmica:
Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) - 1999 – 2001 Dissertação: Sobreviventes à regra do fracasso: Proficiência na linguagem escrita
em classes populares.
Especialista em Alfabetização e Letramento pela Universidade Federal de São
João del Rei (UFSJ) - 1994 - 1995
Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ)
- 1990 – 1994.
Experiência Profissional fora do magistério superior:
67
2002 – atual. Superintendência Regional de Ensino de São João del Rei – Diretoria
Educacional – Setor Pedagógico - Analista Educacional.
2000 – 2000. Secretaria Municipal de Educação de São João del-Rei. Supervisor
Pedagógico Educação Infantil.
1994 – 2000. Secretaria Municipal de Educação de São João del-Rei. Professor
Educação Infantil /Ciclo de Alfabetização.
Experiência Profissional no magistério superior:
2013 – atual. Universidade Federal de São João del-Rei - Setor: Núcleo de
Educação à Distância (NEAD). Coordenadora de Estágio Curricular Supervisionado
do Curso de Pedagogia modalidade à distância.
2012 – atual. Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida Neves
(IPTAN), São João del-Rei. Professor.
2009 – 2012. Universidade Federal de São João del-Rei - Setor: Núcleo de
Educação à Distância (NEAD). Orientadora de TCC pelo curso de pós-graduação
em Práticas de Alfabetização e Letramento.
2007 – 2013. Universidade Federal de São João del-Rei - Setor: Núcleo de
Educação à Distância (NEAD). Tutora pelo curso de pós-graduação em Práticas de
Alfabetização e Letramento.
2004 a 2006. Centro de Pós Graduação de Bom Sucesso – CEBS. Professor /
Orientador de Monografia
2001 – 2003. Faculdade Santa Rita – FASAR – Professor / Coordenação de Estágio
Curricular Supervisionado.
1998 – 1998. Universidade Federal de São João del-Rei. – Departamento de
Educação – Professor Substituto.
Experiência Profissional de gestão acadêmica:
2013 – atual. Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida Neves
(IPTAN), São João del-Rei. Coordenadora do curso de Pedagogia.
2011 – 2013. Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – Direção
Acadêmica.
68
2009 – 2011. Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – Coordenação de
Curso Normal Superior.
2007 – 2007. Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – Coordenação de
Curso Normal Superior
2003 – 2005. Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – Coordenação de
Curso Normal Superior
2.4. Regime de trabalho do coordenador do curso
O coordenador do Curso Pedagogia tem Dedicação integral - 40 (quarenta)
horas de trabalho semanal, incluindo as atividades de magistério no Curso de
Pedagogia e as atividades administrativas de Coordenação de Curso.
2.5. Carga horária de Coordenação de Curso
A coordenação do curso de Pedagogia é exercida pelo professor Msc. Raquel
Pedagogia, que dedica 20 (vinte) horas semanais exclusivas às atividades de
coordenação.
2.6. Titulação do Corpo Docente do Curso (Coordenadores)
Os 17 professores que integram o quadro docente do Curso de Pedagogia
possuem as seguintes formações:
Nome
Titulação
ALESSANDRA
APARECIDA DE
MESTRE
CARVALHO
ALICE
CHRISTÓFARO**
CRISTIANO LIMA
DA SILVA**
MESTRE
MESTRE
Formação
Graduado em Pedagogia, no ano de 2003, pela
Universidade Federal de São João del-Rei, Especialista
em Práticas de Letramento e Alfabetização pela
Universidade Federal de São João del-Rei, no ano
de2009, Mestre em Educação pela Universidade
Federal de São João del-Rei, no ano 2012.
Graduado em Pedagogia, no ano de 2009 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Especialista
em Psicopedagogia Clínica e Institucional, no ano de
2012 na Fatec Uninter. Mestre em Educação pela
Universidade Federal de São João Del Rei e Doutora
em Educação pela Universidade Federal de Minas
Gerais no ano de 2015.
Graduado em Filosofia, no ano de 1999 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Especialista
em História de Minas no século XIX, no ano de2011 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Mestre em
História pela Universidade Federal Fluminense.
69
EDILENE MARIA
DA CONCEIÇÃO
MESTRE
EMERSON DOS
SANTOS RIBEIRO
ESPECIALISTA
FÁBIO ABREU
PASSOS
DOUTOR
FABIOLA DE
OLIVEIRA
ALVARENGA*
ESPECIALISTA
FLÁVIA MAGELA
REZENDE
FERREIRA*
ESPECIALISTA
HEBERTH PAULO
DE SOUZA
DOUTOR
JAQUELINE
VIEIRA RANGEL
MESTRE
JACQUELINE
SADE TAYER*
ESPECIALISTA
LEILA MARIA
FERREIRA DE
MOURA
ESPECIALISTA
MARCELO
COTTA**
MESTRE
MARIA TEREZA
GOMES DE LIMA
DOUTORA
Doutorando em História pela Universidade Federal de
Minas Gerais.
Graduado em FILOSOFIA, no ano de 1990 na
FUNREI/UFSJ; Especialista em FILOSOFIA, no ano de
1993 na UFSJ. Mestre em FILOSOFIA no ano de 2011
na UFU.
Graduado em Ciências Econômicas, no ano de 2002;
Habilitação Plena em Matemática, no ano de 2004;
Especialista em Matemática, no ano de 2006, na
UNIG.
Graduado em Filosofia, no ano de 2003 na
Universidade Federa de São João del Rei. Mestre em
Filosofia no ano de 2008 na Universidade Federal de
Minas Gerais e Doutor em Filosofia no ano de 2013 na
Universidade Federal de Minas Gerais.
Graduado em Ciência da Computação, no ano de 2005
na
Universidade
Presidente
Antônio
Carlos.
Especialista em Informática na Educação, no ano de
2008 na Universidade Federal de Lavras
Graduada em Normal Superior, no ano de 2005 na
UNIPAC – Universidade Presidente Antônio Carlos.
Especialista em Alfabetização e Letramento e Libras,
no ano de 2008 e 2015 na FINOM – Faculdade do
Noroeste de Minas e Universidade Cândido Mendes,
respectivamente.
Graduado em Letras, no ano de 1991, pela
Universidade Federal de SJDR; Especialista em Língua
Portuguesa, no ano de 1995, pela PUC-Minas; Mestre
em Língua Portuguesa, no ano de 2000, pela PUCMinas; Doutor em Estudos Linguísticos, no ano de
2010, pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Graduado em Psicologia, no ano de 1992 na Pontifícia
Universidade Católica de Minas Gerais - Belo
Horizonte. Especialista em Administração Pública, no
ano de 1996 na Fundação João Pinheiro- Escola de
Governo - Belo Horizonte. Mestre em Gestão e
Avaliação da Educação Pública, no ano 2013,pela
Universidade Federal de Juiz de Fora.
Graduado em Pedagogia, no ano de 1985 na
Faculdade Dom Bosco de Filosofia Ciências e Letras de
São João Del Rei. Especialista em Metodologia do
Ensino de 1º e 2º graus, no ano de 1985 pela
Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Campanha
e Especialista em Educação Especial no ano de 1988
pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras – FAFI de
Belo Horizonte.
Graduado em Pedagogia, no ano de 1994 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Especialista
em Alfabetização e Letramento, no ano de 1996 na
Universidade Federal de São João del-Rei.
Graduado em Psicologia, no ano de 2012 na Fumec.
Graduação em Desenvolvimento Gerencial no ano de
2004 na UMA. Especialista em Gestão de Pessoas, no
ano de 2007 na Fundação Dom Cabral
Graduada em Letras, no ano de 1993 pela
Universidade Federal de São João Del Rei. Mestre em
Teoria Literária e Crítica da Cultura, no ano de 2006,
pela Universidade Federal de São João Del Rei.
Doutora em Literatura Comparada, no ano de2012,
pela Universidade Federal de Minas Gerais.
70
PATRICIA UEBE
RIBEIRO*
ESPECIALISTA
RAQUEL
AUXILIADORA
BORGES
MESTRE
SIMONE PÁDUA
TORRES*
ESPECIALISTA
Graduado em Pedagogia, no ano de 1994 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Especialista
em: Psicopedagogia Institucional e clínica, no ano de
2001, pela Universidade do Grande Rio Professor Josè
de Souza Herdy – UNIGRANRIO; Metodologia do
Ensino em Artes Visuais pela UFMG- Universidade
Federal de Minas Gerais; Desing Instrucional para
EaD, pela UNIFEI- Universidade Federal de Itajubá
Mestranda em Educação pela Universidade Federal de
São João.
Graduado em Pedagogia, no ano de 1994 na
Universidade Federal de São João Del Rei. Especialista
em Alfabetização e Letramento, no ano de 1999 na
Universidade Federal de São João. Mestre em
Educação pela Universidade Federal Fluminense.
Graduada em Pedagogia, no ano de 2014, na
Universidade Internacional de Curitiba. Especialista em
Supervisão Escolar, no ano de 2014, na Universidade
Internacional de Curitiba. Mestranda em Educação pela
Universidade Federal de Lavras.
* Professores cursando mestrado
** Professores cursando doutorado
Nome
Regime de
Trabalho
Tempo de vínculo
com o curso
(m=meses)
ALESSANDRA APARECIDA CARVALHO
ALICE CHRISTÓFARO
CRISTIANO LIMA DA SILVA
EDILENE MARIA DA CONCEIÇÃO
EMERSON DOS SANTOS RIBEIRO
FÁBIO ABREU PASSOS
FABIOLA DE OLIVEIRA ALVARENGA
FLÁVIA MAGELA REZENDE FERREIRA
HEBERTH PAULO DE SOUZA
JAQUELINE VIEIRA RANGEL
JACQUELINE SADE TAYER
LEILA MARIA FERREIRA DE MOURA
MARCELO COTTA
MARIA TEREZA GOMES DE LIMA
PATRÍCIA UEBE RIBEIRO
RAQUEL AUXILIADORA BORGES
SIMONE PÁDUA TORRES*
HORISTA
PARCIAL
PARCIAL
PARCIAL
HORISTA
PARCIAL
INTEGRAL
INTEGRAL
INTEGRAL
HORISTA
HORISTA
HORISTA
HORISTA
INTEGRAL
INTEGRAL
INTEGRAL
PARCIAL
12 meses
6 meses
36 meses
36 meses
12 meses
36 meses
24 meses
24 meses
30 meses
6 meses
36 meses
36 meses
12 meses
18 meses
36 meses
36 meses
06 meses
2.7. Titulação do Corpo Docente de Doutores
Entre os 22 professores que integram o quadro do Curso de Pedagogia desde
o seu primeiro ano (2012), existem 04 doutores, perfazendo 18,18% do curso.
71
2.8. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso
Dos 22 professores que integram o quadro docente do Curso de Pedagogia
desde o seu primeiro ano (2012), existe a seguinte proporção em relação ao regime
de trabalho dos mesmos:
1) Horistas = 10 professores (45,45% do curso)
2) Dedicação parcial = 06 professores (27,27% do curso)
3) Dedicação integral = 06 professores (27,27% do curso)
Portanto, os docentes que perfazem o número de dedicação parcial e dedicação
integral totalizam 12, ou seja, 54,54% do Curso.
2.9. Experiência Profissional do Corpo Docente (coordenadores e professores)
Nome
Função
Local
Professora de Ensino Superior
Instituto Presidente Tancredo
de Almeida Neves - IPTAN
Secretaria de Estado da
Educação
NEAD – Universidade
Federal de São João del-Rei
- UFSJ
NEAD – Universidade
Federal de São João del-Rei
- UFSJ
NEAD – Universidade
Federal de São João del-Rei
- UFSJ
Jardim Escola Acalanto
Analista Educacional
Professora Supervisora de
Estágio
ALESSANDRA
APARECIDA DE
CARVALHO
Tutora de curso de Graduação
Professora Orientadora de
TCC
Professora de Educação
Infantil
Escrivã Polícia Civil de Minas
Gerais
ALICE CHRISTÓFARO
CRISTIANO LIMA DA
SILVA
EDILENE MARIA DA
CONCEIÇÃO
Perío
do
(anos
)
1 ano
7 anos
1 ano
1 ano
6
meses
3 anos
3ª Delegacia Regional de
Polícia Civil – São João Del
Rei
-10
anos
Tutora, Professora conteudista
e revisora pedagógica
Universidade Federal de São
João Del Rei
3 anos
Professor Pesquisador II
Universidade Federal de São
João Del Rei
1 ano
Professor
Unipac
10
anos
Professor
UNIPAC
10
anos
72
IPTAN
UFSJ/NEAD
13
anos
5 anos
SESI
Professora Ensino
Fundamental
EMERSON DOS
SANTOS RIBEIRO
FÁBIO ABREU DOS
PASSOS
Professor
Fundamental II
Professor Ensino Superior
Professor Fundamental
Professor Médio
Professor
Professor Ensino Superior
Atendente
Auxiliar Executiva e Auxiliar de
Orientação Pedagógica
FABIOLA DE OLIVEIRA
ALVARENGA
Servidora Pública Departamento
de Inclusão Digital)
Professora e Técnica de
Informática Fundamental II
Centro de Educação
Psicomotora
Dani Rob decorações
FLÁVIA MAGELA
REZENDE FERREIRA
APAE
Instituto Auxiliadora
Fundação Bradesco
IPTAN
IPTAN
HEBERTH PAULO DE
SOUZA
Professor do Ensino
Fundamental e Médio
Centro Educacional Frei
Seráfico
Escola Estadual Cônego
Oswaldo Lustosa
Escola Estadual Iago
Pimentel
Escola Estadual Governador
Milton campos
Escola Estadual Garcia de
Lima
Escola Estadual João dos
Santos
Escola Municipal Professora
Luzia Ferreira
IPTAN
SESI
Colégio Revisão
Banco do Brasil
FUPAC
IPTAN
TecomSat
Fundação Educativa de
Rádio e Televisão de Ouro
Preto
Secretaria Municipal de
Educação de Barbacena
Instituto Maria Imaculada
Colégio Imaculada
Conceição - CIC
Auxiliar de Professora
Balconista
Professora
Professora
Monitor de telecurso
Professora
Intérprete
Centro Educacional Frei
Seráfico
Instituto Auxiliadora
Pré-vestibular Pitágoras
Colégio Revisão
Senai
SIEES
Escolas da Secretaria de
Estado da Educação de
Minas Gerais
23
anos
4 anos
e6
meses
5 anos
1 ano
5 anos
6
meses
1 ano
2 anos
3 anos
1 ano
2 anos
3 anos
3
meses
11
meses
5 anos
8 anos
3
meses
2
anos6
m
2 anos
10
anos
73
Professor Graduação
Professor Graduação e PósGraduação “lato sensu”
Professor Graduação
Analista Educacional
JAQUELINE VIEIRA
RANGEL
Psicóloga Clínica
Professor Ensino Superior
Professor Orientador de TCC
Analista Educacional
Pedagoga
JACQUELINE SADE
TAYER
Professor
Professor
Analista Educacional
Professora
LEILA MARIA FERREIRA
DE MOURA
MARCELO COTTA
Professora substituta
Professora de Anos Iniciais do
Ensino Fundamental
Professora de Educação
Infantil
Professor
Equipe Terapêutica
UFSJ – Universidade
Federal de São João del-Rei
UNIPAC – Universidade
Presidente Antônio Carlos
1 ano
IPTAN – Instituto de Ensino
Superior Presidente
Tancredo de Almeida Neves
SEE/MG. Superintendência
Regional de Ensino de São
João del Rei
Consultório
particular
e
clínica municipal
UNIPAC
UFSJ/NEAD
Superintendência Regional
de Ensino de São João delRei
UNIPAC
8 anos
IPTAN
Superintendência Regional
de Ensino de São João delRei
Universidade Presidente
Antônio Carlos - UNIPAC
Universidade Federal de S.
J. del-Rei
E. E. “João dos Santos
E. E.l “Deputado Mateus
Salomé
Escola Estadual “Bárbara
Heliodora”
IPTAN
Comunidade Terapêutica
13
anos
12
anos
6 anos
2 anos
5 anos
32
anos
8
anos6
m
3 anos
18
anos
8 anos
e8
meses
1 ano
3 anos
2 anos
e meio
1 ano
5 anos
Familia de Cana
MARIA TEREZA GOMES
DE LIMA
Professora Ensino
Fundamental
Professora de Ensino Superior
Supervisora Pedagógica
PATRICIA UEBE RIBEIRO
Professora Supervisora de
Estágio
Tutora de curso de
Especialização em Práticas de
Alfabetização e Letramento
Professora Orientadora de
Escola Estadual Ministro
Gabriel Passos
Escola Estadual Iago
Pimentel
IPTAN- Instituto de Ensino
Superior Presidente
Tancredo de Almeida Neves
UNIPAC- Universidade de
Ensino Superior Presidente
Antônio Carlos
SME – São João Del- Rei.
Lotação: E.M. Bárbara
Heliodora
NEAD – Universidade
Federal de São João del-Rei
- UFSJ
NEAD – Universidade
Federal de São João del-Rei
- UFSJ
NEAD – Universidade
20
anos
03
anos
8 anos
e6
meses
15
anos
02
anos
05
anos
01 ano
74
TCC
Auxiliar de Secretaria
Federal de São João del-Rei
– UFSJ
Escola Estadual Ministro
Gabriel Passos
01 ano
Escola Estadual Maria
Tereza
Escola Estadual Aureliano
Pimentel
Professora
Coordenadora de Curso
Direção Acadêmica
UNIPAC
2 anos
NEAD/Universidade Federal
São João Del rei
2
anos
7 anos
1 ano
18
meses
10
anos
5 anos
Professora
Educação Infantil
Analista Educacional
Tutora
Coordenadora de Estágio
SIMONE PÁDUA
TORRES
05
anos e
6
meses
07
meses
02
anos
E.Municipal Angelina
Medrado- Lagoa Dourada
Cenep – Centro de
Educação Profissional
Tiradentes
IPTAN- Instituto de Ensino
Superior Presidente
Tancredo de Almeida Neves
Escola Municipal Angelina
Medrado
Superintendência Regional
de Ensino de São João delRei
Universidade Federal de São
João Del rei
UNIPAC e IPTAN
Psicopedagoga
RAQUEL AUXILIADORA
BORGES
01 ano
Professora Educação Infantil
Professora Ens. Fundamental
Especialista Educação Básica
Secretaria Municipal de São
João Del Rei
Professora
IPTAN
Professora de Geografia
Educação Básica
Coordenadora Administrativa
Ensino Superior
Coordenadora do Curso de
Turismo Ensino superior
Coordenadora de Extensão
Ensino Superior
Designer Institucional – CEAD
– UFLA Especialização Latu
sensu
04
anos
07
meses
12
anos
7 anos
7 anos
Centro Educacional da
Criança
CEVEST
5 anos
IPTAN
2 anos
IPTAN
2 anos
UFLA
6
meses
2.10. Experiência no exercício da docência na educação básica
Nome
Função
Nível
Local
ALESSANDRA APARECIDA
CARVALHO
ALICE CHRISTÓFARO
CRISTIANO LIMA DA SILVA
Professora
Educação
Infantil
-
Jardim Escola
Acalanto
-
-
Período
(anos)
3 anos
-
75
Professora
Fundamental/
Médio
Professor
Fundamental II
Professor
Fundamental
EDILENE MARIA DA
CONCEIÇÃO
EMERSON DOS SANTOS
RIBEIRO
FÁBIO ABREU DOS PASSOS
Médio
FABIOLA DE OLIVEIRA
ALVARENGA
FLÁVIA MAGELA REZENDE
FERREIRA
HEBERTH PAULO DE
SOUZA
Professora e
Técnica de
Informática
Professora e
Técnica de
Informática
Fundamental II
Auxiliar de
Professora
Educação
Infantil
Professora
Ensino
Fundamental
Monitor de
Telecurso
Ensino
Fundamental
Professor
Ensino
Fundamental e
Médio
SESI
Centro
Educacional
Frei Seráfico
Escola
Estadual
Cônego
Oswaldo
Lustosa
Escola
Estadual Iago
Pimentel
Escola
Estadual
Governador
Milton campos
Escola
Estadual
Garcia de
Lima
Escola
Estadual João
dos Santos
Escola
Municipal
Professora
Luzia Ferreira
SESI
Banco do
Brasil
Colégio
Revisão
Instituto Maria
Imaculada
Colégio
Imaculada
Conceição CIC
Centro de
Educação
Psicomotora
APAE
Instituto
Auxiliadora
Fundação
Bradesco
Centro
Educacional
Frei Seráfico
Instituto
Auxiliadora
Pré-vestibular
Pitágoras
Colégio
Revisão
Senai
SIEES
23 anos
4 anos e 6
meses
1 ano
6 meses
5 anos
2 anos
3 anos
3 meses
5 anos
8 anos
3 meses
10 anos
76
JAQUELINE VIEIRA RANGEL
JACQUELINE SADE TAYER
-
Anos Iniciais
do Ensino
Fundamental
Professora
LEILA MARIA FERREIRA DE
MOURA
Educação
Infantil
MARCELO COTTA
-
Professora
Ensino
fundamental
MARIA TEREZA GOMES DE
LIMA
Professora
PATRÍCIA UEBE RIBEIRO
Educação
Infantil
Especialista
Professora
Educação
Infantil
Professora
Ensino
Fundamental
Especialista
Educação
Básica
Professora
de Geografia
Educação
Básica
RAQUEL AUXILIADORA
BORGES
SIMONE PÁDUA TORRES
Escolas da
Secretaria de
Estado da
Educação de
Minas Gerais
E.E. “João dos
Santos”
E.E “Deputado
Mateus
Salomé”
E.E. “Bárbara
Heliodora”
Escola
Estadual
Ministro
Gabriel
Passos
Escola
Estadual Iago
Pimentel
Escola
Municipal
Angelina
Medrado
SME São João
Del Rei – E.M.
Bárbara
Heliodora
Secretaria
Municipal de
São João Del
Rei
Secretaria
Municipal de
São João Del
Rei
Secretaria
Municipal de
São João Del
Rei
Centro
Educacional
da Criança
3 anos
02 anos e meio
20 anos
07 meses
15 anos
7 anos
1 ano
18 meses
5 Anos
2.11. Experiência de Magistério Superior do Corpo Docente
Nome
Instituição
Instituto de Ensino Superior
Presidente Tancredo de Almeida
Neves - IPTAN
ALESSANDRA APARECIDA
CARVALHO
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
NEAD – Universidade Federal de
Nível
Período
(anos)
Graduação
01 ano
Graduação
01 ano
Especialização
6 meses
77
ALICE CHRISTÓFARO
São João del-Rei - UFSJ
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
Graduação
2 anos
Graduação
2 anos
Graduação
10 anos
CRISTIANO LIMA DA
SILVA
UNIPAC/FUPAC
EDILENE MARIA DA
CONCEIÇÃO
EMERSON DOS SANTOS
RIBEIRO
FÁBIO ABREU DOS
PASSOS
FABIOLA DE OLIVEIRA
ALVARENGA
FLÁVIA MAGELA
REZENDE FERREIRA
FUPAC
IPTAN
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
Graduação
IPTAN
Graduação
5 anos
FUPAC
IPTAN
Universidade Presidente Antônio
Carlos – UNIPAC
Universidade Federal de São
João Del-Rei
Instituto de Ensino Superior
Presidente Tancredo de Almeida
Neves
IPTAN
Graduação
Graduação
Graduação
1 ano
4 anos
Graduação
2 anos
Graduação
3 anos
Graduação
30 meses
UFSJ – Universidade Federal de
São João del-Rei
Graduação
1 ano
UNIPAC – Universidade
Presidente Antônio Carlos
Graduação e
PósGraduação
“lato sensu”
Graduação
13 anos
UNIPAC
Graduação
2 anos
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
IPTAN
Graduação
5 anos
Graduação
6 meses
HEBERTH PAULO DE
SOUZA
IPTAN – Instituto de Ensino
Superior Presidente Tancredo de
Almeida Neves
Graduação
JAQUELINE VIEIRA
RANGEL
FUPAC
JACQUELINE SADE
TAYER
Graduação
8 anos
8 anos e 6
meses
3 anos
1 ano
IPTAN
UFSJ
Graduação
FUPAC
Graduação
IPTAN
IPTAN
FUPAC
IPTAN
Graduação
Graduação
Graduação
8 anos e 8
meses
3 anos
01 ano
8 anos
IPTAN
Graduação
03 anos
FUIPAC
Graduação
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
Graduação
08 anos 6
meses
02 anos
LEILA MARIA FERREIRA
DE MOURA
MARCELO COTTA
MARIA TEREZA GOMES
DE LIMA
PATRÍCIA UEBE RIBEIRO
9 anos
13 anos
5 anos
78
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
UFSJ
FASAR
IPTAN
RAQUEL AUXILIADORA
BORGES
SIMONE PÁDUA TORRES
NEAD – Universidade Federal de
São João del-Rei - UFSJ
CEBS – Centro de Pós
Graduação Bom Sucesso
IPTAN
Especialização
06 anos
Graduação
02 anos
1 ano
Graduação
Graduação e
Especialização
Latu Sensu
Especialização
Latu Sensu
Ensino
Superior
3 anos
3 anos
8 anos
1 ano
11
2.12. Funcionamento do colegiado de curso
O Colegiado do Curso de Pedagogia é presidido pela coordenação de curso e
atende às exigências regimentais estabelecidas para esse órgão deliberativo.
Compõe-se, além do Presidente do mesmo, de membros do corpo docente e de
representante do corpo discente do respectivo curso.
O Colegiado de Curso reúne-se, ordinariamente, 2 (duas) vezes por semestre
para tratar de assuntos relativos ao bom desenvolvimento do curso, à luz das DCNs,
do Regimento, do PPC e das alterações e inovações advindas do desenvolvimento
científico e tecnológico, como também das variações no mercado de trabalho e,
extraordinariamente, sempre que necessário.
É na reunião do Colegiado que as possíveis alterações no Projeto
Pedagógico do Curso são aprovadas, após discussões e deferimento no Núcleo
Docente Estruturante - NDE. As reuniões de colegiado visam o desenvolvimento do
curso, o aperfeiçoamento do desempenho do trabalho acadêmico, a integração dos
planos de ensino, a troca de experiências, a adequação e atualização das ementas
e programas das unidades de estudo e a partilha das preocupações surgidas, que
interessam a todos os professores.
As reuniões do Colegiado são convocadas pelo Presidente ou mediante
requerimento assinado por no mínimo 1/3 (um terço) dos conselheiros nos termos
previstos em Regimento, e instaladas com a presença mínima de 2/3 (dois terços)
dos membros conselheiros.
79
A presença no recinto da reunião do Colegiado é exclusiva aos membros
desse Conselho, podendo ter acesso convidados e/ou demais membros da
comunidade acadêmica, mediante prévia autorização do seu Presidente.
As decisões do Colegiado ocorrerão por metade mais um dos votos dos
conselheiros presentes, tendo cada conselheiro direito a apenas um voto.
O Colegiado pauta suas ações no Regimento e tem como finalidade maior
fazer cumprir o Projeto Pedagógico do Curso, cuidando para que os objetivos
previstos sejam de fato alcançados e que o aluno se constitua dentro do perfil de
egresso estabelecido no PPC e no PDI.
2.12.1. Composição do Colegiado de curso
De acordo com o Regimento, o Colegiado de Curso é composto da seguinte
maneira:
I. Coordenador de Curso, que é o seu presidente;
II. 3 (três) representantes docentes do curso, escolhidos entre os seus
pares;
III. 1 (um) representante do corpo discente, escolhido entre os seus pares.
Parágrafo Único - Na falta do coordenador de curso, um dos representantes
docentes, por indicação do primeiro, assume seu lugar na presidência do
Colegiado de Curso.
2.12.2. Competências do Colegiado de Curso
Compete ao colegiado de curso, nos termos do Regimento:
I. Definir o perfil acadêmico-profissional do egresso do curso, bem como o perfil
do ingressante;
II. Propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão as diretrizes didáticopedagógicas do curso;
III. Propor
ao
Conselho
de
Ensino,
Pesquisa
e
Extensão
normas
complementares sobre currículos e programas;
IV. Aprovar os planos de ensino das disciplinas ministradas no curso, os
programas e critérios para avaliação de estágio, trabalho de conclusão de
curso, atividades de monitoria e programas de iniciação científica;
80
V. Deliberar, em primeira instância, sobre questões referentes à matrícula, à
transferência, às partes de professores, às representações de discentes e aos
recursos interpostos sobre matérias de ordem acadêmica e disciplinar;
VI. Elaborar o seu calendário anual de atividades e o de reuniões;
VII. Aprovar e avaliar os planos de trabalho e o relatório anual das atividades do
Coordenador de curso, bem como os planos de trabalho dos docentes;
VIII. Propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão mudanças curriculares;
IX. Propor à Direção Geral a aprovação de convênios;
X. Aprovar projetos de cursos de atualização e avaliar resultados;
XI. Aprovar os projetos de ensino e estabelecer prioridade de execução, em
consonância com as diretrizes didático-pedagógicas do curso e a política
institucional do IPTAN;
XII. Recomendar programas de produção científica e de pesquisa, inerentes às
áreas do saber abrigadas pelo curso;
XIII. Acompanhar
as
atividades
de
docência
do
curso,
informando
o
desenvolvimento dos conteúdos programáticos das disciplinas/atividades aos
órgãos competentes do IPTAN, adotando as providências de sua alçada para
elevação dos padrões de qualidade do curso;
XIV. Aprovar o horário de aula e atividades do curso, submetendo-o à
consolidação da Direção Acadêmica;
XV. Executar outras competências que lhe forem conferidas pelo Diretor Geral.
O Colegiado do Curso de Pedagogia do IPTAN, reúne-se ordinariamente 2
(duas) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que necessário, como
pode ser observado, a seguir, no itens que se referem às reuniões:
 Ordinária, a que constar do calendário de reuniões, sendo no mínimo 1 (uma)
por período letivo regular;
 Extraordinária, a que for realizada em data diversa daquela prevista no
calendário de reuniões
81
Trabalhos publicados em
anais (completos)
Trabalhos publicados em
anais (resumos)
Tradução de livros,
capítulos de livros ou
artigos publicados
Propriedade intelectual
depositada
Propriedade intelectual
registrada
-
04
-
04
15
-
-
-
02
30
ALICE CHRISTÓFARO
01
0
02
0
08
01
0
0
0
26
05
CRISTIANO LIMA DA
03
06
04
06
10
47
06
-
01
05
137
ALESSANDRA
Projetos e/ou produções
técnicas artísticas e
culturais
Produção didáticopedagógica relevante,
publicada ou não
Livros ou capítulos
publicados em outras
áreas
02
Nome
Artigos publicados em
periódicos científicos na
área
Artigos publicados em
periódicos científicos em
outras área
Livros ou capítulos em
livros publicados na área
2.13. Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica
APARECIDA
CARVALHO
01
SILVA
EDILENE MARIA DA
02
05
01
01
02
02
-
4
-
-
-
-
04
10
-
-
-
CONCEIÇÃO
EMERSON DOS
-
-
-
SANTOS RIBEIRO
FABIO ABREU DOS
12
06
PASSOS
FABIOLA DE
01
0
0
0
11
03
0
0
0
09
0
-
-
-
-
-
-
-
-
-
04
10
03
12
03
89
OLIVEIRA
ALVARENGA
FLÁVIA MAGELA
HEBERTH PAULO DE
14
SOUZA
JAQUELINE VIEIRA
01
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
01
-
-
-
-
-
-
-
-
01
-
-
-
-
-
-
-
-
-
02
-
-
-
-
-
02
01
-
-
-
-
08
09
04
07
RANGEL
JACQUELINE SADE
TAYER
LEILA MARIA
FERREIRA DE
MOURA
MARCELO COTTA
MARIA TEREZA
05
02
82
GOMES DE LIMA
01
PATRÍCIA UEBE
01
01
03
30
-
163
RIBEIRO
-
RAQUEL
-
05
-
01
-
-
-
-
AUXILIADORA
BORGES
SIMONE PÁDUA
05
-
-
-
01
04
-
-
-
31
65
TORRES
3. Infraestrutura
3.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral
Os docentes do curso contratados em regime de tempo integral,
quando não dispõem de salas específicas para os seus trabalhos, possuem 2 (dois)
gabinetes à sua disposição, anexos à Sala dos Professores, para realização de
serviços de atendimento a discentes, além de estudos e pesquisas individualizadas.
Cada um dos gabinetes possui aproximadamente 10 (dez) metros
quadrados, contendo 1 (uma) mesa, 2 (duas) cadeiras e 1 (um) computador
conectado à Internet.
3.2. Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
(coordenador)
A Coordenação do Curso de Pedagogia conta com uma sala própria, de
tamanho aproximado de 15,0 metros quadrados, composta de:
- 01 mesa para trabalhos
- 03 cadeiras
- 01 computador conectado à Internet
- 01 impressora
- 01 armário
- 01 telefone
83
Ao lado da sala da Coordenação de Curso, existe uma sala específica para os
trabalhos do NDE (Núcleo Docente Estruturante). Além disso, o Curso de Pedagogia
conta também com a Sala de Reuniões da Instituição para o caso de reuniões com
uma número maior de presentes.
3.3. Sala de professores
A Sala de Professores é de acesso exclusivo aos docentes. Possui 57
(cinquenta e sete) metros quadrados, sendo utilizada de 7 horas às 23 horas. Ela
conta com o seguinte:
- 1 ventilador;
- 4 computadores com acesso à Internet, dentre os quais 2 possuem acesso interno
ao Sistema RM;
- 4 mesas grandes;
- 4 mesas de computadores;
- 30 cadeiras;
- 4 escaninhos de madeira;
- 1 quadro para avisos.
A Sala de Professores possui 1 banheiro masculino e 1 banheiro feminino,
além de ser abastecida regularmente com água, café e lanche nos intervalos das
aulas dos turnos da manhã e da noite.
3.4. Salas de aula
O curso conta com uma sala para cada turma em andamento, com
aproximadamente 70 (setenta) metros quadrados, comportando cada uma:
- 60 carteiras universitárias;
- 1 mesa para o professor;
- 1 cadeira para o professor;
- 1 quadro branco;
- 1 quadro de avisos;
- 2 ventiladores de parede.
84
Sempre que necessário, a Instituição disponibiliza cadeiras e mesas
diferenciadas para portadores de deficiência física, as quais fazem parte do
mobiliário permanente da turma em questão durante todo o semestre em que o
deficiente físico se encontra matriculado.
Todas as salas de aula são bem arejadas, protegidas contra ruídos externos e
recebem manutenção de limpeza diariamente.
A acessibilidade é garantida em todas as salas de aula da Instituição, bem
como os laboratórios, salas de áudio, biblioteca e setores administrativos.
3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
Os alunos do IPTAN têm livre acesso aos equipamentos de informática
disponíveis, os quais passam por constantes revisões periódicas e contam com o
suporte do pessoal do Setor de TI (Tecnologia da Informação) em todos os turnos de
funcionamento da Instituição.
Atualmente a instituição conta com 3 (três) Laboratórios de Informática,
equipados com 30 terminais de acesso à Internet, perfazendo, portanto, 90
(noventa) computadores que são de acesso livre aos discentes e/ou são utilizados
para atividades programadas de aulas, atividades de pesquisa e extensão,
atividades de avaliação institucional e dentre outros. Nesses ambientes, acontecem
também os cursos de nivelamento no âmbito de Noções de Informática e cursos
tecnológicos específicos nas áreas de conhecimento de cada curso.
Além dos ambientes supracitados, a instituição dispõe mais 8 (oito) terminais
devidamente equipados na Biblioteca para utilização dos discentes em pesquisas
técnico-científicas e 2 (dois) para consulta ao acervo e acesso às bases de dados.
O IPTAN disponibiliza também 6 (seis) terminais de computador, distribuídos
em seus saguões, para utilização livre dos discentes, incluindo o uso para acesso ao
Sistema RM (consultas de notas, frequências etc.). No setor financeiro, possui 1
(um) equipado com impressora para dar suporte aos discentes no controle da sua
vida financeira com a instituição, podendo assim imprimir seus boletos.
Os pavilhões são cobertos pela tecnologia de rede sem fio (wireless), que
permitem a conexão de dispositivos eletrônicos sem o uso de cabos. A rede sem fio
85
poderá ser acessada por toda comunidade educativa do IPTAN de forma livre, à
qual podem conectar-se notebooks, smartphones e similares.
3.6. Bibliografia básica
O IPTAN possui uma política própria para aquisição de material bibliográfico,
com o objetivo de oferecer o maior número possível de exemplares da bibliografia
básica por número de alunos dos seus cursos.
Tal política de aquisição passa pelos seguintes trâmites:
- Indicação da bibliografia pelos professores das disciplinas;
- Organização das sugestões de bibliografia pelos Coordenadores de Curso;
- Encaminhamento à Bibliotecária para sistematização;
- Encaminhamento dos pedidos de aquisição à Direção do IPTAN para análise e
aprovação;
- Encaminhamento ao Setor de Compras para orçamentos e aquisição;
- Encaminhamento dos exemplares adquiridos à Biblioteca para catalogação no
acervo e disponibilização à comunidade acadêmica;
- Registro dos títulos dos exemplares adquiridos nos planos de ensino das
disciplinas.
Os itens que compõem a bibliografia básica do Curso de Pedagogia
encontram-se devidamente registrados junto à matriz curricular no Projeto
Pedagógico de Curso e no instrumento eletrônico de avaliação do curso.
3.7. Bibliografia complementar
Também dentro da política própria para aquisição de material bibliográfico, o
IPTAN tem o objetivo de oferecer o maior número possível de exemplares da
bibliografia complementar, de acordo com as exigências formais da educação
superior no país.
Os itens que compõem a bibliografia complementar do Curso de Pedagogia
encontram-se devidamente registrados junto à matriz curricular no Projeto
Pedagógico de Curso e no instrumento eletrônico de avaliação do curso.
86
3.8. Periódicos especializados
A Biblioteca Prof. Gaio foi fundada em 2001, com objetivo de atuar como
suporte para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão e está
devidamente informatizada para fornecer informações rápidas e precisas a seus
usuários. Tal procedimento oferece as vantagens de disseminação seletiva da
informação, obtenção de dados para avaliação quantitativa do acervo, controle
empréstimos, dentre outras. O programa de automação utilizado é o software Infoisis
5.0, que é um sistema desenvolvido para a administração, organização e
disponibilização de acervos e serviços que atende a comunidade acadêmica e
externa disponibilizando o seu acervo de modo aberto.
O sistema permite ao usuário o acesso aos serviços e catálogos da Biblioteca
na íntegra e em tempo real, dentro do site cuja rotina de controle possibilita a
qualquer usuário efetuar buscas em sua base de dados, reservas e renovações.
A Biblioteca adota padrões internacionais para o tratamento da informação
utilizando as normas de catalogação AACR2 e a CDU (Classificação Decimal
Universal) que classifica assuntos por área do conhecimento e a tabela CUTTER sanboen para autor com formato de saída segundo a Norma NBR/6023 da ABNT.
O acesso ao material bibliográfico é livre e o acervo está disponibilizado nas
estantes em conformidade com o número de chamada das obras. O número de
títulos é alterado periodicamente, pois além de compras de livros trabalha-se com
permutas e doações. No acervo, além da multimídia, tem-se os periódicos que se
dividem em eletrônicos e impressos
A Biblioteca oferece aos alunos mais de 05 tipos de empréstimos para dar
oportunidade de aprimorarem seus conhecimentos.
O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda à sexta-feira das 8h
às 21h45m e aos sábados de 8h às 12 horas.
Atualmente, a Biblioteca está em expansão, aumentando seu espaço físico,
cabines, computadores e ainda seu acervo, que corresponde a 10.398 títulos e
31.688
Seus leitores potenciais são os alunos, ex-alunos formados na instituição,
professores, funcionários e os usuários da comunidade local. A Biblioteca possui
mais de 2.500 (dois e quinhentos) leitores inscritos.
87
A Biblioteca dispõe de um acervo diversificado entre livros, CD’s, assinaturas
de jornais e periódicos, revistas, entre outros, conforme apresentado abaixo:
ACERVO ATUAL EXISTENTE, SEGUNDO O TIPO DE OBRA
TIPO
TÍTULOS
QUANTIDADE
Livros
8170
24346
Periódicos (científicos)
412
3.624
Revistas (de atualidades)
3
702
Jornais (diários)
2
871
CD’s
180
452
Fitas de Vídeo
301
309
DVD’s
11
33
Catálogos
11
11
Disquetes
6
31
Relatórios
7
8
Tese/Dissertação
44
44
TCC
1251
1257
Total
10398
31688
Em relação ao acervo por área do conhecimento, segue o quadro abaixo:
QUANTIDADE
ÁREAS DO CONHECIMENTO
Títulos
Exemplares
1. Ciências Exatas e da Terra
367
1.911
2. Ciências Biológicas
127
663
3. Engenharias
61
327
4. Ciências da Saúde
678
3699
5. Ciências Agrárias
10
20
6. Ciências Sociais Aplicadas
6432
17.791
7. Ciências Humanas
2096
6069
8. Lingüística, Letras e Artes
553
967
9. Outras
74
241
88
ACERVO ATUAL EXISTENTE, SEGUNDO O CURSO
CURSO
TÍTULOS
QUANTIDADE
PEDAGOGIA
763
2470
TOTAL
10398
31688
O acervo específico dos cursos é formado pelas bibliografias básicas e
complementares estabelecidas juntamente com o ementário das disciplinas
ofertadas:
5.3.1 - Relação dos Periódicos
O acervo específico relativo aos periódicos por área de conhecimento é apresentado a
seguir:
ÁREA
PUBLICAÇÕES SERIADAS CORRENTES
(TÍTULOS)
Nacionais
Estrangeiros
Ciências Exatas e da Terra
8
-
Ciências Biológicas
-
-
Engenharia/Tecnologia
-
-
Ciências da Saúde
21
5
Ciências Agrárias
4
-
Ciências Sociais Aplicadas
212
3
Ciências Humanas
154
10
Lingüística Letras e Artes
3
-
outros
9
-
TOTAL
411
18
Os periódicos do curso de Pedagogia disponibilizados são:
Revista da Avaliação da Educação Superior
http://periodicos.uniso.br/ojs/index.php?journal=avaliacao
Ensino Superior
89
http://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/
Revista Presença Pedagógica
www.presença pedagógica.com.br
www.ufrgs.br/periodicos/periodicos-1/educacao-realidade
Revista Educare
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/educare
Revista Temas em Educação
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rteo
Revista Lugares de Educação
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rle
Educ@ - Fundação Carlos Chagas
educa.fcc.org.br
Publicações online de educação
Metodologia Scielo REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Disponível em: http://www.rbhe.sbhe.org.br/index.php/rbhe
EDUCAÇÃO EM REVISTA
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=01024698&lng=pt&nrm=iso
REVISTA LUSÓFONA DE EDUCAÇÃO
Disponível: http://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao
Educação e Pesquisa é uma revista trimestral da Faculdade de Educação da
Universidade de São Paulo (http://www4.fe.usp.br/): http://www5.usp.br/servicos/revistaeducacao-e-pesquisa/#sthash.uFque8An.dpuf
http://portal.mec.gov.br/index.php
90
O site do ministério da Educação é imprescindível ao educador brasileiro.
Visto que direciona e atualiza todo o corpo educacional, através de suas
publicações, diretrizes, metas, dentre outros.
http://www.cultura.ufpa.br/rcientifica/cabecalho.php?conteudo=24
A Revista Científica sob editoração da Universidade Federal do Pará,
apresenta relevantes arquivos relacionados a educação, cultura e estudos
amazônicos.
http://www.filosofia.com.br/biblioteca.php
Muito interessante, constantemente são informados link's de acesso online
de obras digitais, principalmente nas áreas de filosofia, incluindo resenhas, e
educação sob responsabilidade de José Xavier (Porto Alegre), filósofo formado
pela PUC, de Porto Alegre.
http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/projeto.htm
Biblioteca digital das obras de autoria de Paulo Freire e Biográficos,
incluindo vídeos. Apresenta pressupostos, filosóficos, sociológicos e pedagógicos do
pensamento Freireano. Sob coordenação da Prof.ª Dr.ª Edna Brennand e Prof.Dr.
Edson Carvalho Guedes do Programa de Pós-Graduação em Educação PPGE/CEAD/UFPB. O site também oferece link's nacionais e internacionais
relacionados à educação.
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/
Conheça a biblioteca de livros digitais para crianças a partir de 3 anos e
adolescentes até 16 anos. Neste site o leitor pode interagEducação & Realidade —
periodicos - UFRGSir com o texto e até mesmo criá-los.
http://bve.cibec.inep.gov.br/web/guest/home
A biblioteca virtual do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP), aborda informativos educacionais de âmbito
nacional, artigos de jornais, revistas, boletins. Além de fornecer link's nacionais e
internacionais relacionados a educação, incluindo suportes didáticos.
http://periodicos.capes.gov.br/.
e
http://acessolivre.capes.gov.br/
Alguns Periódicos internacionais, disponíveis online no portal CAPES
relacionados à Pedagogia: Children & society (ISSN 0951-0605); European
Education (ISSN 1056-4934); Educere et Educare (ISSN 1809-5208); The electonic
journal of science education (ISSN 1087-3430); Papers Lextra (ISSN 1885-2785);
Preventing school failure (1045-988X); Caligrama (ISSN 1808-0820); The
91
Professional educator (0196-786X); Radical pedagogy (ISSN 1524-6345); The Black
Scholar (0006-4246)
Além desses periódicos impressos, é possível que o corpo acadêmico tenha
acesso aos periódicos em formato eletrônico, por meio da internet utilizando base de
dados e/ou os sites próprios dos periódicos. São as bases de dados com acesso
livre:
 Portal de Periódicos da CAPES, disponível em:
<http://www.periodicos.capes.gov.br/>.
 Scielo, disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_subject&lng=pt&nrm=iso#subj6>.
Os periódicos da área de Pedagogia são inúmeros, muitos destes vinculados
aos programas de pós-graduação stricto sensu da área ou instituições que tem
como objetivo fomentar a pesquisa na área de saúde. A seguir, são apresentados
alguns periódicos com disponibilidade eletrônica:
Os periódicos listados acima, em sua maioria, disponibilizam gratuitamente as
suas publicações na íntegra e alguns, ou pelo menos, o resumo dos trabalhos, o
que permite ao corpo acadêmico do curso de Pedagogia um amplo espaço para
pesquisa.
92
5.3.2. Serviços prestados pela biblioteca
Nº DESCRIÇÃO DO SERVIÇO
I
C
E
D
1
Atendimento e orientação ao cliente
X
X
X
X
2
Empréstimo de publicações
X
X
X
3
Solicitação de empréstimos via Internet (atualmente para
professores e funcionários via email)
X
X
4
Solicitação reservas via Internet
X
X
5
Conexões elétricas para micros portáteis (11pontos para conexão)
X
X
X
X
6
Microcomputadores com acesso à Internet (06 computadores)
X
X
X
X
7
Microcomputadores para consulta rápida ao site da IES (06
computadores)
X
X
X
X
8
Sala de vídeo (01 cabine equipada com TV, DVD, VIDEO)
X
X
X
X
9
Consulta local ou pela Internet ao acervo impresso
X
X
X
X
10 Boletim eletrônico de novas aquisições com sumários
X
X
X
X
11
Fornecimento on-line de material didático (imagens scaneadas na
biblioteca)
-
-
-
-
12
Fornecimento, impresso/eletrônico, de normas e artigo nacionais
/internacionais de bases de dados
X
X
X
X
13
Convênio com outras bibliotecas (todas que participaram do
COMMUT e comunidade)
X
X
X
X
14
Fornecimento de artigos impressos ou eletrônicos mediante
convênio com o serviço COMUT do IBICT, BIREME
X
X
X
X
15
Fornecimento de artigos eletrônicos, de livre distribuição,
mediante pesquisa personalizada
X
X
X
X
16
Acesso ao calendário de eventos científicos das áreas dos cursos
oferecidos pela IES
X
X
X
X
X
X
X
X
I
C
E
D
18 Impressão a laser, jato de tinta mono e colorido
-
-
-
-
19 Conversão de arquivos para formato PDF
-
-
-
-
17 Consulta aos títulos dos Projetos de Iniciação Científica e TCC
TIPO DE CLIENTE
SERVIÇO EM EDITORAÇÃO E EDIÇÃO ELETRÔNICA
Descrição do serviço
93
20 Gravação de CDR e CDRW
X
-
-
-
21 Fotografia digital
X
-
-
-
22 Escaneamento e tratamento de imagens
X
-
-
-
23 Arte e criação de imagens digitais
-
-
-
-
Legenda:
I - Usuário Institucional
C - Usuário Conveniado
E - Ex-Aluno
D - Demais usuários
5.3.3 - Política de Aquisição, Expansão e Atualização de Acervo da Biblioteca “Prof.
Gaio”
A Biblioteca do IPTAN, para atender a seus usuários e alcançar seus
objetivos, estabelece uma política de aquisição, expansão e atualização de acervo,
trabalhando com todos os seus usuários.
Com isso, seguem abaixo os critérios desta política adotada pela
Biblioteca:
 É colocada à disposição de todos uma pasta ou caixa bem visível na
Biblioteca, onde são solicitadas indicações bibliográficas de materiais para
expansão e renovação de acervo constantemente, assim como idéias sobre
obras lidas;
 A compra é calculada de acordo com o número de alunos matriculados por
curso: 1 (um) livro para cada 05 (cinco) alunos, quando bibliografia básica, e
1 livro para cada 20 alunos quando bibliografia complementar. Sendo o
mínimo de 03 bibliografias básicas e o mínimo de 05 bibliografias
complementares;
 Bibliografia é indicada pelos corpos docente e discente, coordenadores,
funcionários, comunidade externa e visitantes;
 Revisão de bibliografias existentes no acervo (data, edição, conteúdo);
 Congressos e seminários (indicações de novas bibliografias);
94
 Catálogos de novas publicações enviados pelas editoras;
 Análise estatística do uso do material bibliográfico;
 Cooperativismo entre Bibliotecas;
 COMUT;
 INTERNET;
 Consulta em base de dados;
 Doações;
 O descarte de obras poderá acontecer caso a mesma seja, ao final da
análise, totalmente inútil ou por motivo de estar deteriorada ou ultrapassada
em seu conteúdo;
 Há um planejamento de compras anuais determinada pela verba destinada
ao curso, que é analisado de acordo com a demanda e necessidades da
biblioteca;
 Espaço aberto para editora destinada à exposição de livros e revistas,
revertendo em permuta;
 Ao início de cada semestre estabelece-se uma programação de aquisições
e durante a sua execução pode ser alterada para incluir itens não previstos e
que se tornem necessários às atividades acadêmicas;
O cumprimento dessas orientações está assegurado no planejamento
econômico financeiro dos cursos, em dotação orçamentária estimada com base em
levantamento de necessidades da Instituição.
Adotando esta política espera-se atender a expectativa dos usuários da
Biblioteca e ajudá-los a alcançar o desenvolvimento humano em todos os
sentidos, com o estudo e a pesquisa.
A responsável pela Biblioteca do IPTAN é a Bibliotecária Esp. Mônica
Geralda Palhares, registrada no CRB 6-1695, especialista em Gestão, Indexação e
Disseminação da Informação.
Existem ainda 3 auxiliares de biblioteca que cuidam da manutenção da
organização do acervo bibliográfico nas estantes, bem como auxiliam os alunos e
professores em suas buscas de catálogos e pesquisas, estudos, empréstimos e
devolução de livros.
A maior preocupação da equipe que trabalha na Biblioteca é atender bem
aos alunos e funcionários e toda comunidade interna e externa que utilizam os
95
serviços prestados pela mesma, assim como orientá-los nas dificuldades e,
principalmente, realizar um trabalho de incentivo para sua crescente utilização tanto
dos alunos quanto dos funcionários.
5.3.4 - Infraestrutura física da Biblioteca
Espaço físico da biblioteca
Área construída total (m2):
Área destinada ao
acervo (m2):
Área destinada aos
usuários (m2):
486 m²
194,1 m²
175,31 m²
TIPO
QUANTIDADE
Sala para Estudo Individual
02
Sala de Áudio Visual
01
Sala para estudo em grupo
03
Instalações de Estudos Individuais
15
Número total de computadores
São disponibilizados 10 computadores para pesquisa e consulta ao acervo.
Neste contexto, pode-se afirmar que a Biblioteca “Prof. Gaio” trabalha em
prol do desenvolvimento humano, cultural, intelectual e social dos seus usuários,
com um trabalho de pesquisa e estudo, respeitando as diferenças, e,
conseqüentemente, contribuindo para um maior desenvolvimento em toda
sociedade.
3.9. Laboratórios didáticos especializados: Quantidade
O Curso de Pedagogia com um laboratório didático especializado para
atividades práticas com alunos de Escolas de Educação Infantil e Anos Iniciais do
Ensino Fundamental conforme combinado e agendado previamente. Essas
atividades visam propiciar ao aluno do Curso de Pedagogia a oportunidade de
vivenciar na prática as teorias aprendidas nas disciplinas cursadas Temos também
disponíveis os laboratórios de informática para aulas práticas nas disciplinas de
96
Introdução à Informática e Tecnologias Educacionais. Os laboratórios de informática
também são utilizados por professores de outras disciplinas quando as atividades
necessitam que os alunos acessem à rede de internet.
3.10. Laboratórios didáticos especializados: Qualidade
O
laboratório
didático
especializado
do
Curso
de
Pedagogia,
a
Brinquedoteca, é um espaço destinado à atividades de criação, elaboração e
confecção de materiais pedagógicos objetivando proporcionar recursos e estratégias
didáticas capazes de auxiliar a prática do professor e a aprendizagem dos alunos.
As atividades desenvolvidas estão em conformidade com os eixos do trabalho
educativo, com as concepções de criança e de Educação propostos pelos
Referencias Curriculares para Educação Infantil e os Parâmetros Curriculares
Nacionais elaborados pelo MEC. O espaço da Brinquedoteca, com a variedade de
recursos presentes, é utilizado pelos professores do Curso para realização de aulas
práticas e simulações de situações de sala de aula, pautadas no lúdico, com o
objetivo de aprimorar a formação dos futuros docentes.
Garante também qualidade e dinamicidade às aulas a utilização dos
laboratórios de informática, pois propiciam a ampliação do conhecimento através de
pesquisas realizadas em sites especializados nos temas tratados nas diferentes
disciplinas. Propicia também ao aluno a otimização ou mesmo o aprendizado e
manuseio das Novas Tecnologias da Educação – TICs que atualmente permeam
todo e qualquer ambiente e situação educativa.
3.11. Laboratórios didáticos especializados: Serviços
Para o funcionamento da Brinquedoteca contamos com Regulamento
próprio:
REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA
INTRODUÇÃO
As atividades lúdicas fazem parte da vida do ser humano e, principalmente,
da vida da criança na qual o brincar é a essência da infância. O lúdico se expandiu
de tal forma que se tornou necessário criar espaços específicos destinados a
vivências lúdicas, que se chamam brinquedotecas.
97
A brinquedoteca oferece um espaço que tem como objetivo promover o
desenvolvimento da inteligência, criatividade, sociabilidade não só das crianças,
como também dos adultos.
A Brinquedoteca é um espaço que contemple todas as etapas do
desenvolvimento humano (SANTOS, 2000) em razão disso foi criada no Instituto
Presidente Tancredo de Almeida Neves, pela coordenação do Curso de Pedagogia,
esse espaço lúdico com os seguintes objetivos:
OBJETIVOS

propiciar um espaço onde professores e alunos do Curso de Pedagogia possam
realizar práticas interdisciplinares e dedicar-se à exploração do brinquedo tendo
como foco o desenvolvimento infantil.

possibilitar as crianças da Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino
Fundamental
momentos
de
brincadeira,
realizando
atividades
lúdicas,
desenvolvendo a expressão artística, transformando e descobrindo novos
significados lúdicos, propiciando a interação e a troca entre adultos e crianças.

Contribuir para a conceituação de jogo, brinquedo e brincadeira e sua
importância na educação;

Formar profissionais que valorizem o lúdico;

Desenvolver pesquisas que apontem a relevância dos jogos, brinquedos e
brincadeiras para a educação;

Oferecer informações, organizar cursos e divulgar experiências;

Estimular ações lúdicas entre os docentes e os alunos do curso no que tange à
construção do conhecimento em matemática, alfabetização, metodologias do
ensino, arte e literatura entre outras.

privilegiar os alunos com um espaço de observação da criança e de
desenvolvimento de atividades que contribuam para o aperfeiçoamento
profissional e de possibilidade de estreitar a relação com a Comunidade.
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES
A Brinquedoteca do Curso de Pedagogia do IPTAN disponibiliza seu espaço
à comunidade local, atendendo crianças da Educação Infantil e Anos Iniciais do
98
Ensino Fundamental, conforme programação e atividades previamente planejadas
pelos docentes e discentes do curso visando proporcionar momentos lúdicos onde a
criança é estimulada a (re)construir seus conceitos.
FUNCIONAMENTO
A Brinquedoteca é um núcleo de apoio pedagógico do Curso de Pedagogia,
onde os alunos podem discutir, analisar e investigar o valor do brinquedo e das
brincadeiras no desenvolvimento da criança.
Os docentes do Curso de Pedagogia do IPTAN realizam semestralmente um
planejamento anual de atividades que possibilita a construção do conhecimento em
diversos contextos envolvendo momentos de integração social, brincadeiras,
dinâmicas, música, dança, contação de histórias, jogos e brincadeiras dirigidas e
projetos didáticos.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
O horário de atendimento da brinquedoteca está previsto de segunda a
sexta-feira das 14 às 17 horas. As visitas devem ser previamente agendadas com a
coordenação do Curso de Pedagogia respeitando o horário estabelecido.
RECURSOS HUMANOS E ATRIBUIÇÕES
A Brinquedoteca conta com o apoio docente e discente para o
acompanhamento das atividades que serão desenvolvidas, sendo:
 Um docente do Curso de Pedagogia que é responsável pela coordenação do
espaço. Fica a cargo deste docente:
 zelar pelo espaço, pelos materiais, pelos jogos e brinquedos;
 Cuidar do ambiente de forma criativa e construtiva;
 Organizar e classificar os jogos e brinquedos;
 Organizar os arquivos e registros da Brinquedoteca;
 Catalogar os materiais existentes na Brinquedoteca;
 Zelar pela limpeza e assepsia dos jogos e brinquedos;
 Incentivar sempre o brincar e a construção do conhecimento;
99
 Realizar planejamento das atividades semestrais (geral) e semanais
(específicos);
 Documentar por meio de relatórios as atividades desenvolvidas no espaço;
 Estabelecer regras e normas de funcionamento do espaço.
 Um Monitor discente do curso de Pedagogia que realiza o papel de
brinquedista do espaço.
REGRAS DA BRINQUEDOTECA
Para o bom andamento das atividades na brinquedoteca é necessário o
cumprimento de algumas regras, a saber:
1. Respeitar uns aos outros;
2. Saber ouvir quando a professora, a brinquedista ou algum amigo estiver falando
ou lendo;
3. Se organizar na hora de falar, levantando a mão por exemplo;
4. Manter as estantes dos jogos e brinquedos organizadas;
5. Conservar os jogos e brinquedos;
6. Andar devagar pelo ambiente da Brinquedoteca;
7. Jogar lixo no lixo;
8. Falar baixo uns com os outros, evitando gritos;
9. Resolver os problemas conversando.
Os casos omissos neste Regulamento devem ser resolvidos pelo
Responsável pela brinquedoteca juntamente com o Coordenador de Curso de
Pedagogia, ouvido o Colegiado do Curso, e as demais partes envolvidas em
concordância com o que dispõe o Regimento Interno do IPTAN.
100
4. ESTRUTURA CURRICULAR
4.1 – Matriz Curricular do Curso de Pedagogia – Currículo 2015
1º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
C/H
Disciplinas
Carga Horária
Semanal Teórica
C/H Semestral
Prática
História da Educação I
4
66,6
-
66,6
Psicologia da Educação
4
66,6
-
66,6
Sociologia da Educação I
4
66,6
-
66,6
Leitura e Produção Textual
4
46,6
20
66,6
Didática Geral
2
23,3
10
33,3
Metodologia Científica
2
23,3
10
33,3
Carga Horária Total
20
293
40
333 h
2º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
Disciplinas
C/H
Carga Horária
C/H
Prática Semestral
Seman
al
Teórica
História da Educação II
4
66.6
-
66,6
Psicologia da Educação II: Desenvolvimento e
Aprendizagem
4
46,6
20
66,6
Sociologia da Educação II
4
66,6
-
66,6
Filosofia da Educação I
4
66,6
-
66,6
Informática Aplicada à Educação
4
46,6
20
66,6
Carga Horária Parcial
20
293
40
333h
Atividades Complementares
30h
Carga Horária Total
363h
101
3º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
C/H
Disciplinas/Temas
Carga Horária
C/H Semestral
Prática
Seman
al
Teórica
Ética na Educação
2
33,3
-
33,3
Organização da Educação Brasileira
2
23,3
10
33,3
Filosofia da Educação II
4
66,6
-
66,6
Alfabetização e letramento
4
46,6
20
66,6
Alfabetização e Letramento Matemático
4
46,6
20
66,6
Antropologia da Educação
2
23,3
10
33,3
Tecnologias Educacionais I
2
23,3
10
33,3
20
263
70
333h
Carga Horária Parcial
Atividades Complementares
30
363 h
Carga Horária Total
4º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
Disciplinas/Temas
C/H
Carga Horária
C/H Semestral
Prática
Seman
al
Teórica
Currículo, Planejamento e Avaliação na
Educação Infantil
4
33,3
33,3
66,6
Prática Pedagógica de Arte e Cultura
4
33,3
33,3
66,6
Didática e Fundamentos da Educação Inclusiva
4
46,6
20
66,6
Didática e Práticas Pedagógicas de Alfabetização
4
33,3
33,3
66,6
Gestão Educacional
2
23,3
10
33,3
Tecnologias Educacionais II
2
16,65
16,65
33,3
Carga Horária Parcial
20
186:45
146:55
333h
Atividades Complementares
Carga Horária Total
30h
363 h
102
5º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
C/H
Disciplinas/Temas
Carga Horária
C/H Semestral
Prática
Semanal
Teórica
Avaliação Educacional
4
46,6
20
66,6
Teorias Curriculares
4
46,6
20
66,6
Literatura Infantil
4
46.6
20
66,6
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
4
33,3
33,3
66,6
Educação Étnico Racial
2
23,3
10
33,3
Políticas e Administração dos Sistemas
Educacionais
2
23,3
10
33,3
Carga Horária Total em hora/aula
20
219,7
113,3
333 h
-
-
-
100h
Estágio Curricular Supervisionado I - Introdução ao
Campo Educacional
Atividades Complementares
30h
463h
Carga Horária Total
6º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
Disciplinas/Temas
C/H
Carga Horária
C/H Semestral
Prática
Seman
al
Teórica
Didática e Fundamentos da Língua Portuguesa
4
33,3
33,3
66,6
Didática e Fundamentos da Matemática
4
33,3
33,3
66,6
Didática, Práticas e Fundamentos da Educação
Infantil
4
33,3
33,3
66,6
Projeto de Monografia
2
16,65
16,65
33,3
Oficina Literária: Contos e fábulas
2
16,65
16,65
33,3
Pesquisa em Educação: Conceitos e Métodos
4
46,6
20
66,6
Carga Horária Parcial
20
179:8
153:2
333h
Estágio Curricular Supervisionado II - Educação
Infantil
Atividades Complementares
Carga Horária Total
-
100h
30h
463 h
103
7º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
C/H
Disciplinas/Temas
Carga Horária
C/H Semestral
Prática
Seman
al
Teórica
Currículo, Planejamento e Avaliação nos Anos Iniciais
do Ensino Fundamental
4
46,6
20
66,6
Didática e Fundamentos da Geografia
4
33,3
33,3
66,6
Didática e Fundamentos da História
4
33,3
33,3
66,6
Didática e Fundamentos de Ciências da Natureza
4
33,3
33,3
66,6
Seminários de Pesquisa I
2
16,65
16,65
33,3
Disciplina optativa – grupo I
2
23,3
10
33,3
Carga Horária Parcial
20
186,45
146,55
333h
-
-
-
100h
Estágio Curricular Supervisionado III - Ensino
Fundamental
Atividades Complementares
30h
463h
Carga Horária Total
8º PERÍODO
Tema Gerador do Trabalho Interdisciplinar:
Disciplinas/Temas
C/H
Carga Horária
Semanal
C/H
Semestral
Prática
Teórica
Disciplina optativa grupo- II
4
33,3
33,3
66,6
Educação de Jovens e Adultos
4
33,3
33,3
66,6
Projeto Pedagógico
4
46,6
20
66,6
Didática e Fundamentos da Educação Física
4
33,3
33,3
66,6
Seminários de Pesquisa II
2
10
23,3
33,3
Educação Ambiental
2
16,65
16,65
33,3
Carga Horária Parcial
20
173.15
159,85
333h
-
-
-
100h
Estágio Curricular Supervisionado IV - Gestão
Educacional
Atividades Complementares
20h
104
453h
Carga Horária Total
Conteúdos Curriculares: 2.664 horas
Estágio Supervisionado: 400horas
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais: 200h
Carga Horária total: 3.264 horas
RELAÇÃO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS
DISCIPLINAS OPTATIVAS GRUPO I – Carga Horária: 33,3
1. Corporeidade, Expressão e Arte – Carga Horária 33,3
2. Relações Humanas no Contexto Escolar – Carga Horária 33,3
3. Escola e Movimentos Sociais – Carga Horária 33,3
4. Práticas de Música Aplicada a Educação – Carga Horária 33,3
5. Sociologia das Relações Família-Escola - – Carga Horária 33,3
6.
DISCIPLINAS OPTATIVAS GRUPO II – Carga Horária: 66,6
1.
2.
3.
4.
5.
Cultura Religiosa – Carga Horária: 66,6
Metodologias Aplicadas a Educação Empresarial – Carga Horária: 66,6
Metodologias e práticas de Educação Hospitalar – Carga Horária: 66,6
BRAILE – Carga Horária: 66,6
Educação na Terceira Idade - – Carga Horária: 66,6
4.2. Ementário e Bibliografia
PRIMEIRO PERÍODO
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Introdução à História da Educação. Bases epistemológicas, metodológicas e teóricas da
História e História da Educação. Fundamentos da História da educação e da pedagogia: na
antiguidade, na modernidade e na contemporaneidade. Evolução dos ideais educacionais na
cultura clássica. Transformação dos ideais educacionais na Idade Média. Categorias básicas
para a reconstrução educacional da Modernidade. Correntes educacionais dos séculos XVII
a XIX. A disciplina história da educação no Brasil. História da educação no Brasil no período
colonial e no Império.
105
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil. 13.ª edição - Petrópolis:
Vozes, 1991.
VEIGA, C. G.; FONSECA, T. N. L. (org.) História e historiografia da educação no Brasil.
Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PILLETTI, Claudino e PILLETTI, Nelson. História da educação. São Paulo: Ática, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, Martha; SOIHET, Rachel (orgs.). Ensino de história: conceitos, temáticas e
metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
KARNAL, Leandro (org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. 3ª ed. São
Paulo: Contexto, 2005.
ROCHA, Helenice; REZNIK, Luiz & MAGALHÃES, Marcelo (org) A História na Escola. Rio de
Janeiro: Editora FGV, 2009.
MONTEIRO, A.; GASPARELLO, Arlete & MAGALHÃES, Marcelo (org). Ensino de História:
sujeitos, saberes e práticas. Rio de Janeiro: Mauad X Faperj, 2007.
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Psicologia: história, objetos, principais abordagens conceituais e metodológicas. Principais
teorias psicológicas sobre o desenvolvimento humano. Aplicação da Psicologia na área da
Educação. Relação entre Psicologia e prática pedagógica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Ana M. Bahia; FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria de Lourdes Tirassi. Psicologias:
uma introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2002.
MONTOYA, Adrian O. Dongo(org). Contribuições da Psicologia para a Educação. Campinas:
Mercado das Letras, 2008
106
PERVIN, L. A & JOHN, O. Personalidade: teorias e pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, Luiz Cláudio Mendonça. Psicologia: uma (nova) introdução, uma visão
histórica da Psicologia como ciência. São Paulo:EDU.,2002
FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da Psicologia. Petrópolis: Vozes, 2002
BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 9 ed. .Porto Alegre: ARTMED,2003.612 p.
COUTINHO, Maria Tereza da Cunha; MOREIRA, Mércia. Psicologia da Educação: um estudo
dos processos psicológicos de desenvolvimento e aprendizagem humanos, voltados para a
educação: ênfase na abordagem construtivista. Belo Horizonte: Lê, 1998
FERREIRA,May Guimarães. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo: Cortez,198
DISCIPLINA: A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO I
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA
Relação entre saber e poder, problematizando o conhecimento adquirido na escola e o papel
desempenhado pelo Estado Capitalista como educador. História da constituição da
Sociologia da Educação enquanto campo de conhecimento científico.Principais correntes
sociológicas clássicas. Contribuições da Sociologia da Educação para a compreensão da
Educação Básica no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria Lígia de O., OLIVEIRA, Márcia Gardênia M. Um
toque de clássicos:Marx, Durkheim, Weber. 2 ed. Rev. Ampl.. Belo Horizonte: UFMG,
2003.
NOGUEIRA, Maria A.; CATANI, Afrânio M., (org.). PierreBourdieu: Escritos de educação.
Petrópolis: Vozes, p. 7-15.
GRAMSCI, Antônio. Concepção Dialética da História. Trad. Carlos Nelson Coutinho. 2 ed.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
107
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. 38. ed. São Paulo: Brasiliense, 2004.
(Coleção Primeiros Passos).
ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. 4 ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
DURKHEIM, Emile. As regras do Método Sociológico. 15 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 22.ed. Petrópolis:
Vozes, 2000.
LAKATOS, Eva Maria et al. Sociologia Geral.7. ed.rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999.
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
EMENTA:
Aspectos de textualidade. Elementos de articulação textual. Gêneros textuais. Fatores de
coerência textual. Elementos de coesão textual. Tópicos gramaticais à luz das teorias de
articulação textual: ortografia, acentuação gráfica, pontuação. Paragrafação. Recursos de
escrita e oralidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. 3 ed. São Paulo: Ática, 1993.
KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1996.
_______________ e TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto,
1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
LANGACKER, Ronald. A linguagem e sua estrutura. Petrópolis: Vozes, 1991.
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1979.
PÊCHEUX, Michel. Les vérités de la Palice (1975). Trad. Para o português de Eni Pulcinelli
Orlandi e outros: Semântica e discurso; uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas: Editora
da Unicamp, 1995 (col. Repertórios).
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1972.
108
DISCIPLINA: DIDÁTICA GERAL
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
O percurso da Didática até a contemporaneidade. As abordagens da Didática. A natureza,
os princípios e fundamentos da ação docente. Didática e tendências pedagógicas. As
relações pedagógicas no espaço escolar e o processo de ensino na escola. Fracasso,
sucesso, permanência, longevidade e evasão escolar. O planejamento como instrumento de
organização do trabalho docente. Dimensões políticas e pedagógicas do ato de planejar.
Tipos de planos: planos de curso, unidade, aula; projetos de ensino e seqüência didática.
Planejamento do trabalho docente na perspectiva disciplinar e interdisciplinar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e ensinar. Por uma docência da melhor
qualidade. 4ªed. São Paulo. Cortez. 2003
FAZENDA, Ivani C Arantes. Práticas interdisciplinares na escola. 8ªed. São Paulo. Cortez,
2002.
HENGEMÜHLE, Adelar. Gestão de ensino e práticas pedagógicas. ed: Vozes, Petrópolis,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CANDAU, Vera Maria(Org). A Didática em Questão. 24.ed. Petrópolis: Vozes, 2004
GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2001.
GANDIM, Danilo. A Prática do Planejamento Participativo: na educação e em outras
instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e
governamental. 17.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 182 p.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteudo;
método no processo pedagógico. 3.ed. Campinas: Autores Associados, 2000. (Coleção
Educação Contemporânea
SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA
Carga Horária: 33,3 h
109
EMENTA:
Introdução aos fundamentos técnicos e científicos da abordagem científica relativos às
pesquisas acadêmicas: conhecimento científico, método científico e pesquisa científica.
Apresentação e discussão das normas de publicação de textos científicos de acordo com os
padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERVO, Amado L. e BERVIAN, Pedro A. Metodologia Científica. São Paulo: Prentice Hall,
2002.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de Texto: leitura e redação. São
Paulo: Ática, 2003.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia
Científica. São Paulo: Atlas, 2006.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade,
Economia e Administração. São Paulo: Atlas, 2005.
PÁDUA, Elizabeth Matallo Marchesini de. Metodologia da Pesquisa Científica: uma
abordagem teórica. Campinas: Papirus, 2005.
SEGUNDO PERÍODO
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO II
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA
110
Escola Nova do século XX. Teorias pedagógicas e seus reflexos na constituição do modelo
escolar. Fundamentos históricos da educação e da escola no Brasil republicano. Os
Manifestos dos Pioneiros da Educação, as Reformas Educacionais e a gestão das políticas
educacionais na perspectiva historiográfica. Questões atuais da educação e suas raízes
históricas. Problemas e Perspectivas da educação contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil. 13.ª edição - Petrópolis:
Vozes, 1991.
PILLETTI, Claudino e PILLETTI, Nelson. História da educação. São Paulo: Ática, 2001.
TOBIAS, José Antônio. História da Educação Brasileira. 4.ed.São Paulo: Ibrasa, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BITTENCOURT, Circe, NADAI, Elza. Repensando a noção de tempo histórico no ensino. In:
PINSKY, Jaime (org.). O ensino de história e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 1988.
CHESNAUX, Jean. As armadilhas do quadripartismo histórico. In: Devemos fazer tabula rasa
do passado? Sobre a história e os historiadores. São Paulo: Ática, 1995.
FERNANDES, Luis Estevam; MORAIS, Marcus Vinícius de. Renovação da história da
América. In: KARNAL, Leandro (org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas.
3ª ed. São Paulo: Contexto, 2005.
NEVES, Maria Aparecida Mamede. Ensinando e aprendendo a história. São Paulo: EFU,
1985, p. 63-93.
SILVA, Marcos A História: o prazer em ensino e pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 1995, p.
11-38.
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO II: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA
A aprendizagem e a construção do conhecimento. Análise dos desdobramentos das
propostas teóricas da aprendizagem a partir da Psicologia na prática escolar. O papel da
linguagem no desenvolvimento do pensamento e da aprendizagem. Cognição, afetividade e
psicomotricidade. Consciência e alienação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
111
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma M. RAMOS. Psicologia da Educação. 2. ed. São Paulo:
Cortez, 1994.
GUZZO, Raquel (org) Desenvolvimento infantil. Campinas: Átomo, 2007.
OLDS, S. W. PAPALIA, D.E. Desenvolvimento humano. 7a ed. - Porto Alegre: Artmed,
2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 9 ed. .Porto Alegre: ARTMED,2003.612 p.
COUTINHO, Maria Tereza da Cunha; MOREIRA, Mércia. Psicologia da Educação: um
estudo dos processos psicológicos de desenvolvimento e aprendizagem humanos, voltados
para a educação: ênfase na abordagem construtivista. Belo Horizonte: Lê, 1998.
FERREIRA,May Guimarães. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo:
Cortez,1987.
PIAGET, Jean. O Nascimento da Inteligência na Criança. 2.ed. Rio de Janeiro: Zahar,1975.
TELLES, Maria Luiza Silveira. Uma introdução a psicologia da educação. 3. Ed. Petrópolis:
Vozes, 1978
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO II
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
As posturas teórico-práticas ante os problemas da escola pública brasileira e suas
contribuições na relação entre escola e trabalho.As desigualdades sociais diante da escola,
recorrente e central no campo dessa disciplina. Teoria da Reprodução Cultural de Pierre
Bourdieu. Temas atuais/emergentes articulados nos processos macro e micro-sociológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DEMO, Pedro, Ser professor é cuidar que o aluno aprenda.São Paulo: Mediação, 2004.
DURKHEIM, Emile.Educação e Sociologia. São Paulo: Edições 70, 2001.
112
CUNHA, Luiz Antônio. Educação, Estado e Democracia no Brasil. São Paulo: Cortez,
1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FAZENDA, Ivani C. Abrantes. Educação no Brasil nos anos 60. O pacto do silêncio. São
Paulo: Edições Loyola, 1985.
FISCHMANN, Roselietalii (org.). Universidade, escola e formação de professores. São
Paulo: Editora Brasiliense S. A., 1986.
GADOTTI, Moacyr. Escola cidadã. São Paulo, Cortez, 1991.
ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. 4 ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 22.ed. Petrópolis:
Vozes, 2000.
DISCIPLINA: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO I
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Enfocar os aspectos filosóficos do fenômeno educacional numa abordagem conceitual e
prática. As práticas sociais cotidianas como práticas educativas, tomando por base as
relações entre política e processo de socialização. A relação existente entre saber e poder,
problematizando o conhecimento adquirido na escola e o papel desempenhado pelo Estado
Capitalista como educador. Em seguida abordar-se-á algumas correntes filosóficas –
República de Platão, Emílio de Rousseau – visto que estas trouxeram para a filosofia temas
fundamentais para o entendimento da formação e transformação da sociedade moderna por
intermédio da interpretação e visão de mundo diversas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PLATÃO. A república. São Paulo: Martin Claret, 2003.
________. A república. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 1996.
ROUSSEAU, J. J. Emilio ou da Educação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil S.A. 1992.
113
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARISTÓTELES. Política (Livros 7 e 8). Brasília: UnB, 1988.
BARKER, Sir Ernest. Teoria política grega. Brasília: UnB, 1978.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação. São Paulo: Cortez, 2006.
JAEGER, Werner. Paidéia, a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.
ROUSSEAU. Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade Entre os
Homens. Ed. Martins Fontes. 1999. SP.
ROUSSEAU, J. J. O Contrato Social. Ed. Martins Fontes. 2001 SP.
DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA À EDUCAÇÃO
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Introdução ao computador, componentes de hardware. Princípios de funcionamento do
Software. Operações básicas em um Sistema Operacional. Conhecimentos básicos de Editor
de Textos, Planilha Eletrônica, Software de Apresentação e Internet. Uso de softwares que
apóiem o professor em suas atividades como docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 2005.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática : conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
BUNIN, Rachel Biheller. ENGELEIT. Vamos usar o computador! São Paulo: Ática, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COX, K. K. Informática na educação escolar. Campinas: Autores Associados, 2003.
PIERRE, L. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. 12ª
Reimpressão. Rio de Janeiro: Editora 34, 2002.
MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: Novas Aplicações com Microcomputadores.
São Paulo: Pearson Education Markon Books, 2004.
114
SOUZA,, Carlos Henrique Medeiros de. A informática na educação: um caso de emergência.
Rio de Janeiro: FFC, 1999.
STAIR, Ralph; REYNOLDS, George. Princípios de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
TERCEIRO PERÍODO
DISCIPLINA: ÉTICA NA EDUCAÇÃO
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
A contribuição da Ética ao campo da práxis pedagógica na escola brasileira. Moral e Ética:
problemática e conceituação. O direito e o dever. Responsabilidade ética e consciência
ética. Ética no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GALLO, Silvio (Coord.). Ética e cidadania: caminho da filosofia. Campinas: Papirus, 2001.
HERKENHOFF, João B. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
1996.
MAGALHÃES, Raul Francisco. O que é imoralidade. São Paulo: Brasiliense, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, Andreia Ribeiro et al. Ética e responsabilidade social. Brasília: SESI,
Departamento Nacional, 2002.
MARIA, Joaquin Parron. Novos paradígmas pedagógicos para uma filosofia da
educação. 2.ed. São Paulo: Paulus, 1996. (Coleção pesquise & projeto).
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001.
VALLS, Álvaro L. M. o que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2002.
VASQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasiliense, 1996.
115
DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Função social da educação. Estado e educação – implicações econômicas e políticas.
Estudo e análise da organização do sistema educacional brasileiro em seus aspectos sóciopolíticos e legais-administrativos. Estudo do contexto educacional aspectos formais e não
formais. Estudo das políticas públicas de educação no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, Pedro. A LDB. Ranços e Avanços. Campinas: São Paulo: Papirus, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabre. Educação
Escolar:políticas, estrutura e organização.2.ed. São Paulo: Cortez,2000.
SOUZA, Paulo N.P. de; Silva. E.B. Como Aprender a Aplicar a Nova LDB. São Paulo:
Pioneira,1997
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLOTO, Aneridis Aparecida Monteiro (Org.). Interfaces da Gestão Escolar.
Campinas:Alínea, 1999
Legislações.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.01 – Diretrizes para Educação Infantil.
Brasília,1999.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.02 – Diretrizes para Ensino Fundamental.
Brasília,1998.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.01 – Diretrizes para Ensino Médio.
Brasília,1998.
VIEIRA, Sofia Lerche. Política Educacional em tempos de transição. Brasília: Plano,2000.
DISCIPLINA: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO II
116
Carga horária: 66,6 h
EMENTA
Contribuição dos fundamentos filosóficos para a práxis escolar e o desenvolvimento do
currículo no Brasil. Investigação das relações sociais da educação, dos conflitos sociais que
são encaminhados para o interior das salas de aula e dos possíveis caminhos para, a partir
desse quadro, auxiliar na formação de um cidadão ético e responsável pelos seus atos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, M. L. A. Filosofia da Educação. 2.ed. São Paulo: Moderna, 2000.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educaçã:um estudo introdutório.São Paulo:
Cortez, 2006.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARENDT, Hannah. A condição humana. 7.ed. Trad. Roberto Raposo. Rio de janeiro:Forense
Universitária,1999.
CHAUÍ, M. Iniciação à Filosofia. São Paulo: Ática, 2010.
GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1997.
MEC/SEF.Parâmetros Curriculares Nacionais-Temas Transversais.Brasília:Ministério da
Educação e Cultura,1998.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da Educação:construindo a cidadania. São Paulo:
FTD,1998.
DISCIPLINA: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Alfabetização, letramento e a cultura escrita. O processo de construção/aquisição da escrita.
Analisa os níveis da escrita e apresenta estratégias para sua evolução. O processo de
117
alfabetização e letramento: Conceitos e concepções teóricas de aquisição e desenvolvimento
da linguagem escrita. Práticas lingüístico-discursivas e formação do leitor e do escritor.
Práticas de Alfabetização e letramento. Analise dos níveis de escrita. O processo de avaliação
na alfabetização e estratégias de organização do ensino e do espaço escolar. Propostas
específicas para alfabetização e recursos didáticos alfabetizadores. Os métodos de
alfabetização. A relação autor-leitor-texto em situações discursivas diferenciadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONTIJO, Cláudia. O processo de alfabetização: novas contribuições. São Paulo: Martins
Fontes, 2002.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2005.
_______________. Letramento: um tema em três gêneros. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA. José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
BEZERRA, Maria; DIONISIO, Angela; MACHADO, Raquel (orgs.). Gêneros Textuais &
Ensino. 5. ed. Rio de Janeiro: Lucerna,
FERREIRO, Emilia & PALACIO, Margarita G. Os processos da leitura e escrita: novas
perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 1990.
LANGACKER, Ronald. A linguagem e sua estrutura. Petrópolis: Vozes, 1991.
SOARES, Magda B. Letramento: um tema em
Autêntica, 2001.
três gêneros. 2. ed. Belo Horizonte:
DISCIPLINA: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO MATEMÁTICO
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Concepção de matemática. Função Social e política da matemática. Construção do conceito
de número. Alfabetização matemática. Letramento matemático.Abordagem do uso da
matemática em situações e problemas cotidianos, para alunos da educação infantil e anos
iniciais do Ensino Fundamental. Competências e habilidades na resolução de problemas
práticos. Discussão sobre leitura e escrita matemática na escola, usos e funções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANYLUC, O. Alfabetização matemática: As primeiras manifestações da escrita infantil.
Porto Alegre: Sulina, 1998.
118
FONSECA, M. C. F. R. Letramento no Brasil: Habilidades Matemáticas. São Paulo: Ação
Educativa, 2004.
KAMII, C. Crianças pequenas continuam reinventando a aritmética (séries iniciais):
implicações da Teoria de Piaget. Trad. Vinicius Figueira. – 2. Ed. - Porto Alegre: Artmed,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LONRENZATO, S. Para aprender matemática. São Paulo: Autores Associados, 2006.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – PCN. Matemática. Secretaria de Educação
Fundamental, Brasília. MEC/ SEF, 1997.
TEBEROSKI, A.; TOLCHINSKY. L. Além da alfabetização: a aprendizagem fonológica,
ortográfica, textual e matemática. São Paulo: Ática, 1996.
MACHADO, N.J.; CUNHA, M.O.(orgs). Linguagem e conhecimento matemático: ensaios de
epistemologia e didática. São Paulo: Escrituras Editora, 2003.
ONRUBIA, J.; ROCHERA. M.J.; BARBERÀ, E. O ensino e a aprendizagem da matemática:
uma perspectiva psicológica. In. COOL, C.; MARCHESI, A.; PALÁCIOS, J. e col. trad. Fátima
Murad. – 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
DISCIPLINA : ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Antropologia e Educação. Conceitos e abordagens da antropologia. Culturas e cultura da
infância. Estudo das diversidades e singularidades dos grupos humanos e das minorias,
enquanto processos, práticas e valores. Contribuições da antropologia para a educação,
para estudo das instituições como escola, trabalho, lazer. Escola, cotidiano e educação.
Classe, raça/etnia, gênero e geração na escola e em espaços não escolares. Métodos da
pesquisa etnográfica e educação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Cultura Popular na Antiguidade Clássica. São Paulo: Contexto,
1989.
119
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um Conceito Antropológico. 17. ed.. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2004.
MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia: uma Introdução. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: A Formação e o Sentido do Brasil. 2. ed. São Paulo: Cia
das Letras, 2005.
COHN, C. Antropologia da criança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOFF, Leonardo. A Águia e a Galinha: Uma Metáfora da Condição Humana. 6. ed. Petrópolis:
Vozes, 1997.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
LABURTHE-TOLRA, Philipe. Etnologia Antropologia. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
NASCIMENTO, Maria das Graças S. do. A pessoa humana: segundo Erich Fromm. Curitiba:
Juruá Editora, 2010.
NEVES, Walter Alves. Antropologia Ecológica: Um Olhar Materialista Sobre as Sociedades
Humanas. São Paulo: Cortez, v.59. 1996.
DISCIPLINA: TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS I
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Mudanças de Paradigmas do que é ensinar e aprender com o uso da tecnologia de
informação. Vantagens e desvantagens deste processo. Ferramentas e recursos tecnológicos
educacionais. Mostrar aplicabilidade dos recursos tecnológicos na educação. Definição e
caracterização do software educacional. Modalidades de software educacional (jogo, tutorial,
simulador, hiperdocumentos, exercício e prática).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VALENTE, José Armando. Computadores e Conhecimentos: repensando a educação.
Campinas: UNICAMP, 1998.
SOUZA, Carlos Henrique Medeiros de. A Informática na Educação: um caso de
emergência. Rio de Janeiro: FFC, 1999.
ARROXO, Gisele Magalhães. Ensino de Informática. Campinas: Komedi, 2001.
120
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COX, Kenia Kodel. Informática na Educação Escolar. Campinas: Autores Associados, 2003.
GIOVANNI, Maria Cristina V.. JUNQUEIRA, Zilda. Escrita: das paredes ao computador.
São Paulo: Ática, 2001.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 2006.
Computadores e conhecimento: repensando a educação. 2.ed. São Paulo: Unicamp,
1998.
BUMIN, Rachel Biheller. ENGELEIT. Vamos usar o computador!. São Paulo: Ática, 2000.
QUARTO PERÍODO
DISCIPLINA: CURRÍCULO, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NA EDUCAÇAO INFANTIL
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Fundamentos do currículo. Conceito de currículo. Projetos curriculares para a educação
Infantil. Organização curricular por projetos de trabalho. Planejamento e organização das
instituições de creche e pré – escola. Aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais do
planejamento. Planejamento de adaptações curriculares para crianças com PNEE.
Concepções Avaliativas na Educação Infantil. Instrumentos de Avaliação Pedagógica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Referenciais curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF,
1998.
BRASIL. Referenciais curriculares nacionais para a educação infantil: estratégias e
orientações para a educação de crianças com necessidades educacionais especiais. Brasília:
MEC/SEESP/SEF, 2001.
COLL, C. Psicologia e Currículo: uma aproximação psicopedagógica à elaboração do
currículo escolar. São Paulo: Ática, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CANDAU, Vera Maria(Org). A didática em questão. 23.ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
121
ENCONTRO NACIONAL DE DIDATICA E PRATICA DE ENSINO. 8ø ENDIPE:
Anais:Conferência, Simpósios, Mesas-Redondas. Florianópolis: UFSC - Universidade Federal
de Santa Catarina, 1996. v.
PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento Dialógico: como construir o projeto políticopedagógico da escola. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2007. 157 p. (Guia da Escola Cidadã v.7).
RABELO, Edmar Henrique. Avaliação: novos rumos, novas práticas. 7.ed. Petropólis: Vozes,
2004. 144 p.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteudo;
método no processo pedagógico. 3.ed. Campinas: Autores Associados, 2000. (Coleção
Educação Contemporânea).
RIZZO, Gilda. Creche: organização, currículo, montagem e funcionamento.
Bertrand Brasil, 2006.
São Paulo:
DISCIPLINA:PRÁTICA PEDAGÓGICA DE ARTE E CULTURA
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Relação entre Arte, Cultura e Sociedade. A arte como expressão cultural e suas implicações
na formação integral do indivíduo. Aspectos históricos e etmológicos da Arte.A cultura como
instrumento de leitura, compreensão da sociedade e construção da cidadania. Diversidade
cultural: multiculturalismo, pluriculturalidade e interculturalidade. Panorama do Ensino das
Artes no Brasil. O Ensino da Arte na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental. Função e princípios da Arte-Educação:Produção, Fruição e Contextualização.
O processo de construção e desenvolvimento da estética infantil. Áreas de expressão
artístico-cultural: desenho, pintura, modelagem, música, recorte/colagem. A formação cultural
do professor e o trabalho pedagógico. As novas tecnologias e a arte. Arte, Cultura e Inclusão.
Projetos interdisciplinares no ensino da Arte e Cultura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, A. M. Arte – Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
IAVELBERG, R. Arte na sala de aula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
MARTINS, Mirian Celeste. Didática do Ensino de arte – a língua do mundo. São Paulo:
FTD. 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
122
BARBOSA, Ana M. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.
BUORO, A. B. O olhar em construção: uma experiência de ensino- aprendizagem da arte
na escola. São Paulo: Cortez, 1996.
GEERTZ,C. Interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar. 2001.
LOWENFELD, V. A criança e sua arte. Rio de Janeiro: Mestre Jou, 1977.
SANTAELLA, Lucia. Arte e cultura. São Paulo: Cortez, 1996.
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Identificação dos tipos de deficiência, suas causas, limitações e condutas pedagógicas. O
portador de necessidades especiais inserido nas classes regulares do ensino fundamental.
Processos de estimulação da aprendizagem, linguagem, e intervenção pedagógica
apropriada. Educação de alunos com habilidades que se destacam. Avaliação dos alunos
PNEE. A utilização de jogos e de tecnologias de ensino. Projetos interdisciplinares de ensinoaprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FONSECA, V. da. Educação Especial – programas de estimulação precoce. Porto
Alegre: Artes médicas, 1995.
_____________ Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre: Artes médicas, 1995.
MAZZOTA, M.J. S. Educação especial no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GOLEMAN, D. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
MOURA, L.C.M. de . A deficiência nossa de cada dia. São Paulo: Iglu, 1992.
MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações
Curriculares/ secretaria de educação Fundamental/ Secretaria de Educação Especial.
Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999.
BAPTISTA, Cláudio Roberto. (org.). Inclusão e Escolarização: múltiplas perspectivas. Porto
Alegre: Mediação, 2006.
123
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. A integração de pessoas com deficiência: contribuições
para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon - SENAC, 1997.
WASH, C. Enfrentando a deficiência: a manifestação, a psicologia, a reabilitação. São
Paulo: USP/Pioneira, 1988
DISCIPLINA: DIDÁTICA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE ALFABETIZAÇÃO
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
A Linguística e o ensino da Língua Portuguesa. Fala e variações linguísticas. Reflexões
sobre a história da escrita. O sistema de escrita. Usos e práticas sociais de escrita. Leitura e
tipos de leitura. A construção da escrita: contribuições da sociolinguística. Psicogênese da
língua escrita. Escola, alfabetização e fracasso escolar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAGLIARI, L. C. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1990.
FERREIRO, E. Reflexões sobre a alfabetização. 24ed. Atualizada. São Paulo: Cortez,
2001.
___________ & TEBEROSKY, A.Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CEALE- Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita : Secretaria de Estado de Educação de
Minas Gerais. Alfabetizando. vol. 2 da Coleção Orientações para a Organização do Ciclo
Inicial da Alfabetização. Belo Horizonte, 2003.
KATO, M. A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. São Paulo: Ática,
1986.
LEMLE, Mirian. Guia Teórico do Alfabetizador.São Paulo: Ed. Ática, 2003.
SOARES, M. B. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho.Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro: uma
proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano
escolar.Mazza/Nzinga, 2001.
124
DISCIPLINA: GESTÃO EDUCACIONAL
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Análise das políticas de educação básica no Brasil. Desdobramento do papel social da
educação e da escola. Gestão Educacional e Gestão Escolar. Perspectivas e tendências das
políticas públicas e gestão da educação básica expressa nas reformas educacionais, leis do
ensino, projetos e programas objetivando a qualidade de ensino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, Pedro. A LDB. Ranços e Avanços. Campinas: São Paulo: Papirus, 2006
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabre. Educação
Escolar:políticas, estrutura e organização.2.ed. São Paulo: Cortez,200
SOUZA, Paulo N.P. de; Silva. E.B. Como Aprender a Aplicar a Nova LDB. São Paulo:
Pioneira,1997
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BELLOTO, Aneridis Aparecida Monteiro (Org.). Interfaces da Gestão Escolar.
Campinas:Alínea, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.01 – Diretrizes para Educação Infantil.
Brasília,1999.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.02 – Diretrizes para Ensino Fundamental.
Brasília,1998.
BRASIL. Ministério da Educação CNE/CEB nº.01 – Diretrizes para Ensino Médio.
Brasília,1998.
VIEIRA, Sofia Lerche. Política Educacional em tempos de transição. Brasília: Plano,2000.
DISCIPLINA: TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS II
125
Carga horária: 33,3 h
EMENTA:
Estudo e prática do desenvolvimento da Internet como ferramenta de apoio pedagógico
presencial e à distância. A evolução da Educação à distância. As funções/ papéis do
professor e demais atores na educação à distância. Software/ Plataformas para Educação à
Distância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VALENTE, José Armando. Computadores e conhecimentos: repensando a educação.
Campinas: Unicamp, 1998.
ALVES, Rômulo Maia. Internet e educação. Lavras: Faepe, 2002.]
ZAMBALDE, André Luis. Computador ferramenta. Campinas: Faepe, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COX, Kenia Kodel. Informática na educação escolar. Campinas: Autores Associados, 2003.
GIOVANNI, Maria Cristina V.. JUNQUEIRA, Zilda. Escrita: das paredes ao computador. São
Paulo: Ática, 2001.
PALLOFF, Rena M. e PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes
on-line. Tradução: Vinícius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2004.
PALLOFF, R & PRATT, K. Construindo Comunidades de Aprendizagem no Ciberespaço:
estratégias eficientes para a sala de aula on-line. Tradução: Vinícius Figueira. Porto Alegre:
Artmed, 2002, 247 p.
LITWIN, Edith.(org.) Educação a Distância: temas para o debate de uma nova agenda
educativa. Porto Alegre: Artmed. 2001.110 p.
PRETI, Oreste (Org.) Educação a Distância: construindo significados. Brasília: Ed.Plano.
2000. 268 p.
QUINTO PERÍODO
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
126
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Avaliação: dimensões institucional, educacional e de ensino-aprendizagem. Processo de
avaliação na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio: teoria e prática. Avaliação
e mecanismos intra-escolares de seleção e exclusão: recuperação, reprovação, repetência e
evasão. Avaliação de Políticas de Educação, Programas, Projetos e Currículos.
Pressupostos teórico-metodológicos da avaliação.Instrumentos de medida e avaliação
usados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA –
LUCKESI, Carlos Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos eproposições.
16.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
DEMO, Pedro.Avaliação qualitativa. 8.ed. São Paulo: Autores Associados, 2005.
LUDKE, Menga. A Questão dos Ciclos na Escola Básica. Pátio, Porto Alegre, ano 3, n.
12, fev/abr. 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL.
Parâmetros curriculares
MEC/SEF/SEESP, 1999.
nacionais:
adaptações
curriculares.
Brasília:
FREITAS, Luiz Carlos de; SORDI, Mara Regina Lemes de (org.). Avaliação Educacional:
Caminhando pela contramão. São Paulo: Vozes, 2009.
FREIRE, Madalena. Observação, registro, reflexão. Instrumentos Metodológicos I. Série
Seminários. 1 ed. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996.
GRÉGOIRE, J.; et.al. Avaliando as aprendizagens – os aspectos dapsicologia
cognitiva. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de
contas. 6. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
DISCIPLINA: TEORIAS CURRICULARES
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Teorias que norteiam o tema organização escolar e o currículo. Estrutura organizacional do
sistema nacional de educação. Níveis e modalidades de ensino da Educação Básica. Projeto
127
Político Pedagógico. A teoria curricular e os aspectos da ideologia, da cultura e do poder. O
currículo e os ritos de exclusão. PCNs; Propostas curriculares : estadual e municipais. A
avaliação curricular. O currículo e as identidades sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
APPLE, Michael. Ideologia e Currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
HERNÁNDEZ, Fernando e Ventura, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto
político pedagógico elementos metodológicos COLL, C. Psicologia e Currículo. São Paulo:
Ática, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALTHUSSER, L. Ideologia e Aparelho Ideológico de Estado. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
APPLE, M. W. Educação e Poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
BRASIL. SECRETARIA DE EDUCACãO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares
nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: introdução aos parâmetros
curriculares nacionais: introdução. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PEREIRA, Júlio Emílio Diniz. Formação de Professores: pesquisas, representações e
poder. 2.ed. : Autêntica, 2006. 167 p. (Coleção Trajetória).
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteudo;
método no processo pedagógico. 3.ed. Campinas: Autores Associados, 2000. (Coleção
Educação Contemporânea).
DISCIPLINA: LITERATURA INFANTIL
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Estudo de aspectos teórico-práticos da literatura infantil, perpassando pela sua trajetória
histórica, sua importância para o desenvolvimento emocional e consciência de mundo das
crianças, as formas de utilização dos diversos gêneros textuais na alfabetização e letramento
128
das crianças e a educação literária na escola como meio importante à formação do
leitor/criança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. 5.ed. São Paulo: Scipione,
2006 - (Pensamento re Ação no Magistério)
CUNHA, Maria Antonieta A. Literatura Infantil - teoria e prática.18. ed. São Paulo: Ática, 2006.
LAJOLO, Marisa & ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil Brasileira: História e Histórias. 6.
Ed. São Paulo: Ática, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos contos de fada.Trad. Arlene caetano. Ri de Janeiro:
Paz e terra, 1980.
CUNHA, Maria Antonieta A. Mergulhando na Leitura Literária-proposta de experiências para o
ensino fundamental – v1 e v2. Belo Horizonte:SEE/MG, 2002.
MEC, Brasil. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa –Vamos brincar de reinventar
histórias. Secretaria de Educação Básica- Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Ano 3v.4, Brasília, 2012.
MEC, Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Secretaria de Educação
Fundamental: Brasília, 1997.
DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: LIBRAS
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Contexto histórico da Língua de Sinais no Brasil. Aspectos legais que reconhecem a LIBRAS
como língua. Conceituação e estruturação da língua de sinais – LIBRAS. A importância da
LIBRAS para o surdo. Sistema de classificação da LIBRAS e classificadores. Principais
parâmetros da LIBRAS: alfabeto manual, pronomes, substantivos, verbos e construção frasal;
numerais ordinais e cardinais; quantidade; sistema monetário; calendário (noção de tempo);
formas geométricas e orientação espacial no emprego da LIBRAS. O processo de formação
de palavras na LIBRAS.
129
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myr na. LIBRAS em contexto - Curso Básico: Livro do Professor.
4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS, 2005.
QUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos.
Artmed: Porto Alegre, 2004.
FERNANDES, Eulália. Linguagem e surdez. Porto Alegre. Editora Artmed, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PIMENTA, Nelson. Coleção aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. III Avançado,
2001.
PIMENTA, Nelson. Coleção aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, volume IV
Complementação, 2004.
SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. São Paulo: Paulinas,
2006.
PIMENTA, Nelson. Coleção aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. I e II
Intermediário, 2000.
STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Ed. da UFSC,
2008.]
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ÉTNICO RACIAL
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Tratar os conceitos de etnia, raça, racialização, identidade, diversidade, diferença.
Compreender os grupos étnicos “minoritários” e processos de colonização e póscolonização. Políticas afirmativas para populações étnicas e políticas afirmativas específicas
em educação. Racismo, discriminação e perspectiva didático-pedagógica de educação antiracista. Currículo e política curriculares. História e cultura étnica na escola e itinerários
pedagógicos. Etnia/Raça e a indissociabilidade de outras categorias da diferença. Cultura e
hibridismo culturais. As etnociências na sala de aula. Analisar as relações socioculturais e
étnico-raciais no Brasil a partir de aspectos econômicos e políticos. Educação e Direitos
Humanos – Lei nº 10.639/2003. A educação infantil e a educação para as relações étnicoraciais. Um olhar para as questões étnico-raciais no Ensino Fundamental e Médio. Debate
sobre as ações educativas de combate ao racismo, à discriminação racial e promoção da
130
igualdade social, fortalecendo a cidadania e a equidade de direitos em nosso país e no
mundo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GADOTTI, Moacir. Diversidade cultura e educação para todos. Rio de Janeiro: Graal,
1992.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para
o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília: MEC / SEPPIR, 2004.
34 p..
TEIXEIRA, Beatriz de Bastos et al . Democracia na Escola: Guia de Estudos n.2.. Belo
Horizonte: PROCADFase Escola SagaranaSEE, 2001. v.2. 86 p..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. MEC. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural e orientação
sexual: temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1997. v.10.
BRASIL. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, 2004.
GANDIM, Danilo. A Prática do Planejamento Participativo: na educação e em outras
instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e
governamental. 12.ed. Petropólis: Vozes, 2004.
MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o Racismo na Escola. Brasília: Ministério da
educação, Secretária da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.
SAVIANI, Demeval, 1944-. Escola e democracia: teorias da educação: curvatura de vara:
onze teses sobre a educação política. 33. Campinas: Autores Associados, 2000. (Coleção
Polêmicas do Nosso Tempo, 5).
DISCIPLINA: POLÍTICAS E ADMINISTRAÇÃO DOS SISTEMAS EDUCACIONAIS
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Estudo das temáticas relativas à gestão de sistemas de ensino e administração pública, à
prestação de serviços públicos que assegurem o direito à educação, às políticas e à
administração do sistema federal, estadual e municipal de ensino, à avaliação e ao
131
financiamento da educação básica. Estudos sobre a interface entre gestão e subjetividades
e, por fim, relativas ao papel das instituições no ciclo de políticas educacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERMEVAL, Saviani. Política e Educação no Brasil: O papel do Congresso Nacional E da
Legislação de Ensino, 4 ed, São Paulo: Autores Associados, 1999.
________________. Da nova LDB ao novo Plano Nacional de Educação: Por uma outra
política Educacional. 3 ed, São Paulo: Autores Associados, 2000.
SOUZA, Paulo Nathanael Pereira de e SILVA, Eurides Brito da. Como entender e aplicar a
nova LDB: Lei n° 9.394/96. São Paulo: Pioneira, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. A nova LDB ranços e avanços. 19 de.. São Paulo: Papirus, 1997.
DERMEVAL, Saviani. A Nova lei da educação: Trajetórias, limites e perspectivas. 7 ed. São
Paulo: Autores Associados, 2001.
_________________. Educação Brasileira: Estrutura e Sistema. 8 ed., São Paulo: Autores
Associados, 2000.
GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagogia Brasileira. 7 ed., São Paulo: Ática.
LIBÂNEO, Jose Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico social dos
conteúdos. 15. ed. São Paulo: Loyola, 1998. (Coleção Educar).
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISONADO I: INTRODUÇÃO AO CAMPO EDUCACIONAL
Carga Horária: 100 h/a
EMENTA:
Ementa: Análise de instituições educativas formais e não-formais. Análise do projeto políticopedagógico de instituições escolares. Competências e habilidades necessárias à formação de
professores para atuar na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Reflexão
sobre as práticas educativas. A instituição escolar: espaço, tempo e sujeitos. A formação do
professor da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental.
132
SEXTO PERÍODO
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Leitura, escrita e oralidade como prática social, vista na perspectiva do continuum tipológico.
Conceitos e mitos do letramento e sua relação com a alfabetização e com as práticas
escolares e não escolares. Processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, nas
áreas da morfologia, fonética, fonologia, semântica, sintaxe e pragmática, por meio do estudo
das diversas teorias e modelos existentes. Abordagem dos distúrbios da linguagem. Estudo,
análise, pesquisa e organização de elementos que caracterizam a construção e a apropriação
dos processos de produção e interpretação textuais, em seus vários sistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. 8 ed. Campinas: Pontes, 2004.
KOCH, Ingedore Villaça. A Inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2007.
GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. 15 ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional - LDB. Lei nº 9.394. Brasília,
1996.
CEREJA, William Roberto. Gramática: texto: reflexão e uso. São Paulo: Saraiva, 1998
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coerência textual. 8.ed. São Paulo: Contexto, 1998.
(Repensando a Língua Portuguesa).
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita.
11.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
VYGOTSKY, Lev S. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Trad. Maria da Penha
Villalobos. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1998.
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA
Carga Horária: 66,6 h
133
EMENTA:
O conhecimento matemático na sua relação metodologia/conteúdos específicos nos Anos
Iniciais do Ensino Fundamental. Numa perspectiva de construção do conhecimento discute o
aprender e ensinar matemática e os objetivos gerais do ensino de matemática tendo em
vista a didática da matemática e os PCN’s. Planejamento, Aplicação e Avaliação dos
projetos de Ensino da Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAMII, Constance. A criança e o número. São Paulo: Papirus,2000.
ROSANETO, Ernesto. Didática da Matemática. 11.ed. reimp. São Paulo: Ática, 2003.
SILVA, Mônica Soltau da. Clube da Matemática. São Paulo: Papirus, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/ SEF, 1997.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: conhecimento de mundo.
Brasília: MEC/ SEF, 1998. Vol 3.
CARRAHER, Terezinha; SCHLIEMAN, Ana Lúcia; CARRAHER, David Na vida dez, na
escola zero. 10.ed. São Paulo: Cortez, 1997.
DANTE, Luiz Roberto. Didática da Resolução de Problemas de Matemática: 1ª a 5ª séries.
12.ed. São Paulo: Ática, 2005.
SMOLE, Katia Stocco (Org). Ler, Escrever e Resolver Problemas: habilidades básicas para
aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DISCIPLINA: DIDÁTICA, PRÁTICAS E FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
História da Educação Infantil. Os direitos da criança e da mulher. Concepção de Infância.
Pensamento pedagógico infantil em Comênio, Rousseau, Pestalozi, Froebel, Decroly,
134
Montessori, Freinet, Piaget, Vygotsky e Wallon. Função Social da Educação Infantil: a
creche e a pré-escola. A criança de zero a seis anos: construção da identidade, da
linguagem, da motricidade e do pensamento. Organização do tempo/espaço na Educação
Infantil. A organização dos conteúdos e as metodologias de trabalho em: identidade e
autonomia, movimento, música, artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza e
sociedade, matemática. O cuidar, o brincar e educar nas práticas de rotina. Práticas
pedagógicas de caráter avaliativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAMOWICS, Anmete e WAJSKOP, Gisela. Creches: Atividades para Crianças de Zero a
Seis Anos. São Paulo: Moderna, 1995.
BASSEDAS, Eulália, HUGUET, Teresa, SOLÉ, Isabel. Aprender e Ensinar na Educação
Infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação. Referencial curricular nacional
para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERIZARA, Ana Beatriz. Educar e Cuidar: por onde anda a Educação Infantil? Perspectiva,
Florianópolis, v.
17, n. especial, p. 11
FARIA, Ana Lucia Goulart de. O coletivo infantil em creches e pré-escolas – fazeres e
saberes. São Paulo: Cortez, 2007.
KINNEY, Linda. Tornando visível a aprendizagem das crianças: Educação Infantil em
Reggio Emilia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez,
2005.
DISCIPLINA: PROJETO DE MONOGRAFIA
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Elaboração do planejamento teórico e metodológico do trabalho final do curso sob a
supervisão de um docente. Definição de projeto de pesquisa. Etapas conceituais para
elaboração do projeto de pesquisa: tema/ assunto, delimitação do tema, problematização,
objetivos, hipóteses, cronograma. Estrutura formal, aspectos gráficos e conteúdos (elementos
pré-textuais, textuais e pós- textuais). Orientações gerais. Projeto de pesquisa.
Desenvolvimento Início da redação da Monografia até o capítulo planejado.
135
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
Procedimentos Básicos, Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório; Publicações e Trabalhos
Científicos. São Paulo: Atlas, 2001.
HUHNE, Leda Miranda (Org.) Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de
Janeiro. Editora: AGIR, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis,
Editora: Vozes, 1997.
LUCKESI, cc. et. AL. Fazer universidade: uma proposta metodológica. Ed. Cortez. São
Paulo, 1997.
MARTINS, Rosilda Baron. Metodologia Científica: Como Tornar mais Agradável a
Elaboração de Trabalhos Acadêmicos. Curitiba: Juruá, 2010. 277
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 33.ed. Petropólis:
Vozes, 1986. 144 p.
DISCIPLINA: OFICINA LITERÁRIA: CONTOS E FÁBULAS
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
A leitura como prática desejante. A função psicopedagógica da prática infantil. O professor
como contador de histórias. Oficina Literária. Resgate da Cultura Brasileira através da
Literatura Infantil. O professor como leitor de textos literários e informativos. O
professor mediador da leitura. -O aluno leitor de literatura. Oficina de textos literários.
Projetos de ensino-aprendizagem interdisciplinares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAMOVITH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione.
CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: Teoria e Prática. São Paulo: Ática.
LAJOLO, Mariza & Zilberman, R. Literatura Infantil Brasileira : História e Histórias. São
Paulo: Ática. 1992.
136
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AGUIAR, V. et al. Era uma vez... na escola: formando educadores para formar leitores. Belo
Horizonte: Formato Editorial, 2001
CHAGAS, Célia Cristina Gonçalves das. O Ensino Aprendizagem da Língua Portuguesa
Para Crianças na Fase de Alfabetização Através da Literatura Infantil. São João del Rei:
[s/n], 2009. 34 p..
MELLO, Ana Maria Lisboa de; TURCHI, Maria Zaíra; SILVA, Vera Maria Tietzmann. Literatura
infanto-juvenil: prosa & poesia. Goiânia: UFG, 1995.
SOARES, Magda Becker. A escolarização da Literatura Infantil e Juvenil. In: EVANGELISTA,
Aracy, BRINA, Heliana, MACHADO, Maria Zélia (orgs.). A escolarização da Leitura
Literária: O Jogo do Livro Infantil e Juvenil. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2005.
DISCIPLINA:PESQUISA EM EDUCAÇÃO: CONCEITOS E METÓDOS
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Construção do conhecimento: senso comum ao conhecimento científico. A ciência e seu
desenvolvimento ao longo do
tempo. A pesquisa científica e a pesquisa educacional. O
papel do pesquisador em educação. Principais métodos da pesquisa em educação.
Trabalhos Científicos:
resenha crítica, resumo-crítico, fichamento, artigo científico,
relatório, monografia, Ensaio, Etapas do Trabalho Científico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDERY, Maria Amalia. Para Compreender a Ciência, 12.ed. cidade Garamond, 2003.
LÜDKE, Menga; André, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.
São Paulo: EPU, 1986.
GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: Teoria e Prática. São Paulo: Harbra, 1979.
BIBLIGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHALMERS, A. F. O que é Ciência afinal? Tradução de Raul Filker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
137
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis,
Editora: Vozes, 1997.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
Procedimentos Básicos ,Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório; Publicações e Trabalhos
Científicos. São Paulo: Atlas, 2001.
HUHNE, Leda Miranda (Org.) Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de
Janeiro. Editora: AGIR, 1997.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ª ed. rev. e ampl. São
Paulo: Cortez, 2000.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: EDUCAÇÃO INFANTIL
Carga Horária: 100h/a
EMENTA:
Discussão fundamentada e contextualizada de situações de ensino e aprendizagem na
Educação Infantil. Envolvimento do estagiário no trabalho pedagógico da escola/instituição
campo, tornando possível a análise do seu “fazer pedagógico”, bem como o exercício da
função docente. Elaboração de oficinas. Regência em turmas de Educação Infantil da região.
Relato de experiências. Registro formal de todo o processo (elaboração do Relatório das
atividades realizadas).
SÉTIMO PERÍODO
DISCIPLINA: CURRÍCULO, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO
ENSINO FUNDAMENTAL
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Currículo e Legislação. Conteúdos e métodos das propostas curriculares para as séries
iniciais do ensino fundamental e sua relação com a diversidade cultural. A
interdisciplinaridade como superação da fragmentação curricular. Planejamento curricular e
seleção dos conteúdos, metodologia do trabalho, organização do espaço e tempo.
Avaliação: Dimensões da avaliação no processo de ensino e aprendizagem.
138
Relacionamento da avaliação escolar e a função social da escola. Instrumentos de
avaliação. Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Parâmetros curriculares
MEC/SEF/SEESP, 1999.
nacionais:
adaptações
curriculares.
Brasília:
HERNÁNDEZ, Fernando e Ventura, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto
político pedagógico elementos metodológicos COLL, C. Psicologia e Currículo. São Paulo:
Ática, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, Celso. Novas Maneiras de Ensinar Novas Formas de Aprender. Porto Alegre:
Artmed, 2002. 172 p.
ANTUNES, Celso. Trabalhando Habilidades: construindo idéias. São Paulo: Scipione, 2004.
79 p. (Pensamento e ação no magistério).
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: 1ª a 4ª série do ensino. Brasília: MEC/SEF,
1997.de elaboração e realização. São Paulo: Libertad, 2006.
RABELO, Edmar Henrique. Avaliação: novos rumos, novas práticas. 7.ed. Petropólis: Vozes,
2004. 144 p
SANTANA, Rosângela de Andrade. Alguns Caminhos para uma Aprendizagem
Significativa nas Séries Iniciais no Ensino Fundamental. São João Del Rei: [s.n], 2008. 33
p
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA GEOGRAFIA
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Constituição e fundamentos da Geografia Humana. Definições e objetos da Geografia. A
Geografia como ciência social. Conceitos-chave: espaço, lugar, território, paisagem e região.
A relação sociedade-espaço e a organização espacial. Globalização e fragmentação:
139
tendências espaciais na atualidade. O lugar no mundo globalizado. A dimensão espacial do
cotidiano. Temas transversais (Meio Ambiente), Matrizes Curriculares de geografia para o
Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARLOS, A. F. A. O lugar no/do mundo. São Paulo: Hucitec , 1996.
CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C. da C; CORRÊA, R. L. (Orgs.). Geografia: conceitos e
temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARROS, N. C. de. Geografia Humana: uma introdução a sua história. Recife: Edufpe, 1996.
BRASIL. SECRETARIA DE EDUCACãO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares
nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: geografia. Brasília: MEC/SEF,
1998
GREGORY, D., SMITH, G. MARTIN, R. Geografia humana: sociedade, espaço e ciência
social. São Paulo: Zahar, 1996.
LEÃO, Vicente de Paula. O Uso da Mídia no Ensino da Geografia na Educação Básica .
Belo Horizonte: Dep. de Geografia UFMG, 2003.
Oliveira, Ariovaldo Umbelino de . (et al.)OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de . Para onde vai o
ensino de Geografia?. São Paulo: Contexto, 2005. 144 p. Titulo original: Para onde vai o
ensino da Geografia?. (Repensando o ensino).
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA HISTÓRIA
Carga horária: 66,6 h
EMENTA:
Estudo das diferentes formas de transmissão do conhecimento e da cultura do ensino de
História. Características da História como disciplina escolar para o Ensino Fundamental, na
atualidade. Estrutura do saber histórico escolar através do sujeito, o fato, as fontes e o
tempo histórico. Conhecimento do PCN e da Matriz Curricular de História para o Ensino
Fundamental e suas relações com os Temas Transversais e a Cultura Afro-descendente.
140
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. MEC. Parâmetros curriculares nacionais: história e geografia. Brasília: MEC/SEF,
1997. V. 5.
PENTEADO, Heloísa Dupar. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo:
Cortez, 1991.
SCHMIDT, Dora. Historiar: fazendo, contando e narrando a história. São Paulo: Scipione,
2001. V.4.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRA, Marcelo. História e geografia: Brasil: meu mundo maior: uma abordagem
histórica e crítica. Fortaleza: Tropical Editora, 1998. v. 4.
MONTELLATO, Andréa Rodrigues Dias. História temática: tempos e cultural: 5ª série. São
Paulo: Scipione, 2000. v.1.
MONTELLATO, Andréa Rodrigues Dias. História temática: diversidade cultural e conflitos: 6ª
série. São Paulo: Scipione, 2000. v.2.
PILETTI, Nelson. História e vida. 15.ed. São Paulo: Ática, 2000.
VEIGA, C. G.; FONSECA, T. N. L. (org.) História e historiografia da educação no Brasil.
Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS NATURAIS
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA:
Fundamentos do ensino de Ciências. Caracterização da área de Ciências Naturais no
currículo escolar. O ensino de Ciências e a escola. Projetos interdisciplinares e de ensinoaprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, M. C. C.; NIGRO, R. G. Didática das ciências. O ensino-aprendizagem como
investigação. São Paulo: FTD, 1999.
CHALMERS, A. F. O que é Ciência afinal? Tradução de Raul Filker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
141
WEISSMANN, HILDA. Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre:
Artmed, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. CENTRO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E CULTURAL.
Ensinar Ciências na Escola: da Educação Infantil à quarta série. São Carlos: USP, 2005.
UM A MAIS.
VALVERDE, A. et al. Ciência e Tecnologia em debate. São Paulo: Moderna, 2.ed., 1998.
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
DELIZOICOV, D. & ANGOTTI, J. A Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez,
1991.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J.A. & PERNAMBUCO, M.M. Ensino de Ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
REIGOTA, M. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 1995. Livros de
Ciências indicados para as séries iniciais.
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS DE PESQUISA I
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA
Construção do conhecimento: senso comum ao conhecimento científico. A ciência e seu
desenvolvimento ao longo do tempo. A pesquisa científica e a pesquisa educacional. O
papel do pesquisador em educação. Trabalhos Científicos: Resenha Crítica, Resumo-crítico,
Fichamento, Artigo Científico, Relatório, Monografia, Ensaio, Dissertação, Tese, Etapas do
Trabalho Científico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDERY, Maria Amalia. Para Compreender a Ciência, 12.ed. cidade Garamond, 2003.
LÜDKE, Menga; André, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: Teoria e Prática. São Paulo: Harbra, 1979.
142
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHALMERS, A. F. O que é Ciência afinal? Tradução de Raul Filker. São Paulo:
Brasiliense, 1993.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis,
Editora: Vozes, 1997.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
Procedimentos Básicos ,Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório; Publicações e Trabalhos
Científicos. São Paulo: Atlas, 2001.
HUHNE, Leda Miranda (Org.) Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de
Janeiro. Editora: AGIR, 1997.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ª ed. rev. e ampl. São
Paulo: Cortez, 2000.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: ENSINO FUNDAMENTAL
Carga Horária: 100h/a
EMENTA:
Discussão fundamentada e contextualizada de situações de ensino e aprendizagem nos anos
iniciais do ensino fundamental. Envolvimento do estagiário no trabalho pedagógico da
escola/instituição campo, oportunizando a análise do seu “fazer pedagógico”, bem como o
exercício da função docente. Elaboração de oficinas. Regência em turmas nos anos iniciais
do ensino fundamental. Relato de experiências. Registro formal de todo o processo
(elaboração do Relatório das atividades realizadas).
OITAVO PERÍODO
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Carga Horária: 66,6 h
143
EMENTA:
Políticas públicas na educação de jovens e adultos (EJA). Processos de ensinoaprendizagem com adultos. Teorias e programas para a educação de adultos e ao longo da
vida. Produção do conhecimento em contextos não escolares. Alfabetização de jovens e
adultos: Fundamentos teórico-metodológicos. A construção do projeto político-pedagógico
de EJA. Programas e alternativas metodológicas na área de EJA. Os novos suportes
técnicos-informacionais, a educação à distância em EJA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
APPLE, Michael W.. Ideologia e Currículo. 3.ed.. Porto Alegre: Artmed, 2006. 288 p.
BARBOSA, J.J. Alfabetização e Leitura. São Paulo: Cortez, 1990.
LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: ArtMed,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. SECRETARIA DE EDUCACãO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares
nacionais: terceiro e quarto ciclos de ensino fundamental: introdução aos parâmetros
curriculares nacionais: introdução. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 48.ed. São
Paulo: Cortez, 2006. 87 p.
FREIRE, Paulo. Educação & Atualidade Brasileira. 2.ed. São Paulo: Instituto Paulo Freire,
2001. 123 p.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37.ed.
São Paulo: Paz e Terra, 2008. (Coleção Leitura).
GIUSTINA, Osvaldo Della. Educação e Capacitação para o Trabalho: Administração e
Modelos Operacionais. 2.ed.. São Paulo: Lunardelli, 1981. 167p..
RESENDE, Graziela Maria. Educação de Jovens e Adultos um Desafio Possível. São
João Del Rei: [s.n], 2008. 31 p
DISCIPLINA: PROJETO PEDAGÓGICO
Carga Horária: 66,6 h
144
EMENTA:
Conceituação de projeto político pedagógico; suas dimensões e princípios orientadores; o
projeto pedagógico e a realidade local; trabalho coletivo na construção do projeto
pedagógico; articulação teoria e pratica na elaboração do projeto pedagógico; elementos
constitutivos do PPP: diagnóstico da unidade escolar, pressupostos norteadores do trabalho
pedagógico e Plano de Ação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, Pedro. A LDB. Ranços e Avanços. Campinas: São Paulo: Papirus, 2006
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabre. Educação
Escolar: políticas, estrutura e organização. 2.ed. São Paulo:
Cortez,2000.
SOUZA, Paulo N.P. de; Silva. E.B. Como Aprender a Aplicar a Nova LDB. São Paulo:
Pioneira,1997
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GANDIN, Danilo; GANDIN, Luís Armando . Temas para um projeto politico pedagógico. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. 176.b
MAIA, Benjamim Perez; COSTA, Margarete Terezinha de Andrade. Os desafios e as
superações
na
construção
coletiva
do
Projeto
Político
Pedagógico. Curitiba:Ibpex,2011.
PIMENTA, Selma. G. A construção do Projeto Pedagógico na Escola de 1º grau. São
Paulo: Idéias (FDE), 1992
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto pedagógico. 14. ed. São Paulo: Libertad, 2005. 205.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma
construção possível. 11. ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. 192 (Magistério: Formação e
Trabalho Pedagógico).
DISCIPLINA: DIDÁTICA E FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Carga Horária: 66,6 h
EMENTA
A disciplina busca discutir e analisar os aspectos relativos ao desenvolvimento da Educação
Física na Educação Infantil e Ensino Fundamental e as abordagens pedagógicas que devem
permear o trabalho do professor nos diferentes níveis; busca também abordar os aspectos
didáticos e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em relação à Educação Física;
Refletir sobre Corpo e Corporeidade; Conhecer as abordagens pedagógicas da Educação
Física Escolar e suas implicações práticas; Recursos e metodologias de trabalho em
Educação Física e Avaliação e Educação Física
145
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DARIDO, S. C. Educação Física
Janeiro:Guanabara Koogan, 2003.
na
Escola:
Questões
e
Reflexões.
Rio
de
_________; RANGEL, I. C. A. Educação Física na Escola:Implicações para Prática
Pedagógica.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005.
MATTOS, M. G.;NEIRA, M. G. Educação Infantil: Construindo o Movimento na Escola. São
Paulo: Phorte, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394, de 20 de dezembro de
1996.
_______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacional. Brasília, 1997.
_______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacional: Educação Física (1ª a 4ª séries - 5ª a 8ª séries).
Brasília, 1997.
DAMIANO, Gilberto Aparecido (Org.); PEREIRA, Lucia Helena Pena (Org.) ; OLIVEIRA,
Wanderley Cardoso (Org.). Corporeidade e educação: tecendo sentidos.1. ed. São Paulo:
Cultura Acadêmica Editora, 2010
GARCIA, Regina Leite ( Org.) O corpo que fala dentro e fora da escola. Rio de Janeiro: DP
& A, 2002.
MOREIRA, Wagner Wey e SIMÕES, Regina. Educação Física, corporeidade e motricidade:
criação de hábitos para a Educação e para a pesquisa. In: De Marco, A. (Org.) Educação
Física: Cultura e Sociedade. Campinas-SP: Papirus, 2006.
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS DE PESQUISA II
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
Construção do conhecimento: senso comum ao conhecimento científico. A ciência e seu
desenvolvimento ao longo do tempo. A pesquisa científica e a pesquisa educacional. O
papel do pesquisador em educação. Trabalhos Científicos: Resenha Crítica, Resumo-crítico,
Fichamento, Artigo Científico, Relatório, Monografia, Ensaio, Dissertação, Tese, Etapas do
Trabalho Científico.
146
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDERY, Maria Amalia. Para Compreender a Ciência, 12.ed. cidade Garamond, 2003.
LÜDKE, Menga; André, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: Teoria e Prática. São Paulo: Harbra, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHALMERS, A. F. O que é Ciência afinal? Tradução de Raul Filker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis,
Editora: Vozes, 1997.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
Procedimentos Básicos ,Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório; Publicações e Trabalhos
Científicos. São Paulo: Atlas, 2001.
HUHNE, Leda Miranda (Org.) Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de
Janeiro. Editora: AGIR, 1997.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ª ed. rev. e ampl. São
Paulo: Cortez, 2000.
DISCIPLINA: EDUCAÇAO AMBIENTAL
Carga Horária: 33,3 h
EMENTA:
A questão ambiental e a educação. Educação Ambiental. Princípios e objetivos da Educação
Ambiental. A educação como fator de defesa do patrimônio natural/cultural. Meio ambiente
considerado em sua interdependência entre os meios natural, socioeconômico e cultural, sob
o enfoque da sustentabilidade. Planejamento Ambiental. Impacto Ambiental. Conservação e
valorização ambiental. Emergência do Paradigma Ambiental. Análise das tendências em
educação ambiental voltada para o ensino infantil e Fundamental. Principais conferências
sobre meio ambiente e diversidade. Indicativos internacionais, nacionais e locais para a
Educação Ambiental (EA); os marcos teóricos da Educação Ambiental ética, interdisciplinar e
transversal; a biodiversidade sócio-ambiental; a transversalidade e o lugar do educador
ambiental no contexto de uma educação pós-moderna; prática docente e a Educação
Ambiental; atividades e materiais didáticos em Educação Ambiental; Educação ambiental e
formação de professores.
147
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIGOTA, M. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 1995. Livros de
Ciências indicados para as séries iniciais.
VEIGA, José Elida. Meio Ambiente e Desenvolvimento. 3.ed.rev.. São Paulo: SENAC,
2006. 182 p. (Meio Ambiente - 5).
VERNIER, Jacques. O Meio Ambiente. 9.ed. São Paulo: Papirus, 2007. 132 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio
Ambiente e Saúde, Temas Tranversais. Brasília: MEC SEF, v.9. 1997.
CRUZ, Andréa Zampieri. Lazer e Ecoturismo como Ferramentas da Educação Ambiental
em São João del Rei. São João del Rei: [s.n], 2006.
GUIMARÃES, Mauro. A Dimensão Ambiental na Educação. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
OLIVEIRA, Thayane Neves de. Educação ambiental na escola e práticas docentes dos
profissionais que lecionam Geografia na rede escolar estadual da cidade de São João
del Rei. São João del Rei: [s.n], 2005. 39 p.
SOUZA, Adriana Aparecida Giarola. A Educação Ambiental e o Lixo: Uma Proposta de
Trabalho de Geografia no Ensino Fundamental. São João Del Rei : [s.n], 2007.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: GESTÃO EDUCACIONAL
Carga Horária: 100 horas/a
EMENTA:
Planejamento e execução de atividades práticas relacionadas ao processo de pesquisa do
estudante; projetos educativos ou atividades didáticas.
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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE