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Sua igreja está participando
Seminário de Enriquecimento Espiritual e da Jornada dos
5 a 12 do
de julho
40 Dias com Deus? Aproveite a oportunidade. Escolha uma pessoa e diga a ela: "Estou
orando por você."
Sábado à tarde
Ano Bíblico: Sl 119
Domingo
VERSO PARA MEMORIZAR:
O Filho do Homem
"O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em
resgate por muitos" (Mc 10:45).
"Filho do Homem" foi a designação favorita de Jesus para Si mesmo. Ele a mencionou
mais de oitenta vezes. Outras pessoas nunca Se dirigiram a Ele usando essa expressão.
Certamente, Ele escolheu essa designação especial para Si mesmo com um propósito em
mente.
Essa expressão idiomática era comum no Antigo Testamento. Com apenas uma exceção,
ela sempre se referia a um ser humano. Assim, Jesus a usou para enfatizar Sua
humanidade.
Leituras da Semana:
Mt 24:30; Dn 7:13, 14; Mt 11:27; Lc 5:17-26; Jo 8:58; Mt 20:28
Depois de mais de dois anos de ministério público, Jesus perguntou aos discípulos: "Quem
diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mt 16:13). Para eles, não foi difícil relatar o que tinham
ouvido das pessoas sobre Jesus. No entanto, a pergunta seguinte de Jesus foi mais
desafiadora: "E vós, quem dizeis que Eu Sou?" (Mt 16:15, ARC). Agora, a questão se tornou
pessoal. Jesus não perguntou qual era a opinião deles sobre Sua aparência externa ou
sobre Seus traços de caráter. Em vez disso, Sua pergunta focalizou a essência do próprio
ser de Jesus. Ela exigia que os discípulos expressassem sua convicção e fé individual.
A Bíblia apresenta Jesus como ser humano. Ele nasceu como um bebê, cresceu como uma
criança ("em sabedoria, estatura e graça" [Lc 2:40, 52]), e teve irmãs e irmãos (Mt 13:55,
56). Ele comeu (Mt 9:11), dormiu (Lc 8:23), ficou cansado (Jo 4:6), sentiu fome e sede
(Mt 4:2; Jo 19:28). Também experimentou tristeza e angústia (Mt 26:37).
Para o observador casual, Jesus parecia ser um homem comum que caminhava entre as
pessoas na multidão. Muitos de Seus contemporâneos não reconheceram nEle nada mais
do que um homem (Jo 7:46). As pessoas O trataram como uma delas. Riram dEle (Lc
8:53), criticaram-nO (Mt 11:19), espancaram-nO e O ridicularizaram (Lc 22:63). Para elas,
Jesus era apenas outro ser humano.
Mais cedo ou mais tarde, todos têm que responder a essa mesma pergunta. Cada um tem
que determinar quem é Jesus. Não adianta repetir o que as outras pessoas dizem ou
acreditam. A resposta deve ser genuinamente nossa crença pessoal. E, claro, o destino de
cada ser humano depende dessa resposta.
Infelizmente, não conseguiram perceber que há algo mais a ser encontrado nesse título.
De acordo com Daniel 7:13, 14, "um como o Filho do Homem" "vinha com as nuvens do
céu" "ao Ancião de dias" e recebeu domínio eterno, a glória e o reino. Os judeus
identificavam esse Filho do Homem com o Messias. Assim, quando Jesus usou esse título,
Nesta semana, estudaremos a resposta com base no que o próprio Jesus disse e fez. Nosso
objetivo será chegar, pela fé, na mesma resposta de Pedro: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus
vivo" (v. 16).
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estava revelando, de forma parcialmente encoberta, que Ele era o Messias prometido, o
Cristo encarnado.
2. O que os seguintes textos revelam sobre a perfeita unidade do Pai e do Filho?
Mt 11:27; Jo 3:35; 5:17; 10:30
1. Leia Mateus 24:30; 25:31; 26:64. Que elementos nas palavras de Jesus
registradas nesses versos lembram Daniel 7:13, 14?
A completa unidade entre Jesus e o Pai inclui perfeito conhecimento um do outro: unidade
da vontade, propósito e objetivos. Além disso, inclui a unidade da natureza. O Filho e o Pai
são duas Pessoas ("Eu e o Pai"), mas da mesma natureza ("somos um"), fato enfatizado
pelo pronome neutro um (compare com 1 Coríntios 3:8).
Por que é tão importante saber que Jesus era plenamente humano? Que implicações Sua
plena humanidade tem para nossa salvação e para nossa vida diária, especialmente em
nossas batalhas com a tentação e o pecado?
No entanto, temos que estar cientes de que, por ter Ele vindo ao mundo para viver como
homem, enquanto esteve aqui, Cristo voluntariamente Se sujeitou ao Pai (Fp 2:6-8). Essa
limitação foi funcional, mas não fazia parte de Sua essência. Jesus Se subordinou para um
propósito específico, um objetivo específico.
Participe do projeto "Reavivados por Sua Palavra": acesse o site
http://reavivadosporsuapalavra.org/
Com esse conceito em mente, podemos
Topo entender por que Jesus disse: "O Filho nada pode
fazer de Si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai" (Jo 5:19). "Não procuro a
Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me enviou" (Jo 5:30). A partir desse ponto de
vista funcional, Ele pôde dizer: "O Pai é maior do que Eu" (Jo 14:28).
Segunda
Ano Bíblico: Sl 135–139
Jesus era plenamente divino e plenamente humano. O que essa verdade nos diz sobre a
estreita ligação entre o Céu e a Terra? Como você se sente diante desse fato?
O Filho de Deus
Terça
O título "Filho de Deus" foi usado não apenas por Gabriel (Lc 1:35), mas também por várias
pessoas ao se dirigirem a Jesus (Mt 14:33; Mc 15:39; Jo 1:49; 11:27). Ele aceitou esse
título, mas foi muito cuidadoso para não aplicá-Lo diretamente a Si mesmo, para que não
fosse apedrejado. No entanto, a Bíblia revela de diferentes formas Seu relacionamento
especial com o Pai.
Ano Bíblico: Sl 140–144
Natureza divina de Cristo – Parte 1
Em Seu batismo, o Pai reconheceu Jesus como Seu Filho (Mt 3:17), assim como na
transfiguração (Mt 17:5).
A divindade de Cristo é o fundamento da nossa fé. Um ser humano jamais poderia ser
nosso salvador, não importando quão extraordinária sua vida tenha sido. Ao longo do
Novo Testamento, temos evidência de Sua divindade. Focalizaremos o que o próprio Jesus
ensinou sobre esse assunto.
O relacionamento entre o Pai e o Filho é único. Cristo é o único Ser no universo que
desfruta esse tipo de relacionamento, porque Ele é da mesma natureza que o Pai. Como
cristãos, temos o privilégio de nos tornarmos, por adoção, filhos de Deus. Mas Jesus sempre
foi, é e será o Filho de Deus.
Em primeiro lugar, para Jesus não era uma questão simples explicar quem Ele era. A
missão do Salvador exigia tornar conhecido que Ele era o Messias, Deus encarnado. No
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entanto, não há registro de alguma declaração pública Sua dizendo: "Eu Sou Deus" ou "Eu
Sou o Messias". Se Ele tivesse feito isso, Sua vida poderia ter sido abreviada. Por isso, Ele
preferiu dar a entender Sua natureza divina e, indiretamente, levou Seus ouvintes a
conhecer Sua divindade.
Jesus declarou e demonstrou que tinha o mesmo poder do Pai para vencer a morte.
"Assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a
quem quer" (Jo 5:21). Somente Deus pode afirmar: "Eu Sou a ressurreição e a vida" (Jo
11:25).
Enquanto Jesus gradualmente revelava Sua natureza divina, a maioria de Seus ouvintes O
compreendia, mas Se recusava a aceitar Sua alegação, porque ela não se encaixava com
suas ideias sobre o Messias. Isso é evidente pela sua pergunta: "Até quando nos deixará em
suspense? Se é você o Cristo, diga-nos abertamente" (Jo 10:24, NVI). Infelizmente, o
contexto mostra que a pergunta não foi sincera.
Como vimos ontem, Jesus fez muitas referências ao Seu relacionamento com o Pai. Esse foi
um dos métodos que Ele usou para revelar Sua divindade. Muitos entenderam claramente
que, quando Ele disse que Deus é Seu Pai, Ele estava fazendo-Se igual a Deus (Jo 5:18).
Outra indicação clara de Sua divindade é encontrada em Sua declaração de preexistência.
Ele desceu do Céu (Jo 3:13) porque o Pai O enviou (Jo 5:23). Então, mais uma vez, Jesus
reafirmou Sua preexistência: "Agora, glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que
Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo" (Jo 17:5).
4. Por que João 8:58 é uma das declarações mais diretas e profundas de Jesus
sobre Sua divindade? Leia também Êx 3:13, 14.
Em contraste com Abraão, que passou a existir, que é o significado literal da raiz grega
ginomai, traduzida aqui como "existisse", Jesus anunciou a Si mesmo como o Ser
autoexistente. Ele não apenas existia antes do nascimento de Abraão, mas existe
eternamente. A expressão "Eu Sou" implica existência contínua. Além disso, "Eu Sou" é o
título do próprio Senhor [Yahweh] (Êx 3:14). Os líderes entenderam, inequivocamente,
que Jesus afirmou ser o "Eu Sou" revelado na sarça ardente. Para eles, Ele era culpado de
blasfêmia e por isso "pegaram em pedras para atirarem nEle" (Jo 8:59).
3. Leia Lucas 5:17-26. De que maneira muito poderosa Jesus revelou Sua
divindade, sem dizer isso abertamente?
"Nada menos que o poder criador era necessário para restituir a saúde àquele corpo
decadente. A mesma voz que comunicou vida ao homem criado do pó da terra, transmitiu-a
ao moribundo paralítico" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 269, 270).
Jesus reivindicou a prerrogativa divina de perdoar pecados. Ele também disse que "Se
assentará no trono da Sua glória" (Mt 25:31) a julgar todas as nações, decidindo o destino
eterno de cada pessoa, algo que repousa unicamente na autoridade de Deus. Que mais Ele
poderia ter feito aqui na Terra para revelar quem Ele realmente era?
Os evangelhos mostram que Jesus, sem mostrar desaprovação, aceitou a adoração de
outras pessoas. Ele sabia muito bem que, de acordo com as Escrituras, somente Deus
merece a adoração do homem, pois Ele disse a Satanás: "Está escrito: Ao Senhor, teu
Deus, adorarás, e só a Ele darás culto" (Mt 4:10). Portanto, ao aceitar a adoração de
outros, Ele estava revelando Sua divindade. Os discípulos no mar (Mt 14:33), o cego
curado (Jo 9:38), as mulheres junto ao túmulo de Jesus (Mt 28:9) e os discípulos na
Galileia (Mt 28:17): todos O adoraram abertamente, reconhecendo Sua divindade. As
palavras de Tomé a Jesus: "Senhor
Topo
meu e Deus meu!" (Jo 20:28) não teriam sido
proferidas por um judeu naquela época, a menos que ele entendesse claramente que
estava falando com Deus.
Acaso, os insensíveis líderes judeus não deviam ser os guardiões espirituais do povo? Como
podemos ter certeza de que não estamos nos tornando duros de coração?
Quarta
Leia João 20:29. Quais são as coisas nas quais você acredita, embora não as tenha visto?
Quais são as implicações de sua resposta para a questão da fé?
Ano Bíblico: Sl 145–150
Natureza divina de Cristo – Parte 2
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Quinta
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Se tudo terminasse na sepultura, não teríamos nenhuma esperança, se não fosse o plano
da salvação. Como, então, podemos mostrar nossa gratidão a Deus pelo que Cristo fez por
nós?
Ano Bíblico: Pv 1–3
Missão de Cristo
Sexta
Depois de considerar quem foi Jesus, podemos entender melhor o que Ele veio fazer por
nós.
Satanás fez acusações contra Deus. A fim de enfrentar essas acusações, Jesus veio para
representar o caráter do Pai e para corrigir o falso conceito que muitos tinham desenvolvido
sobre a Divindade. Ele desejava que conhecêssemos Deus porque conhecê-Lo é
indispensável para ter vida eterna (Jo 17:3).
Ano Bíblico: 2Sm 11, 12
Estudo adicional
No entanto, precisamos de mais do que conhecimento para ser salvos. Precisamos que
Deus nos conceda um Salvador, que é precisamente o significado do nome de Jesus:
Yahweh é salvação (Mt 1:21). Jesus descreveu Sua missão em termos muito claros: "O Filho
do Homem veio buscar e salvar o perdido" (Lc 19:10). No Éden, o ser humano perdeu seu
relacionamento com Deus, perdeu sua santidade, seu lar e a vida eterna. Jesus veio para
restaurar tudo: Ele restabelece nosso relacionamento com o Pai (Jo 1:51), perdoa nossos
pecados (Mt 26:28), dá-nos exemplo de como viver (1Pe 2:21) e nos concede vida eterna
(Jo 3:16).
Leia, de Ellen G. White, SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 5, p.
1126-1128 [p. 1258-160, na edição em português]: "Divine-Human Saviour" [Salvador
Divino-Humano].
"Ao mesmo tempo em que a Palavra de Deus fala da humanidade de Cristo quando esteve
na Terra, também fala positivamente em Sua preexistência.
A Palavra existia como ser divino, a saber, o eterno Filho de Deus, em união e unidade
com Seu Pai. [...] O mundo foi feito por Ele "e, sem Ele, nada do que foi feito se fez' (Jo
1:3). Se Cristo fez todas as coisas, Ele existiu antes de todas as coisas. As palavras faladas
com respeito a isso são tão positivas que ninguém precisa ficar em dúvida.
Essencialmente, e no mais alto sentido, Cristo era Deus. Ele estava com Deus desde toda
a eternidade, Deus sobre todos, bendito para todo o sempre. O Senhor Jesus Cristo, o
divino Filho de Deus, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai"
(Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 247).
5. Como Jesus definiu a essência de Sua missão? Jo 10:11; Mt 20:28
Por que Jesus teve que morrer? Foi porque Ele voluntariamente tomou nosso lugar e
suportou o castigo do nosso pecado. Todos somos pecadores (Rm 3:10-12) e, como tais,
merecemos a morte eterna (Rm 6:23). O preço da nossa salvação foi tão grande que
somente a vida do Filho de Deus seria suficiente para pagar por isso.
"A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. Em todo o Universo havia apenas um
Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer suas reivindicações. Visto que a lei divina é
tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação
por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o
homem decaído, e levá-lo novamente à harmonia com o Céu" (Ellen G. White, Patriarcas e
Profetas, p. 63).
"Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. 'Quem tem o Filho tem a vida'
(1Jo 5:12, ARC). A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente" (Ellen G.
White, O Desejado de Todas as Nações, p. 530).
Perguntas para reflexão
1. Os demônios sabiam e confessaram que Jesus era "o Santo de Deus" (Mc 1:24), "o
Filho de Deus" (Mc 3:11), "Filho do Deus Altíssimo" (Mc 5:7). Por que esse tipo de
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reconhecimento não é suficiente para nossa salvação? Como podemos evitar a armadilha de
estar satisfeitos com a mera aceitação intelectual de Jesus?
2. Quando o centurião, que estava diante de Jesus, viu como Ele morreu, disse:
"Verdadeiramente, este Homem era o Filho de Deus" (Mc 15:39). O melhor lugar para
entender Jesus é ao pé da Sua cruz. Com que frequência você vai ao pé da cruz? Por que
não aproveita, agora, para meditar no infinito sacrifício que Ele fez por sua salvação?
3. Infelizmente, muitas pessoas hoje se recusam a entregar a vida a Jesus porque têm
conceitos distorcidos sobre Ele. Como podemos ajudá-las a ver Jesus como Ele realmente é?
Como adventistas do sétimo dia, o que temos especificamente, que pode ajudá-las a ter
uma visão mais clara de quem Jesus realmente é?
Respostas sugestivas: 1. Filho do Homem; nuvens do céu; o reino eterno; poder, glória,
domínio; povos e nações; Ancião de Dias (Todo-poderoso). 2. O Filho compartilha a mesma
essência, poder e propósito do Pai. Desse modo, quem via a Cristo, conseguia ver o Pai. 3.
Cristo demonstrou Sua divindade ao realizar duas ações favoráveis ao paralítico: restaurar
plenamente a saúde e perdoar totalmente os pecados. Os escribas e fariseus
compreenderam a afirmação poderosa de Jesus e a consideraram blasfêmia, por
entenderem que Ele Se colocava ousadamente no lugar de Deus. 4. Porque por meio da
expressão "Eu Sou", Cristo identificou-Se com o Senhor que Se revelou a Moisés no deserto
de Midiã. Além disso, esse nome apresenta Sua condição de autoexistente e eterno. 5.
Jesus teve como missão servir ao homem por meio de Seu sacrifício substitutivo. Sua vida
foi o preço de nosso resgate.
Topo
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B. A falta de compreensão da natureza humana de Cristo pode levar as pessoas a ignorar
Sua oferta de salvação?
5 a 12 de
dequem
julhoDeus é pode levar as pessoas a aceitar Jesus como
C. Uma noção equilibrada
Salvador?
Resumo: A natureza de Cristo oferece à humanidade tanto um Amigo compreensivo
quanto um Criador onipotente, capaz de Se tornar um divino Substituto dos pecadores.
Texto-chave: Mateus 20:28
Ciclo do Aprendizado
O aluno deverá:
Conhecer: Como Cristo Se identificou, bem como as implicações dessa identidade para
nossa salvação.
Motivação
Sentir: A presença de Deus por meio do espírito abnegado de Cristo, demonstrado pela
renúncia de Suas prerrogativas divinas e, finalmente, pela entrega de Sua vida.
Focalizando as Escrituras: Mateus 20:28
Fazer: Aceitar pessoalmente a generosa provisão de salvação que se tornou possível pelo
sacrifício de Jesus.
Conceito-chave para o crescimento espiritual: Jesus Se tornou plenamente humano,
abdicando de Suas prerrogativas divinas. Ao fazê-lo, tornou-Se qualificado tanto como fiel
Sumo Sacerdote quanto como Resgate sacrifical por meio do qual obtemos salvação.
Somente para o professor: As Escrituras revelam um delicado equilíbrio entre duas
doutrinas aparentemente conflitantes: a divindade e a humanidade do Messias. Onde quer
que Sua divindade tenha sido rejeitada ou minimizada, ocorreram aberrações da justiça
própria ou da autossuficiência. Afinal, se Jesus foi essencialmente humano, por que os
seres humanos não seriam capazes de salvar a si mesmos apenas copiando Seu exemplo?
Esboço
I. Conhecer: O Messias incorporou duas naturezas – divindade e humanidade
A. Por que foi necessário que Cristo fosse totalmente humano e totalmente divino?
B. Como a autoidentificação de Cristo afetou a compreensão que Ele tinha de Sua missão?
C. Como cada um desses dois aspectos afeta nosso apreço pelo que Deus fez?
Em tais modelos, Jesus é relegado ao papel de instrutor de natação em lugar de salvavidas. Ele nos "salva" ao nos ensinar "a nadar", ou a viver em retidão. Esse paradigma
sugere que não estamos nos afogando em nossos pecados, mas, tendo o instrutor certo,
podemos ser nadadores capazes.
II. Sentir: É mais fácil sentir a presença de Deus quando entendemos as naturezas
complementares de Cristo
A. A compreensão da humanidade de Cristo ameniza os temores humanos acerca de Deus?
B. Compreender a divindade de Cristo nos dá confiança de que Ele pode nos salvar?
C. O que acontece quando negligenciamos ou minimizamos uma dessas crenças?
Por outro lado, onde quer que a humanidade de Jesus tenha sido rejeitada ou
subestimada, angústia e desespero têm se infiltrado. Essas mentes desesperadas
raciocinam assim: Deus é todo-poderoso, perfeitamente justo e, portanto, incapaz de
compreender as tentações humanas, fraquezas e lutas. Visto que os seres humanos jamais
poderiam alcançar o padrão divino, eles também poderiam desistir de tentar viver
III. Fazer: A ação de aceitar a divina provisão de salvação é proporcional à confiança que
temos em quem é Cristo
A. A falha em compreender a natureza divina de Cristo poderia dissuadir as pessoas de
confiar nEle para sua salvação?
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retamente. Aqui, a estrada do desespero e do pensamento errôneo se divide em duas
aberrações separadas, mas igualmente destrutivas: (1) graça barata: "uma vez que não
posso viver em retidão, pecarei livremente e esperarei que a graça de Deus cubra os meus
pecados"; ou (2) pecado atrevido: "visto que estou condenado, não importa o que faça,
viverei de forma egoísta e agarrarei tudo que puder da vida para mim." No entanto, quando
essas duas ênfases são comparadas com as Escrituras, seus erros podem ser evitados e o
equilíbrio pode ser alcançado.
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Ário, religioso do século IV, alegou que Cristo não possuía natureza divina. Ele
argumentou que só existia um Deus (o Pai celestial). Portanto, Cristo não poderia também
ser Deus. Rejeitando a compreensão trinitária de Deus, Ário aparentemente não conseguiu
compreender as implicações soteriológicas (relacionadas com a salvação) de sua posição.
Se Cristo não era divino, a salvação da humanidade tinha sido realizada simplesmente por
outra criatura. Essa linha de raciocínio sugeriu que os seres criados poderiam salvar a si
mesmos.
Atividade de abertura
As ideias de Ário estavam interligadas com as crenças de Luciano de Antioquia, que
baseou seus conceitos cristológicos na filosofia adocionista de Paulo de Samósata, um
defensor da crença de que Cristo havia sido adotado por Deus como humano. Ário
acreditava que Cristo era uma criatura perfeita que desfrutava um relacionamento distinto,
mas essencialmente subordinado com o Pai celestial. Essas ideias ainda são mantidas
pelos Universalistas Unitaristas e pelas Testemunhas de Jeová.
Se possível, baixe da internet e imprima uma foto de um equilibrista utilizando uma barra
de equilíbrio. Compartilhe a foto com a classe. Se não for possível conseguir a foto, peça
que os alunos imaginem o equilibrista caminhando sobre a barra. Pergunte: O que torna o
equilibrista bem-sucedido e qual é o papel da barra de equilíbrio? Enquanto os cristãos
desenvolvem sua compreensão de Deus, o que constitui a sua barra de equilíbrio?
Compreensão
Por volta do ano 325 d.C., essas distorções tinham dividido os cristãos, e uma importante
convenção teológica, o Concílio de Niceia, foi reunida para responder a esses desafios. A
assembleia afirmou a combinação única que constituía a natureza de Cristo, expressa por
meio da seguinte formulação teológica: "totalmente humano, totalmente divino".
Somente para o professor: Compreender a natureza de Cristo é indispensável para
compreender a natureza da salvação. É de suma importância entender corretamente esse
assunto. Muitas distinções teológicas sutis e desnecessárias batalhas espirituais têm
ocorrido em relação a esse ensino.
Outros lutaram com a questão da humanidade de Cristo. Os gnósticos do segundo século
e os maniqueístas do quarto século (ambos ramificações cristãs) sugeriram que a
humanidade de Cristo era apenas aparente. Essa heresia é rotulada como "docetismo", do
grego dokein, que significa "parecer". Os docetistas argumentavam com base em sua
premissa principal, que a matéria é inerentemente má. Portanto, a pureza de Jesus
impedia que Ele tivesse um corpo real (matéria má). Obviamente, isso tinha implicações
concernentes às doutrinas fundamentais do cristianismo sobre a encarnação, expiação e
ressurreição, mas esses tópicos estão fora dos parâmetros do nosso estudo atual.
A boa notícia é que as autênticas verdades das Escrituras nunca foram enterradas sob
montanhas de disputas. A divindade de Cristo demonstra que os seres humanos não podem
salvar a si mesmos. Uma Pessoa além de nós deve fazer o que jamais poderíamos fazer por
nós mesmos. A humanidade de Cristo demonstra que Deus entende nossas provações e
tentações. Jesus viveu dentro da nossa pele. Esses são os conceitos fundamentais que
devem ser mantidos em foco.
Topo
Outro pensador da igreja primitiva
que se opôs à crença de que Cristo veio em forma
corpórea foi Marcião. Sua filosofia dualista o levou a crer que Cristo simplesmente possuía
um "corpo fantasma". Esse ponto de vista foi fortemente contestado por Tertuliano, que
rejeitou a ideia de que a matéria era inerentemente má. Marcião, por outro lado, pensava
que a Encarnação estava abaixo de Deus, enquanto Tertuliano a aceitava com base em
afirmações bíblicas inegáveis (Jo 1:1-14; Cl 1:22; Hb 2:5-18).
Comentário Bíblico
Pense nisto: Por que os cristãos devem ter muito cuidado ao discorrer sobre a natureza de
Cristo?
I. Combinação única
(Recapitule com a classe Mt 14:33; 24:30; 25:31; Mc 15:39.)
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II. Dupla natureza
(Recapitule com a classe Jo 3:13; 8:58; 17:5; Mt 25:31-46.)
da inter-relação entre essas duas naturezas aumenta a nossa valorização de Cristo e
facilita o desenvolvimento cristão.
Em lugar de simplesmente aceitar esses ensinamentos das Escrituras que irrevogavelmente
estabelecem a divindade e a humanidade de Cristo, algumas mentes criativas questionaram
como essa integração de naturezas poderia ocorrer. Moisés, porém, declarou: "As coisas
encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e
a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei" (Dt 29:29).
Perguntas para reflexão
Às vezes, no entanto, em oposição direta a esse preceito mosaico, as pessoas gastam horas
tentando racionalizar as coisas que Deus não revelou claramente. Poderíamos
legitimamente chamar isso de roubo espiritual: tentar roubar segredos de Deus por meio do
pensamento racional. Um dos que tentaram fazer isso foi Apolinário, que lutou com o
pensamento de que o Verbo divino poderia Se unir com uma natureza inteiramente
humana. Ele concluiu que essas duas naturezas se uniram, mas a divindade dominou a
humanidade durante o processo de união, assim como uma gota de mel desaparece no
oceano. Embora rejeitasse efetivamente a heresia de Ário, ele inadvertidamente caiu no
sofisticado docetismo. Seu apoio zeloso à divindade de Cristo resultou em um
desequilibrado entendimento que, essencialmente, minimizava a humanidade de Cristo.
Tivesse Apolinário ficado satisfeito com a aceitação de verdades claramente reveladas em
vez de tentar esquematizar os mistérios e detalhes não revelados, sua aberração poderia
não ter sido concebida. Aqui está uma lição que todos fariam bem em aprender.
3. Como a divindade de Cristo afeta minha salvação?
1. Como a plena divindade de Cristo influencia Sua missão?
2. Como a plena humanidade de Cristo influencia Sua missão?
4. Como a humanidade de Cristo afeta minha salvação?
5. Como a divindade e humanidade de Cristo afetam minha missão e senso de propósito?
Criatividade e Atividades práticas
Somente para o professor: A missão terrestre de Jesus era curar as feridas humanas. Sua
divindade proveu o poder pelo qual Ele poderia derrotar o mal e destruir a morte. Sua
humanidade proporcionou compreensão e credibilidade diante daqueles que desejava
salvar. Campanhas políticas foram ganhas com a seguinte mentira: "Meu oponente é tão
rico que não pode compreender vocês." Satanás emprega a mesma linha. No entanto,
quando o sofrimento de Cristo é revelado e vislumbramos Seu corpo debilitado, pregado
numa rude cruz, exposto às intempéries, abandonado por Seus colaboradores mais
próximos, rejeitamos as mentiras de Satanás. Cristo ganha credibilidade, e começamos a
confiar nesse Amigo fiel. Ele não mais é uma inteligência distante, transcendental e
insensível, mas um companheiro de prisão, embora tenha poder para nos livrar das
cadeias da morte.
Pense nisto: Será que os cristãos acabam se prejudicando ao tentar saber demais?
Aplicação
Somente para o professor: A sabedoria divina revela que Cristo possui igualmente duas
naturezas complementares. Enfatizar uma em detrimento da outra resulta em passividade
humana (Deus faz tudo. Por isso, por que se esforçar?) ou em behaviorismo, com ênfase no
comportamento (o exemplo de Cristo descreve os requisitos de Deus, os quais, quando
seguidos, produzem salvação). Por outro lado, uma compreensão equilibrada da interrelação entre a divindade e a humanidade aponta para uma relação cooperativa entre Deus
e a humanidade, pela qual somente Deus oferece salvação, e os seres humanos aceitam de
bom grado o poder transformador do evangelho. Da mesma forma, a missão de Cristo pode
ser descrita como dupla: (1) redenção e (2) transformação. Cristo é tanto o Resgate quanto
o fiel, compreensivo Sumo Sacerdote. Mediante Seu sacrifício, nossas transgressões
passadas são perdoadas, e nosso desenvolvimento futuro se torna possível. A redenção
necessariamente precede a transformação, que segue naturalmente àquela. A compreensão
Nos países onde os cristãos são a maioria, há muitas acusações a respeito de farisaísmo,
alienação e irrelevância. Faça planos para uma atividade ou uma série de atividades pelas
quais os alunos de sua classe se tornem servos sofredores de Cristo entre os incrédulos de
sua comunidade, promovendo assim a missão de Cristo. Considere quais atividades ou
eventos ganhariam credibilidade em sua comunidade, de modo que vocês pudessem ter a
oportunidade de chamar os pecadores ao arrependimento e à graça transformadora de
Deus. Projetando para o futuro, comente sobre possíveis medidas para passar do
testemunho sofredor para a comunicação da esperança. Em outras palavras, uma vez que
seu testemunho tenha obtido credibilidade, como você compartilhará o evangelho sem se
alienar das pessoas novamente? Como os crentes podem chamar os pecadores ao
arrependimento sem parecer hipócritas nem permissivos em relação ao pecado?
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Planejando atividades: O que sua classe de Escola Sabatina pode fazer na próxima semana
como resposta ao estudo da lição?
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lho VERSO PARA MEMORIZAR: - Classe da Escola Sabatina