MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
FACULDADE DE MEDICINA
DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
RELATÓRIO DE ATIVIDADES PARA FINS DE PROMOÇÃO À CLASSE DE
PROFESSOR TITULAR
INTERSTÍCIO: MAIO DE 2006 A MAIO DE 2014
MARCUS GOMES BASTOS
Apresentado à Universidade Federal de Juiz de Fora como parte dos requisitos para
obtenção do título de Professor Titular do Departamento de Clínica Médica da
Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora
17 de abril de 2015
1 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL DEDICATÓRIA
A minha esposa, Maria Regina do Amaral Bastos, pelo companheirismo, incentivo e
apoio nos meus momentos de dificuldades e por me fazer feliz, expresso os meus
mais profundos sentimento na letra da música “Wind Beneath My Wings”:
It must have been cold there in my shadow,
to never have sunlight on your face.
You were content to let me shine, that's your way.
You always walked a step behind.
So I was the one with all the glory,
while you were the one with all the strength.
A beautiful face without a name for so long.
A beautiful smile to hide the pain.
Did you ever know that you're my hero,
and everything I would like to be?
I can fly higher than an eagle,
'cause you are the wind beneath my wings.
It might have appeared to go unnoticed,
but I've got it all here in my heart.
I want you to know I know the truth, of course I know it.
I would be nothing without you.
Did you ever know that you're my hero?
You're everything I wish I could be.
I could fly higher than an eagle,
'cause you are the wind beneath my wings.
Did I ever tell you you're my hero?
You're everything, everything I wish I could be.
Oh, and I, I could fly higher than an eagle,
'cause you are the wind beneath my wings,
'cause you are the wind beneath my wings.
Oh, the wind beneath my wings.
You, you, you, you are the wind beneath my wings.
Fly, fly, fly away. You let me fly so high.
Oh, you, you, you, the wind beneath my wings.
Oh, you, you, you, the wind beneath my wings.
Fly, fly, fly high against the sky,
so high I almost touch the sky.
Thank you, thank you,
thank God for you, the wind beneath my wings.
Letristas: SILBAR, JEFF / HENLEY, LARRY e Cantora: Bette Midler
2 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 3 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL SUMÁRIO
SEÇÕES
Páginas
I. Identificação
01
II. Introdução
02
III. Educação Pré-Universitária
14
IV. Formação Universitária
14
V. Instrução Pós-Graduada
14
VI. Atividades Profissionais
15
VII – Comentários finais
45
4 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL I. Identificação
Marcus Gomes Bastos
Carteira de identidade:
CPF: 168 029 856 91
Filiação: Marinoel da Silva Bastos
Orsina Gomes Bastos
Data de nascimento: 03/04/1951
Cidade natal: Niterói
Irmãos: Marcio Gomes Bastos
Mauro Gomes Bastos
Marcia Maria Bastos Campos
Casado com Maria Regina do Amaral Bastos
Filhas: Jessica do Amaral Bastos
Josie do Amaral Bastos
Endereço residencial: Rua Ivan Soares de Oliveira, 234
Parque Imperial – 36036-350
Juiz de Fora – Minas Gerais
Endereço Institucional
Pró-Reitoria de Graduação
Rua Jose Lourenço Kelmer – Martelos
Juiz de Fora (36036-330)
Endereço eletrônico: [email protected]
5 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL II. Introdução
Nasci em 03 de abril de 1951, na cidade de Niterói, onde morei até 1966. Meu pai,
Marinoel da Silva Bastos era militar do exército e minha mãe, Orsina Gomes Bastos,
embora normalista, após o casamento, não exerceu mais a profissão de professora,
dedicando-se aos afazeres do lar. Ao longo deste memorial, eu descreverei alguns fatos
que, acredito, em muito contribuíram para a minha trajetória acadêmica na Universidade
Federal de Juiz de Fora.
Em 1965, o meu pai foi transferido do Rio de Janeiro, onde servia, para Juiz de Fora.
Com certeza, este foi o primeiro grande acontecimento que impactou a minha vida, pois, em
Niterói, eu estudava em uma escola de ensino fundamental que não tinha muito a oferecer a
seus alunos, residia residia no Barreto, um bairro de classe média baixa, onde convivia com
pessoas que, devidos às poucas oportunidades de desenvolvimento pessoal, possuíam
objetivos de vida muito limitados. Com a mudança para Juiz de Fora, um campo de
facilidades se abriu à minha frente, passei a morar no centro da cidade, tive a oportunidade
de estudar no Colégio Academia de Comércio (Colégio Cristo Redentor) e de conviver com
colegas que possuíam projetos profissionais futuros completamente diferentes daqueles
que eu percebia em meus amigos do Barreto. Suas aspirações me “contaminaram” e, no
primeiro ano do ensino médio, já tinha me decidido pela medicina.”
No Colégio Academia de Comércio, eu concluí o ensino médio e me preparei para o
vestibular de medicina. Nesta época, outro fato me marcou profundamente. No primeiro
científico (como se denominava o primeiro ano do ensino médio), iniciando meus estudos
em uma escola com grau de exigência muito acima daquele à que eu estava acostumado
em Niterói, eu estudava de manhã e não me saia bem em matemática, quando um colega
de sala, de mais idade e “mais experiente”, sugeriu-me transferir para o turno noturno, cuja
matemática era ministrada por um professor “menos” exigente. Ao levar a proposta ao meu
pai, recebi um contundente “NÃO com a justificativa: “Na vida, você encontrará muitos
obstáculos e, para ser alguém e vencer profissionalmente, você terá que enfrentá-los e não
contorná-los, como você está propondo agora, por isso você continuará no turno da manhã
e, se reprovado, fará recuperação”. Moral da estória, continuei no turno diurno e passei na
matemática.
6 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Ingressei na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
em 1970 e me formei em 1974. Durante o curso, eu fui um aluno mediano, nunca fui
reprovado, mas também não me destacava entre os que tinham as melhoras notas. Na
época, 1973, consegui, por meio de relacionamento com a administração superior da UFJF,
a alocação de algumas vagas de monitoria e, juntamente com uma colega de turma, fui
selecionado, por prova, para a monitoria de nefrologia/endocrinologia. É importante
ressaltar que, nesses anos como acadêmico de medicina, a “pesquisa” na Faculdade de
Medicina se resumia a relato de casos clínicos em congressos locais e regionais.
Em 1975, já formado em medicina, fui fazer residência na Santa Casa do Rio de
Janeiro. Na época, os programas de residência não tinham a estrutura atual e não havia
processo seletivo democrático. Exerci a minha residência na nona enfermaria, a qual fazia
parte das enfermarias do Serviço do Prof. Clementino Fraga Filho na Santa Casa. Na
ocasião, conheci grandes professores preceptores, muitos já fazendo pesquisa de
qualidade, numa realidade muito diferente daquela vivida no meu curso médico. Com
certeza, foi este convívio com os professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro
que despertou em mim, pela primeira vez, o interesse pela vida acadêmica.
Em1976, fui selecionado para o Programa de Mestrado em Ciências Médicas – Área
de Concentração: Nefrologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual
do Rio de Janeiro. Desenvolvi o meu mestrado sob a supervisão do Professor Carlos
Augusto Pacca, dentista por formação e imunologista por vocação. O professor Pacca foi
para mim um exemplo de dedicação, simplicidade e responsabilidade acadêmica. Sempre
disponível e muito bem relacionado na sua área de atuação, me possibilitou-me conhecer
outro pesquisador fantástico, o Professor Claudio Jurgensen, da Universidade Federal
Fluminense, expert em bactérias anaeróbias, tema do qual tratou a minha dissertação de
mestrado “ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS ANAERÓBICAS EM URINA DE PACIENTES
PORTADORES DE CÁLCULO RENU-URETERAL”, defendida em 1978.
O ano de 1978 foi especial para mim: passei no concurso público de seleção de
médicos para o antigo Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social INAMPS, ingressei na Faculdade de Medicina da UFJF e nasceu a minha primeira filha,
Jessica. Na Faculdade de Medicina, passei a atuar na disciplina de nefrologia, estágio de
clínica médica e na residência de clínica. Contudo, diferente das mudanças ocorridas em
minha vida após concluir o meu curso médico (residência médica e mestrado), a “vida” na
7 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL minha Faculdade continuava a mesma. Nada de pesquisa, nada de produzir novos
conhecimentos, continuávamos sendo uma instituição que meramente “repassava”
conhecimentos obtidos por outros. Mas, nessa época, outro fato marcante aconteceu, que
foi conhecer o Professor Oswaldo Luiz Ramos, professor chefe da nefrologia da então
Escola Paulista de Medicina (EPM), que considero o meu “pai acadêmico”. Foi o professor
Oswaldo que me aceitou no doutorado da EPM e viabilizou a realização do meu doutorado
sanduíche na Universidade de Melbourne, Austrália, me recomendando-me e influenciando
no processo de concessão de minha bolsa de estudos obtida do CNPq para estudar na
Austrália.
O início da vida na Austrália, em janeiro de 1981, não foi exatamente fácil. Já com as
minhas duas filhas nascidas, a Jessica com dois anos e a Josie com um, partimos eu e a
Maria Regina, minha esposa, e as meninas numa viagem que foi uma verdadeira aventura.
Saímos do Rio de Janeiro numa quarta-feira à noite e chegamos a Melbourne no domingo,
por volta de meio-dia. Todos nós extenuados, particularmente as meninas.
Após nos instalarmos na cidade de Melbourne, já na primeira entrevista com a
Professora Priscilla Kincaid-Smith, na época uma das maiores autoridades do mundo em
glomerulopatias e nefropatia do refluxo (termo que ela cunhou na literatura nefrológica),
observei que o meu inglês não era dos melhores. Além do mais, os primeiros meses no
Royal Melbourne Hospital, da Universidade de Melbourne, foram dificílimos, muito por conta
da minha autoestima baixa devido ao pouco domínio do inglês, que eu não conseguia
entender e falar adequadamente.
No final do primeiro semestre de 1981, eu ainda não dominava a língua, não tinha
definido o tema da minha tese de doutorado, as minhas filhas não se adaptavam às escolas
que tentamos matriculá-las, a nossa moeda desvalorizada frente ao dólar australiano,
condicionantes que me levaram a fraquejar. Pensei em desistir e retornar ao Brasil, mas,
novamente outro fato marcante aconteceu: a declaração de apoio incondicional à nossa
permanência em Melbourne pela minha esposa Maria Regina. O apoio da Regina e a
lembrança da lição de moral recebida do meu pai quando ainda cursava o primeiro científico
de não desistir diante de adversidades me fizeram continuar.
Nessa época, conheci um jovem médico australiano, filho de emigrantes europeus,
que retornava do seu fellowship nos Estados Unidos, Dr. Linas Dzucas, que havia
8 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL trabalhado com modelo experimental de nefropatia do refluxo em ratos. O Dr. Linas foi
fundamental na escolha do meu tema de doutorado e, acredito, por ser ele filho de
emigrantes e ter residido em outro país, conhecia bem as dificuldades dos imigrantes e
tinha toda a paciência comigo. O Linas me ensinou a manusear adequadamente os ratos e
me treinou na técnica
de indução de cicatrizes renais em ratos, que utilizei como parte da minha tese de
doutorado.
No Natal de 1981, outro fato me marcou: estava eu limpando as gaiolas dos meus
ratos, chateado por ter que fazer o papel de um técnico, embora fosse eu médico, quando
um senhor entra na sala, apresenta-se como o Dr. Gilbert e, além de cuidar dos seus
animais, ele me ajudou a cuidar dos meus. Na primeira semana de janeiro de 1982,
relatando o acontecido a um dos meus colegas fellow do Serviço de Nefrologia do Royal
Melbourne Hospital, fiquei sabendo que o Dr. Gilbert era nada menos que o Diretor da
Faculdade de Medicina da Universidade de Melbourne. Aprendi que, mesmo as pessoas
que ocupam cargos importantes, podem manter a simplicidade e a humildade, o que não as
impede de realizar tarefas mais simples.
Permanecemos na Austrália até janeiro de 1984, quando tivemos que retornar ao
Brasil para eu reassumir o meu cargo no INAMPS. Esse retorno não foi exatamente um
“mar de rosas”, particularmente na Faculdade de Medicina. Após três anos de convívio com
professores de alto nível acadêmico, retorno e encontro a minha instituição com o mesmo
“ritmo de vida” que eu tinha deixado há três anos: nada de pesquisa. A maioria dos
professores fazendo o mínimo necessário, investindo em suas vidas profissionais “fora” da
Faculdade. Fiquei deprimido e revoltado e, novamente, fui atrás do professor Oswaldo
Ramos. O professor me acolheu e aconselhou sobre conviver com a realidade em Juiz de
Fora e, juntos, organizamos o material (dados clínicos e experimentais) que eu tinha trazido
da Austrália para que pudesse escrever a minha tese de doutorado. Após idas e vindas a
São Paulo, em meados de 1985, eu defendi a minha tese de doutorado, intitulada
“NEFROPATIA DE REFLUXO: INDICADORES PROGNÓSTICOS DA DOENÇA EM
ADULTOS E CARACTERÍSTICA DO INFILTRADO INFLAMATÓRIO RENAL EM SERES
HUMANOS E RATOS”. Neste mesmo ano, eu obtive o meu título de especialista da
Sociedade Brasileira de Nefrologia.
9 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Para se ter uma ideia, em Juiz de Fora, ninguém tinha ainda escutado falar em
nefropatia do refluxo! Dois fatos ocorreram após a minha defesa de tese: 1. Embora fosse o
professor mais novo da disciplina de nefrologia, eu era o mais titulado e passei a ser o
“responsável” pela mesma; e 2. Em 1986, o então diretor do Hospital Universitário (HU),
Prof. Antônio da Silveira Ramos, publicou portaria na qual ficou determinado que as chefias
dos serviços do Hospital seriam exercidas pelos responsáveis pelas respectivas disciplinas.
O comum à época era que os “mais antigos” exercessem a função de chefia de serviço e a
receptividade a minha nomeação para chefiar a nefrologia do HU não foi das melhores, e eu
fiquei praticamente sozinho (éramos quatro professores a época) para desempenhar as
atividades ambulatórias e de enfermaria, contando apenas com os residentes da clínica
médica que rodiziavam na nefrologia. Mas não desistimos, pelo contrário, o Serviço
começou a crescer: aumentamos o número de ambulatórios de dois para cinco e, naquele
mesmo ano, iniciamos o programa de
diálise peritoneal ambulatorial contínua manual,
método de tratamento do paciente com falência funcional renal introduzido no início da
década de oitenta pelo Professor Miguel Riella, em Curitiba.
Estabelecemos uma política de recursos humanos que privilegiava novos
professores com doutorado e com currículo que os habilitasse a participar não só na
graduação, mas também na pós-graduação Stricto Sensu. Assim, 1985, encaminhamos o
nosso então ex-residente Rogerio Baumgratz de Paula para o mestrado e doutorado na
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, o qual, atualmente, é membro do nosso
núcleo de pesquisa e professor do programa de pós-graduação da Faculdade de Medicina
da UFJF.
Também em 1986, seguindo os passos do Professor Oswaldo Ramos, que tinha
criado um instituto de ensino e pesquisa com o objetivo de captar recursos para a disciplina
de nefrologia da UNIFESP, nós, juntamente com um grupo de professores da Faculdade de
Medicina, instituímos a Fundação Instituto Mineiro de Estudos e Pesquisas em Nefrologia
(Fundação IMEPEN), uma instituição privada e sem finalidades lucrativas, com objetivos
estatutários de apoiar a nefrologia da UFJF.
Em 1988, partimos para os Estados Unidos para o meu pós-doutorado na Harvard
Medical School, em Boston. Outro grande desafio, agora não tanto pela língua, mas pelo
tema. Fui para trabalhar com imunobiologia de transplante, um tema que eu simplesmente
não dominava, num dos mais importantes centros americanos que estudava o assunto. Tive
10 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL a honra de ser supervisionado pelo Professor Terry B. Strom, um ícone do transplante renal
americano, hoje “Full” Professor da Harvard. O Professor Strom, cujo laboratório de
pesquisa era localizado no Beth Israel Hospital de Boston, recebeu-me muito bem, mas
terminei desenvolvendo o meu fellowship no laboratório da Dra. Vicky Kelly, sua
colaboradora, que ficava no Brigham and Women’s Hospital. Particularmente, trabalhar no
Brigham foi muito adequado, primeiro porque o programa de transplante renal era maior do
que o do Beth Israel Hospital; segundo, porque eu convivi com um grupo de fellows que me
recebeu muito bem e que foi muito produtivo cientificamente. Faziam parte do laboratório da
Dra. Kelly, Rudolf Wüthrich, hoje professor e chefe de nefrologia da Universidade de Zurich;
Daniel Brennan, atualmente uma das grandes autoridades em transplante renal nos EUA;
Anthony Jevnikar, professor na Western University, em London, Ontário, Canadá; e Oleh
Pankewycz, professor na Universidade de Buffalo. Em dois anos, eu consegui seis
publicações, colaborando com os meus colegas do laboratório em revistas de imunologia,
inclusive o resultado do meu fellowship foi publicado no Journal of Immunology, em 1990:
“Concomitant administration of hapten and IL-2-toxin (DAB486-IL-2) results in specific
deletion of antigen-activated T cell clones.”
Em 1990, retornei à UFJF, reassumindo a responsabilidade da disciplina de
nefrologia e a chefia do serviço de nefrologia do HU, assim como o meu cargo de médico no
INAMPS.
Entre 1992 e 1993, após ter sido eleito Diretor Clínico do Hospital Universitário,
exerci a função por apenas seis meses por absoluta incompatibilidade de estilo de trabalho
com o então Diretor do HU. Ainda em 1992, iniciamos o Programa de Transplante Renal do
HU, mesmo sob a ameaça do Diretor (que era cirurgião) de me denunciar ao Conselho
Regional de Medicina, caso o transplante não desse certo.
Em 1994, aprovamos o mestrado em nefrologia pela UFJF, o qual, infelizmente, teve
de ser interrompido por falta de professores titulados em nefrologia e de apoio dos docentes
de outras unidades acadêmicas da UFJF.
Em 1996, intermediamos um contrato de prestação de serviços entre a Fundação
IMEPEN e a UFJF, objetivando a execução do Programa de Terapia Renal Substitutiva
(TRS) do HU. A necessidade do contrato deveu-se ao fato de o HU não apresentar as
condições mínimas de um Programa de TRS na sua área física. A Fundação IMEPEN
11 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL alugou e adaptou uma casa próxima ao HU e, em pouco tempo, a nossa TRS cresceu e
passou a ser a unidade com os melhores indicadores clínicos de diálise na região.
Infelizmente, em 2003, por questões principalmente políticas, a UFJF suspendeu o contrato
com a Fundação IMEPEN e o HU voltou a fazer a gestão da TRS.
De 1997 a 2000, eu exerci a função de Chefe do Departamento de Clínica Médica.
Nessa época, participamos da Comissão que desenvolveu as alterações curriculares que
ainda hoje praticamos na Faculdade de Medicina e foi criada a disciplina Clínica MédicoCirúrgica V, com temas de nefrologia e urologia, a qual ficou sob a minha coordenação até
2010.
Em 2002, iniciamos um programa de prevenção da doença renal crônica (DRC), com
equipe interdisciplinar que rapidamente tornou-se referência no Brasil. Este Programa,
denominado PREVENRIM, com apoio financeiro da Fundação IMEPEN, abriu uma “cunha”
na nefrologia brasileira para o nosso grupo de Juiz de Fora. A nossa experiência com
abordagem biopsicossocial ao paciente com DRC tem sido apresentada em palestras nos
congressos da Sociedade Brasileira de Nefrologia, da Sociedade Mineira de Nefrologia e
em outras regionais e até em outros países, e o banco de dados gerado foi utilizado para o
desenvolvimento de dissertações de mestrado e teses de doutorado publicadas em revistas
científicas no Brasil e no exterior.
Em 2005, conseguimos, juntamente com o Professor Luiz Carlos Ferreira de
Andrade, também professor da disciplina de nefrologia, credenciar o nosso Programa de
Pós-Graduação em Saúde (PPgS) na CAPES (Medicna I). O PPgS já nasceu sob a ótica da
interdisciplinaridade, e o nosso grupo de pesquisa, Núcleo Interdisciplinar de Estudos,
Pesquisas e Tratamento em Nefrologia (NIEPEN) tem hoje cinco professores credenciados:
Professor Rogerio Baumgratz de Paula, Professora Hélady Sanders Pinheiro, Professora
Natalia Maria Fernandes e o Professor Fernado Basile Colugnati.
Durante o nosso período como coordenador do PPgS (outubro de 2006 a setembro
de 2010), conseguimos consolidar o Programa e aumentar o número de professores
participantes. Foi nossa a proposta de criar o período probatório como pré-requisito para o
aluno ingressar no PPgS, permitindo a matrícula somente para aqueles que conseguem
escrever o seu projeto de pesquisa, aprová-lo no Comitê de Ética e, idealmente, já
estiverem desenvolvendo a pesquisa. Esta estratégia tem se mostrado muito eficaz e
12 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL garantido que a maioria dos nossos pós-graduandos defendam suas dissertações de
mestrado e teses de doutorado nos prazos determinados pela CAPES e publiquem os seus
trabalhos em revistas nacionais e no exterior.
Em 2006, com a eleição do Prof. Jocemir Ronaldo Lugon, chefe da nefrologia da
Universidade Federal Fluminense, para presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia,
fomos convidados para assumir a editoria do Jornal Brasileiro de Nefrologia (JBN) a partir
de janeiro de 2007. Encontramos o JBN indexado apenas na base de dados LILACs e
publicando uma média de três artigos originais por trimestre, periodicidade do Jornal. Após
seis anos como Editor Chefe, deixamos o JBN indexado no SCIELO e no PubMed e com
média de dez artigos originais publicados por número.
Em 2008, a pedido do Subsecretário de Saúde do estado de Minas Gerais, Dr.
Antônio Jorge Souza Marques, assumimos a coordenação do Programa Educação
Permanente (PEP) para médicos de família, um dos programas estruturantes da Secretaria
Estadual de Saúde (SES), viabilizado através de convênio entre o Estado de Minas Gerais e
a Faculdade de Medicina da UFJF. O PEP aconteceu até julho de 2014 e, no seu período
de execução, centenas de médicos de família tiveram a oportunidade de, com a tutoria de
médicos especialmente treinados, aprender a aprender a partir de situações clínicas da vida
real vividas por eles e compartilhadas uns com os outros.
Em 2009, fomos convidados pela Secretaria Estadual de Saúde para assessorar a
Associação Mineira de Médicos de Família, então contratada junto à Secretaria Estadual de
Saúde para proceder à revisão das Linhas Guias de Hipertensão Arterial. Na época,
ficamos sabendo do Programa Hiperdia Minas, também uma das ações estruturantes da
SES.
O Programa Hiperdia Minas deveria ter sido executado pela Secretaria Municipal de
Saúde de Juiz de Fora a partir de 2006, mas, por questões políticas, acabou não sendo
implementado. Ao sabermos de sua existência, procuramos o Subsecretário da SES, Dr.
Antônio Jorge Souza Marques, e argumentamos que um Programa com a dimensão social
do Hiperdia não poderia deixar de ser executado em Juiz de Fora. Ele então dotou recursos
orçamentários da SES em 2009 para que o programa pudesse ser executado nas
microrregiões de Juiz de Fora, Santos Dumont e São João Nepomuceno (total de 37
municípios contemplados), condicionando que o Programa fosse executado sob a nossa
13 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL coordenação e na Fundação IMEPEN. O Hiperdia Minas iniciou as suas atividades em maio
de 2010 e continua ofertando aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendimento
integral de excelente qualidade.
É importante destacar o porquê de nosso empenho em trazer o Hiperdia Minas para
Juiz de Fora. O Hiperdia Minas é um programa de atenção integral aos usuários do SUS
com hipertensão arterial de alto e muito alto risco cardiovascular, diabéticos tipo 1 (todos) e
tipo 2 (com controle metabólico inadequado) e com DRC nos estágios 3B, 4 e 5, ou seja,
aqueles com cerca de um terço de rins funcionando. O programa foi idealizado para diminuir
a mortalidade em pacientes com as principais causas de DRC (diabetes e hipertensão
arterial), que é um dos temas da nossa linha de pesquisa no PPgS. O Hiperdia Minas
disponibiliza aos usuários do SUS, gratuitamente, além de consulta médica, atendimento de
enfermagem, nutrição, serviço social, psicologia, atenção farmacêutica, odontológica,
fisioterapia e educador físico. Ademais, os usuários do SUS têm livre acesso a exames
como teste ergométrico, ecografia cardíaca, monitorização ambulatorial da pressão arterial
(MAPA), eletrocardiograma, consulta oftalmológica, laserterapia e ambulatório de pé
diabético com enfermeira, endocrinologista, neurologista, cirurgião vascular e ortopedista.
Mas o que torna o HIPERDIA Minas um dos melhores programas de prevenção
secundária para as doenças crônicas não transmissíveis é que, além do objetivo
assistencial, existem também outros três objetivos, quais sejam: o de ajuda na
hierarquização da rede SUS (os pacientes só são encaminhados ao Hiperdia pela Atenção
Primária à Saúde e os pacientes são atendidos conjuntamente com os médicos do
Programa de Saúde da Família); o de educação continuada em hipertensão, diabetes e
DRC para médicos de família; e o objetivo de criação de evidências científicas de aplicação
imediata no controle e tratamento das doenças contempladas no programa. Assim, fica fácil
de entender que a maioria das nossas dissertações de mestrado e teses de doutorado são
desenvolvidas a partir do banco de dados que foi gerado com o atendimento de cerca de 9
mil usuários do SUS.
Em 2010, reassumimos a Chefia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade
de Medicina, o qual contava na época com cerca de 48 professores: maior departamento da
UFJF. As nossas reuniões aconteciam esporadicamente e com quórum reduzido (em
média, cerca de 10-12 professores por reunião). Instituímos a obrigatoriedade da presença
às reuniões, bem como estabelecemos as normas para as distribuições das vagas de
14 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL docentes, privilegiando as disciplinas que praticavam a graduação e pós-graduações Lato
Sensu (especialização e residência médica) e Stricto Sensu (mestrado e ou doutorado). Tal
sistema permanece vigente atualmente e tem estimulado as disciplinas a “crescerem”
academicamente.
Em 2011, propusemos e criamos a disciplina de geriatria, até então não constante da
nossa grade curricular. A disciplina foi criada como opcional e ofertada para um pequeno
número de alunos, pois só eu a ministrava. Vale a pena lembrar que as minhas demais
atividades à frente do departamento de clinica médica, disciplina de clínica médico-cirúrgica
V, serviço de nefrologia, estágio de clínica e pós-graduação continuaram as mesmas. No
início de 2013, conseguimos o primeiro concurso para professor de geriatria; em seguida, a
disciplina passou a ser obrigatória, e hoje é coordenada pelo Prof. Jeancarlo Lucchetti e já
conta com um segundo professor.
No entanto, para mim, a maior realização na minha trajetória acadêmica foi a criação
das disciplinas ECOGRAFIAS CLÍNICAS I a V. As disciplinas, com foco em point of care ou
à beira do leito foram criadas para melhorar e estender o aprendizado do exame físico dos
nossos discentes. O uso do ultrassom como point of care (POCUS) é um movimento
iniciado na década de 90 por médicos emergencistas americanos por pura necessidade.
Nos Estados Unidos da América, diferentemente do Brasil, o ultrassom é realizado por
técnicos (sonologistas), semelhantemente ao que acontece com o raio X convencional,
tomografia computadorizada e ressonância magnética. Lá, como aqui, o ultrassom é um ato
médico e, consequentemente, só pode ser laudado por médicos. Contudo, muitas vezes,
quando os emergencistas americanos precisavam da ultrassonografia para aprofundar a
avaliação dos seus pacientes críticos, os exames não estavam disponíveis. Foi esta
necessidade que levou à introdução do ultrassom na ótica do point of care nas residências
de emergência americanas. O POCUS é realizado para responder a perguntas simples,
geralmente binomiais; por exemplo, o meu paciente com dispneia tem derrame pleural? No
paciente idoso internado na enfermaria, o aumento da creatinina sanguínea é secundário a
uropatia obstrutiva?
A introdução do ensino do ultrassom na graduação da medicina é relativamente
recente, e a primeira escola a inseri-lo em seu currículo de maneira “horizontal”, ou seja, ao
longo do curso, foi a escola médica da Universidade da Carolina do Sul, em 2005, iniciativa
capitaneada pelo Prof. Richard Hoppmann, então Diretor da referida escola. Em 2012, tive a
15 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL oportunidade de visitar o professor Hoppmann, que me orientou e estimulou a também
inserir o ensino do ultrassom na graduação da nossa Faculdade de Medicina. Ao retornar
ao Brasil naquele ano, fiz a proposta de inserção do ultrassom na grade curricular do nosso
Departamento de Clínica Médica e fui “bombardeado” pelos meus colegas, com o
argumento, entre outros, de que eu iria prejudicar o aprendizado do exame físico pelos
alunos.
Contudo, não desisti, e em 2013, no ano mundial da ultrassonografia, eu consegui
que a Faculdade de Medicina convidasse o prof. Hoppmann para dar a aula inaugural do
nosso curso, o que aconteceu em maio daquele ano. A aula foi excelente e os professores e
alunos que compareceram para assisti-la saíram com uma ideia completamente diferente
daquela dos meus colegas de departamento. Em seguida, reapresentei a nossa proposta de
criação das disciplinas de ECOGRAFIA CLÍNICA, agora como disciplinas opcionais. A
proposta foi aprovada, mas não completamente, pois os meus pares exigiram que
provássemos que os alunos gostaram e tiveram bom desempenho nas disciplinas.
Para ministrar a disciplina, conseguimos o apoio do então Reitor Prof Enrique Duque
de Miranda Chaves, que disponibilizou recursos financeiros para aquisição de três
máquinas de ultrassom, três televisões full HD (para projetar as imagens obtidas no
ultrassom) e Phantoms para as aulas práticas. A disciplina ECOGRAFIA CLÍNICA I, que
engloba conhecimentos sobre princípios físicos do ultrassom, knobologia”, ultrassom de
pulmão e ecocardiografia, foi iniciada no segundo semestre de 2013 e foi um sucesso. Os
alunos foram muito bem nas avaliações cognitivas e em OSCE, e elogiaram, por meio de
questionário específico, o que aprenderam. Esta foi a primeira iniciativa de inserção do
ensino de POCUS entre as universidades da América Latina e, em outubro deste mesmo
ano, nós fomos convidados a palestrar sobre o tema ensino do ultrassom no Brasil, num
simpósio sobre o ensino do ultrassom no mundo durante o segundo World Congress of
Ultrasound in Medical Education, realizado em Columbia, Carolina do Sul, nos Estados
Unidos da América.
Atualmente, estamos com quatro das cinco disciplinas de ECOGRAFIA CLÍNICA em
carga. Este ano, concorremos a duas vagas de monitoria e ganhamos, uma para a
disciplina ECOGRAFIA CLÍNICA I e outra para ECOGRAFIA CLÍNICA II e três bolsas de
treinamento profissional envolvendo a prática do ultrassom vida real pelos nossos alunos.
Ao longo destes 18 meses de implementação, as disciplinas de ECOGRAFIA CLÍNICA já
16 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL contam com mais quatro professores, Professores Rogério Baumgratz de Paula, Wander
Barros do Carmo, Marcia Regina Gianoti Franco e Flavio Ronzani (todos com atividades em
outras disciplinas) que participam por entenderem que os conhecimentos de ultrassom na
graduação trarão mais qualidade ao ensino médico na UFJF.
Ao longo desta trajetória acadêmica, tivemos a oportunidade de formar 40 residentes
de nefrologia, 12 mestres e cinco doutores do PPgS. Entre os nossos pós-graduandos,
seguiram a carreira do magistério superior os(as) doutores(as) Arise Garcia de Siqueira
Galil, a Natália Maria Fernandes da Silva, Fabiane Rossi dos Santos Grincekov e Henrique
Mansur, em Universidades Federais, e a Dra. Ana Paula Simões Ferreira Teixeira e o Dr.
Anderson Tavares, em Faculdades de Medicina particulares.
Por fim, em 2014, fomos convidado pelo Reitor eleito da UFJF, Professor Júlio Maria
Fonseca Chebli, a assumir o cargo de Pró-Reitor de Graduação da nossa Universidade.
Novo desafio e muito para aprender, mas com a humildade de perguntar sobre o
desconhecido, a vontade de acumular novos conhecimentos e a possibilidade de contribuir
para a melhoria da UFJF pavimentam esta nova caminhada acadêmica.
17 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL III. Educação Pré-Universitária
1. 1956 a 1965 – Colégio Nilo Peçanha, Niterói, Rio de Janeiro
2. 1966 a 1968 – Colégio Cristo Redentor (Academia de Comércio), Juiz de Fora, Minas
Gerais
IV. Formação Universitária
1. 1970 a 1974 – Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas
Gerais
V. Instrução Pós-Graduada
1. Janeiro a dezembro de 1975 – Residência em Clínica Médica
Serviço do Professor Clementino Fraga Filho, Nona Enfermaria da Santa Casa de
Misericórdia do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
2. 1976 a 1078 - Mestrado em Ciências Médicas (Nefrologia)
Universidade Estadual do Rio de Janeiro
Título da dissertação de mestrado: “ISOLAMENTO DE BACTERIAS ANAEROBICAS EM
URINA DE PACIENTES PORTADORES DE CALCULO RENU-URETERAL”
Orientador: Professor Carlos Augusto Pacca
Bolsista do Programa Institucional de Capacitação de Docente
3. 1981 a 1984 - Research Fellowship
Renal Unit, Royal Melbourne Hospital, Melbourne, Austrália
Orientadora: Professora Priscilla Kincaid-Smith
Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
4. 1980 a 1985 – Doutorado em Medicina (Nefrologia)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, São Paulo
Título da dissertação da tese de doutorado: “NEFROPATIA DE REFLUXO:
INDICADORES PROGNOSTICOS DA DOENCA EM ADULTOS E CARACTERISTICA
DO INFILTRADO INFLAMATORIO RENAL EM SERES HUMANOS E RATOS”
Orientador: Professor Oswaldo Luiz Ramos
18 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
5. 1985 – Especialização em Nefrologia pela Sociedade Brasileira de Nefrologia
6. 1998 a 1990 - Pós-doutorado
Beth Israel Hospital e Brigham and Women’s Hospital
Harvard Medical School, Boston, Massachusetts, Estados Unidos
Orientador: Professor Terry B. Strom
Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
VI. Atividades Profissionais
a. Atividades Médicas
1. 1995 - Médico Residente do Serviço de Clínica Médica do Professor Clementino Fraga
Filho, nona enfermaria, Santa Casa do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
2. 1978 a 2012 – Médico Nefrologista do Instituto Nacional de Assistência Médica da
Previdência Social
3. Professor Médico do Hospital Universitário da Universitário da Universidade Federal de
Juiz de For a, Juiz de Fora, Minas Gerais
4. 1993 a 2010 – Médico Nefrologista do Hospital Albert Sabin de Juiz de Fora, Minas
Gerais
5. 2002 a 2010 - Médico Nefrologista do Hospital Dr. João Felício, Juiz de Fora, Minas
Gerais
b. Atividades docentes
1. 1979 a 1985 – Professor Assistente do Departamento de Clínica Médica da Universidade
Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
2. 1986 a 2005 – Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade
Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
19 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 3. 2006 a 2015 – Professor Associado do Departamento de Clínica Médica da Universidade
Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
c. Atividades Administrativas
1. 1985 a 1987 - Responsável pela Disciplina de Nefrologia do Departamento de Clínica
Médica da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
2. 1990 a 2001 - Responsável pela Disciplina de Nefrologia do Departamento de Clínica
Médica da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
3. 2002 a 2010 - Responsável pela Disciplina de Clínica Médico-Cirúrgica V do
Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora,
Minas Gerais
4. 1986 a 1987 e 1990 a 2015 – Chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário da
Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
5. 1986 a 1987 e 1990 a 2015 – Responsável Técnico do Programa de Terapia Renal
Substitutiva do Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de
Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
6. 1990 – Diretor Clínico do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora,
Juiz de Fora, Minas Gerais
7. 1992 a 2001 - Responsável pelo Programa de Transplante Renal do Serviço de
Nefrologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora,
Minas Gerais
8. 1992 e 1993 (seis meses) – Diretor Clínico Hospital Universitário do Hospital Universitário
da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
9. 1997 a 2000 – Chefe do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
20 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 10. 2006 a 2010 - Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde e PósGraduação da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de
Fora, Minas Gerais
11. 2008 a 2014 – Coordenador do Programa Educação Permanente (PEP), convênio da
secretaria Estadual de Saúde e Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de
Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
12. 2010 a 2014 - Chefe do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
13. 2014 a 2015 – Pró-Reitor de Graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz
de Fora, Minas Gerais
d. Representações, Comissões e Conselhos Universitários
1. 2004 a 2008 – Membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade
Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
2. 1997 a 2000 – Membro do Conselho de Unidade da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
3. 2006 a 2010 – Membro do Conselho Setorial de Pós-Graduação da Universidade Federal
de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
4. 2006 a 2015 – Membro do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Saúde e PósGraduação da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de
Fora, Minas Gerais
5. 2010 a 2014 – Conselho de Unidade da Faculdade de Medicina da Universidade Federal
de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
6. 2014 a 2015 – Conselho de Graduação da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade
Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
21 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 7. Conselho Superior da Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais
e. Atividades Associativas
1. 1985 a 2015 - Membro da Sociedade Brasileira de Nefrologia
2. 1990 a 2015 - Membro da Sociedade Americana de Nefrologia
3. 1993 a 2015 - Membro da Sociedade Mineira de Nefrologia
4. 1998 a 2003 – Ex-Membro da National Kidney Foundation
6. 1998 a 1999 - Presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia
7. 1999 - Presidente do Congresso Mineiro de Nefrologia
8. 2007 a 2008 - Membro do Departamento de Nefrologia da Sociedade Brasileira de
Nefrologia
9. 2010 a 2015 - Membro do Departamento de Epidemiologia e Prevenção das Doenças
Renais da Sociedade Brasileira de Nefrologia
10. 2012 a 2015 - Membro do Comitê de Saúde Renal da Sociedade Latinoamericana de
Nefrologia e Hipertensão
11. 2013 a 2015 – Membro da Society of Ultrasound in Medical Education
12. 2014 – Ex-Membro do American Institute of Ultrasound in Medicine
f. Atividades Universitárias
Banca examinadora de Pós-Graduação Stricto Sensu
Carlos Alberto de Oliveira
Título da Dissertação de Mestrado: Estudo da modulação autonômica da freqüência
cardíaca de pacientes portadores de doença renal crônica em tratamento conservador
22 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Banca examinadora: Marcus Gomes Bastos, Marcus Vinicius Bolivar Malachias, Rogério
Baumgratz de Paula
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
José Fernando Pereira Mesquita
Título da Dissertação de Mestrado: Prevalência de disfunção erétil em pacientes portadores
de Doença Renal Crônica sob tratamento conservador
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Murilo Spinelli Pinto, André Avarese de
Figueiredo
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Daniela Cristina Sampaio de Brito
Título da Dissertação de Mestrado: Relação entre estresse e padrões de coping e a
aderência medicamentosa no transplante renal
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Maria Cristina de Oliveira Santos Miyazaki,
Lélio Moura Lourenço, Hélady Sanders Pinheiro
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Livia Victorino de Souza
Título da Dissertação de Mestrado: Disfunção vasodilatadora durante o exercício físico em
indivíduos saudáveis com histórico familiar de doença renal crônica
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Walace David Monteiro, Mateus Camaroti
Laterza
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
José Muniz Pazeli Júnior
Título da Dissertação de Mestrado: Comparação da avaliação da volemia de pacientes
hemodialíticos através de ultrassom de veia cava inferior por ecocardiografista e
nefrologista
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Maria Eugênia Fernandes Canziani, Natrália
Maria da Silva Fernandes, Hélady Sanders Pinheiro
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Luciana dos Santos Tirapani
23 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Título da Dissertação de Mestrado: Associação entre fatores socioeconômicos e progressão
da doença renal crônica – análise de uma coorte por sete anos
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Fabiane Rossi dos Santos Grincenkov, Sandra
Hallack Arbex, Natália Maria da Silva Fernandes
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Moisés Carminatti
Título da Dissertação de Mestrado: Doença renal crônica: análise comparativa transversal
entre pacientes na pré-diálise e transplantados renais
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Paula Frassinetti Castelo Branco Camurça
Fernandes, Hélady Sanders Pinheiro
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Luciane Senra de Souza Braga
Título da Dissertação de Mestrado: Análise de uma coorte de pacientes transplantados
renais acompanhados no Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Nefrologia da
Universidade Federal de Juiz de Fora (NIEPEN-UFJF)
Banca Examinadora: Marcus Gomes Bastos, Darcília Maria Nagen da Costa, Lúcio Roberto
Requião Moura, Hélady Sanders Pinheiro
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Ana Paula Simões Ferreira Teixeira
Título da Dissertação de Mestrado: Prevalência da Síndrome Metabólica e Fatores
Associados em Receptores de Transplantados Renais.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Anderson Anderson Tavares Rodrigues
Título da Dissertação de Mestardo: Avaliação das variáveis associadas à patência de
fístulas arteriovenosas para hemodiálise confeccionadas pelo nefrologista.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Arise Garcia Siqueira Galil
24 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Prevalência da anemia e doença renal crônica em portadores de insuficiência cardíaca
sistólica num ambulatório de hipertensos e diabéticos.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Edson José de Carvalho Magacho
Título da Dissertação de Mestrado: Adesão ao tratamento na doença renal crônica
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Fabiane Rossi dos Santos
Título da Dissertação de Mestrado: Efeitosnda Abordagem Interdisciplinar na Qualidade de
Vida de Pacientes com Doença Renal Crônica
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Simone Aparecida Probst Condé
Título da Disssertação de Mestrado: Avaliação do efeito da Roxitromicina na regress da
hyperplasia gingival induzida pela ciclosporina em ratos.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Paulo Giovanni de Albuquerque Suassuna
Título da Dissertação: Efeito de Baixas Doses de Sinvastatina Sobre Marcadores
Inflamatórios e Nutricionais de Pacientes em Hemodiálise
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Ruiter de Souza Faria
Título da Dissertação de Mestrado: Avaliação da função respiratória, da capacidade física e
da qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica pré-dialítica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Simone Aparecida de Lima
Título da Dissertação de Mestrado: Declínio Cognitivo e Qualidade de Vida em Pacientes de
diferentes Estágios da Doença Renal Crônica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Tatiane da Silva Campos
Título da Dissertação de Mestrado: Perfil de Tabagistas no Centro HIPERDIA Minas – Juiz
de Fora
25 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Wander Barros do Carmo
Título da Dissertação: Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores em Pacientes com
Doença Renal Crônica Pré-Dialítica – Prevalência e Fatores de Risco
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Edson José de Carvalho Magacho
Tese do Doutorado: Rastreamento da Doença Renal Crônica: Validação do Questionário
“SCORED” no Rastreamento da Doença Renal Crônica para Usuários do Sistema Único de
Saúde
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Eduardo Vilela
Tese de Doutorado: Efeito do Tratamento Não Cirúrgico da Periodontite Crônica sobre
Marcadores Inflamatórios em Pacientes com Doença Renal Crônica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Fabiane Rossi dos Santos Grincekov
Título da Tese de Doutorado: Impacto da Qualidade de Vida na Morbi-Mortalidade e Fatores
Relacionados a Sua Manutenção em Pacientes em Diálise Peritoneal
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Henrique Novais Mansur
Tese de Doutorado: Fragilidade na Doença Renal Crônica: Prevalência e Fatores
Associados
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Natalia Maria Fernandes
Tese de doutorado: Diálise Peritoneal no Brasil – Descrição de uma Coorte e Fatores de
Risco para Sobrevivência da Técnica e do Paciente
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Flávio Ronzani
Banca examinadora de concurso para o Departamento de Clínica Médica da Faculdade de
Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora
26 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL g. Membro em Comissões Universitárias
Membro de todos os processos de progressão dos professores do departamento de clínica
médica no período do exercício da chefia do departamento
h. Orientações de mestrado concluídas
1. Ana Paula Simões Ferreira Teixeira
Título da Dissertação de Mestrado: Prevalência da Síndrome Metabólica e Fatores
Associados em Receptores de Transplantados Renais.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
2. Anderson Anderson Tavares Rodrigues
Título da Dissertação de Mestardo: Avaliação das variáveis associadas à patência de
fístulas arteriovenosas para hemodiálise confeccionadas pelo nefrologista.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
3. Arise Garcia Siqueira Galil
Prevalência da anemia e doença renal crônica em portadores de insuficiência cardíaca
sistólica num ambulatório de hipertensos e diabéticos.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
4. Edson José de Carvalho Magacho
Título da Dissertação de Mestrado: Adesão ao tratamento na doença renal crônica
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
5. Fabiane Rossi dos Santos
Título da Dissertação de Mestrado: Efeitosnda Abordagem Interdisciplinar na Qualidade de
Vida de Pacientes com Doença Renal Crônica
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
6. Simone Aparecida Probst Condé
Título da Disssertação de Mestrado: Avaliação do efeito da Roxitromicina na regress da
hyperplasia gingival induzida pela ciclosporina em ratos.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
7. Paulo Giovanni de Albuquerque Suassuna
27 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Título da Dissertação: Efeito de Baixas Doses de Sinvastatina Sobre Marcadores
Inflamatórios e Nutricionais de Pacientes em Hemodiálise
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
8. Ruiter de Souza Faria
Título da Dissertação de Mestrado: Avaliação da função respiratória, da capacidade física e
da qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica pré-dialítica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
9. Simone Aparecida de Lima
Título da Dissertação de Mestrado: Declínio Cognitivo e Qualidade de Vida em Pacientes de
diferentes Estágios da Doença Renal Crônica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
10. Tatiane da Silva Campos
Título da Dissertação de Mestrado: Perfil de Tabagistas no Centro HIPERDIA Minas – Juiz
de Fora
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
11. Wander Barros do Carmo
Título da Dissertação: Doença Arterial Obstrutiva de Membros Inferiores em Pacientes com
Doença Renal Crônica Pré-Dialítica – Prevalência e Fatores de Risco
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
i. Orientações de doutorado concluídas
1. Edson José de Carvalho Magacho
Tese do Doutorado: Rastreamento da Doença Renal Crônica: Validação do Questionário
“SCORED” no Rastreamento da Doença Renal Crônica para Usuários do Sistema Único de
Saúde
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
2. Eduardo Vilela
Tese de Doutorado: Efeito do Tratamento Não Cirúrgico da Periodontite Crônica sobre
Marcadores Inflamatórios em Pacientes com Doença Renal Crônica.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
28 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 3. Fabiane Rossi dos Santos Grincekov
Título da Tese de Doutorado: Impacto da Qualidade de Vida na Morbi-Mortalidade e Fatores
Relacionados a Sua Manutenção em Pacientes em Diálise Peritoneal
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
4. Henrique Novais Mansur
Tese de Doutorado: Fragilidade na Doença Renal Crônica: Prevalência e Fatores
Associados
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
5. Natalia Maria Fernandes
Tese de doutorado: Diálise Peritoneal no Brasil – Descrição de uma Coorte e Fatores de
Risco para Sobrevivência da Técnica e do Paciente
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
j. Orientações em andamento
Mestranda Ana Laura Maciel Almeida
Titulo: Associação de Declínio cognitivo e deficiência de ferro em pacientes com Doença
Renal Crônica
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Mestranda Marilda Aparecida Ferreira
Titulo: Uso de Uma Ferramenta Eletrônica na abordagem ao tabagismo no Centro Hiperdia
de Juiz de Fora – Ampliando o alcance no combate ao Tabagismo?
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Mestranda Marilise de Andrade Paraizo
Titulo: Avaliação Neurolpsicológica em mpacientes com Doença Renal Crônica nos estágios
3 B, 4 e 5 na Pré-diálise
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Doutoranda Arise Garcia de Siqueira Galil
Titulo: Inquérito de uso do tabaco num modelo assistencial para usuários com doenças
crônicas no Brasil.
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Doutoranda Luanda Thais Menonça Santos
29 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Validação do Teste de Avaliação do Letramento em Saúde (TALES), um Questionário
Brasileiro de Avaliação de Letramento em Saúde
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Doutorando Celso Souza de Moraes Junior
Título: Análise dos Custos e Evolução Clínica do Tratamento de Usuários do Centro
Hiperdia Minas de Juiz de Fora – Uma Perspectiva do SUS
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
Doutoranda Viviane Angelina de Souza
Título: Avaliação de Sarcopenia em pacientes hipertensos diabéticos e com doença renal
crônica do Centro Hiperdia Minas de Juiz de Fora
Programa de Pós-Graduação em Saúde, Faculdade de Medicina da UFJF
K. Atividades didáticas
1. 1984 a 1998 – Disciplina de Nefrologia (Graduação)
2. 1999 a 2015 – Disciplina Clínica Médico-Cirúrgica V (Graduação)
3. 2011 a 2012 - Geriatria (Graduação)
4. 2013 a 2015 - Ecografia Clínica I (Graduação)
5. 2014 a 2015 - Ecografia Clínica II (Graduação)
6. 2014 a 2015 - Ecografia Clínica III (Graduação)
7. 2015 - Ecografia Clínica I (Graduação)
8. 2006 a 2015 - Estágio docente - Núcleo Interdisciplinar de Estudos, pesquisas e
Tratamento em Nefrologia (Pós-Graduação)
9. 2006 a 2015 - Tópicos Avançados em Estudo de Nefrologia I (Pós-Graduação)
10. 2006 a 2015 - Tópicos Avançados em Estudo de Nefrologia II (Pós-Graduação)
L. Atividades científicas (Aulas, conferências e palestras em congressos, Simpósios,
Jornadas e Cursos)
1. 2007 - XXII Congresso Luso-Brasileiro
Palestra: Doença renal crônica: Atendimento pré-dialítico
Local: Vila Moura, Portugal
2. 2009 - World Congress of Nephrology
30 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Palestra: The Latin Experience as part of symposium: Differences and trends in CKD
prevalence population
Local: Milão, Itália
3. 2012 - XVI Congresso da Sociedade Latinoamericana de Nefrologia e Hipertensão
Arterial
Palestra: Programa de Salud Renal HIPERDIA MINAS de Brasil
Local: Cartagena das Índias, Colômbia
4. 2013 - 2nd World Congress of Ultrasound im Medical Education
Palestra: State of Ultrasound Education Around the Globe – Brazil
Local: Columbia, South Caroline, Estados Unidos da América
5. 2014 - XVII Congresso da Sociedade Latinoamericana de Nefrologia e Hipertensão
Arterial
Palestra: Health Literacy
Local: Santiago, Chile
6. 2006 - XXIII Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: DRC – Epidemiologia e Abordagens” e “Modelos de Manejo do Paciente Portador
de DRC”.
Local: Gramado, Rio Grande do Sul
7. 2008 - XXIV Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Fórum de Doença Renal Crônica: Um desafio para o sistema de saúde Prevenção Precoce e Manejo da Doença Renal Crônica
Local: Curitiba, Paraná
8. 2010 - XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Impacto de um programa estruturado de educação na identificação da DRC pelos
profissionais do programa de saúde de família.
Local: Vitória, Espírito Santo
31 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 9. 2010 - XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Insuficiência de vitamina D em pacientes com DRC pré-dialética
Local: Vitória, Espírito Santo
10. 2010 - XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Manejo “Abrangente" do paciente com DRC
Local: Local: Vitória, Espírito Santo
11. 2010 - XXV Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Efeitos pletóricos da vitamina D na DRC
Local: Local: Vitória, Espírito Santo
12. 2012 - XXVI Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: HIPERDIA MINAS, a maneira mineira de prevenir a doença renal crônica
Local: São Paulo, São Paulo
13. 2014 – XXVII Congresso Brasileiro de Nefrologia (Encontro Nacional de Prevenção
da Doença Renal Crônica)
Palestra: Manuseio “holístico” da doença renal crônica
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais
14. 2014 - XXVII Congresso Brasileiro de Nefrologia (Encontro Nacional de Prevenção
da Doença Renal Crônica)
Palestra: Pacientes com baixo letramento em saúde
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais
15. 2014 – XXVII Congresso Brasileiro de Nefrologia
Palestra: Nefrologia “Point of Care”: Não é uma subespecialidade e sim uma mudança de
atitude
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais
32 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 16. 2014 – IX Curso de Educação Médica Continuada em Nefrologia do Conselho
Regional de medicina do Rio de Janeiro
Palestra: Diagnóstico e Tratamento da Doença Renal Crônica em Idosos
Local Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
M. Comissões Editoriais
1. 2007 a 2012 - Editor Chefe do Jornal Brasileiro de Nefrologia
2. 2007 a 2015 – Membro do Corpo Editorial do Jornal Brasileiro de Nefrologia
3. 2015 – Membro do Corpo Editorial da Revista da Associação Médica Brasileira
N. Coordenação e Organização de Eventos Científicos
1. 1999 - Presidente do Congresso Mineiro de Nefrologia
Local: Juiz de Fora, Minas Gerais
2. 2006 a 2014 - Organizador dos Encontros Nacionais de Prevenção da Doença Renal
Crônica da Sociedade Brasileira de Nefrologia (evento anual)
O. Artigos Publicados em Revistas com Árbitro e Indexada no PubMed
1. Impact of baseline health-related quality of life scores on survival of incident patients on
peritoneal dialysis: a cohort study. Grincenkov FR, Fernandes N, Pereira Bdos S, Bastos K,
Lopes AA, Finkelstein FO, Pecoits-Filho R, Qureshi AR, Divino-Filho JC, Bastos MG.
Nephron. 2015;129(2):97-103. doi: 10.1159/000369139. Epub 2015 Jan 28.
PMID: 25633060
2. The cost of alkaline solutions in ambulatory hemodialysis: an analysis about wasteful from
the processes control. de Moraes Junior CS, de Mendonça RR, Hatem RO, Souza AL,
Chaves AR, Bastos MG, Colugnati FA. J Bras Nefrol. 2014 Oct-Dec;36(4):502-11. doi:
10.5935/0101-2800.20140072. English, Portuguese. PMID: 25517280
3. Association of hypovitaminosis D with Systemic Lupus Erythematosus and inflammation.
de Souza VA, Bastos MG, Fernandes NM, Mansur HN, Raposo NR, de Souza DM, de
Andrade LC. J Bras Nefrol. 2014 Oct-Dec;36(4):430-6. doi: 10.5935/0101-2800.20140062.
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Espanholas. Natália Fernandes, Marcus G. Bastos, Roberto Pecoits Filho, Luis C. Pereira,
Márcia Franco, Sérgio A. Haddad, Maria Regina T. Pinheiro, Teresa M. S. Faifer, Aparecida
P. G. Visona, Elizabeth F. W. Tavares, Jacqueline Caramori, Edna C. C. Silva, Roberto B.
Carvalho, Hélcio A. Tavares Filho, Miguel C. Riella, José Carolino Divino-Filho e o Grupo do
Estudo Multicêntrico em Diálise Peritoneal no Brasil (ECMPD). J Bras Nefrol 2008;30/1:2231
19. Estudo piloto sobre a avaliação da periodontite crônica em pacientes com doença renal
crônica. Jéssica do Amaral Bastos, Eduardo Machado Vilela, Luiz Carlos Ferreira de
Andrade, Cláudio Galuppo Diniz, Vânia Lúcia da Silva, Alfredo Chaoubah, Edson José de
Carvalho Magacho, Marcus Gomes Bastos. J Bras Nefrol 2009;31(2):163-166]
20. Hiperuricemia: Um Marcador para Doença Renal Crônica Pré-Clínica? Rita M. R.
Bastos, Maria Teresa B. Teixeira, Alfredo Chaoubah, Ricardo V. Bastos, Marcus G. Bastos.
J Bras Nefrol 2009;31(1):32-8
21. DOENÇA RENAL CRÔNICA: TRATAMENTO. Bastos MG, Fernandes NMS, Suassuna
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em Diretrizes da AMB: Ciclo 4. Porto Alegre: Artmed Panamericana: 2014. P 12-56 (Sistema
de Educação Continuada a Distância, v.4)
22. Doença Renal Crônica (Pré-terapia Renal Substitutiva): Diagnóstico. Kirsztajn GM,
Souza E, Romão Jr JE, Bastos MG, Meyer F, Andrada NC. Projeto Diretrizes Associação
Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, 2011
44 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 23. Doença Renal Crônica (Pré-terapia Renal Substitutiva): Tratamento. Kirsztajn GM,
Romão Jr JE, Souza E, Soriano EA, Ribas DF, Andrada NC, Bastos MG. Projeto Diretrizes
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, 2011.
24. Doença Renal Crônica no Paciente Idoso. Marcus G. Bastos, Daniele Cupertino Q.
Oliveira, Gianna G. Kirsztajn. Rev HCPA 2011;31(1):52-65.
25. Efeitos da abordagem interdisciplinar na qualidade de vida e em parâmetros
laboratoriais de pacientes com doença renal crônica. Fabiane Rossi dos Santos, Maria
Stella
Tavares
Filgueiras, Alfredo
Chaoubah, Marcus
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Bastos, Rogério
Baumgratz de Paula. Rev. Psiq. Clín 35 (3); 87-95, 2008
26. Diagnóstico diferencial nas hematúrias. Marcus G. Bastos, Geraldo Antunes Martins,
Rogério Baumgratz de Paula. J. Bras. Nefrol. 1998;20(4):425-440
27. Caracteristicas do Infiltrado Inflamatorio Renal Na Nefropatia de Refluxo. Bastos MG,
Becker GJ, Kincaid-Smith PJ. Bras Nefrol. 1988;10:39-46.
28. Fatores Prognosticos da Nefropatia de Refluxo Em Pacientes Adultos. Bastos MG,
Becker GJ, Kincaid-Smith PJ. Bras Nefrol 1986;8:111-116.
29. Glomerulonefrites. Bastos MG, Chagas CC, Carvalho AR. HU-REVISTA.1988;16:39-46.
30. Propedêutica sequencial da urina nas suspeitas de hematuria. Venancio AC, Silva CL,
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31. Ação imunobiológica de um novo derivado 6-Mercaptopurínico I – Efeitos in vitro.
Andrade LCF, Montesano AMF, Machado AS, Pestana JOM, Bastos MG. J Bras Transpl
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32. Inibição da Reação de Hipersensibilidade tardia pela Administração Oral de GTPII.
Bastos MG, Paula RB. J Bras Transpl 2001;4:31-34.
33. Reprodução de um modelo experimental de enxerto de curacao em orelhas de
camundongo. Ferreira APS, Assis RVC, Bastos MG. HU Rev 1998;24:10-14.
45 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL 34. Ação imunobiológica de um novo derivado 6-Mercaptopurínico II. Efeitos in vivo.
Andrade LCF, Aerestrup F, Montesano MAF, Macahdo AS, Pestana, JOM, Bastos MG. J
Bras Transpl 1988;1(2):58-62.
35. Imunossupressão por diferentes drogas na reação de hipersensibilidade retardada à
ovalbumina. Tuyama A, Neto FR, Lima JSV, Ribeiro L, Condé ML, Andrade LCF, Bastos
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36. O Sistema Imune. Andrade LCF, Montesano, AMM, Bastos MG. Rev Méd Minas Gerais
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38. Bloquei seletivo da Resposta Imune durante a rejeição de Transplante. Bastos MG,
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38. Anemia e Progressão da doença renal crônica. Bastos MG. J Bras Nefrol 2006;28:1821.
39. Influência do sobrepeso e da obesidade sobre a função renal de doadores de renais.
Teixeira APSF, Paula RB, Andrade LCF, Bastos MG. Brasília Med 2005;42:4-11.
40. Insuficiência renal aguda dialítica: Experiência em Hospital Universitário. Carmo PAV,
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Nefrol 2006;28:7-14.
41. Obesidade e Doença Renal Crônica. Paula RB, Fernandes N, Carmo VMP, Andrade
LCF, Bastos MG. J Bras Nefrol 2006;28:158-164.
42. Deficiência de Ferro e anemia na Doença Renal Crônica. Canziani, MEF, Bastos MG,
Bregman R, Pecoits Filho R, Draibe SA, Carmo WB, Riella MC, Romão Jr JR, Abensur H. J
Bras Nefrol 2006;28:86-90.
43. Aspectos Atuais da Anemia na Doença Renal Crônica. Abensur H, Bastos MG, Canziani
46 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL MEF. J Bras Nefrol 2006;28:104-107.
44. Hematúria: Glomerular ou Pós-Glomerular? Bastos MG. NATES – Núcleo de
Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde, p. 43-47.
45. Lúpus Eritematoso Sistêmico Familiar. Andrade LCF, Bastos MG, Almeida EC, Vieira
PAP, Reis MF, Scotton AS. HU Revista 2003;29:480-482.
46. Infecção do Trato Urinário na Mulher. Bastos MG. NATES – Núcleo de Assessoria,
Treinamento e Estudos em Saúde, p. 34-39.
47. Tratamento da Síndrome Nefrótica Primária do Adulto. Andrade LCF, Almeida EC, Paula
RB, Bastos MG. J Bras Nefrol 2004;26:38-44.
48. Acidose Metabólica em Pacientes com Doença Renal Crônica Pré-Dialítica. Sil RG,
Souza EE, Almeida EC, Abrita RR, Carmo WB, Braga MH, Andrade LCF, Bastos MG. HU
Rev 2003;29:423-425.
49. Hipertensão arterial e hipertrofia ventricular esquerda em pacientes renais crônicos em
tratamento hemodialíctico.Carmo WB, Almeida SC, Rezende FCM, Oliveira VK. Henriques
DMN, Andrade LCF, Alves MJM, Bastos MG, Paula RB. J Bras Nefro 2003;25:1-9.
50. Relato de caso: Síndrome de compressão medular por tumor marrom relacionado ao
hiperparatireoidismo secundário. Abrita RR, Sanders H, Souza SF, Carvalho AB, Moura
LAR, Bastos MG. J Bras Nefrol 2003;25:108-11.
51. Andrade LCF, Paula RB, Almeida EC, Bastos MG. A Glomerulopatia da Imunoglobulina
A na Síndrome de Anormalidades Urinárias. Rev Med Minas Gerais 2002;12(2):86-90.
52. Diagnóstico Precoce da doença renal crônica. Bastos MG. Carmo WB, Abrita RR,
Almeida EC, Andrade LCF. Rev APS 2002;5(2):141-145.
53. A célula T Auxiliar e Doença Glomerular. Andrade LCF, Paula RB, Bastos MG. Rev Med
Minas Gerais 2001;11(2):97-103.
47 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Q. Capítulos de livros publicados
1. Avaliação da Função Renal - Em: Elvino Barros, Luiz Felipe Gonçalves - Em: Nefrologia
no consultório (Editora ARTMED, 2007)
2. Doença Renal Crônica: Frequente, potencialmente grave e tratável, mas também
prevenível - Em: Jenner Cruz, Helga Maria Mazzarolo Cruz, Rui Toledo de Barros Atualidades em Nefrologia 10 (Editora SARVIER, 2008)
3. Doença Renal Crônica Pós-Transplante - Em: Jenner Cruz, Helga Maria Mazzarolo Cruz,
Rui Toledo de Barros - Atualidades em Nefrologia 10 (Editora SARVIER, 2008)
4. Prevenção da Doença Renal Crônica - Em Miguel Carlos Riella - Princípios de Nefrologia
e Distarbios Hidroeletrolíticos (Editora Guanabara Koogan, 2010)
5. Doença Renal Crônica - Em: Bruce B. Duncan, Maria Inês Schmidt, Elza R.J. Giuliani,
Michael S. Duncan, Camila Giuliani - Medicina ambulatorial: Condutas de Atenção Primária
Baseadas em Evidências (Editora ARTMED, 2013). Marcus Bastos. Página 48 28/05/156.
6. Prevenção da Doença Renal Crônica - Em: Eduardo Rubens F. Távora - Introdução À Medicina
Renal Hidroletrolítica e Ácidobásica (Editora COOPMED, 2014). Marcus G Bastos
7. Kelley VE, Bastos M, Bennett W, Strom TB. Fish oil: Protects from cyclosporine induced
nephrotoxicity and causes immunosuppression. In: Colloque Inserm Proc. Intl. Symp. Biomembranes
and Nutrition. Leger CL, Bereziat G (eds). 1989; Vol. 195, 453-60.
S. Prêmios
1. Prêmio Professor Heonir Rocha de melhor artigo científico publicado no Jornal Brasileiro
de Nefrologia. Fernandes NM, Chaoubah A, Bastos K, Lopes AA, Divino-Filho JC, PecoitsFilho R, Bastos MG. Geografia da diálise peritoneal no Brasil: análise de uma coorte de
5.819 pacientes (BRAZPD). J Bras Nefrol. 2010 Jul-Sep;32(3):268-74. PMID: 21103690.
T. Projetos
1. Educação e Letramento em Saúde – Um Novo Olhar Sobre Intervenções No Centro
Hiperdia Minas – Juiz de Fora
48 MARCUS GOMES BASTOS MEMORIAL Agência finaciadora: FAPEMIG (APQ-00509-13)
Período: 2013-1015
2. Projeto de Extensão: HIPERDIA Minas
Agência financiadora: Fundação IMEPEN
Período: 2013-2015
3. Projeto de pesquisa:
Title: Optimizing Treatment for Brazilian Smokers Through Community-Based Primary Care
National
Institute
of
Health
Fogarty
International
Center
(R03TW008723).
Periodo: 07/01/2010 - 06/30/2013
VII – Comentários finais
Alcançar a posição de professor titular é, na minha maneira de ver, o coroamento da
carreira do magistério. Deveria ser o objetivo de todos os professores que ingressam no
magistério superior. As experiências vividas em outras instituições de ensino como a
Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a
Universidade Federal de São Paulo, a Universidade de Melbourne e a Universidade de
Harvard me proporcionaram uma outra perspectiva de universidade. Aprendi nessas
instituições a importância de ser professor não apenas para repassar conhecimentos, mas
também para gerá-los. Para tal, foi necessário priorizar a minha vida acadêmica, dedicandome à estruturação e ao crescimento da nefrologia da Universidade Federal de Juiz de Fora,
ao trabalho interdisciplinar com colegas das outras áreas da saúde, à instituição do
Programa de Pós-Graduação em Saúde da Faculdade de Medicina e, por último, mas talvez
mais importante, à inserção do ensino da ultrassonografia no ensino de graduação em
nossa instituição.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA