XXXIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO
A Gestão dos Processos de Produção e as Parcerias Globais para o Desenvolvimento Sustentável dos Sistemas Produtivos
Salvador, BA, Brasil, 08 a 11 de outubro de 2013.
PERSPECTIVAS DE EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA EM UM
ESTABELECIMENTO COMERCIAL NA
CIDADE DE ALAGOINHAS (BA) - UM
ESTUDO DE CASO.
LEIDIANE BASTOS SENNA (FSSS )
[email protected]
Luana Nascimento Freitas Sodre (FSSS )
[email protected]
DANIELE CARVALHO VASCONCELOS (FSSS )
[email protected]
Joaquim de Souza Matos Neto (FSSS )
[email protected]
Francisco Ramon Alves do Nascimento (FSSS )
[email protected]
O presente trabalho tem como objetivo de avaliar a eficiência
energética em um estabelecimento comercial na cidade de AlagoinhasBA. A metodologia de diagnóstico energético que compreende as
etapas de avaliação da situação atual de consumo de energia,
identificação dos principais problemas e indicação de soluções. Com a
implantação das soluções propostas, a empresa terá uma redução de
22,5% (668,14kWh) do consumo total de energia elétrica. Quanto a
conta de energia elétrica, a redução seria R$397,33 mensal. Assim é
essencial adotar medidas que possamos tornar o consumo mais
eficiente, trazendo benefícios pessoais, coma redução do custo com a
energia além de proteger e manter os recursos naturais.
Palavras-chaves: Eficiência energética; sustentabilidade; energia
elétrica.
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Salvador, BA, Brasil, 08 a 11 de outubro de 2013.
1. Introdução
Devido à preocupação com o crescimento econômico, os impactos ambientais causados pela
geração da energia elétrica, o impacto social decorrente do aumento da tarifa, a eficiência
energética tornou-se uma importante ferramenta para o planejamento energético do Brasil.
O uso da energia elétrica de forma eficiente ajuda na preservação do meio ambiente e na
poupança de investimento no setor elétrico pelo lado da geração e transmissão de energia
(HERRIQUE; RODRIGUES; SOUZA, 2006).
Segundo Tolmasquim (2012), os ganhos de eficiência elétrica até 2020 possibilitarão ao país
economizar o equivalente a uma usina hidrelétrica com capacidade em torno de 7 GW, o que
significa aproximadamente a potência instalada das hidrelétricas do Rio Madeira (Jirau e
Santo Antônio). Ou seja, estima-se que será evitada a geração de 34TWh, equivalente a cerca
de 4,4% da demanda final de eletricidade em 2020.
Os impactos ambientais provocados pelo aumento do consumo de energia elétrica
normalmente acontece no processo produtivo em ambientes diferentes, e distantes, do destino
final da energia produzida. Segundo Costa (2012), 15% de cada 100 kW de energia elétrica
produzidos no Brasil são perdidos entre a geração e o consumo.
O consumo de energia elétrica no Brasil cresce cerca de 5% ao ano, o que está acima da taxa
de crescimento do Produto Interno Bruto (COSTA, 2012).Em 2011, o Brasil consumiu
433.034 GWh (EPE, 2012).A Região Nordeste foi a segunda maior região consumidora de
energia, com um consumo de 12,6% da energia produzida no país.
Entre os estados nordestinos, a Bahia foi o estado com maior consumo de energia,
representando 35% (20.959 GWh)do total, sendo os setores industrial (44,5%) e residencial
(25,6%) os maiores consumidores.
Em relação ao setor comercial no Brasil, em 2011, foi o terceiro maior em termos de
consumo, com 73.482GWh (EPE, 2012). O estudo Plano Decenal de Expansão de Energia
(PDE 2020), desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aponta que, em 2015
e 2020, o consumo de eletricidade no setor comercial será 93.495 e 123.788 GWh
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respectivamente. Na Bahia, o setor comercial também foi o terceiro em termos de consumo de
energia elétrica, 2.897 GWh, o que representou 13,8% do total.
Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar a eficiência energética de estabelecimento
comercial na cidade de Alagoinhas-BA. Os objetivos específicos foram realizar um
diagnóstico energético,identificar os principais problemas quanto ao consumo de energia
elétrica, identificar as oportunidades de eficiência energética e avaliar o potencial de redução
da conta de energia elétrica do estabelecimento.
2. Eficiência energética em estabelecimentos comerciais
Os estabelecimentos do setor comercial são shoppings centers, comércios varejistas, incluindo
bares e restaurantes, comércio atacadista, hotéis e instalações de lazer e turismo,
estabelecimentos financeiros, escritórios, estabelecimentos de serviços médicos, de ensino e
etc.
De acordo com EPE (2010), da mesma forma que no setor residencial, a avaliação da
eficiência energética no setor comercial e de serviços, requer ampla pesquisa sobre posse e
uso de equipamentos.
Em estabelecimentos comerciais, principalmente no ramo de eletrodomésticos e
eletroeletrônicos, apesar da iluminação artificial permanecer ligada constantemente, os
equipamentos, que tem potências maiores, são as maiores causas do consumo de energia
elétrica. Isso porque os mesmos permanecem ligados durante todo o expediente, servindo de
demonstração para os clientes.
A iluminação eficiente de um ambiente deve ser baseada, dentre outros requisitos, no
desempenho visual requerido para a realização de uma determinada tarefa. No Brasil, os
níveis de iluminância recomendados para cada tipo de tarefa estão expostos na NBR
5413:1992.
A eficiência dos sistemas de iluminação artificial dos ambientes depende, basicamente, das
características técnicas, da eficiência e do rendimento dos conjuntos de elementos, dentre os
quais se destacam as lâmpadas, luminárias, reatores, utilização da luz natural, cores das
superfícies internas e necessidades de iluminação do ambiente. Dentre os métodos de cálculo
de iluminação de ambientes internos, o método dos lumens é o mais comumente usado.
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Em relação aos equipamentos, a promoção de eficiência energética está relacionada
primeiramente com a eficiência do equipamento, em alguns casos, indicada com o selo
PROCEL, tempo de uso e forma de utilização, ou seja, procedimentos operacionais.
3. Estudo de caso: Estabelecimento comercial na cidade de Alagoinhas-BA
A rede de lojas em estudo, fundada em 1982, tem 60 estabelecimentos no mercado varejista
da Bahia. A loja situada em Alagoinhas tem como principal segmento a comercialização de
aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos, e móveis.
O estabelecimento possui dois pisos (Figura 1), sendo piso inferior e piso superior. Na frente
da loja, piso inferior, estão à venda os aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos. No mesmo
piso existem também uma copa e dois banheiros, para funcionários e clientes.Vale ressaltar
que, devido ao piso inferior ter diferentes “pé direito” foi adotado a nomenclatura de parte 1
para a área com 7,45m e parte 2 para a área com 2,80m. No piso superior estão o setor de
móveis, setor administrativo e dois depósitos, D1 e D2.
Figura 1 –Layout do estabelecimento comercial.
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O presente trabalho foi realizado de acordo com a metodologia de diagnóstico energético
elaborada pelo MME(2012). As etapas, sequencialmente, podem ser resumidas em avaliação
da situação atual de consumo de energia, identificação dos principais problemas e indicação
de soluções.
Para avaliar a situação atual do consumo de energia elétrica, inicialmente, foi realizada uma
entrevista semi-estruturada com o gerente da loja para obter os aspectos energéticos do
estabelecimento, como histórico da conta de energia, problemas já identificados pela gestão e
procedimentos operacionais.
Em seguida, foi realizada a identificação e quantificação dos equipamentos e lâmpadas para
estimar o consumo de energia elétrica mensal por ambiente. Durante todo o mês de outubro
de 2012,visitas foram feitas no estabelecimento para coleta de dados.Quanto aos
equipamentos, o consumo foi calculado a partir do tempo de funcionamento, estimado com
base nas entrevistas com os funcionários, e a potência indicada em cada equipamento.
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Quanto a iluminação, foram feitos cálculos a partir do Método de Lumens, para análise e
comprovação da eficiência do sistema quanto ao padrão de iluminação da NBR
5412:1992para cada tipo de tarefa nos ambientes.
Para o cálculo da iluminação e consumo de energia elétrica pelas lâmpadas, o tempo de
funcionamento foi considerado como o período total do expediente, de segunda-feira a sextafeira, de 08h às 18h, e aos sábados das 8h às 14h. Além disso, um tempo adicional de 1h de
funcionamento, referente ao período utilizado para abertura e fechamento da loja, foi
considerado.
4. Resultados
4.1. Situação atual
O estudo do histórico da conta de energia, no período de outubro de 2011 a outubro de
2012,apontou que, em média, 2.574 kWh são consumidos mensalmente no estabelecimento,
conforme Figura 2. Isto significa que, adotando a tarifa de 0,5947 R$/kWh, o valor médio da
conta de energia elétrica é R$ 1.583 por mês.
Figura 2–Histórico do consumo de eletricidade e valor das contas de energia.
A partir da quantificação e funcionamento dos equipamentos e lâmpadas por ambiente, foi
estimada a participação de cada ambiente (Tabela 1) na conta de energia. O piso superior, piso
inferior parte 1 e o depósito 1 são os ambientes que mais consomem energia, representando
51,0; 26,1 e 11,1%, respectivamente.
Tabela 1 – Participação dos ambientes na conta de energia
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Isso devido principalmente ao piso superior representar a maior área do estabelecimento,
tendo 66 luminárias com 4 lâmpadas fluorescentes de 59 cm e potência de 16 W.O piso
inferior possui maior parte dos equipamentos ligados para exposição aos clientes e o depósito
1, embora não haja necessidade, permanece com 28 lâmpadas ligadas por todo o expediente,
um gabinete de computador que nunca é desligado, conforme normas estabelecidas pelo
estabelecimento.
4.2 Principais problemas identificados
O depósito 1 corresponde a 11,1 % do consumo e tem como principal problema a quantidade
de lâmpadas (28) que permanecem ligadas durante todo o funcionamento da loja. Além disso,
conforme o padrão de iluminação para este tipo de ambiente, exigido pela NBR 5413:1992,
apenas 12 lâmpadas são necessárias. Quanto aos equipamentos, há o consumo referente a dois
ventiladores, sendo um destes desnecessário, pois circula apenas onde estão as mercadorias,
quanto ao outro poderia ser substituído por uma de menor potência com a mesma eficiência.
O piso inferior representa31% da conta de energia. Quanto à iluminação, notou-se que haviam
muitas lâmpadas ligadas, num total de 68unidades, o equivalente a 34,2% do consumo do
ambiente. Porém, este ambiente permite o aproveitamento do fluxo luminoso natural tanto da
entrada principal da loja quanto de uma porta de vidro lateral. No entanto, a porta lateral
estava obstruída por diversos equipamentos, que impedem parcialmente o aproveitamento do
fluxo luminoso natural.
Quanto aos equipamentos do piso inferior, diversos ficam ligados equivalendo 30,8%, como
TVs, aparelhos de som, caixa amplificada, home theater, entre outros. Segundo o gerente da
loja, a permanência dos equipamentos ligados é um procedimento operacional padrão da rede
de lojas em estudo. Os monitores dos computadores que são utilizados pelos funcionários
ficam ligados mesmo não sendo utilizado todo o período, além dos ventiladores e gabinetes
dos computadores, que somam um total de 35%.
O piso superior representa 51,0% do consumo de energia elétrica total do estabelecimento.O
sistema de iluminação representa 61,7% do consumo deste ambiente, devido a área e
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consequentemente do número de lâmpadas.Neste ambiente foram identificadas janelas de
vidro na parte superior das paredes laterais que permanecem fechadas e revestidas com
películas de proteção solar, impedindo a entrada do fluxo luminoso natural e obstruindo a
passagem de ar.
No setor administrativo, localizado no piso superior, oito monitores ficam ligados
constantemente, além de impressoras multifuncionais, gabinetes dos computadores e máquina
de controle de ponto, que juntos, correspondem a 17,3%. Nos depósitos, através do cálculo
de iluminação, foi detectado que o ambiente tem fluxo luminoso superior ao necessário,
representando 40% do consumo no ambiente, além da impressora e monitor ficarem ligados
durante todo o expediente.
4.3. Oportunidades de eficiência energética
Com relação ao ambiente Copa, quanto aos equipamentos, algumas medidas de
conscientização foram avaliadas, como a colocação de placas de aviso tanto para o ventilador
quanto para o forno de microondas. A solução para o sistema de iluminação, uma medida de
intervenção, foi a instalação de sensores de presença. Já nos banheiros, foi recomendado
também a instalação dos sensores de presença e mudança das lâmpadas. No banheiro para
funcionários deve ser substituída a lâmpada de potência 22W por uma de 9W. No banheiro
para clientes deve ser permutada a lâmpada de potência 22W para uma de 15W.
No piso inferior foi recomendada a desobstrução da janela de vidro para melhorar o fluxo
luminoso natural e substituição do tipo de lâmpada, de 59 cm com 16 W para uma de 120 cm
com 58 W, o que diminuiria a quantidade de 68 para 24 lâmpadas. Além da utilização do
modo stand by para os monitores e escolha de equipamentos com maior eficiência para
permanecerem ligados afim de demonstração aos clientes, já que a permanência dos mesmos
ligados é um procedimento padrão da loja.
No piso superior, foi proposta a retirada das películas das janelas, melhorando, assim, o fluxo
luminoso. Com relação as lâmpadas, foi proposta a substituição das lâmpadas de 59cm com
16 W para lâmpadas de 120 cm com 58 W, o que diminuiria a quantidade de 224 para 80
lâmpadas.
Para o depósito, a medida de conscientização com relação ao monitor foi o uso do modo stand
by, e quanto a impressora, a ligação somente no momento da utilização. Quanto a iluminação,
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a quantidade de lâmpadas deverá ser reduzida, pois segundo os cálculos de iluminação
realizados, 20 lâmpadas são suficientes para o ambiente, retirando assim 16 lâmpadas do total
de 36 existentes.
De acordo com as soluções propostas, há um potencial de redução de 22,5% (R$ 397,33)na
conta de energia.O potencial de redução do consumo de energia elétrica por ambiente pode
ser analisado na Tabela 2.
Tabela 2 – Comparativo do potencial de eficiência energética por ambiente.
5. Conclusão
A adoção de medidas de eficiência energética se torna cada vez necessária para a sociedade
por diversos motivos, como a redução da conta de energia ou conscientização dos impactos
ambientais.
As medidas adotadas neste trabalho foram baseadas de acordo com decisões e parâmetros da
empresa, de forma que o potencial de eficiência energética fosse o mais realista. Assim,
algumas limitações foram encontradas na realização do estudo, como a modificação do padrão
operacional estabelecido pela loja, mudança da distribuição das luminárias e modificação da
instalação elétrica.
Com a implantação das soluções propostas, a empresa terá uma redução de 22,5%
(668,14kWh) do consumo total de energia elétrica. Quanto a conta de energia elétrica, a
redução seria R$397,33 mensal. Com o término do estudo, percebeu-se a necessidade de
conscientização dos funcionários e gestores do estabelecimento.
REFERÊNCIAS
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Salvador, BA, Brasil, 08 a 11 de outubro de 2013.
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