SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Projeto Político Pedagógico do Técnico em Agropecuária
Integrado ao Ensino Médio do Instituto Federal Goiano – Campus
Iporá
Iporá-GO, novembro /2011
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Diretor Geral
Prof. M.Sc. José Junio Rodrigues de Souza
Diretor de Administração e Planejamento
Prof. M.Sc. Marcelo Medeiros Santana
Diretor do Ensino
Prof. Dr. Renato Lara de Assis
Coordenadora do Ensino Médio e Técnico
Profª. Drª. Vania Sardinha dos Santos Diniz
Coordenadora Pedagógica
Profª. Esp. Marta Regina de Freitas Cabral
Coordenador
rdenador de Ensino de Graduação
Prof. Esp. Iuri Stênio Rodrigues
Coordenador do Curso Técnico em Agropecuária
Prof. Esp. Vanderlei Cardoso de Melo
Coordenadora de Pesquisa e Pós-Graduação
Pós
Profa. Drª. Cristiane de Melo Cazal
Coordenador de Extensão
Prof. José Geraldo Soares
Diretor de Apoio Institucional
Prof. M.Sc. Adimilson Araujo da Silva
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SUMÁRIO
1. Introdução ................................................................................................................................
................................
........................................... 5
2. Justificativa do Curso ...........................................................................................................................
................................
........................... 6
3. Objetivo Geral do Curso................................................................................................
................................
..................................................... 10
4. Área de abrangência ..........................................................................................................................
................................
.......................... 10
5. Missão do Curso ................................................................................................................................
................................
................................ 11
6. Perfil Profissional ...............................................................................................................................
................................
............................... 11
7. Áreas de Atuação ...............................................................................................................................
................................
............................... 12
8. Atribuições do Profissional ................................................................................................
................................
................................................ 12
9. Organização Curricular................................
................................................................................................
....................................................... 13
9.1 Matriz Curricular ..............................................................................................................................
................................
.............................. 13
9.2 Carga Horária ................................................................................................................................
................................
................................... 13
10. Sistema de Avaliação ................................................................................................
................................
....................................................... 13
11. Atividades Complementares ................................................................................................
........................................... 14
12. Estágio Supervisionado ................................................................................................
................................
.................................................... 15
13. Ementas ................................................................................................................................
................................
........................................... 15
14. Regime de Funcionamento
namento e Vagas ................................................................................................
................................. 16
15. Infraestrutura Física .........................................................................................................................
................................
......................... 16
15.1 Locais para aulas teóricas e atendimento aos alunos ................................................................
................................... 16
15.2 Outros recursos materiais................................................................................................
................................
.............................................. 17
15.3 Laboratórios ................................................................................................................................
................................
................................... 18
15.3.1 Laboratórios de Informática ................................................................................................
....................................... 18
15.3.2 Laboratório de Química Orgânica / Produtos Naturais ..............................................................
.............................. 18
15.4.3 Laboratório de Química Geral e Analítica ................................................................
................................................... 18
15.4.4 Laboratório de Físico-Química
Química ................................................................................................
.................................... 19
15.4.5 Central Analítica..........................................................................................................................
................................
.......................... 19
15.3.6. Central de Gerenciamento de Resíduos ................................................................
.................................................... 19
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15.3.7 Almoxarifado................................
...............................................................................................................................
............................... 20
15.3.8 Laboratório
atório de Análise de Solo e Foliar ................................................................
...................................................... 20
15.3.9 Laboratório de Tecnologia de Alimentos ................................................................
................................................... 20
15.3.10. Sala de Microscopia ................................................................................................
................................
................................................ 20
15. 4. Acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais ...............................................
................................
20
15.5 Biblioteca ................................................................................................................................
................................
....................................... 21
14.5.1 Espaço Físico ...............................................................................................................................
................................
............................... 21
15. 5.2 Horário de funcionamento ................................................................................................
........................................ 21
15.5.3 Acervo Bibliográfico ................................................................................................
................................
.................................................... 22
15.5.4 Acesso on line de periódicos e revistas ................................................................
...................................................... 22
16. Recursos Humanos ..........................................................................................................................
................................
.......................... 23
16.1 Estrutura Administrativa ................................................................................................
................................
................................................ 23
16.2 Docentes envolvidos no curso ................................................................................................
....................................... 23
16.3 Pessoal de Apoio ............................................................................................................................
................................
............................ 24
ANEXOS ................................................................
................................................................................................
.................................................. 26
EMENTAS DO ENSINO MÉDIO................................................................................................
................................
................................................ 28
EMENTAS DO ENSINO PROFISSIONAL................................................................................................
PROFISSIONAL
.................................... 51
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1. Introdução
As Instituições que formam a Rede Federal de Educação Profissional,
Científica e Tecnológica são originárias, em grande parte, das 19 escolas de
aprendizes artífices instituídas por um decreto presidencial de 1909, assinado pelo
então presidente Nilo Peçanha. Essas escolas, inicialmente subordinadas ao
Ministério dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio, foram transferidas em
1930 para a supervisão do Ministério
Ministério da Educação e Saúde Pública, sendo então
designadas de Liceus Industriais após um período de sete anos. Em 1942, um ano
após o ensino profissional ser considerado de nível médio, os Liceus passaram a ser
denominados de Escolas Industriais e Técnicas, e a partir de em 1959 adotou-se
adotou
o
nome de Escolas Técnicas Federais, configuradas como autarquias.
Ao longo desse tempo, constituiu-se
constituiu se uma rede de escolas agrícolas
chamadas de Escolas Agrotécnicas Federais. Esse ensino técnico teve ênfase numa
época em que o Brasil, em franco desenvolvimento agrícola e industrial, necessitava
ampliar seu contingente de mão-de-obra
mão
obra técnica especializada. Assim, a Educação
Profissional e Tecnológica assumiu valor estratégico para o desenvolvimento
nacional resultante das transformações
trans
das últimas décadas.
A mais recente dessas transformações foi o surgimento do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano), criado por meio da Lei
11.892, de 29 de dezembro de 2008, juntamente com outros 37 Institutos Federais
Fe
de Educação, Ciência e Tecnologia. Essas novas instituições são frutos do
reordenamento e da expansão da Rede Federal de Educação Profissional e
Tecnológica, iniciados em abril de 2005.
De acordo com o disposto na Lei, o Estado de Goiás possui dois Institutos.
O Instituto Federal de Goiás (IF Goiás) e o Instituto Federal Goiano (IF Goiano),
sendo o último resultado da junção dos antigos Centros Federais de Educação
Tecnológica (CEFETs) de Rio Verde, Urutaí (juntamente com sua respectiva Unidade
de Ensino
sino Descentralizada de Morrinhos), além da Escola Agrotécnica Federal de
Ceres (EAFCE) – todos provenientes das antigas Escolas Agrotécnicas Federais. O
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Instituto Federal Goiano passou a ter uma Reitoria instalada em Goiânia - GO, como
órgão de administração
ção central.
O IF Goiano é uma autarquia Federal detentora de autonomia administrativa,
patrimonial,
Universidades
financeira,
Federais.
didático
didático-pedagógica
pedagógica
e
Oferece
básica,
educação
disciplinar,
equiparado
profissional
técnica
às
e
tecnológica, e superior,
r, pluricurricular e multicampi, especializada em educação
profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino.
Em 2010, o IF Goiano inaugurou o campus Iporá, com o compromisso de
responder de forma rápida e eficaz às demandas crescentes por fo
formação
profissional, por meio da difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos, e de
suporte aos arranjos produtivos na região Oeste do Estado de Goiás.
Em seu primeiro ano, o campus Iporá possui os Cursos Técnicos em
Agropecuária, Informática e Téc
Técnico
nico em Administração na Modalidade de Educação
Jovens e Adultos (Proeja). Para o ano de 2011, será oferecido o Curso Técnico em
Informática integrado ao Ensino Médio, com habilitação técnica em Informática, o
curso de Graduação em Química (Licenciatura) e o Curso Técnico em Química
Industrial.
O curso técnico integrado ao Ensino Médio torna-se
torna se importante, pois oferece
às comunidades de Iporá e região a oportunidade de acesso ao ensino básico de
qualidade agregado ao ensino profissionalizante atendendo a uma
uma urgente demanda
nacional por mão-de-obra
obra qualificada, ao mesmo tempo, que possibilita a
continuidade dos estudos para os que assim desejarem.
2. Justificativa do Curso
Iporá teve sua origem com a formação do arraial de Pilões, na margem do
Rio Claro, por volta do ano de 1748. Um ano depois, Gomes Freire de Andrade,
Governador das Capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro, firmou contratos de
exploração dos diamantes de Rio Claro e Rio Pilões. Essas atividades iniciais de
garimpo demandaram cerca de duzentos
duzentos escravos que trabalhavam sob o comando
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dos exploradores contratados. Forças do exército, mandadas pela Coroa, garantiam
a execução do serviço. O povoado nascente recebeu o nome de Rio Claro, dado ao
rio caudaloso em que se procedia à busca dos diamantes
diamantes (INSTITUTO BRASILEIRO
DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, 2011).
A significativa extração de diamantes e o desenvolvimento rápido do arraial
motivaram seu excepcional crescimento. Em 5 de julho de 1833, Rio Claro passou à
categoria de distrito, sustentando
sustentando a denominação de Rio Claro, pertencente ao
Município de Goiás, antiga Vila Boa. Apenas o nome da Igreja Católica que era
“Senhor do Bom Fim foi alterado para paróquia, passando para Nossa Senhora do
Rosário”. O distrito permaneceu com o mesmo nome, a
até
té que o povoado caiu em
decadência. Para piorar a situação, a população foi acometida de um surto de febre
amarela, que matou e afugentou a maioria dos moradores do lugar. E, então, o
povoado que em seus tempos de glória chegou a ter cerca de mil habitantes,
habitant
ficou
reduzido a poucas famílias e alguns descendentes de escravos. Alguns o chamaram
carinhosamente de "Comércio Velho". Na década de 30 do século XX, conjecturou
conjecturouse entre os daquele lugar a mudança do povoado. Constituiu
Constituiu-se
se uma comissão que
elegeu o lugar às margens do Córrego Tamanduá, onde é a sede atual do município
para abrigar a nova povoação (IBGE, 2011).
Em 1938, o Distrito de Rio Claro passou a chamar Itajubá, topônimo de
origem indígena, tupi-guarani,
guarani, que significa “pedra amarela”. Em 1942, Joaquim
J
Paes Toledo e família doaram uma área de 100 alqueires goianos de terras para a
edificação da cidade. Em 1943, por Decreto-Lei
Decreto Lei Estadual nº 8.305, de 31 de
dezembro, passa a denominar
denominar-se
se IPORÁ, nome também de origem indígena, que
significa “águas claras”.
ras”. Pela Lei Estadual nº 249, de 19 de novembro de 1948, foi
elevado à categoria de município, e, em 1º de janeiro de 1949, foi desmembrado do
Município de Goiás (IBGE, 2011).
No ano 2010 o censo revelou que em Iporá existem 31.274 habitantes,
distribuídos
os numa área de aproximadamente 1.026,38 km², sendo 1.012,29 km2 de
área rural e 14,09 km2 de área urbana, localizada nas coordenadas geográficas de
16°26’31” Sul e 51°07’04” Oeste. O município tem relevante inserção na região
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Centro-Oeste
Oeste do País devido ao
ao entroncamento rodoviário entre as rodovias BR-060
BR
e GO-060,
060, e sua economia baseia-se
baseia se nos setores de agricultura, com produção em
pequena escala de frutas e hortaliças; pecuária, com produção de bovinos, suínos,
equinos; extração vegetal, com produção de carvão vegetal e lenha; indústria, nas
áreas extrativas, de transformação e construção; comércio, nas áreas de reparação
de veículos automotores e peças, área de alojamento e alimentação de pessoas,
transporte, comunicação, intermediação financeira e atividades
atividades imobiliárias;
serviços, com a presença de casas lotéricas, bancos, entre outros serviços (IBGE,
2011).
Na área de educação, o município de Iporá possui estabelecimentos de
ensino, conforme Tabela 01, para os níveis infantil (redes municipal e privada),
privada
fundamental (redes estadual e privada), médio (redes estadual e privada), de
educação especial (rede estadual) e de educação de jovens e adultos (redes
estadual e federal). Para o nível de educação profissional e tecnológica, o município
conta com o SENAC,
AC, que oferece cursos pagos nas áreas de serviços, além do IF
Goiano campus Iporá, que oferece os cursos técnicos gratuitos em Agropecuária,
Informática, Química,
Administração (modalidade PROEJA) e Licenciatura em
Química.
O ensino de nível superior conta
conta com a Unidade Universitária de Iporá da
Universidade Estadual de Goiás - UEG, a qual oferece os cursos de Licenciatura em
Matemática, História, Geografia, Letras, Pedagogia, Biologia, Educação Física e
Seqüencial de Gestão Pública. A cidade conta também com a Faculdade de Iporá –
FAI, instituição particular que oferece os cursos de Marketing, Administração,
Pedagogia, Gestão de Agronegócios e Análises de Sistemas. Conforme a Tabela 1
pode-se
se observar a quantidade de estabelecimentos de ensino presentes e
em Iporá.
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TABELA 1 - Número de estabelecimentos de ensino segundo etapa e/ou modalidade
de ensino.
Estabelecimento de Ensino
Dependência Administrativa
Municipal Estadual
Privada Federal Total
Educação Infantil
09
-
02
-
11
Ensino Fundamental
07
10
02
-
19
Ensino Médio
-
02
03
-
05
Educação Especial
-
01
-
-
01
Educação de Jovens e Adultos
-
01
-
01
02
Educação Profissional e
Tecnológica
-
-
-
01
01
Sistema S
01
Educação superior
Total de Estabelecimentos de
Ensino
-
01
01
01
03
16
15
08
03
43
Fonte: Adaptado de SEPLAN
SEPLAN, 2005
A formação do profissional em Técnico em Agropecuária baseia-se
baseia
na
importância de melhorias na produtividade e aumento na eficiência dos sistemas
produtivos agrícolas e pecuários, os quais contribuíram com 22,3% do produto
interno bruto (PIB) nacional no ano
ano de 2010 (IBGE). No setor da indústria, os
seguimentos que têm maior participação no mercado de trabalho do Técnico em
Agropecuária
são:
laticínios,
frigoríficos,
armazéns
graneleiros,
empresas
agropecuárias e fábricas destinadas à alimentação animal.
O crescimento da atividade agroindustrial no Estado de Goiás tem resultado
no aumento da produtividade agrícola e zootécnica. A produção de grãos, criação de
aves, bovinos, peixes e suínos têm destaque nacional, e compõem um cenário de
oportunidades crescentes.
tes. A expansão da agropecuária e suas modernas
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concepções (agricultura de precisão, qualidade do solo, integração lavoura-pecuária,
lavoura
plantio direto) possibilitam várias oportunidades para os egressos em Técnico em
Agropecuária formados no IF Goiano.
Nesse contexto, o IF Goiano propõe-se
propõe se a oferecer o Curso Técnico em
Agropecuária, pois estará contribuindo para o aumento nos índices de produtividade
agrícola e pecuária na Macrorregião do Baixo, Médio e Alto Araguaia, além de
promover melhoria da qualidade dos serviços prestados à população.
3. Objetivo Geral do Curso
Formar profissionais técnicos de nível médio dotados de conhecimentos que
os habilitem a desenvolver atividades relacionadas à área agropecuária.
Além da formação profissional, o curso Técnico em Agropecuária Integrado
ao Ensino Médio tem como objetivo oferecer um ensino básico de qualidade que
permita o acesso do aluno ao nível superior de ensino bem como prepará-lo
prepará para o
exercício da cidadania.
4. Área de abrangência
O Curso Técnico em Agropecuária
Agropecuária Integrado ao Ensino Médio é destinado
aos alunos oriundos das instituições de ensino públicas ou particulares, de todo o
território nacional que oferecem o Ensino Fundamental, porém com ênfase em
atender a demanda existente nos municípios que compõem
compõem a macro-região
macro
do
Baixo, Médio e Alto Araguaia, bem como de qualquer parte do Brasil ou do exterior,
conforme figura 01.
Figura 01 – Área de Abrangência do Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio no
Oeste Goiano.
Fonte: Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento do Estado de Goiás - SEPLAN (20111)
1
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5. Missão do Curso
Oferecer educação profissional
profissional e tecnológica, de forma indissociável da
pesquisa e extensão buscando o padrão de excelência na formação integral de
profissionais com valores éticos e humanos para o mundo do trabalho, contribuindo
com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da sociedade.
6. Perfil Profissional
Analisar as características econômicas, sociais e ambientais,
identificando as atividades peculiares
peculiares da área a ser implementada de
acordo com os projetos agropecuários;
Planejar e monitorar a produção vegetal e animal, bem como as ações
referentes aos seus tratos culturais;
Identificar e aplicar técnicas mercadológicas para distribuição e
comercialização de produtos;
Aplicar recursos de informática na área agropecuária.
Cumprir a legislação e normas pertinentes à produção vegetal e
animal;
Desenvolver mecanismos para a produção de alimentos, aplicando
princípios científicos de melhoramen
melhoramento
to genético e ações adequadas às espécies e
condições regionais;
Planejar e monitorar o uso de máquinas e implementos agrícolas,
obedecendo às normas de segurança e manutenção;
Analisar os fatores ambientais e climáticos que interagem na relação
planta, inseto e doença, definindo os métodos de prevenção, erradicação e controle;
Conhecer, planejar e monitorar métodos e técnicas de colheita,
armazenamento e beneficiamento;
Conhecer programas de nutrição e alimentação animal;
Conhecer e adequar sistemas de criação de animais;
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Conhecer e executar programas profiláticos, higiênicos e sanitários dos
animais.
7. Áreas de Atuação
Os egressos do Curso Técnico em Agropecuária do IF Goiano - Campus
Iporá possuem a opção de engajar-se
engajar
no mercado de trabalho como empregados ou
prestadores autônomos de serviços especializados, de ingressarem em um curso
superior ou, ainda, de se tornarem agricultores ou criadores. Há demanda também
para o exercício de funções de supervisão e coordenação do trabalho de outros
empregados
dos ou mesmo de administração de empresas rurais, além das atividades
de operação e regulagem de máquinas e equipamentos, levantamentos topográficos
e marcação de curvas de nível, coleta de amostras para análise de solo,
monitoramento de pragas e doenças, aplicação de defensivos, controle operacional
de silos graneleiros, aplicação de vacinas em bovinos, etc. No setor de insumos
agrícolas, são contratados pelas indústrias e pelo comércio, fazendo o atendimento
aos consumidores de defensivos, sementes, equipamentos
equipamentos e máquinas agrícolas e
também na prestação de assistência técnica aos clientes, muitas vezes através da
execução de atividades de mecanização agrícola. Além disso, podem atuar em
órgãos de assistência técnica e extensão rural.
ofissional
8. Atribuições do Profissional
De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da
Educação (http://catalogonct.mec.gov.br/et_recursos_naturais/t_agropecuaria.php) e
a Resolução Nº 278, de 27 de maio de 1983 do Conselho Federal de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia (http://normativos.confea.org.br/downloads/0278-83.pdf),
(http://normativos.confea.org.br/downloads/0278
o
Técnico em Agropecuária planeja, executa, acompanha e fiscaliza todas as fases
dos projetos agropecuários. Administra propriedades rurais. Elabora, aplica e
monitora programas preventivos
preventivos de sanitização na produção animal, vegetal e
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agroindustrial. Fiscaliza produtos de origem vegetal, animal e agroindustrial. Realiza
medição, demarcação e levantamentos topográficos rurais. Atua em programas de
assistência técnica, extensão rural e pesqui
pesquisa.
9. Organização Curricular
9.1 Matriz Curricular
A Matriz curricular é composta de disciplinas do núcleo básico do ensino
médio mais disciplinas da área profissional (Anexo 1).
9.2 Carga Horária
O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano – campus
Iporá-GO
GO oferecerá, em período integral, o curso Técnico em Agropecuária integrado
ao Ensino Médio na forma de disciplinas anuais, totalizando três anos de duração.
O curso terá uma carga horária total de 4.480 horas que correspondem a
3.040
0 horas das disciplinas do Ensino Médio, 1.280 horas do ensino profissional e
160 horas de estágio obrigatório. O tempo normal para conclusão é de 3 anos,
sendo o mínimo e máximo determinados pelo Regulamento e da organização
Didático Pedagógica.
tema de Avaliação
10. Sistema
A avaliação do rendimento escolar será feita bimestralmente, sendo que as
disciplinas do Ensino Médio terão pelo menos uma prova escrita e sem consulta por
bimestre com valores entre 3,0 e 5,0 pontos (a critério do professor) mais
um
simulado
imulado e uma redação bimestral no valor de 1,0 ponto cada e os outros pontos o
professor da disciplina terá autonomia para avaliar na forma de trabalhos,
seminários, provas escritas com ou sem consultas.
A forma de avaliação das disciplinas profissionalizantes
profissionalizantes ficará a critério do
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professor obedecendo o Regulamento dos Cursos Técnicos que sugere pelo menos
dois instrumentos avaliativos por bimestre.
A recuperação será
rá feita bimestralmente de forma paralela, conforme o
Regulamento Geral dos Cursos Técnico
Técnicos do IF Goiano.
11. Atividades Complementares
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a flexibilidade curricular
possibilita o desenvolvimento de atitudes e ações empreendedoras e inovadoras,
tendo como foco as vivências da aprendizagem para capacitação
capacitação e para a inserção
no mercado de trabalho.
Nesse sentido, o curso prevê o desenvolvimento de cursos de pequena
duração, seminários, fóruns, palestras, dias de campo, visitas técnicas, realização
de estágios não curriculares e outras atividades que
que articulem os currículos a temas
de relevância social, local e/ou regional e potencializem recursos materiais, físicos e
humanos disponíveis.
vivências
o
curso
Para que o aluno sinta-se
sinta se estimulado a usufruir destas
Técnico
em
Agropecuária
oportuniza
as
atividades
complementares de forma obrigatória, sendo realizadas fora do horário do curso
normal e fora dos componentes curriculares obrigatórios, durante o período de
realização do curso, compondo a carga horária mínima do curso.
A carga horária deve ser de no mínimo 20 horas atendendo regulamentação
específica. As atividades complementares são validadas com apresentação de
certificados ou atestados, contendo número de horas e descrição das atividades
desenvolvidas, por comissão de avaliação designada pela
pela coordenação do eixo
tecnológico.
Para o curso Técnico em Agropecuária são consideradas para fins de
computo de carga horária as seguintes atividades: Seminários; Palestras,
Congressos, Visitas Técnicas; Workshops; Simpósios; Feiras; Mostras; Dia de
campo,, Oficinas, Salão de Iniciação Científica, Semana acadêmica (mini-cursos),
(mini
Participação em Projetos de pesquisa, Produção científica, Participação em projetos
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de extensão e estágio não curricular, entre outros que serão a seguir pontuados:
participação em eventos como palestras, seminários, congressos,
fóruns relacionados com à área de estudo: aproveitamento de até 05 hs;
participação
em
cursos
de
extensão,
cursos
e
mini-cursos:
mini
aproveitamento de até 05 hs;
participação em programas de iniciação científica e/ou projetos de
pesquisa: aproveitamento de até 05 h;
monitoria: aproveitamento de até 05 h;
participação em serviço voluntário relacionado com a áreas do curso:
aproveitamento de até 05 h;
estágio curricular não obrigatório: aproveitamento de até 05 h;
visitas
isitas técnicas e viagens de estudo (não previstas na carga horária de
disciplina do curso): aproveitamento de até 05 h;
publicação de resumo em anais de congressos, seminários, Iniciação
Científica ou Revista: 05 h por publicação, até máximo de 05 horas;
premiação de trabalhos: 05 h por premiação;
dia de campo: aproveitamento até 05 h.
12. Estágio Supervisionado
O estágio curricular supervisionado obrigatório terá duração de 160 horas,
sendo um dos instrumentos de prática profissional e requisito para conclusão
co
do
curso Técnico em Agropecuária. Será regido pelo Regulamento de Estágio Curricular
Obrigatório do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano – Campus
Iporá-GO.
13. Ementas
As ementas das disciplinas do Ensino Médio e Ensino Profissionalizante
Profi
encontram-se no Anexo 2.
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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
14. Regime de Funcionamento e Vagas
A admissão dos alunos será feita através de processo seletivo (exame de
seleção), em conformidade com edital próprio, elaborado e aprovado pela comissão
responsável do IF Goiano – Campus Iporá. O curso é integrado e anual, se destina
aos alunos egressos do Ensino Fundamental.
Será ofertada 35 vagas, onde os alunos receberão aulas específicas do
curso Técnico em Agropecuária no período matutino e aulas das disciplinas da Base
Nacional
onal Comum do Ensino Médio no período vespertino.
O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano – campus
Iporá-GO
GO poderá ainda aceitar transferência de alunos oriundos de outras
instituições, desde que haja vaga e compatibilidade de Matriz Curricular.
15. Infraestrutura Física
se observar, na tabela abaixo, que o IF Goiano – Campus
ampus Iporá possui
Pode-se
uma boa infra-estrutura
estrutura física para atuação e apoio didático.
15.1 Locais para aulas teóricas e atendimento aos alunos
Dependências para atendimento
a
aos alunos
DESCRIÇÃO
Salas climatizadas, com capacidade para 45 alunos,
equipadas com TV LCD 42” e quadro branco formicado.
Salas climatizadas, com capacidade para 45 alunos,
equipadas com quadro branco formicado.
Auditório com capacidade para 192 pessoas,
APLICAÇÃO
NÚMERO
Salas de aula
06
Salas de aula
06
Palestras,
climatizado, com palco, equipado com mesa de som, 1 cursos e
microfone sem fio, 1 microfone com fio, 2 caixas
eventos
acústicas e 1 púbito.
culturais.
01
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Salas com capacidade para 45 alunos, climatizadas,
equipadas com 35 computadores com acesso a
internet, TV LCD 42” e quadro branco formicado.
Sala com capacidade para 45 alunos, climatizada,
equipada com 45 computadores, com acesso a internet
e quadro branco formicado.
Laboratórios de
01
Informática.
Laboratórios de
01
Informática.
Sala climatizada, com capacidade para 40 alunos,
equipada com 3 computadores e quadro branco
Laboratórios de
formicado, destinada a atividades de manutenção de
Informática.
01
computadores.
Sala, climatizada, com capacidade para 20 pessoas.
Reuniões
Didático-
01
pedagógicas.
Salas climatizadas, equipada com computador com
Coordenação
acesso a internet e telefone.
Pedagógica.
Salas para trabalho individual, equipadas com mesas,
Salas de
02
06
cadeiras, armários e com acesso à internet e telefone. Professores
Salas climatizadas, com capacidade para 3 pessoas,
equipadas com mesas, cadeiras, armários e com
acesso à internet e telefone.
Salas de
08
Professores
O IF Goiano – Campus Iporá dispõe, ainda, de um centro de convivência com
cantina e copiadora, além de uma quadra poliesportiva e de um posto médico-odontológico
médico
com sala para curativos.
15.2 Outros recursos materiais
ÍTEM
Data Show
OBSERVAÇÕES
QUANTIDADE
04
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Retroprojetor
04
Ônibus
Capacidade para 48 pessoas
1
Camionete
Modelo Ranger cabine dupla
1
Camionete
Modelo Ranger cabine simples
1
Automóvel
Modelo Palio Adventure
1
Trator
New Roland TT4030
1
Trator
Agrale 4230
1
15.3 Laboratórios
15.3.1 Laboratórios de Informática
LABORATÓRIO
01
ÁREA
90 m2
MÁQUINAS
36
02
03
04
90 m2
90 m2
44 m2
36
36
03
15.3.2 Laboratório de Química Orgânica / Produtos Naturais
O laboratório tem 90 m2, pé direito de 3 m, paredes revestidas em azulejo,
piso em granitina, bancadas em granito, rede elétrica, hidráulica e para gás (GLP), 3
pias,
armários
para
armazenamento
de
vidrarias,
equipamentos
e/ou
reagentes/solventes, quadro branco formicado e sistemas para climatização de
ambiente; também, tem 1 capela com sistema de exaustão, 1 chuveiro e 1 lava
olhos para atender as normas de segurança em laboratório. Neste pode
pode-se realizar
aulas práticas, pesquisa básica e aplicada.
15.4.3 Laboratório de Química Geral e Analítica
Este laboratório tem 60 m2, pé direito de 3 m, paredes
des revestidas em azulejo,
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piso em granitina, bancadas em granito, rede elétrica, hidráulica e para gás (GLP), 1
pia,
armários
para
armazenamento
de
vidrarias,
equipamentos
e/ou
reagentes/solventes, quadro branco formicado e sistemas para climatização de
ambiente;
mbiente; também, tem 1 capela com sistema de exaustão, 1 chuveiro e 1 lava
olhos para atender as normas de segurança em laboratório. Neste pode
pode-se realizar
aulas práticas, pesquisa básica e aplicada.
15.4.4 Laboratório de Físico-Química
Físico
Este laboratório tem 90 m2, pé direito de 3 m, paredes revestidas em azulejo,
piso em granitina, bancadas em granito, rede elétrica, hidráulica e para gás (GLP), 3
pias,
armários
para
armazenamento
de
vidrarias,
equipamentos
e/ou
reagentes/solventes, quadro branco formicad
formicado
o e sistemas para climatização de
ambiente; também, tem 1 capela com sistema de exaustão, 1 chuveiro e 1 lava
olhos para atender as normas de segurança em laboratório. Neste pode
pode-se realizar
aulas práticas, pesquisa básica e aplicada.
15.4.5 Central Analítica
Este laboratório tem 60 m2, pé direito de 3 m, paredes revestidas em azulejo,
piso em granitina, bancadas em granito, rede elétrica, hidráulica e para gás (GLP), 1
capela com sistema de exaustão, 1 pia, armários para armazenamento de vidrarias,
equipamentos
amentos e/ou reagentes/solventes e sistemas para climatização de ambiente.
Neste pode-se
se realizar aulas práticas, pesquisa básica e aplicada, além de
atividades de prestação de serviços à comunidade.
15.3.6. Central de Gerenciamento de Resíduos
e construção.
Em fase de
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15.3.7 Almoxarifado
Esta sala tem 40 m2, pé direito de 3 m, piso em granitina, bancadas, armários
para armazenamento de vidrarias e reagentes/solventes e sistema para climatização
de ambiente. Neste pode-se
se armazenar reagentes, solventes e vidrarias.
15.3.8 Laboratório de Análise de Solo e Foliar
Neste laboratório são realizadas as seguintes análises:
a)
Análises químicas: pH; Al; MO; Mg; Ca; P; K; H+Al;
b)
Análises físicas: areia, limo e argila;
c)
Análises de calcário: CaO; MgO; E. R; V. N.; PRNT%;
d)
Análise de folhas.
15.3.9 Laboratório de Tecnologia de Alimentos
Em fase de construção.
15.3.10. Sala de Microscopia
Em fase de construção.
15. 4. Acessibilidade às pessoas portadoras de necessidades especiais
O Instituto Federal Go
Goiano – Campus Iporá vem se preocupando cada vez
mais com a política de acessibilidade a comunidade escolar, portanto está previsto
para o ano de 2012 a implantação do Núcleo de Apoio a Pessoas Portadoras de
Necessidades Especiais (NAPEs). Esta iniciativa faz
faz parte de um programa do
governo federal denominado ação TEC NEP – Tecnologia, Educação, Cidadania e
Profissionalização para Pessoas com Necessidades Específicas, que visa a
inserção das Instituições Federais Tecnológicas no atendimento as PNEs, que visa
implementar políticas de atendimento aos alunos com necessidades educativas
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
especiais,
exigindo uma organização de serviços a serem desenvolvidos pela
Instituição.
No que se refere a infra
infra-estrutura
estrutura específica, o Campus Iporá precisa fazer
adaptações em suas instalações, construindo rampas, adaptando sanitários,
telefones, enfim, dotando os acessos de forma apropriada. As edificações novas já
contemplam as características estruturais destinadas aos PNEs, inclusive rampas
elevatórias. Na questão específica das metodologias didático-pedagógicas
pedagógicas pretendepretende
se, no primeiro momento, ampliar o debate e aglutinar pessoas à idéia e
posteriormente, elaborar e/ou implementar programas específicos.
15.5 Biblioteca
14.5.1 Espaço Físico
A biblioteca climatizada possui uma área total de 320 m2, dividida em
espaços para serem ocupados com estantes de livros, mesas para estudo e com
dez computadores com acesso a internet, que são de uso exclusivo dos alunos,
além de 18 cabines para estudo individual. A biblioteca é servida com banheiros
masculinos, femininos, banheiros adaptados e bebedouros.
Além disso, existe o espaço administrativo equipado com fichários e
computadores.
15. 5.2 Horário de funcionamento
funcionament
A biblioteca é acompanhada por um grupo de 2 servidores, que possibilitam
o atendimento em horário corrido, de sete horas às 22 horas, de segunda-feira
segunda
a
sexta-feira,
feira, aspecto de grande importância porque cria elasticidade de tempo para
estudo e pesquisas dos alunos.
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15.5.3 Acervo Bibliográfico
Área de ensino
Número de títulos
Número de
exemplares
Ciências Agrarias
51
137
Ciências Biológicas
23
63
Ciências Humanas
24
61
Ciências Exatas e da Terra
31
132
Ciências Sociais Aplicadas
10
29
Ciências da Saúde
01
03
Total
140
425
15.5.4 Acesso on line de periódicos e revistas
O IF Goiano – Campus Iporá tem acesso ao Portal de Periódicos gerido pela
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) por meio
do endereço http://www.periodicos.capes.gov.br, que oferece acesso aos textos
completos
letos de artigos de mais de 9095 revistas internacionais, nacionais e
estrangeiras, e a mais de 90 bases de dados com resumos de documentos em todas
as áreas do conhecimento. Além de obras de referência, podem ser acessados:
Biblioteca Digital - Domínio
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/Pesquisa
Público
ObraForm.do
Revista de Administração de http://rae.fgv.br/rae/vol51-num2-2011
Empresas - RAE
Revista de Administração
http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.ph
Contemporânea - RAC
p?revista=3
Administradores – O Portal da http://www.administradores.com.br/
Administração
Revista Inovar Journal
http://socialsciences.scielo.org/scielo.php?script=sci_
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serial&pid=0121-5051&nrm=iso&rep=&lng=pt
&lng=pt
Revista de Administração
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=
.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=
Mackenzie – RAM
1678-6971&nrm=isso&rep=&lng=pt
SCIELO
http://www.scielo.org/php/index.php
Revista Informe Agropecuário http://www.informeagropecuario.com.br/
Revista Plantio Direto
http://www.plantiodireto.com.br/
Associação de Plantio Direto http://www.apdc.org.br/
no Cerrado
Embrapa (Empresa Brasileira http://www.embrapa.br/
de Pesquisa Agropecuária)
Revista Globo Rural
http://revistagloborural.globo.com/
Revista Balde Branco
http://www.baldebranco.com.br/
Revista Brasileira de
Agricultura Irrigada
http://www.inovagri.org.br/rbai/
16. Recursos Humanos
16.1 Estrutura Administrativa
Diretor Geral: Prof. M.Sc. José Junio Rodrigues de Souza
Diretor de Administração e Planejamento: Prof. M.Sc. Marcelo Medeiros Santana
Diretor do Ensino: Prof. Dr. Renato Lara de Assis
Coordenadora do Ensino Médio e Técnico: Profª. Drª. Vania Sardinha dos Santos
Diniz
Coordenadora Pedagógica: Profª. Esp. Marta Regina de Freitas Cabral
Coordenador de Ensino de Graduação: Prof. Esp. Iuri Stênio Rodrigues
Coordenador do Curso Técnico em Agropecuária: Prof. Esp. Vanderlei Alves
Cardoso
Coordenadora de Pesquisa e Pós-Graduação:
Pós
Profa. Drª.
ª. Cristiane de Melo Cazal
Coordenação de Extensão: Prof. M. Sc. José Geraldo Soares
Diretor de Apoio Institucional: Prof. M.Sc. Adimilson Araujo da Silva
16.2 Docentes envolvidos no curso
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Na Tabela abaixo os docentes do IF Goiano – campus Iporá com as
respectivas
espectivas titulações e as disciplinas do Curso Técnico em Agropecuária pelas
quais serão responsáveis.
Docentes
Adimilson Araujo da Silva
Adriana Carvalho Rosa
Adriane da Silveira Gomes
Aline Ditomaso
Arianny Grasielly Baião Malaquias
Bruno Duarte Alves Fortes
Cristiane de Melo Cazal
Daniel Luiz Rodrigues da
Annunciação
Eduardo Rodrigues de Carvalho
Fabio Antônio Leão de Sousa
Iraci Balbinha Gonçalves Silva
Iuri Stênio Rodrigues
Ivanete Tonole da Silva
Jaqueline Ribeiro de Rezende
José Geraldo Soares
Léia Adriana da Silva Santiago
Maria Eugênia Sebba Ferreira
Michel Rezende da Silveira
Paulo Silva Melo
Renato Lara de Assis
Rosemeire de Souza Pinheiro
Vanderlei Alves Cardoso
Vania Sardinha dos Santos Diniz
Disciplina
Administração Rural
Matemática
Química
Educação Física
Titulação
mestre
especialista
doutora
Matemática
Produção Animal I
Química
mestre
mestre
Doutora
Química
Zootecnia Geral, Desenho Técnico e
Construções Rurais, Forragicultura,
Produção Animal III
Matemática
Filosofia
Química
Agricultura Geral, Culturas perenes
Princípios da Agroindústria
Olericultura, Culturas anuais
História
Literatura/Inglês
Geografia
Física
Mecanização Agrícola, Topografia,
Irrigação e Drenagem
Gramática, Espanhol
Produção Animal II
Biologia
doutor
especialista
meste
especialista
doutor
mestre
mestre
mestre
mestre
doutor
especialista
especialista
doutora
16.3 Pessoal de Apoio
Na Tabela abaixo os servidores que têm atividades intercomplementares
com as ações educativas do Curso Técnico em Agropecuária integrado ao Ensino
Médio e que, por isso, integram a logística do ensino
ensino-aprendizagem
aprendizagem pretendido.
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Servidor
Função
Cristiane Borges dos Santos
Auxiliar em Administração
Débora Neves Alves
Assistente em Administração
Alfredo Pupak Pereira Virote
Analista de Tecnologia da Informação
Marta Regina de Freitas Cabral
Pedagoga
Márcia Maria de Borba
Assistente em Administração
Maria Alessandre de Sousa
Auxiliar de Biblioteca
Wender Santos Prudente
Administrador
Antônia Costa Ramos
Auxiliar em Administração
Dênis Júnio de Almeida
Auxiliar de Biblioteca
Irinéia Martins da Silva
Auxiliar em Administração
Rosiane Gonçalves de Lima Santana
Bibliotecária
Thiago Diniz dos Santos
Auxiliar em Administração
Motorista
(Terceirizado)
Odontólogo
Previsto para 2012
Orientador Educacional
Previsto para 2012
Técnico em Assuntos Educacionais
Previsto para 2012
Médico
Previsto para 2012
Rececpcionista
Previsto para 2012
Telefonista
Previsto para 2012
Limpeza
Terceirizado
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ANEXOS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO
Alte r ada pe la RESOLUÇÃO Nº 034/2010 DE 14/12/2010
*Aula de 55 minutos
Áreas de
Conhecimento
SERVIÇO
PÚBLICO FEDERAL
Disciplinas
CHS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
4
Linguagens, Códigos Língua Portuguesa
e suas Tecnologias
1
Artes
SECRETARIA
DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
1
Inglês
INSTITUTO
FEDERAL
GOIANO
–
CAMPUS
IPORÁ
–
GO
Espanhol
1
AUTORIZAÇÃO:
LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Educação Física
2
2
2
2
4
2
2
1
1
Ciências da Natureza Física
e suas tecnologias.
Quimica
Biologia
Matemática
Ciências Humanas e História
suas Tecnologias
Geografia
Sociologia
Filosofia
Parte Diversificada
Total de aulas/Semanal/Anual/EM
Zootecnia Geral
Ensino Profissional
Agricultura Geral
Olericultura
Mecanização agrícola
25
2
2
2
2
3
11
36
Produção Animal I (Avicultura/Criações Alternativas)
Total de aulas/Semanal/Anual/EP 1ª Série
Total de aulas/Semanal/Anual/EP +EM 1ª Série
Áreas de
Disciplinas
Conhecimento
Linguagens, Códigos Lingua Portuguesa
e suas Tecnologias
Inglês
Espanhol
Educação Física
Ciências da Natureza Física
e suas tecnologias.
Quimica
Biologia
Matemática
Ciências Humanas e História
suas Tecnologias
Sociologia
Geografia
Filosofia
Parte Diversificada
Total de aulas/Semanal/Anual/EM
Ensino Profissional
Produção
Animal
(Suinocultura/Ovinocultura/Caprinocultura)
Desenho Técnico e Construções Rurais
Administração Rural
Culturas Anuais
Forragicultura
Topografia
Total de aulas/Semanal/Anual/EP 2ª Série
Total de aulas/Semanal/Anual/EP +EM 2ª Série
Áreas de
Disciplinas
Conhecimento
Linguagens, Códigos Lingua Portuguesa
e suas Tecnologias
Inglês
Espanhol
Educação Física
Ciências da Natureza Física
e suas tecnologias.
Quimica
Biologia
Matemática
Ciências Humanas e História
suas Tecnologias
Geografia
Filosofia
Sociologia
Parte Diversificada
Total de aulas/Semanal/Anual/EM
Ensino Profissional
Produção Animal III (Bovinocultura)
Culturas Perenes
Irrigação e Drenagem
Princípios da Agroindústria
Total de aulas/Semanal/Anual/EP 3ª Série
Total de aulas/Semanal/Anual/EP+EM 3ª Série
Ensino Profissional
Tópicos Especiais**
Total de Horas Anuais Ensino Médio
Total de Horas Anuais do Ensino Profissional
Total de Horas EM+EP
CHS
4
2
1
2
2
2
2
4
2
1
2
1
II
1ª Série
CHT AULAS
147
160
37
40
37
40
37
40
73
80
73
80
73
80
73
80
147
160
73
80
73
80
37
40
37
40
917
73
73
73
73
110
403
1320
2ª Série
CHT AULAS
147
160
73
80
37
40
73
80
73
80
73
80
73
80
147
160
73
80
37
40
73
80
37
40
25
917
3
120
2
1
3
1
2
12
37
73
37
110
37
73
450
1367
CHS
4
2
1
2
3
3
2
4
2
2
1
1
1000
80
80
80
80
120
440
1440
1000
120
80
40
120
40
80
480
1480
3ª Série
CHT AULAS
160
147
80
73
37
40
73
80
120
110
120
110
80
73
147
160
80
73
80
73
40
37
40
37
27
3
2
2
2
9
36
990
110
73
73
73
330
1320
1080
120
80
80
80
360
1440
2
73
80
2.823
1.257
4.080
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EMENTAS DO ENSINO MÉDIO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E
TECNOLOGIA GOIANO - CAMPUS IPORÁ
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
CARGA HORÁRIA: 160 hora/aula
AULAS SEMANAIS: 4 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Leitura - interpretação e produção de textos, variações linguísticas e registros de linguagem,
funções da linguagem, figuras de linguagem, gêneros Literários, literatura brasileira, gramática,
análise de obras literárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CEREJA, Willian Roberto & Magalhães, Thereza Cochar. Português/Linguagens. Vol.1, 6ª. Ed.
Revista e ampliada, São Paulo, Editora Atual, 2008.
BECHARA, Evanildo. A nova ortografia. São Paulo: Nova Fronteira, 2008.
HOUAISS, A. e VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2001
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo. Cultrix.
FARACO & MOURA. Gramática. São Paulo. Edit. Ática.
MOISÉS,Massaud.A Literatura Portuguesa. São Paulo. Cultrix.
PLATÃO & FIORIN.Para entender o texto – Literatura e Redação. São Paulo. Edit. Ática
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
AULAS SEMANAIS: 4 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA
CARGA HORÁRIA: 160 hora/aula
PRÉ-REQUISITO: NÃO POSSUI
Leitura - interpretação de textos, produção de texto, literatura - escolas literárias, gramática,
análise de obras literárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CEREJA, Willian Roberto & Magalhães, Thereza Cochar. Português/Linguagens. Vol.1, 6ª. Ed.
Revista e ampliada, São Paulo, Editora Atual, 2008.
BECHARA, Evanildo. A nova ortografia. São Paulo: Nova Fronteira, 2008.
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
HOUAISS, A. e VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo. Cultrix.
FARACO & MOURA. Gramática. São Paulo. Edit. Ática.
MOISÉS,Massaud.A Literatura Portuguesa. São Paulo. Cultrix.
PLATÃO & FIORIN. Para entender o texto – Literatura
a e Redação. São Paulo. Edit. Ática
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
AULAS SEMANAIS: 4 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 160 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Texto-leitura,
leitura, redação literária, literatura: fases do Modernismo, redação literária, análise de
obras literárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CEREJA, Willian Roberto & Magalhães, Thereza Cochar. Português/Linguagens. Vol.1, 6ª. Ed.
Revista e ampliada, São Paulo, Editora Atual, 2008.
BECHARA, Evanildo. A nova ortografia. São Paulo: Nova Fronteira, 2008.
HOUAISS, A. e VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo. Cultrix.
FARACO & MOURA. Gramática. São Paulo. Edit. Ática.
MOISÉS,Massaud.A Literatura Portuguesa. São Paulo. Cultrix.
PLATÃO & FIORIN.Para entender o texto – Literatura e Redação. São Paulo. Edit. Ática.
DISCIPLINA: Artes
CARGA HORÁRIA: 40 horas
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Estudo dos conceitos fundamentais da História da Arte. Conhecimento das diferentes linguagens
artísticas e suas especificidades. Estudo das heranças artísticas das matrizes formadoras da
identidade e cultura brasileira e goiana. Análise crítica da arte contemporânea
contemporânea em suas várias
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
vertentes e desdobramentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Moderna São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
1992
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna,
arte 16. ed. São Paulo: LTC, 1999.
GOMBRICH, Ernst H. História da arte.
HAUSER, Arnold. História social da literatura e da arte. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
JANSON, Horst W. Iniciação à história da arte
arte.. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
ed. São Paulo: Martins
WOLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte. 4. ed
Fontes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Língua Inglesa
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Leitura; comunicação oral e prática de leitura e escrita em Língua Inglesa para fins diversos
(aplicação social ou no mercado de trabalho).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. Orientações curriculares para
o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias.2008.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. PCN+
PCN+- Ensino médio.
Orientações curriculares complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais: linguagens,
códigos e suas tecnologias. 2008.
Instrumental: Estratégias de Leitura.São
São Paulo: Textonovo, 2000.
MUNHOZ, R. Inglês Instrument
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE Católica de São Paulo.
Paulo Reading Strategies and the Active
Classroom. São Paulo: PUC, s.d. (Resource Package 2) Projeto Ensino de Inglês Instrumental
em Universidades Brasileiras.
s.
SILVA, J.A. de C.; GARRIDO, M.L.M. & BARRETO, T.P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de textos. Salvador: UFBA, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 8 ed. São Paulo:
Saraiva, 2000.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
DISCIPLINA: Língua Inglesa
CARGA HORÁRIA: 80 horas
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Leitura; comunicação oral e prática de leitura e escrita em Língua Inglesa para fins diversos
(aplicação social ou no mercado de trabalho).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. Orientações curriculares para
o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias.2008.
PCN+ Ensino médio.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. PCN+Orientações curriculares complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais: linguagens,
códigos e suas tecnologias. 2008.
Leitura.
Paulo: Textonovo,
tonovo, 2000.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental: Estratégias de Leitura.São
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE Católica de São Paulo. Reading Strategies and the Active
Classroom. São Paulo: PUC, s.d. (Resource Package 2) Projeto Ensino de Inglês Instrumental
em Universidades Brasileiras.
SILVA, J.A. de C.; GARRIDO, M.L.M. & BARRETO, T.P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de textos. Salvador: UFBA, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 8 ed. São Paulo:
Saraiva, 2000.
DISCIPLINA: Língua Inglesa
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Leitura; comunicação oral e prática de leitura e escrita em Língua Inglesa para fins diversos
(aplicação social ou no mercado de trabalho).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. Orientações curriculares para
o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias.2008.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica. PCN+PCN+ Ensino médio.
Orientações curriculares complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais: linguagens,
códigos e suas tecnologias. 2008.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental: Estratégias de Leitura.São
Leitura.São Paulo: Textonovo, 2000.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE Católica de São Paulo.
Paulo Reading Strategies and the Active
Classroom. São Paulo: PUC, s.d. (Resource Package 2) Projeto Ensino de Inglês Instrumental
em Universidades Brasileiras.
SILVA, J.A. de C.; GARRIDO, M.L.M. & BARRETO, T.P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de textos. Salvador: UFBA, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 8 ed. São Paulo:
Saraiva, 2000.
DISCIPLINA: Espanhol
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Aspectos histórico-culturais
culturais da língua espanhola no contexto mundial. Estruturas básicas
voltadas à interação sociocomunicativa com ênfase nas quatro habilidades: audição, fala, leitura
e escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Síntesis
ática.
MARTIN, Ivan Rodrigues. Síntesis.Ed.
ALVES, Adda-Nari
Nari M.: MELLO, Angélica. Mucho.Ed. Moderna.
BRUNO, Fátima Cabral: MENDONZA, Maria Angélica.
Angélica Hacia el Españhol. Ed. Saraiva.
DICIONÁRIO Larousse míni: português-espanhol.
português espanhol. 1. ed. bras. Larousse, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASTRO, F. et alii. Madrid: Edelsa, 1991. Ven 1, Ven 2, Ven 3.
brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2006.
MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para brasileiros.
BRUNO, Fátima Cabral & MENDOZA, Maria Angélica. Hacia el español - curso de lengua y
cultura hispánica.. São Paulo: Saraiva, 2005.
Cómo ser profesor y querer seguir siéndolo? Madrid: Edelsa, 1994.
ALONSO, E. ¿Cómo
CARGA HORÁRIA: 40 horas
DISCIPLINA: Espanhol
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Noções gerais sobre a estrutura gramatical da língua espanhola – morfologia, sintaxe, ortografia
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
básica, etc. Aspectos histórico-culturais
histórico culturais da língua espanhola no contexto mundial. Estruturas
básicas voltadas à interação sociocomunicativa com ênfase nas quatro
quatro habilidades: audição,
fala, leitura e escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Síntesis
ática.
MARTIN, Ivan Rodrigues. Síntesis.Ed.
Nari M.: MELLO, Angélica. Mucho.Ed. Moderna.
ALVES, Adda-Nari
BRUNO, Fátima Cabral: MENDONZA, Maria Angélica.
Angélica Hacia el Españhol. Ed. Saraiva.
DICIONÁRIO Larousse míni: português
português-espanhol.
espanhol. 1. ed. bras. Larousse, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASTRO, F. et alii. Madrid: Edelsa, 1991. Ven 1, Ven 2, Ven 3.
brasileiros São
MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para brasileiros.
Paulo: Saraiva, 2006.
BRUNO, Fátima Cabral & MENDOZA, Maria Angélica. Hacia el español curso de lengua y cultura hispánica.
hispánica São Paulo: Saraiva, 2005.
Cómo ser profesor y querer seguir siéndolo? Madrid:
ALONSO, E. ¿Cómo
Edelsa, 1994.
DISCIPLINA: Espanhol
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
culturais da língua espanhola no contexto mundial. Estruturas básicas
Aspectos histórico-culturais
voltadas à interação sociocomunicativa com ênfase nas quatro habilidades: audição, fala, leitura
e escrita. Com foco no aperfeiçoamento do caráter receptivo e produtivo
produti
da língua,
preocupando-se
se com o desenvolvimento das habilidades linguísticas como um todo em nível
médio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Síntesis
Ática.
MARTIN, Ivan Rodrigues. Síntesis.Ed.
Nari M.: MELLO, Angélica. Mucho.Ed. Moderna.
ALVES, Adda-Nari
Angélica Hacia el Españhol. Ed. Saraiva.
BRUNO, Fátima Cabral: MENDONZA, Maria Angélica.
DICIONÁRIO Larousse míni: português-espanhol.
português espanhol. 1. ed. bras. Larousse, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASTRO, F. et alii. Madrid: Edelsa, 1991. Ven 1, Ven 2, Ven 3.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para brasileiros.
brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2006.
BRUNO, Fátima Cabral & MENDOZA, Maria Angélica. Hacia el español - curso de lengua y
cultura hispánica.. São Paulo: Saraiva, 2005.
Cómo ser profesor y querer seguir siéndolo? Madrid: Edelsa, 1994.
ALONSO, E. ¿Cómo
DISCIPLINA: Educação Física
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Apresenta os aspectos anatômicos do corpo humano, bem como os benefícios à saúde
decorrentes da prática de exercícios físicos. Tendo por intuito tornar o aluno crítico e autônomo
na escolha de exercícios físicos existentes nas diferentes práticas da cultura corporal de
movimento para a manutenção da saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros
Curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de
Educação Média e Tecnológica, 1999. 364p.
DARIDO, S.C. Educação Física na escola: questões e reflexões. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
______. Os Conteúdos da Educação Física na Escola. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
GALVÃO, Z.; RODRIGUES, L.H.; SILVA, E.V.M. Esporte. In: DARIDO, S. C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005, p.176
p.176-198.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da educação. Currículo do Estado de São Paulo: Linguagens,
códigos e suas tecnologias/Secretaria da Educação. São Paulo: 2010.
DISCIPLINA: Educação Física
CARGA HORÁRIA: 80 horas
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Trabalha com as diferentes manifestações da cultura corporal, compreendendo, reconhecendo e
valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão, proporcionando ao aluno a
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
autonomia na escolha e elaboração das atividades corporais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros
Curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de
Educação Média e Tecnológica, 1999. 364p.
DARIDO, S.C. Educação Física na escola: questões e reflexões. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
______. Os Conteúdos da Educação Física na Escola. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
J
Guanabara Koogan, 2005.
GALVÃO, Z.; RODRIGUES, L.H.; SILVA, E.V.M. Esporte. In: DARIDO, S. C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005, p.176
p.176-198.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da educação. Currículo do Estado de São Paulo: Linguagens,
códigos e suas tecnologias/Secretaria da Educação. São Paulo: 2010.
DISCIPLINA: Educação Física
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Relaciona as manifestações da cultura corporal associando os conceitos anatômico-fisiológicos,
anatômico
como forma de reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
valorizando
como recurso
para melhoria de suas aptidões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros
Curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação
Média e Tecnológica, 1999. 364p.
DARIDO, S.C. Educação Física na escola: questões e reflexões. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
______. Os Conteúdos da Educação Física na Escola. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações
ões para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
GALVÃO, Z.; RODRIGUES, L.H.; SILVA, E.V.M. Esporte. In: DARIDO, S. C.; RANGEL, I.C.A.
(Org.). Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica. Rio de Janeiro:
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Guanabara Koogan, 2005, p.176
p.176-198.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da educação. Currículo do Estado de São Paulo: Linguagens,
códigos e suas tecnologias/Secretaria da Educação. São Paulo: 2010.
DISCIPLINA: Física
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Padrões e unidades. Conversão de unidades. Incerteza e algarismos significativos. Vetores e
soma vetorial. Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado. Cinemática vetorial. Vetor
posição, velocidade e aceleração. Movimento circular. As leis de Newton
Newton e suas aplicações:
partículas em equilíbrio, dinâmica das partículas, forças de atrito, dinâmica do movimento
circular. Trabalho. Energia cinética e o teorema do trabalho-energia.
trabalho energia. Potencia. Energia potencial
e conservação de energia. Forças conservativas
conservativas e não conservativas. Diagramas de energia
Hidrostática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUALTER & ANDRE; Física para o Segundo Grau,
Grau, Volume Único, Ed.: Saraiva. Terceira
edição, 1998.
RAMALHO, NICOLAU E TOLEDO; Fundamentos de Física I (Mecânica), Ed.: Moderna, Quinta
Edição, 1988.
ANTÔNIO MÁXIMO E BEATRIZ ALVARENGA; Curso de Física Volume I,, Ed. Harbra, Segunda
Edição, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA:Física
CARGA HORÁRIA: 80 horas
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Padrões e unidades. Conversão de unidades. Conceitos iniciais de termologia; Transmissão de
energia térmica; Trocas de calor sem mudança de estado físico; Trocas de calor com mudança
de estado físico; Dilatação térmica; Gases perfeitos e termodinâmicos; Movimento
Mo
harmônico
simples; Ondas; Reflexão da luz e espelhos planos; Espelhos esféricos; Refração da luz;
Lentes esféricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Grau, Volume Único, Ed.: Saraiva. Terceira
GUALTER & ANDRE; Física para o Segundo Grau,
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
edição, 1998.
RAMALHO, NICOLAU E TOLEDO; Fundamentos de Física II (Mecânica)
(Mecânica), Ed.: Moderna,
Quinta Edição, 1988.
ANTÔNIO MÁXIMO E BEATRIZ ALVARENGA; Curso de Física Volume II
II, Ed. Harbra,
Segunda Edição, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Física
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 120 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Conceitos iniciais de eletrostática; Força elétrica; Campo elétrico; Potencial elétrico; Corrente
elétrica e resistores elétricos; Gerador elétrico; Receptor elétrico; Medição de grandezas
elétricas; Capacitores; Campo magnético; Partícula eletrizada em um campo magnético; Indução
eletromagnética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUALTER & ANDRE; Física para o Segundo Grau, Volume Único, Ed.: Saraiva. Terceira edição,
1998.
RAMALHO, NICOLAU E TOLEDO; Fundamentos de Física III (Mecânica)
(Mecânica), Ed.: Moderna,
Quinta Edição, 1988.
ANTÔNIO MÁXIMO E BEATRIZ ALVARENGA; Curso de Física Volume III
III, Ed. Harbra,
Segunda Edição, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Química
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Introdução ao estudo da Química, Estudo da Matéria, Estrutura Atômica, Tabela Periódica,
Ligações Química, Funções Inorgânicas, Relações de Massa, Estudo dos Gases e
Estequiometria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PERUZZO, Francisco Miragaia. CANTO, Eduardo Leite. Química na Abordagem do Cotidiano:
Química Geral, São Paulo. Moderna, 2006. 4ª edição.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
FELTRE, Ricardo. Química Geral , São Paulo. Moderna, 2008. 7º Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
DISCIPLINA: Química
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Soluções, Propriedades Coligativas, Termoquímica, Óxido-redução,
Óxido redução, Eletroquímica Cinética
química, Equilíbrio Químico e Radiotividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PERUZZO, Francisco Miragaia. CANTO, Eduardo Leite. Química na Abordagem do Cotidiano:
Físico-química,
química, São Paulo. Moderna, 2006. 4ª edição.
química, São Paulo. Moderna, 2008. 7º Edição.
FELTRE, Ricardo. Físico-química,
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Química
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 120 horas
oras
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Introdução ao Estudo da Química Orgânica, Hidrocarbonetos, Funções Orgânicas Oxigenadas,
Funções Organicas Nitrogenadas, Funções Mistas, Propriedades Físicas dos Compostos
Orgânicos, Isomeria, Reações Orgânicas, Polímeros, Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos e
Proteínas..
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PERUZZO, Francisco Miragaia. CANTO, Eduardo Leite. Química na Abordagem do Cotidiano:
Química Orgânica, São Paulo. Moderna, 2006. 4ª edição.
FELTRE, Ricardo. Química Orgânica, São Paulo. Moderna, 2008. 7º Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Biologia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
A origem da Biologia. Vida: o estudo da Biologia. Níveis de organização em Biologia. A natureza
do conhecimento científico. Origem da vida na Terra. A base molecular da vida. A célula animal e
vegetal. Metabolismo energético: respiração e fotossíntese. O controle gênico das células.
Tecidos animais. Reprodução e ciclo de vida. Desenvolvimento embrionário dos animais.
Desenvolvimento embrionário humano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia: Biologia das células. Vol.1. 2ª edição. Editora
Moderna. 2010. 464p.
LINHARES, S. & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia. Vol. Único. Editora Ática. 2009. 552p.
LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. Vol. Único. Editora Saraiva.
Sara
2005. 608p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Fundamentos da Biologia Moderna. Vol.Único. 4ª edição.
Editora Moderna. 2009. 464p.
DISCIPLINA: Biologia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Classificação dos seres vivos. Vírus. Reino Monera. Reino Protista. Reino Fungi. Reino Plantae
(Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas). Reino Animalia. Anatomia e Fisiologia
comparada dos animais. Morfologia e Fisiologia Vegetal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia: Biologia dos organismos. Vol.2. Editora Moderna.
2010. 888p.
LINHARES, S. & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia. Vol. Único. Editora Ática. 2009. 552p.
LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. Vol. Único. Editora Saraiva. 2005. 608p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Fundamentos da Biologia Moderna. Vol.Único. 4ª edição.
Editora Moderna. 2009. 464p.
DISCIPLINA: Biologia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Conceitos básicos de Genética. Primeira Lei de Mendel. Segunda Lei de Mendel. Polialelia e
grupos sanguíneos. Interação gênica. Ligação gênica. Sexo e herança genética. Alterações
cromossomiais. Histórico
o das Teorias sobre a origem da vida. Teorias evolutivas (Lamarckismo,
Darwinismo, Neodarwinismo). O campo de estudo da Ecologia. Cadeias e Teias alimentares.
Ciclos biogeoquímicos. Populações. Relações entre os seres vivos. Fatores Abióticos. Sucessão
Ecológica.
lógica. Distribuição dos organismos na Biosfera. Destruição da Biodiversidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Biologia: Biologia das populações. Vol.3. Editora Moderna.
2010. 810p.
LINHARES, S. & GEWANDSZNAJDER, F. Biologia. Vol. Único. Editora Ática. 2009. 552p.
LOPES, S. & ROSSO, S. Biologia. Vol. Único. Editora Saraiva. 2005. 608p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMABIS, J.M. & MARTHO, G.R. Fundamentos da Biologia Moderna. Vol.Único. 4ª edição.
Editora Moderna. 2009. 464p.
DISCIPLINA: Matemática
AULAS SEMANAIS: 4 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 160 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Conjuntos, Funções, Progressões e Trigonometria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Giovanni, J. R. e Bonjorno, J. R.. Matemática Completa.. Editora FTD, 2º edição. São
Paulo.2005.
Iezzi, Gelson. Matemática.. Volume Único.Editora Atual. 5 edição. São Paulo.2001.
Dante, L. R. Matemática Contextos e Aplicações. Volume Único. Editora Ática, São Paulo, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Matemática
CARGA HORÁRIA: 120 horas
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Matrizes, Determinantes, Sistemas Lineares, Geometria Espacial e Noções de Matemática
Financeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Giovanni, J. R. e Bonjorno, J. R.. Matemática Completa.. Editora FTD, 2º edição. São
Paulo.2005.
Iezzi, Gelson. Matemática.. Volume Único.Editora Atual. 5 edição. São Paulo.2001.
Dante, L. R. Matemática Contextos e Aplicações. Volume Único. Editora Ática, São Paulo, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Matemática
AULAS SEMANAIS: 4 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 160
0 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Geometria Analítica, Cônicas, Polinômios, Números Complexos, Equações Polinomiais,
Probabilidade e Noções de Estatística.
.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Giovanni, J. R. e Bonjorno, J. R.. Matemática Completa.. Editora FTD, 2º edição. São
Paulo.2005.
Iezzi, Gelson. Matemática.. Volume Único.Editora Atual. 5 edição. São Paulo.2001.
Dante, L. R. Matemática Contextos e Aplicações. Volume Único. Editora Ática, São Paulo, 2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: História
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Desenvolvimento de conceitos históricos contextualizados e interdisciplinares, mediante
articulação passado-presente,
presente, estabelecendo relações entre trabalho e produção, tecnologia
ciência. A pré-história
história e as formações sócio-político-econômicas
sócio
econômicas da Antiguidade Clássica
Oriental. A passagem da Antiguidade ao período medieval. A transição do feudalismo para
mercantilismo.
a
e
e
o
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
BIBLIOGRAFIA :
AQUINO e outros. História das Sociedades.Vol.2. Ao Livro Técnico AS. São Paulo, 1989.
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral – Volume Único. 9ª edição. São Paulo:Saraiva,
2008.
FAGE, J. D. e OLIVER, Roland. Breve História da África. Lisboa: Sá da Costa, 1980.
FONTANA, Josep. História:: análise do
do passado e projeto social. Bauru, SP: EdUSC, 1998.
FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001.
KOSHIBA Luiz & Pereira Denise Manzi Frayze . História Geral e Brasil - Volume Único - 2
grau Ed. 1ª. Editora: Atual , 2009.
MOURA, Clóvis. História do Negro no Brasil. São Paulo, Ed.Ática, 1989.
(
HERNANDEZ, Leila Leite . A África na sala de aula:: visita à história contemporânea (3ª
edição). 3ª. ed.. São Paulo: Selo Negro/Grupo Summus Editora, 2010.
1991. São Paulo: Companhia
HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX, 1914-1991.
das Letras, 1995.
SANTIAGO, Pedro. Por Dentro da História: Ensino Médio - Volume Único.
Único Ed. 1ª, Editora
Escala Educacional, 2009.
SCHWARTZ, Stuart B; LOCKHART, James. A América Latina na época colonial. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
DISCIPLINA: História
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Desenvolvimento de conceitos históricos contextualizados e interdisciplinares, mediante a
articulação passado-presente,
presente, estabelecendo relações entre trabalho e produção, tecnologia e
ciência. A transição do mercantilismo para o capitalismo. Renascimento. A entrada da América
no contexto
to político e econômico europeu. Os sistemas produtivos na América colonial
espanhola e portuguesa. O “século das Luzes” e a ascensão burguesa. As revoluções
burguesas. As lutas coloniais hispano-americanas;
hispano americanas; O nacionalismo europeu no século XIX.
Tensões e conflitos na América portuguesa e espanhola. O conceito de Independência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
AQUINO e outros. História das Sociedades.Vol.2. Ao Livro Técnico AS. São Paulo, 1989.
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral – Volume Único. 9ª edição. São Paulo:
Saraiva, 2008.
FAGE, J. D. e OLIVER, Roland. Breve História da África. Lisboa: Sá da Costa, 1980.
FONTANA, Josep. História:: análise do passado e projeto social. Bauru, SP: EdUSC, 1998.
FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001.
KOSHIBA Luiz & Pereira Denise Manzi Frayze . História Geral e Brasil - Volume Único - 2
grau Ed. 1ª. Editora: Atual , 2009.
MOURA, Clóvis. História do Negro no Brasil. São Paulo, Ed.Ática, 1989.
(
HERNANDEZ, Leila Leite . A África na sala de aula:: visita à história contemporânea (3ª
edição). 3ª. ed.. São Paulo: Selo Negro/Grupo Summus Editora, 2010.
Extremos o breve século XX, 1914-1991.
1991. São Paulo: Companhia
HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos:
das Letras, 1995.
SANTIAGO, Pedro. Por Dentro da História: Ensino Médio - Volume Único.
Único Ed. 1ª, Editora
Escala Educacional, 2009.
SCHWARTZ, Stuart B; LOCKHART, James. A América Latina na época colonial. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: História
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Desenvolvimento de conceitos históricos contextualizados e interdisciplinares, mediante a
articulação passado-presente,
presente, estabelecendo relações entre trabalho e produção, tecnologia e
ciência. A era contemporânea. A consolidação do capitalismo no século XIX. Socialismo e
Comunismo. A Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O século XX na América Latina.
Globalização. Perspectivas
ivas para o Brasil no século XXI. História do Estado de Goiás.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AQUINO e outros. História das Sociedades.Vol.2. Ao Livro Técnico AS. São Paulo, 1989.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral – Volume Único. 9ª edição. São Paulo:
Saraiva, 2008.
FAGE, J. D. e OLIVER, Roland. Breve História da África. Lisboa: Sá da Costa, 1980.
FONTANA, Josep. História:: análise do passado e projeto social. Bauru, SP: EdUSC, 1998.
FUNARI, Pedro Paulo Abreu. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001.
KOSHIBA Luiz & Pereira Denise Manzi Frayze . História Geral e Brasil - Volume Único - 2
grau Ed. 1ª. Editora: Atual , 2009.
MOURA, Clóvis. História do Negro no Brasil. São Paulo, Ed.Ática, 1989.
(
HERNANDEZ, Leila Leite . A África na sala de aula:: visita à história contemporânea (3ª
edição). 3ª. ed.. São Paulo: Selo Negro/Grupo Summus Editora, 2010.
Extremos: o breve século XX, 1914-1991.
1991. São Paulo: Companhia
HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos
das Letras, 1995.
Único Ed. 1ª, Editora
SANTIAGO, Pedro. Por Dentro da História: Ensino Médio - Volume Único.
Escala Educacional, 2009.
SCHWARTZ, Stuart B; LOCKHART, James. A América Latina na época colonial. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
DISCIPLINA: Geografia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
A linguagem da Geografia. A linguagem gráfica e cartográfica. A geografia da natureza:
Geomorfologia e recursos minerais, Dinâmica climática e ecossistemas, A esfera das águas e os
recursos hídricos, Elementos físico-ecológicos
físico ecológicos do Brasil. Tecnologias e recursos naturais: Os
ciclos industriais, Agropecuária e comércio global de alimentos, Estratégias Energéticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Magnoli, Demetrio. Geografia: a construção do mundo: Geografia Geral e do Brasil. São Paulo:
Moderna, 2009.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GUIZZO, João (Proj. Ed). Trabalhando com mapas: os continentes. São Paulo: Ática, 1995.
LUCCI, Elian Alabi. Homem e espaço: a natureza, o homem e a organização do espaço. 15 ª
edição reformulada. São Paulo: Saraiva, 2000.
SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. São Paulo: Ática, 2000.
CARGA HORÁRIA: 80 horas
DISCIPLINA: Geografia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
geográficos. Geografia e geopolítica da globalização - o espaço da
Conceitos histórico-geográficos.
globalização: Os fluxos da Economia Global, Os Estados Unidos e o hemisfério americano,
União Européia, URSS e CEI, A bacia do Pacífico. A fronteira norte/sul: Periferias da
globalização, A transição demográfica, Urbanização e meio ambiente. Geopolíticas da
globalização: Da Guerra Fria à nova ordem mundial, O mundo muçulmano e o Oriente Médio,
Estado
do e nação na África, América Latina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Magnoli, Demetrio. Geografia: a construção do mundo: Geografia Geral e do Brasil. São Paulo:
Moderna, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Discutindo a Geografia. São Paulo: Editora Escala. Várias edições.
DOBB, Maurice. A evolução do capitalismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.
IBGE, Atlas Geográfico escolar. Rio de Janeiro, 2002. GUIZZO, João (Proj. Ed). Trabalhando
com mapas: os continentes. São Paulo: Ática, 1995.
HARNECKER, Marta; URIBE, Gabriela. Socialismo e comunismo. São Paulo: Global, 1981.
LUCCI, Elian Alabi. Homem e espaço: a natureza, o homem e a organização do espaço. 15 ª
edição reformulada. São Paulo: Saraiva, 2000.
MOREIRA, HoJoão Carlos; SENE, Eustáquio de. Geografia. São Paulo: Scipione, 2011.
NOVAES, Carlos Eduardo; RODRIGUES, Vilmar. Capitalismo para principiantes: as história dos
privilégios econômicos. São Paulo: Ática, 2009.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. São Paulo: Ática, 2000.
DISCIPLINA: Geografia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
O espaço geográfico brasileiro: Os domínios de natureza no Brasil, O Brasil e a globalização - a
modernização no Brasil, Regionalização e especificidades do espaço geográfico brasileiro.
Questões geográficas do mundo atual: A leitura espacial dos problemas sociais e ambientais
contemporâneos. O espaço geográfico goiano: A constituição do espaço geográfico goiano, O
espaço urbano iporaense.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Magnoli, Demetrio. Geografia: a construção do mundo: Geografia Geral e do Brasil. São Paulo:
editora Moderna, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARRAIS, T. A. Geografia contemporânea de Goiás. Goiânia: Vieira, 2004.
AB’ SÁBER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo:
Ateliê, 2003, 159 p.
BUARQUE, Cristovam. O colapso da Modernidade brasileira. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
LUCCI, Elian Alabi. Homem e espaço: a natureza, o homem e a organização
organização do espaço. 15 ª
edição reformulada. São Paulo: editora Saraiva, 2000.
CHAVEIRO, Eguimar Felício. A dinâmica demográfica de Goiás. UFG: 2010.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Modo Capitalista de Produção e Agricultura. São Paulo:
Ática, 2000.
SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. São Paulo: editora Ática, 2000.
www.ibge.gov.br
www.embrapa.gov.br
DISCIPLINA: Sociologia
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
EMENTA:
A sociedade como objeto; O que é Sociologia?; Introdução aos conceitos de Sociedade e
Sociologia; A Sociologia como Ciência; A Relação Indivíduo–Sociedade;
Indivíduo Sociedade; Processos e instituições
sociais; Cultura: um conceito antropológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. SP: Paz e Terra,
1987.
COSTA, Cristina. Sociologia: Uma introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997.
FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de
introdução à sociologia. 23. ed. São Paulo: LTC, 2004.
KUPSTAS, Márcia (coord.). Trabalho em debate. São Paulo: Moderna, 1997.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala.
Senzala. 16/ed/ Rio de Janeiro: José Olímpio, 1973.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia, São Paulo: Ática, 2002.
SCHWARCZ, Lílian Mortiz. Racismo no Brasil. São Paulo: Publifolha, 2001.
SEYFERTH, Giralda. O beneplácito da Desigualdade: breve digressão sobre o racismo. In:
Racismo no Brasil. São Paulo: Petrópolis; Abong, 2002.
MAZI, Nélson Dácio. (coord). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
TOMAZI,
______. Sociologia para Ensino Médio. São Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA:Sociologia
CARGA HORÁRIA: 40 horas
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
O mundo do trabalho. A questão do trabalho no Brasil. Direito ao trabalho. O trabalho escravo no
Brasil. Os movimentos sociais. Afrodescendentes e Racismo no Brasil. A industrialização. A
urbanização. O problema do desemprego. O emprego para o jovem no Brasil.
Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. SP: Paz e Terra,
1987.
COSTA, Cristina. Sociologia: Uma introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997.
FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de
introdução à sociologia. 23. ed. São Paulo: LTC, 2004.
KUPSTAS, Márcia (coord.). Trabalho em debate. São Paulo: Moderna, 1997.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala.
Senzala. 16/ed/ Rio de Janeiro: José Olímpio, 1973.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia, São Paulo: Ática, 2002.
SCHWARCZ, Lílian Mortiz. Racismo no Brasil. São Paulo: Publifolha, 2001.
SEYFERTH, Giralda. O beneplácito da Desigualdade: breve digressão sobre o racismo. In:
Racismo no Brasil. São Paulo: Petrópolis; Abong, 2002.
MAZI, Nélson Dácio. (coord). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
TOMAZI,
____________________. Sociologia para Ensino Médio. São Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Sociologia
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Identidades e papéis sociais. Identidades que mobilizam pessoas e grupos. Gênero e o fator de
desigualdade. As manifestações culturais e políticas dos jovens no espaço urbano brasileiro.
Movimentos sociais. Violência. Violência Urbana. Delinqüência e criminalidade.
criminalidade. Política, Poder e
Globalização.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política. SP: Paz e Terra,
1987.
COSTA, Cristina. Sociologia: Uma introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
1997.
FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de
introdução à sociologia. 23. ed. São Paulo: LTC, 2004.
KUPSTAS, Márcia (coord.). Trabalho em debate. São Paulo: Moderna, 1997.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. 16/ed/ Rio de Janeiro: José Olímpio, 1973.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia, São Paulo: Ática, 2002.
SCHWARCZ, Lílian Mortiz. Racismo no Brasil. São Paulo: Publifolha, 2001.
SEYFERTH, Giralda. O beneplácito da Desigualdade: breve digressão sobre o racismo. In:
Racismo no Brasil. São Paulo: Petrópolis; Abong, 2002.
MAZI, Nélson Dácio. (coord). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000.
TOMAZI,
______. Sociologia para ensino médio.
m
São Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DISCIPLINA: Filosofia
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
A experiência filosófica. A consciência mítica. Nascimento da filosofia. Natureza e Cultura.
Linguagem e pensamento. Trabalho, alienação e consumo. O olhar da filosofia sobre a
felicidade e a morte. Filósofos e o pensamento filosófico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda & MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Filosofia. São Paulo: Ática, 2009.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. SP: Ática, 1994.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Ética do Humano – compaixão pela terra.. Petrópolis, RJ: Vozes,
2004..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Jarbas Henrique. Filosofia. São Paulo: Ed. Poliedro, 2008
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis: 2003.
CORDI, Cassiano et alii. Para filosofar. SP: Scipione, 1995
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo : Editora Schwarcz Ltda. 1997.
CARGA HORÁRIA: 40 horas
DISCIPLINA: Filosofia
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
A questão do conhecimento e da verdade sob o ponto de vista filosófico. Ideologias. Lógica
Aristotélica. Lógica simbólica. A metafísica da modernidade. Crítica a metafísica. A crise da
razão. Ética e moral. A questão da liberdade. Filosofia Política. Reflexões sobre a democracia.
Filósofos e o pensamento filosófico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda & MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
Filosofia. São Paulo: Ática, 2009.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. SP: Ática, 1994.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Ética do Humano – compaixão pela terra.. Petrópolis, RJ: Vozes,
2004..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Jarbas Henrique. Filosofia. São Paulo: Ed. Poliedro, 2008
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis: 2003.
CORDI, Cassiano et alii. Para filosofar. SP: Scipione, 1995
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo : Editora Schwarcz Ltda. 1997.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
DISCIPLINA: Filosofia
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Filosofia Política e suas principais teorias. Ciência, Tecnologia e valores. Ciência antiga e
medieval. O método das ciências humanas. Estética, cultura e arte. Filósofos e o pensamento
filosófico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda & MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
Filosofia. São Paulo: Ática, 2009.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. SP: Ática, 1994.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar. Ética do Humano – compaixão pela terra.. Petrópolis, RJ: Vozes,
2004..
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Jarbas Henrique. Filosofia. São Paulo: Ed. Poliedro, 2008
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis: 2003.
CORDI, Cassiano et alii. Para filosofar. SP: Scipione, 1995
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo : Editora Schwarcz Ltda. 1997.
EMENTAS DO ENSINO PROFISSIONAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E
TECNOLOGIA GOIANO - CAMPUS IPORÁ
DISCIPLINA: Zooctenia Geral
CARGA HORÁRIA: 80 horas
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Conceito de Zootecnia, as atividades zootécnicas praticadas, fatores que interferem na
produção animal (manejo, alimentação, nutrição, sanidade e genética), alimentos e alimentação,
anatomia do sistema digestivo dos animais monogástricos e ruminantes, cálculos
cálc
de consumo
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
de ração em matéria seca e matéria natural, bem
bem-estar
estar animal, curva de lactação de uma vaca
leiteira, índices zootécnicos almejados em Bovinocultura de corte e Bovinocultura de leite.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DOMINGUES, O. Introdução à Zootecnia. Série didática edições S.A. 1968.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MILLEN, Eduardo. Guia do técnico agropecuário: veterinária e zootecnia. Campinas:
Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1998.
MILLEN, Eduardo. Zootecnia e Veterinária: teoria e práticas gerais. Campinas, Instituto Campineiro
de Ensino Agrícola, 1998.
SITES
www.cnpgl.embrapa.br/totem
DISCIPLINA: Agricultura Geral
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80
0 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Conceito e Histórico da agricultura. Evolução, divisão e importância nos aspectos sociais,
culturais, econômicos e ambientais. Conceitos relacionados à física, química, morfologia e
conservação do solo. Fatores climáticos e sua importância na agricultura. Uso e conservação da
água em sistemas agrícolas. Classificação, composição e utilização de adubos e corretivos.
Propagação de plantas. Viveiros. Sistemas de cultivo. Princípios sobre colheita e pós-colheita
pós
de produtos agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Mello et. al., Fertilidade do solo. São Paulo:Nobel. 1983, 400 p.
Souza, C.M. & Pires, F.R. Adubação Verde e Rotação de Culturas. Ed. UFV. Ciências Agrárias 96. Caderno Didático. 2002, 72p.
Raij, B. & Van. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Ceres, Potafós. 1991, 343p.
Sá, J. C. de M. Manejo da fertilidade do solo no plantio direto. Castro: Fundação ABC. 1993, 96
p.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA, SDR.
Programa de Apoio a produção e exportação de frutas, hortaliças, flores e plantas ornamentais.
Brasília, 1994.
Siqueira, D.L. & Pereira, W.E. Planejamento e implantação de pomar. Editora Aprenda Fácil,
Viçosa. 2000, 171p.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Fazchinello et al., Propagação de plantas fr
frutíferas.
utíferas. EMBRAPA, Brasília. 2005, 221p.
Souza, J.L.P. & Rezende, P. Manual de Horticultura orgânica. Editora Aprenda Fácil:Viçosa.
2003, 564p.
Ribeiro et al., (Ed.) Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais –
5ª Aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999, 359 p.
Pires, F.R. & Souza, C.M. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. 2.ed. rev.
ampli. Viçosa. 2006, 216p.
Santos et al., Manual de descrição e coleta de solo no campo. 5.ed. rev. ampli.
Viçosa:Sociedade Brasileira
a de Ciência de Solo. 2005, 100p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Pruski, F.F. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica.
2.ed. atual. ampli. Viçosa:Ed. UFV. 2009, 279p.
Ferreira, P.H.M. Princípios de manejo e conservação do solo. São Paulo, Nobel. 1979, 135p.
Galeti, P.A. Práticas de controle à erosão. Campinas, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola.
1984, 278p.
Nolla, D. Erosão do solo, o grande desafio. 1ª ed., Porto Alegre, DDIR/CORAG. 1982, 412p.
oni, R. B. Hidroponia. São Paulo. Nobel. 1998, 102p.
Alberoni,
Castelhane, P.D. Produção de sementes de hortaliças. Jaboticabal FCAV/UNESP. 1990, 261p.
DISCIPLINA: Olericultura
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80
0 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Estudo das principais culturas olerícolas, folhosas, tubérculos e frutos de maior valor econômico
da região: técnicas e métodos culturais, melhoramento, colheita, beneficiamento e embalagem,
conservação e comercialização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. 3ª Ed. Viçosa: UFV, 2008. 421 p.
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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
FONTES, P.C.R. (Ed) Olericultura: teoria e prática. 1ª. Edição, Viçosa: UFV, 2005. 486 p.
PAULA JÚNIOR, T. J.; VENZON, M. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Belo
Horizonte: EPAMIG, 2010 (reimpressão). 800 p.
PEREIRA, C.; MARCHI, G. Cultivo comercial em estufa. Guaíba: Agropecuária, 2000. 115 p.
O, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. (Ed.) Recomendações para o uso de
RIBEIRO,
corretivos e fertilizantes em Minas Gerais – 5ª Aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABREU JÚNIOR, E. Coord. Práticas alternativas de controle de pragas e doenças. Campinas,
EMOPI, 1998. 115 p.
BORNE, H. R. Produção de mudas de hortaliças. Guaíba: Agropecuária, 1999. 189 p.
CASTELLANE, P. D. Produção de sementes de hortaliças. Jaboticabal: FCAV/FUNEP, 1990.
265p.
INFORME AGROPECUÁRIO. Brássicas.
Brássicas. Belo Horizonte: EPAMIG, v. 9, n. 98, 1998. 72 p.
INFORME AGROPECUÁRIO. Tomate para mesa. Belo Horizonte: EPAMIG, v. 24, n. 219, 2003.
136p.
KIEHI, E. J. Manual de compostagem. Piracicaba, 1985. 171 p.
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em
em horticultura. São Paulo: T.A.
QUEIROZ. 1995. 128 p.
PENTEADO, S. R. Defensivos alternativos e naturais para a agricultura saudável. Campinas
Campinas-SP.
Ed. Grafimagem, 1999, 79p.
PENTEADO, S. R. Introdução à agricultura orgânica - normas e técnicas de cultivo. CampinasSP. Ed. Grafimagem, 2000, 110 p.
SGANZERLA, E. A fascinante arte de cultivar com os plásticos. 5 ed. Ver. e atual. Guaíba:
Agropecuária, 1995. 342 p.
SILVA. J. B. C.; GIORDANO, B. L. Tomate para processamento industrial. EMBRAPA Hortaliça.
Hortali
Brasília, 2000. 168 p.
SOUZA, J. L.; RESEA, P. Manual de horticultura orgânica. 2ª. ed. Aprenda fácil. Viçosa-MG.
Viçosa
2006.
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
www.abhorticultura.com.br
www.abbabatatabrasileira.com.br
www.anapa.com.br
www.ceagesp.com.br
www.cnph.embrapa.br
www.epamig.br
www.ibge.gov.br
DISCIPLINA: Mecanização Agrícola
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
EMENTA:
SITES
CARGA HORÁRIA: 80
0 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Máquinas, implementos e ferramentas agrícolas. Os sistemas de funcionamento de máquinas e
implementos agrícolas, e sua manutenção. Uso de máquinas, implementos e ferramentas
agrícolas e normas de segurança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALASTREIRE, Luiz Antonio. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole, 1990.
______. Os cuidados com o trator. Rio de Janeiro: Globo, 1987.
Fundação Educacional Padre Landell de Moura. Manual de operação e manutenção de
maquinária agrícola. Porto Alegre, 1980. 63p.
MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. São Paulo: EPU, Ed. da USP, 1980. 2 v.: il.
SILVEIRA, Gastão Mores da. As máquinas de plantar. Rio de Janeiro: Globo, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GRANDI, L.A. O trator e a sua mecânica. v.2, Lavras: UFLA/FAEPE, 1998
MACHADO, A.L.T. et al. Máquinas para preparo do solo, semeadura, adubação e tratamentos
culturais. Pelotas: Ed. da Universidade Federal de Pelotas, 1996. 228p. : il. Livro
MACORIM, U.A. Manual do mecânico. 6ª Edição. São Paulo, Ícone Editora, 1989
MONTEIRO, L. de A. Prevenção de aciden
acidentes
tes com tratores agrícolas e florestais. Botucatu,
Editora Diagrama, 2010
MONTEIRO, L. de A.; SILVA, P.R.A. Operação com tratores agrícolas. Botucatu, FEPAF, 2009
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
SAAD, O. Máquinas e técnicas de preparo inicial do solo. São Paulo, Editora Nobel, 1986.
SAAD, O. Seleção do equipamento agrícola. São Paulo: Nobel, 1989.
SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para a pecuária. São Paulo: Nobel, 1997.
SILVEIRA, Gastão Moraes da. O preparo do solo: Implementos corretos. Rio de Janeiro: Editora
Globo, 1988
PRODUÇÃO
ANIMAL
I CARGA HORÁRIA: 120 horas
DISCIPLINA:
(Avicultura/Criações Alternativas)
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 1º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Introdução ao estudo da avicultura. Plantel avícola. Sistemas criatórios avícolas. Manejo avícola.
O ovo: Formação e importância alimentar. Higiene e profilaxia das aves. Planejamento avícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MENDES, A. A.; NÄÄS, I. A.; MACARI, M. Produção de frangos de corte. Campinas: FACTA,
2004. 356 p.
COTTA, T. Galinha: produção de ovos. Viçosa: APRENDA FÁCIL, 2002. 257 p.
TEIXEIRA, A. S. Avicultura industrial. Lavras: Departamento de Zootecnia da Universidade
Federal de Lavras, 2005. 134 p. [Apostila]
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERTECHINI, A. G. Nutrição de Monogástricos. Lavras: Editora UFLA, 2006. 301 p.
MACARI, M.; FURLAN, R. L.; GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frango de corte.
Jaboticabal: FUNEP - UNESP, 2002. 373 p.
MACARI, M; GONZALES, E. Manejo da incubação. Campinas: FACTA, 2003. 537 p.
MACARI, M; MENDES, A. A. Manejo de matrizes de corte. Campinas: FACTA, 2005. 414 p.
ROSTAGNO, H. S.; ALBINO, L. F. T.; DONZELE, J. L.; GOMES, P. C.; OLIVEIRA, R. F.; LOPES,
D. C.; FERREIRA, A. S.; BARRETO, S. L. T. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos.
Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais. 3.ed. Viçosa: UFV - DZO, 2011. 252. p.
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
SITES
www.agagoias.com.br
www.aveworld.com.br
www.aviculturaindustrial.com.br
www.avisite.com.br
www.cnpsa.embrapa.br
www.uba.org.br
PRODUÇÃO
ANIMAL
II CARGA HORÁRIA: 120 horas
DISCIPLINA:
(Suinocultura/ovinocultura/Caprinocultura)
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Histórico e evolução do suíno. Reprodução. Raças. Seleção e melhoramento. Manejo. Manejo
dos dejetos. Sistemas de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LIMA, J. A. F.; OLIVEIRA, A. I. G.; FIALHO, E. T. Produção de suínas. Lavras: UFLA - FAEPE,
2004. 199 p. [Apostila]
SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I.; SILVEIRA, P. R. S. Suinocultura intensiva: Produção, manejo e
saúde do rebanho. Concórdia: EMBRAPA – CNPSA, 1998. 388 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAVALCANTI, S. S. Suinocultura dinâmica. Belo Horizonte: FED – MVZ EDITORA, 1998. 494 p.
UPNMOOR, I. Produção de
AGROPECUÁRIA, 2000. 73p.
Suínos:
Crescimento,
terminação
e
abate.
Guaíba:
UPNMOOR, I. Produção de Suínos: Da concepção ao desmame. Guaíba: AGROPECUÁRIA,
2000. 133p.
ROSTAGNO, H. S.; ALBINO, L. F. T.; DONZELE, J. L.; GOMES, P. C.; OLIVEIRA, R. F.; LOPES,
D. C.;
FERREIRA, A. S.; BARRETO, S. L. T.
T. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. Composição de
Alimentos e Exigências Nutricionais. 3.ed. Viçosa: UFV - DZO, 2011. 252p.
www.abcs.com.br
www.ags.com.br
www.cnpsa.embrapa.br
SITES
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
www.porkworld.com.br
www.suino.com.br
www.suinoculturaindustrial.com.br
8 horas
DISCIPLINA: Desenho Técnico e Construções Rurais CARGA HORÁRIA: 80
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Princípios de ambiência e bem-estar
bem estar animal nas construções e instalações rurais. Construções,
instalações e equipamentos em avicultura, suinocultura, bovinocultura de corte, leite, e
dimensionamento do tamanho e número de silos e piquetes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARNEIRO, O. Construções rurais. São Paulo, 8. ed. Nobel, 1979. 719p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAETA, F. C.; SOUZA, F. Anatomia em edificações rurais:
rurais: conforto animal. Viçosa:
UFV, 1997. 246P.
rurais 4a ed. São Paulo: Roca, 1986. 330p.
PEREIRA, M. F. Construções rurais.
SITES
www.cnpgl.embrapa.br/totem
DISCIPLINA: Administração Rural
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 40
4 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Bases conceituais e teóricas sobre Administração Rural, Gestão de Cadeias Agroindustriais;
Tomada de decisão, Gestão de Pessoas, Gestão da Qualidade, Gestão de Marketing.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, I . Gestão de Pessoas, São Paulo, CAMPUS, 2005.
COBRA, M. Administração de Marketing no Brasil, São Paulo, CAMPUS, 2009.
MAXIMIANO, A. C. Administração para empreendedores, São Paulo, PEARSON, 2007
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARAUJO, Massilon J. Fundamentos de Agronegócios. São Paulo: Atlas, 2. ed. 2007.
GEPAI. Gestão Agroindustrial - volume 1. São Paulo: Atlas. 1997.
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
DISCIPLINA: Culturas Anuais
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 120 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Origem, histórico e evolução. Aspectos morfológicos e fisiológicos. Distribuição geográfica.
Importância sócio-econômica.
econômica. Produtos e subprodutos. Práticas de conservação e preparo do
solo. Sistemas de semeadura. Cultivares. Produção de sementes. Controle de plantas daninhas
e fitossanitário. Técnicas
cnicas de cultivo. Nutrição e adubação. Operações de pré-colheita
pré
e colheita.
Transporte. Secagem. Armazenamento das culturas de: algodão, feijão, girassol e soja.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Dourado Neto, D. & Fancelli, A.L. Produção de feijão. Guaíba:Agropecuaria. 2000, 355p.
Freire, A.C. Algodão no cerrado do Brasil. Brasília:Associação Brasileira dos Produtores de
Algodão. 2007, 918p.
Leite et. al., Girassol no Brasil. Londrina,PR:Embrapa Soja. 2005, 641p.
641p
Moresco, E. (org). Algodão: pesquisas e resultados para o campo. Fundo de Apoio ao Algodão.
Cuiabá. Facual. 2006, 392p.
Ornellas et al., Algodão do Mato Grosso: qualidade e tecnologia ampliando mercados.
Rondonópolis:Fundação MT. 2001, 238 p. (Boletim de Pesquisa).
Paula Júnior, T.J. & Venzon, M. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Belo Horizonte:
EPAMIG, 2010, 800 p.
Ribeiro et al., (Ed.) Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais –
5ª Aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999, 359 p.
Rossi, R.O. Girassol. Curitiba,PR. 1998, 333p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
INFORME AGROPECUÁRIO. Feijão de alta produtividade. Belo Horizonte, v. 25, n. 223, 2004.
144p.
EMBRAPA SOJA (Londrina, PR). Sistema de produção 14: tecnologias de produção de soja Região Central do Brasil. 2010, 255 p.
EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. Algodão: tecnologia de produção.
algodão:Dourados. 2001, 296p.
Araujo, et.al., Cultura do Feijoeiro Comum no Brasil. Piracicaba. POTAFOS. 1996.
Embrapa
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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
arvalho, B.C.L. Girassol: recomendações técnicas para o cultivo e utilização no estado da
Carvalho,
Bahia. Salvador: EBDA, 2007. 54p.
EMBRAPA SOJA (Londrina, PR). Tecnologias de produção de soja: Região Central do Brasil.
2006, 220p.
Melo, M.J.D.P. & Cunha, L. (org.).
(org.). Potencial de rendimento da cultura do Feijoeiro Comum.
2006, 130p.
www.cati.sp.gov.br
www.ceagesp.com.br
www.cnpso.embrapa.br
www.epamig.br
www.ibge.gov.br
DISCIPLINA: Forragicultura
AULAS SEMANAIS: 1 aula
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
SITES
CARGA HORÁRIA: 40
4 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
econômica e ambiental das pastagens. Principais gêneros de gramíneas e
Importância sócio-econômica
leguminosas utilizadas nas pastagens. Principais forrageiras indicadas para capineiras e banco
de proteína. Forrageiras de inverno. Calagem e adubação de pastagem.
pastagem. Formação de
pastagem. Consorciação de pastagem. Métodos de manejo da pastagem. Conservação de
forragem. Recuperação de pastagem degradada. Integração Lavoura – Pecuária. Sistema SilviSilvi
Pastoris.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALCÂNTARA, P. B. & BUFARAD, G. Plantas forrageiras: gramíneas e leguminosas. 4ª ed., São
Paulo, Nobel, 1999. 162p.
GOMIDE, J. A., GOMIDE, C. A. M. Utilização e manejo de pastagens. In: REUNIÃO ANUAL DA
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, da 38. Piracicaba, 2001. Anais... Piracicaba: SBZ
de 2001. p. 808-825.
HERLING. V. R., RODRIGUES, L. R. A., LUZ, P. H. C. Manejo do pastejo. In: SIMPÓSIO
SOBRE MANEJO DE PASTAGEM - Planejamento de sistema de produção em pastagens. 18.
Piracicaba-SP,
SP, 2001. Anais... Piracicaba: FEALQ, 2001. p. 157-192.
157
CRUZ,
RUZ, J. C.; PEREIRA FILHO, I. A.; RODRIGUES, J. A. S. et al. Produção e utilização de
silagem de milho e sorgo. Sete Lagoas, Embrapa Milho e Sorgo, 2001. 544p.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
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AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
MARTHA JÚNIOR, G. B. ; VILELA, L. & SOUSA, D. M. G. de. Cerrado – uso eficiente de
corretivos e fertilizantes em pastagens. Planaltina, DF, Embrapa Cerrados, 2007. 224p.
PEDREIRA, C. G. 5., MELLO, A. C. L., OTANI, L. O processo de produção de forragem em
pastagens. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 38.’
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PEDREIRA, C. G. S.; MOURA, J. C. de; SILVA, S. C. da & Faria, v. p. de. As pastagens e o meio
ambiente. In: IMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 23, Piracicaba, 2006. Anais...
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PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens. Livraria Nobel, São Paulo, 1984. 184p.
ROSA, L. M. G. A escolha da planta forrageira. In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA
PASTAGEM, 18, Piracicaba, 2001. Anais...Piracicaba: FEALQ, 2001. p.61-86.
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SILVA, S. C. de; PEDREIRA, C. G
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produção animal em pasto In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 25, Piracicaba,
2009. Anais... Piracicaba: FEALQ, 2009. 278p.
KLUTHCOUSKI, J.; STONE, L. F. & AIDAR, H. Integração Lavoura – Pecuária.
Pecuári Santo Antônio de
Goiás, Embrapa Arroz e Feijão, 2003. 570p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
EUCLIDES, V. P. B., EUCLIDES FILHO, K. Uso de animais na avaliação de forrageiras. Campo
Grande: EMBRAPA-CNPGC,
CNPGC, 1998. 59p. (EMBRAPA
(EMBRAPA-CNPGC.
CNPGC. Documento, 74).
EUCLIDES, V. P. B.; ZIMMER, A H.; VIEIRA, J. M. Equilíbrio na utilização da forragem sob
pastejo. In: SIMPÓSIO SOBRE ECOSSISTEMA DE PASTEGENS. JABOTICABAL, funep, 1989,
p. 271-31 3.
GOMIDE, J.A., GOMIDE, C. A. M. Fundamentos e estratégias do manejo de pastagens.
pas
In:
SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE, 1. Viçosa, 1999. Anais... Viçosa, 1999. p.
179-200.
NASCIMENTO JÚNIOR, D. N.; DUEIROZ, D. S.; SANTOS, M. V. S. Degradação das pastagens
e critérios pra avaliação. In: 11°- SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGE
PASTAGEM, 11, 1994,
Piracicaba. Anais... Piracicaba: FEALQ, p.l 07-151,1994.
07
MORAIS, Y. J. B. Forrageiras: conceitos, formação e manejo. Guaíba Agropecuária, 1995. 211 p.
PENATI, M. A., CORSI, M., JÚNIOR MARTHA, G. B., SANTOS, P. M. Manejo de plantas
forrageiras no pastejo rotacionado. In: SIMPÓSIO SOBRE PRODUÇÃO DE BOVINOS DE
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
CORTE 1, Goiânia, 1999. Anais... Goiânia: CBNA, 1999. p. 123-144.
123
DISCIPLINA: Topografia
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 2º ano
EMENTA:
CARGA HORÁRIA: 80
8 horas
PRÉ-REQUISITO: NÃO POSSUI
Introdução à planimetria. Processos e instrumentos de medição de distâncias. Goniologia.
Levantamentos planimétricos convencionais e pelo Sistema de Posicionamento Global (GPS).
Cálculo da planilha analítica, das coordenadas e áreas. Confecção da planta topográfica.
Noções de cartografia e geoposicionamento. Introdução à altimetria. Métodos gerais de
nivelamentos. Locação de curvas de nível e com gradiente. Informática aplicada à topografia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ESPARTEL, L. Curso de topografia. 4ª ed. Porto Alegre: Editora Globo, 1975. 655p.
GARCIA, G. J.; PIEDADE, G. C. R. Topografia aplicada às ciências agrárias, 5ª ed. São Paulo:
Nobel, 1989. 257p.
LIMA, D.V. Topografia – um enfoque prático. Rio Verde, GO: Editora Êxodo, 2006.
2006 103p.
COMASTRI, J. A. Topografia: planimetria. 5ª ed. Viçosa, Imprensa Universitária, 1992
COMASTRI, J. A. TULLER, J. C. Topografia: altimetria. Viçosa, Imprensa Universitária, 1990.
160p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BORGES, A.C. Topografia. v. 2. São Paulo, Edgard Blucher, 1992. 232p.
BORGES, A.C. Exercícios de topografia. 3ª edição, Paulo, Edgard Blucher, 1975.192p.
SILVA, M.S. Manual de altimetria. Lavras:UFLA, 2002, 148p.
GOMES, E.; PESSOA, L.M. da C.; SILVA JÚNIOR, L.B. Medindo imóveis rurais com
c
GPS. LK
Editora, 2001, 136p.
KALINOWSKI, S.R. Utilização do GPS – Em trilhas e cálculo de áreas. LK Editora, 2006, 192p.
(Coleção Tecnologia Fácil)
McCORMAC, J. Topografia. Rio de Janeiro: LTC, 2010, 391p.
ROCHA, C.H.B. GPS de navegação: para mapeadores,
mapeadores, trilheiros e navegadores. Juiz de Fora:
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
Ed. Autor, 2003, 124p.
CARGA HORÁRIA: 120
12 horas
DISCIPLINA: Produção Animal III (Bovinocultura)
AULAS SEMANAIS: 3 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Índices zootécnicos e contexto atual da bovinocultura. Melhoramento genético aplicado à
bovinocultura. Manejo de bezerros (as), novilhas, vacas em lactação e vacas secas.
Alimentação e nutrição de bovinos de corte e de leite. Técnicas reprodutivas aplicada
aplicadas na
bovinocultura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Avanços em produção e manejo de bovinos leiteiros. Teixeira, J. C.; David, F. M.; Andrade, G.
A.; Neto, A. I.; Teixeiras, L. E. A. C. Editora UFLA, 2002, 266 p.
Perguntas e respostas sobre confinamento de bovinos de corte. Silva, S. Editora Aprenda Fácil,
232 p.
Leite de qualidade: manejo reprodutivo, nutricional e sanitário. Chapaval, L. e outros. Editora
Aprenda Fácil, 196 p.
Perguntas e respostas sobre gado de leite. Silva, S. Editora Aprenda Fácil, 22
224 p.
Manejo de bezerras leiteiras. Silva, J. C. P. M.; Veloso, C. M.; Campos, J. M. S. Editora Aprenda
Fácil, 159 p.
Manejo de novilhas leiteiras. Silva, J. C. P. M.; Veloso, C. M.; Campos, J. M. S. Editora Aprenda
Fácil, 168 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Como obter leite de qualidade http://www.editora.ufla.br/site/_adm/upload/boletim/bol_76.pdf
Maneira prática de realizar o controle leiteiro em pequenas propriedades
http://www.editora.ufla.br/site/_adm/upload/boletim/bol_75.pdf
Maneira prática de realizar o controle reprodutivo do gado leiteiro em pequenas propriedades
http://www.editora.ufla.br/site/_adm/upload/boletim/bol_74.pdf
www.cnpgl.embrapa.br/totem
DISCIPLINA: Culturas Perenes
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
SITES
CARGA HORÁRIA: 80
8 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
EMENTA:
Fruticultura geral. Origem e importância econômica, classificação botânica e cultivares, clima e
solos, propagação, implantação, tratos culturais, controle fitossanitário, colheita, classificação e
comercialização das fruteiras: abacaxizeiro, bananeira, citros, mamoeiro, mangueira,
maracujazeiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVES, E. J. A cultura da banana: aspectos técnicos, socioeconômicos e agroindustriais. 2ª Ed.
Brasília, DF. EMBRAPA – SPI. 1999. 585 p
SIQUEIRA, D. L. de. Planejamento e implantação de pomar. Viçosa: Editora Aprenda Fácil,
2003. 172p.
PAULA JÚNIOR, T. J.; VENZON, M. 101 culturas: manual de tecnologias agrícolas. Belo
Horizonte:
zonte: EPAMIG, 2010 (reimpressão). 800 p.
RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. (Ed.) Recomendações para o uso de
corretivos e fertilizantes em Minas Gerais – 5ª Aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba - SP. : FEALQ, 1998. 760P.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Abacaxi: Tecnologia de Produção e Comercialização. Informe Agropecuário, Belo Horizonte,
v.19, n.195, 1998.
FACHINELO, J. C.; HOFFMANN, A.; NACHTIGAL, J. C.; KERSTEN, E. & FORTES, G. R. DE L.
Propagação de
plantas frutíferas de clima temperado. 1ª edição, Pelotas: Universitária UFPEL, 1995. 178p.
INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO
TECNOLÓGICO-CENTEC.
CENTEC. Produtor de Citros.
2ª.ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha; Ministério da
da Ciência e Tecnologia, 2004. 64p.
MANICA, I. Fruticultura em Pomar Doméstico: Planejamento, Formação e Cuidados. Ed. Rigel.
Porto Alegre - RS.: Cinco Continentes, 2000, 143p.
MATTOS JÚNIOR, D. de; QUAGGIO, J. A.; CANTARELLA, H. Calagem e adubação dos ci
citros.
Informe Agropecuário, Belo Horizonte: EPAMIG, v. 22, n.209, p.39-46,
p.39 46, 2001.
MELETTI, L. M. M. Propagação de frutíferas tropicais. Guaíba - RS.: Agropecuária, 2000. 239p.
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: T.A. QUEIROZ.
1995. 128 p.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
PENTEADO, S. R. Defensivos alternativos e naturais para a agricultura saudável. Campinas
Campinas-SP.
Ed. Grafimagem, 1999, 79p.
PENTEADO, S. R. Introdução à agricultura orgânica - normas e técnicas de cultivo. CampinasCampinas
SP. Ed. Grafimagem, 2000, 110 p.
RODRIGUES, O.; VIÉGAS, F.; POMPEU JR.; J & AMARO, A. A. (eds.). Citricultura Brasileira, v.
1. Campinas, SP, Fundação Cargill, 1991.
SÃO JOSÉ, A. B.; FERREIRA, F. R.; VAZ, R. L. A cultura do maracujá no Brasil.
Jaboticabal, FUNEP. 1991. 247p
247p.
www.abhorticultura.com.br
www.cati.sp.gov.br
www.ceagesp.com.br
www.cnpmf.embrapa.br
www.epamig.br
www.fruticultura.org
www.ibge.gov.br
DISCIPLINA: Irrigação e Drenagem
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
EMENTA:
SITES
CARGA HORÁRIA: 80
8 horas
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
Conceito e Histórico da agricultura irrigada; Uso e conservação da água em sistemas agrícolas;
Fatores climáticos e sua importância na agricultura; A água e a planta (absorção e transporte de
água, Evapotranspiração); Necessidade de água pelas plantas (evapotranspiração); Qualidade
da água para a irrigação; Irrigação por superfície: Sulcos, Faixas, Inundação e Subirrigação;
Irrigação por aspersão: Convencional, Pivô central,
central, Autopropelido; Irrigação Localizada:
Gotejamento, Microaspersão; Drenagem de terras Agrícolas; Manejo da irrigação: Tensiometria,
Tanque Classe A, Curva de retenção de água no solo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa: UFV,
2006. 625p.
MANTOVANI, E. C.; BERNARDO, S.; PALARETTI, L.F. Irrigação: princípios e métodos – 3°
Edição.Viçosa: Editora UFV, 2009. 335p.
OLITA, ANTÔNIO FERNANDO LORDELO. 1978. Os métodos de irrigação. São Paulo
Paulo: NOBEL
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGIA
INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS IPORÁ – GO
AUTORIZAÇÃO: LEI N° 11.812 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBUQUERQUE, P.E.P. de.; DURÃES, F.O.M. (Editores). Uso e manejo de irrigação. Brasília:
Embrapa, 2008. 528p.
CRUCIANI, D. E. 1985. A drenagem na agricultura. São Paulo: Nobel.
DAKER, A. 1984. Água na agricultura. Vol. 3 – Irrigação e drenagem. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos.
FRIZZONE, J.A.; ANDRADE JÚNIOR, A.S. de. (Editores). Planejamento de irrigação – Análise
de decisão de investimento.Brasília: Embrapa, 2005. 626p.
LOPES, J.D.S.; LIMA, F.Z. de; OLIVEIRA, F.G. Irrigação por aspersão convencional. Viçosa:
Aprenda Fácil. 2009. 333p.
TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. Viçosa: Aprenda Fácil. 2001.
215p.
CARGA HORÁRIA: 80 horas
DISCIPLINA: Princípios de Agroindústria
AULAS SEMANAIS: 2 aulas
CÓDIGO:
PERÍODO: 3º ano
PRÉ-REQUISITO:
REQUISITO: NÃO POSSUI
EMENTA:
Definições, classificação, funções, importância e disponibilidade dos alimentos. Conceitos,
importância e evolução da Ciência e Tecnologia de Alimentos. Alterações em alimentos.
Princípios e métodos de conservação e transformação de alimentos. Controle de qualidade e
legislação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FELLOWS, P. Tecnologia del Procesado de los Alimentos: principios y prácticas. 1 ed. Zaragoza:
Acribia, 1994. 549 p
BARUFFALDI, R. OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de tecnologia de alimentos. 1 ed. São Paulo:
Atheneu, 1998. 317p.
EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. 2. Ed. São Paulo: Atheneu, 1992, 652 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAMARGO, R. Tecnologia dos Produtos Agropecuários - Alimentos. São Paulo: Nobel, 1984,
289 p.
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Nobel, 1984. 284 p.
POTTER, N.N. HOTCHKISS, J.H. Food Science. 5 ed. Maryland: Aspen, 1998. 608 p.
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Projeto pedagógico do curso integrado