Programa e Resumos
Organização:
Sociedade Portuguesa de Entomologia
Grupo de Biodiversidade dos Açores (CITA-A)
Editores:
Carla Rego
Mário Boieiro
Paulo A. V. Borges
Entidades colaboradoras:
Universidade dos Açores
Centro de Ciência de Angra do Heroísmo
Asociación española de Entomología
Apoios:
Impressão:
Gráfica: Uh! –Frases Ilustradas Lda. www.madebyuh.com
Tiragem: 150 exemplares
Índice
Nota prévia
1
Programa
5
Resumos
21
Conferência de abertura
22
Biogeografia
Conferência plenária
Comunicações orais
Posters
24
27
35
Biologia Subterrânea
Conferência plenária
Comunicações orais
Posters
39
41
47
Biodiversidade e Conservação I
Conferências plenárias
Comunicações orais
51
55
Biodiversidade e Conservação II
Conferência plenária
Comunicações orais
Posters
63
65
73
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Conferência plenária
Comunicações orais
Posters
99
101
107
Biologia e Ecologia
Conferência plenária
Comunicações orais
Posters
121
125
131
Entomologia Aplicada I
Conferência plenária
Comunicações orais
139
141
Entomologia Aplicada II
Conferências plenárias
Comunicações orais
Posters
149
153
159
Post-congress workshops
187
Lista de participantes
191
Comissão Organizadora
Presidente:
Paulo A. V. Borges
Vogais:
Carla Rego
David Horta Lopes
Mário Boieiro
Sofia Reboleira
Secretariado
Annabella Borges
Enésima Mendonça
Filomena Ferreira
Comissão Científica
Adolfo Cordero Rivera, Universidad de Vigo
Ana Margarida Santos, Universidade de Lisboa, Museo de Ciencias Naturales de Madrid
António Bivar de Sousa, Sociedade Portuguesa de Entomologia
António Onofre Soares, Universidade dos Açores
Artur Raposo Moniz Serrano, Universidade de Lisboa
Célia Mateus, Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária
Dora Aguin Pombo, Universidade da Madeira
Eduardo Galante Patiño, CIBIO, Centro Iberoamericano de la Biodiversidad.
Universidad de Alicante
Isabel R. Amorim, Universidade dos Açores
Juan Manuel Nieto Nafría, Universidade de León
Lina Nunes, Laboratório Nacional de Engenharia Civil
Luis Mendes, Instituto de Investigação Científica Tropical
Maria Ángeles Marcos García, CIBIO, Centro Iberoamericano de la Biodiversidad.
Universidad de Alicante
Patrícia Garcia, Universidade dos Açores
Vicente M. Ortuño, Universidad de Alcalá de Henares
Virgílio Vieira, Universidade dos Açores
Nota prévia
Passados 33 anos a Sociedade Portuguesa de Entomologia (SPEN) regressa aos Açores para organizar
um encontro internacional sobre Entomologia, tendo a Universidade dos Açores, pólo de Angra do
Heroísmo, como anfitriã.
Com este evento pretende-se reunir em Angra do Heroísmo diversos investigadores nacionais e
internacionais, para divulgar o trabalho que tem sido desenvolvido em várias áreas da entomologia nos
últimos anos. Nomeadamente, serão apresentados trabalhos científicos no âmbito da Biogeografia,
Biodiversidade Insular, Biodiversidade e Conservação da Natureza, Biologia e Ecologia, Biospelelogia
e Entomologia Aplicada nas suas vertentes médica, veterinária, florestal e agrícola.
A Biodiversidade dos Açores
Os Açores caracterizam-se por terem uma rica fauna endémica, sendo na sua maioria constituída por
artrópodes terrestres (aranhas e insetos). Deste grupo de animais destaca-se um conjunto de espécies
que dada a sua raridade integram o grupo das 100 espécies mais ameaçadas na Macaronésia. Algumas
delas são alvo de medidas de protecção específicas bem como os seus habitats. Um exemplo disso são
as espécies cavernícolas – Trechus spp. (escaravelho) e Turinyphia cavernicola (aranha) – que
podemos encontrar no Algar do Carvão, uma das cavidades vulcânicas mais emblemáticas da
Macaronésia. Cinco espécies de insectos endémicos dos Açores foram recentemente incluídas na lista
vermelha de espécies ameaçadas da IUCN (http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/search) e várias
outras cumprem os critérios para serem igualmente incluídas. Existem também outras espécies que são
emblemáticas dos Açores que os visitantes deste arquipélago não devem perder a oportunidade de
conhecer, tais como o priolo (Pyrrhula murina) e diversas espécies de cetáceos (cachalotes, baleias e
golfinhos). A Universidade dos Açores tem desenvolvido um importante trabalho na caracterização da
fauna e flora deste arquipélago com particular ênfase nos artrópodes terrestres, destacando-se um
conjunto assinalável de publicações científicas, de livros de divulgação bem como páginas online
sobre a biodiversidade dos Açores. (http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt).
SCIENCE BREAK/PAUSA PARA CIÊNCIA
Venha descobrir o que os cientistas andam a falar sobre... insetos!
O Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, em parceria com os organizadores do Congresso
(Sociedade Portuguesa de Entomologia e Grupo de Biodiversidade dos Açores (CITA-A)), vai
organizar um conjunto de atividades complementares para o público em geral relacionadas com as
temáticas abordadas no Congresso. Assim, no dia 2 de setembro será inaugurada uma exposição sobre
a diversidade de insetos dos Açores intitulada “Insetos - vida nos Açores”. Esta exposição incluirá
fotografias fascinantes de detalhe e em 3D da autoria de Javier Torrent, Paulo A.V. Borges e Pedro
Cardoso. De 2 a 6 de setembro, o público interessado poderá também participar em atividades
experimentais de campo e laboratório para conhecer o dia-a-dia de um entomólogo (“Entomólogo por
um dia!”, com marcação prévia); e no final de cada dia, um entomólogo virá ao Centro de Ciência de
Angra do Heroísmo conversar sobre insetos auxiliares na agricultura e pragas. Para mais informações
sobre o evento e marcações, consulte o programa em:
http://oaa.centrosciencia.azores.gov.pt/actividade/science-break-pausa-para-ci%C3%AAncia
1
2
3
4
Programa
5
Programa de Comunicações Orais
Dia 2 de Setembro de 2012
9h00 – Recepção dos congressistas e entrega de documentação
10h30 – Sessão inaugural com discurso do Secretário Regional da Ciência Tecnologia e
Comunicações, Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo,
Representante da Universidade dos Açores (a confirmar)
11h00 – Abertura do congresso pelos presidentes da SPEN e da AeE. Homenagem
póstuma à vida e obra do Dr. António Barros de Machado (1912-2002) por
ocasião do centenário do seu nascimento
11h30 – Pausa para café
12h00 – Conferência de abertura (Sala 1)
Paulo A.V. Borges, Universidade dos Açores, “Macroecological patterns on
Islands: the Azorean Arthropods as a case study.”
13h00 – Almoço
14h30 – Conferências plenárias (Sala 1):
Robert Whittaker, Oxford University, “Recent developments in oceanic
island biogeography.”
Pedro Oromí, Universidad de La Laguna, “Las Islas Canarias, punto caliente
de biodiversidad subterránea.”
16h00 – Pausa para café
16h30 – Comunicações Orais - Biogeografia e Biologia Subterrânea (sessões em
paralelo)
6
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia (Sala 1)
Moderadores: Mário Boieiro & Concepción Ornosa Gallego
16h30 – Functional diversity and conservation biogeography on oceanic islands:
indigenous and exotic spiders of Azores.
Konstantinos Triantis
16h50 – Phylogeography of endemic arthropod species of the Azorean archipelago.
Aristeidis Parmakelis
17h10 – Diversidade comparada dos Lepidópteros dos Açores (Insecta: Lepidoptera).
Virgílio Fernando Ferreira Vieira
17h30 – Estructura genética poblacional de Parnassius apollo nevadensis Oberthür,
1891 (Lepidoptera, Papilionidae), en Sierra Nevada.
Óscar Mira
17h50 – Monarch butterflies (Danaus plexippus) in southern Spain.
Juan Fernández Haeger
18h10 – Cryptotermes brevis (Isoptera: Kalotermitidae) in the Azores: using genetic
markers to determine its introduction to the islands.
Maria Teresa Ferreira
Biologia Subterrânea (Sala 2)
Moderadores: Paula Simões & Berta Caballero-Lopez
16h30 – Estudio del Medio Subterráneo Superficial en el este de la península Ibérica:
primeras fases de la investigación.
Vicente M. Ortuño
16h50 – Un recurso científico por explorar: la Colección de Coleópteros Cavernícolas
del Museo Nacional de Ciencias Naturales de Madrid.
Isabel Izquierdo Moya
17h10 – Entomofauna subterrânea do carso de Portugal: que proporção podemos
observar nas grutas?
Ana Sofia Reboleira
17h30 – ¿La vida siempre se abre camino en el medio subterráneo? El caso de las
cuevas hipogénicas.
Alberto Sendra
17h50 – Trechus beetles of the Azores: speciation down below.
Isabel R. Amorim
7
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
18h30 – Sessão de posters (Biogeografia e Biologia Subterrânea) acompanhada de prova
de produtos regionais
19h30 – Inauguração da Exposição “Insetos Vida Nos Açores” no Centro de Ciência de
Angra do Heroísmo
Dia 3 de Setembro de 2012
9h00 – Conferências plenárias (Sala 1):
Eduardo Galante, Universidad de Alicante, “Conservación de la biodiversidad
sus problemas y necesidades.”
Jorge Lobo, Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC), “Son eficaces
nuestras estrategias de conservación de la diversidad biológica en el caso de los
invertebrados?”
10h30 – Pausa para café
11h00 – Comunicações Orais - Biodiversidade e Conservação I (Sala 1)
Moderadores: Pedro Cardoso & AntonioTorralba-Burrial
11h00 – Natural history museums: bridging the past and the future.
Berta Caballero López
11h20 – Assessing megadiversity: the example of Copestylum, a New World hoverfly
lineage (Diptera, Syrphidae).
Antonio Ricarte
11h40 –Entomofauna associada a plantas espontâneas do Olival, na região Sul de
Portugal.
Fernando Trindade Rei
12h00 – Caracterización del hábitat de odonatos amenazados mediante muestreo de
exuvias en el lugar de Importancia Comunitaria (LIC) Salóns do Lérez.
Genaro da Silva Méndez
12h20 – Efecto del cambio climático sobre la comunidad de tricópteros de Sierra
Nevada durante los últimos 20 años.
Carmen Zamora Muñoz
12h40 – Las dehesas como un reservorio de especies de sírfidos y coleópteros
saproxílicos.
Alfredo Ramírez Hernández
13h00 – Almoço
8
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
14h30 – Conferências plenárias (Sala 1):
Pedro Cardoso, Universidade dos Açores, “Conservation and evolutionary
algorithms: mimicking nature to protect it.”
Brent Emerson, Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC),
”Something old, something new: molecular analysis of biogeography and
ecology in two weevil radiations.”
16h00 – Pausa para café
16h30 – Comunicações orais “Biodiversidade e Conservação (Parte II)” e “Taxonomia,
Sistemática e Filogenia” (Sessões em paralelo)
Biodiversidade e Conservação II (Sala1)
Moderadores: Paulo Borges & Eduardo Galante
16h30 – Homogenisation in soil arthropod communities of oceanic islands: the role of
invasive species and anthropic disturbance.
Margarita Florencio Díaz
16h50 – Explorando los niveles espaciales que dirigen la diversidad saproxílica local
en ecosistemas mediterráneos.
Estefanía Micó
17h10 – Paisagens acústicas, o arquivo de sons naturais e os insectos.
Paulo A.M. Marques
17h30 – Functional diversity in an oceanic island: disentangling the impact of
disturbance.
François Rigal
17h50 – Patrones de diversidad en bosques tropicales: el ejemplo de los escarabeidos
(Coleoptera: Scarabaeidae: Dynastinae, Rutelinae) de Costa Rica.
Alejandra García López
18h10 – O lugar dos insetos na nova Arca de Noé.
Rosalina Gabriel & Ana Moura Arroz
Taxonomia, Sistemática e Filogenia (Sala 2)
Moderadores: A. Bivar de Sousa & Nieto Nafría
16h30 – León 1983- Azores 2012, 15 congresos, 30 años de Entomología ibérica.
Carolina Martín Albaladejo
9
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
16h50 – Taxonomía, biodiversidad y biogeografía de los géneros Anomala y
Callistethus (Coleoptera, Scarabaeidae, Rutelinae) en Costa Rica.
Valentina Filippini
17h10 – Orthoptera de Portugal: Estado atual do conhecimento.
Eva Soares Monteiro
17h30 – Revisión de los Charipinae (Hymenoptera: Cynipoidea: Figitidae) presentes
en Madeira y primera cita de Alloxysta para Portugal.
María del Mar Ferrer Suay
17h50 – Especies nuevas o interesantes de cinípidos inductores agallas en especies de
Quercus de Panamá (Hymenoptera: Cynipidae).
Jose Luis Nieves Aldrey
18h30 – Sessão de posters (Biodiversidade e Conservação e Taxonomia, Sistemática e
Filogenia)
19h30 – Assembleias Gerais da Sociedade Portuguesa de Entomologia (SPEN) e da
Asociación española de Entomología (AeE).
Dia 4 de Setembro de 2012 - dia livre/ excursões
Dia 5 de Setembro de 2012
9h00 – Conferêcias plenárias (Sala 1):
Aldolfo Cordero (Co-autor: Olalla Lorenzo-Carballa), Universidad de Vigo,
“Geographic parthenogenesis: the example of Ischnura hastata at the Azores.”
Maria Rosa Paiva, Universidade Nova de Lisboa, “Forest insects and chemical
espionage - state-of-the-art applications in IPM.”
10h30 – Pausa para café
11h00 – Comunicações Orais – “Biologia e Ecologia” e “Entomologia Aplicada I”
(sessões em paralelo)
10
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I (Sala 1)
Moderadores: David Horta Lopes & Maria Ángeles García
11h00 – Ciclo de vida y fenología de Rhizaspidiotus donacis, agente de control
biológico de la planta invasora Arundo donax en su área nativa de
distribución.
Elena Cortés Mendoza
11h20 – Crecimiento y edades larvarias en Spodoptera exigua y S. littoralis
(Lepidoptera: Noctuidae) en condiciones controladas.
Jose Martin Cano
11h40 – Voracity of Coccinella undecimpunctata when foraging in an insecticidetreated prey/plant system.
Patricia Garcia
12h00 – Trampeo masivo de la mosca de la fruta Ceratitis capitata en parcelas de
cítricos y su efecto de captura sobre las poblaciones de enemigos naturales.
José Vicente Falcó Garí
12h20 – Variación espacial en la dieta y la función trófica de Tapinoma nigerrimum
(Hymenoptera: Formicidae) mediante isótopos estables.
Francisca Ruano
12h40 - Ultraestrutura de ovos e larvas de varejeiras com importância forense
Calliphora vicina e Lucilia sericata (Diptera; Calliphoridae).
Maria Teresa Rebelo
Biologia e Ecologia (Sala 2)
Moderadores: Artur Serrano & Pilar Mier Durante
11h00 – Distribución de los Apiónidos (Coleoptera: Curculionoidea) en el Parque
Nacional de Cabañeros (España).
Pilar Gurrea Sanz
11h20 – Diversity of endosymbionts in parthenogenetic Empoasca leafhoppers from
Macaronesian archipelagoes.
Dora Aguin Pombo
11h40 – Preferencias tróficas y asimilación de nutrientes en el endemismo canario
Acrostira bellamyi (Orthoptera: Pamphagidae).
David Hernández Teixidor
11
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
12h00 – Estructura metapoblacional hipotética de Maculinea alcon (Lepidoptera:
Lycaenidae) en Alvão (Vila Real, Portugal).
Antonio Torralba-Burrial
12h20 – Nuevos datos bionómicos de Colopha hispanica Nieto Nafría & Mier Durante,
1987.
Juan M. Nieto Nafría
13h00 – Almoço
14h30 – Conferências plenárias (Sala 1):
António Onofre Soares, Universidade dos Açores, “The role of insects as
biological control agents: When they fail and they succeed.”
António Mexia, Instituto Superior de Agronomia, “A evolução da protecção
integrada em horticultura protegida na região oeste de Portugal.”
16h00- Pausa para café
16h30 – Comunicações Orais – Entomologia Aplicada II
Entomologia Aplicada II (Sala 1)
Moderadores: Célia Mateus & Pilar Gurrea Sanz
16h30 – Avanços no conhecimento da biologia reprodutiva das cochonilhas-algodão
(Hemiptera, Pseudococcidae).
José Carlos Franco
16h50 – Avocado industry in the Mediterranean at risk due to an Asian ambrosia
beetle Euwallacea fornicatus and its novel symbiotic fungus Fusarium sp.
Zvi Mendel
17h10 – Bioactivity of aromatic plants of tropical and Mediterranean regions against
insect vectors of pathogenic agents.
Diara Kady Rocha
17h30 – Effectiveness of Heterorhabditis bacteriophora strain Az29 against larvae of
the Japanese beetle, Popillia japonica (Coleoptera: Scarabaeidae) in Azores.
Luísa Oliveira
17h50 – Dos nuevas plagas de origen oriental acaban de ser detectadas en la
Península Ibérica.
Juli Pujade-Villar
12
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
18h10 – Sessão de posters (Biologia e Ecologia; Entomologia Aplicada)
20h30 – Jantar de encerramento – Hotel Caracol
Dia 6 de Setembro de 2012
Post-Congress Workshops
9h30 – 12h30 - “Software Prion - Priority Optimization Analysis.”
Pedro Cardoso
14h00-17h00 - “Computing functional diversity - A brief travel in a
“burgeoning literature.”
François Rigal
13
Programa de Posters
Dia 2 de Setembro de 2012
Biogeografia
P01 - Diversification of Hipparchia butterflies of the Macaronesian archipelagoes: insights from
a multigene molecular phylogenetic analysis.
Isabel R. Amorim, Brent C. Emerson, François Rigal & Paulo A.V. Borges
P02 - Using GPS technology to analyze the movements of Plebejus argus in a patchy landscape.
P. Fernández, R. Obregón, S. de Haro, D. Jordano, A. Rodríguez & J. Fernández Haeger
P03 - Phylogeography and demographic history of the spittlebug Philaenus spumarius
(Hemiptera, Aphrophoridae): evidence of recent divergence and post-glacial expansion.
A.S. Rodrigues, S.E. Silva, E. Marabuto, D.N. Silva, P.A.V. Borges, J.A. Quartau, O.S. Paulo &
S.G. Seabra
Biologia Subterrânea
P04 - Catálogo preliminar de los tipos de coleópteros subterráneos ibéricos depositados en el
Museu de Ciències Naturals de Barcelona.
Glória Masó, Berta Caballero-López & M. Prieto
P05 - Há um limite vertical para a distribuição de artrópodes subterrâneos?
Ana Sofia P.S. Reboleira & Antonio Sendra
14
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Dia 3 de Setembro
Biodiversidade e Conservação
P06 - Las mariposas diurnas (Lepidoptera) de la cuenca media-alta del río Tâmega (Portugal).
G. da Silva, A. Torralba-Burrial, S. Rodríguez-Martínez, D. Menéndez, I. García García, A.
Fernández González & D. Fernández Menéndez
P07 - Orthoptera del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente (La Palma, Canarias).
Vicenta Llorente del Moral & Isabel izquierdo Moya
P08 - La subcolección de Odonatos (BOS-Odo) de la Universidad de Oviedo: transfiriendo a la
sociedad los datos del patrimonio natural albergado.
A. Torralba-Burrial, F.J. Ocharan & A. Anadón
P09 - Invertebrados forestales protegidos (Coleoptera, Gastropoda) de la cuenca media-alta del
río Tâmega (Portugal).
A. Torralba-Burrial, G. da Silva, S. Rodríguez-Martínez, A. García Madrera, J.M. Fernández
Fernández, A. Lobato Calvo, J.A. García Pérez, P. González Tuya, D. Menéndez, I. García
García, A. Fernández González & D. Fernández Menéndez
P10 - Las libélulas (Odonata) de la cuenca media-alta del río Tâmega (Portugal).
A. Torralba-Burrial, G. da Silva, S. Rodríguez-Martínez, D. Menéndez, I. García García, A.
Fernández González & D. Fernández Menéndez
P11 - Contribución del Museu de Ciències Naturals de Barcelona al estudio de la biodiversidad
de artrópodos en espacios naturales de Catalunya.
Glória Masó, J.L. Mederos-López, M. Prieto, J. Agulló & Berta Caballero-López
P12 - Los Caraboidea (Coleoptera) de las lagunas de la Puebla de Beleña (España Central).
Ildefonso Ruiz-Tapiador
P13 - Espécies de abelhas e abelhões observadas em flores de pereira Rocha, na região do Oeste,
Portugal.
C. Reis, E. Figueiredo, A. Mexia & J.C. Franco
P14 - Diez años de GBIF y la Entomología en la Península Ibérica: retos y oportunidades.
Virginia González, Carolina Martín & Francisco Pando
P15 - Why are there so many Laparocerus (Curculionidae) species in the Canary Islands?
Christiana M.A. Faria, Antonio Machado, Isabel Amorim, Paulo A.V. Borges &
Brent C. Emerson
P16 - Potential distribution of Cryptotermes brevis (Isoptera: Kalotermitidae) in the Azores.
Orlando M.L.F. Guerreiro, Miguel Ferreira, Pedro Cardoso & Paulo A.V. Borges
15
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
P17 - Inventario entomológico del parque nacional de las islas atlánticas: coleoptera, histeridae.
Angulo Ardoy, O. Rodríguez de Rivera Ortega, I. Arizmendi Romero & P. Cobos Suárez
P18 - Comunidades de ácaros mesostigmados (Acari: Mesostigmata) de cinco hayedos de la
Comunidad Autónoma del País Vasco.
Iñaki Balanzategui & María Lourdes Moraza
P19 - El paisaje de interacciones entre dípteros Agromyzidae, plantas hospedadoras y
parasitoides Braconidae en un ecosistema mediterráneo natural.
J.V. Falcó Garí, R. Gil Ortiz & R. Jiménez Peydró
P20 - Himenópteros braconidae de la macaronesia: diversidad taxonómica y estrategia biológica.
J.V. Falcó Garí, S.A. Belokobylskij, F.J. Peris-Felipo & R. Jiménez Peydró
P21 - Diversidade de Araneae na copa da oliveira da região Alentejo: estudo comparativo em
diferentes intensidades culturais.
A. Silva, J. Benhadi-Marín, C. Gonçalves, S.A.P Santos & M.I. Patanita
P22 - Trichoptera de la provincia biogeográfica de Pantepui (Venezuela).
Carmen Zamora-Muñoz & Tomáš Derka
P23 - Epidemiological aspects of ectoparasites infection in Mus musculus and Rattus norvegicus
captured in the Lisbon Zoo.
M.V. Crespo, F. Rosa, A.P. Crespo, L. Madeira de Carvalho & N. Lapão
P24 - Cinco espécies de Eriofídeos (Acari: Eriophyoidea) novas para Portugal.
Maria dos Anjos Ferreira
P25 - Insecta.Comunicación 2.0 para la investigación y difusión científico-entomológica.
F. Aguilera Serrano, I. Angulo Ardoy, O. Rodríguez de Rivera Ortega, I. Arizmendi Romero &
P. Cobos Suárez
P26 - New and interesting findings of terrestrial arthropods from the archipelago of Madeira.
M. Boieiro, A.M.F. Aguiar, C.A.S. Aguiar, A. Bívar de Sousa, P. Cardoso, L. Crespo, P. Martins
da Silva, D. Menezes, C. Palma, F. Pereira, C. Prado e Castro, C. Rego, I. Silva & A.R.M.
Serrano
P27 - Diversidade de formigas segundo um gradiente de intensidade cultural no olival do
Alentejo.
Cláudia Gonçalves, Maria Isabel Patanita, Xavier Espadaler & Sónia A.P. Santos
P28 - De marginal a bem patrimonial: processos de divulgação científica nos “Insetos pela
Cidade”.
Ana Moura Arroz, Isabel Amorim, Rosalina Gabriel, Rita São Marcos, Clara Gaspar & Paulo
A.V. Borges
P29 - Whole Azorean arthropod diversity: understanding the trophic relations and functional
diversity at plot scale.
Rui M. Nunes, Pedro Cardoso, António O. Soares, Brent C. Emerson & Paulo A.V. Borges
16
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
P30 - New records of exotic terrestrial spiders and insects recently discovered in the Azores, with
new distributional data.
Nuno Bicudo da Ponte, Paulo A.V. Borges, Michal Reut, José A. Quartau, Murray Fletcher,
António Bivar de Sousa, Marc Pollet, António Onofre Soares, José Marcelino, Carla Rego &
Pedro Cardoso
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P31 - Insectos sem Piedade. Estudo biológico de uma Nossa Senhora da Piedade.
L. Esteves, E. Murta & J.H. Oliveira
P32 - On the genera Colotis and Teracolus in Angola. Description of new subspecies and
recuperation of a validity of other subspecific entities.
A. Bivar de Sousa & Luis F. Mendes
P33 - Carabídeos (Coleoptera, Carabidae) endógeos de Portugal: apresentação de três espécies
novas do género Geocharis Ehlers, 1883.
Artur R.M. Serrano & Carlos A.S. Aguiar
P34 - Carabídeos (Coleoptera, Carabidae) endógeos de Portugal: apresentação de uma espécie
nova do género Typhlocharis Dieck, 1869 Grupo baetica.
Artur R.M. Serrano & Carlos A.S. Aguiar
P35 - Morfología larval y biología de las especies europeas de Diplolepis (Hymenoptera,
Cynipidae, Diplolepidini).
José Luis Nieves-Aldrey & José F. Gómez
P36 - Aportaciones novedosas sobre Pseudoanthidium Friese, 1898 en la Península Ibérica
(Hymenoptera, Megachilidae, Anthidiini).
C. Ornosa, A. González-Posada, F.J. Ortiz-Sánchez & F. Torres
P37 - Sensilias antenales de dos especies cercanas de Charipinae (Hymenoptera: Cynipoidea:
Figitidae).
Mar Ferrer-Suay, Amanda Freitas-Cerqueia & Juli Pujade-Villar
P38 - Las larvas de Annitella esparraguera (Schmid, 1952) y A. iglesiasi González & Malicky,
1988 (Trichoptera: Limnephilidae), con notas sobre su distribución y ecología.
Marta Sáinz-Bariáin & Carmen Zamora-Muñoz
P39 - Ectoparasites diversity in Mus musculus and Rattus norvegicus captured in the Zoo Lisbon.
F. Rosa, A.P. Crespo & M.V. Crespo
P40 - Hybridisation or incomplete lineage sorting? Reconciling gene trees with species trees in an
island radiation of zopherid beetles (Coleoptera, Zopheridae).
Christiana M.A. Faria, Isabel Amorim, Paulo A.V. Borges & Brent C. Emerson
P41 - Acoustic and molecular divergence in populations from genus Tettigettalna (Hemiptera:
Cicadidae) in Portugal.
Paula Cristina Simões, Vera Nunes & Bruno Miguel Novais
17
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
P42 - Differences in wing venation among parthenogenetic and bisexual species of Empoasca
leafhoppers from Madeira.
Lia Valido, Fábio Sousa & Dora Aguin-Pombo
P43 - Filogenia de Parnassius apollo Oberthür, 1891 (Lepidoptera, Papilionidae), en la Península
Ibérica.
Cristina B. Sánchez-Prieto, Juan Gabriel Martínez, Roger Vila, Alberto Tinaut, Oscar Mira,
Enrique García-Barros, José Martín, Miguel L. Munguira & Helena Romo
Dia 5 de Setembro de 2012
Biologia e Ecologia
P44 - Hábitats potenciales para Maculinea alcon (Lepidoptera: Lycaenidae) en Alvão (Vila Real,
Portugal).
G. da Silva, A. Torralba-Burrial, S. Rodríguez-Martínez, A. García Madrera, J.M. Fernández
Fernández, D. Menéndez, I. García García, A. Fernández González & D. Fernández Menéndez
P45 - Lost in the south of the world: disclosing the first case of hoverfly-bumblebee batesian
mimicry from Patagonia.
Carlo Polidori, José Luis Nieves-Aldrey, Francis Gilbert & Graham E. Rotherary
P46 - Morfología de las antenas en Typhlocharis (Coleoptera, Caraboidea, Trechidae, Anillini):
implicaciones taxonómicas y descripción de setas sensoriales.
Sergio Pérez-González & Juan P. Zaballos
P47 - Descripción del órgano estridulador de Hypoponera punctatissima (Roger, 1859)
(Hymenoptera, Formicidae, Ponerinae).
Jose M. Hernández, M. Dolores Martínez- Ibáñez, Margarita Álvarez, Eduardo Ruiz &
Francisco J. Cabrero
P48 - Blood-meal analysis and Leishmania infantum detection in wild caught phlebotomine sand
flies (Diptera, Psychodidae) from Torres Novas municipality, Portugal.
S. Branco, C. Alves-Pires, C. Maia, J.M. Cristovão, S. Cortes, L. Campino & M.O. Afonso
P49 - The eucalyptus weevil Gonipterus platensis (Coleoptera: Curculionidae) - ecology and
control options.
S. Branco, M. Branco, C. Araújo, A.R. Reis & M.R. Paiva
P50 - Infection and transmission rates of Wolbachia to parthenogenetic and bisexual Empoasca
leafhoppers from Madeira Island.
Marília Gomes, Silvia Lino, Dora Aguin-Pombo & Hans Breeuwer
18
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P51 - O projecto CABMEDMAC: contributo para o estudo da mosca do mediterrâneo (Ceratitis
capitata Wiedmann) (Diptera: Tephritidae) na Macaronésia.
D.J.H. Lopes, R. Pimentel, R. Cabrera & A. Mexia
P52 - Inimigos naturais de Monochamus galloprovincialis (Coleoptera: Cerambycidae), vetor do
nemátode da madeira em Portugal.
Ricardo Petersen-Silva, Pedro Naves, Edmundo Sousa & Juli Pujade-Villar
P53 - Avaliação da fauna auxiliar em olivais biológicos e olivais intensivos do Alentejo.
M. Patanita, C. Gonçalves, R. Teixeira & M.I. Patanita
P54 - Monitorization of the drywood termite Cryptotermes brevis infestation in the Azorean
Palaces.
Nuno Bicudo da Ponte, Filomena Ferreira, Annabella Borges, Orlando M.L.F. Guerreiro,
Maria Teresa Ferreira & Paulo A.V. Borges
P55 - A Térmita de Madeira Seca Cryptotermes brevis (Isoptera) nos Açores: dois anos de
monitorização nas maiores cidades do arquipélago.
Orlando M.L.F. Guerreiro, Annabella Borges, Filomena Ferreira, Nuno Bicudo, Maria T. Ferreira, Lina
Nunes, Rita S. Marcos, Ana M. Arroz, Rudolf H. Scheffrahn & Paulo A.V. Borges
P56 - Short distance dispersal of Cryptotermes brevis (Isoptera: Kalotermitidae) alates in the
Azores Archipelago.
Orlando M.L.F. Guerreiro, Paulo A.V. Borges & João M.T. Ferreira
P57 -Damage and pest status of Epitrix similaris Gentner and Epitrix cucumeris (Harris), two
new potato pests introduced into Portugal.
C. Boavida, R. Delgado, P. Northing & A.G.S Cuthbertson
P58 - Actividade insecticida de macroalgas contra Phlebotomus perniciosus (Diptera,
Psychodidae).
C. Bruno de Sousa, L. Custódio, J. Gomes, M.O. Afonso, J. Varela, L. Barreira, L. Dionísio & L.
Neto
P59 -The laboratory colony of Phlebotomus perniciosus (Diptera, Psychodidae) from Instituto de
Higiene e Medicina Tropical, Universidade Nova de Lisboa, Portugal: establishment,
maintenance and application.
D.K. Rocha, C. Alves-Pires, J. Gomes, C.A. Bruno de Sousa, S. Branco & M.O. Afonso
P60 - Los insectos fuente de inspiración para la moda.
Marina Blas & Jesús Del Hoyo
P61 - Los insectos en los alfabetos.
Jesús Del Hoyo & Marina Blas
P62 - Developmental, growth and reproductive costs for C. undecimpunctata fed on Myzus
persicae treated with pirimicarb and or pymetrozine.
Susana Cabral, António Onofre Soares & Patrícia Garcia
19
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
P63 - Bioavailability of heavy metals in soil and pasture in volcanic environments: Pseudaletia
unipuncta (Lepidoptera: Noctuidae) honest testimony.
Patrícia Garcia, Luís Cunha, André Amaral & Armindo Rodrigues
P64 - Parámetros biológicos según la fuente de alimentación de Xylotrechus arvicola, cerambícido
plaga de la vid.
A. Rodríguez, S. Mayo, O. González, A. Lorenzana, P. Ruíz, H. de Pedro, E. Rivilla, E. Sánchez,
H. Peláez & P.A Casquero
P65 - Looking at the fauna present in weeds in order to protect a crop nearby in relation to pests
- a case study for thrips and their natural enemies in blueberries.
David Serra, Célia Mateus, Isabel M. Calha & Elisabete Figueiredo
P66 - Eficacia de Sphaerophoria rueppellii (Diptera: Syrphidae) como agente de control de áfidos
en invernaderos de pimiento.
Rocco Amorós-Jiménez, Belén Belliure, Ana Rosa Moreno Fresneda, Águeda Pose-Pardiñas,
Alberto Fereres & M. Ángeles Marcos-García
P67 - Contrasting population growth parameters of the aphidophagous Scymnus nubilus and the
coccidophagous Nephus reunioni (Coleoptera: Coccinellidae).
I. Borges, J.-L. Hemptinne & A.O. Soares
P68 - Effect of colour on the predatory and flight orientation of Coenosia attenuata Stein
(Diptera: Muscidae).
Raquel Nunes, Joana Marcelino, Márcia Matos, Joana Martins, Olívia Matos,
José C. Franco, Célia Mateus & Elisabete Figueiredo
P69 - Mirid species as biological control agents in protected vegetable crops in the Portuguese
Oeste region.
Elisabete Figueiredo, Pedro Carvalho & António Mexia
P70 - Cléridos depredadores en el cultivo de la vid en la región del Duero.
H. Peláez, E. Sánchez, P. Ruíz, A. Rodríguez, S. Mayo, O. González, H. de Pedro, E. Rivilla &
P.A. Casquero
P71 - Chrysomphalus aonidum (L.) (Hemiptera, Diaspididae), uma nova praga potencial dos
citrinos em Portugal.
C. Soares, J.E. Fernandes & J.C. Franco
P72 - Manejo integrado de T. viridana L. (Lep: tortricidae): propuesta de umbral de
intervención.
M. Villagrán, C.A. Antonietty, A. Gallardo, A. Jiménez, F.J. Soria & M.E. Ocete
P73 - Evaluación del nivel de infestación de Xylotrechus arvicola Olivier) (Coleoptera,
Cerambycidae) en diversas viníferas de La Rioja Alta.
I. Armendáriz, M.A. Ocete, M.A. Pérez & R. Ocete
P74 - Padrões de diversidade das comunidades de formigas epígeas ao longo de um gradiente
crescente de práticas agrícolas no olival transmontano.
Sónia A.P. Santos, José A. Pereira, António Silva, Cláudia Gonçalves & M.I. Patanita
20
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
P75 - Efeito na sobrevivência, crescimento e reservas corporais de Episyrphus balteatus (De Geer)
(Diptera: Syrphidae) de cinco espécies da família Asteraceae.
Lara A. Pinheiro, Laura M. Torres & Sónia A.P. Santos
P76 - Phyllocnistis citrella and its parasitoid Citrostichus phyllocnistoides in Citrus in S. Miguel
Island- Azores.
Laura Català, Laura Tavares & Luísa Oliveira
P77 - Influence of host stage on Aphaereta ceratitivora van Achterberg & Oliveira a new
parasitoid of Ceratitis capitata (Wiedemann) from the Azores.
Tânia Teixeira & Luísa Oliveira
21
22
Resumos
23
Conferência de abertura
Paulo A.V. Borges, Universidade dos Açores,
“Macroecological patterns on Islands:
the Azorean Arthropods as a case study”
24
Macroecological patterns on Islands:
the Azorean Arthropods as a case study
Paulo A.V. Borges1, Clara Gaspar1, Ana M.C. Santos1, Sérvio Pontes Ribeiro1,2, Pedro
Cardoso1,3, Kostas A. Triantis1,4 & Isabel R. Amorim1,5
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological Research &
Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos Açores, 9700-042
Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Universidade Federal de Ouro Preto, Instituto de Ciências Exatas e Biológicas, Lab. Ecologia
Evolutiva de Herbívoros de Dossel/DEBIO, campus Morro do Cruzeiro, 35400-000, Ouro Preto,
MG, Brasil.
3
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
4
Biodiversity Research Group, Oxford University Centre for the Environment, South Parks Road,
Oxford, OX1 3QY, UK.
5
School of Biological Sciences, University of East Anglia, Norwich NR4 7TJ, England, UK.
Here we address a list of questions based on long-term ecological and
biogeographical studies performed in the Azores, a remote volcanic oceanic
archipelago composed by nine islands. The target group are arthropods, and the
main habitat Laurisilva, the Azorean native forest. Diversification of Azorean
arthropod species is affected by island age, area and isolation. However, results
obtained for over a decade show that distinct groups are differently affected by
these factors, which has lead to the extreme diverse distribution patterns currently
observed. Spatial distribution of arthropods in each island may be interpreted as
caused by a typical “mass effect”, with many species following a “source-sink”
dynamics. Truly regionally rare species are those that are habitat specialists, many
of them being threatened endemic species. Although various endemics persist as
sink populations in human-made habitats (e.g., exotic forests), more than half of
the original endemic forest arthropods may already have vanished or may
eventually be driven to extinction in the future. Those species which have evolved
in and are mainly found in native forests, have been dramatically affected by
hitherto unrecognized levels of extinction debt, as a result of extensive destruction
of native forest. We argue that immediate action to restore and expand native
forest habitat is required to avoid a future of disastrous extinctions of a
biologically unique fauna with a unique evolutionary history.
Work supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through projects PTDC/BIABEC/104571/2008 and FCT- PTDC/BIA-BEC/100182/2008. CG was funded by the Azorean Fundo Regional
da Ciência e Tecnologia (M3.1.7/F/007/2009) and by the FCT grant (SFRH/BPD/68948/2010). P.C.was
supported by FCT grant (SFRH/BPD/40688/2007).
25
Biogeografia
Conferência plenária
Robert Whittaker, Oxford University,
“Recent developments in oceanic island biogeography”
26
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Recent developments in oceanic island biogeography
Robert J. Whittaker1 & Konstantinos A. Triantis2
1
Conservation Biogeography and Macroecology Programme, School of Geography and
the Environment, University of Oxford, South Parks Road, Oxford OX1 3QY, UK.
Centre for Macroecology, Evolution and Climate, Department of Biology, University
of Copenhagen, DK-2100 Copenhagen, Denmark.
2
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
Conservation Biogeography and Macroecology Programme, School of Geography and
the Environment, University of Oxford, South Parks Road, Oxford OX1 3QY, UK.
Department of Ecology and Taxonomy, Faculty of Biology, National and Kapodistrian
University, Athens GR-15784, Greece.
Studying the causes of variation in species diversity among islands in
isolated archipelagos and between archipelagos has proven to be a fruitful
endeavour for biogeographers and evolutionary biologists. While we may
view island systems as exemplary ‘natural laboratories’, distinguishing
between historically contingent and general patterns and processes remains
challenging, because such systems are rarely as simple as we would like if
we were designing the experiments. In this presentation we will review
progress in developing and evaluating a general dynamic theory of oceanic
island biogeography, based on the intersection of a simplistic model of island
ontongeny with the elemental island biogeographical forces of migration,
evolutionary change and extinction. We will do so with reference to data for
a variety of taxa, including invertebrates, higher plants and lower plants.
Participation supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project FCTPTDC/BIA-BEC/100182/2008.
27
28
Biogeografia
Comunicações orais
29
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Functional diversity and conservation biogeography on oceanic
islands: indigenous and exotic spiders of Azores
Kostas A. Triantis1,2,3, Pedro Cardoso1,4 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Conservation Biogeography and Macroecology Programme, School of Geography and
the Environment, University of Oxford, South Parks Road, Oxford OX1 3QY, UK.
3
Department of Ecology and Taxonomy, Faculty of Biology, National and Kapodistrian
University of Athens, Athens GR-15784, Greece.
4
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
Although functional diversity (FD) is increasingly identified as an important
concept in ecology and biogeography, island communities have rarely been
subject to studies of FD. For oceanic islands we are not aware of any work
studying FD at the archipelagic level. Here we calculated FD for the overall
spider fauna of the Azorean archipelago. First, we assessed the relationship
between FD and species richness across islands, using four main distribution
groupings of the species: 1) total number of species; 2) endemics; 3)
indigenous and; 4) exotic species. Second, we estimated for all the species its
functional uniqueness. This allowed us to assess if indigenous species are
functionally more unique compared to the exotic. Our results point towards
to two main patterns: a) FD of Azorean spiders scales up linearly with the
number of species per island, exhibiting a very strong correlation. Regardless
of the distributional group FD is continuously increasing with the number of
species; the great number of exotic species added to the archipelago is not
leading to a saturating relationship of FD with species richness. Additionally,
the values of the species’ functional uniqueness showed very low variability
between species; and b) the slope of the relationship between FD and species
richness is similar regardless of the distributional categories considered. The
differences in the dominant process establishing diversity across these
groups indicates that the diversity of these groups independently converges
on the same relationship between species richness and FD.
Work supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/100182/2008. P.C. was supported by FCT grant SFRH/BPD/40688/2007.
30
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Phylogeography of endemic arthropod species of the Azorean
archipelago
Thanos Mourikis1, Carla Rego2, I. Tsintzoura1, François Rigal 2, Sophia
1,2
Terzopoulou1,2, Kostas A. Triantis , Paulo A.V. Borges 2, Robert Whittaker3,
Luís Crespo2, Fernando Pereira2,4 & Aristeidis Parmakelis1,2
1
Dept. of Ecology and Systematics, Faculty of Biology, University of Athens,
Panepistimioupoli Ilisia, GR-15784, Athens, Greece.
2
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
3
Biodiversity Research Group, Oxford University, Centre for the Environment.
4
GESPEA - Grupo de Estudo do Património Espeleológico dos Açores. Ed. Matos
Souto, Piedade, 9930 Lajes do Pico, Pico, Açores, Portugal.
Sequence data generated from endemic arthropod species originating from
seven islands of the Azorean island group, are used to infer the
phylogeographic pattern of the species in the Azorean Archipelago. The
island complex consists of nine volcanic-origin islands and their age ranges
from 0.3 to 8 million years ago. Santa Maria being the oldest with an age of
8my and S. Miguel, the largest, exhibiting a complex geomorphology with
its current shape attained during the last 0.05mya. Although this island group
is characterized by a great number of invertebrate species, the evolutionary
history of its inhabitants has been studied fragmentarily. This study is the
first attempt to investigate the processes shaping the distribution and
evolutionary history of the Azorean endemic arthropod species within the
setting of a comparative framework. The inferred phylogeographic patterns
are contrasted to each other and evaluated for their congruence with the
Azorean palaeogeographic history.
Work supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/100182/2008. CR was funded by FCT grant (SFRH/BPD/66934/2009).
31
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Diversidade comparada dos lepidópteros dos Açores
(Insecta: Lepidoptera)
Virgílio Vieira
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS),Universidade dos Açores, Departamento de
Biologia, Apartado 1422, PT - 9501-801 Ponta Delgada (Açores). [email protected]
Actualmente, são conhecidas 151 espécies e subespécies de Lepidópteros do
arquipélago dos Açores, das quais 25,83% são endémicas. Foram calculados
índices de diversidade faunística e de similitude para se conhecer,
respectivamente, as relações entre a riqueza lepidopterológica específica de
cada ilha e a respectiva área e a similaridade entre as ilhas. Pode-se concluir
que, por um lado, há uma correlação significativa entre o número de espécies
e subespécies de Lepidópteros presentes nas ilhas e a superfície destas; por
outro lado, que a semelhança entre o povoamento lepidopterológico das
diversas ilhas não está necessariamente relacionada com a sua proximidade
geográfica. Outros contributos biogeográficos serão objecto de discussão.
32
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Estructura genética poblacional de Parnassius apollo nevadensis
Oberthür, 1891 (Lepidoptera, Papilionidae), en Sierra Nevada
Óscar Mira, Juan Gabriel Martínez, Cristina B. Sánchez-Prieto & Alberto Tinaut
Departamento de Zoología, Facultad de Ciencias, Universidad de Granada. Avda.
Fuentenueva s/n 18071 Granada, España.
Parnassius apollo es un lepidóptero de típica distribución paleártica,
relegado en la Península Ibérica a zonas de alta montaña. Sus poblaciones se
encuentran por esta razón aisladas en las regiones cacuminales de las
montañas, no presentando, aparentemente, hibridación, ni siquiera entre
montañas pertenecientes a un mismo sistema montañoso.
El aislamiento de estas poblaciones, el exceso en su recolección, el
calentamiento global y otras causas, como alteraciones en la abundancia o
distribución de sus plantas nutricias, han podido ser desencadenantes de la
desaparición o la rarefacción de algunas de estas poblaciones.
La subespecie de Sierra Nevada (Andalucía, España) se encuentra distribuida
de forma irregular en poblaciones de abundancia y extensión muy variables.
En el presente trabajo presentamos los primeros datos de estructura genética
poblacional y variabilidad (diversidad alélica y heterocigosidad) de
Parnassius apollo nevadensis. Hemos utilizado un nuevo juego de
marcadores moleculares altamente variables (microsatélites), ya que los
marcadores descritos tanto para las poblaciones de los Alpes de esta misma
especie, como para otras especies del mismo género, no amplificaron o
resultaron ser monomórficos y por tanto inservibles. Para este trabajo se han
aislado y diseñado cebadores para un total de 20 nuevos loci microsatélite.
Añadiendo los datos de los ejemplares colectados este verano a los ya
analizados, presentamos aquí los resultados de un análisis de su estructura
genética poblacional: diferenciación genética, flujo génico y variabilidad
genética poblacional de las diferentes subpoblaciones muestreadas en Sierra
Nevada.
33
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Monarch butterflies (Danaus plexippus) in southern Spain
J. Fernández Haeger & D. Jordano
Departamento de Botánica, Ecología y Fisiología Vegetal. Universidad de Córdoba. E14071 Córdoba. España. [email protected]; [email protected]
During the nineteenth century Danaus plexippus has been sighted in Madeira
(1860), Azores (1870) and the Canary Islands (1870). Since 1963 monarch
butterflies have been occasionally sighted in some coastal localities of Spain
and Portugal. Most sightings were just a few individuals probably crossing
the Atlantic with the aid of westerly winds during their autumnal migration
in North America. In the eighties the occurrence of small breeding colonies
in some coastal locations wase reported by different authors, however all of
them appeared not to persist. In 1997 we started gathering data of Danaus
plexippus in southern Spain, where the population has persisted until present.
In June 2008 we began a systematic survey across a coastal area of 900 km2
close to the Gibraltar straight, searching for suitable breeding habitats. We
located 62 host plant patches of Asclepias curassavica, Gomphocarpus
fruticosus and G. physocarpus, with a very fragmented distribution in the
landscape. During 30 months all the patches were checked monthly for the
presence of butterflies (adults, eggs, larvae and pupa).
In the study area the monarch butterfly is multivoltine, breeding all year
round. Frequency of monarch occurrence in any given patch was highly
variable among patches, ranging from almost 100% (butterflies always
present in the patch) to 0% (butterflies never present). The number of
patches occupied by the butterflies varies seasonally, being higher in late
summer and in autumn. In the study area the population of monarch
butterflies shows a patchy dynamics, with frequent local extinctions followed
by recolonization.
34
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
Cryptotermes brevis (Isoptera: Kalotermitidae) in the Azores:
using genetic markers to determine its introduction
to the islands
Maria Teresa Ferreira1,2, Seemanti Chakrabarti2, Paulo A.V. Borges1
& Rudolf Scheffrahn1,2
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Fort Lauderdale Research and Education Center, University of Florida, Institute of
Food and Agricultural Sciences, Davie, FL, 33314 USA.
The drywood termite Cryptotermes brevis (Walker) (Isoptera,
Kalotermitidae) is a very destructive wood pest that causes high levels of
damage to wood and wood structures throughout the world in tropical and
subtropical areas. This species was first identified in the Azorean archipelago
in 2000, and has since then become the number one urban pest in that
archipelago. In order to identify the type introduction of C. brevis in the
Azores, genetic markers were used to elucidate if the introduction of the
species to the islands was a consequence of a single introduction or multiple
introductions. Mitochondrial DNA and microsatellites were used to
statistically model the relationships between the populations in the Azores.
Nine different locations were chosen to collect termites in four of the islands.
The termite DNA was extracted, and 16SrRNA and Cytb mitochondrial
genes were used to assess phylogenetic relationships between the
populations. Furthermore, five loci for microsatellite DNA were used as
well. The data showed that there were multiple introductions of the species
in Azorean islands. These introductions consisted of two main events of
introduction in the two main islands of São Miguel and Terceira. The
calculated number of migrants per generation revealed that the introductions
of this species to the islands are still occurring. This information is important
to elucidate which forms of control can be used to prevent further
introductions.
Financial support for this research was provided in part by the University of Florida, School of
Structural Fumigation, the project TERMODISP (DRCT - M221-I-002-2009) and the Portuguese
Foundation for Science and Technology (FCT-SFRH/BD/29840/2006).
35
36
Biogeografia
Posters
37
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
P01
Diversification of Hipparchia butterflies of the Macaronesian
archipelagoes: insights from a multigene molecular phylogenetic
analysis
Isabel R. Amorim1, Brent C. Emerson2, François Rigal1 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal. [email protected]
2
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC), Spain & University of East
Anglia, UK.
Oceanic islands have long been recognized as natural laboratories to investigate
speciation and diversification. The recent extensive biota inventories of the
Macaronesian archipelagoes revealed high levels of endemism, and given their
location and range of geological ages, these islands have become the focus of
many evolutionary studies. However, the majority of those studies concern either
species on single islands or groups of species limited to a single archipelago.
Studies of related species across more than one archipelago are scarce.
Hipparchia butterflies have undergone speciation across several Macaronesian
archipelagos, thus providing an excellent opportunity to study patterns and
processes of diversification at a multiarchipelago scale.
We used mitochondrial (COI and COII) and nuclear (EF1α, H3, wingless and
ArgK) molecular markers to estimate phylogenetic and phylogeographic
relationships amongst populations from the Azores, Madeira and Canary Islands,
and putative continental sources of colonists. Phylogenetic reconstructions
support: i) inter and intra archipelago structure; ii) monophyly of the Azores; iii) a
deep divergence between the species that inhabit the most eastern of the Azorean
islands and the remaining islands in the archipelago; and iv) several colonization
events to the Macaronesian islands from mainland, as the closest relatives of
Madeiran and Canarian specimens are different continental lineages. Nonetheless,
the use of multiple genes revealed some cases of tree topology incongruence.
Exploring the putative causes of conflicting topologies, such as, incomplete
lineage sorting, gene flow and hybridization, will be crucial to understand the
evolution of this butterfly group in the Macaronesian islands, and moreover will
provide a better understanding of the relative contribution of different processes
responsible for the origin and geographic distribution of biodiversity.
Work financed by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), project PTDC/BIA-BEC/104571/2008.
38
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
P02
Using GPS technology to analyze the movements of Plebejus
argus in a patchy landscape
P. Fernández 1, R. Obregón1, S. de Haro, D. Jordano1, A. Rodríguez 2
& J. Fernández Haeger1
1
Departamento de Botánica, Ecología y Fisiología Vegetal. Universidad de Córdoba. E14071 Córdoba. España. [email protected]
2
Estación Biológica de Doñana. C.S.I.C. E-41092 Sevilla. España.
Movements paths of Plebejus argus (Lepidoptera: Lycaenidae) has been
analyzed using GPS technology in a patchy landscape in the Doñana
National Park (SW Spain). Observers equipped with high precision GPS
devices followed the butterfly paths using the tracking function. Positions
of butterflies were recorded every second and resulting tracks were
overlapped with vegetation types, previously photo interpreted, using Arc
GIS. Vegetation types were classified in three categories according to
values measured in four variables: butterfly density, foodplant abundance,
mutualistic ants nest frequency and abundance of nectar source plants.
When butterfly paths occur on poor quality habitats we recorded higher
speeds, lower sinuosity, longer steps and lower turning angles than in paths
obtained from high quality habitats. The behavior observed when butterflies
approach edges between two habitats depends on the gain or loss of habitat
quality. When a gain in habitat quality is achieved edges crossing mainly
occurs without any exploratory flight, but when a loss in habitat quality is
presumed previous scanning is more frequent.
39
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biogeografia
P03
Phylogeography and demographic history of the spittlebug
Philaenus spumarius (Hemiptera, Aphrophoridae): evidence of
recent divergence and post-glacial expansion
A.S. Rodrigues1, S. E. Silva1, Eduardo Marabuto1, D. N. Silva1, Paulo A.V. Borges2,
José A. Quartau1, Octávio S. Paulo1 & Sofia G. Seabra1
1
Computational Biology and Population Genomics Group, Centro de Biologia
Ambiental, DBA/FCUL, P-1749-016 Lisboa, Portugal.
2
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
Climatic changes and fluctuations during the Quaternary period were one of the
most important factors in determining the current distribution of a large number
of species. In the present study we used the mtDNA gene cytochrome oxidase I
to assess phylogeographic patterns in the meadow spittlebug Philaenus
spumarius. More specifically our aims were to date the main demographic and
evolutionary events within species with emphasis in Mediterranean peninsulas
populations and to establish the origin of North American populations and
insular populations of the Azores and New Zealand. The data revealed three
main haplogroups in Europe: the western, the eastern and the northern. We also
found evidence of recent divergences at less than 1Myr ago in southern
Mediterranean refugia during glacial periods of the Pleistocene followed by
northwards population expansions during warmer inter-glacial periods. Three
main possible post-glacial routes are suggested: a western colonization route
from the Iberian Peninsula and Italy to the United Kingdom and central Europe;
an eastern colonization route from Balkans, Italy and west of Turkey to central
Europe; and, finally, a north-eastern route from Turkey and surrounding area to
north and central Europe. Moreover, the results support a probable British
origin of insular populations of the Azores and New Zealand and multiple
origins from the Iberian Peninsula and the United Kingdom sources for North
American populations. The colonization of these areas was most likely a recent
event, probably resulting from non-intentional human translocations during the
European expansion and colonial settlements.
40
Biologia Subterrânea
Conferência plenária
Pedro Oromí, Universidad de La Laguna,
“Las Islas Canarias, punto caliente de biodiversidad
subterránea”
41
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Las Islas Canarias, punto caliente de biodiversidad subterránea
Pedro Oromí
Depto. Biología Animal, Universidad de La Laguna. Tenerife, Islas Canarias.
[email protected]
La fauna subterránea de Canarias está determinada por la naturaleza volcánica
del terreno y la condición insular. Las cavidades predominantes (tubos
volcánicos) abundan solamente en terrenos basálticos modernos, y también el
medio subterráneo superficial (MSS) volcánico. En islas antiguas escasean las
cuevas, pero la presencia de otras variantes de MSS posibilita la presencia de
fauna hipogea, aunque generalmente menos troglomorfa. La geología y la
antigüedad de cada isla condicionan la tipología y diversidad de su fauna.
Las disarmonías propias de toda fauna insular restringen la disponibilidad de
especies “preadaptadas” que evolucionaran hacia el troglomorfismo, siendo
esta limitación compensada por la presencia de grupos inéditos en cuevas
continentales. La separación física entre islas y la imposibilidad de desplazarse
los troglobios entre ellas ha conducido a una especiación alopátrica que
aumenta la biodiversidad. Hay especies relícticas sin ancestros en medios
epigeos canarios, mientras otras tienen sus grupos hermanos con distribución
simpátrica. A la luz de estudios filogenéticos realizados se identifica el origen
de ciertas especies con alguna de las hipótesis evolutivas al uso (CRH y ASH).
Se conocen unas 160 especies; 138 de ellas se han encontrado en cuevas, y el
resto son del MSS de áreas carentes de tubos volcánicos. La mayor
concentración de troglobios está en Tenerife (61 spp.), donde en una sola cueva
se han registrado hasta 35 especies, valor comparable a las cuevas más ricas del
mundo. Se ha analizado la riqueza troglobia a escala insular usando curvas de
acumulación Mao-Tau, y estimado la diversidad potencial mediante los
algoritmos Chao 2 e ICE. Entre las cuatro islas con valores significativos, La
Palma es la de mayor relación entre especies observadas y estimadas, mientras
que Gran Canaria muestra una potencial fauna todavía por descubrir.
Participation supported by Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/104571/2008.
42
Biologia Subterrânea
Comunicações orais
43
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
Estudio del Medio Subterráneo Superficial en el este de la
península Ibérica: primeras fases de la investigación
Vicente M. Ortuño1, Alberto Sendra2, José D. Gilgado1, Gonzalo Pérez-Suárez1,
Alberto Jiménez-Valverde3 & Juan J. Herrero-Borgoñón4
1
Departamento de Zoología y Antropología Física. Facultad de Biología. Universidad de
Alcalá. E-28871 Alcalá de Henares, Madrid, Spain. [email protected]
2
Asociación para el Estudio del Medio Subterráneo. Avenida Constitución, 83, 12.
46019 Valencia, Spain.
3
Departamento de Biología Animal. Facultad de Ciencias. Universidad de Málaga.
29071-Málaga, Spain.
4
Departamento de Botànica. Facultad de Ciencias Biològicas. Universitat de València .
46100-Burjassot, Valencia, Spain.
El conocimiento del Medio Subterráneo Superficial (MSS), en el
ámbito de la península Ibérica, es muy limitado y anecdótico. Ante este vacío
de conocimiento surge la iniciativa (constituida en proyecto de
investigación), de realizar una prospección intensiva, y sujeta a un protocolo
científico, del MSS en el Levante español, región escogida por su interés
desde diversos puntos de vista: 1) climático, dado el paulatino proceso de
desertización; 2) geológico, con diversos macizos calcáreos que albergan
numerosos fenómenos kársticos; 3) faunístico, merced al buen conocimiento
de especies que habitan sus cuevas; 4) biogeográfico, por la posibilidad de
actuar los macizos calcáreos como islas para la especiación de organismos
subterráneos, y las cuencas fluviales miocénicas como barreras. Se adopta la
metodología descrita por otros especialistas, consistente en la instalación, en
el MSS, de baterías de cilindros de PVC perforados, que denominamos EMS
(Estaciones de Muestreo Subterráneo). En cada EMS se aloja una trampa
pitfall con propilenglicol como medio conservante y un cebo sólido para
atraer a la fauna del MSS. Para cada área de estudio, se registra la
temperatura y humedad en la superficie y en el interior de una de las EMS.
Todos los datos obtenidos servirán para testar las hipótesis de partida del
estudio: a) ¿Estos macizos calcáreos son islas de fauna subterránea?; b)
¿Existe conectividad entre éstos?; c) ¿El MSS es refugio para fauna
estenohigrobia sin rasgos troglobiomorfos? Finalmente, se presentan algunos
resultados previos, y se exponen las futuras fases de esta investigación.
44
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
Un recurso científico por explorar: la colección de coleópteros
cavernícolas del Museo Nacional de Ciencias Naturales,
de Madrid
Isabel Izquierdo Moya1 & Irene Fernández Sanz2
1
2
Museo Nacional de Ciencias Naturales. Madrid. [email protected]
Madrid. [email protected]
Se presentan los resultados de un estudio sobre la Colección de Coleópteros
Cavernícolas conservada en el Museo Nacional de Ciencias Naturales de
Madrid. La Colección constituye un fondo de excepcional valor científico y
patrimonial creado por Cándido Bolívar tras sus trabajos iniciales en este
campo (1911) y enriquecido más tarde con otras aportaciones. Incluye
numerosos ejemplares recolectados durante los primeros muestreos de esta
fauna realizados en España y constituye por ello el único conjunto
representativo del origen y etapas iniciales de la Bioespeleología en nuestro
país.
Junto a la historia de la propia colección y la relación de los materiales que
la forman –casi 8.000 ejemplares conseguidos en cuevas españolas y
europeas- se ofrece un análisis de la composición taxonómica del conjunto y
el catálogo del material tipo incluido en la misma; datos de colectores y
revisores; distribución geográfica y desarrollo cronológico de las capturas,
así como un estudio de las cavidades representadas con vistas a su utilización
como recurso en Biología de la Conservación referida a hábitats
subterráneos.
Proyecto de investigación HUM2007-62687
45
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
Entomofauna subterrânea do carso de Portugal: que proporção
podemos observar nas grutas?
Ana Sofia P.S. Reboleira1,2, Pedro Oromí2, F. Gonçalves1 & D. C. Culver3
1
Departamento de Biologia & CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar,
Universidade de Aveiro, Campus Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro.
Portugal. [email protected]
2
Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de La Laguna.
38206 La Laguna. Tenerife. Islas Canarias, España.
3
Department of Environmental Science, American University, Washington DC 20016,
USA.
As cavidades naturais proporcionam-nos um observatório para uma fauna
subterrânea escassa, cujas áreas de distribuição são mais amplas que as
acessíveis aos investigadores. Dada a inacessibilidade da maior extensão do
ecossistema cavernícola, a estimativa de espécies baseada em modelos
matemáticos tem-se verificado uma ferramenta útil na avaliação da
biodiversidade subterrânea total.
Após seis anos de intensa prospecção biológica em cavidades cársicas de norte
a sul do país, emergiram novos padrões biogeográficos e de riqueza específica.
Várias novas espécies para a ciência foram descobertas e a ampliação do
conhecimento da área de distribuição de espécies hipógeas, obrigam ao
estabelecimento de novos padrões de biodiversidade para a fauna subterrânea
do Oeste da Península Ibérica.
No presente trabalho, foram mapeadas as distribuições de todas as espécies
hipógeas do carso de Portugal e foram testados vários factores para explicar a
diversidade em diferentes cavidades, baseados na análise de similaridade de
espécies. A evapotranspiração e consequentemente, a elevada produção
primária à superfície pode ser um factor determinante na riqueza de espécies
hipógeas em diferentes unidades cársicas, contudo a profundidade relativa à
superfície e as características geológicas de cada unidade cársica parece
desempenhar um papel mais importante.
A biodiversidade total de espécies subterrâneas, incluindo as espécies
desconhecidas, foi estimada numa escala regional, utilizando curvas Mao-Tau
de acumulação de espécies e os estimadores Chao 2 e ICE. A biodiversidade
troglóbia observada nas cavidades chega inferior a metade da biodiversidade
estimada, para um dos maciços cársicos estudados.
46
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
¿La vida siempre se abre camino en el medio subterráneo?
El caso de las cuevas hipogénicas
Alberto Sendra1, 4 ,Vicente M. Ortuño1, Ana Sofia P.S. Reboleira2,3, J.D. Gilgado1,
& S. Teruel4
1
Departamento de Zoología y Antropología Física, Facultad de Biología, Universidad de
Alcalá. 28871 Alcalá de Henares, Spain.
2
Departamento de Biologia & CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar,
Universidade de Aveiro, Campus Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro, Portugal.
3
Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de La Laguna. 38206
La Laguna. Tenerife. Islas Canarias, Spain.
4
Asociación para el Estudio del Medio Subterráneo, Avenida Constitución, 83, 12. 46019
Valencia, Spain.
Las cuevas representan el acceso natural para conocer el medio subterráneo, sin
embargo no siempre es posible llegar a ellas. En los karsts hipogénicos,
confinados por una litología de baja permeabilidad, las cuevas se forman aisladas
del exterior y tan sólo con la denudación de la superficie se puede llegar a
explorarlas. En estas cuevas hipogénicas no se produce el efecto colonizador de la
fauna del exterior, o de la propia fauna cavernícola, del entorno kárstico, tanto del
medio subterráneo profundo como superficial (MSS). Esto convierte a las cuevas
hipogénicas en espacios azoicos durante buena parte de su vida, donde sólo se
hallan microorganismos autótrofos y heterótrofos pero en donde no se detecta la
presencia de fauna invertebrada.
Con objeto de poder ejemplificar estas afirmaciones, hemos seleccionado dos
cuevas hipogénicas al este de la península Ibérica, la Cueva de la Autopista y la
Cova del Far, con desarrollos laberínticos de más de 10 km y de 1 km,
respectivamente. En la primera, las entradas se abrieron al exterior hace un cuarto
de siglo, con la construcción de una autopista, y, en la segunda, su pequeña
entrada debió aparecer por fenómenos erosivos hace varios centenares de años.
Sus comunidades de fauna parecen ser consecuencia de la edad de apertura al
exterior de las cavidades. Así, la Cueva de la Autopista cuenta con una fauna
pobre, procedente del exterior, que se adentra unas decenas de metros, y la Cova
del Far posee una fauna algo más especializada, de hábitos guanófilos y endogeos,
que llegan a alcanzar las zonas más profundas. En ambos casos con la ausencia de
fauna troglobia.
Estos estudios poseen consecuencias directas sobre la distribución de las especies
cavernícolas y cuestionan algunos paradigmas sobre la capacidad de dispersión de
la fauna en el ecosistema subterráneo.
47
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
Trechus beetles of the Azores: speciation down below
Isabel R. Amorim1,3, Fernando Pereira2,3 & Paulo A.V. Borges1,2,3
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal. [email protected]
2
Grupo de Estudo do Património Espeleológico dos Açores (GESPEA), Açores, Portugal.
3
Os Montanheiros - Sociedade de Exploração Espeleológica, Açores, Portugal.
The Azores is the youngest and the most remote of the Macaronesian islands but
nonetheless is inhabited by many endemic species. Arthropods represent more than
half of the terrestrial endemic species found in the archipelago and besides the
unique species found on the surface, the myriad of underground habitats formed by
the volcanic activity in the archipelago, created the opportunity for the speciation of
cave adapted forms. The first biospeleological expeditions in the Azores took place
in the late 80's and nowadays 20 endemic species of troglobiont arthropods have
been described, approximately half of which are insects. Among those, Trechus
beetles is the genus with the highest number of cave restricted species with seven
cave species described from four islands and two surface species described from two
islands. Diversification of Trechus beetles in the Azores is investigated using
molecular markers and compared with divergence patterns of Trechus beetles
endemic to the Canary Islands, where the majority of species are surface dwelling.
The molecular data revealed that: i) Azores form a monophyletic clade; ii) the closest
relatives to Azorean specimens are found in Madeira island; iii) in the Azores all
cave species are more closely related to each other and form a sister clade to the
surface species of Terceira island; iv) almost all individuals sampled had unique
haplotypes; and v) intraspecific genetic variability is geographically structured,
concordant with a pattern of isolation by distance.
Arthropods, in particular insects, are among the animal groups most severely
affected by extinction on islands, and more than 3/4 of the insect species known to
gone extinct in the last 300 years vanished from islands. Therefore, in this study we
use a multidisciplinary approach, including field surveys, traditional taxonomy and
molecular assays, to evaluate how appropriate is the currently protected area in the
Azores to preserve Trechus beetles (species richness and genetic diversity), which
are an important contribute to the total biodiversity of the archipelago. Because all
Trechus populations sampled had exclusive haplotypes, and genetic variability
within species is geographically structured, we argue that each population should be
treated as a distinct conservation unit and the maximum number of different
populations should be protected in order to maintain current levels of biodiversity.
48
Biologia Subterrânea
Posters
49
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
P04
Catálogo preliminar de los tipos de coleópteros subterráneos
ibéricos depositados en el Museu de Ciències Naturals
de Barcelona
Glòria Masó, Berta Caballero-López & M. Prieto
Museu de Ciències Naturals de Barcelona (Laboratori de Natura).
Passeig Picasso s/n, Parc de la Ciutadella. 08003 Barcelona, España. [email protected]
Se exponen los resultados preliminares de la catalogación en curso de la
colección de ejemplares tipo de coleópteros subterráneos ibéricos
conservados en el Museu de Ciències Naturals de Barcelona (MCNB). La
colección reúne actualmente más de un centenar de especies y subespecies,
la mayoría pertenecientes a la familia Leiodidae, seguida de Carabidae y
Staphylinidae. Una parte significativa de los fondos pertenecen a la
colección histórica de R. Zariquiey, que incluye, además de aportaciones
propias, material tipo de taxones descritos por R. Jeannel o C. Bolívar.
Cualitativa y cuantitativamente importantes son también las aportaciones de
F. Español y otros autores vinculados al MCNB. El catálogo definitivo
ofrecerá a la comunidad científica, entre otros datos, información relativa al
número y condición de los especímenes, rango tipológico, y estatus
taxonómico actual, con indicación, en su caso, de los actos nomenclaturales
introducidos.
50
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia Subterrânea
P05
Há um limite vertical para a distribuição de artrópodes
subterrâneos?
Ana Sofia P.S. Reboleira1,2, & Alberto Sendra3,4
1
Departamento de Biologia & CESAM - Centro de Estudos do Ambiente e do Mar,
Universidade de Aveiro, Campus Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro.
Portugal. [email protected]
2
Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de La Laguna.
38206 La Laguna. Tenerife. Islas Canarias, España.
3
Departamento de Zoología y Antropología Física, Facultad de Biología, Universidad de
Alcalá. 28871 Alcalá de Henares, Spain.
4
Asociación para el Estudio del Medio Subterráneo, Avenida Constitución, 83, 12.
46019 Valencia, Spain
É do conhecimento geral que a biodiversidade subterrânea se dispersa numa
ampla variedade de habitats que podem estar espacialmente interconectados.
Informações sobre entomofauna a viver abaixo dos 500 metros de
profundidade são raras. Com o aumento da distância entre a superfície e as
galerias subterrâneas decresce a quantidade de nutrientes disponível, o que
afecta a riqueza específica e a abundância de indivíduos nas comunidades
subterrâneas.
No verão de 2010, uma expedição do CAVEX Team à gruta KruberaVorónia (Cáucaso Ocidental), atualmente a mais profunda do planeta,
efetuou os primeiros esforços para conhecer a sua biodiversidade, revelando
uma interessante comunidade subterrânea. A sua biocenose profunda é
composta por mais de 12 espécies de artrópodes, incluindo várias novas
espécies para ciência, entre espécies hipógeas e não-hipógeas, encontradas
abaixo dos dois quilómetros de profundidade.
A presente contribuição aporta a descrição da biocenose e distribuição
vertical da entomofauna da gruta Krubera-Voronónia até ao seu sifão final a
-2140 m, assim como uma discussão sobre os limites verticais da distribuição
de espécies epígeas e hipógeas em profundidade.
51
52
Biodiversidade e Conservação I
Conferências plenárias
:
Eduardo Galante, Universidad de Alicante,
“Conservación de la biodiversidad, problemas y necesidades”
Jorge Lobo, Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC),
“Son eficaces nuestras estrategias de conservación de la
diversidad biológica en el caso de los invertebrados?”
53
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Conservación de la biodiversidad, problemas y necesidades
Eduardo Galante
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de Alicante, España
Vivimos en un mundo regido por las tecnologías, en el que gran parte de la
sociedad ha perdido la conexión con la naturaleza y no es capaz de percibir
los bruscos cambios que afectan al mundo vivo que nos rodea. Sin embargo,
los datos científicos nos muestran cada vez con mayor evidencia el negativo
impacto que nuestras actividades están teniendo sobre la biodiversidad y los
procesos que sustentan la vida en nuestro planeta. Los procesos de cambio
no constituyen en si mismo un hecho nuevo, pero sí el modo en que se están
generando, ya que actualmente se producen de forma acelerada en espacio y
tiempo como resultado de la actividad humana.
Ante esta situación, numerosas organizaciones y administraciones dedican
grandes esfuerzos y emprenden encomiables iniciativas para frenar la
pérdida de diversidad biológica, pero el fenómeno no acaba de ser
comprendido por gran parte de la sociedad y las metas de conservación no se
cumplen.
En las últimas décadas hemos visto como muchos de los programas de
conservación de la naturaleza se acaban convirtiendo en grandilocuentes
declaraciones oficiales alejadas del mundo real. La situación es que
seguimos enfrentándonos a una crisis de extinción de especies sin
precedentes en periodos históricos que a su vez amenaza al bienestar
humano.
Vivimos en el Antropoceno, un periodo caracterizado por el hecho de que
por primera vez los procesos generales que rigen el funcionamiento de los
ecosistemas ya no están gobernados tan sólo por fuerzas naturales, sino por
procesos económicos y de productividad que condicionan la dinámica
general del planeta tierra. Es un mundo cambiante, globalizado, regido por
nuevos paradigmas y sometido a la economía de mercado internacional. Sin
embargo seguimos ejerciendo una conservación de la biodiversidad anclada
en formas del pasado y basada en un modelo que podemos denominar de
“gestión a través del dominio y control de la naturaleza”. Son muchas las
acciones de conservación que siguen dirigiendo sus esfuerzos y atención
hacia una supuesta naturaleza primigenia y virginal, impregnadas más de una
54
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
concepción romántica que de bases científicas. Muchos esfuerzos de las
políticas de conservación se siguen basando en la consideración de espacios
protegidos aislados y grandes especies emblemáticas, sin entender que la
naturaleza está formada por complejas redes de especies interrelacionadas
cuya actividad discurre a través de una matriz espacial heterogénea que es el
resultado de procesos históricos que han condicionado los ecosistemas y el
conjunto de especies que en ellos viven. El resultado de estas políticas de
conservación es la protección de determinadas áreas permitiendo sin
embargo la transformación agresiva del territorio circundante. En definitiva
nos enfrentamos a la necesidad de cambiar una concepción de protección de
la naturaleza que evita toda acción humana por una visión que contemple la
acción humana integrada en la naturaleza y analizada a nivel de paisaje.
Debemos renovar ideas y principios que rigen la conservación de la
naturaleza y valorar más el capital natural como fuente de servicios y
riqueza, cuya conservación nos permite disfrutar de “servicios
ecosistémicos”. Tenemos que aprender a vivir en un mundo cambiante y
complejo, como compleja es una naturaleza en la que no existe un equilibrio
final, sino distintos grados y niveles de perturbación con los que debemos
aprender a convivir. En definitiva un escenario de interacciones que para su
conservación necesita involucrar de forma activa a todos los sectores sociales
si se quieren desarrollar programas eficaces de conservación de la
biodiversidad.
55
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Son eficaces nuestras estrategias de conservación de la
diversidad biológica en el caso de los invertebrados?
Jorge Miguel Lobo
Dpto. Biogeografía y Cambio Global, Museo Nacional de Ciencias Naturales, C.S.I.C.
Madrid.
Utilizando información sobre los cambios en los usos del suelo para la
Península Ibérica durante el periodo 1987-2006, se presentan varios análisis
y resultados que buscan examinar si los espacios protegidos y las localidades
con presencia de especies con problemas de conservación han sufrido
procesos de antropización menores que el resto del territorio. Además,
usando diversas simulaciones sobre los cambios climáticos previstos, se
estima la magnitud y relevancia de los cambios climáticos que pueden sufrir
los actuales espacios protegidos.
En España las zonas artificiales habrían incrementado un 52% durante el
periodo analizado a costa, fundamentalmente, de las áreas agrícolas.
Interesantemente, esta alta tasa de transformación no difiere sustancialmente
entre las áreas protegidas o las localidades con especies en peligro de
extinción y el resto del territorio. En el caso de los invertebrados vulnerables
y en peligro, las evidencias disponibles sugieren que estas tasas de
antropización podrían estar asociadas con el declive de ciertas poblaciones,
sobre todo en el sureste árido. Por otra parte, los modelos de cambio
climático prevén una mediterraneización de los espacios protegidos
actualmente ubicados bajo condiciones templado-frías, así como una
aridificación de los espacios que representan las condiciones mediterráneas,
los cuales podrían experimentar condiciones climáticas desconocidas
actualmente en la Península Ibérica. Se exponen algunos ejemplos de los
cambios climáticos que podrían experimentar los espacios protegidos y de
las dificultades para elaborar una red de corredores eficaz que facilite el
movimiento de los organismos. Finalmente, se estima la capacidad de
representación de los espacios protegidos actualmente existentes, así como la
localización y extensión de las áreas que sería necesario proteger para
representar las especies de invertebrados protegidos. Los resultados
obtenidos arrojan dudas sobre la capacidad del modelo de conservación
imperante para garantizar la preservación futura de la diversidad biológica.
56
Biodiversidade e Conservação I
Comunicações orais
57
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Natural history museums: bridging the past and the future
Berta Caballero-López, M. Prieto, J. Agulló & Glória Masó
Arthropod Collections at Natural History Museum of Barcelona (Museu de Ciències
Naturals de Barcelona), Lab. of Nature, Picasso Av, 08003 Barcelona, Spain.
[email protected]
Historically the museums of natural history have been considered as
institutions that care for collections of specimens with scientific and cultural
importance. However, the continuing acceleration in the digitization of
information, combined with the increasing capacity of digital information
storage, is redefining the traditional role of museums. Museums might be
seen as huge sources of information about the occurrence of organisms over
time and across the planet. In this sense, the Natural History Museum of
Barcelona is making a real effort to offer this data to the scientific
community. It holds about 1.5 million arthropod specimens, from which
3,650 are Type specimens, mainly from Coleopteran families and cavedwelling fauna. To supply this amount of data requires documenting all
specimens, and to develop and keep up the appropriate tools of managing,
storing and promotion of this data. Although the amount of data available in
such Biodiversity Portals like GBIF is still reduced, we are working hard to
increase this proportion in a short future, with special emphasis on
comprehensiveness and reliability of data. The current lack of available
information of old distribution of many insects species makes it difficult to
assess the consequences of environmental issues like global warming or
isolation and fragmentation of non-cropped habitats. Therefore, we are
collaborating with Natural Reserves technicians in order to evaluate the
impact of the speleological activity on cave-dwelling fauna, in which we
combine the information provided from new catches with revisions of old
specimens, in order to assess the changes at space and time scales.
58
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Assessing megadiversity: the example of Copestylum, a New
World hoverfly lineage (Diptera, Syrphidae)
Antonio Ricarte1, G.E. Rotheray1 & María Ángeles Marcos-García2
1
National Museums Scotland, National Museums Collection Centre, Natural Sciences,
Entomology, 242 West Granton Road, Edinburgh EH5 1JA, Scotland, UK.
2
University of Alicante, Centro Iberoamericano de la Biodiversidad CIBIO, Campus de
San Vicente, 03690 San Vicente del Raspeig, Alicante, Spain.
Although the genus Copestylum has a cumulative range from Canada to
Argentina, it is most speciose in the Neotropics. We estimate that it contains
thousands of species, making it an exceptionally diverse hoverfly genus,
possibly the most diverse of all. We present here, preliminary results on
characterising and assessing such megadiversity.
Based on a study of over 300 species, adult morphological diversity is
remarkably high yet within this diversity, patterns exist. A basic one
separates Copestylum into two groups. The validity of this separation is
additionally supported by adult habitat preferences: one group occurs mainly
in open habitats and the other in closed habitats. Furthermore, open habitat
species frequently use mimicry as a primary defense whereas closed habitat
species use crypsis.
Based on other morphological patterns, 20+ species groups of varying levels
of species richness have been recognised. Moreover, analysis of larval and
puparial characters supports both the basic division of Copestylum into two
groups and also many species-groups. In adults, facial shapes, colour
patterns and male genitalia characterise species groups. In larval stages, body
shapes, vestiture, locomotory organs and head skeletons characterise groups.
These putative monophyletic groups are being assessed phylogenetically.
Finally, from the pattern of breeding site preferences, a common mode of
diversification appears to involve shifts, either to novel breeding sites or, via
enhanced larval food gathering mechanisms, to little or under used resources
in shared ones. The evolutionary rate of such changes appears highest in
montane habitats where there are, as yet, poorly characterised but extensive
radiations of particular species groups.
59
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Entomofauna associada a plantas espontâneas do olival, na
região Sul de Portugal
C. Furtado1, F.T. Rei1, A. Belo2 & L. Torres3
1
ICAAM/Dep. Fitotecnia Universidade de Évora, Évora, Portugal. [email protected]
ICAAM/Dep. Biologia, Universidade de Évora, Évora, Portugal.
3
CITAB/Dep. Agronomia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.
2
O conhecimento dos ecossistemas agrícolas é primordial para a sua gestão
sustentada e para a obtenção de produtos mais ecológicos. Nesse sentido,
estudou-se a entomofauna presente em plantas espontâneas associadas a
olivais do Sul de Portugal, com o intuito de avaliar o seu contributo para a
manutenção de fauna auxiliar na cultura. Entre Junho e Outubro de 2011,
monitorizaram-se 10 espécies, nomeadamente, Anchusa italica Retz.,
Borago officinalis L., Calamintha baetica Boisset et Reut., Echium
plantagineum L., Foeniculum vulgare Mill., Heliotropium europaeum L.,
Lavatera cretica L., Origanum virens Hoffmanns et Link, Polygonum
persicaria L. e Urginea maritima (L.) Baker, instaladas em blocos
casualizados, com duas repetições. Durante o período de floração de cada
espécie e em cada repetição, aspiraram-se 5 flores com um aspirador
eléctrico, às 10h e às 17h, duas vezes por semana. Os resultados obtidos
variaram entre as espécies vegetais em estudo e permitiram constatar a
presença significativa de insetos de cinco ordens/subordens: Thysanoptera
(29% das capturas), Hemiptera Sternorrhyncha (18%), Hymenoptera (13%),
Hemiptera Heteroptera (10%) e Coleoptera (11%). Por sua vez, o somatório
das capturas relativas às ordens/familias Diptera, Lepidoptera, Neuroptera e
Cicadomorpha corresponderam apenas a 2,3% das capturas totais. Observouse, ainda, a presença de insetos de várias superfamílias/famílias onde se
incluem auxiliares, como sejam Chalcidoidea, Aeolothripidae, Coccinellidae,
Anthocoridae, Miridae e Chrysopidae. De salientar também a presença
relevante do grupo das aranhas, representando cerca de 16% do total de
capturas. No grupo dos insetos fitófagos, os Aphididae foram os capturados
em maior número, correspondendo a 18% do total obtido, tendo estado
maioritariamente presentes em F. vulgare.
Trabalho financiado por fundos FEDER através do Programa Operacional Factores de
Competitividade COMPETE (Refª FCOMP-01-0124-FEDER-008685) e por Fundos Nacionais através
da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Refª PTDC/AGR-AAM/100979/2008).
60
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Caracterización del hábitat de odonatos amenazados mediante
muestreo de exuvias en el lugar de Importancia Comunitaria
(LIC) Salóns do Lérez
Genaro da Silva Méndez, Olalla Lorenzo Carballa & Adolfo Cordero Rivera
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Campus Universitario, 36005
Pontevedra, España.
Para el diseño de planes de conservación es imprescindible el conocimiento
previo de las necesidades ecológicas de las especies objetivo y de su
presencia y densidad en la región de estudio. En el caso de las libélulas, este
conocimiento se ha buscado a través del seguimiento de los adultos.
Recientemente, se ha concluido que la información así obtenida puede estar
sesgada, recomendándose el empleo de exuvias para tales fines, evitándose
así sesgos en las estimas de abundancia y errores en la distribución. El
estudio realizado pretende, mediante el muestreo sistemático de exuvias en
16 transectos en el LlC Salóns do Lérez, determinar los patrones de
distribución y emergencia, especialmente de tres especies amenazadas:
Gomphus simillimus, Oxygastra curtisii y Macromia splendens, en relación
con las características de los tramos. Se midieron también un conjunto de
variables ambientales en cada transecto. Tras un análisis canónico de
correspondencias se determinaron, mediante una selección paso a paso hacia
delante, aquellas variables que mejor explican la distribución de especies,
mostrando influencia aspectos relacionados con la estructura de la
vegetación, la morfología o la velocidad del agua.
Los resultados reflejan la preferencia de estas tres libélulas por tramos de
ríos anchos, de aguas remansadas, con bosques de ribera bien desarrollados,
lo cual coincide con el conocimiento previo. Asimismo, los resultados
también son coherentes para el caso de los restantes odonatos muestreados,
lo que sugiere la idoneidad del método.
61
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Efecto del cambio climático sobre la comunidad de tricópteros
de Sierra Nevada durante los últimos 20 años
Carmen Zamora-Muñoz1, Marta Sáinz-Bariáin1, Carmen-Elisa Sáinz-Cantero1,
Núria Bonada2 & Javier Alba-Tercedor1
1
Departamento de Zoología. Facultad de Ciencias. Universidad de Granada. Campus de
18071-Granada,
España.
[email protected],
[email protected],
Fuentenueva,
[email protected], [email protected]
2
Departament d‘Ecologia, Facultat de Biologia, Universitat de Barcelona (UB),
Diagonal 643, 08028 Barcelona. [email protected]
Durante los últimos 150 años, la superficie terrestre se ha calentado
aproximadamente 0,8 ºC. Se han observado cambios en los patrones de
precipitación, los glaciares se están derritiendo y el nivel medio del mar está
subiendo. Todos estos cambios afectarán en la distribución y la abundancia
de las especies así como en sus estrategias vitales y fenología. Los
ecosistemas acuáticos en sistemas montañosos, sobre todo en el sur de
Europa, se prevé que se verán intensamente afectados por el aumento de las
temperaturas y los cambios en el régimen hidrológico. Sierra Nevada
representa a los ecosistemas de alta montaña mediterráneos en la red de
Parques Nacionales ibéricos, y ha sido seleccionada como una de las
Reservas Montañosas de la Biosfera de la UNESCO para el estudio del
cambio global. Se presenta el análisis comparativo realizado entre las
poblaciones de tricópteros actuales y las de hace 20 años detectando cambios
faunísticos que pueden ser asociados al cambio climático. Se ha observado
un aumento aproximado de 2,5 ºC de la temperatura media de los ríos
estudiados acompañado de un aumento en la riqueza de especies, sobre todo
en las localidades situadas a mayor altitud, presentando un máximo en
altitudes intermedias, como consecuencia de la ampliación del rango de
distribución de especies de tramos medios hacia cotas más elevadas y de
colonización desde sierras próximas. Por último se han detectado cambios en
el ciclo de vida de algunas especies, posiblemente en respuesta a su reciente
expansión en la alta montaña.
62
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação I
Las dehesas como un reservorio de especies de sírfidos y
coleópteros saproxílicos
Alfredo Ramírez-Hernández, Estefanía Micó, María Ángeles Marcos-García &
Eduardo Galante
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad, CIBIO. Universidad de Alicante. España.
[email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]
Las dehesas son sistemas agrosilvopastorales que han sido sometidos a un
manejo intensivo a lo largo del tiempo, confiriéndole una formación arbórea
madura con árboles que presentan oquedades. Dichas oquedades constituyen
un microhábitat particular en el cual se desarrollan numerosas especies de
dípteros y coleópteros que dependen de la madera muerta o en
descomposición o de las oquedades de árboles vivos en alguna etapa de sus
ciclos vitales (saproxílicos). El lugar de estudio ha sido la reserva biológica
de Campanarios de Azaba en Salamanca. La reserva es una típica dehesa con
Quercus pyrenaica, Q. rotundifolia y Q. faginea como especies arbóreas
dominantes. Se utilizaron 31 trampas de emergencia y 29 trampas de
intercepción de vuelo situadas en diversos puntos de la reserva, las cuales
estuvieron activas entre abril y noviembre de 2010. Colectamos un total de
276 individuos de 14 especies de sírfidos (Diptera) y 2344 individuos de 116
especies de coleópteros saproxílicos. En el inventario total, hemos localizado
la presencia de una especie de sírfido catalogado como vulnerable según la
lista roja española y 6 especies de coleópteros catalogadas con algún grado
de amenaza según la IUCN. Resaltamos la importancia de los sistemas de
dehesa como un importante reservorio de árboles viejos que proporcionan
una gran cantidad de hábitats para la fauna saproxílica. En particular los
árboles en este tipo de medio presentan numerosas oquedades que ofrecen su
microhábitat a un amplio abanico de especies saproxílicas, albergando
numerosas especies amenazadas.
Trabajo Financiado por los Proyectos del Ministerio de Ciencia e Innovación, España (CGL200804472, CGL2009-09656 y CGL2011-23658) y Comisión Europea LIFE-Nature (LIFE-07/NAT/00762
Project).
63
64
Biodiversidade e Conservação II
Conferência plenária:
Pedro Cardoso, Universidade dos Açores,
“Conservation and evolutionary algorithms: mimicking nature
to protect it”
65
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Conservation and evolutionary algorithms: mimicking nature to
protect it
Pedro Cardoso
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade
dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
Multiple options exist to choose priority areas for conservation and delimit
wildlife reserves. The use of several optimization methods to achieve
specific targets has been increasing in importance and it is the only approach
that allows an objective way of including multiple different goals in the same
framework, such as species areas of occupancy or abundance, ecosystem
services, implementation costs or reserve connectivity.
The artificial intelligence field has seen tremendous advances during the
latter years. Genetic algorithms (GAs) are a form of evolutionary algorithm,
where candidate solutions to a particular problem reproduce, mutate and give
rise to new generations of solutions with a given objective function, named
fitness, used for selective reproduction of solutions. In recent years, GAs
were used in a number of different fields, when optimization of highly nonlinear, np-hard problems, was required.
With ever increasing computational power, namely using parallel computing
in multiple core processors, GAs can now be efficiently used in spatial
conservation prioritization with advantages over other options, namely on
complex problems where other algorithms tend to get stuck on local optima.
I will present a new framework and software using such an approach.
An application in the island of Terceira, Azores, using data from plants and
arthropods, shows the effect of using different parameters (targets, costs,
connectivity) on the ideal design for nature reserves in the island. It also
demonstrates a gap analysis exercise, showing that some areas, currently
outside the Island Natural Park, may be important to safeguard the native
biodiversity.
P.C. was supported by the Portuguese Foundation for Science and Technology
(SFRH/BPD/40688/2007).
66
Biodiversidade e Conservação II
Comunicações orais
67
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
Homogenisation in soil arthropod communities of oceanic
islands: the role of invasive species and anthropic disturbance
Margarita Florencio1, Pedro Cardoso1,2, Jorge M. Lobo3, Eduardo Brito de
Azevedo4 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
3
Departamento de Biodiversidad y Biología Evolutiva, Museo Nacional de Ciencias Naturales
(CSIC), Madrid, Spain.
4
Centro de Estudos do Clima, Meteorologia e Mudanças Globais (CMMG), Universidade dos
Açores, Dep. de Ciências Agrárias, 9700-042 Angra do Heroísmo, Portugal.
Man-made disturbance is a cause of degradation in natural environments, driving
species to extinction, facilitating the establishment of invasive species, and
ultimately resulting in community changing and potential homogenisation (i.e.
non-random reshuffling of species, becoming species composition more similar
across time and space). Nestedness occurs when species-poorer sites contain
subsets of species-richer sites, a pattern mainly driven by predictable species
extinctions and immigrations. Human settlement in the Azores archipelago, six
centuries ago, resulted in the transformation of the native, almost entirely forested,
landscape in agricultural and pasture lands. We hypothesise that anthropic
disturbance gradients have driven homogenisation through the colonisation of
generalist exotic species and the potential extinction of endemic and native
species in these oceanic islands. To evaluate this, we sampled the soil arthropod
community in four Azorean islands Flores, Faial, Terceira and Santa Maria,
analysing the community similarities and biodiversity patterns across four
different types of land-use with different disturbance degrees (native forest, exotic
forest, seminatural pasture and intensively managed pasture). We detected a
common biodiversity pattern across this gradient throughout the different islands,
suggesting a recent homogenisation of their communities. Disturbance was an
important driver of nestedness and of similarity of the exotic arthropod
community across all islands. The same biodiversity descriptors for native and
endemic species were associated with environmental variability instead of
anthropic disturbance. In conclusion, land-use changes in the Azorean islands are
promoting the homogenisation of soil arthropod communities, through the
establishment of similar exotic species across all islands.
M.F. was supported by DRCT- (M3.1.7/F/002/2011).
68
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
Explorando los niveles espaciales que dirigen la diversidad
saproxílica local en ecosistemas mediterráneos
Estefanía Micó1 , Alejandra García1, Ascensión Padilla2, Hervé Brustel3 &
Eduardo Galante1
1
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de Alicante.
Instituto Interuniversitario de Geografía, Universidad de Alicante. San Vicente del
Raspeig, 03080 Alicante, Spain.
3
Ecole d'Ingénieurs de Purpan, UMR Dynafor 1201, Université de Toulouse, 75 Voie du
Toec, BP 57611, 31076 Toulouse, Cedex 3.
2
Se analiza la distribución de la diversidad de coleópteros saproxílicos desde
el nivel paisaje al nivel de árbol en el Parque Nacional de Cabañeros (Ciudad
Real, España). En esta área protegida, distintos tipos de bosque
(caracterizados por la dominancia de una o dos especies arbóreas) se
encuentran embebidos en una matriz de pastizal y matorral formando parte
de un paisaje en mosaico típicamente mediterráneo.
Se incluyeron 5 puntos de muestreo representantes de la heterogeneidad de
tipos de bosque en el área de estudio. Para las colectas se utilizó un total de
47 trampas de ventana que estuvieron activas durante 20 meses. El recambio
de especies entre tipos de bosque se estimó utilizando el índice de
similaridad de Jaccard. Asimismo, se utilizó un modelo de partición aditiva
para identificar la contribución de cada nivel (tipo de bosque, especie de
árbol y árbol) a la riqueza total de coleópteros saproxílicos.
Nuestros resultados, basados en un total de 227 especies pertenecientes a 41
familias, mostraron diferencias en la influencia que los distintos niveles
considerados presentan en la riqueza de especies del área de estudio, siendo
la elevada heterogeneidad de los tipos de bosque (especie arbórea dominante,
tamaño del parche, edad, estructura de la vegetación, etc.) la que parece estar
dirigiendo la diversidad de coleópteros saproxílicos a nivel de paisaje.
Trabajo Financiado por los Proyectos del Ministerio de Ciencia e Innovación, España (CGL200804472, CGL2009-09656 y CGL2011-23658).
69
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
Paisagens acústicas, o arquivo de sons naturais e os insectos
Paulo A.M. Marques
Unidade Investigação em Eco-Etologia, ISPA-IU, Portugal.
Museu Nacional de História Natural, Universidade de Lisboa, Portugal.
Os sons animais representam uma dimensão da realidade menos explorada
apesar da presença constante. Independentemente do local do mundo em que
estejamos é muito provável que os insectos estejam presentes na paisagem
acústica e é nesta dimensão que mais se destacam. O retrato das Paisagens
acústicas Naturais de Portugal é disso testemunha. As gravações
documentam a presença das espécies em determinado local e tempo, se
enquadradas como espécimes científicos e preservadas dentro do espírito das
colecções de história natural o seu valor é enorme. Poderemos inferir dados
sobre distribuição, fenologia, comportamento ou densidade sendo possível
ainda revisitáveis para verificação ou testar novas hipóteses. O Arquivo de
Sons Naturais tem como objectivo preservar as gravações por forma a
potenciar esse fim e assim contribuir para a modelação do mundo natural
estimulando a gravação, depósito e utilização do som na compreensão do
mundo animal.
Actualmente o Arquivo de Som detém apenas 80 gravações de insectos, com
mais de 90% identificados apenas até à classe e distribuídas por 14 distritos
do território de Portugal.
70
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
Functional diversity in an oceanic island:
disentangling the impact of disturbance
François Rigal1, Pedro Cardoso1,2, Clara Gaspar1, Robert J. Whittaker3,4, Kostas A.
Triantis1,3,5 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
3
BiodiversityResearch Group, Oxford University, Centre for the Environment, South Parks
Road, Oxford, OX1 3QY, United Kingdom.
4
Center for Macroecology, Evolution and Climate, Department of Biology, University of
Copenhagen, Universitetsparken 15, DK-2100 Copenhagen Ø, Denmark.
5
Department of Ecology and Taxonomy, Faculty of Biology, National and Kapodistrian
University of Athens, Athens GR-15784, Greece.
The introduction of non-indigenous species and the destruction of habitat, separately
and in combination, are disturbing native communities on a global scale. These
impacts are particularly severe on oceanic islands. However, despite considerable
research effort, many aspects of the impact of species introductions and habitat
destruction on oceanic ecosystems remain poorly understood. In this study, we
investigate for the first time how both introduction of exotic species and land-use
changes impact the functional diversity (FD) of native communities. We used
arthropods community as a model for which several local assemblages were
collected along a land-use gradient in the Island Terceira (Azores, Portugal). FD was
computed using resource-use traits and body size for both indigenous and nonindigenous communities. Finally, we performed several null-models to investigate
assembly rules along the land-use gradient. We found that, for indigenous species,
land-use intensification decreased significantly functional diversity. Assembly rules
evaluation suggested this the low functional diversity found in disturbed sites may be
the result of an environmental selection of indigenous species displaying similar
traits and being able to establish populations in a disturbed environment. For nonindigenous species, FD remained stable along the disturbance gradient with values
similar to the ones recorded for indigenous species in native habitat. First, these
results highlight the strong impact of human-mediated landscape transformation on
the FD of the indigenous community and second, our results suggest an important
encroachment of the non-indigenous species in native habitat. This last finding could
be partially explained by the fact that the indigenous communities in Azores are
known to be unsaturated (i.e. a consequence of the remoteness and young age of
most islands) offering a greater opportunities for exotic species to invade.
FR was supported by the Project FCT- PTDC/BIA-BEC/100182/2008.
71
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
Patrones de diversidad en bosques tropicales: el ejemplo de los
escarabeidos (Coleoptera: Scarabaeidae: Dynastinae, Rutelinae)
de Costa Rica
Alexandra García-López, Estefanía Micó & Eduardo Galante
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de Alicante. San
Vicente del Raspeig, 03080 Alicante, Spain. [email protected]
Los bosques tropicales son considerados uno de los ecosistemas terrestres
más importantes en cuanto a la elevada biodiversidad que albergan. El
elevado grado de amenaza bajo el que se encuentran actualmente estas áreas
hace que el estudio de los patrones bajo los que la biodiversidad se distribuye
en ellas, así como de los factores que intervienen en su establecimiento,
resulte esencial.
En este trabajo se analiza la variación de la diversidad de los ensambles de
escarabeidos (Coleoptera: Scarabaeidae: Dynastinae, Melolonthinae,
Rutelinae) establecidos en los bosques de Costa Rica. Las colectas se
llevaron a cabo a lo largo de dos gradientes. Seis puntos de muestreo fueron
seleccionados a lo largo del sistema montañoso del país dentro del bosque
lluvioso premontano (~1000 m). Por otro lado, otros seis puntos de muestreo
se ubicaron abarcando un gradiente de altitudes comprendidas entre 1001500 m de elevación. La influencia de posibles factores ecológicos e
históricos en los patrones encontrados fue analizada. Mediante el estudio de
la distribución de la diversidad del grupo a través de estos gradientes se
pretende conocer cuál es la variación de la riqueza y la composición de
especies de estos boques, qué factores están influyendo en el recambio de
especies y cómo influye ese recambio en la diversidad total en estos
ecosistemas tropicales.
Este trabajo ha sido financiado por la AECID (A/4426/05, A/6788/06, A/019887/08 y A/023060/09 y
parcialmente por el Ministerio de Ciencia e Innovación (CGL2011-23658).
72
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação II
O lugar dos insetos na nova Arca de Noé
Rosalina Gabriel1, Isabel R. Amorim1,2, Ana Moura Arroz3, Rita São Marcos3,
& Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Universidade dos Açores, Dep. Ciências da
Agrárias, 9700-042 Angra do Heroísmo, Portugal.
2
Centre for Ecology, Evolution and Conservation, School of Biological Sciences,
University of East Anglia, Norwich NR4 7TJ, UK.
3
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Universidade dos Açores, Dep. Ciências da
Educação, 9700-042 Angra do Heroísmo, Portugal.
A imagem de marca dos Açores está associada a paisagens de uma natureza
exuberante, pouco intervencionada pelos seres humanos. Sabemos, no
entanto, que as zonas de vegetação nativa se restringem em face de um
“deserto verde” que predomina numa matriz de habitats criados pelo
Homem. Os insetos representam o grupo mais biodiverso dos Açores,
desempenhando um vasto conjunto de funções essenciais nos ecossistemas.
No entanto, nem os animais, nem os serviços que desempenham tendem a ser
reconhecidos pela maioria dos cidadãos, que usualmente antipatiza com
artrópodes. A inversão desta situação, com a correlativa valorização deste
património natural único, implica perceber o significado que as pessoas
concedem às espécies, ao endemismo e o valor que lhes atribuem. Neste
sentido, foi desenvolvido um inquérito junto de estudantes açorianos do 7º ao
12º ano, que neste momento reúne o contributo de cerca de 1000 jovens
oriundos de sete ilhas do arquipélago. Apresentam-se resultados preliminares
relativos às representações acerca da riqueza de espécies que constituem o
património nativo e endémico dos Açores, desocultando-se o valor atribuído
aos insetos comparativamente a outros elementos da fauna e da flora.
Analisam-se os critérios que subjazem a essa avaliação, procurando-se
compreender os motivos que justificam a relutância das pessoas para com
esta Classe, com vista à fundamentação de estratégias de conservação da
natureza contingenciais às emoções negativas associadas às configurações
morfológicas dos insetos, aos deficits de informação e crenças erróneas
presentes nas representações culturais dominantes.
Trabalho financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) pelo projecto PTDC/BIABEC/104571/2008.
73
74
Biodiversidade e Conservação
Posters
75
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P06
Las mariposas diurnas (Lepidoptera) de la cuenca media-alta
del río Tâmega (Portugal)
G. da Silva1,2, A. Torralba-Burrial3, S. Rodríguez-Martínez1, D. Menéndez1, I.
García García1, A. Fernández González1 & D. Fernández Menéndez1
1
Biosfera Consultoría Medioambiental, Candamo, 5 Bajos – 33012 Oviedo, España.
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Pontevedra, España.
3
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo. España.
2
En la cuenca media-alta del Tâmega (distritos de Vila-Real y Braga,
Portugal) está proyectada la construcción de una serie de embalses
hidroeléctricos (Gouvães, Alto Tâmega, Daivões). Indudablemente, entre los
grupos cuya biodiversidad y poblaciones resulta necesario evaluar están los
invertebrados, y, dentro de ellos, las mariposas diurnas, teniendo en cuenta
su valor como grupo indicador en ambientes terrestres y la presencia de
especies protegidas en la legislación europea.
El objetivo de este estudio es la evaluación de la biodiversidad, distribución
y comunidades de mariposas diurnas (Papilionoidea + Hesperiidae) en la
cuenca media-alta del río Tâmega. Para ello, se han realizado muestreos
entre 2010 y 2011 en 64 localidades, entre ellas 12 transectos de 2,5 km con
recorrido periódico, dentro de los 510 km2 del área de estudio, que se ha
zonificado por embalse y distancia a las obras proyectadas. Se han
encontrado 85 especies de mariposas diurnas, que representan el 37% de las
encontradas en la Península Ibérica y el 62% de las portuguesas. De ellas
resultan especialmente destacables Euphydryas aurinia, protegida por la
Directiva Hábitats, y Maculinea alcon, especie amenazada con una
distribución muy restringida en Portugal, a las que habría que añadir el
árctido protegido Euplagia quadripunctaria¸ del que sin ser especie objetivo,
se han localizado ejemplares aislados en la zona de estudio.
76
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P07
Orthoptera del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente
(La Palma, Canarias)
Vicenta Llorente del Moral & Isabel izquierdo Moya
Museo Nacional de Ciencias Naturales. Madrid.
Este trabajo ofrece los resultados del estudio del material de Orthoptera
recolectado por el Proyecto Inventario y estudio de la Fauna invertebrada
del Parque Nacional de la Caldera de Taburiente que, bajo la Dirección de
Miguel Angel Alonso Zarazaga, llevó a cabo un muestreo sistemático del
área de Parque entre 1999 y 2001. Este material, producto de 390 muestras y
38 puntos de muestreo, está constituido por un total de 441 ejemplares
pertenecientes al menos a 12 especies diferentes, es decir un 41,4% de las
citadas hasta la hoy.
Se destaca el hallazgo de Ariagona margaritae Krauss, 1892, que se cita
aquí por primera vez para la isla de La Palma, así como las numerosas
capturas de Arminda palmae Hochkirch, 2009, sólo conocida de las dos
localidades mencionadas en la descripción original -al norte y al sur de la
isla-. Respecto a otra especie endémica de esta isla, Calliphona palmensis
Bolivar, 1940, el material disponible nos permite ofrecer detalles de los
estadios del ciclo vital de la misma, todavía poco conocido.
Se aportan datos sobre la fenología de cada una de las especies halladas y la
riqueza faunística de ortópteros en los diferentes biotopos muestreados,
según estas capturas.
El estudio se complementa con datos de ejemplares de especies de La Palma
capturados con anterioridad y conservados en la Colección de Entomología
del Museo Nacional de Ciencias Naturales.
77
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P08
La subcolección de Odonatos (BOS-Odo) de la Universidad de
Oviedo: transfiriendo a la sociedad los datos del patrimonio
natural albergado
Torralba-Burrial1, F.J. Ocharan2 & A. Anadón2
1
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo, 33003 Oviedo.
2
Dpto. Biología de Organismos y Sistemas, Universidad de Oviedo, 33006 Oviedo.
Las colecciones de biodiversidad, ya sean de artrópodos, otros animales
o herbarios, ya sean públicas o privadas, albergan importantes datos sobre la
distribución presente y pasada de estos representantes de nuestro patrimonio
natural. Aunque la difusión de dichos datos resulta habitual en forma de
publicaciones o informes específicos, lo cierto es que se necesitan sistemas
que permiten transmitir este conocimiento de forma rápida y sencilla para
satisfacer las necesidades de gestores de medio natural de administraciones
públicas, empresas de servicios medioambientales, resto de la comunidad
científica y sociedad en general. En este sentido, la difusión de estos datos de
biodiversidad albergados mediante bases de datos accesibles por Internet
facilita enormemente esta transferencia del conocimiento. Precisamente en el
marco de la Global Biodiversity International Facility (GBIF), conjunto de
bases de datos internacionales interconectadas y coherentes entre sí, es en el
que se ha informatizado la mayor parte de la subcolección de Odonatos
(BOS-Odo) de la Colección de Artrópodos del Departamento de Biología de
Organismos y Sistemas de la Universidad de Oviedo, mediante proyectos del
Plan Nacional de I+D+i (MICINN-08-CGL2008-04614-E, PTA2010-4108-I)
y cofinanciación PCTI Asturias (COF11-38). Además de facilitar el acceso
desde los portales nacional e internacional de GBIF a los datos de
biodiversidad asociados a la subcolección (más de 15000 registros), se ha
desarrollado una página web que enmarca y pone en perspectiva los datos de
la subcolección BOS-Odo, facilitando su consulta individualizada por
especies o en su conjunto, del mismo modo que recopila las publicaciones en
las que se ha tratado o empleado fondos albergados en la subcolección.
78
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P09
Invertebrados forestales protegidos (Coleoptera, Gastropoda) de
la cuenca media-alta del río Tâmega (Portugal)
A. Torralba-Burrial1, G. da Silva2,3, S. Rodríguez-Martínez2, A. García Madrera2,
J.M. Fernández Fernández2, A. Lobato Calvo2, J.A. García Pérez2, P. González
Tuya2, D. Menéndez2, I. García García2, A. Fernández González2 & D. Fernández
Menéndez2
1
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo, España.
2
Biosfera Consultoría Medioambiental, Candamo, 5 Bajos – 33012 Oviedo, España.
3
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Pontevedra. España.
En la cuenca media-alta del Tâmega (Vila-Real y Braga, Portugal) está
proyectada la construcción de una serie de embalses hidroeléctricos
(Gouvães, Alto Tâmega, Daivões). Indudablemente, entre los grupos cuya
biodiversidad y poblaciones resulta necesario evaluar están los
invertebrados, y, dentro de ellos, los invertebrados forestales protegidos,
teniendo en cuenta su valor como grupo indicador en ambientes forestales y
la presencia de especies protegidas en la legislación europea.
El objetivo de este estudio es la evaluación de la situación de las poblaciones
de los coleópteros saproxílicos Lucanus cervus y Cerambyx cerdo, así como
del gasterópodo Geomalacus maculosus, recogidos en la Directiva Hábitats,
en la cuenca media-alta del río Tâmega. Para ello, entre 2010 y 2011 se han
colocado diversos sistemas de trampeo y realizado transectos y búsquedas
localizadas, tanto al anochecer como a lo largo de la noche, en hábitats
forestales apropiados. Los resultados muestran unas poblaciones poco
frecuentes y poco abundantes en el área de estudio (9 localidades con L.
cervus, 1 con C. cerdo, si bien muy alejada, y 5 con G. maculosus). Estos
resultados no parecen extraños, habida cuenta de la escasez de robledales y
alcornocales maduros en la zona, estando gran parte de su superficie
dedicada a plantaciones de pinos y con un grave problema de abundancia y
recurrencia de incendios forestales, tras los cuales se extrae la madera del
monte sin que quede madera en descomposición en el bosque.
79
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P10
Las libélulas (Odonata) de la cuenca media-alta del río Tâmega
(Portugal)
Torralba-Burrial1, G. da Silva2,3, S. Rodríguez-Martínez2, D. Menéndez2, I. García
García2, A. Fernández González2 & D. Fernández Menéndez2
1
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo, España.
2
Biosfera Consultoría Medioambiental, Candamo, 5 Bajos – 33012 Oviedo, España.
3
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Pontevedra, España.
En la cuenca media-alta del Tâmega (en los distritos de Vila-Real y Braga,
Portugal) está proyectada la construcción de una serie de embalses
hidroeléctricos (Gouvães, Alto Tâmega, Daivões). Indudablemente, entre los
grupos cuya biodiversidad y poblaciones resulta necesario evaluar están los
invertebrados, y, dentro de ellos, los odonatos, como grupo de predadores
que pueden verse afectados por alteraciones de su hábitat y que incluyen
especies protegidas por la legislación europea. El objetivo de este estudio es
la evaluación de la biodiversidad, distribución y comunidades de odonatos en
la cuenca media-alta del río Tâmega. Para ello, se han realizado muestreos
entre 2010 y 2011, tanto de adultos como de exuvias, en 62 estaciones,
añadiéndose también datos adicionales completando hasta 99 localidades
dentro de los 510 km2 del área de estudio, que se ha zonificado por embalse
y distancia a las obras proyectadas.
Se han encontrado 37 especies de odonatos, que representan la mitad de las
encontradas en la Península Ibérica y el 60% de las portuguesas. Si bien las
especies más frecuentes han sido Calopteryx virgo, Cordulegaster boltonii,
Boyeria irene, Anax imperator, Platycnemis latipes, Pyrrhosoma nymphula,
Calopteryx xanthostoma, Onychogomphus uncatus y Orthetrum
coerulescens, cabe destacar las poblaciones de Macromia splendens,
Oxygastra curtisii y Gomphus graslinii, especies protegidas por la Directiva
Hábitats que son relativamente frecuentes y abundantes en la zona, y
Coenagrion mercuriale, con una distribución más restringida en el área de
estudio e igualmente protegida.
80
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P11
Contribución del Museu de Ciències Naturals de Barcelona al
estudio de la biodiversidad de artrópodos en espacios naturales
de Catalunya
Glòria Masó, J.L. Mederos-López, M. Prieto, J. Agulló, & Berta Caballero-López
Museu de Ciències Naturals de Barcelona (Laboratori de Natura).
Passeig Picasso s/n, Parc de la Ciutadella. 08003 Barcelona, España. [email protected]
Se ofrece una síntesis de los proyectos sobre biodiversidad de artrópodos en
espacios naturales de Catalunya, desarrollados durante los últimos cinco años
por el Museu de Ciències Naturals de Barcelona (MCNB), en colaboración
con diferentes entidades gestoras del patrimonio natural. Además de aportar
datos preliminares sobre la diversidad y distribución de los artrópodos, se
abordan aspectos relativos a la conservación y gestión sostenible de las áreas
de estudio, con especial énfasis en la protección de hábitats vulnerables
debido al impacto de la actividad humana. El trabajo de campo se
complementa con los datos obtenidos de las series históricas depositadas en
la colección de artrópodos del MCNB. El valor de la información acumulada
a lo largo de décadas y su potencial aplicación a este tipo de estudios ponen
de manifiesto la importancia que adquiere la gestión y documentación de las
colecciones, línea prioritaria para el MCNB.
81
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P12
Los Caraboidea (Coleoptera) de las lagunas de la Puebla de
Beleña (España Central)
Ildefonso Ruiz-Tapiador
Departamento de Ciencia y Tecnología Aplicada. E.U.I.T. Agrícola. Universidad.
Politécnica de Madrid. Avda Puerta de Hierro 7. 28040 Madrid. España.
La superfamilia Caraboidea es una de las más numerosas, y además es de las
que presenta un más alto grado de diversidad, entre las agrupadas en el orden
Coleoptera.
El conocimiento de este grupo ha gozado de un constante progreso en la
Península ibérica desde los años setenta. Sin embargo aún persisten amplias
áreas o espacios singulares de los que la carencia de datos es casi absoluta.
Esta situación es particularmente grave en el caso de ecosistemas muy
vulnerables, como es el caso de los humedales.
En el presente trabajo se analiza la estructura, composición faunística y
dinámica temporal de la comunidad de coleópteros carábidos presentes en
tres humedales próximos, agrupados bajo el nombre de Lagunas de la Puebla
de Beleña.
Las lagunas de la Puebla de Beleña se encuentran situadas en el sur de la
provincia de Guadalajara y se encuentra protegidas legalmente bajo la figura
de Reserva natural, constituyendo un ecosistema singular por tratarse de
humedales relativamente aislados en un área esteparia.
En está comunicación igualmente se establece una comparación con otras
áreas húmedas de España central, mejor conocidas con anterioridad, y se
hacen algunas consideraciones acerca de la composición faunística de este
tipo de ecosistema y la posibilidad de preveer el número de especies
presentes en un humedal.
82
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P13
Espécies de abelhas e abelhões observadas em flores de pereira
Rocha, na região do Oeste, Portugal
Catarina Reis1, Elisabete Figueiredo1,2, António Mexia1,2 & José C. Franco1,3
1
Dep. Ciências e Engenharia de Biossistemas, Instituto Superior de Agronomia,
Universidade Técnica de Lisboa, 1349-017 Lisboa.
2
Centro de Estudos Florestais, ISA/UTL.
3
Centro de Engenharia de Biossistemas, ISA/UTL.
A pereira ‘Rocha’ é uma cultivar de origem portuguesa, cuja produção se
concentra na região Oeste, onde os factores edafo-climáticos e o saber
popular são fundamentais para a obtenção deste produto, com qualidades
organolépticas apreciadas e reconhecidas mundialmente. De modo geral, as
pereiras são classificadas como auto-estéreis ou auto-incompatíveis,
necessitando portanto de polinização cruzada. Nesta região, é prática
corrente a aplicação de produtos à base de giberelinas ou auxinas sintéticas,
quando 20 a 50 % das flores estão abertas, para estimular a partenocarpia
natural e incrementar o vingamento. A redução da utilização destes produtos
fitofarmacêuticos depende do incremento da actividade dos polinizadores
naturalmente presentes no ecossistema. Nesse sentido, é fundamental
conhecer quais as espécies de insectos que visitam as flores de pereira e sua
importância relativa, bem como os factores que influenciam a sua actividade
e os recursos biológicos de que dependem (e.g., fontes alternativas de pólen
e néctar, locais de nidificação). O presente trabalho insere-se no âmbito do
projecto “Operation Pollinator” (http://www.operationpollinator.com) e teve
como objectivo identificar as espécies de abelhas e abelhões (Hymenoptera:
Apoidea) que visitam as flores de pereira “Rocha”. Apresentam-se os
resultados de amostragens efectuadas, em 2011 e 2012, durante o período de
floração, em 12 pomares da região Mafra – Torres Vedras, de associados da
Frutoeste.
83
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P14
Diez años de GBIF y la Entomología en la Península Ibérica:
retos y oportunidades
Virginia González1, Carolina Martín2, & Francisco Pando1
1
GBIF.ES, Unidad de Coordinación. Real Jardín Botánico – CSIC, Plaza de Murillo, 2. 28014
Madrid, España.
2
Museo Nacional de Ciencias Naturales – CSIC, José Gutiérrez Abascal, 2. 28006 Madrid,
España.
GBIF (Global Biodiversity Information Facility; Infraestructura Mundial de
Información sobre Biodiversidad) es una organización independiente,
abierta, dedicada a facilitar datos sobre los organismos vivos conocidos a
nivel mundial, vía Internet y de forma gratuita. Está abierta a la participación
de todos los países, entidades económicas y organizaciones que puedan
beneficiarse, y contribuir económicamente a la iniciativa, al compartir
información sobre biodiversidad a escala global.
GBIF es una infraestructura digital y distribuida que vive en Internet. Tras 10
años de existencia, da acceso en la actualidad a más 350 millones de
registros de presencia de especies procedentes de más de 8.000 bases de
datos de todo el mundo. En lo referente a insectos y arácnidos de la
península Ibérica y Macaronesia, a través de GBIF se pueden consultar y
descargar más de 250.000 registros provenientes de unas 150 colecciones y
proyectos. GBIF, además de ser una herramienta para la ciencia, la gestión y
la conservación de la biodiversidad, también está contribuyendo dar
visibilidad y reconocimiento a las colecciones y proyectos participantes.
En esta comunicación revisamos con cierto detalle tanto los resultados
obtenidos en estos 10 años de trabajo, como lo que queda aún por hacer.
También mostraremos de qué manera GBIF –a través de sus herramientas
informáticas, programas de formación e infraestructura- facilita que
colecciones y proyectos contribuyan con sus datos a la visión que tenemos de
la Biodiversidad a todas las escalas.
Referencias:
Organización y actividades internacionales de GBIF: www.gbif.org
Portal de datos de GBIF: http://data.gbif.org
GBIF en España: www.gbif.es
84
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P15
Why are there so many Laparocerus (Curculionidae) species in
the Canary Islands?
Christiana M. A. Faria1,3, Antonio Machado2, Isabel R. Amorim3, Paulo A.V. Borges3 &
Brent C. Emerson1, 4
1
University of East Anglia, Norwich, UK.
c/Chopin 1, 38208 La Laguna, Tenerife, Canary Islands, SP.
3
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
4
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC), Tenerife, Canary Islands, SP.
2
The weevil genus Laparocerus (Coleoptera, Curculionidae, Entiminae) is the most
diverse genus in the Canary Islands, with 128 species endemic to the archipelago
described so far, but little is understood as to why the genus has radiated so extensively.
As a first approach to understand what factors may have promoted diversification
within the genus we sampled mitochondrial (COII) and nuclear (ITS2) DNA sequence
variation within the Laparocerus tessellatus complex, a morphologically well-defined
group of eight species distributed across four of the Canary Islands. The questions we
focus on are: (i) to what extent does geography structure genetic diversity within
species? (ii) what have been the relative roles of diversification within islands and
colonization between islands? (iii) are patterns of genetic differentiation within species
consistent with morphological variation within species? Phylogenetic trees, haplotype
networks and genotypes were used to analyze the data. MtDNA data reveals a more
complex evolutionary history than ITS2 data, with the greater variation of mtDNA
revealing a substantial role for geography in structuring genetic diversity within species.
Both gene partitions reveal that the subterranean L. lopezi from Gran Canaria falls
outside the focal species complex. Among the remaining species, ITS2 data suggests
that the common ancestor of the group inhabited Gran Canaria, and that the species of
Gran Canaria evolved in situ. MtDNA data suggests a complex colonization history
among other islands, with each of the single species on La Palma (Laparocerus sp.1 )
and El Hierro (L. bimbache) potentially being the product of more than a single
colonization event. Provisionally assigned subspecific groupings, based upon
morphological variation within species, are not supported by the molecular data. Within
some sampling locations genotypes present evidence for linkage disequilibrium,
indicating non-random mating. Further investigation would help to establish whether
this is a consequence of fine scale genetic structuring, or the existence of cryptic
species.
Supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/104571/2008.
85
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P16
Potential distribution of Cryptotermes brevis (Isoptera:
Kalotermitidae) in the Azores
Orlando M.LF. Guerreiro1, Miguel Ferreira2, Pedro Cardoso1,3 & Paulo A.V.
Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Laboratório de Física e Matemática, Universidade dos Açores, Dep. Ciências Agrárias,
9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
3
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
[email protected], [email protected], [email protected], [email protected]
In the Azores archipelago, the urban environment is significantly infested
with the exotic termite Cryptotermes brevis, which causes significant
economical and patrimonial losses. This work aims to understand the
potential spread of the species in the Azores at local and regional scales. A
maximum entropy species distribution model was applied to determine the
species potential occurrence on each island. Different scenarios were built
using independent local and global incidence data. Both projections reveal
the same pattern. In general, the probability of occurrence is higher near the
coast line, where the majority of the towns and villages are located. We think
that the infestation has potentiality to grow to as yet uninfected towns and
islands.
We estimate that total treatment of all currently infested buildings in the
archipelago could cost 416.982.319€, while reconstruction of the same
buildings would rise the costs to 1.024.717.501€. Future scenarios imply
higher costs, with both values rising to up four times the current values.
This work was financed by DRCT - M221-I-002-2009 TERMODISP.
86
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P17
Inventario entomológico del parque nacional de las islas
atlánticas: coleoptera, histeridae
Isabel Angulo Ardoy, O. Rodríguez de Rivera Ortega, I. Arizmendi Romero
& P. Cobos Suárez
Escuela Universitaria Ingeniería Técnica Forestal, UPM, Madrid.
Entre los años 2006 a 2008 se ha procedido a un inventario entomológico
exhaustivo de las cuatro unidades que componen el Parque Nacional
Marítimo Terrestre de las Islas Atlánticas de Galicia: los archipiélagos y
conjuntos isleños de Cíes, Ons, Sálvora y Cortegada. El objetivo ha sido
tener un conocimiento de la entomofauna existente, con especial incidencia
en la especificidad de cada uno de los sistemas debido a su aislamiento
geográfico y el evaluar su riqueza en biodiversidad.
En esta ocasión se presentan los resultados de los histéridos recogidos en el
Parque Nacional durante estos trabajos presentados por fechas e islas. Se ha
observado que Sálvora es el archipiélago donde estos escarabajos necrófagos
son más abundantes y donde existe mayor diversidad de especies. Esto puede
deberse a la mayor presencia en esta isla de cadáveres de conejos y gaviotas.
En los archipiélagos de Cies y Ons se ha encontrado una cantidad de
histéridos mucho menor, a pesar de lo cual, el número de especies diferentes
identificadas en cada uno de estos archipiélagos es muy similar al de
Sálvora. Por otro lado, en Cortegada a penas se han encontrado insectos de
esta familia y todos ellos de una única especie.
Este es el primer catálogo de histéridos del Parque Nacional Marítimo
Terrestre de las Islas Atlánticas de Galicia con 9 especies diferentes, 8 de las
cuales se han encontrado en Sálvora, 6 en Ons, 5 en Cíes y sólo una en
Cortegada.
87
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P18
Comunidades de ácaros mesostigmados (Acari: Mesostigmata)
de cinco hayedos de la Comunidad Autónoma del País Vasco
Iñaki Balanzategui1 & María Lourdes Moraza2
1
Departamento de Zoología y Biología Celular Animal. Facultad de Ciencia y
Tecnología. Universidad del País Vasco (UPV-EHU). 48940, Leioa, España.
2
Departamento de Zoología y Ecología. Facultad de Ciencias. Universidad de Navarra.
31080, Pamplona, España.
Los Mesostigmata son un grupo de ácaros adaptados a muy diversos hábitats
que desempeñan muchas funciones ecológicas dentro de los ecosistemas y la
mayoría de ellos son depredadores generalistas de vida libre.
Durante la primavera de los años 2008 y 2009 se procedió al muestreo de
cinco hayedos de la Comunidad Autónoma del País Vasco; éstos pertenecen
a tres asociaciones vegetales (Saxifrago hirsutae-Fagetum; Carici sylvaticaeFagetum; Epipactido helleborines-Fagetum) y están repartidos en cuatro
zonas climáticas caracterizadas según un gradiente ombrotérmico.
Se han identificado 354 individuos pertenecientes a 52 especies, de las cuales
27 están sin determinar. Se presenta la relación de especies para cada uno de
los cinco hayedos. Cabe destacar que la familia Zerconidae presenta la
mayor abundancia, siendo Prozercon tellecheai la especie más numerosa,
mientras que la familia Parasitidae es la más diversa, con un total de 17
especies. Macrocheles montanus, Pachylaelaps dubius, Paragamasus sp.1 y
Paragamasus sp.3 son especies que aparecen en todos los hayedos, mientras
que Dinychus hispanicus, Macrholaspis dentatus, Holoparasitus inornatus o
Pergamasus crassipes entre otras, son especies que sólo están presentes en
uno de ellos.
El análisis multivariante de las comunidades estudiadas no permite
diferenciar entre los diferentes hayedos, zonas climáticas o asociaciones
vegetales (RDA, p>0,05), aunque la clasificación basada en el solapamiento
cenótico de Horn permite diferenciar dos grupos.
88
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P19
El paisaje de interacciones entre dípteros Agromyzidae, plantas
hospedadoras y parasitoides Braconidae en un ecosistema
mediterráneo natural
J.V. Falcó Garí, R. Gil Ortiz & R. Jiménez Peydró
Laboratorio de Entomología y Control de Plagas. Institut Cavanilles de Biodiversitat i Biologia
Evolutiva. Universitat de València. Apartado Oficial 22085, 46071 Valencia, España.
Los dípteros Agromyzidae son fitófagos cuyas larvas minan en el
parénquima de las hojas, tallos, raíces y flores de plantas herbáceas. La
alimentación de los agromícidos suelen restringirse a un género o familia de
plantas, aunque existe alrededor de un 1% de especies consideradas polífagas
que pueden minar en un amplio rango de familias botánicas. El interés de
estas interacciones reside en la potencialidad de estos dípteros como plaga,
favorecida por el desarrollo de posibles reservorios en plantas alternativas a
los cultivos.
La relación tritrófica considera la inclusión de los enemigos naturales a la
relación fitófago-planta. Los parasitoides de Agromyzidae conocidos son
himenópteros Braconidae, Chalcidoidea y Cynipoidea. De los Braconidae,
salvo raras excepciones, sólo los miembros de las subfamilias Alysinae y
Opiinae atacan a los agromícidos.
El conocimiento de las relaciones entre los fitófagos Agromyzidae y sus
parasitoides en un hábitat determinado resulta de crucial importancia para la
conservación de la riqueza de biodiversidad de taxones y conservación de la
diversidad y conectancia de las redes de interrelación fitófago-plantaparasitoide.
Se presenta las relaciones establecidas entre agromícidos y sus plantas
hospedadoras en un parque natural de la Comunidad Valenciana (Carrascar
de la Font Roja de Alcoi), y la conexión de estos dípteros con sus
parasitoides de la familia Braconidae. Con ello se puede constatar un paisaje
de interacciones en el que coexisten varios modelos de relación entre la
monofagia o polifagia de una especie de agromícido y la variabilidad
taxonómica de parasitoides que atacan a tal especie fitófaga.
Estudio financiado por el proyecto CGL2004-02711 del Ministerio de Educación y Ciencia.
89
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P20
Himenópteros Braconidae de la Macaronesia: diversidad
taxonómica y estrategia biológica
J.V. Falcó Garí1, S.A. Belokobylskij2, F.J. Peris-Felipo1 & R. Jiménez Peydró1
1
Laboratorio de Entomología y Control de Plagas. Institut Cavanilles de Biodiversitat i
Biologia Evolutiva. Universitat de València. Apartado Oficial 22085, 46071 Valencia,
España.
2
Zoological Institute Russian Academy of Sciences. St. Petersburg, 199034, Russia.
La fauna de los archipiélagos macaronésicos (Açores, Madeira, Islas
Salvajes, Canarias, Cabo Verde) tienen un interés intrínseco en el desarrollo
y cooperación investigadora entre estos enclaves y entre éstos y otras
regiones zoogeográficas adyacentes. Un objetivo que marca este interés ha
sido la confección de bancos de datos de biodiversidad referidos a cada una
de estas zonas (Listas de especies; años 2005 a 2010) como medio de
divulgación de conocimientos y como herramienta en la conservación y
gestión de recursos naturales en estas islas.
En la entomofauna de estos enclaves se citan los himenópteros de la familia
Braconidae, un grupo de avispas de alta diversidad taxonómica, con unas
15.000 especies en todo el mundo agrupadas en 34 subfamilias. Los
bracónidos son parasitoides que actúan en el control natural de poblaciones
de insectos fitófagos y se utilizan en programas de control biológico de
plagas. En su conjunto muestran unos comportamientos biológicos
relativamente diversos: ectoparasitoides, endoparasitoides; atacan fases de
huevo, larva, incluso adulto; parasitan fundamentalmente hemípteros,
coleópteros, dípteros, lepidópteros y otros himenópteros. Y, en definitiva,
son un indicativo de la diversidad de un ecosistema como elementos
participativos en la conectancia de las cadenas parasitoide-hospedador
fitófago-planta
En esta aportación se ofrece una visión de la diversidad comparada de los
Bracónidos de los archipiélagos que forman la región de la Macaronesia, con
un análisis de los taxones constituyentes del grupo y su distribución así como
una estimación de las estrategias biológicas que muestran para determinar su
acción en el conjunto de los archipiélagos macaronésicos.
90
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P21
Diversidade de Araneae na copa da oliveira da região Alentejo:
estudo comparativo em diferentes intensidades culturais
A. Silva1., J. Benhadi-Marín2, C. Gonçalves1, S.A.P. Santos3 & M.I. Patanita1
1
Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior Agrária – Departamento de Biociências, Rua
Pedro Soares, 7800-295 Beja, Portugal.
2
Departamento de Biodiversidad y Gestion Ambiental. Area de Zoologia, Universidad de León,
Campus de Vegazana, 24071 León, España.
3
Centro de Investigação de Montanha, Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior
Agrária, Campus Sta Apolónia, Apt. 1172, 5301-855 Bragança, Portugal.
Com um património mundial estimado em cerca de 820 milhões de árvores, das
quais aproximadamente 98% se encontram na Bacia do Mediterrâneo, a oliveira é
uma das árvores mais características da paisagem da região alentejana e uma das
culturas com maior importância económica, ecológica e social.
No Alentejo, o conhecimento e o estudo das aranhas é relativamente recente. Com
o objectivo de aprofundar o conhecimento sobre este grupo de artrópodes e
averiguar da sua diversidade em distintos sistemas de condução do olival,
selecionaram-se 20 árvores dispostas em cruz e afastadas de pelo menos 20 m
entre si, onde se executou a técnica das pancadas durante os meses de abril e maio
de 2011. Pretendemos assim confirmar algum conhecimento já existente acerca da
diversidade das famílias de aracnídeos presentes e aclarar alguns aspectos ainda
pouco conhecidos como seja o facto de haver espécies diferentes consoante o
sistema de condução do próprio olival. As aranhas foram amostradas em quatro
olivais biológicos e quatro olivais não-biológicos, sendo que dentro dos olivais
biológicos existem dois olivais de sequeiro e dois de regadio, nos quatro olivais
não biológicos existem dois olivais intensivos de baixa densidade e dois
intensivos de elevada densidade (sebe).
No total, 320 amostras foram recolhidas na primavera de 2011, sendo os
aracnídeos separados, contados e identificados ao nível da espécie apenas nos
indivíduos adultos. Foram identificadas 12 famílias e 16 espécies, destas as
famílias mais abundantes foram Linyphiidae, Philodromidae e Thomisidae.
As espécies mais abundantes foram Diplocephalus sp. e Philodromus praedatus,
pois ambas apareceram nos quatro tipos de olival. Diplocephalus sp. apareceu
com a mesma percentagem (25%) nos olivais biológicos de sequeiro e nos
intensivos de elevada densidade. Por sua vez, a espécie Philodromus praedatus
apareceu com maior percentagem (37,5%) nos olivais biológicos de sequeiro.
91
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P22
Trichoptera de la provincia biogeográfica de Pantepui
(Venezuela)
Carmen Zamora-Muñoz1 & Tomáš Derka2
1
Departamento de Zoología. Facultad de Ciencias. Universidad de Granada. 18071,
Granada, España. [email protected]
2
Department of Ecology, Faculty of Natural Sciences, Comenius University, B-2
Mlynská dolina, SK-842 15, Bratislava, Slovakia. [email protected]
Pantepui es una provincia biogeográfica discontinua de alrededor de 5.000
km2, formada por la comunidad ecológica de las cumbres de unas 50
abruptas mesetas (tepuyes) situadas entre el sur de Venezuela, norte de Brasil
y oeste de Guyana. La altitud de dichas mesetas comprende desde los 1.500 a
los 3.000 m s.n.m. Hasta el momento se habían citado en la región de
Pantepui 23 especies del orden Trichoptera, pertenecientes a 8 géneros y 6
familias: 16 especies, 7 géneros y 6 familias del Cerro de la Neblina; 3
especies, 2 géneros y 2 familias del Monte Roraima; 2 especies, 1 familia y 1
género de Ptari-tepui; y 1 especie de Auyán-tepui y Monte Duida. En el
presente trabajo presentamos los datos de muestreos recientes, en los que se
colectaron al menos 17 géneros pertenecientes a 10 familias de Trichoptera
en Churí-tepui, Monte Roraima y Auyán-tepui. Las familias
Calamoceratidae, Hydroptilidae, Odontoceridae y Sericostomatidae se citan
por primera vez para la región de Pantepui, así como 9 géneros: Phylloicus
(Calamoceratidae),
Blepharopus,
Macrostemum
(Hydropsychidae),
Orthotrichia, Oxyethira, Zumatrichia (Hydroptilidae), Oecetis, Nectopsyche
(Leptoceridae) y un género no identificado de la familia Sericostomatidae.
Además, el estudio de los imagos colectados revela la probable existencia de
3 especies nuevas para la ciencia del género Atopsyche y de 3 o 4 de
Helicopsyche (subgénero Feropsyche).
92
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P23
Epidemiological aspects of ectoparasites infection in Mus
musculus and Rattus norvegicus captured in the Lisbon Zoo
Maria Virgínia Crespo1, Fernanda Rosa2, António P. Crespo3,4,
L. Madeira de Carvalho4 & N. Lapão3
1
Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém, Apartado 310, 2001-904
Santarém, Portugal. [email protected]
2
Instituto de Investigação Científica Tropical, Rua da Junqueira, n.º 14, 1300-343 Lisboa,
Portugal. [email protected]
3
Jardim Zoológico de Lisboa, Estrada de Benfica, 158-160, 1549-004 Lisboa, Portugal.
[email protected]
4
Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Técnica de Lisboa, Avenida da
Universidade Técnica, 1300-477 Lisboa, Portugal. [email protected]
Following a pest control work in the Lisbon Zoo, a study on rodent ectoparasites was
performed to determine the prevalence of infection, abundance and infection severity in
captured rodents.
Ectoparasites were collected by brushing fur and mites were preserved in alcohol 70º
for further studies.
The overall prevalence of ectoparasites infection was 53,26%, although prevalence was
46,00% (23 infected, 50 observed) in Rattus norvegicus and 61,90% (26 infected, 42
observed) in Mus musculus.
Polyplax spinulosa (14,29%) (Insecta, Anoplura), Afrolistrophorus apodemi (20,41%),
Myocoptes musculinus (10,20%), Myobia musculi (2,04 %), Notoedres muris (2,04%),
Xenoryctes krameri (2,04%), Acarus sp. (2,04%) (Arachnida, Astigmata), Laelaps
echidninus (51,02%), L. nuttalli (26,53%), Ornithonyssus bacoti (2,04%) e
Haemogamasus horridus (2,04%) (Arachnida, Mesostigmata) were identified.
The mesostigmata mites showed the higher prevalence: L. echidninus (71,43%) in R.
norvegicus and L. nuttalli (38,46 %) in M. musculus. Single infections prevailed
(71,43%) in both rodent species.
The ectoparasites common to both rodent species were only three (Afrolistrophorus
apodemi, L. echidninus and L. nuttalli). Furthermore, Polyplax spinulosa, Myocoptes
musculinus, Myobia musculi and Xenoryctes krameri were registered in Mus musculus,
and Notoedres muris, Acarus sp., Haemogamasus horridus and Ornythonyssus bacoti
were observed in R. norvegicus.
The importance of this study is underscored by the presence of potentially zoonotic
species, which included Laelaps echidninus, L. nuttalli and Haemogamasus horridus,
although their role as a reservoir is unknown in the Lisbon Zoo. Moreover, monitoring
of rodent ectoparasites would be advantageous to prevent and control the appearance of
any rodent zoonotic diseases in Lisbon Zoo.
93
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P24
Cinco espécies de Eriofídeos (Acari: Eriophyoidea) novas para
Portugal
Maria dos Anjos Ferreira
INIAV, I. P., Av. da República, 2784-505 Oeiras, Portugal. [email protected]
Cinco espécies de eriofídeos são mencionadas, pela primeira vez, para
Portugal: Aceria litchii (Keifer), Aculops fuchsiae Keifer, Aculus olearius
Castagnoli, Rhynacus kraussii Keifer e Tegolophus califraxini (Keifer).
A. litchii é o ácaro responsável pela erinose da líchia, Litchi chinensis Sonn.
A. fuchsiae causa graves deformações das folhas e flores de fúcsia ou
brincos-de-princesa, Fuchsia sp., e origina, também, galhas. T. califraxini
provoca deformações das folhas do freixo, Fraxinus sp., e o seu
definhamento. A. olearius e R. kraussii são eriofídeos livres, que vivem e
podem provocar estragos ou sintomatologia mais ligeira na oliveira, Olea
europaea L., e na lantana, Lantana camara L., respetivamente.
São referidas as principais características morfológicas e elementos de
biologia e descritos sintomas e estragos, assim como a indicação de outros
ácaros que com eles coabitam, nomeadamente espécies predadoras.
94
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P25
Insecta.
Comunicación 2.0 para la investigación y difusión científicoentomológica
F. Aguilera Serrano, I. Angulo Ardoy, O. Rodríguez de Rivera Ortega, I.
Arizmendi Romero & P. Cobos Suárez
Escuela Universitaria Ingeniería Técnica Forestal, UPM, Madrid.
La comunicación está íntimamente ligada a la actividad científica e
investigadora: permite crear, distribuir y conservar los trabajos. Ambos
ámbitos de actividad están cambiando. La producción científica cuenta con
menos recursos económicos, disminuyendo sus posibilidades de crecimiento
y difusión y los elementos tradicionales de la comunicación, - los conceptos
de emisor, receptor y canal- han cambiado a un nuevo modelo de relación
eliminando al mero espectador. El usuario de información se convierte en
cogenerador de contenidos; capacidad de colaboración e inmediatez
constituyen elementos de prestigio.
Las nuevas herramientas de Internet2.0 han cambiado el comportamiento
social, multiplicando las posibilidades de compartir conocimiento y las
audiencias potenciales de los trabajos científicos, integrando la colaboración
simultánea y global. Muchos de los países exportadores de ciencia utilizan
las redes sociales y las herramientas de la comunicación2.0 como parte de la
labor investigadora.
En la Península Ibérica, con importantes excepciones, las tecnologías de la
comunicación y las redes sociales son escasamente utilizadas en este ámbito.
Insecta, como propuesta integral de comunicación2.0, intenta llenar ese
vacío. Pretende generar una red de relaciones, promover la colaboración
entre profesionales de la entomología, contribuir a la difusión de los trabajos
de investigación generando interés entre la población. Integra los
conocimientos de docentes universitarios y de jóvenes investigadores en una
red de relaciones que, generada en el marco de las principales redes sociales
–Facebook, Twitter, Linkedin- y combinando potentes herramientas on-line
de generación de contenidos –Flickr, Issuu, Prezi, youtube- pretende ser
fuente y lugar de encuentro para entomólogos e investigadores.
95
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P26
New and interesting findings of terrestrial arthropods from the
archipelago of Madeira
M. Boieiro1, A.M.F. Aguiar2, C.A.S. Aguiar1, A. Bívar de Sousa3, P.Cardoso4,5, L.
Crespo4, P. Martins da Silva1, D. Menezes6, C. Palma1, F. Pereira4, C. Prado e Castro1, C.
Rego4, I. Silva6, & A.R.M. Serrano1
1
Centro de Biologia Ambiental, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Portugal.
Núcleo de Entomologia, Laboratório Agrícola da Madeira, Madeira, Portugal.
3
Sociedade Portuguesa de Entomologia, Portugal.
4
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
5
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
6
Parque Natural da Madeira, Madeira, Portugal.
2
The recent list of Madeiran terrestrial biodiversity was a major contribution to
the knowledge on the taxonomic biodiversity of terrestrial arthropods of this
archipelago by joining in a single reference a lot of information dispersed in a
variety of scientific journals and by providing updated information on species
taxonomy and distribution. Here we report some new and interesting findings
for Madeiran islands as a result of an extensive sampling survey, where a
variety of sampling techniques were used.
The family Japygidae is for the first time reported to Madeira archipelago
(Madeira), while other higher taxonomic levels were for the first time recorded
in Porto Santo island (Ephemeroptera, Drosophilidae, Fanniidae,
Heleomyzidae, Dryinidae and Mymaridae), Desertas islands (Amphipoda,
Gryllidae, Myrmeleontidae and Sarcophagidae) or both in Desertas and Porto
Santo (Anthomyiidae, Calliphoridae, Muscidae, Phoridae, Sciaridae,
Sphaeroceridae and Scelionidae). Furthermore, the carabid Sphrodus
leucophtalmus is for the first time reported to Madeira archipelago, while
Orthomus bedelianus and Amara cottyi (Carabidae) are now known to occur in
Bugio (Desertas) and Cal islet (Porto Santo), respectively. The endemic
Postelelectrotermes praecox (Kalotermitidae), Spilostethus pandurus
(Lygaeidae) and Vespula germanica (Vespidae) are recorded for the first time
in Porto Santo. Our findings clearly highlight the need for further faunistic
studies on Madeiran terrestrial arthropods.
This work was financed by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project
PTDC/BIA-BEC/099138/2008.
96
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P27
Diversidade de formigas segundo um gradiente de intensidade
cultural no olival do Alentejo
Cláudia Gonçalves1, Maria Isabel Patanita1, Xavier Espadaler2 & Sónia A.P. Santos3
1
Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior Agrária – Departamento de Biociências, Rua
Pedro Soares, 7800-295 Beja, Portugal.
2
Departament de Biologia Animal, de Biologia Vegetal i d'Ecologia, Universitat Autónoma de
Barcelona, E-08193 Bellaterra, España.
3
Centro de Investigação de Montanha, Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior
Agrária, Campus Sta. Apolónia, Apt. 1172, 5301-855 Bragança, Portugal.
Estudou-se a presença e diversidade de formicídeos no solo de oito olivais, dos quais
quatro são biológicos (2 regados e 2 de sequeiro) e os outros quatro não-biológicos
(2 intensivos de baixa densidade e 2 intensivos de elevada densidade), durante o ano
de 2011.
As amostragens de formicídeos realizaram-se em quatro épocas distintas (Maio,
Junho, Setembro e Novembro), tendo sido colocadas 16 armadilhas do tipo pitfall
com etilenoglicol, afastadas 40m umas das outras e distribuídas alternadamente 4
pitfall na linha em 2 linhas e 4 na entrelinha, em 2 entrelinhas.
Foram capturados no total, 20303 indivíduos, dos quais 5893 estavam presentes nos
olivais biológicos regados, 6359 nos olivais biológicos de sequeiro, 5004 nos
intensivos de baixa densidade e 3047 nos intensivos de elevada densidade. Esses
indivíduos pertencem a 15 géneros e 35 espécies: Aphaenogaster (2), Camponotus
(6), Cardiocondyla (1), Cataglyphis (4), Crematogaster (3), Formica (2), Goniomma
(1), Hypoponera (1), Messor (2), Pheidole (1), Plagiolepis (2), Tapinoma (3),
Tetramorium (3), Lasius (3) e Solenopsis (1).
As espécies mais abundantes foram: Aphaenogaster senilis, Cataglyphis hispanica,
Messor barbarus, Pheidole pallidula, Tapinoma nigerrimum e Tetramorium
semilaeve.
Nos olivais biológicos regados, as espécies mais abundantes foram Aphaenogaster
senilis com 27%, seguida de Messor barbarus com 26%. Relativamente aos olivais
biológicos de sequeiro, Tapinoma nigerrimum foi a espécie que apresentou maior
abundância com 48%. Nos olivais intensivos de baixa densidade, Messor barbarus
apresenta 46% de abundância, sendo a espécie com maior expressividade,
comparativamente aos olivais intensivos de elevada densidade, em que a espécie
Pheidole pallidula com 63% representa mais de metade dos indivíduos capturados.
É de salientar que a espécie Cataglyphis hispanica foi exclusiva dos olivais
biológicos de regadio (5% de abundância).
97
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P28
De marginal a bem patrimonial: processos de divulgação
científica nos “Insetos pela Cidade”
Ana Moura Arroz1, Isabel R. Amorim2,3, Rosalina Gabriel2, Rita São Marcos1,
Clara Gaspar2,4 & Paulo A. V. Borges2
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Universidade dos Açores, Dep. Ciências da Educação,
9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
2
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Universidade dos Açores, Dep. Ciências Agrárias, 9700042 Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
3
Centre for Ecology, Evolution and Conservation, School of Biological Sciences, University of
East Anglia, Norwich NR4 7TJ, UK.
4
Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
Os insetos representam o grupo com maior riqueza de espécies indígenas dos
Açores, incluindo cerca de 200 espécies endémicas desempenhando um vasto
conjunto de funções essenciais nos ecossistemas. Os insectos lideram também o
número de espécies introduzidas nos Açores que provocam danos na
agricultura e zonas urbanas (e.g. térmitas), situação que tem contribuído para
uma imagem negativa deste grupo, e para um não reconhecimento dos serviços
que estes desempenham. Estudos exploratórios realizados na Região
evidenciam desconhecimento e alguma aversão a insectos e outros artrópodes,
reclamando estratégias de sensibilização para os papéis que desempenham e,
sobretudo, para a riqueza patrimonial e identitária que podem constituir
espécies únicas. Integrada num projeto de investigação sobre especiação, foi
desenhada uma intervenção urbana que trouxesse os insectos à cidade, de modo
a familiarizar os cidadãos com a imagem e características de algumas espécies
endémicas e a valorizar estas espécies desconhecidos como parte integrante do
nosso património. Neste poster serão apresentadas as sinergias entre as ciências
da vida, as ciências sociais e as artes multimédia subjacentes ao conceito que
preside à exposição, clarificados os processos de negociação de parcerias que a
tornaram exequível e expostos protótipos dos dispositivos de divulgação
antecipados. Serão ainda contempladas as formas previstas para avaliar o
impacto da exposição.
Trabalho financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) pelo projecto PTDC/BIABEC/104571/2008. CG é apoiada pela FCT (SFRH/BPD/68948/2010).
98
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P29
Whole Azorean arthropod diversity: understanding the trophic
relations and functional diversity at plot scale
Rui M. Nunes1, Pedro Cardoso1,2, António O. Soares1, Brent C. Emerson3
& Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
3
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC), Spain & University of East
Anglia, UK.
Given the current scenario of global changes and biodiversity loss, it is of the utmost
importance to implement wide range and standardized ecological studies, in
particular those concerning less studied but ecologically important groups such as
arthropods. This project aims to understand the role of functional diversity,
ecosystem services and trophic chains in the native Azorean forests, and how these
are affected by the disturbance that many of such forests are undergoing.
To achieve these goals it is essential to know not only the species composition and
the structure of the communities but also the role of biotic interactions and the
ecological functions exerted by their populations. An exhaustive study of the
arthropod alpha and functional diversity in Azorean native forests and of the
structure and composition of trophic chains, encompassing insufficiently studied
insect groups, will be performed.
The work is being carried out in Terceira Island, the one with the largest and more
pristine surviving area of native forest, albeit extremely fragmented and covering
only 5% of the island area. Ten 50x50m plots were established in several fragments
of native forest with different areas and disturbance level. Direct comparability with
previously collected data and with the NET-BIOME project output will be
guaranteed by using standardized and optimized protocols for arthropod sampling.
Also, this project intends to study how extended are the changes in populations and
species functions across an anthropogenic disturbance gradient in these native
forests. As such, along this gradient a comparison between native forests will be
performed in order to answer to the following questions: i) are components of the
functional hyperspace especially vulnerable to exotic species?; ii) are there empty
functional spaces still not occupied by exotic species?; iii) is the number of species
randomly established across the whole functional hyperspace?
Work supported by the project NETBIOME – Europe –FCT NETBIOME/0003/2011.
99
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biodiversidade e Conservação
P30
New records of exotic terrestrial spiders and insects recently
discovered in the Azores, with new distributional data
Nuno Bicudo da Ponte1, Paulo A.V. Borges1, Michal Reut1, José A. Quartau3, Murray
Fletchers4, António Bivar de Sousa5, Marc Pollet6, António Onofre Soares1,2, José
Marcelino1,2, Carla Rego1 & Pedro Cardoso1,7
1
Azorean Biodiversity Group (CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological Research and
Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos Açores, Rua
Capitão João d´Ávila, Pico da Urze, PT-9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira, Portugal.
2
Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, R. da Mãe de Deus, 13A, PT-9501-855
Ponta Delgada, São Miguel, Portugal.
3
Centro de Biologia Ambiental, Departamento de Biologia Animal, Faculdade de Ciências de
Lisboa, C2,Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal.
4
New South Wales Department of Primary Industries, Orange Agricultural Institute, Forest
Road, Orange, NSW 2800,Australia.
5
SPEN – Sociedade Portuguesa de Entomologia, Apartado 8221, 1803-001 Lisboa, Portugal.
6
Research Group Terrestrial Ecology (TEREC), University of Ghent, K.L.Ledeganckstraat 35,
B-9000 Gent, Belgium; and Department of Entomology, Royal Belgian Institute of Natural
Sciences (RBINS), Vautierstraat 29, B-1000 Brussels, Belgium.
7
Finnish Museum of Natural History, University of Helsinki, Finland.
Island ecosystems are particularly susceptible to introduced species. For
instance, the Azores archipelago flora and fauna is dominated by introduced
species, with about 80% of the vascular flora and 60% of the arthropods
being non-native. The introduction of many species, some of them
cosmopolitan and others with an invasive potential, is probably related with
the fact that the Azores was a strategic stopping point to replenish supplies
for all boats traveling between Europe and the American continent.
Additionally, the Portuguese brought plants from all over the world to their
private gardens, particularly in the most populated islands (S. Miguel,
Terceira and Faial), which might have facilitated the introducition of the
associated arthropods.
Here we present information on twenty-four widespread exotic spider and
insect species newly identified from the Azorean Islands in the last few years
(four Araneae, two Phasmatodea, five Hemiptera, eight Coleoptera, two
Orthoptera and three Diptera). Some of them are recorded for the first time in
the archipelago; others increased their known distribution to new islands.
Partially financed by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (PTDC/BIA-BEC/100182/2008).
100
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Conferência plenária
Brent Emerson,
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología
(IPNA-CSIC)
“Something old, something new: molecular analysis of
biogeography and ecology in two weevil radiations”
101
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Something old, something new: molecular analysis of
biogeography and ecology in two weevil radiations
Brent Emerson
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC)
In this presentation I hope to demonstrate that answers to classical questions
in biogeography and ecology can be made more accessible by applying new
approaches to obtain DNA sequence data from tissues considered as “nonideal” for such purposes. Recent years have seen increasing interest in
obtaining DNA sequence data from biological material that can be
considered non-ideal, where the integrity of DNA is expected to be
compromised by degradation. In this talk I will present work from two
projects within my lab where we have sought to incorporate DNA sequence
data from such tissues to address biogeographic and ecological questions. In
the first example we have exploited phylogenetically informative DNA
sequence data from archival weevil specimens (Rhinusa and Gymnetron) to
test biogeographic hypotheses for southern African and Palaearctic disjunct
distributions. In the second example we have taken advantage of recent
molecular approaches to characterise insect-host plant trophic ecology within
a diverse but poorly understood weevil radiation (Cratopus and Cratopopsis)
in the Mascarene Islands.
Participation supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/104571/2008.
102
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Comunicações orais
103
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
LEÓN 1983 – AZORES 2012
15 congresos, 30 años de Entomología ibérica
Carolina Martín Albaladejo
Museo Nacional de Ciencias Naturales, CSIC
En 1983 entomólogos portugueses y españoles se reunieron en León para
dar a conocer, y compartir con otros colegas, sus estudios en curso. Era el
primer Congreso Ibérico de Entomología, un encuentro que dio paso a otros
que se han ido sucediendo con regularidad desde entonces, constituyendo
estos eventos un referente básico para profundizar en el conocimiento de la
historia de la Entomología Ibérica.
A través de las comunicaciones presentadas en los distintos congresos se
pretende tener una imagen global de los intereses y áreas de investigación
más atractivos para los autores en cada uno de ellos; así, se examinarán los
más de 2.500 sumarios que en total se han presentado en los quince
congresos celebrados hasta el momento, tomando en consideración
diferentes variables como son las faunas estudiadas, temas incluidos,
participación de los distintos centros de investigación, etc.
Por otra parte, la variación de estos intereses a lo largo del tiempo nos
permitirá poner de manifiesto y analizar las tendencias más relevantes
detectadas, ofreciendo una visión de conjunto del desarrollo de la
Entomología ibérica en los últimos 30 años.
104
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Taxonomía, biodiversidad y biogeografía de los géneros
Anomala y Callistethus (Coleoptera, Scarabaeidae, Rutelinae)
en Costa Rica
Valentina Filippini, Estefanía Micó & Eduardo Galante
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de Alicante, Alicante,
España
El objeto de nuestras investigaciones ha sido profundizar en el conocimento
de las riqueza de especies de los géneros Anomala Samouelle y Callistethus
Blanchard en Costa Rica. Ambos géneros tienen una amplia distribución
mundial, siendo cosmopolita Anomala y oriental-neotropical Callistethus, y
una elevada diversidad, con más de 1000 especies para el primero y
alrededor de 150 para el segundo. Sin embargo, la diversidad real es
probablemente mucho mayor, debido a la escasez de estudios, sobre todo
para el área Neotropical.
Durante el desarrollo del proyecto se han estudiado 87 especies de Anomala
y 25 de Callistethus, de de las cuales son nuevas para la ciencia un total de
71 especies (58 de Anomala y 13 de Callistethus). Estos resultados han
permitido incrementar el conocimiento de la diversidad de este grupo en
Costa Rica en un 170% respecto a la conocida cuando se inició el proyecto
hace tres años.
Se llevó a cabo un detallado estudio morfológico de las especies, que ha
permitido la definición de caracteres claves para la clarificación de la
taxonomía del grupo, y del cual asimismo se han podido sacar conclusiones
sobre los agrupamientos naturales de especies dentro de cada género.
Por último, para los principales grupos de especies, se han elaborado los
patrones biogeográficos de distribución dentro de Costa Rica. Se han
encontrando un elevado número de especies endémicas de distribución
restringida, y casos de especies cercanas con distribuciones amplias y
simpátricas, lo que puede sugerir diferentes pautas de diversificación para
este género.
105
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Orthoptera de Portugal: estado atual do conhecimento
Eva Soares Monteiro1,2, Sónia Ferreira3 & Maria Teresa Rebelo4,5
1
Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Universidade de Lisboa, Rua da
Escola Politécnica, 58, 1250-102 Lisboa. [email protected]
2
Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, Rua da Escola Politécnica,
58, 1250-102 Lisboa.
3
CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos,
Universidade do Porto, Campus Agrário de Vairão, Rua Padre Armando Quintas,
4485-661 Vairão.
4
Departamento de Biologia Animal, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
Campo Grande, 1749-016 Lisboa.
5
CESAM – Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, Universidade de Aveiro, Campus
Universitário de Santiago, 3810-193 Aveiro.
Analisa-se o estado atual do conhecimento da Ordem Orthoptera em Portugal
continental, Açores e Madeira, com base na bibliografia disponível, das
primeiras referências à atualidade, de modo a caracterizar o panorama geral
sobre o estudo deste grupo em Portugal e a sua evolução ao longo do tempo,
bem como identificar possíveis lacunas de informação.
Apresentam-se os resultados preliminares da recolha bibliográfica, bem
como um inventário preliminar das espécies de ortópteros presentes em
Portugal Continental, Açores e Madeira. Analisa-se o âmbito geográfico e a
tipologia da bibliografia recolhida; a proveniência dos autores; as datas de
publicação e as regiões representadas.
A informação reunida servirá de base para a criação de uma ferramenta de
identificação interativa, a disponibilizar on-line, das espécies comuns de
gafanhotos e grilos existentes na Península Ibérica.
106
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Revisión de los Charipinae (Hymenoptera: Cynipoidea:
Figitidae) presentes en Madeira y primera cita de Alloxysta para
Portugal
Mar Ferrer-Suay1, Jesús Selfa2 & Juli Pujade-Villar1
1
Universitat de Barcelona, Facultat de Biologia, Departament de Biologia Animal. Avda.
Diagonal 645, 08028-Barcelona, Spain. [email protected]; [email protected]
2
Universitat de València, Facultat de Ciències Biològiques, Departament de Zoologia. Campus de
Burjassot-Paterna, Dr. Moliner 50, E-46100 Burjassot, València, Spain. [email protected]
Los miembros de la subfamilia Charipinae (Hymenoptera: Cynipoidea:
Figitidae) se caracterizan, desde el punto de vista morfológico,
principalmente por ser himenópteros de muy pequeño tamaño (0.8-2.0mm),
con un cuerpo liso y brillante, antenas filiformes y una importante reducción
de la venación alar. La taxonomía de los charipinos ha sido desde siempre
muy complicada; por un lado, influyen de manera considerable sus
características morfológicas, y por otro hay que tener en cuenta el gran
número de especies que han sido descritas a lo largo de la historia.
Los Charipinae se caracterizan biológicamente por ser parasitoides
secundarios de pulgones vía Aphidiinae (Hymenoptera: Braconidae) y
Aphelininae (Hymenoptera: Aphelinidae) y parasitoides secundarios de
psílidos vía Encyrtidae (Hymenoptera: Chalcidoidea). Son importantes como
agentes nocivos, que alteran el correcto control biológico realizado por los
parasitoides primarios sobre sus hospedadores, los cuales son importantes
plagas. Debido a ello, los estudios sobre este grupo son económica y
biológicamente importantes.
En esta línea, hasta el momento han sido pocos los estudios realizados sobre
la fauna de charipinos presentes en las islas Azores. Solo cinco especies han
sido previamente citadas en Madeira: Alloxysta brevis (Thomson, 1862), A.
pedestris (Curtis, 1838), A. minuta (Hartig, 1840), A. victrix (Westwood,
1833) y Phaenoglyphis villosa (Hartig, 1841). En este trabajo, se citan por
primera vez también para Madeira cuatro especies: Alloxysta arcuata
(Kieffer, 1902), A. castanea (Hartig, 1841), A. halterata (Thomson, 1862) y
A. nigrita (Thomson, 1862). Se discute la validez de los registros anteriores y
se cita por primera vez Alloxysta citripes (Thomson, 1862) para Portugal, lo
que constituye la primera cita de este género en este país.
107
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Especies nuevas o interesantes de cinípidos inductores de agallas
en especies de Quercus de Panamá (Hymenoptera, Cynipidae)
Enrique Medianero1 & José L. Nieves-Aldrey2
1
2
Programa Centroamericano de Maestría en Entomología, Universidad de Panamá.
Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC), Dpto. Biodiversidad. C/José Gutiérrez
Abascal 2, 28006 Madrid España. [email protected]
Los himenópteros de la familia Cynipidae son fitófagos especializados
capaces de inducir agallas especializadas en las plantas o vivir como
inquilinos en las mismas. Cerca de 1000 especies están ligadas de forma
específica a plantas fagáceas, especialmente a especies del género Quercus.
En Panamá se distribuyen 9 especies de Quercus repartidas principalmente
en zonas montanas del oeste del país. La fauna de cinípidos asociada a
especies de Quercus en Panamá, hasta ahora prácticamente desconocida, ha
comenzado a ser estudiada en años recientes. Como consecuencia, partiendo
de una única especie citada de Panamá, se han citado ya 10 géneros y 21
especies, aunque hay datos de 65 morfotipos diferentes de agallas de
cinípidos que sin duda representan especies diferentes aún no citadas. En este
trabajo se presentan datos recientes de hallazgos de nuevos géneros y
especies de cinípidos de Panamá: un nuevo género y especie, con caracteres
muy distintivos, colectado en la cima del Volcán Barú sobre Quercus
bumelioides; una nueva especie perteneciente al género Coffeikokkos,
recientemente descrito de Costa Rica, y una nueva especie de Callirhytis
que representa la primera especie de este género que se cita en
Centroamérica y el neotrópico. Se presentan también datos preliminares de
otros géneros y especies de Panamá en proceso de estudio y se discute, por
último, los datos de la riqueza conocida y estimada de Cynipidae de Panamá
a la luz de los estudios recientes.
108
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
Posters
109
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P31
Insectos sem Piedade. Estudo biológico de uma Nossa Senhora
da Piedade
L. Esteves, E. Murta & J.H. Oliveira
Instituto dos Museus e da Conservação, Rua das Janelas Verdes 37, 1249-018 Lisboa,
Portugal.
O património móvel nacional, devido a uma conservação preventiva
deficiente ou inexistente, permite o desenvolvimento de um património
entomológico, que é interessante mostrar. Cientificamente as espécies
encontradas não apresentam novidade, mas a nível ecológico podem ser um
grande desafio e permitir registos fotográficos tão relevantes, que originam
trabalhos pluridisciplinares técnica e didacticamente importantes.
É o caso de uma Nossa Senhora da Piedade (“Piedade” ou “Pietá”) que se
encontrava numa capela de um solar particular em Ponte de Lima.
Trata-se de uma escultura barroca, provavelmente do final do século XVII,
em madeira policromada.
Aparentemente em bom estado, o suporte encontrava-se muito deteriorado
devido à acção conjunta de coleópteros anobídeos e de isópteros.
A identificação das espécies de insectos nela encontrados e das madeiras que
a constituem, o estudo do seu grau de destruição, o tratamento por anóxia, a
limpeza e posterior restauro permitiram um estudo histórico* e o estudo
biológico da peça aqui apresentado.
*Conservation of a wooden sculpture with a rare Baroque high relief brocade decoration: in sculpture,
polychromy and architectural decoration, ICOM- Newsletter 2; Triennium 2008- 2011; 20 pp.
110
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P32
On the genera Colotis and Teracolus in Angola. Description of
new subspecies and recuperation of a validity of other
subspecific entities
A. Bivar de Sousa1 & Luis F. Mendes2
1
Sociedade Portuguesa de Entomologia. Apartado 8221. 1803-001 Lisboa, Portugal.
[email protected]
2
Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT). JBT/Zoologia. R. da Junqueira, 14.
1300-343 Lisboa, Portugal. [email protected]
Neste trabalho são estudadas três populações de Pierídeos oriundas de
Angola, descrevendo-se duas subespécies, respectivamente de Colotis
antevippe do antecedente conhecida por três subespécies e de C. vesta de que
se conheciam uma dezena de subespécies. Teracolus eris maimuna (Kirby,
1880) é recuperada como subespécie válida. Colotis antevippe loandicus
ssp.n. é descrita das províncias do Bengo, Kuanza Sul e Luanda e comparada
com as outras subespécies, em especial com C. a. gavisa, conhecida do
centro e leste de África, desde Angola à Tanzânia e África do Sul. Colotis
vesta leba ssp.n. é descrita do Bengo, Huila e Huambo e comparada em
especial com a subespécie que ocorre no leste do país, C. v. rhodesinus e
com C. v. mutans, conhecida da África Oriental e que atinge o Botswana e
Namíbia.
111
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P33
Carabídeos (Coleoptera, Carabidae) endógeos de Portugal:
apresentação de três espécies novas do género
Geocharis Ehlers, 1883
Artur R.M. Serrano & Carlos A.S. Aguiar
Centro de Biologia Ambiental, Departamento de Biologia Animal, Faculdade de
Ciências da Universidade de Lisboa, R. Ernesto de Vasconcelos, Ed. C2, 2º Piso,
Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. [email protected]
Os coleópteros carabídeos endógeos de Portugal mantiveram-se quase
ignorados até ao final do século passado. A saber, somente as espécies
Iberodytes ramiroi Jeannel, 1949 e Reichea nevesi (Jeannel, 1957), assim
como duas espécies do género Geocharis Ehlers, 1883 (G. olisipensis
Schatzmayr, 1936 e G. femoralis Coiffait, 1969) e outras duas do género
Typhlocharis Dieck, 1869 (T. quadridentata Coiffait, 1968 e T. algarvensis
Coiffait, 1971) tinham sido descritas e referenciadas para este país. A partir
do final da década de noventa este panorama começou a alterar-se com a
descoberta de novas espécies de carabídeos endógeos em Portugal. Além de
18 e 12 novos representantes, respectivamente dos géneros Geocharis e
Typhlocharis, totalizando 20 e 14 espécies, foi ainda descrita uma espécie
nova do género Hypotyphlus Jeannel, 1937, este nunca referenciado para este
país. Todos estes novos táxones foram descritos pelos autores deste trabalho.
Novas prospecções no centro e sul de Portugal permitiram encontrar
espécimens dos géneros Geocharis cujo estudo revelou pertencerem a três
espécies novas (G. noudari n. sp., G. caseiroi n. sp. e G. capelai n. sp.).
Assim, neste trabalho fazemos a descrição sucinta destas espécies,
apresentamos as suas distribuições e fazemos alguns comentários sobre as
suas afinidades com outras nomeadamente as mais próximas.
112
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P34
Carabídeos (Coleoptera, Carabidae) endógeos de Portugal:
apresentação de uma espécie nova do género
Typhlocharis Dieck, 1869 Grupo baetica
Artur R.M. Serrano & Carlos A.S. Aguiar
Centro de Biologia Ambiental, Departamento de Biologia Animal, Faculdade de
Ciências da Universidade de Lisboa, R. Ernesto de Vasconcelos, Ed. C2, 2º Piso,
Campo Grande, 1749-016 Lisboa, Portugal. [email protected].
Os coleópteros carabídeos endógeos de Portugal mantiveram-se quase
ignorados até ao final do século passado. A saber, somente as espécies
Iberodytes ramiroi Jeannel, 1949 e Reichea nevesi (Jeannel, 1957), assim como
duas espécies do género Geocharis Ehlers, 1883 [G. olisipensis (Schatzmayr,
1936) e G. femoralis Coiffait, 1969] e outras duas do género Typhlocharis
Dieck, 1869 (T. quadridentata Coiffait, 1968 e T. algarvensis Coiffait, 1971)
tinham sido descritas e referenciadas para este país. A partir do final da década
de noventa este panorama começou a alterar-se com a descoberta de novas
espécies de carabídeos endógeos em Portugal. Além de 18 e 12 novos
representantes, respectivamente dos géneros Geocharis e Typhlocharis,
totalizando 20 e 14 espécies, foi ainda descrita uma espécie nova do género
Hypotyphlus Jeannel, 1937, este nunca referenciado para este país.
Como corolário das prospecções entomológicas realizadas ao norte, centro e sul
de Portugal continental, ampliou-se o conhecimento do número de Grupos do
género Typhlocharis registados para este país, de dois (outereloi e silvanoides)
para quatro (os anteriores mais gomezi e diecki).
Novas prospecções ao sul de Portugal permitiram encontrar espécimens dos
género Typhlocharis cujo estudo revelou pertencerem a uma espécie nova (T.
mendesi n. sp.). A espécie é a primeira do Grupo baetica a ser registada para
Portugal, aumentando de 4 para 5 o número de Grupos tradicionais conhecidos
para o nosso país. Assim, neste trabalho fazemos a descrição sucinta desta
espécie, apresentamos a sua distribuição e fazemos alguns comentários sobre as
suas afinidades com outras do Grupo baetica.
113
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P35
Morfología larval y biología de las especies europeas de
Diplolepis (Hymenoptera, Cynipidae, Diplolepidini)
José Luis Nieves-Aldrey1 & José F. Gómez2
1
Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC), Dpto. Biodiversidad. C/José Gutiérrez
Abascal 2, 28006 Madrid (España). [email protected]
2
Facultad de Ciencias Biológicas (UCM), Departamento de Zoología y Antropología
Física, Ciudad Universitaria 28040 Madrid. [email protected]
Entre los himenópteros inductores de agallas e inquilinos agrupados en la
familia Cynipidae, la tribu Diplolepidini incluye dos géneros, Diplolepis
Geoffroy, 1762 y Liebelia Kieffer, 1903, ambos específicamente asociados a
arbustos del género Rosa. El grupo es de distribución holártica. En Europa
están representadas seis especies de Diplolepis, de amplia distribución,
mientras que Liebelia presenta una especie, citada solamente en Cerdeña. En
este trabajo por vez primera se estudia mediante microscopía electrónica de
barrido, y se describe la morfología, del último estadio larval de las seis
especies de Diplolepis conocidas en Europa: Diplolepis eglanteriae (Hartig,
1840), D. fructuum (Rübsaamen, 1895), D. mayri (Sclechtendal, 1876), D.
nervosa (Curtis, 1838), D. rosae (Linnaeus, 1758) y D. spinossisimae
(Giraud, 1859). Se ilustran y comentan los rasgos morfológicos diagnósticos
de las larvas de todas las especies estudiadas, especialmente de la cabeza en
visión frontal, de las piezas bucales y las mandíbulas. Las larvas estudiadas
se separan del resto de larvas conocidas de cinípidos por tener 12 segmentos
corporales en lugar de 13. Se aporta una clave para la identificación de las
larvas de las especies estudiadas. Por último se dan datos de la biología de
todas las especies y se aportan fotografías de las agallas hospedadoras,
incluyendo secciones de las mismas, mostrando las cámaras larvales y las
larvas.
114
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P36
Aportaciones novedosas sobre Pseudoanthidium Friese, 1898 en
la Península Ibérica (Hymenoptera, Megachilidae, Anthidiini)
C. Ornosa1, A. González-Posada1, F.J. Ortiz-Sánchez2 & F. Torres3
1
Universidad Complutense de Madrid. Departamento de Zoología y Antropología
Física. Facultad de Biología. C/ José Antonio Nováis, 2. E-28040 Madrid, España.
[email protected]
2
Universidad de Almería. Grupo de Investigación “Transferencia de I+D en el Área de
Recursos Naturales”. E-04120 La Cañada de San Urbano (Almería), España.
[email protected]
3
Universidad de Salamanca. Departamento de Biología Animal, Ecología, Parasitología
y Edafología. Campus Miguel de Unamuno s/n. E-37071 Salamanca, España.
[email protected]
Pseudoanthidium Friese, 1898 es un género de abejas de la familia
Megachilidae, distribuido principalmente en las regiones Paleártica y
Etiópica (Michener, 2007), si bien existen dos registros recientes en EEUU
(Ascher & Pickering, 2012).
En la Península Ibérica se conocían hasta el presente cuatro especies (Ornosa
et al., 2008; Aguib et al., 2010), tres de ellas, Pseudoanthidium eximium
(Giraud, 1863), Pseudoanthidium melanurum (Klug, 1832) y
Pseudoanthidium reticulatum (Mocsáry, 1884), pertenecientes a los
subgéneros Exanthidium Pasteels, 1969 y Royanthidium Pasteels, 1969, y
solo una, Pseudoanthidium scapulare (Latreille, 1809), correspondiente al
subgénero nominal. La consideración, estatus y denominación de esta última
especie se ha visto sometida a gran controversia durante los últimos treinta
años (Warncke, 1980; Schwarz et al., 1996; Pridal, 2004; Ornosa et al.,
2008; Grace, 2010; Aguib et. al., 2010, por ejemplo).
Con objeto de conocer adecuadamente el grupo y resolver los posibles
conflictos taxonómicos, se ha sometido a revisión la fauna ibérica de
Pseudoanthidium, tanto desde perspectivas morfológicas como moleculares.
En el trabajo actual se presentan los resultados obtenidos hasta el momento
en el subgénero nominal.
115
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P37
Sensilias antenales de dos especies cercanas de Charipinae
(Hymenoptera: Cynipoidea: Figitidae)
Mar Ferrer-Suay, Amanda Freitas-Cerqueira & Juli Pujade-Villar
Universitat de Barcelona, Facultat de Biologia, Departament de Biologia Animal. Avda.
Diagonal 645, 08028-Barcelona, Spain.
[email protected]; [email protected]; [email protected]
Los Charipinae (Hym., Figitidae) son pequeños himenópteros caracterizados
biológicamente por ser parasitoides secundarios de pulgones via Aphidiinae
(Hymenoptera: Braconidae) y Aphelininae (Hymenoptera: Aphelinidae) y
parasitoides secundarios de psílidos via Encyrtidae (Hymenoptera:
Chalcidoidea). La taxonomía de los Charipinae es muy problemática, tanto
por su pequeño tamaño, como por las leves características morfológicas que
los diferencian. Algunas de las dificultades también pueden ser la aparente
escasez de variabilidad interespecífica y una alta incidencia de sinonimias. El
género Alloxysta es el más numeroso y disperso dentro de esta subfamilia,
con 111 especies consideradas como válidas actualmente.
Alloxysta victrix (Westwood, 1833) y A. fuscicornis (Hartig, 1841) son dos
especies de Charipinae cosmopolitas y morfológicamente muy cercanas, que
a lo largo de la historia han sido a menudo confundidas, o consideradas como
especies sinónimas, o como variaciones poblacionales de una única especie.
Estudios recientes han puesto de manifiesto las diferencias morfológicas
existentes entre ambas especies, las cuales se refieren principalmente a la
proporción entre flagerómeros, grado de pubescencia del propodeo y tamaño
de la celda radial. En este trabajo se estudian, ilustran y exponen por primera
vez las sensilias presentes en las antenas de los machos y hembras de ambas
especies y se analizan las diferencias y las coincidencias existentes.
116
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P38
Las larvas de Annitella esparraguera (Schmid, 1952) y
A. iglesiasi González & Malicky, 1988 (Trichoptera:
Limnephilidae), con notas sobre su distribución y ecología
Marta Sáinz-Bariáin & Carmen Zamora-Muñoz
Departamento de Zoología. Facultad de Ciencias. Universidad de Granada. 18071,
Granada, España. [email protected], [email protected]
El género Annitella Klapálek, 1907 está formado por 13 especies, la mayoría
endemismos de alta y media montaña. Sólo una, A. obscurata, se distribuye
ampliamente en diferentes sistemas montañosos europeos incluidos los
Pirineos. Siete de estas especies; A. amelia, A. cabeza, A. esparraguera, A.
iglesiasi, A. lalomba, A. pyrenaea y A. sanabriensis son endemismos
ibéricos. El resto, A. chomiacensis, A. thuringica, A. lateroproducta, A.
apfelbecki y A. triloba, se distribuyen en los Alpes, los Cárpatos y los
Balcanes. Sólo se conocen las larvas de tres de ellas (A. obscurata, A.
thuringica y A. apfelbecki) y debido a que la morfología larvaria de estas
especies es bastante similar a la de otras de la misma familia, no es posible
su identificación en este estadio. Poco se sabe además de su biología,
excepto que se trata de especies univoltinas cuya emergencia se produce en
otoño y que habitan en ríos y pequeños arroyos de alta-media montaña, con
velocidad de corriente no muy elevada. Con este trabajo, además de describir
las larvas de A. esparraguera y A. iglesiasi, se aporta información sobre su
hábitat, ciclo de vida y distribución en Sierra Nevada. Ambas especies
fueron descritas con material de este macizo montañoso y la distribución
conocida se restringe a escasas localidades del sur peninsular.
117
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P39
Ectoparasites diversity in Mus musculus and Rattus norvegicus
captured in the Zoo Lisbon
Fernanda Rosa1, António P. Crespo2 & Maria Virgínia Crespo3
1
Instituto de Investigação Científica Tropical, Rua da Junqueira, n.º 14, 1300-343 Lisboa.
[email protected]
2
Jardim Zoológico de Lisboa, Estrada de Benfica, 158-160, 1549-004 Lisboa, Portugal.
[email protected]
3
Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém, Apartado 310-2001 904
Santarém. [email protected]
Rodents play an important role, not only by economic losses, but also as hosts
for ectoparasites and as reservoir for several virus, bacteria, protozoa and
helminthes. The close association among commensal rodents, human and
animals is a risk factor for transmission of these agents, often carried by
ectoparasites, which cause zoonotic diseases. However, in Portugal the
available literature on rodent ectoparasites is scarce.
Thus, during 2011, a survey on ectoparasites was perfomed (42 M. musculus
and 50 R. norvegicus) on commensal rodents captured in the Lisbon Zoo,
aiming their morphological study, identification and parasitic diversity
evaluation.
Ectoparasites were collected by brushing fur and scraping skin and preserved in
alcohol 70º for further studies. The morphological study was carried out on
specimens mounted on permanent slides with Tendeiro liquid, using an optical
microscope coupled to Leica software LAS (2009).
A unique species of Anoplura (Insecta), Polyplax spinulosa, and ten of mites
(Acari): Afrolistrophorus apodemi, Myocoptes musculinus, Myobia musculi,
Notoedres muris, Xenoryctes krameri, Acarus sp. (Astigmata), Laelaps
echidninus, L. nuttalli, Haemogamasus horridus, Ornithonyssus bacoti
(Mesostigmata) were identified. No specimens of Shiphonaptera or Ixodida
were found. Parasitic diversity was higher in Mus musculus with seven species,
in opposition to five in Rattus norvegicus.
Five of the identified mites species, Laelaps nuttalli, Afrolistrophorus apodemi
(M. musculus e R. norvegicus), Xenoryctes krameri (M. musculus), Notoedres
muris and Haemogamasus horridus (R. norvegicus) are new records to the
Portuguese fauna.
118
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P40
Hybridisation or incomplete lineage sorting? Reconciling gene
trees with species trees in an island radiation of zopherid beetles
(Coleoptera, Zopheridae)
Christiana M.A. Faria1,2, Isabel Amorim2, Paulo A.V. Borges2 & Brent C.
Emerson1, 3
1
University of East Anglia, Norwich, UK.
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
3
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC), Tenerife, Canary Islands, SP.
2
The genus Tarphius (Coleoptera, Zopheridae) is a flightless and fungivorous
group of beetles mainly distributed across the Canary Islands, Azores, Madeira
with a few species occurring in the North of Africa, Himalayas and Europe.
Phylogenetic reconstructions of the Macaronesian island Tarphius beetles
suggest that this group has had a long evolutionary history within the region,
despite the fact much of the diversity is relatively recent in origin. Phylogenetic
trees support the monophyly of Azorean Tarphius, and reveal that the lineages
from Madeira and the Canary Islands group together and are the closest
relatives to the Azorean taxa. Relationships among taxa within these three
clades based on different molecular markers are not always congruent. For
example, in the Canary Islands, five species from La Gomera, one from La
Palma and one from El Hierro form a monophyletic group. However, mtDNA
and nuclear gene trees exhibit substantial topological incongruences that may in
some instances be explained by incomplete lineage sorting, while in other cases
gene flow between taxa may be a more plausible explanation. As an attempt to
assess the relative importance of these two processes within the evolution of the
group, we have increased the number of genes and individuals within each
species. We are focusing on seven Tarphius species from La Gomera for which
we have a total of 234 specimens sampled that are being screened for five loci:
mt DNA (COII), second internal transcriber (ITS2), Histone 3, Wingless and
Elongation Factor. This is a first approach to try to reconcile gene trees with
species trees in a Canarian island radiation of zopherid beetles.
Work supported by Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) through project PTDC/BIABEC/104571/2008
119
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P41
Acoustic and molecular divergence in populations from genus
Tettigettalna (Hemiptera: Cicadidae) in Portugal
Paula Cristina Simões, Vera Nunes & Bruno Miguel Novais
Centro de Biologia Ambiental & Departamento de Biologia Animal, Faculdade de
Ciências de Lisboa, Campo Grande, 1700 Lisboa, Portugal.
[email protected]; [email protected]; [email protected]
The genus Tettigettalna includes four known species in Portugal: T.
argentata distributed throughout the mainland, T. estrellae found in the
north of Portugal and T. josei and T. mariae endemic from the south of
Portugal (Algarve). We recorded and collected males from 15 locations in
Portugal. Calling songs were analysed in time and frequency domains and
genomic DNA was isolated from the cicada specimens. These cicada species
are morphologically very similar but the male acoustic signals from each
species are well differentiated. However, specimens from T. argentata and
T.mariae are clustered very closely to one another. An acoustic divergence
trend was found in the calling songs of T. argentata, with specimens from
the south of Portugal grouping apart from the remaining. Sequences for the
mitochondrial gene COI were obtained and preliminary analysis show that
both T. josei and T. estrellae form monophyletic groups, well differentiated
from the group composed by T. argentata and T. mariae. The species T.
argentata is genetically structured with specimens collected in Braga and in
Sesimbra forming two distinct clades while specimens collected in Alentejo
and Algarve are clustered with T. mariae specimens. Sequences from COI
gene are commonly used in DNA barcoding but this fragment is not efficient
to discriminate T. mariae from T. argentata. These sibling species are often
in sympatry, suggesting that the divergence in acoustic signals may result
from selection on the response to sympatric heterospecific calling signals,
thus being responsible for the maintenance of reproductive isolation between
them.
120
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P42
Differences in wing venation among parthenogenetic and
bisexual species of Empoasca leafhoppers from Madeira
Lia Valido1, Fábio Sousa1& Dora Aguin-Pombo1,2
1
University of Madeira, 9000-390 Funchal, Madeira Il., Portugal.
Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Vairão,
Portugal.
2
Empoasca is a large worldwide distributed genus which includes about 400
species of which many are pests to agricultural plants. All species of this
genus are bisexual but recently three parthenogenetic morphotypes
(morphotypes A, B and C) of various degrees of polyploidy have been
reported from Madeira Island. In this work, we investigated variation in wing
venation in three bisexual and three unisexual leafhoppers of the genus
Empoasca. Our main motivation is to test whether wing venation is a stable
character and analyzed whether it could be a useful character to develop an
identification key to females of bisexual and asexual taxa present in Madeira
archipelago. We analysed wing venation patterns in left and right forewings
and hind wings in more than 1600 insects. The results show differences in
the number of wing venation patterns within and between taxa. The
differences between bisexuals and unisexuals are also discussed.
121
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Taxonomia, Sistemática e Filogenia
P43
Filogenia de Parnassius apollo Oberthür, 1891 (Lepidoptera,
Papilionidae), en la Península Ibérica
Cristina B. Sánchez-Prieto1, Juan Gabriel Martínez1, Roger Vila2, Alberto Tinaut1, Oscar
Mira1, Enrique García-Barros3, José Martín3, Miguel L. Munguira3 & Helena Romo 3
1
Departamento de Zoología, Facultad de Ciencias, Universidad de Granada. Avda.
Fuentenueva s/n 18071 Granada, España.
2
Institut de Biologia Evolutiva (CSIC-UPF).Passeig Marítim de la Barceloneta, 37-49, 08003
Barcelona, Spain.
3
Departamento de Biología, Universidad Autónoma de Madrid, Facultad de Ciencias, Campus
Cantoblanco, ES-28049 Madrid, España.
Parnassius apollo es un lepidóptero de típica distribución paleártica,
distribuyéndose prácticamente por todas las zonas templadas y frías de Eurasia. Se
trata, sin embargo, de una distribución muy disjunta, habiéndose descrito
numerosas subespecies y variedades en los diferentes sistemas montañosos en los
que viven sus poblaciones. Presenta, en muchos lugares, un carácter relicto,
debiéndose su presencia a los grandes movimientos faunísticos inducidos por las
glaciaciones cuaternarias.
En la Península Ibérica, se encuentra relegado a zonas de alta montaña, y sus
poblaciones están por esta razón aisladas en las regiones cacuminales de las
montañas. Se han descrito hasta un total de 24 subespecies. Muchas de ellas han
sido definidas basándose en el estudio de un número reducido de ejemplares y
caracteres. De esta forma se ha llegado a describir una subespecie para cada
núcleo montañoso.
Para esclarecer la historia evolutiva de la especie en la Península y arrojar luz
sobre la validez real de las subespecies descritas, presentamos el siguiente trabajo
en el que hemos muestreado las 24 subespecies de la Península Ibérica. Hemos
obtenido individuos para 22 de las subespecies. Se han secuenciado 869 pares de
bases del gen Citocromo oxidasa I del ADN mitocondrial de las subespecies
muestreadas. Con los haplotipos encontrados presentamos un análisis provisional
de las relaciones filogenéticas entre las poblaciones muestreadas, que nos ayudará
a comprender los procesos demográficos históricos que han caracterizado a la
especie en la península, y aportará una importante información para discutir las
relaciones entre las distintas subespecies y la validez de éstas.
122
Biologia e Ecologia
Conferência plenária
Aldolfo Cordero, Universidad de Vigo,
“Geographic parthenogenesis: the example of
Ischnura hastata at the Azores”
123
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Geographic parthenogenesis: the example of Ischnura hastata at
the Azores
Adolfo Cordero Rivera & Olalla Lorenzo Carballa
Grupo ECOEVO, EUE Forestal, Campus Universitario, 36005 Pontevedra, Spain.
The concept of geographic parthenogenesis is based on the idea that
whenever closely related sexual and parthenogenetic species occur in a given
region, their geographical patterns tend to be different, with asexual lineages
more likely to be found at 1) higher latitudes or 2) higher altitudes. Ischnura
hastata is an American damselfly species that is widely distributed from
Canada, throughout the US into Central and South America, and also
occupies island habitats in the Caribbean and the Galapagos islands. Its
widespread distribution is due to wide environmental tolerance and also
because it is easily transported by the wind. This high dispersal ability has
enabled this species to colonise the Azores islands, which are isolated from
the American continent by ca. 3,000 km of inhospitable (marine) habitat.
Contrary to what is observed in America and the Galapagos, the populations
of I. hastata found in the Azores are formed exclusively by females that
reproduce through parthenogenesis. This is the only known example of
parthenogenesis within the insect order Odonata, and also constitutes a
typical example of geographic parthenogenesis.
Using laboratory breeding we have shown that the Azores populations of I.
hastata reproduce through thelytokous parthenogenesis. Eggs extracted from
the ovaries of mature parthenogenetic females and subsequently incubated in
water successfully complete their development and the larvae achieve the
adult stage, giving rise again to parthenogenetic females. Therefore
activation of the egg development occurs before it passes through the
oviduct. We found no evidence of bacterial involvement (screening for the 5
known reproductive parasites: Wolbachia, Arsenophorus, Cardinium,
Spiroplasma and Microsporidia; as well as a wide range of Eubacteria) was
responsible for the lack of males, also suggesting that, given the appropriate
selective pressures, this type of reproduction could arise spontaneously in
any of the sexual populations Subsequently, we established that
parthenogenetic I. hastata females are diploid, and that the diploid number of
chromosomes is restored through an apomictic mechanism of
parthenogenesis, in which no meiosis takes place during oogenesis.
124
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Furthermore, we have also established that the asexual lineage found in the
Azores archipelago is the result of a single and recent colonization event,
followed by a population expansion. We also confirmed the suspected
migratory status of this species by showing that sexual demes of I. hastata
throughout most of its North American range are connected sufficiently by
migration (i.e. gene flow) that they can be considered as a single patchy
population . This type of open population structure could be responsible from
the pattern of geographic parthenogenesis (i.e. its occurrence in a marginal
population) observed in this species, as continued immigration by sexual
individuals should prevent the establishment of parthenogenetic lineages in
the center of the species’ distribution. The distance between the American
continent and the Azores Islands apparently prevents immigration by sexual
I. hastata into the archipelago, which could outcompete parthenogenetic
populations.
Despite its widespread distribution, little is known about its biology and
reproductive behaviour in either its sexual or asexual forms. We found I.
hastata in high densities at oligotrophic ponds, but it was absent from
eutrophic ponds, many of which have been impacted by cattle grazing and
water extraction by humans, indicating the importance of this species as a
bioindicator of water quality. The life expectancy of adult I. hastata females
is estimated at less than one week, but their high fecundity and fertility could
be the explanation for the high number of individuals observed in some of
the studied sites. Conserving this unique species will therefore require the
maintenance of high quality ponds (oligotrophic).
125
126
Biologia e Ecologia
Comunicações orais
127
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
Distribución de los Apiónidos (Coleoptera: Curculionoidea) en
el Parque Nacional de Cabañeros (España)
Pilar Gurrea Sanz, José Martín Cano & Manuel F. Carvajal Alfaro
Departamento de Biología. C/. Darwin, 2. Campus de Cantoblanco. E-28049 Madrid.
España.
En el presente trabajo se ha realizado un estudio de la distribución y
fenología de los Apioninae (Curculionoidea: Brentidae) en el Parque
Nacional de Cabañeros (España). El paisaje de Cabañeros en gran medida es
el resultado de la acción antrópica, que ha dado lugar a zonas de extensas
rañas donde se ha llevado a cabo el cultivo de cereales en secano y ricos
pastos estacionales, bosque mediterráneo principalmente de Quercus suber,
con su matorral acompañante y dehesas hasta zonas repobladas con Pinus
pinaster. En la zona se han considerado 6 tipos distintos de hábitat (bosque,
matorral, dehesa ganadera, dehesa agrícola, cultivo y repoblación forestal).
Los muestreos, se realizaron mediante vareo y batido con red entomológica,
de la vegetación con una periodicidad quincenal durante un año.
Se recogieron un total de 429 ejemplares de Apioninae, pertenecientes a 27
especies diferentes, de las cuales 13 aparecieron solamente en uno de los
ambientes estudiados. Destaca en este aspecto el bosque mediterráneo como
el ambiente más distintivo ya que en él aparecieron 6 especies ausentes en
todos los demás ambientes. Por el contrario, la dehesa agrícola no presentó
ninguna especie exclusiva. La zona correspondiente a la repoblación forestal
presentó la menor riqueza ya que en ella solamente se encontraron dos
especies de apiónidos.
128
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
Diversity of endosymbionts in parthenogenetic Empoasca
leafhoppers from Macaronesian archipelagoes
Hans Breeuwer1, Lia Valido2 & Dora Aguin-Pombo2,3
1
Institute for Biodiversity and Ecosystem Dynamics, University of Amsterdam. P.O.
Box 94240, 1090 GE Amsterdam, The Netherlands.
2
University of Madeira, 9000-390 Funchal, Madeira Il., Portugal.
3
Centro de Investigaçao en Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Vairão,
Portugal.
We recently reported the occurrence of three unisexual taxa of Empoasca
leafhoppers on the Madeira Island. This is remarkable since unisexual
reproduction has never been reported in the 400 other species in the genus
that are found on the mainland. Little is known about the mechanism of
parthenogenetic reproduction in these Empoasca species, but bacterial
endosymbionts may be involved, as has been reported in other
parthenogenetic insect species. Here we report of our survey for bacterial
endosymbionts in unisexual and bisexual Empoasca species from the
archipelagoes of Azores, Cape Verde, Madeira, and Canary Islands,
including species from the mainland of Spain and Portugal. We took two
approaches: sequencing of cloned bacterial 16S fragments obtained from
PCRs using general 16S bacterial primers and specific PCR for Wolbachia
and Cardinium, two endosymbionts known to induce parthenogenesis. We
found Wolbachia and Rickettsia, but not Cardinium to be present in
parthenogenetic species. In addition we found bacterial sequences that
showed high similarity with α-proteobacterium of the genus Asaia found in
Anopheles mosquitoes and Scaphoideus leafhoppers. The implications for
the evolution of parthenogenesis and distribution of endosymbionts in
Empoasca will be discussed.
129
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
Preferencias tróficas y asimilación de nutrientes en el
endemismo canario Acrostira bellamyi (Orthoptera:
Pamphagidae)
David Hernández-Teixidor1, Heriberto López1,2, Manuel Nogales2 & Pedro Oromí1
1
Departamento de Biología Animal, Universidad de La Laguna, 38206 La Laguna,
Tenerife, Islas Canarias. [email protected]
2
Grupo de Ecología y Evolución en Islas (CSIC–IPNA), GEEI, 38206 La Laguna,
Tenerife, Islas Canarias.
La familia Pamphagidae (Orthoptera) está representada en Canarias por
cinco especies endémicas pertenecientes a los géneros Acrostira (4) y
Purpuraria (1). La mayoría de ellas habitan en zonas abiertas con vegetación
arbustiva xerófila, y dependen de forma casi exclusiva de plantas del género
Euphorbia.
Acrostira bellamyi es endémica de La Gomera, y a diferencia del resto de los
panfágidos canarios, tiene poblaciones estables en el monteverde, un hábitat
con una composición florística completamente diferente en el que son muy
escasas las plantas del género Euphorbia. Tras realizar un estudio sobre su
dieta, hemos descubierto que A. bellamyi se alimenta de un mínimo de 6
plantas distintas en euforbiales y de al menos 10 en el monteverde.
Hemos realizado experimentos de preferencia trófica con ejemplares de
Acrostira bellamyi en cautividad para comprobar si su dieta está influenciada
por la abundancia de estas plantas en su hábitat. Además, hemos llevado a
cabo experimentos de consumo y asimilación de nutrientes de las principales
plantas presentes en su dieta, así como un análisis de los nutrientes que
aporta cada una de ellas.
Los resultados preliminares muestran que no existe una correspondencia
entre las preferencias tróficas en cautividad y las encontradas en su dieta en
el medio natural. Los análisis de asimilación de nutrientes pueden ser claves
para entender las preferencias tróficas de esta especie, y descifrar las causas
de su dieta variada.
130
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
Estructura metapoblacional hipotética de Maculinea alcon
(Lepidoptera: Lycaenidae) en Alvão (Vila Real, Portugal)
A. Torralba-Burrial1, G. da Silva2,3, S. Rodríguez-Martínez2, A. García Madrera2,
J.M. Fernández Fernández2, D. Menéndez2, I. García García2, A. Fernández
González2 & D. Fernández Menéndez2
1
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo, España.
2
Biosfera Consultoría Medioambiental, Candamo, 5 Bajos – 33012 Oviedo, España.
3
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Pontevedra, España.
La mariposa Maculinea alcon es uno de los lepidópteros más amenazados de
Portugal, y único de su género presente en este país, limitada a unas pocas
poblaciones en su zona norte. Su larva depende, de forma sucesiva, de dos
organismos hospedadores: los primeros estadios se alimentan de la planta
Gentiana pneumonanthe y durante el resto de su desarrollo larvario es
atendida por hormigas del género Myrmica. Por esto, la mariposa presenta
una gran especificidad de hábitat: prados y brezales húmedos, bordes de
turbera y zonas similares.
En este trabajo se ha abordado la estructura metapoblacional hipotética de M.
alcon en Alvão. Para ello se han localizado y cartografiado de forma
secuencial (1) los parches actuales de hábitat que se podrían considerar en
este sentido amplio como “prados húmedos”, (2) las poblaciones de G.
pneumonanthe y (3) las poblaciones de M. alcon. A continuación se han
superpuesto mediante un SIG las distancias de movimiento habitual,
distancia máxima de movilidad de individuos marcados, distancia de
migración conservativa y distancias máximas de colonización confirmada y
considerada, tomando datos publicados de las poblaciones europeas de la
especie. El resultado muestra unas poblaciones fragmentadas en tres grupos
principales, sin presentar en la actualidad parches intermedios de hábitat que
facilitaran una conexión entre estas tres zonas aunque no fuera directa.
131
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
Nuevos datos bionómicos de Colopha hispanica Nieto Nafría &
Mier Durante, 1987
Nicolás Pérez Hidalgo, Milagros P. Mier Durante & Juan M. Nieto Nafría
Departamento de Biodiversidad y Gestión Ambiental, Universidad de León, León,
España.
Dos de los autores (P.H., N.N.) escribieron en 2003 (Fauna Ibérica, 19):
Colopha hispanica está asociada con Scirpus holoschoenus. Las ninfas viven
en las inflorescencias y los adultos en esa misma posición y en el interior de
los tallos en “camas” completamente cubiertas de cera, a este emplazamiento
llegan las ninfas de tercera edad. Las poblaciones de esta especie se
mantienen durante todo el año.
Así pues, se ha venido considerando que la especie es monófaga estricta,
monoica (sin alternancia de plantas hospedadoras) y anholocíclica (con
viviparidad continua) y sin hembras aladas (la dispersión la harían las
ninfas).
Los resultados de los trabajos de campo y de laboratorio que se presentan
modifican esas consideraciones.
C. hispanica no es monófaga, pues se han seguido sus colonias en otras 2
ciperáceas, viviendo en una de ellas como en S. holoschoenus, mientras que
en la otra se ubica bajo las hojas basales.
C. hispanica tiene vivíparas aladas, y además de dos tipos generacionales:
virginógenas, encargadas simplemente de la dispersión, y sexúparas, no
solamente encargadas de la dispersión.
C. hispanica puede que sea holocíclica y puede también que sea dioica,
como revela la existencia de embriones de sexuados en las sexúparas
estudiadas. No podemos asegurar que sea holocíclica porque no se ha
conseguido el desarrollo de los sexuados, y tampoco que sea dioica porque
no se ha encontrado la planta de la que se alimentan las sexúparas de edad y
en la que ha de producirse la reproducción anfigónica.
132
Biologia e Ecologia
Posters
133
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P44
Hábitats potenciales para Maculinea alcon (Lepidoptera:
Lycaenidae) en Alvão (Vila Real, Portugal)
G. da Silva1,2, A. Torralba-Burrial3, S. Rodríguez-Martínez1, A. García Madrera1,
J.M. Fernández Fernández1, D. Menéndez1, I. García García1, A. Fernández
González1 & D. Fernández Menéndez1
1
Biosfera Consultoría Medioambiental, Candamo, 5 Bajos – 33012 Oviedo, España.
Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación, Departamento de Ecoloxía e Bioloxía
Animal. Universidade de Vigo. EUET Forestal, Pontevedra, España.
3
Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio Climático, Campus de Excelencia
Internacional, Universidad de Oviedo, España.
2
A la hora de valorar las posibilidades de colonización, natural o inducida, de
nuevos parches de hábitat, resulta necesario conocer la idoneidad de dichos
parches para el desarrollo de las poblaciones futuras de una especie. En este
caso, el objetivo es valorar los hábitats potenciales para el licénido
Maculinea alcon en la zona de Alvão (Vila Real). Este es uno de los
lepidópteros más amenazado de Portugal, con las únicas poblaciones en el
país situadas precisamente en esta parte norte. Para completar su ciclo vital
requiere la presencia de dos hospedadores diferentes: la planta nutricia
Gentiana pneumonanthe y hormigas del género Myrmica. Por esto la
mariposa presenta una gran especificidad de hábitat: prados y brezales
húmedos, bordes de turbera y zonas similares.
Tras muestrear estas zonas de “prados húmedos” en sentido amplio, se
inventarió su vegetación y se valoró cual era la abundancia de G.
pneumonanthe y la de huevos de M. alcon en los prados en los que se
encontraba presente. No se encontró relación directa entre la densidad de G.
pneumonanthe y la de huevos, principalmente por la gran variación en
prados con densidades bajas y medias de huevos, pero los prados con altas
densidades de huevos de M. alcon presentaron también densidades de G.
pneumonanthe relativamente altas. Mediante un modelo aditivo generalizado
(GAM) se definieron las especies vegetales presentes en medios con alta
densidad de genciana, lo que permitiría localizar con mayor facilidad,
incluso antes de la floración de G. pneumonanthe, parches en los que pudiera
alcanzar mayores densidades M. alcon, siempre que se dieran las condiciones
apropiadas para las colonias de Myrmica spp.
134
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P45
Lost in the south of the world: disclosing the first case of
hoverfly-bumblebee batesian mimicry from Patagonia
Carlo Polidori1, José Luis Nieves-Aldrey1, Francis Gilbert2 & Graham E.
Rotherary3
1
Departamento de Biodiversidad y Biología Evolutiva, Museo Nacional de Ciencias
Naturales (CSIC), C/ José Gutiérrez Abascal 2, 28006 Madrid, Spain.
[email protected]; [email protected]
2
School of Biology, Nottingham University, Nottingham NG7 2RD, UK.
3
National Museums Scotland, 242 West Granton Road, Edinburgh EH5 1JA, Scotland,
UK.
Batesian mimicry was repeatedly reported in hoverflies (Diptera: Syrphidae)
which mimic noxious hymenopteran models (Hymenoptera: Aculeata).
Despite a great number of cases being known from Holartic, nothing is
known on the occurrence of such phenomenon in other biogeographical
regions. Here, we reported a new case of batesian mimicry by the hoverfly
Aneriophora aureorufa Philippi towards the bumblebee Bombus dahlbomii
Guérin from Patagonia. Both species were mostly recorded on the same plant
species (the endemic Eucryphia cordifolia Cavanilles) commonly named as
“ulmo”. A. aureorufa possess striking similar colouration (almost entirely
red-tawny) and a similar highly hairy body than its model, and morphogical
resemblance concerns also different size parameters (thorax width, thorax
length, forewing length) and one shape parameter (width/length thorax ratio).
Furthermore, a cluster analysis suggests that mimetism is more pronounced
towards larger, rather than smaller, workers. These results show an overall
good visual quality of the mimicry. On the other side, we did not obtain
evidence that the mimicry of A. aureorufa has also a behavioural component.
In fact, the time spent on E. cordifolia flowers was much higher in hoverflies
than in B. dahlbomii and other common pollinators, and the time spent
between two flower visits largely overlapped between all the tested species.
This is the first report so far of a syrphid-bumblebee mimic association from
South America and it provides new insights on the evolution of hoverfly
batesian mimicry.
135
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P46
Morfología de las antenas en Typhlocharis (Coleoptera,
Caraboidea, Trechidae, Anillini): implicaciones taxonómicas y
descripción de setas sensoriales
Sergio Pérez-González & Juan P. Zaballos
Departamento de Zoología y Antropología Física. Facultad de Biología. Universidad
Complutense de Madrid. 28040 Madrid.
Se describe mediante microscopía óptica y electrónica la morfología de las
antenas de Typhlocharis (Coleoptera, Caraboidea, Trechidae, Anillini), un
género que comprende actualmente 52 especies de pequeños (entre 0,9 y 2,9
mm) carábidos anoftalmos adaptados a la vida endógea. La carencia de ojos
y las particularidades de este tipo de medio hacen que las relaciones con el
entorno, incluyendo las interacciones intraespecíficas, sean asumidas por
otras estructuras sensoriales, destacando en ello las antenas.
Las antenas de estos carábidos constan de 11 antenómeros: escapo (1º),
pedicelo (2º) y flagelo (3º-11º). Los antenómeros 1º y 2º son caliciformes, el
3º es subesférico, con un pedúnculo más largo que los otros antenómeros, los
4º-10º son similares entre sí, con formas que oscilan entre subesférica y
subcuadrada-bilobada y el último (11º) es piriforme. Se describe la
distribución y los tipos de setas y sensilas presentes en cada antenómero.
Se describe y confirma la presencia de sensilla coeloconica, un tipo de seta
observada en otros Carábidos, incluyendo algunos Anillini, pero no
documentada previamente en el género Typhlocharis. Estas setas sensoriales,
de función probablemente quimiorreceptora, se encuentran distribuidas en la
región dorsal de los antenómeros 5º a 11º, concentrándose especialmente en
la cara dorsal del ápice del último antenómero.
El pedúnculo del tercer antenómero aparece especialmente alargado en
algunas especies, como T. santschii Normand, 1915 o T. navarica Zaballos
& Wrase, 1998. La valoración de estos caracteres en el género implica que la
morfología de las antenas puede ser utilizada como herramienta taxonómica.
136
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P47
Descripción del órgano estridulador de Hypoponera
punctatissima (Roger, 1859) (Hymenoptera, Formicidae,
Ponerinae)
Jose M. Hernández1, M. Dolores Martínez- Ibáñez1, Margarita Álvarez2, Eduardo
Ruiz1 & Francisco J. Cabrero1
1
Departamento de Zoología. Facultad de Biología. Universidad Complutense de Madrid,
España. [email protected]
2
Escuela Universitaria de Magisterio ESCUNI. Avda. Ntra. Sra. de Fátima nº102.
Madrid 28047.
Hypoponera punctatissima (Roger, 1859) es una hormiga exótica conocida
como “hormiga de Roger”. De origen incierto, aunque probablemente africano,
se encuentra bastante extendida a nivel mundial. Ligada frecuentemente a
espacios habitados por el hombre, donde encuentra el ambiente acorde con sus
preferencias de humedad y temperatura, aparece en muchas ocasiones
formando grandes colonias.
Es una especie carnívora de pequeño tamaño, en torno a los 2,0 mm de
longitud, de color pardo o amarillo oscuro. Presenta un único segmento aislado,
el peciolo, entre el mesosoma y el gastro, con un patente estrangulamiento entre
el primer y el segundo segmentos gastrales y con un visible aguijón al final del
abdomen.
Presentamos el estudio mediante microscopio electrónico de barrido del órgano
estridulador en la reina de esta especie, formado por una placa estriada o pars
stridens localizada en el centro del terguito del cuarto segmento abdominal y un
rascador o plectrum conformado por el borde posterointerno del tercero.
El pars stridens consiste en un área triangular longitudinal de unas 130 µm de
longitud y 75 µm de anchura formada por una serie de costillas transversales
paralelas de aproximadamente 1 µm de grosor. El plectrum está constituido por
el reborde engrosado del margen posterior interno del tercer segmento
abdominal.
La estructura de este órgano estridulador, similar al descrito para otras especies
de la subfamilia, así como al de otras especies de insectos estriduladores,
incluso de familias diferentes, sugiere la existencia de algún tipo de
comunicación acústica en la especie estudiada.
137
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P48
Blood-meal analysis and Leishmania infantum detection in wild
caught phlebotomine sand flies (Diptera, Psychodidae) from
Torres Novas municipality, Portugal
S. Branco1, C. Alves-Pires2, C. Maia3, J.M. Cristovão4, S. Cortes4, L.Campino4 &
M.O. Afonso1
1
Unidade de Ensino e Investigação (UEI) de Parasitologia Médica (PM), Grupo Entomologia
Médica, Unidade de Parasitologia e Microbiologia Médicas (UPMM/ FCT), Instituto de
Higiene e Medicina Tropical (IHMT), Universidade Nova de Lisboa (UNL), Rua da
Junqueira, 100, 1349-008, Lisboa, Portugal.
2
UPMM/ FCT, IHMT, UNL.
3
UEI PM, Grupo Leishmanioses, CMDT, IHMT, UNL.
4
UEI PM, Grupo Leishmanioses, IHMT, UNL.
In Portugal, leishmaniasis are caused by L. infantum and transmitted vectorially
by females of Phlebotomus perniciosus and P. ariasi. Although the domestic dog
is considered the main reservoir of the parasite, the identification of phlebotomine
blood-meals has bioecological and epidemiologic importance, allowing not only
to obtain information on the preferential hosts and feeding patterns under natural
conditions, but also, indirectly, information on the different vertebrate species as
potential reservoirs of the parasite.
In this study a phlebotomine survey was performed, for the first time, in Torres
Novas municipality, located in the central region of Continental Portugal. From
June to November 2010, 275 biotopes were prospected with CDC light traps and
included domestic, peridomestic and silvatic habitats. The captured specimens
were identified morphologically and females used for molecular screening of
Leishmania DNA by kDNA PCR, and blood-meal identification with
Cytochrome-b PCR followed by DNA sequencing.
A total of 1262 sand flies (947 males, 315 females) were captured and four
species detected. The L. infantum proven vector species represented 82% of
captured individuals and parasite DNA was detected in one gravid P. ariasi
female, representing a 4% infection rate for this species and 0.32% for the total of
phlebotomine females.
Most females for which blood-meal was identified were P. perniciosus. This
species fed on a wide variety of vertebrate hosts, including humans, ruminants,
rabbits, bats, chicken and rodents, which, in combination with the coincidence
between the species present at capture site and the blood source, is indicative of
an opportunistic feeding behavior.
138
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P49
The eucalyptus weevil Gonipterus platensis (Coleoptera:
Curculionidae) - ecology and control options
S. Branco1,2, M. Branco2, C. Araújo3, A.R. Reis2,3 & M.R. Paiva1,2
1
Faculty of Sciences and Technology (FCT), Universidade Nova de Lisboa (UNL),
2829-516 Campus de Caparica.
2
Centro de Estudos Florestais (CEF), Instituto Superior de Agronomia (ISA),
Universidade Tecnica de Lisboa (UTL), 1349-01 Lisboa.
3
Altri Florestal, SA, Quinta do Furadouro, 2510-582 Olho Marinho, Portugal.
The eucalyptus weevil is an insect pest causing economic damage to
plantations, as both larva and adults feed on eucalyptus leaves and young
shoots, leading to reduced tree growth and tree mortality. Until recently,
populations of this beetle were worldwide identified as Gonipterus
scutellatus Gyllenhal (Coleoptera: Curculionidae). However, in 2012 G.
scutellatus was resolved into a complex of cryptic species, native from
different Australian regions, the species present in Portugal being Gonipterus
platensis Marelli.
In Portugal eucalyptus plantations extend over 740 000 ha and represent an
income of about 2 million euro.year-1, that is 0.7% of the national GDP.
Gonipterus beetles were first detected in Portugal in 1995 and control was
attempted using the egg parasitoid of G. scutellatus, Anaphes nitens Girault
(Hymenoptera: Mymaridae). Although at low altitudes success was achieved,
in Central and Northern regions experiencing colder winters, the weevil
populations could not be reduced below the economic threshold of damage.
Failure was attributed to an ecological mismatch between the origin of G.
scutellatus -Tasmania, and of the egg parasitoid - a warmer region in
mainland Australia. G. platensis thus remains a threat to eucalyptus
economic viability in colder regions of Portugal and Northwestern Spain.
Therefore research has been directed to developing new efficient control
measures, such as improving tree resistance, chemical control, or seasonal
augmentative release of A. nitens, as conducted by Altri Florestal over the
last six years.
A review of the little known ecology of G. platensis is presented, and
prospects for biological and biotechnological control options explored.
139
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Biologia e Ecologia
P50
Infection and transmission rates of Wolbachia to
parthenogenetic and bisexual Empoasca leafhoppers from
Madeira Island
Marília Gomes1, Silvia Lino2, Dora Aguin-Pombo1,3 & Hans Breeuwer4
1
University of Madeira, 9000-390 Funchal, Madeira Il., Portugal.
Department of Oceanography and Fisheries, University of Azores, Rua Prof. Dr.
Frederico Machado, 9901 862 Horta, Portugal.
3
Centro de Investigaçao en Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Vairão,
Portugal.
4
Institute for Biodiversity and Ecosystem Dynamics, University of Amsterdam, P.O.
Box 94240, 1090 GE Amsterdam, The Netherlands.
2
Three parthenogenetic morphotypes of Empoasca (A, B and C) of various
degrees of polyploidy have been reported recently from Madeira Island. This
is a surprising fact because in Empoasca, a worldwide distributed genus with
more than 400 species, this mode of reproduction was unknown. Because
Wolbachia endosymbionts are able to induce parthenogenesis and several
other reproductive abnormalities in insects, we screened by PCR the
presence of Wolbachia using universal primers for wsp and ftsZ in all taxa
present in Madeira: three parthenoforms and three bisexual species namely
Empoasca alsiosa, E. fabalis and Asymetrasca decedens. In addition, we
evaluate the transmission rates of Wolbachia to progeny in the three
parthenoforms. The results showed that all parthenoforms and all bisexuals
except one were infected by different Wolbachia strains. However, unisexual
forms showed greater infestation rates than bisexuals. The analysis of the
transmission rates in parthenogenetic females showed that transmission of
Wolbachia to descendants is high. We discuss the possible implications of
these results on the modes of reproduction of Empoasca.
140
Entomologia Aplicada I
Conferência plenária
Maria Rosa Paiva, Universidade Nova de Lisboa,
“Forest insects and chemical espionage state-of-the-art
applications in IPM”
141
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Forest insects and chemical espionage: state-of-the-art
applications in IPM
M. R. Paiva1,2, E.P. Mateus1,3& M.R. Branco2
1
Faculty of Sciences and Technology (FCT), Universidade Nova de Lisboa (UNL),
2829-516 Campus de Caparica. [email protected]
2
Centro de Estudos Florestais (CEF), Instituto Superior de Agronomia (ISA),
Universidade Tecnica de Lisboa (UTL), 1349-01 Lisboa. [email protected]
3
CENSE, FCT, UNL, 2829-516 Campus de Caparica. [email protected]
Although tree plantations occupy an estimated area of 187 million ha worldwide, the
use of semiochemicals for the control of forest pests is still not widespread. An analysis
of the developments and constraints linked to the use of pheromones, anti-pheromones,
kairomones, host and non-host volatiles is here presented and illustrated with case
studies for insects causing major forest problems to pine and eucalyptus plantations.
The pros and cons of techniques resorting to the application of behaviour modifier
chemicals in IPM, namely monitoring, mass trapping, lure and kill, push and pull and
mating disruption strategies, are discussed. Case studies address the potential use of
pine bast scales pheromones, Matsucoccus spp., for predator attraction and on the
manipulation of host volatiles for attraction and concentration of e.g. ovipositing
females of the pine processionary moth, Thaumetopoea pityocampa and of adults of the
eucalyptus snout beetle Gonipterus spp.
Currently, technological advancements namely in analytical techniques, coupled with an
increased awareness of the environmental impacts caused by uncontrolled insect
outbreaks to forest ecosystems, are triggering a high demand for the development of
new products and growing application of semiochemicals in forestry.
142
Entomologia Aplicada I
Comunicações orais
143
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Ciclo de vida y fenología de Rhizaspidiotus donacis, agente de
control biológico de la planta invasora Arundo donax en su área
nativa de distribución
Elena Cortés Mendoza & María Ángeles Marcos-García
Centro Iberoamericano de Biodiversidad, CIBIO, Instituto de Investigación,
Universidad de Alicante. [email protected]; [email protected]
Rhizaspidiotus donacis, Leonardi, 1920 (Hemiptera, Diaspididae) es un
insecto que forma parte de un complejo de potenciales agentes de control, y
que se postula como un buen candidato para el control biológico de Arundo
donax (Poaceae; Arundinoideae). Esta gramínea rizomatosa originaria del
Viejo Mundo, ha adquirido la categoría de especie invasora en muchos
ecosistemas ribereños del Suroeste de EEUU y Norte de México, entre otros
lugares de clima templado y tropical de todo el mundo.
El área nativa de distribución de este diaspídido, es la cuenca Mediterránea y
en condiciones naturales, presenta una alta especificidad por Arundo donax,
ejerciendo un daño directo en los brotes laterales y en el rizoma donde se
asientan abundantes agrupaciones de individuos. El conocimiento del ciclo
biológico de esta especie y los factores abióticos que determinan su
fenología, son de gran interés en el correcto establecimiento de futuras
estrategias de control de esta planta invasora.
En este trabajo se estudia a lo largo de 2 años, la fenología y ciclo de vida de
R. donacis en distintas poblaciones de A. donax del este peninsular, tanto
costeras como de interior. Se ha podido determinar cómo afecta la
temperatura y la humedad relativa en la distribución y variación de las
abundancias de los distintos estadios de desarrollo de R. donacis que han
sido estudiados.
144
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Crecimiento y edades larvarias en Spodoptera exigua y S.
littoralis (Lepidoptera: Noctuidae) en condiciones controladas
Lucia Barragán Jarilla, Alberto Fonte Polo, Pilar Gurrea Sanz & José Martín
Cano
Departamento de Biología (Laboratorio de Entomología) C/ Darwin, 2,Universidad
Autónoma de Madrid,Campus de Cantoblanco,28049 Madrid.
[email protected]; [email protected]
Spodoptera exigua y S. littoralis son dos especies de lepidópteros
ampliamente distribuidas y muy conocidas de las que se han realizado
numerosos trabajos dada su condición de plagas agrícolas. Son utilizadas en
los laboratorios tanto para trabajos relacionados con su control como otros
aspectos más generales de fisiología o biotecnología.
Típicamente S. exigua presenta 5 edades larvarias a lo largo de su ciclo de
desarrollo, pero algunos individuos de las mismas poblaciones presentan 6.
De forma parecida, en S. littoralis los individuos tienen 6 edades larvarias,
pero una parte de las poblaciones presentan 7 edades. Mediante la cría en el
laboratorio en condiciones controladas se ha analizado las consecuencias en
el crecimiento, en el peso y en la duración del desarrollo que originan estas
diferencias en el número de mudas larvarias.
145
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Voracity of Coccinella undecimpunctata when foraging in an
insecticide-treated prey/plant system
Susana Cabral1, António Onofre Soares1,2 & Patrícia Garcia1,2
1
2
CIRN, Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Ponta Delgada, Portugal.
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS).
Coccinella undecimpunctata L. is a euryphagous predator established in
Azores that offers interesting potential as a control agent in the context of
integrated pest management (IPM). However, to further develop IPM against
aphids, it is important to evaluate the effects that insecticides might have on
voracity. Thus, we proposed to evaluate the effects of pirimicarb and
pymetrozine on the voracity of 4th instar larvae and adults of C.
undecimpunctata, under distinct scenarios of exposure to chemicals within a
prey/plant system. Voracity of C. undecimpunctata was not significantly
affected by pirimicarb or pymetrozine when treatments were directly sprayed
on the predator; however, when insecticides were sprayed on the prey/plant
system, the predator’s voracity was significantly increased. Results suggest
that C. undecimpunctata does not detect the insecticide on the aphids and
indicate that the increase in voracity may be due to a decrease in the mobility
of insecticide-treated aphids, since their capture should be easier than highly
mobile non-treated prey. The consequences of such increase in the voracity
for IPM programs are discussed.
146
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Trampeo masivo de la mosca de la fruta Ceratitis capitata en
parcelas de cítricos y su efecto de captura sobre las poblaciones
de enemigos naturales
J.V. Falcó Garí1, J.V. Bolinches2 , F.J. Peris Felipo1 & R. Jiménez Peydró1
1
Laboratorio de Entomología y Control de Plagas. Institut Cavanilles de Biodiversitat i
Biologia Evolutiva. Universitat de València. Apartado Oficial 22085, 46071 Valencia,
España.
2
Servicio de Sanidad Vegetal y Protección Fitosanitaria. Conselleria de Agricultura,
Pesca y Alimentación. Generalitat Valencia. Silla, Valencia.
Los métodos de control de la mosca de la fruta Ceratitis capitata
(Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae) aplicados en parcelas de cítricos
de la Comunidad Valenciana están basados, en los últimos años y como
alternativa al control químico intensivo, en diversas técnicas bioracionale.
Una de las más extendidas es el trampeo masivo que utiliza cebos y
feromonas atrayentes para la captura y muerte de la plaga.
Se ha constatado que este trampeo también tienen un efecto de atracción y
captura sobre la fauna de enemigos naturales representada por parasitoides y
depredadores presentes en el ecosistema citrícola (Falcó et al., 2008; Verdú
et al., 2005).
El presente trabajo aporta los datos de un estudio, desarrollado en el año
2010, encaminado a analizar la fauna de auxiliares capturada en programas
de trampeo masivo dirigidos contra la mosca de la fruta. Se revisa
especialmente la captura de insectos parasitoides y se destaca el efecto de
atracción que se ejerce sobre los himenópteros Braconidae de la subfamilia
Alysinae.
También se comprueba las diferencias de la presencia de estos bracónidos en
parcelas de cítricos en condiciones de cultivo ecológico y su comparación en
parcelas de cítricos en que se aplican productos químicos para el control de
la plaga.
Este tipo de estudios ayudan a sopesar las ventajas e inconvenientes del uso
masivo de trampas atrayentes en ciertas condiciones, por ejemplo en la
agricultura ecológica.
147
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Variación espacial en la dieta y la función trófica de Tapinoma
nigerrimum (Hymenoptera: Formicidae) mediante isótopos
estables
F. Ruano1, P. Sandoval1, A. García1, M. Campos2 & A. Tinaut1
1
2
Depto. Zoología. Universidad de Granada. 18071. Granada. España.
Depto. Protección Ambiental. Estación Experimental del Zaidín (CSIC). C/ Profesor
Albareda, 1. 18008. Granada. España.
Tapinoma nigerrimum es una hormiga muy abundante en el suelo y en la
copa de los olivares. Es una especie generalista y que resiste bien los
tratamientos del manejo, como arado y riego, incluso el manejo intensivo del
suelo en los olivares convencionales. Clásicamente se ha considerado
depredador potencial de las plagas del olivar, sin embargo, es una especie
omnívora, puesto que tanto consume secreciones azucaradas de pulgones y
cochinillas, como depreda invertebrados (plagas, pero también enemigos
naturales de éstas).
El objetivo de este estudio es evaluar a nivel general el papel trófico y la
dieta de esta especie de hormiga en el olivar, así como si existe variabilidad
espacial en estos parámetros. Para ello utilizaremos el análisis de isótopos
estables δ15N y δ13C, una herramienta útil para conocer cual es el flujo de
nutrientes en la red trófica y la estructura de ésta.
Se ha realizado un muestreo de adultos y prole de entre 2 y 5 hormigueros de
T. nigerrimum (150 adultos y 150 prole) en 2 olivares distintos de 4 zonas
diferentes de la provincia de Granada. También hemos recogido individuos
de 6 hormigueros en otra zona de vegetación natural en Sierra Nevada. La
dieta (δ13C) en el olivar ha sido diferente significativamente con respecto a
la zona natural, pero también entre algunos olivares. Algunos hormigueros
de la misma zona presentan diferencias incluso entre fechas de muestreo. Sin
embargo, la posición trófica (δ15N) de la especie permanece bastante estable
dentro del olivar.
148
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada I
Ultraestrutura de ovos e larvas de varejeiras com importância
forense Calliphora vicina e Lucilia sericata (Diptera;
Calliphoridae)
Neiva Centeio1, 2, Ana Farinha1, 2, Catarina G. Dourado 1, 2, Ana Rita Oliveira1, 2,
Deodália Dias 1, 2 & Maria Teresa Rebelo 1,2
1
Departamento de Biologia Animal, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
Lisboa, Portugal. [email protected]
2
CESAM – Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, Aveiro, Portugal.
Em investigações forenses é comum encontrar-se apenas estádios imaturos
de moscas varejeiras que podem servir como evidência entomológica. A
microscopia estereoscópica e electrónica de varrimento (MEV) fornece
informações detalhadas sobre caracteres morfológicos, servindo como
importante ferramenta em entomologia forense.
Neste estudo comparou-se a ultraestrutura morfólogica de ovos e larvas de
Calliphora vicina Robineau-Desvoidy, 1830 e Lucilia sericata (Meigen,
1826), as espécies de varejeiras associadas a cadáveres mais comuns em
Portugal.
No que diz respeito aos ovos, foi possível distinguir C. vicina de L. sericata
com base nas imagens de MEV, através da utilização de critérios qualitativos
como a terminação do plastrão e o aspecto diferenciado das anastomoses.
Quanto às larvas, a análise de variáveis qualitativas como a forma do
cefaloesqueleto, o arranjo dos tubérculos anais e a presença/ausência do
esclerito oral, permitiram distinguir as duas espécies, através de imagens de
microscopia óptica. A distância entre os espiráculos posteriores foi a única
variável quantitativa que possibilitou a diferenciação inequívoca entre
Calliphora vicina e Lucilia sericata.
A identificação morfológica de estádios imaturos de insectos é muito
trabalhosa e difícil, sendo por vezes impossível de ser concretizada. As
técnicas de microscopia óptica e electrónica de varrimento possibilitaram a
distinção de ovos e larvas de Calliphora vicina e Lucilia sericata, duas
espécies importantes em contexto forense, sendo por isso de considerar a sua
utilização em estudos complementares e futuros.
149
150
Entomologia Aplicada II
Conferências plenárias
António Onofre Soares, Universidade dos Açores,
“The role of insects as biological control agents: When they fail
and they succeed”
António Mexia, Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior
de Agronomia
“A evolução da protecção integrada em horticultura protegida
na região oeste de Portugal”
151
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
The role of insects as biological control agents: When they fail
and they succeed
António Onofre Soares
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS),Universidade dos Açores, Departamento de
Biologia, Apartado 1422, PT - 9501-801 Ponta Delgada (Açores).
Biological control is the use of living organisms, especially insects, to
suppress the population density or impact of a specific pest organism,
making it less abundant or less damaging than it would otherwise be. There
are different forms of biological control and some of them involve the
intentional introduction and release of exotic natural enemies. After the
outstanding success of the Australian ladybird Rodolia cardinalis as
biological control agent against Icerya purchasi, many more introductions of
several natural enemies were carried out. However, not all those
introductions have proved to be as successful as R. cardinalis. In my talk,
under the light of the ecological basis of biological control, I will discuss
why some organisms may succeed and others not.
152
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
A evolução da protecção integrada em horticultura protegida na
região oeste de portugal
António Mexia
Dep. Ciências e Engenharia de Biossistemas, Instituto Superior de Agronomia,
Universidade Técnica de Lisboa, 1349-017 Lisboa, Centro de Estudos Florestais,
ISA/UTL.
A horticultura protegida na região Oeste de Portugal sofreu uma enorme
evolução tecnológica desd o seu início, no final dos anos 70, principio dos
80 do sec. passado.
A par desta evolução e melhoria, ao nível das estruturas físicas e dos
itinerários técnicos, as culturas principais mantiveram-se com o tomate a
afirmar-se como a grande cultura sob abrigo, mas os inimigos das culturas
presentes sofreram uma evolução notável em resultado, por um lado da
introdução de novas pragas como as larvas mineiras, a tripe Frankliniella
occidentalis, a traça do tomateiro, mas também pela alteração dos meios de
protecção utilizados e do impacto que a adopção generalizada de
polinizadores do género Bombus teve na forma como os horticultores
passaram a lidar com a luta química.
O recurso aos abelhões acabou por se revelar um dos maiores factores de
mudança na forma como os horticultores usavam os pesticidas e criar
condições para a adopção de outras estratégias de protecção das culturas,
onde a luta biológica quer com base em tratamentos biológicos através das
largadas de auxiliares ou por recurso a pesticidas microbiológicos, quer com
base no aproveitamento da entomofauna autóctone responsável por limitação
natural, tem desempenhado um papel central na mudança ocorrida nos
últimos trinta anos.
153
154
Entomologia Aplicada II
Comunicações orais
155
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada II
Avanços no conhecimento da biologia reprodutiva das
cochonilhas-algodão (Hemiptera, Pseudococcidae)
José C.Franco1, E. B. Silva1, Vera Zina1, M. Branco1 & Zvi Mendel2
1
Centro de Estudos Florestais, Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica
de Lisboa, 1349-017 Lisboa.
2
Department of Entomology, Volcani Center, ARO, Bet Dagan 50250, Israel.
As cochonilhas-algodão (Hemiptera, Pseudococcidae) incluem várias
espécies, nomeadamente dos géneros Planococcus e Pseudococcus, com
importância económica em diversas culturas, incluindo fruteiras, vinha,
culturas protegidas e ornamentais. Provocam estragos directos, como
resultado da sua alimentação, e indirectos, devido à deposição de melada e
consequente formação de fumagina. Algumas espécies são transmissoras de
vírus (e.g., Grapevine leafroll-associated virus-3). O padrão de colonização
do hospedeiro e comportamento críptico destas cochonilhas, bem como o
revestimento característico do corpo por secreções cerosas impossibilitam o
uso eficaz de muitos insecticidas. Por outro lado, as tácticas de protecção
biológica têm sido limitadas por diversos factores. Devido às limitações e
constrangimentos das actuais tácticas de protecção, torna-se necessário
desenvolver métodos mais eficazes, selectivos e ambientalmente seguros. O
recurso a tácticas baseadas na utilização de feromonas, como a captura em
massa, a confusão sexual, ou atracção e morte, constitui uma alternativa
promissora. Contudo, o sucesso dos métodos de protecção das culturas
baseados em feromonas depende estritamente do conhecimento dos sistemas
de reprodução das pragas cujas populações se pretende gerir. Nesta
comunicação, apresenta-se uma síntese das principais contribuições para o
conhecimento da biologia reprodutiva das cochonilhas-algodão, fruto da
investigação
realizada
no
âmbito
do
projecto
PTDC/AGRAAM/099560/2008.
156
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada II
Avocado industry in the Mediterranean at risk due to an Asian
ambrosia beetle Euwallacea fornicatus and
its novel symbiotic fungus Fusarium sp.
Z. Mendel 1, A. Protasov1, M. Sharon2, N. Okon-Levy2, M. Eliyhu2, O. Golan1,
Y. Maoz1, M. Noy3& S. Freeman2
1
Dept. of Entomology, ARO, The Volcani Center; Bet Dagan 50250, Israel.
[email protected].
2
Dept. of Plant Pathology and Weed Research, ARO, The Volcani Center, Bet Dagan
50250, Israel.
3
Ministry of Agriculture, Extension Service, Bet Dagan 50250, Israel.
The ambrosia beetle, Euwallacea fornicatus Eichhoff, (Scolytinae) which
has been shown to vector a novel symbiotic Fusarium sp. was first recorded
in Israel in 2009 and believed to be introduced about 8 years earlier. In its
native Southeast Asia and newly colonized regions, the beetle is known to
develop on about 20 tree species. Breeding on avocado (Persea americana)
has been reported from Florida, California and Israel. The beetle/fungus
association poses a serious threat to the avocado industry in Israel and other
countries in the region. The adult beetles and their larva feed on the fungal
mycelium which is inoculated into galleries within the sapwood formed by
adult females. The beetle attacks the major avocado cultivars in Israel, with
Hass and Pinkerton appearing to be the most susceptible and Ettinger least
sensitive. Newly infested trees exhibited discoloration of an area of the outer
bark surrounding the penetration spot which is covered by a large amount of
the white powdery sugar exudates termed 'persitol'. Stems and branches of 2>30cm diameters may become infested. The infected trees display: (i)
wilting of branches and discoloration of leaves; (ii) wilting and collapse of
branches laden with yield; and (iii) mortality of trees. Infected trees may
remain alive but lose most of their potential yield. The beetle develops
throughout the warm season producing 3-4 annual generations. Currently,
the major efforts are focused on development of chemical control using
systemic insecticides and fungicides which may be integrated with minimum
adverse effects in the environmentally friendly management customary in the
Israeli avocado industry.
157
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada II
Bioactivity of aromatic plants of tropical and mediterranean
regions against insect vectors of pathogenic agents
D. K. Rocha1,3, O.C. Matos2,3, M.D. Cabral4 & M.T. Novo1,3
1
Instituto de Higiene e Medicina Tropical, UNL, Rua Junqueira, 100, 1349-008 Lisboa,
Portugal. [email protected]; [email protected]
2
Instituto Nacional de Recursos Biológico, INIAV. Quinta do Marquês, Av. República,
2784-505 Oeiras. Portugal. [email protected]
3
Unidade de Parasitologia e Microbiologia Médicas, IHMT, Rua Junqueira, 100, 1349008 Lisboa, Portugal.
4
UniCV, Campus Palmarejo, Praia, Cabo Verde. [email protected]
Vector control remains an important component of the strategies to fight
diseases like malaria and dengue. Dengue is a potentially fatal mosquitoborne infection, with 50 million cases annually and 2.5 billion of people at
risk. This major public health problem has recurrent epidemics in Brazil and
recently in Cape Verde Archipelago.
The use of conventional larvicides in the water sources, however, introduces
many risks to people and/or environment. Natural pesticides, especially those
derived from plants, are more promising in this aspect. Aromatic plants and
their essential oils are important sources of compounds that can be used in
vector control.
In the present study, we aim at evaluate the larvicidal activity of products
from Foeniculum vulgare and Mentha pulegium, collected in Cape Verde,
against Aedes aegypti and Anopheles arabiensis (the former human malaria
vector in this Archipelago) and to compare the bioactivity of these products
from plants of different countries.
The essential oils were obtained by hydrodistillation of the aerial parts of
these plants. The lethal concentrations LC50 and LC90 were determined by
probit regression (SPSS for Windows®).
In our studies the most potent essential oil was derived from F. vulgare of
Cape Verde. This caused 100% mortality, less than 24 hours after exposure,
in third instar larvae of Ae. aegypti in a concentration of 40µl/L. For M.
pulegium essential oil, 100% mortality was obtained with 120µl/L. Also
Bioassays against Anopheles arabiensis are in course.
These essential oils will now be analyzed by GC, GC/MS, and 13C-NMR for
isolation of chemical constituents wich will then tested for anti-mosquito
effects.
158
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada II
Effectiveness of Heterorhabditis bacteriophora strain Az29
against larvae of the Japanese beetle, Popillia japonica
(Coleoptera: Scarabaeidae) in Azores
Luísa Oliveira1, Aida Medeiros2, José Mota2, Laura Tavares2, Tânia Teixeira1,
R. Ferreira1 & Nelson Simões1
1
IBB-CBA, CIRN, Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Rua da Mãe de
Deus, 9501-801 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.
2
Direcção de Serviços de Agricultura e Pecuária – Direcção Regional do
Desenvolvimento Agrário, Quinta de São Gonçalo 9500-343 Ponta Delgada, S.
Miguel, Açores.
The Japanese beetle, Popillia japonica, was introduced in 1970s onto
Terceira Island and more recently onto the island of S. Miguel, Azores. The
immature stages of this species are an important pest of pastures, turf, and
ornamentals; adults can be severe defoliators of a wide variety of plants.
Entomopathogenic nematodes can be important biological control agents of
larval P. japonica and do occur naturally in soil in Azores. After initial
screening of several nematode strains under laboratory conditions, we
selected H. bacteriophora Az29 strain that was able to parasitize 100 % of
the exposed larvae and to kill 83% of them. Field trials were conducted in
May and October 2009 to assess the effectiveness of Az29 applications
targeted against last instar larvae of P. japonica, using different application
methods: Manual soil drench; tractor-mounted sprayer; and backpack
motorized sprayer. In the May field trials, we only observed mortality from
manual soil drench. However, in the October field trials, the percentage of
dead grubs was greater than 40%, without significant differences among the
application methods. The percentage of live nematodes immediately after
field application, using the three different application techniques, was very
high (> 92.1%), without significant differences among them. Persistence of
Az29 in soil was observed up to 180 days after application and was also
evidenced by 27.3% infection of collected grubs; confirmation of the strain's
identity in the surviving nematodes was done using specific molecular
markers.
159
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada II
Dos nuevas plagas de origen oriental acaban de ser detectadas
en la Península Ibérica
Juli Pujade-Villar1, Antoni Torrell2 & Mariano Rojo2
1
Universitat de Barcelona, Facultat de Biologia, Departament de Biologia Animal. Avda.
Diagonal 645, 08028-Barcelona, Spain. [email protected]
2
Generalitat de Catalunya. Departament d’Agricultura, Ramnaderia, Pesca, Alimentació i Medi
Natural. Dr. Roux, 80, 08017-Barcelona, Spain. [email protected]; [email protected]
Desde hace tiempo las especies invasoras han sido objeto de estudios y listados ya
que perjudican distintos sectores económicos o de la salud, además de poder
modificar la biodiversidad autóctona. En este sentido, la lista negra preliminar de
Especies Exóticas Invasoras (EEI), es una relación de las especies foráneas
detectadas cuya erradicación es urgente o recomendable. En España, un total de 208
especies están incluidas en dicho listado (3 virus, 1 monera, 124 plantas, 9 hongos y
71 animales).
En lo que se refiere a los artrópodos, el listado EEI incluye un total de 23 especies,
entre los cuales se encuentran especies tan populares como Rhynchophorus
ferrubineus (picudo rojo, Coleoptera) o Aedes albopinctus (mosquito tigre, Diptera).
Recientemente dos nuevas especies han sido detectadas en el nordeste peninsular:
Dryocosmus kuriphilus Yasumatsu, 1941 (Hym., Cynipidae) y Vespa volutina
Lepeletier, 1836 (Hym., Vespidae). Ambas especies de origen oriental, son altamente
peligrosas para los intereses económicos, por lo que en un futuro muy próximo van a
tener que ser incluidas en la lista negra EEI. El ánimo de este estudio es poner en
aviso de su presencia a la comunidad científica.
Dryocosmus kuriphilus ataca diferentes especies de castaños (Castanea spp,
Fagaceae) y a sus correspondientes híbridos. Forma agallas de tonalidad verde-rojiza
en las ramas jóvenes, peciolos y nervio principal de las hojas. Su presencia hace
disminuir drásticamente el vigor del castaño con lo que la producción de castañas
puede disminuir hasta el 80% pudiendo también provocar la muerte del árbol en
ataques muy severos. Por otro lado, este cinípido puede asociarse a patógenos que
pueden provocar también la muerte del castaño.
Vespa volutina tiene una dieta muy variada. Además de las abejas de miel, las cuales
ataca incluso dañando gravemente las colmenas, devora numerosos órdenes de
insectos, especialmente, avispas, moscas, mariposas, orugas y las arañas de las que
se alimentan sus larvas. Los adultos se alimentan sólo de líquidos endulzados
(ambrosía, néctar, miel), pero en el otoño, también de fruta madura como manzanas,
ciruelas, uvas, etc. pudiendo consumir grandes cantidades provocando graves
pérdidas en los huertos.
160
Entomologia Aplicada
Posters
161
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P51
O projecto CABMEDMAC: contributo para o estudo da mosca
do mediterrâneo (Ceratitis capitata Wiedmann)
(Diptera: Tephritidae) na Macaronésia
David J.H. Lopes1, Reinaldo Pimentel1, R. Cabrera2 & António Mexia3
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
[email protected]
2
Universidad de La Laguna, Unidad Docente e Investigadora de Fitopatologia,
Departamento de Biologia Vegetal, Faculta de Biologia, 38206 La Laguna, Tenerife,
Canárias. [email protected]
3
Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Departamento de
Ciências e Engenharia de Biosistemas, Tapada da Ajuda. [email protected]
O CABMEDMAC é um projecto de cooperação entre Açores, Madeira,
Canárias e Cabo Verde destinado a contribuir para o maior conhecimento da
mosca do Mediterrâneo (Ceratitis capitata Wied) Macaronésia através do
estudo da sua bioecologia, das taxas de infestação dos frutos o que permitirá
desenvolver medidas de combate a esta importante praga dos frutos frescos,
de reduzido impacto ambiental, através da luta autocida e testagem de
extratos de plantas bioativas.
Os trabalhos de investigação actualmente em curso envolvem: i) a
monitorização dos adultos de C. capitata, nas áreas de maior abundância
desta praga, através de armadilhas Tephri; ii) a determinação das taxas de
infestação nos frutos recolhidos dos diferentes hospedeiros.
Os trabalhos de campo nas Regiões envolvidas tiveram início em Março de
2011, e nos trabalhos entretanto já realizados em Cabo Verde, há a destacar
uma intensidade elevadíssima de infestação por Batrocera invadens Doew,
Tsuorita & White, o que constitui um risco potencial elevadíssimo da sua
introdução para toda a Macaronésia e para a Europa.
162
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P52
Inimigos naturais de Monochamus galloprovincialis (Coleoptera:
Cerambycidae), vetor do nemátode da madeira em Portugal
Ricardo Petersen-Silva1, 2, Pedro Naves1, Edmundo Sousa1
& Juli Pujade-Villar2
1
Instituto Nacional de Recursos Biológicos – Unidade de Silvicultura e Produtos
Florestais – Quinta do Marquês, 2780–159 Oeiras, Portugal. [email protected];
[email protected]; [email protected]
2
Departament de Biologia Animal, Facultat de Biologia, Universitat de Barcelona,
Avda. Diagonal 645, 08026, Barcelona, Spain. [email protected]
Monochamus galloprovincialis (Olivier) é o vetor de um dos principais
agentes de declínio das florestas a nível mundial, o Nemátode do Pinheiro
Bursaphelenchus xylophilus (Steiner & Buhrer), um organismo de
quarentena detectado em Portugal em 1999. Ao longo dos anos têm sido
estudados e desenvolvidos diversos meios de luta contra este inseto,
nomeadamente luta química e biotécnica. O uso de inimigos naturais para
controlar as populações deste inseto seria uma opção interessante e
inovadora, pelo que se iniciaram estudos acerca destes agentes em Portugal e
no mundo. De entre os principais inimigos naturais a nível mundial
destacam-se os parasitóides (Hymenoptera), com um total de 12 espécies de
Ichneumonidea associados a este cerambicídeo a nível mundial, das quais
quatro Braconidae e um Ichneumonidae foram recentemente detectadas
associadas a este inseto no nosso país: Atanycolus denigrator (Linnaeus),
Atanycolus ivanowi (Kokujev), Cyanopterus flavator (Fabricius), Doryctes
striatellus (Nees) (Braconidae), and Xorides depressus (Holmgren)
(Ichneumonidae). De entre estas, C. flavator apresenta-se como a espécie
com maior potencial para ser aplicada num futuro programa de controlo
biológico contra M. galloprovincialis. Outros agentes de controlo deste
inseto incluem o fungo Beauveria bassiana (Balsamo) Vuillemin, e algumas
espécies de Pica-Pau. Tanto o papel como a importância destes agentes são
discutidos no presente trabalho.
163
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P53
Avaliação da fauna auxiliar em olivais biológicos e olivais
intensivos do Alentejo
Manuel Patanita1, Cláudia Gonçalves 1, Rita Teixeira2 & Maria Isabel Patanita1
1
2
Escola Superior Agrária de Beja, Apartado 158 7801-902 Beja.
Instituto Nacional de Recursos Biológicos, Unidade de Investigação de Protecção de
Plantas (UIPP), IP / L - INIA, Edificio 1 – Tapada da Ajuda, 1349-018 Lisboa.
O olival tem no Alentejo uma enorme importância sócio-económica. Nesta
cultura existe um grande número de artrópodes auxiliares que podem limitar
o desenvolvimento das pragas e que interessa valorizar.
Neste sentido, procedeu-se na região do Alentejo ao levantamento da
entomofauna auxiliar em quatro olivais, das variedades Cordovil e
Arbequina, três situados no Concelho de Serpa e o outro no Concelho de
Moura, sendo dois deles tratados segundo as regras do Modo de Produção
Biológico e um dos intensivos foi tratado segundo o Modo de Produção
Integrada, com o objetivo de fazer uma análise qualitativa e quantitativa da
fauna auxiliar e dos fitófagos capturados nas quatro parcelas. O método de
captura utilizado foi a técnica das pancadas em 20 árvores, dois ramos por
árvore, tendo sido realizadas cinco amostragens de Abril a Novembro.
No olival biológico o número de insectos auxiliares é significativamente
superior ao número de insectos benéficos dos olivais intensivos, verificandose no entanto também diferenças entre o número daqueles que foram
capturados no olival seguido em modo de Produção Integrada.
164
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P54
Monitorization of the drywood termite Cryptotermes brevis
infestation in the Azorean Palaces
Nuno Bicudo da Ponte1, Filomena Ferreira1, Annabella Borges1, Orlando M.L.F.
Guerreiro1, Maria Teresa Ferreira1,2 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological Research
& Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos Açores,
9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
2
Fort Lauderdale Research and Education Center, University of Florida, Institute of Food and
Agricultural Sciences, Fort Lauderdale, FL, USA.
Cryptotermes brevis is the most damaging drywood termite and a serious urban
pest worldwide. It is now present in the Azorean archipelago in the islands of
Terceira, S. Miguel, Faial, Santa Maria, São Jorge, and more recently, on the
island of Pico. This species is responsible for damaging important heritage
buildings in the major cities of the archipelago.
Due to the importance of these patrimonial buildings we performed a detailed
monitorization program during the last two years. The monitored buildings were
Palácio dos Capitães Generais in Angra do Heroísmo (Terceira); Palácio da
Conceição and Palácio de Sant’Ana, in Ponta Delgada (S. Miguel). The
monitoring process consisted of a close survey of roofs, furniture, windows and
doors, and other elements composed of wood in all of the palace’s rooms. During
the survey the main signs of termite presence were spotted. These consisted of
fecal pellets, wings, kick-out holes and damaged wood.
We found that there is a severe infestation in the roof of Palácio da Conceição and
a moderate infestation in some window frames and baseboards. Winged
dampwood termites, Kalotermes flavicollis, were also found, but no infestation
was located.
In Palácio de Sant’Ana, there is a slight infestation in a door frame and in Palácio
dos Capitães Generais a minor attack in some window frames and doorways was
found. We also detected a moderate infestation of Kalotermes flavicollis in a
balcony of the Palácio dos Capitães Generais.
Based on the results of this study we strongly advocate the careful monitoring of
all the public buildings in the main infested towns of Azores.
This work was financed by DRCT - M221-I-002-2009 TERMODISP.
165
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P55
A Térmita de Madeira Seca Cryptotermes brevis (Isoptera) nos
Açores: dois anos de monitorização nas maiores cidades do
arquipélago
Orlando M.L.F.Guerreiro1, Annabella Borges 1, Filomena Ferreira1, Nuno
Bicudo1, Maria Teresa Ferreira1,2, Lina Nunes1,3, Rita São Marcos1,4, Ana M.
Arroz1,4,Rudolf H. Scheffrahn1,2 & Paulo A.V. Borges1
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos
Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal. [email protected]
2
Fort Lauderdale Research and Education Center, University of Florida, Institute of Food and
Agricultural Sciences, Fort Lauderdale, FL, USA.
3
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Timber Structures Division, Lisboa, Portugal
4
Azorean Biodiversity Group (CITA-A), Universidade dos Açores, Dep. Ciências Educação,
9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
A térmita de madeira seca das Índias Ocidentais Cryptotermes brevis é uma espécie
de ampla distribuição (trópico - cosmopolita) e é originária do Chile e do Peru. A sua
presença nos Açores é conhecida desde 2000, ocorrendo em seis das nove ilhas, e é
considerada a mais grave praga urbana no arquipélago. Em 2010 foi implementado
um programa de controlo e monitorização da praga, abrangendo as ilhas do Pico,
Faial, S. Jorge, Terceira, Santa Maria e S. Miguel.
A monitorização e controlo foram realizados em diversos edifícios nas ruas das
localidades afectadas, utilizando-se armadilhas cromotrópicas colantes que foram
colocadas em locais iluminados (clarabóias, janelas e luz artificial) para captura de
alados de térmitas. A abundância foi estimada através da contagem dos indivíduos
capturados e analisada com o auxílio de um Sistema de Informação Geográfica. De
acordo com a abundância e a capacidade de voo da espécie, obteve-se um mapa das
áreas mais infestadas e com maior risco de infestação.
Verificou-se que as zonas com maior nível de infestação são Angra do Heroísmo e
Ponta Delgada, nas partes centrais e históricas dessas cidades. Ao longo do processo
de monitorização realizada em ambas as cidades registou-se um aumento das
capturas, bastante mais significativo em Angra do Heroísmo.
Face aos resultados apresentados é aconselhada a implementação de um Plano
Integrado de Gestão da Praga para controlar e evitar a sua expansão a outras
localidades.
This work was financed by DRCT - M221-I-002-2009 TERMODISP
166
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P56
Short distance dispersal of Cryptotermes brevis (Isoptera:
Kalotermitidae) alates in the Azores Archipelago
Orlando M.L.F. Guerreiro1, Paulo A.V. Borges1 & João M.T. Ferreira2
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias,
Universidade dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal.
[email protected]; [email protected]
2
Universidade dos Açores, Departamento de Ciências Agrárias, S. Pedro 9700 Angra do
Heroísmo, Azores, Portugal. [email protected]
This study aims to estimate the flight distance potential of the drywood
termite Cryptotermes brevis Walker (Isoptera: Kalotermitidae) in the Azores
urban habitats.
In this archipelago, this species is already considered a major urban pest,
causing significant economical and patrimonial losses. Although some
aspects of this species are already well studied, there are no records for its
flight distance capability. This information will be highly relevant to
understand the potential dispersal rate of this termite within the Azorean
urban areas.
This study was carried out in Angra do Heroísmo in Terceira, the second
most populated island in the archipelago and the most infested by this termite
species. We first determined the border between the infested and the noninfested areas of the city. For this purpose, we made door to door interviews
and contacted the local pest control companies to determine, as accurately as
possible, where C. brevis infestations occurred. With this information, we
placed 10 U.V. lights traps near, but at different distances, from this border.
From this experiment, we were able to establish a lower limit of 100m to the
maximum flight distance of the winged individuals. We found some
evidence for flight distances of up to 196m. This work has also enabled us to
obtain an improved map of the areas of the city infested with C. brevis.
This work was financed by DRCT - M221-I-002-2009 TERMODISP.
167
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P57
Damage and pest status of Epitrix similaris Gentner and Epitrix
cucumeris (Harris), two new potato pests introduced into Portugal
C. Boavida1, R. Delgado1, P. Northing2 & A.G.S. Cuthbertson2
1
INIAV-Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, UIPP, Edifício 1,
Tapada da Ajuda, 1349-018 Lisboa, Portugal. [email protected]
2
The Food and Environment Research Agency, Sand Hutton, York, YO41 1LZ,
England, United Kingdom.
In 2008 consignments of Portuguese tubers presenting an unusual type of
damage were rejected by north European importers. Two flea beetle species
(Epitrix similaris and Epitrix cucumeris) previously unknown in mainland
Europe, were consequently identified in 2009. A project was carried out in
2011 to characterize the injury pattern, host range and to evaluate the threat
represented by these species to potato production in Europe.
Both species cause in potato plants similar types of leaf and tuber injury. The
adults chew holes in the leaves, producing the characteristic “shot-hole”
pattern common to the flea beetles.
The larvae develop on the roots and tuber surface. Three types of tuber injury
were observed: sub-peridermic sinuous tracks (serpentines) most of the time
superficial (1 to 3mm); punctures (splinters) filled with corky black material
penetrating up to 9mm into the tuber; and superficial holes (pits), 1 to 4mm
in diameter, most of the time only shallow.
In experiments with aubergine, Datura stramonium, tomato, potato, sweet
pepper and Solanum nigrum it was found that neither of the Epitrix species
was able to feed or reproduce in sweet pepper. E. similaris had a higher
multiplication rate on S. nigrum and potato than on aubergine, tomato and D.
stramonium, and very low reproduction on tomato. E. cucumeris had a much
higher potential to increase in S. nigrum than in the remaining host-plants,
including potato. This result may partly explain why E. cucumeris, although
present in all Azores Islands, presumably introduced around 1979, has never
been a potato tuber pest.
Research Project financed by The Food and Environment Research Agency (Fera, UK).
168
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P58
Actividade insecticida de macroalgas contra
Phlebotomus perniciosus (Diptera, Psychodidae)
C. Bruno de Sousa1,2,4, L. Custódio2, J. Gomes3, M.O. Afonso4, J. Varela2,
L. Barreira2, L. Dionísio1,3,5 & L. Neto1
1
Universidade do Algarve (UAlg), Campus de Gambelas, 8005-139 Faro, Portugal.
Centro de Ciências do Mar (CCMAR), UAlg, Campus de Gambelas, 8005-139 Faro, Portugal.
3
Centro de Malária e outras Doenças Tropicais, Instituto de Higiene e Medicina Tropical
(IHMT), Universidade Nova de Lisboa (UNL), Rua da Junqueira, 100, 1349-008, Lisboa,
Portugal.
4
Unidade de Ensino e Investigação de Parasitologia Médica (UEI PM), Grupo Entomologia
Médica, Unidade de Parasitologia e Microbiologia Médicas (UPMM/ FCT), IHMT, UNL,
Rua da Junqueira, 100, 1349-008, Lisboa, Portugal.
5
Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM).
2
Pelo seu importante papel como vectores de arboviroses e pela transmissão do
protozoário Leishmania sp., o controlo dos flébotomos é uma questão importante
e essencial no combate de doenças transmitidas por estes dípteros. No entanto, o
controlo dos referidos insectos, com recurso a insecticidas químicos não tem sido
bem sucedido não só pela dificuldade de identificação dos microhabitats em que
se desenvolvem as formas imaturas e adultas, bem como pela dificuldade de
obtenção de produtos activos eficazes. A procura de compostos com actividade
insecticida em vários organismos constitui, desta forma, uma área de pesquisa
fundamental para ultrapassar estas limitações. Os organismos marinhos são
actualmente reconhecidos pela diversidade e variedade de metabolitos secundários
que produzem, constituindo uma nova e interessante fonte de compostos
bioactivos com inúmeras aplicações. Neste sentido, este estudo pretendeu avaliar
a sensibilidade de larvas de Phlebotomus perniciosus a extractos de hexano de 3
espécies de macroalgas do género Cystoseira (C. nodicaulis, C. tamariscifolia e
C. usneoides). Realizaram-se 3 ensaios, tendo sido as larvas submersas em
diferentes concentrações de cada extracto, por períodos de tempo determinados, e
avaliada a mortalidade dos indivíduos após o tratamento. Apesar da variabilidade
observada nos 3 ensaios, verificou-se um efeito positivo do extracto de C.
tamariscifolia na mortalidade larvar. Os resultados obtidos sugerem que as algas
Cystoseira sp. são potenciais fontes de compostos com propriedades insecticidas
com utilidade no controlo de doenças transmitidas por vectores.
169
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P59
The laboratory colony of Phlebotomus perniciosus (Diptera,
Psychodidae) from Instituto de Higiene e Medicina Tropical,
Universidade Nova de Lisboa, Portugal: establishment,
maintenance and application
D.K. Rocha1, C. Alves-Pires2, J. Gomes3, C.A. Bruno de Sousa4,
S. Branco1 &, M.O. Afonso1
1
Unidade de Ensino e Investigação de Parasitologia Médica (UEI PM), Grupo Entomologia
Médica, Unidade de Parasitologia e Microbiologia Médicas (UPMM/ FCT), Instituto de
Higiene e Medicina Tropical (IHMT), Universidade Nova de Lisboa (UNL), Rua da
Junqueira, 100, 1349-008, Lisboa, Portugal. [email protected]
2
UPMM/FCT, IHMT, UNL
3
CMDT, IHMT, UNL
4
Universidade do Algarve, Portugal.
There are five phlebotomine species known in Portugal: Phlebotomus papatasi
(Scopoli, 1786), P. Sergenti Parrot, 1917, P. perniciosus Newstead, 1911, P.
ariasi Tonnoir, 1921 and Sergentomyia minuta (Rondani, 1843). P. perniciosus
and P. ariasi are proven vectors of Leishmania infantum, the protozoan of human
and canine leishmaniasis. Females of P. perniciosus have been captured infected
with L. infantum in Trás-os Montes and Alto Douro, in Lisbon and Algarve
region. To date, this sand fly species is the most widespread vector due to the
bioclimatic characteristics.
The colony of Phlebotomus perniciosus IHMT / UPMM / UNL was established in
mid-1990´s, by Researcher and phlebotomine sand fly specialist Carlos AlvesPires. The specimens were originated from Spain and supplied by the eminent
Scientist Professor Dr. Robert Killick-Kendrick. To date, this is the first
successful colonization of sand flies for consecutive generations in Portugal.
Sand flies require laborious rearing and maintenance laboratory methods, but over
the years the colony has been successfully maintained by researchers and
technicians who ensure the availability of these insects for teaching and research.
The aim of this work is to report the main rearing methods, namely safety,
hygiene, physical, environmental and biological control, equipments, maintenance
of adults and immature stages, and different types of food.
This colony is used in: insecticide-repellent bioassay tests; experimental
infections; molecular studies; laboratorial classes; students training; sending of
specimens to national and international Teaching and Research Institutions.
170
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P60
Los insectos fuente de inspiración para la moda
Marina Blas1 & Jesús Del Hoyo2
1
Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de Barcelona
Diagonal 645. 08028 Barcelona. [email protected]
2
Departamento de Diseño e Imagen, Facultad de Bellas Artes, Universidad de
Barcelona
Pau Gargallo, 2-8, 08028 Barcelona. [email protected]
La seda es un producto muy valorado que se obtiene de los insectos (Bombyx
mori y otros lepidópteros). Lucir prendas de seda, era y es signo de riqueza y
opulencia, ya que solo podían permitirse lucirlas las clases altas de la
sociedad, sobre todo en las antiguas culturas.
La tradición de utilizar los insectos como decoración de los textiles se ha
mantenido desde la antigüedad hasta nuestros días con mayor o menor
intensidad según los periodos y los creadores. Transmiten unos valores
emotivos positivos, como belleza, estética, femineidad, libertad, volatilidad,
fragilidad, entre muchos otros. La presencia de los insectos en la moda,
puede recoger aspectos formales y/o morfológicos. En el primer caso, se
tienen en cuenta aspectos plásticos utilizando los insectos como elementos
decorativos, se trata de la pura presencia de los mismos, mientras que en el
segundo caso se reproduce su morfología.
Los lepidópteros son los insectos más utilizados en la moda, aunque también
se utilizan otros grupos. Aproximadamente desde el año 2000, es más
habitual la presencia de insectos en las colecciones de ropa y en vestidos de
fiesta, tanto en prendas de alta costura como de prét-a-porter, moda joven (de
marca ó no). También son utilizados como fuente de inspiración en
complementos: sombreros, zapatos, bolsos, pañuelos, cinturones, guantes,
maquillaje y en especial en joyería.
En esta comunicación se presentarán algunos ejemplos sobre los aspectos
comentados.
171
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P61
Los insectos en los alfabetos
Jesús Del Hoyo1 & Marina Blas2
1
Departamento de Diseño e Imagen , Facultad de Bellas Artes, Universidad de
Pau Gargallo 2-8, 08028 Barcelona. [email protected]
Barcelona
2
Departamento de Biología Animal,Facultad de Biología, Universidad de Barcelona
Diagonal 645. 08028 Barcelona. [email protected]
Una de las representaciones más antiguas de los insectos en los alfabetos o
sistemas de similares funciones, la encontramos en los jeroglíficos de los
egipcios, una escritura simbólico-icónica con un alto valor semántico
asociado en origen al valor establecido con objeto representado. En
manuscritos antiguos, iluminados a mano, los insectos se han utilizado como
ornamentos de los mismos, incluyendo las letras capitales. En épocas
posteriores, en libros y documentos impresos se han seguido utilizando los
insectos como elemento decorativo. Hay una gran variedad de alfabetos con
letras capitales en las que están representados en toda la historia de la
escritura.
Además del valor ornamental de los insectos, éstos pueden sustituir a las
letras en los alfabetos crípticos. En unos casos los insectos se adaptan a la
forma de las letras, mientras que en otros se utilizan partes de los mismos
para representarlas o incluso se realizan composiciones con partes de varios
insectos para representar una letra. En unos casos los insectos son
perfectamente reconocibles y en otros resultan auténticos monstruos o
nuevas especies por describir.
En esta comunicación se hará una breve reseña y repaso histórico por la
utilización de los insectos en los alfabetos, se comentarán algunos de ellos y
se mostrarán ejemplos de los mismos.
172
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P62
Developmental, growth and reproductive costs for C.
undecimpunctata fed on Myzus persicae treated with pirimicarb
and or pymetrozine
Susana Cabral1, António Onofre Soares1,2 & Patrícia Garcia1,2
1
2
CIRN, Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Ponta Delgada, Portugal.
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS).
In order to evaluate the possible impact of pirimicarb and pymetrozine on C.
undecimpunctata populations in IPM programs, this study aimed to
understand the costs of consumption of aphids treated with insecticides on
some biological parameters of 4th instar larvae and adults of the ladybird
beetle. Analyses were conducted for the development, growth, sex ratio and
weight of the adults emerged from the 4th instar larvae fed with insecticidetreated M. persicae. Research was also conducted to analyze the effects of
consumption of M. persicae treated with pirimicarb or pymetrozine on preoviposition period, fecundity and viability of the eggs of adults at two
different stages of sexual maturation.
In general, the analyzed biological traits of larvae and adults after the
ingestion of pirimicarb- and pymetrozine-treated aphids were not
significantly affected by the insecticides, except the fecundity of sexually
mature females that was decreased by the chemical treatments. We believe
that the reduction on the fecundity after the ingestion on insecticide-treated
aphids is probably more than a toxicological side-effect, being also a
behavioral outcome: as the majority (pymetrozine) or all (pirimicarb) the
insecticide-treated prey are dead, C. undecimpunctata females may recognize
the patch as unsuitable for oviposition and thus avoid to lay the eggs.
173
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P63
Bioavailability of heavy metals in soil and pasture in volcanic
environments: Pseudaletia unipuncta (Lepidoptera: Noctuidae)
honest testimony
Patrícia Garcia1,2, Luís Cunha2, André Amaral3 & Armindo Rodrigues2,4
1
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS).
2
CIRN, Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Ponta Delgada, Portugal.
3
CNIO, Spanish National Cancer Research Centre, Madrid, Spain.
4
CVARG, Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos, Ponta Delgada,
Portugal.
In São Miguel Island (Azores, Portugal) volcanic activity is manifested by
the occurrence of soil degassing, hydrothermal vents and gas emissions on
geothermal grounds; consequently, organisms living in such volcanic
environments are chronically exposed to heavy metals being therefore
potential sentinels for the effects of such exposure. Concentrations of Ca, Cd,
Cu, Mg, Mn, Pb, Rb, and Zn were measured in soil, grass (Lolium perenne),
and larvae of Pseudaletia uninpuncta captured in pastures exposed (Furnas)
and non-exposed (Arribanas) to volcanic activity. Morphometry and
apoptosis of the midgut epithelial cells of P. unipuncta larvae were also
analyzed as possible biomarkers of effect. Apoptosis was significantly higher
in cells from digestive epithelium of larvae exposed to volcanic activity,
probably as a cellular response and adaptation of these organisms when
inhabiting active volcanic environments. Larvae from the site with volcanic
activity showed higher levels of Cu, Mn, Rb and Zn, while soils and grass
from pasture not exposed to volcanic activity showed higher levels for most
of the analyzed elements, with the exception of Rb. Such result, when
compared with metal levels of larvae, suggests that the volcanic environment
(characterized by a lower pH and higher temperature) contributes to an
increase in the bioavailability of these elements to the larvae. The high
concentrations of Cd, Mg and Pb and Zn in soil and grass samples from the
site with no volcanic activity could be due to the intensive use of fertilizers,
which are rich in some of these elements.
174
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P64
Parámetros biológicos según la fuente de alimentación de
Xylotrechus arvicola, cerambícido plaga de la vid
A. Rodríguez1, S. Mayo1, O. González1, A. Lorenzana 1, P. Ruíz2, H. de Pedro2, E.
Rivilla2, E. Sánchez3, H. Peláez4 & P.A. Casquero1
1
Departamento de Ingeniería y Ciencias Agrarias. Instituto de Recursos Naturales.
Universidad de León. Avda. de Portugal, 41; 24071 – León, España.
[email protected]; [email protected]
2
Pago de Carraovejas: Finca y Bodega. Peñafiel, Valladolid. España.
3
Ing. Agrónomo.
4
Ing. Agrónomo.
Xylotrechus arvicola (Coleoptera: Cerambycidae, Olivier 1795), es un
coleóptero cerambícido cuya presencia se hizo notable desde finales de los
años 90 en viñedos de Castilla y León, La Rioja, Castilla La Mancha y
Navarra, por los daños que causaba a las plantas de vid.
Los síntomas visibles en un viñedo son las galerías producidas por las larvas,
que se observan tras realizar los cortes de poda en seco, y por los orificios de
emergencia de los adultos, circulares y de unos 5 mm de diámetro. Estos
síntomas nos indican que las cepas tienen sus brazos y troncos horadados por
galerías y cámaras pupales que limitan el flujo xilema-floema y disminuyen
la capacidad de resistencia a rotura de estas partes de la planta.
El objetivo de este trabajo es comparar los adultos obtenidos en cría artificial
en condiciones de laboratorio, con los adultos que emergieron a partir de
madera de vid infestada y traída de viñedos situados en comarcas vitícolas de
Valladolid, Zamora y León (Castilla y León, España). Las variables
estudiadas y comparadas han sido: fertilidad, puestas de huevos máximas
diarias y totales, viabilidad de los mismos, mortalidad de larvas neonatas y
longevidad de los adultos. Esto datos se han comparado y discutido con los
resultados obtenidos por otros autores.
Proyecto financiado por el Programa de Desarrollo Rural de Castilla y León – cofinanciado por el
Fondo Europeo Agrícola de Desarrollo Rural (FEADER).
175
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P65
Looking at the fauna present in weeds in order to protect a crop
nearby in relation to pests - a case study for thrips and their
natural enemies in blueberries
David Serra1,2, Célia Mateus1, Isabel M. Calha1 & Elisabete Figueiredo2
1
Instituto Nacional de Investigação Agrária e veterinária, IP (INIAV). Av. da República,
Quinta do Marquês, 2784-505 Oeiras. [email protected], [email protected],
[email protected]
2
CEER. Instituto Superior de Agronomia /UTL. Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa.
[email protected]
The insect fauna associated to blueberries (Vaccinium sp.) is still almost
unknown in Portugal. In order to contribute to the evaluation of the
entomological interaction crop - weeds, for a more efficient crop protection,
thrips (Thysanoptera) and their natural enemies were surveyed, during the
crop flowering period, in a blueberry crop and in the weed flora around it, in
Odemira region (South Portugal). Adults were identified. In the crop, Thrips
sp. individuals were the most abundant, especially T. flavus, followed by T.
tabaci. Other genus detected, but much less represented, were: Aeolothrips
sp., Anaphothrips sp., Ceratothrips sp., Isoneurothrips sp., Melanthrips sp.,
and Tenothrips sp. In relation to the weeds around the field, 18 botanical
species were surveyed, and in most of them Thrips sp. individuals were
detected, but a special attention should be given to Lavatera cretica L.
(Malvaceae), highly infested with T. flavus, followed by Lupinus luteus L.
(Fabaceae), which also hosted a relatively high number of T. tabaci.
However, this weed also contained the highest number of Aeolothrips sp., an
interesting taxa owing to the predation habits of some of its species. Some
taxa present in the weeds were not detected in the crop: Aptinothrips sp.,
Chirothrips sp., Frankliniella sp., Limothrips sp., Odontothrips sp.,
Stenothrips sp. and Tubulifera; their presence was vestigial, with the
exception of Limothrips sp., mostly associated to Poaceae, and Tubulifera
highly associated to Arctotheca calendula (L.) Levyns (Asteraceae). Orius
sp. (Heteroptera) was not detected in the crop or in the weeds.
176
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P66
Eficacia de Sphaerophoria rueppellii (Diptera: Syrphidae) como
agente de control de áfidos en invernaderos de pimiento
Rocco Amorós-Jiménez1, Belén Belliure1, Ana Rosa Moreno Fresneda, Águeda
Pose-Pardiñas1, Alberto Fereres2 & María Ángeles Marcos-García1
1
Instituto de Investigación de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de Alicante, 03690
Alicante, Spain. [email protected]
2
Instituto de Ciencias Agrarias, ICA-CSIC, Serrano 115-bis, 28006 Madrid, Spain.
Las larvas de algunas especies de sírfidos, son importantes agentes naturales de
control, pudiendo reducir las poblaciones de áfidos en muchos cultivos
agrícolas. Sin embargo, comercialmente sólo se dispone de una especie
Episyrphus balteatus (De Geer) que, a pesar de formar parte de la entomofauna
mediterránea, su eficacia no es la deseada en cultivos de invernadero donde las
condiciones de humedad y temperatura son extremas. Además, su liberación en
estado de pupa implica ciertas limitaciones como retener a los adultos en el
cultivo el tiempo suficiente para que maduren sexualmente, se reproduzcan y
realicen la puesta en las plantas infestadas. Debido a esto, ya ha sido propuesto
por otros autores la introducción en estados inmaduros para acortar el comienzo
de la acción depredadora.
En este trabajo probamos la eficacia en campo de Sphaerophoria rueppellii
(Wiedemann), uno de los agentes de control de áfidos más prometedores de
cultivos mediterráneos de invernadero. Larvas de este sírfido fueron liberadas
en el cultivo desde marzo a junio de 2012 en invernaderos comerciales
destinados al cultivo de pimiento y pertenecientes a ‘El Mirador’, Centro de
Demostración y Transferencia Tecnológica ubicado en San Javier (Murcia). El
experimento se llevó a cabo con tres especies de pulgones que son consideradas
en la actualidad plagas importantes del pimiento: Myzus persicae (Sulzer),
Aphis craccivora (Kock) y Macroshipum euphorbiae (Thomas).
Los objetivos fueron: 1) Probar la eficacia de la suelta de larvas de S. rueppellii
en la reducción de las poblaciones de estas tres especies de áfidos y 2) Evaluar
el efecto de la reducción de la infestación en la producción de frutos.
Trabajo subvencionado por AGL2005-01449/AGR (Ministerio de Educación y Ciencia).
177
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P67
Contrasting population growth parameters of the
aphidophagous Scymnus nubilus and the coccidophagous
Nephus reunioni (Coleoptera: Coccinellidae)
I. Borges1,2, J.-L. Hemptinne3 & A.O. Soares1,2
1
CIRN, Department of Biology, University of the Azores, Rua da Mãe de Deus, 13-A,
9501-801 Ponta Delgada, Azores, Portugal.
2
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS).
3
Université de Toulouse - ENFA, UMR CNRS 5174 Évolution et diversité biologique,
BP 22687, F-31326 Castanet-Tolosan, France.
Compared to coccidophagous ladybirds, aphidophagous ladybirds develop
and live faster. They also produce more eggs at a faster rate. As we wanted
to know how these traits influence population dynamics, we have determined
the population growth parameters for the aphidophagous Scymnus nubilus
Mulsant (Coleoptera: Coccinellidae) and the coccidophagous Nephus
reunioni Fürsch (Coleoptera: Coccinellidae) fed Rhopalosiphum padi (L.)
(Homoptera:Aphidoidea) and Planococccus citri (Risso) (Homoptera:
Coccoidea) respectively under controlled laboratory conditions. Net
reproductive rate, intrinsic rate of natural increase, finite rate of increase,
generation time and doubling time of S. nubilus were 563.44±39.02,
0.146±0.002, 1.157±0.002, 43.60±0.48 and 4.75±0.07 respectively. For N.
reunioni the values were 272.91±25.11, 0.088±0.001, 1.092±0.001,
63.91±0.83 and 7.90±0.10 respectively. Significant differences were found
for all the demographic parameters. The aphidophagous species presented
higher mortality early in adult life than the coccidophagous. The
reproductive output of the former rapidly reaches a peak and then sharply
declines while it is regularly distributed throughout adult life in the latter.
Adaptation to the consumption of aphids and coccids evolved several times
throughout the evolutionary history of ladybird beetles. Thus comparing
other species would be valuable to confirm the differences reported here.
178
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P68
Effect of colour on the predatory and flight orientation of
Coenosia attenuata Stein (Diptera: Muscidae)
Raquel Nunes1, Joana Marcelino1, Márcia Matos1, Joana Martins1, Olívia Matos2,
José C. Franco1, Célia Mateus2 & Elisabete Figueiredo1
1
Instituto Superior de Agronomia /UTL. Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa, Portugal.
[email protected]
2
Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária. Av. da República, Quinta do
Marquês, 2784-505 Oeiras, Portugal.
The tiger-fly, Coenosia attenuata Stein, is a polyphagous predator of
economically important insect pests in protected crops which capture their
prey during flight. The effect of prey’s colour in this predator’s attack was
studied in laboratory, using specimens of the vinegar fly, Drosophila
melanogaster Meigen, artificially coloured with red, yellow or green
pigment. In a first stage, pigments were selected taking into account their
adherence to the drosophilids body, the acceptability by the insects and the
maintenance of their flight capacity. Predation assays were conducted, under
controlled conditions, in hyaline transparent plastic cylindrical boxes). In
each replicate, five artificially coloured and five control (natural colour)
vinegar flies were exposed to one tiger-fly female, up to the first predator
attack. No significant differences were detected in the percentage of attacks
to coloured and control prey. Also in laboratory, the flight response towards
different colours was tested in an octagonal arena made by white, green, blue
and yellow or red sticky surfaces. This was performed, by releasing one
tiger-fly female in the centre of the arena and registering in which surface the
predator landed. There was preference towards the white surfaces. However,
no significant differences were found between the number of male and
female tiger-flies weekly captured on blue and on yellow sticky traps, placed
in greenhouse crops.
179
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P69
Mirid species as biological control agents in protected vegetable
crops in the Portuguese Oeste region
Elisabete Figueiredo1, Pedro Carvalho2 & António Mexia1
1
CEER. Instituto Superior de Agronomia /UTL. Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa,
Portugal. [email protected], [email protected]
2
PimentaDaMata, Ilhéus, Bahia, Brasil, [email protected]
In the 90’s three studies were performed on mirids as biological control
agents in protected crops in the Oeste region by the plant protection research
team of ISA.Three species were identified on crops and weeds inside and
outside greenhouses in their immediate vicinity: Dicyphus sp., Nesidiocoris
tenuis (Reuter) and Macrolophus costalis Fieber. For M. costalis only one
specimen was captured. The first species was clearly dominant. Regarding
the former specific identification some difficulties were faced. Nevertheless,
it was identified as D. cerastii Wagner with Prof. Remane (Univ. Marburg)
support based on similarities in morphology and male genitalia. However,
some differences were recorded between these specimens and the holotypes
kept in the Senkenbergs Museum regarding colour and markings on
pronotum and scutellum, especially for specimens captured during spring
which were lighter. In 2006, Sanchez, Martinez-Cascales and Cassis
described the new species D. umbertae Sanchez & Cassis phylogenetically
very close to D. cerastii. The specimens used for the description were
collected in Portugal, in Alentejo, near the Spanish border and in the Algarve
West coast. Although the climates of these regions are different from the
Oeste climate a new hypothesis for the reported differences was held. In fact,
D. umbertae was recently identified observing either some of the previously
prepared genitalia or specimens collected in greenhouses in 2011 and 2012.
The mirid species complex in the Oeste greenhouses is updated due to this
fact and to the biological control releases performed in the last two decades.
180
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P70
Cléridos depredadores en el cultivo de la vid en la región del
Duero
H. Peláez1, E. Sánchez2, P. Ruíz3, A. Rodríguez4, S. Mayo4, O. González4, H. de
Pedro3,E. Rivilla3 & P.A. Casquero4
1
Ingeniero Agrónomo. [email protected].
Ingeniero Agrónomo.
3
Pago de Carraovejas: Finca y Bodega. Peñafiel, Valladolid. España.
4
Instituto de Recursos Naturales. Departamento de Ingeniería y Ciencias Agrarias. Universidad
de León. Avda. de Portugal, 41. 24071 León España.
2
Son diversos los insectos xilófagos cuya presencia en el cultivo de la vid (Vitis
vinifera) puede causar daños con repercusiones nefastas a la producción, en su
cantidad y calidad, así como a la vida útil o productiva de las cepas o plantas.
Entre estos insectos xilófagos plaga, en las condiciones de cultivo de zonas
vitícolas de la región de Duero, en la Meseta Norte de la Península IbéricaCastilla y León, destacan el cerambicido Xylotrechus arvicola (Coleoptera:
Cerambycidae, Olivier 1795) y el bostriquido Sinoxylon sexdentatum
(Coleoptera: Bostrychidae, Olivier, 1790).
En viñedos de la Denominación de Origen Ribera del Duero y de la
Denominación de Origen Toro han sido identificados ejemplares de la especie
Denops albofasciatus (Coleoptera: Cleridae, Charpentier 1825) citado como
depredador del barrenillo de la vid (Sinoxylon sexdentatum), y de Clerus
mutillarius (Coleoptera: Cleridae, Fabricius 1775) citado como depredador
activo de las fases preimaginales de diversas especies de insectos xilófagos.
Otros cléridos capturados, pero de hábitos florícolas, han sido Trichodes
octopunctatus (Coleoptera: Cleridae, Fabricius 1787) y Trichodes leucopsideus
(Coleoptera: Cleridae, Olivier 1795).
Información y datos relevantes de la entomofauna útil que sirven para poder
establecer estrategias de control de los insectos perjudiciales presentes en el
cultivo de la vid, y que estas estrategias sean respetuosas con el medio
ambiente, sin que la calidad y la cantidad de la producción vitícola se vean
mermadas.
Proyecto financiado por el Programa de Desarrollo Rural de Castilla y León – cofinanciado por el
Fondo Europeo Agrícola de Desarrollo Rural (FEADER).
181
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P71
Chrysomphalus aonidum (L.) (Hemiptera, Diaspididae), uma
nova praga potencial dos citrinos em Portugal
C. Soares1, J.E. Fernandes1& J.C. Franco2
1
Divisão de Sanidade Vegetal / Direção de Serviços de Agricultura e Pescas, Direção
Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, Quinta dos Braciais, 8001-904 Patacão.
2
Dep. Ciências e Engenharia de Biossistemas / Centro de Estudos Florestais, Instituto
Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, 1349-017 Lisboa.
A cochonilha Chrysomphalus aonidum (L.), sendo uma espécie polífaga,
assume importância económica sobretudo na cultura dos citrinos. Está
presente em muitas regiões tropicais e subtropicais da América, África,
Bacia do Mediterrâneo, Ásia, Ilhas do Pacífico e Austrália. Na Bacia do
Mediterrâneo, encontra-se referenciada em Marrocos, Argélia, Egipto, Israel,
Turquia, Grécia, Itália e Espanha. Recentemente, foi detectada a sua
presença em Portugal, num pomar de laranjeira-doce, na região de Tavira.
No presente trabalho, apresentam-se resultados de uma prospecção realizada
para avaliar a extensão da sua dispersão nesta região, assim como dados
referentes à sua biologia.
182
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P72
Manejo integrado de T. viridana L. (Lep: tortricidae): propuesta
de umbral de intervención
M. Villagrán, C.A. Antonietty, A. Gallardo, A. Jiménez, F.J. Soria & M.E. Ocete
Lab. Entomología Aplicada. Dpto. Zoología. Fac. Biología. Univ. de Sevilla. Avda.
Reina Mercedes, 6. 41012 Sevilla.
Tortrix viridana L. es uno de los lepidópteros defoliadores más importantes
del género Quercus en la región paleártica. Los daños ocasionados por esta
especie se deben a la larva, la cual se alimenta de las yemas y hojas tiernas, e
incluso come la corteza de los brotes del año, destruyéndolos por completo, y
ocasionando la reducción o pérdida de la cosecha bellotera, principal riqueza
económica que genera el encinar en muchas zonas.
Con el fin de optimizar los tratamientos que habitualmente se efectúan contra
esta especie se ha determinado el correspondiente umbral de intervención
para las poblaciones de larvas. Con ello se pretende mejorar la economía de
la dehesa, haciéndola al mismo tiempo compatible con el necesario cuidado
del medio ambiente.
Se ha establecido una relación estadísticamente significativa entre los niveles
de población larvaria de T. viridana y la producción de bellotas. Esto permite
establecer una equivalencia entre dichos niveles y la correspondiente pérdida
económica. En función de esta relación se proporciona un método sencillo
para el cálculo del umbral de intervención en función del uso particular de
cada finca y los precios de mercado. Este método es aplicable tanto para un
muestreo de larvas de tipo enumerativo como binomial.
183
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P73
Evaluación del nivel de infestación de Xylotrechus arvicola
(Olivier) (Coleoptera, Cerambycidae) en diversas viníferas de
La Rioja Alta
I. Armendáriz1, M.A. Ocete2, M.A. Pérez2 & R. Ocete2
1
Centro de Agricultura Ecológica y de Montaña (CAEM), Instituto Nacional de
Investigación y Tecnología Agraria y Alimentaria (INIA), Ministerio de Economía y
Competitividad. Plasencia (Cáceres).
2
Laboratorio de Entomología Aplicada (Universidad de Sevilla). Sevilla.
Se ha realizado un estudio sobre los niveles de ataque de X. arvicola en
parcelas de viñedo deLa Rioja Alta. Los resultados indican que la plaga ataca
a todas las variedades presentes de vid. El grado de infestación en
Tempranillo es muy superior al registrado en Viura. Este cerambícido, junto
con los hongos de madera asociados, se ha convertido en la principal causa
de muerte de las cepas en esta Denominación de Origen, así como de otras
especies de leñosas de la región.
184
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P74
Padrões de diversidade das comunidades de formigas epígeas
ao longo de um gradiente crescente de
práticas agrícolas no olival transmontano
Sónia A. P. Santos1, José A. Pereira1, António Silva2, Cláudia Gonçalves2 &
M. Isabel Patanita2
1
Centro de Investigação de Montanha, Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de
Bragança, Campus Sta Apolónia, Apt. 1172, 5301-855 Bragança.
2
Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior Agrária, Departamento de Biociências, Rua
Pedro Soares, 7800-295 Beja.
As formigas desempenham um papel de relevo no olival, principalmente
devido à sua abundância, estabilidade das populações e hábitos alimentares.
Neste agroecossistema têm sido estudadas como potenciais agentes de
controlo biológico, e como bioindicadores de condições ambientais. O
objetivo deste estudo foi avaliar os padrões de diversidade da comunidade de
Formicidae ao longo de um gradiente crescente de práticas agrícolas no
olival transmontano. Assim, em Maio de 2011, amostraram-se as
comunidades de formigas em nove olivais, localizados na região de
Mirandela, sujeitos a diferentes tipos de gestão do solo: (i) solo coberto por
vegetação natural, (ii) solo coberto por leguminosas semeadas, (iii) controlo
da vegetação herbácea efetuado por aplicação de herbícidas na linha de
plantação e (iv) solo mobilizado. Em cada olival, foram instaladas 16
armadilhas de queda contendo etilenoglicol, colocadas a uma distância de 50
m umas das outras em quatro filas alternadas na linha de plantação e na
entrelinha. As formigas capturadas foram separadas e identificadas à espécie.
No total dos nove olivais, foram capturados 8200 indivíduos pertencentes a
32 espécies. A abundância de formigas foi superior na linha de plantação do
que na entrelinha, exceto nos olivais onde foram aplicados herbicidas na
linha, cuja abundância foi maior na entrelinha. Estas diferenças não se
verificaram ao nível da riqueza específica, que não registou diferenças
significativas entre linha e entrelinha, mas aumenta gradualmente dos olivais
onde ocorreu aplicação de herbicida para os olivais mobilizados e para os
olivais com cobertura vegetal.
185
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P75
Efeito na sobrevivência, crescimento e reservas corporais de
Episyrphus balteatus (De Geer) (Diptera: Syrphidae) de cinco
espécies da família Asteraceae
Lara A. Pinheiro1, Laura M. Torres2 & Sónia A.P. Santos1
1
Centro de Investigação de Montanha (CIMO), Escola Superior Agrária, Instituto
Politécnico de Bragança, Campus Sta Apolónia, Apt. 1172, 5301-855 Bragança.
[email protected]
2
Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB),
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 5001-801 Vila Real.
A dependência dos sirfídeos adultos por pólen e néctar aumenta o potencial
para o estabelecimento de flores no ecossistema olivícola e, desta forma,
contribui para o incremento da luta biológica contra o algodão-da-oliveira,
Euphyllura olivina Costa. A família das Asteraceae é uma das mais
referenciadas em termos de preferências alimentares por parte dos sirfídeos,
sendo a facilidade de acesso ao recurso floral e a sua fisionomia as principais
responsáveis desta atração. Neste contexto é fundamental esclarecer o efeito
das Asteraceae nas populações de Episyrphus balteatus (De Geer) (Diptera:
Syrphidae) de modo a maximizar a função destes predadores. Com este
trabalho pretendeu-se estudar o efeito de cinco espécies de plantas da família
Asteraceae (camomila romana (comercial), Coleostephus myconis (L.)
Rchb.f., Calendula arvensis L., Crepis vesicaria L., Anthemis arvensis L. )
(1) na sobrevivência, (2) no crescimento e (3) nas reservas corporais de
glicogénio, lípidos e açúcares de E. balteatus. As cinco espécies de plantas
foram expostas à disposição dos indivíduos recém-emergidos (<12horas)
juntamente com água, sendo o controlo mantido apenas com água. O
conteúdo corporal de glicogénio, dos lípidos e dos açúcares foram
quantificados e o crescimento avaliado por meio da medição do
comprimento das asas. C. vesicaria foi o recurso floral mais eficaz em
termos de sobrevivência, seguida da camomila, pelo contrário, os indivíduos
dos ensaios com C. myconis apresentaram menor sobrevivência quando
comparada com as outras plantas.
186
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P76
Phyllocnistis citrella and its parasitoid
Citrostichus phyllocnistoides
in Citrus in S. Miguel Island- Azores
Laura Català1, Laura Tavares2 & Luísa Oliveira3
1
CIRN Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Rua da Mãe de Deus,
9501-801 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, Portugal.
2
Direcção Serviços de Agricultura e Pecuária – Direcção Regional Desenvolvimento
Agrário – Quinta de S. Gonçalo, 9500-343 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.
3
IBB-CBA, CIRN Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Rua da Mãe de
Deus, 9501-801 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, Portugal.
The citrus leafminer (CLM), Phyllocnistis citrella Stainton first recorded at
Azores in 1996 (S. Maria Island) and in 1997 (S. Miguel) has become an
important pest in orchards, backyard gardens and nurseries throughout the
island. In a first survey for biological control agents against P. citrella, no
parasitism was observed in CLM larvae. However, accidentally in 2011 we
detect the presence of Citrostichus phyllocnistoides (Narayanan). In
February 2012, a study was initiated to determine the population fluctuations
of the CLM, and his parasitoid, at three different orchards in S. Miguel
Island. The preliminary results demonstrate that in the survey period
(February to July), two peaks of CLM and C. phyllocnistoides populations
were observed in the growing stage of shoots in Rabo de Peixe and Lagoa.
On the other hand, in Santa Rita the CLM began ten weeks later and show
only one generation. The highest infestation was observed in Santa Rita (1.7
insects/leave) and similar in Rabo de Peixe and Lagoa (1.1). Parasitism
varied with the densities of both parasitoid and host. A 2:10 ratio was
recorded to be an optimal proportion of C. phyllocnistoides to CLM.
187
XV
Co ngresso Ibérico de Entomologia
Entomologia Aplicada
P77
Influence of host stage on Aphaereta ceratitivora van Achterberg
& Oliveira a new parasitoid of Ceratitis capitata (Wiedemann)
from the Azores
Tânia Teixeira1 & Luísa Oliveira2
1
CIRN Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Rua da Mãe de Deus,
9501-801 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, Portugal. [email protected]
2
IBB-CBA, CIRN Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, Rua da Mãe de
Deus, 9501-801 Ponta Delgada, S. Miguel, Açores, Portugal. [email protected]
The species of the genus Aphaereta occurs almost everywhere around the
world. Our study population was collected from two pupae of Ceratitis
capitata (Diptera: Tephritidae), in a total of 12 adults. For the first time, we
evaluated biological and life table parameters of Aphaereta ceratitivora
(Hymenoptera: Braconidae: Alysiinae), in relation to the host stage. All the
life table parameters differ significantly between host stages, revealing that
the second-instar is the more suitable for the development of the parasitoid.
Regarding the temperature effect, the life table parameters are higher at 20ºC
with an exception for the doubling time (DT), which is higher at 25ºC. The
theoretical development threshold was estimated to be 7.0ºC and the number
of day-degrees required for the completed development was 336 Dº for this
gregarious larval-pupal endoparasitoid.
188
Post-Congress Workshops
189
Software Prion - Priority Optimization Analysis
Pedro Cardoso
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade
dos Açores, 9700-042 Angra do Heroísmo, Terceira Açores, Portugal; Finnish Museum
of Natural History, University of Helsinki, Finland. (http://www.ennor.org/)
There are several options to choose priority areas for conservation and the establishment
of wildlife reserves. However, the use of several optimizing methods to achieve specific
objectives (targets) has been increasing in importance and it is the only approach that
allows an objective way of including multiple different objectives in the same
framework, like species occupancy, abundance, implementation costs or reserve
connectivity.
With this workshop we aim to present the tools available with the new software Prion Priority Optimization Analysis, still in development. This software by using genetic
algorithms as an optimization tool, is in most cases more efficient than other similar
software, mainly in more complex situations. Other advantages include the fact that it is
freeware, it does not require additional software and presents a simple graphic interface,
which allows the use by everyone with minimum notions of spatial planning applied to
conservation
Structure: 1. Notions of spatial planning applied to species conservation.
2. Genetic algorithms.
3. How to use Prion.
4. Case studies.
190
Computing functional diversity –
A brief travel in a “burgeoning literature”.
François Rigal
Azorean Biodiversity Group (GBA, CITA-A) and Platform for Enhancing Ecological
Research & Sustainability (PEERS), Departamento de Ciências Agrárias, Universidade
dos Açores, 9700042 Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, Portugal. ([email protected])
Functional diversity has become an essential measure in biodiversity studies. Measuring
functional diversity, however, poses two problems: (1) Which measure I can choose
among the several available in the literature and (2) how can I integrate different types
of variables in a single measurement (e.g. categorical, continuous, chronological)?
With this workshop we aim to present how different type variables can be integrated in
functional measurement (i.e. taking into account the particularities of each of them) and
which similarity/ dissimilarity distances are more appropriate. We also aim to present
the most exhaustive list of functional indices available in the literature and disentangle
which aspect of the functional diversity they reveal, how redundant they are and which
ones may be recommended. This workshop will be based on the most recent literature
published and will be given in English.
This workshop does not aim to explain the theoretical background supporting functional
diversity but aims to give clues to participants to better apprehend functional diversity
measurements.
Basic knowledge in multivariate statistic will be appreciated. Most of the analysis
conducted in this workshop will be implemented within the R programming
environment.
191
192
Lista de participantes
193
194
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Asociación para el Estudio del Medio Subterráneo
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad
Universidad de León
Universitat de Barcelona- Facultat de Biologia
Univerdade dos Açores
GBA, Universidade dos Açores
Universidade de Aveiro
GBA, Universidade dos Açores
Sociedade Portuguesa de Entomologia
Adolfo Cordero
Alberto Sendra
Alejandra García-López
Alfredo Ramírez Hernández
Álvaro Rodríguez
Amanda Freitas Cerqueira
Ana Luísa Coderniz Picanço
Ana Maria Ávila Simões
Ana Sofia Reboleira
Annabella Borges
António Maria A. Bivar de Sousa
GBA, Universidade dos Açores
Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa
Antonio Ramón Ricarte Sabater
Universidad de Oviedo, Cluster de Energía, Medioambiente y Cambio
Climatico
University of Athens
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Dep. Biologia Animal
University of Athens
Museu de Ciències Naturals de Barcelona, Laboratori de Natura
(Zoologia)
Instituto de Productos Naturales y Agrobiología (IPNA-CSIC)
GBA, Universidade dos Açores
António Onofre Soares
Antonio Pedro Crespo
Antonio Ramón Ricarte
Antonio Torralba-Burrial
Artur Raposo Moniz Serrano
Athanasios Mourikis
Berta Caballero-López
Carla Rego
Instituto Superior de Agronomia
Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, IP
University of East Anglia
Carolina Martín Albaladejo
Catarina Reis
Célia Mateus
Christiana Mara de Assis Faria
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Universidad de Granada
Museo Nacional de Ciencias Naturales
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Carmen Zamora Muñoz
Brent Emerson
Aristeidis Parmakelis
[email protected]
António Mexia
[email protected]
[email protected]
Sociedade Portuguesa de Entomologia
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa
António Maria G. Bivar de Sousa
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
e-mail
[email protected]
Instituição
Universidad de Vigo
Nome
195
Instituto de Higiene e Medicina Tropical
Universidade da Madeira
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO). Universidad de
Alicante
CBA/FCUL - CESAM/UA
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de
Alicante
Instituto Superior de Agronomia
Diara Kady Rocha
Dora Aguin Pombo
Estefanía Micó Balaguer
[email protected]
[email protected]
GBA, Universidade dos Açores
Universidade de Vigo
Museu de Ciències Naturals de Barcelona, Laboratori de Natura
(Zoologia)
Empresa Consultora
EUIT Forestal, Universidad Politecnica de Madrid
François Rigal
Genaro da Silva Méndez
Horacio J. Peláez Rivera
Ignacio Arizmendi Romero
Institut de Biologia Evolutiva (CSIC-UPF)
Departamento Ciencia y Tecnología Aplicada. EUIT Agricola -UPM
Universidad del Pais Vasco (UPV-EHU)
Universidad Politécnica de Madrid
Ignacio Ribera Galan
Ildefonso Ruiz-Tapiador
Iñaki Balanzategui Guijarro
Isabel Angulo Ardoy
Glòria Masó Ros
Universidad de Granada
Francisca Ruano
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Universidade de Évora
GBA, Universidade dos Açores
Filomena Ferreira
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Fernando Trindade Rei
Eva Soares Monteiro
GBA, Universidade dos Açores
Centro Iberoamericano de la Biodiversidad (CIBIO), Universidad de
Alicante
Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Enésima Mendonça
Elisabete Figueiredo
Elena Cortés Mendoza
Eduardo Marabuto
Eduardo Galante
GBA, Universidade dos Açores
David João Horta Lopes
[email protected]
Universidad de Granada
Universidad de La Laguna.
Cristina Sanchez Prieto
Universidad Complutense de Madrid
Concepción Ornosa Gallego
David Hernández Teixidor
[email protected]
Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária
Conceição Boavida
e-mail
[email protected]
Instituição
Instituto Politécnico de Beja
Nome
Claúdia da Silva Gonçalves
196
[email protected]
GBA, Universidade dos Acores
Museu de Ciències Naturals Madrid (CSIC)
Dpto. Zoología. Universidad de Granada
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa
Consejo Superior de Investigaciones Científicas
Universidad Autónoma de Madrid
Institut Cavanilles de Biodiversitat i Biologia Evolutiva - Universitat de
València
Universidad de Córdoba
Universidad de Granada
Isabel R. Amorim
Jorge Lobo
Jose Alberto Tinaut
José Carlos Franco
Jose Luis Nieves Aldrey
Jose Martin Cano
Juan Fernandez Haeger
Juan Gabriel Martínez
[email protected]
[email protected]
Instituto dos Museus e da Conservação - LCR José de figueiredo
Instituto de Investigación sobre la Biodiversiadd (CIBIO). Universidad de
Alicante
Universidad Complutense de Madrid
Facultad de Biología, Universidad de Sevilla
Instituto Politécnico de Beja
Escuela Universitaria de Magisterio, Escuni
GBA, Universidade dos Açores
Facultad de Biología, Universidad de Barcelona
Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária
Instituto Politécnico de Beja
Universidade dos Açores
Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Universidade Nova de Lisboa
Universidade Nova de Lisboa
GBA, Universidade dos Açores
Lília Esteves
Maria Dolores Martínez Ibáñez
Maria Elvira Ocete
Manuel J. M. Patanita
Margarita Álvarez Rodríguez
Margarita Florencio Díaz
María del Mar Ferrer Suay
Maria dos Anjos Santos Ferreira
Maria I.abel F. C. Patanita
Maria Luísa de Melo Oliveira
Maria Odete Afonso
Maria Rosa Paiva
Maria Teresa Ferreira
Maria Angeles Marcos García
GBA, Universidade dos Açores
Konstantinos Triantis
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Universidad de León
Universitat de Barcelona
Juli Pujade Villar
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Juan M. nieto Nafría
José Vicente Falcó Garí
[email protected]
Universidade dos Açores
Isabel Marisa Mateus Borges
e-mail
[email protected]
Instituição
Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC)
Nome
Isabel Izquierdo Moya
197
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Facultad Biología, Universidad de Barcelona
Centro de Biologia Ambiental, Faculdade de Ciências de Lisboa
Estación Experimental del Zaidín,Consejo Superior de Investigaciones
Científicas Granada
Universidad deSevilla
Universidad de León
GBA, Universidade dos Açores
GBA, Universidade dos Açores
Universidad de Granada
Universidad Politécnica de Madrid
Marina Blas Esteban
Mário Rui Canelas Boieiro
Milagros Pilar Mier Durante
Nuno Bicudo da Ponte
Orlando M. L. F. Guerreiro
Óscar Mira Pérez
Oscar Rodriguez de Rivera Ortega
Universidad Complutense de Madrid, UCM
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Faculdade Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa
Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Bragança
Sergio Pérez González
Sofia Goncalves Seabra
Sofia Isabel Martins Branco
Sónia A. P. Santos
[email protected]
GBA,Univerdade dos Açores
GBA, Universidade dos Açores
Rosalina M. A. Gabriel
Oxford University
Robert Whittaker
Rui Miguel Ricardo Nunes
[email protected]
Univerdade dos Açores
Reinaldo Pimentel
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Universidad Autónoma de Madrid
[email protected]
Facultad de Biología Universidad de Sevilla
Universidad de la Laguna
Pedro Oromí
[email protected]
Rafael Ocete
Universidad Politecnica de Madrid
Pedro del Estal Padillo
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Pilar Gurrea Sanz
Universidad de León
GBA, Universidade dos Açores
GBA, Universidade dos Açores
Paulo A.V. Borges
Pedro Cardoso
Instituto Superior de Psicologia, MNHN
Paulo A. M. Marques
Pedro Antonio Casquero Luelmo
GBA, Universidade dos Açores
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Patricia Garcia
Paula Cristina Simões
Miguel Villagran Pinteño
Mercedes Campos Aranda
Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém
Maria Virgínia Crespo
e-mail
[email protected]
Instituição
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Nome
Maria Teresa Rebelo
198
Instituição
I.U. CIBIO, Universidad de Alicante
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa
Facultad de Biología. Universidad de Alcalá
GBA, Universidade dos Açores
The Volcani Center
Nome
Valentina Filippini
Vera M. H. L. F. Zina
Vicente M. Ortuño
Virgílio Fernando Ferreira Vieira
Zvi Mendel
e-mail
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
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XV Congresso Ibérico de Entomologia, Universidade dos - CITA-A