UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE ARTE E COMUNICAÇÃO SOCIAL
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
Rosiane Pedro do Nascimento
COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS :
avaliação da coleção didática do curso de Biblioteconomia e
Documentação da UFF, inserida no acervo da Biblioteca
Central do Gragoatá
Niterói
2010
Rosiane Pedro do Nascimento
COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS :
avaliação da coleção didática do curso de Biblioteconomia e
Documentação da UFF, inserida no acervo da Biblioteca
Central do Gragoatá
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado como
requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel
em Biblioteconomia e Documentação, pela
Universidade Federal Fluminense, no 1ª semestre de
2010.
Orientadora: Marília Alvarenga Rocha Mendonça.
Niterói
2010
Ficha catalográfica
N244
Nascimento, Rosiane Pedro do
Cotejo de bibliografias : avaliação da coleção didática do curso
de Biblioteconomia e Documentação da UFF, inserida no acervo da
Biblioteca Central do Gragoatá / Rosiane Pedro do Nascimento. --. 2010.
106 f. : il.
Bibliografia: f. 48-51.
Orientadora: Marília Alvarenga Rocha Mendonça.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biblioteconomia
e Documentação) – Universidade Federal Fluminense, 2010
1. Avaliação de coleção. 2. Biblioteca Universitária. I. Título
CDD 025.1
Rosiane Pedro do Nascimento
COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS :
avaliação da coleção didática do curso de Biblioteconomia e
Documentação da UFF, inserida no acervo da Biblioteca
Central do Gragoatá
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado como
requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel
em Biblioteconomia e Documentação, pela
Universidade Federal Fluminense, no 1ª semestre de
2010.
Aprovada em:
BANCA EXAMINADORA
Profª Marília Alvarenga Rocha Mendonça – Orientadora
Universidade Federal Fluminense
Profª Nanci Gonçalves da Nóbrega
Universidade Federal Fluminense
Profª Sandra Borges Badini
Universidade Federal Fluminense
Niterói
2010
Aos meus queridos pais Pedro e Maria Lúcia,
por todos os sacrifícios que fizeram em nome do meu sonho.
Agradecimentos
A Deus, pela dádiva da vida.
Aos meus pais Pedro e Maria Lúcia, e meus amados irmãos, Francisco e Rose, por
toda paciência e compreensão pelos momentos ausentes.
A minha querida orientadora Marília, pela dedicação e carinho demonstrado não só
nesse momento, mas durante toda o trajeto do curso.
A Renata da Silva Lemos, por ter me ajudado a encontrar o caminho, num momento
de muitas incertezas, é ter sugerido o tema dessa monografia. A Joanilda Maria dos Santos,
por todo o companheirismo e amizade durante a faculdade. E a Luciana Lourenço do
Nascimento Freitas por seu exemplo de pessoa e profissional.
As minhas colegas de turma e hoje amigas Andréia Rezende, Geane Santos e Luciana
Oliveira por terem me ajudado a crescer e me tornar uma pessoa melhor.
As bibliotecárias Sandra Filgueiras e Sônia Maria de Oliveira Castro pela confiado em
mim e por ter permitido por em prática o que aprendi em sala de aula.
Aos professores do departamento de Ciência da Informação da UFF, por todo
conhecimento adquirido nesses quatro anos de faculdade, em especial a profª Marcia Heloísa
T. de Figueredo Lima, pelo disponibilização de informações essenciais para a realização deste
trabalho.
Aos funcionários Admilson (GCI), Wilson(BCG) e Ana Cristina (BCG) pela ajuda e
paciência durante a realização deste trabalho.
A bibliotecária e chefe da BCG Ângela Albuquerque de Insfrán, por seu exemplo de
dedicação e profissionalismo. As bibliotecárias do NDC Sandra Coelho Lopes e Márcia
Silvestre Bastos pela presteza de informações. E as bibliotecárias do PROTEC-BCG Edila,
Leila, Lucyene, Gilda, Durvânia, Eliane pela amizade e aprendizagem.
A todos que passaram na minha vida e, de alguma forma me ajudaram a chegar até
aqui.
LUGAR DE CURA DA ALMA
Inscrição no alto da biblioteca sagrada de Alexandria.
Resumo
Avaliação da coleção didática do curso de Biblioteconomia e Documentação da UFF,
mantida na Biblioteca Central do Gragoatá (BCG), através do método de cotejo de
bibliografias. Tem como objetivo analisar a adequação do acervo da BCG com a Bibliografia
Básica, contida nos planos de curso das disciplinas do curso em questão, e que são oferecidas
pelo departamento de Ciência da Informação da UFF, através de sete quesitos: nível de
cobertura; indicador quantitativo do MEC para Bibliografia Básica; data de publicação;
edição, análise de uso; idioma e análise de conservação. Apresenta resultados apenas
satisfatórios para a maioria dos quesitos avaliados. Finaliza-se com a conclusão dos resultados
por eixos temáticos das disciplinas, e apresenta quadro com os elementos da análise da
pesquisa, que indica à BCG dados para a compra de livros faltantes da Bibliografia Básica,
além de mostrar aos professores a pertinência dos títulos solicitados. Sugere-se uma interação
maior entre professor/biblioteca, almejando melhorar a qualidade da formação de novos
profissionais de informação.
Palavras-chaves: Avaliação de coleção. Cotejo de bibliografia. Bibliografia Básica.
Biblioteca Universitária
Abstract
Evaluation of the course didactic collection of Librarianship and Documentation of
FFU, held at Central Library Gragoatá (BCG) by the method of collating bibliographies.
Aims to analyze the adequacy of the collection of BCG with the Basic bibliography contained
in the plans for ongoing subjects of the course in question and are offered by the Department
of Information Science FFU through seven items: coverage level indicator; quantitative MEC
for Basic bibliography, date of publication, edition, usage analysis, language and analysis of
conservation. Presents satisfactory results only for most items evaluated. Ends with the
conclusion of the results by themes of disciplines, and presents a table showing the elements
of the research analysis, indicates that the BCG data to the purchase of books missing from
the Basic bibliography, and to show teachers the relevance of the requested titles . It is
suggested that a greater interaction between teacher / librarian, aiming to improve the quality
of training for new information professionals.
Keywords: Evaluation of collection. Collation of bibliography. Basic bibliography.
University Library.
Lista de ilustrações
Quadro 1 - Métodos de avaliação, f.16
Quadro 2 - Métodos de avaliação de coleções, f.20
Figura 1 - Cobertura dos títulos da Bibliografia Básica no sistema NDC, f. 35
Gráfico 1 - Cobertura dos títulos da Bibliografia Básica na BCG, f. 36
Tabela 1 - Nível de cobertura dos títulos por disciplina, f.36
Tabela 2 - Análise da Bibliografia Básica pelo indicador do MEC por disciplina, f.38
Gráfico 2 - Quantidade de títulos por data de publicação, f.40
Figura 2 - Quantidade de títulos por edição encontrados na BCG e suas relações com os
solicitados pelos professores na bibliografia indicada, f.41
Gráfico 3 - Quantidade de títulos por idiomas, f.42
Gráfico 4 - Quantidade de títulos por última data de circulação, f.43
Gráfico 5 - Análise de conservação, f.44
SUMÁRIO
Lista de ilustrações .........................................................................................................
8
1
INTRODUÇÃO ..............................................................................................................
10
2
O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES EM
BIBLIOTECAS ..............................................................................................................
12
2.1
A AVALIAÇÃO ..............................................................................................................
14
2.2
AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES ......................................................................................
17
2.2.1
Métodos de avaliação .....................................................................................................
18
2.2.1.1
O método de cotejamento de bibliografias .......................................................................
24
2.3
AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS ..................
26
3
COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS: a pesquisa ..............................................................
30
3.1
A BIBLIOTECA CENTRAL DO GRAGOATÁ .............................................................
30
3.2
OBJETIVOS .....................................................................................................................
31
3.2.1
Objetivo geral ...................................................................................................................
31
3.2.2
Objetivos específicos ........................................................................................................
32
3.3
METODOLOGIA ............................................................................................................
32
3.4
COLETA DE DADOS .....................................................................................................
34
4
APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ........................................
35
4.1
NÍVEL DE COBERTURA ..............................................................................................
35
4.2
INDICADOR DO MEC PARA BIBLIOGRAFIA BÁSICA ........................................... 37
4.3
DATA DE PUBLICAÇÃO ..............................................................................................
4.4
ANÁLISE DE USO........................................................................................................... 40
4.5
IDIOMA DOS TÍTULOS ................................................................................................
41
4.6
EDIÇÃO ...........................................................................................................................
42
4.7
CONSERVAÇÃO OU ESTADO FÍSICO DA COLEÇÃO ............................................
43
5
CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................................... 45
6
REFERÊNCIAS .............................................................................................................
48
APÊNDICE A - Quadro geral de avaliação dos títulos da bibliografia básica ...............
52
APÊNDICE B - Quadro de análise dos títulos por disciplina ..........................................
71
ANEXO A- Extrato do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação ...................
102
39
ANEXO B- Rotina de aquisição de Bibliografia Básica no Sistema NDC ...................... 104
ANEXO C - Organização curricular do curso de Biblioteconomia e Documentação .....
105
ANEXO D - Fluxograma das disciplinas do curso de Biblioteconomia e
Documentação .................................................................................................................
106
10
1 INTRODUÇÃO
Principal insumo de uma biblioteca universitária, a coleção didática é a que apresenta
a maior representatividade dentro dos materiais existentes num acervo. Sua função principal é
atender aos alunos de graduação, dos diferentes cursos de uma universidade. Esta coleção é
formada principalmente, a partir da bibliografia que consta nos planos de curso das disciplinas
oferecidas. Essa lista de títulos é denominada de Bibliografia Básica e em alguns casos, tem
também uma lista de títulos de Bibliografia Complementar.
A biblioteca universitária dever disponibilizar esses títulos de forma a atender
qualitativamente e quantitativamente as necessidades de seus usuários discentes. Sendo assim,
a função de Avaliação de Coleções, é uma forma de analisamos como o acervo de uma
biblioteca se adequa a Bibliografia Básica de um curso.
Esta pesquisa pretende avaliar a coleção didática do curso de Biblioteconomia e
Documentação da Universidade Federal Fluminense (UFF), que se encontra no acervo da
Biblioteca Central do Gragoatá (BCG). Como aluna do curso em questão, pretendo verificar
quais disciplinas são melhores contempladas no acervo desta biblioteca.
Uma das principais motivações dessa pesquisa, é averiguar a falta, ou a pouca
quantidade de exemplares dos títulos indicados, que prejudica a qualidade do ensino e com
essa avaliação, poderemos ver quais disciplinas têm maior ou menor apoio de material
didático.
O trabalho começou então, com uma revisão da literatura dentro da área de
Biblioteconomia sobre a Avaliação de Coleções. O levantamento bibliográfico, demonstrou a
importância de se realizar avaliações, quais os métodos utilizados, e que indicadores são
usados para avaliação de coleções em bibliotecas universitárias. Com isso, definiu-se que para
esta pesquisa o método a ser utilizado será o de cotejo de bibliografias.
O referencial teórico dessa monografia, está no capitulo 2, onde primeiro vemos o
processo de desenvolvimento de coleções. Em seguida, é apresentado a importância de se
realizar avaliações dentro de qualquer organização. Depois, aborda-se a função de avaliação
de coleções. Então, passa-se a estudar os métodos existentes de avaliação de coleções,
relatados em pesquisas e estudos de casos. No item 2.2.1.1, trata-se sobre a utilização do
cotejo de bibliografia como método de avaliação no tipo de biblioteca pesquisada. Para
terminar os estudos sobre avaliação, é abordado a questão de avaliação de coleções em
bibliotecas universitárias, e quais os indicadores apontados como padrão quantitativo de
11
avaliação para Bibliografia Básica, e também como é feita o processo de aquisição dessa
bibliografia na BCG.
No capitulo 3 sobre a pesquisa, é exposto os objetivos e a forma como foi realizada a
avaliação, e quais quesitos analisados. Em seguida, temos a apresentação e discussão dos
resultados.
Finaliza-se o trabalho com a conclusão dos resultados por eixos temáticos das
disciplina, e nos apêndices A e B encontra-se os quadros que forneceram os dados para
análise dessa pesquisa.
12
2 O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES EM BIBLIOTECAS
No inicio da década de 30 do século passado, mais precisamente em 1931, um
bibliotecário indiano, chamado Shiyali Ramamrita Ranganathan, no seu livro Five Laws of
Library Science, criou as cincos leis da Biblioteconomia, que são:
1ª Lei: Os livros são para serem usados
2ª Lei: Cada leitor seu livro
3ª Lei: Cada livro seu leitor
4ª Lei: Poupe o tempo do leitor
5ª Lei: A biblioteca é um organismo em crescimento
Como vemos, as quatro primeiras leis falam, principalmente da relação leitor-livro, ou
como dizemos hoje usuário-livro, mas é na 5ª lei que Ranganathan expressa sua preocupação
com as bibliotecas, e a forma como elas são administradas, pois para ele, “muitos
bibliotecários pareciam mais preocupados com a preservação do que com o uso, assim
perpetuando a imagem do bibliotecário como curador, mais do que a de alguém treinado na
exploração dos recursos bibliográficos”(LANCASTER1, c1988 apud FIGUEIREDO, 1992, p.
187)
Essa preocupação mudaria a partir da década de 50, onde nesse momento o mundo
estava vivenciando a chamada explosão documental e, com isso, os bibliotecários da época
começaram a perceber que já não era possível obter todos os documentos que fossem
produzidos, pois já não tinham condições físicas, materiais, financeiras e humanas para tratálos.
Com isso o processo de “Desenvolvimento de Coleções surge como resposta á
explosão bibliográfica” (MATTOS, DIAS, 2009, p. 41). O processo de Desenvolvimento de
Coleções é definido como:
processo de identificação dos pontos fortes e fracos de uma coleção de materiais de
biblioteca em termos de necessidades dos usuários e recursos da comunidades
tentando corrigir as fraquezas existentes, quando constatadas, o que vai requerer “
constantes exame e avaliação dos recursos da biblioteca e constante estudo das
necessidades do usuário, como de mudanças na comunidade a ser servida.”
(EVANS, 1995 apud VERGUEIRO, 1993, p.16)
O processo de desenvolvimento de coleções é formado por 5 funções: planejamento e
elaboração de políticas; seleção; aquisição; avaliação e desbastamento de coleções segundo as
1
LANCASTER, F. W. If you want to evalute your library --. London: Library Associarion, c1988. p. 8-12.
13
autoras Maciel e Mendonça (2006). Evans (apud VERGUEIRO, 1993), ver o processo de
Desenvolvimento de Coleções de forma sistêmica, formado por subsistemas: estudo de
usuário, políticas de seleção, seleção, aquisição, desbastamento e avaliação. Essas etapas, não
se sobressaem uma às outras, são cíclicas e dependentes do bibliotecário, além da comunidade
onde está inserido, com exceção da etapa de aquisição, que não depende da comunidade, e
sim das formas de aquisição da biblioteca. Vemos que para Evans o bibliotecário é figura
central para execução desse processo, pois ele está no meio desse ciclo, é e o bibliotecário
quem vai decidir a melhor forma de realização do trabalho, pois é a pessoa que possui maior
habilidade técnica para realizar essa tarefa.
Para esse processo, é necessário, em primeiro lugar, realizar um estudo da
comunidade, pois é fundamental conhecer os usuários que utilizarão do acervo, assim como é
importante também conhecer os objetivos da instituição mantenedora, que devem estar
também refletidos nos objetivos da biblioteca. Dessa forma o Desenvolvimento de Coleções
“não é algo que começa hoje e tem um prazo estipulado para o seu término, nem é tampouco,
um processo homogêneo, idêntico em toda e qualquer biblioteca.”(VERGUEIRO, 1989, p.
15), pois dependem do tipo de usuário de cada biblioteca.
Ao realizamos o estudo de comunidade, obteremos subsídios para elaboração de
políticas, com objetivos estabelecidos a longo e curto prazo, facilitando o processo de
planejamento e tomada de decisão (VERGUEIRO, 1989). A política de desenvolvimento de
coleções, contem diretrizes norteadores de todo o processo em questão, que traz consigo os
critérios de realização das outras atividades. Possui na sua estrutura, informações sobre a
instituição mantenedora, seus objetivos e suas metas, informações sobre a unidade de
informação, com dados sobre o tipo de usuários que ela atende, os tipos de coleções
existentes, além de estabelecer quem é ou são os responsáveis pelo processo.
Depois da elaboração da política de Desenvolvimento de Coleções é que as atividades
em si devem ser executadas. A primeira delas é a seleção. Durante muito tempo, essa
atividade juntamente com a aquisição foram as únicas exercidas em bibliotecas. A seleção é
uma avaliação de quais títulos comporão a coleção, de forma quantitativa e qualitativa, e essa
escolha se dá respeitando os objetivos da unidade de informação e as necessidades do usuário.
Selecionar é um ato que é bem feito após anos de prática, pois só o conhecimento da
literatura, não qualifica o bibliotecário para exercer essa função de selecionador. A biblioteca
muitas às vezes estabelece critérios, para ajudar a tomar essa decisão. Esses critérios podem
estar na política de desenvolvimento de coleções ou numa política própria de seleção. Seu
produto final é uma lista de itens, que deve se encaminhado aos responsáveis pela aquisição.
14
A aquisição pode se feita de três maneiras, compra, doação e permuta. Na compra, é
onde se segue o que foi estipulado, na seleção. Nessa etapa é fundamental o conhecimento das
editoras e fornecedores dos materiais selecionados, assim como todo o processo burocrático
que envolve a aquisição em bibliotecas de caráter público, isto é, saber como ocorre a compra
dentro de instituições pertencentes ao governo, como bibliotecas públicas e universitárias. Em
bibliotecas de empresas particulares, essa atividade pode ser mais fácil, mas ainda é
dependente do orçamento destinado a esse setor.
Na doação, é imprescindível que haja também uma seleção do material doado, para
não haver itens que não sejam pertinente ao acervo. Por fim , a permuta é uma troca de itens
com outra instituição, onde uma precisa do material da outra é vice-versa. Nessa situação,
dever se mantido projetos de cooperação entre essas bibliotecas, assim como um bom
relacionamento entre os bibliotecários.
Uma outra etapa é o desbastamento, que apesar de ser fundamental para manutenção
dos espaços físicos, ainda esbarra no problema que muitos bibliotecários tem, de não se
desfazerem dos livros, mesmo que seja para um outro local. O desbastamento consiste em
remanejar itens que não foram usados e/ou muito pouco usados, para outro local, otimizando
assim os espaços. Dentro dessa atividade temos também o descarte que é a eliminação ou
doação desse material. Para realizamos tanto o desbaste e/ou descarte, é necessária a
realização de uma avaliação. Essa avaliação deverá ter critérios que assegurem que os itens
desbastados, realmente não sejam importantes para a instituição.
Agora veremos a função avaliação, de forma um pouco mais extensa que as outras, por
ser o tema alvo da pesquisa.
2.1 A AVALIAÇÃO
Atualmente, em organizações com ou sem fins lucrativos, o ato de avaliar é
imprescindível para averiguar o que foi planejado, está alcançando aos objetivos
estabelecidos. Assim sendo, avaliar é fundamental na rotina das organizações. É uma forma
de garantir que o planejamento está sendo cumprido, já que oferece dados sobre a real
situação da empresa, oferecendo também subsídios para uma mudança organizacional.
As unidades de informação, em destaque as bibliotecas universitárias, devem salientar
em seu planejamento anual essa rotina, pois a avaliação, em bibliotecas, é uma forma de
verificar se os objetivos por elas propostos estão sendo atingidos. Como o objetivo principal
15
de uma biblioteca universitária é prover informação a sua comunidade acadêmica, é
fundamental avaliar essas unidades.
Para ocorrer essa avaliação, que dever ser contínua, é necessário que haja, além de um
planejamento específico para essa atividade, estabelecer medidas de desempenho, padrões e
indicadores, devendo ser apontados de acordo com cada tipo de biblioteca e cada tipo de
avaliação. Almeida (2005) esclarece que:
Em serviços de informação, a avaliação consiste em identificar e coletar dados sobre
serviços ou atividades, estabelecendo critérios de mensuração do desempenho
desses serviços ou atividades e determinando tanto a qualidade do serviço ou da
atividade, quanto o grau de satisfação de metas e objetivos. (p.12, grifo nosso)
Como vemos na citação acima, definir critérios é o primeiro passo para ser fazer uma
avaliação, e que seguir esses critérios é, na verdade, realizar uma pesquisa com “método
cientifico”, como definido por Lancaster (2004), onde se obtém dados que facilitam a tomada
de decisões. Dessa forma avaliação é, em muitos casos, uma pesquisa cientifica interna, ou
seja, realizada dentro da organização, que pode envolver vários fatores internos e/ou externos,
sendo executado ou por profissionais especializados, ou por profissionais da própria
organização. Administrativamente, é recurso utilizado para corrigir ou manter estratégias,
advindo dos objetivos já estabelecidos, que garanta diretrizes confiáveis, para melhorar a
forma de execução do trabalho (MACIEL, MENDONÇA, 2006).
Para Almeida (2005) a avaliação está ligada aos conceitos de eficácia, eficiência e
efetividade, importantes para se garantir a satisfação dos usuários. Nos serviços prestados em
unidades de informação, o foco principal é sempre garantir que as necessidades de informação
do usuário sejam sanadas.
Ter a certeza de que o serviço realizado em bibliotecas é bem executado, significa a
garantia dos objetivos propostos, e torna a avaliação um instrumento importante para a
gerência de bibliotecas. Almeida (2005) nos diz que analisar a eficácia dos serviços é uma
forma de medir se o trabalho é feito, isto é, uma garantia de que o desempenho dos serviços
está de acordo com os planos estabelecidos, e se os resultados foram alcançados. Porém,
quando se procura a eficiência, é preciso verificar se o trabalho é feito como deve ser, ou seja,
se os métodos e os recursos (humanos, financeiros e matérias) estão em sintonia. Com relação
à efetividade temos, além da garantia que os serviços são executados corretamente, o fato da
melhora da qualidade do serviço, que provém da mudança ocorrida dentro do ambiente de
trabalho, com a realização da avaliação. Esses princípios quando avaliados, trazem para a
16
organização, informações sobre os custos-benefícios dos serviços prestados pela unidade de
informação.
Com relação aos motivos de se realizar uma avaliação, uma delas é a redistribuição de
recursos, que envolve pessoas, materiais (desde os de papelaria até os softwares de automação
de serviços), os físicos, ou seja, os espaços utilizados para realização das atividades e,
principalmente, o financeiro que, em muitos casos, é sempre o real motivo da ineficiência dos
outros recursos. Dessa forma, a avaliação dos recursos, é um dos fatores que mais demanda
atenção pois, o avaliador terá na sua mão um perfil dos vários setores da unidade de
informação. Esse tipo de avaliação pode se considerada diagnóstica, isto é, “identificação das
razões da ocorrência de malogros específicos” (LANCASTER, 2004, p.19), pois ela mede
como os recursos estão alocados, e a forma como estão sendo executados, seus êxitos e seus
problemas. Vemos que, assim a avaliação diagnóstica, proporciona informações para o
remanejamento dos recursos, otimizando o ambiente de trabalho, a execução de seus serviços,
o que facilita o atendimento ao usuário.
Os métodos de avaliação são definidos a partir dos objetivos que se pretende alcançar,
mas dois tipos de abordagem estão presentes, juntos ou separadamente, nos métodos
avaliativos da maioria das pesquisas. São os métodos quantitativos, baseados apenas em
dados estatísticos, e os métodos qualitativos que vem das Ciências Socias. O quadro abaixo
nos mostra as vantagens e as desvantagens de cada método:
Quadro 1 – Métodos de avaliação
Vantagens
Abordagem • possibilita a análise direta dos dados;
quantitativa • tem força demonstrativa;
• permite
generalização
pela
representatividade;
• permite inferência para outros contextos.
Abordagem • permite interação;
qualitativa • leva em conta a subjetividade dos sujeitos;
• permite compreender múltiplos aspectos de
programas e atividades;
• permite avaliar resultados difusos e não
específicos.
Desvantagens
• o significado é sempre em detrimento do
rigor matemático exigido pela análise;
• não permite análise das relações;
• os resultados podem ser considerados como
verdade absoluta.
• pode conduzir a uma excessiva coleta de
dados;
• depende de uma capacidade maior de análise
por parte do avaliador;
• exige maior uso de recurso de tempo.
Quadro elaborado a partir de Tanaka e Melo (2001, p.75), citado em Almeida (2005, p.29)
A realização de uma avaliação, seguindo apenas um desses métodos, pode trazer
resultados superficiais pois, se avaliamos apenas através de estatísticas, conforme faz a
avaliação quantitativa, que em algumas unidades de informação é feito com frequência,
deixamos de avaliar a eficiência dos serviços e seu grau de qualidade, esse tipo de avaliação,
só mede os resultados. Se avaliamos apenas qualitativamente, deixamos de conferir o grau de
17
eficácia, já que os resultados só vão medir como os produtos estão sendo bem feitos, deixando
de lado, o atendimento a demanda. Hoje em dia é necessário que a avaliação seja feito,
utilizando esses dois métodos, pois um completa o outro.
Avaliar, em geral, fornece informações da situação em que se encontram as
organizações. Em unidades de informação, não é diferente, porém, a avaliação pode ocorrer,
ou em toda a unidade, ou em parte, também denominada de macro e micro avaliação. Além da
avaliação dos serviços, podemos avaliar também os produtos e os insumos como os livros,
periódicos, multimídias etc. São esses insumos que fornecem o preenchimento da lacuna
informacional dos usuários de serviços de informação. E nessa pesquisa, foi feito um recorte,
onde se avaliará apenas a coleção de livros didáticos, que atende a um público específico, que
são os alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal
Fluminense.
2.2 AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES
Como já vimos as funções que compõem o processo de desenvolvimento de coleções,
são cíclicos, mas a avaliação é uma forma de manutenção das outras funções. Apresenta
dados relativos sobre o estado atual das outras funções e oferece assim, novas diretrizes para
melhorar a rotina de execução das mesmas. Dessa forma, avaliar coleções é vista como um
ato que:
[...]determina o que a biblioteca deveria possuir e não possui, e o que possui mas
não deveria possuir, tendo em vista fatores de qualidade e adequação da literatura
publicada, sua obsolescência, as mudanças de interesses dos usuários, e a
necessidade de otimizar o uso de recursos financeiros limitados. A avaliação de
um acervo, ou de parte dele, pode ser feita com o objetivo de melhorar as políticas
de desenvolvimento de coleções, melhorar as políticas relacionadas com períodos de
empréstimos e taxas de duplicação, ou embasar decisões relacionadas com o uso da
coleção. (LANCANTER, 2004, p.20)
Para se avaliar uma coleção, é necessário ter um plano que estabeleça medidas de
desempenho, padrões ou indicadores de avaliação para efeito de comparação, que devem
seguir objetivos próprios, Guerreiro et al, propõem como objetivos possíveis:
a) Determinar a adequação ou qualidade da coleção relativamente aos usuários;
b) Obter uma compreensão mais exata sobre o campo, profundidade e utilização da
coleção;
c) Obter subsídios para o planejamento da coleção;
d) Retificar inadequações no desenvolvimento do acervo, verificando os pontos
fracos da coleção de modo a favorecê-los nas próximas alocações de recursos;
18
e) Obter justificativa para aumento dos recursos financeiros;
f) Identificar materiais obsoletos ou poucos usados para retirá-los da coleção
(descarte) (1980, p. 218)
Esses objetivos foram estipulados pelos autores há 30 anos, mas continuam sendo as
maiores motivações para a realização de avaliações em bibliotecas, de acordo com a revisão
literária para esta pesquisa, pois, como vemos, atende ainda aos objetivos de muitos serviços
de informação atuais. Após a revisão de literatura para este trabalho, foram encontrados
vários métodos de avaliação, e alguns deles serão apresentados a seguir.
2.2.1 Métodos de avaliação
Os métodos que serão apresentados a seguir foram os utilizados na revisão de
literatura realizada para este trabalho, mas a sem a pretensão de ser exaustiva.
Em Braxton (MAXIMINO2, 2006 apud FARIA et al, 2008, p. 2) “é através de
métodos quantitativos e qualitativos, que a biblioteca deve avaliar o estado das suas coleções
e implantar novos serviços de seleção e de aquisição baseada na análise dos dados obtidos”.
Nesse estudo encontramos os métodos de contrato, que se baseia na questões fundamentais de
Demming (1990), para explicar o como fazer (avaliação), e como o resultado será revertido
em melhoria para a biblioteca. Tem também o método de VOC (voz do cliente), que é na
verdade um estudo de usuário, já que é uma pesquisa de opinião. Outro método é o
mapeamento de processos através da ferramenta SIPOC, que é a avaliação da relação entre os
fornecedores, os insumos, as entradas (recursos, políticas e coleções) e produto resultante. Há
ainda os ciclos de melhoria PDSA(em português planejar, executar, estudar e agir), que se
utiliza assim como nessa pesquisa, o método de cotejo de bibliografias para execução da
avaliação.
Essa pesquisa realizará os três primeiros ciclos do método PDSA, que é o
planejamento, onde se definirá os objetivos da pesquisa e a metodologia, com a definição de
critérios. Na execução, será a avaliação propriamente dita, e o estudo será a aplicação dos
indicadores e a análise dos dados.
2
MAXIMINO, P. M. C. Metodologia para avaliação de colecções: estudo aplicado a uma biblioteca portuguesa.
2006. 234 f. Tese(Doutorado em Biblioteconomia) – Facultat de Biblioteconomia i Documentació, Universitat,
Barcelona, 2006.
19
Por último Faria et al (2008) falam sobre as ferramentas de análise, como gráfico de
setores, histogramas, plot e dispersão,diagrama de causa e efeito, que organiza informações
vindas da técnica de brainstorming, como forma de avaliação de coleções em bibliotecas
universitárias.
Já os autores Guerreiro et al (1980, p.218) afirmam que “avaliar é o processo de
analisar, calcular ou estimar o valor ou a valia de uma coleção em relação à clientela a ser
servida”, e propõem métodos de avaliação quantitativos como:
•
tamanho absoluto da coleção;
•
avaliação da coleção por fórmulas;
•
equilíbrio do assuntos;
•
pedidos não atendidos;
•
empréstimo entre bibliotecas;
•
padrões quantitativos;
•
taxas de crescimento.
Os presentes métodos quantitativos, por serem de medida exata, é mais fácil de ser
utilizar, mas isolados de uma avaliação qualitativa, não produzem resultados de qualidade
para a coleção. Existia no artigo ainda, avaliação de uso da coleção, mas que foi retirado, pois
Lancaster(2004) afirma que é um método qualitativo.
Dentro do artigo de Colleta e Rozenfeld (2007) encontramos também vários
indicadores de avaliação, apontados por diferentes autores nacionais e estrangeiros e estão
listados a seguir :
•
Evans (1972) – acessibilidade; custos; satisfação do usuário; tempo de resposta do
sistema; proporção custo//benefício ; uso.
• Lancaster (1980 apud LUZ3, 1989) : cobertura da coleção, recuperação, rescisão,
esforço despendido pelo usuários, tempo de resposta do sistema, jornada de saída
(output) proporcionada pelo sistema.
• LUZ(1989): critérios de desempenho; opinião dos usuários, utilização das coleções,
disponibilidade das coleções.
Existem outros indicadores, mas o que chama mais a atenção para estes, é o fato de
que de uma forma ou de outra, os critérios são parecidos, o que quer dizer que no Brasil ou
3
LUZ, G. M. S. Bibliotecas universitárias: um modelo de avaliação de desempenho. 1989. Tese (Doutorado) –
Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, 1989.
20
em países estrangeiros, as preocupações sobre os quesitos avaliados em coleções são os
mesmos.
A autora Nice Figueiredo é uma das principais autoras sobre avaliação de coleções no
Brasil. Em seu livro Avaliação de coleções e estudo de usuários de 1979 ela faz uma revisão
da literatura relativa a avaliação de coleção, e sugere vários métodos avaliativos, com a
finalidade da avaliação ser executado, em todo tipo de acervo, ou seja, ser feita a avaliação em
todas as coleções de uma unidade de informação. A partir desses métodos, foi feito um quadro
demonstrativo, para ilustração dessas técnicas, onde foi seguida a numeração e a
hierarquização propostas por Figueiredo.
Quadro 2 - Métodos de avaliação de coleções
1. Métodos de
avaliação de
coleções
1.1. Compilação de estatísticas
1.2. Verificação de listas, catálogos,
bibliografias
1.3. Obtenção da opinião dos usuários
1.1.1. Tamanho bruto
1.1.2. Volumes entrados por ano
1.1.3. Fórmulas
1.1.4. Comparações
1.1.5. Equilíbrio de assuntos
1.1.6. Pedidos não atendidos
1.1.7. Empréstimos entre bibliotecas
1.1.8. Tamanho de excelência
1.1.9. Circulação
1.1.10. Gastos
1.2.1. Catálogos-padrão e listas gerais básicas
1.2.2. Catálogos de bibliotecas importantes
1.2.3. Bibliografias especializadas e listas básicas
de assunto
1.2.4. Listas correntes
1.2.5. Obras de referência
1.2.6. Periódicos
1.2.7. Listas autorizadas
1.2.8. Listas para casos específicos ( ad hoc lists)
1.2.9. Citações
1.3.1. Corpo docente e pesquisadores
1.3.2. Estudantes
1.3.3. O público em geral
1.3.4. Bibliotecários
1.4. Observação direta
1.5. Aplicação de padrões
1.5.1 Medindo a adequação dos recursos totais
(internos e externos)
1.5.2 Capacidade de fornecer um documento
1.5.3 Uso relativo de varias bibliotecas
Quadro elaborado a partir do artigo de Figueiredo (1979)
Por mais exaustivo que tenha sido a revisão de literatura de Figueiredo, e que tenha
fornecido inúmeras técnicas de avaliação, deve ser levando em conta a época no qual foi feita
a revisão pela autora, mas mesmo assim, hoje com sistemas informatizados, e com usuários
21
cada vez mais autônomos e muitas vezes mais exigentes por informação, vemos que muitas
desses métodos ainda são válidos, dentro da atividade de avaliação de coleções.
Nesse estudo, são identificados cinco tipos principais de avaliação:
a) Compilação por estatísticas: é basicamente uma avaliação quantitativa, onde os
dados são o reflexo do acervo em números. A avaliação quantitativa é válida, mas
não se deve apenas ter os dados sobre o acervo senão houver uma análise sobre eles.
b) Verificação de listas, catálogos, bibliografias: é o método utilizado nessa pesquisa,
muitos autores criticam, a fonte de obtenção dessas listas, em muitos casos, se as
listas, bibliografias e catálogos não forem feitos por especialistas respeitados dentro
de sua área, a avaliação perde sua validade. No caso dessa pesquisa, a avaliação
comparará as listas bibliográficas, presentes nos planos de curso das disciplinas
ministradas no curso de Biblioteconomia e Documentação da UFF, com ao acervo
da Biblioteca Central do Gragoáta. O que autores como Lancaster (2004), Carvalho e
Klaus ([199-] apud RIBEIRO, 2002), Cassin et al (2008) afirmam como legítimo
nessa situação, ou seja, tem validade para a pesquisa.
c) Opinião dos usuários: a avaliação é feita pelos próprias usuários do acervo, com a
intenção de averiguar a pertinência da coleção para os usuários, através da própria
opinião deles.
d) Avaliação direta: demanda por parte do avaliador, um conhecimento muito grande
do material a ser analisado, o que traz problemas pelo fato de um único ser, por mais
competente e especializado que seja, ter conhecimento sobre tudo o que é relevante
na sua área.
e) Aplicação de padrões: está sempre ligado aos objetivos da pesquisa, e sua definição,
depende dos resultados do que a unidade de informação considera ideal, ou pelos
menos mínina, no que tange a coleção. Tem-se o problema que em muitas
bibliotecas, esses padrões se tornam em muitos os casos máximos, ou seja, se
esforçam apenas para alcançar o mínimo dos indicadores, o que compromete a
qualidade da coleção (LANCASTER, 1977 apud ALMEIDA, 2005)
Outro autor que fala sobre avaliação de coleção, é Frederic W. Lancaster, em
1977(apud VERGUEIRO, 1989, p. 83) ele propôs como métodos avaliações quantitativas,
qualitativas e fatores de uso.Algumas anos depois, em 2004, ele apresenta os métodos com
mais detalhe, como a seguir:
22
1 )Quantitativos
Tamanho
Crescimento
2 )Qualitativos
Julgamentos por especialistas
Uso de bibliografias como padrão
Bibliografias publicadas
Bibliografias elaboradas especialmente
Análise de uso real (LANCASTER, 2004, p.20)
Com relação aos método de Lancaster (2004), vemos que a avaliação quantitativa, em
bibliotecas é feito através de estatísticas, sendo assim, é de suma importância a biblioteca
possuir formulários estatísticos que reflitam os itens que devam ser mensurados. Alguns
desses itens são: tamanho do acervo, pedidos atendidos e não atendidos, quantidade de
usuários, quantidade de empréstimos, reservas, quantidades de materiais extraviados,
quantidade de itens comprados, permutados ou que foram recebidos por doação, medida de
crescimento de acervo, entre outros.
Ele cita fórmulas que facilitam a avaliação quantitativa. A fórmula de McClellan
(1978), que criou uma fórmula de alocação de recursos financeiros, onde mede o quanto se
dever gastar, para a compra de novos materiais, mas essa fórmula tem um problema, pois
algumas vezes, as variantes da fórmula não traduzem qualidade, ou seja, a fórmula fica
comprometida por causa do volume de materiais irrelevantes existentes numa coleção, que
não foi bem selecionada. E a fórmula desenvolvida por Clapp e Jordan (1965), que fala sobre
tamanho ideal de acervos em bibliotecas universitárias. Essas fórmulas, mesmo sendo
pioneiras na área, em muitos casos não se ajustam as realidade dos acervos brasileiros. Ou,
não avaliam as necessidades dos diferentes tipos de usuários existentes numa mesma unidade
de informação.
Lancaster fala que as medidas de mensuração são métodos de avaliação quantitativos.
Onde há muitos padrões internacionais para se medir a quantidade de volumes por usuário e
em alguns casos se utiliza da medida de “livros per capita”, porém essa avaliação é falha nos
casos em que não se tem medidas estabelecidas de acordo com os objetivos da unidade, pois
pelos mesmos motivos das fórmulas anteriores, não se consegue medir o grau de qualidade
dos materiais.
Entretanto se houver padrões estabelecidos, que tenham foco na qualidade, e na
obtenção de valores sobre as medidas de desempenho, com relação ao crescimento e tamanho
do acervo, é extremante importante a definição desses indicadores, já que possibilita uma
maior precisão no ato de avaliação.
23
Na avaliação qualitativa de coleções, considerado por Lancaster como método
subjetivo, pois depende da percepção das pessoas que fazem a avaliação. Esse método tem
três formas de ser aplicado. No primeiro deles, análise por especialistas, temos como já foi
dito anteriormente, um especialista, que pode ser as vezes muito bem conceituado na sua área,
mas necessariamente, pode não conhecer todos os livros do seu campo de estudo. Além do
mais, além de ter conhecimento sobre o acervo, ele dever conhecer as necessidades dos
usuários. É esse o método mais usado comumente em bibliotecas universitárias e
especializadas, onde há uma verificação direta nas estantes, onde se faz um julgamento de
valor, podendo ser imparcial ou não, dependendo de quem faz essa análise. Ela pode se feita
com especialistas externos ou internos, no caso de bibliotecas universitárias, os professores, e
os funcionários da biblioteca, ou seja, os bibliotecários. Essa análise também é chamada
dentro da literatura de método “impressionista”.
No segundo, uso de bibliografias como padrão, é um método indutivo, que compara
uma lista com o acervo de uma biblioteca, para determinar seu nível de cobertura, isso em
poucas palavras. Também conhecida como cotejo de bibliografias, esse análise, pode ser
realizada com bibliografias prontas, ou seja, através de bibliografias especializadas, em
bibliografias contidas em manuais sobre determinado assunto etc. Em caso de bibliotecas
especializadas, pode ser usado periódicos importantes e bem conceituados, pois neles as
referências são mais atualizados, além de obras de referências.
Essas listas podem ser também elaboradas especialmente para fins de avaliação.
Nesses casos, a lista é elaborada a partir da extração de citações de uma literatura especifica.
Assim, podemos obter o núcleo de um assunto. Esse tipo de avaliação, pode ter problemas
quanto a escolha dos trabalhos onde serão retirados as citações, por causa, da autocitação. As
bibliotecas especializadas são as que melhor fornecem material para esse tipo de avaliação,
pois como seu público é bem específico, suas necessidades também o são.
Na análise de uso, é uma avaliação de como o acervo é utilizado, e tem como objetivo
identificar os pontos fortes e fracos de uma coleção a partir de padrões de utilização,
acarretando mudanças na política de desenvolvimento de coleções, além de identificar
materiais que são poucos utilizados e que precisam ser desbastados.
Existem várias formas de se fazer essa análise, Lancaster diz que uma delas é que o
uso no presente garante uso no futuro, isto é, se um livro é usado hoje, ele tem grandes
chances de ser usado novamente. Para isso é necessário medir seu grau de circulação, isso
poder ser medido através das estatísticas de circulação, verificação da papeleta de data, que
traz informações sobre as datas do seu empréstimo. Há também a possibilidade de se medir o
24
uso por assunto, por tipo de usuário e de material. Podemos fazer também, a análise de uso,
para definir como são utilizados os materiais, por tipo de aquisição, ou seja, verificar o uso
dos materiais que foram comprados, recebidos por doação e permutados.
Avaliar o uso também nos permite ver se a coleção é subutilizada ou superutilizada.
Assim podemos conferir em quais setores da biblioteca devem sofrer mudanças na política de
seleção. Uma classe é subutilizada quando vemos pouco interesse por parte dos usuários, isso
pode ser notado nas estatísticas de circulação, e pode ser causa de vários fatores como um
idioma de pouco domínio dos usuários, livros defasados com relação ao conteúdo
(principalmente livros voltados para as áreas de Saúde e de Ciência e Tecnologia). Já na
superutilização de acervo, temos o problema identificado em Lancaster , como “viés da
estante”, que consiste em o usuário não encontrar na estante o material desejado.
Dessa forma, o método utilizado para esta monografia se baseará no método proposto
por Lancaster, o de cotejo de bibliografia, que será tratado a seguir.
2.2.1.1 O método de cotejo de bibliografias
O método de cotejo de bibliografia é definido como “(...) padrão adotado para
avaliação é algum tipo de bibliografia, que é comparada com o acervo para determinar em que
proporção a biblioteca possui os itens presentes na lista” (LANCASTER, 2004, p.29).
É nos planos de cursos das disciplinas do curso avaliado que encontramos a
bibliografia utilizada para esta pesquisa. Indicada pelos professores, a Bibliografia Básica é
que durante toda a graduação, o reflexo das necessidades informacionais deste momento, pois
como graduandos, precisamos nos guiar por essas listas de livros área que são o suporte para
nossa formação.
Coleção didática é definida por Figueiredo (1991, p. 33 apud VASSALE; FROES,
MARQUES JR, 1992, p.382) como “textos básicos e fundamentais para áreas de assuntos
cobertas pela universidade e dirigida principalmente para os alunos de graduação”. Essa
divisão foi necessária, para pode seguir o cronograma definido para a pesquisa e também por
que, nos dias atuais, obtenção dos outros tipos de coleção como a de periódicos e de
multimídia, é bastante facilitada, com a Internet.
A avaliação por cotejo é capaz de avaliar qualitativamente parte de uma coleção, onde
seus resultados são pertinentes, na medição da qualidade do acervo.
Esse método indutivo de avaliação permite, não só avaliar o nível de cobertura de um
acervo, como também verificar os pontos relativos, como atualização da edição, língua, ano
25
de publicação, tipo de material, tamanho da coleção, o nível de êxito e o malogro do acervo,
além de ajudar outros tipos de avaliação, como a avaliação de uso.
O método de cotejamento já foi utilizado por inúmeras bibliotecas universitárias, entre
o elas o SBU-UFRGS, que se utilizou do cotejo das bibliografias, tendo como objetivos:
• Verificar a disponibilidade dos títulos específicos nos acervos;
• Identificar a demanda potencial por títulos específicos a ser atendida pelas diversas
bibliotecas;
• Diagnosticar a situação dos acervos do SBU-UFRGS;
• Subsidiar a tomada de decisões sobre o investimento dos recursos para compra de
material bibliográfico administrados pela BC. (STREHL, CASTANHO, 2007).
Esta pesquisa auxiliou, com dados para aquisição do acervo e na forma de como
distribuir melhor os livros adquiridos, ou seja, forneceu informações para melhorar a tomada
de decisão.
Temos também os estudos desenvolvidos por Cassin et al (2008), que verificou a
disponibilidade da bibliografia básica, no curso de Engenharia de Produção Mecânica da
EESC-USP. Partindo do pressuposto que o direito há informação é um dos principais direitos
humanos (BRANCO, 1978 apud CASSIN et al, 2008), os autores concluíram que ter acesso a
bibliografia básica, era um direito fundamental do aluno, por isso a avaliação foi a de
verificar o nível de cobertura dos títulos indicados pelo curso pesquisado.
Na pesquisa de Gusmão et al( 2009), o estudo foi o de adequação do acervo da
biblioteca regional de Rondonópolis da UFMT, á bibliografia do curso de História. Foram
utilizados tanto, métodos quantitativos e qualitativos, mas os resultados dessa avaliação são
considerados insatisfatórios, de acordo com os indicadores que eles seguiram. Vassalle, Fróes
e Marques Jr (1992), apresentam de maneira bem didática, as técnicas de avaliação de uma
coleção didática, através do uso do método em questão. Sua avaliação consistia em analisar o
acervo da PUC-MG, é foi usado o sistema MICROISIS, como a recurso tecnológico, para a
computação dos dados.
Em Krzyzanowski e Monteiro (1986), o cotejo de bibliografias, foi necessário para
avaliar o uso da coleção de livros didáticos existentes no acervo. Esse estudo é uma avaliação
da adequação da biblioteca da Faculdade de Odontologia da USP, através da bibliografia de
vinte disciplinas, que foi realizado durante dois anos. Tinha como metas, entre outras coisas,
verificar a correspondência entre a coleção e a bibliografia das disciplinas, avaliar
quantitativamente e qualitativamente o acervo, obter subsídios para melhorar a política de
aquisição.
Com relação a presente pesquisa, o método de cotejo será empregado com as
bibliografias utilizadas nas disciplinas do curso de Biblioteconomia e Documentação,
26
oferecida pelo Departamento de Ciência da Informação da UFF, encontradas nos planos de
curso das disciplinas do 7ª primeiros períodos do currículo vigente do curso de
Biblioteconomia e Documentação, e que são oferecidas pelo mesmo departamento, conforme
dito por Brambilla e Stumpf (2006, p.38.).
Para os cursos de formação superior, o currículo é o documento maior, onde as
disciplinas devem ser encaradas como partes de um todo, e interconectadas para
permitir que se cumpram os objetivos da preparação profissional. A adequação e
atualização das disciplinas podem ser verificadas através da análise dos seus planos
de ensino. Uma das formas de análise é através da adequação, atualização e
relevância das referências indicadas pelos professores
Como vemos na citação acima, é de grande importância avaliar os planos de curso, e
principalmente as bibliografias, pois "o professor , ao indicar uma referências num plano de
ensino, tem como objetivo tanto a formação básica quanto a construção continuada do
conhecimento (BRAMBILLA , STUMPF 2006, p. 38)” e também que “o professor, ao
indicar referências nos planos de ensino, oferece fontes de pesquisa, de direções para
completar a formação, de tal modo que não restrinja os estudos ao que é repassado
unicamente no ambiente formal de aprendizagem.” (BRAMBILLA, STUMPF 2006, p.40.)
As bibliografias atendem a mesmo tempo dois critérios de avaliação qualitativa
proposta por Lancaster (2004), que são Julgamentos por especialistas, já que cada professor é
especialista na sua área de atuação, então conhece bem a literatura do seu campo de estudo, é
Uso de bibliografias como padrão, já que em uma lista bem conceituada, que foi feita para um
fim específico, nesse caso o de guiar as leituras do corpo discente de uma universidade.
Após a escolha do método de avaliação que será utilizado nessa pesquisa é necessário,
definir os indicadores, mas, antes se faz necessário definir qual tipo de biblioteca que vai ser
avaliada, pois é a partir dos objetivos da biblioteca, da comunidade a qual está inserida e do
seus usuários reais e potenciais que permitirá definir as medidas de mensuração. Na presente
pesquisa o tipo de biblioteca é a universitária, no caso a BCG, já que ela é a mantenedora da
coleção do curso de Biblioteconomia e Documentação.
2.3 AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
A biblioteca universitária tem como objetivos dar apoio a pesquisa, o ensino e a
extensão. Segundo Russo (2007 apud MATTOS, DIAS, 2009, p. 39) “tradicionalmente,
bibliotecas universitárias tem a missão de prover a infra-estrutura bibliográfica, documentária
e informação para apoiar todas as atividades inerentes a universidade”.
27
Para Lubisco (2002) os objetivos, finalidades e missão de uma universidade
dependem em parte da biblioteca, da mesma forma que os objetivos da biblioteca, dependem
do grau de participação no planejamento na instituição.
Nesse sentido, ao formar e desenvolver a coleção de uma biblioteca universitária,
deve se respeitada as necessidades de seus usuários potencias que são os alunos de graduação
e pós-graduação, professores, funcionários e a comunidade onde está inserida a universidade.
O desenvolvimento dessa coleção tem objetivos distintos dos outros tipos de biblioteca, é por
isso tem também critérios diferentes. Uma coleção a ser desenvolvida em biblioteca
acadêmica deve:
[...]obedece a critérios e princípios dentre os quais destacamos: satisfazer as
necessidades educacionais de todos os segmentos da instituição; assegurar a cada
estudante o acesso a uma variedade de recursos de qualidade, relevantes e atuais;
assegurar o acesso a obras recomendadas pelo professor; manter o equilíbrio
qualitativo e quantidade, entre outros, cujos princípios denotam a preocupação com
a satisfação das necessidades dos usuários. Todos esses processos devem estar
baseadas em uma política formal de DC, para que estes sejam desenvolvidos com
base um plano global preestabelecido que garanta sua continuidade e adequação
necessária, e na qual sejam estabelecidos políticos e diretrizes para seleção e
aquisição de matérias informacionais. (DIAS, PIRES, 2003 apud FARIA et al ,
2008, p.4)
Porém, antes de haver uma preocupação com os acervos universitários por parte das
autoridades, houve a preocupação sobre educação universitária e a qualidade no ensino, com
isso tornou-se necessário uma avaliação institucional. Essa avaliação começou na década de
70, com a avaliação dos cursos de pós-graduação. Foi nessa época, também, que foram
criados, seguindo Miranda (1993), os sistemas de bibliotecas universitárias, entre as décadas
de 70 e 80, onde as coleções passaram a chamar a atenção, muito por causa da atuação da
Assessoria de Planejamento Bibliotecário da CAPES/MEC(1977-1981).
Mas, é no início da década de 90, depois da consolidação da autonomia universitária,
proposto pela Constituição de 1988, que o MEC cria o Sistema Nacional de Auto-avaliação,
denominado PAIUB (Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras).
Porém, no artigo de Barcelos e Gomes (2004), vemos que essa avaliação era desenvolvida
pela própria biblioteca, e não era obrigatória.
Em 1995, o MEC começa então a avaliar as Instituições de Ensino Superior, as
chamadas IES, e passa a definir critérios e padrões, para essa avaliação ocorrer de forma
uniforme. No ano seguinte estabelece que o credenciamento das instituições passa a ter
validade, ou seja, as intuições passariam por novas avaliações regularmente. Mas foi somente
em 2002, com a criação Comissão de Avaliadores, que a avaliação passa a ser in loco, isto é,
28
uma comissão de especialista, nomeados pelo MEC, passa a visitar as instituições, com a
finalidade de credenciar, reconhecer ou rever a autorização dos cursos.
Com a lei 10.861 de 14 de abril de 2004, o MEC cria um novo instrumento de
avaliação, o Sistema de Avaliação dos Cursos de Graduação, mas a principal mudança foi que
a responsabilidade por esse novo instrumento deixa de pertencer a Secretaria da Educação
Superior (SESu) e passa ás mãos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(INEP). Barcelos e Gomes (2004) dizem que os “principais componentes de avaliação são o
ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão
da instituição, o corpo docente e as instalações”.
Para Oliveira (2002, p.207) “avaliar e ser avaliado é condição de sobrevivência em um
novo mercado educacional cada vez mais competitivo”. Com isso, esse novo sistema de
avaliação, é consistido por dois métodos, um é o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (Enade), feito pelos alunos de graduação no começo e no fim do curso, e pelas
vistas in loco a instituição. Com relação a essas visitas, os avaliadores, possuem instrumento
de avaliação com indicadores para cada tipo de avaliação. Os tipos de avaliação são para
autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento.
Nesses instrumentos, alguns itens são com relação à avaliação de bibliotecas, é dentro
da avaliação de bibliotecas, temos o item Bibliografia Básica. No caso da pesquisa a avaliação
utilizara is critérios do instrumento de renovação de reconhecimento.
O instrumento de reconhecimento é válido pela portaria no-1.081, de 29 de agosto de
2008(Anexo A). Nele contém os itens que serão avaliados, mas é no manual Instrumento de
avaliação dos Cursos de graduação, que é datado de setembro de 2008, onde se tem os
indicadores para os valores quantitativos de Bibliografia Básica, apresentados a seguir:
3.3. Livros – Bibliografia Básica.
Conceito referencial mínimo de qualidade:
Quando a bibliografia básica atende aos programas de todas as disciplinas / unidades
curriculares* do curso, na proporção de um exemplar para oito (8) alunos
previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica
(mínimo de três (3) títulos), e está atualizada e tombada no patrimônio da IES.
(BRASIL, 2008, p. 16)
Vemos que avaliar a Bibliografia Básica dos cursos de graduação, é um importante
fator de análise da qualidade do ensino nas universidade do país. Porém, definir quantidade
mínima de exemplares para bibliotecas universitárias, não é algo fácil. A esse respeito, o
29
artigo apresentado no 15ª SNBU4, por VILELA et al(2008) vemos que mesmo tendo sido
estabelecidas diretrizes pelo MEC, nas políticas de Desenvolvimento de Coleções não há esse
indicador na maioria da bibliotecas universitárias do país. Na verdade, muitas bibliotecas
sequer têm uma política formal estabelecida, o que agrava o planejamento de recursos dessas
unidades de informação.
Vemos que a realidade de muitas bibliotecas universitárias é muito diferente do que
seria ideal de acordo com o MEC, muitas vezes pela falta de recursos destinados a Educação e
principalmente as bibliotecas.
Na BCG, foco deste estudo, a compra de livros de bibliografia básica está ligada desde
2004 ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que tem como objetivos “dotar as
bibliotecas
de
acervo,
instalações
e
equipamentos
adequados
e
atualizados”
(UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENESE, [200-]a).
Dentro do PDI, em concordância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), foi
criado o Programa de Bibliografia Básica, que é coordenado pela PROAC(Pró-Reitoria de
Assuntos Acadêmicos), com os seguintes o objetivos:
Disponibilizar nas bibliotecas da UFF o maior número de títulos e exemplares
indicados pelas coordenações de curso a administração das disciplinas a serem
ministradas nos curso de Graduação e Pós-Graduação, de acordo com os Projetos
Pedagógicos dos cursos e os critérios estabelecidos pelos sistemas de avaliações
externos. (BASTOS et al, 2009).
Assim, o processo de aquisição estabeleceu diretrizes informais e uma rotina para
realização das compras (Anexo B). Mesmo sendo um processo às vezes demorado, já produz
resultados satisfatórios. Como vimos há a preocupação de suprir às necessidades dos usuários,
com relação as suas necessidades informacionais, principalmente a informação considerada
essencial para os discentes.
Assim sendo, avaliar é uma forma de verificar, se nesses livros estão de acordos com
os “sistemas de avaliações externos” como a própria Bastos et al nos diz, que consideraremos
neste estudo os indicadores estabelecidos para avaliações do MEC.
(...) a biblioteca [é] como uma interface entre os recursos de informação disponíveis
e a comunidade de usuários a ser servida. Portanto, qualquer avaliação a que seja
submetida deve se preocupar em determinar em que medida ela desempenha com
êxito essa função de interface(LANCASTER, 2004, p.2).
Portanto, na pesquisa a seguir, veremos como a BCG atua na sua função de interface.
4
SNBU: Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
30
3 COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS: a pesquisa
A pesquisa se propõe a avaliar a coleção didática da BCG utilizando-se do método de
cotejo de bibliografia. Será utilizada a Bibliografia Básica indicada pelos professores, contida
nos planos de curso das disciplinas que ministram.
As disciplinas a serem avaliadas são as pertencentes ao currículo vigente do curso de
Biblioteconomia e Documentação da UFF, que contem 39 disciplinas obrigatórias, sendo
58,97% de núcleo comum com o curso de Arquivologia, ou seja, essas disciplinas são
obrigatórias nos dois cursos.
Dessa pesquisa serão excluídas as disciplinas externas, ou seja, aquelas oferecidas por
outros departamentos da UFF, assim com as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e
II, que não possuem bibliografia e as do 8° período, pois ainda não foram implantadas. Dessa
forma a pesquisa se utilizará da bibliografia de 30 disciplinas.
Esse novo currículo foi implantado no 1ª semestre de 2007 e as suas disciplinas estão
de acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso de Biblioteconomia e Documentação, que
estão integrados na Resolução CNE/CES 19, de 13 de março de 2002, publicada no Diário
Oficial da União de 19 de abril de 2002 (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE,
[200-]b) . A organização curricular desse novo currículo e o fluxogramas das disciplinas está
nos anexos C e D deste trbalho.
3.1 A BIBLIOTECA CENTRAL DO GRAGOATÁ
A coleção do curso de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal
Fluminense, já percorreu muitos lugares até chegar ao seu destino atual, a Biblioteca Central
do Gragoatá. Até 1972, ela se encontrava em uma sobreloja do prédio da reitoria, localizada
na Rua Miguel de Frias, n° 9, Icaraí, com uma coleção voltada exclusivamente para o curso
em questão. Em 1973 foi incorporada ao acervo da Biblioteca Central do Valonguinho
(BCV), onde ficou até 1980, de onde saiu novamente, agora para o Instituto de Artes e
Comunicação Social (IACS).
Nessa ano,foi inaugurada a Biblioteca do Instituto de Artes e Comunicação Social
(BIA), que contava além do acervo de Biblioteconomia, também com as coleções dos
seguintes cursos:Arquivologia, Cinema, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Artes.
Por volta de 1990, todo o acervo foi transferido, para o 8ª andar do prédio do antigo
ICHF, na praça do Valonguinho,. Para poder ser feita obras de restauração no prédio do
31
IACS. Nessa época era uma das 20 bibliotecas do Núcleo de Documentação –NDC, órgão
centralizador do sistema de bibliotecas da UFF e no ano de 1991, A BIA possuía um total de
6070 livros, 1257 obras de referências, 711 títulos de periódicos, sendo 29 correntes entre 13
nacionais e 16 internacionais, e 679 folhetos, segundo Santos (1992). Esse mesmo autor ,
afirma que 28 % da coleção era relacionada ao curso de Biblioteconomia.
Em 1993 é então criada Biblioteca Central do Gragoatá, seu acervo é formado pela
reunião das coleções originárias das antigas bibliotecas de Educação, Ciências Humanas e
Filosofia, Serviço Social, Letras e Artes e Comunicação Social.
A BCG esta vinculada ao Núcleo de Documentação (NDC-UFF), órgão suplementar,
subordinado à Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROAC), que é responsável pela
coordenação técnica é administrativa do Sistema de Bibliotecas (27), Arquivo Central, Centro
de Memória Fluminense, Laboratórios (2): Reprografia(LARE) e Conservação e Restauração
de Documentos (LACORD), Serviço de Comunicações
oferecer “apoio aos programas
e Protocolos (4). Sua missão é
de ensino, pesquisa e extensão da UFF através do
desenvolvimento de serviços e produtos que atendam às necessidades de informação da
comunidade” (BASTOS et al, 2009).
A BCG é especializada nas seguintes áreas: Antropologia, História, Arquivologia,
Jornalismo, Arte, Letras, Biblioteconomia, Linguagem, Ciência da Informação, Literatura,
Cinema, Política, Comunicação Social, Psicologia, Educação, Publicidade e Propaganda,
Educação Física, Serviço Social, Filosofia, Sociologia, Produção Cultural e Estudos de Mídia.
3.2 OBJETIVOS
3.2. 1 Objetivos Gerais
Avaliar a coleção didática (livros) do curso de Biblioteconomia e Documentação,
localizado na Biblioteca Central do Gragoatá, da Universidade Federal Fluminense, visando
verificar a sua adequação aos usuários.
32
3.2.2 Objetivos específicos
•
verificar os títulos que a BCG possui;
•
verificar is títulos que a BCG não possui;
•
conferir se a quantidade de exemplares disponíveis na coleção atende aos indicadores
do MEC para bibliografia básica;
•
verificar a data de publicação das obras;
•
analisar a edição das obras;
•
verificar os tipos de idiomas indicados;
•
avaliar o estado físico;
• analisar o uso da coleção.
3.3 METODOLOGIA
Para realização dessa pesquisa, o método escolhido, como já falado antes, foi o de
cotejo de bibliografias. É um método qualitativo de avaliação de coleções, que permitirá
comparar a bibliografia básica indicadas pelo curso de Biblioteconomia e Documentação da
UFF, ao acervo da BCG. Sendo considerado as seguintes etapas para a realização da pesquisa.
a) Captação dos Planos de curso e listagem dos alunos matriculados nas disciplinas,
junto ao departamento de Ciência da Informação.
b) Identificação do material didático nos planos de curso;
c) Elaboração das planilhas para análise dos dados (Excel)
d) Preenchimento das planilhas;
e) Consulta ao catálogo da BCG eletrônico e manual para identificação dos itens
selecionados nos Planos de curso;
f) Busca nas estantes dos itens identificados;
g) Análise dos itens, de acordo com os indicadores definidos.
h) Apresentação dos resultados através de gráficos demonstrativos da pesquisa
33
3.4 A COLETA DE DADOS
A primeira etapa da coleta de dados aconteceu junto ao Departamento de Ciência da
Informação da UFF, onde tive acesso ao diário do mês do maio, com a quantidade de alunos
matriculados nas disciplinas, não importando a qual curso pertencia esses alunos, pois como
dito antes, a maioria das disciplinas tem núcleo comum com o curso de Arquivologia,
e
também a maioria dos planos de curso. Alguns planos de curso foram captados diretamente
com alguns professores e outros através de alunos. De posse de todos os planos de curso,
houve uma identificação do tipo de material e foi elaborada uma lista apenas do material
didático, ou seja, apenas de títulos de livros. Dessa análise se obteve 293 títulos indicados,
mas tirando os títulos duplicados, tivemos 205 títulos realmente solicitados.
Após a elaboração da lista, a segunda etapa da coleta de dados foi realizada dentro da
Biblioteca Central do Gragoatá, entre os dias 9 a 18 de junho, primeiro realizando uma
pesquisa ao catalogo on line da biblioteca, onde apenas os livros posteriores a 2000 estão
100% inseridos na base, além também dos livros anteriores a essa data, até a classe 159 do
CDD. Os livros que não foram encontrados, mesmo com data acima de 2000, houve consulta
ao catalogo manual, mas nessa pesquisa, apenas um título foi encontrado.
Depois da verificação da existência dos títulos nos catálogos, partimos para a terceira
etapa, que foi a verificação nas estantes, essa fase ocorreu somente na BCG, mesmo sendo
encontrados alguns títulos em outras bibliotecas do sistema NDC, mas o objetivo dessa
pesquisa, como já dito anteriormente é avaliar apenas a biblioteca mantenedora da coleção do
curso de Biblioteconomia e Documentação, no caso a BCG. Para isso alguns quesitos foram
selecionados para a análise da coleção, adotados nesta pesquisa:
a) Nível de cobertura: nessa avaliação, veremos se a Biblioteca Central do Gragoatá,
disponibiliza os títulos da bibliografia básica, que consta nos planos de curso das
disciplinas do curso de Biblioteconomia e Documentação. Será verificada qual a
proporção de cobertura com relação a cada disciplina e ao todo dos títulos. Será
usado os valores para definir em que escala a cobertura definidos por Krzyzanowski
& Monteiro (1986, p. 285):
•
de 1% a 50% de existência de material bibliográfico recomendado no acervo da
BCG, será considerado insatisfatório;
34
•
de 51% a 75% de existência de material bibliográfico recomendado no acervo
da BCG será considerado satisfatório;
•
de 76% a 100% de existência de material bibliográfico recomendado no
acervo da BCG será considerado ótimo.
b) Indicadores do MEC para bibliografia básica: para o MEC, a disponibilidade
quantitativa de 1 exemplar para 8 alunos de cada turma é referente ao seu padrão
mínimo de qualidade, com isso a analise verá, quais disciplinas possuem maior êxito
em ter seus títulos disponíveis, de acordo com a quantidade de alunos matriculados
c) Data de publicação: nesse item, a avaliação ocorrerá, para verificar a data de
publicação das obras.
d) Edição: com relação a esse item, o interesse para a pesquisa, esta em verificar se há
biblioteca oferece as edições solicitados pelos professores, e qual o nível de
atualização do acervo.
e) Idioma dos títulos : a pesquisa verificará em que porcentagem as bibliografias
recomendam livros em outros idiomas que não o português.
f) Análise de uso: a pesquisa verificará, se os títulos indicados estão sendo usados, na
forma de empréstimo, e qual a assiduidade do uso. Para essa análise o método
complementar ao de cotejo, será o da última data de circulação, dado presente na
papeleta de data, que está presente em todos os exemplares da coleção.
g) Conservação ou estado físico da coleção: neste item será observado o estado de
conservação dos exemplares. Essa análise pretender averiguar como estão
conservados os livros disponíveis para os usuários. Será utilizada a seguinte
atribuição de valores: Ótimo para livros que estejam, em perfeito estado de uso; Bom
para aqueles que apresenta pequenos problemas de uso, e o Ruim, quando a obra não
mais se encontra em condições de uso, pelo péssimo estado de conservação e por
apresentar riscos a saúde do usuário.
35
4 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Os quesitos básicos para a análise da coleção referente á Bibliografia Básica das
disciplinas estudadas no presente trabalho, foram:
4. 1 NÍVEL DE COBERTURA
A avaliação de nível do cobertura do acervo consiste em verificar
em que
porcentagem a biblioteca disponibiliza os títulos indicados pelos professores para os seus
alunos. Na pesquisa serão verificados 205 títulos, sendo que, na análise de disponibilidade dos
títulos em todo o sistema de bibliotecas do NDC, o nível de cobertura dos títulos é de 72,2%,
considerado satisfatório de acordo com Krzyzanowski e Monteiro (1986)(ver página 33).
Porém, 6,3% dos títulos só podem ser encontrados em outras bibliotecas do sistema NDC, e
17, 6% dos títulos podem ser encontrados tanto na BCG quanto nas outras unidades do
sistema, conforme ilustração abaixo:
Figura 1 – Cobertura dos títulos da Bibliografia Básica no sistema NDC
Outras
bibliotecas
do NDC
BCG
99 (48,3 %)
13 (6,3%)
36 (17,6%)
Não encontrados: 57 (27,8%)
Como o objetivo dessa pesquisa é apenas avaliar a coleção da biblioteca mantenedora
da coleção do curso Biblioteconomia e Documentação, temos que, na BCG, apenas 65,9%
dos títulos foram encontrados no acervo, o que equivale a 135 títulos. Sendo assim, 34,1%
não foram encontrados no acervo, e corresponde a 70 títulos.
36
Gráfico 1 - Cobertura dos títulos da Bibliografia Básica na BCG
Com essa porcentagem e usado o indicador já citado, concluímos que a BCG,
disponibiliza satisfatoriamente os títulos da bibliografia básica do acervo em questão.
Com relação à disponibilidade dos títulos por disciplinas, a tabela abaixo nos mostra
que 43,33% das disciplinas, apresentam conceito Ótimo para os títulos indicados, inclusive as
disciplinas História do livro e da Biblioteca, Desenvolvimento de Coleções I e II, Gestão de
Bibliotecas I e Serviço de Referência e Informação I, tem 100% da bibliografia indicada
disponível. Em 40% das disciplinas, apresenta índice entre 51% a 75%, considerado nível
satisfatório de cobertura dos títulos, e para as que apresenta índice até 50% de cobertura,
temos 16,67% das disciplinas, que estão com conceito insatisfatório.
Ótimo
Tabela 1 – Nível de cobertura dos títulos por disciplina
CÓDIGO
DISCIPLINA
Títulos
GCI00144
História do Livro e da Biblioteca
11
Encontrados
11
%
GCI00145
Desenvolvimento de Coleções I
8
8
100%
GCI00134
Gestão de Bibliotecas I
6
6
100%
GCI00131
Serviço de Referência e Informação I
6
6
100%
GCI00146
Desenvolvimento de Coleções II
5
5
100%
GCI00140
Laboratório de Linguagem Documentária Verbal
11
10
90,91%
GCI00125
Metodologia da Pesquisa I
8
7
87,5%
GCI00124
Metodologia da Pesquisa II
13
11
84,62%
GCI00126
Representação da Informação
6
5
83,33%
GCI00133
Introdução á Biblioteconomia
16
13
81,25%
GCI00137
Serviço de Informação para Ciência e Tecnologia
16
13
81,25%
100%
Insatisfatório
Satisfatório
37
GCI00118
Análise de Documentos
9
7
77,78%
GCI00129
Gestão de Unidades de Informação
9
7
77,78%
GCI00143
Indústria Editorial do Livro I
12
9
75%
GCI00138
Laboratório de Representação Notacional I
10
7
70%
GCI00139
Laboratório de Representação Notacional II
10
7
70%
GCI00120
Linguagens Documentárias Notacionais
10
7
70%
GCI00114
Fundamentos Teóricos em Informação I
13
9
69,23%
GCI00142
6
4
66,67%
6
4
66,67%
GCI00136
Laboratório de Representação Descritiva de
Documentos
Normas E Padrões Para Tratamento E
Recuperação Da Informação
Serviço de Referência e Informação II
6
4
66,67%
GCI00135
Gestão de Bibliotecas II
16
10
62,50%
GCI00119
14
8
57,14%
GCI00130
Análise Documentária e Recuperação da
Informação
Aspectos Legais dos Processos Informacionais
7
4
57,14%
GCI00115
Fundamentos Teóricos em Informação II
7
4
57,14%
GCI00132
Ação Cultural em Unidades de Informação
14
7
50%
GCI00128
Políticas Informacionais
4
2
50%
GCI00127
Fontes de Informações Gerais e Especializadas
13
6
46,15%
GCI00121
Preservação e Conservação de Acervos
Documentários
Tecnologias da Informação
11
5
45,45%
10
4
40%
293
210
GCI00117
GCI00123
Total
4. 2 INDICADOR DO MEC PARA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Nessa avaliação foi utilizada o indicador do MEC para bibliografia básica, que
recomenda para cada oito alunos, a biblioteca dever disponibilizar um exemplar para cada
título. Dessa forma, foi verificado a quantidade de alunos matriculados em maio em todas as
disciplinas, depois levantado a quantidade de títulos e de seus exemplares (Apêndice B). A
partir disso, dividiu-se a quantidade de alunos por 8, onde se obteve a quantidade de
exemplares que cada título, por disciplina, tinha para obter o indicador estabelecido pelo
MEC. Nessa divisão foi necessário se utilizar de aproximação matemática para se obter
números inteiros.
Após definido a quantidade de exemplares
que cada titulo deveria ter por
disciplina(coluna 5) para está de acordo com o indicador padrão do MEC, foi realizada uma
consulta nas tabelas do Apêndice B, onde se averiguou quantos títulos possuíam a quantidade
38
de exemplares ideal para atingir esse indicador (coluna 6). Os resultados estão apresentados
na tabela a seguir:
Tabela 2- Análise da Bibliografia Básica pelo indicador do MEC por disciplina
CÓDIGO
DISCIPLINA
Alunos
Títulos
Quantidade
de
exemplares
por títulos
GCI00126
Representação da Informação
43
6
GCI00144
História do livro e da biblioteca
34
GCI00140
Laboratório de linguagem
documentária verbal
Laboratório de representação
notacional I
Laboratório de representação
notacional II
Desenvolvimento de coleções I
GCI00138
GCI00139
GCI00145
GCI00137
5
Quantidade
de títulos
que
possuem a
quantidade
de
exemplares
Indicada
pelo MEC
5
%
83,33 %
11
4
9
81,82%
28
11
4
8
72,73%
10
10
1
7
70,00%
25
10
3
7
70,00%
35
8
4
5
62,50%
24
16
3
10
62,50%
GCI00125
Serviço de informação para Ciência
e Tecnologia
Metodologia da pesquisa II
63
13
8
8
61,54%
GCI00146
Desenvolvimento de coleções II
30
5
4
3
60,00%
GCI00135
Gestão de Bibliotecas II
23
16
3
8
50,00%
GCI00133
Introdução á Biblioteconomia
34
16
4
8
50,00%
GCI00142
Laboratório de representação
descritiva de documentos
Serviço de referência e Informação
I
Serviço de referência e Informação
II
Ação cultural em Unidades de
Informação
Fundamentos teóricos em
Informação II
Indústria editorial do Livro I
31
6
4
3
50,00%
77
6
10
3
50,00%
28
6
4
3
50,00%
72
14
9
6
42,86%
68
7
9
3
42,86%
43
12
5
5
41,67%
GCI00131
GCI00136
GCI00132
GCI00115
GCI00143
GCI00120
66
10
8
4
40,00%
GCI00124
Linguagens documentárias
notacionais
Metodologia da pesquisa I
82
8
10
3
37,50%
GCI00118
Análise de documentos
51
9
6
3
33,33%
GCI00134
Gestão de Bibliotecas I
37
6
5
2
33,33%
GCI00119
Análise documentária e
recuperação da informação
Fontes de informações gerais e
especializadas
Fundamentos teóricos em
Informação I
Gestão de Unidades de Informação
72
14
9
4
28,57%
89
13
11
3
23,08%
74
13
9
3
23,08%
80
9
10
2
22,22%
GCI00127
GCI00114
GCI00129
39
GCI00117
GCI00123
GCI00121
GCI00130
GCI00128
Normas e padrões p/ tratamento e
recuperação da informação
Tecnologias da Informação
Preservação e conservação de
acervos documentários
Aspectos Legais dos processos
informacionais
Políticas Informacionais
65
6
8
1
16,67%
70
10
9
1
10,00%
57
11
7
1
9,09%
64
7
8
0
0
69
4
9
0
0
Vemos na tabela acima que apenas as disciplinas Representação da Informação e
Historia do Livro e da Biblioteca possuem mais de 80% dos títulos com um exemplar para
cada oito alunos matriculados nessas disciplinas. É que 46,67% das disciplinas têm pelo
menos a metade dos exemplares por títulos de acordo com o padrão avaliado. As disciplinas
Aspectos Legais dos Processos Informacionais e Políticas Informacionais são as que tiveram
piores resultados nesse quesito, já que pela análise, nenhum dos seus títulos indicados,
possuem a quantidade de exemplares, adequado a quantidade de alunos que estão
matriculados nessas disciplinas.
Portanto, vemos que a BCG não oferece aos alunos de cada disciplina a quantidade de
exemplares por título, conforme preconiza o indicador do MEC de padrão quantitativo para a
Bibliografia Básica, já que nenhum títulos teve percentual de 100%.
4.3 DATA DE PUBLICAÇÃO
Na análise de data de publicação foi considerado as datas de publicação dos títulos
solicitados pelos professores. Excluem-se na lista os títulos que tinham a mesma data de
publicação, mas se manteve dois ou mais títulos que tivessem duas ou mais datas de
publicação, pois significava que professores distintos indicavam o mesmo título, mas de ano
diferente. Com isso a avaliação ocorreu em 220 títulos.
Neste sentido, a avaliação mostra que os títulos, indicados nessa Bibliografia Básica
na sua maioria, são posteriores ao ano de 2000, ou seja, 41,55% do total dos títulos avaliados
foram publicados nesta primeira década do século XXI. Vemos também que a quantidade de
publicações com data abaixo do ano 2000, apresentam forma decrescente como vemos no
gráfico a seguir, quanto ao número de títulos solicitados.
40
Gráfico 2 – Quantidade de títulos por data de publicação
Considerando-se que a data de publicação não é fator de garantia de qualidade das
obras, pois como a área de Biblioteconomia esta inserida dentro da área de Ciências Socias
Aplicadas, a defasagem de conteúdo nesses casos ocorre de forma mais lenta. Além do mais,
muitos títulos que são considerados clássicos na área, muitos vezes não possuem mais a
publicação de novas edições.
4.4 EDIÇÃO
A análise desse quesito, consistiu em verificar de que forma encontramos na BCG as
edições presentes nas bibliografias indicadas pelos professores. Com a lista dos títulos por
data de publicação do quesito anterior, excluindo os títulos não encontrados na BCG, e
comparando com os itens da coluna Exemplar/Ano/Edição do Apêndice A, conseguimos
montar um quadro com as relações das edições pedidas, com as edições disponíveis na
biblioteca.
41
Figura 2 – Quantidade de títulos por edição encontrados na BCG e suas relações com os
solicitados pelos professores na bibliografia indicada.
Mesma
edição (M)
M- 74(49,3%)
Edição
anterior (A)
M-P
24(16%)
A-M
10 (6,7%)
A-12 (8%)
A-M-P
7(4,7%)
P-18(12%)
A-P
5(3,3%)
Edição
posterior
No total, tivemos 150 títulos analisados, onde 49,3% são referentes apenas a mesma
edição solicitados, o que corresponde a maioria dos títulos verificados. Se avaliamos a
atualidade das edições, nota-se que a BCG tem 54 títulos com edições mais atuais do que as
indicadas pelos professores, e que a porcentagem dos títulos que possuem apenas edições
posteriores é de 8%. Em suma, essa avaliação demonstrou que a BCG tem na sua coleção
edições mais atuais do que as solicitados pelos professores, o que demonstra que os
professores devem acompanhar a reedição dos seus títulos indicados, para atualizar a
bibliografia básica, das disciplinas que ministram.
4.5 IDIOMA DOS TÍTULOS
Apesar de em cursos de graduação a maioria dos estudantes, se utilizaram de livros em
sua língua materna, certos assuntos que são pertinentes ao ensino, não possuem tradução para
o português.
Com isso a avaliação dos idioma das bibliografias indicadas nos mostrou 94,63% dos
títulos indicados é em Língua Portuguesa, ou seja, na nossa língua materna. Das disciplinas,
11 solicitaram livros estrangeiros, onde além do Português, o segundo idioma mais indicado
42
foi o Espanhol com 2,93%, seguido do Inglês, com 1,95%, e por último o Francês, com
0,97%.
Gráfico 3 – Quantidade de títulos por idiomas
Na ilustração acima, visualizamos a quantidade de livros por idiomas. Porém, foi
encontrado na BCG apenas um título de outra língua, em Espanhol. Assim sendo, a cobertura
de livros em outro idioma na BCG equivale apenas a 9,09% dos títulos solicitados pelos
professores em outra língua.
4.6 ANÁLISE DE USO
Mesmo a Bibliografia Básica constante nos planos de curso das disciplinas, onde por
lógica, deveria ser leitura obrigatória para a maioria dos estudantes, muitas vezes seu uso na
biblioteca não é como se espera, por conta da prática de cópia e/ou pela disponibilidade de
alguns títulos na Internet. Porém Lancaster(2004) propõe a avaliação por última data de
circulação, como forma de medir o uso da coleção. Dessa forma, nessa análise utilizou-se das
datas de última circulação dos livros conforme o Apêndice A, onde obtivemos 124 datas de
circulação correspondente há título encontrados na BCG, pois dos 135 títulos encontrados nos
catálogos, onze, não foram localizados nas estantes. Isso proporcionou avaliar que 8,15% dos
títulos, nunca tiverem empréstimo domiciliar, e que no ano corrente é o que se obteve maior
índice de circulação, 58,5%, isto é, mas da metade dos títulos indicados foram emprestados
neste ano.
43
Com isso, notamos que o índice de uso da coleção é muito grande por parte dos
usuários. Portanto, essa avaliação permitir dizer, que mesmo com todos os novos recursos de
obtenção de informação, para muitos estudantes universitários, os livros são sua principal
fonte de informação, já que vemos um alto índice de circulação. A seguir um gráfico com
quantidade das últimas datas de circulação dos títulos por ano.
Gráfico 4 – Quantidade de títulos por última data de circulação
4.7 CONSERVAÇÃO OU ESTADO FÍSICO DA COLEÇÃO
Em uma biblioteca universitária, a conservação das obras é de suma importância. Pois
com escassas verbas para aquisição, preservar e/ou restaurar os livros é a única forma de
torná-lo acessível ao usuário. Porém, o livro que é muito usado, pode acaba se tornando uma
ameaça a saúde dos usuários, já que pode transmitir doenças devido a sua alta rotatividade,
além de que, com o tempo, ele, por si só, se desgasta, principalmente se não houver nenhum
tipo de conservação.
44
Gráfico 5 – Análise de conservação
Com relação a essa pesquisa, vemos no gráfico acima que, dos 666 exemplares
disponíveis, 40% dos exemplares foram considerados em Ótimo estado de conservação, ou
seja, 266 exemplares; em Bom estado, 24%, o que equivale a 159 exemplares, e em estado
Ruim 36%, isto é, 241 exemplares. Vemos que mais de 1/3 dos exemplares estão em
condições ruins de conservação, oferecendo assim riscos aos alunos do curso de
Biblioteconomia e Documentação.
45
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A avaliação de coleções de uma biblioteca universitária é uma importante atividade
para a manutenção do acervo. Ela permite verificar quais são os pontos que devem ser
melhorados dentro do planejamento e permite fornecer dados que auxiliam a tomada de
decisão dos gerentes de bibliotecas.
Na presente pesquisa, avaliou-se a coleção didática do curso de Biblioteconomia e
Documentação em sete quesitos, que demonstram como o acervo da BCG se adequa as
disciplinas do curso de em questão.
Vemos que a disciplina História do Livro e da Biblioteca, pertencente ao eixo temático
Fundamentos Teóricos e Metodológicos, foi a que teve maior desempenho dentre as
disciplinas analisadas, alcançou nível de 100% dos títulos indicados, e 81,33% dos seus
títulos possuem um exemplar para cada 8 alunos matriculados nesse disciplina, de acordo,
com o padrão proposto pelo MEC.
As demais disciplinas desse eixo, Metodologia da Pesquisa I e Metodologia da
Pesquisa II, possuem os títulos que mais tem diferentes edições na BCG. E boa parte de seus
títulos também são ligados a outras áreas do conhecimento e não só a Biblioteconomia. A
análise de seus títulos, oscilou entre satisfatória e muito satisfatória. Em Fundamentos
Teóricos em Informação I e Fundamentos Teóricos em Informação II, tiveram resultados
entre satisfatório e insatisfatório, tornando o ensino dessas disciplinas prejudicado, já que não
há a disponibilidade adequada dos títulos indicados. Nas disciplinas Indústria Editorial do
Livro I e Introdução á Biblioteconomia possuem nível de cobertura ótima, ou seja, tem mais
de 76% títulos indicados co acervo.
No eixo temático Produção, Organização e Recuperação da Informação, as disciplinas
Análise Documentária e Recuperação da Informação, Laboratório de Linguagem
Documentária Verbal, Laboratório de Representação Notacional I, Laboratório de
Representação Notacional II e Linguagens Documentárias Notacionais e Representação da
Informação são as que obtiveram maior desempenho em quase todos os quesitos analisados.
Vemos que na análise de circulação de seus títulos, grande parte foi usado nesse ano, porém,
com relação aos exemplares disponíveis no acervo da disciplina Laboratório de linguagem
documentária verbal, 72,2% deles se encontram em péssimo estado de conservação, podendo
por em riscos a saúde dos alunos dessa disciplina.
46
O que chama a atenção nessa pesquisa, sobre esse eixo temático, é que as disciplinas
Laboratório de Representação Descritiva de Documentos e Normas e Padrões para
Tratamento e Recuperação da Informação, tiveram resultados baixos nessa avaliação, essas
disciplinas abordam temas muito tradicionais na área de Biblioteconomia, com estudos
sobre esses assuntos já bastante consolidados e, com a análise vemos que são poucos os
títulos disponíveis no acervo, onde a quantidade de exemplares existentes não atendem aos
alunos matriculados nessas disciplinas.
Em Fontes de Informações Gerais e Especializadas temos o maior número de alunos
matriculados, mas apenas 23,08% dos títulos estão de acordo com o indicador do MEC,
todos os seus títulos encontrados tiveram circulação em 2010, mas infelizmente o nível de
cobertura foi considerado insatisfatório. Já em Serviço de informação para Ciência e
Tecnologia e Análise de Documentos, possuem nível de cobertura ótimo. E Tecnologias da
Informação, foi a que obteve pior resultado, dentre as disciplinas de seu eixo temático.
As disciplinas
do eixo temático Gestão, Gestão de Bibliotecas I, Gestão de
Bibliotecas II e Gestão de Unidades de Informação, tiveram apenas resultados satisfatórios
nessa pesquisa, com exceção do quesito de nível de cobertura, onde Gestão de Bibliotecas
I, possui todos os exemplares solicitados.
Com relação a Desenvolvimento de Coleções I e Desenvolvimento de Coleções II,
todos os títulos solicitados pelas duas disciplinas, estão presentes na BCG. É os dois
obtiveram 60% dos títulos dentro do indicador do MEC. Pode-se considerar que os títulos
dessas disciplinas, tem grande representatividade dentro do acervo, e além disso, vemos que
a circulação desses itens, foi basicamente nesse ano.
Em Serviço de Referência e Informação I e Serviço de Referência e Informação II,
temos que a primeira possui todos os títulos solicitados, enquanto a segunda 66,67%. As
duas tem igualmente 50% dos dentro dos padrões do MEC, é a maioria de seus exemplares
se encontram em péssimo estado de conservação.
A disciplina Ação cultural em Unidades de Informação apesar de possuir um grande
número de exemplares na coleção, 112 no total, o nível de cobertura dos títulos foi
considerado insatisfatória nesse quesito, e a possibilidade dos alunos encontrarem a
quantidade de exemplares considerado adequado pelo MEC é de apenas 42,86%.
Vemos também que as disciplinas Aspectos Legais dos Processos Informacionais,
Políticas Informacionais, Preservação e Conservação de Acervos Documentários tiveram os
piores resultados
em toda a pesquisa, já que é insuficiente a quantidade de títulos e
exemplares para atender aos alunos que cursam essas disciplina.
47
Considerando os objetivos da pesquisa, que era de verificar se a o acervo da coleção
da BCG se adequa aos alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação, conclui-se que
apenas a metade das disciplinas obtiveram resultado satisfatório ou ótimo em todos os
quesitos dessa pesquisa, principalmente as disciplinas referentes ao eixo temático Produção,
Organização e Recuperação da Informação.
As
disciplinas
Aspectos
Legais
dos
Processos
Informacionais,
Políticas
Informacionais, Laboratório de Representação Descritiva de Documentos, Normas e Padrões
para Tratamento e Recuperação da Informação, Preservação e Conservação de Acervos
Documentários e Tecnologias da Informação , que representa 20% das disciplinas avaliadas,
são os que tiveram os piores resultados, o que prejudica a qualidade do ensino dessas
disciplinas, pois se entende que a biblioteca é uma extensão da sala de aula.
Em suma, a presente pesquisa demonstra um método de avaliação de coleções, que
pode ser aplicado, às coleção de livros didáticos dos demais cursos, além de permitir por em
prática uma parte do que é ensinado em sala de aula. Espera-se que esta pesquisa forneça
dados para a BCG realizar a aquisição de títulos faltantes da bibliografia indicado ao curso de
Biblioteconomia e Documentação. E que traga para os professores do departamento de
Ciência da Informação da UFF, informações sobre a pertinência dos títulos indicados na
Bibliografia Básica, das disciplinas que ministram.
Entretanto, para que numa próxima avaliação, os resultados sejam melhores, é
necessário primeiro, que haja maior interação entre os professores e a BCG, pois a melhoria
no ensino, é feita através da união desses dois elementos fundamentais da Educação.
48
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.
52
APÊNDICE A - Quadro geral de avaliação dos títulos da bibliografia básica
OBS: para a apresentação dos resultados foi utilizado algumas notações. Na coluna Exemplar/Data/ Ed. foi
utilizado apenas o número da edição, mas se aparecer a letra R no campo de edição, significa reimpressão, assim
como se aparece a letra T é tiragem.
Ex: 2000/2 – o livro é do ano 2000 na segunda edição
2000/2 r – o livro é do ano 2000 na 2ª reimpressão
2000/2t - o livro é do ano 2000 na 2ª tiragem
2000/2. 2r- o livro é do ano 2000 na 2ª edição, na 2 ª reimpressão dessa edição.
Quando no catalogo aparecia que existia o titulo na biblioteca, mas não foi encontrado na estante,
utilizei o 0(zero) para demonstrar essa situação. Na coluna Empréstimo: última data, quando aparecer ------, é
que existe o livro, mas não havia empréstimos anotados na papeleta de data .
9
8
8
S
1979
12
9
2
S
2000
2005/2
1
1
1
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Empréstimo :
última
data
N
----------7
19/11/09
09/06/10
07/06/10
S
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2
2
2
S
1993
1994
1996
5
1
3
9
3
1
2
6
1
1998
7
6
6
11/06/10
1996
7
1
1
10/07/09
S
1
1
2
14/10/08
2
1
07/10/08
13/04/10
31/05/10
3
N
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53
4
2
2
S
2000
2008/3
2
4
6
1
2
3
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Empréstimo :
última
data
17/05/10
1
19/10/09
25/05/10
3
3
20/11/09
5
5
3
2
08/10/09
1969
7
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3
4
13/07/09
S
1977
1
0
S
2003
1
1
1
10/11/08
S
2003
1
1
1
14/06/10
S
1991
5
0
S
1991
2004/2
1
1
2
1
0
S
1992/4r
1996/5r
2004/3t
1
1
4
6
0
0
2
2
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1
2
10/11/08
20/11/09
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Empréstimo :
última
data
1
5
6
6
6
4
2
2
11
18
4
1
1
10
16
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2004
2005/[2]
2008/3
1
1
5
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1
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1
1
5
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29/09/08
27/04/10
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S
2003
8
2
2
16/06/10
S
1992
1992/2r
9
3
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2
1
3
2000
2007/2r
3
9
2
8
1
8
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4
1
1
17/08/08
31/01/08
19/10/06
30/04/10
2
2
1
26/05/10
07/11/09
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06/04/10
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Exemplar
Ano/ed
Empréstimo :
última
data
2
2
28/05/10
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1988
1993/2
1
1
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7
7
5
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1995
1
1
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2003
11
8
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30/05/10
S
2002/6
2003/7
2006/9
2007/10
1
3
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1
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21/05/10
30/05/10
01/09/09
N
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-----------
2
04/06/10
1
16/03/09
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Exemplar
Ano/ed
S
1978
6
3
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1998
1
1
S
1994
1996
2002/8
2007/13
1
2
1
10
4
1
1
1
3
2
1
3
2
10/06/07
14/05/10
28/08/05
17/05/10
07/06/10
8
10
6
10
04/06/10
2
Ruim
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1999/6
[2006?]16
S
Ruim
5
1
1
S/N
Bom
Estado Físico
Ótimo
Exemplar
Ano/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Empréstimo :
última
data
----------06/11/09
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3
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03/05/10
2
31/05/10
1
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5
----------03/05/10
65
Exemplar
Ano/ed
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data
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14/05/10
S
1977
7
6
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14
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2003/2.7r
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UFF
N
N
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1980
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25/09/10
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19/07/06
14/04/09
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Ótimo
Exemplar
Ano/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Empréstimo :
última
data
N
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2005
2009/1r
02/04/10
-----------
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2
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1991/2
1997/3
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1983/2
1983/2
15
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10/06/10
04/05/10
1968/2
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1970/4
1971/5
1973/6
1976/6
1980/9
1981/2
4
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8
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06/06/02
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11/09/08
24/06/08
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1994
2002/2
8
11
19
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8
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1979/2
1980/3
1980/4
1981/5
1983/8
1989/13
1992/17
1995/19
1996/20
1
1
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4
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1
1
1
2
20
1
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3
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5
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09/07/09
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05/10/98
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Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
N
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1992
1
1
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1973
1974
2002/2
2006/6
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Bom
Exemplar
Ano/ed
Ótimo
Existe
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Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
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24/05/10
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3
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Empréstimo :
última
data
2
06/02/10
01/06/10
1
-----------
Ruim
1
2
Bom
S/N
Estado Físico
Ótimo
Exemplar
Ano/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
N
N
S
1992
2007/1.17r
1
N
S
2002
3
1
S
2000
5
4
S
1989
1
0
S
1995
2
1
S
1980
1
0
2000
2007/3
1
5
6
1
5
6
4
24/12/09
1
09/06/10
N
N
S
N
1
5
6
---------------------
70
YUNES, Eliana (Org.) Pensar a
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ZIMAN, John. Conhecimento
público. Belo Horizonte, Itatiaia,
São Paulo, Editora da USP, 1979.
S
2002
1
1
1034
666
266
Ruim
1
Bom
S/N
Estado Físico
Ótimo
Exemplar
Ano/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
17/06/10
N
TOTAL
Empréstimo :
última
data
159
241
71
APÊNDICE B - Quadro de análise dos títulos por disciplina
GCI00132 - Ação Cultural em Unidades de Informação
9
3
12
2
1
3
1994
1996
2002/8
1
2
1
10
4
1
1
1
3
2
1
3
2
EAGLETON, T. A idéia de
cultura. São Paulo: Editora
UNESP, 2005
EDGAR, Andrew e SEDGWICK,
Peter. Teoria Cultural de A a Z.
São Paulo: Contexto, 2006.
GEERTZ, Clifford, 1926-2006. A
interpretação das culturas. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., c1989.
18
8
6
4
36
7
1
20
2
15
47
8
1
23
4
1
9
5
Ruim
1992
1992/2r
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ABREU, Regina; CHAGAS, Mário
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Vozes, 2002.
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
N
S
2
26/05/10
07/11/09
1
10/06/07
14/05/10
28/08/05
17/05/10
07/06/10
1
28/04/08
08/06/10
07/06/10
1
N
S
[2006?]/12
2007/13
1
N
N
S
HUNT, Lynn Avery. A nova
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Martins Fontes, 1995.
S
JEUDY, Henri Pierre. Memórias
do Social. Rio de Janeiro: Forense.
1990
LARAIA, Roque de Barros, 1932.
Cultura : um conceito
antropológico. 5. ed. Rio de
Janeiro: Zahar, 1989.
N
S
1978
c1989
c1989
(Ed.
Zahar)
1995
2006/2
1989/5
1992/6
1993/7
1993/8
1997/11
2006/19
2
2
1
2
1
1
9
1
5
2
3
4
07/06/10
26/06/10
1
1
-----------
72
MAFFESOLI, Michel. A
Transfiguração do Político: a
tribalização do mundo. Porto
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MCGARRY, K. J. O contexto
dinâmico da informação : uma
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Briquet de Lemos, 1999.
MILANESI, Luis. A casa da
invenção: biblioteca, centro de
cultura. 4.ed. rev. ampl. São
Caetano do Sul: Ateliê Editorial,
2003.
MOLES, A. A. Sociodinâmica da
cultura. São Paulo: Perspectiva,
1974.
N
S
1999
10
6
S
1991
2003/3
2003/4
2
1
4
7
1
2
3
2
07/06/10
112
49
30
1
03/05/10
31/05/10
N
TOTAL
•
6
12
7
GCI00118 - Análise de Documentos
Exemplar
Data/ed
Estado Físico
Empréstimo : última
data
1977
1
0
S
2003
8
2
S
1992
1992/2r
9
3
12
2
1
3
1
26/05/10
07/11/09
1998
1
1
1
--------------
1995
2006/2
8
1
4
1
4
07/06/10
26/06/10
S
1984/4
1986/6
1994/18
1994/19.2r
9
6
1
1
1
9
5
MARTINS, Maria Helena. O que é
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Brasiliense, 1984.
1
16/06/10
SAMARA. Eni M.; TUPY, Ismência
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S
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HUNT, Lynn Avery. A nova
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S/N
Ótimo
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
2
16/06/10
2
N
S
N
1
1
73
YUNES, Eliana (Org.) Pensar a
leitura: complexidade. Rio de
Janeiro: Ed. PUC-Rio ; São Paulo:
Loyola, 2002.
S
2002
TOTAL
•
1
1
1
41
13
4
17/06/10
7
2
GCI00119 - Analise Documentária e Recuperação da Informação
Exemplar
Data/ed
Estado Físico
Empréstimo :
última
data
2001
16
10
10
23/06/10
S
2000
3
3
3
02/04/09
S
1973
6
6
1
S
1993
2004/2
16
10
1
9
S
1977
26
15
10
13
S
1998
4
3
S
2006
5
4
PIEDADE, M. A. Requião .
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
S
1977/1
1983/2
1983/2
15
7
2
24
11
3
1
15
Ruim
S
Bom
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
CORDEIRO, Rosa Inês de Novais.
Informação e movimento : uma
ciência da arte fílmica. Rio de
Janeiro: Madgráfica, 2000.
DIAS, Eduardo Wense; NAVES,
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assunto: teoria e prática. Brasilia,
DF: Thesaurus, 2007.
FOSKETT, A.C. A abordagem
temática da informação. São Paulo:
Polígono, 1973.
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de Lemos,
1993.
LANGRIDGE, Derek. A
classificação : abordagem para
estudantes de biblioteconomia. Rio
de Janeiro: Interciência, 1977
MACIEL, Alba Costa. Algumas
reflexões sobre o ensino e práticas
na àrea de informação. Niterói:
EdUFF, 1998.
MENDES, Maria Teresa Pinto &
SIMÕES, Maria da Graça.
Indexação por Assuntos:
princípios gerais e normas. Lisboa,
Gabinete de Estudos, 2002.
NAVES, Madelena Martins Lopes;
KURAMOTO, Hélio (Org.)
Organização da informação :
princípios e tendências. Brasília:
Briquet de Lemos, 2006.
S/N
Ótimo
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
N
5
1
01/04/10
17/11/08
26/05/10
9
13
3
26/04/10
12/07/05
N
4
19/04/10
11
3
1
14
06/04/10
10/06/10
04/05/10
74
RIBEIRO, Fernanda. Indexação e
Controlo de Autoridade em
Arquivos. Lisboa, Câmara
Municipal do Porto, 1996.
RODRIGUES, Georgete M;
LOPES, llza Leite (Org.).
Organização e representação do
conhecimento na perspectiva da
Ciência da Informação. Brasília:
Thesaurus, 2003.
SANTOS, Vanderlei Batista dos
(Org.). Arquivística: temas
contemporâneos. Brasília, DF;
SENAC, 2007
SMIT, Johanna w; KOBASHI, Nair
Yumiko. Como elaborar
vocabulário controlado para
aplicação em arquivo. São Paulo:
Arquivo do Estado, Imprensa
Oficial, 2003.
N
N
N
N
TOTAL
64
13
18
33
GCI00130 - Aspectos Legais dos Processos Informacionais
ALMINO, João. O segredo e a
informação. São Paulo:
Brasiliense, 1986.
BOBBIO, Norberto. A era dos
direitos. Rio de Janeiro: Campus,
1992.
S
1986
2
2
S
1992/4r
1996/5r
2004/3t
1
1
4
6
0
0
2
2
CARVALHO, Luis Gustavo
Grandinetti Castanho de. Direito de
informação e liberdade de
expressão. Rio de Janeiro:
Renovar, 1999.
CARVALHO, Luis Gustavo
Grandinetti Castanho de.
Liberdade de informação e o
direito difuso à informação
verdadeira. 2. ed. reescrita e
acrescida. Rio de Janeiro: Renovar,
2003.
LAFER, Celso, 1941. A
reconstrução dos direitos
humanos : um diálogo com o
pensamento de Hannah Arendt. São
Paulo: Companhia das Letras, 1988.
TRINDADE, José Damião de
Lima. História social dos direitos
humanos. São Paulo: Fundação
Petrópolis, 2002.
N
S
2003
4
4
S
1988
1
1
S/N
N
Ruim
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Ótimo
•
99
2
Empréstimo :
última
data
14/10/08
2
20/11/09
4
-----------
1
14/11/07
75
VILLAVERDE MENÉNDEZ,
Ignacio. Estado democrático e
información: derecho a ser
informado y la Constitución
Española de 1978. [Oviedo]: Junta
General del Principado de Asturias,
1994.
N
TOTAL
9
6
2
1
GCI00145 - Desenvolvimento de Coleções I
2
1
3
1
1
2
S
1994/2
4
0
S
1996
8
2
S
1975
5
1
S
1999
10
6
S
1991
2003/3
2003/4
2
1
4
7
1
S
1989
1
0
S
1995
2
1
40
15
S
TOTAL
2
3
Ruim
1993
c1998/2
S/N
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Desenvolvimento & avaliação de
coleções. Rio de Janeiro: Rabiskus,
1993.
MENOU, Michel; GUINCHET,
Claire. Introdução geral as
ciências e técnicas da informação
e documentação. 2. ed. corr. e
aum. Brasília: Intituto Brasileiro de
Informação em Ciência e
Tecnologia, 1994
LANCASTER, F. Wilfrid.
Avaliação de serviços de
bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos, 1996
LITTON, Gaston. Como se forma
um acervo bibliográfico. São
Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil,
1975.
MCGARRY, K. J. O contexto
dinâmico da informação : uma
análise introdutória. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
MILANESI, Luis. A casa da
invenção: biblioteca, centro de
cultura. 4.ed. rev. ampl. São
Caetano do Sul: Ateliê Editorial,
2003.
VERGUEIRO, Waldomiro.
Desenvolvimento de coleções. São
Paulo : Pois/APB, 1989,
VERGUEIRO, Waldomiro.
Seleção de materiais de
informação : princípios e técnicas.
Brasília: Briquet de Lemos, 1995
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
13
1
28/05/10
03/05/10
1
25/05/10
1
01/04/10
1
1
6
07/06/10
1
03/05/10
2
31/05/10
1
8
Empréstimo :
última
data
3
4
09/06/10
76
GCI00146 - Desenvolvimento de Coleções II
Exemplar
Data/ed
1
S
1993
c1998/2
2
1
3
1
1
2
1
28/05/10
03/05/10
S
1991
6
1
1
29/03/10
S
2000
6
3
1
2
S
1989
1
7
4
3
23
Ruim
1
Bom
7
Ótimo
1996
TOTAL
10/07/09
1
07/06/10
GCI00127 Fontes de Informações Gerais e Especializadas
S/N
BRETON, Philippe. História da
informática. São Paulo : Ed.
UNESP, 1991.
CALVA GONZÁLEZ, Juan José.
Las necessidades de Información.
Fundamentos Teóricos y
Métodos. México: UNAM, Centro
Universitário de Investigaciones
Bibliotecológicas, 2004.
CAMPELLO, Bernadete Santos,
CENDÓN, Beatriz Valadares,
KREMER, Jeanette Marguerite.
(org). Fontes de informação para
pesquisadores e profissionais.
Belo Horizonte: ED. da
Universidade Federal de Minas
Gerais, 2000.
Estado Físico
3
9
2
8
1
8
12
10
9
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Ótimo
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Disponível
•
Empréstimo :
última
data
S
S/N
ANDRADE, Diva; VERGUEIRO,
Waldomiro. Aquisição de
materiais de informação. Brasília:
Briquet de Lemos, 1996
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Desenvolvimento & avaliação de
coleções. Rio de Janeiro: Rabiskus,
1993.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Metodologias para promoção do
uso da informação : técnicas
aplicadas particularmente em
bibliotecas universitárias e
especializadas. São Paulo: Nobel,
1991.
MACIEL, Alba Costa;
MENDONÇA, Marília Alvarenga
Rocha. Bibliotecas como
organizações. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000
VERGUEIRO, Waldomiro.
Desenvolvimento de coleções. São
Paulo : Pois/APB, 1989,
Estado Físico
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
N
N
S
2000
2007/2r
1
06/04/10
10/06/10
77
CAMPELO, Bernadete Santos,
CALDEIRA, Paulo da Terra,
MACEDO, Vera Amália Amarante
(org). Formas e Expressões do
Conhecimento: introdução às
Fontes de Informação. Belo
Horizonte: Escola de
Biblioteconomia da UFMG, 1998.
CHARTIER, Roger. A aventura
do livro : do leitor ao navegador :
conversações com Jean Lebrun. São
Paulo: Ed. da Universidade
Estadual Paulista ; Imprensa
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CUNHA, Murilo Bastos. Para
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Briquet de Lemos,, 2001.
FONSECA, Maria Odila Kahl,
1953. Arquivologia e ciência da
informação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2005
N
S
1999
18
10
10
04/06/10
2005/1
2008/1.2r
2008/1.3r
5
1
4
10
5
1
4
10
5
1
4
10
04/05/10
----------16/06/10
S
1994/2
4
0
S
1993
2006/1.1
4r
15
4
19
10
2
12
1
2
3
1999
9
5
5
72
47
37
N
GIRA. La place de l’archivistique
dans la gestion de l’informations:
perspectives de recherces.
Montreal, Ministaire des Affaires
Culturelles /Archives Nationales du
Quebec, 1990.
MENOU, Michel; GUINCHET,
Claire. Introdução geral as
ciências e técnicas da informação
e documentação. 2. ed. cor. e aum.
Brasília: Intituto Brasileiro de
Informação em Ciência e
Tecnologia, 1994
LÉVY, Pierre. As tecnologias da
inteligência: o futuro do
pensamento na era da informática.
Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993
N
MACIEL, Maria Lúcia; ALBAGLI,
Sarita (Org.). Informação e
desenvolvimento: conhecimento e
apropriação social. Brasília, DF:
Ibict; Unesco, 2007.
MEADOWS, Arthur Jack. A
comunicação científica. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
N
RENDÓN ROJAS, Miguel Angel.
Bases Teóricas Y Filosóficas de la
Bibliotecología. 2ed. México:
UNAM, Centro Universitário de
Investigaciones Bibliotecológicas,
2005.
N
S
TOTAL
9
14/04/10
03/05/10
11/06/10
10
78
GCI00114 - Fundamentos Teóricos em Informação I
2007/2
9
8
8
S
2000
2008/3
2
4
6
1
2
3
2
1979
1994/3
1995/5
2006/13
4
2
2
11
18
4
1
1
10
16
CAMPELO, Bernadete Santos,
CALDEIRA, Paulo da Terra,
MACEDO, Vera Amália Amarante
(org). Formas e Expressões do
Conhecimento: introdução às
Fontes de Informação. Belo
Horizonte: Escola de
Biblioteconomia da UFMG, 1998.
CHAUÍ, Marilena de Souza. .
Cultura e democracia : o discurso
competente e outras falas. 5. ed.
São Paulo: Cortez, 1990.
7
5
3
1
16
5
3
2
1
11
2002
1
1
1975/2
1980/3
1996/5
1
2
1
4
2
S
Ruim
S
S/N
ACHARD, Pierre. Papel da
memória. 2.ed. Campinas, SP:
Pontes, 2007.
BARATIN, Marc; JACOB,
Christian (Org.) O poder das
bibliotecas: a memória dos livros
no Ocidente. Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de
Janeiro, 2000.
BOSI, Ecléa. Memória e
sociedade : lembranças de velhos.
São Paulo: TAQ, 1979
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
----------1
19/10/09
25/05/10
4
17/08/08
31/01/08
19/10/06
30/04/10
5
3
2
30/04/10
08/05/09
19/05/10
11/11/09
1
1
10
2
N
S
1990/5
1993/6
1997/7
2006/11
COSTA, Icléia T. M., ORRICO,
Evelyn G. (org). Memória, cultura
e sociedade. Rio de Janeiro: 7
Letras, 2002.
GONÇALVES, José Reginaldo S.
A retórica da perda: os discursos
do patrimônio cultural no Brasil.
Rio de Janeiro: Editora
UFRJ;IPHAN, 2002.
HALBWACHS, Maurice. A
memória coletiva. São Paulo:
Vértice, 1990.
LÉVI-STRAUSS, Claude. Raça e
história. 2. ed. Lisboa: Presença,
1975
S
ONG, Walter. Oralidade e
cultura escrita : a tecnologização
da palavra. Campinas, SP: Papirus,
1998.
SANTOS, José Luiz dos.. O que é
cultura?. São Paulo: Brasiliense,
1983.
S
1998
S
1983
1994/11
1994/14
1
10
1
-----------
N
N
S
1
1
1
3
2
2
1
2
2
04/05/10
19/01/10
1
11/06/10
79
SÃO Paulo (cidade). Secretaria
Municipal de Cultura.
Departamento do Patrimônio
Histórico. O direito à memória:
patrimônio histórico e cidadania.
São Paulo: DPH, 1992.
TEIXEIRA, João G. L. C.,
GARCIA, Marcus Vinícius C.,
GUSMÃO, Rita (org.). Patrimônio
imaterial, performance cultural e
(re)tradicionalização. Brasília:
ICS-UNB, 2004.
S
1992
1
1
60
45
23
07/06/10
N
TOTAL
5
17
GCI00115 - Fundamentos Teóricos em Informação II
FADUL, Anamaria (org.). Novas
tecnologias de comunicação:
impactos políticos, culturais e
sócio-econômicos. São Paulo:
Summus/Intercom, 1986.
FONSECA, Maria Odila Kahl,
1953. Arquivologia e ciência da
informação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2005
N
S
2005/1
2008/1.2r
2008/1.3r
5
1
4
10
5
1
4
10
5
1
4
10
HARVEY, David. Condição pósmoderna: uma pesquisa sobre as
origens da mudança cultural. 5.
Ed. São Paulo: Edições Loyola,
1992
S
1992/5
1993
1994/4
1996/6
1998/7
1999/8
2002/11
2006/15
2007/16
2008/17
1
1
1
7
1
1
2
6
7
6
S/N
LASTRES, Maria Helena M. M.,
ALBAGLI,
Sarita
(orgs.)
Informação e globalização na era
do conhecimento. Rio de Janeiro:
Campus, 1999.
MATTELART, Armand. História
da sociedade da informação. São
Paulo: Loyola, 2002
2
2
33
14
4
2
2
2
Empréstimo :
última
data
04/05/10
----------16/06/10
1
1
2
2
5
2
Ruim
Estado Físico
Ótimo
Exemplar
Data/ed
Disponível
Existe
BCG?
Quantidade
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Bom
•
1
1
26/12/09
1
27/10/08
03/11/09
20/10/09
12/05/10
23/06/10
2
5
2
8
2
N
S
2002
14/04/10
80
PIGNATARI, Décio. Informação,
linguagem, comunicação. 2.ed.
São Paulo: , 1968.
S
ROSZAK, Theodore. O culto da
informação.
São
Paulo:
Brasiliense, 1988.
N
1968/2
1969/3
1970/4
1971/5
1973/6
1976/6
1980/9
1981/2
TOTAL
3
1
1
1
7
5
1
4
23
71
49
3
1
1
1
7
5
1
4
23
16
8
08/11/07
06/06/02
----------25/07/97
11/09/08
24/06/08
23/10/09
17/04/08
25
GCI00134 - Gestão de Bibliotecas I
ALMEIDA, Maria Christina
Barbosa de. Planejamento de
bibliotecas e serviços de
informação. Brasília: Briquet de
Lemos, 2000.
CARVALHO, Maria Carmen
Romcy de. Estabelecimento de
padrões para bibliotecas
universitárias. Fortaleza: EDUFC,
1981.
CARVALHO, Maria Carmen
Romcy de. Estatísticas e padrões
para o planejamento e a
avaliação de bibliotecas
universitárias. Brasília: [s.n.],
1995.
MACIEL, Alba Costa.
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de bibliotecas. Niterói: EdUFF,
1995.
MACIEL, Alba Costa;
MENDONÇA, Marília Alvarenga
Rocha. Bibliotecas como
organizações. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000
RAVICHANDRA RAO, I. K.
Métodos quantitativos em
biblioteconomia e ciência da
informação. Brasília: Associação
dos Bibliotecários do Distrito
Federal, 1986.
S
2000
2005/2
1
1
1
1
1
1
2
2
2
S
1981
7
7
S
1995
1
S
1995
S
S
Empréstimo :
última
data
09/06/10
07/06/10
2
04/06/10
1
1
16/03/09
4
1
1
-----------
2000
6
3
1
1986
2
1
1
22
15
6
TOTAL
5
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
4
1
1
1
8
6
1
4
26
2
07/06/10
29/03/10
7
2
81
GCI00135 - Gestão de Bibliotecas II
ALMEIDA, Maria Christina
Barbosa de. Planejamento de
bibliotecas e serviços de
informação. Brasília: Briquet de
Lemos, 2000.
BERAQUET, Vera S. Marão;
BARBALHO, Célia Regina
Simonetti. Planejamento
estratégico para unidades de
informação. São Paulo: Pólis,
1995.
BERAQUET, Vera S. Marão;
BARBALHO, élia Regina
Simonetti. Planejamento
estratégico para unidades de
informação. São Paulo: Pólis,
1995.
CASTELLS, Manuel. A galáxia
da internet : reflexões sobre a
internet, os negócios e a sociedade.
Rio de Janeiro: Zahar, 2003
CASTELLS, Manuel. A sociedade
em rede. 6.ed totalmente rev. e
ampl. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2002.
S
CAVALCANTI, Marcos; GOMES,
Elisabeth; PEREIRA, André.
Gestão de empresas na sociedade
do conhecimento. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
CIANCONI, Regina. Gestão do
Conhecimento em Unidades de
Informação. Brasília: SENAI/DN,
2001.
DAVENPORT, Thomas.
Reengenharia de processos: como
inovar na empresa através da
tecnologia da informação. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
DAVENPORT, Thomas H.
Ecologia da informação : por que
só a tecnologia não basta para o
sucesso na era da informação. São
Paulo: Futura, 1998
GOMES, Elisabeth; BRAGA,
Fabiane. Inteligência competitiva :
como transformar informação em
um negócio lucrativo. 2. ed., 7.
reimpr. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2004.
N
2000
2005/2
1
1
1
1
1
1
2
2
2
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
09/06/10
07/06/10
S
1995
5
3
3
20/11/09
S
1995
5
3
3
20/11/09
S
2003
11
8
8
30/05/10
2002/6
2003/7
2006/9
2007/10
1
3
8
10
22
1
1
7
8
17
1
1
7
8
17
16/06/09
21/05/10
30/05/10
01/09/09
S
1998
1
0
S
2004/4.7r
5
5
N
N
4
1
-----------
82
KOTLER, Philip. Marketing para
organizações que não visam o
lucro. São Paulo: Atlas, 1994
LASTRES, Maria Helena M. M.,
ALBAGLI,
Sarita
(orgs.)
Informação e globalização na era
do conhecimento. Rio de Janeiro:
Campus, 1999.
LÉVY, Pierre. A inteligência
coletiva : por uma antropologia do
ciberespaço. 4.ed. São Paulo:
Loyola, 2003
MCGEE, James V.; PRUSAK,
Laurence. Gerenciamento
estratégico da informação :
aumente a competitividade e a
eficiência de sua empresa utilizando
a informação como uma ferramenta
estratégica. 21. reimpr. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1994
NONAKA, Ikujiro. TAKEUCHI,
Hirotaka. Criação de
conhecimento na empresa: como
as empresas japonesas geram a
dinâmica da inovação. 18.ed. Rio
de Janeiro: Campus, c1997.
STAREC, Cláudio; GOMES,
Elisabeth B. P.; CHAVES, Jorge
Bezerra L.(Org. ) Gestão
estratégica da informação e
inteligência competitiva. São
Paulo: Saraiva, 2005.
TERRA, Jose Claudio Cyrineu.
Gestao do Conhecimento. São
Paulo: Negócio Editora, 2001.
1994
4
1
1
2003/4
2007/5
1
3
1
3
1
3
4
4
4
5
1
1
5
1
1
5
1
1
7
7
7
c1997/18
3
1
1
TOTAL
64
48
41
05/06/10
N
S
S
S
1994/21r
1999/6
[2006?]1
6
05/11/07
03/05/10
----------06/11/09
17/03/10
22/05/09
N
N
6
1
GCI00129 - Gestão de Unidades de Informação
ALMEIDA, Maria Christina
Barbosa de. Planejamento de
bibliotecas e serviços de
informação. Brasília: Briquet de
Lemos, 2000.
CASTELLS, Manuel. A galáxia
da internet : reflexões sobre a
internet, os negócios e a sociedade.
Rio de Janeiro: Zahar, 2003
S
S
2000
2005/2
2003
1
1
1
1
1
1
2
2
2
11
8
8
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
S
Empréstimo :
última
data
09/06/10
07/06/10
30/05/10
83
CASTELLS, Manuel. A sociedade
em rede. 6.ed totalmente rev. e
ampl. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2002.
S
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria
geral da administração:
abordagens descritivas e
explicativas. 4ª ed. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 1993.
FERREIRA, Lusimar Silva.
Centralização e descentralização
de bibliotecas universitárias
brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro:
1976.
N
LANCASTER, F. Wilfrid.
Avaliação de serviços de
bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos, 1996
MACIEL, Alba Costa;
MENDONÇA, Marília Alvarenga
Rocha. Bibliotecas como
organizações. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000
MCGEE, James V.; PRUSAK,
Laurence. Gerenciamento
estratégico da informação :
aumente a competitividade e a
eficiência de sua empresa utilizando
a informação como uma ferramenta
estratégica. 21. reimpr. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1994
MIRANDA, Antonio, 1940.
Planejamento bibliotecário no
Brasil: a informação para o
desenvolvimento. Rio de Janeiro:
Ed. da Universidade de Brasília,
1977.
2002/6
2003/7
2006/9
2007/10
1
3
8
10
22
1
1
7
8
17
16/06/09
21/05/10
30/05/10
01/09/09
S
1996
8
2
1
1
25/05/10
S
2000
6
3
1
2
07/06/10
S
1994/21r
1999/6
5
1
1
5
1
1
5
1
1
7
7
7
7
6
63
45
N
[2006?]16
S
1977
TOTAL
----------06/11/09
17/03/10
6
32
4
07/02/07
9
GCI00144 - História do Livro e da Biblioteca
BAÉZ, Fernando, 1970. História
universal da destruição dos
livros: das tábuas da Suméria à
guerra do Iraque. 1. reimp. Rio de
Janeiro: Ediouro, 2006.
S
2006/1r
4
2
2
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
1
7
8
17
Empréstimo :
última
data
17/05/10
84
BARATIN, Marc; JACOB,
Christian (Org.) O poder das
bibliotecas: a memória dos livros
no Ocidente. Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de
Janeiro, 2000.
BATTLES, Matthew. A
conturbada história das
bibliotecas. São Paulo: Planeta,
2003.
CHARTIER, Roger. A aventura
do livro : do leitor ao navegador :
conversações com Jean Lebrun. São
Paulo: Ed. da Universidade
Estadual Paulista ; Imprensa
Oficial, 1999.
CHARTIER, Roger. A ordem dos
livros : leitores, autores e
bibliotecas na Europa entre os
séculos XIV e XVIII. Brasília: Ed.
da Universidade de Brasília, 1994.
MANGUEL, Alberto. Uma
história da leitura. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997.
S
2000
2008/3
2
4
6
1
2
3
2
1
19/10/09
25/05/10
S
2003
1
1
1
14/06/10
S
1999
18
10
10
04/06/10
S
1994
1998/2
3
1
2
S
1997
1999/4r
5
1
6
2
2
08/06/10
MCGARRY, K. J. O contexto
dinâmico da informação : uma
análise introdutória. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
MILANESI, Luis. A casa da
invenção: biblioteca, centro de
cultura. 4.ed. rev. ampl. São
Caetano do Sul: Ateliê Editorial,
2003.
MILANESI, Luis. Ordenar para
desordenar : centros de cultura e
bibliotecas públicas. São Paulo:
Brasiliense, 1986
OLIVEIRA, Marlene de (Org.)
Ciência da informação e
biblioteconomia : novos conteúdos
e espaços de atuação. Belo
Horizonte: ED. da Universidade
Federal de Minas Gerais, 2005
SCHWARCZ, Lilia Moritz;
AZEVEDO, Paulo César C. A. de;
COSTA, Angela Marques da. A
longa viagem da biblioteca dos
reis: do terremoto de Lisboa à
independência do Brasil. 2.ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2002.
S
1999
10
6
6
07/06/10
S
1991
2003/3
2003/4
2
1
4
7
1
S
1986
1989/2
2
2
4
0
0
S
2005
2009/1r
2
3
2
1
1
1
5
3
2
1
0
66
32
2
16/06/10
4
S
2002
TOTAL
2
3
1
03/05/10
2
25
31/05/10
4
1
3
02/04/10
-----------
85
GCI00143 - Indústria Editorial do Livro I
S
1999
18
10
10
S
1994
1998/2
3
1
2
S/N
BARBIER, Frédéric. A história do
livro. São Paulo: Paulistana, 2008.
CHARTIER, Roger. A aventura
do livro : do leitor ao navegador :
conversações com Jean Lebrun. São
Paulo: Ed. da Universidade
Estadual Paulista ; Imprensa
Oficial, 1999.
CHARTIER, Roger. A ordem dos
livros : leitores, autores e
bibliotecas na Europa entre os
séculos XIV e XVIII. Brasília: Ed.
da Universidade de Brasília, 1994.
EPSTEIN, Jason. O negócio do
livro : passado, presente e futuro do
mercado editorial. Rio de Janeiro:
Record, 2002
FALLEIROS, Dario Pimentel. O
mundo gráfico da informática. 2.
ed. rev. ampl. São Paulo: EDUSP
2003.
HALLEWELL, Laurence. O livro
no Brasil : sua história. São Paulo:
, 1985
N
LÉVY, Pierre. O que é o virtual?.
São Paulo: Ed. 34, 1999.
S
Ruim
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
04/06/10
2
16/06/10
7
08/12/09
09/05/10
4
S
2002
1
0
1985
2005/2
8
1
9
7
1
8
1996
1999
2007/8r
2
1
10
13
1
3
1
1
9
11
1
1
4
2
N
S
1975
1981/2
1
1
1
05/06/07
25/08/09
04/01/10
9
2
MAGALHÃES, Aluísio.
Editoração hoje. Rio de Janeiro:
Ed. da FGV, 1975.
S
1
MARCONDES, C.; KURAMOTO,
H.; TOUTAIN, L.; SAYÃO,L.
(Org.) Bibliotecas digitais :
saberes e práticas. 2.ed. Salvador:
EdUFBA; Brasília: Ibict, 2006
MCGARRY, K. J. O contexto
dinâmico da informação : uma
análise introdutória. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
NEGROPONTE, Nicholas. A vida
digital. 2. ed., 7.reimpr. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
VILLAÇA, N.Impresso ou
eletrônico?: um trajeto de leitura.
Rio de Janeiro: Mauad,. 2002.
S
2006
1
0
S
1999
10
6
6
S
1996/2.1r
2003/2.7r
5
1
6
5
1
6
1
TOTAL
66
45
27
1
22/08/03
24/04/03
07/06/10
5
09/09/09
25/09/10
N
8
10
86
GCI00133 - Introdução á Biblioteconomia
Exemplar
Data/ed
Empréstimo :
última
data
4
2
2
S
2000
2008/3
2
4
6
1
2
3
2
19/10/09
25/05/10
S
2003
1
1
1
14/06/10
S
2000
1
1
S
1994
1998/2
3
1
2
2
16/06/10
Ruim
2006/1r
Bom
S
S/N
BAÉZ, Fernando. História
universal da destruição dos
livros: das tábuas da Suméria à
guerra do Iraque. 1. reimp. Rio de
Janeiro: Ediouro, 2006.
BARATIN, Marc; JACOB,
Christian (Org.) O poder das
bibliotecas: a memória dos livros
no Ocidente. Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de
Janeiro, 2000.
BATTLES, Matthew. A
conturbada história das
bibliotecas. São Paulo: Planeta,
2003.
CASTRO, César. História da
biblioteconomia brasileira.
Brasília: Thesaurus, 2000
CHARTIER, Roger. A ordem dos
livros : leitores, autores e
bibliotecas na Europa entre os
séculos XIV e XVIII. Brasília: Ed.
da Universidade de Brasília, 1994.
FONSECA, Edson Nery da.
Introdução à biblioteconomia.
São Paulo: Pioneira, 1992.
MORAES, Rubens Borba de.
Livros e bibliotecas no Brasil
colonial. São Paulo: Secretaria de
Cultura, 1979.
MORAES, Rubens Borba de. O
bibliofilo aprendiz. 2.ed. São
Paulo: Ed. Nacional, 1975.
OLIVEIRA, Marlene de (Org.)
Ciência da informação e
biblioteconomia : novos conteúdos
e espaços de atuação. Belo
Horizonte: ED. da Universidade
Federal de Minas Gerais, 2005
ORTEGA Y GASSET, José.
Missão do bibliotecário. Brasília:
Briquet de Lemos, 2006.
PINHEIRO, Lena Vânia R. (Org.)
Ciência da informação Ciências
Sociais e Interdisciplinaridade.
Brasília: Rio de Janeiro: Instituto
Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia, 1999. 182p.
Estado Físico
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
17/05/10
1
1
04/05/10
4
S
1992
3
2
2
25/05/10
S
1979
9
8
8
11/05/10
S
1975/2
5
3
3
S
2005
2009/1r
2
3
2
1
1
1
5
3
2
6
6
S
N
2006
6
17/11/09
1
02/04/10
-----------
16/06/10
87
SCHWARCZ, Lilia Moritz;
AZEVEDO, Paulo César C. A. de;
COSTA, Angela Marques da. A
longa viagem da biblioteca dos
reis: do terremoto de Lisboa à
independência do Brasil. 2.ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2002.
TARGINO, Maria das Graças.
Conceito de biblioteca. [ Brasília]:
ABDF, 1984.
VALENTIM, Marta (Org.)
Atuação profissional na área de
informação. São Paulo: Polis,
2004.
VALENTIM, Marta (Org.)
Formação do profissional da
informação. São Paulo: Pólis,
2002.
VALENTIM, Marta (Org.) O
profissional da informação:
formação, perfil e atuação
profissional. São Paulo: Pólis,
2000.
S
2002
1
0
S
2002
3
1
S
2000
5
4
53
36
N
N
TOTAL
-----------
4
12
11
24/12/09
13
GCI00140 - Laboratório de Linguagem Documentária Verbal
Empréstimo :
última
data
1979
12
9
2
7
S
2001
16
10
10
S
1978
6
3
3
26/04/10
S
1971
26
26
26
12/12/08
S
1984
4
4
2
03/11/09
Ótimo
S
S/N
AITCHISON, Jean; GILCHRIST,
Alan. Manual para construção de
tesauros. Rio de Janeiro: BNG,
1979.
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
CAVALCANTI, Cordélia
Robalinho. Indexação e tesauro :
metodologia e técnicas. Brasília,
DF : Associação dos Bibliotecários
do Distrito Federal, 1978.
COLLISON, Robert Lewis.
Índices e indexação : guia para a
indexação de livros, e coleções de
livros, periódicos, partituras
musicais, discos, filmes e outros....
São Paulo: Polígono, 1971.
GOMES, Hagar Espanha et al.
Diretrizes para elaboração de
tesauros monolíngües. Brasília:
Intituto Brasileiro de Informação
em Ciência e Tecnologia, 1984.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
2
19/11/09
23/06/10
88
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de
Lemos, 1993.
MARCONDES, C.; KURAMOTO,
H.; TOUTAIN, L.; SAYÃO,L.
(Org.) Bibliotecas digitais :
saberes e práticas. 2.ed. Salvador:
EdUFBA; Brasília: Ibict, 2006
MOTTA, Dilza Fonseca da.
Método relacional como nova
abordagem para a construção de
tesauros. Rio de Janeiro:
SENAI/DN/DPEA, 1987.
PIEDADE, M. A. Requião.
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
S
1993
2004/2
16
10
1
9
SMIT, Johanna w; KOBASHI, Nair
Yumiko. Como elaborar
vocabulário controlado para
aplicação em arquivo. São Paulo:
Arquivo do Estado, Imprensa
Oficial, 2003.
VICKERY, B. C. Classificacao e
indexacao nas ciencias. Rio de
Janeiro: BNG, 1980.
N
S
2006
26
1
10
0
S
1987
14
10
10
19/07/06
S
1977/1
1983/2
1983/2
15
7
2
24
11
3
1
15
11
3
1
15
06/04/10
10/06/10
04/05/10
1980
1
0
130
87
S
TOTAL
17/11/08
26/05/10
9
15
63
GCI00142 - Laboratório de Representação Descritiva de Documentos
2000
5
4
S
1987
4
3
S
1995
8
0
S
2003
1
1
Ruim
S
S/N
FURRIE, Betty. O MARC
bibliográfico: um guia
introdutório: catalogação legível
por computador. Brasília:
Thesauros, 2000.
MEY, Eliane Serrão Alves.
Catalogação e descrição
bibliográfica: contribuição a uma
teoria. Brasília: Associação dos
Bibliotecários do Distrito Federal,
1987.
MEY, Eliane Serrão Alves.
Introdução à catalogação.
Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
MEY, Eliane Serrão Alves. Não
brigue com a catalogação!.
Brasília: Briquet de Lemos, 2003.
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
9
4
26/05/10
3
1
Empréstimo :
última
data
23/11/09
16/06/10
89
MEY, Eliane Serrão Alves.;
MENDES, Maria Tereza Reis.
CCAA2 em 58 lições. Brasília:
ABDF, 1989.
MEY, Eliane Serrão Alves.;
SILVEIRA, Naira Christofoletti.
Catalogação no plural. Brasília:
Brasília: Briquet de Lemos/ Livros,
2009.
N
N
TOTAL
8
1
4
3
GCI00138 - Laboratório de Representação Notacional I
7
7
3
4
S
2001
16
10
10
S
1994
3
1
S
1973
6
6
1993
2004/2
16
10
26
1
9
10
1977
15
13
S
Ótimo
1969
S/N
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria
e prática dos sistemas de
classificação bibliográfica. Rio de
Janeiro: Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação,
1969.
BOWKER, Geoffrey C.; STAR,
Susan Leigh. Sorting Things Out.
The MIT Press, 2000.
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
CINTRA, Anna Maria Marques.
Para entender as Linguagens
documentárias. São Paulo:
Polis/APB, 1994
FOSKETT, A.C. A abordagem
temática da informação. São
Paulo: Polígono, 1973.
LAKOFF, George. Women, Fire,
and Dangerous Things. U of
Chicago Press, 1990.
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de Lemos,
1993.
LANGRIDGE, Derek. A
classificação : abordagem para
estudantes de biblioteconomia. Rio
de Janeiro: Interciência, 1977.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
18
Empréstimo :
última
data
13/07/09
N
1
23/06/10
1
31/05/10
5
01/04/10
N
S
S
1
17/11/08
26/05/10
9
13
26/04/10
90
PIEDADE, M. A. Requião.
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
S
TÁLAMO, Maria de Fátima G. M.
Linguagem documentária. São
Paulo: APB, 1997.
N
1977/1
1983/2
1983/2
TOTAL
11
3
1
15
97
62
11
3
1
15
9
15
06/04/10
10/06/10
04/05/10
38
GCI00139 - Laboratório de Representação Notacional II
Empréstimo :
última
data
7
7
3
4
S
2001
16
10
10
S
1994
3
1
S
1973
6
6
1993
2004/2
16
10
26
1
9
10
S
1977
15
13
13
26/04/10
S
1977/1
1983/2
1983/2
15
7
2
24
11
3
1
15
11
3
1
15
06/04/10
10/06/10
04/05/10
S
Ótimo
1969
S/N
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria
e prática dos sistemas de
classificação bibliográfica. Rio de
Janeiro: Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação,
1969.
BOWKER, Geoffrey C.; STAR,
Susan Leigh. Sorting Things Out.
The MIT Press, 2000.
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
CINTRA, Anna Maria Marques.
Para entender as Linguagens
documentárias. São Paulo:
Polis/APB, 1994
FOSKETT, A.C. A abordagem
temática da informação. São
Paulo: Polígono, 1973.
LAKOFF, George. Women, Fire,
and Dangerous Things. U of
Chicago Press, 1990.
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de Lemos,
1993.
LANGRIDGE, Derek. A
classificação : abordagem para
estudantes de biblioteconomia. Rio
de Janeiro: Interciência, 1977
PIEDADE, M. A. Requião
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
15
7
2
24
13/07/09
N
1
23/06/10
1
31/05/10
5
01/04/10
N
S
1
17/11/08
26/05/10
9
91
TÁLAMO, Maria de Fátima G. M.
Linguagem documentária. São
Paulo: APB, 1997.
N
TOTAL
62
9
15
38
GCI00120 - Linguagens Documentárias Notacionais
TÁLAMO, Maria de Fátima G. M.
Linguagem documentária. São
Paulo: APB, 1997.
Empréstimo :
última
data
7
7
3
4
S
2001
16
10
10
S
1994
3
1
S
1973
6
6
1993
2004/2
16
10
1
9
S
1977
26
15
10
13
13
26/04/10
S
1977/1
1983/2
1983/2
15
7
2
24
11
3
1
15
11
3
1
15
06/04/10
10/06/10
04/05/10
97
62
S
Ótimo
1969
S/N
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria
e prática dos sistemas de
classificação bibliográfica. Rio de
Janeiro: Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação,
1969.
BOWKER, Geoffrey C.; STAR,
Susan Leigh. Sorting Things Out.
The MIT Press, 2000.
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
CINTRA, Anna Maria Marques.
Para entender as Linguagens
documentárias. São Paulo:
Polis/APB, 1994
FOSKETT, A.C. A abordagem
temática da informação. São
Paulo: Polígono, 1973.
LAKOFF, George. Women, Fire,
and Dangerous Things. U of
Chicago Press, 1990.
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de Lemos,
1993.
LANGRIDGE, Derek. A
classificação : abordagem para
estudantes de biblioteconomia. Rio
de Janeiro: Interciência, 1977
PIEDADE, M. A. Requião .
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
97
13/07/09
N
1
23/06/10
1
31/05/10
5
01/04/10
N
S
1
17/11/08
26/05/10
9
N
TOTAL
9
15
38
92
GCI00124 - Metodologia da Pesquisa I
S
7
6
2000
2007/2r
3
9
2
8
1
8
12
10
9
1
1
9
11
1
5
6
ECO, Umberto. Como se faz uma
tese. 9. ed. São Paulo: , 1992
S
Ruim
1998
S/N
GEWANDSZNAJDER, Fernando;
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith.
O método nas ciências naturais e
sociais : pesquisa quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Pioneira,
1998.
BOOTH, Wayne C.; COLOMB,
Gregory G.; WILLIAMS, Joseph
M. A arte da pesquisa. São Paulo:
Martins Fontes, 2000
CAMPELLO, Bernadete Santos,
CENDÓN, Beatriz Valadares,
KREMER, Jeanette Marguerite.
(org). Fontes de informação para
pesquisadores e profissionais.
Belo Horizonte: ED. da
Universidade Federal de Minas
Gerais, 2000.
CHAUÍ, Marilena de Souza.
Convite a Filosofia. São Paulo: ,
1997
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
6
11/06/10
1
06/04/10
10/06/10
N
S
S
1997
2001/12.3r
2006/13.6r
1983
1989
1992/9
1993/10
1996/13
2000/15
1
----------02/11/07
15/06/10
1
1
02/06/10
26/04/10
5
1
1
1
5
1
1
10
1
1
1989/2
2001/6
1
1
2
0
1
1
26/04/10
5
11/06/10
1
3
LAKATOS, Eva Maria.
Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos,
pesquisa bibliográfica. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 1989.
MEADOWS, Arthur Jack. A
comunicação científica. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
S
S
1999
9
5
MINAYO, Maria Cecília de Souza
et al (Org)Pesquisa social : teoria,
método e criatividade. 24.ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, [1994?].
S
[1994?]/24
1
4
5
1
0
56
32
2007/25
TOTAL
1
10/06/10
2
1
20
10
2
14/05/10
93
GCI00125 - Metodologia da Pesquisa II
ALVES, Rubens Azevedo.
Filosofia da ciência: introdução ao
jogo e seus regras. São Paulo :
Brasiliense, 1983.
CAMPELLO, Bernadete Santos,
CENDÓN, Beatriz Valadares,
KREMER, Jeanette Marguerite.
(org). Fontes de informação para
pesquisadores e profissionais.
Belo Horizonte: ED. da
Universidade Federal de Minas
Gerais, 2000.
DEMO, Pedro, 1941. Metodologia
científica em ciências sociais. São
Paulo: Atlas, 1981
S
S
1981
1992/2
1995/3
ECO, Umberto. Como se faz uma
tese. 9. ed. São Paulo: , 1992
S
1983
1989
1992/9
1993/10
1996/13
2000/15
S
GOLDENBERG, Mirian. A arte
de pesquisar : como fazer pesquisa
qualitativa em Ciências Sociais. Rio
de Janeiro: Record, 2005.
S
KERLINGER, Fred Nichols.
Metodologia da pesquisa em
ciências sociais : um tratamento
conceitual. São Paulo: Pedagógica
Universitária, 1980.
LAKATOS, Eva Maria.
Metodologia científica : ciência e
conhecimento científico, métodos
científicos e teoria, hipóteses e
ariáveis. São Paulo: Atlas,1983.
MARCONI, Marina de Andrade;
LAKATOS, Eva Maria. Técnicas
de pesquisa : planejamento e
execução de pesquisa, amostragens
e técnicas de pesquisa e elaboração,
análise e interpretação de dados.
São Paulo: Atlas, 1982.
MINAYO, Maria Cecília de Souza
et al (Org)Pesquisa social : teoria,
método e criatividade. 24.ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, [1994?].
1993
1994
1996
2000
2007/2r
3
1
2
6
2
8
12
10
9
2
1
12
1
1
1
5
1
1
10
8
2
8
2
11/06/10
24/08/08
10
1
1
10
1
1
02/06/10
26/04/10
1
1
8
1
2
1
1
2
1
1
1
4
6
11
S
1980
17
17
17
S
1983
1986
3
1
3
1
1
4
4
9
6
S
[1994?]/24
1
4
5
1
0
06/04/10
10/06/10
10/06/10
2
1
4
6
11
1982
3
1
3
S
07/10/08
13/04/10
31/05/10
9
1997/2
2005/9
2007/10
2007/25
Empréstimo :
última
data
5
1
3
9
3
9
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
4
5
9
08/10/07
10/09/09
27/09/10
1
2
19/03/10
2
1
05/10/09
24/03/08
3
2
4
09/10/08
1
14/05/10
94
OLIVEIRA, Paulo De
Salles(ORG.). Metodologia das
ciências humanas. São Paulo:
Hucitec, 1998.
RUDIO, Franz Victor. Introdução
ao projeto de pesquisa científica.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1978.
SANTOS, Antonio Raimundo dos.
Metodologia Cientifica: a
construção do conhecimento. Rio
N
S
1978
1979/2
1980/3
1980/4
1981/5
1983/8
1989/13
1992/17
1995/19
1996/20
1
1
1
4
1
6
1
1
1
2
20
1
1
10/11/97
3
3
11/09/08
5
5
09/07/09
1
1
05/10/98
1
11
1
11
25/08/08
1992
1
2
1
2
1
06/02/10
01/06/10
3
3
112
82
N
de Janeiro: DP & A, 2004
TRIVINOS, Augusto Nibaldo
Silva. Introdução a pesquisa em
ciências sociais : a pesquisa
qualitativa em educação, o
positivismo, a fenomenologia, o
marxismo. São Paulo: Atlas, 1992.
S
2007/1.17r
TOTAL
21
37
24
GCI00117 - Normas e Padrões para o Tratamento e Recuperação da Informação
1978
5
5
3
2
S
1991
2004/2
1
1
2
1
0
1
S
2003
1
1
1986
1991/2
1997/3
2006/3.6r
2
4
2
2
10
1
Ótimo
S
S/N
BARBOSA, Alice Príncipe. Novos
rumos da catalogação. Rio de
Janeiro: BNG, 1978
BELLOTTO, Heloisa Liberalli.
Arquivos permanentes :
tratamento documental. São Paulo:
T. A. Queiroz, 1991
MEY, Eliane Serrão Alves. Não
brigue com a catalogação!.
Brasília: Briquet de Lemos, 2003.
MEY, Eliane Serrão Alves.;
MENDES, Maria Tereza Reis.
CCAA2 em 58 lições. Brasília:
ABDF, 1989.
PAES, Marilena Leite. Arquivo :
teoria e prática. Rio de Janeiro: Ed.
da FGV, 1986
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
2
Empréstimo :
última
data
08/10/09
10/11/08
1
16/06/10
N
S
1
2
1
1
28/03/10
06/06/10
95
WALCH, Timothy (Org.) A
modem archives reader: basics
readings on archival theory and
practive. Washingtom: National
Archives ans Record Service,
1984.
N
TOTAL
2
4
3
GCI00128 - Políticas Informacionais
S
1
1
2002
2
2
2
3
3
2
Ruim
1999
S/N
JARDIM, José Maria.
Transparência e opacidade do
Estado no Brasil : usos e desusos
da informação governamental.
Niterói: EdUFF, 1999.
MATTAR, Eliana. Acesso à
informação e política de arquivos.
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional,
2003.
MATTELART, Armand. História
da sociedade da informação. São
Paulo: Loyola, 2002
MONTVILOFF,
V.
Políticas
nacionales
de
información:
manual sobre la formulación,
aprobación,
aplicación
y
funcionamiento de una política
nacional sobre la información.
París: UNESCO, 1990.
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
1
Empréstimo :
última
data
29/06/09
N
S
14/04/10
N
TOTAL
1
CI00121 - Preservação e Conservação de Acervos Documentários
1991
5
0
S
2003/2
2008/3
1
5
1
5
1
5
6
6
6
Ótimo
S
S/N
BECK, Ingrid (Coord.) Manual de
preservação de documentos. Rio
de Janeiro: Arquivo Nacional,
1991.
BOITO, Camillo. Os
restauradores : conferência feita
na exposição de Turim em 7 de
junho de 1884. 2. ed. Cotia: Ateliê
Editorial, 2003.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
9
Quantidade
•
18
Empréstimo :
última
data
---------------------
96
BRANDI, Cesare,. Teoria da
restauração. Cotia: Ateliê
Editorial, 2004.
S
CONSERVAR e restaurar papel.
Lisboa: Estampa, 2006.
JOHNSON, Arthur W. Manual of
Bookbinding. London: Thames
and Hudson, 1978.
KATZENSTEIN, ÚRSULA. E. A
origem do livro: da Idade da
Pedra ao advento da impressão
tipográfica no Ocidente. São Paulo,
HUCITEC, 1986.
MILEVSKI, Robert J. Manual de
pequenos reparos em livros. Rio
de Janeiro: Arquivo Nacional,
1997.
OGDEN, Sherelyn. Métodos de
armazenagem e práticas de
manuseio. Rio de Janeiro: Arquivo
Nacional, 2001.
PAVÃO, Luis. Conservação de
Colecções de Fotografia. Lisboa:
Dinalivros, 1997.
POLÍTICA de Preservação de
Acervos Institucionais. Museu de
Astronomia e
Ciências Afins; Museu da
República. Rio de Janeiro. MAST,
1995.
VIOLLET-LE-DUC, Eugène
Emmanuel, 1814-1879.
Restauração. Cotia: Ateliê
Editorial, 2000.
N
2004
2005/[2]
2008/3
1
1
5
7
1
1
5
7
1
1
5
7
29/09/08
27/04/10
-----------
1997
2001/2
1
4
5
1
4
5
1
4
5
----------03/05/10
2000
2007/3
1
5
6
1
5
6
1
5
6
---------------------
29
24
24
N
N
S
N
N
N
S
TOTAL
GCI00126 - Representação da Informação
1969
7
7
3
4
S
2001
16
10
10
Ótimo
S
S/N
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria
e prática dos sistemas de
classificação bibliográfica. Rio de
Janeiro: Instituto Brasileiro de
Bibliografia e Documentação,
1969.
CAMPOS, Maria Luiza de
Almeida. Linguagem
documentária : teorias que
fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001.
Estado Físico
Ruim
Exemplar
Data/ed
Bom
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
Empréstimo :
última
data
13/07/09
23/06/10
97
GONÇALVES, Janice. Como
classificar e ordenar documentos
de arquivo. São Paulo: AABB,
1998.
LANCASTER, F. Wilfrid.
Indexação e resumos : teoria e
prática. Brasília: Briquet de Lemos,
1993.
PIEDADE, M. A. Requião.
Introdução à teoria da
classificação. 1.ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1977.
N
S
SCHELLENBERG, T. R.
Arquivos modernos : princípios e
técnicas. Rio de Janeiro: F GV,
1973.
S
S
1993
2004/2
16
10
1
9
26
10
1977/1
1983/2
1983/2
15
7
2
24
11
3
1
15
11
3
1
15
06/04/10
10/06/10
04/05/10
1973
1974
2002/2
2006/6
3
4
1
8
16
1
3
1
3
09/07/09
24/06/09
6
10
6
89
52
15
TOTAL
17/11/08
26/05/10
24/05/10
4
14
23
GCI00137 - Serviços de Informação para Ciência e Tecnologia
Existe
BCG?
Exemplar
Data/ed
Empréstimo :
última
data
S
1977
7
2
S
1999
18
10
10
04/06/10
S
2002
2
2
2
27/05/10
S
2001
12
12
12
23/03/10
Ruim
1
2
3
Bom
2
4
6
S
Ótimo
2000
2008/3
S/N
BARATIN, Marc; JACOB,
Christian (Org.) O poder das
bibliotecas: a memória dos livros
no Ocidente. Rio de Janeiro:
Universidade Federal do Rio de
Janeiro, 2000.
BRETON, Philippe. História da
informática. São Paulo : Ed.
UNESP, 1991.
CAMPELLO, Bernadete Santos;
MAGALHÃES, Maria Helena de
Andrade. Introdução ao controle
bibliográfico. Brasília: Briquet de
Lemos, 1997
CHARTIER, Roger. A aventura
do livro : do leitor ao navegador :
conversações com Jean Lebrun. São
Paulo: Ed. da Universidade
Estadual Paulista ; Imprensa
Oficial, 1999.
CHARTIER, Roger. Os desafios
da escrita. São Paulo: Ed. da
Universidade Estadual Paulista, 2002
JOHNSON, Steven. Cultura da
interface : como o computador
transforma nossa maneira de criar e
comunicar. Rio de Janeiro: Zahar,
2001.
Estado Físico
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
9
1
19/10/09
25/05/10
2
28/05/10
2
N
98
LÉVY, Pierre. O que é o virtual?.
São Paulo: Ed. 34, 1999.
S
LÉVY, Pierre. As tecnologias da
inteligência: o futuro do
pensamento na era da informática.
Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993
MACHADO, Ana Maria Nogueira.
Informação e controle
bibliográfico : um olhar sobre a
cibernética. São Paulo: Ed.
Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho , 2003.
MALCLES, Louse Noelle. La
bibliografia. 2.ed. Buenos Aires:
Editorial Universitaria de Buenos
Aires, 1967.
MATTELART, Armand. História
da sociedade da informação. São
Paulo: Loyola, 2002
MEADOWS, Arthur Jack. A
comunicação científica. Brasília:
Briquet de Lemos, 1999.
S
OTLET, Paul. Traité de
documentation; le livre sur le
livre, théorie et pratique.
Bruselles, Belgium: ed.
Mundaneum, 1934.
ROWLEY, J. E. Informática para
bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos, 1994.
N
SMIT, Johanna. O que é
documentação ? . São Paulo:
Brasiliense, 1986.
S
ZIMAN, John. Conhecimento
público. Belo Horizonte, Itatiaia,
São Paulo, Editora da USP, 1979.
N
1996
1999
2007/8r
1993
2006/1.14r
1
1
9
11
10
2
12
1
1
05/06/07
25/08/09
04/01/10
9
1
2
3
2
9
14/04/10
03/05/10
S
2003
1
1
S
1967/2
11
11
S
2002
2
2
2
14/04/10
S
1999
9
5
5
11/06/10
1994
2002/2
8
11
19
2
8
10
8
1986
1987/2
3
2
3
2
3
2
5
5
5
124
86
S
TOTAL
1
06/10/08
11
2
54
16
10/08/09
16/04/09
19/05/10
28/04/09
06/06/06
16
GCI00131 - Serviço de Referência e Informação I
CAMPELLO, Bernadete Santos;
CAMPOS, Carlita Maria. Fontes
de informação especializada :
características e utilização. Belo
Horizonte: ED. da Universidade
Federal de Minas Gerais, 1988.
S
1988
1993/2
1
1
1
2
1
Ruim
S/N
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
2
1
10
13
15
4
19
Empréstimo :
última
data
25/05/09
99
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Estudos de uso e usuários da
informação. Brasília: Intituto
Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia, 1994.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Metodologias para promoção do
uso da informação : técnicas
aplicadas particularmente em
bibliotecas universitárias e
especializadas. São Paulo: Nobel,
1991.
GROGAN, Denis Joseph. A
prática do serviço de referência.
Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
HUTCHINS, Margaret.
Introdução ao trabalho de
referência em bibliotecas. Rio de
Janeiro: Ed. da FGV, 1973
MARTINS, Myriam Gusmão de;
RIBEIRO, Maria de Lourdes
Guimarães. Serviço de referência
e assistência aos leitores. Porto
Alegre: URGS, 1972.
S
1994
10
5
S
1991
6
1
1
29/03/10
S
1995
10
2
2
16/06/10
S
1973
13
11
2
S
1972
1979
3
1
3
1
1
4
4
45
24
TOTAL
0
7
13/05/10
9
02/03/09
3
02/03/09
-----------
17
GCI00136 - Serviço de Referência e Informação II
1
1
1
1994
10
5
Ruim
2003
S/N
AMARAL, Sueli Angélica do;
SANTOS, Simone Pinheiro;
ARAÚJO, Wagner Junqueira de.
Marketing da informação na
internet: ações de promoção.
Campo Grande: Ed. UNIFERP,
2004.
BARROS, Maria Helena T. C. de.
Disseminação da informação:
entre a teoria e a prática. Marília:
s.n, 2003.
CHOO, C. W. A organização do
conhecimento: como as empresas
usam a informação para criar
significado, construir conhecimento
e tomar decisões. São Paulo: Ed.
Senac, 2003.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de.
Estudos de uso e usuários da
informação. Brasília: Intituto
Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia, 1994.
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
5
Empréstimo :
última
data
N
S
10/11/08
N
S
5
13/05/10
100
LANCASTER, F. Wilfrid.
Avaliação de serviços de
bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos, 1996
NOCETTI, Milton A.
Disseminação seletiva da
informação : teoria e prática.
Brasília: Associação dos
Bibliotecários do Distrito Federal,
1980
S
1996
8
2
S
1980
7
4
26
12
TOTAL
1
1
1
25/05/10
4
14/04/09
10
GCI00123 - Tecnologias da Informação
N
1
1
9
11
1
5
6
DÉCIO, Otávio C. XML: guia de
consulta rápido. São Paulo :
Novatec, 2000.
FURRIE, Betty. O MARC
bibliográfico: um guia
introdutório: catalogação legível
por computador. Brasília:
Thesauros, 2000.
GUIMARÃES, Célio Cardoso.
Fundamentos de bancos de
dados: modelagem, projeto e
linguagem SQL. Campinas : Ed.
UNICAMP, 2003.
KENNEY, Anne R.; CHAPMAN,
Stephen. Requisitos de resolução
digital para textos : métodos para
o estabelecimento de critérios de
qualidade de imagem. Rio de
Janeiro: Arquivo Nacional, 1997.
LAN: uma introdução completa a
redes locais. Rio de Janeiro : Rede
Nacional de Pesquisa, 1994.
LOWE, Doug. Redes série para
dummies. Rio de Janeiro: Campus,
1999.
N
2000
5
4
1997
2001/3
1
4
1
3
1
3
5
4
4
Ruim
1997
2001/12.3r
2006/13.6r
S/N
BRETON, Philippe. História da
informática. São Paulo : Ed.
UNESP, 1991.
CARMONA, Tadeu. Treinamento
avançado em redes de
computadores. São Paulo: Digerati
Books, 2006.
CHAUÍ, Marilena de Souza.
Convite a Filosofia. São Paulo: ,
1997
Estado Físico
Bom
Exemplar
Data/ed
Ótimo
Existe
BCG?
Disponível
Bibliografia Básica do curso de
Biblioteconomia e Documentação da
UFF
Quantidade
•
1
Empréstimo :
última
data
N
S
S
1
----------02/11/07
15/06/10
4
26/05/10
5
N
S
N
N
---------------------
101
MARCONDES, C.; KURAMOTO,
H.; TOUTAIN, L.; SAYÃO,L.
(Org.) Bibliotecas digitais :
saberes e práticas. 2.ed. Salvador:
EdUFBA; Brasília: Ibict, 2006
S
2006
TOTAL
1
0
22
14
9
5
102
ANEXO A – Extrato do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação
Ministério da Educação
PORTARIA No-1.081, DE 29 DE AGOSTODE 2008
Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES.
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições, tendo em vista
a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, o Plano Nacional de Educação aprovado pela Lei N.
10.172, de 9 de janeiro de 2001, bem como a Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, conforme consta
do processo no 23036.002928/2008-82, resolve
Art. 1o Aprovar, em extrato, o Instrumento de Avaliação para renovação de reconhecimento
de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, anexo
a esta Portaria.
Art. 2o O Instrumento a que se refere o Art. 10 será utilizado na avaliação dos cursos de
graduação, nas modalidades presencial ou a distância e será disponibilizado na íntegra, na página
eletrônica do MEC, em www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/manuais.htm.
Art. 3o Fica revogada a Portaria no 563, de 21 de fevereiro de 2006, publicada no Diário
Oficial da União de 22 de fevereiro de 2006, Seção 1, página 6.
Art. 4o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
FERNANDO HADDAD
ANEXO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
ANÍSIO TEIXEIRA - INEP
INSTRUMENTO PARA A AVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO
EXTRATO
Dimensões de Avaliação Pesos
1- Organização didático-pedagógica 40
2 - Corpo Docente, Discente e Técnico-administrativo 35
3 - Instalações físicas 25
TOTA L 100
Categorias, Grupos de Indicadores e Indicadores
1.Organização didático-pedagógica
1.1.Implementação das políticas institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso.
1.2.Funcionamento de instância(s) coletiva(s) de deliberação e discussão de questões
inerentes ao desenvolvimento e qualificação do curso.
1.3.Coerência do PPC e do currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
1.4.Coerência entre o PPC e o modelo de Educação a Distância utilizado (indicador
exclusivo para EAD).
103
1.5.Efetividade na utilização dos mecanismos gerais de interação entre professores, alunos,
tutores e tecnologias (indicador exclusivo para EAD).
1.6.Adequação e atualização das ementas, programas e bibliografias dos componentes
curriculares, considerando o perfil do egresso.
1.7.Adequação dos recursos materiais específicos do curso (laboratórios e instalações
específicas, equipamentos e materiais) com a proposta curricular.
1.8.Coerência dos procedimentos de ensino-aprendizagem com a concepção do curso.
1.9.Atividades acadêmicas articuladas à formação: a) prática profissional e/ou estágio
(NSA*); b) trabalho de conclusão de curso (TCC) (NSA); c) atividades complementares e
estratégias de flexibilização curricular.
1.10. Ações implementadas em função dos processos de auto-avaliação e de avaliação
externa (ENADE e outros).
2. Corpo Docente, Discente e Técnico-administrativo
2.1.Formação acadêmica, experiência e dedicação do coordenador à administração e à condução do
curso.
2.2.Caracterização (tempo de dedicação e de permanência sem interrupção), composição e titulação
do Núcleo Docente Estruturante (NDE*).
2.3.Titulação e experiência do corpo docente e efetiva dedicação ao curso.
2.4.Produção de material didático ou científico do corpo docente.
2.5.Adequação da formação e experiência profissional do corpo técnico e administrativo.
2.6.Adequação, formação e experiência dos docentes em relação à modalidade de EAD (indicador
exclusivo para EAD).
2.7.Adequação, formação e experiência dos tutores (indicador exclusivo para EAD).
2.8.Caracterização (tempo de dedicação e de permanência sem interrupção) do corpo de tutores
(indicador exclusivo para EAD)
3.Instalações físicas
3.1. Espaços físicos utilizados no desenvolvimento do curso.
3.2. Tipologia e quantidade de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso.
3.3. Livros - Bibliografia Básica.
3.4. Livros - Bibliografia Complementar.
3.5. Periódicos, bases de dados específicas, revistas e acervo em multimídia.
3.6. Formas de acesso dos alunos de cursos a distância à bibliografia básica, complementar e a
periódicos (indicador exclusivo para EAD).
3.7. Instalações para equipe de tutores e professores (indicador exclusivo para EAD).
Ação Preliminar à Avaliação
a. Analisar a justificativa/providências para o Conceito Preliminar de Curso - CPC
Considerações sobre a dimensão 1
Considerações sobre a dimensão 2
Considerações sobre a dimensão 3
Considerações sobre as Disposições legais
Considerações finais da comissão de avaliadores
Glossário.
104
ANEXO B- Rotina de aquisição de Bibliografia Básica no sistema NDC
105
ANEXO C – Organização curricular do curso de Biblioteconomia e Documentação
106
ANEXO D- Fluxograma das disciplinas do curso de Biblioteconomia e Documentação
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COTEJO DE BIBLIOGRAFIAS : avaliação da coleção didática